, 
CIARIO REGIONA 
E+LA VI'IA 
Falando ontem d 
nonr.a rcport11(Jom, o 
vcroador Jorge de Sou 
za Roa, Presidente 
da Câmara Municipal , 
disse que "hoje, Bola 
Vista vive cm função 
únicnmante cln pocu.'i - 
ria, a qual, apesar 
de gerar riquezas, não 
' 1 gera empregos, e te - 
moa viato que nossa 
cidade precisa do no­ 
vas alternativas". 
0) DE '+TEMA;O 1 199 
Jorge Rosa quer 
diversificar produção 
PÃGINA - 05 
O lmpeachment de Cofl r 
está mais perto 
Os Presidentes da OA - Ordem dos Advo 
gados do Brasil - e da AI - As oc±aão 
Frasileira de Imprena - ontrgar m ne ta 
terça-feira, dia lo, ao Presiden e da Ca­ 
mara dos Depu ado, o pedido de i peach - 
ment do Presidente Fernando Collor de Mel 
lo. PÃGINA - 07 
/ 
__J 
Preldente da Cara Jorge de Souza Ron 
Comunicação 
Temos assistido 
diáriamente os pro - 
nunciamentos dos can 
didatas à prefeito e 
a vereadores das 
três correntes/polí­ 
ticas que participam 
destas eleições muni 
cipais e por enquan­ 
to a coligação PTD/ 
PFL, encabeçada pelo 
candidato José Gari­ 
baldi da Rosa Neto é 
a que melhor se comu 
nica com o povo e is 
so poderá lhe render 
importantes dividen- 
dos, como a conquis 
ta da confiança dos 
eleitorc,s mais es - 
clarecidos e o con­ 
vencimento daqueles 
que votam conscien­ 
temente mas que ain 
da não se definiram 
pelo melhor candida 
to para administrar 
Bela Vista nos pró­ 
ximos quatro anos. 
Esse ponto posi­ 
tivo na campanha da 
"Bela Vista Segue 
Unida" deve-se prin 
cipalmente à compe- 
tência com que o pro 
grama do candidato a 
Prefeito José Gari - 
baldi é transmitido 
à população, tanto 
pela Rádio Bela Vis­ 
ta, no horário gra - 
tuíto, como nos pa - 
lanques, graças ao 
alto nível das arqu­ 
mentações que muitas 
vezes são motivos de 
conversas em rodas 
de amigos e até nos 
bastidores políticos 
adversários. 
Marcão quer a Participação 
lsscaries ide Bairros 
O candidato R ve­ 
reador, Marco Rondon, 
pretende inovar no 
tocante ao atendimen 
to às reivindicações 
dos moradores dos 
bairros e periferia 
da cidade. 
Entende Marco Ron 
don que "muitas ve - 
zes o vereador sei- J
1 
sola ou apresenta , f 
na Câmara Municipal, 
indicações, requeri­ 
mentos, nem sempre 
condizentes com as 
necessidades do povo 
que o elegeu. 
PÁGINA - 05 
1 
_-t MORRE EM ACIDENTE JOÃO FREIRE DE OLIVEIRA 
Antonio João - O 
candidato a prefeito 
da Coligação PDT/PFL, 
João Freire de Olivei 
ra, morreu hoje em a= 
cidente automobilisti 
co na rodovia que liga 
este município a Ponta Po 
rã. Freire viajava 
com a mulher e fi 
lhos, devido a cerra 
cão seu carro bateu, 
socorrido foi leva­ 
do para o Hospital 
Santa Izabel onde 
foi operado mas não 
resistiu aos feri - 
mentas. Sua esposa, 
Nilce e os filhos so 
freram ferimentos, 
mas sem gravidade. J_._ 
Na edição de ama- 
nhã maiores deta 
lhes. 
Aos Leitores 
Nosso jornal já 
estava fechado, as 
páginas internas im­ 
pressas, quando rece 
bemos a noticia do 
falecimento de João 
Freire de Oliveira. 
Antonio João per­ 
de um homem que sem- 
pre viveu e pensou 
em sua cidade. Foi o 
pai da transformação 
que o município so - 
freu, quando prefei- 
to marcou sua Admi­ 
nistração com gran­ 
des obras. A fronteira 
perde um filho querido. 
A Direção 
UM VEREIDOR ITUINTE 
arco Rondon 
___ ! 
Marcos Elias Rios da Cruz, vereador do 
PMDB, é um político engajado, preocupado 
com todos os segmentos da comunidade, nos 
comícios tem levado ao povo mensagens oti 
mistas, e criticas aos setores que não 
foram atendidos pela atual Administr~ção. 
Integrante do Clube do Laço, onde ocu­ 
pou diversas funções foi inclusive Patrão, 
Marcos disse que "Bela Vista foi a pioneira 
em nossa região nesta modalidade, edifica 
moe no Parque de Exposições uma sede que 
é motivo de orgulho e nossas promoções 
sempre foram sucesso". 
LEIA MATÉRIA COMPLETA NA PÁGINA - 02 
DBSTA EDIÇÃO 
 
Marcos Elias Rios da Cruz 
Vereador 
Leonel Brl.r.ola 
Irprena noticia que a de 
putada Roscane Sarey foi fn - 
vestida na funçao de coordena­ 
dora das articulações da oposI 
ao no Congresso. FLa pode re 
presentar o PFL., o PD o PS­ 
De até o PT. A nós, do_PT , 
nao representa., Mo contrario 
estamos, Isto mm, procurnndo 
desarquivar a CPI das Corrupção 
no CovctT)O José S.uney. Espera 
aos que, em mefo a esta onda 
moralizadora, no queira ocul 
tar aquelas ravltras acusa­ 
os. 
Agora, apenas a 
disputa do poder? 
1. 
Foi o líder do PDT no Senado 
quem propõs a instituição àa CPI 
para o caso PC Farias. Exigimos, 
naquela_ocasião, que as investiga­ 
ções sobre trafico de influência abran - 
gessem - como se fazia indispensâvel- as 
atividades do czar da televisão brasilei f 
ra, Roberto Marinho, em especinl o esca-; , 
daloso saque de 38 milhões de dólares 
feito por suas empresas no dinheiro da 
poupança da Caixa Económica Federal em 
condições injusti±icavelroc,nte favorecidas, 
com IO anos de prazo para pagamento. 
PÁGINA - 08 
Agremiação 
ou Clube 
de Service 
oba oba 
1 
1 
1 
z J

', 
IIGREMIDCãO DE SERVIÇ 
OU CLUBE 081-08 
Auto Elétrica Dinâmica 
f. cor r f '!l)I I UJ 
que opu odas ats a 
griaçóen de Fota-­ 
, Y / d partir do sua 
Cr,r,·,Litu1çíi.o, '·" c)ê, 
d,taque a um rela­ 
cionamnto singular 
entre os cus mem - 
bror;, <1 quo rw cl.:i i.l 
denominação de "cor 
panhcirismo". 'Todos 
cabem, pois deve cu 
t.ar contido nas ini 
truço rotárias mi 
nitradas aos candi 
datos a novos só 
clon, que o item 
primeiro do objeti­ 
vo de Rotary indica 
o Companheirismo es 
poci ficmncnte comÕ 
elemento capuz de 
proporcionar oportu 
n idade de servir. 
Assim, reúne-se 
um grupo de homens 
e mulheres que, cm 
tese, já trazem den 
tro de si a cente = 
lha do espírito de 
Paul llarris e reco­ 
nhecem que isolada­ 
mente pouco ou nada 
podem fazer. Daí se 
juntarem em uma a - 
gremiação de servi­ 
ço para maior eficá 
eia, que ainda me~ 
lhora quando vários 
Clubes de um ou ma­ 
is distritos se 
consorciam para um 
projeto de maior am 
plitude. 
Para alcançares 
se desideratum, e 
preciso um convivio 
direto com a comuni 
dade à qual a agre= 
miação está ligada, 
estreita colabora 
ção com a Adminis - 
tração Regional, a 
Associação dos Mora 
dores do Bairro - 
etc., quando cabe 
ao Rotary apontar - 
as mazelas e suge - 
rir soluções, sem 
ter que executar as 
medidas que cabem a 
outrem nem praticar 
a caridade apropria 
da a entidades de= 
beneficência e não 
à agremiação de ser 
viço. 
hio de Janeiro, onde 
e reqiytr a dife - 
ren;a entre as agro­ 
miaç6os da Zona Mor­ 
te e da Zona Sul 
ainda mais quando 
falta eventualmente 
o contato cona·untn 
com a comunidade. 
im, seria bom que- Aquele qu 
cada en idade rotá - pena o 
ria fizesse o seu tes da resun4ao 
eame de consciência bém deve estar pron- 
e tomasse a delibera o a responder ao ap 
cão de ativar sua loporacontribuir e 
programação de pres- prol da concre ização 
taço de serviços, de um projeto que fs 
onde as comissões se voreça a comunidade. 
reúnem e os projeos Rotary não é o lugar 
são forulados e via onde se preocupe com 
Aí, sente-e a mu bilizados. " aqravos e melindres 
dança de comportnmeii 	pessoais; é, na pala 
to ele 15-20 anos il = 	vra de Paul Harris 
trás para hoje no Cada rotariano O sinônimo de to!crân 
rnet..mo Clube. Será cn precisa se compene - cia,e a congrcg.:içi:ío-­ 
velhecimento? Será trar de que, ao in - de ideais de altruís 
de:.encanto'? Hoje, os grcssar na organiza- mo, ética e sensibi­ 
dcsagios seriam meno çi:ío, antes assumiu - lidade, cada um o 
res, iguais ou maio= deveres do que adqui lhando mais além de 
rcs do que antes? J~ riu direitos. - si rn~AlflO. 
:rzzzrr::z:z zr:rrz z zzzzzz zrzz rzirrassai---i s -- 
Quem visita, com 
certa assiduidade, 
outras unidades ro­ 
tárias não consegue 
fugir da idéia de 
que, na prática, se 
vive Rotary de ma - 
neira bem distinta 
nas diversas unida­ 
des do universo e, 
em particular, numa 
metrópole como o 
Henrique Rolf Kammitzcr, 
do Ro tary Cl ub do Rio de Janeiro-Gló ria , RJ ( D ist• 4 57 OJ [' 1 
w v nome ."?". 
Marcos Elias Rios 	--~------~ ---~ 	CIC 006.474.:181-00 - -OAB - MS 2800 
da Cruz, Vereador do 	1 ' 
PMDB, é um político 
engajado, preocupado 
com todos os segmen­ 
tos da comunidade , 
nos comícios tem le­ 
vado ao povo mensa - 
gens otimistas, e 
críticas aos setores 
que não foram atendi 
dos pela atual Admi­ 
nistração. 
Integrante do Clu 
be do Laço, onde o= 
cupou diversas fun - 
ções, foi inclusive 
Patrão, Marcos disse 
que "Bela Vista foi 
a pioneira em nossa 
região nesta modali­ 
dade, edificamos no 
Parque de Exposições 
uma sede que é moti­ 
vo de orgulho e nos­ 
sas promoções sempre 
foram sucesso". 
Para Marcos, "pre 
tendemos, dar conti­ 
uidade a este traba 
lho, o de divulgar= 
ela Vista e com is­ 
to, atrair mais tu - 
Vereador Marcos Elias Rios da Cruz 
ristas, sobretudo 
por ocasião da Expo­ 
bel". 
Marcos é um Verea 
dor que honra e dig= 
nifica o seu manda - 
to, sem dúvida, será 
reeleito, pelo PMDB, 
partido que ele dedi 
catodos os seus es­ 
forços, "é o caminho 
para o Brasil me - 
lhor, afinal foi 
PMDB, e agora 
mais do que nunca, 
a esperança do 
povo brasileiro". 
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34 
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34 
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Lui::: Henrique Nunes Corra 
Cerent.c 
Cilson Sllva Santos 
(LILE) 
f 
1 
1 
••

1 
,,.. 
• J 
Antonio J 
• 
PIE1ç01:/92 
• 1 
Polo que notamo, a 
concorrência etá ter 
rível aqui em Antonio 
João, em e tratando 
da eleiçóen de 3 do 
outubro, está dif[cll 
do naber quem renalmon 
te entá na frente, pa 
rece que teremos mui-­ 
tas surpresas. Até a­ 
gora <lon quatro parti 
dou que então concor­ 
rendo, três candida -­ 
tos já realizaram co­ 
m[cion, Pio Silva do 
PMDD, foi o primeiro 
realizar, o o povão 
foi em peno para a 
Praça Pública, ouvir 
a proposta do governo 
do candidato. O verea 
dor Junoir Marques " 
realizou um comício 
exclusivo discursou e 
cm seu pronunciamento 
falou nobre a adminis 
tração Coruja durante 
uma semana quando o 
vice-prefeito Arnaldo 
Marques assumiu, June 
ir Marques disse que 
foi uma das melhores . 
administrações, arru­ 
mamos as ruas, contra 
tamos médicos, fize • 
mos identidades, etc, 
NA JUSTIÇA 
Segundo informaçõ­ 
es que tivemos os fun 
cionários públicos 
vão entrar na justiça 
contra o Prefelto pa­ 
ra receberem o Fundo 
de Garantia FGTS e - 
ó que, a realidade 
6 outra, n idonti­ 
dados no vieram a­ 
é hoje pois não pa 
9aram, além diuno , 
como dlue um adver 
árlo político, a - 
cho que o Juneir e 
queceu de falar no 
palanque dos qastos 
exorbilnn cn fcltou 
quando C3lnvnm na 
Prefeitura como, um 
de mais de dois mi­ 
'lhÕen no CaCl'.ilno J­ 
mambai do Pedro Ju­ 
an Caballero, entre 
outros gastos parti 
culares. Um pouco 
inconoequonte, não 
é? 
O candidato da 
coligação PDT/PFL, 
foz um doo maiores 
comícios, onde João 
Freire mostrou seus 
planos do trabalho, 
junto com o Dep. Es 
tadual Oscar Goldo­ 
ni e José Carlos Mon 
teiro, que veio ex­ 
clusivamente para a 
nunciar o apoio do 
governador a candi­ 
datura de João Frol 
re. 
O repórter André 
Luiz colocou muitos 
candidatos no bolso 
em seu pronunciamento 
no primeiro comício, 
com seu jeito jovem, 
les acreditam que 
no período de um 
mês já estarão com 
o dinheiro no bolso. 
Justiça é justiça e 
tudo pode aconte - 
cer. 
SHOW DE PRONUNCIAMENTO 
com idéais renovado 
ras, superou ases­ 
pectativas do públi 
co. E com isto esta 
crescendo cada dia 
mais. 
«C 
João Proirc - recebo apoio do governador 
SUCESSO MUSIC 
Virou sucesso no 
nosso município a mú 
sica oscrlta pelo­ 
compositor GIBBA, a­ 
té mesmo está sendo 
tocada cm clubes o 
a galera cai no sam 
ba. A música refere 
se ao candidato a 
ver. André Luiz. 
e:er por merecer 
Vamos pra frente que prn triis nao vai dar mnis 
Vamos acordar que pesadelo nunca mols 
Que, que, que-ô, que o que voce vai ver 
Que André Luiz Irã vencer por merecer 
' 
/. 
. __z..,,_ __ 
André Luiz 
André Luiz voce 
É como quem te vê 
É povão forte e sobe por onde lutar 
André Luiz você 
É como quem te vê 
Vamos votar porque podemos confittr 
Três de outubro sera o nosso grande dia 
É o candidato que ser soluçao 
Somos felizes por snber que com alegria 
Vamos votar cm alguém que estii no coraço. 
Grêmio dos Subtenentes ~ 
$arenas Pero #fie 
L 
F l 
Entenda quem 
Adão Herodes Xavier 
BAILE DA INDEPENDeNCIA 
Dia: 4/9/92 (sexta-feita) 
Horas - 22 hs 
Mesas p/ sócios - 20.000,00 
Não sócios- 30.000,00 
Ingressos - 10.000,00 
Banda Aquarius 
Reservas de mesas na Secretaria 
Clube ou pelo - Fone: 439-1339. 
do 
O candidato do 
PTB, Adio Herodes Xa 
vier alega que te; 
o apoio do governo, 
só que até o momento 
não apareceu nenhum 
representante do go 
verno para confirmar 
o apoio. Os únicos 
que subiram no palanr 
foram o grupo dos 
Derzi, aqueles que 
foram contra a anexa 
çáo do APA. Fazer o 
que? A história é es 
sa, que muitos pre - 
gam. Por outro lado 
t 
puder 
muitos não gostdran 
dos proccdirecntos 
do grupo da Coliga­ 
cão PT!l e PST. 
A princípio, no 
prireeiro co:,ício rca 
lizado em frente a 
Escola Aral Moreira, 
arrebentaram as gra 
des (tela) parn prc 
Gar as faixa: na 
parede da escola 
Pode? ... Ccmccaram 
bem, afirmou um 
político da oposi - 
cão. 
PRESERVE O 
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l 
1 
1 
 	O toutr J, 
to da Co arca de Dela 
} fora da Lei, etc ... 
1 
1 
d rd M dr 
Vista, E'ado 
faz aber aos que o presente Edi al virem ou dele co 
nhecimonto ivorem que por ete Juízo e Car»rio Judicial tra 
mitan o au o 97/92 de E.cu;ão que COMÉRCIO DE ALIMENTOS AN 
'TE.RO LTDA move contra Atonio Ribeiro da Silva, aravé do 
qual, fica o executado Antonio Ribeiro da Silva, brasileiro , 
casado, comerciante, residente em lugar incerto e não sabido, 
pra no prazo de 24:00 horas efetur o pagamento da iq;;ortiin­ 
ia do Cr$ 369.060,00 (trezentos e sessenta e nove mil e su­ 
senta cruzeiros) e mais acréscimos leqais sob pena de er co 
vertldo em penhora o arreto efetuado obre o seguinte imó 
vcl: "Um lot.c de terreno urbano, determinado □ob o nQ 03,qua= 
dra 24, setor 03, da rua Expertacion Centurion, nesta cidade, 
mrdindo <lito lotn l'.:i,00 m doe frente por 25,40 m da frente nos 1 
fundos, em ambos os lados, tendo nos fundos a largura de l 5,00 
m, pnrfazcndo n ãrcn total de 381, 00 m
2
, com frente para a 
rua J:xportacion C nturion; Lado direito, com o lole no 02, da 
quadra no 24; Ludo coqucrdo, com o loto no 04, da quadra no 
21 e Fundoo, com o loto no 06, da mesma quadra, distante 15,00 
m do onquinn formada com a rua Clovis Marcelino de Oliveira ; 
U1n loto de terreno urbano determinado sob o no 04, da quadrn­ 
no 7.4, octor no 03, da nua Expcrtacion Centurion, nesta cida­ 
de, medindo dito lote 15,00 m de frente por 25,40m da frente­ 
ao::; [undon cm mnbos oo lodos, tendo nos fundos a largura de 
15,00 m perfazendo a 5rea total de 381,00 m?, com frente para 
a run Expcrtacion Ccnturion; Lado Direito com o lote no 03 
da quadra no 24; Lado direito, com a rua Clovis Marcelino de 
Oliveira e fundos com o lote no 06 da quadra no 24; E para q/ 
chegue ao conhecimento do interessado e ningu6m possa alegar­ 
ignorância foi determinada a expedicão do presente Edital que 
será publicado e afixado na forma da Lei. Dado e passado nes­ 
ta Cidade e Comarca de Bela Vista-MS, aos vinte e seis dias - 
domes de junho do ano de mil novecentos e noventa e dois. Eu 
(Sarnira Lopes) Escrevente Judicial, o datilografei. Eu, Pedro 
Vergílio da Silva, Escrivão Judicial, o subscrevo. 
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Marcã1 quer a Participação da 
Associações de Bairros 
Jorge Rosa quer 
diversificar produção 
1 1 
t) cndida o a ve -­ 
redor, Marco Rondon, 
pretende inovar no 
cant ao atendimen­ 
o àn reivindicaçe 
do moradores dom 
bairros e periferia 
da cidade. 
Entende Marco Ron-­ 
don que "multas vezes 
o vereador e isol 
ou apresenta, na Cama 
rn Municipal, i11dl.r.i1= 
çõon, rcqur•rim,intoG , 
nem sempre condizen - 
ter. com ni; neccrrnidfl­ 
des do povo que o ele 
gou. Se cm determino= 
do bairro há problc - 
maa nu área de forne-­ 
cimcnto do energia c­ 
létrlca, o vereador 
deve procurar resol - 
ver este problema, dr 
pois do oolucioná-10-;­ 
então partir para ou­ 
tro". 
"A minha proposta 
de trabalho - prose­ 
guiu - será atender 
todos os bairros, Dis 
tritos, enfim, a pari 
feria de Bela Vista , 
através das Associaçõ 
es de Moradores, com 
as quais terei reuniQ 
es periódicas, assim 
conheceremos as defi­ 
ciências, os proble - 
mas daquele bairro, 
daquela comunidade es 
pecífica, e trabalha­ 
remos em conjunto". 
Marco pretende ino 
var também no setor 
de divulgação dos tra 
balhos na Câmara Muni_ 
cipal, "o povo acom - 
/ 
Presidente da Câmara Municipnl 
Marco Rondon 
panharã tudo o que 
for feito, através 
da distribuição de 
folhetos ou até mes 
mo um informativo , 
I 
quero manter este c~ 
nal de comunicação 
durante todo o meu 
mandato". 
Falando ontem à 
nossa reprotagem, o 
vereador Jorge de 
Souza Rosa, presi - 
dento da Câmara Mu­ 
nicipal, disse que 
"hoje, Bela Vista 
vive cm função úni­ 
camente dR pccuári~ 
a qual, apesar de 
gerar riquezas, não 
gera empregos, e t~ 
mos visto que nossa 
cidade precisa de 
novas alternativas" 
Para Jorge Rosa, 
"mantivemos diver - 
sas reuniões com Ga 
ribaldi da Rosa Ne­ 
to, e Já entabula - 
mos um plano para 
diversificar a pro­ 
dução em Bela Vis - 
ta, dando priorida­ 
de à implantação de 
novas empresas no 
município". 
"Nosso primeiro 
objetivo - afirmou­ 
será a formação de 
um grupo de estudos 
para viabilizar pro 
jetos na área de mi 
cro e pequenas em - 
presas, com a busca 
de recursos junto 
aos organismos finan 
ceiros especializa - 
dos no setor", 
Para Jorg,, Ros11 , 
"vamos eleger uma Ca 
mara Municipal, into 
grada por vreadorei 
que conhecem a nossa 
realidad0 e que esta 
rãa afinados com a; 
idéias do prefeito, 
Garibaldi, de agili­ 
zar as atividades co 
merciais e industria 
is de Bela Vista". 
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Ajude-nos a levar esta mensaem a todos os recantos do Ta's' 
A AFAVVI é uma entidade composta por pessoas que ]á t!vera fa!liar !­ 
t1ado por crimes violentos, ou que não estão de acordo com a {pun!dada 
reinante para os a sassinos. 
Os objetivos da AFAVVI são: 
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- Divulgar a necessidade de se alterar o Código Penal ~rasileiro ?ara ,e 
rem punidos coe mais severid.nde os criminosos que coetcx delitos graves co 
~o: tráfico de entorpecentes, sequestros, 
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- Pleitear Indenização e assistência às faltas das vIt!mas de 
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tos" invâlidos da violência. Estas devem dirigir-se a AFA'VI. 
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Curso de Extensão Universitária em atu 
ização Política, foi realizado em Campo - 
Grande, pela Universidade Federal de Mato 
Grosso do Sul, com o apoio do Departamen o­ 
le Ciencias Humanas e ocíain, no Anfitea­ 
ro-UrMs, período: 20, 21, 22, 27 e 28 de 
julho, 03 0e 04 de agosto de 1992. 
O Curso de Extensão Universitária em 
Atualização polí ica pretendo: 
l- oferecer aos seus participantes uma mul­ 
tivisão da sociedade atual, partindo de uma 
retomada histórica da formação social brasi 
leira, em seus múltiplos aspectos; 
2-- através de uma revisão teórica, discor 
roer sobre temas que possam desde os funda­ 
tentos do Estado, a Administração Pública , 
o direito tribuL5rio io qucst6co sociais - 
mais r.clcvnntcs, tais como saúde, educação, 
ocupação do espaço urbano, e com isso possi 
bilitar o conhecimento, a análise e a crítI 
cu do Plano Diretor da Cidade de Campo Gran 
de. 
3- Ele se destina a todos aqueles que se in 
teressam em se preparar para esse momento - 
especial, que toda a sociedade brasileira a 
travessa, Objetiva, principalmente , alcan­ 
çar os candidatos às eleições municipais,as 
sessores, pesquisadores e estudantes em ge= 
ral. 
A 
e. 
o 
CRONOGRJMl 
o curso de pós-graduação, está sendo­ 
oferecido aos sábados e disciplina de Estru 
tura e Funcionamento de Ensino, será encer­ 
rado no dia OS/setembro, está sendo previs­ 
to um grande debate, apresentações das sin­ 
~eses e conclusões. O professor Antonio Jo­ 
sé Filho, formado na USP/SP, é o grande in­ 
centivador cultural, está sendo responsável 
pelo sucesso da disciplina. "O mesmo não a­ 
cha outra saída na Educação sem uma constan 
te atualização e Reflexão". 	- 
"Gozado! que existem políticos na Edu­ 
cação que querem enganar o povo, com uma fi 
losofia Educacional defasada. Frase do can­ 
didato à Vereador Froilan Cardoso". 
SEMANÃRIO LITÚRGICO 
220 Domingo do Tempo Litúrgico, se ob­ 
.:ervamos o estilo de vida e o comportamento 
<los homens e mulheres de hoje, iremos no­ 
tar que existe uma corrida geral atrás dos 
primeiros lugares, das vantagens , das posi 
çôes sociais e da promoção pessoal e isto= 
não importa a· que preço, mesmo uns passando 
por cima dos outros. Contra esta mentalida­ 
de opõe-se a mensagem de Cristo: que cone­ 
çamos o nosso lugar no testemunho do Reino­ 
de Deus; que não corramos atrás dos primei­ 
ros lugares, que saibamos servir e estender 
a mão àqueles que nada tem para retribuir. 
"Reflexão na Missa do dia 30/08, na 
Igreja Perpétuo Socorro de Campo Grande. 
POL!TICA 
caloto, mesmo co a i pugnaçio, nó votg 
r·mo e4 lca no dia 3 de outubro, por­ 
que voce a no sa melhor candidata_a ve­ 
readora do Jardim. "A justiça podera 1pe 
di-la, mas a democracia poderá elege-la". 
U CLOSE ESECIA, 
Para ela que representou BelaVista 
no concurso Miss MS/92 * Cristina Sdro 
ievski. 
-- 
PROPOSTAS 
Proposta do Candidato à Vereador Fro 
ilan Cardoso, está vindo de encontro com= 
a comunidade estudantil, um professor, a­ 
migo, atualizaso e inteligente. 
Promover curso de atualização pedagógi­ 
cas que tem por objetivo auxiliar o pro­ 
fessor na busca de seu aprimoramento pro­ 
fissional; 
* Promover curso de Atualização Política; 
* Orientar e supervisionar as ·atividades­ 
de extensão ligadas à divisão de ação co 
munitária; 	- 
* Promover e coordenar, em conjunto com a 
Divisão de Cultura e Lazer, as atividades 
sociais da comunidade Estudantil; 
* Oferecer reforço através do SENAC, aos 
alunos de 29 Graus com habilitação especi 
fica em contabilidade. 
As vezes, a culpa são dos próprios seg 
mentas responsáveis pela impug,iação, os c.an 
didatos não são informados e quando surgem - 
ja é tarde, com isso a professora Olga de 
lliranda, está sendo vítima, uma mulher luta 
dora que estava liderando nas pesquisas da 
cidade de Jardim, nós os amigos, parentes e 
eleitores Olga temos certeza que_se houve - 
PARA REFLETIR 
AJUDE, mesmo conversando! 
Uma boa palavra, um sorriso de incen 
tiva, um pensamento construtor são,muitas 
vezes, O ponto de partida para uma grande 
vitória daqueles que nos cercam! 
Para Tânia Ribeiro Miss Jardim/92 
EDUCAÇÃO 
Educação não se resume em transferên 
eia de conhecimento específico, ultrapas­ 
sa o quadro negro da ignorância para as­ 
similar o sentimento de fé no abstrato da 
vida em comum entre os povos. 
A ignorãncia dos direitos humanos - 
muitas vezes é gerado pelo sistema; é uma 
forma de buscar "novos horizontes" cm al 
go que não passa de ilusão pela mente(usÕ 
de drogas, soníferos, calmantes etc ... )eo 
declinio com o real. 
Educação: amplitude que não se pode 
resumi~ em culturas opostas pois una 
transgride a lei da natureza e a outra - 
beneficia a mesma, mas ambas convivem jun 
tas por curto espaço de tempo. -- 
ENOLY 
PARA 
VEREADORA ESCOJ,HI 
j 
1 
1 
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Sup e r m e r e a d o 
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Jardim MS 
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0 pro ntos d, 
t) E -- Ordem do,9 Ad 
vogados do Draj J 
/ da AI- Nsocía 
çáo Branileira de 
Imprensa entrqa • 
r,1,i TTPfll.il Lorçu · fr, j 
ra, dia lo, ao Presi 
dente da Câmara do, 
Deputados, o pedido 
de i, peachment do 
PrcaldcnLc r0rnnndo 
Collnr dn M0llo. 
o envolvimento do 
Presidente em pelo - 
menos cinco crimes - 
prcvinton no C6digo 
rcnnl, como corrup - 
cio pnaaiva, fnloldn 
du i<lcol6gicn, prcv~ 
rica CtlO, fonnaçiío de 
quadrilha e oonegn - 
çfio fincnl, aio as 
hases do pedido. 
Prcaidentc Pcrnnndo 
Collor de Mello 
"ai do que s. - 
pl ovyrdcncie , e 
f+o leu ntados p- 
la CP comprova qu 
Collor a1 d f«!ta 
,J,, dr-core [,•Hil 1,r,r 
necer no cargo, o+{ 
nvolvido em cri: 
comuns muito graves" 
afirmou o Presidnte 
da AI Barbosa Lira 
Sobrinho m entrevis 
ta coletiva à imprer 
sa quando da entrega 
do pedido de impvach 
ment ao Presidente = 
dn câmara Ibsen Pi - 
nheiro. 
Ele confirmou tum 
bém que junto com ~ 
Presidente da OAB 
Marcelo Lavan6re, i­ 
rio acompanhar todo 
o processo do im - 
pcachmcnt e os do 
PERi 
Haroldo dará prioridade 
aos Bairros Primavera 
e Costa e Silva 
o candidato à Vereador llaroldo Braga Cavalheiro, disse hoje: 
"sinto orgulho, cm dizer que sou o mais legítimo representante 
dos Bairros Primavera e Costa e Silva, onde resido e estou liga­ 
do por laços de amizade e companheirismo". 
•• ~I :: ,C, • .. ,,,. 
cor 
ore a 
Collor da p os v 
[ena] « for cu ro 
O DISCURSO DE COlLOR 
inocência 
Presidente, a xon­ 
plo do e u,, ,:c,.-J, t ,, •• 
ceu quando e de 
nacional do teclevi 
s ã o 	e l e pediu o 	v e r 
de-amarelo nas ruaa 
e teve de engolir o 
preto. 
n 
1 
l 
candidato à Vereador llaroldo Braga Cavalheiro 
Haroldo, que é Secretário da Câmara Municipal, afirmou que rg 
solvi ser candidato à Vereador, por entender que o meu Bairro ne 
cessita de um representante que conheça os seus problemas • 
Para ele, "hoje temos como prioridade a construção de um Cen­ 
tro comunitário, Reservatori? de_Ãg~a e Posto de Saude, e na Ca­ 
l tarei por estas realizaçoes. 
mara' ud f., rma •estamos empenhados em arregimentar o nosso 
Harol o a 1 	· · d d . d 
t
·do de caminharmos Juntos, visan o aten er to as as 
povo no sen'1 
.. d' -es dos nossos Bairros. 
reivin i:aço e vou me eleger, com o apoio de todos os 
Para isto quero, 
companheiros destes bairros". 
··variedades 
HISTôRICA 
(Estâcio Nacedo) 
Pedro Ãlvnr~s Cabral, n,wegnntc português. Nasceu em Belmonte, em 1467 ou 
morreu cm Santarém, por volta de 1520. O rei atendendo a solicitacão 
!·
4
~
8
• e d:, Gama que voltara das !ndins, nomeou Cnbral Comandante da Primeira 
e ~ase~ • lâ devia seguir, A esquadra partiu no dia 09 de marco de 
Expedicao que ~~n . a~istada a grande Canária. No dia 22, a esquadra do - 
1.500. No dia ,de~a Desse lugar 't::omou o rumÕ do Ocidente, tal·ez com intuí- 
brav "Cabo Ver e • 	· 	T d 
a 
O 
h imcnto das terras que se enc.::,nt-ra,·am .;,crto das ar e- 
to de efetuar o recon ec 
•ilhas. 	i d "C br:,l" fustigado por forte temporal, aca - 
Se undo alguns histor a ores, a 
·se da Costa dn Africa. 
bou por afastar-s ~ nte 
4
3 dias, qunndo foi descoberto um "monte" (22/04/ 
A esquadra vagou urame 'fonte Pascoal, porque era o dia oita,·ário da Pás - 
1.500), ses reee!_,"" cassara avta se aproximado da costa. • 
coa. No diu 23 de" r •
1
~
0 
foi-lhe dado primeiro o noce de Ilha de Vera 
D b t 
n nova rega, 
esco erra a, s ta Cruz. fi.naloentc passou a chamar-se Brasil. 
C d is terra e an ' 	1 	d 
ruz, Iepo:s 	.q - eia dos comandados de Cabra , muitos historia ores 
Considerando n cxpcr cn ital 
O 
dcs,·io da esquadra. O descobridor do BrasLl 
aereditas haver sido °P",a. Descendente de uma nobre estirpe lusitana - 
era possuidor de grane e~• ~ 	· • 
foi educado a core 4 "e??%'. as como tnmbCm recebeu instrucão cient!fi 
d ao so a man " 	- 
Ali aprendeu n .j_, repar:rndo-sc para ~h·er na corbe. Depois da descg 
ca, literaria e h.i
st
or tencÍc.~do-sc com O Rei, Cabrnl afastou-se da corte e foi 
bcrta do Brasil, desen d completo esquecimento. Vnrnhngcc, histori.ndor - 
1 
- caino cm •· 	- 
er em Santarem, i no Can,·ento da. Gra,;.a, o tu::ulo do grande navega - 
rasteiro, que desco";;'3 corero_o_sAro yro_oroLo"y 
[der. "AoTE_oDES7 • 
Para o ,Jorn ,1 Íü· 
t Carlos Chagas, o 
pronunci.rcnlo do 
Prcoiden·c Collor - 
no domingo, foi re­ 
jeitado entre polí­ 
tico& e parlanenta­ 
res e tomado corou 
rn~ rntlicalizalção = 
da defesa do nantla­ 
to o na agresrião ao 
Congrcouo. O resul­ 
tado seria a perda 
de mais alguns vo - 
tos do PPL e, possi 
velmentc, do pr6 - 
prio partido. 
O jornalista a - 
certou cm cheio, no 
inicio da semana o 
primeiro a anunciar 
que também estava~ 
bandonando o barco 
foi o respeitados~ 
nador Marco Maciel, 
líder o PFL no Se - 
nado que ao deixar 
liderança do Co - 
vrrr:,noC'c..r:')!'"c ·o 
firmou: "não tnhc 
mais ccao dfndr 
o Presidente Ternan 
de Collo., f-l•n7 = 
me arguentos dian­ 
te dos fatos levan­ 
tado:;", 
No mesmo dia o 
Pr •si<lcntc do rrL, 
o maior partido de 
apoio ao Governo no 
Congresso, anuncia­ 
va que daquele no - 
mento em diante os 
membros do seu par­ 
tido estavam libera 
dos para votarem <l~ 
acordo cem suas 
consciências. 
Em outras pala - 
vras, estava indo 
por água abaixo na­ 
quele momento a 
maior base de sus - 
tentação política 
Parafraseando 
Carla:; C,rntcl lo 
Branco, quando o po 
vo, a imprensn e 01 
reprcocntantco da 
sociedade braoilei­ 
ra começam e pregar 
o afastamento de um 
Presidente da RcpG­ 
blica, é sinal de 
que a vaca foi ou 
está bcn próxima do 
brejo. 
Carta de um filho 
. . 
para um pa1 
Acho que neste mundo ninguém procurou descrever seu pró 
prio cemitério. Não sei como meu pai vai recebê-lo. Mas preci 
so de todas as forças enquanto é tempo. 
Sinto muito, meu pai, acho que este diálogo é o Ültimo que 
tenho com o senhor. 
Sinto muito mesmo. 
Sabe pai. .. está em tempo do senhor saber a verdade de que 
nunca suspeitou. Vou ser breve e claro. 
O TÓXICO ME MATOU MEU PAI: travei conhecimento com meu as­ 
sassino aos 15 anos para 16 anos de idade. t horrível,não pai? 
Sabe nós conhecemos isso? 
Através de um cidadão elegantemente vestido, bem elegante 
mesmo e bem falante, que nos apresentou nosso futuro assassi­ 
no: o TÓXICO. Eu tentei, mas tentei mesmo recusar, mas o cida 
dia mexeu com meu brio, dizendo que eu não era homem. 
Não preciso dizer mais nada, não é?, .. Ingressei no mundo 
do TôXICO. No começo foram as tonturas, depois o desvaneio e 
a seguir a escuridão. Não fazia nada sem que o TÓXICO estives 
se presente. 
Depois veio a falta de ar, medo, alucinação, depois eufo - 
ria novamente. Eu sentia mais que as outras pessoas e o TÓXI­ 
CO, meu amigo inesquecível, sorria, sorria ... 
Sabe pai ... a gente quando começa, acha tudo ridículo e 
muito engraçado. Até Deus eu achava ridículo. Hoje neste Hos 
pital, eu reconheço que Deus é o ser_mais importante do n7un1 - 
do. Eu sei que sem a ajuda dele eu nao estaria escrevendo o, 
que estou. Pai, o senhor não pode acreditar, mas a vida de um 
TOXIOCMANO é terrivel,a gente se sente dilacerado por dentro. t. 
hôrrível e todo jovem deve saber disso para não entrar nessa. Já 
não posso nem dar três passos sem me cansar. Os médicos dizen que vou 
ficar curado, !T'aS" guando saem do quarto, ba_lançam _a cabeça. 
Pai ... eu so tenho 19 anos e sei que nao tenho a menor 
chance de viver; é muito tarde para mim, mas para o senhor 
pai, tenho um últi:no pedido a fazer: 
- Diga a todo jovem que o senhor conhece e mostre a eles 
esta carta, diga a eles que em cada porta de escola, em cada 
cursinho, em cada faculdade, em qualquer lugar, há sempre um 
homem elegantemente vestido, bem falante, que irá mostrar 
lhes o seu futuro assassino, o destruidor de suas vidas e que 
levará a loucura e a morte como eu. 
Por favor faça isso meu pai, antes que seja tarde demais - 
também para eles. 
Perdoe-me meu pai . 
Já sofri demais . 
Perdoe-me por fazê-lo sofrer também pelas r..inhas loucuras. 
OBS: Depois desta carta ele morreu - Caso Verídico. 
Hospital. 23 de Maio - São Paulo. 
DIVULGAÇÃO: . Grupo E'scoteiro Estrela do Apa. 
-----·-:-----=- -=========-==-=====-=-===:======---------e.=------==-- 
Sorria, corra, grite, 
pule e diga não 
as Drogas! 
'C. ---------- --- ------- -- ---------- ---------· =----======--_;_=

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1 
l 
 
! 
A Iprena notlcin que a deputada kos nane Sar­ 
ney fof Invetlda na funç@o de coordenadora das 
nrtIculaçoes dn oponfço no Congresso. E.la pode 
representar o PFL, o PD, o PD ate o FT. MA 
nós, nIm, procurundo dearquivar a CPI da Corrup 
çao no Governo .Joné Sarney. Esperamos que, em me- 
1o a enta onda moralizadora, nao queira ocultar 
nquelas pravlfau acusnçoen. 
rol o 1{der do PDT no Senado quem propôs a fnstltutçao da CPI para o 
cno PC Fura, Elos, naquela oc1ao, que as Investtaçoes sobre 
tráffeo de Influencia abrangessem - como se fazia Indispensável - as a- 
o tIvIdade do czar da televfao braflelra, Roberto Marinho, em especial 
,eadaloo que de 38 Ilhes de dólares fetto por suas empresas no d1 - 
a h · I r o 	d s poupança d a 	C	t	a Econômtcn Federal, e m condiçoes Injustificavelmen 
te lavoreefdnas, com I0 anos de prazo para paumento. 
1oo u seulr, protestamos dante da fora escandalosa com que a co- 
111 Issao- Insuflada pelo radical ismo de certos oraos de Imprensa- pas­ 
p ou a fazer suas apuraçoes exclusivamente numa direçao, em relaçao ape­ 
lto as aqu!lo que viesse a Iner1minar o Presidente da República. Dcnuncin­ 
os o conteúdo olptsta de tal distorção. A CPI não podia se tranforar nu 
Instrumento destinado exclusivamente ao impcachment. O futuro ira demonstrar 
o quanto tínhamos razo. À com1são, incumbia a investigação de todas as fale!!, 
trus, a corrupção e o trifico de Influência de PC, atingissem a quem quer 
que fosse, sem colocar nada embafxo do tapete. Porque outras situaçoes da 
1o1,llor gravldndc niio poderiam, de forma alguma, ficar sei:i ser trazidas a luz 
do cunhcclmcnto da Nação, pela sua transcendente importancia. 
J:m relncno n Presidência e ao Governo, na investigações se desenvol- 
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vernm com grande rigor, meticulosidade e eficiência, ainda_que com al - 
guns deploráveis desdobramentos inquisitoriais e preocupaçoes aensacio- 
o nalistas. Foram trazidos à tona fatos e situações que convenceram e cho 
caram profundamente, diante dos quais os acusados não ofereceram os esclareci 
mentos que deviam. A campanha pela destituição do governo baseou-se essencial 
mente, nesta parte do conjunto de apurações que cabia à CPI. t inegável que o 
processo do condenação geral se desencadeou de forma inexorável! a partir do 
infeliz desafio do "verde e amarelo" colocado diante da populaça. 
Injustificavelmente, porém, a CPI fez vists grossa e ouvidos moucos 
a algumas quRstÕes que integravam, de forma inseparável, o conjunto de 
suas finalidades. Apenas rcgistoru, sem investigar, as maiores operaçõ­ 
es da corrupçiio de PC: refiro-me aos cheques de milhÕes de dÕlares da - 
dos por ele e seus fantasmas a Wagner Canhedo para compra da VASP e os 
destinados à montagem da kede OM. Tornou-se claro que o PMDB e outros traba - 
lharam na comissão com a preocupação de encobrir as responsabilidades do ex - 
governaodr Quércta e o prôrpio Canhedo e ocultar o sistema de va~os comunica~ 
tes ~stnbelecidos entre o Governo de São Paulo de então e o Governo Federal , 
na farsa dn "privatização" daquela empresa aérea. 
Registre-se que os atos de apresentação e votação do relatório final 
(oram, em matéria de exibição e de mídia, como nunca vistos na história 
brasileira. Consolidou-se, assim, o clima de irreversível condenação do 
atual Governo. O mesmo não ocorreu, porém, em relação aos envolvidoscan 
PC noutros casos, como o da VASP, que atinge bilhões de dólares e concessões 
a empresas estrangeiras altamente lesivas nos interesses nacionais. Estes fa­ 
tos foram referidos en passant, como quem caminha sobre brasas, pelo relator, 
num pequeno apêndice final, assim mesmo colocado ali graças à obstinada insi! 
têncin dos parlamentares do PDT. 
7. 
Inatnurou-se 
O 
vnnç, 0 1;er111, e•:, Urns!l!,1, nn_dlr.putn e!~ c11ry~·./ 
de posiçÕciJ e de influênc1a sobre ;1 _r:ovn Bitu:1ç,JO, t,o quC' :::~co~ -: 
pensam, em pelo deste corre-corre, é em tirar o povo brasileiro da] 
cr!se, do atoleiro de sofrtrentos em que se encontra. Ao contrarfo] 
do que espera a população que está protestando nas rua, o e preocupas { 
em conservar a política econônfca, as privatizacoes, o arrocho alar1al, a 
submissno ao FMI e tudo o mais. Coco GC vê, sob nova aparencln, e o_~eaoo 
"centrão" que se rearticula, para continuar dominando a nova sftuaçao do 
pós-frnpenchment. 
8. 
Ao contrário do que alguns intrigantes insistem em dlfundir, o 
PDT jamais coRitou de participar deste Governo ou do que venha a 
sucedê-lo. Dizem, também, que, coo Isto, estamos nos Isolando. Pe­ 
fs bem: é natural que nossas posições sejam diferentes e se dista 
ciem cada vez mais desses arranjos e remendos das oligarquiaa. ~ 
tionamos o sistema dominante de fora para dentro. E, o dia que pudermos, 
niio vacilaremos em abolir este modelo econômico neocolonial, que vem asff­ 
xiando o nosso País e trazendo a degradaçÀo e a miséria para o povo brasi­ 
leiro. 
9. 
O PDT viverá intensamente as suas responsabilidades neste moe 
to, como partido político coerente e indissoluvelmente comprooeti­ 
do com os interesses do povo e da Nação brasileira. Pretendemos 
questionar como nunca as oligarquias e as elites dirigentes, que 
se mostraram ineptas e cúmplice do sistema econômico imposto ao Pa 
s, cujas consequências, a esta altura, se tornaram insuportáveis para o 
nosso povo. Façam os arranjos que fizerem, transformem , como em alguns o~ 
mentas conseguiram, a imprensa em um partido Único, dêem, se puderem, no­ 
va vida ao "centrào" conservador, propagandeieo a ideologia oca do neoltbe 
ralismo, a da raposa solta dentro do galinheiro. Não importa, irão ver que 
estamos ingressando na undécima.hora de um sistema econômico-soci.nl exaus­ 
to e falido, que esta Nação haverá de sacudir de suas costas como quem se 
livra de um garrote que a está sufocando. 
10. 
Leonel Brizola 
Governador do Estado do Rio de Janeiro 
Mandado Publicar pelo PDT 
A Cidade das Viciada·s 
Mário Navarro da Costa 
Até algumas déca - 
das atrás, o homosse­ 
xualismo era execrado 
pela opinião pública. 
Tal execração se ex - 
plicava numa socieda­ 
de cristã, porque o 
catecismo sempre con­ 
siderou o homossexua­ 
lismo como um pecado 
que brada ao céu e 
clama a Deus por vin­ 
ganca. Mas, mesmo os 
ateus tinham horror à 
quele vício, por ser 
contrário à própria 
natureza. E, quando 
esse pecado era come­ 
tido não entre homens, 
mas entre mulheres, o 
horror era tal que 
nem se falava sobre o 
assunto. 
Hoje, entretanto, 
devido principalmen­ 
te à crise que asso­ 
la a Santa Igreja, o 
homossexualismo, mes 
mo o feminino, e 
"justificado" por mui 
tos, e vai até adquÍ 
rindo como que direi 
to de cidadania. - 
Assim - informa o 
"Corriere della Se - 
ra", de Milão - nos 
Estados Unidos há u­ 
ma cidade conhecida 
como "Lesbianville", 
isto é, a "cidade 
das lésbicas", situa 
da no Estado de Mas= 
sachusetts. Seu nome 
ofial é Northampton; 
possui 30 mil habi - 
ME SE T 
..._____,___,,. LOCADORA 
tantes (a maioria mu 
lheres) das quais 10 
mil são lésbicas de­ 
claradas. A prefei - 
ta, as componentes 
da Câmara Municipal 
e as funcionárias pú 
blicas são lésbicas. 
Na rua principal da 
cidade, mulheres pra 
ticam atos indecen - 
tes contra a nature­ 
za. Há hospitais, es 
colas, bibliotecas~ 
restaurantes e jorna 
is administrados por 
lésbicas para outras 
lésbicas. Uma minis­ 
tra protestante efe­ 
tua "casamentos" en­ 
tre mulheres. 
• Nos arredores da 
cidade, está loca­ 
lizada a conhecida 
Faculdade Smith , 
onde se diplomaram 
Nancy Reagan e Bár 
bara Bush. Hoje 
essa escola é diri 
gida por uma 1ésbi 
ca declarada, e a 
maior parte das 
formandas, termina 
do o curso, vão en 
grossar as hedion­ 
das fileiras das 
viciadas de Nort­ 
hampton. 
• ·O prezado lei 
tor deve lembrar - 
se do fogo que ca­ 
iu sobre Sodoma e 
Gomorra ... 
(ABIM) 
• RA MEGA DRIVE 
TAS NINTENDO E OUTROS 
 
'BARÃO DO TRIUNFO, 1381 CENTRO 
-- 
439- 1390 
O novo Salário Mínimo e 
as suas consequências 
O Brasil tem a partir de l? de seten 
bro um novo salário mínimo e, como o pró­ 
pro nome diz, e pouco para quem recebe , 
mas muito para quem paga com isso as su­ 
as consequências podem não ser muito bené 
ficas para o Pais como um todo. 
_O novo salario é de 522.186,93 e vale 
ate 31 de dezembro deste ano não fosse - 
pelos aumentos abusivos cometidos por to­ 
dos os setores da economia nacional, des 
de os gêneros alimentícios até a produção 
industrial, esse salário até que daria pa 
Ta o brasileiro sobreviver com menos ca 
rencia, mas infelizmente, bastou ser c09l 
tado o novo valor do mínimo para que tudo 
começasse a subir de preço no Brasil co 
isso a infl - 	' 
, acao para este més poderá eh~ 
gar a patamares bastantes elevados, o que 
também provoca a desvalorização do salá 
rio m:nimo. E vamos por aí afora, daqui 
a dois meses os 522mil cruzeiros não v2 
lerao mais nada e tudo voltará a ser co::io 
agora, 
0 assalariado passando fome por - 
que o que ganha não dá para come' hea 
quinze dias. Como diz o B6ris Casoy, "is­ 
so e uma vergonha". 
VEREflQOR IVAN BRITO 
N'15.625 
CO!.ICACÃO 
PMDB-PST e PDT 
COMPROMISSO COM 
O ESPORTE!