, 
DIARIO REGIONAL 
AMADO/ MINGO, 05/06 DE SETEMBRO DE 1992 
LI1I Rondon e Gar IbaldI da Rosa Neto 
a HORA DD VERDDDE OVO 
ADORES 
r 
CLAMA POR DMIMI 
COMPEIEN E 
Está chegando o dia 
"D". O Brasil inteiro,dos 
pampas aos seringais, dos 
campos, das cidades, das 
matas e dos cerrados, um 
País inteiro clama por 
JUSTIÇA, DIGNIDADE, o ri 
to de MUDA BRASI 1, ecôa 
por esta terra generosa e 
tão ofendida por pol[ti - 
cos corruptos. 
Muda Brasil, sim. E 
vamos começar as mudanças 
a partir do 3 de outubro. 
Cabe a todos nós, Lm - 
prensa, associações, ent! 
dades de classe, sindica­ 
tos, ao povo, enfim, o d! 
reito e o dever de FALAR. 
Precisamos despertar do 
•pesadelo e iniciar a con- 
Guia Lopes já tem 
novo Prefeito 
Mesmo enfrentando 
o poder do dinheiro 
e a máquina adminis­ 
trativa do município' 
o empresário Jorge 
Caetano já é conside 
rado o novo Prefeito 
de Guia Lopes da La­ 
guna. Desde.o início 
da campanha política· 
no município ele li­ 
derou todas as pes - 
quisas de opinião pá 
blica e a cada dia 
que passa a sua can­ 
didatura ganha mais 
força e segundo as 
previsões, deve che­ 
gar no dia 03 de ou­ 
tubro com uma margem 
de mais de 30 pontos 
percentuais de vanta 
gem contra o candidg 
to apoiado pelo atu­ 
al orefeito. A vitõ­ 
ria· de Jorge Caetano 
é tida como irrever­ 
sível pelos mais ex­ 
perimentados politi­ 
cos da região, numa 
grande demonstração 
de que o povo de 
crettzacão do sonho de 
fazer do Brasil uma Na - 
cão respeitada e não ma­ 
is motivos de piadas. 
Foi-se o tempo do 
ROUBA, mas faz; foi-se o 
tempo em que "tal polít! 
co é muito bom pois aju­ 
da os pobres com comida~ 
Palhaçada. Hipocrisia . 
Falsidade, não se cons - 
trõi uma cidade, um país, 
dando esmolas ou iludin­ 
do o povo sofrido. 
Muda-se uma cidade 
com Administradores HO - 
NESTOS, passado limpo 
sem rr.:Ículas, um BASTA a 
demagogia, à mentira, pre 
cisamos eleger no dia J 
de outubro políticos com 
Guia Lopes da.Laguna 
sabe o que é melhor 
para sua cidade e· vai 
depositar seu voto 
Garibaldi e Lili Rondou, Nestes 
Bela Vista Pode Confiar 
Estamos na reto final 
de mais uma campanha e - 
Jeitoral; para nós, a n{ 
vel de munfcfpto, a mafs 
Importante. Vamos eleger 
o prefeito e o vice-pre­ 
feito de nosso cidade. 
Hã um tempo para tud 
poro plantar e puro co - 
lher; para falar e para 
calar; nunca, como ao - 
ra, o tempo é para FALAR 
e falar a VERDADE, doa a 
quem doer. 
Para mim, e para os 
milhÕes·de brasileiros - 
que trabalham, lutam, de 
petentes sim, mas acima 
de tudô._ HONESTOS, não só 
para prefeito mas tam - 
bém para a Câmara Munict 
pal. 
CHEGOU A HORA DA VER­ 
DADE; 
S ovo claa por Adr! 
nistradores competentes, 
e honestos, um BASTA à 
aventura, ao populismo , 
a hora é esta, ou vamos, 
efetivamente, mudar o 
Brasil, ou vamos entrega 
lo à sanha das aves de 
rapina prontas para suga 
rem o sangue de nossa gen 
te. 
As mudanças começam 
nos municípios. (PP) 
Jorge Caetano 
conscientemente nas 
urnas em 03 de outg 
bro, o resto é con­ 
versa fiada!!! 
M! l. 2'>0 IR.TOR: IVALIO PENEIRA FXYN 1MAR $ 1.000,00 
Acidente de Trânsito. 
com .Vítima Fatal 
dfcam todos os eus e - unfar os trab!que!ros 
forços, polftleo honesto os adeptos do ganho fa •• 
e competente é aquele cIl, das maracutafas e 
que ao defxar o caro das mentiras pregada ao 
funçio ou mandato, não povo por oportunistas de 
de!xn dúvidas a respeito plantão. 
de aua honestfdode, de Minhas desculpas nos 
sun competincfn. Ladrão demais candidatos, mas 
e corrupto não é apenas a hoje, em llelo Vi11ta, te­ 
quele que rouba, mas mos dois nomes de respel 
também aquele que deixo to, passado limpo, ]Õg1= 
e permite o roubo. Não, co que não são artistas 
nio vnmos compactuar com cujos rosto9 deepertam a 
o mentira, e se preciso simpatia das mocinhas e 
for, vamos as últimas- dos deslumbrados, so ho 
consequências, pois esta 
mos cansados de ver tri- 
mens sérios, e, acredf - 
tem, precisamos de Ho - 
Cresce a Popularidade 
de Marco Rondou 
Graças a perfeita organização dos trabalhos de 
senvolvidos na sua caminhada rumo ao Legislativo 
Municipal, o candidato a vereador Marco Rondon é 
hoje o político mais falado e comentado nas rodas 
de amigos e até os adversárfos reconhecem que ele 
sera um dos vereadores mais votados de nossa cida 
de. 
PÁGINA - 04 
izl e ra 
anltir 
- Pai, dia 7 vou 
desfilar, já prepa - 
rei o meu uniforme , 
até engraxei os sapa 
tos. Estamos treinan 
do todos os dias, mi 
nha escola vai desfi 
lar bonito, não vejo 
a hora, estou até 
sentindo um friozi - 
nho na barriga. 
Aquele comentário, 
espontâneo, sincero, 
de um menino, que a­ 
inda não se maculou 
com as dúvidas desta 
geração, na grande - 
maioria, descrente 
do Brasil, descrente 
dos políticos, deu­ 
ma geração que se 
pergunta se vale a 
pena, tocou fundo n' 
alma carregada àe dú 
vidas. 
a 
- Será que vale 
a pena ser honesto, 
falar em patriotis­ 
mo neste Brasil de 
PC Farias, de Magri, 
Alceni, Claúdio Viei 
ra, Esquema das A 
goas, de compra e 
venda de conscién - 
cias? 
Estou até sen 
tinào um frio na bar 
riga ... 
Enquanto meninos 
e meninas, sentirem 
um frio na barriga 
ao lembrarem do àes 
file do dia 7 de se 
tembro, este oaís 
•tem jeito sim: Vale 
a pena lutar e acre 
ditar. - 
E: preciso, hoje 
mais do que nunca , 
apenas isto, colo - 
ME IS SÉRIOS, e o povo 
pre isa s r dls o, 
pena de ofrer na are 
as consequenctas de dur 
o eu voto por emoçao 
de momento, 
GAIHBALD I e L.ILI RON 
DON, honen. sérfos, com 
petentes, ricos, sfm 
mas homens ricos preocu 
pados em gerar mil i. ['t'<'!' 
per Idade para todos, tI 
veram (e tem) competên­ 
cfa para gerir os eus 
bens, saberão admfnis 
trar o que é do povo 
Pensem nlnto. (PP) 
Marco Rondon 
Cronica la ir e -+ rde e Amarelo, 
amo eantar a 
oralidade 
caro coração, toda 
sua vibração, e:n 
função de seu país, 
quem gosta do Bra - 
sil, quem ama a sua 
terra, não ROUBA 
não ENGANA, não MEN 
TE, é preciso ser 
novamente a crian - 
ça, e preparar ou­ 
niforme para odes­ 
file, e pisar orgu­ 
lhoso o chão desta 
terra que já foi 
chamada de tudo, nas 
que, para os meni - 
nos e as meninas, es 
tuàantes é apenas Õ 
BRASIL, nossa PÁTRIA. 
Que tal co:neçar­ 
mos a chanar o Bra­ 
sil, a oartir àe ho 
je, de MINHA PI - 
TRIA? (IP) 
PÁGINA - 06 
INSS e Correios firmam contrato para 
ampliação do Atendimento aos 
Beneficiários da Previdência Social 
O Instituto Nacional ào Seguro Social - INSS e os Correi 
os firmaram contrato de prestação de serviços que pernitirá 
aos Correios, nas localdiades onde não houver unidades do 
INSS, prestar serviços de habilitação, concessão e ~-~uten­ 
ão de benefícios rurais, inscrição de contribuintes indivi 
duais, recebimento àas contribuições devidas pelos contribg 
intes individuais., pagamentos de benefícios inclusive 
programa de revisão geral àe benefícios. 
LEIA MATSRIA COMPLETA N'A PÃGINl - 02 DESTA EDIÇÃO 
no

I 
NSS e Correios firmam coatrato para a·- pliaçã d 
tendimenl.o aos beneliciários da Previdência S ci,t 
O I nr.t I tum tiucJ on11l - 
do euro ocfal -- INSS e 
o: Ct,J'rcfor: firnHtrrun con- 
l to de prentaçio de !J••r 
vtços que pertttrá o4 
Carretos, nas local dadea 
onde ao houve r un l dnden 
do IS, prentar serviços 
de habilitação, concessão 
,. m·in11L0nçí'io d,, benef!c1- 
os rural, Inscrição de 
cnnn 1L11f11t<'rl ind!viduai.r., 
recebtmento das contrfbul 
cocu dr,vJúos p<'lo11 contrl 
bu lnt,,,1 in,llvidunin, panã 
1,1 '11tnr; 1lP lrnnef Ic lon tn - 
clunfve do programa de re 
visão eral de benefIct - 
Oü. 
Oo C:orreloa Jii vinham 
prc&Lnn<lo S<'TViços 00 
ItlSS, dentro dos prcssu - 
puotos do Programa Fede - 
ral de D~sregulamcntnção, 
tendo tldo participação~ 
fctiva na recepção de re­ 
qucrimcntos de benefícios 
de pensões e aposentador! 
as rurais. A ampliação = 
da participação dos Cor - 
rcioH, além de atender ao 
que se desejava no âmbito 
da Desregulamentação, se­ 
ra inserido nos princípi­ 
os do Programa Brasileiro 
de Produtividade e Quali­ 
dnde. 
O Ministro Reinhold 
Stephanes afirmou que' a 
colaboração dos Correios 
era necessãria para a me­ 
lhoria dos serviços previ 
denciârios. Lembrou que 
há cinco meses equipes in 
tegradas dos Correios 
INSS, DATAPREV e Banco do 
Brasil vinham trabalhando 
em conjunto nas ações es­ 
tratégicas da revisão de 
4,3 milhões de benefícios 
rurais, evidenciando-se - 
que os Correios poderiam 
se integrar ainda mais as 
nçÕcs da Previdência Soei 
al. "Por isso, disse, en­ 
tendemos que era chegado _, 
o momento de instituciona·'r------------------------:-------------~ 
lizarroos novas relaces , 
nos moldes dos Correios 
dos Países desenvolvidos. 
Isto é modernidade". 
,Auto Elétrica Dinàmica 
PROJETO BÁSICO 
í,mhlto do r:.%/LCI'; 
) adequnr os 1te ·­ 
mas de cada tro onven - 
clonal e Informatfzado a 
estrutura de infornuiU cn 
de modo n d l1apo111 bil izar 
no corpo dlrlgrntr as 
JnfonnaçÕc/l ncccs,;(Íri;w 
u um e[icnz gerenciomcn­ 
to; 
5) aumentar a abnm - 
nincin do Sinteon Fita a 
Fita no rcluçào lNSS/ECT 
DATAPREV/REDI:'. BANCiRlA; 
·6) ampliar a informa­ 
tização don scrviçoR no 
crunpo da microinCormáti­ 
ca e dos grandeo siate - 
mas e bases de dados; 
7) promover a padroni 
zaçÕo de conceitos, metÕ 
dologias e procedimentos 
cm regime de m~tua cola­ 
boração; 
8) avaliar os procedi 
mentas, visando a padro= 
nizaçào dos sistemas con 
vencional e informatiza= 
çào, através de audita - 
gene periódicas nas uni­ 
dades do lNSS/ECT; e 
9) desenvolver ações 
conjuntas que tenham co­ 
mo objetivo principal a 
comodidade do cidadão. 
ATRIBUIÇÕES 
Ao INSS além de forne 
cera ECT, informações 
neceiras para exeu - 
á0 dos servi,os, apre! 
ar previamente com a pçj 
aros e normas expedidas, 
er.pcclfico1.Õo de no•J<J a - 
serviços, orlenta,ao e 
acompanhamento de execu­ 
çao. 
A EC1' cabcr;Í pre1Jtnr 
os eervfços dl•crimfno - 
dos e submeter prévfamen 
te ao lNSS os projetos e 
procedimentos necessárf­ 
os a execuçao dos Servi­ 
ços. 
Haverá credenciomento 
de pessoal tanto do INSS 
qunnto da ECT, especial­ 
mente indicndo para oo 
fins do contrato. 
A supervisão dos ser­ 
viços estará a cargo de 
pessoal do INSS e ECT , 
especialmente credencia­ 
dos. 
A auditoria estará a 
cargo do INSS, a qual - 
quer tempo, abrangendo 
parcial ou totalmente os 
serviços ajustados. 
O INSS comprometeu i­ 
nicialmente a importân - 
eia de CR$ 2.400.000.000 
00 em favor da ECT para 
o desenvolvimento inici­ 
al do contrato. 
MODERNIDADE 
O Ministro Reinhold 
Stephanes afirmou que 
"O Etdo t qu r , 
aos tdsdsos de asneira { 
rap1da, effc!ente, compei 
tente. A PrevIdn1a So­ 
cIal, por sua complez1da 
de e randeza, atendendo 
a mafs de 1) milhões de 
pesooa~ dau PD!b-dllcrcn 
t•s condições socfnla , ----------..------~a-----
0
-~l--- 
precii;:1 se c:odcrnl,:.;r ' v,· ac ·o ca IC 
se capa!tar para atendê 	_,{ , 
las com presteza e d!nt 
dade de- ,r.nnelrn co110t-ru: 
tiva, proporc1011ar1Í no - 
vos padrões de atendimen 
to n todos os acrv1ços 
da Providência Social". 
Acrescentou: 
- "A Prcvidênda Soei 
al e,;t1Í mudnndo. lfonsoll - 
Índices de credibilidode 
cresceram. Melhoramos o 
eficiência e a arrecada­ 
ção. Reduzimos nossas 
despesas e alcançamos, n
1
• 
partir da decisão # 
gar os 147:1: aos aposenta 	'j Ad · • 
dos e pensionistas, ·= V0ca01a 
is alto Índice de recoro= 
posição dos benefícios 
desde 1980. O combate à 
sonegação e à fraude, a 
eliminação dos pagamen_-j 
tos indevidos, a rev1sao 
de benefícios confirmam 
a determinação de tornar, 
mos a Previdencia Social 
universal e pública, CO!!:'. 
pat!vel com as aspiraçõ­ 
es do povo brasileiro". 
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rão a ser desenvolvidas 
pelos Correios para a Pre 
vidência Social: - 
1) .1perfeiçoar, moder­ 
nizar e agilizar o siste­ 
ma de atendimento ao pú - 
blico, visando reduzir as 
filas e tempo de espera; 
2) criar bancos de da­ 
dos organizacionais e ca­ 
dastro de Órgãos e unida­ 
des do INSS e ECT, viabi­ 
lizando melhor controle e 
integração das ações; 
3) lmplantar sistemas 
ndministrativos integra - 
dos e padronizados nos di 
ver~os Órgãos e níveis nÕ _.__-:------------------:------------------1 
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9123 
L - 1113 "AR.COPOLO 
9125 	LPO - 1113 MARCOPOLO 
8.1135 	OF - 1113 MARCOPOLO 
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ASSlNAnrRA SEMESl](/J. _ Cr$ : 
611000 
ASSU1..l1JR, DUl1RSIRAL - CrS - JÕ.ooo~ 
2o_devo1veos.orle 	3, 
O Jo-rnaJ ~o !;C re..-: 
de origca definida. 
Pl li'1do R..IJ),!ClRJ: /HS e AllRAJORI 
los Artl;os assinados 
(

J0/ 4AL, T UA A FP,TIRA - DI1Pro IA 
PREFEITOS D PED 
DO FUTURO É A RED 
1, 
i 
,,: 
O Gov •rnodor Pr•dro 
Pedrossian recebeu em 
sua residência lide - 
ronçao políticos da 
reqião Sudoeste do 
Estado. Acompanhados 
do deputado Waldemir 
Moka, os prefei os 
H itor Miranda, de 
Porto Murtinho, Jo­ 
elson p ixoto, de Jar 
dim, o o ex-prefoi .o 
de Dela Vista, Abraão 
Zacaria D, foram aqra­ 
decer ao gov rnador 
pelo programo "Pron - 
toiros do Futuro", a 
"definitiva integra - 
cão da região ao Esta 
do", como definiu o 
prefeito llcitor Miran 
da. 	- 
plia e constrói sub 
·s ações em alqumas 
cidade pólos. 
O Prefeito de 
Jorc.lim, Jolson Pei 
xoto, dias que a 
pavimentação da ss­ 
rada que liga nua 
cidade o Porto Mur- 
inho gorante o es­ 
coomen o do produ - 
cão pelo rio Para - 
guai a partir do 
Porto fluvial de 
Porto Murtinho. •~ 
uma obra fundamen­ 
tal para o desenvol 
vimento da região", 
afirmou. Peixoto a­ 
gradeceu ao governa 
dor também pela pa­ 
vimcntação da rodo- 
..../ 
Prefeito de Jardim - Joelson Peixoto 
A restauração e pa 
vimentação de estra 
das, implantação de 
linhas de transmissão 
de energia elétrica e 
a construção de um 
porto fluvial na cida 
de de Porto Murtinho 
representam uma toma­ 
da de decisão do go - 
vernador Pedro Pedros 
sian para resgatar a 
vocação histórica da 
região Sudoeste na 
geração de riquezas e 
ativa participação no 
esforço de consolidar 
a economia de Mato 
Grosso do Sul. 
Durante o encontro, 
o Governador lembrou 
que as obras no setor 
de energia elétrica 
garantem a demanda de 
consumo da região pa­ 
ra os próximos 10 a - 
nos. "E o passo defi­ 
nitivo na direção de 
iluminar os caminhos 
que levam ao conheci­ 
mento ordenado de um 
Estado economicamente 
forte e socialmente 
justo. Além de insta­ 
lar linhas de trans - 
missão, o Governo am- 
via Jardim/Bela Vis 
ta, que representa­ 
um novo meio de a - 
cesso ao Paraguai - 
(via Bela Vista), o 
que "é fundamental 
quando se discute a 
operacionalização 
do Mercosul. "Com o 
proJrama "Frontei - 
ras do Futuro", o 
governador deu um 
importan-te passo para 
a definitiva inte - 
gração de Bela Vis­ 
ta aos mais impor - 
tantes centros con­ 
sumidores do Pais", 
afirma o ex-prefei­ 
to da cidade, Abra­ 
ão Zacarias. 
O deputado Walde 
mir Moka, uma das 
lideranças da regi­ 
ão na Assembléia Le 
gislativa, ressal = 
tou a importãncia 
do programa de ex - 
pansão da rede de 
energia elétrica pa 
ra os pequenos pro= 
dutores, "o que tem 
contribuído para au 
mentar a produção - 
da região". 
VIIÇIO CR 
CONFORTO 
O parlamentar lemn 
brou ainda que o Go­ 
verno tem implantado 
a infra-estrutura no 
cessária para trans 
formar a reaião no 
corredor de exporta 
cão . 
Governador - Pedro Pcdrossian 
Heitor M. dos Santos - Prof. P. Murtinho 
Deputado Estadual - Waldemir Moka 
MM8E SE T 
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SUL

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DE MARCO RONDON 
/ 
I 
Graças a perfoi L il 
orqanização dos traba­ 
lhos desenvolvidos na 
sua caminhada rumo ao 
Legislativo Municipal, 
o candidato a vereador 
Marco nondon ; hojo o 
político mais falado e 
comentado nas rodas de 
amiqos e até os adver­ 
sários reconhecem que 
ele será um dos verea­ 
dorcn mnla votadon de 
noon11 cidade. Morco 
Rondon, j un tamente com 
o tilmbém cnndldato n 
vereador Gabino Lourei 
ro Gabinio, foi o pri­ 
meiro n puxar a fila 
contra a união do PST 
com o PMDB cm Belo Vis 
ta, preferindo aderir­ 
à candidatura de José 
Garibaldi da Rosa Ne - 
to e Lili Rondon por 
1 
entender que eles re - 
presentam a melhor op­ 
ção para dirigir os 
destinos de Bela Vista 
nos próximos quatro a­ 
nos. Hoje o resto do 
PST que coligou com o 
PMDB e PDT deve estar 
arrependido até os den 
tes, porque enquanto 
seus nomes apenas figu 
ram como peças decora= 
tivas na coiisacão que a.. aaa.a.,, 
com o PMDB e PDT, os 
seus dois ex-companhei 
ros destacam-se como 
os mais cotados para o 
cuparem uma cadeira na 
cãmara Municipal e, a­ 
lém disso, somarão mui 
to na vitória da Coli­ 
gacão PTB/PFL no próxi 
mo dia 03 de outubro.- 
Para os que não a - 
creditavam na sua for­ 
ça política, chegando 
inclusive a afirmarem 
1 
que o Marcão não tinha 
voto nenhum, ele está 
dando a resposta com 
'muito trabalho, respon 
sabilidade e serieda - 
de, o candidato sai .de 
casa antes das sete ho 
rase só retorna para­ 
dormir, "tomo chimar - 
rãa, tereré, almoço e 
até janto na casa dos 
eleitores e nio faço 
isso apenas porque es­ 
tamos em campanha polí 
·tica, e sim porque so­ 
mos convidados pelos 
nossos companheiros e 
amigos a conviver com 
as pessoas de baixa 
renda, com os mais ca- 
Borracharia Kerpel 
),( .. 
rentes e necessita­ 
dos de nossa cidade, 
com isso estamos ad 
quirindo experiêncI 
as e conhecendo de 
perto os reais pro­ 
blemas de nossa po­ 
pulação, aproveita­ 
mos para colher as 
reivindicações para 
que, na Câmara Muni 
cipal, possamos de= 
senvolver um traba­ 
lho voltado para o 
atendimento e a as­ 
sistência do povo 
mais sofrido e me - 
nos favorecido pela 
sorte em nossa cida 
de" diz Marco Ron 
don, reconhecendo 
que nessa caminhada 
tem encontrado ca - 
rências que antes 
não tinha nem conhe 
cimento. - 
Com esse traba - 
lho de contacto per 
manente can os bair 
ros e periferia da 
cidade o candidato 
a vereador vêm con­ 
quistando uma popu- 
===--------=----============== 
laridade de dar in­ 
veja aos adversári­ 
os, pelos quatrocan 
tos da cidade ouve­ 
se falar em seu no­ 
me sempre com pala­ 
vras de elogios à 
sua conduta e a sua 
maneira de fazer po 
lítica, levando ser 
pre a sua mensagem 
de otimismo, de tra 
balho e de compro= 
misso com as comuni 
dades, fatores que 
com certeza contri- 
buirão em muito pa- CAIYA POSTA 148 
ra Marco Rondon al- 
cançar o seu objeti CEP 96930-000 CANDELARIA, RS 
vo, ser vereador pa 	COLABORAÇÃO 
ra trabalhar pelo 
povo de sua terra . ,lORNJL TRIBUNA DA FRON'EIRA - DIÁRIO REGIONAL, JORNAL COR- 
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seu slogan e repre- ,_ 	~ 	_J 
senta o voto dado à 
candidato que fará, 
na Câmara Municipal, 
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reinante para os á sassinos. 
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rem punidos com mais severidade os criminosos que cometem delitos graves co 
mo: tráfico ele entorpecentes, sequestros, estu;:,rns e roubos seguidot: de: cor 
te. 
Pleitear indenização e assistência às famílias dai; vítimas de assass!na 
tos e, inválidos da violência. Estas devem dirigir-se a AFAVVI. 
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MERCOSUL DEVE ICE ER 
DE IGROINDUSTRIDLIZ 
t; 
li!:: 
n!I·' 
o Merendo Comum do Couc· Sul 
(Mercoul) deverá contribuir pa 
ra acelerar ainda mais o proces 
o d ngroindunLrializoção ini= 
rindo pelo Governo Pedro Pedros 
ian o vai acabar beneficiando 
também o consumidor brasil iro. 
Es a avaliação foi feita pe­ 
lo Secretário de Agricultura , 
Pecuária Desenvolvimento Agrá 
rio, José Américo Flores do Amã 
rol, no encerramen .o da 50 Reu­ 
nião do Subgrupo de Política A­ 
rícola do Fórum Permanente do 
Mercosul. 
Poro ele, o fato do Mercosul 
servir como indutor da melhoria 
do qualidade e competitividade 
do empresariado e produtor ru - 
ral vai acabar servindo para in 
crementar o programa de agroin­ 
dustrializacão do Estado, condu 
zido pela Secretaria de Turis - 
mo, Indústria e Comércio. 
"Con certeza este Fórum na - 
cional vai estimular os Em,resá 
rios e amadurecerem mais suas i 
déias, se animar para novos in­ 
vestimentos, o que vai servir - 
para acelerar ainda mais o pro­ 
cesso de agroindustrialização - 
de Mato Grosso do Sul", disse - 
Flores do Amaral. 
Ele destacou que o Estado, a 
través dos programas lançados - 
pelo Governador Pedro Pedrosi - 
sian - Fronteiras do Futuro,Ter 
ra Viva e Novilho PrAcoce - ja 
está se preparando para enfren­ 
tar a concorrência à ser criada 
com a ~fetiva implantação do 
Mercosul, a partir de janeiro - 
de 1995. 
"Essa 50 Reunião evidenciou 
o amadurecimento do Estado em 
relação ao Mercosul, no que se 
refere à competitividade", reve 
lou o Secretário. - 
Carga Tributária 
' 
A necessidade de se discutir 
de forma objetiva a redução da 
carga tributária para que os 
produtos brasileiros tenham con 
dições de competir no mercado= 
y internacional foi uma das ques- 
~ tões mais abordadas durante a 
50 Reunião do Subgrupo de Polí­ 
tica Agrícola do Fórum Permanen 
te. do Mercosul, realizada 
nesses dois últimos dias no au­ 
ditório da Casa da Indústria. 
No dia da abertura, o Secre­ 
tário Nacional de Política Agrí 
cola do Ministério da Agricultu 
ra e Reforma Agrária, Celso·Mat 
suda, falou da importância de 
se concluir a reforma do Código 
Tributário Nacional, em tramita 
cão no Congresso. - 
"Quando se fala de mercado -­ 
comum, não se pode esquecer que 
isso só será possível na hora - 
cm que existirem condições equi 
valentes, comparativamente idên 
Secretário José Américo 
Flores do Amaral 
ticas entre os quatro membros - 
do Mercosul", disse o diretor - 
da Associação Brasileira de In­ 
dústrias ãe Alimentos (Abia) 
Moacyr Saraiva Fernandes. 
Ele foi o palestrante, abor­ 
dando sobre o Tema "O COMPLEXO 
AGROINDUSTRIAL BRASILEIRO FREN­ 
TE AO MERCOSUL". 
Ele destacou que "as regras 
do jogo têm que ser iguais para 
todos os quatro", referindo-se 
às diferenças tarifátias exis -­ 
tentes entre os países intcgran 
tes do Mercosul. 	- 
O Secretário de Estado de Fa 
zenda, José Antonio Felício,con 
corda que, comparados com os ou 
tros componentes do Mercosul , 
no Brasil a carga tributária e 
os encargos sociais são pesa 
dos. 
Mas, para ele, a questão de­ 
ve ser analisada dentro de uma 
ótica global. "Quando se discu­ 
te que têm que ser estabeleci - 
das simetrias, busca-se resol - 
ver exatamente isso, porque vo­ 
cê tem, na composição de preço 
de determinado produto, vários 
componentes, dentre os quais o 
imposto. 
O que precisa ser legalizado 
é o conjunto, pois muitas vezes 
temos um preço mais elevado em 
termos de imposto, mas numa ou­ 
tra ponta podemos ter um custo 
menor, na mão-de-obra, por exem 
plo, ou a própria matéria-pri 
ma", explicou Felício, observan 
do cue até 95 as barreiras a1 
fandegárias estarão sendo elimi 
nadas gradativamente. 
Parceiros 
Comerciais 
Lembrando que o Mercosul vai 
acab. r beneficiando ta bé 
consumidor brasil iro, . 
passará a contar cc produtos 
de melhor qualidade, o Secretá 
rio de Turismo, Indústri e Co 
mércio, Aldayr Hcberle, di s 
que o Governo Pedro Pedro.sian 
sempre estará buscando corri 
gore npPrfniçoar o, prograrnm • 
agroindustriais. 
Afirmou, também, que o Go - 
verno con inuará ·mpenhado em 
viabilizar a implantação de no 
vos empreendimentos no Es ado. 
. Assim como os palestrantes 
do dia da abetura da Reunião - 
dó Mercosul, Moacyr Saraiva 
Fernandes também considera co­ 
mo uma das melhores alterna i­ 
vas para se conquistar novos - 
mercados a formação de parce - 
rias comerciais, em suas mais 
diferentes modalidades. Ele ci 
ta como opção ainda a criação­ 
de Empresas binacionais. 
r-oram apresentadas também - 
as propostas das comissões té~ 
nicas de "Carne Bovina" e 
"Grãos" para o Fórun Pcrm;,,nn­ 
te do Mercoul. As informações 
contidas nestes dois Documen - 
Vereador 
Ivan Brito 
N15.625 
COLIGAÇÃO: 
PMDB-PST-PDT 
"COMPROMISSO COM O ESPORTE!" 
Sec. A!dayr Iieber!e 
tos, elaborados por técnicos - 
do Governo do Estado e entida­ 
des da classe produtora, serão 
incluídas no relatório final - 
da 58 Reunião do Fórum, Subgru 
pode Política Agrícola. 
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na Escola SENAI, cm 
Cnmpo Grondc. Um to - 
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receberam 63,046 oton 
dimnnlon rrulizodoo - 
por 21 cnLidndoo o cm 
prcnnn. 
Nn firoo de educo - 
ção foram roalizodos 
4.028 atendimentos 
(drnenho criativo 
trabalho m argila , 
fantoche de papel, bi 
chinhos de boli ta, p.in 
tura a dedo, maquia= 
gem infantil, tranças 
embutidas e corte de 
cabalo). No setor de 
lazer ocorreram 9.995 
atendimentos (jogos 
de dama, tênis de me­ 
sa, futebol, basquete, 
cavalo mecânico, per­ 
na de pau, salto em 
altura, palhaço, fres 
cobol, peteca, volei 
e passeios de trenzi- 
Global 
nho). 
F'oram realizado 
fJ .180 att•ntlill'PllL<>:3 
médicon (prevenção 
a verminose, plane­ 
jamento familiar , 
nuGdo ocupacionol , 
tipagcn :;anyuinea , 
CCllDO0 Lcnoiomé ri­ 
co o vi□uall o ú. 
731 odontológico□
)orientação, prcvcn 
çiio, bochecho com 
flúor o técnica do 
escovação). Além do 
SBSI e TV Morena , 
participaram do e - 
vento a Sanesul, Em 
paor, UFMS, Ener sul 
DRT, OAB/MS, Exérci 
to, nctran, Correi= 
os, Policia Militar, 
Inmetro, Procon 
Bombeiros, SENAI ' 
Receita Federal, Se 
cretaria de Seguran 
ca Pública e Secre­ 
tarias Municipais 
de Saúde, Cultura e 
Esporte e Transpor­ 
te e Trânsito. 
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mentos; o Corpo de 
Bombeiros, 943; a 
DRT, 793; Exército 
',O'í; ;,ít/1, 1.9S0;!)­ 
cretaria de Saúde , 
634; Correios, 340 ; 
Saneul, 6.300; De - 
tran, 2.273; 0A, 88 
Enerul, 6,050; Re - 
ceita rcdcral, 286 ; 
e 5SP 400. Além dis­ 
ao, 416 pessoas par­ 
ticiparum das diver­ 
sas palestras cduca­ 
tivan. 
o Projeto Jçiio Glo 
bal tem como objeti­ 
vo geral propiciar a 
os trabalhadores da 
"indústria, sous do - 
pendentes e comunida 
de em geral, oportu= 
nidade de acesso aos 
direitos sociais fun 
damentais, a partir­ 
de ações que objeti­ 
vem sua auto-susten­ 
tação e autopromoçâo, 
dentro de um proces­ 
so educativo decida 
dania, Coordenado pe 
la Rede Globo e SES! 
Nacional, o Projeto 
tem abrangência na - 
cional. 
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Balta Martino, cho - 
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125, conduzida por 
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nel Ximenes na qaru­ 
pa. No choque o con- 
dutor da moto Y7MAA 
.íoi .rr•. ,sauo u, 
ar por alguns metros 
e na queda sofru 
fraturas na cabeça • 
O condu .or da cG, Pg 
dro Ximene, teve s 
coriações e um corté 
na perna direita, o 
eu irmão sofreu fra 
tura na perna direi­ 
ta e escoriações pe­ 
'o corpo. As vitimas 
do acidente foram so 
corridDD por popula­ 
rcs e encaminhadas 
ao Hospital são Vi - 
crnte do Pula. Do 
rido ar vidade 
do ferir»nto. o jo 
vem Ncreu balt Mar 
_ 1 n •, f o i tr nsporta 
do de ambulância pá 
ra Campo Grande n 
madrugada de domin­ 
CJO, :n,1l'l n.io t'U l.s - 
tiu veio a fale - 
cer na os radas , s n 
do recambiado de 
vol a para ela Vis 
ta. Os irmas Pedro 
e Leonel foram iltc·n 
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outro dia p los mé­ 
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Edital de Proclamas 
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JAKlUlE ROSA DOS SA:;'1'05; Oflclaln do CartGrto de Registro CIvfI desta Idade de Bel VIsta 
MS., faz saber a quantos o presente Edital de Proclamas virem, que apresentara os doct.!.""Pr:t-os 
ex!Rldos pelo artl~o 1/lO lnclsoa I, 11, Ill e JV do CÓdli!o Civil tiras11.elro e pretend<':l ee 
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cer dado para o lançamento do Ipoi der as "sobras", o que poderá ocorrer 
to Territorial Kural (ITR), O cada- no mínimo, será uma avalanche de - 
tranento fof feito pela Secretaria- coes fud1c1a1s de retificação de a­ 
dn Hucrlta Pcdern1, a quem compete , rca, 
nora, a arrecadaçio do ITR, 
Neta segunda fase, o proprfe­ 
t~rlon cu!durio do cadastro rural,cu 
a execução ainda continua a cargo - 
do 1nGtituto Nocional de Colonização 
e Reforma Agrária(Incra). Na renal1da 
de, trntn-ue de umn revisão cadas­ 
trnl, que está previstn em lei (por~ 
grafo 42 do artigo 46 do Estatuto do 
Tcrru - Lei n2 4.504/64, como o co­ 
nhecido recudastramcnto. 
Esse dispositivo afirma que os 
cndnetros oerio continuamente atual! 
zados paro inclusão dos novos pro: 
pricdadcs que forem sendo constituí­ 
dos e, no mínimo, de cinco cm cinco­ 
anos serão feitos revisões gerais já 
levantados". 
Embora a lef fole em período mi 
nimo de cinco anos, o Último recadaã 
tramento feito pelo Incra foi ei 
1978. 
O Sistema Nacional de Cndnstro­ 
Rural, previsto n_o Estatuto da Terra 
e instituído pela Lei n2 5.868/72,se 
aplicado conforme o estabelecido no 
papel traria inúmeros benefícios pa­ 
ra o País e, principalmente, para os 
proprietários que produzem. Ele tem 
o objetivo de coletar os dados de 
conteúdo socloeconÕmico da proprieda 
de para o zoneamento agrícola e para 
a fixação da política agrícola a ser 
praticada. 
Por meio de recente portaria 
(ng 180, de 15/07/92), o Ministério­ 
da Agricultura aperfeiçoou o Cadas - 
tro Rural. Os proprietários de áreas 
acima de mil hectares terão de apre­ 
sentar, junto com o cadastro, uma 
planto minuciosa e memorial descrit! 
------ ----------- 
0S MILITARES E O PRESIDENTE 
1 (-.:?} 
i 
Segundo informações de técnfcos­ 
dn Superintendência do Incro em São 
Paulo, o Órgão pretende levantar o 
maior número pooeível de propriedades 
com titulação irreal. SÕo cxatamente­ 
aquelna com áreas superiores fos que 
conotam doe escrlturna. Afirmam, tam­ 
bém, que o órgão observo as proprteda 
des que foram titulados, mas seus pro 
prietárioo não levaram os títulos a 
registro. 
Com isso, o Incra pretende por 
cm prática o velho ditado de que"quem 
niio registra, não é dono". Estaques­ 
tão também fo1 objeto de outra porta­ 
ria do Ministério da Agricultura 
(ng 181), editada na mesma data da 
primeira, especialmente· para cuidar - 
do cadastramento das terras pÚblicss­ 
federals, estaduais e municipais. 
Entre as inovações introduzidas­ 
pelo novo cadastro, os proprietários­ 
rurais deverão cuidar dos itens refe- 
rentes aos valores. Eles deverão es­ 
tar em consoniincia com os declarados­ 
no cadastro do ITR e no do Imposto de 
Renda. Qualquer discrepância nesses - 
números poderá trazer complicações pn 
ra o proprietário em relação ao Impos 
to de Renda, já que a Receita Federal 
entrou em circuito dos produtores ru 
rais. 
Conforme o Incra, o prazo de 
entrega do cadastro irá até 30 de se­ 
tembro. Os formulários para o recados 
tramento poderã9 ser encontrados em 
todas as superintendências regionais, 
nas capitais dos Estados, e nas pre­ 
feituras, no interior. 
Augusto RIbefro Garcia, é Jornalista, advoga 
do agrarlsta e membro do Instituto Paulista de 
Dlrelto Agrário. 
E. o Brasil, muda? 
No momento em que Fernando Collor se torna ex-presi­ 
dente de fato, restando saber apenas o tempo de agonia que 
lhe sobra, em razão dos detalhes pro~essuais, do impeach 
ment, a sociedade se faz a pergunta fundamental: será qu-; 
desta vez o Brasil muda mesmo? Será que vai acabar a vergo 
·nha impunidade dos que metem a mão no dinheiro público? - 
Será que. terminarão o tráfico de influência, as co­ 
missões para liberação de verbas, a corrupção ativa dos em­ 
presários que pagam intermediários para obter negócios pri 
vilegiados com o governo, as caixinhas e caixonas eleito • 
que alimentou por mais de dois anos a voraz quadrilha PC da rais e tudo mais 
Dinda? 
~ cor~pção não acabará de vez, nem aqui, nem em nenhum País do mundo. 
Mas so os ceticos inveterados, os cínicos profissionais e os simpatizantes - 
da i;npunidade crônica deixarão de reconhecer que, efetivamente, alguma coisa 
esta mudando no Brasil.~ volume impressionante de dados e provas coletados 
pela CPI junto ao Banco Central, o trabalho independente da Polícia Fede­ 
rl e a disposiçao de todos os Órgãos da adminis~ração de colaborar na apura 
çao da verdade, sabendo--a fatal para o Governo, dao demonstrações de que 
setor pÚblico considera as exigências éticas da sociedade acima dos interes­ 
ses de quaisquer go"ernantes. A desgraça de Collor_ , foi não ter previsto is­ 
so. De agora e diante, os candidatos e convidados à participação em banda - 
lheiras estarao pensando duas vezes, pois não se livrarão de riscos. Já não 
soo tao confiave1s, para seus integrantes as redes de cumplicidade que aco - 
bertnm a corrupçao institucionalizada. As denúncias e provas de falcatruas - 
podem surgir de onde menos esperam os que as cometem. e claro que não se es­ 
pera comportamento angelical de homens pÚblicos - muito menos de ~presiiri - 
os - em pa:te algll!la do mundo. Exige-se apenas que não possuam padrões de mo 
ralidade tao abaixo dos da sociedade, nem desfrutem de impunidade em grau - 
too acima do que e usual nas democracias ch·ilizadas. 
Os eternos pessimistas já estão dizendo que o poyo brasileiro se ilude , 
na euforia d.o impenchment, como se iludiu com as diretas Ji, com a eleição 
de Tancredo, com o Plano Cruzado, com a Constituinte e com ·a eleição presi _ 
dencial direta. Ainda bem que_a sociedade é capaz de recobrar 
O ânimo e supe 
rar sentimentos de a~flagelaçao, Yoltando 'li se orgulhar de si mesma depois:: 
de sucessivas decepçoes. 
Além disso, é preciso notar que as frustrações dos últimos oito 
ra decisivas para a evolução de nossa consciência de cidadania, 
0 
aumentar, maia do que em qualquer outro período de nossa História, 
de cobrança da sociedade. 	• 
Essa cobrança influencia o comportamento dos agentes de todos os poderes 
de Estado. Gera, no Executi•o, res·istê.ncln à cooperação de governantes sus _ 
peitos. No Legislativo, a quebra de vícios corporativos e o engajamento dec1 
s
1
h1Yo nn moralizaçno instituciona.l - dn cassação do Deputado Rabelo ao traba- 
o criterioso da CEI. No Mi i t • i Pu~li 
• . n..ser.o ab .co, a iniciativa destemida e compe 
tente de jovens Promotores de Justiça, de procuradores que não maia se inti: 
i:údm:i c·n combater poderosos que desrespeita a LI E J ti - 
d
w 	- • 	r e • na us ça, a atuaçao 
te magistrados que, nao so combatem a impunidade d b al 
_ 	s tas es ancam as reg las 
corpor~tlYistas que lhes sao inerentes - bom exemplo disso foi a decisão do 
Tribunnl de Justica do R~o de Janeiro, fazendo o Juiz e os 13 Ad· d 
den1d f: 1d, P» ·1a 	vogados con- 
• a os por rau ee a 'rev .encia voltarem a cumprir suas penas em celas co- 
muns, se absurdas mordo1as. Si,o Brasil está mudando mesmo,porque a velha e 
conhecida impunidade nao e mais anesma. Pra tristeza de tantos -
1
• i 
_ 	nosta g cos. 
'(Mauro Chaves é editorialista do Estado) 
2 -- 
anos fo - 
que fez - 
o poder - 
- 
O Brusíl arvessa hoj crise decorrente d 
investigação da atividade de PC Faria. • A PC' con­ 
cluiu pela ligação desse Empresário com a figura do 
atual Presidente da k pública, demonstrando coo o 
etores dominantes da nocieade manipulam o Estado em 
rwu b<>ncf.Ício. 
Aquele que estão acostumados a gtudar a nessa - 
História abem que ·sa manipulação contitui um stimulo par: a 
realização de falcatruas por parte da lites, principalente 
se for levado em conta o processo de ascensão d, burguesia to 
Brasil, desde há muitas décadas, vem se efetivando basicamente 
à custa do Estado. 
Diante do cenário degradante e lamentável surgido a partir - 
dos trabalhos da CPI, dois dos auxiliares do Presidente se deni 
ti.ram. 
Esperava-se que os denominados Ministros notáveis viessem , 
também, a pedir exoneração, fato não consumado, uma vez que to­ 
do o primeiro escalão resolveu permanecer para garantir a gover 
nnbilidadc do País. 
A questão da renúncia ministerial é algo bastante delicado , 
se for levado cm conta que cm diversas pastas se encontrru, os 
titulares das Forças Armadas. Parece que não seria conveniente, 
do ponto do vista político, que esses membros da cúpula militar 
viessem a engrossar a fileira dos dcmiosionarloo, principal~ n­ 
tc se, estimulados por fora, fossem eles os deoencadcodoreo do 
processo, pois isso abriria um sério precedente favorável à de­ 
snstabilização da Presidência enquanto instituição. Seria u~a 
forma de exercício da tutoria, com possibilidade de ser usada - 
eM qualquer momento da História política nacional. 
Os acontecimentos do passado chamam a atenção para a necessi 
dnde de os responsáveis pelos destinos da Nação terem uma atitÜ 
de de cautela em relação aos militares, porquanto é preciso ro; 
por com a tradição aqui vigente de políticos e empresários bate 
rem ás portas dos quartéis para pedirem ajuda com vistas a man­ 
ter ou alterar situações. 
Nota-se que o primeiro mandatário da República não manifes­ 
tou essa atitude, haja vista que teve a intenção de conquistar 
o apoio das Forças Armadas. A proposta de isonomia salarial di­ 
ferenciada e um discurso destinado aos oficiais-generais, cujo­ 
conteúdo tocou na questão da instabilidade interna, podem ser 
interpretados corno atos comprobatórios desse propósito. 
Embora alguns efeitos possam ter ocorrido, em face da in 
vestida verbal do President<?, observa-se que, na atualidade, ã 
quietude reina nos quartéis, bem corno inexistem pronunciamentos 
bélicos oficiais. Isso pode significar um desejo dos militares­ 
de ficarem afastados da situação de crise política. Parece que 
eles estao querendo que a situação seja resolvida pelos mem­ 
bros da sociedade civil. Eles devem estar cientes de que qual­ 
quer gesto a favor de Collor_pode significar um compromisso coo 
a imoralidade na administração pública e um apreço pela impuni­ 
dade, posturas incompativeis com o codigo de ética da caserna. 
Se os militares, enquanto os membros de urna das institui - 
ções nacionais, escolheram, acertadamente, a conduta de afasta­ 
mento da crise, confiando na capacidade dos civis para resolvê­ 
la, isso significa que estao sabendo interpretar o momento cívi 
coque a po~ulaçao está vivendo, além de estarem contribuindo= 
para o enraizamento e avanço da democracia no País. A opção pe­ 
lo distanciamento pode constituir o inicio de um processo de­ 
resgate da imagem negativa que muitos cidadãos, possuem dos mi­ 
litares, devido as açoes intervencionais tendenciosas pratica - 
das por ele no decorrer da História do Brasil. 
COM 
ABRAÃO 
E 
DR.·SIDNB 
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FORÇA POPULAR" 
"NESTE PODE CONFIAR" 
soe»o».1S5 66l 
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