r BELA VI'TA - MNTO GR0!O DO UI, - , ARIO REG ONAL JO OI! !)P.TLHURO llE 1992 LI S E 10 MIL .PESSOAS A CO CiA( ~ O P 8/PF PTB thnrrn de pcrrno:rn e ccntcntrn de vcfculo!l j Bela Vista assistiu neste dia 30, quar -! ta-feira, a maior concentração pública já vista nos últimos tempos, desde as três ho­ ras da tarde em frente ao comitê de campa - nha da Coligação PTB/PFL centenas de pesso­ as chegavam de todos os lados, a pé, de bi­ cicleta, de mo o, de carro, de carroça, de ônibus e de caminhão, para participarem da passeata e carreata convocada pelo candida­ to a Prefeito José Garibaldi no encerramen­ to de sua campanha rumo a Prefeitura Munici pal, todos os bairros da cidade, Distritos, regoes e localidades mais afastadas e in - elusive a maioria das fazendas do município estiveram representadas através dos eleito­ res que com suas famílias, disseram sim ao chamamento dos seus candidatos e saíram pe­ las ruas de nossa cidade na maior passeata/ carreata que Bela Vista já viu, seguindo a­ té a Barão do Ladário, esquina com a Duque de Caxias, para ouvir os últimos pronuncia­ mentos desta campanha, até mesmo os ad­ versários concordaram, tinha mais de dez mil pessoas em praça pública que se aperta­ vam ao longo de mais de cem metros de via pública. COMUNICADO Os s!:zpatf2antes da campanha de Gar{baldt e LLlI Rondon co un!cai que _devido aos problemas de enerta e nau tePo o sor teto dos prêfos e o shoz coa o cantor ato Grosso fora tran fertdos para o dta t1/10. .----à I a Vista da rua farão do Ladirto co ls de 1o0 erros toados pela yrande_assa_tu.an.a_que_fof_à_Praça_Publica_apotar eu_canet- L------------------------~ da tos Os pretos f!cario e exposição no coércto local. lRLÇO DO CR$ 1.500,00 Serve de alerta, a pre feitos, vereadores, depu­ tados, senadores, nos po­ líticos, enfim, o povo e­ lege, o povo DERRUBA. A Carara dos Deputados aprovou o impeachment co~ tra o Presidente Collor Foram 441 votos a FAVOR; 38 CONTRA, 1 ABSTENÇÃO e 23 AUSENTES, os chamados "FUJÕES". . Foi uma sessão memora­ vel, os deputados votaram com DIGNlDADE, o Brasil deu ao mundo uma lição de civisro, de DEMOCRACIA se o registro de quais " quer incidentes, milhoes de pessoas, nas ruas, EX! GIRAM, pacíficamente, 0 FIM DA ERA COLLOR. Os de­ putados ouviram o clamor popular, e não poderia ser diferente. O Deputado Roberto Ca Pos, que votou SI, doen te, de cadeira de rodas [ID Campos abriu o caminho - ·-· para a fragorosa derrota do Presidente da Repúbl! ca. "Este renino já cau - sou muito mal ao Brasil" disse o Senhor Diretas , Ulisses Guimnrães, "é um louco, estava brincan do de ser Presidente", completou. Um dos mais vibrantes votos da bancada do MS foi o de Marilu Guimarã­ es, candidata a prefeita de .Campo Grande. Lembra­ mos que Marilu apoiou Collor nas eleições. Valter Pereira, vo tou, SIM, enfatizando "lugar de gatuno é cadeia". Na segunda-feira vice Presidente Itamar Franco assumirá, Collor, segundo os seus assesso­ res, não renunciara, mas, tudo lndlcn que este se- (ili Pres. Fernando Collor na ria o melhor caminho ph­ rn o home.m que "brincou o de ser Presidente dn Re­ pública", segundo o Dr . Ulisses. Os Presidentes do Ban- co do Brasil, Lnfai te Coutfnho e da Caixa Eco- nÔmica Federal, Alvnr, Mendonça, pedirac demi;­ sões. Vir!os Ministros colocaram os seus cargos ô disposição. COLLOR ESTÁ FORA. VIVA A DEMOCRACIA. VIVA O POVO NAS RUAS. Recado aos Corruptos Estamos passando o Brasl a limpo,nesta e­ leição ê preciso selem brar disso. Os prefe! - tos, os vereadores, têm grande responsabilida - de, a partir de agora , mu!to mais do que an - tes. O povo elege, o povo derruba. Pense n!sto. O Brasil não ad□ite, o povo brasileiro não adcite cais, os CORRUPTOS e APROVEITADORES do Po - der, o eleitor deve pen - sare pensar muito antes de colocar o seu voto na urna, sob pena de ar.:argar dissabores. COLLOR FOI UH EXEMPLO. ••• VALE PARA BELA VISTA Votos de Mato Grosso do Sul' ~:!: ~urvo (PRN) • • • • • • • • • • . • . • • • • • • • • • • • • • • • • . . . . . . . . . . . . . . . . . . Não erzi (PFL) , . . . . . . s•- George Takl!::oto (PFL) • • • • • • • • • • • • • • • • • = 7scc@ s e .±. Nelson Trad (PTH) ...........................•••••• • • ' • • • • • • • • • • • • Si.e V::tl.tcr Pcre.ira (PMD!I) , • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • SL Waldir Guerra (PFL) , .. • •• • • • • • • • • • • • • • • • • •• SL • • • • • • • • • • ••••••••.•• Sln JJJ /r, l'J i'f.r.r<,"t, r, Incompetência não Governa Caracol O c, ndld to à Prefeito por Caracol Val­ dir 6Godoy, juntamente com o vice Dudu na ret final de sua campanha, vem motr ndo para a população a incompetência do e x - p r feito Juvino Godoy e atual candidato pela o p o s i ç ã o , através de telão, o e s ado e m que ele entregou a Prefeitura de Caracol do atual Prefeito Cícero Barbosa. A .otal irresponsabilidade, começou p lo não comparecimen o ao ato de transmis - são de carqo, mandando seu Secr tiir io EID­ MAR FERREIRA LEI'TE e dclxanclo a chave da Prrtcllura no ouportc do ar condicionndo , a uns 2.50 mts de altura. O total dcopr •pro de Juvino, par.a rc­ assumir a Prefeitura de Cnr.acol [oi dita pelo eu cntiío encarregado de manutenção - JOS~ LUIS: "Como não havia quauc nada pra fazermos começamos a reformar carros parti culares que não sei se a Prefeitura qas­ tou ou não, em peças e outr.ao reposicSeo - para os veículos. Se jamos coerentes, no telão mostra-oe - ou •quipamentos da Prefeitura totalmente - d penados, máquinas [altando motores, ou - troe faltando pneus e muito mais, ati mes­ mo um carro adaptado para gás de cozinha , o que é proibido por Lei. Os arquivos com documentação totalmente espalhados pelo chão, cadeiras estofadas todas rasgadas , isso provando revanchismo de um mau perde- Zali Leite: Estivemos acompanhando uma das candida­ turas para Vereador que mais cresceu no Mu nicípio de caracol, o candidato pelo PFL , Zaly Leite, isso vimos pelo carinho que to dos lhe transmitem atraves de manifestaço­ es de apoio, devido ao seu caráter e a sua sinceridade com os eleitores. o candidato vem sendo apontado com a cer tcza absoluta de que será eleito e que e um dos candidatos que vem melhor atuando - de maneira surpreendente pois está partici pando"pela primeira vez em pdlítica. Em contacto com a reportagem ZALY disse que irá buscar por meios dé todos os órgã­ os competentes a melhoria das Escolas Ru - rais, bem como conservação, merenda esco­ lar, materiais didáticos, enfim todas as melhorias possíveis para as Escolas Rurais do Município e que principalmente procura­ rá atravis do Executivo implantar'técnicas agrícolas, pois assim as crianças não pre­ cisarão sairem de seus habitat natural pa­ r.a procurarem expandirem seus conhecimen - tos. Tenho a certeza, que muitos pais que apoiam a minha iniciativa irão empunhar as mesmas bandeiras que eu empunho, para que futuramente não tenhamos que ver nossos fi lhos partindo para outros lugares procuran do o seu direito de saber, enfatizou Zaly. Irei, juntamente com o nosso Prefeito, melhorar e conservar todas as estradas vi- dor e até remo u a a ul nci crregando pessoas sadias par angariar vo.os na épo ca de eleição. A otal fal a de capacidade administra tiva de Juvino é evidente no pátio da feitura o.al ·nte .omado pelo na o e da por cima 04 mes s de funcion lismo tras do que na opor unidad o tãrio que o representara FIDMAR LEITE, disse na opor unidade: "Que o di - nheiro havia sido desviado pra pagar ou- ros compronissos e que agor.. o a ual Pr feito t ria que se virar p~ra pagar osl--------------------------1 Cuncionárior;". O cx-pref ito deixou cm caixa Cr 800. 000,00 (oitocentos mil cruzados) e um. di vida de Cr$ 4.7.000.000,00 (qu,rcn a e se­ te milhões de cruzados) naquela época. Valdir disse: "Chegou a hora da vira - do, chegou a hora de mostrar para a popu­ lação quem quer voltar novamente a gover nar o nosso Município. Estamos crescendo cada vez maio, para a VITÔRIJ, EST/IMOS CRESCENDO MlIS E MJIS e ioso sen imos ,nas pessoas que nos estão dando apoio e sabem que somos capazes de administrar o nosso Município. "TEMOS CERTEZA TODOS VOCCS, POR CJRACOL VENCEREMOS". Certeza de sua Eleição QUE UNIDOS Apolo Deputado Wlzuirfeves cinais de nosso Município, por que, ali - está a nossa arrecadação o nosso sustento e que estas estradas estando em péssimas condições nada se fará, e eu tenho a cer­ teza absoluta que tudo isso conseguirei - junto com o Prefeito, aos meus eleitores. Cruzeiro do Sul Veículos Ltda. Auto Elétricà Dinâmica para ve{eulo #e e Aja. Ecol!e com d Ru. Marechal Deodoro, I Irro Co ta e Silva Fone - (067) 439-1864 il 11 Vlata - l'1 VIAÇÃO CDRICOl Linhas Bela Vista/Caracol, s a i n d o as 15:00 ho­ ras dlarfamente. Caracol/ela Vista, s a i n d o as 07;00 horas dia­ rinmcntc. h n f b u s próprio para excursões regionais e i n t e ·estaduais, modernas e confortáveis. 1-1.riores infonnacões pelo Fone: 439-1665 BELA VIS "A MATO GROSSO DO SUL @ Escritório Av. (. Advocacia Rio Branco, 187 - Fo:ie: 287-1181 Dr. Antonio F. do Nascimento - Advogado CIC 006.474.381-00 - OAB - MS 2809 Residência Av. Rio Branco, 193 - CEP: 79.280 - PORTO MURTINIIO - MATO GROSSO DO SUL Jorge Rosa Vereador Rua Santa Amélia - l04 - Telefone: 624-7055 Orfeu Baís CGC 26.840.363/0001-29 - Inscrição Estadual - 28.266.308-8 REI.AÇÃO DOS ÕNl:BUS A VENDA ' ANO/FÁllRICAÇÃO PREFIXO MODELO MARCA/CARROC. 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P. 23 Rela Vista - Mato Croso do Sul Diretores Ivaldo Pere!ra llirl.:i Estela Vel:Ísque: Pereira Diretor Responsável Ivaldo Pereira Reportagens Uboldino Rodrigues Luiz Henrique ~•unes Con-êo (LlU:5 Gerente Cilson Stlvn Santos Redação, AdaLnttr ·-- P, .- Fronteira,5u, rasco e 'arque Gráfico Avenida Tribuna da oi- »''is, ã? "? - roe @si» «5»-541 - • re Rua 1 de Halo, 32 - F Crosso do Sul - Redaçao JardLa - • rno Pndrosoian trabalha no sen ido de promover um con - trolc e ordcnnnento da u ilização desses recursos, com vistas a garantir a repre - sen atividade , con­ servação dessas flo­ rstas. A região apresen­ ta tamb6m, uma gran­ de variedade na o ss Os Jornais edita dos pela Rede Bela= vistense de Jornais Tribuna da Frontei­ ra, Correio Jard-r-= nense e Tribuna Mur tinhense, foram os unicos, na região , a publicar notícia a respeito das pas­ seatas e movimenta­ ções dos Pro(csso - res reivindicando - melhoria salarial. Além de manifes­ tações carinhosas , com telefonemas de Professores, Direto ras de Col6gios, ~~ cebemos carta do Si;D'CATO UNICTPA! DOS TRABA!'ADORES EM EDU­ CAÇÃO, cm Rela Visln, a qual publicamos na íntegra. Agradecimento Sindicato Municipal dos Trabalhadores em Educação em Bela Vista/MS - Filiado 5 Federac5o dos Trabalhadores em Educaçao - de MS - FETEMS Bela Vista-ms., 28 de Setembro de 1.992 Of. nQ 79/92 Do: SIMTED de Bela Vista - MS /O: Diretor do Jornal Tribuna da Fronteira - Diário Regional Sr. Ivaldo Pereira REF: Agradecimento (FAZ) Prezado Senhor, Atravis deste, estamos agradecendo em nome do SIMTED (Sindi cato Municipal dos Trabalhadores em Educação de Bela Vista-Msf a v. Sa , pelo apoio que nos tem dado em seu Jornal, publican­ do todos os anúncios que temos levado ati à V. S.õ, em parti­ cular a matiria que escreveu na Tribuna da Fronteira - Diário Regional do dia 25/09/92, sobre a passeata em nossa cidade jun tamente com os Professores, Funcionários Administrativos, Alu- nos e Pais de Alunos. • sem mais para o momento, reiteramos protestos de estima e consideração. Atenclosarente, Professora Mar!a Helena !aran]e!ra SIlva - Sec:rctárln Ccr.11 Professora 'tarly {outet da Rosa P{n!e!ro - Ice-Presidente Aos Professores Aos Mestres, com carinho- I': Pafs se forj.:1 coo ho:iens e llvros, r.ms se transfoma c::i AçÃO, através do trabalho e do Idealismo_de seus f!!hos, cabe aos professores abrlr 0s ca rtnhos, derrubar barre!ras, formar consciencta. Contem sempre, co os nossos ]orna!s.(Pp), r i d u. a to com Flores al, voltado ii fi!icaliz11çiio rien'acção à popula­ cão. "Através da conscientiza;ão se­ rá possível ameni - zar dcgrad ção da fauna local", ova - lia Baptiston. Se - gundo ele, outro fa tor de alerta, 6 presença cm abundãn cia de calcário e mRrmore de boa qua­ lidaàc na Serra da Bodoquena. A explo­ ração econõmica dP~ ses minerais, já i­ niciada, pode acar­ retar sérios proble mas ambientais, se for mal gerenciada. "A ocorrincia das jazidas, acontc ce exatamente na Dizem com muita propriedade que um dos crimes mais co­ muns nos dias atua­ is é o da omissão. Por preguiça, co modidade ou simples desculpa de falta - de tempo, deixamos de tomar parte ati­ va na perseguição - dos nossos ideais. De protagonistas passamos ao cômodo papel dos espectado res. O não comprometi mento passa a ser~ quase um lema no co tidiano de hoje. E mais fácil e bem me nos aborrecido. A regrai geral - e , como toda regra,com porta exceções. - f; com um misto - de orgulho e de con vieção que os rota= rianos consideram - se enauadrados nes­ ta última categoria. Afinal de contas , pertencemos a uma - instituição cujo le ma - Mais se BenefI eia quem Melhor Ser ve - sugere uma vi - gorosa atividade no cumprimento dos i- cação d ria am a Secret Mio Ambi "A presença do calcá -­ rio orn as terras da região excepcio­ nalmente erteis a raindo urn númnro cada vez maior de agricul ores", diz íla!)tiston. De acordo com e­ le, o papel do cs - cri ório é atuar junto aos produto res, ordenando as a tividades de expio= ração, a fim de se evitar qu una ati­ vidade prejudique - outra. "O desenvol­ vimento sustentado deais rotários. Aprimoramo-nos individualmente e em grupcs; prP.sta mos serviços às nos sas comunidades; al mejamos finalmen e­ a Paz e a Comoreen­ são Universal: Entretanto, o P.o tary, como toda ins tituição, só podera ser operoso e bem - sucedido na medida em aue os seus mem­ bros o forem. É pre ciso que todos os companheiros parti­ cipem. Não queremos nem podemos prescindir do concurso de nin­ guém. A ajuda e a cooperação de todos são indisoensáveis ao atingimento dos nossos objetivos. Não podemos fi - car alheios, sob pe na de ser tarde de= mais, como neste trecho: "Construis­ te tua paz tapanào com cimento, como fazem as tirmitas , todasas saídas para a luz. Ficaste en - roscado em tua seg~ rança, em tuas roti r a Se io ,.._-_, COI Li CC!TI O prefeitura Municipal, dos or 3os estaduais, e ind da comunidade loc 1. A finalidade é qrantir manu - tenção da situação, antes que a região seja to almuen e de­ gradada, já que a - trai também um gran de número de uris­ tas, que procura a beleza oferecida pc la região. A inaug~ ração do escritório local da Secre ari ào tluio /r-'.bicn e, a conlcce às 14:00 1o ras, na presença de várias autoridades estaduais e munici­ pais. nas, nos ritos sufo cantes de tua vida provinciana; ergues te essa humilde pro teção contra os ven tos e as maris e ases relas. Não queres te inquietar com os grandes pro­ blemas e fizeste um grande esforço- para esouacer a tua con dição de homem. - Não és o habitan te de um planeta er rantc e não lanças­ perguntas sem solu­ ção. Ninguém te sa­ cudiu pelos ombros quando ainda era tempo. Agora a argila - de que is feito já se secou e endure - ceu; e nada mais po derá despertar em= ti o músico adorme­ cido ou o poeta ou o as rônomo oue tal vez te habitassem". Participemos!Dig nifiquemos o Ser Hu nano! - Ricardo Hinterhoff , do Rotary Club de Copa cabana,RJ (Dist.4570) MI]MI * Com tres para lhor atender. EM JARDIM: me- Av. Duque de Caxias, 507 - Fone 251-1091 Av. ll de Dezembro 63 Fone 251-1341 EM GUIA LOPES DA LAGUNA: Praça Coronel Cami ·são - Fone -439-1194 ************ CONFIANÇA NO SE IMPÕE. ADQUIRE-SEI P.I Comentário Pol.ítico 1CHJ IIOS - políticos, usar e pre a primeira pessoa do plural, pofs, o uso do chamado "plural da humfldad. ", subentende-se pelas reras comuns de re daçáo, como a expresio mnnlfehlH d oplnliio do eu autor. Desa forma, aprove!ta mo para esclarecer aos mcnoa csclurPcldoa, qu•· tudo aquilo que através - desta coluna vem à público, ccjn 11nn crfLico, ncjo uma monlfcntoçíio elonioon ~ ulguém ou atê me smO uma sugestão de medidas, fa -­ zcm pnrte do nosso oplni­ ão e é altamente pessoal. Não nos ofendem, de [ormu nenhuma, as manffes ta;es que recebemos, con tririas à nossa optnfão , [ato que uti nos C6timulu muito mais, pois, seria muito chato queimar u cu­ cu purn colocar u publico uma coluna séria, que não encontrasse repercussao - Junto aos leitores, mesmo que com fd@las contrári - as. Somos integrantes da - quelu camada que acredita u: atente na democracia, coto a Hhor forma de refme polf Ico. Sono daqueles que ainda acre­ d1tam que e pode "convI ver pacíficamente com pessoas Imbuídas de dou­ tr1nas Ideológicas dlfe rente", o próprto dtret to constitucional nos su MCCP cusn forma de com - portamento. Quem não "to pnr" com essa forma de convívio, que vá vlver - em Cubo! Mário Amato A convivêncin com o corrupção ê mais frequen­ te do que ns pessoas cm geral percebem. Fui ataco do quando disse que somos todos corruptos, mas a verdade é que o comporta­ mento do brnsileiro incor pora atitudes que o con - senso ético não pode dei­ xar de classificar como corrJpt5o, embora nio se­ jam assumidas como tal. Estou convencido de que na origem disso estão o inflação e a nossa voca - çào para o "Jeitinho". A inflação é, das du - as, a pior causa da cor - rupcão. Ela não significa apenas um desequilíbrio - na disponibilidade de moe da e mercadorias. O aumen to constante e incvitjvel dos preços interfere dire tamente no caráter nacio= nal, enfraquecendo-o. A perda de confiança na moe Estnmos vlvendo dJna de expectntivu, nesteFJ poucos que oindn [oltom porn o plclto eleitoral e o "ttrotefo" nos palan ques e nu imprensa est~ comendo solto, A falta - de ct1cu e de respeito ê a t5nicn dos manifesta - coes que deixam de ser dirigidas no eleitor, P! ro se transformar nessn balburdia de mexericos , ataques pessoa1s, atenta dos contra a honra e a dignidade, numa demons - tração horrível de falta de imaglnoçÕo, que leva as pessoas mais pondera­ das à mais completa in­ dignação. Até a própria Justiça está sendo vio - Corrupção e Caráter Nacional da leva o povo a acredi­ tar que pequenos desli - zes nao fazem grande di­ ferença, mesmo que esses deslizes signifiquem uma deformação de caráter. E coroo ninguém vê os gran­ des corruptos serem puni dos, o senso de impunid; de passo a fazer parte= do caráter social. E to­ dos se sentem no direito de cometer infrações. Avançar um sinal de trânsito, estacionar em local proibido, tentar - subornar o policial para evitar a multa, furar a fila onde esta é necessá rio para que todos pos - sam ser mais bem atendi­ dos tornam-se coisa cor­ riqueiros, não são consi dcradas atos de corrup - cão ne de falto de edu­ caçao. O indivíduo que come­ te esses e outros desli- Voto Corrupção Marcelo Rego A assustadora onda de denüncins de corrupção que se verifica hoje no ?afs faz com que surjam entre outras, duas cons - tatações, 1 primeira , refere-se ao fato de que, •realmente nunca houve tonta liberdade no Brasil puro se denunciar irregu­ laridades. Isto é insofis mivel. A outra constata çÜo, multo mais dura com certeza, dá conta de que nunca houve tanta corrup­ ção neste Po{s. Alguns po dem discordar. Há aqueles que dc[endcm o argumento de que é justamente por se ter mnis liberdade pa­ ra rlenunciar que tonta coisa podre estj vindo a público. Puro engano, do­ ce ilusão. Todo mundo so­ be, embora só alguns admi. [a, que a 1probidade ja afs esteve tão dissemina do nos círculos do poder. é por quê? Ora, não ê novidade para ninguém que o mor de lama que inundo os centros de decisão e fruto de um somatório de elementos, entre eles os sentimentos de impunida - de, o acesso fãctl de ta­ nipulndores aos corredo - res do poder. obviamente a de fetnca de caráter a um tDtdl descrédito nas instltulçÕes, quais, em sua maioria estão completamente de - sorgantzadas e possibill tara que os parasitas - ho m:ns públicos ou não - nao apenas escapem de seu controle, mas inclu­ sive se aproveitam dessa confusão generalizada. Mas, além disso, o voto equivocado também é fa - tal. Uma das maiores annas contra a corrupção, se não a maior, é o voto. t através dele que se pode selecionar as pessoas,os homens públicos que vão fazer as nossas leis 1entd da, pot o " 1roa! v ma cand1 do que por cor­ uo públlco. A partir do momento em que o pedido fo1 deter!do pela Justt ca, o cfdadio candidato nao é umn "fora da Le!". Nao pode portanto, r alvo de acusaçe. fo - raIs e !ndgnas, pois ne1.Jse e ,so como f lc,1 n situação da Justtça,que homologou n candfdatu - ra? A sftuação ffca afn dn mate rJdfculn, quan: do o po!ÍtJco, confiun­ te de que o eleitor é um eterno esclerosado , encontro-se lado o lndo com o ex-111Judodo dois ou quntro anos depoitt , num mesmo palanque, nu­ ma patente demonstraçao de faltn de tudo, até - de hombrldade, pois em ideologla portidirin nem se fala mais, tnmn­ nha a sua falta de coe­ rência, Quem em sã consclê~ ela pode confiar em po­ líticos dessa natureza? É por essa razão e por comportamentos desse t! e administrar os nossos Mu nicípios, Estados e Pa - !s. O voto dá e tira po­ der. Emblemo maio; da democracia, é ele que po de, efetivamente, limpar a cnsa ou suji-lo ainda mais. De qualquer modo , •Óbvio, é sempre melhor - votar quando não se vo - ta, seja por que motivo for, a cidadania fica cor:-iprometida,sc atrofia. E, nf, o que deveria ser controle, fiscalização rígida, crítica constru­ tiva ou aplauso lncenti­ vador vira pura e slm ples cumplicirlade, ocei­ tnçào passiva de tudo o que nos estô sendo npr~ es nao se considero corrupto, mos esperto. Por isso, aceita com prar uma mercadoria sem nota fiscal paro ganhar desconto, mesmo sabendo que, agindo assim, estj prejudicando a nrrccnda cão da Unfão, do Estado ou do Município. Ele se dá o direito de recla - mar escola publica para o filho, transporte co­ letivo de qualidade, i­ luminação e pavimenta - cão de ruas, segurança pública, assistência - mêdico, saneamento basi co, ensino superior gra tuito etc. Mas não quer pagar imposto. E não se considera corrupto. É preciso deixar de lado a hipocrisia e mania de atribuir o ou- brar ge, pois a trem um defeito que to­ dos temos em maior ou menor grau. Xo atual m~ sentado. f. claro que o voto consciente depende de e ducacio, para analisar­ as propostas, avaliar a copocldade, detector a seriedade - ou a falta dela-, roals'adiante e~ coerência, cora competência e, de­ ainda, no pleito - seguinte, retirar o man dato ou delegar mais o~ tro. Utopia? ~ào, decerto que não. Objetivo difí­ cil, siru. Mteta grandio­ sa, sim. Mas utopia não. Porque educação,ao contriri do que muitos pensam e propagam; por má intenção ou falta de informação, ê algo que se busca dia após dia ano apôs ano, eleição a pós eleição. Enfim, :, luto por melhorias na e ducação tem que ser e­ preendida no cotidiano, por todos os cidadãos e cidadãs conscientes de seu papel social e por todos os homens pbl! - cos que tenham vontade política suficiente pa­ ro isto. Certamente não scr.i de um dia paro o outro que i1 JlOpul.11;no brasllei ravaise livrar do nível lamentável que detêm pa , , e nlo cuupre nada! quan­ do Inves Ido do poder e.pre a os "cupinchas 1ncon, etentes" em detr nto de gente chefa de érlrns " CJU ,llflca cães'! f, o absurdo general1 1:tdo. C a fnl ta de ver= gonha. f a Incompetén - ela nd=in!Rtrutlva que quer cont inu,,r c>rrondo, prejudicando e abusando do erário pÜblico! !Jmn coisa nos resto, depols da enxurrada de denúncln e de provas de corrupção que ncabam de ncontecer 1~ no poder - mnior. Sejnm quaiu fo - remos eleitos na nossa reglÜo, uma certeza de­ vem levar para os seus g,1binetes. Hoje, não é suflcente contar atê 10, antes de fazer uma "pi­ xotada". É preciso pen sar muito e contar ate 1000, pois o população, mento, todos devíamos - estar unidos para alte­ rar, por exemplo, o sis temo tributário, transfc.E trando-o, paro que todos paguem regularmente se­ us impostos. Para isso, faz-se necessário redu­ zir a brutal carga tri­ butária, que sufoca a e conomio, tirando a com= petitividade internacio nal dos nossos produtos e afastada a possibili­ dade de que a qualidade prevaleça cm tudo o que é produzido no País. O "jeitinho" brnsl - leiro tem origem na 1 - déia do levar vantagem em tudo. Muitos têm ilusão de que são esper tos, finÓrios, 1nteli = gentes, quando ape - nns incapazes de enten­ der o significado da vi da em sociedade e não= têm noção do que seja - solidariedade. Temos ainda muito o que mudar. ra adquirlr um Índice de politização igual ao os­ tentado em País do Pri - meiro Mundo. Tudo bem. Mas o fato é que também não será necessário tan­ to tempo quanto gostam - de defender parcelas ma- tarde Inquérito que as is nocivos de nossos eli a~urou e denunciou à Na­ tes. , incompetência é ge çao. neralizadn, 0 falto de= A indignação está nas seriednde é tão comum Ruas, no rosto dos que quanto are la na praia. exigem a queda do presi- Mas as boas propostas e- dente. Está nos lates. xistem,assim como também Principalcente naqueles extstem ns posturas cora mais humildes, onde o josas, transparentes e e discurso· que prometia um [icazes, mesmo que em mui Brasil novo entrou como to menor número do que as um raio de esperança. Es más propostas e as postu tá nas fábricas, onde rns vexntÓrias. Cnbe,por recessão continua a ex - tanto, aos autores dos= terr.iinar salários. Estj boas propostas levarem - nos campos do Brasil. nas da forma mais corre- As denúncias de cor - ta à sociedade. Caberia, rupção geram protestos. também,é evidente,aos au Revolta. 'as é preciso tores das más propostas, nao esquecer que a sacie nos donos das posturas - dade só tomou conhecimen indccentes,tentarem mu - to delas porque estamos­ dar de otitude,retirarcm numa democracia. Estamos se do ccnãrio,enfim,3ux! construindo uma democra- 1tarem na educação popu­ lar. tas estes, como se sn be,farão de tudo para continunr cr.1 su.'.l trilha de lmoralJrlade,atê onde lhes ro·r possfvel.itê que, um dia quem sabe,a­ través do voto conscien­ te,sejam colocados para orrcr. post s e e al- tr de es­ !.ill o de­ • que umpr1das campanha O Presldentt' rcrn,.ndu Collor Jomnls rcnuncid - rã. Esta palavra não e - xlste paro o Presldentr da Repúblico, afirmou o Secretário de Imprensa - da Presidênclu, Ltcvnl