r 
,.. 
DIAFIO FE>r-· 
ELA VISTA -- MATO GR0O DO UI, -- 
15 DE 0UTUBRO DE 1992 
,, 
u/POIY é NoTfECI 
Festa do Dia das Criancas 
A Primeira Dama 
Cecília Poreira de 
Moraca, Prenidcnta 
da LBA/PRONAV Munici 
pal, cancelou a fes= 
ta em Comemoração ao 
Dia das Crianças es­ 
te ano devido ao 
falecimento da jovem 
1 1 ULY 
O Brasil está de 
luto. Morreu o Dr. 
Ulisses. O Presiden­ 
te dos EEUU, Busch , 
disse: "perdemos um 
politico digno, um 
homem honrado, um 
grande brasileiro". 
No Congresso, to- 
Margareth Escobar 
ocorrido no Gltimo 
dia 10. Em respeito 
aos familiares e 
sentimentos pela per 
da irreparável, a 
Primeira Dama deci - 
diu pelo cancelamen­ 
to das festividades 
MEU 
dos sentiram a morte 
do "Senhor Diretas", 
o Brasil morreu um 
pouco com o Dr. Ulis 
ses. O político que­ 
tinha no equilibrio, 
no bom senso, na ar­ 
te de conciliar, gui 
as de conduta parla= 
1 
N9 1.266 
1 
! , 
l 
1 
1 
alusivas ao Dia das 
Crianças que tradi - 
cionalmente a LDA/ 
PRONAV, a Prefeitura 
Municipal e o 100 RC 
Mec realizam no cam­ 
po de pólo do Regi - 
menta Antonio Joio , 
no dia 12. PÁGINA - 07 
montar, e pcssoaldci 
xa um vazio cue difr 
cilmente será preen­ 
chido. 
Todos nós, sobre­ 
tudo os políticos 
temos exemplos a se­ 
guir, professores , 
MESTRES. PÂGINA - 06 
IH1O: IV!' TFR!IRA F RECO IO EXEMPLAR $ 3.000,0' 
/' 
J 
Cecília PerP-ira de Moraes - Pres. da LBA/ PRONAV Municipal 
'.. 
i 
± 
_ 
AI , 
? 
• I-kl 
Dr. Ulisses e o 
o Projeto de Mane 
jo e Conservação d 
Recursos Naturais de 
Mato Grosso do Sul , 
que vem sendo elabo­ 
rado e discutido há 
cerca de 1 ano e me­ 
io, está chegando na 
reta final para a as 
sinatura do contrato 
de financiamento de 
Um conjunto de 
oito gabir.r>tes odonto 
lógicos sorá implan­ 
tado até odiá 20 do 
outubro na Escola Jo 
sé Maria Hugo Rodri- 
US$ 30 milhões junto 
ao Banco Mundial, es 
tando previsto ainda 
mais US$ 30 milhões 
de contrapartida do 
Governo Estadual, to 
talizando recursos 
da ordem de US$ 60 
_milhões. O Projeto 
foi analisado 
uma comissio 
por 
da 
gues, no bairro Mata 
do Jacinto, na capi­ 
tal. Convênio neste 
sentido foi firmado 
entre as Secretarias 
Estaduais de Saúde e 
FAO (Organização 
de Alimentação e 
Agricultura da ONU) 
cm visita de traba 
lho realizada no 
período de 14 a 15 
de setembro, e pra 
ticamente tido co­ 
mo aprovado. 
PÁGINA - 08 
Educação, Universi­ 
dade Federal de Ma­ 
to Grosso do Sul 
(UFMS) e Fundação 
Nacional de Saúde - 
(FNS). PÁGINA - 08 
MAQUICE DEFINITIVA 
A estetista !ely, de Ponta Pori, estará en Bela Vista no d1a 17 ,g 
residêncta de Mercedes Co!rtra (esquina da Padarta K-Carolina), :.',atado, atendendo ra 
reza de rele, ta: d·tia550 &criiiva e autase derití ~}",P' e«era1 , 
e boca. Vale a pena conferir. 	os, sobrancelhas 
Câmara irova Projeto de Lei do Exercitt 
calando cm a Taxa de iinação Pilicz 
O Prefeito Edson 
Medeiros de Moraes en 
viou à Câmara Munici­ 
pal esta semana o Pro 
jeto de Lei n0 009/92 
do Executivo Munici - 
pal, revogando as le­ 
is municipais que dis 
poêm sobre a cobrança 
da taxa de iluminação 
pública em Bela Vista 
. e suas respectivas al 
terações. o líder da 
bancada do PTB no Le­ 
gislativo, Vereador 
Roney Moraes Simões 
pediu que o Projeto 
fosse apreciado em re 
gime de urgência espe 
cial, o que foi acei­ 
to pelo plenário e a­ 
pós os trâmites lega­ 
is através das Comis- 
sões de Finanças e 
Orçamento e Legisla­ 
ção, Justiça e Reda­ 
cão Final, o Projeto 
de Lei foi aprovado 
por unanimidade dos 
vereadores presentes, 
ou sejam, Jorge de 
Souza. Rosa, João Ka­ 
li fe, Paulo Melo , 
Marcos Elias Rios da 
Cruz, Cassio Acioli, 
Carlos Alberto Oca - 
riz,· Getulio Lino e 
Roney Moraes Simões. 
LEIA MATtRIA COM- ' 
PLETA NA PÃGINA - 05 [ 
DESTA EDIÇÃO 
aro leste no ltedimenl 
dlo Protor loral 
Prefeito - Edson Mede.iras de Moraes 
CECITEC PRORROGA F 
DE ENTREGI DE PROJET 
PÁGINA - 05 
Com o objetivo de aprimorar o atendi­ 
mento ao produtor rural, o Departamento 
de Inspeçao e Defesa Agropecuária do Es­ 
tado (Iagro) acaba de promover um curso 
de reciclagem para cerca de 100 secretá­ 
rios e secretárias que trabalham nos 72 
escritórios.locais 6 regionais e da sede 
em Campo Grande. Realizdo ara duas tur 
mas, o curso abordou as características­ 
do trabalho de secretária, téc!as bási 
cas de arquivamento e.ainda noções gera­ 
is sobre o proprio Iagro. PÁGINA - 08 
Um morto e cinc feridos 
na violeta colisã 
Um morto e cinco feridos, foi o saldo 
de grave colisão ocorrida domingo passa­ 
do, ãs 15:30 horas, nas proximidades da 
Contrijui , saida para Guia Lopes da La 
guna. 	- 
O Soldado P Vargas, Guarda Municipal 
Jacques e populares tiveram grandes dii 
culdades para retirar as vitimas que e;~ 
tavam prensadas entre as ferragens. 
LEIA MATÉRIA COMPLETA NA PÁGINA - 03 
DESTA EDIÇÃO.

------------------------------------- 
JUSTICI QUER DEFENSORIA 
Atravó de uma comissão 
criada a partir do Programa 
Nosno 1ndio, Um Cidadão, a Se 
crotaria de Justiça e Trabalho 
f.z um levantamento da atuação 
da população indígena no Esta­ 
do, a fim de propor mecanismos 
porn vilar rxploraç6eD no mor 
cado de trabalho, e na socieda 
de <•m <Jera l, 
De todas as propostas do 
Secretaria, a mais ousada cer­ 
tamonte é ...i crlac5o dn Dcfcnoo 
ria PGblica do !ndio. - 
Segundo o Secrct5rio ad­ 
junto da Secretaria de Justiça 
e inlogrante do Progrnma, Man­ 
frc<lo llves Correia, já foram­ 
fcitou contatos com a procura­ 
dora chefe da Defensoria Pú 
Muitos Povos, Diferentes Histórias 
A história da população indígena na região de Mato Grosso do 
Sul pode ser dividida em duas etapas: a pré-colombiana, onde gra 
ças a abundância de recursos naturais houve uma intensa ocupa= 
cão; e a moderna, onde a disputa pelo espaço acabou levando ao 
extermínio de alguns povos, como os Kaiapó, que viviam na região 
nordeste do Estado e os Paiaguá, que eram canoeiros, Hoje, ases 
timativas são de que existam apenas 40 mil indígenas em Mato= 
Grosso do Sul, um quarto deles vivendo fora das·aldeias. 
são cinco povos que, apesar de suas populações reduzidas,so 
mam ainda o segundo maior contingente do País. 	- 
SÃO OS SEGUINTES: 
GUARANI - são cerca de 20 mil, vivem no sul do Estado divididos­ 
em duas tribos, os Kaiowá e os Nhandera. A maioria está em reser 
vas indígenas, conservando alguns traços culturais como a lín= 
gua, cerimónias religiosas e outros hábitos. 
TERENA - são 15 mil e vivem na região de Miranda e Aquidauana. 
Desses, apenas 10 mil vivem em áreas reservas e os restantes em 
fazendas e cidades vizinhas. Conservam, além da língua poucos va 
lores tribais. 
KADIÉW - Descendentes das tribos Guaikuru, hoje eles são apenas- 
1.200. Vivem na região de Bodoquena e Porto Murtinho. Seus ob 
jetos de cerâmica são muito apreciados. 
GUA'J'Ô - Do Tronco Macro-Jé, vivem em canoas e tinham característi 
cas culturais e linguisticas muito próprias. Foram exaustivamen= 
te estudadas por cientistas de vários países mas hoje restam ape 
nas cerca de 250 -índios Guató, que vivem no norte de Corumbá. 
OFAYÉ-XAVANTE - Já foram considerados extintos, mas hoje uma pe 
quena comunidade com apenas 70 elementos, lutam para resgatar a 
etnia. Vivem às margens do Paraná, na região de Tres_Lagoas. 
-------------------==-=--====================================== 
blic , Eloi Maciel, que encum­ 
pou a idéia. A Funai, que ofii-­ 
almento a responsável pelo as­ 
sistencia jurídica ao índio, ta 
Lm concordou com a proposta. Pa 
ra Manfredo Correia, a implanta­ 
cão de Defensorias Públicas espe 
cializadas, em todas as comarcas 
onde houvesse população indígena 
será um espaço a mais - em cola­ 
boração com a Funai - na clcfraa­ 
do indivíduo. Oa eatudoo poro a 
criação da Dcfcnooria PGbiica Jà 
foram encaminhados à procurado - 
Outra preocupaç5o da Secre­ 
taria 6 com a fiocalizaçào da 
mão-de-obra indígena empregadas­ 
pelas empresas da região. 
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Um morto e 
na violenta 
cinco feridos 
colisão 
Um morto e cinco feridos, foi o saldo de grave colisão ocorri 
da domingo passado, às 15:30 horas, nas proximidades da "Cotri - 
jui", saida para Guia Lopes da Laguna. O soldado PM - Varqas , 
Guarda Municipal Jacques e populares tiveram grandes dificulda - 
de para retirar as vítimas que estavam prensadas entre as ferra 
qens. 
CARONISTA MORREU NA HORA 
Conforme depoimento de testemunhas, um "Piat" com chapa de 
São Paulo, dirigindo por Lelson Antonio Capoano, que tinha como 
passageiros Daniele Vieira Capoano, 4 anos; Edilson de Oliveira, 
10 anos (residentes em Dourados) e o caronista Abdala Jorge Jate 
nc, rua Dr, Euclidca Boussay. Miranda, vinha com destino à cida­ 
de. Ao atingir aquele local, devido a pista estar escorregadia , 
colidiu frontalmente com a D-20 chapa MR-2095, conduzida por 
Wilson Martins Junior, tendo como acompanhante Marley Reinaldo 
Loureiro (moradores em Maracaju), que também trafegava cm alta 
velocidade. Como ambos derraparam a colisão foi inevitável. 
Com o impacto, o caronista Abdala Jorge Jatcne morreu na ho­ 
ra. 
TRÊS FERIDOS GRAVES 
Lelson Antonio Capoano (motorista do "Fiat") teve as duas per 
nas quebradas. Os menores Edilson e Daniela sofreram várias fra­ 
turas e foram removidos às pressas a Hospital de Campo Grande 
Wilson e Marley, que estavam na D-20, receberam ferimentos le 
ves. 
O sargento Clodoaldo e os soldados Fred, Irineo e Savio, tam­ 
bém compareceram prontamente ao local e tomaram todas as provi - 
dências que se faziam necessárias. 
MOTORISTAS DO ASFALTO 
Os motoristas do asfalto são os principais causadores de aci­ 
dentes na região. são verdadeiros mestres em guiar em trânsito 
congestionado das capitais, mas se perdem completamente quando 
encontram pela frente estradas lamacentas, cascalho solto, ban­ 
cos de areia, rodovias tortuosas, pontes estreitas e falta de 
sinalização. Seria oportuno que os técnicos do DNER elaborassem 
uma apostila para conscientizar os motoristas do asfalto dos pe­ 
rigos que as estradas de chão oferecem. (F.B) 
Menores Homicidas Confinados 
em Campo Grande 
Por determinação do Juiz de Direito Dr. Jairo Luiz Quadros , 
os menores H.R.L.C (l5 anos); J.C.B (17 anos) e M.A.S (16 anos), 
que há mais de dois meses, nas proximidades da zona do baixo me­ 
retrício assassinaram de forma brutal Manoel Raimundo da Silva 
(26 anos) e estavam presos na cadeia pública local, sob escolta 
dos soldados Marival e Galeano, fo;ram encaminhados ao "Estabele­ 
cimento de Guarda e Assistincia ao Menor, de Campo Grande" 
Recorda-se que eles, por motivos futeis, trucidaram a infortg 
nada vítima à facadas, pauladas, pedradas, enfiaram-lhe um pau 
na boca, furaram-lhe um olho e cortaram-lhe o pênis. 
Presos com 
na Ilha do 
Maconha 
Padre 
Por volta das 10:40 do dia 12/10, foram presos em flagrante 
por tráfico de entorpecentes "MACONHA" "CANABBIS SATTILINNEU" , 
os elementos DÃRIO DIAS RODRIGUES, residente em Jardun-MS, DAN,!_ 
ELA PEREIRA DOS SANTOS e MOISÉS INFRAN, ambos residentes em Bo­ 
nito-MS, todos foram conduzidos até o DEPOL e autuados, ocorre~ 
eia atendida pelo 10 Sargento PM Clodoaldo, que fazia patrulha­ 
mento na Ilha do Padre. 
Apreensão de Veículo 
A guarnição de Rádio Patrulha, comandada pelo 10 Sgto Fernan 
des, apreendeu a moto CB 400 Placa BU 04l cor preta, por não 
portar documentaçao exigida por Lei. 
Acidente de Trânsito na BR-276 
 
Por volta das 20:00 hs, do dia 09 de outubro de 1992, no 
cruzamento da BR-267 com a rua Cel. Stuck, colidiram-se a moto 
H d CG 125 Placa EA 028 de Jardim, e o caminhão Mercedes Benz 
laca ícy 3o41 de curitiba-PR, o Motociclista MARCELINO 
CASTRO, foi socorrido ao Hospital Mal. Rondon, com escoriações 
generalizadas. 
Tentativa de Homicídio 
em Porto Murtinho • 
· lt das 00:30 hs no Clube "CARANDAZAL" -.,m Porto Murti 
Por vo a • ' • - 	• f - 
h 
" ICARDO CABALLERO" . residente a rua Cap. Cantalice, e etu- 
nl1o R I 	+ 	ie .-.: E : 
ou vários disparos de arma de fogo,_contra 'Eugenio 'spinosa a 
• d lh a altura da face a vitima foi socorrida ate ao 
tinginlo- e n 	, 	. 
• 
1 
l l 
O criminoso evadiu-se do local tomando rumo 1g- 
Hospita oca , 	. 
norado. o fato foi registrado na DEPOL local. 
SE VOCE NIO SE CUIDAR 
1 110S VII TE PEGIR 
Por voJtn don 
14:30 h, do dia 03 
de outubro de 1992 , 
a proprietária do 
"BAR SETE COPA", s­ 
licitou a Rádio-pa - 
trulha, sob o Coman­ 
do do CB PM Marque, 
ardi 
Embriaguês D 
Por volta das 
22:00 hs do dia 03 
de outubro de 1992 , 
a Rádio patrulha da 
Policia Militar, sob 
o comando do CB PM 
Marques, foi solici­ 
tada pelo Sr. Gabino 
Rola, sendo que o 
Ten ativa d:e Homicídio 
Porte 
Por volta das 18: 
30 hs, do dia 01 de 
outubro de 1992, a 
Rádio-patrulha da Po 
licia Militar sob o 
Comando do ST PM GUI 
MARÃES, quando fazia 
ronda nas imediações 
sendo que a mes a - 
informou que o Sr. 
Luiz Antonio Alonso 
encontrav -se 
vendo desord. 
promg 
no 
referido ar, 
Guarnição chegou 
ao local s consta - 
mesmo informou que 
em fren e de sua ca 
sa encontrava-se 
caído sobre o solo 
o Sr. Valdecir Rega 
la, com um tiro na 
perna direita e um 
golpe de faca na 
costa, sendo que a 
do "BAR SETE COPA", 
e ao abordar o Sr. 
MARQUES MARTINS MAR 
QUES, que se encon­ 
trava naquele local, 
constatou que o mes 
mo portava um "pU - 
NHAL" e encontrava- 
ou p' o do n ·s - 
mo e vr inhou pa 
ta p ci de 
Policie vil. 
vítima foi socorri­ 
do pela guarniçaõ e 
encaminhada para o 
Hospital Marechal 
Rondon, e o autor e 
vadiu-se do local 
tomando ru:no igno.r~ 
do. 
ran a 
se completamente cm 
briagado, diante de 
tal fato a quarni - 
ção efetuou a pri - 
são do mesmo e enca 
minhou para a Dele­ 
gacia de Polícia Cl 
vil. 
Esfaqueamento 
Por volta das 23: 
30 hs do dia 01 de 
outubro de 1992, deu 
entrada no Hospital 
Marechal Rondon, o 
Sr. VITALINO FERREI- 
Por volta das 19: 
00 hs do dia 01 de 
outubro de 1992, deu 
entrada no Hospital 
Marechal Rondon, o 
Sr. CASSIMIRO ORTI , 
segundo informação 
Por volta das 18: 
55 hs do dia 30 de 
setembro de 1992, a 
Rádio-patrulha da Po 
lícia Militar, sob o 
Comando do SGT PM 
Santos, foi solicita 
da pelo DR. ROBERTO­ 
COSME, o qual infor­ 
mou que em frente a 
Academia Corpo e Al-­ 
ma, o veiculo Ford 
RA PROTES, residen­ 
te na chácara São 
Sebastião, segundo 
informação da víti­ 
ma a mesma estava - 
no Bar Ponta Porã , 
e quando discutiu - 
com um elemento a 
mesma foi atingida 
com um golpe de fa­ 
ca, e o autor eva - 
diu-se Co local. 
do mesmo, após dis­ 
cutir com seu filho 
o mesmo efetuou 05 
(cinco) tiros de re 
vólver calibre 227 
contra o seu pró 
prio pai, sendo que 
Del Rey de Placa AR 
5724, conduzido pe­ 
lo adolescente V.B. 
M, colidiu-se com 
uma Brasília de Pla 
ca EA 0279, conduzT 
do pelo Sr. Louri 
val de Campos, sen­ 
do que o condutor 
da Brasília sofreu 
um pequena lesão no 
nariz, decorrente 
um dos tiros atin - 
giu a costela da ví 
tima e o infrator 
evadiu-se do lo - 
cal. 
do acidente, aguar 
nicão chegou ao lo­ 
cal e constatou os 
fatos, e apreendeu 
o veículo Ford Del 
Rey juntamente com 
o adolescente e en- 
.caminhou para a De­ 
legacia de Polícia 
·Civil. 
Oração 
de um 
para a Mãe. 
Excepcional 
Pai, coloco minha v(da en suas nos, para aliviar os sofrLentos de reu filho. Peço-lhe Se 
nhor: 
Alivio para suas dores; Socorro para os rorentos que est!yer e per!go; Prcte;ão par suas 
hor.ns lnde fes.'.ls. 
Recorre-e Senhor para dar a rcu f!lho retos de ser feliz._Para que ele tenha as alerfas 
da Infanc!a, resmo que cronologfcaente tarde. Na Sua r!ser!côrd!a, PaI, stão todas s rf - 
nhas esperanças de un dia o ouviros dizer: Papai, Marie, espero rec raça te sentir se 
us braços, suas 0.10s, <" ver seus sorrisos. Ajude-re, Pai, a ter: Pactrcfa para ensinar-lhe 
tudo que for- possível; Coo:p.aixão para coe os outros defletentes; Satisfação com as elhoras 
ainda que pequenas; Compreensão para c o os Ignorantes; Saüde ara poder cu!dar d e l e ; a l e ; { - 
as para co ele repartir; animo para viver; Resignação para coi a ua vontade Paf! 
Peço-lhe para perdoar e dar cor.preensão aos pais, frios e todas as que não aceltanas Ex­ 
cepc!onais. Apare os deffclentes órfãos, os abandonados, o esquecidos. Ilu!ne, Senhor, os 
clent1stas1 fisloter.1pcutas, professores e todos que são dt!dlcados 110s doentc:=s. Dê-lhes cora­ 
e para nao desanirarem e seu trabalho. Agradeço-lhe, ta!é, pela confiança que teve e 
ri, entregando-e ur anjo coo fIIho, e por tantas alegrias que ele me di. 
Proeto-lhe,,Pat, que tudo fare! para que ele safba de Sua ex!stnc!a. 
E satba ai-lo. Esteja sempre conosco. Aé 
Hospital Santo Aleixo 
Dir. Clínico - Dr. Alexandre Frizzo 
Convênios: Unimed, Banco do Brasil, 
Prefeitura Huniclpa1, Caixa Econõmi 
ca, SUDS e Fazendas. 
Plantão: 24 horas 
Fone: (067) 255-1261 
llonito - MS

, 
A. 
.... ) , 
Antenor 
D,de julho de 19 
'!0, •Jir.o,; lnnintinclo 
na necessidade de 
criação de uma SECRE­ 
'TAIA NACIONAL DO 'TRA 
Hl'L!!O nu H/IL. - 
Tqor.:i, nu condição 
d<' convjdado o(iciul­ 
mente apresentar 
propostas e Sugestões 
para a nova Legisla - 
ão 'Trabalhista Ru 
rnl, r,otumor. novamcn­ 
Lc oprcocntando a pro 
posta de criação da 
referida occretarla , 
coneiderundo o ocguin 
Lc: 	- 
a) a imperiosa ne­ 
cessidade de estabele 
cor, na órbita fede= 
ral, um programa de 
manutenção do traba - 
lhador rural cm seu 
próprio meio, evitan­ 
do o êxodo rural; 
b) ser impostergá­ 
vel instituir cursos 
e programas de apren­ 
dizagem a menores de 
l 8 anos, treinando-os, 
especializando-os e 
antendo-os no campo; 
e) a conveniência 
de estudos e elabora­ 
cão de normas legais 
ue permitam contra - 
tos de trabalho na 
ondição de menores - 
prendizes, também no 
neio rural, possibili 
t ando a estipulação 
de salário corres - 
pondente; 
d) que há nece­ 
idade de aprimorar 
um melhor relaciona 
mento entre capital 
e trabalho no com - 
po, evitando-oc di­ 
vcrgónciao e contra 
vérsias desgqastan - 
tes entre as partes: 
e) a necessidade 
de estudos constan­ 
tes, com vistas a a 
perfeicoar a legis­ 
lação aplicável às 
relações trabalhis­ 
tas rurais, obser - 
vando as peculiari­ 
dades do campo; 
f) as relações - 
entre capital e tra 
balho nccessi ta, cxiiii 
pulsoriamente, de 
um organismo, sob 
os auspícios do Es­ 
tado para que, com 
autonomia e celeri­ 
dade melhor possa 
administrar e diri­ 
mir as questões da 
área rural. 
Ao nosso ver, os 
inúmeros problemas, 
conflitos e greves 
que assolam o setor 
trabalhista urbano, 
tomam por completa 
as atenções das au­ 
toridades trabalhis 
------· 
• 
eegrmno 
:i.5To o Ti:no E FEVticü õcii 
-- AO ALCANCE Dr TOS 
CRIAÇÃO DA SECRETARIA NACIONAL DO TPAALHO RURAL, 
PROPOSTA AO PRESIDENTE ITAMAR FRANCO 
tas do Governo 
com isso, o carpo co 
mo e:pro, é relega­ 
do a um plano ecun­ 
dário. 
Por tudo isso, en 
tendemos er opor u­ 
na a aprcanntação do 
proposta dú CRIAÇÃO 
DA SECRETARIA NACIO­ 
NAL DO TRABALHO RU - 
RAL, ao novo Presi - 
dente da República , 
Dr. ITAMAR FRACO, o 
que estamos fazendo 
através de documento 
remetido ao Palácio 
do Planalto. 
APOIO DAS ENTIDADES 
RURAIS 
Nesta oportunida­ 
de, conclamamos o a­ 
poio das entidades - 
rurais (Sindicatos , 
Associações, Coopera 
tivas, Federações de 
Agricultura, etc), a 
fim de que remetam o 
fícios, telegramas~ 
telex, telefax aos 
Deputados e Senado - 
res que representam 
a bancada rural, pa­ 
ra que intercedam 
junto ao Presidente 
da República, Dr. lta 
mar Franco e Min. do 
Trabalho, cano objetivo 
de que seja criada,··fina 
rrente, a Sec. Nac. do Tra 
balho Rural. - 
Perguntas & Respostas 
TRJBlLHO URBANO 
Pergunta - Membro 
suplente da CIPA, tem 
direito à cstabilida 
de provisória? 
Resposta - t uma 
questão polêmica. Par 
ticularmente, enten­ 
do que os suplentes 
devam ter direito à 
estabilidáde no em - 
prego, pelo fato de 
estarem atuando jun­ 
to aos membros titu­ 
lares na busca da 
prevenção dos aciden 
tese doenças do tra 
balho. - 
TRABALHO RURAL 
Pergunta - Gosta­ 
ria de saber quando 
o afastamento por mo 
tivo de doença ou a~ 
cidente afeta o di - 
reito do empregado 
às férias. 
Resposta - O di - 
reito às férias do 
empregado ficará afe 
tado, perdendo ele 
portanto, o seu des­ 
canso anual, se per­ 
manecer afastado por 
motivo de doença ou 
acidente de trabalho 
por mais de 6 (seis) 
meses, desde que is­ 
to tenha ocorrido 
dentro do seu perío­ 
do aquisitivo. Ini - 
eia-se a contagem de 
um novo período aqui 
sitivo, a partir de 
quando, efetivamen - 
te, retornou ao tra­ 
balhou. 
TRABALHO DOMÉSTICO 
Pergunta - Quan - 
tos dias de férias 
devem ser concedidos 
à empregada domésti­ 
ca, 20 ou 30 dias? 
Resposta - A pro­ 
fissão de doméstica 
passou a ter prote - 
cão legal a partir 
de 1972, com a Lei 
5.859/72, que estale 
cia, no seu art. 3o, 
que tais empregados 
teriam 20 (vinte) di 
as de férias, após 
cada período de 12 
(doze) meses de tra­ 
balho. Entretanto , 
com o advento da 
Constituição Federal, 
em 05.10.88, o refe­ 
rido dispositivo foi 
revogado, uma vez 
que a nova Carta Mag 
na, estabeleceu féri 
as de 30 dias corri= 
dos para os domésti­ 
cos, equiparando-os, 
nesse tocante, aos 
urbanos. 
PREVIDRNCIJ SOCIAL 
Pergunta - Gosta- 
ríamos de saber co­ 
mo proceder com um 
empregado que traba 
lha em três empre - 
sas, que, embora do 
mesmo grupo, possu­ 
em seus respectivos 
CGC. 
Resposta - Se o 
empregado recebe 
três remunerações , 
de trés distintas 
empresas, não impor 
tando pertencerem 
ao mesmo grupo eco­ 
nômico, para fins 
de fixação de alí - 
quota determinante 
do valor do descon­ 
to a se deduzir 
das suas remuneracõ 
es, o seu salário 
deve ser somado, ob 
servando-se, sempre 
o limite do salário 
de-contribuição, co 
mo se ele recebesse 
essas retribuições 
de uma mesma empre­ 
sa e não consideran 
do-se salários indI 
vidualizados. Salã= 
rio, na caso, o to­ 
tal retebido, não 
importando a ori 
gem. Se a soma ul - 
trapassar o teto má 
ximo, a base de cáI 
culo será esse limi 
te do salário-de 
contribuição e a ta 
xa de 10%. 
Os jornais afhados à Assomas lo Nacional de Jornal' 
ANJ comprometem-se a cumprir os seguintes prece+tos 
7 
~ S,<1rnl", m,,n!,d, rl, "P""'• 
o funcionaml.'nlo sem restrições 
da imprensa e o livn: exerr!cio 
da prof 155Jo 
:]Ap,m, p,bUon, ""'''' 
dos fatos de interesse público, 
não admitindo que sobre eles 
prevaleçam quaisquer interesses 
,,::: j""'"'""' fo, .. ,, "' 
humano, os valores da democracia 
representativa e a livre iniciativa 
r 
O
. G nir.tir a puht;.-.i iio dl' 
contr staôes objetivas das pessoas 
ou organizações acusadas, em suas 
páginas, d atos ilicite ou 
comportamentos condenáveis 
igilo de suas fontes 
Respeitar o dln:ito de cada 
indivíduo à sua privacidade, 
salvo quando esse direito 
constituir obstáculo à 
infonnoçüo de interem público 
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Diferenciar, de forma Identificável 
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Por intercessão de Santa Clara Senhor todo d 
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degrrae sobre t suas copiosas gracas, a,"", Paz e a traqut1idade, 
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POLíCII FLORESTIL ESTÍ PREPIRI 
A Comparhi de Po 
15eia Floresta1 j 
enti preparada para 
garantir a proibi;ao 
da pesca durante a 
piracema. A informa-­ 
ão ó do'Major Anqe-­ 
lo Hn!Jr-lo, com,lndrin­ 
te da Flore, al. A - 
pós cinco ano cose 
cutivos realizado oG 
ne tipo de fiscaliza 
ão, a Florestal acü 
mulou conhciaento 
e ceriéncia ufici 
ente para realizar 
um ótimo trabalho 
"No inicio lnllDVD 
domínio da técnicas 
ilícitas de peca e 
até do próprio Panta 
nal. Hoje, conheco 
Câmara Aprova Projeto de lei do Executivo 
acabando com a Taxa de Iluminação Pública 
l l 
O Prefeito Edaon 
Medeiros do Moracs 
enviou ã Cãmora Muni 
cipal esta scmnna ~ 
Projeto de Lei no 
009/92, do Executivo 
Municipal, revogando 
as leis municipnis 
que dispõem sobre a 
cobrança da taxa de 
iluminação pública 
em Bela Vista e suas 
respectivas alteraçõ 
es. O líder da banca 
da do PTB no Legisl~ 
tivo, Vereador Roney [ 
Moraes Simões pediu 
que o Projeto fosse 
aprnciado em regime 
de urqência especial,---~=­ 
o que foi aceito pe- Pref. Edson Moraes 
lo plenário e após 
os trâmites legais a 
través das Comissões 
de Finanças e Orça - 
mento e Legislação , 
Justiça e Redação Fi 
nal, o Projeto de 
Lei foi aprovado por 
unanimidade dos vc - 
readores presentes 
ou sejam, Jorge de 
Souza Rosa, João Ka­ 
life, Paulo Melo 
Marcos Elias Rios da 
Cruz, Cassio Acioli, 
Medeiros de Moraes 
que dcvqrá oancioná­ 
lo e publicá-lo nos 
próximos dias. 
Importante ressal 
tar que o Prefeito 
Edson Medeiros de Mo 
raes tomou a inicia­ 
tiva de exlinguir a 
taxa de iluminação 
pública em Dela Vis 
ta depois de consuI 
taro Ministério P 
blico (Promotoria 
de Justiça da Coroar 
ca) e receber pare= 
cor considerando a 
cobrança inconstitu 
cional. - 
O exemplo de Be­ 
la Vista deverá ser 
seguido por outros 
municípios da regi­ 
ão e do Estado, que 
também vém sendo 
bastante afetados - 
com os altos valo - 
res cobrados a títu 
lo de taxa de ilumT 
nação pública. 
Foi prorrogado de 02 para 09 de outu­ 
bro o prazo de apresentação dos projetos - 
de pesquisa, realização de eventos e publi 
cações, que serão analisados pelo Conselho 
Estadual de Ciência e Tecnologia (Cecitec) 
para a liberação de recursos à fundo perdi 
do, dentro do calendário de fomento 92/93. 
Deliberação do Cecitec neste sentido­ 
foi publicada no Diário Oficial. 
Segundo o secretário-executivo do 
Cecitec, Paulo Bonfim a prorrogação foi 
feita em atendimento à reivindicação das 
principais entidades de ensino e pesquisa-­ 
que normalmente apresentam projetos. 
A expectativa para o atual calendário 
é de que cerca de 200 projetos, nas mais - 
mo cada uma das al 
trnativas que s o 
u ilizadas, corno es 
conder peixe no ma 
to ou usar bnnde1 - 
rs estrangeiras. E 
lnso facilita nosso 
ri.tb lho''. 
Os números con - 
firmam que a fisca­ 
lizução Lcn ~urtJdo 
Carlos Albr-rto Oca - 
riz, Getulio Lino o 
Roncy Moracs Simões. 
Com a aprovação 
pela Câmara Munici - 
pal do Projeto de 
Lei do Executivo M'u­ 
nicipal, que passa a 
vigorar desde 10 de 
outubro, os consumi­ 
dores belavistenses 
automaticamente po - 
dom sentir-se mais a 
liviados com a queda 
da taxa de ilumina - 
çáo pública que vi - 
nha se constituindo 
num grande transtor­ 
no para todos, prin­ 
cipalmente os de bai 
xa renda que muitas 
vezes recebiam as 
contas de luz com o 
valor da iluminação 
pública maior que o 
consumo residencial. 
O Projeto aprovado 
pela Câmara volta pa 
ra o Prefeito Edson 
e d pesca irroga - 
!-r durar a Pirace 
costur chegar 
a é 1 toneladas 
por indi IÍduo. lloj<:.>, 
eJundo o comand .nte 
da Pnlícin rlorratnl, 
o	, e volume c a i u 	c e r 
ca de 80 por cr-rLO ~ 
"Se antes considerá- 
diversas áreas, sejam apresentados para a­ 
valiação do Cecitec. 
O valor mínimo financiável para cada­ 
projeto é de 297,45 UFF.RMS (cerca de Cr$ 
7 ,5 milhões). 
Atualmente o Governo Pedrossian está 
patrocinando, através do Cecitec, 50 proje 
tos, aprovados no calendário de fomentos 
do ano passado. 
Mensalmente são destinados cerca de 
Cr$ 300 milhões para a implementação des 
tes projetos. O objetivo é estimular a pes 
quisa e o desenvolvimento de novas tecnolÕ 
gias, a serem aplicadas para a moderniza= 
cão das atividades produtivas, entre ou­ 
tras. 
va,} a preen ° 
como um fator por1ti 
vo, hoje compreende­ 
rio que elas são ne­ 
qativa., pois signi­ 
ficam que o ma! já 
foi .eito. Por isso, 
procuramos estar pre 
sentes para evitar 
que elas acont çam". 
Am da checagem 
coo 
(9 	i 
to 	utra 
tade 
pela Fl o I n 
Piracoma, a 
barreira na ett4 
das, principalmente 
DR- 2, para qaran -­ 
tir o cuprin n de 
Li. 
Dia 17 /10 /92 não esqueça, não 
pode vacilar, tem que vacinar 
,,., 
E SE T 
~LOCADORA· 
.'_ ARA MEGA DRIVE 
· TAS NINTENDO E OUTROS 
BARÃO DO TRIUNFO, I38l cNrRo 
--- • 
439- 1390 
Mensagem aos 
Professores 
Profco:;or 
Quando, noite velha, tu te encontra - 
res ainda debruçado sobre pilhas de ca - 
dcrnos ou trabalhos escolares, a vista 
ardida, o corpo penso, a alma desvalida, 
e pensares em desfalecimento; 
Quando a sensação de fracasso te si - 
tia com aceno de fuga para deixar a meio 
o trabalho cm andamento; 
Quando a ingratidão aparente te fere 
a alma generosa que se doa sem margens 
nem restrições, despertando em ti a re - 
volta e a lágrima, descobrirás que: 
A avalancha que ameça soterrar o teu 
alento estão construindo o HOMEM! 
E quem constrói o Homem trabalha para 
eternidade! 
Parabéns pelo teu dia professor. 
Homenagem da Direção da EEPEPG Prof<! 
Vera Guimarães Loureiro. 
"Ao Dia do Professor" 
Prof~ Ruth Janete Calestini - Diretora 
===//============ 
Professor ... 
Urgente se faz abrir os olhos e oco­ 
ração e começar esta grandiosa tarefa a 
construção de um ser humano. 
t preferível começar com pequenas coi 
sas uma a uma, dentro de suas possibili­ 
dades, do que ficar eternamente sonhando 
com uma sociedade mais humana e igualitá 
ria para um futuro tão distante. - 
O JMAN1IÃ COMEÇA AGORJ .• 
voce ~ RESPONSÃVEL. 
15 de Outubro 92 - DIA DO 
PROFESSOR 
Secretaria Municipal de 
Educação de Bela Vista 
ORJCÃO A SÃO JUDAS TADEU 
(Para ser recitada em grande aflição, 
ou quando se parece privado de todo o au 
xílio visível; e para os casos desespera 
dos). 
"São Judas, glorioso Apóstolo, fiel 
servo e amigo de Jesus! O nome do trai - 
dor foi causa de que fosseis esauecído 
por muitos mas a Igreja vos honra e in­ 
voca universalmente. como ô patrono dos 
casos desesperados, dos negr-· - ~e­ 
médio. Rogai por mim que sou tao miserá­ 
vel! Fazei uso, eu vos imploro, desse par 
ticular privilégio que vo; =oi concedido, 
de trazer visível e imediato socorro, on 
de o socorro desapareceu quase por com= 
pleto. 
Assisti-me nesta grande necessidade ; 
para que eu possa receber as consolações 
e o auxílio do céu, em todas as minhas 
previsões, tribulações e sofrimentos, al 
cançando-me a graça. (Aqui faz-se o pedi 
do particular); e para que eu possa 1ou­ 
vara Deus convosco e com todos os elei­ 
tos, por toda a eternidade. Eu vos proe 
to, õ benditos. Judas, lembrar-:ne sem= 
pre deste grande favor, e nunca deixar 
de vos honrar como meu esoecial e oodero 
so patrono, e fazer tudo Ô que estiver 
no meu alcance para espalhar a devoção 
para convosco. Amém". 
S. Judas, rogai ·por nós e·por todos 
os que vos honram e invocam o vosso auxí 
lio. 
3 Pai-Nossos, 3 Ave-Marias, 
(M.C.A.O) 
3 Glórias.

,2 - 
Frases que Marcaram a 
Carreira do Deputado 
Frase que marcaram a carreira política do Deputado Ulysses Guimarães: 
" ta ou do ramo, de full-tIe em política, nio ou u msdor", em dezembro­ 
de 1975. 
" A opotção é fundamental n quem queira exercer o governo no Intuito de ncer 
tr e em proveito do bem público" (junho de 76, o Jornal da Tarde). 
" Me repeltem, eu nou o Prealdente da Oponfçio" (afastando polfcfais durante 
cofclo em Salvador, na campanha eleitoral de 78). 
' político é como cozinheiro. quem faz o melhor bocado nem sempre coe",( o­ 
bre seu deefo de conseguir a Prefdencla da República). 
" Eu amo o l'IIDIJ como um filho, uma pensoa da minha família, e quando ne defxa 
um caro deu Importância Isso se transforma num caudal de recordações". (s 
vperua de entrepar o cargo de Prendente do Partido para Oresten Quérc1a) 
" O 'Tancredo e falou que o político te que ner forte no seu Estado. Eu nun­ 
ca levei 1suo a nérlo". (Em julho de , comentando o npoio do entoo governa­ 
dor de São Paulo, Franco Montoro, a Tancredo Neves. Tancredo disputava com 
Ulyses indicação para ner candidato Presidência da República). 
ULYSSES MEU MESTRE 
11 Se eu julgasse que ele (Orestes Quércta) não tem 
meu voto. Eu estou trabalhando para a nova chapa, 
an minhun próprioo. ( •• , ) Eotá certo que eu era a 
março de 91, ao Jornal Gazeta Mercantil , nobre a 
cio i1 Preoidêncin do PMDB). 
credenciain, ele não teria­ 
maia do que trabalhei para 
noivo dos outras vezee".(EIII 
1ndfcacão de Orestes Quer - { 
~- 
"Quando. sou saudado nas ruas, buzinas, aplausos, aplaudido noe restaurantes, 
mnnHcotuçÕeo de todoe oe lados, i.oeo me. parece realmente o poder, o poder P~ r
1 
~ 
pular, o poder que vale, o poder que consagra" (Em marco de 9l, ao Jornal Ga- [ 
?.cto liercantil eobre o "perda" de poder com o afastamento do presldencia do 
PMDB). 
"Navegar é preciso, viver não precto". (Citando o poeta Fernando Pessoa - 
em dincurso como anticandidato à Preoidêncio, cm 74). 
" Governar é aumentar salários", (Em fevereiro de· 79, ao jornal Folha de São 
Paulo, definindo a expressão governar no Brasil dos anos 70). 
"Governo xiquc-xique é este que aí está. Niio dó sombra nem encosto. Para a 
Naçno, niio dó. Paro os amigos, parentes e protegidos, presenteia com governa­ 
dorias e senatorias biônicas, embaixadas, empréstimos e negócios. Passa o ser 
então o governo da sombra e água fresca", (sobre o governo Ernesto Ceisel). 
" O MDB La chamar-se Aliança Democrática Brasileira. Mas o Tancredo Neves dis 
se que era pre'ciso nome de macho, MDB é mais forte mesmo". 	- 
" Fico irritado com aqueles que descreem da luta. Então, qual a opção? Ficar­ 
em casa, tomando chope e vendo jogo do Corínthians?" 
"Sou velho, mas niio velhaco", (de setembro deste ano, em reação aos ataques­ 
disparados pelo presidente afastado, Fernando Collor, que o classificou como 
"senil e esclerosado") . Complemento: "Não vou competir com o Presidente 
porque não tenho se? vocabulário de baixo calão". 
"Quando acaba a razão, começa o grito", idem. 
"No início, achei que era uma briguinha de irmãos. Depois, verifiquei que 
estávamos diante de uma pororoca de lama",(setembro Último, sobre as denúnci­ 
as que surgiram no longo da CPI de PC Far1as). 
" A Nação tem tido mais sorte do que juízo ", de maio de 92, início da CPI. 
"Aceito ser o bombeiro da crise", idem, época em que Ulysses era cogitado pa 
ra o cargo de Presidente da CPI, mas foi vetado por Quércia. 
" Se Cristo fosse presidente neste sistema (presidencialista), acabaria sen­ 
do vaiado", (20/09/90, defendendo o parlamentarismo). 
"Nosso sistema de governo é a pajelança". (11/05/91, sobre o memso tema). 
"Eu bobeei! Voce não teria feito o mesmo?", em visita ao ex-presidente Ja­ 
nio Quadros, no ser advertido pela ex-deputada Dirce Tutu Quadros que o País­ 
sofria co o decisão de Ulysses de não ter assumido a Presidéncia em 15(03/85 
apos a morte de Tancredo Neves. 
oliti 
- wl 
Dr. Ulysses Guinfurãcs e Abraão Zacarias 
O Brasil está de luto. Morreu o 
Dr. Ulysses. O Presidente dos EEUU, 
l'usch,Disse: "perdemos um político - 
digno, um homem honrado, um grande 
brasileiro". 
'No Congresso, todos sentiram a 
morte do "Senhor Diretas", o Brasil­ 
morreu um pouco com o Dr. Ulysses.O 
político que tinha no equilíbrio, no 
bom senso, na arte de conciliar , 
guias de conduta parlamentar e pes­ 
soal, deixa um vazio que dificilmen­ 
te será preenchido. 
Todos nós, sobretudo os políti­ 
cos, temos exemplos a seguir, profes 
sores, MESTRES. 	- 
O Dr. Ulysses Guimarães era o 
meu MESTRE. 
Ele não era apenas o Senhor Di­ 
retas, o defensor da liberdade, da 
<lemocracia, era muito mais doq/ isto, 
era a personificação da DEMOCRACIA. 
Na Câmara dos Deputados sua pre 
sença inspirava segurança, confiança 
era o "pai" de muitos deputados, o 
Mestre que orientava, pacificava, in 
dicava caminhos e aparava arestas. - 
Não há palavras, nem adjetivos, 
para dimensionar a grandeza desse 
homem. 
toda 
A HISTÓRIA, justa no seu Julga­ 
mento, jÕ julgou o paulista de Rio 
Claro que soube, como ninguém, dar à 
política a dignidade que ela merece. 
Ele sempre esteve acima dos par­ 
tidos, das correntes, dos grupos, vi 
veu e pensou BRASIL durante toda ó 
sua vida. 
No processo de afastarento do 
Presidente Collor, ele chamou o ex­ 
presidente de "moleque", "este mole­ 
que mimado provocou muito mnl ao Bra 
sil". Falou sem Ódios, sem rancores: 
falou sereno, a exemplo das dezenas - 
de vezes (ou foram centenas?) que te­ 
ve de manifestar-se, em momentos de 
crise, para indicar caminhos. Sempre­ 
pensando no Brasil. 
Lá se foi o menino Ulysses; que 
há poucos dias, emocionou-se com as 
homenagens que recebeu de um grupo de 
jovens. 
Morreu o eterno "cara pintada" , 
pouco de cada e com ele, morreu um 
um de nós. 
SAUDADES, DR. ULYSSES, 
SAUDADES. 
MUITAS 
ABRAÃO ZACARIAS - Prefeito eleito de 
Bela Vista. 
Ulysses Guimarães nasceu em Rio 
Claro (n 125 quilômetros de são Pau­ 
lo), no dia 06 de outubro de 1916. 
Formou-se em Direito pela Uni­ 
versidade de São Paulo (USP) em 
1940. Nessa época, participou do Cen 
tro Acadêmico 11 de agosto., a,tê se 
eleger primeiro vice-presidente da 
União Nacional de Estudantes UNE) , 
em julho de 1940, 
Dirigiu o Santos Futebol Clube­ 
e ocupou a Secretaria da Federação - 
Paulista de Futebol entre 1942 e 1945. 
Foi advogado do Conselho Admi­ 
nistrativo-do Estado de São Paulo (A 
tual Procuradoria Geral), licenciou= 
se em 1947 e, mesmo sem ter trabalho 
no Conselho desde então, aposentou - 
se e 1963. 
Em 1947, foi eleito deputado à 
Constituinte de São Paulo pelo Parti 
do Social Democrático (PSD) e, em o~ 
tubro de 1950, elegeu-se deputado fe 
deral. Assuniu a presidência da cã 
mara dos Deputados em 1956 mas, dois 
anos depois, perdeu o cargo para o 
deputado paulista Pascoal Ranier1 
'azz11li. Em 1961, foi ministro da 
Indústria e Coércio no Governo João 
Goulart e, em junho do ano seguinte, 
exonerou-se do Ministério para se 
reeleger deputado, 
Como parlamentar, apoiou o gol- 
pe que derrubou João Goulart em 
1964. 
Ele acreditava nas "boas inten­ 
ções" do Movimento de 64. 
Tanto que participou de um seleto 
grupo de cinco parlamentares que redi­ 
g1u a Ato Institucional n? 1, que leg! 
• timou os militares no poder, dando a 
eles a prerrogativa de cassar mandatos 
e direitos políticos. 
Com a extinção de todos os parti­ 
dos pelo Ato Institucional nQ 2, Ulys­ 
ses foi para a oposicão,participando - 
da Fundação do MDB, e 1966. Era o Úni 
co partido de oposição consentido pelo 
regime. Em 1971, assumtu a presidência 
do partido pela primeira vez e, • em 
1974, reelegeu-se deputado federal, 
Com a reforma eleitoral, a maio 
ria dos antigos integrantes do MDB 1- 
gressou no PMDB cO Ulysses à frente. 
Em 1982 foi reconduzido à Câmara­ 
dos Deputados, enquanto o PMDB elegia­ 
no governadores e firmava-se como a 
maior organização oposicionista. 
No final de 1983 admitiu, pela 
primeira vez, ser candidato à Presidên 
eia da República. 	- 
Foi quando esteve mais perto de 
consquistar o cargo de presidente • do 
País. Em 1984, então com 67 anos, le­ 
vou multidões aos comícios pelas elei­ 
çôes diretas. Seus companheiros de po­ 
lÍtica costumavam dizer que Ulysses e­ 
ra o responsável por todo o processo - 
que resultou na ampla mobilização 
da população. 
Frustrada a campanha pe_las !. 
leiçÕes diretas - A Emenda Dante de 
Oliveira foi derrubada no Congresso 
- , a oposição sentiu que teria­ 
forças para derrotar Paulo Maluf no 
Colégio Eleitoral tom Ulyssés ou 
Tancredo Neves. Tancredo acabou sen 
do escolhido, pois era aceito pelos 
militares e tinha o apoio do gover­ 
nador de São Paulo, Franco Montoro. 
Para Ulysses, foi um golpe. 
Em 1986, Ulysses saboreou a 
glória do poder ao presidir o PMDB, 
partido que conquistou 22 dos 23 Es 
tados. Era a época da inflação zero 
e do Plano Cruzado. Com o Cruzado - 
II, e a vo.l.ta da inflação, Ulysses­ 
viu a decepcao.popular em relação - 
ao partido. Fez então, da Cansei- 
tuinte suo principal luta 
_E abril de 1989 deixou a pres1- 
denta_nacional do PDB para se cand1 
datar a Presidencia da RepÚblica.Dois 
anos depois desistiu d di 
presidência da c-- 'e .sputar a 
P id
- amara para continuar- 
na res encia do id 
d • ai, part: lo, aconselha- 
º por gos com a justificativa de 
preservar a unidade do PMDB. 
Mas, dois meses ai 
sava o b,: 	m; .s tarde, pas- 
reste "tao para o atual líder, O­ 
a cruza~ercia. Desde então, iniciou- 
a ta"PP'Parla=e±arice. vorou 
Collor. lapeachment de Fernando - 
• apoiou sem • - 
no Itamar"- restriçoes o gover 
Franco e era co,it1d 
go de primeiro- ': .alo ao car 
governo pa l ministro num possível­ 
r amentarista. 
t r air . 
araria agarra.ir.eer. 
Anuncie e Valorize· 
o Jornal Tribuna da 
Fronteira 
r 
•

',, l 
LBI/PRO 
festa do Dia as Criancas 
,,. 
OT CI 
A Primeira Datt 
Cecília Pereira de 
Moraes, Presidenta 
Oil !,ll//l'RON/V Mu11 lc i 
pal, cancelou a fes­ 
ta em Comemora;ao ao 
Dia das Crianças es­ 
te ano devido ao fa­ 
lecimento da jovem 
Marqareth Escobar 
ocorrido no último 
dia 10. Em rospcllo 
aos familiares e acn 
Limcntos pcln perda 
Jrrcpar5vcl, u Pri - 
meirn Damn decidiu 
pelo cancelamento das 
festividadas aluni - 
vas ao Dia das Crian 
ças que tradicional= 
mente a LD//PRON/V , 
a Prefeitura Munici­ 
pal e o 100 RC Mec 
realizam no campo de 
pólo do Regimento A 
j 
tonto João, no dia 
12. 
'as a Primeira Da 
ma nao poderia dej • 
:ar de levar o 'H.:.U 
carinho as criaras 
que sao atendidas 
nas quatro creches 
inanLidas p<!l,1 1,13/1/ 
PRON/V e nesta quar­ 
ta-frira, dia l4, e­ 
lu ostcve visitando 
creches dos bairros 
Espirita Sanlo, Cos­ 
ta o Silva, Conjunto 
Dr. Ely e a "Brinco 
o /prendo", no ccn •· 
tro da cidade, lcvan 
do balas, doces e 
presentrs para ale - 
gria de todn a crian 
cada. / Primeira na= 
ma esteve ainda no 
PROM/M - Programa Mu­ 
nicipal de Atendimen 
to ao Menor no pre- 
dio da antiga Ca a 
das reiras, ond 
também prosenteou as 
dezena de cri±nça 
;i C'ndidns pr:10 l'roJ<' 
to criado e i1•pl,rnL2_ 
do por ela após asu 
mir a direçao da LBAA 
PRONAV Municipal em 
89. A cada lugnr que 
a Primeira Dama che­ 
qava, sentíamos a a­ 
legria e n Stltis[a - 
ção das crianças no 
recepcioná-la, sem - 
prc com muita vibra­ 
cão e f0licidade es­ 
Larnpada nos olhos , 
prova do carinho que 
os pequenos dedicam 
à Dona Cecília corno 
é popularmente chama 
da. 
Cecília Pereira de Moracr, 
1n Dama - Presidente da Lfil/PRON/V Municipal 
Relatório Completo na LBA/PRONAV 
J 
SÓ mesmo os que 
não conhecem de perto 
a assistência que a 
LBA/PRONAV Municipal 
oferece à todas as 
creches e projetos as 
sistenciais mantidos 
pela entidade, pode 
criticar o trabalho 
da Primeira Dama Ceei 
lia Pereira de Mora - 
es. Esta semana esti­ 
vemos em todas as cre 
ches e no PROM/M e ob 
servamos de perto a 
qualidade do atendi - 
mento e a total assis 
tência prestada às 
crianças dos bairros 
e centro da cidade 
que vai desde os cui­ 
dados básicos com a 
higiene, até a alimen 
tacão com cardápio va 
riado, atendimento de 
saúde e orientação e~ 
colar. Hoje são quase 
trezentas crianças 
que recebem atenção 
r 
! 
- 
tas 
- 1 ., 
• ' I 
4 
t 
l..-~,---->--------------~-~-~ 
que diz respeito à 
assistência infantil. 
especial da LBA/PRQ 
NAV Municipal den - 
tro das Creches que, 
somadas com as cri­ 
anças atendidas no 
PROMAM, atingem nú­ 
meros nunca antes 
alcançados por ne - 
nhum órgão público 
em Bela Vista no 
Í i 
' l 
.,, 
p 
1 
' 
,. 
, 
.• 1 
) 
De parabéns a Pri 
meira Dama e toda a 
sua equipe de dedica 
das funcionárias. - 
/ Primeira Dama 
Cecília Pereira de 
Moraes, que recebeu 
a LB//PRONAV Munici­ 
pal totalmente desor 
ganizada e desquia 
dn, está preparando 
un relatório comple­ 
to de todos os mate­ 
riais, equipamentos 
e bens da entidade 
para entregá-la aos 
próximos administra- 
dores que encontra - 
rão uma casa cm or - 
dem e totalmente or­ 
ganizada para o de - 
scnvolvimento de tra 
balhos assistenciais 
à toda a população 
belavistense. Segun­ 
do a Primeira Dama 
"os bens da LB//PRO­ 
NAV Municipal são 
bens públicos e se 
rão todos cataloga - 
dos e rcgistr~dos - 
em documento para - 
que não sejam des - 
vindos das finalid 
d0s para as quais - 
foram adquiridos 
com muito trabalho 
dedicação durante a 
nossa gestão". A Do 
na Cecília está ma= 
is do que certa, a­ 
final de contas ga­ 
to escaldado tem me 
do de água fria! 
O PrefeIto Edson Medeiros 
de Moras e a PrlreIra Dara 
Cecília Pereira de Moraes es­ 
tarão rccepclonar.do ne:-t,1 
qulntn-fclro, dl.i 15, todoc; 
os professores da rede muncL 
pal de ensino na sede da FA - 
zenda PrLzavera, onde será o­ 
ferecIdo ur churrasco, regado 
.1 rrfrlc.crantes i1 todos os 
educadores e seus fan!lares - 
er coeroraao a passaze do 
Dia do Professor, que transcor 
re neste d!a. 	- 
Pela manhã, às 09:00 hs, d2 
1:- 011!bus Pstarao transportan­ 
do os erefessorc:; ?>elavistcn - 
ses ate .1 bonita e aconchezan 
te se-de da Fazenda PrL~avcra - 
onde a Prtre!ra Dana, espec1a 
1 istn na artt.• de be:-: 'receber, 
acompanhada do PrefeIto Edson 
Moraes, estará recepcionando 
a todos os prof!ssfora!s da 
educação de nossa c1date e 
deronstrando todo o carinho e 
o respeito que dedica à c1a 
se. 
.Nishikawa & Cia Ltda. 
Comércio Varejista e Atacadista 
de Gêneros Alimentícios 
PUA BARÃO DO LADRIO, 1363 
FONES: 1067) 439 - 1377 e 439 - !402 
B""',A VISTA MATO GROSSO DO SOL 
CONFORTO - SEGOR,,NÇA - EFICitNC!A 
LINHAS PARA TODOS OS MUN!C!PIOS DE IS 
* CONEXÃO PARA AS PRINCIPAIS CAPITA-IS " 
Viação Cruzeiro do Sul 
UMA ESTRELA BRILHA NA 
CONSTELAÇ·ÃG DE MS 
z o

- D0 
JO'TAL, 'TI' 5A A FPGN 
. . 
r- .• > 
PROJETO D MI EIO DE RECURSOS 
NATURAIS CHE. 1 1 RETI FINAL 
O Projeto do Manejo e con 
sorva;ão de Recursos Naturais - 
de Mato Grosso do Sul, que vem 
sendo elaborado e discutido há 
cerca de l ano e meio, está che 
qando na reta final para a assi 
natura do contrato de financia­ 
mento de US$ 30 milhões junto - 
ao anco Mundial, cotando pro 
visto ainda mais US$ 30 mi 
1hões de contrapartida do Gover 
no Estadual, totalizando recur­ 
sos da ordem de US$ 60 milhões. 
o Projeto foi analisado p/ 
uma comissão da FAO (Organiza­ 
cão de Alimentação e Agricultu­ 
ra da ONU), cm visita de traba­ 
lho realizada no período de 14 
a 15 de setembro , e praticamen 
te tido como aprovado. 
Em reunião realizada dia 
(05/10), da qual participaram - 
os Secretários de Planejamento, 
Ciência e Tecnologia ( Wagner- ! 
Bertolli); Meio Ambiente (Emiko 
Resende); Fazenda ( José Felí 
cio) e de Obras Públicas (Renã 
to Katayama), e, ainda o secre= 
tário-adjunto da Agricultura , 
Pecuária e Desenvolvimento Agrá 
rio, João Alberto Martins do 
Amaral, o Projeto de Manejo e 
Conservação de Recursos Natu­ 
rais foi discutido e analisado­ 
em sua forma final, antes de 
ser apresentado aos produtores­ 
rurais do Estado, numa reunião­ 
que aconteceu à noite no Sindi­ 
cato Rural de Campo Grande . 
O objetivo do projeto Mane 
jo e Conservação de Recursos= 
Naturais é viabilizar, princi - 
palmente através da pesquisa a­ 
gropecuária e da extensão rural 
José Felício 
as condições básicas para a uti­ 
lização racional dos recursos na 
turais. De acordo com o Secretá= 
rio-adjunto de Agricultura, João 
Amaral, "o projeto irá permitir­ 
o reordenamento das atividades a 
gropecuárias do Estado, dentro= 
de uma filosofia de modernidade­ 
que está sendo implementada pelo 
Governador Pedrossian", disse. 
Segundo João Amaral, o Esta 
do precisa produzir conservando= 
e renovando os seus recursos na 
turais, de forma a possibilitar= 
o atendimento da demanda de pro­ 
dutos e serviços, sem prejuízo - 
ao meio ambiente e às gerações - 
futuras". O Projeto identificou- 
h conjunto de oito gabinetes odontológicos serão Ir.plantados até o d!a 20 de outubro na 
Escola José Marta ltugo Rodrigues, no Bairro Mata do Jacinto, na Capital. O Convênio neste sen 
tido fol Hrmndo entre as Secretarias Estaduais de Saúde e Educação, Universtdade Federal dê 
Mato Grosso do Sul (UFS) e Fundação Nacional de Saúde (FNS). 
o Atendimento dentário às crianças será efetuado pelos .1cadê~lcos de odontologia da UES 
que, alê do trabalho curativo de restauração dos dentes, irão cuidar da parte educativa refe 
rente à snúde hucul, realizando palestras e dando orientações sobre escovação e alrentaço R 
dcqundns. Para cooplctar o trabalho de assistência integral aos estudantes, ser.3 realtznd.1 = 
ainda a aplicação tépica de fluor, visando a prevenção das cáries. 
Os equipanentos odontológicos serão fornecidos pela Fundação Nacional de Saúde, enquanto 
a Secretaria de Saüde reservou recursos e una sala na Escola para a construção dos módulos. 
Segundo a diretora do Departamento de Saúde Bucal da Secretaria de Saúde, Elo Isa l!clcna­ 
Matos, os gabinetes serão completos e dotados de todo o equipaento necessirto ao trabalho - 
dos dentistas. 
Cerca de 32 acadênfcos da UFMS Irão se revezar no trabalho de assistênct.1 e ntcnd1ncnto· 
oos alunos, Essa' attvldnde irá constnr na grade curricular dos formandos coo estágio na iirca 
de odontologia social. 	, 
O Departamento Estadual de Saúde pretende, ainda utilizar os gabinetes para realizar cur 
sos de treinanento na área odontológica e extender este tipo de atendiento a vir[os estabele 
cirentos de ensino de 1? e 22 graus, fazendo a transferência dos gabinetes dentários. 
nstricão para f $emana de 
Mísic.a te início dia 
Lr.IA E ASSINE O JORNAL DA SUA CIDADE, VALORIZE O QUE E SEU! 
PREÇO DESTE EXEMPLAR 	Cr$ 3.000,00 
Emiko Resende 
preliminarmente o atual esta­ 
do de degradação do meio ambi­ 
ente no Mato Grosso do Sul e, 
com os recursos que serão obti 
dos junto ao Banco Mundial,irã 
implementar ações de pesquisa­ 
e monitoramento para corrigir­ 
esta situação e, ao mesmo tem 
po, orientar para a forma cor= 
reta de ocupação dos solos, vi 
sando um aumento da produção= 
sem perda do equilíbrio ecoló­ 
gico. 
MICROBACIAS 
O Grupo de elaborou o pro 
jeto, já diagnosticou que os 
principais problemas do Estado 
no que se refere à utilização­ 
dos recursos naturais, são a 
inadequação das estradas;a fal 
ta de planejamento na explora= 
ção agropecuária e a pouca in­ 
tegração dos diversos órgãos - 
governamentais que atuam no 
campo. O projeto, apresentado­ 
à FAO, identificou 323 microba 
cias em todo Estado. Estas mi= 
crobacias serão posteriormente 
estudadas, como parte do proje 
to, que prevê ainda a atuação= 
em 2,3 milhões de hectares de 
terra nas áreas de intervenção 
escolhidas, beneficiando 12. 
400 produtores rurais. 
As áreas de intervenção - 
foram classificadas em 4 gru 
pos: as de alta susceptibilida 
de à erosão; as ocupag com a­ 
gricultura intensiva; os muni­ 
cipios com rios que drenam pa­ 
ra o Pantanal e on com menor 
roblma de rosão. De acordo­ 
com a proposta do Governo, 358 
das atuações do projeto serao 
feitas nas áreas com alta sus­ 
coptibilidade de erosão. O pro 
jeto prevê a realização de in­ 
vestimentos em pesquiso ngro - 
pecuária; extensão rural,_es­ 
tradas vicinais; conservaçao e 
educação ambiental e ainda, es 
tudos e monitoramento. 
MEIO AMBIENTE 
Segundo a Secretária do 
Meio Ambiente, Emiko Resende , 
"O Projeto é uma oportunidade­ 
única para o Estado produzir - 
mais e, ao mesmo tempo, conscr 
var os recursos naturais". Nã' 
sua avaliação, a negociação 
deste projeto junto ao Banco - 
Mundial vem sendo feita de uma 
forma extraordináriamente pro­ 
fissional e, o projeto elabora 
do pela comissão multi-disci - 
plinar vai servir como modelo­ 
para diversos setores. 
Para as atividades de mo­ 
nitoramento, o Projeto prevê a 
aquisição de equipamentos com­ 
putadorizados, num montante de 
US$ 600 mil. Estes equipamen - 
tos serão usados num sistema - 
de teledetecção, via satélite, 
que irá permitir o acompanha - 
mento e avaliação permanente - 
do quadro de erosão desmatamen 
to e uso dos solos. Na avalia= 
ção apresentada no Projeto, fo 
ram desmatados, em média,4 mil 
hectares de terra por ano, nos 
Últimos cinco anos no Estado. 
O Governo do Estado acredi 
ta que, em breve irá receber a 
comunicação oficial da aprova­ 
çao do Projeto. A previsão é 
de que, em meados de dezembro 
ou janeiro de 93, o contrato~ 
de financiamento deverá ser as 
sinado com o Banco Mundial e 
os trabalhos de execução do 
projeto já teriam inicio em 
março do ano que vem. O finan­ 
ciamento junto ao Banco Mundi­ 
al prevê carência de cinco a­ 
nos, amortização no prazo de 
10 anos e juros de 7,73%­ 
ao ano. 
MARRO MVESTE NO ATENDIMENTO 
no· PRODUTOR RURnL 
Com o objetivo de aprimorar o atendimento ao prod t 
t d I - Def - 	u or rural, o Departa 
men o e nspeçao e e esa Agropecuaria do Estado (!AGRO) b - 
um curso de reciclagem para cerca de 100 secretários aca_a de promover 
No dia 09 terminou o prazo para . dados estiveram entre os dias 
13 
a 
17
, balham nos 72 escritórios locais 6 regionais e na e d secretarias que tra- 
as ins~ricÕes da l~ semana de Música sempre as 21 horas, apresentando con- Realizado para duas turmas, o curso abordou as~e, Ím Campo Grande. 
P
romovida pela Fundacão de Cultura - i 1 T 	lho de secretária, técnicas básicas de arquivamento ter 
st
ica: do traba- 
certos mus ca s no eatro Aracy Balaba 	e ainda i 
de Mato Grosso do Sul: 	nian, 	sobre o próprio Iagro.' 	" noçoes gera..s- 
Marcada para o período de 10 a A diretora executiva interina da "Alguns dos funcionários não tinham a visão a1 
18 de outubro, a 1!! semana tem como- Fund:içào, Darlene Batista AntÕnio, ex- bilitar o conhecimento das diversas ações desenvol!~~as e o curso veio _poss_!. 
objetivo o aprimoramento de alunos , plica que aintenção é repetir esses . aprimoramento no trabalho como secretário" li pelo !agro, alem de 
P
rofessores e profissionais de -u-si- - 1 • • curso Maria Ste-la Qi:eiroz Caválcan- te E • exp ca a coordenadora do 
"' espetacu os cm varios locais publicos, 	• ssa era a situac- 
ca que poderão optar entre 15 cur- sempre gratuitamente, pnra que a popu- }!arl~ Antonio Felipus, que trabalha no escritório 
1 1ª
0
• por exemplo de 
sos e 20 concertos oficiais e parale laço t +M 1 - quilometras de Campo Grande Atuando no I • Oca! de Itaquiraí, a 496 
a am em possa se ntegrar a 12 h 	• agro a tres ano g L An 
1 
los que vão compor o evento. -- semana. 	nunca avia visitado o escritÓr:io geral El • s, "ar o ton ° , 
As inscrições poderão ser fei- F f d 	va "seco", sem nenhum tipo de pr<>naraça- • e conta que quando começou esta- 
oram o erec1.os cursos de piano, i - d ,. 	-,- o especial mas ago 
tas na própria Fundação, situada na violão, órgão popular, teclado e lín- uma v sao a engrenagem interna" d f - ' ra 
O 
curso trouxe 
Avenida Afonso Pena, 2986, e custam: guagem midi, cnnto, construcão de ins Órgão. 	• as unçoes da diretoria e do próprio - 
cr$ 120 mil ou Cr$ 150 mil, caso o trurento rudimentares, d1nanica de co. Maria S
t
ela explica que a função do S - - 
músico precise também de alojamento. ro infantil, regência coral, criacão - Iagro, já que em aJ.guns escritórios locai e~re~ari~ e muito 11:!portante no 
Para ministrar os cursos, a musical, análise estétic:i, música da entre o pecuarista e o !agro Por iss se e e o unico ponto de contato - 
Fundacào de Cultura de Mato Grosso - Câmara, laboratório de cnnto coral, no der bem e ajudar no encaminh.:mento da:• precisa e~tar preparado para aten- 
do Sul convidou m~sicos de renome na cães rftfcas e percepção além de critôr1os regionais. 	necessidades do produtor até Os es- 
cional, como o pianista Luiz Henri= ro infnntil comunitário. Como ativida A Secretária do escritório regional d A 
que Cen•ize, o tecladista Luiz Paulo- des complementares, houve vídeos, pa= Souza • uma das participantes do curso " qutdauana, Elida Edirantz de 
Trioni,.a violonista N:iyran Pessanha lestrar e um seminário de educação mu mo principal ponto positivo dn iniciativue s e encerrou dia 01/10, avalia c~ 
a1é dos professores João cai1here- stca1. 	arquivos de seu setor. O escritório rei;"""!idade de nora±ar oi 
Ripper e Vilson Gavaldào de Oliveira 	pios, como 10 escritórios locais• Isso si ifi quidauana atende 12 municÍ 
· 	derã 1 d 	• gn ca que mais 10 - - 
a l e 	d e 	mi	n i s t r o s 	t o d o s 	e s s e s 	c o n v i - 	c.c:==-==.::;-a= .. ====a., ... ,s:;-...-a. ...... = 
0
, ª p a r t 	r 	e 	a g o r a . 	u s a r 	t ê c ni	c S. .s 	s im	l l 	s e c r e t a r i a s 	p o 
========================================- tando o trabalho e a obtenção de melhor ares d e arquivamento, fact1- 
Q i C 
es resultados S d "- • 
ue:roz .avalcante, o esforço da diretor d I, '· egundo Maria Stela 
· · s d • 	a o agro e:n f 
em e seu corpo tecnico deverá continuar J- - . avorecer a recicla- 
sos p L 	• a estao sendo i 
nra tecn cos regionais, inspetores lo , organ zados cur- 
com o bj 1 d h 	ca1s e chefes d di i • 
o. et vo te omogen!zar as ações d - - . e v soes, sempr~ 
tor rural. 	1o orgao e atender melhor ao prody 
c 
t