' .... 
# 
CIARIO REGIONAL 
21 DE OUTUBRO DE 1992 
CORREDOR BELIVISTENSE CLISSIFICIDO 
PIRJI I são SILVESTRE TE AND 
O corredor belavis 
tense Elenilson da 
Silva, 19 anos, parti 
cipou no último dia 
11 d 14a edição da 
mini-maratona, com 
percurso de 21,1 kms, 
pelas ruas da capital 
paulista, e chegou cm 
190 lugar, conquistan 
do uma vaga no pelo= 
tão de elite da tradi 
cional prova de são - 
Silvestre que será 
realizada na passagem 
do ano em São Paulo , 
com participação dos 
melhores corredores 
do mundo. 
Elenilson da Silva 
fez o percurso com o 
tempo de 1 : O 8 . 2 O , o 
vencedor foi o atleta 
do Scsi Coral,Valdenor 
Pereira dos Santos , 
que marcou o tempo 
de 1:03.51, novo re­ 
cord da prova. A mi­ 
nimaratona disputada 
em descidas e subi - 
das pelas ruas de 
São Paulo, é conside 
rada a segunda mais 
importante prova do 
pedestrianismo da 
América do Sul, só 
perdendo em competiti 
vidade para a São 
Silvestre, da qual 
os 50 'primeiros elas 
sificados da minima­ 
ratona estarão lar - 
gando no pelotão de 
elite. 
u 1MI € 
AD 
Com o excelente d'! 
empenho de Eleni1 • 
son da Silva, surpre 
endendo vários atle= 
tas considerados com 
maiores chances, ele 
tornou-se o primeiro tnr za -3 
sul-matogrossense 
conquistar com seus 
próprios méritos a 
classificação para a 
são Silvestre este 
ano, cuja participa­ 
cão é sonhada por 
muitos atletas que 
tentam anos e anos 
sem sucesso. 
Valeu Elenilson 
Bela Vista e seus a­ 
migos torcem por vo­ 
cê. 
Nos tempos atuais, 
.quando o consumidor 
procura defender os 
seus direitos e mui - 
tas empresas (e técni 
cos) nem sempre cum - 
Prem com suas obriga­ 
lçôes, é gratificante 
'ver em nossa cidade 
um profissional hones 
to, competente e com 
muita responsabilida­ 
de como Luiz Calliari 
da empresa Auto Elé - 
trica Dinâmica. , 
Hoje, em Bela Vis­ 
ta, e nas demais cidal 
des da região, o nome 
de Luiz e de sua em -1 
Presa, são sinônimos . 
de COMPETENCIA E RES­ 
PONSABILIDADE. 
Gaúcho, radicado 
em Bela Vista há mui 
tos anos, aqui seca= 
sou, tem filhos bela­ 
vistenses, LUIZ é um 
empresário moderno 
correto, e, se rece - 
ber o apoio da comuni 
dade, sobretudo dos 
que exigem serviços 
de alto nível, podera 
crescer ainda mais 
gerar mais empregos 
investir mais, enfim, 
oferecer novas opções 
à nossa cidade. 
Para Bela Vista 
crescer, progredir , 
9erar empegos, preci 
Há pelo menos do­ 
is dias grande parte dos 
moradores do bairro 
Costa e Silva e Ou - 
tros setores da cida 
de estão sem água em 
suas torneiras, sem 
que se saibam os mo­ 
tivos, ontem alguns 
moradores da rua San 
to Afonso e imediacô 
e; estiveram em con­ 
tacto com a reporta- 
samos de empresários, 
de técnicos, iguais a 
gem manifestaram 
sua angústia com o 
problema que vem ser 
do causado em suas 
residências. Solici­ 
tamos ao SAAE que to 
me medidas urgentes 
no sentido de regula 
rizar o fornecimen- 
to, pois pelo que 
se sabe o rio Apa 
não secou, muito pe­ 
lo contrário, as chu 
,, 
i 
= A ' 
r' 
1 . ' 
to 
t 
r 	T 
. 
. 
Luiz Calliari 
1 
·- .. J 
Elenlls0n_da_SI1va,52,excelente resultado ma Mtnt aratona_e_clasltfcaçao para_a_Si0I1vestre 
Luiz Calliari, da Au 
to Elétrica Dinâmica. 
CONSUMIDORES PEDEM ÁGUA 
vas são constantes e 
a ünic coisa que 
não falta nem atra­ 
sa são as cobranças 
no final do mês, a­ 
lém disso várias fa 
mílias estão sendo 
obrigadas a carrega 
rem água por longas 
distâncias devido a 
interrupção no for­ 
necimento. Alô SAAE. 
IRE OR: IVALUO PEREIRA 
O Prefeito Edson 
Moraes, disse, on - 
tem, que "todos os 
abjetivos de nossa 
Administração serão 
cumpridos à risca , 
não.temos o hábito 
de promet.er e nao 
cumprir, as obras 
de pavimentação as­ 
fáltica continuarão, 
e a implantação de 
modernas luminárias 
nas ruas centrais 
da cidade também se 
rá uma realidade". 
"Prometemos uma 
Nova Bela Vista, u­ 
ma cidade com suas 
ruas pavimentadas , 
uma cidade à altura 
da tradição do nos­ 
so povo, e estamos 
tornando tudo isto 
possivel- observou 
completando - "no 
tocante ao aspecto 
social, depois dos 
trâmites legais jun 
to à Justiça, vamos 
extinguir a taxa de 
iluminação pública 
e também o pagamen­ 
to do IPTU para as 
pessoas de baixa ren 
da". 
PREÇO DO EXEMPLAR CR$ 3.000,00 
. 
• t3 • . 
Edson Moraes:"Vamos 
Cumprir Objetivos" 
Pref. Edson Moraes 
.t"E. 
Nunes, pelo seu falecimento ocorrido no dia 20/10/92. 
Para o Prefeito 
de Bela Vista, "não 
adianta os adversári 
os criticarem, e pro 
vamos que não toma= 
mos medidas politi - 
cas-eleitoreiras, po 
deríamos adotar cstas 
medidas antes das e­ 
leições, mas preferi 
mos seguir os cami 
nhos legais, tudo den 
tro da Lei". 
Edson Moraes dis­ 
se ainda, que vai 
passar ao seu suces­ 
sor "uma Prefeitura 
organizada, com um 
parque rodoviário e 
maquinários invejá­ 
vel, e os salários 
em dia, fato que 
não ocorreu quan 
recebi a Prefeit . 
do mesmo prefeito 
que, agora, ganhou 
as eleições em Bola 
Vista". 
Finalizando, Mo­ 
raes disse que "de­ 
vemos respeitar a 
vontade popular, o 
povo, elegendo, as 
vezes acerta,· ãs 
vezes erra, resta 
orar, e orar muito, 
para que Bela Vista 
possa continuar a 
sua trajetória de 
progresso". 
Na Página - 08 
as obras do Prefei­ 
to no setor de ener 
qia para Bela Vis - 
ta. 
Entrevista/ Alcer.i Guerra 
"QUER! IJE PAGUEM 
0$ AIOS UE SOFRI" 
, .. .,....;,;.,,- 
Livre das acusações.de prevaricação e 
omissão no inquérito que investigou irre 
_gularidades na Fundação Nacional de Saú= 
dr? (FNS), o ex-ministro Alceni Guerra 
prepara um contra-ataque, "sem ódio nem 
desejo de vingança", para reparar suai­ 
magem, profundamente atingida pelo escãn 
dalo, em dezembro. PÁGINA - 07 
Comunicado 
Devido aos constantes cortes de luz em nossa cidad 	p{ 
b d: Fr - 	Ie, nosso iar1o TrI- 
una a onteira nao circulou ontem. De acordo coa info: 
esse problema "falta de luz" {- ·d - racoes recebidas 
ra perdurar por varios dias o que inf li 
ente_arrulha_todo_o_nosso_sisteadtaro_de_traba1h. A DIRECão'

Artiqos em cou- 
1as. 
- --- ------------------------- 
RTDfCUI.O 
ComentárIo de um peemedebfsta a respci to da intenção do 
fcil<l fdBnn NorJca, de acabar com a cobrnnçn do lPTU - Impoato_Prediol 
torta! r!ano - "RIDÍCULO" - completando, "porque o Prefeito nao to:nou 
rovtdên·Ia antes"? 
noA PERGUNTA 
pre - 
Terr! 
esta 
Muito boa a pergunta, lembrando que a atual Administração tê:n 
apenas 2 meses pela frente, 
DISTORÇÕES 
Outro peemedebistn disse que este jornnl publicou (coluna 1~ 
1 uil'll: 1 r, de Ubaldino) que a isenção do cobrança do IPTU foi promessa. de cnm­ 
pnnhn de Abrniio, "Foi mesmo, só para residências de até 60 metros de area cons 
tr·iícl,1. O prefeito eleito está visando, com isto, favorecer os mais carentes 
e niio a minoria privilegiada que pode e deve pagar impostos", 
TAXA DE ILUMINAÇÃO P0BL1CA 
O mesmo vale para a cobrança de taxa de iluminação pública 
so serno beneficiados os mais carentes, RICO pode e deve pagar. 
PELO JEITO 
"No apagar das luzes", parece que o Prefeito Edson quer deixar Peca informações pelo Fo­ 
a Prefeitura sem CAIXA para enfrentar o próximo ano. Isso vai dar um pepino e ne: (067) 255-1460 
dos grossos", comentou um vereador eleito. 
PROFESSORES 
Eu nao vou citar o nome, mas aquela professora foi ácida 
comentário - "pagou pouco, paga pouco, e quer dar festas, nós precisamos 
mesmo, é receber bons salários". Prá quem não sabe ela falou do churrasco 
recido pelo Prefeito aos professores da Rede Municipal. E agora? 
COH AQUILO ... 
Pois é, nosso diretor está com aquilo, não roxo, mas cheio , 
de incomodaçÕes com políticos que não sabem receber críticas, ~ mais, acham - 
~e no direito de intervir com a linha do jornal. E, também, com pessoas que 
se melindram ao ler a TF, oras, não fazemos jornalismo para agradar quem quer 
que seja. 
AVISO AOS NAVEGANTES 
Se tem uma coisa que a nossa equipe não gosta, é de comentá­ 
rios a respeito do que o jornal publica. E temos uma palavra mágica para aca­ 
bar cl_e uma vez com os "sensíveis", INDIFERENÇA. l:'. isto mesmo, nosso compromi~ 
so é com o povo e com a VERDADE. 
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mais, acabou-se a era Collor... não brinquem com o povo nas ruas. 
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Os comentários são muitos, estão c±tando vários nomas para 
formar a equipe do prefeito eleito de Bela Vista. sãõ meras especulações, mas 
uma coisa é certa, Abraão não vai aceitar imposições de nomes. Agora, que fi­ 
que bem claro, a IMPRENSA têm e terá o direito de elogiar a formação dessa e­ 
quipe, ou de criticá-la. Temos este direito até mesmo como funcionários - de~===========::! 
uma empresa genuinamente belavistense e que, após os 4 anos de Abraão, vai 
continuar funcionando. Queremos .uma equipe competente e correta. 
JANlLDE ROSA nos· SANTOS, Oficia.la do Cartórto de Registro Civil desta co 
marca de Bela Visa-MS., faz saber a quantos o presente Edital de Proclamas­ 
virem, que apresentaram os documentos exigidos-pelo artigo 180 do Código Ci 
vil Brasileiro, incisos I, II, III e IV e pretendem se casar: - 
WELLINGTON SILVA DA ROSA e CELINA LOUVEIRA, ambos brasileiros, soltei - 
ros, residentes nesta cidade; ele, autônomo, filho de Gecí Gomes da Rosa e 
Dalva Silva da Rosa; ela, lides do lar, filha de Armando Louveira e Hilda 
Peralta. 
Se nl;;uél!I souber de algum impedimento, que se oponha na forma da lei. 
Bela Vista-HS., 16 de outubro de 1992 
JA-'IIL!lE ROSA DQS SANTOS - OFICIALA - Cartório do 22 Ofício 
Rua: Urias de Al 
• meida, 775 
- Vila Nova 
O ponto de encon 
tro da Juventudel 
• Antonio João 
Mato Grosso do Sul. 
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Confira, este pito 
resco ponto de en-­ 
contro 
Antonio João - MS 
* 
* 
* 
* 
* 
Cansei de dizer que cargos, mandatos, etc, etc, terminam, os 
políticos não vão entender isto nunca. E o jornal continua ... Não adianta OR- j=============;7==================db!!~;,:!:,==,,;;,;), 
GULHO, PREPOTENCIA, depois vem a decepção. Lembrem-se de- Collor e da Repúbli- 8. M. 8. 
ca das Alagoas. 
DIVISÕES 
{Fundado em 20/02/1972) 
Publicação da Rede BeLavLstense de Jbrnat - Aventda Trt 
buna da Fronteira, 564 - Fone (067) 439-1410- C. P. 23 
Bela Vista - Mato Grosso do Sul 
Dlntores 
Iva1do Pereira e Marta Estela Velasquez Pereira 
Diretor Responsrve1 
Ivaldo Pereira 
REl'ORIACENS: 1 
Ub4ldlno Rodrigues e Luiz Henrique N. Co::-rcn (L!le) 
Cerente 
Cllson Silva Snntos 
4 Redação, Adinistração_e Parque crfto Aventda Trtuna­ 
#..IS".??",,-ré - re iv s»-11 - • 
Rua a t.:I - Mato Crosso do Sul - Redução .l=<lilr 
14 de Halo, 32 - Fone (067)251-1669 (ede próprLa) 
Sucursaia': l 
Anton1o J0ão, Porto MurtLnho, MaracaJu, ontto e Caracol (Cor 
respondentes e Capo Grande, Brasília e pr!ctpa!s capta!s, 
Representantes CoereLaL 
E?uA_Vefeulos e cuntes6es _s/c La,_Rua o7 e_A1, 2a2 
andar, conjunto 5 - Fones 255-2579/255-392, s5 pai , 
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:u-É$± "#,Ç";;" m, <soe i»" is 
Não devolve0s originai 
O Jornal não se responsabiliza y 
ou de origens definida 	pelos artigo, assina&3s 
Flll.ado à ADJORI/IIS e A11J1.UoRI 
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À cont!o_A Asas pa!te. a d,e+A 
da eripr,ir do to4o; quanto, ndo 
PI, nos vir unto u no!no e mua n!feda - 
rIdade, 'os.a luta e iclrecer prpu!aio 
_dtmnr!ir pre n4 rlr e mnfpu! - 
0r, que contra la {nte;tn, 
Contn para ontribufes d«r1nada no 
cutelo dera putl!pões; no hrn do Ira­ 
sII- conta ri ro 10,17-), Anfn 121 ; 
no Janer[ - conta nrro '1.900-1 anela 
o,·,. 	, 
Recebi do companheiro Neiva Moreira 
presidenta Nacional do PDT, um balanço 
ainda incompleto - dos resultados aleito - 
rais de nosso partido nas eleições do últi 
mo 3 de outubro. Já chega a 410 o número 
de Prefeituras conquistadas por pedetis 
tas. E em varias outras, do importantes cl 
dadcs, vamos no aegundo Lurno. Em todo G 
País, sobe aos milhares o número do Vorca­ 
dores eleitos sob nossa legenda. São rcsul 
todos cxprcnsivos, no interior e nas capi­ 
tais, como Curitiba, Cuiabá, Aracajµ - on­ 
de os companheiros Rafael Grecca, Dante do 
oliveira o ,Jackson Barreto venceram já no 
primeiro turno - e João Pessoa, onde nosso 
candidato Chico Franca, vitorioso, disputa 
a segunda (aso das eleições. Em outras ca 
pitais, como São ~uiz, Bel~m e Salvador , 
somamos forças, participando de coligaçõos 
ilmplamentc majoritáriils e vitoriosas, Tri­ 
plicamos, cm termos nacionais, o número de 
Prefeituras pedetistas. 
Apesar de tudo isto, vejam como a mídia 
se ocupou, na última emana, em apresentar 
o PDT como um partido derrotado e a mim , 
pessoalmente, como uma liderança politica­ 
mente destruída. Os insucessos eleitorais 
no P.io e r.m Porto Alegre - onde tanta vi­ 
tórias anterior~s do PDT representavam ape 
nas "manifestações locais do populismo" = 
são agora tratados como símbolos de uma 
condenação inapelável de nosso partido e 
de nossa liderança. Todos os governadores­ 
inclusive os aplaudidíssimos pela mídia e 
campeões de pesquisas, como Ciro Gomes, do 
Ceará, e Antonio Carlos Magalhães, da 
Bahia - viram seus candidatos perderem 
ma~ só o Leonel Brizola foi derrotado. O 
PT, que mal conseguirá manter o número ·ae 
Prefeituras obtido em 88, é apontado como 
grande vitorioso, apesar de sua fragorosa 
derreta para Maluf, em São Paulo, onde por 
uma estreití~~ima margem de votos tudo não 
se decidiu no primeiro turno. O ABC, berço 
e roeu to do pPt;.smo, repeliu as adminis - 
trações do PT em Santo André, são Bernardo 
e são Caetano, mas nada disso conta para 
os redatores e comentaristas, em qeral,nos 
veículos de imprensa. 
A verdade é que nosso partido, ainda 
que ferido pelos resultados nas cidades do 
Rio e de Porto Alegre, afirmou-se nacional 
mente. ~ possível que algum dano tenham - 
nos causado as exploracões maliciosas em 
torno de nossas posições de defesa de uma 
solução serena e dentro da legalidade para 
o triste episódio Collor. Mas, como provam 
os resultados das eleições, as razões de 
vitórias e derrotas foram, essencialmente, 
locais. Como explicar, por exemplo, nossas 
expressivas vitórias em Campos, São Gonça­ 
lo e Niterói - aqui, ao lado do Rio - com 
aquele sofisma? Ou, num raciocínio inver - 
so, como exolicar a derrota dos candidatos 
daqueles mais açodados propugnadóres do 
impeachment, como os tucanos cearenses Ci­ 
ro Gomes e. Tasso Jereissati, ou de Sunli - 
cy, ou do candidato do Governador Requião, 
do Paraná? 
O PDT encara com serena responsabilida­ 
de a manifestação da população. Buscamos , 
em nossos processos de avaliação, verifi - 
car nossos acertos e nossos erros. Mas 
não esouecemos, por um minuto sequer, que 
ê de mós que o· conservadorismo e os meios 
de comunicacão controlados pelas oligar 
quias estão sempre cuidando. Sabem sue 
nós,.com nossa espontaneidade - e até com 
nossas improvisações - representamos a 
mais genuína vertente das lutas sociais do 
1 VERDADE E 
pr staremos ao par ) d 
montos e que ] t mos pra nir 
dividir o povo 'rah;»1h'or. Por isco, a an 
do lhes interessa, in1»,n o ' pro, do 
pois, vencerem m a i s 	f a c i l m o n e, como f-- 
ram com Collor nas eloi;os presincii 
e como pretendem azr com o rinsfuaa t -- 
5ar Maria, no Pio de anoiro. 
!ós, porém, somos pln as do deero. 
Nossas raízes estão tão rofundante cra- 
vadas na história de nosso povo, que o o 
der desses grupos, suas manobras e manipu­ 
lações não nos podem senão causar danos pe 
quenos e transitórios. Logo, o processo s 
cial, o julgamento sereno e honrado da po­ 
pulação nos rocupotil o refaz nossas for 
ças. A causa ouo dorcndomos, a causo da 
liberdade o d~ justiça social, a causa de 
nosso povo, é uma chama imortal, que força 
alguma consc9uirá jamais apagar. 
* * * 
CPI DA VJSP .. Vejam como os falsos mora 
listas, aoesar de toas as dificuldades da 
minimização que a mídia - cm especial, a 
televisão - vão sendo ~esmascarildos pelos 
- 
MISTIFICACftO 
o "cso PC", 
a p u r a ç õ es da cPI o o 	P rosidnt da 'oni - 
o, o quorcis as Nilson ibion, vi ples- 
rt engaveta o epodicntena tova'o e 
lo plenário, obstrói oa rouori nto 
inorm ço e restaura, na prática, o siqi 
lo sobre movimentos bancários dos envolvi 
dos. Com a atuação de eu partido, o ofe 
reci n'o " srontaneo" de abertura da 
con s bancárias do Sr. cuércia passa a 
ser, inolemen e, tum jogo do cena. Voe­ 
so partido, solidário com o companheiro - 
Luiz S lonão, stá exigindo que o Sr. Gib 
on seja substituído na presidência da 
cpI, por seu compor ameno desqualifican­ 
te e sua proposital obstrução a investi0a 
ç6os sérias isen- 
tas, como as que 
precisam ser feitas 
sobro a escandali - 
zante superavalia - 
ção dos bens de Wag 
nor Canhedo, denun­ 
ciada polo próprio 
Salomão. 
Leonel Brizola 
r.ovornador elo 
Estado do 
Rio c'c Janeiro 
o·Governador Pe 
dro Pedrossian evi­ 
tou, ao liberar 150 
milhões de cruzeiros 
o fechamento temporã 
rio do Sanatório a-­ 
to Grosso. O Hospi 
tal psiquiátrico cor 
ria o risco de para= 
lisar suas ativida - 
des pelo atraso no 
pagamento dos salá 
rios de seus servido 
res, da falta de ali 
mentação e de reme 
dias para atender os 
200 pacientes. 
Pedrossian, du­ 
rante visita ao hos­ 
pital, garantiu tam 
bém a liberação de 
uma cota mensal de 
medicamentos. Sequn­ 
do a diretora - admi­ 
nistrativa da entida 
de, Pátima do Carmo 
O Governador Pedro Pedrossian con- 
cluiu com o Banco do Rrasil, a renegocia­ 
ção aa dívida de curto prazo do Estado em 
condições mais vantajosas do que a propos­ 
ta anterior. O valor ne~ociado é de 33 
milhões de dólares. A dívida é de 100 mi­ 
lhões de dólares e foi contraída para pa·· 
gar salários atrasados deixados pelo Gover 
no anterior.	- 
O parecer favorável ao Banco para a 
proposta de Mato Grosso do Sul será comuni 
cado oficialmente ao Governador Pedro Pe­ 
drossian pelo Presidente Tnterino do Ban­ 
co do Brasil, 'uis Antonio Fayet, em curi 
tiba, durante reunião do Codesul. O secre= 
tário de Fazenda, osé Antonio Felício dis 
se que a decisão• é um passo importante= 
para resolver o mais sério problema do go- 
FECHAMENTO 
TO GROSSO 
Albino Maia, a deci 
são do Governador= 
representou "um pas 
so importante para= 
evitar uma situação 
desastrosa", já que 
200 internos pode 
riam ficar sem as= 
sisténcia médica. 
Os recursos,u­ 
tilizados pelo Go­ 
vernador, serão re­ 
passados ao hospi 
-----------------------=========================--------------- 
tal pela Fundação de 
Promoção social de 
MS •• Promosul. O Go­ 
verno do Estado vaí­ 
tentar, em Brasília, 
aumentar os valores­ 
pagos pelo Ministé 
rio da Saúde,através 
do Sistema ünica de 
Saúde, para atendi - 
menta das pessoas ca 
rentes, já que 904 • 
dos pacientes são 
tratados pelo sus. 
verno: a dívida de curto prazo". 
A decisão do Banco, segundo Felíci,, 
vai permitir um equilíbrio nas finanças - 
do Estado e garantir a continuidade dos - 
investimentos, principalmente em obras so 
ciais. A medida deve servir de parâmetro= 
para que o Governo conclua a negociação - 
com os demais bancos credores. 
Antes dessa renegociação, o Banco do 
Brasil vinha retendo partes dos recursos­ 
do Fundo de Participação dos Estados- FPE 
destinado a Mato Grosso do Sul. "Sem essa 
renegociação, feita por interferência di­ 
reta do Governador Pedro Pedrossian, cer­ 
tamente o Estado teria sérios problemas - 
financeiros, o que poderia causar, inclu­ 
sive, paralização de obras", lembra o se­ 
cretário de Fazenda, José A. Felício. 
, 	. 
NE<iOCIOS E OPORTUNIDADES, PINTA DE TUDO 
Viação e ruze 
CONFORTO - SEGURANÇA - EFICIENC!A 
LINHAS PARA TODOS OS MUN!ClPIOS DE MS 
CONEXÃO'PARA AS PRINCIPAIS CAPITAIS 
Viação Cruzeiro do Sul 
UMA ESTRELA BRILHA NA 
CONSTELAÇAG DE MS 
GJ 
do Sul 
.,.

• , r . 
O Dia Mundial da Alimentação e as 
Comunidades do Interior do Brasil 
n fome, associada 
,1 11,,nnutrição con:;t: í 
t ! um dos mais qra­ 
ven problema brani­ 
loiros. f sem d@vi - 
da, o mais contran­ 
qedor, Afeta crian - 
ças, adultos e ido - 
os, m todas as re­ 
qiõo. Mas ó a crian 
ça pequena a qun ma­ 
is sofre suas consoe­ 
qufincian. Não poupa 
a criança, nem antes 
do seu nascimento. A 
dPonutriçiio dentro - 
do 6tero materno, 5 
a causa mais impor - 
tantc do peso de nas 
cimPnto abaixo dopa 
drão verificado cm 
noseas crianças. 
A desnutrição é 
uma importante causa 
da mortalidade na in 
fância (principalmen 
te por sua associa= 
cão com doencas in - 
fecciosas); do atra- 
7.0 no crescimento da 
criança e do iovem ; 
das dificnlàades no 
aprendizado escolar 
'rcpr,t0nc1n r: r;vn 
ão) da do'icíncla 
na capacidade produ­ 
tlvn <lo trnhnlhador 
além de contribuir - 
para a queda na ex -­ 
pcctntlva de vidH, 
Emhora a pobreza 
seja a causa básica 
da desnutrição, es - 
tando, portanto, re­ 
lacionada às questõ­ 
es da diatribuição - 
da renda, acesso e 
uso da terra (zona - 
Rural), acesso ao 
trabalho (zona urba­ 
na), não se pode ne­ 
gar que mudanças nas 
condições de vida e 
saúde (habitação, sa 
neamento básico, ali 
mentacão, cobertura­ 
de serviços de saúde 
e educação) terão um 
impacto importante - 
na refuçaó do probl~ 
ma. 
A produção de ali 
mentes é outro fator 
de grandr. importân - 
cia, mbora por si 
só não garante que a 
distribicão s·ia e­ 
qui ativa den ro da 
populac:3o, poin na­ 
cesso o consumo de a 
limrntoA ocL5o liga= 
dor. a vários •a·o 
res, principalmente 
ao poder o compra - 
da populacão. 
Out-ro acpcc ore­ 
lativo ao conhrcimen 
to daa quest5os de~ 
limentacão e nutri 
ão pela população 
são também ratares 
importantes para a 
nutrição de alguns 
grupos específicos - 
como é o caso da im­ 
portância do aleita­ 
m<:nto materno e das 
práticas do desmame, 
da higiene no manu - 
seio e preparo dos a 
J. lmentos, de preven­ 
cão da anemia e de ·­ 
outros distúrbios da 
nutrição. 
Faz-se,portanto , 
necessário a amplia- 
lliment 
...., 
a,çao 
Questão de Interesse, Nacional 
O problema da ali 
mentacâo não é mais 
responsabilidade só 
do Governo ou espe - 
cialmente do Governo 
Federal. A questão 
assumiu uma tal im - 
portância que toda a 
sociedade precisa se 
envolver com ela 
buscando soluções a­ 
dequadas para cada - 
grupo de pessoas afe 
tadas ou para cada 
s1cuação". A declara 
cão é do Dr. Peter 
Rosenegger, Represen 
tante da FAO para o 
Brasil, anunciando o 
programa do Dia Mun­ 
dial da Alimentação, 
16 de outubro. 
Segundo Roseneg - 
ger, a idéia princi­ 
pal é transformar o 
Dia Mundial da Ali - 
mentação num momento 
de reflexão de toda 
a comunidade, para - 
retomada dos esfor - 
ços com vistas a um 
rabalho mais perma- 
cao o difusão de - 
ses conhecimento -­ 
no sentido de mudan 
cas de hábi os e 
comportamentos rela 
popu'acão. 
Todas essas con­ 
sideracões chamam a 
a encio para a com­ 
plexidade da ques - 
tão e, portanto,qug 
remoa, Senhor Pra - 
feito, propor-lhr u 
ma idéia simples 
para cornecar o en - 
frenlamcn·o desta - 
situacão - a suai­ 
niciativa, um posi­ 
cionamento seu, co­ 
mo principal líder 
da comunidade, em - 
relação ao Dia Mun­ 
dial da Alimenta 
ção, 16 de outubro. 
O Dia f-lundial da 
Alimentação vem sen 
do promovido pela~ 
FAO há 18 dezoito) 
anos. 
O objetivo maior 
é conscientizar a 
sociedarlc para a im 
portãncia d4s que - 
6, s re ativas à n- 
1imantar;o e Nutri­ 
cão. 
f ex'romamonte - 
simples· um ato pd 
blico, na praça 
prlr.cip1l, r.n r-mpa 
r
1
11 Pr<''Pi ura, nu:n 
coléqio, envolvendo 
sudantes, proes­ 
sores, vereadores 
l.i'.drr0<1 polili<.:o; - 
líderes da área m­ 
presarial (comér 
cio, indústria, pro 
fissões, serviços)~ 
líderes de trabalha 
dores, inprcnea - 
onde houver - com o 
objetivo de chamar 
a atenção das pes - 
soas para a questão 
nutricional e ali­ 
mentar. 
F.sta atitude 
que pretendemos se­ 
ja repetida em to - 
dos os Municípios - 
do País - vai mar - 
car um momento his­ 
tórico na sua Admi- 
nistr çio· busca 
d s soluções possí­ 
veis pura um dos 
mais anqunt jantes - 
problemas o er hu 
mano·' a fom, a ca­ 
rônc a alimentar, a 
falta de saúde, de 
ens raia e disposi - 
c3o pnra Pnfrrntnr 
as dificuldades diá 
ri <l!J, 
e precisar, on­ 
vi.arrmor; 11m roteiro 
suqestões, alqumas 
Idéias que podem 
ser modificadas, re 
duzidaa, adaptadaa­ 
às condições de ca­ 
da comunidade. 
Comunique-no co­ 
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l'lrD.sí. lia-nF. 
Renato Moreira 
Assessor Pessoal fo 
Ministro <la Agricul 
tura e Reforma Aar 
ria. 
·1nteriorizacão e Continuidade 
A FAO, que é a or 
ganizaçao das Nações 
Unidas para Agricul­ 
tura e Alimentação , 
trabalha em todos os 
continentes para au­ 
mentar a produção e 
melhorar a distribui 
cão de alimentos. Õ 
dia 16 de outubro fi 
cou consolidado como 
a data em que se in­ 
tensificam as discus 
sões e os debates , 
ampliando os esfor - 
ços dos Governos e 
das Comunidades para 
proporcionar mais a­ 
limentos mais saudá­ 
veis à disposição 
das populações. 
"Neste ano, diz 
Peter Rosenegger, te 
mos dois objetivos - 
principais: levar o 
Dia Mundial da Ali - 
• nente para eliminar 
: a Fome a desnutri 
mentação para o inte 
rior do Brasil, a1 
cançando as pessoas 
que produzem, trans­ 
portam e distribuem 
alimentos; e manter 
viva a discussão do 
problema alimentar e 
nutricional por mais 
tempo". Ele conta , 
inicialmente, com um 
importante apoio pa­ 
ra chegar ao campo - 
o DENlCOOP, Depar.ta­ 
mento Nacional de De 
senvolvimento Fural- 
e Cooperativismo, do 
Ministério da Agri - 
cultura e Reforma A­ 
grária. Para manter 
e ampliar o debate 
sobre a questão ali­ 
mentar, Rosenegger - 
espera que o Brasil 
tenha, ainda este a- 
.no, o seu Comitê Na- 
cao. 
o representante 
da FAO acredita na 
mobilização política 
e social, com o obje 
tivo de reduzir os 
efeitos negativos da 
desnutrição e da ali 
mentação inadequada­ 
junto às populações 
de menor renda e, es 
pecialmente, entre= 
crianças, mulheres e 
trabalhadores. 
cional de Segurancâ 
Alimentar, que deve­ 
rá trabalhar para so 
lucionar problemas= 
de Produção, Armaze­ 
namento, Transporte, 
Distribuição e Quali 
dade dos Alimentos:: 
do País. 
"Queremos interio 
rizar as preocupaçõ:: 
es relacionadas com 
a alimentação, por - 
que é no interior - 
que se produzem os a 
limentos. E no inte­ 
rior há gente mal a­ 
limentada e gente 
mal nutrida", ~aran­ 
te o representante - 
da FAO. Para Poseneg 
ger, "no interior e 
que se decide, tam - 
bém, a qualidade dos' 
alimentos ofertados 
para a populacão". 
RONDA POLICIAL 
Baleado no Pé na Praia tdo pa 
O menor L,.R.P., 16 anos, morador na nua Santo Aonso, Bair 
ro Vila Nova, foi vítima de disparo de arma de fogo no últimÕ 
domingo, dia 18, sendo ferido na região dorsal do pé. 
Segundo as informações, o fato deu-se na Praia do Pompí 
lio, onde surgiu desentendimentos entre L.P.R., e outro me 
nor, C.R., morador no Fairro Costa e Silva, que sacou de um 
revólver Taurus, calibre 22 e efetuou um disparo atingindo o 
pe de_1..P., que foi encaminhado minutos depois para o Hospi 
tal Sao Vicente de Paula. 	- 
_ A arma utilizada por C.R., 17 anos, foi entregue à guarni­ 
cao da p que atendeu a ocorrência no prõprio local <lo fato - 
pelo soldado Adernar Loureiro Nunes, apesar das diligências 
realizadas pelas Polícias Civil e Militar de nossa cidade o 
autor do disparo não foi encontrado pelos Policiais. 
Segundo informações do Delegado de Polícia Paulo Cesar 
Rraus, nue está respondendo pela nelegacia de Polícia de Bela 
Vista, já existem várias queixas registradas contra o menor - 
.R., todas por disparos de arma de fooo em via pública e en­ 
volvimento em arruaça, principalmente na região do Bairro - 
Costa e Silva, por isso a nolicia continuará atenta nara, mes 
mo em se tratando de menor, tomar as providências no sentido­ 
de evitar que a qualquer hora dessas aconteça um incidente ma 
is grave devido a sua otal irresponsabilidade. 
ESFAQ_UEADO NAS COSTAS 
Outro caso registrado pela Delegacia de Polícia, no último 
final de semana oi. o es aqueamento praticado contra 
O 
menor 
c.r.., 16 anos, morador na Rua Antero de Moraes, Bairro Vila - 
Nova, que levou uma facada nas costas do elemento conhecido - 
pelas iniciais T.s., residente na Pua Parão do Triunfo. 
A ocorr7nc1a dP.11-se na Vila Nova, por voltas das 
2
2·00 ho 
ras, dc dia_l7, a Policia compareceu no local, estando ta - 
bem na residencia do I.S., mas o autor do esfa 
guiu evadir-se. 	• queamento conse 
.Casa - Vende-se 
~ocalizada á Rua Libero 8adaró 
lo,· com asfalto na porta. ' 
Aceita-se carro ou casa em 
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COMENTANDO 
MARRUÍ JEANS 
Estará exibindo 
sua linda coleção Pri 
ma vera/Verão, em Does­ 
filo no dia 25/10/92 
no Grfimio Recreativo 
Antonio João (Graj). 
ESSE DESPILE 
Está previsto para 
iniciar ãs 20:30 ha o 
participarão manecas 
de Ponta Porã, Campo 
Grande e as "pratas 
da casa". Vale apena 
conferir essa promo - 
ção que promete suces 
sol 
O PRESIDENTE 
Itamar dá a Recei­ 
ta do novo paladar do 
Poder: 
Ingredientes: um 
quilo de polvilho do­ 
ce; 400 gramas de 
queijo ralado; oito a 
dez ovos; meio litro 
de leite; um copo de 
óleo e sal-a-gosto. 
Modo de fazer: le­ 
ve o leite, o Óleo e 
o sal ao fogo e deixe 
ferver; jogue a mistu 
ra sobre o polvilho e 
quando esfriar, vã 
quebrando os ovos en­ 
quanto amassa, até tu 
do ficar liso e homo= 
gêneo, mesmo que can­ 
se o braço. 
Depois, acrescente 
o queijo, faça as bo­ 
linhas, coloque em ta 
buleiro untado e leve 
ao forno bem quente , 
sem abri-lo nos pri - 
meiros 20 minutos. 
Então, é só servir 
com cafê passado na 
hora. 
Convite Bonito e Criativo 
Os Diretores do Jornal da Praça: João Natalício e Izolina , 
estão distribuindo para a Festa dos 13 anos do Jornal, que diz: 
NÓS E voei'. 
Há 13 anos o Jornal da Praça convive com você, todos o di­ 
as. e uma relação bonita, de amor e muito respeito. E mais un 
voz, junto5, estamos comemorando o aniversário desse relaciona 
mento. 	-- 
Expressando os sentimentos o convicçÕen da sociedade de for 
ma responsável, acompanhando o amadurecimento político, cconó:: 
mico, cultural e social dos milhares de amigos que fez ao lon­ 
go desses anos todos, o ,Jornal da Praça faz a sua festa. E 
quer brindar com você - personaqem principal dessa incrivcl 
história, escrita em preto e branco, para dar mais cor ao seu 
dia-a-dia. 
Convite 
A Empresa Jornalística ·Jornal da Praça Ltda, tem a honra de 
convidar V. s. e distinta família para o tradicional baile de 
aniversário do Jornal da Praça - Destaques 92 - com animação 
de dois grandes grupos musicais: "MR - Musical Show" do Para - 
ná e "Los Tammy's" de Pedro Juan Caballero. 
Data - 31 de outubro/92 
Início - 22 horas 
Local - União Tênis Clube 
Traje - Social 
Reservas de mesa pelos fones: (067) 439-3130 e 431-2160 
rua Rio Branco, 279- Ponta Porã - MS 
ou 
Nossa Senhora 
Aparecida 
Paulo Francisco Mar tos 
os primeiros lam 
pejos de nossa civi­ 
lização, nas praias 
desertas de Iperoiq 
(atual Ubatuba/SP) 
Jornalista 
Ivaldo Pereira 
e amigos em re- 
cente jantar no 
Coraj. 
Pastoral da Juventude de B. Vista-MS 
Paróquia Santo Afonso 
Convite 
A Pastoral da Juventude da Paróquia de 
Santo Afonso, vem mui respeitosamente , 
convidar V.S0 e DD. Família para partici­ 
parem do DIA NACIONAL DA JUVENTUDE,_ que 
terá como objetivo a maior integraçao da 
juventude da nossa cidade. 
Local - Ginásio de Esportes 
Dia - 25/10/92 
Inicio - 13:30 horas 
Após as festividades, teremos uma cami 
nhada até a Igreja Matriz do Santo Afonso 
para a celebração. da Missa em Ação de 
Graças pelo Dia da Juventude Brasileira. 
Esperando contar com sua honrosa parti 
cipacão, antecipamos os nossos sinceros a 
gradecimentos. 
Pe. 
Atenciosamente, 
Nilo Schlickmann - Vigário 
Jorge Florentino - Pres. PJ 
"Onde há jovens, há vida!" 
Geração Esperança 
Jovem! És a esperança do mundo. 
Em ti surge uma nova vida. 
Tu és a realidade Única de um 
punhado de sonhos, presos na 
substância divina do teu ser 
imortal. 
TÜ és o aperto de mãos, que se 
encontram no limite indeciso de 
todas as terminações do Universo. 
Em ti renasce, a cada manhã de sol, 
as apiraçoes puras que fazem bem 
ao corpo e à alma. 
Jovem, eu creio em ti! 
Creio no teu poder de crescimento e 
com tua alegria contagiante. 
Creio na forca invencível que te 
embala no tempo e no espaço. 
I 
uma alma abrasada no 
amor de Deus cantava 
em versos latinos as 
glórias e dons da 
Virgem Mãe de Deus. 
Era o Beato Padre 
José do Anchieta 
que agradecia a ma - 
ternal proteção de 
Nossa Senhora, por 
lhe ter preservado a 
alma e o corpo duran 
te o terrível cati - 
veiro entre os tamoi 
os. 
Esse magnífico 
poema, de 5.780 ver­ 
sos, composto inici­ 
a:mente sobre a are­ 
ia, constituí, segun 
do a expressão do 
Pe. Hélio Viotti, SJ 
historiador especia­ 
lista em Anchieta 
I 
um "monumento devas 
salagem de nossa ter 
ra à realeza espiri­ 
·tual de Maria". 
A Rainha do Céu 
cumulou com suas bên 
çãos e favores celes 
tias esta Terra d san 
ta Cruz, desde odes 
cobrimento, e por to 
da a extensão de nos 
so imenso território 
foram sendo edifica­ 
das capelas, igre 
jas, basílicas e san 
tuãrios para honrar 
a Mãe de Deus, agra­ 
decer seus benefici­ 
os e suplicar sua mi 
sericordiosa prote 
ão, sob bárias invo 
caçóes. - 
Entre esses nume­ 
rosos títulos, o ma­ 
is notável para nós 
é, sem dúvida, o de 
Nossa Senhora Apare­ 
cida, Padroeira e 
Rainha do Brasil. 
A sagrada Imagem, 
miraculosamente sur­ 
gida nas águas do 
rio Paraíba, no ano 
de 1717, a partir de 
então escolheu uma 
colina, no vale do 
mesmo nome, para que 
aí se edificasse u - 
ma igreja em seu lou 
vor, local onde se 
derrama uma imensa 
quantidade de graças 
para todo o Brasil. 
f, extraordinário 
o afluxo de romei 
ros, durante todo o 
ano - especialmente 
a 12 de outubro, fe 
ta da Padroeira - 
Aparecida, capital 
espiritual do país, 
onde vão eles recon­ 
fortar suas olmaa. O 
que atesta de modo 
eloquente a predile­ 
ção de Maria Santís­ 
sima pela mais popu­ 
losa nação católica 
da Terra. . 
Para louvar Nossa 
Senhora Aparecida , 
nunca se falará dema 
siado. "De Maria nun 
quam satis", disse o 
grande doutor da de­ 
voção mariana, são 
Luís Maria Grignion 
de Montfort. 
Assim, foi com e 
norme alegria que to 
mei conhecimento da 
publicação da tercei 
ra edição do livro - 
"Rainha do Brasil - 
A maravilhosa histó­ 
ria e os milagres de 
Nossa Senhora da Con 
ceição Aparecida", - 
de autoria de Gusta­ 
vo Solimeo e Luiz So 
limeo. 
A obra fartamen­ 
te ilustrada, e o 
ta com a aprovaç5 
do Arcebispo de A; __ 
recida, Dom Geraldo 
Penido. Além da par­ 
te histórica, contém 
ela um Catecismo so­ 
bre a devoção a Nos­ 
sa Senhora, esclaro­ 
cendo, entre outras 
matérias, as razões 
de liceidade do cul­ 
to das imagens. Lan­ 
çado em maio deste a 
no, o livro já alcan 
çou o expressivo to­ 
tal de 30 mil exem - 
plares. 
(ABIM) 
(Elízia Maria de Arruclà) r-------.....; 	_._ 
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AO ALCANCE DE T0DO3- 
APOSENTADORIA POP IDADE - RESCISÃO DE CONTRATO 
O emprcqado rural foi equiparado ao urbano para esse fim 
Um fato lamentável chegou ao nosso conhecimento, de que a 
l
nr0vid6ncJ<1 Social nJo Lcm notificado aoa cmpr0c;ndos ruraJs - 
quanto à data de aposentadoria por idade de trabalhadores ru " 
rais, com a absurda aleqação de que a Lei mudou e n,10 ha ncc:0!!_ 
idade de cessação do contrato de trabalho. 
Compete à Previdência Social informar imediatamente ao em - 
preqador a data do inicio da aposentadoria para a competente 
Rescisão com a homologação peran te o orqao compe tente. 
A informação de que a Lei mudou e não precisa I ais o desli­ 
gamento do emprcgodo, em caso de aposentadoria de empregado ru 
rol, ó um absurdo. Com a equiparação do empregado rural ao ur­ 
bano, com o advento da nova lcgiolaçio previdenciária, a par - 
tir de novembro/91, agora sim, é preciso o desligamento do em­ 
prego, paio o benefício é o mesmo que tem o trabalhador urba - 
no. 
Até novembro/91, o empregado rural aposentava-se com meio 
salário minimo, o que não ora considerado uma aposentadoria , 
razão pela qual não se verificava a Rescisão de Contrato de 
Trabalho na prática, 
com a equiparação do empregado rural ao urbano, o rural pas 
sou a desfrutar dos mesmos benefícios previdenciários e o em - 
pregador rural, por sua vez, paga a mesma coisa que uma empre­ 
sa urbana para fins de custeio da Seguridade Social. 
A Previdência Social compete única e exclusivamente, ao apo 
sentar um empregado, notificar o empregador. 
Não são de sua competência interpretações jurídicas traba - 
lhistas. 
Perguntas & Respostas 
TRJBALHO URBANO 
Pergunta:Inclui-se o aviso prévio 30 dias no tempo de servi 
ç0, para efeito de cálculo? - V.L.R.C. - Manaus/AM 
Resposta: O prazo do aviso prévio (30 dias) .conta-se para 
todos os efeitos legais, salvo quando. a falta de cumprimento - 
do aviso ocorrer por culpa do empregado. Quando o empregado 
não cumpre o prazo do Aviso Prévio, além de so=rer o desconto 
do valor correspondente a 30 dias, o prazo nio é contado para 
nenhum efeito. 
TRABALHO RURAL 
Pergunta: Admiti, na Fazenda, para trabalhar na lavoura, ma 
rido e mulher. Acontece que eles têm 3 filhos menores. Queria­ 
saber se ambos têm direito ao salário-família. M.D.P.S.P. 
Campos/RJ 
Resposta: Sim. Quando marido e mulher trabalham e têm fi 
lhos menores de 14 (quatorze) anos de idade, ambos recebem as 
quotas do Salário-Família, mesmo que contratados os dois em 
uma mesma empresa. 
TRABALHO DOMÉSTICO 
Pergunta: A empregada doméstica estando grávida, de quem é 
a responsabilidade pelo pagamento do salário-maternidade, con­ 
siderando que ela nio está registrada? - G.C.L.S. - Fortaleza/ 
CE. 
Resposta: A responsabilidade pelo. pagamento do Salário-Ma - 
ternidade da empregada doméstica é da Previdência Social, en - 
tretanto, como ela não está registrada, a obrigação é da empre' 
gadora, pois não houve contribuição à Previdência Social, mui= 
to embora esse benefício não dependa do período de carência. 
PREVIDENCIA SOCIAL 
Pergunta: Uma pessoa que prestou serviço no meio rural por 
vários anos, atualmente contribui para a Previdência Urbana . 
e tem o marido que é aposentado, tem 65 anos de idade. Indaga­ 
se: Essa mulher tem direito a requerer sua· aposentadoria? - 
J.R.S.O. - Rondonópolis/MT. 
Resposta: O tempo de serviço do setor r:ural computa-se pa­ 
ra o setor urbano e vice-versa. 
Não é preciso contribuicão como rurai, mas comece de prova 
escrita, para que seja comprovado o·trabalho como rural. Assim 
sendo, a pessoa poderá aposentar-se pelo Regime Geral da Previ 
dência Social. 
Nova CL T: 
Legislação 
Mudança na 
Trabalhista 
BIT-Revista tem esquema para mantê-lo atualizado 
As leis trabalhista= URBANAS E RURAIS passam por uma- profun 
da reforma. Uma Comissao de Juristas de Alto Nível, três de 
les inclusive, integrantes da BIT-Revista, trabalham na-prepa­ 
raçao da NOVA C.L.T. e toda legislação trabalhista rural. 
Acompanhe passo a passo as mudancas, através da BIT-Rev"ista. 
ta revista de menor preço no mercado de revistas jurídicas 
especializadas, além de·se constituir em uma das mais requisi­ 
tadas do País, pois é escrita com uma linguagem simples e efi­ 
ciente, ao alcance de todos. 
Peça um prospecto com todas as informações escrevendo para: 
BIT-Revista - Revista Nacional de Orientaç~es Trabalhistas e 
Previdenciáriás URBANAS e RURAIS. 
_ Rua C,itrijós,905 - Caixa Postal, 369 - CEP: 17600-150 -TUPÃ/ 
Sao Paulo - Telefone/PABX (0144) 42 - 3645 - FAX (0144)42-4461 
!-Sugestão ao Executivo 
t' " 1 
1, 1a Vista 
J0. Cetns 
Uas c?4as à 
unidade aue 
o cio·; ícl;;.d,.; ;. 
comentário. 
nunca chega. ·ta 
as4unto pra ou ro 
A verdade é quo o f turo Prg 
feito de Bela Vis a, jun o cor: 
seus assessores, dever iniciar 
um projeto, ou plano, de apoio 
para 
u ..... o r_ 
• 
# + 
retalo [ora 
mu. 	"com t" 
dó 	o rec 
•• 	rs a 
ri3 passa pe as pequena em 
rreia. A propósito, publica os 
t 	~ cnm o Dr- 
utu breve entre'is a '«e 	•  
fesor da Fundação Cetulio Var-­ 
qas, Luciano dos santo Gaino 
respeito do ssunto (empregos), 
transcrito do Caderno do 'apre­ 
qos, do O Fstado de São Paulo. 
A fórmula correta 
emprego cr1ar 
O Professor de evoluç3o e rr 
volução organizacional da Fundá 
cão etulio vargas (FGv-SP), Lã 
ciano dos Santos Gaino, fala so 
bre a crise no mercado de trab 
lho. E afirma: mesmo que are= 
cessio passe, a grande empresa 
nio vai voltar a contratar. 
Estado - Como criar emprego? 
Luciano dos Santos Guino - SÓ 
existem dois modos: aumentando 
o número de empregos nas empre­ 
sas existentes ou o número <le 
empregadores. A primeira hipóte 
se está saturada. A grande em= 
presa não é mais a grande empre 
gadora em nenhum lugar do mun 
do. O modelo organizacional es­ 
tá mudando. Com o ambiente com­ 
petitivo, as organizações têm 
dificuldades de manter estrutu­ 
ras de maior porte. Elas estão 
sendo desmontadas, com transfe­ 
rência de serviços para tercei­ 
ros. 
Estado - Onde está o emprego? 
Gaino - No Brasil (como no res- 
.o elo mundo) apenas 20 do em - 
prego está em grandes empresas 
e 80% nas pequenas e médias. Fs 
tes ;,oç tendcn a diminuir por - 
que nem todas as empresas fize­ 
ram as mudanças necessárias pa­ 
ra obter um novo modelo organi­ 
zacional, com maior flcxibilid~ 
de. 
Fstado - Muda o perfil do traba 
lhador? 
Gaino - o modelo de sucesso do 
Lrabalhadortem que mudar. Ele 
foi criado para ser empregado. 
!sto se transformou numa cultu­ 
ra social, até a década de 70 - 
esse modelo eu certo. De 1á pa 
ra cá mudou. O diploma deixou= 
de ser sinônimo de ~uc0sso para 
se tornar um pré-requisito de 
alternativas de não ser emprega 
do no sistema tradicional. Mas­ 
de ser autõnomo, sócio, dono de 
um negócio (futuro empregador). 
Isto antes era exceção, hoje é 
regra. O Brasil precisa criar 5 
mil empregos por dia, apenas pa 
ra assimilar o crescimento da 
população economicamente ativa, 
Realismo 
O belavistense precisa "cair 
na real", como dizem os jovens, 
deixar de sonhos irrealizáveis 
e adotar a política "feijão com 
arroz". Esperamos que Abraão Za 
carias, reciclado, veja a reali 
dade como ela é, e não como a 
pintam os eternos fabricantes 
de sonhos. Sonhar é preciso,ló 
gico, mas para transformar so­ 
nhos em realidade é preciso 
"compreender os sonhos". (PP) 
A..lilUNCIE AQUI: 
JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA - DIÃRIO REGIONAL 
PREÇO DESTE EXEMPLAR: Cr$ - 3.000,00 
T 
-==- E ~ ASSOCLACÃO 
- =--- = - NACIONAL 
~ , J DE JORNAIS 
urro Dtrr 
Os jornais afiliados à Associação Nacional de Jornais - 
ANJ comprometem-se a cumprir os seguintes preceitos: 
.....»-- 
o funaonamento sem restrições 
da imprensa e o livre aercício 
da profJSSão 
=3 A~urar e p~blicar-;~erdade-­ 
dos fatos de interesse público, 
não admitindo que sobre eles 
prevaleçam quaisquer interesses 
I 
t:._ f Defender os direitos do ser 
humano, os valores da democracia 
representativa e a livre iniciativa 
.r 
{)correr».« 
contestações objetivas das pessoas· 
ou organizações acusadas, em suas 
páginas, de atos ilícitos ou 
comportamentos condenáveis 
,..... 
, J ~urar o acesso de seus leitores . 
as diferentes versões dos fatos 
e às dimsas tendências de opinião • 
da sociedade 
o 
()ir.is...a, 
·mdmduo a sua privacidade, 
salvo quando esse direito 
constituir obstárulo à 
informação de interesse público 
l . 
J) Düere_n,_ciar, __ d-_e-_to:rma:-:.:i-de.n..._tifi_ca_·~,--el--1 
pelos leitores, material editorial 
e material publicitário 
e

o I. TI 1 A 1A 	,. '.'. t, 	0, 
Entrevista/ Alcer.i Guerra 
Quero que paguem os danos que sofri 
Livro das acua - 
;e de prevaricação 
e omissão no inquóri 
to que investigou ir 
reqularidades na Fun 
duçüo !lacional ci'ê 
saúde (fNS), o ex-mi 
niotro Alccnl Gucrri 
preparo um contra-a­ 
taque, "sem ódio nem 
desejo de vingança", 
para reparar sua ima 
gcm, profundamente - 
atingida pelo cuc5.n­ 
dalo, em dezembro. A 
liviado, o ex-minis= 
tro da saúde do go - 
verno Collor quer re 
construir sua vida o 
não pensa em politi­ 
ca. "primeiro, preci 
so colocar minha vi= 
da pessoal em dia 
para depois pensar 
em outras coisas", a 
firma. Em entrevista 
a Sônia Silva e Antô 
nio Marcello, da A= 
gência Estado ele in 
siste que o programa 
dos agentes de saúde 
que motivou as denún 
cias de super fatura­ 
menta de bicicletas 
e mochilas - é a úni 
ca chance que o Bra-­ 
sil'tem do controlar 
a epidemia de cóle -- 
ra. 
Estado - sua vida 
foi abalada pelo es­ 
cândalo. Como o se - 
nhor pretende agir? 
Alceni Guerra 
Primeiro, vou colo - 
car minha vida em 
dia. A pancada foi 
muito forte. A viru­ 
lência com que fui 
atacado foi despro - 
porcional aos fatos. 
Preciso dar tempo ao 
tempo para ver o com 
portamento dos seto­ 
res que me difamaram. 
Vou buscar que pa 
guem os danos que so 
fri, mas não quero 
cair na vala comum 
de preconceitos que 
usaram contra mim. 
Estado - Sem ódio? 
Alceni - Sem ódio 
nem desejo de vingan 
ca. Estou observando 
o comportamento nao 
apenas da imprensa , 
mas do todos que agi 
ram contra mim. o 
que estão dando qua­ 
rida decente a deci­ 
:·;ão do procura<lor-gr• 
ral da República, A-­ 
ristides Junqueira , 
que não viu provas 
contra mim, cotfio a­ 
qindo honestamente . 
Se forem da impren - 
sa, estão simplesmen 
te exercendo o direi 
to de informar. A ii 
prensa teve um trata 
menta muito duro co­ 
migo. Foi um lincha­ 
mento moral, sem 
provas nem indícios. 
Mas acho que foi uma 
época própria da his 
tória do Brasil. Pa­ 
ra mim, agora, é im­ 
portante divulgar ao 
máximo a decisão do 
procurador. É impor­ 
tante para resgatar 
a minha inocência. 
Estado Isso bas 
ta? 
Alceni - Não sei. 
Os danos têm de ser 
ressarcidos. Mas há 
coisas que não se po 
de quantificar. Como 
vou superar o trauma 
que foi a publicação 
na primeira página 
de um jornal de cir­ 
culação nacional de 
um desenho do meus 
filhos com uma tarja 
negra nos olhos, co­ 
mo se fosse um delin 
quente? Para as cri= 
anças, foi um trauma 
muito grande que 
rompeu até seu conví 
vio social. são pre­ 
juízos difíceis de 
resgatar. O processo 
de acusação que SO - 
fri não trouxe ape - 
nas danos à minha i­ 
magem. Minha mulher, 
Ângela, teve que a - 
bandonar seu curso 
de Psicologia. Mas 
eu não quero serres 
sarcido baseando-me­ 
no Ódio ou na vingan 
ça. Por isso, não 
vou fazer nada dei- 
mediato. Prefiro e 
prar. 
Estado - O se 
nhor atribui a al - 
quém a responsabili 
dade por essa campa 
nha? 
Alccni - Prefiro 
não comcntür. !louve, 
inLercoccc contra - 
riado, claro. Mas 
não quero comentar 
nem nobre o compor­ 
tamento do governa­ 
dor da Dahla, Antô­ 
nio Carlos Magalhã­ 
es, nem sobre o do 
presidente da Rede 
Globo, Roberto Mari 
nho. Mas acredito - 
que a aproximação - 
do governador do 
Rio, Leonel Brizola, 
com o presidente 
Collor, que eu con­ 
segui, contrariou 
fortes interessas . 
Só para lembrar, eu 
consegui uma econo­ 
mia de US$ 5 bilhõ­ 
es na construção 
dos Ciacs. 
Estado - Mas a 
reação às denúncias 
foi nacional. 
Alceni - Foi. A 
reação foi de um e­ 
mocionalismo que eu 
acreditava impossi­ 
vel. Outro exemplo: 
surgiu uma denúncia 
de que eu tinha a - 
bandonado os ianomâ 
mis. Eu era responsa 
bilizado pela malá­ 
ria numa área indí­ 
gena. Eu tinha em 
mãos relatôrios da 
ação da FNS, comuni 
cados mostrando ã 
notificação obriga­ 
tória dos casos. Mes 
mo assim,pessoas da 
mais alta qualifica 
çâo profissional me 
denunciaram à Procu 
radoria. Foi um ato 
emocional, sem base 
nem comprovação das 
denúncias. 
Estado - O se 
nhor tem alguma má­ 
goa dos seus anti - 
gos colaboradores 
BRU 
Distribuidora dos produtos 
BRAHMA para Bela Vista e 
Região. 
Oferecemos todo tipo de ma 
teriais para festa, como - 
freezers, mesas, cadeiras, 
copos e transporte. 
CERVEJAS, REFRIGERANTES E 
CHOPP com 15 dias de ante­ 
cedência. 
na Fundação cional 
de Saúdo? 
Aiceni - • - 
qui tbm é preciso 
der um dencno to so 
emocionalimo. 
Estado- E o ir - 
mão de Paulo César 
Parias, Luiz Romero, 
que foi eu secretá­ 
rio-goral no minint~ 
rio? A CPI do PC re­ 
velou o envolvimento 
dele em corrupção. 
Alceni - Conheci 
Luiz Romero na campa 
nha de Collor. E1e 
tinha um bom curricu 
lo, já havia adminis 
trado a Saúde em A1a 
J0as. Não xistia na 
época essa história 
de Esquema PC. 
Estado - O senhor 
se sentiu abandonado 
pelo Presidente Col­ 
lor? 
Alceni - Piquei 
quase oito mesas sem 
falar com ele. Minha 
questão era com a 
Justiça. Depois do 
parecer do procura 
dor, ole telefonou 
mo cumprimentando 
Voltou a telefonar 
antes da votação do 
impeachmont. E outra 
vez depois, q ando 
me disse que desc l­ 
pava o voto de meus 
irmos as favor de 
seu afastaner.to. 
Estado - o senhor 
vai permanecer em 
rasília? 
Alceni - Pretendo 
me estabelecer em 
Curitiba, retom r a 
vida. Ais, não foi 
só a minha vida que 
foi afetada, a situa 
cão da saúde do Bra­ 
sil também. 
Estado - Como? 
Alceni - A crise 
criada pelas denúnci 
as paralisou um pro= 
grama importante, o 
dos agentes de saú - 
de. 
Se tivéssemos con 
seguido levar esse 
programa adiant 
n,ao ri as ho) 
mi que 2 mil ca 
os do cólera, e 
nac 0 mil. O pro 
qrar a deu certo em 
todos os países que 
o irpl ntaram, chi­ 
na, 1ndia, Paqui: " 
tão. Porque a cole-­ 
ra e comb te com 
medicamentos, cla 
ro, mas principal 
mn e com agentes 
de aüde com facili 
dado de locomoção • 
Não se pode confun­ 
dir, como foi f ito, 
um programa de sal­ 
de impor ante como 
esse com denúncias 
de super faturamen - 
t.o. l'lfJ clonúncia::; ti 
nham que ser apura= 
das, mas não podiam 
ter paralisado o 
progra.r.rn. 
FONE (067) 439-1306 
+ BRAHMA, SEMPRE O MELHOR PREÇO! ** 
Rua Antonio Maria Coelho, 439 
Bela vista-MATO GROSSO DO SUL 
Brahma é Brahma 
Você Sabe! 
E 
Ajuste fiscal - O 
Ministro da Economia, 
Gustavo Krause, afie 
mou que a criação do 
Imposto sobre Transa 
ções Financeiras - 
(ITF) já é ponto fe­ 
chado do projeto de 
ajuste fiscal de e - 
mergências, que deve 
chegar ao Congresso 
no dia 22. O governo 
informou que o IR 
de pessoas físicas 
não será ilterado 
Eduardo Vieira, re - 
cém-nomeado ministro 
da Indústria e Comér 
cio, criticou aberta 
mente a decisão. Os 
bancos também são 
contrários ao ITF. 
Salão de automó 
vel - Aberto ao pá 
blico, o 170 Salão 
mostra o primeiro con 
forto entre os car 
ros nacionais e im - 
portados. As novida­ 
des são a nova linha 
Ford Escort, o VW 
Gol 1000, a perua O­ 
mega e a Tempra duas 
portas. Entre os im­ 
portados estão a Mer 
cedes Cabriolet 300- 
CE, o Honda CRX, o 
Renault Safrane e 'To 
yota Corola. A Volks 
mostra ainda ofusca 
do ano 2000, batiza- 
• 
ODI Ia 
do de Chico. O salão 
vai até o dia 25 des 
de mes. 
Privatização - O 
BNDES começa a prepa 
rar um projeto para 
mudar as regras das 
privatizações. O Ba~ 
co quer que a compra 
seja paga com um 
porcentual mínimo em 
dinheiro e que ades 
tinação do valor ar= 
recadado seja amplia 
da. O calendário dos 
leilões não foi alte 
rado. 	- 
Mercosul - O Pre­ 
sidente Itamar Fran­ 
co recebeu na quarta 
feira na Base Aérea 
de Brasília os Presi 
dentes da Argentina, 
Carlos Menem, e - do 
Uruguai, Luis Alber­ 
to Lacalle. O objeti 
vo de Itamar é garan 
tira continuidade 
do projeto de imple­ 
mentação do Mercado 
Comum do Cone Sul. 
Previdência - O 
Ministro da Previdên 
eia, Antonio Britto, 
que tomou posse na 
quarta-feira passa - 
da, rejeitou a possi 
bilidade de aumento­ 
da alíquota das con- 
tribuiçõcs dos em­ 
pregadores e empre 
gados à Prcvidén = 
eia. Disse também 
que quer rever o 
sistema de aposen­ 
tadoria e custeio 
de benefícios ao 
funcionalismo pú - 
blico. 
FGTS - O Minis­ 
tro do Trabalho , 
Walter Barelli, a­ 
nunciou que preten 
de realizar uma de 
vassa nas aplicaco 
es do FGTS. O ron­ 
bo do Fundo deverá 
chegar a Cr$ 5,2 
trilhões até o fi­ 
nal do ano. 
Habitação O 
Banco Central anun 
ciou que a TR pode 
rã ser usada para­ 
corrigir as presta 
ções da casa pró= 
pria, se as partes 
concordarem, ou em 
substituição a ou­ 
tros índices. O 
banco comunicou a­ 
os agentes do Sis­ 
tema Financeiro de 
Habitação que a me 
dida do Supremo 
Tribunal Federal 
de proibir seu uso 
ê de efeito restri 
to. (AE) - 
EDITAL DE PROCLAMAS 
JANILDE ROSA DOS SANTOS, Oficiala do Cartório de Registro 
Civil desta cidade de Bela Vista-MS., faz saber a quantos o 
presente Edital de Proclamas virem, que apresentaram os doeu 
mentos exigidos pelo Artigo 180 do Código Civil Brasileiro in- 
1sos I, II e IV e pretendem se casar: 
LUIZ ANTONIO DE PAULA e IRANIS SANCHES LEITE , ambos brasi­ 
leiros, solteiros, residentes e domiciliados nesta cidade ele 
repórter, filho de Antonio Cardoso de Paula e Luzia Raimunda 
de Paula, ela, lides do lar, filha de Hasan Brun Leite e Seve­ 
rina Sanches. • 
Se alguém souber de algum impedimento, que se oponha na for 
ma da Lei. 
Bela Vista-Ms., 22 de Setembro de 1992 
JANILDE ROSA DOS SANTOS - Oficiala 
Se você não se cuidar 
a Aids vai te Pegar

INFORMITIYO ENERSU 
Conselho Tutelar da 
Criança e do Adolescente 
em Novo Endereço 
A PER;UI, informa que o suprimento de 
enerqia elétrica do Entado de M; encontra­ 
e em condições precárias c/ ocasião de 
tendo e racionamento de energia em função 
da queda de ll estruturas da linha de 
tranmi são de responsabilidade da ELETRO­ 
SUL que interqliqa Campo Grande a Usina Ili 
drelétrica de Jupiá no Rio Paraná próximo­ 
a 'l'rcu J.ngoan, provocada por um forte ven­ 
daval, ocorrido dia 15 do outubro na rcgi­ 
üo de Ãgua Clara. 
Considerando a importância doe man- 
lcr o atendimento o oin· o ra7o.Ív 1, a 
EMERSUL, olicíta aos consumidores a co­ 
preensão e colaboração que tal situação e 
xigu, no contido de economizar env rqia , 
rcntringindo a utilizacão de ar condic:io­ 
nado, elevadores, chuveiros, motores, bem 
como dos equipamentos de alta sensibilida 
de ou seja: microcomputadores, equipamen­ 
toa elctrônicon cm geral, incluaivc ele 
trodométicos, para evitar-e danificação 
por oaciloç5o de tena5o. 
reicit iplkant 
e Fttetsã 
is de três tuilômetros 
feria Elétrica 
o Prefeito Ed­ 
son Medeiros de Mo 
raes, mesmo em fase­ 
final de mandato,con 
tinua trabalhando ã 
todo vapor, as obras 
de asfaltamento no 
centro da cidade, 
bairro Antonio João­ 
e Conjunto Dr. Ely , 
estão em andamcmto,a 
meta é concluir a 
etapa lançada em ju­ 
lho até o final do 
ano. A iluminação pú 
blica e expansão da 
rede de energia elê­ 
trica, tanto no cen­ 
tro da cidade, bair­ 
ros e periferia, com 
promisso de campanha 
do Profcito, está 
sendo cumprido e tam 
bém até o final do 
seu mandato Rela Vis 
ta estará totalmente 
iluminada, não exis­ 
tindo praticamente - 
nenhuma região no es 
curo. 
A empresa ENGE­ 
FORT já implantou e 
continua implantando 
dezenas de postes de 
energia nos bairros­ 
Ãgua Doce, Serradi 
nho e outras áreas:: 
na periferia da cida 
de, além das interli 
gações de pontas de 
rede cm vários pon­ 
tos. No total, o Prc 
feito Edson Moraes - 
conseguiu junto ao 
Governo do Estado , 
180 luminárias e ain 
da mais 160 padrões-= 
de energia para famí 
lias de baixa renda, 
que já foram entre - 
gues à população­ 
mais carente de nos 
so município. Além - 
da expansão da rede­ 
de energia elétrica­ 
em Bela Vista, num 
total de mais de 03 
quilômetros só nesta 
etapa que está em 
execução e das 180 
TRIBUNA DA FRONTEIRA - PREÇO DESTE EXEMPLAR Cr$ 3.000,00 
Ml 
A Derrota de Geraldo 
; 
.i,lr 
Em toda e qualquer competição 
existem três hipóteses: vitória , 
empate e derrota. O candidato a 
Prefeito em Amambai - Geraldo Fe­ 
lipe Corrêa - perdeu as eleições 
para NESTOR SILVESTRE TAGLIARI no 
dia 03 de outubro último. Para 
muitos seg~idores fiéis de GERAL­ 
DO FELIPE CORREA, sua derrota se 
iniciou na escolha do seu vice 
Sabedores da "não aprovação de Con 
tas pelo Tribunal de Contas do Ma 
to Grosso do Sul", quando Geraldo 
Felipe Corrêa, fora Prefeito em 
Amambai- onde a Lei diz: todo o 
Prefeito que não tiver suas con - 
tas APROVADAS pelo Tribunal NÃO 
poderá sair candidato. O ECO popu 
lar era se GERALDO ganhass~ as e:: 
leiçõcs, quem assumiria seria o 
seu vice, pois neste jogo as "car 
tas estavam marcadas". A premissa 
foi verdadeira, pois depois das 
eleições, mesmo com GERALDO FELI­ 
PE CORREA derrotado, seus aliados 
FRANCISCO DE SÃ e AVELINO VIEIRA 
SOARES - nila - traíram Geraldo 
na votação realizada numa das ses 
sões da Câmara Municipal de Verea 
dores de Amambai, quando estava 
em jogo o parecer da Comissão com 
posta por Vlademir P. Siqueira - 
José Libcrato da Rocha e Alcibes 
Ribas de Araújo, que tentavam ir 
contra o parecer do Tribunal 
luminárias novas q/ 
0stão sendo instala 
das nos postes onde 
não existia ilumina 
cão pública, o Pre­ 
feito Municipal de­ 
terminou os sorvi 
os de reparos, ma­ 
nutenção e trocas - 
das luminárias quei 
madas em nosso muni 
cípio, fazendo com 
ue o seu compromis 
o de ver uma Bela­ 
Vista iluminada se­ 
ja cumprido inte­ 
~ralmente até o dia 
31 de dezembro,quan 
do deixará a Prefez 
t.ura Municipal de 
cabeça erguida e c/ 
e gostosa sensação­ 
do dever cumprido. 
O Conselho Tutelar da criança do 
adolescente, órgão integrante do Conselho­ 
Municipal da Criança e do Adolescente de 
Bela Vista, que cuida de todos cavos rela­ 
cionados aos menores em nossa cidsdo, dons­ 
de uma simples assistência até os proble­ 
mas de violência e maus tratos, está loca­ 
lizado m novo endereço. O Conselho Tute 
lar que estava instalado no prédio anexo - 
ao Paço Municipl, mudou-se esta seman p 
ra o antigo Prédio da câmara municipal _de 
Bela Vista, a Rua Coronel Dias, imediações 
da Agência dos Correio, onde as senhoras - 
que o integram então a disposição de todo 
os in ressados que tenham qualquer tipo - 
de problemas relacionados aos menores. 
Geraldo Felipe Corrêa 
de Contas do Estado do MS pa­ 
ra INOCENTAR GERALDO FELIPE 
CORREA. O placar da votação - 
foi 6 à 5 favorável ao pare - 
cer do Tribunal de Contas e a 
sorte de Geraldo Felipe Cor - 
rêa, estava nas mãos destes 
dois vereadores acima citados, 
segundo declarações do Fran - 
cisco e Bila, votaram pela LI 
BERDADE e JUSTIÇA na Democra=­ 
cia do Brasil. 
ALCENI 
GUERRA 
A Democracia brasileira virou ma1s um:i µágin11 
em sua desvairada trajetória. A trágica morte do 
Sr. D ire tas, car inhosm:iente chamo do de "velhinho", 
respeitosamente de Dr. Ulysses, parou a respiração 
por momentos de milhares de brasileiros, Ulysses , 
o velho caudilho, político sem ou quase sen icu - 
las, detxa lembranças e exemplos para uma geração 
que tem pressa, Legislador por natureza, ~uerreiro 
por nascimento, eterno vencedor das causas comuns, 
1doso com pensamentos sábios, reflexos de menino, 
lutador peso pesado contra a DITADURA, carro che­ 
fe das DIRETAS, promulgador da Nova Constituinte, 
qualquer lugar que não fosse o MAR, seria pequeno 
para abrigar seu CORPO em sua última viagem, tomba 
do pelas intempéries do tempo da Mãe Natureza. Õ 
Mestre Ulysses Guimarães não guardava mágoas ou 
rancores de seus adversjrios ou inimigos, pacifica 
dor com voz de TROVÃO. Sua bandeira no momento erã 
transformar o Brasil em PARLAMENTARISMO. A traição 
sempre fora uma realidade na vida de Ulysses Guima 
raes. Na vida conjugal sua esposa lhe trocara por 
, um Coronel que lhe deixou 02 filh:,s, casamento dis 
solvido pela morte acidental, também aéreo onde­ 
Ulysses refez sua vida não mais a dois, ma~ sim 
a 04. Possivelmente o maior golpe político foi a 
DERROTA nas eleições para Presidente do Brasil no 
ultimo pleito. O seu maior aluno - ORESTES QUÉRCIA 
lhe rouba a Presidência do PMDB. No auge dos seus 
bem vividos 76 anos, morre sem ver realizado mais 
um sonho para o Brasil: PARLAMENTARISMO. Ulysses 
sempre combateu a corrupção em todos 06 níveis 
mas a CORTEZIA do helicóptero com piloto e tuao 
lhe custou muito caro ... O PMDB, CONGRESSO NACIO­ 
NAL, perdem o seu principal ídolo, mas 
O BRASIL 
perdeu o CLTIMO DOIS MOICANOS. 
Jorge Pacheco 
O ex-ministro de 
Saúde - Alceni Guer 
ra - que muito con­ 
tribui com os muni­ 
cípios de Mato Gros 
so do Sul e demais­ 
Estados da União , 
saiu vitorioso das 
maldosas e infunda­ 
das acusações de 
corrupções e conti­ 
nua acreditando na 
Justiça de Deus - e !'-------------------------.J 
Bra·sileira. Cabe 
ressaltar que quan- 
do Alceni Guerra foi 
Ministro da Saúde , 
não faltavam medica 
mentos para os Hos­ 
pitais e modernizou 
todo o sistema em 
nosso País. • 
Nosso respeito e 
admiração ao Ex-Mi­ 
nistro Alceni Guer­ 
ra. 
Ril1lE O JORNAL 
SUA 
ANUNCIE E VALO 
CIDADE ! 
DE 
TF - O SEU JORNAL! 
_,.. 
MM1E SE T 
~ LOCADORA 
~ 
,, 
- A BARÃO DO ·TRIUNFO, 1381 
--- • 
439- 1390 
RA MEGA DRIVE 
TAS NINTENDO E OUTROS 
CENTRO 
EDITORIAL 
O iJl.TI.HO DOS HOICANOS 
CONVERSE C0!-1 JESUS 
Meu Jesus eu "Ós d~pos1 tei toda a minha conf_!. 
ança. 
Vós sabeis de tudo Pai e Senhor do universo 
sois 
O Rei dos reis. Vós que fizeste o paralíti~ 
co andar, o morto voltar a vh•er, o leproso sa - 
~~r, vos que vedes minhas angústias, as mfnhas 
agr1nas, bem sabes DIIno Amigo como preciso al 
cançar de vos esta grande graça (pedir a zraca). 
A minha conversa conosco Mestre me dá animo e 
alegria para viver. Só de vós espero com fé a 
confiança (pedi 	- 
J 	e ª graça com fe) Fazei DiYiDO - 
esus que antes de termi 	• 
nar esta conversa que - 
terei convosco durante nove dias eu alcance es- 
,Faca que eco co té. coo gratidão u1tca- 
esta oraçao para out 	- 
aprendam a ter f ·ros que precisam de vos» 
dia II i e confiança na Yossa Misericor 
• um ne meus pa: 	- 
na todos os diz 1Ssos, assim como o sol flu,:,l 
as o amanhacer e test h os- 
sa conversa. Jesus tenh emunta a n 
vez ais auenta a ±,, "?1anca em vós. Cada 
Todos os dias, durante e. 
mandar publicar p no,e dias orar no fio 
de coracão.' ,""Fracas alcançadas. Agradece 
.B.S) 
Viação Caracol 
Linha Bela Vista/e., 
rente. 	racol, saindo às 15:00 horas d!ir!a 
Car.u:ol/Reln Vista s...i(nd .. 
0tias para ex&ursGes +"?_s 07:o0 Noras d1ártaca"·_ 
n.u e C.,Jn(ortiJvles. ~Lllorc !:Onals e_t:1t.er~st.::tdu3l!.. oo .. r;. 
. s nfonnaçoes pelo f-one:'-JY-ló-fi> 
BELA VISTA - NATO CROSSO DO e; 
EXTRAVIO DE NOTAS 
A Firma Teixeir . 
munica que ext, e Avila Ltd/E. C0] 
iscai_ao co»a~,,3? 3 a1es a r , 
blicacão que sr de nos o1 a 10. P, 
. az de acordo com a lei·, 
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