o 
@ 
AL 
ELA VISTA -- MATO CR0O DO UI. - 
- - 
MOR 
22 DE OU'! UHRO DE 1992 Nº 1. 'l /l 
ll1Í moiu de tr anos 
a Prefeitura Munfc1pal 
vêm ut!ltzundo uma chica 
rn locul 1 wda hem nÕ 
centro do batrro Água Do 
cc, como dcpóuito de to: 
do o lixo rccol hido nn 
Idade dtárlamente, são 
1 mala de 800m
2 
de ,írau to 
ada por detritos de td­ 
d espécie, inclusive o 
lixo hoopitnlnr elo lloupi' 
tal Siio Vicctttt• de Paul 
e Postos ele Saúde, f'. co­ 
tu encontrar seringas , 
agulhas, restos de san - 
gue nos frascos de cote­ 
ta e nplicuciio, além de 
animais mortou, enftm 
todo tipo clu podridÜo 
que exala mau cheiro por 
qulÔmctroA adentro do 
bairro Água Doce. 
Devido n proximidnde 
das resfdGncfas e da pró 
prio cidndc, ó comum se 
encontrar crnança mexen 
do no depósito de 11xo , 
procurnndo runtos de co­ 
mido doe rcetnurantea po 
ra comer, agulhas e se • 
ringns dcncnrtiveio pnre 
brincar e outros ttpos 
de obj e ton que possam ter 
nlgwnn utilidade, Segun­ 
do infonnnçÕoR de morado 
re do bnirro, vários - 
criançoo dns imediaçÕc□
contumnm brincar de opll 
car nJecio com as ser 
gao e agulhus encontra: 
dno nos restos do lixo 
hoopitnlnr que nll t! jo­ 
gndo, nlgumnA inclusive 
chegando n se furarem 
com as agulhas que podem 
conter todo tipo de in - 
feccio. 
Outro problcmn vivido 
pclon moradores do figun 
Doce provocado pelo de­ 
pónito de lixo dn Prcfr! 
tura, é a grande quant!­ 
dnade de moecun que próti 
camente atacam as resy" 
d@nctas e também a água 
podre que escorre do li­ 
xiio cr'uznndo por dentro 
de pelo mcnon d z chÁcn­ 
rue, contnmlnundo on len 
çÓis de Ógun e nçudes 
Indo cnir no rto Apa 
bem ncimn da estação de 
cnptocio de igun do 
SAAE. E resumo, além de 
cortar grande parte do 
bairro figun Doce, ao ó - 
guos que escorrem pelos 
valos e grotoe podem es­ 
tar levando todo tipo de 
Impurezas para o rio Apa, 
que nbastece à popula 
çÜo belavistcnse. 
LII VISTD 
N HO SINO" 
O ex-vereador 
Frascos coo resto de sangue hospitalar, agulhas e seringas, 
rio_encontrados_por todonos 1ado1 
Segundo informações - 
do suplente de vereador 
Israel Chamnrro, líder - 
do bairro, os rr.oradores 
Já procuraram as autori­ 
dades, os vereadores, o 
Prefeito Municipal, in - 
clusive fof féIto um 
abaixo assinado com cen­ 
tenas de assinaturas 
as a tê o momento ncnhu- 
e 
_Central de Contaminação 
empresário cm nossn 
cidade, José Glaucy 
Flores, disse ontem 
que "Bela Vista vol 
tará a ser notícia­ 
no Estado, todos os 
esportes cm nossa 
cidade serão dinami 
O "Lixão" na Água Doce 
•stã provocando danos ao 
Refo ambiente, além de a­ 
Reaçar dezenas de crian - 
Ças com toda espécie de 
doenças. f Lnacreditável, 
•ar nos dias de hoje, ir­ 
esponsãve!s ontarem uma 
'Central de Contaminação" 
cm pleno bairro residenci 
a!l. O L{ão nada mais Z 
que ue,a Central de Conta­ 
t11nac:io, e qu!! n.Õ.o vcnhnm 
o desculpas, é a saúde 
- .._ 
~~ zados, sobretudo o 
futebol, através de 
um projeto que tem 
à frente a Liga Es­ 
portiva Belavistcn­ 
se". 
ma providência, no senti­ 
do de acabar com o lixão, 
localizado ao lado da As­ 
sociação dos Pequenos Pro 
dutores do figua Doce, foi 
tomada, "var::ios ao jornal, 
se nao resolver procurare 
mos a Justiço para que tI 
rem esse depósito de lixo 
do meio do nosso bairro" 
disse o 1der caattãr!o". 
Para Glaucy Flo­ 
res, "temos um po - 
tcncial muito grande, 
nfio s6 quanto ao fu­ 
tcbol, mas também no 
voleibol, basquete - 
natação, atletismo e 
futebol de salão" 
"Prova disso - com - 
plementou, "basta ver 
o sucesso do corre - 
dor Elenilson, já 
classificado para a 
São Silvestre a nos­ 
sa seleção de fute - 
bol de salão ganhan­ 
do títulos importan- 
Nesta sexta-feira 
estarão em Bela Vis­ 
ta dez membros do 
Conselho Regional de 
Desportos e Federa - 
ção de Futebol de 
MS, para normaliza - 
remo funcionamento 
da LEB. Haverá uma 
reunião com presiden 
Cintara Mitciy#i ±tá falia 
1 
tcs". 
"Sim, finalizou 
O vereador João Kalife, 1 Se 
crctário da Câmara Municipal 
disse ontem que "o Legislativo 
belavistense está em colapso, vi 
vemos uma das maiores crises fi- 
nanceiras de sua história em nos 
sa cidade". 
Segundo o vereador, "há qua - 
ro meses que o prefeito não re­ 
passa verbas para o pagamento 
dos vereadores, os funcionários 
da Câmara estão há dois meses 
sem receber, temos débitos com 
_ , a Xerox, o que impede a repara - 
ção da máquina, consequcntementP. 
não podemos nem tirar cópias 
nem mesmo o cafezinho pode ser 
- servido, não tnmos dinheiro para 
comprar, os fornncedorcs já nao 
4 atendem aos nossos pedidos, na 
verdade a Câmara está falida". 
Glaucy - voltaremos 
a ser notícia no Es­ 
tado, Bela Vista vol 
tará a ocupar o seu 
lugar de destaque 
vamos ã luta". 
tes de clubes, auto 
ridados e oessoas - 
ligadas ao esporte, 
no salão nobre do 
Hotel Pousada da 
Fronteira. 
-.:-;·- 
Msiuas_escorre_do1ixio_até_o_rio Apa_cruz.ando por dentro 
S virias clicaras 
da população que estó em 
jogo. 
Sempre afirmamos· que 
as issoc1.açÕes. de Horad!?_ 
res, Sindicatos, Clubs 
de Serviços, são auxilia 
rcs de uma comunidade - 
louvável a atitude dos 
moradores, n imprensa es 
tá a! paro denunciar o 
que cst:,i errado. 
Vamos acabar comn a 
11
Centrnl de Contnminac;Õd
1 
na Água Doce. 
Ver. Jo:io IC.>llfc 
MATÉRIA COMPLETA PÁGINA/05 
Esta visita se 
deve a interferên 
eia de Glaucy Flo - 
res que so1icitou a 
diligência, lembra­ 
mos que Glaucy foi 
presidente da LEB. 
AVIS O 
Pedimos aos as­ 
sinantes em atraso 
que procurem o nos 
so Depto Comercial 
para o resoectivo 
pagamento. 
Comunicamos, ou 
trossim, que todos 
os débitos penden­ 
tes com esta emore 
sa jornalística· - 
serão majorados a 
partir do dia 1o 
de novembro, com 
taxas do mercado 
A DIREÇÃO 
UTELIR 
....... -0 DE ELOGIOS 
PÃGINA - 05 
V INCiUIR A SUNAB 
PÁGINA - 05

Antenor Pelegrino 
iETTo Do TRÃÃLÃo T PREVIDENCni s oCINi 
AO ALC/1'.lCE DE TOIJ05 
-------- 
"BOIA-RIA" -- 'TRABALHADOR AVULSO 
Havendo boa vontade, a questão pode er resolvida 
Já publicamos nes 
ta e;ão uma érie 
de comen ários sobre 
a questão do chamado 
trabalhador "Bóia 
Fria", oportunidade 
em que destacamos a 
recusa pelos traba - 
lhadorcn do registro 
cm carteira, os loi- 
1s pelas madruga - 
dane, naquela opor­ 
tun idade, apresenta­ 
moo como proposta pa 
ri solução da quos .. 
tão, a transformação 
dos "Bóias-Frias" em 
'l'RADALIIADORES AVUL - 
SOS, assumindo assim 
os Sindicatos de Tra 
balhadores Rurais a 
responsabilidade pe­ 
la intermediação da 
mão-de-obra. 
Para nossa satis­ 
fação, a proposta é 
ratificada por um 
eminente especialis­ 
ta cm Previdência So 
cial, o Dr. João Do= 
nadon, Fiscal de Con 
tribuic5cs Previden= 
ciárias. Dr. DONADON 
defende idêntica prQ 
ponta e rliz que, pa­ 
ra a transformação 
do "Bóia-Fria" em 
TRADALII/IDOR AVULSO , 
basta apenas uma Por 
taria do Ministro do 
'Trabalho, com o que 
concordamos plenamen 
te. 
A proposta do 
Dr. João Donadon es­ 
tá publicada na ínte 
grana edição de se­ 
tembro da BIT-Revis­ 
ta, cuja cópia já 
está nas mãos do Con 
sultor Jurídico do 
Ministério do Traba­ 
lho, para estudos e 
preparação do texto 
da Portaria Ministe­ 
rial que permitirá o 
TRABJLIIO AVULSO aos 
trabalhadores rura - 
is, observando o 
que manda a letra 
"q" do inciso VI, do 
Art. 10 do Regulamen 
to da Organização e 
do Custeio da Segu - 
ridade Social, apro­ 
vado pelo Decreto no 
Perguntas 
TR/BJLTIO URBANO 
Perqunta - A em - 
presa é obrigada a 
justificar-se com o 
empregado, quando en 
cerra o contrato de 
experiência e não 
quer contratá-lo em 
definitivo? 
Resposta - Não. O 
contrato de experiên 
eia é por prazo de= 
terminado. As partes 
ao celebrarem o con- 
trato, o fazem saben 
do disso, logo, ao 
final deste, não po­ 
de o empregado exi - 
gir explicação ou 
qualquer justificati 
va para a rescisão.- 
TRABJLIIO RURlL 
Pergunta - O sim­ 
ples fato de o empre 
gado ser retireiro , 
já lhe dá direito a 
hora extras? Como de 
vo proceder para evI 
tá-las? - 
Resposta - Para g 
vitar o excesso de 
horas do empregado 
retireiro (ordenha 
dor), o empregador 
pode se valer do cha 
mado serviço intermI 
tente, que ê previs= 
to pela legislação 
trabalhista rural 
Serviço intermitente 
é aquele que, por 
sua natureza, é rea­ 
lizado em duas ou ma 
is etapas diárias 
distintas. De acordo 
com a legislação vi- 
& 
gente, é necessario 
um intervalo mínino 
de 5 (cinco) horas 
entre uma etapa e 
outra de trabalho e, 
nesse intervalo, ne 
nhuma tarefa pode 
ser dada ao emprega 
do, isto é, ele não 
pode sequer ficar à 
disposição do empre 
gador, pois esse in 
tervalo não é compu 
tado em sua jornada 
de trabalho. Essa 
condição deve ser 
anotada na CTPS do 
empregado. Portanto 
não é o simples fa­ 
to de ser retireiro 
que dá ao empregado 
direito a horas ex­ 
tras. 
TRJBJLHO DOMf:STICO 
Pergunta - A em­ 
pregada doméstica 
tem direi to ao FGTS? 
A minha empregada 
tem uma amiga que 
disse a ela que sim. 
Gostaria de ter cer 
teza. 
Resposta - O em­ 
pregado doméstico 
não faz jus ao Fun­ 
do de Garantia do 
Tempo de Serviço , 
nem à indenização . 
Em que pese a Cons­ 
tituição Federal 
ter trazido algumas 
vantagens a mais a 
esses trabaihadores 
nem todos os direi­ 
tos foram estendi - 
dos. 
Gl2/92 (nova reda - 
cão) 
OP1CIOS AO M_INIS'l'RO 
DO 'TRABALHO 
lhor preço da cida- 
ro: 
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roo« l-- ; 
as entidades rurais 
remetam oficias, e 
legramas, telex ou 
telcfax diretamente 
ao Ministro do Tra­ 
balho, insistindo 
na edição da Porta- 
ria que estende o 
TRABALHO AVULSO aos 
rurais, o que será 
de grande valia e 
que em muito melho­ 
rará a contratação 
de trabalhadores 
"bóias-frias", evi­ 
tando-se os riscos 
de multas e proble- 
mas trabalhistas 
com a Justiça, além 
de dar fim aos de 
primentes leil5es 
pelas madrugadas. 
Respostas 
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Pergunta - Uma em 
presa rural pode for 
necer declaracão a 
um empregado, (Servi 
ÇOS Gerais) para com 
provar tempo de ser= 
viço, de que esse em 
pregado trabalhou pã"f===================================,J 
ra ela, mesmo que te][ 
nha sido sem regis = 
troem carteira, sen 
do que isso ocorreu­ 
entre 1978 e 1983 ? 
Tal fato não pode ser 
encarado como fraude 
ou sonegação? E se o 
empregado entrar com 
reclamação trabalhis 
ta? 	- 
Resposta - Se e - 
xistem provas de que 
o empregado traba 
lhou sem ser regis - 
trado, a empresa de­ 
ve fornecer a decla­ 
racão. A esse tempo, 
o trabalhàdor rural 
não estava sujeito a 
desconto, nem a em - 
presa era obrigada a 
contribuir com base 
a i6ia de ase»-p__ nr til' ' 
to, como passou a a-11 8MB 
contecer a partir de 
1/11/91. Não é frau o•• 
de comprovar a verdi . IV6f SÕ8S 
de. Nem se trata de­ 
sonegação, porque 
não há obrigação fis 
cal evidente. QuantÕ 
ao empregado entrar 
com reclamação traba 
lhista, não é mais 
possível, posto que 
já prescreveu o di - 
reito de reclamar. 
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- Fundado e 20/02/1972) 
Publicação da Rede BeLavt 
una 4a Fronteira, s6 - r.'$,,"?" de orats - Aventas Tr! 
7 419-110- C&. P. 23 
Bela Vista - Mato Grosso do Sa1 
Diretores 
Ivaldo Pereira e Mar!a 
Diretor Rcsporu;.5vct 
Iva!do Pereira 
Estela Ve!asquez Pe; ·dr-a 
REPORTAGENS: 
l'b~ildlno Rodrl!ues e Luiz Henrique ~~ 
Cerente 
CIlson SI1va Santo

JOI AI, T HUNA DA FRONTEIRA - DIÁRIO REGIONAL 	- P 1A - 03 
ENTREVISTA - PAULINO ClCERO DE VASCONCELLOS 
EMPRESÍRIO PRECISII TER PICIÊNCII 
O MLnftro de Minas e Energia, Paulino Cícero 
de Vasconcellon, admite que o Brasil no terá coo 
diçoe de cumprir ente ano o acordos de recupera­ 
cio das tarifas de energia elétrica feitos com o 
Banco Mundial (BIrd) e com o Fundo Monetário Inter 
unc!ona; (l'MI). Alerta também pura o rinco que a 
Pclrobrirn corre de voltar a ter prejuízo em 1992 - 
por cauna das mutaçoen patrimoniais decorrente do 
processo de privatização. 
Cfcero, que é deputado pelo PSDll-HG, propõe - 
amplo debute nobre n privatizaçiio e qualifica aque 
les que o chamam de "estatizante" de desinforma - 
dos. Elo identifica uma "certa mágoa" doo empresn­ 
rlou com a composição do Ministério e atribui a 
1sso as criticas ao Governo Itamar Franco. Para e­ 
le, o novo Governo não pode errar. 
"Qu,rnto maior o empresário, maio humildade de 
ve ter nesse momento",. afirma o ministro, que pe 
diu paciência aos empresários em entrevista aos 
reportercs Mareio de Hora.is e Ribnmar Oliveira 
(AE). 
Estado - Que mudanças estão sendo discutidas-· 
para o programa de privatização? 
Paulino Cícero de Vasconcellos - Não houve a­ 
té agora uma troca de idéias para definir as mu­ 
danças. O governo tem sido cauteloso. O Presidente 
quer que a opinião pública tenha a exata noção do 
compromisso do governo com a modernização e com a 
privatização. 
Estado 
alteracÕes? 
Cícero - Deve ser a Secretaria de Planejamen­ 
to mas quem acumulou expe-riência até agora sobre - 
privatização foi o Banco Nacional de Desenvolvimen 
to Econômico e Social, que é o gestor do programa. 
Do BNDES, portanto, espera-se as maiores contribu! 
çÕes no sentido·de se promovêr alterações. 
Quem vai administrar as discussões e 
A Recuperação das Tarifas dos Servicos ó Vital para que 
o Brasil possa retomar os Investimentos Públicos 
Estado 
Cícero 
zaça0 tenha 
O Programa será mais aberto? 
É preciso que o programa de privati- 
o respeito público. 
Estado Então, o programa é uma caixa preta, 
inacessível? 
Cícero - É. Mas a discussão pública acabará­ 
com isso. Menos propaganda e mais discussão é fun 
damental. 
Estado O Senhor foi contra a privatização 
da Usiminas? 
Cícero - Não. Fui o primeiro cidadão a dizer­ 
que a Usiminas tinha de ser privatizada. 
fJ 
Estado Como solucionar a questão das moedas 
podres? 
Cícero Eu acho que se se colocasse pelo e 
nos 57, ou 107 seja lá o que for, em moedas corren 
tes, começaríamos a ter uma experiência nova. 
Estado - Então é boa a idéia de cobrar 107 
da privatização cm moeda corrente? 
Cícero - A inclusão de moeda corrente torna­ 
ria o programa de privatização mais fácil de ser - 
engolido. 
Estado - o Senhor defende que as empresas pr_! 
vatizóvcis mantenham o emprego. Como funcionaria 
isso? 
Cícero - Geralmente, o processo de realinha 
tento envolve a redução da forca de trabalho. Algu 
mas empresas têm feito isso com Intel1gene1a:criam 
programas de incentivo à aposentadoria, dao bonus­ 
e facilidades para demissão voluntária. 
Estado - A manutencào do emprego teria também 
de ser discutida com 09 candidatos a comprar esta- 
tais? 	. 
Cícero - E preciso se compreender as dificul­ 
dades deste momento. são Paulo esta com 1,3 milhao 
de desempregados: A sensibilidade de quem compra 
ma estatal, para essas dificuldades do momento, a­ 
Juda a resolver a questao. 
" 	• 
Estado_ o Governo Collor caminhava para a 
privatização de todas as estatais, incluindo a Va­ 
le do Rio Doce e a Petrobrás. Qual e a sua posição_ 
nesses casos? 
Cícero - É a mesma do presidente Itamar Fran 
co: contrária ã privatização da Petrobras e da Va­ 
le. É um tema politicamente contencioso e temos - 
muitos desafios políticos para.os proximos meses. 
? tumultuar o cenário polittco com no 
ao vamos 	á hã unidades - 
vas questoes. Mas e bom dizer que . 
da Vale do Rio do doce sendo privatizadas._ 
No caso da Petrobrás, há a privatizaçn? de di 
versas unidades petroquímicas. 
via conomfa de consumo de energia, conservaçio e 
corte de custos, seguirta por sse caminho, A recu 
peração das tarifas é vital para qu o Pafs posa­ 
retomar os Investimentos, 
Estado - Coo o Senhor está vendo a denúnci.a­ 
de que a Petrobrás vem tendo prejuízo com as priva 
tiznacôes? 
Cícero - O assunto tem de ser analisado. 
Produto da venda das empresas controladas pela Pe­ 
trobrás está sendo incorporado ao seu_patrimonio - 
Pelo valor de merendo dos títulos e nno pelo que 
realente foi captado. Esses prejuízos todos vao­ 
e refletir no balanço da Petrobrás. Resultado: a 
o 
en.presa corre o risco de voltar a ter prejuízo este ano 
por causa das mutaçoes patrimoniais decorrentes do 
processo de privatização. 
Entado - O prejuízo da Petrobníe é dé quanto? 
Clcero - Eu conversei com o Presfd nte da Pe­ 
trobrás , para manter um canal permanente, mas não 
abordei esse [ato específicemente. (Na empresa, há 
cálculos de que a Petrobrás Já acumula prejuízos 
de US$ 1,23 bIlho com as privatizações). 
Eetado - E a questão tarifária na Petrobrás e 
no setor elétrico, como fica? 
Cícero - foi feito um ajuste com organismos­ 
multilaterais de crédito, como o Banco Hundinl e o 
Banco Interamericano de Desenvolvimento. Para que 
houvesse uma recuperação de tarifas, para mudar o 
perfil de endividamento das empresas do setor elé­ 
trico e para que pudesse voltar o fluxo de recur - 
sos para expansão do Parque Energético do Pa!s. 
O acerto previa a recuparação da tarifa, dos 
atuais US$ 47 por magavatt/hora, para US$ 67 até 
o final do ano. Não vamos chegar lá. Estamos em 
US$ 51 o Megawatt. Se eu. pudesse conseguir isso 
Por iniciativa da Or 
ganizacão das Nações Uni­ 
das para a Agricultura e 
a ilimeataçao (FAO), come 
morou-se dia 16/10, o Dla 
Mundial da Alientacão.Da 
to essa, no entanto 
infelizmente mais ·se 
adequado à denunciar e 
evidência do quadro 
ALIMEHTA(Ã 
Não e esse nosso ob 
jetivo neste momenta. 
O que mais nos preo 
cupa evidenciar é que Õ 
amplo conhecimento dos 
problemas apontados, de 
uas causas e consequên­ 
cias - cuja maior expres 
ão constitui na realiza 
cão da CPI da fome - naÕ 
foram, ainda capazes de 
gerar um sentimento so 
cial de indignação e re­ 
pulsa forte o suficiente 
para engendrar movimen - 
tos efetivos de transfor 
maça0 dessa realidade vi 
vida. 
O direito básico 
que 
tem 
à 
ex­ 
tremamente penoso e per­ 
sistente da fome e da mi 
séria no mundo, no qual Õ 
Brasil se insere vergonho 
sarnente. 
As estatísticas so 
bre as questões são tão 
bundantes quanto sombrias 
No mundo, mais • de 
780 milhões de pessoas pa 
decem de desnutrição cr­ 
nica, por consumirem me­ 
nos que os rêquerimentos­ 
energéticos mínimos neces 
sãr1os; cerca de 13 mi­ 
lhÕes de crianças menores 
de cinco anos de idade 
morrem anualmente por in­ 
fecçÕes e enfermidades 
causadas direta ou indire 
tamente pela fome e desnu 
trtção; e mais de 257 da 
população mundial sofre - 
de anemia, em algum grau, 
por deficiência de ferro. 
Na América Latina , 
cerca de 1 milhão de cri­ 
anças morrem anualmente -. 
nestas condições, vítimas 
da gigantesca disparidade 
na distribuição interna - 
da renda que condena à mi 
séria contingente de 78 
milhões de menores. 
• A situac;ão brasilei­ 
ra não é diferénte. Estu­ 
dos divulgados recentemen 
te pelo IBGE revelam que 
157 das crianças padecem­ 
de desnutrição crôni'ca , 
que o índice de mortalidn 
de infantil - 60 Óbitos= 
por mil nascimentos - é 
ainda, um dos mais altos­ 
do mundo, e cerca de 32 % 
de crianças e adolescen - 
tes são, hoje, socialmen­ 
te marginalizados e têm o 
seu futuro comprometido - 
pela miséria. 
A esses dados pode­ 
ramos agregar outros re­ 
lativos ao desnível da 
renda , ao desemprego e 
às precariedades do sanca 
mento básico e da saúde= 
públlca, atendo-nos assio 
a delinear um quadro desa 
lentador da realidade sÕ 
cial do País. 
a 
alimentação não adquiriu 
até o momento, no Brasil 
e fundamento da prÓpria­ 
cidadania, e o que tris: 
temente se constata e 
que nenhum grupo ou mo­ 
vimento social,mesmo nes 
tes importantes momen - 
tos de consolidação da 
democracia brasileira,se 
tem apropriado desse con 
ccito e, consequentemen­ 
te, levado adiante a sua 
conquista. 
O Pa{s elaborou uma 
nova Constituição, pro­ 
cesso que se desdobrou - 
também nas Constituições 
tstnduais e nas Leis Or­ 
gânicas dos Municípios. 
No entanto, a garantia - 
e o direito dos indiví - 
duos à alimentação míni­ 
ma necessária nem sequer 
chegou a merecer referên 
cias suficientemente ex= 
plÍcitas, como o obtive­ 
rar as outras necessida­ 
des, também básicas, nas 
áreas de transporte, de 
EaÚde, de educação e de 
segurança. 
Mais recentemente , 
nos seis meses que aten­ 
deram à votac;ão dos pri­ 
meiro turno das elei 
çÕes municipais, o Esta= 
do realizou ampla coleta 
das reivindicações popu­ 
lares para a melhoria de 
condições de vida em São 
Paulo, consultando mora 
dores de 26 bairros da= 
Capital. Surpreendente - 
ente, as questões da a­ 
imentacão e do abasteci 
tento popular de alimen­ 
tação não chegaram a ter 
sequer representação es­ 
tatística. 
Os problemas levan 
Estado- Que recado o Sr. dar1a aos que crItl 
cam e chamam o Presidente Itamar Franco de "coner 
vador" e "estatizante"? 
Cícero - 0 Presidente Itamar nao pode come - 
ter erros políticos. Os pró:imos 60 a 90 das se 
rio um período de decisões muito fmportantes para 
a vida brasileirn. 
Quem es t,i me tendo o pau está desinformado. Pe 
ç0 apenas para que esses críticos tenham u pouco­ 
de calma. K lnguêm pode ser dono sozinho de u:,, i',1 h 
com 8 mI1hões e 500 ml quilômetros quadrados e 
140 mtlhôes de habitantes. Quanto ma!s forte é o 
empresário, nafs humildade ele deve ter. Ninguém 
quer fazer aqui revolução armada, ou criar uma no­ 
va pol!tJca econômica, ou fazer uma polfttca de ne­ 
gar a excelência da economia de mercado, ou a fm­ 
portancfa do papel do patriciado econômico no de­ 
senvolvimento do País. Tenham paciêucia, 
A CIDADA 1 
tados, foram semelhantes 
nas diversas regiÕes,mes 
mo nas ais periféricas, 
e se concentraram nos i­ 
tens relativos a trânsi­ 
to, limpeza; segurança , 
transporte e infra-estru 
tura. O fato sepre se 
repete, o que evidencia­ 
que a alimentaçao,enquan 
to direito legítimo dÕ 
cidadão, não tem consta­ 
do na maioria das mani 
festaçÕes mais recentes= 
da vontade pública. 
É indispensável e 
primordial, portanto,que 
se venha a conquistar a 
devida dimensão pública­ 
e política da questão a­ 
limentar, resgatando as 
relações do Estado com a 
Nação no seu mais legÍti 
mo e inalienável direirÕ 
qual seja o de uma ali­ 
mentação digna, saudável 
suficiente e equilibrada 
É necessário, ainda 
que se esclareça que a 
marginalização alimentar 
nas dimensões atuais, em 
muito se distancia do me 
ro atendimento da Assis= 
tência social a ser cu­ 
prido por programas com­ 
pensatórios.de suplemen­ 
tacão alimentar. Trata - 
um se, na realidade, de 
desafio muito maior: a 
segurança aliméntar -con 
ceito amplo que abrange= 
a conquista das garan­ 
tias do indivíduo contra 
a fome - deve hoje ser 
entendida como condição­ 
básica para a retomada - 
do crescimento econômico 
e do desenvolvimento so­ 
cal. 
A responsabilidade­ 
cabe a todos os segmen - 
tos sociais: políticos , 
empresários, trabalhado- 
res, enfim, cidadiios. 
Ao Estados cabe, 
sem divida, a parcela - 
ma1or, atraves da elabo 
ração e execução de po­ 
líticas macroeconômicas 
de combate à recessão , 
de geração de empregos­ 
e de melhoria na distri 
buição da renda. 
É possível. comba 
ter a pobreza de modo - 
rápido e pollticamcnte­ 
sustentável, médiontê u 
ma estratégia composta­ 
por dois elementos de 
igual importância. Um 
deles é a utilização 
produtiva do trabalho - 
(busca de rumos desén 
volvimentistns eficien= 
tese mão-de-obra inten 
sivos). O outro elemen 
to é a prestação de ser 
viços sociais básicos= 
aos pobres, em especial 
atendimento médico, pla 
nejamento facilinr, nu= 
tricão e educação pricá 
ria. 	- 
A questão da moder 
nidade do País, mais dÕ 
que nunca, está posta.O 
que ressaltamos é que a 
modernidade só começará 
a partir da recuperação 
da dignidade do indiví­ 
duo e de suas condições 
de vida, cuja base se 
constitui em sua pro­ 
pria alimentação. 
O direito à alimen 
tacão é o Princípio da 
cidadania e, portanto , 
a conquista da cidada - 
nia é o princípio da mo 
dernidade do País. - 
Rosalba de Aleida Mole 
do, socióloga, é coorde 
nadora da Sec. de Agrte. 
e Abast. de São Paulo 
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Tratar (067) 439-1176 - 
da cidade - Fazenda- 
a vontade 
DR. KLEBER

JORNAL, TRIBUNA DA FRONTEIRA - DIÁRIO REGIONA 
1 
--- ------ 
e 
O PODER JOVE 
Do rcdcrnoinho 
de ven os gerados pe 
la CP! do PC emergi­ 
ram duas boas novida 
deR: a explosão na­ 
cional de uma cape - 
rnnçosa indignação é 
tica e o alegre pro 
testo dos jovens nas 
ruas. A imprensa des 
tacou st fato, a­ 
plaudindo o retorno­ 
doo estudantes à mi 
litãncio politica e 
a aparente troca de 
uma vida centrada 
nos shoppings e na 
discussão sobre mar­ 
ca de autos, bike e 
tênis pela preocupa­ 
ção com o País e a 
cidadania. 
t preciso apr_2 
veitar esses momen - 
tos de valorização - 
da adolescência para 
ampliar a reflexão - 
sobre os jovens na 
sociedade brasileira 
para além do regozi- 
jo pela politização­ 
estudantil. E digo - 
ampliar porque, con­ 
forme as pesquisas - 
têm revelado, uma 
parcela ponderável - 
dos adolescentes não 
está nas escolas.Ela 
vê-se forçada a tro­ 
car o estudo pelo 
trabalho, em ritmo - 
disciplinado e cansa 
tivo, frequentemente 
sem grandes perspec­ 
tivas de dinheiro ou 
carreira. Ela não es 
tá investindo em seu 
futuro, mas sobrevi­ 
vendo ao presente. 
A necessidade - 
tem levado muitos a­ 
dolescentes a traba­ 
lhar cedo, dificul 
tando a qualificaçãÕ 
de sua mão-de-obra. 
• Cansados e mal­ 
remunerados no dia-a 
dia, estes jovens - 
também encontram pou 
cas recompensas em 
suas horas de lazer: 
são parcas as possi­ 
bilidades de diver 
são em lugares onde 
isso geralmente cus­ 
ta caro. 
TrabaÍho duro e 
pouco divertido aca­ 
bam sendo a vida da 
grande maioria dos 
jovens em cidades co 
mo São Paulo. Uma 
pesquisa recente que 
coordenei para o Nú­ 
cleo de Estudos de 
Políticas Públicas - 
(Nepp) da Unicamp(em 
convênio com o Cen­ 
tro Brasileiro da 
infância e da adoles 
cência-CBIA)-consta­ 
ta uma faceta desta 
situação, a partir - 
da leitura de proces 
aos de Varas da In 
fãncia e da adoles - 
cncia da Capi al.Ob 
scrvou-sc que a 
maior demanda dessas 
varao rcf •rc-se a 
tias e irmãs reguln­ 
rizando a si uação - 
Cnmiliar de parentes 
menores trazidos, de 
Minas Gerais ou do 
Nordeste, para traba 
lhar cm são Paulo. 
são jovens de 
baixíssima escolari­ 
dade e reduzido grau 
de profissionaliza - 
ção, que deixam a ca 
sa paterna rumo à ci 
dade grande, sem ou­ 
tro apoio senão o de 
suas famílias caren- 
tes. 
Com empregos pouco 
estimulantes e de re 
mune ração mínima, ha 
birando as regiões - 
mais pobres da cida­ 
de, compõem ou ras - 
tribos adolescentes, 
bem diversas de seus 
comteporãncos ncw-pQ 
li. izados. 
Esta e outra 
pesquisa do Nepp de­ 
tectaram mais uma 
importante tribo ado 
lesccntc - numerica­ 
mente bem menor, po­ 
rém não menos exprcs 
siva , a dos paulis- 
as pobres e da bai­ 
xa classe média q/ 
bombardeados pela ex 
posição aos bolsões­ 
de consumo, furtam e 
roubam, numa reaç o 
imediatista à inca­ 
pacidade financeira 
de adg irir o que - 
desejam. Fla movi 
nenta delegacias e 
varas especiais com 
reus problema□, re­ 
velando que, alfn - 
<la contos acão poli 
tica jovem, a crini 
ralidade :ambém 
jov m, indo dos 16 
os 23 anos a idade 
dos marginais que - 
Liram o sono do ci­ 
fadão que trabalha. 
Todas essas 
tribos adolescentes 
devcrjam despcrtnr­ 
uma boa reflexão so 
bre as condições de 
vida, profissional.!_ 
zação e scolaridad 
de uma parcela dos 
mocos brasil, iro,pa 
ra que a alegria tra 
zida à político pe­ 
lo& esLudantes cor.­ 
testadores es' imule­ 
a sociedade civil e 
diferentes ins.anc1- 
as do poder público­ 
a encontrar formas 
de a uaço que ra­ 
gami alegria-alegria 
também parn o Jovem­ 
pobre e trabalhador­ 
das periferias. 
Acredito que a 
euforia da juventude 
na política pode a­ 
cordar a cria ivida­ 
dc adormecida pela 
descrença, trazendo­ 
um sopro renovador - 
do I (' J 1 .- 
p 
não ô nas boas esco 
l., as em todos os 
estabelecimentos d 
ensino, nas oficinas 
escri t.ór J or;, lnJ 11; , 
praça , pebolins e 
dance eri.s, onde u­ 
ma juvenude saudá 
vel pode aprender , 
produzir e se diver­ 
tir, ou consumir a­ 
nurgarrnnt• suas for­ 
ça5. 
a 
Célia Soibelmann Me- 
1hem é pequi sadora - 
do Núcleo de Et. de 
Políticas Públicas - 
da Unicamp e douto 
randa em Ciência Po­ 
lítica na USP. 
Me d i e a m e n t o s 
PREÇOS PODERAO SER R nu 
O Ministro da Saúde, Jamil 
Haddad, é contra a venda de remé­ 
dios em supermercados e negou a 
existência de estudos neste senti 
do por parte do governo. Existem­ 
estabelecimentos especializados - 
para a ,,enda de medicamentos, dis­ 
se. A desregulamentação do setor­ 
(que permitiria a comercialização 
de remédios em outros pontos de 
venda) é um dos argumentos que o 
Governo pretendia usar na primei­ 
ra reunião da Câmara Setorial com 
a Indústria farmacêutica para con 
ter os reajustes de preço, previ~ 
ta para amanhã, no Ministério da 
Fazenda. Atualmente, todos os re­ 
médios têm os preços liberados. O 
Ministêrio estuda ainda a possibi 
!idade de ser cobrado um percen - 
tual de 10 a 20% do consumidor - 
sobre o preço dos medicamentos 
distribuidos pala Central de medi 
camentos (Cerne), do Ministério. 
O Ministro da Saúde anunciou 
que criará dois grupos de redução 
dos preços de uma lista de 80 me­ 
dicamentos de uso continuado e a 
distribuição dos produtos atravês 
da (Cerne). Grupo que avaliará me­ 
canismos de redução de preços in- 
cluirá representantes da indús­ 
tria farmacêutica, do Mini~tério 
da Saúde, especialistas no assun­ 
to e representantes do Ministério 
da Economia com os quais Haddad - 
pretende negociar a diminuição de 
impostos aplicados sobre a indús­ 
tria farmacêutica. Podemos conse­ 
guir a redução dos preços através 
da simplificação ~e embalagens,r~ 
tirada dos intermediários no pro­ 
cesso de compra e reaproveitamen­ 
to dos frascos, apresentando, co­ 
mo contraproposta, reavaliação 
dos impostos, afirmou o Ministro. 
Depois de conversar com a 
indústria farmacêutica do Rio de 
Janeiro, que representou também a 
de São Paulo, o Ministro da Saúde 
acredita que o setor tem boa von­ 
tade. I:les dizem possuir certa ca 
pacidade ociosa e querem negociar 
por que admitem que o aumento dos 
remêdi0s e queda dos salãrios di 
minuiu o percentual de pessoas c7 
condições financeiras para adqui­ 
rir os produtos, afirmou. Haddad, 
também explicou ter solicitado ao 
Presidente Itamar Franco que seja 
dada prioridade no investimento - 
em lab0ratórios·oficiais dentro - 
Conselho Regional de Desportos de MS 
AO:' DIÁRIO TRIBUNA DA FRONTEIRA 
Este Conselho Refonal de Desportos de Mto Grosso do Sul, Õrgâo vinculado D Sccrctarl::a de E­ 
ducaço do Estado, juntaente coca a Prefeitura Municipal de Bela Vista, realizarão a Instalação Tran­ 
sltÓrln dcctc colci~lado, coe ohjctlvo de dlscutlr e buscar soluções ao Desporto, facilitando seu pla­ 
ncj:cc.nto e execução dentro do Sl!.tc=n Desportivo Est.ndu.:11. 
Dessa fon:in, gost.arlaoos ~e contar coe a presença de Vossa Senhor-la, conttlbulndo assi.c para 
Cngrandeclccnto do evento, que contará coes a seguinte prograaaçio: 
CIDADE: ll<:ln Vlctn LOC.AL: Terraço do Hotel Pau.r.ad,1 da Fronteira 
o 
DATA: 23/outubro s 19.30 horas - nbcrtura 
2/outubro às 1;o0 horas- trabalhos técnicos e jurídicos, 
Contando co vossa presença, subscrevemo nos, cordialmente - Sllvlo. Lobo Filho - Pren. do CU>/'HS 
do Orçamento do próximo ano. O ~i 
nistro determinou um levantamentÕ 
das capacidades dos laboratórios­ 
oficiais e da necessidade de in­ 
vestimento para propiciar aumento 
da produção. O segundo grupo de 
trabalho vai estudar a distribui­ 
ção adequada de medicamentos com­ 
prados pela Cerne. Poderíamos dis­ 
tribuir cobrando 10 a 20% e ores 
to do custo sendo complementado= 
pela Cerne, afirmou. o grupo de 
trabalho que estudará o assunto - 
será composto por especialistas - 
na area, adiantou o Ministro. 
O presidente do Conselho Fe­ 
deral de Farmácias, Thiers Ferrei 
ra, foi ao Ministro da Saúde cri­ 
ticar a possibilidade de venda de 
medicamentos cm supermercados.Não 
se pode discutir medicamentos co­ 
mo se fossem mercadorias, afirmou 
Ferreira. Ele admitiu que existem 
falhas, como farmácias que não 
respeitam a obrigatoriedade de­ 
ter um farmacêutico para atendi - 
mento aos clientes.' O Ministro da 
Saude acredita que a venda em Su­ 
permercados levaria ao fechamento 
de farmacias e ao desemprego. te­ 
mos que pensar é em abrir mercado 
de trabalhos, disse Ferreira. 
l V I S0 - EDITAL._ DE LICITAÇÃO NO 00 5/92 
OBJETO: Exploração co ·1 
res e restaurantes " xclus!vfdade, de ba- 
a, 1sai1a4 , " ?2vir!o Pico ntet - 
vis iore: e@ ia, A. P;",3: tto 
, Prefeitura '1u:ii r.iuntc pio. 
"ato Grosso do s".";'P'de tonizo-Estado e 
tra aerta g 1teté?"Publtco que se enon - 
da et1aio peru+e"; referida nos teras 
tos no Cadastro cera a Intgresses !gscr! 
ter a pasta contendo a ltações, poderão o 
dg I!citação co a C6,,3pe!teações e bases - 
cão à Rua ce1. Pie,"?o Perane±e de uetz± 
e propostas deverão "a 1
7
0, A Documentação 
de novezbro de 19
9
2,3' treues ate o dt 20 
do ?rereto, en&e <"2";P! horas. ng G3te:e­ 
te de licitação. mn:ra a Cotssão Permane 
Prefeitura Mtuntet 
de setembro de 14' a1 de Bon!to-S, E 15 
sidente C.P.L. ' Erico Correta Arruda - Pr 
COVE5XANDO COM O POVO +, 
Viação Cruzeiro do S ui 
0 
Viação Cruzeiro do Sul 
CONFORTO - SEGURA'A - EFICIENCIA 
!,INHAS PARA TODOS OS IU l!C!PIOS DE MS 
CONEXÃO PARA AS PRINCIPAIS CAPITAIS 
UMA ESTRELA BRILHA NA 
CONSTELAÇAG DE MS

TRIBUNA DA FRONTEIRA - DIÁRIO REGIONAL 	BELA VISTA, 22 DE OUTUBRO DE 1992 - PGI IA - 
CIMIRI MUNICIPIL ESTÍ FILIDI 
O vereador João Kalife, 10 Se 
crctnrio da Camara Municipal , 
disse ontem que "o Legislativo 
elavistense está em colapso, vi 
vemos uma 'das maiores crises f 
nanceiras de sua histria em nos 
ea cidade". 	- 
Segundo o vereador, "há qua - 
tro meses que o prefeito não re­ 
assa verbas para o pagamento 
doo vereadores, os funcionários 
da Câmara estão há dois meses 
sem receber, temos débitos com 
a Xerox, o que impede a repara - 
cão da máquina, consequentemente 
não podemos nem tirar cópias 
nem me smO o cafezinho pode ser 
servido, não temos dinheiro para 
comprar, os fornecedores já nao 
atendem aos noesoG pedidos, na 
verdade a Câmara estã falida". 
Ver. João Kali te 
Entende o vereador João Ka- 
CONSELHO TUTELIR 
UM TRDBDLHD DIGNO DE ELOGIOS 
O Conselho Tutelar 
dos Direitos da Crian 
ça e do Adolescente , 
em Bela Vista, está 
desenvolvendo um tra­ 
balho digno de elogi­ 
os e merece o respei­ 
to de toda a comunida 
de. 	- 
Todos nós sabemos 
que um dos mais gra - 
ves problemas do Bra­ 
sil é o problema do 
menor, não só do me - 
nor abandonado, mas 
do menor que às vezes 
não recebe assistên - 
eia e nem orientação 
' 
em sua própria casa. 
Tivemos casos em 
nossa cidade de vio­ 
lência contra o me - 
nor, abuso sexual, a 
bandono, exploração, 
em todos estes casos 
o CONSELHO TUTELAR 
atuou de maneira mar 
cante e resolveu si­ 
tuações difíceis. 
Comenta-se que 
haverá eleição para 
efetivação deste Con 
selho, etendemos que 
a velha regra, "não 
se mexe em time que 
está ganhando", vale 
bem para este caso. 
Se o Conselho es 
tá funcionando, a 
·equipe está unida e 
coesa, são competen 
tes, não há o por­ 
quê de mudanças, não 
deverá haver injun­ 
ções de espécie al­ 
guma, muito menos 
políticas, os inte­ 
grantes devem conti 
nuar. 
Hoje a equipe 
que está trabalhan­ 
do, e vem trabalhan 
do há quase um ano, 
o ex-superintende sível tarefa de fis- torções desde sua 
da Sunab, Aloisio Tei calizar todo o País, criação, na década 
xeira, viu com simpa- quando sua função e- de 60. Ela foi cria 
tia a decisão do mi -- ra normatizar a apoi da para controlar 
nistro da Justiça,Mau ar os Estados. Falta os preços nos bote­ 
ricio Corrêa, de ex - vam fiscais e carros, quins da esquina , 
• - - lembra. Em Minas diz o ex-superinten 
tinguir o orgao, as- 	- dente. A economia a 
sim como a Lei Delega por exemplo, na epo- 
da nos, que permitia ca de Teixeira, ha - tual exige uma le = 
·o sovares inter@ir vis sete ascos e %;z$; ? ." 
ra controlar os pre- 
e desapropriar empre eos em 700 municipi- lações com as indús 
sas que desrespeitas- 	triase com os con= 
sem o controle de pre os. : pel d, o sumidores. Mesmo as 
ços. Para Teixeira, a A Lei e ega ª n 
5 naº 
Teixeira sim, Teixeira consI 
Sunab nos úl times a - , sequ. • , 
também acumulou dis- dera a lei delegada 
nos acumulou_:_~:~os-=--=====-=----------------------------- 
life que, "o atual prefeito de 
Bela Vista senhor Edson Mora - 
s, não tem o mínimo de respei 
to pelo Poder Legislativo, po­ 
is juridicamente falando le 
já deveria responder por Cri - 
me de Responsabilidade, pois 
está impedindo o fu cionamento 
normal da C5.mara". 
Kalife disse, também, que 
"ao ler o jornal, nos últimos 
dias, ternos visto o Prefeito a 
firmar que vai isentar a popu­ 
lação deste e daquele imposto, 
que vai terminar esta e aquela 
obra, vai iniciar outras, e 
não cumpre com suas obrigaçõ - 
es, não paga nem à Câmara, que 
não é favor, é dever, é obriga 
cão". 
O Secretário da câmara afir 
sob orientação firme 
e eficiente do MM Ju 
iz de Direito da co­ 
marca Dr. José Neder 
Meneghelli e do Pro­ 
motor Público, Dr. 
Elton, e do apoio do 
Conselho Municipal 
que tem na presidên­ 
cia o ver. João Kali 
fe. é composta por 
Marlene Palmieri Ba­ 
tilani, Maristela 
Gabinio, Neli Prates 
e Flora Velasquez. 
Por uma questão 
de bom senso, DEVEM 
CONTINUAR. 
I ICTR?O VAI EXTIIKGUIR A SUA 
uma das boas heran - 
ças do autoritarismo, 
que precisava apenas 
ser atualizada. Tei­ 
xeira não acompanhou, 
na semana passada, a 
intenção do governo 
de criar a agência 
da livre concorrên - 
eia, a partir da ex­ 
tinção da Sunab e da 
Secretaria Nacional 
de Defesa Económica 
(SNDE). Mas lembra 
ser essa decisão mui 
to parecida com sua 
idéia em 1987. 
ESE T 
LOCADORA 
ma que "dinheiro a Prefeitura 
têm, ois no mês de setembro ar 
rccaclou Cr$ 913 milhões de cru­ 
zeiros, e a previsão para outu­ 
bro é de Cr$ 1 bilhão de cruzei 
ros ou mais". 
Finalizando, diz que "o Pre­ 
feito deveria publicar na Im 
prensa a relação de despesas e 
arrecadação da Pr feitura, isto 
seria administrar.com transpa - 
rência, o que não ocorre, pois 
nunca vimos sequer a publicação 
de um Balanço, o povo não acom­ 
panha o que se faz, tudo fica 
entre as paredes da Prefeitura: 
José Elias: Perda de 
Ulysses é Irreparável 
AS MA MEGA DRIVE 
EVE FITAS NINTENDO E OUTROS 
«, 
  
- BARÃO DO TRIUNFO, 1381 
.,.-- 	.. 
439- 1390· 
CENTRO 
O deputado fede - 
ral José Elias Morei 
ra (PTB) distribuiu 
nota, através do ga­ 
binete dele na Cama­ 
ra dos Deputados em 
Brasília, sobre a 
morte do deputado 
Ulysses Guimarães 
José Elias considera 
a morte de Ulysses u 
ma perda irreparável 
para a política bra­ 
sileira, por tudo a­ 
quilo que ele repre­ 
sentou e os ideais 
que defendeu durante 
a vida pública. t a 
seguinte a nota do 
deputado douradense. 
"Infelizmente as 
evidências confirmam 
a notícia. Laços des 
feitos. Vida que se 
transfere. 
Exemplo que fica 
em nossas mentes e 
permanecerá em nossa 
história. 
Foi um arauto da 
liberdade e da Justi 
ça. Um defensor das 
minorias. Pregoeiro 
incansável das cau 
sas nobres. Mensagei 
roda democracia, um 
menestrel encanecido 
de olhar celeste. 
Já não se encon - 
tra entre nós. Já não 
contamos com sua pre 
sença, sua experiên= 
eia e seus ensinamen 
tos forjados nos em= 
bates da vida. Somos 
todos órfãos de sua 
Dep. José Elias 
sabedoria revelado­ 
ra. 
Agora está fal - 
tando alguma coisa 
entre nós. Falta al 
guém, aquele que em 
sua velhice jovial, 
·a vida se multipli­ 
cava e o monge se 
transformava em 
guerreiro imbatí 
vel. 
Resta-nos o leni 
tivo da certeza de 
que, onde ele esti­ 
ver, não deixará ja 
mais de olhar por 
esse País que tanto 
amou, por esse povo 
que tanto defendeu 
e empolgou, pores­ 
ses pobres que con­ 
tinuam a vagar por 
aqui. 
Adeus velho Ulys 
ses ou, simplesmen­ 
te, até logo jovem 
guerreiro". 
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E VIDA 
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UPA,DT AO PODRIGUES 
·--· __..:.'..'.~~~~=============: 
"QUERO VER BELA 
VISTA ILUMINADAº 
J frase faz parte 
do Proqrama de Gover 
no do Prefeito f:clson 
~ndeiroe de Moraes , 
quando de sua campa·­ 
nha rumo ao Paço Mu­ 
nicipal e o seu com­ 
promisso no setor da 
0ncroiu elétrica es­ 
tá sendo cumprido , 
foram e estão sendo 
cx•cutadas expansão 
de energia em vários 
Rairros, como Serra­ 
dinho e Agua Doce 
periferia da cidade 
e interligações de 
pontas de redes, só 
nesta última etapa 
ouc está em execução 
são mais de 3 quilâretros 
de expansão de rc--cle , num 
total de 7 5 novos postes 
implantados; centenas de lu 
minárias novas foram e ·es 
tão sendo implantadas em 
v,iírios pontos da cidude e 
também nos bairros , 
além dos reparos e 
serviços de manuten­ 
ção nas luminárias - 
queimadas ou com de- 
feitos. Para o Pre - 
• 1 
Pref. Edson Horaes - 
feito é proibido fi­ 
car no escuro em Be­ 
la Vista e até o fi­ 
nal do seu mandato - 
ele estará traballian 
do para cumprir inte 
gralmente mais este 
compromisso de cam­ 
panlia. 
Energia, Energiar- 
E a nossa energia 
elétrica continua 
falhando mais que es 
pingarda velha, nos 
últimos dias as in - 
terrupções estão sen 
do constantes, fatõ 
que vêm causando pro 
blemas e prejuízos a 
os consumidores bela 
vistenses, além de 
provocar também a 
falta de água na ci- 
dade, pois sem ener­ 
gia o SME não tem 
como tocar as bombas. 
O maior problema cau 
sado por essas inter 
rupções é sem dúvi ~ 
das a queima de apa­ 
relhos elétricos tan 
to no comércio como 
nas residências, o 
prejuízo só não é 
maior porque o "Gas­ 
cão" voltou a ener - 
gizar o povo. 
O 5ÁUL.OS NA 
ENTRADA DA IDADE 
Semana passada, atendendo a solicitação 
de moradores nas imediaçõe~ do Restaurante 
do Panclio e Vila Previsul, solicitamos as 
autoridades competentes, através de nossa 
coluna, que fossem co
1ocados quebra-molas 
ou outro tipo de obstáculo no pro).onqamen­ 
to da Rua Rarão do 'adãrio, entrada a ci­ 
dade, para se evitar as altas velocidades 
desenvolvidas pelos· veículos que cheam ou 
saem de Rela Vista em direção ã Antonio 
João ou ,Tardim. 
Assim que o Jornal circulou recebemos - 
telefonemas reforcando o pedido, uma mãe 
chegou a dizer que "você poderá salvar uma 
vida com essa iniciativa, eu vi a minha i 
li-ia ser atropelada por um carro em alta ve 
locidade, por· sorte ela ainda está viva , 
mas ficou com as sequelas c'lo aciàente.pro­ 
vocado pela irresnonsabilidac1e de um motoris 
ta e pela falta de nm obstáculo naquele 
trecho". 	• 
Fica, mais uma vez o alerta, já aconte­ 
ceram acidentes fatais no referido nrolon­ 
gamento da arão do Ladãrio. 
Puxando 
o Saco! 
Se cm gente que 
acha que vamos [i - 
car puxando o saco 
neste ou daquele po 
lítico porque ele= 
ou o seu partido oa 
nhou as eleições ~ 
está mito enqana - 
do, nós temos ape - 
nas um compromisso, 
com os nossos leito 
res e graças à Deus 
somos livres e indc 
pendentes para es = 
crevermos as verda­ 
des, boas ou más 
contra ou a favor - 
de quem quer que se 
ja, não ternos ora­ 
bo preso nem cem o nos·· 
so chefe que nunca 
nos censurou, esta­ 
mos entendidos? Is­ 
to vale para ~ela - 
Vista e toda are - 
gião. Em tempo: "bu 
tuca tira boi do ma 
to já dizia o Nil ~ 
son Caminhoneirol" 
Casa - Vende-se· 
Vende-se uma casa em Campo Granee, no 
Pairro Universitário I, com 03 quartos , 
saJa, cozinha, dispensa, 2 varandas, to­ 
da murada, com crade na frente, terreno 
medindo 12 30metros. Vocalizada à Rua 
',ibero Radar6, no 268, saída para cão 
Paulo, com asfalto na oorta. 
iceita··se carro ou êasa em Rela Vista 
no negócio, tratar comn 'Wilson Fernandes, 
em ela Vista, ou elo "Telefone: 439--1066 
Santa 
Ignorância 
Em um boteco ou­ 
tro dia um coitado 
mal-informado, tal­ 
vez achando que a 
Tribuna da Frontei­ 
ra depende de favo­ 
res para se manter, 
fez a seguinte âfir 
mação: "aaora que o 
Abraão ganhou as e­ 
leições esse jornal 
vai ter que fechar, 
ele trabalhou con - 
tra nós". Primeiro 
o infeliz não deve 
ler jornal e pelo 
jeito ele não sabe 
que o Abraão já 
foi Prefeito e o 
Jornal fez oposição 
à ele por quatro a­ 
nos. 
ó negão, vai cui 
dar da tua vidinha 
que do resto você - 
não entende nada 
viu!! 
O Railão e Disco 
teca Fossa Nova, po 
pularmentc conheci­ 
do como RaJJ5o da 
Pron eira, inr;tal •• 
do na Avenida Fdon 
Medeiros de Moraes, 
na baixaria Corin 
thiana, está ameaça 
do de ser fechado= 
gracas à iqnorÃncia, 
a inveja e a politi 
caqem barata pra i­ 
cada por algumas 
pessoas cue, cones 
so, pensávamos ser 
mais cultas e inte­ 
ligentes. 
ryepois de cons - 
truir, com muito sa 
crifício o dificur­ 
rarles, a sede pró - 
pria para o ~ailão, 
dotada de toda a in 
fra-estrura de segu 
rança e atendendo= 
os requisitos exiai 
dos pelas autorida­ 
des, o Empresário - 
ilson Fernandes co 
mecou a enfrentar= 
orohlP-mas com al 
guns elementos que 
sendo partidários - 
do pMnn, não acei - 
tam que ele tenha 
traballiando para o 
prn/pr, com sua apa 
relhaqem de sonori­ 
zação e querem pre­ 
judicá--lo de ~ual - 
quer maneira, incu 
sive um 'abaixo-assi­ 
nac'lo iá anrou circu 
'ando pela vi'inhan 
Nossos! 
Pêsames 
F.sta coluna, a­ 
través coseu arti­ 
culista e toc'la a fa 
milia r envia os 
mais sinceros senti 
mentes de pesar aos 
familiares da Sra. 
Dominga Benitez_ lu­ 
nes, que faleceu no 
último nia ?.n,em es 
pecial· ao seu espo­ 
so Sr. Goethe Esco­ 
bar Nunes e ao seu 
filho Alberto Peni­ 
tez ~unes,nosso coci 
banheiro de imprensa] 
·Reclamação/! PTU 
, 	. 
~em qente em nossa cidade que anda 
muito sensíve
1
. ultimamente, semana pa 
da veiculamos matéria em nossa coluna a; 
zendo que o ?refeito -:nson ><erleiros ele 
Moraes estaria enviando nos próximos i­ 
as Projeto de 'ei à câmara Municipal aca 
bando também com o rT- mposto Pre - 
dia' e "Territorial ''rhano - e ue prova­ 
ve'mente o Projeto de 1,ei seria aprova • 
do, primeiro oroue o "refeito tem maio­ 
ria na Câmara e seounro norm.1e a extin - 
cão o rpn foi comnromisso de campanha 
o pmnn, em palanque. 
"Rastou nara as chiadeiras comecarem, 
teve ente aue entendeu tudo errado e a­ 
chou que estávamos "alfinetando" o pvn, 
Ora senhores, .não temos o menor inte­ 
resse nisso, nosso único ohjetivo foi 
hem informar a onulação, não escreve - 
mos nenhuma mentirá nem cometemos inius­ 
tiças, muito neio contrário, até destaca 
mos que seria unira o útil ao aorac'láveJ~ 
ou seja, a maioria ro ~refeito na Camara 
e o comPromisso do PMDB ne acahar com o 
rpTn, beneficiando os contri'">nintes hel.!:1_ 
vist:enses. 
Se houve falha oi'apenas no tocante 
ao tamanho das propriedades aue seriam - 
isenta'as de pagar o imoosto secundo o 
compromisso do D:nn, cue é de 6 m, cue 
esquecemos de frisar, mas parece-nos aue 
até nisso o Proieto do Prefeito coinci - 
e, portanto, não vemos Prohlema nenhum 
e não entendemos da onde tiraram a idéia 
de rue estávamos ouerenro "cutucar" o 
partido o Quércia, pelo eito não conhg 
cem a nossa linha editorial, ue prima - 
pela verdade acima de tudo,doa a quem 
noer! ! 
"moresário Wilson r.ernandcs 
ra, mas carece-nos 
que quase ninguém - 
ouis assiná-lo, pa­ 
ra decepção dos mal 
intencionados, que 
em vez de irem tra­ 
balhar querem oreiu 
nicar quem está in­ 
vestindo na área de 
lazer em Bela Vis - 
ta e geranno empre­ 
gos para mais de 
10 pessoas. 
O que esses poli:_ 
tigueiros não sabem 
é que nenlium politi:_ 
cotem o poder de 
fechar uma micro-em 
·presa, com toda a 
sua documentação em 
ornem, que paqa os 
seus imprstos e ta­ 
xas reqularmente. 
Para se ter urna 
idéia ra safacleza - 
O atleta belavis 
tens-e ~lenilson dã 
Silva, que corre oe 
lo são Paulo Fute = 
bol Clube, conquis­ 
tou no último • dia 
11 a sua classifica 
cão para disputar a 
tradicional prova 
de São Silvestre 
na viracla do ano , 
pelas ruas de São 
Paulo. E1enilson 
foi o 100 colocado 
na Minimaratona,cow 
percurso de 21,1kms. 
classificando os 50 
de algumas prssoas , 
nem mesmo o som no 
bailão vaza para fo­ 
ra do Clube, não in­ 
comodando nem as pes 
soas que moram no 
costado do prédio. ~ 
bom os interessaclos 
em fechar o hailão - 
começarem a pensar - 
primeiro se estão pa 
gando os seus impos­ 
tos regularmente, se 
não estão em c1é_bi to 
com a fiscaJização - 
·estadual e fe<leral e 
se ninguém sabe dos 
seus rahos, como con 
trabandos por exem - 
plo, etc e tal caso 
contrário vai sobrar 
oara muito neguinho 
que de repente pode­ 
rá ver o tiro saindo 
pela culatra! ! 
Elenílson na 
São Silvestre 
___,, ------· - ...-- 
primeiros oara 
são Silvestre que 
contará com os me - 
lliores corredores de too o mnno 
Com esse resultado.o atleta belavisten­ 
se e o rameiro sul-matoarossense a conse-­ 
ruir classificacão para a São Silvestre o 
largara ~o nelotao rc elite na r 
Parahens garoto. 	P ova. 
ui	.lla as a.. 
a Fleni1son da silvá 
Viação Caracol 
Tinha Rela Vista/caracol 
15-nn horas rliariamente. 
Caracol/Pela vista 
ras diariamente. ' 
Ónibus para excursões 
t .., 	re<;ionais e in - 
eresta,,uais,_ modernos e 
con"ortáveis. 
'aiores informações elo 
470 - 665 
sainc'o as 
EXTRAVIO DE NOTAS 
A Firma Teixeira e Avila Ltd/E. Co-[ 
mnun1ca que extraviou 3 talões d - 
Fiscal_ao consumidor de no o" ?°_ 
blicacão que f: 	a D0. '! 1 
te se az de acordo com a !s;

R'/AI, TPIBU'A DA FRONTEIRA 	1 • J ' 
f 
i·I • o 
Rotary não é 
Dispendioso 
Procurando iusti.. 
ficar a debilidade - 
d algnns clubes, cs 
á se 'ornando fro • 
quente o arqumen o - 
dr que "Rotary está 
Ficando caro", 
Estimular o fomi n 
taro tdeal <le Ser.= 
vir o Desenvolvimen­ 
to do companheiris - 
mo, o reconhecimento 
' do mérito de tocla o­ 
cupação útil, a me - 
lhoria da comunidade 
pela conduta exem 
pJ ar de cada um na 
sua vida pública e 
privada, a aproxima­ 
ção dos profissiona­ 
is de t·.odo o mundo 
visando a consolida­ 
ção de boas relações 
e o objetivo rotá 
rio, não é um traba­ 
lho dispencl ioso. A 
quota "per capita" .. 
semestral a Rc, assi 
naturas de revistas 
e outras publicações 
que Rotarv oferece , 
a obriqacão dos Con­ 
selhos Diretores e - 
leitos se Fazerem 
presentes às ~ssem - 
bléias Distritais e 
a outros encontros - 
não somam elevadas - 
importâncias que pos 
sam pôr em "xeque" a 
boa vontade de ser - 
vir. 
0s sócios de Rota 
ry Clubsrepresentam 
as atividades prois 
sionais de suas loca 
lidades, são líderes 
em suas atividades , 
selecionados pela 
formação de que são 
portadores, condiz n 
tos com o objetivo - 
de nosso programa e 
que oe dispõem, atra 
vês de suas profis = 
sãos e seus comporta 
men·os, n serrm ú - 
tais as suas comuni­ 
dades. Para ser rota 
riano não~ nocessá­ 
rlo ser importante ou 
rlco. 
O que Potary pro­ 
cura é riqueza espi­ 
ritual e mora], na 
compreensão de que - 
colhemos aquilo que 
sP.meamos. O que in - 
teressa a Potaru é 
que clubes sejam re­ 
almente comoostos de 
líderes profissio 
nais de suas locali­ 
dadP.s, igualando se­ 
us membros num coeso 
companheirismq, em 
busca de seu objeti­ 
vo. 
Compreende-se que 
as condições econômi 
case financeiras - 
das lideranças pro - 
fissionais obedecem 
aos níveis do poder 
de cada loca'idade , 
e a beleza do Pota­ 
rv consiste em ser 
um "nivelador soei - 
a]", buscando no ho­ 
mem tão-soment.e as 
úteis qualidades ine 
rentes aos seus pro­ 
pósitos, adaptando -­ 
se, assim, às diver-­ 
sas condições ae res 
ponsabilidade, cult~ 
ra e costumes, ofere 
cendo aos clubes a 
liberdade de realiza 
remo que estiver ao 
seu alcance. r, ara­ 
ça a essa adaptali-­ 
dadc, aosistimo3 a 
sua crescente expan­ 
sao. 
vão podemos usar 
o arqumento de que 
"Potary está ficando 
caro", Cabendo a ca­ 
da Clube as despesas 
de sua própria manu­ 
tenção, o argwnento 
seria "Nosso Clube - 
está ficando caro" , 
e então tomar s ca­ 
bíveis providências 
para diminuir os dis 
pêndios. Um Clube rÕ 
tário é um Clube do 
prestação de servi -­ 
ços, e não um clube 
recreativo. E, como 
diz um ex-governa 
dor, " ... é preciso - 
deixar de ser confun 
dido com a imagem de 
"Clube", apenas como 
um "bom clube". 
Rotary recomenda 
simplicidade, mas o 
que vemos em muitos 
clubes é o hábito de 
suntuosos banquetes, 
ricamente ornamenta­ 
dos, com distribui •• 
ção de custosos pre­ 
sentes, quando deve­ 
riam ser realizados 
somente em ocasiões 
especiais, com mode­ 
ração, atendendo às 
condições de clube. 
As recomendadas reu­ 
niões domiciliares , 
para elaboração ae 
programas e solução 
de assuntos rotári - 
os, são realizadas - 
com recepções, fugindo 
às suas finalidades. 
-====================-=======----------------------------------- 
Sílvio Rerto, do Rotary Club de Araraquara-Oeste,sn 
(Dist. 4540) - Governador 1973-74 
Ipanema Modas 
DONI NILCE REILIZOU FESTA 
PIRA as CRIINÇIS 
Antonio João - Fal 
tam um pouco mis 
de dois meses para 
a nova prefei .a to­ 
mar posse, mas mes-­ 
mo aim, dona Nil­ 
ce elei a cm 03 de 
outubro, já está 
provando o seu cari 
nho pc lo povo de An 
tonio João. Dona Nil 
ce chegou nesta ü1- 
irna semana da Capi 
tal, onde estava fa 
zcndo tratamento me 
dico e deu uma sur 
presa para as crian 
ças de nosso MunicI 
pio. No dia em que 
se comemora o Dia 
das Crianças, 12 de 
Outubro, não progra 
ças, pre entes, que 
a hornaarem era ape­ 
nas "uma prove de 
que nunca va1 esquo­ 
c r do povo de Anto­ 
nio João, principal­ 
mente das cr ancas 
que são o futuro de 
nosso pais. Antonio 
João vai ter uma ad-­ 
ministração que hã 
muito tempo o povo - 
espera, emos que tra 
zer o desenvolvimen­ 
to para nossa terra 
que tanto amamos, a 
comunidade an onio - 
juanense precisa ma­ 
is do que nuncn deu 
ma cidade próspera , 
ond prc>valccerii a paz, 
a alegria e o desen­ 
volvimen o", afirmou 
Nilce /lvcs. 
CAMPE TRE TAMBEM FESTEJOU 
O DI DAS CRIANCAS: 
» ' 
Antonio João 
As crianças do 
Distrito de Campes­ 
tre, também viveram 
momentos de muitas 
felicidade nesta úl 
tima semana. A cara 
vana de dona Nilce 
Alves foi até o Dls 
trito para realizar 
a festa em homPna - 
gem a todas as cri­ 
anças daquele lugar. 
mou n hur fota na 
cidade, no sntanto , 
a fuura prefeita não 
deixou por menos, e 
realizou, junto com 
o Vic Prefeito José 
Elói e dona Iones a 
fes a das crian as , 
onde mais de duas 
mil pessoas foram a- 
é a Escola p n ale­ 
ão, para par icipar 
da homenagem as cri­ 
anças. Lá, brincaram 
com palhaços, mági - 
cos, comeram olo 
chocolate, pipoca , 
suquinho, enfim come 
moraram o seu dia 
com muita alegria. Do 
na Nilc falou a to­ 
dos os pais e crian- 
-------------====================== 
Com muita alegria, 
brincadeiras, as cri 
ancas passaram atar 
de desta última se= 
gunda feira festejan 
do o seu dia. Foi ser 
vido, porções de pi­ 
poca, bolo, biscoi - 
tos, suquinhos para 
todos aqueles que 
participaram da des­ 
contraída festa. Do- 
na Nilce expressou - 
para todas as famili 
as campestrinas o 
seu amor pelas crian 
ças, e se comprome - 
teu em fazer uma ad­ 
ministração voltada 
para aquela comunida 
de. 
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. .,#ajj ,iJDEJORNAIS 
rtjr)7yrjryrP-7rr 
'/I/!'J'/ L/ir ! 	+t _ 
Os jornais afiliados à Associação Nacional de Jornais - 
ANJ comprometem •e a cumprir os seguintes preceitos: 
-, Manter sua independência 
r) 	-- 
~ Sustentara liberdade de expressão: 
o funcionamento sem restrições 
da imprensa e o livre exercício 
da profissão 
2 
..J Apurar e pubhcar a verdade 
dos ratos de interesse público, 
não admitindo que sobre eles 
prevaleçam quaisquer interesses 
2L... •.• -r" en er os 1re1tos o ser 
humano, os valores da democracia 
represe.nliltirn e a livre iniciativa 
.,..... 
J Assq:u~r o acesso de seus leito~ . 
às diíerentes msões dos fatos 
e às diversas tendências de ppiniiio 
da sociedade 
/. 
{)Garantira publicação de 
coai.estações objetÍl'as das pessoas 
ou organizações acusadas, em suas 
páginas, de atos ilícitos ou 
comportamentos condenáreis 
f 
Jf Prsraro silo e suas tonto 
Respeitar o direito de cada 
indivíduo à sua privacidade, 
saho quando esse direito 
constituir obstáculo à 
informação de interesse público 
() 
/ Diferenciar, de forma identifichel 
pelos leitores, material editorial 
e material publicitário 
• loCorrigjr erros q~e tenham sido 
- cometidos em suas edições 
a 
e 
a.

O D l 
JORNAL TRIUNA DA FRONTEIRA - DI1PIO 
«. 
COMENf: 
VI CONGRESSO 
NACIONAL, 
sempre orlontado pe 
lo Vigário da Paró­ 
quia Pe. Nilo. 
a Federação das 
sociodadoo Pontalozzi 
e XVIII Encontro dan 
Sooiodadoo Pcul:nlozzi 
estará acontecendo 
noo dino 26 a 29 de 
outubro cm campo Gran 
de. 
O TEMA A SER 
Debatido nesse En-­ 
contro ocrú: "O Exer­ 
cício do Direito, uma 
questão de cidadania, 
A PRESIDENTE DA 
Federação fia Sra 
Lizair de Moraes Gua­ 
rino a a Presidente 
de Honra do Congresso 
é a lo Dama do Estado 
Mo Aparecida Pedrossi 
an. 
PARA REFLETIR 
AS PARTICIPANTES 
Do Encontro, que 
são as representantes 
das Pestalozzi das ci 
dadas do Estado, te= 
rão um curso onde vá­ 
rios Temas importan - 
tes e esclarecedores 
estarão em pauta. 
A PRESIDENTE DA 
Pestalozzi de Bela 
Vista, Prof0 Ana Ma - 
ria Ocariz, se fará 
representar através 
de um membro da Dire­ 
toria. 
O DESFILE DE MODAS 
Faça tudo com 
amor! tudo que é 
feito uem Amor oni· 
mal feito, e tnnde­ 
ã dor.truicão. 
Só o amor cong 
trói obras 0tornnn­ 
e penetra profunda­ 
mente o corncão da 
humanidade, porque, 
nó o amor é por.iti- 
J 
Que Marruá Jeans , 
estará promoyendo no 
dia 25/10/92, será no 
Grêmio Pedro Rufino e 
não no Graj como saiu 
no Comentando do dia 
21/10. 
Sf 
er 
ANIVERSARIOU 
No dia 19pp o garo 
tão Julie César Sali­ 
nas velasquez. Felici 
dades mil, são os nos 
sos votos! 
E A FALTA DE 
1 
l Luz, principalmen­ 
e, te a noite! Como fi - 
õ1 cam os estudantes des 
a se período? 
,e 
lS 
.e 
A PINTORA 
Gisela Domschke 
estarã expondo seus. 
trabalhos entre 28/10 
92 à 20/11/92 na Itau 
galeria em Campo Gran 
de. 
1 t • 
,J 
NÃO ESQUEÇAM: 
Será no dia 25/10/ 
92, no Ginásio de Es­ 
portes, a comemoração 
do Dia Nacional da 
Juventude, com vasta 
programação qúe ini - 
eia ãs 13:30 hs. 
O PRESIDENTE DA 
,. 
vo. 
Tudo o que não 
é amor é negntivo. 
Faça tudo com 
amor, porque o pró­ 
prio Deus é amor. 
Quando as cria 
turas fizerem tudo­ 
com amor, saberão o 
que é a saúde e a 
felÍcidade. 
Pastoral da Juven 
tude é o jovem Jorge 
Florentino, sendo 
Click Especial 
Para a Pequena Larissa Simõc 
PARA ADRILIIANTAR NOSSA COL!W/ • 
Elisancqelà- h 
Maratona Escolar/92 Escolhe os 
Melhores Trabalhos do Estado 
Encerrou-se dia 16 o pra 
zo de entrega dos trabalhos= 
que vão participar da fase es 
tadual da Maratona Escolar/92 
promovida pela Secretaria de 
Estado de Educação, pela ini­ 
ciativa da Bloch Editores S.A 
e apoio cultural da Petrobrás 
Foram apresentados 24 
trabalhos de alunos dos muni­ 
cipios de Ivinhema, Naviraí , 
Amambai, Nova Andradina, São 
Gabriel do Oeste, Deodipolis, 
Corumbá, Angélica, Jardim,Dou 
rados, Bela Vista além da Fa 
zenda itamaraty . Apesar de 
reduzido, esse número repre - 
senta um grande avanço em re­ 
lação ao ano passado, quando­ 
ª Secretaria recebeu apenas - 
seis trabalhos. para concorrer 
ao mesmo concurso. 
Dirigida aos alunos de 
2Q Grau, esse ano a Maratona­ 
.tem como tema a vida e a obra 
de Gonçalves Dias e o objeti­ 
vo é promover a pesquisa, o 
hábito de leitura e a produ 
ção de textos relativos à o= 
brado autor brasileiro. A 
primeira fase do concurso foi 
realizada nas escolas, quando 
os alunos concorreram com uma 
1
redação sobre o tema proposto 
Na segunda fase, os me­ 
lhores trabalhos selecionados 
nas escolas concorrem entre - 
si. O primeiro lugar será um 
prêmio de valor de CrS200 mil 
para o aluno e para o profes­ 
sor. O aluno classificado com 
o segundo melhor trabalho re­ 
ceberá Cr$ 150 mil e o 3Q,49, 
50 e 60 colocados receberão - 
·medalhas. 
Cada um dos primeiros co 
locados, seus professores e 
estabelecimentos de ensino re 
ceberão ainda diploma alusivo 
ã participação no concurso. 
Além disso, os seis pri­ 
meiros trabalhos concorrerão­ 
à fase nacional da Maratona 
Escolar/92 que constará deu­ 
ma prova sobre Gonçalves Dias 
Os prêmios para essa eta 
pa serão em dinheiro, para a­ 
lunos e professores. Os esco­ 
lhidos na fas0. estadual recebe 
rio passagens aéreas e hospe­ 
dagem no Rio de Janeiro, para 
a finalíssima que acontece no 
inicio de dezembro. 
SELEÇÃO DE TRABALHOS 
A Coordenadora da Marato 
na Escolar/92 em Mato Grosso= 
do Sul, JOnia Garcia Gomes da 
Silva, explica que a Secretaria 
de Estado de Educação montou­ 
uma comissão formada por tres 
professores que deverão sele­ 
cionar os melhores trabalhos-· 
apresentados. 
'Jônia Garcja, que é su 
pervisora de Apoio Pedagôgico 
da Secretaria, está satisfei­ 
ta com o aumento do número de 
participantes em relação ao 
ano anterior. Além disso, se­ 
gundo ela, "essa é a única i­ 
niciativa nacional que contem 
pla os alunos de 20 Grau". - 
Na escolha dos trabalhos 
serão consideradas a criativi 
dade dos autores em apresen - 
tar os dados· levantados so­ 
bre Gonçalves Dias. Para a en 
traga da premiação está pre= 
vista uma cerimônia com a par 
ticipacão da Secretária de 
Educação Leocãdia Petry Leme. 
TRIBU./ O/ FRONTEIRA: 
ESTE EXEMPLAR crs· 3.ooo,oo 
Ser Jovem 
r im é espe ar 
Ser jovem, pa. a + "r 
sempre o melhor, rucomendut 
pela fé, jamais pensar no p1or. 
Ouvir aquilo que é bom, ver, julgar, 
depois agir. 
Estar sempre dentro do tom. 
Melhor: é construir. 
Ser jovem e vor a mira, ~ vJvcr com 
amizade, 
Imentira, jümaü, 
Rejeitar sempre n 
temer a verdade. 
Onde estivar, ser feliz, valer-se 
que tem. 
Esporar o que sempre guia, 
melhorar sempre, tambem, 
ser jovem é estar atento, Ó lutar 
para vencer, remar mesmo contra o 
vento, jamais as ondas temer. 
Organizar-se cm tudo. 
Vacilar, isso jamais! 
Encontrar um bom conteúdo, 
mostrar do que é capaz. 
Então, jovpm, seja ativo. 
Espere lutando e alcançará; ramo 
velho, sendo vivo, jamais se 
arrebentará. 
o coração, jovem sendo, verdeja cm, 
toda idade, e mesmo envelhecendo, 
mostra a sã capacidade. 
(Roque Ribeiro doo Santos) 
·----------------------- 
Quebra Molas na 
Entrada da Cidade 
O vereador Marce­ 
lino Cássio Biglia A 
cioli, do PFL, soli­ 
citou ao Prefeito Mu 
nicipal, através de 
indicação apresenta­ 
da na Câmara Munici­ 
pal nesta quarta-foi 
ra, que seja coloca= 
do um quebra-molas 
no prolongamento da 
rua Barão do Ladãrio, 
entrada da cidade, en 
tre o Restaurante do 
Pancho e a loja Con 
feccôes Garcia, "tei 
do em vista já ter 
ocorrido vários aci­ 
dentes naquele local 
devido a alta veloci 
dade desenvolvida e 
los veículos que ch@ 
RESOLVE: 
elo 
t -- 
ver. c5seio Acioly 
gamou saem de nos­ 
sa cidade" destacou 
o edil pefelista. 
----=----- 
Portaria N· 017/92 
Dr. Jorge de Souza Rosa, Presidente da 
Carnara Municipal de Bela Vista, Estado de 
Mato Grosso do Sul no uso . . 
buições Legais;' ae suas atri 
CONCEDER licença prêmio de 03 (três) 
meses a funcionária CLÉLIA APARECIDA GO - 
DOY AGUILHEIRA . 
a Lei Munici,,{ °U"Pri
nd
o o que determina 
tado os (ei{ 91
5
/
9
1, por ter com1e 
- 	anos de efetivo • 
a contar de 01 d + 	'o serviço 
de 1992 c e ou~ubro de 1992 à 30 de 
• umpra-se - Jor d 
Presidente _ J - . . e ge e Souza Rosa­ 
oao Kalite - 19 Sec. 
Conserto de Ruas 
O Ver. Jorge de S R 	- 
de indicação verbal· rosa,PTB, atraves 
solicitou au " a ao Prefeito Municipal 
ruas da eiéa"??arrumadas odas as 
mas chuvas { erioradas pelas ülti - 
das Eseoi $.'?'?ente_as ieaias5e° 
nho, onde o trare,'Va_e Joaquim Murti - 
interditado. g eS
t
a em vias de ser 
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TRIBUNA DA FRONTEIRA