o 
20 
; 
DIARIO REGIONAL 
) VISTA - MATO GROSSO DO, SUI. 2 DE OUTUBRO DE 1992 li!! 1.272 DIRETOR: IVALDO PEREIRA PREÇO DO EXEMPLAR CR$ 3.O00,00 
ENTREVIST DO SR MINISTRO ANTONIO BRIIT 
• 
Ministro Antonio Britto 
P - A reforma es­ 
trutural da Previdên 
cia Social é priori­ 
dade de Gua geatão? 
R - Vocên snbem 
que tenho falado so­ 
bre essas coisas tre 
zentas vezes por dia 
há três ou quatro a­ 
nos. Espero ter dito 
qual é a minha cren­ 
ça. Crença que você 
não escapa de no mé­ 
dio e longo prazo 
fazer com que a Pre­ 
vidência passe por 
uma reforma estrutu­ 
ral. Não estou dizen 
do nenhuma novidade~ 
to que o país pen - 
sa, é o que a Câmara 
pensa e aprovou na - 
quele Relatório que 
fiz. Queria lembrar 
seguinte: discutimos 
isso em fevereiro 
faltavam 18 meses ou 
mais para a revisão 
cons itucional de 
93. Lembro que, em 
fevereiro de 92, não 
só faltava um ono e 
meio para o segundo 
semestre de 93 como 
nem tinha sido apro­ 
vada a emenda de an­ 
tecipação do parla - 
mentarismo. Estamos 
m outubro e, me pa­ 
rece, isto é um dado 
de realidade, que 
não se vai conseguir 
fazer uma reforma da 
Previdência antes da 
revisão constitucio­ 
nal. Considero que , 
quanto à questão que 
envolve a revisão 
constitucional, pre­ 
cisamos cumprir uma 
agenda que passe 
por formulações, es- 
fTAMAR DEID 
AJUSTE FISCAL 
1 Governo Quer Mudar Tributação e a Divisão 
da Arrecadação com Estados e Municípios 
Violência no 
Campo? Onde? 
PÁGINA - 06 
O governo abando­ 
nou a idéia de fazer 
um ajuste fiscal de 
emergência e decidiu 
negociar com o Con - 
gresso uma reforma 
fiscal ampla, profun 
da e definitiva, a 
ser aprovada até o 
final do ano, para 
entrar em vigor em 
1993. A reviravolta 
foi determinada pelo 
presidente em exerci 
cio, Itamar Franco , 
após discutir o as - 
unto por três horas 
com seis ministros. 
O Ministro da Fa­ 
zenda, Gustavo Krau­ 
se, explicou que a 
mudança é resultado 
de consutlas feitas 
a parlamentares, em­ 
presários e trabalha 
dores. "Concluímos - 
que não poderíamos 
repertir um filme do 
tudos, números, ca­ 
da alternativa, pa­ 
ra que o Ministério 
funcione como um la 
boro ório de idéias 
para alimentar esna 
discussão. A deci - 
são sobr a Previ - 
ciência não é do Mi­ 
nistro, não é do go 
verno, é da sociedã 
de, a ravés do Con­ 
gresso, no momento 
da revisão constitu 
cional. Lo que, co 
mo ministro, posso­ 
fazer? Devo ouvir 
as melhroes inteli­ 
gências, as melho - 
res experiências do 
país e, diante de 
todas as posições , 
procurar estimular 
e subsidiar o deba­ 
te, levar adiante a 
expressão do Minis- 
F 
M 
passado, em que o a 
juste de Última ho= 
ra quase sempre não 
surte os efeitos de 
sejados", disse Krau 
se. "O governo deci 
ciu ousar". - 
LEIA MATÉRIA COM 
PLETA NA PÁGINA/ 04 
tório e do qoverno 
qu ndo da revi <o 
con. titucional. Lo - 
go, não tenho co .. O -­ 
prioridade qualquer 
ação de reforma es - 
truturnl, se pala­ 
vra prioridade signi 
fica "amanh de ma 
nhã o senhor vai to­ 
mar alguma providên­ 
cia". A providéncia 
que adotarei scrn a 
de começar a articu­ 
lar estudos, seminá­ 
rios, debates, publi 
cações, consultori = 
as, convênios etc , 
etc, etc., para que 
a sociedade br silei 
ra tenha, nesta Cosi 
um cen ro gerador de 
documentos, de subsí 
dios. 
PÀGINJ - 08 
DESTA EDIÇÃO 
Itamar Franco 
loralista üsrar Ramos Gaspar é me 
Ser7etário de Comunicar;ã tio zstalo 
O Governador Pe­ 
dro Pedrossian con­ 
cluiu na Última se­ 
mana, com o Banco 
do Brasil, a renego 
ciacão da divida d 
curto prazo do Esta 
do em condições ma= 
is vantajosas do 
que a proposta ante 
Tior. O valor nego­ 
ciado é de 33 milhÕ 
es de dólares. A dT 
Vida é de 100 milhÕ 
es de dólares e foi 
contraída para pa - 
9ar salários atrasa 
dos deixados pelo 
governo anterior. 
PflGINA - 01 
1 O Jornalista Oscar Ramos Gaspar, que já 
foi Secretário Adjunto de Comunicação Soei 
al do Estado e qqe dc•senvolvia ultimamente 
as funções de Assessor Especial do Governa 
dor Pedro Pedrossian, foi indicado esta se 
mana para assumir o Comando da SECO - Se­ 
cretaria de Comunicação Social do Estado , 
em substituição a Cláudio Nogueira, já re­ 
cebeu carta branca do Governador para pas­ 
sar a limpo a Secretaria e deverá, como 
primeira medida a ser tomada, desmontar to 
·Ido o esquema montado pelo ex-secretário. - 
1 LEIA MJTf:RIA COMPLETA NA PÃGI~~ - 04 
1 DESTA EDIÇÃO 
......... Lia Esportiva eavisteis " 
tem •-Novo Presidente 
Entrevista/Mário Cézar Flores 
"Espionar é Necessário 
num Governo" 
O almirante Mário 
César Flores foi es­ 
colhido para enfren­ 
tar uma pesada heran 
€a do regime mili - 
tar: a turma do Ser­ 
Viço Nacional de In­ 
formações (SNI), ou 
1 a "Arapongolãnd ia" , 
como ficou conhecido. 
o grupo. Flores co • 
mandará a Secretaria 
de Assuntos Estraté­ 
qicos (SAE), onde e3 
tá lotado o time' do 
SNI, extinto por 
Collor, mas atuante 
até hoje. Em entre - 
vista a Vanda Cé­ 
lia, da Agência - 
Estado, ele diz 
que está empenha­ 
do na montagem do 
Serviço de Intéli 
gência e Espiona= 
gcm para o gover­ 
no Itamar. 
PÂGIKA - 03 
A Liga Esportiva Bela­ 
vistense, depois de um· 
longo tempo de quase tO - 
tal inatividade e ignorãr. 
eia, fazendo coe que o e 
porte belavistense se 
transformasse num dos ma­ 
is inexpressivos de todo 
o Estado, ganha fôlego ng 
vo com a interferêncin do 
CRD - Conselho Regional 
de Desporto - e esperanço 
e que os áureos tempos es 
tcjurn voltando. ' 
!a sexta-feira, dia 23 
o CRD foi instalado em Be 
ln Visto no terraco do HÕ 
tel Pousada da Fronteira 
com a presença de autori 
dndes, educadores, repre 
sentantes de clubes e 
desportistas de Bela Vis 
ta, o Presidente da Ligã 
Esportiva Belavistense , 
Ca.nnelindo Hngnlhàes- To 
co - renunciou ao cargo 
oficialmente. No sábado 
em nova reunião plenária. 
foi realizada una elei - 
çào coordenada pelo CRD, 
para o ?residência tempo 
riria da Liga Esportiva 
Belavistense, o eripresa­ 
r!o e ex-presidente do' 
entidade José Glnucy Flo 
res foi eleito pelos do 
is clubes com direito a 
voto, Juventude Futebol 
Clube e Pok,eirns Fute- • 
bel Clube, os dois são 
as Únicas nssocinçÕcs 
esportivas com sua doeu 
pentacão regularizada 
junto à Liga e oo CD , 
das ll existentes em 
nossa cidade. Na prõx!­ 
ma edição a reportagem 
completa sobre a vinda 
do CRD ô ilela 'istn e n 
eleição para a Presta@n 
eia dn.Lign Esportivo - 
Belav!stense cujo manda 
to vale até o final e 
an10.

"4 r 
----------- 
RONDA 
Jardim 
MADRASTA MÁ ESPANCA CRIANÇA 
Por votla das 20: 
30 hn do <lin 11/10 / 
92, erça-feira, na 
rua Mn]. nondon r;/no, 
fomos olicitados 
por vizinhon, que pe 
dirnm apoio poin à - 
senhora "CRISTINA CA! 
POS", havia espanca- 
do a criança "A.A" de 
apenas 07 anos de ida 
de, a madras .a da cri 
ança a espancava .o - 
dos os dins, conforme 
estemunhas vizinhas, 
chegando a:é a queimá 
la, como foi consta - 
tado pela patrulha. 
A criança oi en 
caminhada ao comis­ 
sário de menor, pa­ 
ra providências jun 
o ao cur dor da 
criança e do Adoleg 
ccntc. 
o ICIA 
PRESO POR DESORDEM 
PRESO POR EMBRIAQUEZE MAÇA 
Por volta das 09: 
30 hs, do dla 14/10 
quarta-feira, a Rádio 
Patrulha, comandada 
pelo 30 Sgto Santos, 
prendeu o elemento 
"NILTON LUIZ DE MI - 
TOS", por ame car 
sua companheira com 
arma branca "FACA" 
o elemento foi cnca 
minhado para a dele 
gacia de Policia Civil. 
FILIIO oeo/DO /GREDIU o P/I E POI PRESO 
Por volta das 06 : 
00 do dia 16/10, sex­ 
ta-feira, a Ràdio-Pa­ 
trulha comandada pelo 
St GUIMARÃES, foi so- 
A guarnição de Rá­ 
dio-Patrulha, comanda 
da pelo 30 Sgto SAN - 
TOS, juntamente com o 
encarregado da Fazen­ 
da Paraíso Velho, pren 
deram os menor J.N.M 
licitada para atcn - 
der ocorrência de a­ 
gressão, onde o ele­ 
mento "JORGF: ALVES 
PEREIRA", agrediu 
e J.C.M.A, que furta 
ram da Fazenda ParaI 
so Velho, 01 (um) rQ 
vólver cal. 38, 01 
(um) aparelho de som 
e juntamente com o 
produto do furto, fo 
ACIDENTE DE 'fRÂNSITO 
seu genitor (pai) - 
"Aureo L. Pereira", 
o agressor foi pre­ 
so e conduzido até 
a DEPOL local. 
Por- vol 1 da« 22: JIO PINHEIRO, • 
n 
45 hs, do dia 20 !e residência 1xa; n 
outubro, 
terça-fei- do vit.i a .AF IA 
[)f o 1 n:o foi 
Rádio-Pa :..rulhi. FÁTIMA DOS SJ',TOS 
' 
c;a. inh do i1 D le 
ra a 	Policia 
comandada pc:lo 39 residente n AV s n ci 1 d 	c3 
SGT P!! Clóvi•, pren t.a '!' rezinha 
l! :;i 
,i]. 
deu o 1emento ATO Gui I.op•s da L qu- 
Porto Murtinho 
MOTl'l'O COM UM 'TIRO NA CABEÇA NA BR-67 
FUR'flllAM FAZENDA E SE DERAM MlL 
ram apreendidas ma­ 
is duas bicicletas 
CALOI, uma preta e 
uma vermelha, os in 
fratores foram encã 
minhados para a DE= 
POL. 
Por volta das 08: 
00 hs do dia 15/10 
quinta-feira, a pa­ 
trulha da Policia 
Militar foi aciona­ 
da para atender a 
um homicídio ocorri 
do na BR 267 no km- 
20, tendo como viti 
ma "LOIR MARTINS 
DOS SANTOS H I que foi 
atingido con um tiro 
na cabeça (tcmpora 
lado esaucrdo), o au 
tor do crime foi i - 
dentificado pelas 
tes cmunahs como scn 
do "ROBSO. BALBUCNA", 
este residente cm 
Porto Murtinho-MS, o 
homicida evadiu-se 
do local tonando ru- 
mo ignorado, o f t:: 
foi registrado na 
DEPOL loca 1, e o 
corpo da vitima foi 
rannladado até sua 
cidade de origem 
Guarapuava/PR. 
POLICIA MILI'l'AR DE PORTO MUTITINílO ATUA E PRENDE Ml.IS UM 
PROCURADO PELA JUSTIÇA 
Por volta das 20: 
00 hs do dia 16/10 
sexta-feira, à Rádio 
Patrulha, comandada 
pelo 10 Sgt Fernan - 
des, atendeu a coli­ 
são na Av. Duque de 
Caxias, envolvendo 
os veículos D-20 cus 
ton e o Caminhão Mer 
cedes Benz 1313, sem 
vítima, apenas da­ 
nos materiais. 
PRESO POR MlNDIDO DE PRISÃO PREVENTIVA 
Por volta das 09 : 
30 hs, do dia 17 de 
outubro, a Rádio-Pa - 
trulha comandada pelo 
CB Procópio, em con - 
junto com agentes da 
Polícia Civil prende- 
ram "ASCINDINO DE AL 
MEIDI XAVIER", que 
encontrava-se com 
mandado de Prisão 
Preventiva, decreta­ 
do pela comarca de 
Porto Murtinho, o 
mesmo foi conduzido 
para o presídio lo­ 
cal, onde encontra­ 
se à diposição da 
justiça. 
A Policia ili - 
tarde Porto Murti­ 
nho, comandada pelo 
CB TORRES efetuou 
diligências (16/10, 
sexta-feira) na cap 
tura de "RICARDO CA 
VALHEIRO" que encon­ 
tra-se c/ MANDADO DE 
PRISÃO PREVENTIVA" 
decretado pela comar 
ca local, o elemento 
foi localizado e pre 
so, e se encontra a 
disposição da Just! 
ca na DEPOL local. 
========-== 
DEU CAVALO DE PAU E FOI PRESO POR DIREÇÃO PERIGOSA 
Por volta das 20: 
40 hs, do dia 17/10 
sábado, na rua Cel. 
Stuck/Av. Rondonópo­ 
lis, à Rádi~-Patru - 
lha comandada pelo 
CB Procópio, encon - 
trava-se a alguns me 
tros do fato, quando 
o elemento "ODINEI 
PLÂCIDO AMAR!LIA" di 
rigia o veiculo VW 
FILTIO AGRIDE MÃE E É PRESO 
Por volta das 20: 
55 hs, do dia 19 de 
outubro, segunda-fel 
ra a Rádio-Patrulha, 
comandada pelo ST PM 
Guimarães, foi soli- 
Fusca Placa MA 2693 
de Corumbá-MS, cm 
visível estado de em 
briague, dando cava 
lo de pau fazendo pi 
ruleta, e por pouco­ 
não aconteceu uma 
tragédia, pois ado - 
lescentcs tiveram que 
se jogar no solo pa- 
citada pela Sra Eugê­ 
nia Bolgado, a qual 
informou que seu fi 
lho, o elemento Car - 
los Robler, de 22 a - 
nos, havia lhe espan- 
Guia Lo 
ACIDENTE DE TRÃNSI'rO 
Em 15/10, quinta­ 
feira, a Ràdio-Patru­ 
lha comandada pelo 30 
Sgto Clóvis, atendeu 
ra não serem atrope­ 
lados. 
O veículo bem co­ 
mo seu condutor fo - 
ram presos, e encami 
nhados para a Delega 
eia de Polícia ci - 
vil. 
es da Laguna 
o acidente de trãnsi 
to "lBALROAHENTO" - 
envolvendo o veícul~ 
C-10 e um Fusca, sem 
cado, fato constata 
do pela patrulha, e 
o elemento preso e 
conduzido até a de­ 
legacia de Polícia 
Civil. 
vítima, apenas da - 
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' 
a 
1 f 
l. 
D.

1 !, 1 T li 
'· r ..., , , 
ENTREVISTA MÁRIO CÉZAR FLORES 
ESPIONAR É NECESSÍRIO NUM GOVERNO 
0 almirante Mário 
c6ar Flores foi es­ 
·alado para enfren - 
r uma posada heran 
a do regim mili 
tar: a turma do Ser­ 
viço Nacional de In­ 
formac;ôor. (SNI), ou 
a "Araponqolãndia" , 
como ficou conh cicJo 
o grupo. PlorcD co - 
andará a Secretaria 
de ltrnuntos EsLratê­ 
qicos (SAE), onde ey 
tá lotado o time do 
StH, cxLinto por Col 
lor, mas atuante ate 
hoje. Em entrevista 
a Vanda Célia, da A­ 
gência Es Lado, ele 
diz que está empenha 
do na mon tagcm dÕ 
Serviço de Intcligên 
1 
eia e Espionagem pa­ 
ra o governo Itamar. 
Estado - O Servi­ 
ço Nacional de In(or 
~ ções ( SNI l será re 
criado neste Govcr - 
no? 
Mário cisar Flo - 
res - Eu gostaria 
muito de falar sobre 
esse assunto,mas ain 
da não há nada muito 
claro a respeito. o 
Presidente Itamar 
Franco está retiran­ 
do do Congresso pro­ 
jeto do governo ante 
rior que criava um 
Centro Federal de In 
teligência (CFI), u­ 
ma proposta que, se 
aprovada, daria ori­ 
gem a uma secretaria 
autônoma, diretamen­ 
te vinculada ao Pre­ 
sidente da Repúbli - 
ca. E: isto que está 
sendo rejeitado pelo 
Presidente Itamar. 
Estado - E como - 
vai ficar, então, o 
serviço de informa - 
ções do Governo Fede 
ral? 
Flores - A Secre­ 
taria de Assuntos Es 
tratéqicos (SAE) con 
tinuará s ndo a res­ 
ponsável, porque o 
Departamento de Inte 
ligência (icará vin::­ 
culado a ela. Isto é 
o que existe formal­ 
men·c. Mas cu não a­ 
cho certo sse neqó­ 
cio de pendurar a In 
teligência na SlE. E 
estamos estudando u­ 
ma fórmula de organi 
zar. Mas quero adver 
tir que nada está - 
sendo (cito a toque 
de caixa e que o as­ 
sunto será muito bem 
estudado, formulado. 
SÓ depois vai haver 
uma definição, o que 
não existe ati aqui. 
Estado - Mas isso 
significa a volta da 
estrutura antiga? 
Flores - Vamos 
ser claros nisso. / 
inteligincia é abso­ 
lutamente necessária 
num Governo. A inte­ 
ligência e a espiona 
gem. É isso mesmo, a 
espionagem também. 
Resta saber que tipo 
de inteligência e 
que tipo de espiona­ 
gem. Discordo plena­ 
mente de um serviço 
que tenha como alvo 
a bisbilhotagem na 
vida alheia. Sou to- 
O ex-governador - 
Pedro Pedrossian con 
cluiu na última se­ 
ta-feira, com o Ban­ 
co do Brasil, a rene 
Sociacão da divida 
de curto prazo do Es 
tado em condições ma 
lS vantajosas do que 
a proposta anterior. 
. O valor negociado 
e de 33 milhões de 
dólares. A divida é 
de 100 milhões de dó 
lares e foi contrai­ 
da para pagar salá - 
T1os atrasados deixa 
dos pelo Governo an­ 
terior. 
O parecer favorá­ 
vel do Banco para a 
Proposta de Mato 
Grosso do Sul foi co 
unicado oficialmen­ 
te ao Governador Pe- 
dro Pedrossian, pelo 
Presidente interino 
do Banco do Brasil , 
Luis Antonio Fayet , 
sábado, em Curitiba, 
durante reunião do 
Condesul. O'secretá­ 
rio de Fazenda, José 
Antonio Felício, dis 
se que a decisão "e 
um passo importante 
para resolver os ma­ 
is sérios problemas do 
Governo: "a divida - 
de curto prazo". 
A decisão do Ban­ 
co, segundo Felicio, 
vai_permitir um equi­ 
librio nas finanças 
do Estado e garantir 
a continuidade dos - 
investimentos, prin­ 
cipalmente em obras 
sociais. A medida de 
ve servir de parâme= 
talmn e contrrio 
esse negócio de sa - 
ber quem é aman e de 
quem, esse ipo de 
trab. lho. Ai, não 6 
in-clig6ncia nccessá 
ria, tampouco espio­ 
nagem necessária. 
Estado - O senhor 
vai sensurar lefo­ 
nes fora dos limites 
estabelecidos pela 
Constituição? 
Flores - Uma coi- 
5a eu tenho certeza: 
se isto ocorrer ou 
não ocorrer, ninguém 
vai ficar sabendo. 
Mas não vai mesmo. 
Estado - as quem 
vai decidir sobre o 
que é cspionaqem ne­ 
cessária? Qual será 
o critério? 
Flores - E: por is 
to que cu disse que 
nada será feito a to 
que de caixa. Que tu 
do vai ser estudado­ 
de forma madura. Não 
estamos com nenhuma 
pressa, nenhum açoda 
mcnto. Ao contrário. 
Estado - Mas há 
alguma possibilidade 
de retorno às práti­ 
cas usadas pelo SNI? 
Flores - O que 
posso dizer é que , 
no curso de "informa 
ções", passei com no 
ta mínima, só deu 
para tirar um qua 
tro. 
Estado - Isso po­ 
de trazer esperanças 
de que o senhor, no 
comando da área de 
informaçes, vai de- 
Pero Peitossian Constele 
Repojar ivila te MS 
tro para que o Gover 
no conclua a negocia 
ção com os demais - 
bancos credores. 
Antes dessa rene­ 
gociacão, o Banco do 
Brasil vinha retendo 
parte dos recursos - 
do Fundo de Partici­ 
pação dos Estados 
FPE - destinado a Ma 
to Grosso do Sul. - 
"Sem essa renego­ 
ciação, feita oor in 
terferência direta - 
do Governador Pedro 
Pedrossian, certamen 
te o Estado teria se 
rios problemas finan 
ceiros, o que pode= 
ria causar, inclusi­ 
ve, paralisação de 
obras", lembra o Se­ 
cretário de Fazenda, 
José Antonio Felício. 
enterrar os mor os 
dos "anos de chumbo"? 
Flores - O que e 
is e a ess repei 
lo é o direi o ao 
habeas-data, que es 
tá previsto na Conã 
ti uicão. Fora di­ 
so, não vejo razão 
para tratar do as - 
sun o. Há acesso am 
plo aos h beas-da 
as. Quando estive 
no Ministério da Ma 
rinha, respondi a 
muitos pedidos de 
habeas-data. 
Estado - O se 
nhor fala muito com 
os políbicos,é res­ 
peitado e tem proje 
cão no Congresso Na 
cional. 
Teve mui os conta­ 
to, co o Depu ado U­ 
lysses Guimarães. Co­ 
mo o senhor sentiu a 
norte dele? 
Flores - uma per 
da muito grandí'. • Õ 
doutor Ulysses Guima­ 
rães era ão impor an 
te que cu o procuravã 
para saber o que fa - 
zer. Espero que essas 
mudanças não impeçam 
que cu continue mi 
nhas andanças pelo 
Congresso, onde há ho 
mens públicos da me - 
lhor qualidade. O De­ 
putado Nelson Jobim - 
(PMDB-RS), por exem - 
plo, assim como José 
Genoíno (PT-SP). São 
quadro. r 'omissores. 
O Conoino é um mode­ 
r do progre si a 
quem hoje mesmo n - 
viei originais do li 
vro que terminei so­ 
bre a que tão mili - 
tar. 
E há também mui 
tos ou ros políticos 
de qualidades excp­ 
cionais, com os 
quais mantive conver 
sas. 
então posso dizer 
que realment con 
quistei um bom tran­ 
sito no Congresso Na 
c.ional. 
ORAÇÃO A SÃO JUOJS 'l'iDEU 
Para ser recitada em grande aflição, ou quando se parece priva 
do de todo o auxílio visível, e para os casos desesperados. - 
"São Judas Tadeu, Glorioso Apóstolo, fiel servo e amigo - 
de Jesus! o nome do traidor foi a causa de que fosseis esqueci 
do por muitos, mas a Igreja vos honra e invoca universalmente 
como o Patrono dos casos desesperados, dos negócios ~~m remé - 
dio. Rogai por mim que sou tão miserável! Fazei uso, em vos i 
ploro,disse particular privilégio que vos foi concedido, de 
trazer visível e imediato socorro, onde o socorro desapareceu­ 
quase por completo. 
Assisti-me nesta grande necessidade, para que eu possa re 
ceber as consolações e o auxílio do céu, em todas as minhas - 
precisões, tribulações e sofrimentos, alcançando-me a graça. 
(Aqui faz-se o pedido particular),se para que eu possa 
louvar a D~us coavosco e com todos os eleitos, por toda a eter 
nidade. Eu vos prometo, ó bendito são Juda·s, lembra_r-me sen.prc 
deste grande favor, e nunca deixar de vos honrar.como meu espe 
l
cinl e poderoso patrono, e fd~~r uào o que estiver no mPu aJ::- 
canco para espalhar a devoção para convosco. l:né::1". 	• 
1
. São Judas, rogai por nós e por todos os que vos honram e 
invocam o vosso auxíÁio. 
L 3 Pai-Nossos, 3 Ave-Marias, 3 Glórias - M.C.A.D. 
Os 'Neonazistas' e 
o Nordeste 
"A Terra é um luqar. De maneira nenhuma o único luqar, nem - 
mesmo um lugar tipico. Nenhum planeta, estrela ou qalaxia 
ser tipica, pois o Cosmos e, em sua maior parte, vazio". 
(Carl Sagan, Cosmos) 
José Carlos Vasconcelos 
"Morte aos nordestinos", picham os 
nazistas em São Paulo e ganham manche 
tes. Coisas semelhantes com outras pa 
lavras são escritas até em colunas d; 
entretenimento nos "segundos cadernos" 
dos Jornais. Isso porque o mineiro i­ 
tamar Franco resolveu "tirar leite de., 
pedra" e convocou para o Ministério 
da Fazenda um conterrâneo de João Ca­ 
bral de Melo Neto e Gilberto Freire , 
vizinho de praia de Graciliano Ramos. 
E com ironia perguntam: "Gustavo, o 
quê?" 
O preconceito e o racismo incitam 
à violência. Mas quem são e o que fa­ 
zem os nordestinos? "Gustavo,o quê?º 
O preconceito e o racismo incitam 
à violência. Mas quem são e o que fa­ 
zem os nordestinos? O que é o Nordes­ 
te? 
Para mostrar quem são os nordesti­ 
nos poderíamos fazer um lista com no­ 
mes como Assis Chateaubriand, a quem 
se deve a criação do Museu de Arte Mo 
derna de São Paulo; Mário Schemberg -;­ 
físico da Universidade de são Paulo ; 
o economista Celso Furtado; o paisa - 
nista Burle Mark, e seguiríamos com 
nomes ilustres na política, nas ciên­ 
cias, no Direito, isso sem falar dos 
Empresários e Executivos. 
Com esse método de demonstração , 
porém, estaríamos aparentemente ·apro­ 
vando a "tese" de que "nordestino vi­ 
vo" migra: Na verdade, a maioria fica 
no Nordeste e muitos prosperam em á - 
reas que vão da pesquisa científica e 
invenção i agricultura. 
Na pesquisa científica, há centros 
de excelência, como, por exemplo, o 
Instituto de Física da Universidade - 
pode 
meados do século passado, começou a 
decadência das ~litcs nordestinas na 
cena política e na economia nacio 
nal. 
Nessa época começou na verdade a 
migração da força de trabalho com a 
exportação dos escravos dos canavia­ 
is decadentes para a ascendente ati­ 
vidade da lavoura cafeeira. Essa 
migração prosseguiu depois da Revolu 
cão de 30, com a industrialização tÕ 
mando como centro principalmente sãõ 
Paulo, e somente diminuiu o início - 
da recessão em 1982, a partir de 
quando o Brasil, ironicamente, tem - 
parecido igual em dificuldades e-de­ 
semprego. Mas sempre com Ministros - 
da Economia do Sudeste. Os nordesti­ 
nos foram os Ministros do Império. 
No Império mandavac os "barões do 
açúcar". Na velha República, os "ba­ 
roes do café". É a História. Há mais 
de um século, portanto, a presença - 
de um nordestino como titular de um 
Ministério importante tem sido moti­ 
vo de espanto, tem sido exceção. A 
partir de então, os nordestinos - e­ 
lite e povo - começaram a protestar. 
Há que diga que a discriminação 
começou com a mudança da capital de 
Salvador (Bahia e Nordeste) para o 
Rio de Janeiro. 
f. um dos motivos da Revolução Per 
nambucana de 1817 foi o fato de por 
iniciativa de Dom João VI, se ter 
iniciado a cobrança, em Pernambuco - 
de uma taxa para iluminação pública 
das ruas do Rio de Janeiro, onde se 
instalara a Corte. A rebeldia na po­ 
lítica manteve-se, porém, até o nos­ 
so século, e o Estado de Pernambuco 
manteve uma das mais cobativas ban- Federal de Pernambuco, que acabou de 
inventar o primeiro tomógrafo de res- cadas no Conrece Vc!onal na resis 
sonância magnética no Pais e o Insti- tencia aos resa.> +ui ates. 
tuto de Antibióticos cc~ invenções 
com repercussão internacional, de me- . O Nordeste não é um lugar típico, 
dicamentos contra o câncer. Nas Uni - e-de uma enorme diversidade: aconte­ 
versidades dos diversos Estados do ceu lá a maior mistura de raças do 
Nordeste trabalham 257 dos Ph.D. Bra- Brasil, entre europeus, índios e ne­ 
sileiros - nordestinos, é claro. gros, como lembra Carlos Garcia. são 
Também entre os teimosos, não mi - costumes e economias diferentes, que 
grantcs, há os trabalhadores que pro- vao deste o semi-árido - onde a eco­ 
duzen do sal (857 da produção nacio - nomia cresce 120 ao ano em Petrol{ 
na) ao açúcar (J5l) e um quinto da na e Santa Maria da Boa Vista com 
produção agrícola. Da região é extra! produção irrigada de frutas para e 
do 407 do petróleo brasileiro e 100% portaçao, em terras vizinhas a um 
da gipsita e do manganês. ~!as não a agricultura de subsistência trabalh 
dianta esconder o sol com a peneira: da por camponeses ainda com tecnolo 
o Noreste empobreceu. Em 1870, quan- gia e linguagem de quatro séculos a 
do se realizou o primeiro censo no trás - até o litoral, onde os porto 
Brasil, o Nordeste produziu 65 do misturam línguas, sotaques, teconol 
PIB Brasileiro. Mas com a queda dos gias e moedas de diferentes lugares 
preços no mercado internacional do do mundo e do Brasil. O Nordeste 
~çucar e do algodão, a partir dos u lugar. 
José.Carlos Vasconcelos - Deputado Federal (PE), é líder da bnncaaa óu 
PR! na Câmara os Deputados 
-----------------------1 
Se você não se Cuidar a Aids vai- te pegar

itamar Franco Decide Fazer Ajuste Fiscal Amplo 
Tributacão e a Divisão da Arrecadação com Estados e Municipios 
e ds ' ttt Governo quer mudar 
) overno abandonou a fd@la de fa 
er um a]u te fIsca! de energenc1a e 
decfdtu neoc{ar com o Congresso uma 
reforma fiscal ampla, profunda e deff 
nlt!da, a ser aprovada até o f!na! do 
ano, para entrar em vigor em )99), A 
reviravolta fol determinada ontem pe­ 
lo Pre!dente em exere[cio, Itamar 
Franco, após discutir o a unto por 
três horas com sels mlnfstros. 
O ministro da Fazenda, Gustavo Krau 
se, explicou que a mudança é reulta­ 
do de consultas feitas a parlamenta 
res, empresários e trabalhadores."Con 
clu!mon que n~o podPrÍnmoa repetir um 
flme do passado, em que o ajuste de 
última hora quase sempre não surte os 
efeltos desejados", disse Krause, " 0 
governo tlécldiu ousar". 
A reformo que o governo encominha­ 
rú ao Congresso, conforme Krausc, a - 
brangorá desde os tributos incidentes 
sobre pessoas físicas e empresas a re 
partlcào de receitas tributários en - 
tre União, Estados e municípios. O mi 
O jornalista Oscar 
Ramos Gaspar, que já 
foi Secretário Adjun­ 
to de Comunicação So­ 
cial do Estado e que 
desenvolvia ultimamen 
te as funções de As= 
sessor Especial do Go 
vernador Pedro Pedros 
sian, foi indicado es 
ta semana para assu 
miro Comando da SE­ 
COM - Secretaria de 
Comunicação Social do 
Estado, em substitui­ 
ção a Claudio Noguei­ 
ra, já recebeu carta 
branca do Governador 
para passar a limpo a 
Secretaria e deverá , 
como primeira medida 
a ser tomada, desmon­ 
tar todo o esquema 
montado pelo ex-secre 
Previdente em eerc!elo_ Itamar Franco 
nistro in[ormou que foi nbandonada a 
Idéia de se criar o Imposto sobre Tran 
saç~es FJnancclroR (ITF) como um dos 
principais instrumenlos de aumento da 
arrecadação no aju~te de emerginclu • 
tário. 
Militante na im­ 
prensa sul-matogros 
sense por vários ã­ 
nos, onde entre ou 
-tros importantes 
trabalhos exerceu 
as funções de corres 
pondente do jornal Õ 
Estado de são Paulo 
e da revista Veja, o 
novo Secretário Os - 
car Ramos Gaspar é 
também um profundo 
conhecedor da reali­ 
dade regional no se­ 
tor da imprensa, tan 
to na Capital do Es­ 
tado como, principal 
mente, no que diz 
respeito à imprensa 
interiorana. Amigo 
particular do Gover­ 
nador Pedro Pedrossi 
an, Oscar foi um 
dos responsáveis 
pela propaganda e­ 
leitoral da sua cam 
panha, desfruta d~ 
excelente conceito 
junto aos profis - 
sionais da área e 
possui todas as con 
dições para fazer­ 
com que a nova po­ 
lítica de comunica 
cão social do Estã 
do seja mais trans 
parente e comprome 
tida em mostrar a 
população sul-mato 
grossense o desempe 
nho do poder públi 
co estadual, sem a 
interferência de 
grupos ou de inte­ 
resses partícula - 
res. 
Mínimo poderá ter 
correção bimestral 
e ou Indo a 
coecam loyo, 
tro da Fazenda receberá o deputado be" 
nllo Cama (PFL./A), relator do com!s - 
são especial do Cengreso que analisa 
rii " rt•foc1 ·,. 
Anile apla - Todos os estudos - 
realizados até agora e torno de virl­ 
as propostas de refor a fiscal serao a 
nalIsados. Entre elas estão as propos 
tas que tramitam no Congresso, como as 
dos dep..it3dos Luiz Roberto Ponte (FHDU 
RS) e Luís Hauly (PST/PR), Serií base 
da negociação ainda a proposta elabora 
da pelo comi6 io especial constituída 
no comcco do ano pPlo Presidente afas­ 
tado Fernando Collor, infor:nou Krause, 
Esta comissôo, coordenada pelo tributa 
rista Ary Oswaldo Hattos FIlho, elabo­ 
rou umn reforma profunda, cujo, ponto 
de partida era a reformulacôo do capí­ 
tulo da ConstituicÕo que versa sobre 
tribut::u;ào. 
pode 
Krau explicou que o Presidente 
Itamar tranco reo!veu partir par 
refora profunda porque conclulu que 
o uorento poltfeo e ideal. O over­ 
no conta, observou_on apoio popu - 
lar e parlantar. 'Ale disso, d!n­ 
pomos de !3 mInfstros de orles_par­ 
lazentar que Indicam a dfsposlao do 
governo de governar junto com o Con­ 
gr«JSo", cnf..it!LOU, 
Apoio Político - O r,overn,,dor ~t 
são !'nulo, Luiz Ant&nio flcury fllhQ 
defendeu a proposta de uma refonr.n 
f1sal ampla durante almoço co ira­ 
mar, no Policio do Plnnolto. Fleury 
o aconselhou a aproveitar o moento 
político e o informou d~ qu~ o PSOB 
é "favorável" ;i at1pliaçao da propos- 
ta de ajuste fiscal, hipótese quoh 
seu pnr tido, o PDB, "adite discu - 
tir". 
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O Ministro do Tra 
balho, 1alter Barel= 
li, admitiu a possi­ 
bilidade de o gover­ 
no reajustar o salá­ 
rio mínimo a cada do 
is meses, começando­ 
já em novembro. Atu­ 
almente, o mínimo é 
corrigido a cada qua 
tro meses. O minis= 
tro recebeu a suges­ 
tão da correção bi - 
mestral do deputado 
Paulo Paim (PT-RS) e 
pediu ao parlamentar 
que elaborasse proje 
to instituindo essa­ 
periodicidade no rea 
juste. 
Barelli não de.­ 
monstrou a mesma sen­ 
sibilidade quando o 
assunto foi a refor 
mulacão da política 
salarial - medida que 
quer estudar apenas 
o ano que vem. Ele 
considera prioritá - 
rio o contrato cole- 
tiva de trabalho 
que, na sua opinião, 
acabaria estabele - "f===================================~~ 
cendo uma nova poli 
tica salarial. - 
Não há necessida 
de, garantiu o depu 
tado Paim, de se 
submeter ao Congres 
soo reajuste bimes 
tral.·Se houver con 
senso do· governo , 
pode-se baixar um a 
to administrativo - 
implantando a nova 
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304 
258 
241 
240 
235 
204 
203 
162 
A audiência de diplomação será realizada no dia 30 de novcm 
bro do corrente ano, às 16:00 horas, no Plenário do Tribunal 
do Júri, sito no Edifício do Fórum da Comarca de Bonito. 
E para que ninguém possa alegar igonorãncia mandou o MM Ju­ 
iz que se expedisse o presente Edital que será afixado e publi 
cado na forma da Lei. Dado e passado nesta cidade e Comarca de 
Bonito, Estado de Mato Grosso do Sul - aos quinze dias do mês 
de outubro do ano de mil novecentos e noventa e dois. Eu, (Au­ 
dir Bispo dos Santos - Escrivão Eleitoral) que datilografei e 
subscrevi. 
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{)Garantira publie2ção de . 
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dos íatos_de interesse público, 
não admitindo que sobre eles 
prevaleçam quaisquer interesses 
I 
• - _('D fender os direitos do ser 
humano, os valores da democraci.'.I 
repres ntatirn e a livre iniciativa 
,-.B 
;_) Asscgurur o actSSO de seus leitores . 
às diferentes versões dos fatos 
e às diversas tendências de opinião 
da sociedade 
( •• 	• 
· 8 Respeitar o direito de cada 
indivíduo à sua prirncidade, 
saho quando esse direito 
constituir obstáculo à 
informação de interesse público 
Y Diferenciar, d; forma identifioh 1 
pelos leitores, materi:il ediiori:ll 
e materiJI puhlicitlrio 
• -10 Corri'1).r erros que terJ,.:,_m sido 
- . cometidos em su::s edições

JHAL, TRIHUNA A FRONTE{A 
4 ' 
o 
Britto Define suas Prioridades na Previdência: 
Dar Continuidade ao que s Vinha Faz ndo Apoiar o Ajuste fi ai 
o Mlnintro do Prr 
vidência Social, An-· 
tônio Dritto anunci­ 
ou quo tem duas prio 
ridados no Ministé - 
rio· dar continuida­ 
de ao que se vinha 
fazendo, cm Lermo:; 
de rcvinfio de bcnc­ 
flcioH numcnto do Ar 
recadação o fiscali­ 
zação, liberação dos 
benefícios represa - 
dos, cobrança das dí 
vidas, combato is 
fraudes, redução dos 
pagamentoa indevidos 
e melhoria da quali­ 
dado de serviço e 
trabalhar no ajuste 
fiscal, ji que "naô 
consigo ver tranqui­ 
lidade para a Previ­ 
dência Social em 19- 
93, sem a reformula­ 
cão do orçamento, A- 
1iás, não teremos 
93 sem o ajuste fis­ 
cal. O ajuste fiscal 
não é importante ape 
nas para o Governo - 
mas para o Pais". 
Antônio Britto as 
sumiu a Previdência­ 
Social com a determi 
nação de honrar as - 
dividas com os apo - 
sentados e pensionis 
tas. Neste sentido 
garantiu que a Previ 
dência vai terminar­ 
º ano pagando o que 
é devido "vamos hon­ 
rar os compromissos 
as'idos. A,sim e. 
dezembro, o aponen­ 
tados e pensionis as 
vão receber seus pro 
ventou de nov•.bro,­ 
o décimo terceiro sa 
liÍ.r io e a primeira 
parcela dos atrasa - 
dou dos 147 por cen­ 
to". Serão quase 25 
trilhões de cruzei - 
roD de pagamcntor.; . 
Ji cotã definido auc 
o primeira parcela 
dos 147 scrú paga com o 
beneficio de novem­ 
bro. 
Quanto a 1993, o 
quadro é mais compli 
cado, ressaltou o MI 
nistro. "Não há mila 
gre à vista. Não as= 
sumi um Ministério , 
mas um desafio", dis 
se. Mesmo assim, o - 
Ministro espera en - 
contar fórmulas de 
obter recursos para 
pagar a sequência 
dos atrasados dos 
147i e vai negociar 
com o Congresso, uma 
vez que o Orçamento 
encaminhado ao Legis 
lativo não inclui 
previsão de recursos 
para pagamento dos 
atrasados. Segundo o 
Ministro, haverá ne­ 
cessidade de incluir 
no ajuste fiscal re­ 
cursos para o paga - 
mento dos 1478, no 
valor de Cr$ 12 tri- 
lhe a pro;os de ± 
torro. 
O Ministro afir - 
to tambm a duran 
te a sua administra­ 
ção estará preocupa­ 
do com a eficiência. 
"previdência é um 
assunto que exige 
priorizar, acima de 
Ludo, competência 
especialização e efi 
ciência. A idéia 
fazer uma gestão ca­ 
da vez mais profis - 
sional, no melhor cs 
pirita da Casa". 
Outro ponto impor 
tante que vai persa­ 
guir é o combate à 
fraude. Para o Minis 
tro é imprcscindi = 
vel informatizar a 
Previdência e melho­ 
rar a DATAPREV para 
acabar com qualquer 
chance de fraude 
"Primeiro, é necessi 
rio evitá-la e isso­ 
passa pela informati 
zação. Segundo, e 
preciso combater a 
fraude em andamento, 
o que exige audito - 
ria permanente. Em 
relação àquela con - 
eretizada, a solução 
é a revisão dos bene 
ficios", o que ji 
está sendo feito. A­ 
firmou que todas as 
ações de eficiência 
terão continuidade 
Não quero que pare 
Violência no Campo? Onde? 
Eduardo Machado Hetello 
Vivemos em um Estado 
abençoado. Solo diversi­ 
ficado, propício a todas 
as culturas. Regiões for 
midãveis para a pecuária, 
desde a criação até a en 
gorda. 
Já "começamos a sentir 
a importância das estra­ 
das pretas, cortando em 
várias direções e apesar 
das dificuldades sabemos 
que a nossa malha viária 
será completada quando 
as coisas sorrirem de no 
vo. r verdade que fica= 
mos tristes com as rodo­ 
vias novas, como a que 
vai para Aquidauana, a 
Dourados-Naviraí e até a 
caçula Campo Grande-li-rês 
Lagoas, esburacadas. Ur­ 
ge conservá-las, não dei 
xi-las acabar. Tapar 
que seja, os buracos . 
Lembrar o velho ditado : 
"remenda seu pano, que 
dura mais um ano", 
A energia rural, a te 
lefonia, são promessas - 
atuais e sentimos que 
não vai longe o dia em 
que o campo se beneficia 
rã, totalmente, desses - 
importantes melhorarnen - 
tos. 	Os Postos de Saúde ru 
A educação rural é ma- rais, deveriam ter uma 
is complicada. Não a solução parecida com as 
construção da escola, que das escolas: pagar bem 
é relativamente simples . aos servidores e dar con 
O funcionamento é o mais dução aos usuários. 
difícil. 
Mas, a solução~ evi - 
dente: pagar ao professo­ 
rado melhor do que ao da 
cidade, para conseguir fi 
xá-lo nos lugares distan=· 
tes. Construir menos, po­ 
rém maiores escolas eu - 
sar Ônibus, para pennitir 
o acesso de todas as cri­ 
ancas, inclusive nos dias 
de frio e de chuva, levan 
do-as, seguras, às portas 
de suas residências. 
E quanto às residênci­ 
as, por que não fazer o 
BNH rural? Que os peque - 
nos proprietârios possam 
construir, com fac1lida - 
des, em seus sítios e não 
sejam seduzidos a virem 
para a cidade onde os -in­ 
centivos são muitos. 
Acabamos de relacio - 
nar os pontos principais 
para a fixação do homem 
no campo. A falta de con 
forte, de assistência a 
família, são os fatores 
que provocam o êxodo ru­ 
ral. 
Mas com todas as defi 
ciências, a nossa gente­ 
tem uma sorte: vive em 
paz.. 
Não há conflitos, ten 
sões, Ódios. 
A hannonia é a tôni - 
ca entre patrões e empre 
gados, o trabalho 1eva 
do a sério, o respeito; 
a honestidade existem. A 
felicidade mora no cam - 
r da" di.. 
Quanto ao aumen- 
to da a![quota de 
contribuição paga 
pelos segurados e 
pelas empresas, o 
Miniatro <l·clarou 
se contra, uma v·z 
que a carga tributá 
ria já é pesada de- 
mais. · 
No oncontro com 
os Diretores e Supc 
rintendentes do IN­ 
S5, mantidos nos 
seus cargos, Antô - 
nio Britto ouviu un 
breve relato das .a­ 
ções que estio sen­ 
do desenvolvidas 
nos Estados. Mos 
trando conhecer de­ 
talhes do funciona­ 
mento do sistema 
previdenciário, fez 
perguntas especifi­ 
cas sobre o traba - 
lho nas áreas de re 
visão de aposentadÕ 
rias, de fiscaliza= 
cão e de combate às 
fraudes. 
O Ministro vol - 
tou a afirmar que 
o cargo que assumiu 
é complexo e que 
vai exigir trabalho. 
Avisou ao dirigente 
"Vou cobrar o cum - 
primento das metas 
estabelecidas". Fa­ 
lando sobre a perma 
nência dos Direto= 
res e dos Superin - 
po. 
As aparentes exceçoes 
são movimentos prepara - 
dos, que usam gente de 
outras regiões, princi - 
palmente nos anos elei - 
torais. Até os ocasiona­ 
is furtos e roubos, têm 
sua origem em organizaçÕ 
es urbanas. - 
Por isso, causou espe 
cie uma recente reuniao, 
realizada em nossa capi­ 
tal, em que se discutiu 
a violência no campo. 
Será que não erraram 
de lugar? Ou vieram pre­ 
gar para o que não exis­ 
te venha a acontecer? 
Xô, fora daqui! Em Ma 
to Grosso do Sul não ha 
clima para isso. Deixem 
o nosso povo em paz. Que 
venham, com urgência, as 
condições e melhoraentas 
que precisamos, para pro 
duzir mais e melhores a= 
limentos para a cidade , 
onde aí, hein - a vio­ 
lência é um fato. 
Leia e Assine 
da Fronteira 
o Jornal Tribuna 
Diário Regional 
• IA. ME E T 
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..- LOCADORA 
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~ 	NINTENDO E OUTROS 
~~, .BARÃO DO TRIUNFO, 1381 CENTRO 
_,--- ! 
439- 1390 
tende enfatizou que 
competência e hones­ 
tidado são Os unicos 
critérios para pren 
chirento de cargos 
na área d Providen­ 
cia e que vai perse­ 
quir, observância en 
tre a eficiência em 
todos os pon 0s. 
O Ministro, enfa­ 
tizou que a Previdõn 
eia Social não é do 
Governo mas da socie 
dado e que todos os 
funcionário~ devem 
procurar fa7er um 
trabalho da melhor 
forma possível. "Pr2_ 
cisamos fortalecer 
esta casa e não fa - 
zer dela um lugar po 
lítico", explicou 
Dritto recomendou a­ 
os Superintendentes 
para que abram as Su 
perintendênciao para 
ouvir e receber aso 
ciedade, atender re-­ 
clamações sobre os 
serviços e prestar 
esclarecimentos so - 
bre os benefícios. 
O Ministro 
ou o trabalho 
rvtuore que 
monstrando erleda - 
de, co:.p tenra 
dinamis o, consegui­ 
ram mudar a ima4e. 
da Previdência Soci­ 
al em curto nos aço 
de tempo. 
Até gora penas 
duas pessoas foram 
convidadas para co­ 
por a equipe do novo 
Ministério: o ex-e­ 
crctário ndjunlo d0 
PoliLica ~conõnica 
do Ministério da Eco 
nomia, Sirgio Culo = 
lo, que será o Secre 
tJrio ex cutivo e A= 
luizio Davis Neto, 
ex-funcionário da 
Previdência e assc5- 
sor do Deputado Ulyg 
ses Guimarães, que 
sera o Chefe de Gabi 
nete. 
LAUC1DIO COELHO - Líder Inesquecível 
Antônio Barbosa de Souza 
Dívidas 
Mais ou menos 1959 ou 1960 Sr. Laucí­ 
dio contou-me satisfeito que estava de - 
vendo três fazendas de uma vez. 
Eu não via onde estava a vantagem. 
-- Mas você não vê meu filho? 
- Não senhor! 
- Ora Antonio, nós compramos e lota - 
mostres fazendas que vão dando produção 
e ajudando a se pagarem enquanto o prazo 
corre. Os prazos mêdios eram de 3 anos. 
Perguntei se não era dever muito. 
Sr. Laucidio me disse: 
- NO começo da minha vida eu procura­ 
va comprar terras e o limite do meu endi 
vidamento era o valor do gado, isto é ,­ 
eu devia todo o gado. Quando o gado foi 
aumentando eu passei a dever só O gado 
macho, agora nos nao conseguimos crédito 
para tanto, por isso eu tento comprar fa 
zendas com prazos que facilite e me aju­ 
de a pagar. 
Isso aconteceu até a Última compra 
que foi de parte da Fazenda Bodoquena em 
1971. 
Sr. Laucidio pagou por antecipação de 
µmano 
O gado que devia à Fazenda Bodo - 
quena em 1972 para se dar 
O 
d" ·t de 
começar a d· t . b are1 o 
1s ruir fazenda e gado aos 
filhos mas sem d' • 
._ avidas para pagar pela 
primeira vez na vida ao que me lembro. 
Ele sempre dizia, 
- Antonio semp: . _ 
"divida or '. reganhei dinheiro com 
gan1zada" Cuid d d' 'd 
tem de ser f • • a o, a 1v1 a 
não fazer d Para producão de bens e 
menor. Se vocêuraco maior pr~ tampar um 
par um buraco entra nesse ritmo de tan- 
- menor fazendo • vo 
ce vai acabar d t um maior, _ 
indo dele. • en ro do buraco e não sa- 
1 
L 	- --- ---------- 
O PAÍS QUE PLANTA 
9 
A FOME ESPANTÁ 
l 
l 
PRESERVE O 
PANTANAL 
± 
NATUREZA 
VIDA •

. lt 
E TALO DE MATO CROO DO UL - POLÍCIA MILITAR 
MM'ANA DEPENDI I r. Ili 1-'0I.ICIA Mll,l'J'Nt I l,(Jkl.',T/1 
POLICIAMENTO FLORESTAL 
ORIEHTA(ÕES BÁSICAS 
t.- Peca: (Códto de pesca - Dec. LeI 221/67 e Lef 7.679/88) 
J.J - P, proihirln tronopo-rtor: 
,) 'TURISTA - Transportar pescado quant Idade super for ao per!tIdo, tsto é , 
superfor a 30 kg, fora o exemplar, por cada pescador com a cartelra de pesca 
- Transportar sem estar acompanhado da ufa de vistoria e lacre , 
,xprdlda peln POLICIA HORF.STAL, 
- Transportar pescados com sfnafs de mnlha (mnrcoo na cabeça), ou 
de cnmnnho Inferior aos seufntes: PINTADO - 80 cm, Dourndo - 55 cm, Pocu 
40 cm, Jnú - 90 cm " Curtmbocn - JB cm. 
M} PEIXEIRO - Tronsportnr qunlquer quontldndí! sem a gula de v!storta e lacre 
t·xp,rllda pela l'Ol.ÍCfA FLORESTAi.. 
- Transportar pescado com stnafs d malhas (marcas na cabeça),ou 
de tamanho Inferfor ao permitido. 
F. permitido Pcncnr: 
n) TURISTAS - com os seguintes aparelhos: ltnha de mno, caniço simples e mo­ 
lln~tes com varn de nylon ou bnmbu. 
b) PROL'tSSlONAL - Com todos os materfals do turistn e mais o anzol de galho, 
olc':m cio tnrrufa parn cnpturu csp~c!Cica dn Curtmbotâ. 
2- CAÇA: ( Código de prot<•çno n fnuna - l.el 5.197/67) 
2.1. - E proibido: 
a) Abater e/ou transportar qualquer espécie ou quantldndc de animal silves - 
tre. 
b) Tronsportnr qualquer arma de cnço a noo s~r com autorJzaçio expressa do 
!BAMA: 
c) Manter no cntivctro, trunsportnr ou comPrcial tzar qualquer animal silves 
tre, ainda que vivo ou criado cm casa. 
'** PF.NALlDAllES DOS DELITOS CONTRA A FAUNA 
(Reclusao de 01 a 05 nnos, sem dlretto a finnça) 
J- FLORA: (Código flon•stnl - Lei 4. 771/65) 
3.1. - E Proibido: 
a) llesmatar v,•gctação pe-rmanentc (margPn" ele rios, lagos, nnscentes e encos­ 
tas de morros) . 
b) Desmatar áreas passiva de desmate,porém sem autorização do IBAA. 
c) TRansportar produto florestal, madeira serrada, em tora, carvão, lenhn,p~ 
Ianques ou lascas , sem o documento próprio, fornecido pelo IBAMA. 
d) Cortar qunlqucr árvore de aroe1ra, e para transportar as Já cortadas ante 
riormente, necnss i ta de au tortzação i,sp,•c {fica do I BAMA. 
e) Utilizar ,. transportar moto-serra sem estar registrada no lBAHA, além do 
r,spcctivo porte. 
) Atear fogo em qualquer forma de vegetação. 
3.2 - r. permitido: 
n) Desmatar nreas, que após a vistoria técnica, é expedida pelo IBAMA, a res 
p~ctiva "nutorizaçào de desmate". 
b) Transportar produto (lorestnl e ~oco-serra, acompanhados do documento es- 
te{fico. 	' 
e) Funcionamento de Empresa que trabalhe com qualquer tipo de produto flores 
tll, desde que com o registro no lBAl-11. 
PIRACEMA - Período de Piracema no Estado está' confirmado para 25/11/92 a 
10 de fevereiro/93 , sendo prorrogado até 2é/02/9J nas cabeceiras dos Rios. 
"FORME FILEIRAS COM A FLORESTAL, 
AJUDE - NOS A PRESERVAR O QUE E SEU 
A NATUREZA AGRADECE" 
DENUNCIE OS INFRATORES CONTRA O MEIO AHRIF.NTF. PELO FONE - 251-2462 
Dcst. de Polícia Florestal de Jardim/MS 
, 
ASSENTADOS DA BARRA DO ITA 
BENEFICIADOS PELO PROCE A 
PREÇO DESTE EXEMPLAR 	Cr$ 3.000,00 
A. 46 fa,ílias a 
11(1 li r lo f.! rr ,'.:> I • J , 
em Bela Vis a, devrão r cebr 
dentro dos próximos dias reur 
sos na orden de Cr$ 
l(.J .000.000,00do PROCERA Pro 
qrama de Custeio e Reforma A 
grária obtidos através de in- 
ermediações da Superintendn­ 
cia Es adual do INCRA jun .o - 
o Banco do Brasil . Os r cur­ 
sos são oriundos do FCO - run­ 
do do Centro Oes e e serão d s 
Linados a investil'.lenLos dcntrÕ 
do Assentamento, nos se oreb - 
da pecuária, agricul ura, qui 
siço de equipamentos,desmates 
e correção do solo. 
Os Jevan arncntos sobre s 
nrcessidadDs das familias ds - 
snntadas na Barra do Itã e su­ 
ar. principaia reivindicações 
foram feitas pelo escritório - 
local da EMPAER, que elaborou 
o projeto e o encaminhou ao Ba.!:! 
co do Brasil. Segundo informa­ 
ções do chefe do escri ório lo 
cctl, Antonio Ramos dos San os­ 
(Chiquinho), cada familia as - 
.... ,. • l"" 
enha a tua proa 
considerávelm nt 
pei .o principalme 
ra, setor que <ltÓ , 
mais de seis anos de su 
ão, pouco ou quase nada produziu; 
deixando de ajudar no fornec1men 
to de limentos à cidade e em 
prejuizo das próprias famíli s - 
assentadas que, por um motivo ou 
ouro, não cumprirar a­ 
té hoje o objetivo para o aual - 
foram assentados na Barra do 
Itá. 
zz::	:	m 
zz : z:: z r r z:e- 
ORAÇÃO À SANTA CLARA 
Por intercessão de Santa Clara, Senhor todo poderoso me abençoe. Proteja. 
Volte para mim seus olhos misericordioHos, me dê a paz e a tranquilidade, 
derrame sobre mim suas copiosas graças, depois desta vida me aceite no 
céu em companhia de Santa Clara e todos os Santos. 
Fazer os pedidos à Santa Clara, 1 de Negocio e 2 impossíveis. Re- 
zar durante 9 dias, 9 Ave Maria com uma vela acesa. Deixar queimar no 
9Q dia. 
Mesmo sem fé seus pedidos serão atendidos. Publicar no 9Q dia,Sa~ 
ta Clara confio em vós. 	.1 
CJRJCOL 
& 
D aba 
,, 
Hoje poucos dias após as eleições, olho nos rostos das 
pessoas e chego a conclusão de q/ aqui em Caracol, não houve 
vitória e sim apenas derrotas pois quem está comemorando a 
vitória não está com aquela alegria e satisfação tot.:il. r Na 
vez de aaradecer aos eleitores estão aoredindo-os. 
Quem está chorando a derrota não-está, não derrotado - 
por completo. 
Afinal ( 27 ) votos, será mesmo vitória para quem está­ 
a mais de 08 anos na política? 
Será mesmo derrota para quem entrou apenas à 90 dias a­ 
trás? 
E fico ainda convencido de que não houve vitoriosos,qua.!:! 
do lembramos dos 334 votos em branco para prefeito e vários - 
deles de pessoas convictas que votaram apenas para vereador , 
e escreviam frases de repúdio aos candidatos à Prefeito. 
Fico pensando, se tivesse outro nome mais popular de al­ 
guém que já é ou foi engajado na política, talvez viesse-a à 
satisfazer os anseios dos eleitores. Principalmente os donos­ 
dos votos brancos, já que se encontravam num beco sem saída , 
corno diz o ditado: "Se correr o bicho pega, se ficar o bicho­ 
come". 
Tanto se falou na ética pela política (Fora Collor) que 
o povo já está aprendendo. (Ainda falta um pouco)., Mas a­ 
credito que até as próximas eleições já estarão aptos, não só 
aptos corno conscientes, para que não haja mais essa falta de 
respeito com a família Caracolense , que vem senão humilhai 
da e massacrada moralmente, pelos baderneiros" Vitória". (ALT 
Auto Elétrica Dinâmica 
LUIZ CARLOS CALLIARI MACllADO 
p 
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UMA ESTRELA BRILHA NA 
_CONSTELAÇAG DE MS

d 1 92 - 
___________ ,_._' __ • _•_:_· ~;--~• J~• _L_. •_. _r -·--------------~ -~- 
EHTR EVISI A 00 SR. MINISTRO ANTONIO BRITTO 
40 com 34. O ministro Krause coorden 
as tratativas do governo pura a aPtoV 
do juste fiscal. . a, elhor 
As tratativas tem tido a n 	À 
l
·~~c-ao porque n-o hj ~m ~~r nc,t~ pJ1. 
ce d 'a + 	± t fiscal t4o 
- 	<» aue O }u e 	+i 
que não sa1Da ;+ v 	g } p, , 
j. t te 
, ,r·' o uovC'rno, rt' 1., P o J il.:. 
mror .an Pa o 	? 	; 	] 	- 	• 
e, o tiver a'use fisca, nao tera 
5e na 	d. -, 
93. Não vai ter obra mm estrata, em saud 
d 
-
0 
c:n r. nl•ur1 c·1nt.o. rcho que 
Cr.1 • UCOÇil , • • • • 	. . _ 
d, orque as pessous omaram cons- 
vai ar, PF " 	] • I 
ciência de que esse ajuste isca e inds 
<. ·1 Alia se correres os olhos nos 
pensave , ' ar» 
editoriais dos jornais e na repor' agens- 
feitas há 5 meses sobr ajuste fiscal, na 
1 
;poca o clima j~ era [uvori.lvcl. S~ 
que a 	: d 
fores observar o que e que oe isso na 
comissão de Economia, quando o Bonito Ga­ 
ma foi indicado relator lembram daquele - 
momento lembram do vendaval todo? Havia - 
um clima muito favorável no Congresso ao 
ajuste fiscal. Ele não é uma questão rei 
cionada ao ooverno, e uma questuo rclac10 
nada à governabilidade do País. neves tan 
bém lembrar, porém: 
1) nunca virou projeto, 
2) não teve tempo de ser discutido e 
3) como dizia, há alguns erros graves, ao 
ponto do ministro Stephanes não ter acei­ 
to, ele governo,a proposta do governo. A­ 
cho que, com a negociaçao que vem s~ dan­ 
do entre o ministro Krausc e o Congresso­ 
com o clima que há no País e com a parti­ 
cipação de todos - e o Presidente me reco 
mendou que todos participemos deste esfor, 
co, não tenho dúvida de que a gente vai 
chegar a um entendimento com o Congresso. 
Não pude conversar com o Ministro 
Krause sobre o modelo que está sendo pen­ 
sado por ele e pela equipe econômica. O 
que sei, e que me anima muito, é o que o 
ministro Krause, que é deputado como eu, 
tem enorme circulação no Congresso e en­ 
tende que essa não é uma tarefa do gover­ 
no. Precisamos reassegurar a governabili­ 
dade ao País. 
***********************~*************** 
P: A reforma da Previdência Social é prio­ 
r idade de ua qestão? 
R: Voces abem que tenho falado sobre eg 
sas coisas trezentas vezes por dia h tres 
ou quatro anos, 
Espero ter dito qual 6 a minha crença. 
Crença que voce não escapa de no médio e 
longo prazo fazer com que a Previdencia 
passe por uma reforma estrutural. Nao es­ 
tou dizendo nenhuma novidade. E o que o 
País pensa, é que a amara pensa e aprovou 
naquele Relatório que fiz. Queria lembrar­ 
o equinte: discutimos isso em fevereiro 
faltavam 18 meses ou mais para a revisao 
conntitucional de 93. Lembre, que, em feve 
reiro de 92, não só faltava um ano e meio­ 
para o segundo semestre de 93, corno nem 
tinha sido aprovada a emenda de antecipa 
ção do parlamentarismo. Estamos em outubro 
e, me parece, isto é um dado de realidade, 
que não se vai conseguir faze: uma reforma 
da Previdência antes da revisao constitu - 
cional. Considero que, quanto à questão q/ 
envolve a revisão constitucional, precisa­ 
mos cumprir uma agenda que passe por formu 
lações; estudos, numeres, cada alternativa 
para que o Ministério funcione como um la­ 
boratório de idéias para alimentar essa 
discussão. A decisão sobre a Previdência - 
não é do Ministério, não é do governo, é 
da sociedade, através do Congresso, no mo­ 
mento da revisão constitucional. 
E o que, como ministro posso fazer ? 
Devo ouvir as melhores inteligências, as 
melhores experiências do pais e, diante de 
todas as posições, procurar estimular e 
subsidiar o debate, levar adiante a expres 
são do Ministério e do Governo quando da 
revisão constitucional. Logo, não tenho co 
mo prioridade qualquer ação de reforma es­ 
trutural, se a palavra prioridade signifi­ 
ca "amanhã de manhã o senhor vai tomar al­ 
guma providência". A providência que adota 
rei será a de começar a articular, semina­ 
rios, debates, publícações, consultorias , 
convênios etc., etc.,etc., para que a sO­ 
ciedade brasileira tenha, nesta Casa, um 
centro gerador de dqcumentós, de subsídios 
nho eu e digo " Precisemo contar com . 
sua ajuda". Enquanto a gente esta nesse nl 
vel de negociação, e entra um e sai outro, 
abaixo de nós nada mud. Claro que vou 1m­ 
primir a minha marca. Cada um tem a sua.Vo 
ces tem uma vantagem comigo_ que pode ser 
uma desvantagem para mim. Não mudo, como - 
ministro, nem uma vírgula do que penso co­ 
mo deputado. O que é que mudou ? Passo _a 
fazer parte de um governo e du articulaçao 
com outros ministros naquilo que tem a in­ 
terface com outros ministérios csemprc,sob 
a orientação do Presidente da República 
vou cumprir as decisÕc!: do governo. 
Toda vez que me perguntarem o que 
que vai acontecer, vou responder: deponde­ 
das discussões que tivermos como Congresso 
com os outros ministrar. e com o Presidente 
da República. 
P: Como o Sr. vê a quentão da aposentado 
ria do servidor público? 
é 
R: No caso do funcionário público acho g 
seguinte. Voce tem dez universos , isso a1 
está no Relatório, tem umas quinhentas pá­ 
ginas sobre isso. Essa discussão terá que 
ser enfrentada de duas formas: 
Uma não compete ao Ministério da Pre­ 
vidência: quais os direitos de um Funciona 
rio PúbliLo? Quais são os direitos e os 
critérios que vão subordinar a atuação do 
Governo em relação a eles enquanto servido 
res ativos e, em conse~uência, como é_ que 
fica quando eles parten para a condiçao de 
inativos. Isso é uma discussão da qual par 
ticipa a Secretaria de Administração.A se­ 
gunda: o que é ou será direito dos funcio­ 
nários servidores públicos, quem paga nao 
pode ser a Previdência Social. se gs EPU 
continuarem sendo pagos pela Previdencia 
Social não tem como fazer mágica. A lei ql 
fiz, gradualmente acabe com isso. Dentro - 
de dois anos acaba a utilização de recur - 
sos da Previdência para pagamentos dos EFU. 
E aí virá uma discussão da qual temos 
que participar. Quando sentamos em 07 de 
maio de 1991 com a área econômica do gover 
no para discutir a Lei de Organização da 
Seguridade, a Previdência estava pagando - 
74% dos encargos Previdenciários da União. 
Consegui, graças a lei, reduzir para 458 - 
no ano que vem, em 94 para 30% e em 958 pa 
ra 10%. Voces têm duas formas para exami - 
nar isso. Já se conseguiu recuperar 30 pon 
tos percentuais que, para voces terem uma 
idéia, equivale a 0,38 do PIB. Recuperamos 
para a Previdência 1 bilhão e meio de dóla 
res, aproximadamente. Alguém pode chegar e 
dizer que ainda faltam 558. Se puder acele 
raro cronograma, que bom. só que as difi­ 
culdades do qoverno são conhecidas. Se não 
der para acelerar o cronograma, esse que 
ai está já foi uma pr~~ira vitôria e essa 
vitôria será afinal definitiva dentro de 
dois anos. 
P: Quais as prioridades de sua administra­ 
cão? 
R: A minha vai ficar voltada para duas 
questões imediatas. Uma ê a questão geren­ 
cial e, no curto e no médio prazo, não tem 
outra saída a não ser gerência, gerência e 
gerência. Vou dar a palavra de continuida- 
de nas ações que vinham sendo desenvolvi - 
das visando: 
1).a revisão de todos os beneficias, 
2) a aceleração da concessão dos novos be­ 
nefícios, os famosos represados, 
3) a revisão do buraco negro, 
4) as negociações das dividas em geral, 
Aí voces ponham as prefeituras, clu­ 
bes de futebol, empresas privadas. São a­ 
ções que estavam em andamento e darei con­ 
tinuidade. Enquanto isso vou participar a­ 
tivamente da minha segunda prioridade de 
curto prazo, que e o ajuste fiscal. Por - 
mais que o pessoal aqui eleve receita, com 
bata a fraude, não há recursos em 93 para= 
pagar os atrasados desses 147%. Não há no 
orçamento. Conversei com o Presidente Ita­ 
mar Franco sobre isso e o Presidente me 
determinou que procure ajudar o ministro - 
Gustavo Krause para que a gente mostre que 
o ajuste fiscal não é importante apenas pa 
ra o Governo, mas é importante para o país-:- 
P: Quais as mudanças na Previdência Social? 
R: Acertei com o Presidente a indicação do 
Dr. Sérgio Cutelo como Secretário-Executi­ 
vo do Ministério. Tem uma carreira brilhan 
te como funcionário público, como economis 
ta, e tem exatamente um ,perfil, que voces 
conhecem, de alguém muito afeito às nego­ 
ciações dentro da área econômica, com a 
área econômica e sobre a área econõmica. 
Mantive as.direções da DATAPREV e do 
INSS no sentido de prestigiar a Casa,o cor 
po permanente da Casa, e dar continuidade 
a esse esforço. Coordenei a feitura de uma 
lei que estabeleceu uma série de ações que 
lamentavelmente, no inicio do Governo Col­ 
lor, não foram sequer lidas. O ministro­ 
Stephanes formulou um plano de trabalho on 
de, muito corretamente, tinha como preocu­ 
pação fundamental cumprir a lei e executar 
aquelas medidas. Venho em substituição ao 
ministro Stephanes para na verdade conti - 
nuar a execução de atividades que cumprem­ 
uma lei da qual lá atrás tinha sido coor­ 
denador. E as leis que faltam para isso 
vao agora ser tocadas pelo minístro Stepha 
n1es, na Comissão de Seguridade Social e fã 
rília da Câmara. Então a gente está tendo= 
um exemplo de integração. Sou um parlamen­ 
tarista. Abram os olhos, porque está haven 
do uma experiência pré-parlamentarista. - 
Vejam bem que coisa curiosa. O minis­ 
tro Stephanes diz que eu o ajudei. Ai ve- 
P: Quais os problemas de caixa da Previdên 
eia Social? 
PERFIL DO MINISTRO 
ANTONIO RITTO 
O Deputado Federal Antonio Brítto 
(PMDB/RS) tem 40 anos e é natural de 
Sant'Ana do Livramento, fronteira com o 
Uru~. Formou-se em jornalísmo pela Uni­ 
versidade Federal do Rio Grande do sul 
(UFRGS) e foi professor da disciplina de 
radio na Universidade do Vale dos Sinos 
Unisinos). Em Porto Alegre, chefiou o 
Jornalismo das duas mais importantes rá­ 
dios do Estado, a Gaúcha e a Guaíba. Foi 
ainda chefe do jornalismo da RBS TV-Porto 
Alegre até se transferir para a Capital - 
Federal. Em Brasilia, atuou como repórter 
R: Voltemos a agosto deste ano. Nomes de de TV, passando depois a chefiar a sucur­ 
agosto, o Ministério da Previdência Social sal da Rede Globo, até ser convidado pelo 
cumprindo a Lei de Organização da Segurida ex-Presidente Tancredo Neves para assumir 
de Social, participou de uma Comissão IN- a Secretaria de Imprensa do primeiro go­ 
t'erministerial que, junto com o Conselho - verno da NOva República. Britto se demi - 
Nacional de Seguridade Social, elaborou u- tiu no dia da posse de José Sarney 
ma proposta de orçamento para o ano de 93. • Em 86, com apenas 34 anos Britto se 
Essa proposta previa 40 trilhões. de elegeu com 305 mil votos para a camara Fe 
cruzeiros para pagamento de benefícios em deral. Foi reeleito em 90. Desde 
O 
seu 
93. Essa será a despesa para o ano q/ vem. primeiro mandato, a atuação de Antonio 
Estou com a linguagem orçamentária abril - Britto tem sido marcada por projetos 
de 1992. A área econômica, ao encaminhar - area social. 
este orçamento para o Congresso, fé-lo com Em 89, conseguiu a aprovação da Lei­ 
·34 trilhões de cruzeiros. Estes 6 trilhões de sua autoria que reformulou 
O 
FGTS es­ 
cruzeiros são beneficio,; que existem a pa tabelecendo uma série de med • d . 'rtan 
gare que não tomam a forma de recursos tes .- 	acuas 1mpo: -- 
. 6 	.2.	i	! como a correção adequada dos saldos, 
previstos. Estes trilhões de cruzeiros - obrigatoriedade do fornecimento de extra 
são em torno de 12 trilhões de cruzeiros a tos mensais aos trabalhador» . - do 
preço de hoje. Tenho me referido, até com Conselho Cur di· es, criaçao 
alguma imprecisão, a 10 trilhões de cruzei Em 91 ª~,entre outros. 
. ' Britto foi o relator da Lei - 
ros, porque a gente tem um problema sério= de Custeio da Previdência Social(no g,712) 
de sempre, que é o efeito inflação, e uma que det - 	-~ 
segunda questão, na velocidade que vai f;s terminou varias modificações e bene 
- 	a cios a aposentados e tr • 
revisão de benefícios de um lado e a con nos e rurais A L . . a alhadores ur ~ 
cessão de outro. De 10 a 12 trilhões de 07-91, pelo b "? oi sancionada em 24- 
. 	. 	• resi ente Coll Em f ei 
cruzeiros a valores de hoje, dependendo: ·rode 92 Brítt f . or. ever 
l)da velocidade de corte, 	Comissão'Espec·ºi ~i_escolhido relator da 
2) da velocidade de concessão e 	cia social à{_'e Reforma da Previdên 
3) do cenário macroecor,ômico. 
0 
l. - ongresso Nacional. 
- 	re..atorio, elogiad 
O proprio ministre, Staphanes disse, no setores do Legislativo 
O
. por to~os ºa~ 
discurso, uma frase do tipo "sobrarão de 2 Presidencia·-da R úbl.' foi encam.J.nhado 
a 4 triliões de cruzeiros no final deste a Todos esse[,,,{ 
no". Dois a 4 no dia 3) de dezembro, em i putado um dos . ª os fizeram do de- 
; 	< d, 
1
5 « 	; -= • maiores especils a 
neiro va1 ar um a 1vic,, porque em Janeiro te.ria dentro do Co ia. istas na ~:... 
ve o dinheiro do 130 e vem o de dezembro. nos de 90 e 
9
1, ,'Sresso NacionaI. Nos_2 
Ai voce chega a 30, paga janeiro, e são de ciência, Presidiu a conis 
quando chegar em fevereiro voce têm duas - comunicacão da'o,_"O-.oqia, Informática e 
pequenas realidades, a primeira Ão efeito 	ara dos Deputados. 
salário mínimo (não escueçam que em janei­ 
ro tem novo salâr'io mínimo) e a segunda é 
que tem que pagar a se~unda parcela dos a­ 
trasados, em março a t~rceira, e ai vai. 
Não tem como pagar 40 comn 34 e esta é 
a pequena moral da história: não se paga - 
LEIS E ASSINE o j 
ORNAL DE SUA CIDADE! 
FAÇA BOJE MESMÓ SOA ASS.lNI.TURA! 
PREÇO DESTE EXEMPLAR 
cr$ 
na 
, a