o 20 ; DIARIO REGIONAL ) VISTA - MATO GROSSO DO, SUI. 2 DE OUTUBRO DE 1992 li!! 1.272 DIRETOR: IVALDO PEREIRA PREÇO DO EXEMPLAR CR$ 3.O00,00 ENTREVIST DO SR MINISTRO ANTONIO BRIIT • Ministro Antonio Britto P - A reforma es­ trutural da Previdên cia Social é priori­ dade de Gua geatão? R - Vocên snbem que tenho falado so­ bre essas coisas tre zentas vezes por dia há três ou quatro a­ nos. Espero ter dito qual é a minha cren­ ça. Crença que você não escapa de no mé­ dio e longo prazo fazer com que a Pre­ vidência passe por uma reforma estrutu­ ral. Não estou dizen do nenhuma novidade~ to que o país pen - sa, é o que a Câmara pensa e aprovou na - quele Relatório que fiz. Queria lembrar seguinte: discutimos isso em fevereiro faltavam 18 meses ou mais para a revisão cons itucional de 93. Lembro que, em fevereiro de 92, não só faltava um ono e meio para o segundo semestre de 93 como nem tinha sido apro­ vada a emenda de an­ tecipação do parla - mentarismo. Estamos m outubro e, me pa­ rece, isto é um dado de realidade, que não se vai conseguir fazer uma reforma da Previdência antes da revisão constitucio­ nal. Considero que , quanto à questão que envolve a revisão constitucional, pre­ cisamos cumprir uma agenda que passe por formulações, es- fTAMAR DEID AJUSTE FISCAL 1 Governo Quer Mudar Tributação e a Divisão da Arrecadação com Estados e Municípios Violência no Campo? Onde? PÁGINA - 06 O governo abando­ nou a idéia de fazer um ajuste fiscal de emergência e decidiu negociar com o Con - gresso uma reforma fiscal ampla, profun da e definitiva, a ser aprovada até o final do ano, para entrar em vigor em 1993. A reviravolta foi determinada pelo presidente em exerci cio, Itamar Franco , após discutir o as - unto por três horas com seis ministros. O Ministro da Fa­ zenda, Gustavo Krau­ se, explicou que a mudança é resultado de consutlas feitas a parlamentares, em­ presários e trabalha dores. "Concluímos - que não poderíamos repertir um filme do tudos, números, ca­ da alternativa, pa­ ra que o Ministério funcione como um la boro ório de idéias para alimentar esna discussão. A deci - são sobr a Previ - ciência não é do Mi­ nistro, não é do go verno, é da sociedã de, a ravés do Con­ gresso, no momento da revisão constitu cional. Lo que, co mo ministro, posso­ fazer? Devo ouvir as melhroes inteli­ gências, as melho - res experiências do país e, diante de todas as posições , procurar estimular e subsidiar o deba­ te, levar adiante a expressão do Minis- F M passado, em que o a juste de Última ho= ra quase sempre não surte os efeitos de sejados", disse Krau se. "O governo deci ciu ousar". - LEIA MATÉRIA COM PLETA NA PÁGINA/ 04 tório e do qoverno qu ndo da revi IES'tRAL - CrS 250.000,00 Jornal Tribuna da Fronteira Faça hoje inesmo sua Assinatura. 6 Meses Cr$ 250,000 ' a 1 f l. D. 1 !, 1 T li '· r ..., , , ENTREVISTA MÁRIO CÉZAR FLORES ESPIONAR É NECESSÍRIO NUM GOVERNO 0 almirante Mário c6ar Flores foi es­ ·alado para enfren - r uma posada heran a do regim mili tar: a turma do Ser­ viço Nacional de In­ formac;ôor. (SNI), ou a "Araponqolãndia" , como ficou conh cicJo o grupo. PlorcD co - andará a Secretaria de ltrnuntos EsLratê­ qicos (SAE), onde ey tá lotado o time do StH, cxLinto por Col lor, mas atuante ate hoje. Em entrevista a Vanda Célia, da A­ gência Es Lado, ele diz que está empenha do na mon tagcm dÕ Serviço de Intcligên 1 eia e Espionagem pa­ ra o governo Itamar. Estado - O Servi­ ço Nacional de In(or ~ ções ( SNI l será re criado neste Govcr - no? Mário cisar Flo - res - Eu gostaria muito de falar sobre esse assunto,mas ain da não há nada muito claro a respeito. o Presidente Itamar Franco está retiran­ do do Congresso pro­ jeto do governo ante rior que criava um Centro Federal de In teligência (CFI), u­ ma proposta que, se aprovada, daria ori­ gem a uma secretaria autônoma, diretamen­ te vinculada ao Pre­ sidente da Repúbli - ca. E: isto que está sendo rejeitado pelo Presidente Itamar. Estado - E como - vai ficar, então, o serviço de informa - ções do Governo Fede ral? Flores - A Secre­ taria de Assuntos Es tratéqicos (SAE) con tinuará s ndo a res­ ponsável, porque o Departamento de Inte ligência (icará vin::­ culado a ela. Isto é o que existe formal­ men·c. Mas cu não a­ cho certo sse neqó­ cio de pendurar a In teligência na SlE. E estamos estudando u­ ma fórmula de organi zar. Mas quero adver tir que nada está - sendo (cito a toque de caixa e que o as­ sunto será muito bem estudado, formulado. SÓ depois vai haver uma definição, o que não existe ati aqui. Estado - Mas isso significa a volta da estrutura antiga? Flores - Vamos ser claros nisso. / inteligincia é abso­ lutamente necessária num Governo. A inte­ ligência e a espiona gem. É isso mesmo, a espionagem também. Resta saber que tipo de inteligência e que tipo de espiona­ gem. Discordo plena­ mente de um serviço que tenha como alvo a bisbilhotagem na vida alheia. Sou to- O ex-governador - Pedro Pedrossian con cluiu na última se­ ta-feira, com o Ban­ co do Brasil, a rene Sociacão da divida de curto prazo do Es tado em condições ma lS vantajosas do que a proposta anterior. . O valor negociado e de 33 milhões de dólares. A divida é de 100 milhões de dó lares e foi contrai­ da para pagar salá - T1os atrasados deixa dos pelo Governo an­ terior. O parecer favorá­ vel do Banco para a Proposta de Mato Grosso do Sul foi co unicado oficialmen­ te ao Governador Pe- dro Pedrossian, pelo Presidente interino do Banco do Brasil , Luis Antonio Fayet , sábado, em Curitiba, durante reunião do Condesul. O'secretá­ rio de Fazenda, José Antonio Felício, dis se que a decisão "e um passo importante para resolver os ma­ is sérios problemas do Governo: "a divida - de curto prazo". A decisão do Ban­ co, segundo Felicio, vai_permitir um equi­ librio nas finanças do Estado e garantir a continuidade dos - investimentos, prin­ cipalmente em obras sociais. A medida de ve servir de parâme= talmn e contrrio esse negócio de sa - ber quem é aman e de quem, esse ipo de trab. lho. Ai, não 6 in-clig6ncia nccessá ria, tampouco espio­ nagem necessária. Estado - O senhor vai sensurar lefo­ nes fora dos limites estabelecidos pela Constituição? Flores - Uma coi- 5a eu tenho certeza: se isto ocorrer ou não ocorrer, ninguém vai ficar sabendo. Mas não vai mesmo. Estado - as quem vai decidir sobre o que é cspionaqem ne­ cessária? Qual será o critério? Flores - E: por is to que cu disse que nada será feito a to que de caixa. Que tu do vai ser estudado­ de forma madura. Não estamos com nenhuma pressa, nenhum açoda mcnto. Ao contrário. Estado - Mas há alguma possibilidade de retorno às práti­ cas usadas pelo SNI? Flores - O que posso dizer é que , no curso de "informa ções", passei com no ta mínima, só deu para tirar um qua tro. Estado - Isso po­ de trazer esperanças de que o senhor, no comando da área de informaçes, vai de- Pero Peitossian Constele Repojar ivila te MS tro para que o Gover no conclua a negocia ção com os demais - bancos credores. Antes dessa rene­ gociacão, o Banco do Brasil vinha retendo parte dos recursos - do Fundo de Partici­ pação dos Estados FPE - destinado a Ma to Grosso do Sul. - "Sem essa renego­ ciação, feita oor in terferência direta - do Governador Pedro Pedrossian, certamen te o Estado teria se rios problemas finan ceiros, o que pode= ria causar, inclusi­ ve, paralisação de obras", lembra o Se­ cretário de Fazenda, José Antonio Felício. enterrar os mor os dos "anos de chumbo"? Flores - O que e is e a ess repei lo é o direi o ao habeas-data, que es tá previsto na Conã ti uicão. Fora di­ so, não vejo razão para tratar do as - sun o. Há acesso am plo aos h beas-da as. Quando estive no Ministério da Ma rinha, respondi a muitos pedidos de habeas-data. Estado - O se nhor fala muito com os políbicos,é res­ peitado e tem proje cão no Congresso Na cional. Teve mui os conta­ to, co o Depu ado U­ lysses Guimarães. Co­ mo o senhor sentiu a norte dele? Flores - uma per da muito grandí'. • Õ doutor Ulysses Guima­ rães era ão impor an te que cu o procuravã para saber o que fa - zer. Espero que essas mudanças não impeçam que cu continue mi nhas andanças pelo Congresso, onde há ho mens públicos da me - lhor qualidade. O De­ putado Nelson Jobim - (PMDB-RS), por exem - plo, assim como José Genoíno (PT-SP). São quadro. r 'omissores. O Conoino é um mode­ r do progre si a quem hoje mesmo n - viei originais do li vro que terminei so­ bre a que tão mili - tar. E há também mui tos ou ros políticos de qualidades excp­ cionais, com os quais mantive conver sas. então posso dizer que realment con quistei um bom tran­ sito no Congresso Na c.ional. ORAÇÃO A SÃO JUOJS 'l'iDEU Para ser recitada em grande aflição, ou quando se parece priva do de todo o auxílio visível, e para os casos desesperados. - "São Judas Tadeu, Glorioso Apóstolo, fiel servo e amigo - de Jesus! o nome do traidor foi a causa de que fosseis esqueci do por muitos, mas a Igreja vos honra e invoca universalmente como o Patrono dos casos desesperados, dos negócios ~~m remé - dio. Rogai por mim que sou tão miserável! Fazei uso, em vos i ploro,disse particular privilégio que vos foi concedido, de trazer visível e imediato socorro, onde o socorro desapareceu­ quase por completo. Assisti-me nesta grande necessidade, para que eu possa re ceber as consolações e o auxílio do céu, em todas as minhas - precisões, tribulações e sofrimentos, alcançando-me a graça. (Aqui faz-se o pedido particular),se para que eu possa louvar a D~us coavosco e com todos os eleitos, por toda a eter nidade. Eu vos prometo, ó bendito são Juda·s, lembra_r-me sen.prc deste grande favor, e nunca deixar de vos honrar.como meu espe l cinl e poderoso patrono, e fd~~r uào o que estiver no mPu aJ::- canco para espalhar a devoção para convosco. l:né::1". • 1 . São Judas, rogai por nós e por todos os que vos honram e invocam o vosso auxíÁio. L 3 Pai-Nossos, 3 Ave-Marias, 3 Glórias - M.C.A.D. Os 'Neonazistas' e o Nordeste "A Terra é um luqar. De maneira nenhuma o único luqar, nem - mesmo um lugar tipico. Nenhum planeta, estrela ou qalaxia ser tipica, pois o Cosmos e, em sua maior parte, vazio". (Carl Sagan, Cosmos) José Carlos Vasconcelos "Morte aos nordestinos", picham os nazistas em São Paulo e ganham manche tes. Coisas semelhantes com outras pa lavras são escritas até em colunas d; entretenimento nos "segundos cadernos" dos Jornais. Isso porque o mineiro i­ tamar Franco resolveu "tirar leite de., pedra" e convocou para o Ministério da Fazenda um conterrâneo de João Ca­ bral de Melo Neto e Gilberto Freire , vizinho de praia de Graciliano Ramos. E com ironia perguntam: "Gustavo, o quê?" O preconceito e o racismo incitam à violência. Mas quem são e o que fa­ zem os nordestinos? "Gustavo,o quê?º O preconceito e o racismo incitam à violência. Mas quem são e o que fa­ zem os nordestinos? O que é o Nordes­ te? Para mostrar quem são os nordesti­ nos poderíamos fazer um lista com no­ mes como Assis Chateaubriand, a quem se deve a criação do Museu de Arte Mo derna de São Paulo; Mário Schemberg -;­ físico da Universidade de são Paulo ; o economista Celso Furtado; o paisa - nista Burle Mark, e seguiríamos com nomes ilustres na política, nas ciên­ cias, no Direito, isso sem falar dos Empresários e Executivos. Com esse método de demonstração , porém, estaríamos aparentemente ·apro­ vando a "tese" de que "nordestino vi­ vo" migra: Na verdade, a maioria fica no Nordeste e muitos prosperam em á - reas que vão da pesquisa científica e invenção i agricultura. Na pesquisa científica, há centros de excelência, como, por exemplo, o Instituto de Física da Universidade - pode meados do século passado, começou a decadência das ~litcs nordestinas na cena política e na economia nacio nal. Nessa época começou na verdade a migração da força de trabalho com a exportação dos escravos dos canavia­ is decadentes para a ascendente ati­ vidade da lavoura cafeeira. Essa migração prosseguiu depois da Revolu cão de 30, com a industrialização tÕ mando como centro principalmente sãõ Paulo, e somente diminuiu o início - da recessão em 1982, a partir de quando o Brasil, ironicamente, tem - parecido igual em dificuldades e-de­ semprego. Mas sempre com Ministros - da Economia do Sudeste. Os nordesti­ nos foram os Ministros do Império. No Império mandavac os "barões do açúcar". Na velha República, os "ba­ roes do café". É a História. Há mais de um século, portanto, a presença - de um nordestino como titular de um Ministério importante tem sido moti­ vo de espanto, tem sido exceção. A partir de então, os nordestinos - e­ lite e povo - começaram a protestar. Há que diga que a discriminação começou com a mudança da capital de Salvador (Bahia e Nordeste) para o Rio de Janeiro. f. um dos motivos da Revolução Per nambucana de 1817 foi o fato de por iniciativa de Dom João VI, se ter iniciado a cobrança, em Pernambuco - de uma taxa para iluminação pública das ruas do Rio de Janeiro, onde se instalara a Corte. A rebeldia na po­ lítica manteve-se, porém, até o nos­ so século, e o Estado de Pernambuco manteve uma das mais cobativas ban- Federal de Pernambuco, que acabou de inventar o primeiro tomógrafo de res- cadas no Conrece Vc!onal na resis sonância magnética no Pais e o Insti- tencia aos resa.> +ui ates. tuto de Antibióticos cc~ invenções com repercussão internacional, de me- . O Nordeste não é um lugar típico, dicamentos contra o câncer. Nas Uni - e-de uma enorme diversidade: aconte­ versidades dos diversos Estados do ceu lá a maior mistura de raças do Nordeste trabalham 257 dos Ph.D. Bra- Brasil, entre europeus, índios e ne­ sileiros - nordestinos, é claro. gros, como lembra Carlos Garcia. são Também entre os teimosos, não mi - costumes e economias diferentes, que grantcs, há os trabalhadores que pro- vao deste o semi-árido - onde a eco­ duzen do sal (857 da produção nacio - nomia cresce 120 ao ano em Petrol{ na) ao açúcar (J5l) e um quinto da na e Santa Maria da Boa Vista com produção agrícola. Da região é extra! produção irrigada de frutas para e do 407 do petróleo brasileiro e 100% portaçao, em terras vizinhas a um da gipsita e do manganês. ~!as não a agricultura de subsistência trabalh dianta esconder o sol com a peneira: da por camponeses ainda com tecnolo o Noreste empobreceu. Em 1870, quan- gia e linguagem de quatro séculos a do se realizou o primeiro censo no trás - até o litoral, onde os porto Brasil, o Nordeste produziu 65 do misturam línguas, sotaques, teconol PIB Brasileiro. Mas com a queda dos gias e moedas de diferentes lugares preços no mercado internacional do do mundo e do Brasil. O Nordeste ~çucar e do algodão, a partir dos u lugar. José.Carlos Vasconcelos - Deputado Federal (PE), é líder da bnncaaa óu PR! na Câmara os Deputados -----------------------1 Se você não se Cuidar a Aids vai- te pegar itamar Franco Decide Fazer Ajuste Fiscal Amplo Tributacão e a Divisão da Arrecadação com Estados e Municipios e ds ' ttt Governo quer mudar ) overno abandonou a fd@la de fa er um a]u te fIsca! de energenc1a e decfdtu neoc{ar com o Congresso uma reforma fiscal ampla, profunda e deff nlt!da, a ser aprovada até o f!na! do ano, para entrar em vigor em )99), A reviravolta fol determinada ontem pe­ lo Pre!dente em exere[cio, Itamar Franco, após discutir o a unto por três horas com sels mlnfstros. O ministro da Fazenda, Gustavo Krau se, explicou que a mudança é reulta­ do de consultas feitas a parlamenta res, empresários e trabalhadores."Con clu!mon que n~o podPrÍnmoa repetir um flme do passado, em que o ajuste de última hora quase sempre não surte os efeltos desejados", disse Krause, " 0 governo tlécldiu ousar". A reformo que o governo encominha­ rú ao Congresso, conforme Krausc, a - brangorá desde os tributos incidentes sobre pessoas físicas e empresas a re partlcào de receitas tributários en - tre União, Estados e municípios. O mi O jornalista Oscar Ramos Gaspar, que já foi Secretário Adjun­ to de Comunicação So­ cial do Estado e que desenvolvia ultimamen te as funções de As= sessor Especial do Go vernador Pedro Pedros sian, foi indicado es ta semana para assu miro Comando da SE­ COM - Secretaria de Comunicação Social do Estado, em substitui­ ção a Claudio Noguei­ ra, já recebeu carta branca do Governador para passar a limpo a Secretaria e deverá , como primeira medida a ser tomada, desmon­ tar todo o esquema montado pelo ex-secre Previdente em eerc!elo_ Itamar Franco nistro in[ormou que foi nbandonada a Idéia de se criar o Imposto sobre Tran saç~es FJnancclroR (ITF) como um dos principais instrumenlos de aumento da arrecadação no aju~te de emerginclu • tário. Militante na im­ prensa sul-matogros sense por vários ã­ nos, onde entre ou -tros importantes trabalhos exerceu as funções de corres pondente do jornal Õ Estado de são Paulo e da revista Veja, o novo Secretário Os - car Ramos Gaspar é também um profundo conhecedor da reali­ dade regional no se­ tor da imprensa, tan to na Capital do Es­ tado como, principal mente, no que diz respeito à imprensa interiorana. Amigo particular do Gover­ nador Pedro Pedrossi an, Oscar foi um dos responsáveis pela propaganda e­ leitoral da sua cam panha, desfruta d~ excelente conceito junto aos profis - sionais da área e possui todas as con dições para fazer­ com que a nova po­ lítica de comunica cão social do Estã do seja mais trans parente e comprome tida em mostrar a população sul-mato grossense o desempe nho do poder públi co estadual, sem a interferência de grupos ou de inte­ resses partícula - res. Mínimo poderá ter correção bimestral e ou Indo a coecam loyo, tro da Fazenda receberá o deputado be" nllo Cama (PFL./A), relator do com!s - são especial do Cengreso que analisa rii " rt•foc1 ·,. Anile apla - Todos os estudos - realizados até agora e torno de virl­ as propostas de refor a fiscal serao a nalIsados. Entre elas estão as propos tas que tramitam no Congresso, como as dos dep..it3dos Luiz Roberto Ponte (FHDU RS) e Luís Hauly (PST/PR), Serií base da negociação ainda a proposta elabora da pelo comi6 io especial constituída no comcco do ano pPlo Presidente afas­ tado Fernando Collor, infor:nou Krause, Esta comissôo, coordenada pelo tributa rista Ary Oswaldo Hattos FIlho, elabo­ rou umn reforma profunda, cujo, ponto de partida era a reformulacôo do capí­ tulo da ConstituicÕo que versa sobre tribut::u;ào. pode Krau explicou que o Presidente Itamar tranco reo!veu partir par refora profunda porque conclulu que o uorento poltfeo e ideal. O over­ no conta, observou_on apoio popu - lar e parlantar. 'Ale disso, d!n­ pomos de !3 mInfstros de orles_par­ lazentar que Indicam a dfsposlao do governo de governar junto com o Con­ gr«JSo", cnf..it!LOU, Apoio Político - O r,overn,,dor ~t são !'nulo, Luiz Ant&nio flcury fllhQ defendeu a proposta de uma refonr.n f1sal ampla durante almoço co ira­ mar, no Policio do Plnnolto. Fleury o aconselhou a aproveitar o moento político e o informou d~ qu~ o PSOB é "favorável" ;i at1pliaçao da propos- ta de ajuste fiscal, hipótese quoh seu pnr tido, o PDB, "adite discu - tir". ** raJ OO[ID Distribuidora dos produtos BRAHMA para Bela Vista e Região. Oferecemos todo tipo de ma teriais para festa, como - freezers, mesas, cadeiras, copos e transporte. CERVEJAS, REFRIGERANTES E Cl!OPP com 15 dias de ante­ cedência. FONE (067) 439-1306 BRAHMA, SEMPRE O MELHOR PREÇO! **. Rua Antonio Maria Coelho, 439 Bela Vista-MATO GROSSO DO SUL Brahma é Brahma Você- Sabe! O Ministro do Tra balho, 1alter Barel= li, admitiu a possi­ bilidade de o gover­ no reajustar o salá­ rio mínimo a cada do is meses, começando­ já em novembro. Atu­ almente, o mínimo é corrigido a cada qua tro meses. O minis= tro recebeu a suges­ tão da correção bi - mestral do deputado Paulo Paim (PT-RS) e pediu ao parlamentar que elaborasse proje to instituindo essa­ periodicidade no rea juste. Barelli não de.­ monstrou a mesma sen­ sibilidade quando o assunto foi a refor mulacão da política salarial - medida que quer estudar apenas o ano que vem. Ele considera prioritá - rio o contrato cole- tiva de trabalho que, na sua opinião, acabaria estabele - "f===================================~~ cendo uma nova poli tica salarial. - Não há necessida de, garantiu o depu tado Paim, de se submeter ao Congres soo reajuste bimes tral.·Se houver con senso do· governo , pode-se baixar um a to administrativo - implantando a nova periodicidade. g2= Consulte nossos preços para toda linha ** ** Viação Caracol LINHA RELA VISTA/ CARACOL, saindo as 15:00 horas- diáriamente. CARACOL/BELA VISTA, saindo a-s O 7:00 horas d.iâria- alcool e gasolina. MOTOR ~ Retífica em Geral: nis (12) * E!rTREGAMOS SF.U CARANCO, RAPrDTNllO! 1t COLOCAÇÃO GR.ATUlTi! + MOTOR COM GARANTI.,! CAMPO GRANDE - MS Rua 13 de Maio. 3. 709 em Frente a Santa Casa Fone • 383-2517 e 384-4464 BOHITENSES P ARTICIP D ENCONTRO DE CO. TADOR S O contabilista: bonitenes Odilson dona Ilza Soares, se encontram em Salva - dor/Bahia, partici - p11ndo do "XIV Con areso Brasileiro de contadores", que es­ tá sendo r alizado no pcrlodn dr 17 a 24 do correne, so - h r c o tema "Vivenci­ ando o Futuro": o contador do /no 2000". Mais oito eventos pn ralelo estão proara rnados: IV Convcnçiio­ Nacional d Empresas de Serviços Contábe­ is; III Encontro Na- r· i 0!1) l ,J 1 ,J IJ,-,' ! ; f l ta·ional Cnntnb!l1 do Ensino Super or d C o n t a b i l i d de, I E n contro Nacio, 1 Constabilist 1 I • J , em Bela Vis a, devrão r cebr dentro dos próximos dias reur sos na orden de Cr$ l(.J .000.000,00do PROCERA Pro qrama de Custeio e Reforma A grária obtidos através de in- ermediações da Superintendn­ cia Es adual do INCRA jun .o - o Banco do Brasil . Os r cur­ sos são oriundos do FCO - run­ do do Centro Oes e e serão d s Linados a investil'.lenLos dcntrÕ do Assentamento, nos se oreb - da pecuária, agricul ura, qui siço de equipamentos,desmates e correção do solo. Os Jevan arncntos sobre s nrcessidadDs das familias ds - snntadas na Barra do Itã e su­ ar. principaia reivindicações foram feitas pelo escritório - local da EMPAER, que elaborou o projeto e o encaminhou ao Ba.!:! co do Brasil. Segundo informa­ ções do chefe do escri ório lo cctl, Antonio Ramos dos San os­ (Chiquinho), cada familia as - .... ,. • l"" enha a tua proa considerávelm nt pei .o principalme ra, setor que