,- 
EGO AL 
EIA VI'TA - MATO GROSO DO UL, - NO: 1.275 J I DF OU'TU!O DE 1.99/ DIRETOR: IVALDO PEREIRA PREÇO DO FXEM!IA: $.3.000,00 
CHAMORRO: "M 
comentando are - 
portagem publJcndn - 
neste Jornal, dia 
2 de outubro, a roa 
peito do problema do 
Lixão no Agua Doce , 
cm a qual o Prefeito. 
Edson Moraes refuta 
as críticas doo mora 
dores daquele bair • 
ro, o suplente de Vc 
reaclor e líder comu:: 
nitário, Israel Cha­ 
morro, disse que "o 
senhor Prefeito Ed - 
son Moraes na sua 
resposta disse que 
ri ornou doinformado:s 
e que estamos dene - 
grindo a imagem do 
Dela Vista e deu a 
entender que as nos­ 
sns donGncias nfio 
correspondem à verda 
ele nos chamou de men 
tiroso, mentiroso G 
o Prefeito, pois o 
problema do Lixão 
vem se arrastando 
desde maio de 1990 , 
e que pode se compro 
var pelos documentos 
abaixo publicados". 
Para Israel Cha - 
morro, "o Prefei o - 
nào entendeu a nos4 
posição, não é uma - 
posição política,nos 
sa preocupação é com 
a comunidade, com d 
saúde de nossas crian 
ças, Com OS nossos - 
moradores, e alem do 
mais, a campanha po­ 
lítica já passou, e 
se tivessemos a in - 
tenção de fazer do 
Lixão um instrumento 
político, teríamos - 
feito durante a cam­ 
panha". PÁGINA - 08 
Hospital em Crise 
A situação financeira 
do Hospital São Vicente 
de Paula é caótica, não 
há dinheiro nem para pa­ 
gar os funcionários. 
Até agora nada fo1 
feito pelo Governo do Es 
tado para minorar os pro 
blemas de Bela Vista nã 
área da saúde pública. 
Mais uma vez o nssun- 
to Hospital fof debatido vamos entrevistar o Adm.1 
no Rotary Clube, entida- nistrador, Márfo Vargas, 
de que há muitos anos - que falará a respeito 
vem desenvolvendo campa- dos problemas que atra - 
nhas visando arrecadar - vessa o Único Hospital - 
fundos para a manutenção de llela Vista, que aten­ 
do Hospital. Leilões , de também outras cida - 
bingos, corrente da ami- des da região e ·também - 
zade, tudo já foi feito Bella Vista (Paraguai). 
para ajudar o Hospital. 
No final desta semana 	m m ==uu=e 
O PREFEITO" 
Antonio 
João 
Araponga 
na Escuta 
1 
or f1to 1.ts I 
e- "1 
Brasinha 
na Escuta 
PÁGTNA - OJ 
Governador do Rotary 
em Bela Vista 
No próximo dia 7 esta 
rã em nossa cidade o Go~ 
vernador do Rotary Club, 
Distrito 4470; João Jua­ 
ren,o Girotto e esposa - 
Marisa. 
Girotto é de Cassilân 
dia, está realizando uma 
série de visitas ao Dis­ 
trito que congrega Clu - 
bes de Mato Grosso do 
Sul e Noroeste de são - 
Paulo. 
Em Bela Vista falará 
a respeito dG>s projetos 
do Rotary em todo o mun­ 
do e dos objetivos para 
este ano rotário, a exem 
plo da criação de NRDC 
Núcleo Rotary de Desen - 
Volvimento Comunitário , 
atm,ento do quadro social 
e participação da campa­ 
nha de erradicação do a­ 
alfabetismo e no objett 
vo principal da entidade 
que e. a integração dos 
Povos, o despertar do - 
companheirismo e a ética 
nas profissões. • 
Será recepcionado pe­ 
lo Presidente do Rotary 
Club de Bela Vista, Su - 
leiman. Tebichrane e de­ 
mais integrantes. 
Para o Presidente Su­ 
leiman "a visita do Go­ 
vernador e de sua espo - 
sa motivam os rotaria - 
nos a se empenharem mais 
nos ideais de Paul Har - 
ris, fundador do Rotary, 
servir". Na programação reu 
n1ôes de trabalho duran­ 
te o dia e à noite um - 
jantar festivo no Clube 
Esportivo Belavistense - 
ou na sede do Clube, o 
local sera confirmado - 
ainda esta semana. 
Suplente de vereador e Líder Comunitá­ 
rio - Israel Chamorro 
Eleição na Adjori 
Neste domingo, em Pon rente vem participando 
se.	a Porá, a ADJORI - Asso de todas as reunfoes da 
ciaçào de Diretores d; Abrajori - Associação - 
Jornais do Interior de Brasileira de Jornais do 
Yato Grosso do Sul elege Interior, e está com um 
rã a nova diretoria qu; Plano de Trabalho elabo­ 
responderá pela entidade rado para dinamizar a 1m 
no biênio 92/93. prensa interiorana. - 
O candidato à Presi - Pacheco é Diretor do 
dente é Jorge Pacheco, Jornal Correio da Fron - 
ce Amambai, que ultima- teira, pioneiro da re - 
Aniversário do Jornal da Praça 
Neste sábado o Jornal 
da Praça de Ponta Porã - 
estará comemorando ani - 
'ersário. 
O Diretor do Jornal 
'sãs Natalício de Olivel 
a .l 
João Juarenco Girotto e esposa Marisa 
ra e sua esposa, Izolina 
de Oliveira, Diretora Ad 
ministrativa, programa= 
ram varias festividades 
com a presença de Jorna­ 
listas, Empresários e po 
CÂMARA é NOTÍCIA 
E INFORMACÀO 
PÁGINA -- 02 
PEDRO 
PEDREIRA 
PÁGINA - 07 
gião de Amanba1. 
O Jornalista Ivaldo 
Pereira e sua esposa Ma­ 
ria Estela Velásquez Pe­ 
reira farão parte da no­ 
va diretoria da Adjori, 
através dos Jornais Tri­ 
buna da Fronteira, Cor - 
reio Jardinense e Tribu­ 
na Murtinhense. 
Conselho Define 
Diretrizes para 
Vacinação contra 
F abre-Aftosa 
Discutir as diretrizes e estra­ 
êgias para garantir o controle da 
sanidade em Mato Grosso do Sul e 
fortalecer o programa de combate a 
febre aftosa desenvolvido pelo De­ 
Partamento de Inspeção e Defesa A­ 
~ropecuãria - IAGRO. Esses, os do­ 
.s Principais assuntos discutidos 
elo Conselho Deliberativo de Fe - 
re Aftosa formado por representan 
ç da secretaria de Agricultura , 
uaria e Desenvolvimento Agra rio 
Secap), Ingre, Associac;ào dos - 
Criadores das lndÜstrias de Carne. 
P.ig.ina - 04 	Josê Américo Flores do Amaral 
líticos do Estado. O Jor 
nal da Praca é um dos a 
is tradicionais jornais­ 
do interior, e João Nata 
1fcto u jornalista de 
respeito que merece to - 
das as homenagens. 
ENTREVISTA/Fernando Collor 
"Tenho Convicção de 
Minha Inocência" 
Num terno marrom-cla 
rode vincos impecáveis, 
o Presidente afastado - 
Fernando Collor inicia 
o expediente na biblio­ 
teca da Casa da Dinda - 
rigorosamente ás 08:00 
horas. 
Mesmo longe do poder, 
continua mantendo O es­ 
tilo formal e solene 
que mostrava no Pal.iicio 
do Planalto. 
Até o amigo mais ín­ 
t imo, o Empresãrio Luiz 
Estevão, o trata com re 
verência. 
Collor senta-se na - 
ponta de uma mesa co - 
prída, cercada de retra 
tos da fnm!lia, cane = 
tas, agenda, os vários 
livros que lê simulta - 
nearente, as condecora­ 
coes, un telefone bran­ 
co e seu computador pes 
Idéia Fixa 
Collor: "Não considero outra alternativa do 
que a de retornar ao lugar a que o povo re condu 
zi.u" 
soal. 
Tudo obsessivamente - 
no lugar. 
Pá.dna - 03

Antonio João 
------------- -~ ---------- 
IRAPONGI li ESCUTA 
0r11 M0 
ltl'rl.S Ili.! HI.CLN•llH DO POUCO QUE 'l'Ell!3, ~~ 
BRE-SE QUE IÍ ALGUÉM QUE DARIA 'TUDO PARA 
ESTAR EM 'TEU LUGAR. (elp) 
Par 
Elio Lima 
PJquPl oabcndn 411r um certo Jovem multo cnnhccJ­ 
do no, melos juvenis da city, prontou uma d1na de 
comentirfa: durante uma fetinha de aniversário de 
uma garota, embolsou adi mais, nada menos que 20 
(vinte) "anduba". 
Que é 1o rapaz? só no digo teu nome, porque 
não posso Invadir tua privacidade. Mas a garotada 
que or.tcv1• Já onbc quem tu és. 
1 
1 
 
Que a Kita, da 7! série da Escola Pantaleão, a- 
nlvcrsnrlou no ~ltlmo dia 08 de outubro no maior si 
1 ênclo da paroquio. E nnbcm quantos o nos, ou melhor, 
quantas aboboras ela colheu na lavoura da exften - 
cin1 Só IS. Qulnzo nninhos. Enfesta? A garotado 
cotá cobrando. E com rnzão, Kátiu. Parabéns deste 
FlQtmr SABENDO 
C MA _ 
E IHFORMAÇAO 
VER. QUER ACABAR 
ses......... COM A EXTRA{ÃO 
no ,.v~nto: 	' 
..üj. o DE AREIA NO APA 
- Clube do Laço Tr os - Ponta Porá 
- Clube do Laço São Geraldo - Bela Vista 
- Clube do Laço BIngas - Caarapó 
- Reptes.atantes do Clube do Laço de Bela Vis 
colunista. 
VERil'IQUEl 
1 
1 
Um fato curioso durante uma reunião de pais rea- 
lizada nu Escola Aral Moreira nu noite de 14 de ou­ 
tubro. Realizou uma votação paro decidir se o pro - 
l
fessor Rui permanecia ou não no direção daquela es­ 
cola. Tudo resolvido. Votação favorável à permanên­ 
cia do supra citado, entretanto surgiu um impasse : 
colocaria ou não o resultado do escolha no ata. Ou­ 
tra votação. Também por aclamação levantando a mão 
quem fosse favorável. Eis que no meio dos votantes 
alguém levanta as duas mãos. E já alguém gritou: 
Epal Aqui tem um com as duas mãos levantadas. Viram 
só? Até aqui, numa simples reunião de pais ocorrem 
fatos assim. Imaginem em questões màiores, como é o 
caso das Casas Parlamentares - centro das grandes 
1
decisÕes políticas do país. 
li 	DANDO UM CIRO 
Pela city na noite de 14 de outubro (quurta-fei­ 
'ra) da{ numa festinha de aniversário. Festinha he - 
,in? Adivinhe de quem? Do Carlinos (da bicicletoria). 
I
A garotada estava lá cm peso. Será que para levar 
suas congratulações paro º·· amigo ou mais pura ·se de 
liciarem com as delícias do culinário da Sandro e­ 
da Rozilda, ambas da 72 B da Escola Aral Moreira 
Notei muita gente bonita por lá: Lucineide, Jussa - 
ra (2Q Técnico), Marlene (é a baixinha do Foto) 
Ana Maria, Sandra, etc. Tinha mais gente mas, des - 
culpem-me: o espaço é pouco. Ah, ia me esquecendo 
Notei tamt im o Eder (Bamerindus) roendo o pizza. SÓ 
consumindo a massa. Mas festa de jovem é isso. É a­ 
gito total. Parabéns Carlinhos. 
OL!lA SÕ 
---- 
A relação que há entre a política brasileira 
as novelas da GLOBO: 
"O Collor candidatou-se como o SALVADOR DA PÃ 
TRIA, elegeu-se como o DONO DO MUNDO, deixou tudo 
PEDRA SOBRE PEDRA, trnvou uma luta de CORPO E ALMA 
agora está um DEUS NOS ACUDA e VOCt DECIDE. Gostou? 
e 
CLIJBR DO LJÇO •FLORENCIO JOSt 
PEREIRA" EM NOTICIAS: 
ta. 
- fcprcsérlt1111ten do Clube do Lnço Portiio Que- 
brado - Nova Alvorado 
- Fazendcl DoiG de Ouro - Antonio João 
FoI uma festa sem precedentes. Durante o dln 
era poeira nas pistas de laçada. no!te a poei­ 
ra continuava. Só que mudava de local. Era nas 
plotas de donço. Poeira estn levantado pelo boto 
da pionadn embalada ~elo ritmo alegre dos chama­ 
mês, polcas, e voncroes saídos dos acordes do ja 
trodicionol conjunto "OS ORIGINAIS DA FRONTEIRA". 
No decorrer do festa pude ouvir alguns comen­ 
tários de viGitanteu alegando que não im:iginovnm 
que o Clube do Laço Florêncio José Pereira Já es 
tivesse com a estruturo cm que se encontra levan 
do-se cm cons1deraçio o tio curto espaço de tem­ 
po em que foro fundado. Realmente, os criadores 
daquela entidade, o grupo que continua lutando e 
o povo de Antonio João estão de parabéns. 
Antonio João merece coisa boa, e este Clube é 
uma das boas coisos que veio para ficar. A todos, 
nosso parabéns. 
Contaram-me que certo vez um caipira daqueles 
bem desinformados chegou cedo em uma lanchonete 
e pediu: 
- A sinhoro pode mi arrumá um quebro-torto bem 
arreforçado. - 
A garçonete nao entendeu nada •• 
- O que é isso, moço? 
- Ué num sobe não? Você pego um pouco di ar - 
roz, feijão, guizado de mandioca qui sobro da 
janta, poe um ovo, mistura bem, esquenta e pron­ 
to. 
A garçonete: 
Moço, nós aqui servimos so cafezinho e su - 
cos. 
O caipira: 
- Intão mi dá um suco di feijão preto, moço. 
Aconteceu nos dias 10, 11 e 12 de outubro, o I En­ 
contro do Amizade do Laço promovido pelo Clube do La 
UM POUCO DE HUMOR 
IIUMOR NA POL!TICA 
o vereador Getulio Lino Fino, do PT, . 
presentou na sessão ordinária d Camara_!g 
nicipal nesta quinta-feira, uma indicação 
endereçada ao Prefeito Municipal e ao Dire 
tor do IBAMA, solicitando que iejen toma - 
das imediatas providências no sentido de 
ser impedida a extração de_areia no Rio Aa 
que, segundo o vereador, vem sendo feita 
na Praia do Pompílio e imediaçoey. 
"Tal providência só será possivel com o 
fechamento da rua pararela ao rio, evitan­ 
do a entrada de veículos naquela via de 
acesso a Praia de areia que? aoG poucoo vê.:n 
se acabando devido a extração ilegal feita 
constantemente" ressaltou Gctulinho cm sua 
1nd1caç5o. 
O professor Altair, Tampinha para quem nao 
sobe, foi traído por sua mais forte cabo eleito­ 
ral: a professora Nely. 
Certo dia estávamos comemorando o Dia do Estu 
dante na Escola Pantaleão e por lá estavam al 
guns jovens cantando músicas sertanejas. Num de­ 
terminado momento a professora.Nely empolgou~se 
com a música e vejam só o que aconteceu: gritava 
desse jeito: 
- Pio, Pio, Pio, Pio! Eu entendi tudo. Ocorre 
que é comum principalmente na fronteira, quando 
alguém gosta de uma música gritar. Mas o povão 
naõ entendeu muito bem o essência dos fatos. f'. 
professora Nely, parece que a senhora está deven 
do uma explicação, a alguém, certo? 
0BS - Não me entendam mal as pessoas citadas 
neste fato, são apenas brincadeiras de bom gra 
do, Ok! 
MENINOS, EU VI. .. 
- Alguém namorando altas horas da madruga na 
pracinha. Pude perceber que se tratava de duas 
pessoas porque haviam duas cabeças. 
- Empurrando seu carango na avenida, dandopar: 
tidas sem parar e ... nada de funcionar. Carango 
sem petróleo não funciona, cara. 
- Alguém cochilando numa sala de aula, Será 
que este sono é resultado do cansaço ou é ressa­ 
ca mesmo? 
Os trabalhadores 
que tiveram em novem­ 
bro renda líquida até 
Cr$ 4.852.510 estarão 
isentos de pagar o 
Imposto de Renda (IR) 
retido na fonte. Este 
é o resultado da cor­ 
reção da tabela do 
IR pelo !ndice Nacio­ 
nal de Preços ao Con­ 
sumidor Ampliado (IP­ 
CJ) de outubro - de 
25,48%, calculado pe­ 
lo Instituto Brasilei 
rode Geografia e Es­ 
tatísitca (IBGE). Os 
contribuintes que re­ 
ceberem acima do limi 
te de isenção e ate 
Cr$ 9.462.395 poderão 
deduzir Cr$ 4.852.510 
e pagarão 15% de im - 
,::- 
1E SE I 
~- • LOCADORA 
,, 
.:,.._ BARÃO DO_ TRIUNFO, 1381 
439- 1390 
AS MA MEGA DRIVE 
E FITAS NINTENDO E OUTROS 
CENTRO 
ISENÇÃO DO IR NA 
FONTE SUBIRÁ PARA 
CRS 4,8 1 HÕES 
posto. Quem ganhar 
acima de Cr$ 9.462. 
394,50 poderá dedu­ 
zir Cr$ 6.696.494 e 
recolherá 258 de IR 
na fonte. O descon­ 
to por dependente 
passará para Cr 
194.100. 
Este mês, a isen 
cão vale para quem 
ganha até Cr$ 3.867 
160. Na faixa de 
Cr$ 3.867,160 a Cr 
7.540.962, a parce­ 
la a deduzir é de 
Cr$ 3.867.160 e a 
alíquota, de 15% 
Acima de Cr$ 7.540. 
962, a dedução é 
de Cr$ 5.336.681 e 
a alíquota, de 25%. 
O PAIS QUE PLINTI 
A FOME ESPINTA 
Publicação da Rede BelavLtense de Jornal - Ave+ata Tr1 
buna da Fronteira, 564- Fone (067) 439-1410- a. P. 2 
Bela VIsta - Mato Grosso do Sul 
Diretores 	• 
Ivaldo Pereira e Mar!a Estela Velasquez Pereira 
Diretor Responsável 
lv:tldo Percirn 
Reportagens 
Ubaldino Rodrigues e Lulz Henrique ~. Correa (Llle) 
Ccrcnte 
CUson Sllva 5.'.lntos 
, "2";çç; A=tnt«raio • _r»roe critto Ata, n+te! 
i».,a"".3"; i ris - is @si5 @5-ve,, 
Rua I« de sta - Mato Grosso do Sul - Redação l" 
e K:iio, J4l - Fone (067) 251-1669 (sede própria) 
Sucursai..tõ':' 
Antonio Joio, Porto MurtInho, Maracaju, Banto e caracol (C!: 
PP"dentes e capo Grande, Brasf1ia e prinetpats a! 
' 1 
l 
l

1 
i 
e 
e 
Brasinha 
na Escuta 
1 
r. rxlo 
Pois ê, o "assunto" lixão - depósito de 
ixo no hqua Doce - foi noticia, também 
la tolinha máqica da 'TV Morena, o ex-repór 
ter deste Jornal, Giovani Coesar, hoje n 
v Morena, veio fazer a reportagem. 
EXPLICOU ... 
EM TEMPO 
Se até quarta-feira não procurarem o 
Departamento Comercial para SALDAR os com 
promissos, vamos publicar a relação dos 
devedores RELAPSOS. 
CONFUSÃO 
O Repórter Ubaldino Rodrigues ouviu o 
Empresário Wilson Fernandes, proprietário 
do Bailão da Fronteira, que reclamou de 
perseguição por parte de algumas pessoas, 
segundo ele, por motivos políticos. A ma­ 
teria foi publicada, só que o Wilson não 
disse quais seriam essas pessoas. Volta - 
Tos a perguntar ao Wilson quem era, ele - 
nao disse os nomes, apenas comentou que 
"quem vestiu a carapuça tem culpas". Não 
entendemos, e, para nós, a história morre 
aqui, estamos entendidos? 
SÔ QUE 
A partir de agora não vamos mais publi • 
car denúncias sem endereço certo, ou dá Õ 
nome ou não publicamos nada. Isto dá con­ 
fusão e muita gente que não tem nada a 
ver com as "brigas" políticas acaba envol 
vido. 	- 
CARTÕES DE NATAL 
Aqui na TF já temos, na divisão gráfi­ 
ca, vários cartões de natal, a preços po­ 
pulares, e temos também um pacote de na - 
tal, você compra os cartões e publica men 
Sagem na edição especial de natal a preço 
:>opular. Venha conferir, pode falar com 
0 
Ivaldo ou com a Dona Estela. • 
UM SENHOR ARQUITETO 
Quem necessitar dos serviços de um AR­ 
QUITETO competente e responsável procure 
O Júnior, serviço de primeira e uma equi­ 
Pe que trabalha mesmo. 
,, 
0 
: 
O Prefeito Edson Moraes disse, na edi - 
ção de ontem, que "nlgumae pcasoas querem 
denegrir a imagem de Bela Vista". Estas - 
pessoas, no caso, seriam os moradores do 
Água Doce que vieram ao jornal. Não é não 
senhor Prefeito, eles querem apenas ACA - 
BJR com o LIXÃO. E estão cuidando da ima­ 
gera de Bela Vista. 
ESSA EU NÃO ENTENDI ... 
Ligou para o Jornal um cidadão pedindo 
que noticiássemos o desaparecimento de um 
CISNE, pertencente a um trabalhador do par 
que de diversões. Não entendemos e pergun 
tamos - UM CISNE? 	- 
Sim, um cisne - respondeu. 
Até parece gozação, eu não sei, mas fi 
ca o. anúncio. SÓ quero saber uma coisa 
prá quem mandar a conta? 
FALANDO EM CONTA 
O Diretor-comercial da Tribuna da Fron 
teira esá preocupado, e não é para menos. 
Algumas Prefeituras e cãmaras não estão - 
honrando os seus compromissos, não estão 
pagando seus débitos. Esse pessoal preci­ 
sa entender que temos que pagar PAPEL, CHA 
PAS, TINTAS,FUNCIONÁRIOS, etc, etc, e bo­ 
ta etc nisso. Além do mais, mandam publi­ 
car matérias sem perguntar o preço. tis­ 
to mesmo, não perguntam o preço. Depois - 
reclamam. 
ENTREVISTA/Fernando Collor 
TENHO CONVICÇÃO DE MINHA INOCÊNCIA 
'u terno rron-c! ro d vincos inp- 
civis, o Pridr.t f do F rnando 
Collor inicia o crdinte na biblioteca 
da Casa da D'da ricoro nte às 08:00 
hora. Mesmo longe do poder, continua man 
tendo o estilo forml e solene que montra 
va no Palácio do Planalto. 
Até o amigo m is intimo, o Fpresário 
Luiz Estevão, o trata com reverencia. Co! 
lor tenta-se na ponta de uma mesa compri-­ 
da, cercada de retratos da família, cano­ 
tas, agenda, os vários livros que lê si - 
multaneamente, as condecorações, um tele­ 
fone branco e seu computador pceooal. Tu­ 
do obsessivamente no lugar. O porta-voz e 
tevaldo Dias conta que só o viu tirar o 
paletó uma vez, nos 25 dias de exíl1o, no 
novo gobinete sem ar condicionado. Os r - 
pórtcres recomeçaram a aparecer, convida­ 
dos, nos últimos dias. Foi dessa forma 
que o Presidente afastado recebeu o Esta­ 
do para uma entrevista. A conversa não 
foi gravada,mas anotada, a pedido de Ete­ 
valdo. "Assim ele fica mais à vontade",ex 
plicou. 	- 
Estado - Presi - tas, mais de 90i 
dente, várias vezes das pessoas pergun­ 
o senhor recorreu à tadas responderam - 
expressão "não me que não saíram à 
deixe só". Não está rua pelo impeach 
se sentindo só, ago ment. E entre a mi­ 
ra? 	noria que se mani - 
Fernando Collor- festou muitos estão 
Não. Este é um pe - se dando conta de 
riodo marcado pela que talvez tenham a 
tristeza, pelo so - vançado um pouco ma 
frimento. Mas tam - is do que poderiam­ 
bém pela reflexão.E imaginar. Ao perce­ 
pela companhia dos ber, fora da paixão, 
amigos. Quando eu que só agora é que 
pedia 'não me dei - a defesa se apresen 
xem só' referia-me ta, perguntarão:por 
ao enorme contingen quê? Apenas porque 
te de descamisados, não se permitiu an­ 
pés descalços, a to tes. Quando as pes­ 
dos aqueles de fora soas começarem a 
do processo de de - realizar o que está 
senvolvimento, por- acontecendo, para a 
que nossa luta se - lém das emoções, um 
ria dura, penosa, e novo juízo se fará. 
iria contrariar mui Quem foi às ruas 
tos interesses. Fa- não sabia em profun 
zia também outro a- didade o que estava 
pelo além do 'não - acontecendo. Esses 
me deixem só'. Eu que agiram ao sabor 
dizia: 'seja qual - das emoções passa - 
for o Presidente e- rão a avaliar corre 
leito, teremos de tamente. Este é um 
nos unir em torno - momento de reflexão 
dele'. Não, não me para aqueles que se 
sinto só. Nunca me envolveram emocio - 
senti só, mesmo num nalmente. 
momento tão triste 
e sofrido como este. 
Estado - Vê si - 
nais de que o entu­ 
siasmo político e 
popular que marcou 
a campanha pelo im­ 
peachment está se 
esvaziando? 
Collor - Gosta - 
ria de realçar o ex 
traordinário momen= 
to democrático que 
estamos vivendo. t 
a exaltação das li­ 
berdades individua­ 
is. Isso é auspiciQ 
so. Esse processo - 
político está bem 
rico de ensinamen - 
tos, e nos demons - 
tra que a manifesta 
cão da cidadania se 
dá, em primeiro lu­ 
gar,na cabine elei­ 
toral. Esse eu jul­ 
go ser um ponto de 
destaque. A partir 
daí, se considerar­ 
mos algumas pesqui­ 
sas que foram fei - 
Estado - O Presi 
dente Itamar Franco 
consultou o senhor 
alguma vez desde de 
seu afastamento?Con 
corda com alguns d 
seus assessores que 
apontam a formação 
de uma "República - 
dos Senadores" e a 
vêem como um golpe 
civil? 
Collor - Não hou 
ve consultas...o fã 
turo se encarregara 
de responder a esta 
pergunta. Não quero 
fazer nenhum tipo - 
de avaliação. 
Estado - "Eu vol 
tarei", o senhor 
tem repetido. Mas, 
e se não voltar.Tem 
planos alternativos? 
Collor - Não le­ 
vo em conta a alter 
nativa de não vol = 
tar. Confio na Jus­ 
tica. Tenho convic­ 
cão da minha inocên 
Idéia Fixa 
Collor: "Não considero outra alternati 
va do que a de retornar ao lugar ague. o 
povo me conduziu" 
eia. Não considero 
outra alternativa - 
do que a de retor - 
nar ao lugar a que 
o povo me conduziu 
por manifestação de 
sua vontade, nas 
primeiras eleições 
depois de 30 anos - 
de abstinência elei 
toral. Tenho cumpri 
do com meu dever de 
preparar uma defesa 
consistente. 
Estado - Depois 
de ter apresentado 
sua defesa, o se 
nhor agora vai via­ 
jar, descansar? 
Collor - Estarei 
aqui de plantão per 
manente. Veritas - 
quae sera tamem 
(verdade, ainda que 
tardia, em latim). 
Vamos aguardar. Is­ 
so é um processo pe 
noso. Para mim e pã 
ra o País. Mas Deus 
é justo, e haverá - 
de fazer com que se 
descubra a verdade. 
Estado - Há in - 
formações de que o 
Senor pode ser con 
vocdo a depor no 
Senado. 
Collor - Não há 
nada definido sobre 
isso. Terei de ou - 
vir antes os meus 
advogados. 
Estado - O que 
perde o Brasil dos 
seus projetos com o 
processo de impeach 
ment? 	- 
Collor - (Demons 
trando safisfacão - 
com a pergunta,abre 
uma pasta e retira 
três blocos de pa - 
pel). Mais do que - 
as pessoas, são os 
programas,as idéias. 
(Mostra um calendã­ 
rio, com o dia 22 
de outubro marcado. 
"Acesita", diz. Nou 
tro bloco, exibe um 
programa, o Projeto 
de Reconstrução Na­ 
cional. O terceiro 
continua os proje - 
tos em andamento). 
Acompanho tudo 
minuciosamente. 
Meu programa e 
irreversível, e de­ 
ve prosseguir. 
Estado - Como o 
senhor vê as elei 
ções americanas? 
George Bush ou Bill 
Clinton? 
Collor - Tenho u 
ma relação muito pÕ 
sitiva com o presi­ 
dente Bush, tanto - 
no campo pessoal co 
mo no de chefe d 
Estado. Ele tem si­ 
do muito sensível - 
às postulações que 
o Brasil fez. E as 
minhas relações com 
Albert Gore (o vice 
presidente de Clin­ 
ton) também são 
boas. 
Estado - Presi - 
dente, o senhor viu 
seu irmão, Pedro 
na televisão, no 
Programa JÕ Soares 
Onze e Meia? 
Collor - Nada 
bre isso ... 
Estado - Pedro - 
disse em Miami, nu­ 
ma entrevista, que 
o Senhor poderia 
ter cortado a crise 
na origem, se o ou­ 
visse ... 
Collor - Minha - 
dor já é suficiente 
mente grande. 
E está agravada 
pelo quadro instá - 
vel de minha mãe 
(Leda, internada no 
Hospital Albert 
Einstein em são Pau 
lo). 
Ora melhora, ora 
piora. 
Uma infecção sem 
pre é possível. A-­ 
gora está com água 
no • pulmão. 
Um trata.menta 
muito doloroso. 
Este é um momen­ 
to muito doloroso. 
(Com expressão - 
carregada, se recu­ 
sa a prosseguir no 
assunto). 
(O Estado de 
São Paulo) 
I 
/ Jornal iria da fronteira 
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CONSELHO DEFINE . DIRETRIZES PIRI 
YICINIÇIO CONIRI FEBRE - IFTOSA 
pfcut!r as dtretrlze e estra- 
téIa para arant'r o controle da 
sanHdade em Mato Grosso do Sul e 
fortalecer o prorama de combnte a 
febre aftosa desenvolvfdo pelo Depar 
tamento de Inpeçio e Defesa MMrope­ 
curta IACRO, Esnes, o dols prln­ 
Ipaf asuntos dIcutdos pelo Con 
se lho Deliberativo de Febre Aftosa - 
forado por representantes da Secre­ 
tarla de Agricultura, Pecuirla e De­ 
envolvimento Agrário Secap) ,1aro, 
Associação do Cr 1adore das Indüs - 
tr!as de Carne, 
Durante o encontro, o Conselho­ 
debateu também, a Implantaçio de nor 
mas adequadas para garantir a cober­ 
tura vacinal, principalmente na re 
fio do Pantanal, dado o dlffcIl a­ 
ccsno ao local. 
Para Isso, de acordo com o DIre 
tor de Operações do Iagro, Osvaldo - 
llodriguuo, o 11overno vai "aumentar a 
fiscalização nas propriedades , para 
garnntir a vacinação total do reba­ 
nho existente no Estado", 
Neste sentido, o Iagro trabalha 
paro implantar mecanismos que contr! 
buam para diminuir na perdoa durante 
as campanhas de vaciriação. 
"t preciso detector os pontos - 
de falhas e as regiões críticas, a 
fim de concentrarmos os esforços" 
ressaltou Osvaldo Rodrigues. 
Na sua opinião, a iniciativa po 
de colaborar para a erradicação da 
Febre Aftosa e a manutenção do cre­ 
denciamento para a exportação da car 
ne produzida no Estado para o Merca­ 
do Europeu. "A vacinação é feita ba­ 
seada em levantamentos do rebanho e­ 
xistentes em Mato Grosso do Sul" 
disse. 
Pura a próxima componha, que tem 
infc1o marcado para l9 de novembro, 
o Iagro estabeleceu como meta vaci 
nar 19 milhões de cabeças. - 
ANTECIPAÇÃO 
Em vista 'das dificuldades de 
manejo dos animais e acesso à região 
o Iagro antecipou a campanha de vaci 
nação contra a febre aftosa no Panta 
nal. 
A ocorrência de focos isolados­ 
da doença em alguns municípios da 
região, foi outro fator que contri - 
buiu para a antecipação. 
A vacinação no Pantanal começou 
no dia 20 passado. 
"Para garantir o controle efet! 
vo, foram suspensos temporariamente, 
todos os eventos que impliquem na a­ 
glomeração dos·animais", explicou Os 
wvaldo Rodrigues. 	- 
Segundo ele, as cheias nos rios 
da região, também pesaram na decisão 
de antecipação. 
Para o Secretário de Agricultu­ 
ra, Pecuária e Desenvolvimento Agrá­ 
rio, José Américo Flores do Amaral , 
o cordão de isolamento aplicado nas 
áreas de focos, "é uma medida indis­ 
pensável para evitar o avanço da do­ 
ença na região, além de garantir a 
eficiência do controle sanitário e­ 
xistente no Estado". 
O prazo da medida é de 35 dias, 
.1 . 
José Américo Flores do Amaral 
tempo necessário para a cura dos ani­ 
mais e n manifestação do vírus incuba 
do. Para conscientizar .a classe produto 
ra da necessidade de se vacinar os reba 
nhos, o Iagro desenvolve campanhas edu­ 
cativas, além de multar os infratores. 
Na avaliação de José Américo Flo­ 
res do Amaral, a multa tem função de a­ 
lerta. "O registro de vacinação anti-af 
tosn somente será expedido pelo Iagro , 
mediante a apresentação do comprovante­ 
de aquisição de vacinas", afimou. 
O registro deverá estar acanpanhado 
pela nota fiscal de compra das doses , 
discriminando tipo, partida, data e no­ 
me do laboratório fabricante. 
Dessa forma, será possível exercer 
um controle efetivo cobre a vacinação", 
disse Flores do Amaral. 
VACINAS 
O diretor de operações do Iagro ex 
plicou que, mesmo com a participação da 
campanha no Pantanal, não haverá falta­ 
de vacinas no mercado. 
O Órgão conseguiu, via Ministério - 
da Agricultura, um total de 4 milhões - 
de doses, que serão comercializados pe­ 
los revendedores credenciados pelo Ia­ 
gro. 
" o primeiro lote das vacinas já 
se· encontro no Estado", d1z Osaldo Ro­ 
drigues. De acordo com ele, a vacina in 
clicada para o Pantanal é a do tipo oleo 
sa, que tem prazo da atuação mais 1on- 
go. 
"Isso permite vacinar apenas uma 
vez por ano". A vac'ina usa o Óleo como 
elemento dispersante do vírus, com açao 
lenta. 
Para o restante do Estado, a reco­ 
mendação do Iagro é para o uso da vaci­ 
na do tipo aquosa. 
O Iagro faz o controle de qualida 
de das vacinas comercializadas, através 
da fiscalização junto aos revendedores­ 
do produto, visando garantir a utiliza­ 
cão do produto com eficiência. 
Além disso, o Iagro faz o acompa­ 
nhamento técnico durante a vacinação 
orientando sobre a forma correta de ma­ 
nuseio e aplicação. 
A realização da vacinação deve­ 
rã ser comunicndn ao Órgão, dentro - 
deno máximo l5 d1as, à partir do 
término da vacinação. 
PRODUTORES 
Segundo o presidente da Associa 
ça0 dos Criadores do Mato Grosso do 
Sul - Acrissul, Lauc{dio Coelho, o 
caminho para a erradicação da febre­ 
aftosa no Estado, possa por uma cam­ 
panha bem desenvolvida em conjunto - 
com os produtores. 
"Cada produtor tem a preocupa - 
cão em manter a produtividade de seu 
rebanho", disse. 
Para ele, o trabalho realizado pelo Go 
verno Pedro Pedrossían, tem crfado con 
dfcôes para erradicar a Febre-aftosa­ 
num curto esp:tço de te:-.po. 
Segundo estimativas do Centro Pan 
Americano de Febre-A[tosa, a erradtc­ 
cão total da doença na América do Sul, 
somente se dará no ano 2009. No Brasil 
o Estado de Mato Grosso do Sul é um 
dos cinco que apresentam evoluçao cons 
tante no combate à doença. O controle: 
e manutenção deste "status", depende - 
de uma vacinaçao e vigilância sobre o 
gado existente no Estado. 
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'pela Veta, Estado de Mato Grosso do ul, na forms da 1e!, 
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,•xprclldo 110/J ,llll(lll 11" '/7'2/''1 clr• l)frnc,•pJiio l..,tr!l'Jrdlr.~r1•, qi, !~clro (. Ir· ,.":,I 
e s/ Eda r: .. rcloRo Colc,1111J prormv, m conrr., o J., pó!to de MLu1 1 eh cu 
trâmite por este Jufzo e Cartórfo Judicial, que em seu cumprimento e ate,_{ 
dendo ao mal que dons autos conta pelo presente Edital com o prazo de/ 
sessenta d1nas, que será affado na sede deste Juízo e publicado na forma 
da lei, ficam CITADOS o, confinantes, herdeiros e ou sucessores de Miguel 
Pacheco: Roque Candta, CIrtaco Cindia, PatrocInfo Cancfa, Eusebfa Grdta , 
Sonlll Pncheco Vnrr•lro, Vtor Pacheco Varelro, 'arlo Pacheco Varelro, Fran­ 
Ila Varelro GavIlan, Muel Varelro, f.u<.:l idc:r; Vün•iro, r:.:Jmlrn Co:1cl'lç10 
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lzldro Pacheco, 0clncilva Pachr:co, LconlclcfJ Pacheco, Teodoro Pacheco e Maria 
Luclanrt l'nchcco, para, querendo, no prnzo ele quinze dias, contestarem a a­ 
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de 10 dias par ate 
caltr rom no Órgão 
doe orientação o Pro 
eenao o Consumidor 
(P,'ocon/l·lf;), 1 inf<H 
mação é da Diretora 
Angela Macedo, 1em - 
brando que a medida 
niio ó ollci<JilÔrid 
mas irá normalizar a 
vonda no mercado p­ 
ra)elo. 
A Diretora infor­ 
mou que a partir do 
cndnstromnnto das Efil 
presas o pessoas que 
comercializam teleío 
nes, diminiu a recla 
mação por parte dos 
consumidores. Segun­ 
do ela, tem aumenta­ 
do o número de pedi­ 
dos de cadastramento 
do Procon. 
Ângela Macedo in­ 
forma também que o 
programa foi desenca 
dado para rotqer 
rio a os contuído- 
r, ma smhém a 
fjrm; {d,ncos que a 
tua no mercado, "E­ 
item muitas empre­ 
%an, ruo ,tsvna sen­ 
do prejudicadas po - 
10·1 qnlpl· .. , N partir 
de?e cada:tramen o, 
o Procon passou a de 
tr informações o 
bre a firma e os mó­ 
todos de comerciali­ 
,r,ç;,o qu<' u·;lizmn", 
d i s:a•, 1 cmbrnndo que 
o Procon di!l(JÔe dos 
telefones 384 - 4323 
e 384 - 4377 à dispo 
aiçüo do comunidade 
paro qualquer tipo - 
de esclarecimento. 
o ar.aba traznlo 
prejuízos ao conum.' 
dor. "O consórcio ó 
leqal se iver au­ 
torização do Banco - 
central. Caso con rã 
rio, por envolver - 
norteios não autori­ 
zicloa, inclusive> pc­ 
l,1 jl(•C(•it.il Federal , 
são irregulares", de 
clarou. 
outro tipo de ven 
da irregular de tcl! 
fone detectada pelo 
Procon, lesava não - 
só o consumidor mas 
também o proprietá - 
rio de linha telefô­ 
nica. Neste caso, pes 
soas alugavam o apa­ 
relho e acabavam ne­ 
gociando, sem conhe­ 
cimento do dono. 
"Isto taib6m foi 
detectado e as pes - 
soas, para não serem 
lesadas, no caso, de 
vem observar no con­ 
trato o número que 
está sendo negociado 
e não apenas o prefi 
xo", disse Ãngela. 
PESOUISA QUER ECONOMIA7.AR 
USO DE SOO ANT-Fi!O 
Uma pesquisa que 
está sendo desenvol­ 
vida pelo Departamen 
to de Taxilogia e 
Farmacologia (DTF) , 
da Secretaria de Saú 
de poderá permitir ã 
redução da quantida­ 
de de soro anti-ofí­ 
dico utilizado no 
tratamento contra as 
picadas de cobra , 
permitindo uma gran­ 
de economia na produ 
cão e utilização do 
soro. A pesquisa es­ 
tá sendo patrocinada 
pelo Instituto de Me 
dicina Tropical de= 
Liverpool (Inglater­ 
ra) e coordenado pe­ 
lo Instituto Butan - 
tã, no Brasil. 
A pesquisa consis 
te no acompanhamento 
laboratorial dos ca­ 
sos de acidentes ofí 
dicos, visando deter 
minar cientificamen~ 
te a quantidade de 
CONSÓRCIO 
o Procon alerta - 
também sobre a com - 
pra de telefones a - 
través de consór 
cios. 
Segundo Ângela Ma 
cedo, isto é feito 
de maneira irregular 
soro necessária para 
a realização do tra­ 
tamento. Segundo o 
Diretor do DTF, Ulis 
ses Simon da Silvei= 
ra, os hospitais a - 
plicam, em média, 10 
doses de soro anti - 
ofídico nos casos de 
envenenamento por Pi 
cada de cobra. 
Os cientistas a­ 
creditam que este nú 
mero de doses pode 
ser reduzido pela me 
tade, sem prejuízo= 
do tratamento. 
De acordo com U - 
lisses Simon, o ser­ 
pentãrio do DTF, que 
é considerado um Nú­ 
cleo Regional de Ofi 
diologia, está real 
zando a pesquisa a= 
companhando os casos 
que são registrados 
no Hospital Universi 
tário. o mesmo traba 
lho está sendo desen 
volvido por mais ao= 
is Núcleos Regionais 
COMÉRCIO VAREJISTA DE: 
CARNE BOVINA - SU!NA - VERDURAS - FRUTAS - LEGUMES 
Aceitamos encomendas de leitões (tratados para consumo 
imediato e frangos). Produtos de primeira qualidade. 
TEMOS TAMBt:M: LINGUIÇA E CARNE DE PORCO DEFUMADO 
RUA GUIA LOPES, 727 
- BELA VISTA - MATO GROSSO DO SUL - 
de Ofidiologia, em 
Presidente Prudente 
e são José do Rio 
Preto. Segundo ele o 
trabalho teve início 
em setembro e deverá 
se estender até feve 
reiro. 
A pesquisa está - 
sendo desenvolvida - 
pelo DTF consiste em 
determinar, através 
de exame? laborato - 
riais do sangue do 
paciente, por quanto 
tempo o veneno da co 
bra age no organismo 
humano e, ainda, a 
velocidade do desapa 
recimento do veneno­ 
após a aplicação do 
soro. O resultado fi 
nal da pesquisa sera 
feita em Liverpol 
com a realização do 
teste de Elisa ( o 
mesmo usado para 
'diagnóstico da Aids) 
no plasma sanguíneo 
coletado no Brasil. 
-. FONE: (067) 439-1897 
1 
[ 	,- estamos constitui:do o Ad 
pnT a 	rio coro cidadao, - 
l ) u e tu 	« } + 	i+ao o noso procurador - 
[vogado criminalista Dr. Arthur LavnG' ',,, ·+o e sua podero- 
I 
, . ' ·l ·~nt~ r,ob"~c.o .,.r1.,1r: , , • 
para ingressar na +ut .ça COi ' ; 	"- 	+,ac6e Globo 
' • ; 	- • 	i]i i ris as Orqanl@v" 	? • 
1 
r ... a r.1dqv l n.1 f•C0!~",;11c;, f' pu.u lC e -
4 1 < ~) .. l •, l 
lc
·nc" •ren e s c,1 u.1.,1.1 ,,, 
f a única reposta ao nosso a :a» • 
• 	• 	- 	±. s dias que an ecedera as 
difamaçoe que joqaram contra nos, nos • " t 'I 
•• - 	to culminante namons ruosa 
eleições, e que alcançaram o seu pon," ', r no sábado ' 
• 	± 	roga fej na p 1Ca 	0+ a , 
peça de propaganda abjeta e men 1 ·s4 • + + 
dia do pleito, na primeira página de 0 Globo., Penal: a,, 
A ação de Roberto Marinho em um nome no coa1g9, ',, 1 
; 	t.r'ticas de falsidade ideoogi-[ 
montagem criminosa com caracte 1s -o 
' ' 	d' fatos e documentos - 
ca. Isto é, deformou, mutilou e .lS orceu '- .,. • 
públicos cor., o objetivo de obt r vantagens eleiorais· 
roí o corolário de um processo torpe de manipul çao do pro­ 
cego de formcão da consciência eleitoral da populas@O__ Tu 
vinha desde a milionária contrataç<.1O E' a difusão sistematica,­ 
de "pesquisas de opinião", de noticiário desigu,.il e dio~orci - 
do num abuso inominável de seu avassalador poder ec~no~ico ~ 
de mídia, regado pelos US$ 38 milhões retirados da Caixa Econ@ 
mica Federal em condições eocandalosamente favor clda~. 
O que fez Roberto Marinho, agora, no Rio, foi rgneir ?ata 
mente sua criminosa e confessada atuaçao nas cleiçocs p.eu~de~ 
ciais: montou o segundo turno entre os candidatos que queria 
manipulou e distorceu deliberadamente o pleito para, afinal , 
conduzir ao poder o seu preferido de entao, o candidato Fernan 
do collor. Em 89, como agora, serviu-se de ambiciosos e de o - 
portunistas para, através deles, viabilizar seus apetites de 
poder, confundindo e dividindo o voto popular. Anotem, as pes 
soas de bem, o que estou afirmando: ROberto Marinho pouco se 
importa com o interesse público. Acima de tudo, quer e precisa 
do poder e da influência, e tudo o_que faz e manda fazer, atra 
vés de suas penas de aluguel, nao e senão com essa finalidade. 
Para nós, como para qualquer partido politi~o democratico - 
que tenha princípios e deseje servir a populaçao, perder elei­ 
ções não é nenhuma tra9édia. 
t normal, natural, parte do próprio rito da democracia. Pa­ 
ra gente como ele, para seu império, ao contrário, é vital a 
manutenção de sua influência, a qualquer preço, para manter 
seus privilégios, seus favorecimentos, suas concessões. Enfim, 
para continuar aferrado às tetas do Estado, succionando os re­ 
cursos da população, para aumentar seu poderio, sua fortuna - 
hoje, uma das três maiores do Brasil. 
Não importa que o senhor Roberto Marinho se considere acima 
da lei e pense que não haverá juiz algum que consiga condená - 
lo. Mais, dia, menos dia, porém, ele e seus cúmplices terão que 
prestar contas de seus atos. 
Vejam com que petulância a máquina da Globo e seus escribas 
se atrevem a nos julgar, afirmando, além de bateladas de ou 
tras mentiras, que o relacionamento administrativo do Governo 
do Estado com o Governo Federal, e que nossos reclamos para 
que a CPI do chamado caso PC procedesse com isenção e serieda­ 
de provocaram o insucesso eleitoral do PDT na cidade do Rio de 
Janeiro, ao lado de uma "rejeição" à figura do Governador. 
ACM, barão global da Bahia, perdeu mais não foi derrotado; 
Tasso Jereissati e Ciro Gomes, os modelos yuppies da eficiên - 
eia e da modernidade, perderam as eleições mas continuam trata 
dos como vitoriosos. Fleury e o quercismo, idem. 	- 
Só Leonel Brizola perdeu as eleições e, agora, está politi­ 
camente acabado. E mais ainda: onde o PDT venceu - como curiti 
ba, São Luís, Cuiabá, Aracajú, João Pessoa, etc - a vitória - 
foi apenas por razões locais. 
Em tudo, o que causa maior repugnância é a insistência com 
que procura dividir e destruir o PDT, estimulando traições e 
dissidências, como, o fez com César Maia, ou fabricando intri - 
gas, como tenta novamente agora, ao invocar o Prefeito Marcel­ 
lo Alencar. 
Claro, no fundo, o que quer mesmo é aproveitar a hora, como 
em outras vezes, para "limpar" as irregularidades de sua giga 
tesca construção na Barra, o Projac. 
Nâo há dúvidas de que o grande vitorioso das eleições 
Rio foi Roberto Marinho. 
Recebeu US$.38 milhões da CEF, reforçou sua máquina de pro­ 
paganda, excluiu o PDT e montou o segundo turno com os candida 
tos que lhe convinham, exatamente como nas eleições presiden·­ 
c1ais. A'?ora, Ja se prepara para colocar um "Collor" na Prefei 
tura carioca. 	' - 
Ocorra o que ocorrer, este 
poder espúrio que a ditadura - 
nos deixou have~á de ter ajus­ 
tes de contas definitivo com a 
consciência pública·desta Na - 
cão. 
LEONEL BRÍZOLA 
Governador do Estado do 
de Janeiro 
Mandad-o Publicar pelo PDT 
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[ A Imprensa e as Câmara Municipais, de todas as cidades da 
região, devem fiscalizar, isto memo, FISCALIZAR, os gastos 
ldoS prrfcilon cm fim de mandato. Recebemos várias denúncias - 
e Prefeitos, sobretudo onde não fizeram seus sucessor que, 
tão planejando uma orgia ele gaotou e der;per;,Vi. 
NUNCA E DEMAIS 
Lembrar que O Banco Central proibe aos Prefeitos, 6 meses - 
antes de pausarem o,cargo, contrairem débitos, a Resolução do 
aanco Central é de n0 36. Nem mesmo com a aprovação da Câmara 
Municipal, o Prefeito poderá contrair clébitoo. 
SAFADEZA 
Muita safadeza é deixar para o próximo Prefeito o pagamento 
de salárioo atrasadoo, muitos Prefeitos cometeram este erro 
(no passado) , ou melhor, pecado, esperamos que isto não ocorra 
cm nossa região. É safadeza com os funcionários. 
CABEÇAS INCHADAS 
Andando pela cidade ouvi muitos comentários a respeito de 
"cabeças inchadas", olha gente, devagar, muito devagar, depois 
de 4 anos a mesa pode virar. Em muitos casos, pode ocorrer que 
antes dos 4 anos, o Prefeito eleito, seja daqui ou de qualquer 
outro Município, poderá ser pressionado pelo povo, sobretudo - 
pelos "caras pintadas", que não querem saber mais de incompe - 
téncia e irregularidade se bem que, acreditamos, nenhum Prefei 
to eleito. em nossa req~fio, seri alvo dos ataques. Mas ·.. tudo 
é possível. 
outRCIA CORRUPTO 
O Presidente Na 
cional do PMDB, ORES 
TES QUERCIA está re~ 
cebendo chumbo gros- 
so da imprensa de, 
são Paulo. « 
No seu Governo , 
em são Paulo, aconte 
ceu de tudo, mas de 
tudo mesmo. 
CORRUPÇÃO é uma 
palavra suave quando 
os jornais de Sao 
Paulo falam a. respei 
to do ex Governador. 
PORTO MURTINHO 
- ,' 
..z. 
. ss. 
- 
i 
Esta semana toma­ 
mos várias cervejas 
com o Prefeito elei­ 
to de Porto Murti 
nho, LUIZ ABREU, com 
o Vice, TENA e com o 
Empresário FELIX AL­ 
VES, na pauta • das 
conversas a agiliza­ 
cão do Jornal TRIBU­ 
NA MURTINHENSE e até 
a viabilização da 
sede própria do Jor­ 
nal em Porto Murti - 
nho. 
Palavras textuais 
de ABREU: "VAMOS 
PRESTIGIAR O NOSSO - 
COMÉRCIO, e o JORNAL 
DE VocEs? Assim como Quercia 
a GRÁFICA terão prioridade, desde que os preços sejam compati 
Veis com o mercado". 	• 
No tocante ao Jornal, Luiz falou: "SERÁ O ÓRGÃO DO MUNIC! - 
PIO DE PORTO MORTINHO". Nada mal para quem já recebeu moção 
de repúdio pela publicação·de uma pesquisa (na época chamada - 
de mentirosa) que dava vitória para Luiz Abreu. 
E a vitória de LUIZ ABREU confirmou a notícia da TRIBUNA MUR 
TINHENSE. De leve. 	- 
PRODUTORES RURAIS 
Almoçamos, em Porto Murtinho, com o Empresário e Produtor - 
Rural ERNANDE MAIDANA, com o também Produtor Rural, ZE ARANDA, 
de Antonio João,,que está investindo firme naquela cidade. 
Visitando Porto Murtinho, hospede-se na POUSADA DOS VIAJAN­ 
TES, em frente a Prefeitura, é o ponto de encontro de comprado 
tese vendedores de gado. 
Uma boa para os produtores rurais e comerciantes de gado. 
Vá lá e confira. 
Viação Caracol · 
o1.ver Ti t, n2 
me de u menino n 
cido tum asilo, 
pei e sem 7e, bati 
zado às presas 
criado pela ir gina 
cão de Charles 
Dickens, grande s­ 
critor inglês, cru 
como esses meninos 
que vivem em bandos 
pela ruas das gran­ 
der. citlatlcs. Os, e­ 
ninou daqui roubam, 
mendigam, arrancam 
bolsas, relógios e 
pulseiras, quase 
sempre instrumenta­ 
lizados por adul 
tos. Oliver Twist , 
de coração bom, ro­ 
deado de arrogân 
eia, de cinismo, de 
avareza, de malda - 
do, também conheceu 
um chefe assim, em 
Londres, onde a ima 
ginacão de Dickens 
o colocou - em con­ 
dições semelhantes 
à realidade, por e­ 
xemplo, de são Pau­ 
lo. 
Que fazer? De 
Dickens aos Capitã­ 
es de Areia, de Jor 
ge Amado; do viole~ 
to adolescente A 
lex, na Laranja Me­ 
cãnica de Anthony 
Burgess, levada à 
tela por Stanley Ku 
brick, ao menino 
que meses atrás ma­ 
tou um médico em 
são Paulo e causou 
uma comoção na cida 
de; do antigo SAM a 
atual Febem; de eu­ 
femismos semânticos 
(apreender e não 
prender, ato infra­ 
cional e não crime, 
criança e adolescen 
te e não menor e, 
para culminar, um 
estatuto com apre­ 
tensão de resolver 
todos os problemas 
do País relaciona - 
dos com quem tiver 
menos de 18 anos de 
idade) chegamos a 
um fato: atos de 
violência (ou que - 
nome se queira dar, 
o sinônimo pouco im 
porta) praticados= 
por grupos de faixa 
etária cada vez ma- 
is rduzid ão d 
c+da vez 
te- 
c, . u- 
pelas 
rrno v que por tto 
É# » ±&j 
precisam cuidar da 
quest7o. o fato 
que não e mais pos­ 
oívc! t1par as o 
lhos diante do avan 
co, que tem sido cá 
da vez mais bru al, 
da violência juv 
nil. 
As autoridades - 
incompetente ( no 
existem as competen 
tes?) não têm sabi­ 
do diagnosticar o 
problema. Falam,por 
exemplo, em violên­ 
cia sem sentido,sem 
perceber que avio­ 
lência nunca é som 
sentido, como já en 
sinou Wertham, reno 
mado psiquiatra e 
critico social: "Os 
espiritos jovens 
são criticados", en 
sina ele, "podem fã 
cílmente concluir= 
que o sadismo e o 
barbarismo não são, 
na realidade, puní­ 
veis. t isso, precl 
sarnente, o que acon 
tece. A Deusa da 
Violência usurpa o 
lugar de Têmis, a 
Deusa da Justiça". 
Há uma sucessão 
de equívocos. Lugar 
de menor, aqui nO - 
sentido juridico de 
finido que demarca­ 
uma idade, não é na 
rua. O primeiro 
grande passo é tirá 
lo das ruas. A Fi­ 
gura do educador de 
rua é pedagogicamen 
te mais do que dis­ 
cutível. Rua (e a 
Escola?) não é lu - 
gar para educar nin 
guém. E são justa= 
mente essas crian - 
ças, abandonadas , 
marginalizadas, que 
merecem a nossa a - 
tenção. "O que fi - 
zestes a um destes 
pequeninos a mim o 
fizestes", recomen­ 
dava Cristo. A poe­ 
tiza Gabriela Mis - 
tral ponderava que 
.e, 
Li@Go x 
Chegou a hora de 
distinguir: carente, 
abandonado, u ti 
po de criança ou - 
do!escente; infra - 
tor, outro tipo,co 
pletamonte diferen­ 
te. As autoridades 
incompeten es, que 
não descobrir m ain 
da a pedagogia (neni 
sequer o llngungcnl 
para lidar com in - 
fratores, estão con 
fundindo perigosa - 
mente dar o apoio - 
social a que os me­ 
nores têm direito 
com o estímulo de a 
tos de violência 
(matar, roubar, a -­ 
gredir) e um reco - 
nhecimento implíci­ 
to do um Estado Ofi 
cial da Delinqun 
eia Tolerada. Aí,cn 
tio, as personal ida 
des em formação são 
precocemente defor­ 
madas: a linguagem, 
giria de bandido; a 
escala de valores - 
lamenta estar inter 
nado "só porque ma­ 
tou um canalha" (me 
nor na TV após are 
helião na Febem). 
Tudo errado. 
O infrator preci 
sa ser tratado, o= 
rientado, educado , 
profissionalizado. 
Seu ato não pode 
ser legitimado, em 
hipótese alguma 
com artifícios e 
tergiversações. As 
chamas que consumi­ 
ram instalações no 
quadrilátero do Ta­ 
tuapé possuem um 
significado simbóli 
co: a política de 
tratamento ao infra 
tor é um completo= 
fracasso. 
Precisa mudar 
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CHIMORRO: UMENTIROSO É o p 
o,·n ando a repto 
tyer pulli.ada nrst 
jornal, dia 2 de ou 
tubro, a repito do 
problema do 1,1ÃO na 
aua Dore, em a qual 
o prefeito Edan Mora 
o refuta as crítica, 
dos moraores daquele 
bairro, o suplente de 
vereador e líder coma 
nltZiri.o, Ior,1cl Cha:. 
moro, disso que o "o 
r;0nho1 l'rc[<ÜlO Eduon 
Moraen na sua respos­ 
ta disse que somos de 
s informados e que es­ 
tamos deneqr indo n 
imagem de ela Vista 
e deu n entender que 
as nossas denúncias 
n~o correnpondem, a 
vnrdnde noa chamou de 
mentirosos, mentiroso 
é o prefeito, pois o 
problema do lixão vem 
ao arrantando desde 
MJIO de 1990, e quo 
pode e controvar pe 
lo documento ti- 
o publicados", 
Para ira] Cha -­ 
morro, "o pr»feito 
não entendeu a nossa 
posiçao, não ó uma 
poiçá0 políti e;,, 
norrn,1 pr ocut,a<.;Z,o é 
com a comundi ade, com 
a saúde de nossas 
crianças, com os nos 
os moradores, e, a­ 
J ém do main, a campa 
nha política iá pas­ 
r1ou, e ne tivénr.:omos 
a intenção de fazer 
do r.1xJ1.o um lnntru - 
monto político, te - 
rlamon feito durante 
a campanha". Entende 
o lldor daquele bair 
ro, que "Bela Vista 
não pode conviver com 
mentiras, se cm to - 
dos os municípios , 
nos pequenos, médi - 
os e grandes, no 
Associação dos 
Acre, ão Pau!o ou 
Paraná a preocupa - 
;ao de todo cor 
o meio ar±ien e, co 
a saúde, o assun .o 
m.roce a eriedado 
<! r!iio polénicun nn 
imprensa. Acabe com 
o LIXO, enhor pre 
feito, depois faca 
comcntárion, r:rrar 
é humano, pcrmunc - 
cor no erro é burr! 
cc'
1
• 
Finalizando, Cha 
morro disnc que"~ 
vereador Cánr;io Acio 
ly, cm Junho de 90,­ 
fcz indicação ao 
prefeito a respeito 
do Lixaão, publica­ 
da abaixo, juntamen 
te com a resposta 
do prefeito naquela 
ocasião, quem men - 
tiu? quem está enga 
nando o povo?' com - 
pletou. 
Pequenos Produtores 
,_ 
_,J .• 
- _, 
;.;:_-- .. ,,,_. 	, . 
- . 	. . ;, •" 
à a 
'- . , 
. ' . .. 
'_ ... -~ "" .. _.._ .. ., ~ 
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.- :'e-.3 ; s 
l.· a • 4À' i . . . + 
3 .A -A»: ±g.i 
·5'.·7,' ·-. s $.o 
3•"cs?eis 
, 
# 
e 
Ofício no 196/90 CM 
Exmo - Senhor: 
EDSON MEDEIROS DE MORAES 
DD. Prefeito Municipal 
NESTA 
Bela Vista, 11 de junho de 1990 
Senhor Prefeito, 
Na reunião Ordinária desta Casa Legislativa realizada no 
dia 07 pp., a Mesa Diretora dos trabalhos, recebera dos morado­ 
res do Bairro Ãgua Doce, uma denúncia, inclusive com amostragem 
de fotografia, quanto a situação do depósito de lixo naquele 
bairro. 
Outrossim, informamos que essa denúncia fora apresentada ao 
Plenário, na qual a Mesa comunicou aos demais Edis, que tomaria 
uma providência, juntamente com va Exciá., a respeito. 
Solicitamos ainda, que· seja·providenciado com a máxima urgên 
eia, um outro local para.depósito de lixo. 
Esperando merecer vossa atenção, agradecemos antecipadamente, 
com protestos de elevada estima e consideração. 
Atenciosament:e, 
Marcelino Cássio Biglia Acioli - Presidente 
Prefeitura Municipal de Bela Vista 
OF!CIO NQ 272/90/GAJl EM 15 DE JIJNHO DE 1990 
DO - PREFEITO MUNICIPAL DE BELA VISTA - SR. EDSON MEDEIROS DE MORAES 
AO - PRESIDENTE DA CÃ."WA MUNICIPAL - SR. MARCELINO CÁSS10 BIGLI.Í. ACIOLI 
REF: COMUNICAÇÃO_ (FAZ) 
Senhor Presidente, 
As~im como Vs. Exci2s., também tomamos conhecimento da denúncia do depôs! 
to de li.xo no bairro Água Doce. 
Já solicitamos ao Secretário de Obrns providencias, quanto no aterro do. 
local, sendo que ali ficará destinado somente para depósito de galhadas r~! 
rados do centro da cidade que periódicamente serão queimadas. 
Sendo só para o tomento, subscrevemo-nos. 
Rurars de Água Doce 
OFICIO NO 001/ASPMD 
Bela Vista-MS., 29 de Maio de 1990 
Do - Presidente da ASPRA-D 
Jo Sr. Prefeito Municipal de Bela Vísta 
Assunto - Depósito de Lixo, Remoção (Solicita) 
A Associação dos 
Pequenos Produtores 
Rurais dé Ãgua Doce, 
representando o seu 
quadro social, com­ 
posto de todas as 
famílias residentes 
neste bairro, vem 
mui respeitosamente, 
solicitar à V. Ex - 
eia,, se digne man­ 
dar tomar providên­ 
cias, urgentes, no 
sentido de que este 
bairro não venha so 
frer graves canse-: 
quências no que se 
refere a saúde, cu­ 
ja ameaça verrr do de 
pósito de lixo, con 
forme demonstramos~ 
a) A Prefeitura· 
está utilizando sua 
chácara situada em 
área central deste 
bairro, e lindeira 
a sede da ASPRAD, f>i!: 
ra depositar o lixo 
da cidade; 
b) Considerando 
que o depósito de 
lixo está situado 
na cabeceira da ba­ 
cia pluvial, que ba 
nha na sua totalida' 
de o bairro, indo 
desa'guar no Rio Apa; 
e) Considerando 
que as famílias des 
te bairro·&ilizam 
água parà deu consü , 
mo diário de poços­ 
de balde e não pou­ 
cos em cacimhas; 
d) Considerando 
que existem açudes 
que se alimentam canl 
águas dé chuva vin­ 
da por esta bacia e 
alguns desses açu - 
des servem de àrea• 
de lazer, para. a po :~ 
pulacão jovem do­ 
bairro, no verão; 
. e) Considerando 
quo no período,' de l==	-------­ 
chuvas esta bacia As águas escorrem do Lix2o até 
O Rlo Apa. T 
se transforma ém zando por dentro de várias C-h.-icarns 
pequenos rios tempo­ 
rário, onde crianças 
e porque não dizer 
as famílias mais hu­ 
mildes, aproveitam pa 
ra banhar-se e para­ 
lavarem suas roupas; 
f) Considerando 
que foi constatado 
que nos lixos deposi 
tados nesse lugar se 
encontram também li­ 
xos hospitalares, co 
mo seringas descar 
táveis com agulhas , 
bem como frascos de 
soro com seus equi - 
pos, alguos ainda 
com restos de medica 
mentas; 
g) Considerando 
que as crianças do 
bairro já estão ca - 
tando estes restos 
hospitalres, para fa 
zerem brinquedos , 
sem pelo menos, per­ 
ceberem os grandes 
riscos a que expõe; 
h) Considerando , 
ainda que já houva 
entendimento popular 
com a Prefeitura, on 
de ficou acertado 
verbalmente, que a 
área só seria utili­ 
zada para galhos",de 
árvores, resultados 
das podas, e que ao 
secarem seríam que_!: 
madas. Cujo o acer­ 
to verbal não está 
sendo cumprido, e 
Finalmente, para 
evitar consequênci­ 
as desastrosas, ape 
lamos para o bom 
senso de V. Excia., • 
no sentido que o re 
ferido depósito de 
lixo, seja removi - 
do, para outra área 
que não venha ofere 
cer maiores perigos 
o e mesmo porque, 
crescimento de nos­ 
sa cidade, se este!! 
de para este bair - 
ro. 
Sem outros moti­ 
a vos, afirmamos 
nossa consideração 
e estima. 
Pela Diretoria 
ADAIR SENA 
Presidente 
·l 
Atenciosamente, 
EDSON MEDEIROS DE NORAES 
l>rcfcito Municipal 
tlXO NO LIXO 
Mantenha sua Cidade Limpa 
) ' 
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