- --·-- -=- 
MELA VISTA-MNTO GROSSO DO SUL, - No 1.276 
# 
DIARIO REGIONAL 
04 DE NOVEMBRO DE 1992 DIHC'IO!l: lV/I,LJO Pt:IH:IW'I 
J - -"'--'--"--- --- =--- -- -~- - - .... --· - - - ::..--=- -==----=---' ~ 
BELA 
--- -- - - - -- 
VI ST PODER TER 11 V RE 
Como ,;e nabo, o 
número de veradores­ 
de um município é 
proporcional ao núme 
ro de habitantes, se 
undo a 1eqislacão @ 
leitoral, municípios 
coin mais ele 15 mil - 
habitantes podem ter 
até ll vereadores,no 
máximo, em suas Cama 
ras Municipais, e os 
te é o caso de Bela­ 
vista. Mesmo não ten 
•do regulamentado o 
número de vereadores 
para a próxima legis 
atura, anteriormen­ 
~, o Legislativo be 
lavist.ensA ainda possuo-= 
tempo hábil p/ fazer­ 
isso· Esta semana re 
cebemos informações= 
da capital do Estado d q/ 
•xist.l'm rrovirnentaçÕP.fi•­ 
junto aos órgãos com 
petentes, através de 
advogados, no senti­ 
do de elevar de 09 
para 11 o número de 
ngas na câmara Muni 
cipal já para o ini::.­ 
cio da próxima legi~ 
O Prefeito de 
Caracol, Cícero Bar­ 
bosa da Silva, foi 
um dos 22 homenagea­ 
dos pelo Jornal COR- 
♦
1 
REIO DO NORDESTE de 
Recife (PE) pelos re 
levantes serviços :::­ 
prestados ao Munici­ 
Palismo no Brasil. 
• Cícero recebeu­ 
vários troféus e di 
Plomas, entre estes, 
º troféu "Conde da 
Boa Vista". O prefei 
to caracolense foi 
agraciado com o di 
Ploma Expoente Nacio 
nal, promovendo o no 
l!le de sua cidade. 
Os promotores - 
enfocaram o relacio- 
latura. 
O Projeto ele­ 
vando de 09 para 11 
vereadores cm Bela 
Vista deverá, segun­ 
do ao informações dar 
entrada na Câmara Mu 
nicipal nas próxima; 
sessões e ao que tu­ 
do indica, será apro 
vado facilmente,pois 
tanto o PMDB COIO o 
PTB, par tidos com • 
maior representativi 
dade no legislativo= 
belavistense, são fa 
voráveis a idéia, já 
que ficariam ambos - 
com mais um represen 
tante naquela Casa. 
Vale ressaltar, 
que o aumento do nú­ 
mero de vereadores - 
em Bela Vista não re 
presenta o aumento= 
das despesas do muni 
cípio com o Legisla= 
tivo, o percentual - 
repassado à Câmara 
será o mesmo, a úni­ 
ca diferença é que 
os salários dos pro­ 
ximos edis serão di- 
- . 
Cícero Barbosa 
namente do Pref. de 
Caracol com os de 
mais prefeitos da re 
giâo e também de ou­ 
tros Estados, desta 
cando·se também o 
seu relacionamento 
minuidos, ou seja, o 
duodécimo repassado­ 
pela Prefeitura será 
rateado entre os 11 
e não mais entre os 
09. 
Caso o Projeto­ 
seja mesmo aprovado­ 
pela Câmara~ o atual 
Presidente, Vereador 
Jorge de Souza Rosa, 
com a Imprensa. 
Segundo um dos 
organizadores,"o pre 
feito de Caracol é um 
exemplo de político­ 
democrata, buscando, 
sempre, fortalecer - 
as nossas institui 
ções, com isto dando 
exemplos de um homem 
de seu tempo". 
A vizinha Cara­ 
col está de parabéns 
não só pela escolha­ 
do prefeito como um 
dos .mais amorosos de 
fensores do municipa 
lismo, mas, pelo seu 
relacionamento com 
a imprensa. 
Jorge Rosa e Nélio Diário poderão assumir uma cadeira na Câmara 
Britto abre espaço para Negociação, 
Convoca Devedores a Pagar suas 
Dívidas para com a Previdência Social 
O Ministro da 
Previdência Social - 
Antonio Britto ini­ 
iou uma ampla roda­ 
da de negociação com 
devedores da Previ 
dênceia social, esp@ 
ialmente os empresa 
Fios rurais, prefei­ 
turas e Clubes de 
t'utebol. "Queremos - 
que todos paguem,por 
lsso vamos concluir­ 
entendimentos com to 
dos os setores. Da 
mesma forma, espera 
Ros submeter ao Pre- 
1
idente da República 
Proposta para apres­ 
?F a execução das 
lVídas". 
. Britto fixou 
Cuas prioridades de 
to prazo no Minis 
erio: manter ,todas':: 
?_ gcêgs em curso no 
".nist&rio, INSS e 
Ra DATPREV e traba- 
lhar no ajuste Fis- sistema atual tornou 
cal. Mas precisamos- se inviável. As em­ 
aumentar a nossa re- presas rurais foram­ 
ceita para fechar - equiparadas às urba- 
1993. O Ministério nas, recolhendo so­ 
propôs, a preços de bre a folha de salã­ 
abril, um orçamento- rios, com.201. A tra 
'ae .O trilhões de dicional cobrança de 
cruzeiros, mas houve 3 sobre a produção­ 
um corte de 6 tri foi abandonada. As 
lhÕes. "Não se pagã atividades rurais c/ 
40 com 34 trilh~es", muita mão-de-obra fo 
disse- 	rarn penalizadas. As 
"Falta dinheiro c/ pouca mão-de-obra 
para 1993 e precisa- foram beneficiadas. 
mos encontrar fontes "A saida natu­ 
para assegurar, os ral é a cobrança via 
recursos destinados- produção, mas esta 
a pagar os atrasados mos negociando unia 
dos 1471". fórmula, com a mãxi- 
Nas conversa- ma flexibilidade, ca 
çôes iniciais manti- bendo ao setor ru­ 
das com o Presidente ral uma proposta de­ 
da Confederação Na- finitiva"- 
cional da Agricultu- 
ra, Antonio Ernesto 
Werner de Salvo,Brit 
to reafirmou que Página - 02 
do PTB e Nélio Dió­ 
rio, do PMDB, 1O Su 
plente da coligação::.­ 
Força Popular, serão 
os dois vereadores - 
que ganharão uma ca 
deira no Legislativo 
belavistense, ao la­ 
do dos 09 já declara 
dos eleitos pela 
Justiça Eleitoral 
1forme TE 
s7 
Opções para o Desenvolvimento 
O vereador João 
Kalife, do PMDB, dis 
se ontem que a"futu­ 
ra Administração Mu­ 
nicipal buscará no­ 
vos caminhos para o 
desenvolvimento de 
Bela Vista". 
Para ele, "há, 
pontos positivos na 
atual Administração, 
devemos reconhecer - 
que o Prefeito Edson 
Moraes fez o que era 
possível, só não con 
cardamos com as prio 
ridades, temos ou­ 
tras, e serão priori 
dades que vamos ata= 
car de frente". 
Entende Kalife 
que um dos mais gra·­ 
ves problemas de Be­ 
la Vista, atualmente 
é a falta de empre 
gos, só que isto não 
é responsabilidade - 
de uma Prefeitura , 
mas de toda a comuni 
dade, sobretudo das 
chamadas classes pro 
dutoras". - 
"Entendemos que 
·a economia belavis - 
tense - disse o ve 
reador é baseada na 
pecuária, nas fazen­ 
das, mas,os produto­ 
res rurais não podem 
empregar toda a popu 
lação de nossa cida:::­ 
de, evidente que ca­ 
be ao comércio e a 
indústria este ônus. 
mas para isto é pre­ 
ciso que tenham con­ 
dições de oferecer - 
ou sejam: Dr. Fer 
nando de Freitas E­ 
lias, Fernando Jor 
ge de Barros, Dr.Ge 
raldo Murano, Xan 
de, Marco Rondon 
.J 
t, 
't.... 
Ver. 
;_ -- 
João Kalife • 
vagas e pagarem um 
justo salário. Hoje 
o nosso comércio e 
a nossa indústria - 
não estão em condi­ 
côes ãe ampliarem 
os seus quadros". 
Nesta conjuntu 
ra, pa:ra Kalife,"an 
tes de mais nada e 
preciso unir a comu 
nidade, aparar ares 
tas, fortalecer clu 
bes, sindicatos, as 
sociações, e juntos 
buscarmos alternati 
vas. tão é áci1 , 
ninguem fa mila 
gres numa economia= 
como é a nossa, mas 
precisamos tentar". 
Kalife disse - 
que o problema de 
Bela Vista não é po 
lítico, nenhum pre 
feito pode fazer mi 
lagres, quando se 
trata de gerar em 
pregos para cente - 
Marcos Barbosa, Ro 
ney Moraes Simões 
Orlanda Freitas dos 
Santos e João Ka­ 
life. 
nas de pessoas, só 
se empreg5-las na 
prefeitura e com is 
to só trabalhará pa 
ra pagar os salári::.­ 
os, isto, hoje, r.ã 
é possível, pois a; 
exigências do povo­ 
nc tocante ao aton-­ 
dimento as suas no­ 
cessidades básicas, 
é efetivamente co 
brado. O que a Pro­ 
feitura pode fazer 
é criar condições - 
para este desenvol­ 
vimento, fazendo 
mais compras na ci 
dade, promover cur­ 
sos e palestras,via 
bilizar micro e pe­ 
quenas empresas, is 
to com o apoio do 
BANCO DO BRASIL e 
CEBRAE, para isto 
precisaremos criar­ 
organismos competen 
tes para adminis­ 
trar este quadro". 
Finalizando,Jo 
ão Kalife disse que 
_a preocupação de 
alguns empresários­ 
é sinal de cue esta 
·mos no caminho cer­ 
to, essa preocu 
pacão reflete ae­ 
sejos de mudanças , 
é salutar, .com­ 
pletou". 
AMEAÇAS CONTRA 
JORNALISTAS. 
Página-04 
LIXIO GERI CR 
Entre o Prefeito e • a· Imprensa

JO» » TII 4A D 
BRITTO ABRE ESPAÇO PARA NEGOCIAÇÃO, CONVO~A DEVEDORES 
A PACiAR SUAS DÍVIDAS PARA COM A PREVIDENCIA SOCIAL 
o Ministro da 
Providencia Social - 
/111.r.nlo Br,ilto, !ni­ 
ciou uma ampla roda- 
da de ncqoclação com 
devedores da Previ 
dencia Social, espe 
cialmente os empreá 
rios rurais, prefei­ 
tura e Clubes de 
Futebol. "Queremos 
que lodotJ pugucm,por 
,inflo vnmon concluir­ 
entendimentos com to 
don on uctorcu. l"lil 
mesma forma, espera 
mos nubrncter llo Pre= 
1 íd<• n te- da Hepúbl ica 
prnpontn para apren­ 
sar a execução des 
dividas". 
l.lritto fixou 
duas prioridadeo de 
curto prazo no Minis 
trio: manter todas­ 
as acõeu em curso no 
Ministério, INSS e 
na DlTlPREV e traba­ 
lhar no ajuste Fis­ 
cal. Mas precisamos­ 
aumentar a nossa re­ 
ceita para fechar 
1993. O Ministério 
propôs, a preços de 
abril, um orçamento­ 
de 40 trilhões de 
cruzeiros, mas houve 
um corte de 6 tri 
lhÕes. "Não se paga 
40 com 34 trilhões", 
disse. 
"Falta dinheiro 
para 1993 e precisa­ 
mos encontrar fontes 
para assegurar os 
recursos destinados­ 
ª pagar os atrasados 
dos 147'!.". 
Nas conversa­ 
ções iniciais manti­ 
das com o Presidente 
da Confederação Na­ 
cional da Agricultu­ 
ra, Antonio Ernesto 
Werner de Salvo,Brit 
to reafirmou que Õ 
sistema atual tornou 
se i_nviável. As em= 
presas rurais foram­ 
·equiparadas às urba­ 
nas, recolhendo so- 
bre a folha de salá­ 
rios, com 20%. A tra 
dicional cobrança de 
3'!. sobre a produção­ 
foi abandonada. As 
atividades rurais c/ 
muita mão-de-obra fo 
ram penalizadas. As 
c/ pouca mãb-de-obra 
foram beneficiadas. 
"A saida natu­ 
ral é a cobrança via 
produção, mas esta 
mos negociando· uma 
fórmula, com a máxi­ 
ma flexibilidade, ca 
bendo ao setor ru­ 
ral uma proposta de­ 
finitiva". 
Britto disse q/ 
ficou feliz como a 
Confederação vê o 
problema. O setor ru 
ral quer voltar a pa 
nastro Antonio Britto 
gar a previdência So­ 
cial. Reconheceram q/ 
o setor diferente , 
mas não tão diferente 
que não desse para pa 
gar". Britto recebeu= 
igualmente os coorde 
nadares do Fórum Na= 
cional de Secretários 
de Agricultura e Re­ 
forma Agrária, lidera 
dos pelo Secretário= 
José Antonio Barros - 
Munhoz, de são Paulo. 
Estes manifestaram a 
intenção de que a con 
tribuicão do INSS se= 
ja efetivada com base 
na venda da produção­ 
agropecuária e com a­ 
líquotas diferencia - 
das para atividades - 
com utilização maior, 
ou menor de mão-de-o­ 
bra e que não excedam 
a 2,5%. 
Britto ouviu tam 
bêm sobre a contribui 
cão rural os trabalha 
dores rurais, lidera= 
dos pela CONTAG, i­ 
gualmente empenhados­ 
em encontrar uma solu 
cão para que os pro= 
dutores voltem a pa 
gar a Previdência so= 
cial. O Pais já conta 
com mais de 4,1 mi­ 
lhões de beneficiári­ 
os rurais, entre apo- 
sentados e pensionis­ 
tas. O INSS pagou em 
outubro 2,4 trilhões­ 
de cruzeiros em bene­ 
fícios rurais. 
Por outro lado, 
admitia-se que arre­ 
cadação das' contri - 
buicões rurais nao 
chegaria hoje a 300 
bilhões de cruzeiros 
mensais. 
Quanto às Pre­ 
feituras, Britto re­ 
cebeu dirigentes da 
Confederação Nacio - 
nal dos Municípios , 
oportunidade em que 
insistiu na necessi­ 
dade das 700 prefei­ 
turas que tiveram 
suas cotas do Fundo- 
LEIA E ASSINE O 
JORNAL TRIBUNA DA 
FRONTEIRA, 
PREÇO DESTE EX: 
Cr$ 3.000,00 
de participação dos 
Municípios bloquea­ 
da em outubro vcl­ 
tarem a pagar suas 
dívidas. "O blo 
auoio deverá conti­ 
nuar, disse, consi­ 
dcrando que J.400 - 
prefeiturns parcel~ 
ram • então cm dia 
com a Prcvidéncia - 
Social. "! ~ma dirc 
triz legal e de mora 
lização da cobrança 
por isso será manti 
da. A questão nem 
é financeira, e e­ 
tica". 
Britto·ressal­ 
tou que "o fato .de 
3.400 prefeituras - 
estarem pagando à 
Previdência Social­ 
deve ser motivo de 
alegria, pois nin­ 
guém pagava nada a­ 
tê bem pouco tempo: 
Acrescentou q/ 
a Previdência So­ 
cial vinha facili­ 
tando os parcelamen 
tos das dívidas das 
prefeituras em 20 
anos e com perdão - 
de 20 da divida. A 
lei de custe1o pr- 
via o parcelamento 
somen.e dos débitos­ 
a rasados, mas a no­ 
va lei, de junho,per 
mitiu o parcelamento 
da aiv.idn ptQ'J"n , • 
"f, prciso que os 
prefeitos se conven­ 
çam de que a cobran­ 
ça dos div.id ~ é prd 
valer, como o blo­ 
queio também é". 
Britlo r v lou, 
ainda que, como re­ 
sultado da ação fis­ 
cal de emergência , 
mais de 62 mil emprc 
sas empresas em to= 
do o País estão par­ 
celando seus débitos 
o que resultou numa­ 
receita de 100 bi­ 
lhões de cruzeiros , 
nomes de agosto pp. 
Com os clubes­ 
de futebol igualmen­ 
te enquadrados na ca 
tegoria de empresas, 
a Previdência quer - 
fechar um acordo· e 
entendimentos foram­ 
mantidos com os diri 
si todos dv a à 
vidrei4 Social qu : 
t executando 
d{vidas, co penho 
ras d bns, "quer 
determina a penhora­ 
é a justiça, as que 
remos uma solução ri 
gocind ". 
llri to propõs .. 
que a cobrança das 
contribuições previ­ 
dc-nciúria~ dos clu­ 
bes passe o ser fei­ 
ta sobre as rendas , 
tnnto para pagnmcnto 
das dividas passadas 
como para recolhincn 
tos ào restante. - 
A CBI-' ficou ele 
consultar os clubes. 
"O importante , 
afirmou Britto, é 
que ninguém vai fi 
càr sem pagar". - 
-----=-==== 
De: Normando Lima 
Ferro Velho 
Mais urn 
O mais completo Fer- 
ro velho e auto-peças da 
região, pecas novas e usa 
das. 
Parabrisas novos 
usados para todas as mar­ 
cas de veiculos 
Rua Luis da Costa Leite 
1.500 
?eça informações pelo Fo­ 
ne: (067) 255-1460 
BONITO - MS 
Visite-nos e Comprove! 
e • Auto Peças 
Sem Grilo 
. V:>. t..l HAIS' H s(H ', _ l ; lt.~J • 1 
J /50!10 
ü 
,--------=.::.::.::.::.::.::=:::::::::::::::=:-::-:5..J 	_.J 
MME5E-T 
L OCADORA 
, 
.  
.:,___ BARÃO DO_ TRIUNFO, 1381 
439- 1390 
AS ARA MEGA DRIVE 
EVE FITAS NINTENDO E OUTROS 
CENTRO 
1 /. 
PubUc.içáo cb Rede Belavistcnsc de Jornais - Aventa Tr1 
buna da Fronteira, 564 - Fone (067) 439-1410- • P. 23 
Iela Vista - Mito Grosso do Sul 
Dlretorcs 
Ivaldo Pereira e Marta Estela Velasquez Pereira 
Diretor Responsável 
Iva.ldo Pereira 
Rcpcrrt:lli;cns 
Ubo.ldino Rod=-lgucs e Lulz Henrique ~- Cocrco. (Lilc) 
Ccrcntc 
CIlson SI1va Santos 
Redação, AdLnlstração e Parque rifico Avenida r1buw 
da Fronteira, 564 - Sede Própria - Fone (067) 4)9--141.0 - O• 
Posta1 23 - Bcl..11 Vista - Mto Grosso do Sul - Redação Jardh 
Rua 14 de llaio, 342 - l'ooe {067) 251-1669 (de prpr1a) 
Suc:urs.ii.a': 
Antonio Joio, Perto Murtinho, M'aracaju, oito e Caraes1 É 
"?deres e Capo Grande, rasfia e prietpats cm!' 
Re:prc.scnbntc.s Coctcr-cl.:dn 
7bula Veículos e Corunlcasães S/C Lrda, Kua Ce1. 0sear fé 
to, 1123 - CEP: 0003-005- Paraíso - são Paulo/sP - F07 , 
(0i) 570-2142 571-803 - FAZ: (011) 571-9792 - Av. Pres'_ 
dente Varas, 590- 11? andar- Con]. 1109 - RI de Janet 
RJ .. e.E?: 20.on-000 .. Fone .. (O21)263-1129 - Fx 23-5%", 
SCS: Quadra I - Bloco G- Ed. Raracat, 505- Aras{La " 
CfP: 70.309·900 • Fone: (O61) 223-1511- FAX- 225-733. 
Não devolveos originais 
O jornal não se responsabiliza pelos artio; assinados " 
de orlgcss definida. 
Fll l•do .. J.DJ0RI /l4S e AnRAJ0ill 
A."S~..An:RA SE1<1:SIRAL .. CrS 300.000,00 
L

, 
·' ' 
DEDO NI 
l- 
a4 
, 
é 
Quando no feri -­ 
mo., o não cuidamos 
da ferida, ela infec 
ciona, e pode conta­ 
r,in,,r todo o corpo. 
preciso cuidar 
do ferimento ante - 
que o mo.amo debilite 
0 organi:rn10. 'I'ornnr - 
r;n remédio!) apre 
prindon, J impar a ~ 
rida, vai doer, mui­ 
to, mnn a dor é paa­ 
sageira, é precioo - 
por o clcdo na ferida. 
Doln Viota entfi 
assim. Como uma feri 
dn infeccionada, - 
, Oi; que não estão 
feridos", encontram 
e COI as escamas 
noo olhos, e não 
vêC'rn os feridos. E 
noda fazem para curi 
los. Comodismo. - 
Caminhamos sob o­ 
vos, cuidando para - 
não quebri-los, as­ 
sim se encontram as 
relações "pós" elei­ 
ção de Abraão Zaca - 
rias. 
E ofensas se se 
Ju·m, E d Mi 7 i:!d•·:J r;:.io 
de:feitas, : os mal 
enLcndJdo:; pro1 if" - 
ram, germinando mais 
rancores, e vai e 
criando um clima in­ 
Guport.'."tvcl. 
Enquanto pnirn no 
aresta atmosfera de 
rutnlinç6ca, coplri­ 
to de dedo no gnti - 
lho, a CIDADE, a FE­ 
RIDA, vai 5angrenan­ 
do. 
E muitos vivem da 
iluoão de um pasoado 
que não volta, jama­ 
is voltará. E não 
querem aceitar a rea 
lidade, é muito du - 
ra, áspera, machuca, 
mexe com o nosso 
"eu". 
E qual a realida­ 
de da Bela Vista de 
hoje? 
Ela p0de ser cap­ 
tada durante a campa 
nha eleitoral, mui= 
tos não a conhecei - 
am, o povo passa fo­ 
me, não tem traba 
lho, quando tem, ga- 
nha pouco, precisa - 
de remédios, roupas, 
escolas para on fi - 
lhos, e vivem à spe 
ra dr un "r.i5laqro"·::.­ 
que nem le sabe - 
plicar como virá. 
Lojas fecham suas 
portas, não se abrem 
novas Empresas, fa - 
zendeiros de tradi - 
cão e de muito traba 
lho v6cm seus desce; 
denteG dilapidarem; 
fruto de nnos e anos 
de lutas. E perdem - 
terras, perdem gado, 
só restam ao lcmbran 
cas. 
Grandes lojas se 
foram. 
O comércio é uma 
pálida imagem dopas 
sado. 
Não temos Associa 
cão Comercial, os 
Clubes e Sindicatos 
funcionam graças a 
uns poucos abnega 
dos, não atraímos tu 
ristas porque não t@ 
mos o que mostrar, o 
que temos esti feio 
----------··---------------===---==============================-- 
ANllNCIF: F. VAT.OTl!ZF' O .JORNAL OF. SUJ CJOADF. 
JORNAL TRIPUNA DA FRONTFTPA - DIÁRIO REGIONA!, 
-------------------=------====================================-- 
Auto Elétrica Dinâmica 
LUIZ CARLOS CALLIARI MACHADO 
Pecas e Serviços elétricos para veículos em geral, ven­ 
das de baterias novas e Ajax Ecoline com 1 ano de garantia. 
Rua Marechal Deodoro, Bairro Costa e Silva 
Fone - (067) 439 - 1864 BELA VISTA - MS 
Garantinos nossos serviços 
Visite-nos e comprove! 
COMl:;RC:!:0 VARFJsSTA OE: 
CARNE BOV!Jlll - SUÍNA - V:O:RDTJRAS - FRUTAS - LEGUMY.S 
Aceitamos encomendas de leitões (tratados para consumo ime 
diato e frangos) ,Produtos de primeira qualidade. 
TEMC'S TAMRl:;M: LINGll:.ÇA S CARNE DE PORCO DEFlT>~iDO 
RUA GUIA LOPES,'727 FONF.: (o67) 439 - 1397 
,rrl' - t:',F-LA VISTA ± 
* 
t 
~- 
lATO GROSSO 
* * * * 
DO SUL 
e n icuado (praia, 
monumnto, 'c). 
Tomos milhos de 
cabeças de gado, g 
do que não berra, 
G,'DO P/PJ L, uma ano 
malia de ua socio­ 
dade que não tem ca 
pital e "joga" con 
o.futuro. 
r.: culpar qucn'? 
COl1UNI DADE é uma 
COMUNIDADE. Cruzam­ 
sc os braços e vive 
se de lembrancas,aõ 
"já teve". 
Vive-se do "tra­ 
dicionalismo", olha 
se para os que aqui 
chegam com olhareo 
desconfiados, fe­ 
cham-se portas. O 
sangue de uma cida­ 
de são os seus mora 
dores, quando nãõ 
hi renovação o san­ 
gue fica frigil,per 
de sua forca. - 
Mais do que nun­ 
ca precisamos de mi 
grantes, paulistas, 
gaúchos, paranaen - 
R OI 
, e, se possí 
·:el, u pouco de ja 
pon se . 
r·cisamos do 
Jente que olha o fy 
turo com esprança, 
Tu sabe não ser as 
coisas fáceis, mas 
que não temem a lu­ 
ta, de gente que 
niio viva de r,·corcfo 
çõc:::, que olhcn p.J.= 
ra o amanhã com o+i 
mismo. Recordações 
são boaG cm certos 
instantes da vida , 
me não para dire - 
cioná-la. 
cm corton moncn­ 
tos, nossas feridas 
ta.mbém foram conta­ 
minadas, mas soube­ 
mos curá-las e esta 
mos FORTES, OTnus= 
TAS, cheios de fé 
para ajudar Bela 
Vista, para tirar - 
escamas dos olhos 
de companheiros de 
caminhada, para aju 
dar a curar feridas 
gangrenada, mesmo 
Dir. Clínico - Dr. Alexandre Frizzo 
Convênios: Unimed, Banco do Brasil, 
Prefeitura Municipal, Caixa 
suo's e Fazendas 
Plantão - 24 horas 
Fone: (067) 255-1261 
BONITO - MS 
)!"'rO, . 
mn. alguns 
ei "l (. 
lÍ<JC.," 
preferem o comodi- 
mo dos mornos, pio 
elo· 
no, pois não sofre, 
não vibra, não or- 
te frio nem calor , 
nJo vive, VCGCT. 
E aos que, ao 
l rem este artigo 
duvidar m, ou o cri 
ticarem, pedimos , 
dom um passeio pe­ 
l, cidade, contem o 
número de lojas,mer 
cadon, procurem os 
salõce de barbcircn, 
convcrscm con o po­ 
vo. 
Veja a cara real 
de Bela Vista e não 
a que pintam on aco 
modados. 
ta verdade, ca­ 
be à nós ajudar na 
mudança desse qua - 
dro. Enauanto é tem 
po, - (PP) , - 
------------------------------,----~--- 
Hospital Santo Aleixo 
Fone (067) 439-1165 
Rua Conde de Porto Alegre 
Rua Duque de Caxias 
De: Luiszeth Duarte 
* Tudo em jeans e 
Bela Vista - M S 
o 
melhor preço da cida­ 
de! 
*Artigos em cou­ 
ro: laços, calças, so 
las. 
*Biquínis 
*Moda íntima,bc_;: 
mudas, camisetas,etc .. 
CIGE E MERED ESIEELA 
COMtRCIO VAREJISTA DE: 
CARNE BOVINA - SUÍNA - VERDURAS - FROTAS - LEGUMES 
Aceitamos encomendas de leitões (tratados para consumo 
imediato e frangos). Produtos· de primeira qualidade. 
TEMOS TAMBt:M: LINGUIÇA E CARNE DE PORCO DEFUMADO 
RUA GUIA LOPES, 727 - FONE: (067) 439-1897 
l~~LA VISTA - MATO GROSSO DO SUL - 
Via o 
CONFORTO - SEGURANÇA - EFICISNC:!:A 
T,INHAS PARA TODOS OS "1UN:C1PIOS DE MS 
CONEXÃO PARA AS PRINCIPAIS CAPITAIS 
Viação Cruzeiro do Sul 
.UMA ESTRELA BRILHA NA 
CONSTELAÇÃG DE. MS

SAÜDE ORIENTA HOSPITAIS 
SOBRE INTERNA(ÓES 
reteria 	{ d nnt 4 o 
do o Honpitala convon!a 
int a 0nico do a@de - 
( 'd, ) administrarem an inter­ 
na,0s, diante da falta do ro - 
cursos do Instituto Nacional do 
Assi tencia Médica o Previden 
ci 'ocil (Inamps) e da mudan 
ça o procedimentos quan o a 
Autorizaçoro de Internaçoos Mo 
pit lares (AH) . 
De,de aqosto, as co as men - 
sal d AIII estão limitadas _a 
um duodécimo do 8% da populaçao 
de cada Município, conforme Por 
taria 234, ditada pelo Minis - 
tório da Saúde om 7 do Feverei­ 
ro deste ano. 
S8qundo a Secretária de Sau­ 
de m exercício, Vera Lúcia Kod 
jaoqlanian, o sistema de saúde 
no Estado é consti tuído somente 
por iloupitnio privodou e fllan­ 
trópicos, sendo que aqueles con 
venindos oo SUS não pagos pelo 
Inamps, cabendo ao Estado fazer 
apenas o repasse dos pagamentos 
de /Ili. 
Ela explicou que os crité - 
rios quanto a isso são fixados 
pelo Ministério da Saúde, tanto 
que para a fixação das cotas pe 
la Portaria 234, foi enviada ã 
Secretaria Estadual de Saúde a 
relação da população de cada um 
dos Municipios sul-matogrossen­ 
se. 
Vera Lúcia reconhece que a 
mudança colocou os Hospitais em 
situação financeira mais criti­ 
ca ainda, tendo em vista que 
houve redução nos números 
AIH fixados pelo Ministério. 
Em função disso, ela orienta 
os estabelecimentos para que 
passem a administrar as interna 
ções, sugerindo que os casos de 
menor gravidade sejam tratados 
em ambulatórios, evidentemente 
se permitir o diagnóstico médi­ 
co. 
Nesse caso, existe ainda a 
vantagem de que enquanto ore - 
passe da AIHs é feito com 60 di 
as de prazo, as UCAS (Unidades 
de Cobertura Ambulatorial) são 
pagas pelo Inamps a cada mês. 
A necessidade de se adminis­ 
trar as internações é reforçada 
pelo fato de que o Inamps, como 
aconteceu em 91, deverá chegar 
ao final do ano sem recursos em 
caixa, o que significa expecta­ 
tiva de atraso nos pagamentos , 
o que é preocupante. Ao falar - 
sobre o assunto, Vera Lúcia es­ 
clarece que não é papel do Esta 
do definir as cotas de cada Hos 
pital e nem o pagamento. Mesmo 
assim, o Governo Estadual tem 
ajudado na medida do possível , 
como aconteceu com a Santa Casa 
de Campo Grande e o Sanatório - 
Mato Grosso, que receberam re - 
cursos do Estado para que não 
fechassem suas portas, prejudi­ 
cando dessa forma a população. 
de 
Histórico 
gora Lei Orgânica d~ Saúde_ (de 
número BOBO), que criou o Siste 
ma Onico de Saúde (SUS). 
Posteriormente, em fcverei - 
ro deste ano o Ministério da 
Saúde editou a Portaria 234 
disciplinando que as cotas 
AIH passem a ser fixadas em um 
duodécimo de B% da populaçao de 
cada Municipio. _ 
Isso significa que o numero 
de Ali! deve ser dividido em par 
'celas mensais. 
Afrânio ~artins explicou que 
embora a Portaria seja de feve­ 
reiro, para que houvesse tempo 
dos Hospitais se prepararem a 
nova realidade, a Secretaria de 
Saúde do Estado só passou a a - 
plicá-lo a partir de agosto úl­ 
timo. 
Isso foi feito em atendimen­ 
to à solicitação do então Minis 
tro da Saúde, Adib Jatene, que 
durante ·reunião com todos os Se 
cretârios Estaduais de Saúde no 
mês de julho, pediu que a Porta 
ria 234 fosse cumprida. 
Nessa reunião ele apresentou 
relatório de cada Estado, con - 
tendo informações computadas pe 
la Dataprev. 
No relatório de Mato Grosso 
do Sul alguns dados chamaram a 
atenção do Ministro. 
Dos 72 Municípios sul-mato - 
grossense,10 apresentaram índi­ 
ce de inernacão entre 20% a 
27 comparado com a sua popula­ 
ção, considerado absurdo tendo 
em vista que a nivel mundial 
nos paises do terceiro mundo o 
percentual não ultrapassa 
10%. 
De acordo com informações do 
Diretor geral de Assistência à 
Saúde da Secretaria Estadual 
Afrânio Martins, até janeiro 
deste ano as AIHs eram distri - 
buídas de acordo com o número - 
de leitos contratados ou conve­ 
niados de cada Hospital. 
Isso era feito com base na 
Portaria 3046, editada pelo Mi­ 
nistério da Saúde em 1982 com - 
fundamento nos critérios da Or­ 
ganização Mundial de Saúde (CMS). 
Em 1990, seguindo dispositi­ 
vo àa Constituição Federal pro­ 
rulqada em 1988, entrou em vi - 
Secretária Vera Lúcia 
de 
Segundo Afrânio Martins, em 
muitos casos isso acontece por­ 
que há hospitais que atendem pa 
cientes vindos dos Municípios - 
vizinhos. 
Nesse caso, ele esclarece 
que isso não prejudica os esta­ 
belecimentos conveniados, tendo 
em vista que quando da ocorrên­ 
cia desta natureza, há uma repo 
sição de AIH. 	- 
Ou seja, se um Hospital de 
Dourados atendeu, por exemplo, 
paciente de uma cidade ·vizinha, 
ele ganhará um AIH a mais, que 
é aquele transferido do Municí­ 
pio domicílio do paciente inter 
nado. 	- 
Esse controle é feito pela - 
Secretaria Estadual de Saúde 
com base nos relatórios envia - 
dos pelos hospitais, onde cons­ 
tam o nome do paciente, origem, 
data da internação e diagnósti­ 
co. 
As AIH são emitidas somente 
com a autorização dos auditores 
da Secretaria.de Saúde do Esta­ 
do. 
a 
ameacas • Contra Jernalistas 
Hoje em todo o mundo, não se admi.e « 
tas no exercício de sua profisso. me o nos pires da 
J
·:m r, ln!i.1 < ra ,J, ,oc;r.j_ .icil, qc1,,r.-io. <1 	• 
liberdade, nao 
C
··or in,-; de f, rro (co•·,m1! ldC) r
1
's;,1::-,
1
--,· • -~ 
1° autor1taro 
ível conviver com Governos e Po±i 1c0 a- 
çam a liberdade de Imprensa. 	te Jornal vem sofrendo a - 
Ultimamente alguns jornalistas d0st, 4 J ' já tomou , 
cacas por parto de políticos, a Direção do 'or"%;'';à 
• . • dar a gecurnça d 	i s - 
d a s 	a s providencias p a r a 	r e s g u r	as a o9 	• 
sionais o os seus direitos de trabalhar· ,Alei:a do Imprensa) 
' f t • ADI (Associação Dres e r "+ , 
Comunicamos o @o a ," ·, ; e; (Asociacão Na-! 
ABRAJ0RI (Associação Brasileira de Jornais, N, UOR! (2a-] 
cional de Jornais (que congrega a grande imprensa, 	"' _y '8 
• 	a: 'em comunicar no)e 
sociação de Diretores de Jornais),vamos, .an o 	, Federal 
o foto à OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Policia , 
d 
: enadores e a e ao 
Deputados Estuduais, Deputados Fc cra1s, ~ - 
pr6prio Ministro da Justiça. 	« to não tue 
Por vivermos na fronteira, um tanto isolados, 
1
s Ta 4 'I 
1 a d • unidade nqu1 a JuoL1ca 
dizer que somos uma i ha cerca a e 1r.p • ' 
também funciona. 	t os a L · 
Para coibir os abusos da Inprensa, os excessos, ero < 01 
de Imprensa que pune estes abusos, osscs excessos. . _ 
Paro 
06 
que desconhecem as normas de um Jornal, sua 1 inha, e­ 
tica publicamos abaixo o código de ~tica da ANJ, Tribuna segue 
rigorosamente este Código. Nunca deixamos de dar Direito de Res 
posta, uma prerrogativa do Jornalismo serio e nao compromet1ao. 
T 
_:_.- § E: ASSOCIACÃO 
- --- - - NACIONAL 
. ii ' bJüis 
T; o D trrr 
Os jornais afiliados à Associação Nacional de Jornais • 
ANJ comprometem-se a cumprir os seguintes prccci1os: 
-, Ma~ter sua independência 
r) 	.: 
_,woors nau««« seres». 
o funcionamento sem restrições 
da imprensa e o livre exercício 
da profissão 
3......-- 
dos fatos de interesse público, 
não admitindo que sobre eles 
prevaleçam q_uaisquer intuesses 
1 1 ·- - . . . 
L/ . - -- . . --- -· . 
~ .,.Defender os dire.itos do ser 
humano, os valores da democracia 
representath·a e a livre iniciativa 
. ,-1 
)sraro acesso de seus leitores 
,J 
. às diferentes versões dos fatos 
e às diversas tendências de opinião 
da societiade 
r 
()Garantira publicação de • 
contestações objetivas das pessoas 
ou organizações acusadas, em suas 
páginas, de atos ilícitos ou 
comportamentos condenáveis 
:J...,,m, • sigilo d,,;;;;;,.., 
9 	o 
"{.J Respeitar o direito de cada 
indivíduo à sua privacidade, 
salvo quando esse direito 
constituir obstáculo à 
informação de interesse público 
~ r l. • •_:_ ~· -- 
;v Diferenciar, de forma identificável 
pelos leitores, material editorial 
e material publicitário 
[).,-..s-- 
- cometidos em suas edições 
a 
lparierri~ Modas 
Confecções e Bijouterias Adulto e Infantil 
Diretamente âo Rio os últimos lancamentos: Conjuntos de Linho, 
Jeans. 
Roupas em malha, shorts, camisetas, pijamas, calcinhas, bermu­ 
das cores e modelos ã escolher. 
Pu~ Conde de Porto Alegre,368 - 
Fone - 439-1846 
Bela Vista - MS 
1 
í 
Jornal l ribuna da Fronteira 
Faça hoje mesmo 
sua Assinatura 
1 
6 Meses Cr$ 300.000, 
1 1

)! ! ; 
f' 
Hemosul Convoca População 
para doar Sangue 
"Oi• 11r-i pouco dr> i a quem 
ito precisa. Doo Sanque" .Com 
ee loqan, o Centro de ema- 
1
oJogin <! ll<'rnot.:orapio ele Moto 
osso do ul - ilemoul, desen 
volve uma campanha de conscion 
ização da população para a 
formação de um estoque de San­ 
que. Indispensável para o aten 
imento de urgência nos hospi­ 
ais do Etado, a doação podc- 
1,1lvar vidar., além de ajudar - 
os que necessitam das transfu­ 
sÕ<'n contínuos (hemofílicos) , 
oferecendo um produto de quali 
dade qarantida. 	- 
Qualquer pessoa pode doar 
sangue, desde que maior de 18 
nos, ter peso oupcrior a 50 
quilos, e, quando doador fre 
quente, ter feito a última doa 
cão no mínimo há tros anos. To 
do sangue coletado no llcmonul-;­ 
passa por uma "bateria" de tes 
tes, em laboratórios aparelha- 
dos com tecnologia de ponta. 
São identificados os pos­ 
síveis casos não diagnostica - 
dos de hepatite, sífilis, doen 
ça de Chagas, malária e Aids -;­ 
além da tipagem sanguínea e fa 
tor RH. 	- 
O possível doador recebe­ 
um atestado, com o resultado 
dos exames, em no máximo • 7 
dias gratuitamente. 
Para ser considerado apto 
a fazer a doação, cada pessoa­ 
passa por uma triagem, feita - 
na hora e no local, para che 
car se o doador é portador de 
anemia. Quando anêmico, o Herno 
sul faz o encaminhamento médi­ 
co para o tratamento adequado. 
Dentro de trinta dias, es 
sa pessoa estará apta a fazer­ 
doações. 
DOADOR VOLUNTARIO 
Toda pessoa considerada 
apta, doa até 380 gramas de 
sangue em cada coleta. Essa 
quantidade é considerada corno 
ideal, sem comprometer o orga­ 
nismo do doador. Segundo infor 
mações do Hernosul, o sangue 
doado é rapidamente compensado 
pelo sistema circulatório de 
cada indivíduo. A legislação 
e.m vigor define o doador em 
duas categorias: o doador que 
socorre familiares ou conheci­ 
dos; e o doador voluntário. A 
~finicão do doador voluntário 
considera aqueles que doem ou 
tenham doado sangues no mínimo 
una vez a cada seis meses, du 
rante o poríod de dois anos. 
Pocen!emento o Governador­ 
Pedro Pedronsian sanrionou a 
Lei l.272, que assegura a cndi­ 
mento priori ,Ídn ,10'., dn,1dor0;1- 
voluntários, devidament compro 
vado, junto aos hospitais, po:, 
tos de Saúde, erviço ambulato 
riais e congêneres, da rede pá-­ 
blica estadual. A mesma Lei pre 
vê também, garantia de matrícu­ 
la de filhoa de doadores volun­ 
tiriou de uangu0 noo c9tabolcc! 
montou da rede entadunl de cnsí 
no, independente de gualquer = 
forma de scl~ção. A unica condi 
cão é renpcitar as normas esta:: 
belccldns pela Secretaria de E­ 
ducação para o calendário coco­ 
lar. 
Para a coleta do sangue, o 
Jlcmosul utiliza material de l(l 
linha, devidamente csterelizado 
e descartáveis. Os funcionários 
do órgão são todos técnicos trei 
nados, e durante a doação, tan­ 
to o doador como o coletor não­ 
entram em contato direto com o 
sangue, nem com material usado. 
Esse procedimento garante a qua 
lidade do sangue, além de evi 
tar contaminações. Todo doador­ 
voluntário é cadastrado pelo He 
rnosul, para facilitar futuras - 
doações. 
VENCENDO TlBUS 
A doação de sangue é consi 
derada um ato de benemerência-;­ 
Ja que a pessoa doa um pouco do 
que tem para salvar a vida de 
alguém. Pesquisas realizadas en 
tre a comunidade, revelaram que 
um dos fatores que inibe a doa­ 
ção é a existência de tabus e 
crendices populares, lembrados­ 
para justificar a não doação. O 
Hernosul desenvolve várias campa 
nhas para esclarecer o assunto. 
Doar sangue não vicia, não en­ 
gorda nem emagrece, não existe, 
a possibilidade de contrair qual 
quer doença, a doação não afi~ 
na nem engrossa o sangue. 
As restrições para a doa 
cão se resumem à condições físi 
cas do doador no momento da cÕ 
leta, Não se recomenda fazer a 
coleta quando se estiver gripa­ 
do, portar alguma infecção,ale~ 
gias e fazer parte de grupos de 
risco para doenças sexualrnente­ 
transrnissíveis. Além disso, o 
doador não poderá ter sofrido - 
intervenções cirGrgicas recente 
O llernosul mantém um médico 
q/ gratuitamente faz o exame cli 
rúco geral e a orientação adequada . 
 
I 
1 
✓
BRUM E CID LTDII. 
Distribuidora dos produtos 
BRA1Il-1A para Bela Vista e 
Região. 
Oferecernos·todo tipo de ma 
teriais para festa, corno - 
freezers, mesas, cadeiras, 
copos e transporte. 
CERVEJAS, REFRIGERANTES E 
CHOPP com 15 dias de ante­ 
cedência. 
EDITAL, DE PRIMFIPN E 
O Dotor M, 
todo de to tr de 
... lU, .! t1 
T"9l"1 1'11 ,,..t. t!'!" .•. 
l ta, 
i+ 
te!to 
tar'r!o » 
' f :,.J> r AI 	• « 'e , t 
to .t 	00 195,ra l o a p'!io 
s+. '+s,0 	! 4 da avall aso e' 
ao ado 	r!toa. l .o0ta. {«e 
pai Ians 	,ta a «a d, d 
brn t 	de 2i),'s» hectare (d se 
ta me 	=.ar )sitdrMn, d Cara o!/, d 
onfror' oes : Morte com a Fazenda ]ara a de te! P + 
hR-77, que l!s Jardt a Porto Mur lho co terra Mi F Ide, 
arcta, Leste, com terras do Fazenda M!larosa, d João td!da; 	s 
da Curra!zInho, de Aral Rodrfus, a reter!ta ara eotrase p 	to!a 
cercada, bem loalirata, avaltada pelo valor d Cr 5).000,00 (qf tos uelros)- 
por hectare, no total de Cr$ 50.00.000,0 (lrn. ·nt. Ises de ruretros), o}eto da ratri 
ula n? 4,692, livro 02 do Curtdrfo de Registro de Iuo,els desta cidade. Ma Prlrelra Praa o 
Imóvel não será allenado por preço Inferlor ao da a«lf,ão, endo _ue na unta Praça, qu 
só terá oportunidade se resultar negativa a primeira, o lmovel arta vendffo a quem mais der­ 
e mafor lanço oferecer ainda que por preso abalo da avaliação. Mio havendo expediente 
qualquer dos dfas desfznados para as Pra,as, estas realizar-se-+no no suo d1a local dos 
dias Ledfata ·n'e sepultes, Caso o devedor nao se}a encontrado, ftca desde fa INTIMADO por 
este Edital com prazo do 15 quinze) d1as, das datas desfadas_para as rasas. 
Dos autos consta a Hipoteca de prIrelra Grau e se conortncfa de terefros do !nivel­ 
penhorado, em favor de Victor Haroldo Lino, e Epaminondas Rodrtxues da Ilva arresto para a 
rantia da Execução em favor de Joao Loureiro Pinheiro, e Retstro de Penhora para arantfa - 
da d[vida em favor de João Eduardo Lino. E para que ninguém possa alegar tenor@nIa, fol ex­ 
pedido o Edital coii prnzo de quinze dLas, que será affxado e publicado na forra da Lei. 
Dado e passado nesta cIdade e Comarca de Bela VIsta, Estado_de Mato Grosso do Sul, aos 
tres dfas do mes de novembro de 1992, Eu Fdzard Ibanhes), escrtvao substituto, datflora 
fel. 
Pedro Verg[1lo da SI1va- Escrivão Judfetal por deter!nação 
PODl(lt JUDICIÃl(IO DO ESTADO DR HATO CROSSO DO SUL - <n1ARCA DK BRI.. VL'ITA 
EDITAL DE PRIMEIRO E SEGUNDO LEILÃO 
O Doutor José Eduardo Neder MeneheIIi, Julz de Dtrefto da Coarca de Mela Vista, Fs 
tado de Mato Grosso do Sul, na !orca da Lel, etc •.• 
FAZ. SAHER a todos qunntos o presente Edital v1rer, ou dele conheci.Pento tiverem e in­ 
teressar possa., expedido nos autos n9 25/92, de carta Precatôria oriunda da 4[! Vara C{vel da 
Comnrca de Dourados/MS., extra{da dos autos de Execução ng 758/87, proposta pelo Banco ltnú 
S.A. contra Carlos ',Ja~ner Cuaritá Marqu,s e Outr-o, em trâmite p-or este Juízo e Cartório Judi­ 
cial, que nos di.1s JO de novembro e 15 de dczer:ibro de 1992, respecttvanente às 14:00 horas - 
no local destinado Às hastas públicas, no EdIfclo do Fórum, s!to à rua Barão do Lodário , 
159S, nesta cidade, o lcilOf"iro nooe:u'o levará a público pregão de venda e arrem.ataçêo .a 
quer.1 mais der e naior lanço oferecer, referentes aos bens penhorados nos autos acima rencio­ 
nados e abaixo caractert.zados: 
1) Um sernovcnte espécie bovina, da raça nelore de nome Baste RV, categoria P.O. do nexo r.ias• 
culino, de cor branca, com 46 reses de idade, registrada sob o n9 9.513, avall.ldo er.1 CrS 
1.000.000,00 
2) Un senovente de espécie bovina, da raça nelore de nore Canecão categorfa P.O. do sexo rios 
culino de cor branca, com 33 meses de idade, registrado sob o n? P-180, avaliado er Cr 
l. 000. 000,00. 
3) Um secoventc da. Pspécte equina, da roça n:iangatorga de noe C. Rinccón, categ.orla puro, do 
sexo r.iasculino, cor alazão com 40 r.ieses de ldnde, registrado sob o n9 47.193, avaliado em 
CrS 2.500.000,00. 
) Um serovente de espécie as!nina da raça pêga de nome Mimoso-CM, categorL'l puro sexo nascu 
lino, cor ruann cora 6 nno.s de idade, registrado sob o ng 70, avaliado en CrS 4, 000.000,00 .. - 
S) Cm scmovcntc de espécie asinina, da raça pêga categoria puro, de nome Amorosa, do sexo !e 
cinino, cor ruana, com 6 anos de idade, registrada sob o nQ 4.119, av.Jl lado e.e crs - 
2 .000. 000,00. 
6) Um scmoventc da raça pêga, de espécie asinina, categoria puro, de nooe Avestruz, C.O"" 
na, do sexo !er.iinino, coe 6 anos de idade registrada sob o n9 2 .. 907, avaliado er.i 
2.000.000,00. 
7) tJo semovente de espécie asinlna, da raça. pêga, categoria puro, de noe Cande-rór, do sexo 
feminino, cor ruana , 4 anos de idade, registrada sob o n? 3.143, avaliado e CrS 2.000.000, 
00. 
8) Ln seovente de espécie asinina, da raça Pêga de nome Ariranha, c.a.tegoria. puro, se.xo fer.ii 
nino, cor runna, com t. anos de tdade, registrada sob o n? 2.917, avaliado em CrS 2.000.000";" 
00. 
FONE (067) 439-1306 
BRAHMA, SEMPRE O MELHOR PREÇO! ** 
Rua Antonio Mari~ Coelho, ~39 
Bela Vista-MATO GROSSO DO SUL 
Brahma é Brahnia 
Você Sabe! 
9) Um senovente de espêcie ns1ninn, da raça. pega, categoria puro, de nor:e Aruana, do sexo 
feoinino de cor ruana, com 7 anos de idade, registrada sob o ng 2.916, avalLada c:::i CrS 
2.000.000,00. 
10) l'tl ser.:.ovente de espécie equina, da raça nangalarga, de noe hare categoria puro, do se 
xo cascullno, de cor alazão co 110 oeses de idade, registrado.sob o ng 5.688, aval!ado e 
CrS 2.000.000,00. 
Todos os semoventes acima mencionados encontram-se sen defeitos físicos, bem desenvolvi 
dos e bem nutridos e npacentados na Fazenda IIapuâ, neste mua1.c!pio, de propriedade do re 
qu~rido Carlos h'agner CUarltá Marque. Total da aval!ação é de CrS 20.500.000,00 (vLnte f­ 
lhoese quinhentos mil cruzeiros). No prU::eiro lellao os bens nao sen10 alienados por preço - 
inferior ao de avaliação. Sendo que no segundo, que ~õ terá oport.untdade se resultar negati­ 
vo o prlceiro, os bens serao vendidos ec frnnco leilao, a quem mais der e calor lanço ofere­ 
cer ainda que por preço abal.xo da aval!ação. Não havendo expediente e qualquer dos dias de 
signados para os leitões, estes realizar-se-ão no oesmo horário e local dos dias úteis lr.ie":' 
diata.mente seguintes. No caso os devedores não serem encontrados, ftca.m desde Já intimados - 
por este Edital, da data. desi:;nada para os leitões, não constando dos autos ônus ne recurso 
pendente sobre os bens penhorados. 
E paril que ningi;êm possa alegar ignorânc:{a fol e."'C.pedtdo o presente Edital co:i prnzo de 
quinze dias, que sera afL"<..ldo e publicado na foma da lei. Dado e passado nesta cidade e Co­ 
marca de Bela Vista, Estado de Mato Grosso do Sul, aos vInte e seis dias do r:es de outu.bro - 
do ano de cil novecentos e noventa e dois. 
Eu Ilda Borq:es, Escrevente Judicial, o datilosrafel. Pedro Verg{lio da Silva, E.scrivã.o­ 
Judicial por detern1nação. 
Nova CL T: 
Legislaçã-o 
Mudança na. 
Trabalhista 
BIT-Revista tem esquema para mantê-lo atualizado 
As leis trabalhistas URBANAS E RURAIS passam por urna profun 
da reforma. Uma Comissão de Juristas de Alto Nível, três de 
les, inclusive, integrantes da BIT-Revista, trabalham na prepa­ 
ração da NOVA C. T,.T. e toda legislação t.ra.balhista rural. 
Acompanhe passo a pa.sso as mudanças, atravês da BIT-Revista. 
~ a revista de menor preço no mercado de revistas jurídicas 
especializadas, além de se constituir em uma das mais requisi­ 
tadas do País, pois ê escrita com uma linguagem simples e efi­ 
ciente, ao alcance de todós. 
Peça um prospecto com todas as informações escrevendo para: 
BlT-Revista - Revista Nacional de Orientações Trabalhistas e 
Previdenciárias URBANAS e RURAIS. 
_ Rua Carijõs,905 - Caixa Postal, 369 - C'SP:· 17600-150-TUP.l/ 
Sao Paulo - 7'elefone/PA'3X (0144! 42 - 3645 - FAX (0144)42-4461

l, 
l 
n I o r me T F AJ'° J 
DIA DE TODOS OS SANTOS 
io dia 1o de No - 
vemhro 6 comemorado 
o Dia do 'Todos os 
Santo, ou melhor,da 
queles Santos que 
não receberam dentro 
do calendário reli - 
qioso, um dia esnoci 
fico dedicado à eles, 
ao contrário de San- 
Dia dos Finados 
No dia 02 de No - 
vmbro, sequnda-fei­ 
ra, foi celebrado em 
todo o Brasil o Dia 
dou Finados, cm Bela 
Vista tivemos missa 
pela manhã no Cemitê 
rio de Agua Doce com 
a presença decente­ 
nas de pessoas, du - 
rante o dia inteiro 
milhares de pessoas 
visitaram parentes e 
Lo Afonco, sJo Grrol 
do, ão Clemente,ão 
Judas Tadeu, ão Cos 
me e Damião, Nossa 
Senhora do Perpétuo 
ocorro, Nossa Senho 
ra Aparecida, São 
Paulo, São Pedro 
etc., 1o de Novembro 
foi também o dia doo 
amigos (alccldos nos 
Cemitérios de Água Do 
cc, do Diotrito de 
Nossa senhora de Fá­ 
tima e também no Ce­ 
mitério da vizinha - 
cidade de Bella Vis­ 
ta Paraguai, onde 
muitos brasileiros - 
possuem parentes mor 
tos, de carro, de bi 
cicleta, de carroça­ 
ou a pé, todos os 
promeseiros do "São 
Nunca" pagarem o que 
prometeram, e não o 
fizeram estão deven­ 
do e o castigo vêm - 
de cima porque, corno 
muitos outros, " São 
Nunca" também está - 
incluído no "Dia de 
Todos os Santos". 
meios de locomoção 
foram utilizados pa­ 
ra cumprir o ritual 
de ir ao Cemitério - 
rezar e acender ve - 
las para os entes 
queridos que já par­ 
tiram desta para me­ 
lhor, numa demonstra 
cão de fé e devoção­ 
à Deus Pai Todo Pode 
roso. 
Foi ocando até no Cemitério 
Parece-nos que fo 
focar (falar da vida 
alheia) está para al 
gumas pessoas como o 
alimento diário está 
para todos nós, se - 
não vejamos o seguin 
te fato: estávamos - 
no cemitério do Ãgua 
Doce, por volta das 
16:30 horas, acenden 
do velas na Cruz 
Principal, ao lado - 
várias pessoas acen­ 
dendo velas e rezan­ 
do pelos seus mor 
tos, de repente ouve 
se várias pessoas 
conversando alto e 
algumas até rindo. 
Entre as várias - 
baboseiras que dizi­ 
am chamou-nos a aten 
ção esta: "A fulana­ 
largou do marido, v2 
cê sabia? Verdade? E 
o marido dela foi em 
bora? Não, alugou um 
quarto lá perto de 
casal Por que será - 
que eles se larga 
ram? Por que ela era 
muito Santa"!! Vê se 
pode, até no cemité­ 
rio as comadres não 
deixam de tricotar - 
sobre a vida alheia, 
o pior é que no meio 
de tanta fofoca teve 
gente que até se per 
deu na reza que esta 
vam fazendo. A exem­ 
plo destas, tem mui­ 
ta gente por aí, ho­ 
mens e mulheres, que 
gostam de cuidar da 
vida dos outros en - 
quanto as suas estão 
mais sujas que pau 
de galinheiro, mas , 
como diz o ditado po 
pular, "cabrito não 
enxerga o rabo"!! 
Bi HISl AS NO RIO AP?A 
Com o forte calor 
que vêm fazendo nos 
últimos dias na Prin 
cesa do Apa vêm au - 
mentando muito o nú­ 
mero de pessoas que 
procuram as águas do 
Rio Apa para se re - 
frescarem, principal 
mente nos finais de 
semana e feriados 
prolongados como o 
do último dia 31, 1o 
Pesca Predatória 
Voltamos a insis­ 
tir, é preciso uma 
fiscalização constan 
te nas águas do Rio­ 
Apa e córregos adja­ 
centes, é grande o 
número de pescadores 
portando todo tipo - 
de equipamentos pro! 
bidos de utilização 
em nosso Municipio - 
que chegam e saem 
da cidade nos últi - 
mos dias, muitos le- 
e 2/11. Pena que a 
água do Rio ainda es 
tá um pouco suja de= 
vido as fortes e 
constantes chuvas 
bem como alguns lo - 
cais bastante procu­ 
rados que estão com 
muita sujeira na bei 
rada do rio e outros 
com suas estradas in 
terditadas, como o 
Paço existente abai- 
vando centenas de 
quilos de peixe, que 
representam a depre­ 
dação e destruição - 
da piscosidade de 
nossas águas, outro­ 
ra tida como uma das 
maiores de toda are 
gião sudoeste, .sõ 
perdendo para o Rio 
Paraguai. Pedimos às 
autoridades competen 
tes que voltem ' as 
suas vistas para es- 
xo do Parque de Expo 
sições Rio Apa, pró= 
ximo à Chácara da 
Sra Gilca Lino. Se - 
ria interessante a 
Secretaria de Obras 
dar uma olhadinha 
nesses problemas,com 
certeza os milhares 
de banhistas agrade­ 
cerão. 
se sério problema 
que atinge diretamen 
te à todos os bela 
vistenses, pois a con 
tinuar do jeito que 
estã, em poucos anos 
não teremos mais nem 
lambari no Apa. 
Ai vão dizer 
"bem que aquele chato 
do Ubaldino vivia di 
zendo isso!" - 
Mistura Perfeita te [ão a Lenha 
e Agua do Miranda 
Muito confortável, o e1r 
;roso do 'l, tem queros 4+· 
bar. 	· 
A casa serve comida caseira, 
fornece barcos com motor de 
8 
;7 O 
: 	s +qu da regi o. 
piloteiros experientes is 49 	, tios 1 · 1. r d 
t 	a a t Z o i ? i «+ 
Pro
·x1· f'.10 u un r;o•i o d.V l!Ç"IOO <.ü • o • 	, 
l' 	- 	, M' +da nu.a vi Iam 
ana, dis.an.e 150 quilômetros de ar!'· ' teitas dir 
4e km do 	l ar + 
horus <.Jc burco ,, r,ot.or. /'éJ rcsrrv((Jf
7
) o"~;·_· 12r,2 (1.1·.J. ·, 
,: A l Telefono ) 44 
mente em iranda pe .o e 	'w' a, e pule desta terça - 
- • ., J l O Estado d 5ao +a' 
O anúncio e do orna. 	tos a .,lo cidade de Miranl 
t 'ta e !ospt a.a « 	• 
feira, 27 de outubro, a oni • • 
1
·, ,tr·•ui do Punt.un,I .
1 
da está aqui do nosso lado no porta ce a 	' 
as regiões mais belas do mundo. 
uma a.s 	i " 	, descobrindo as belezas -' 
Enquanto os qrandes centros estao ' '.,: q 	[ 
- H conhecemo, mu1 .os saem - 
de nossa reqio que nos .aml em nao 	ao _" 	i 
o - :,,e pontos turisticos dos 
daqui para irem conhecer os pra1u
5 
• 	1 
grandes centros. 	hoped 
Uma esticada até Miranda neste final de ano, com ';" " 
gem no agradável Doira Rio Hotel é sem duvidas uma grande pe­ 
dida para as férias de final de ano. Que tal??? 
Povo Atento para 
as Roubalheiras 
Está mais do que 
provado, ou os co - 
merciantes em ~eral 
se adaptem aos no - 
vos tempos, venden­ 
do produtos de 
qualidade e melho - 
res preços, ou são 
obrigados a ficarem 
com seus produtos 
emperrados nas pra- 
teleiras, é grande 
o número de famíli­ 
as em nossa cidade 
que compram quase - 
tudo em outras cida 
des e a tendência€ 
aumentar ainda mais 
depois do fechamen­ 
to do Supermercado 
Niohikawa que re­ 
presentava uma das 
boas opções de com­ 
pras no setor de qê 
ncros alimentícios. 
A verdade é que 
o povo belavistense 
já não aceita mais 
de nãos abonando as 
cxploracões e as 
roubalheiras. 
Está mais do 
que certo. 
Avisamos aos que 
gostam de comer uma 
boa carne de porco 
que o Açougue e Mer 
cado Estrela, de 
propriedade do nos­ 
so amigo "Jipe" es- 
tá aceitando enco - 
mendas de leites , 
próprios para o con 
sumo, para o Natal 
que está se aproxi­ 
mando, é bom os in­ 
teressados irem fa- 
zendo suas encomen­ 
das porque segundo 
as inforrnacões do 
proprietário, a 
procura cstá sendo 
grande desde a­ 
qora. 
Fechou o Nishikawa 
Em edicão da se­ 
mana passada do Diá 
rio Tribuna da Fron 
teira, na coluna IN 
FORME TF, veicula - 
mos matéria intitu­ 
lada "EMPRESÁRIO A­ 
MEAÇADO PELA POLITI 
CAGEM" onde noticia 
mos a perseguição - 
que o proprietário 
do Bailão e Discote 
ca Bossa Nova vinha· 
sofrendo por parte 
de algumas pessoas 
que desejam fechar 
aquela pista de Bai 
les, tudo por moti­ 
vos políticos. Esta 
semana recebemos in 
formações de que um 
comerciante, mora - 
dor na Baixada Co­ 
rinthiana se sentiu 
atingido pela maté- 
ria e registrou 
queixa na Polícia - 
contra o proprietá­ 
rio do Bailão, Vil­ 
son Fernandes, por 
entender que ele 
mandou publicar a 
matéria com o obje­ 
tivo de agredir o 
citado Empresário. 
O titular da Co­ 
luna Informe TF , 
Ubaldino Rodrigues, 
foi citado como tes 
temunha do caso e 
provavelmente nesta 
semana será ouvido 
pelo Delegado José 
Raimundo Pinto Fi - 
lho. Até agora não 
entendemos o que o 
referido Empresário 
deseja, não sabemos· 
nem testemunha de 
que ele acha que s_2 
mos, afinal de con - 
tas não citamos o n~ 
me de ninguém, mas 
vamos à Polícia es - 
clarecer os fatos e, 
é claro, a partir da 
~róxima edição desta 
coluna estaremos con 
tando nos mínimos de 
talhes, todo o desen 
rolar do processo 
dando nome à todos - 
os envolvidos para - 
que tudo seja devida 
mente esclarecido. 
Aguardem, não é 
todo dia 
que o Repórter se vê 
envolvido em casos 
de Polícia. 
Como diz o ditado, 
a carapuça serviu pà 
ra alguém, que agora 
tera de vesti-la , 
queira ou não!! 
Compra 
Como haviamos in- res belavistenses O pior de tudo e- N 'lh 
ov1 as vazias, meio sangue Nl 
formado em nossa co- pois ficam sem um es que com o fechamento 	'e ore x Europeu, de 18 24 
luna, o Supermercado tabelecimento comer- Nishikawa, muitas fa meses. 
Nishikawa, de pro cial dos mais comple milias ficam sem uma 
priedade do nosso a- tos que existia em opção para fazer su- Tratar com Rosi Cristina 
migo Roberto Hiroshi nossa cidade em maté as compras, porque - 
Nishikawa, fechou ria de gêneros ali= em matéria de Super- Fone: (067) 383-589
3 
mesmo as suas portas menticios, e qualid~ mercado de qualidade 
em Bela Vista, e de, além disso era o Bela Vista hoje está 
quem mais sai perden que oferecia os me - deixando muito a de- 
do são os consumido= lhores preços sejar. 
FRESERYE ü Fiá E NfL@Ri 
a	e 
J ' 
' l

freinia em Ratary. 
Obrigação ou Dever Cristão 
Adjori Elege Diretoria 
1 
- 
f de todos abldo o célebre ditado : 
água que corre não@deteriora mas a áqua es 
+agnada apodrece", Assim tem sido a baixa - 
reauência em nosso clube,, frequência eng 
que vem,caindo gradativamente, men a mes,qi 
rando ultimamente em percentuais lamentá­ 
veis, 
• Em contrapartida há do se reconhecer o 
r,t'•rito rlo no:ino clube no tocante a promo 
cães e relativa a solidez em finanças. Ma, 
em se referindo à frequencia, não só esta - 
os estagnados mas sim regredindo. Ou será­ 
que a frequência não assume um papel tão im 
portante DBnim, _ a ponto de oer relogacJu a 
u:n plano secundaria ? Questionando o poten- Presidente - Jorge Pacheco (Amambai) 
clnl, o valor individual o o trabalho coti- lo Vice Presidente - João Natalício de 
diano de cada um de nós, será que o tempo - Oliveira (Ponta Porã) 
no5 e tao cxiguo, Gera que somos mais ocupa 2o Vice Presidente - Maria Estela Velas CONGRESSO EH JNGRJ. DOS REIS 
dos que os companheiroo de outros clubes c] quez Pereira (Bela Vist-a) 
frequência de 1008 ? 	1o Secretário - Dupr@ Garcia Coelho (Co~ O Presidente eleito da ADJORI es ará 
Frequência 100'1. não induz ao mérito de ta Rica/Camapuã) 	neste final do semana em Angra dos Reis - 
ser bom rotariano. O bom rotariano é o que- 29 Secretário - Irineu Ferrari (Miran - RJ - participando de um Congresso, com a 
trabalha, participa de reuniões , de promo - da) 	presenças de Ministro, d e E, ta do , Govunl 
çõcs, que vive com o seu coração coroado de Diretor Cultural: Ivaldo Pereira (Bola dores e diretores de jornais do interior 
alto espirita rotário, que é o ideal de ser Vista/Jardim/Porto Murtinho) 	do Brasil. 
vir. 	·- lo Tesoureira - Izolina Machado de Oli- 1. partir de Dezembro voltará a circu - 
Dai surge a questão: se um bom indice- veira (Ponta Porã) 	lar o jornal da ADJORI e a sede cm Campo 
de frequência como está ocorrendo, em que- 20 Tesoureiro - Dorival Cesar Quintana Grande será ativada. 
às vezes um companheiro ma 1 conhece o que ·- -::__-=._-=._-=._-=._-=._-=._-=._-=._-=._-=._-=._-=._-=._-=._-=._-=._-=._-=._-=._-=._-=._-=._-:_----;:::=================================~ 
senta ao seu lado, não se pode fecundar , ~ 
praticar e gozar de um bom companheirismo , 
em toda a sua íntegra, 
Partindo de todas essas premissas e in 
dagacões, frequência em Rotary não deve ser 
encarada como obrigação de corpo presente - 
nas nossas reuniões, haja vista a imposição 
do concurso de frequência que vem sendo rea 
lizado. 	• • 
Frequência em Rotary deve partir do in 
timo, do prazer e da profundidade de cada~ 
um de nós, com o intuito de servir ao proxi 
mo. Se "f: do Calvário que nascem as maiores 
esperanças ... ", será que não nos estamos a­ 
fastando de Deus Nosso Senhor? Porque é tão 
e somente quando estamos com ele , inspira­ 
dos e aprofundados no nosso dever de cris - 
tão, é que poderemos amar ao nosso semelhan 
te, principalmente ao mais necessitado. 
Portanto, se uma das metas fundamen­ 
tais do Rotary é servir ao mais carente, de 
vemos nos aproximar mais de Nosso Senhor p 
ra que nos dê forca, boa vontade, muito a­ 
mor e compreensão para que participemos de 
nossas reuniões, a fim de levantarmos e so­ 
lucionarmos os problemas e sofrimentos de 
quem muito depende de cada um de nós. 
Portanto companheiros, vamos refletir­ 
bastante seriedade: sem os ensinamentos de­ 
Jesus Cristo, sem orações e sem espírito 
cristão, jamais seremos bons rotarianos , 
não teremos boa frequência, e sem, frequên­ 
cia, não há companheirismo. 
A Auocia;ano a ornei ano ·+ 
Mato Grosso do u! -- A!I - l u 
qo, em Pon a Por, nova diretor 
conduzirá a ntidade no binio 92/92. 
A eleição foi n sede do JORNAL 'A PP- 
A e contou com a participação dos mais 
destacados empreários de comunicação do 
inter i or. 
Foi eleito preridente o d'retor do jor­ 
na] CORREIO DA FRON.EIRA, de A +mi, oor­ 
Je Pacheco, por aclamação. Pacheco é muito 
bem relacionado com a diretoria cl.i /,FlHJ./O­ 
RI - e com a imprensa interiorana, realiza 
rii um bom trabalho. 
1SSlM FICOU CONSTITUÍDA A NOVA DIRETORIA: 
SUPLI::NTl:S 
Valdemar Bairosky (Corumbá), José Vala 
dares (Navirai) e Rosario Congro !to (Thê 
Lagoas) . 
NOVENA DE SANTA CLARA 
Oh! Santa Clara que seguiste a Cristo com tua 
vida de pobreza e oração, fazei que entregando - 
nos confiastes à providência do Pai Celeste no 
inteiro abandono aceitemos screroi,x,nte tua d1 
vina vontade. 
Santa Clara bela e formosa iluminai os meus - 
caminhos para a Glória e par!' vitória, livrai­ 
{e dos fm igos e dos problemas. . 
Peço a milagrosa-Santa Clara que cubra minha 
cabeça em seu Manto Sagrado. Guia-me Santa Clara 
para que possa resolver todos os meus problemas. 
Amém. 
Banco do 
Brasil vai 
Reàuzir 
Taxa de 
Juro 
O Banco do Brasil 
apresentará, na pró­ 
xima quinta-feira, ao 
presidente em exerci 
cio Itamar Franco 
alternativas para rc 
ducão das taxas de 
juros de seus emprés 
timos. A informação­ 
é do ministro do Pla 
nejamento, Paulo Had 
dad. A decisão de 
baixar os juros do 
BB foi tomada, cm 
reunião de Itamar can 
Haddad, o presidente 
do BB, Alcir Callia­ 
ri, e o presidente 
da Caixa Econômica 
Federal (CEF), Dani­ 
lo de Castro. 
A redução dos ju­ 
ros do BB foi anun - 
ciada ao mesmo tempo 
que a redução das 
prestações dos mutuá 
rios de financiamen= 
tos habitacionais da 
CEF. Itamar quer di­ 
minuir os efeitos da 
recessão e do desP.m­ 
prego sobre o bolso 
do trabalhador e re­ 
tomar gradualmente e 
desenvolvimento eco­ 
nômico, através de 
taxas de juros supor 
táveis. O presidente 
tem exercicio tem re­ 
clamado dos juros , 
mas o próprio Banco 
Central encontra di­ 
ficuldades em redu - 
zir a taxas do merca 
do aberto com edo 
das consequências na 
inflação e nas possi 
bilidades de finan 
ciamente do Tesouro. 
Diretor de R lações Públic 
tantti (Dourados) 
Diretor-Jurídico ilee do A 
res tu rado) 
CONSELHO PISCA. 
Pedro Arizoli (Nova Andradina). Álvaro 
Preira (Jardim) e Jairo Lima (Mundo Novo) 
(I.B.P.). 
LEIA E ASSINE O JORNAL 
TRIBUNA DA FRONTEIRA 
DIÁRIO REGIONAL 
PREÇO DO EXEMPLAR: Cr$ 3.000,00 
Governo 
e pequena empresa. 
O Sebrae quer promover 
esse encontro. 
Procure no Sebrae O CUIA DE DEFESA 
DA PEQUENA EMPRESA que lhe interessar e veja 
como pode ajudar a promover esse encontro. 
Uni.!lo, estados e municfpios 
juntos est.!lo comprando este ano 
quase 100 bilhôes de dólares em 
bens e serviços. 
Apenas 5% desse valor serão 
encomendados a pequenas 
empresas. Isto n:Io é bom. 
Bom seria comprar mais dos 
pequenos para dar força aos 
municípios, às economias 
regionais, aumentando os 
empregos, fixando as pessoas 
nos seus locais de origem. 
Espalhando riqueza, 
desenvolvimento e progresso 
pelo Pafs inteiro. Em toâo unto 
há pequenos empreendimentos. 
Para mostrar que isso é verdade, 
o SEBRAE está lançando dois 
Guias: um para convencer os 
responsáveis pelas compras nos 
governos que pequenas 
empresas sJo fornecedores 
confiáveis. Outro para mostrar às 
pequenas empresas como 
podem conquistar um merca.Jo 
tão importante. 
- - SEBRAE 
- - MS 
TrA Lu 
SEBRAE: abrindo mercado para a pequena empresa. 
SEBRAE MATO GROSSO DO SUL- A Femuanao Comes da Casta 658 - Centro <Tal. (067) 382-6360 - Cao Grade 
APOIO : TRIBUNA DA FI!ONTEIRA 
BMB Diversões 
PROPRIETÁRIO: OMAR BOEIRA 
RUA: URJAS DE ALMEIDA, 775 
- VILA NOVA - 
O PONTO DE E:'.i!CONTRO DA JUVENTUDE! 
ANTONIO JOÃO MATO GROSSO DO SUL 
MTR E] 
Retífica em Geral: 
Pagamentos (1+2) 
* ENTREGAMOS SEU CARANGO, RAPIDfNHO! 
* COLOCAÇÃO GRATUITA! 
* MOTOR COM GARANTIA! 
CAMPO GRANDE - MS 
Rua 13 de Maio, 3. 709 
em .Frente a Santa Casa 
Fone - 383-2517 e 384-4464 
i	-

O, vereadores olei 
to só vo asunir m 
aniro, aind otão 
e recuperando de uma 
campanha difícil, mas 
já estão enfrentando 
outra disputa, a for­ 
mação da Mesa Direto 
10d, a eleição do Pre­ 
idente, Secretário , 
Vice, da Câmara Muni­ 
cipal. 
Ontem, conversando 
com um dor; atuais ve­ 
readores, que não se 
reeleqeu, ele afirmou 
que está havendo di 
verqências na coliga­ 
;ão PDD, PDT e PFL , 
çue elegeu Abraão Za­ 
carias. 
"A briga naõ é s6 
pura ver quem será o 
Presidente, alguns ve 
readores querem tam •• 
bém influir na esco - 
lha da equipe do pre 
feito", disse o verea 
dor. 
Vários nomes estão 
sendo cogitados, en­ 
tre eles JOÃO KALI- 
A câmara votará ho 
je, quarta-feira, o 
aumento do número de 
vagas de 9 para ll ve 
readores. Caso seja a 
, 
, 
Marco Rondon 
FE, !ARCOS BARBOSA e 
FERNANDO DE FREITAS 
ELIAS, pela coliga - 
cão PMDD, PST e PDT. 
Já pela BELA VIS-­ 
TA UNIDA, RONEY !ORA 
ES e •✓.ARCO RONDON 
também pretendem en­ 
frentar a eleição. 
Não se descarta a 
possibilidade de a - 
contecer um "racha", 
provada, Jorge Rosa 
e Nélio Di6rio serão 
os novos vereadores 
a partir de janeiro, 
com Jorge reeleito, 
João Kalife 
o passado é pródigo 
em lições, está O - 
correndo negociaçõ­ 
es nos bastidores . 
Na política tudo é 
possível e uma elei 
ção para a Mesa Di 
retora de uma Câma­ 
ra Municipal pode 
se transfonnar numa 
caixa de surpresas, 
ou até mesmo numa 
cartola de mágico. 
Câmara poderá ter 11 Vereadores 
o que é coerente e 
lógico, pois foi ma 
is votado que Kali­ 
fe e Professora Or­ 
landa. 
Dr. Fernando de Freitas Elias 
Marcos Rios da Cruz 
Roney Moraes Simões 
Estalo já tem flassiratas 
da Maratona Estudantil/9 
Definidos os seis 
melhores trabalhos 
que representaram o 
Mato Grosso do Sul 
na· fase nacional da 
Maratona Escolar/92. 
A relação dos classi 
ficados foi divulga­ 
da pela Secretaria 
Estadual de Educa 
cão, que promoveu o 
evento no Estado, pa 
trocinado pela Bloch 
Editores S.A. e apo­ 
io cultural da Petro 
brás. A premiação si 
rã no próximo dia 13 
de novembro. 
Dirigido a alunos 
de 29 grau, a Marato 
na/92 teve como tema 
a vida e a obra de 
Gonçalves Dias. O ob 
jetivo principal dÕ 
concurso foi o de 
promover a pesquisa, 
além de incentivar o 
hábito da leitura e 
a produção de textos 
relativos à obra do 
autor brasileiro. No 
Estado as atividades 
foram divididas em 
duas etapas. Na pri­ 
meira, os concorren­ 
tes disputaram entre 
si, em suas próprias 
escolas, para em se­ 
guida, disputarem a 
fase Estadual. 
Nesta segunda eta 
pa, o primeiro colo= 
cado foi Edilson Fer 
nandes de. Arruda, da 
Escola Estadual de 
lQ e 2Q Graus Dom 
Bosco, de Corumbá 
Dia 13 de novembro, 
ele será premiado 
com 200 mil cruzei 
ros, além de troféu 
e diploma. O segundo 
melhor trabalho foi 
da belavistense Car­ 
la Fátima Ibanhes 
Barreiro, da Escola 
castel.o Branco. Além 
de troféu e diploma, 
receberá 150 mil cru 
zeiros. - 
Os trabalhos elas 
sificados serão apre 
sentados na fase na­ 
cional. Os outros 
classificados são Lu 
ciana Pagliosa, dã 
Escola Castelo Bran 
co, de Bela Vista= 
(3a colocada); Ma - 
ria D6ria Alves Por 
tela, da Escola Joa 
quirn Gonçalves Le = 
do, Distrito de A - 
mandina (4a); Eli - 
sãngela da Silva 
da Escola Antõnia 
da Silveira Capilé, 
de Dourados (50); e 
Antônia Maria dos 
Santos Bressa, da 
Escola Juraci Alves 
Cardoso, de Navirai 
( 6 il) . 
A escolha desses 
seis trabalhos foi 
feita por uma comis 
são integrada por 
três professores 
Conforme informaçõ­ 
es de Jônia Garcia 
Gomes da Silva, o 
número de partici - 
pantes foi conside­ 
rado muito bom e 
destaca a realiza - 
cão por ser a única 
iniciativa nacional 
voltada a alunos de 
2Q grau. 
Em Novembro, 
Nova Raspadinha 
A Loteria Estadual 
de Mato Grosso do Sul 
Lotesul - lança até o 
dia 10 de novembro, u 
ma nova Raspadinha no 
mercado. Dessa vez se 
rã a "Acerte o Bicho,;; 
que substituirá a "Jo 
gue os Dados". A ino­ 
vação agora, cqnforme 
explicou Elizabeth Zoe 
cante, diretora do 
órgão, será o valor 
do prêmio máximo que 
subiu dos atuais 6 mi 
lhões de cruzeiros 
pagos pela "Quebra a 
Banca", para 10 mi­ 
lhões de cruzeiros. 
Os !".OVOS bilhe 
tes, um total de 250 
mil, já estão sendo 
confeccionados e de­ 
verão chegar a Campo 
Grande ainda na pri­ 
meira quinzena de ng 
vembro, sendo coloca 
dos à venda imediata 
mente, ao preco de 5 
mil cruzeiros. Eles 
poderão ser adquiri­ 
dos em bancas de re­ 
vistas, livrarias 
padarias, agências 
dos Correios, casas 
lotéricas, cambis­ 
tas, lanchonetes e 
outros locais do c 
mércio. 
Elizabeth zoccan 
Procurado por alguns moradores do bairro Agua Doce, tendo a 
frente Israel Chamorro, portando um abaixo assinado com mais 
de 50 assinaturas, nosso jornal publicou notícia a respeito de 
um LIXÃO naquele bairro, inclusive com resíduos hospitalares , 
(seringas, etc). 
O assunto se transformou em polêmica, o prefeito se defen­ 
dendo e os moradores denunciando. Na edição de domingo, ChamOE 
ro disse que o prefeito mentiu, "- é mentiroso", ao dizer que 
os moradores estavam fazendo política e que o problema não era 
tão grave assim. 
ERA. E é. Tanto que o Curador do Meio Ambiente, o Dr. Hel - 
ton Fonseca Bernardes, Promotor de Justiça, tomou as providen­ 
que o caso exigia. 
Imprensa x Prefeito 
cias 
Ontem, o diretor do jornal foi à procura do senhor prefei - 
to, nao para falar do LIXÃO, nem de qualquer-outra notícia foi 
para acertar débitos pendentes da Prefeitura Municipal com' o 
jornal. 
Não deu tempo. 
O prefeito, tido e havido como "cavalheiro" se alterou 
gritou, reclamou, enfim, perdeu aquela conhecida e admirada 
"finesse" que é exemplo para muitos. 
- Fale, Edson, fale tudo o que quiser, depois será a minha 
vez, disse o jornalista. 
Olhos nos olhos, frio, nosso "chefe" não se alterou apenas 
disse o que deveria ser dito naquele momento. ' 
- Até o final do mandato o prefeito tem, sim, espaço no jor 
nal, como prefeito, com elogios e criticas; o jornal não preci 
sa da Prefeitura'para sobreviver, afinal estamos h 20 anos 
circulando; o JORNAL SIM, ajudou Moraes, e muito, esta colabora 
cão foi mútua, desde a sua campanha, nunca cobramos além de nos 
satabela, muito pelo contrário, sempre abaixo da tabela de ou 
qtros_jornais, amigos são conhecidos nos momentos difíceis, co­ 
mo a vez em que Moraes foi, injustamente, denunciado 
Policia Federal (tempos da caça ao boi no pasto) e 
O 
defendia- 
. mos. 
te afirmou_ q:1e além· O Prefeito não tem nada. a reclamar da IMPRENSA 
do preço maximo de contrário. O mesmo afirmamos. . 	, muito pelo 
10 milhões de cru - Nosso relacionamento com o prefeito el ·t d 
zeiros, a nova ras- .- d 	.e1 .o e Bela Vista se 
ra o mesmo, te RESPEITO. Se merecer elogios, os terá s 
padinha pagará tam- cer criticas,estas serão feitas. 	, ie mere 
bém aos apostado Ao pedir, em altos brados, "me esqueçam nã 	. 
res, importâncias [omeunomenojornal", o prefeito pede o n, !ocoloque_ais 
que variam de 5 mil for prefeitonósnossentimos no direi "?svel, enquanto 
a 400 mil cruzei- car o seu nome QUANTAS VEZES forem nece .<. dever de publi 
ros. Atualmente, a· livre. (PP) 	'essarias. A imprensa é 
única Raspadinha '; 
que está no mercado 1 
é a "Quebra a Ban - V d 
ca", que já pagou· e n e - 
dois prêmios de 6 
milhões de cruzei 
ros. Um saiu para· 
um apostador de Cam apenas - Cr$ 16.000.000,00 
po Grande e outro 	Tratar Rua Mato Grosso,550 - com Ande& 
para Dourados. 	ANTONI ~ 
TO JOO MATO GROSSO DO SUL 
Lotesul Lança 
no Mercado 
se 
Um Opala "Comodoro" - ano 79 - metálico d 
e particular,por