o 
20 	#- 
CIARiO REGIONAL 
LA VISTA - MATO GROSSO DO SUL, 02 DE DEZEMBRO DE 1992 NO 1.206 DIRETOR: IVALDO PEREIRA EXEMPLAR $ 4.000,00 
PIDJSSI: IH0S NOJO E KIYM MM MISÉRl 
Programa para acabar com Favelas da Capita 
Governador - Pedro Pedrossian 
Encobrimento 
e Impunidade 
PÁGINA - 06 
O governador Pe­ 
dro Pedrossian afir 
mou, durante a sole 
nidade de assinatu­ 
ra de convênio que 
garante fornecimen­ 
to de alimentos pa­ 
ra os hospitais be­ 
neficentes de Campo 
Grande, que a par - 
tir de janeiro lan­ 
çará um programa pa 
ra acabar com as fa­ 
velas que se espa 
lham pela periferia 
da Capital. Segundo 
ele, esta será -a 
grande arrancada pa­ 
ra a erradicação da 
miséria no Estado 
"Nesses dois anos 
vou modificar comple 
tamente este Estado: 
Vamos criar aqui um 
mundo difer nte", as 
segurou. 
Em discurso cm 
que foi interrompido 
diversas vezes pelos 
aplausos dos presen­ 
tes à solenidade, na 
Governadoria, Pedros 
sian adiantou que "a 
partir de janeiro va 
mos assentar 250 fa­ 
velados por mês em 
Campo Grande e, com 
a ajuda do futuro 
prefeito, m dois a 
nos vamos eliinar 
compl tament as fa 
velas de Caro Gran 
de, que começa a 
ser sitiada pela mi 
séria". 
PÁGINA- 0, 
MOKD COORDENO CDMPDNHD E ISSEG 
IóIi E IUVêNCID EM CAMPO GRA 
O Deputado Esta­ 
dual Waldemir Moka, 
novamente confirmou 
sua estrela de poli 
tico ascendente no 
cenário de Ma to Gros 
so do Sul. - 
• O dinâmico parla 
mentar, após enfren 
tar uma dura bata= 
lha pelos votos no 
interior do Estado, 
onde colaborou deci 
sivamente na elei , 
cão de 07 (sete) pre l 
feitos em 03 de ou- 
tubro próximo passa 
do, concentrou-se 
em Campo Grande as­ 
sumindo com todas 
as forças o papel 
preponderante de 
coordenador geral 
na campanha de Ju - 
vêncio César da Fon 
seca, rumo ao paço 
municipal de Campo 
Dep. Wõldemir Moka 
Grande. 
Moka foi um elo 
muito importante en­ 
tre o Prefeito elei­ 
to, a corrente histó 
rica do PMDB e o Go­ 
vernador Pedro Pe 
drossian, aliado fun 
damental na disputa 
eleitoral, aparando 
arestas, resolvendo 
problemas e agluti - 
nando forças no sen­ 
tido de impulsionar 
a candidatura de Ju­ 
vêncio César da Fon­ 
seca. 
O resultado deste 
esforço concentrado 
foi um vitória espe­ 
tacular em 15 de no­ 
vembro, consagrando 
o Deputado Moka como 
um negociador hábil 
e competente, posto 
que deixou o prefei­ 
to Juvêncio César da 
Fonseca totalmente à 
vontade para o tra - 
balho de corpo a cor 
po nos diversos bair 
ros de Campo Grande: 
Em suas asserti - 
vas, Moka garantiu 
que o motivo de 
seu sucesso foi a 
sua postura de poli 
tico pragmático que 
repele extremismos, 
mas que luta por vo 
cação, em nome dos 
interesses da maio­ 
ria, num contexto 
democrático de li - 
vre participação. 
Por último, Moka 
reafirmou: "O homem 
não pode transigir 
apenas num valor 
fundamental, que 
são os seus princí­ 
pios, no mais era 
fundamental a união 
em torno de Juvên - 
cio, pois ornes 
representava a m 
ça e esperanç 
novos dias par 
po Grande". 
(Assessoria 
Imprensa) 
Baleado no Baile 
Eudo dos Santos, 19 
anos, foi baleado por 
Narciso de tal, duran 
te baile que se realI 
ava na rua Rosalino 
Lino, bairro Vila No­ 
Va, na noite de sába­ 
do, dia 28. Segundo 
0
s primeiros levanta­ 
tentos policiais, Eu­ 
do dos Santos e o ele 
ento conhecido por 
a Veículos com carga 
'cima de três tonela­ 
{"" estão pro±idos 
Vi trafegar pela rodo 
a MS-325 no trecho 
tre o Moiro do Azei 
e e Estação Caranda- 
Narciso, se desenten 
deram e durante as 
discussões Narciso 
sacou de um revólver 
calibre 22 e dispa - 
rou contra Eudo, a - 
tingindo-o no braço. 
O projétil veio a 
alojar-se na caixa 
toráxica, entre as 
costelas. Narciso de 
tal evadiu-se do lo- 
zal, na região • do 
Pantanal. A medida 
adotada pelo Departa 
menta de Estradas e 
Rodagem de Mato Gros 
so do Sul, é neces - 
·.sãria em função das 
cal e encontra-se 
foragido, a vítima 
foi encaminhada ao 
Hospital São Vicen­ 
te de Paula, onde 
recebeu atendimento 
médico, encontrando-se 
em estado delicado. 
LEIA RONDA POLI­ 
CIAL NA PÁGINA - 08 
~ Maçonaria Propõe· Colaborar com 
o Trabalho da Promosul 
Ao discursar durante grão-mestre da Gran ção Social de Mato 
Solenidade de assina de Loja Maçônica Grosso do Sul (Pro- 
ura de convênio que Heitor Rodrigues mosul), no trabalho· 
arcou o lançamento do Freire, anunciou desenvolvido junto 
Programa de Apoio Ali- que a Maçonaria pre aos meninos e meni- 
entar a Hospitais tende colaborar com nas de rua. 
iir uiii iiéi r 
PESADA NA ROO'VIMA MS-325 
obras de recupera - 
çâo e construção de 
pontes que estão 
sendo executadas 
num trecho de 
quilômetros. • 
PÃGINA 
24 
Zelador Ewiraio gizante às 
Margens da A. Teodoro Safira 
O zelador da Pra­ 
ça Castro Alves e 
funcionário da Pre - 
feitura Municipal Ge 
nésio Vargas, 52 a= 
nos, morador na rua 
Ernesto Escobar, bair 
ro Espírito Santo 
foi encontrado por 
transeuntes, semi-de 
golado, às margens 
da Avenida Teodoro 
Sativa, fundos do 
Asilo dos Desampara­ 
dos de Bela Vista 
nesta terça-feira , 
por volta das 10:00 
hs. 
O Delegado de Po­ 
lícia José Raimundo 
Nos últimos dias 
em nossas cidades , 
ocorre um fato de 
certa forma, inusita 
do, ou seja, há em 
diversas localidades 
aquilo·que caracteri 
zo como Síndrome do 
Arrastão. 
Pinto Filho informou 
que a Polícia foi co 
municada que havia 
um cadáver às mar 
gens da Avenida Teo­ 
doro Sativa, saída 
para o bairro figua 
Doce, chegandc;) ao 
local encontraram Ge 
nésio Vargas ainda 
com vida, semi-dego­ 
lado e com perfura - 
cão na traquéia, ime 
diatamente ele foi 
reovido para o Hos­ 
pital São Vicente de 
Paula e conduzido pa 
ra a sala de onera 
c;âo na mesma hora 
Pelos vestígios en - 
Dépois do arran­ 
jo realizado no Rio 
de Janeiro, tendo 
em vista deslocar a 
preferência munici­ 
pal pela candidata 
à Prefeitura, Bene­ 
dita da Silva, que 
até aquele momento 
centrados no local, 
possivelmente a ten 
tativa de homicídio 
ocorreu durante a 
noite em virtude de 
uma briga. A roupa 
da vítima estava to 
da rasgada e ensan­ 
guentada, até o fe­ 
chamento desta edi­ 
cão, por volta das 
13:00 hs, ele ainda 
estava na sala de g 
peração. 
. A Polícia está 
investigando o ca - 
so, por enquanto a­ 
inda não hã nenhuma 
pista nem testemnu - 
nhas do caso. 
ft Síndrome. do Arrastão 
tinha a preferência 
popular demonstrada 
pelas pesquisas de 
opinião, pois a par 
tir do ..ão o c..­ 
didato adversário 
começou a subirnapre­ 
ferência culminando cm 
sua vitória . ..PAGINA/07 
TORNEIO INCENTIVO ABERTO DA llCiA ESPORTIVA BELA VISTENSE/92 
PÃG.INA - 04

Vestibular Cesup/93 
partir do prózimo dia 0 de dezembro, estarão ater a 
a incri;oe para o VESTIBULAR UNIFICADO CESUP/JANEIRO/93 
erão 12 cursos superiores, com número de vagas limita­ 
do, colocados a disponiçâo de ·tudantes da Capina!l,interior 
e até de outros Etadons. 0n interessados poderão e inscre - 
ver no CESUP (Pua Ceará, ))), Bairro Miguel Couto) ou na Ma- 
coe (travessa MACE , 49, centro), das 08:00 as ll:30, das 
13:00 às 16:00 o da 19:00 ã 21:00. A taxa de inscrição é 
de Cr$ 100.000,00. 
A; inscriçoos encerram dia 8 de janeiro do 93 e ao pro 
vas começam no dia 18 desse mesmo mes, à 19:30 com as pro­ 
vas de : Língua Portuguesa e Literatura Brasil·ira, Redação, 
P[nica e Biologia. No dia equinte, ou seja, dia 19 de janei 
ro do menmo horário (19:30) serão realizadas as seguintes 
provas: Língua estranqeira (ingles e espanhol), matemática , 
Química, lli:itória, Geogruíia e OSPD. 
São necessários para a inscrição, os seguintes docurnen­ 
tos: Carteira de Identidade (Fotocópia) , comprovante de paga 
monto da taxa de inscrição e duas fotos tamanhos 3x4 (iguais 
e recentes). 
CURSOS OFERECIDOS: 
Curso de Graduação de Professores - Licenciatura plcna,200 
vngao, turno noturno. Habilitação: Administração. 
Curso Superior da Tecnologia Elétrica - modalidade: eletro 
tCcnica - 120 vagas, turno: noturno. 
Curso Superior de Tecnologia da Construção Civil. Modal ida 
de: Ediíicações - 100 vagas, turno: noturno. 
* Curso Superior de Tecnologia Elétrica - Modalidade: Telec~ 
municações - 120 vagas, turno: noturno. 
'Curso de Arquitetura e Urbanismo com 50 vagas no período - 
matutino e 30 vagas no período noturno. 
* Curso de Engenharia de Agrimensura com 50 vagas para o pe­ 
ríodo noturno. 
Curso de Administração com ênfase em análise de Sistemas - 
para 80 alunos no período noturno. 
* Curso Superior de Tecnologia em Processamento de Dados pa­ 
ra 80 vagas no período diurno. 
* Curso de Ciências Biológicas com ênfêS~ em Ciências Arnbien 
tais (Bacharelado e Licenciatura Plena), para 60 alunos no 
período diurno. 
* Curso de Matemática com ênfase em Ciências da Computação - 
(Bacharelado e Licenciatura Plena) para 60 alunos no período 
noturno. 
Curso de Geografia com ênfase em Planejamento Regional {Ba 
charelado e Licenciatura Plena) para 80 alunos no período n2 
turno. 
* Curso de Letras (Habilitação em Português, Inglese Litera 
tura Licenciatura Plena) e (Habilitação em Tradutor de 1n­ 
gles e Intérprete em Inglês - Bacharelado). São somente 80 
vagas para o período noturno. 
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1 
===============----- 
UMA ESTRELA BRILHA NA 
CONSTELAÇÃO DE MS

. .,. A- 
1' 
PROSSI: TEMOS NOJO E RIVA M MISÉRIA 
Programa para acabar com Favelas da Capital 
O Covcrnndor Pedro Pcdron 
sian afirmou, durante a oleni 
dade de assinatura de convênio 
que garante fornecimento de a­ 
[imentos para o Hospitais be­ 
neficentes de Campo Grande,que 
a partir de janeiro lançará um 
programa para acabar com as fa 
velas que se espalham pela pe­ 
riferia da Capital. 
Segundo ele, esta será a 
grande arrancada para a erradi 
cação da miséria no Estado. 
"Nesses dois anos vou mo­ 
dificar completamente este Es­ 
tado. Vamos criar aqui um mun­ 
do difrrente", assegurou. 
Em discurso em que foi in 
terrompido diversas vezes pelos 
aplausos dos presentes à sole­ 
nidade, na Governadoria, • Pe­ 
drossian adiantou que " a par­ 
tir de janeiro vamos assentar- 
250 favelados por mes em Campo 
Grande e, com a ajuda do futu­ 
ro prefeito, em dois anos va 
mos eliminar completa - 
mente as favelas de Campo Gran 
de, que começa a ser sitiada - 
pela miséria". O Governador Pe 
dro Pedrossian defendeu ainda= 
a necessidade de se· planejar o • 
crescimento da Capital, e nes­ 
se sentido assinalou: "Temos u 
ma filosofia de impedir que 
Campo Grande continue a cres­ 
cer desordenadamente. Temos de • 
fixar o homem no interior, mas 
fixá-lo com dignidade e com to 
das as condições para ele viver 
bem e poder enfrentar o futuro~ 
"Temos nojo e raiva da 
miséria. Não suportamos a mi­ 
séria. Isso é uma ofensa à nos 
sa consciência", afirmou o Go­ 
vernador Pedro Pedrossian, des 
tacando que muitas das ações e 
xecutadas e a serem lançadas= 
em seu Governo têm a preocupa­ 
cão com essa questão. Pedros­ 
sian falou também de diversos­ 
outros assuntos. A seguir, um 
Governador Pedro Pedrossian 
resumo dos principais pontos a 
bordados: 
EDUCAÇÃO - "Estamos realmente­ 
fazendo uma revolução, porque­ 
é através da Educação que va 
mos modernizar este Estado.Mon 
tamos uma equipe sensacional= 
que está mandando a rotina às 
favas. Estamos lutando desde - 
os primeiros dias, a fim de q/ 
a nossa Universidade continue­ 
se interiorizando e novas fa­ 
culdades sejam instaladas em 
Aquidauana, Naviraí, Jardim,Pa 
ranaiba e Coxim". - 
SAÚDE - "Na parte da saiide o 
que se distribuiu no passado - 
foram ambulâncias. Com isso os 
doentes do Estado inteiro vi 
nham para Campo Grande e, des­ 
sa forma, não há Santa Casa q/ 
resista, nem hospital que che­ 
gue". Para resolver esse pro­ 
blema, o Governo vem construin 
do, com recursos do Tesouro Es 
tadual, 20 hospitais, sendo q/ 
os de Paranaíba, Ponta Porâ e 
Corumbá estão quase prontos. O 
Hospital Geral de Campo Grande 
com 350 leitos, está sendo exg 
cutado a todo vapor, cor 
visão de inauguração para 
lho de 94. 
r ,_ 
ju- 
SEGURANÇA - "A nossa polícia - 
vem cumprindo o seu papel e há 
de cumprir melhor no futuro pa 
ra que as nossas famílias e­ 
jam prot gidaa. Paro garantir­ 
o aperfeiçoamento do serviço 
prestado nessa área, o Governo 
concedeu importantes melhorias 
alariais aos policiais, e re 
equipou as policias com novas­ 
armas e viaturas. Criou ainda, 
Tropa Ostensiva de Repressão 
Armada (Tora), que oferece po­ 
liciamento ostensivo 24 horas­ 
ã população da Capital". 
AGRICULTURA - "O nosso Estado­ 
e viavel; e um Estado produtor 
Lancei aos produtores um gran­ 
de aceno (os programas de Novi 
lho Precoce e o Terra Viva)mas 
nossa, própria estrutura fun­ 
diária não permite o desenvol­ 
vimento Então estamos encrava 
dos naquela produção de menos= 
de quatro milhões de toneladas 
de grãos, o que é uma vergonha 
porque estamos bem situados­ 
junto a vários Estados e a ou­ 
tros palses integrados nesse - 
processo do Mercosul. A nossa­ 
produção não avança porque não 
conseguimos ainda mexer sufici 
entemente na cuca do nosso so­ 
frido produtor. Mas o agricul­ 
tor está amparado, e vamos pro 
duzir!". ­ 
MEIO AMBIENTE - "Estamos estu­ 
dando a elaboração de um proje 
to ambiental. Queremos prote­ 
gero meio ambiente. Esses rios 
estão sendo degradados, muitas 
vezes pelo próprio pescador , 
que não tem culpa disso. Vamos 
adotar medidas que vão prote - 
gero meio, vamos ajudar o pes 
cador, -o profissional que vive 
da pesca, e já temos para ele 
um projeto com Câmaras Frigorí 
ficas onde eles ( os pescado 
res) tiverem sindicatos. 
Vamos montar um setor de 
distribuição aqui em Campo- 
Grande, e aquilo que no for 
vendido o Estado vai absorver­ 
para atender aquelas camadas - 
mais caren es". 
MENINOS DE RUA -- "Tudo na vida 
• jogo de pressão e contra­ 
pressão, e sofro uma pressão - 
permanente na minha casa, quan 
do tomo café, quando almo/o 
qu ndo jan o. 
f,o problema do menor a­ 
bandonado, da miséria e da dro 
ga que está degradando a nos­ 
sa sociedade. Minha mulher é 
una guerreira admirável, cheia 
de ideal e nós vamos ampará-la 
Maria Aparecida Pedrossian 
Quando digo·nos e toda a 
sociedade. 
Não vamos deixar nenhum 
menino de rua, vamos identifi­ 
car todos os meninos de rua de 
Campo Grande, arranjar um pro­ 
jeto que seja pessoal, um pro­ 
jeto de dignidade para assegu­ 
rar o futuro dessas crianças. 
~ uma briga sem trégua. 
Vamos colocar todo o no­ 
so esforço e toda a nossa 
cidade nessa luta". 
Dersul limita Tráfego 
de Carga Pesada na 
Rodovia MS-325 
Veículos com carga acima de tres tone­ 
ladas estão proibidos de trafegar pela rodo 
via MS-325, trecho entre o Morro do Azeite­ 
e Estação Carandazal, na região do Pantanal 
A medida adotada pelo departamento de 
Estradas e Rodagem de Mato Grosso do Sul, é 
necessária em função das obras de recupera­ 
çãoe construção de pontes que estão sendo e 
xecutadas num trecho de 24 quilômetros. 
Segundo o Dersul a decisão foi tomada­ 
porque as condições de tráfego nos desvios- 
existentes são precárias. _ 
A limitação· terá uma duraçao de 
dias e neste período, somente poderão 
sitar no trecho veículos ou caminhões 
carregados, desde que não ultrapassem 
mite de tres toneladas. 
AS obras fazem parte do serviço de re­ 
Cuperacão da estrada, para facilitar o tran 
sito no local. 
Na região, o Dersul está realizando ser 
viços de recuperação da rodovia e, conse­ 
quentemente, das pontes de madeira existen­ 
tes, bem como implantando pontes de concre­ 
to. 
90 
tran­ 
des­ 
o li- 
MDÇONDRIII PROP- COUIBORIR COM 
O TRDBDLHO DD PROMOSUL 
Ao discursar 
durante a solenida­ 
de de assinatura de 
convénio que marcou 
o.lançamento do Pro 
grama de Apoio Ali­ 
mentar a Hospitais­ 
Beneficentes,o grão 
mestre da Grande Lo 
ja Maçonica, Heitor 
Rodrigues Freire, a 
nunciou que a Maca= 
naria pretende cola 
borar com a Funda 
cão de Promoção So 
cial de Mato Grosso 
do Sul (Promosul)no 
trabalho desenvolvi 
do junto aos meni­ 
nos e meninas de 
rua. 
Freire disse - 
que já solicitou ao 
Presidente da Funda 
cão Lowtons de Edu­ 
cacão e Cultura(fun 
lec), Adone Collaço 
otovia, para que 
entre em contato c/ 
a Presidente da Pro 
mosul, Maria Apare= 
cida Pedrossian, pa 
ra acertar detalhes 
dessa integração. O 
Grão-Mestre expli­ 
cou que eles mantém 
diversas escolas em 
Campo prande e no 
Estado, e a inten - 
cão é "aproveitar - 
melhor uma área de 
300 hectares que te 
mos na saída p/ Te­ 
renos,:logo após o 
Frigorífico Bordon­ 
(Swift Armour). De­ 
senvolvemos ali um 
trabalho de ensino­ 
rural,,e como temos 
espaço'pretendemos­ 
runpliar esse atendi 
mento e possibili- 
tar que a Promosul 
tenha um local para 
promover a retirada 
dos meninos das 
ruas, e dar-lhes u­ 
ma educação efeti 
va". 
Segundo Heitor 
Freire, a Maçonaria 
trabalha apoiando - 
instituições filan­ 
trópicas e as ações 
do governo na área­ 
social. Ele ressal­ 
tou,no entanto, que 
"essa é a primeira­ 
participação osten­ 
siva da Grande Loja 
Macônica". Heitor­ 
Freire disse ainda: 
"Estamos ajudando o 
Governo do Estado - 
numa área tão caren 
te e que passa por 
tanta dificuldade 
com este trabalho - 
P R E C O D O 
CR$ 
EXEMPLAR 
4.000,00 
Crianças Hoje, o Futuro Amanhã 
que estamos inician 
do, com a nossa par 
ticipacão efetiva. 
No Convénio as 
sinado, a Grande Lo 
ja Macõnica terá a 
função de servir co 
mo interveniente. A 
ela caberá coorde - 
nar e acompanhar a 
execução do convê 
nio, "administrando 
a distribuição e en 
trega dos gêneros a 
lirnentícios e avali 
ar, periódicamente, 
a necessidade de re 
visão das quantida­ 
desde cada género, 
ou da especificação 
dos itens em função 
do número de pessoas 
a serem atendidas". 
As entidades benefi 
centes atendidas e 
lo Convênio terão= 
que comprovar men­ 
salmente a utiliza­ 
cão dos produtos for 
necidos. - r , 	-_ -_ -_ -_ -_-_ -_ -_ -_ -_ -_ -_ -_ -_ -_ --:- -_ -_ -_ -_ -_ -_ -_ -_ -_ -_ -_ -_-::,-_-::,-_-::,-_::- _ 
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• 
-------------------------------------------------------:-::--~---Ã-- 
TORNEIO INCENTIVO ABERTO DA LICiA ESPORTIVA BELA VISTENSE/92 
A D 
f,1.J ,, • ' 
•. t· /,, ( 
l '! 
RE<iULAMEHTO 
A Diretorfa da Liga Esportiva Jelavlstense, virando estimular a prática 
desportiva e promover o congraçamento da octedade através dons meios que lhe 
compete administrar, resolve real1zar o Torn lo Incentivo Aberro de 1992, com 
o egufnte Regulamento; 
Art. lD - O Tornr!o Incentivo aberto do 1992, será real!zado nas modal1da­ 
den de FUfEllOI., FUTEIJOI. Olc SALÃO, e VOI.E!HOL MASCULINO e FEMININO, com tabela 
de Jogos d1rtgtda em datas especIf fcadas. 
Art. 2e - Ao rodndos don jogou ner~o TRIPLAS, sempre que possível com uma 
partido de voleibol moocnllno ou feminino no ~ltimo jogo da noite. 
Art, 32 - Terão condição de Jogo todos os atletas que estiverem Inscritos 
na listagem offetal, até a realtzacão do I! j0o da equlpe no competiçno, qun!:1. 
do não mais serão permltJdas novao inclusões. 
$ hnlco - Poderão ser inscritos atletas que residam por motivo de estudos 
ou de trabalho, fora do município de Dela Vista. 
Art, 4g - A equipe que por qulnquer motivo abandonar n competiçio, notes 
do llCU término oficial, terá os seuo atletas e dirigentes SUSPENSOS por 60 di 
uo, de todo a atividade du Liga Eoportiva e dos clubes pelos quais esteja in! 
crito oficialmente. 
Art. 59 - Os critério para cada modalidade em disputo estão contidos nos 
regulamentos específicos, que complementam este Regulamento. 
Art. 6g - As eventuais ocorrências disciplinares serão julgados pela Junta 
do Justiço Desportiva, da Liga Esportiva Belavistcnse os problemas regulamen­ 
tares omissos, serão decididos pela Diretoria da Liga e o Conselho Arbitral 
dos Clubes ou equipes participantes. 
Art. 7g - Todas ns modalidad~s em disputa serão regidas pelas Regras Inter 
nacionais, obedecendo as normas contidas neste regulamento. 	- 
Art. 82 - Haverá uma tolerância de 15 minutos, para o início do 12 jogo do 
noite, seja ele de qualquer modalidade e que esteja estabelecido na Tgbela 
previamente elaborada. 
Art. 9g - A eventualidade de acontecer a inscrição de um mesmo atleta na 
relação oficial de duns ou mais equipes, serã resolvido sumariamente com a 
presença do atleta envolvido na secretaria da Liga Esportiva, quando deverá 
fazer a sua VERDADEIRA OPÇÃO por escrito. 
§ Onico - Ficará impedido de fazer a sua OPÇÃO, o atleta que, devidamente 
UNIFORMIZADO no local do jogo e constante da Súmula tenha sido considerado 
presente na competiçaÕ 
Art. 102 - Os regulamentos específicos de cada modalidade, ficam assim es­ 
tabelecidos: 
} Me!±or +e1 d!stp!!ar. 
c) A categorta felnt. ar disputad por 
e Returno, a, rando-se c. pi a 	e q u i p e que 
no 
tos 4 a n h o s . 
d) r. .. L HJ 
eqa!es, p lo 
obt!ver o aler 
1) FUTEBOL: 
a) Os participantes serão divididos 
com 4 equipes em cada, jogando entre 
cando-se DUAS equipes por chave para 
tos ganhos. 
b) Em caso de duas ou mais equipes terminarem empatadas, o desempate 
decidirá pela forma seguinte: 
1) Saldo de gols 
2) Confronto direto na fase 
J) NÜmero de vitórias 
4) Menor número de ocorrências disciplinares 
c) Os jogos terão início impreterivelmente, às 15:00 horas - para o 1g fo­ 
go e 15 minutos apos o seu termino devera ser iniciado o segundo jogo da roda 
da. 
d) O atleta ou dirigente expulso da partida por agressão física à qualquer 
participante ou dirigente, ·sera SUMARIAMENE ELIMINADO da competição indepen - 
dente de julgamento pela Justiça Desportiva. 
e) Durante os jogos serão.permitidos OS substituições inclusive o goleiro. 
f) Todos os recursos impetrados, deverão dar entrada na secretaria da enti 
dade dirigente ate 24 horas após a realização do jogo e deverá ser acompanha= 
da do comprovante de depósito na conta da Liga Esportiva no valor de Cr$ 50 
000,00, no banco credenciado. 	• 	• 
g) Os jogos ou rodados adiadas por motivo de mau tempo, serão automatica 
mente transferidos para o primeiro feriado da semana seguinte e não havendo 
pura o final da tabela dos jogos. 	• 	' 
h) Todas as atribuições inerentes a cada departamento da Liga Esportiva 
tais como arbitragens, mesários, policiamento, serão providenciados na melhor' 
forma possível. 	. 
1) As finais do certame, serão decididos com a realização dos jogos ENTRE 
SI, envolvendo os_4 classificados, sagrando-se campeão o clube ou equipe que 
obtiver o maior numero de pontos ganhos, decidindo-se o empate pelos mesmos - 
criterios da fase eliminatória. 
j) Os casos omissos serão resolvidos pela diretoria. 
2) FUTEBOL DE SALÃO: 
a) Os participantes serão divididos em DUAS CHAVES de 5 equipes 
sificando-se as duas primeiras colocadas para a fase final. 
b) Em caso de empate entre duas ou mais equipes, o desempate·se 
seguinte criterio: 
1) Saldo-de gols 
2) Confronto direto na fase 
3) Nümero de vitórias 
4) Menor nümero de ocorrencias 
c) Os jogos terão início impreterivelmente no 
bela, permitindo-se uma tolerância de 15 minutos 
em DUAS CHAVES denominadas "A" e "B" 
si nas chaves correspondentes, classifi­ 
o fase final, pelo critério de maior po~ 
se 
te. 
d) O atleta que receber 3 cartões amarelos, será automaticamente suspenso 
por uma partida. 
e) O ~tleta ou dirige1;te expulso da partida por agr2ssão, será sumariamen­ 
te ELIMINADO da competiçao, independente de julgamento pela Junta de Justica 
Desportiva. 
f) Todos os recurso_s impetrados, deverão dar entrada dentro de 24 horas na 
Secretaria da entidade dirigente, acompanhado do comprovante de depósito 
conta da Liga Esportiva Belavistense no valor de Cr$ 50.000,00. 
g) A atribuiçao de pontos se dará por: 
1) VitÕria 2 pontos 
. 2) Epate...........l ponto 
h) Os casos omissos serao resolvidos pela diretoria. 
disciplinares 
horário ~stabelecido pela Ta 
para o primeiro jogo da n6i- 
3) VOLEIBOL: 
a) A categoria masculina será 
classificando-se as 
disputada com jogos 
b) O c.ritério de 
seguinte: 
disputada em DUAS CHAVES de 3 equipes cada 
duns primeiras de cada chave, para a fase final, que será 
entre si e com as equipes voltando a ZERO PONTO. 
desempate na fase de classificação se dará pelo critério 
!) Número de vitórias 
2) ~I.J.ior número de sets ganhos na fase 
3) Saldo de pontos nos "sets" jogados 
cada, elas 
dará pelo 
na 
DISPOSIÇÕES FINAIS 
Art. Ilg - Serão prefados os campeões, vIce-capeies e 32 colocados de 
cordo com a categoria a seguir: 
1) Futebol- Capeio, VIce e 3g colocado 
2) FUTSAL - Campeão, Vice e 3 colocado 
J) VOLEIBOL MASCULINO - Cpeão e Vice 
4) VOLEIBOL FEMININO - Capeão e Vice 
Art. 12g - Os troféus e premfos de que! trato o artigo anterior, servirão 
para homenngear, pol!ticon e dirigentes esportivos, que prestaram relevantes 
servicoe ao desporto local, 
§ On!co - Os homenageados, serão convidodoa pela diretorfa da Liga Espor­ 
tiva Belavistense e comunicados oficialmente, 
Árt. 132 - Todos OR jogos de voleibol serão disputados cm MELHOR DE 02 
SETS VENCEDORES, excessão feita ao disposto no art. 109, letra "D" dente re­ 
gulnmento. 
Art. 142 - A ordem dos jogos está estabelecida nas tabelas e na tabelai! 
ral, que faz parte deste regulamento. 
Art. 15g - Para o melhor desempenho da promoção, consideram-se todos os 
1 
participantes, ATLETAS, DIRIGENTES, conhecedores da LEGISLAÇÃO DESPORTIVA E 
DAS REGRAS OFICIAIS, não podendo em hipótese algur.ia ser alegada ignorância 
em defesa de atos praticados e contrários às suas disposições. 
Art. 169 - Todos os casos omissos, serão decididos pela diretoria, sempre 
que possível em Conjunto com o Conselho Arbitral das equipes participantes. 
Are. 172 - TABELA DOS JOGOS: 
Tabela Geral dos Jogos 
l'ORN'Y.IO INCF.NTIVO ABERTO DE 1992 
DATA 	MODALIDADE 
02.12 	VOLEIBOL FEMININO 	ALI.Af;ÇA "A" 
03.12 	VOLEIBOL MASCULINO 	POUSADA 
09.12 	VOLEIBOL FEM1 Nl/10 	FLAMENGUIHO 
11.12 	VOLEIBOL HASCULI/;0 	CACIU'S 
14.12 	FUTEBOL DE SALIO 
.ron:BOL DE SALO 
VOLEIBOL FEMININO 
21 DE ABRIL 
PRIMAVERA 
ALIANÇA "A" 
16.12 	FUTEBOL DE SAÚO 
FUTEBOL DE SALÃO 
VOLEIBOL MASCULINO 
SESSENTA EC 
CASA JUANI 
TRIBllliA 
18.12 	FUITBOL DE SAÚO 
FUTEBOL DE SALÃO 
VOLEIBOL FEMININO 
MASTER 
BETRA RIO 
ALIANÇA "A" 
21.12 	f1ITTBOL DE SALÃO 
FUIEBOL DE SALÃO 
VOLEIBOL MASCULINO 
PRL'!AVERA 
A.A.B.B 
SESSENTA EC 
23.12 	FUITBOL DE SLO 
FUTEBOL DE SALÃO 
VOLEIBOL FD!ININO 
CASA JUANI 
SESSENTA EC 
5.4 
28.12 	FUTEBOL DE SALÃO 
FUTEBOL DE SALÃO 
VOLEIBOL MASCULINO 
30.12 	FUTTIOL DE SALO 
FUTEBOL DE SALÃO 
VOLEIBOL FEMININO 
SANTA RITA 
21 DE ABRIL 
BEC'S LANCHES 
08.01.93 . FUIEBOL DE SALÃO 
FUIEBOL DE SALÃO 
VOLEIBOL FEMININO 
A.A.B.B 
PRIMAVERA 
FLA'ENCUINHO 
• unco 
HASn:R 
SESSENTA 
11.01.93 FUTEBOL DE SALÃO 
FUIEBOL DE SALÃO 
VOLEIBOL FU!ININO 
13.01.93 FUITBOL DE 5 O 
VOLEIBOL MASCULINO 
VOLEIBOL FEMININO 
f1ITTBOL DE SAÚO 
BEIRA RlO 
21 De ABRlL 
ALIANÇA "B" 
15.10.93 
18.01.93 
VOLEIBOL MASCULINO 
VOLEIBOL FEMININO 
Fl/1'.EBOL DE SALO 
20.01.93 
22.01.93 
25.01.93 
VOLElBOL MASCULINO 
VOLEUOL FEMININO 
FUITBOL DE SALÃO 
VOLEIBOL MASCULINO 
VOLEIBOL FEMININO 
FlTIEBOL DE SA O 
VOLEIBOL MASCULINO 
FUTEBOL DE SAúO 
VOLEIBOL MASCULINO 
SESSENTA EC 
12 A 
ALIANÇÃ TT T 
A.A.B.B 
19 B 
S" 
1g A 
22 p 
FLA'ENCITo 
li'.' 8 
22 
ALIASÇA "A" 
PERDEDOR 
22 A -- 
- 
J0CO 
X S.4 
X . BEC' S LANCIIES 
X ALlAWA "B" 
X GRAJ 
X A.A.B.B 
.X NÃUTICO 
X ALIANÇA "B" 
X SAN!A RITA 
X C'RAJ 
X POPSADA 
X 21 DE ABRIL 
X NÁUTICO 
X fLAHúS:C.111 Nl!O 
X SA.'l'IA RITA 
X GRAJ 
X CACIU'S 
X HASTER 
X BEIRA RIO 
X ALIANÇA "B" 
X N UTICO 
X CRAJ 
X TRIBUNA 
X CASA JU'AI 
X BEIRA RIO 
X 5.4 
X SESSENTA EC 
X CRAJ 
X C'RAJ 
X SA!iTA RIJA 
X • CASA JUA.'II 
X FLA!ENG1O 
X PR!!1AVERA 
X 29 B 
X ALIA!ÇA "G 
X MAS TER 
X 2<.? A 
X ALLANÇA "B" 
X 29 
X 19 B 
X S.I. 
X 2!:J A 
X 
U! B 
X 5.4 
X 
%9P" 
X 
<nil'OHEMIES IlAS ClA VES POR KlllALlllADE 	B 
'OLE1ROL MASCULINO 
- 	FUTEBOL. - TABELA 
CHAVE A 	CHAVE A - FLUMINENSE - CRI 
- JUVENTLDE - MASTER 
Pousada da Fronteira 
CHAVE B 
- A.A.B.B - 
21 DE ABRIL - RACIG - 6O EC 
I'r!buna da Fronteira J..Q 	06.12 
FLUMINENSE 
BEC'S Lanches 29 	A.A.B.B 
X 
CRAJ 
X 
21 DE ABRIL 
CHAVE B 
> 
13.12 
RAC1NC 
Cactu' s lnnchonete 
JUVENTUDE 
X 
SESSENTA EC 
CR..J 
lQ 
X AS TER 
Sessenta tC 
2Q 	20.12 
JUVENTUDE 
A.A.B.B 
X 
FLUMINENSE 
FUTEBOL DE SALÃO: 	X RACIC 
+AVE T. 
27 .12 
, E 
X SESSENTA EC 
Sessenta EC 	X MAS TER 
Bcl.rn Rio 
J..Q 
03/01/93 
JUVENTUDE 
X GRAI 
Santa Rita 	22 
RACIXc 
X 21 DE ABRIL 
Náutico 	10.01 
FLUMINENSE 
Pousada da Fronte!ra 
A.A.B.B 
X ASER 
OIAVE B - 	X 5!:SS:'.1.'TA EC 
A.A.B.B. 
17.01 
SEI FlXAIS 
21'de Ar!I 	li! 	12 CHA'E A 
X 22 CHA'E B (JOGO li 
CRA' 
22 	lQ qLVE B 
X 
22 CHAVE A (COCO 2) 
Master 
24.01 
FIXAIS 
Casa Juan! 	PERDEDOR J0co 1 x 
PERDEDOR 
VOLEIBOL FEITO 
EXCEDO J0cO 1 x 	JOGO 1 
PERDEDOR JOGO 2 
JOCOS ENTRE SI, COM TRO E RETRO 
Parttctpantes: 
Capelo 
CAPEIO 
A1Lança elav!stense A 
A1Lança Belavstense B 
VIce 
VICE CAPEI0 
Exportadora S 4 
Flarenuin!o 
32 COLOCADO 
,...... Po:-it.os Coeridos 
a r-. a 
- 
' 
GANHADOR 
VEC. A 
X 
X 
CAXHADOR 
VEC 
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CDRIICOL EM 
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A bela ntrlz e c,odclo Sl lvana Llna
1 
n:rn lentes do fotógr:ifo ~,nuct Cullll.'lriics 
d 	d o d u t 
e. capacidade, 
contribuir uito, por isso 
t ando sua confiança. 
rI . a 
pre 
! ldir Godoy nunca pensou e o 
lítico porque sepre foi um h • 
políticamente. Como Caracol ti.ha um c 
didaco à prefeito que vinha trabalhando 
há r is de oi o anos, e levava com ele 
fam de que era o melhor em Curacol, 
não havia adversário pera enfrentá-lo ·n- 
t ã o começou a procur. d e 	u m 	s e c u n d o 	c a n d i 
da o co:--.'J no início do ano de 1992. !vi 
íorr-wdo o p rtido pol 1 ico :,cnuo o p ,t:l 1- 
do do PIB. Suraiu o candidato especado 
qu0 é Vil ldir Codoy, Ull'.1 surpr :iil p;,r, ,1 
população caracolense, 
Colocou crn pauta Valdir Godoy: ~ou ciln 
didato pela coligação PTD e PFL, pdrR r•­ 
prcscntar Caracol, e d•fcndcr a pcpulaçn~ 
Fico aqui pensando, será mesmo derrota 
para Val<lir, um honem que nunca pensou m 
sor um político? Entrando apenao tróu ~a­ 
ses antes do dia três de outubro. 
Será mesno uma grande vitória para o 
adversário que vinha trabalhando há mais 
de oito anos. 
Fico aqui ponoando e repensando: Quem 
6 o rei do voto daqui para frente, é o PM 
DB ou a coligação PTB, PPL. (J .D.C) 
Recados do Coração 
Aoa Cr1st1nn Jnra, 
AfLro que não te quero, que h.i muito Já te pi;quccl. M.1.:;, 
quando r.:enos espero, roe encontro pensando em ti. (S. Aldal.r) 
Rosa J., 
Você não é droga, mas estou viciado em você. Vê se r.e pcr-­ 
cebc. (Garoto do Futuro) 
Calrn, 
Resta ~o mir.1: una vontade ú:lensa de te dizer que te odoro , 
mas falta em mim a coragem de adftir que voce não me perten­ 
ce. (Anante AnonLo) 
Keler, 
. Depols de tudo que voce oe falou, cu ainda te aco. Vou te 
ligar. Aguarde. (Alguém) 
Pauto, 
Quando estou com você meu coração dispara, Quando estou se 
vocc ele para. orena) 
gu1na1do, 
Fazem tres meses que estou apaixonada por você e voce ncn 
percebe. (Apaixonada) 
Jullo, 
Espero que voce seja cuito feliz. Cato até a prÓx.1.na. 
(As!r,a) 
ll 
e 
e 
Ma!ra, 
Ve se não esquece de olm, pois eu nunca. te esquecerei. 
(Alr .. =·' 
DESFILE 
80 SÉRIE 
Um desfile de mo - 
das está sendo prepa­ 
Iado para o próximo 
tnes de dezembro. A i­ 
niciativa é do Promo­ 
tor de eventos e colu 
nista social Froilan - 
Cardoso. caracol veri 
!!!ais uma vez a revela 
ão caracolense na 
Passarela Mariluce Gu 
tieres, que está sen­ 
do convidada para par 
ticipar de Desfile em 
Jardim, Antonio João 
e Porto Murtinho. 
A 80 série estã de parabéns, por tão lindo espírito de campa 
nheirismo que se instalou na classe. Entre outros eventos destã 
camas: a festa na chácara do Sr. Jobe. E por último agora are­ 
velação do amigo secreto feito na residência da Nena. 
Realmente, ambas as festas sempre bem organizada, destacamos 
também a medalha de melhor torcida dos jogos internos da esco - 
la. Teve atê a bandeira trazida pelo amigo Deluqui. 
continuem sempre assim, ·felizes e contentes, pelo exemplo de 
bons alunos, quero ver todos vocês da 80, no lo do 20 Grau. 
Parabéns e continuem sempre unidos. 
. UMA NOITE INESQUECÍVEL 
Muita gente bonita esteve marcando presença no Baile no Clu­ 
be do Laço Retiro do Caracol, que estava animado pela moçada 
nesta vez os jovens ganharam espaço no Baile, cadê os casais, 
que nãoapareceram no baile? Sentimos a falta de vocês. 
OS JOVENS MAIS APAIXONADOS 
I.ú, 
O or.:or é cego. A amlzade fecha os olhos, CA.lgué,:,) 
Azer, 
Voce est.ava uc gato, no baile. Que penlnha que você não re 
deu a nfnuoa. (Pant:cra Cor de Rosa) 
K.L.L., 
Tudo pode passar, os ccses, os anos, ca.s voce ser.i lnesqu! 
cível. Te ar..o. (T.H.O) 
~1 
r 
- l 
-1 
Celso serena Keller, Flavio e Renata 
tiene e Paulo Édeson, Mariluci e Nivaldo. 
OS CASAIS DA SEMANA 
************///************* 
O casal mais apaixonado: Ailtom, Solange 
O casal mais simpático: Neco, Dudá 
O casal mais sumido: Cleir, Jari 
Os mais desaparecidos: João Vieira e Cuca 
o mais solitário: Juliano 
Edital de Proclamas 
O Sr. João Ar.t3dio Vieira, O!icial do Cartório de Paz: e 
Registro CIvII de Caracol-S., faz saber que pretendem se 
casar e apresentaran os docurentos ex!idos pelo Artigo 
180 do Codlgo Civil Bradlelro: 
l - PAULO EDSON SILVA ll'XAS e ETID'.E OVEUR DA SILVA , 
ele br.1s1lclro, solteiro, l:!.ll{or-, filho de Rayr.rundo Pe:-elra 
de Lunas e de Marta de Lou.rde.s d.1 Silva. Umas, residentes 
e domiciliados nesta ctda.de de Carncol•HS, el.:1, brasilei - 
rn., solteira, estudante, filha de Job Du.lrte ~a Silva e 
de. Eflgenta Ovelar da Silva, restdc.nt.cs e do::i1c111ados ne!_ 
t..l cidade de Caracol. 
Se alguém souber de algum 1.opedl.r.:e.nt.o que oponha-se OI 
forr.ui da Le 1. 
j 
João Aciidto Vlelra - o Oficial 
Corac,,1-~IS., 23 de Novembro de 1992 
MOTOR E] 
Retífica em Geral: 
a#amenos {12) 
• ENTREGAMOS SEI! CARACO RAP1D I N!!O ! 
* CO!.OCAÇÃO GRATUITA! , 
* MOTOR COH CAR/NTI , ! 
l e 
CAMPO GRANDE - MS 
Rua 13 de Maio, 3.709 
em Frente a Santa Casa 
Fone • 383-2517 e 384-4464

II{ AO E10A. 
l. ,,: 
Encobrimento 
e Impunidade 
Talvez nunca, na hftorla do parlamento brasIleIro, tenham ocorrido doía 
eptádfow to deprimentes quanto foram an CPI da Nec e da Vasp. Eta ült!­ 
ma, então, atInIu a ralas do Impensável, 'Tornou-se palco de IndescritI 
vef, manobras e manipulaçõen: um verdadeiro processo de obstrução da Justl­ 
ça, de encobrimento poltlco dos responsáveis pela entrepa do valioso patI! 
tônlo piblfco a aventureiros e aproveitadores que, como e vê, em poucos e 
en, o abalaram, d1lapidaram e, praticamente, destruíram, 
Mais que triste, foi repugnante ver uma CPI do Congresso prestar-se ao 
papel de Instrumento da Impunidade, de encobrimento das responsabilidades 
do Sr. 0restes QuércIa, de Canhedo, de procuradores do Estado de São Paulo 
e da Fazenda Nacional e um sem-nmeros de cúmplices Implicados naquela tran 
aço ombrfa. Foram, porém, tão escandalosos os fatos que, apesar de tudo, 
nll vlernm i tona que, para Jgnorar os parecercn das subcomissões que apon­ 
tavam responsabilidades criminais contra aqueles envolvidos, o relatório fl 
nal da CPI, depois de um empate de ,;eio II seio, foi aprovado por um insóli: 
to voto duplo do relntor integrante do PFL do Sr. Antonio Cnrlos Mngolhãer.. 
Ali,íu, esta foi a mais recente parceria entre quereis tas e carlistas,cer 
tamente gratos pelo desfecho p!fio da CP! da Nec. 	- 
Tudo, no CPI da Vasp, foi impunidade e ocultação. Desde o inlcio do que 
se chamou de privatização da Vasp, não passou de um processo eivado de vl - 
cios:•infrnçÕes ao prescrito no Art.335 do Código Penal, que tipifica o im­ 
pedimento, a perturbação e a fraude em concorrências, e da legislação que - 
rege as licitações públicas. A partir daí, sucederam-se prevaricação, pecu­ 
lato, crime de responsabilidade, advocacia administrativo, sonegação de im­ 
postos e um rol infindável de indignidades, cconestodas por aqueles Deputa­ 
dos, sem que viesse a prevalecer a posição coerente de alguns parlamenta - 
res, entre os quais ressalta a ação corajosa e perseverante do Deputado. 
Luis Alfredo Salomão. 
O escândalo, porém, continua. Agora, anuncia-se que os fraudadores, ao 
destinatário dos maiores cheques de PC, vão dar uma trégua de 90 d1as. São 
Paulo, que tanto se orgulha de suas conquistas no plano econômico, e a opi 
nião pública nacional não hão de se conformar com este absurdo que contra - 
diz e nega os mínimos princípios éticos das relações entre Empresários e 
administradores públicos e entrega, por nado, a espertalhões, o que é patri 
mÕnio do povo paulista. 	- 
Quercismo, Carlismo e Sarneysmo 
O vergonhoso encobrimento de Quércia, Canhedo, Roberto Marinho e Antonio 
Carlos Magalhães, nas CPis da Vasp e do Nec, desperta em todos as pessoas 
dignos e honrados deste país a impressão que muitos - senão a maioria, mes­ 
mo - daqueles que buscaram, de forma inapelável e indignado, destituir Col­ 
lor da Presidência, no fundo e na verdade, não se inspirava nos mesmos sen­ 
timentos e preocupações do povo brasileiro. Para aqueles , como se vê ago - 
ra,rao estava em causn, acima de todas as coisas, o defesa da moralidade e 
do_êtica ~a vida pública. O que lhes interessa, mesmo, era o poder. Do con­ 
trario, nao deveria estar também escandalizado e trotando com o mesmo ri - 
gor os escândalos da Vasp e da Nec e o indefensável saque de USS 38 milhões 
da poupança popular depositada na CEF? 
Mas, não! Fazem ouvidos moucos, indiferentes, cegos e mudos frente às ma 
is irrefutaveis provas e evidências. O que o País assiste é o clamor no de­ 
serto de uns poucos parlamentares. O que dizem disto os Deputados e senado­ 
res que pontificavam, indignados, na CPI do PC? E certos órgãos de comunica 
çao, que_dioriamente escandalizavam a opinião pública? 	- 
Esta e, infelizmente, uma_pequena mas aterrorizante mostra do que seria 
o parlamentarismo: un contubernio entre imoralidade ereacionarismo:simbio­ 
se esdruxula entre a corrupçao e os interesses oligárquicos e antipopula 
res. Basta olharmos para os fotos concretos, para as realidades que estão - 
diante de nos, e verificaremos que nenhum governo parlamentar em nosso País 
poder-se-ia erigir senso sob a egide e o controle de forcas como o quercis­ 
mo, o carlismo e sa~neyismo que, notoriamente, controlam o Congresso, como 
ontem o fez o centroo, maioria que sustentou e prorrogou o famigerado .gover 
no Sarney. 	- 
Dia apôs dia, tenho a certeza de que os olhos da Noção hão de se abrir 
chocados, diante da perspectiva de consagrar, como forma de Governo do nos: 
so País, estes vícios que tanto têm sacrificado a existência e o futuro do 
Brasil e do seu povo. 
lRIBILHIDOR ORGINIZIDO 
E o Sindicalismo de Fronteira como vai? 
Aur6lo Bonifacino(Antonio João - MS) 
que pensam igual e mos uma humild par- 
1 
~ ticlu,c-o r.:i. cri~c~c 
lutam pe as mesmas ' 
questões que de uma de "alguns" (Sindica 
forma ou de outra in tos e Associações) - 
fluencia o cotidiano vimos categorias em 
de todos, ou seja, o luta por melhores 
poder pertence a to- condiçoes de traba - 
dos "Si JUNTOS" ou a lho, o que é sem d@vi 
ninguén "SE SEPARA - da o objetivo de uma 
DOS" (uma lista tele diretoria sindical , 
fónica rasga-se se quando não há essa 
for folha a folha , volução com "melho - 
mas se forem todas - rias mínimas" para a 
juntos fica bem maia categoria, a partici 
difícil, mas o mais pacão dos trabalhado 
importante é preser- res nos sindicatos e 
var para sempre o mo associações e sem dC1 
tivo que resultou na vida nenhuma a iiníc~ 
sua criação, sabendo forma de preservação 
se que os cargos são do mesmo, pois uma 
provisórios, e os Diretoria atuante 
serviços prestados - nos interesses de 
são eternos (sempre sua categoria não 
deixados para memó- permite por exemplo 
ria). 	atrasos significati- 
SÓ os que tem ser vos no salário de 
viços prestados são- seus associados, pe­ 
lembrados, já os que lo menos· deve lutar 
tem ambições pessoa- pela legalização con 
is acima das necessi tratual dos seus as­ 
dades e direitos das sociados, e pelo pa­ 
categorias, colocam gamento de um mínimo 
em risco até a impor que já representa - 
tância e o poder po- muito menos do que - 
lítico do próprio as necessidades dos 
Sindicato, achando - trabalhadores, deve 
que o seu poder é conseguir avanços 
maior que o do grupo nas áreas de saúde,a 
de associados que o lirnentacâo (melhor ã 
tornaram dirigente - bastecimento) trans­ 
na esperança de que porte, moradia e ou­ 
trabalhasse para o tros. 
grúpo principalmente Sindicato parali­ 
aos menos favoreci - zado é no mínimo es­ 
dos da categoria, e tranho, pois bandei­ 
não em favor das su- ras de direitos a 
as ambições de poder, conquistar é o que 
por isso o trabalha- não faltam na região 
dor sindicalizado da fronteira, e para 
(todos devem sindica encerrar esta minha 
lizar-se) da região- análise, que espero 
da fronteira deve e- crie uma nova cons - 
xigir maior partici- ciência de sindica - 
pação nas decisões - lisrno, farei-o com a 
do seu sindicato ou guela frase tão anti 
associação, com o ga mais corno urna dose 
qual já colaboram pa de verdade maior - 
gando porcentagem do que é "TRABALHADOR U 
seu salário, o que NIDO JAMAIS SERÁ VEi 
da-lhe o direito e a CIDO". 	- 
responsabilidade de 
participar e colocar 
as suas posições pa- 
ra os dirigentes , PANHEIROS TRABALHA - 
pois os sindicatos_ DORES. 
nascem no intuito de 
defender uma catego­ 
ria, nós que já tive 
O posicionamento 
dos indicalis s da 
Rcoião da rrontcira 
cm' geral, 6 de duvJ: 
da entre o poder in­ 
dividual dos seus di 
rigentes e o poder - 
do sindicato como 
instituição de orga­ 
nização de uma cate­ 
goria, sem avaliar e 
sem saber que o seu 
poder (os dirigen 
tes) emana do maior 
poder que todos os 
sindicalizados jun - 
tos possam impor co­ 
mo classe, pois são 
em maioria, e com di 
reitos a conquistar. 
A divisão das res 
ponsabilidades sobre 
a maioria das deci - 
sões, elimina odes­ 
gaste totalmente des 
necessário das dire­ 
torias nas'decisões 
que não são satisfa­ 
tórias para alguma - 
parcela dos associa­ 
dos, tudo que o deci 
dido com maioria tem" 
peso político (Assem 
bléia), e é de difí~ 
cil contestação, o 
que faz qualquer sin 
dicato ou associação 
funcionar como urna 
máquina bem estrutu­ 
rada e como conse 
quência a conquista 
de avanços para as 
categorias represen­ 
tadas, agora quando • 
existe jogo de poder 
entre os membros do 
sindicato ou associa 
cão, essa disputa s 
tem um resultado que 
é o enfraquecer do 
poder político de ne 
gociacão do mesmo 
junto aos patrões 
que deitam e rolam 
sempre que isto acon 
tece. A iinica forma 
de evitar-se este ti 
pode resultado nega 
tivo é a maior parti 
cipacão dos associa­ 
dos nas decisões, pa 
ra não permitirem a 
luta pelo poder indi 
vidual, porque o po­ 
der de um Sindicato 
está unicamente no 
núrnero.(maior possí­ 
vel) de associados - 
VAMOS A LUTA COM 
Boa Sorte. 
#t #ttktttttttttt#tttk 
......5%""si.9.. Edital de Proclamas 
proposito das imprecaçoes lançadas pelo Sr. liorcello Alencar contra o Banco Janilde Rosa dos Santos Of: • 1 do istado 	o Civil desta cidade de Bel';1"la do cartório de Registro 
6 ado, que, a seguir, transcrevo: 'As notícias veiculados na imprensa _ 	a E t d 
dando conta de comentarias do Prefeito liorcello Alencar a respeito do a , Sul, FAZ SABER a quantos o prese E a. o de Mato Grosso do 
ne: , sao inteiramente im rocedentes e tardiamente comentadas. As deficiên- rern,. q':1e apresentaram os Documento "dital de Proclamas vi - 
cias do Banco apontadas pelo Sr. Marcello Alencar ja era existentes e vis do Codigo CiviJ. Brasileiro I • exigidos pelo Artigo 180 
veis quando ele exerceu a presid;ncia do Banco, sem tomar nenhuma iniciati- dem se casar: • • ncisos I • II, III e IV e prete.E, 
va sobre os referidos roblemas. É conhecida a osicao de retaliação do Pre Manoel Luiz Rosa e Marilza Antonia • • 
feito em relacao ao presidente do Banerj, desde que, no in cio do ano passa solteiros, residentes e domicili a. Pissurno, brasileiros 
do, o presidente da instituicao criticou publicamente a Prefeitura-por apli tar • filho de João Pio da Rosa a D os nesta cidade, ele Mi1i 
car recursos através dc aluis distribuidores que se_beneficiar@in@@viu] Rosa, ela, lides do lar, ili ,"?"? Faltacão Domingues da 
mente disto e, por esse motivo foram fechadas pelo Banco Central. Quanto a Izabel Centurião. ' 1e Cristóvão Pissurno e Dona 
adminsitracaodoBanerjoPrefeito_arcello_Alencar_só_pode_ter_motivos_de Se l 
agradecimetc 	til 	d guem souber de algum • 
en o, uma vez que, depois que passou a aplicar 6s recursos publi _ forma da Lei. 	:unpedirnento, qu.e se oponha 
cos da Pr.efeitura no Banco do Estado, estes assaram a oferecer rendimen - 
tos maior d 4., d 	Bela Vista-MS 30 de N 
es cerca e o que no ~er od'O em que isto, era feito a traves de 	• , ovembro d 
E ± E± E±E ± ± ± e , " ' d "", dade Moneta:ia Na~ional. Sobre este fato, foi instaurado processo criminal , 	tuciala_do_Registro_civil 
pelo Ministerio Publico Federal, que está em andamento como • d h i 
menta geral. Naquela ocasiao o Presidente do Banco ' e 
O 
con ec -, 
defendeu tao:somente o interesse do Banerj e como lo, n 
se ve, da propria Prefeitura do Rio de Janeiro.' "',.e.fl. /t(~ 
na 
Mandado Publicar pelo P O 
. LEONEL BRIZOLA 
TGovernador do Estado 
do RIo de Janeiro 
I»EIE E VML.OMITE O 
~========JOBKDl __ DE sua CIDADE 
-----------=========------- 
GAROTA NOTA 
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Dia 05 de Dezembro/92 à· • 
no Grémio Pedro Rui "?}E?F das_21:0o ±s 
com concurso GARO No'{'osa discoteca­ 
Hospital São Vlcente de P Ei em prol do 
Preço ao 1sresso: cava·; 
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ingresso, pois o mesmo esta~ e colaboração (guarde seu 
o1 tas 1iro ae wis o,""o;endg_@3rios: 
arr re rigerantes- 
12 Cervejas. •

J
tk~º 
DEJO,NA1$ 
n Síndrome da ftrrastãa 
c'úm:ao 1Jl!-J,:1Tc'i-r 
O s j o r n a i s a h l i a d o s à A s s oc i a ç ã o Nacional d e J o r n n s - 
AN] comprometem-se a cumprir os seguintes preceitos: 
Prof. (;t,rr,an "'•tél in~ 
- -- -- -- -·--- -~- - 
~ S"'"'", lil><nladt de upm,i~ 
• o íuncionamento sc.m restrições 
da Imprensa e o livre exercício 
da profissão 
2 
~ Apurar e publicar a verdade 
dos fatos de interesse público, 
nüo admitindo que sobre eles 
prevaleçam quaisquer interesses 
t// " 	J 
f--;fDefender os direitos do ser 
humano, os valores da democracia 
representnlh'a e a livre iniciativa 
/" 
{J Garantir a publicação de 
l'Onte~ações ohjtfüas da.s pessoas 
ou organi1.uç{ies arusadas, fm suas 
páginas, de atos ilícitos ou 
comportamentos conde.nál'eis 
Respeilnr o direito de cada 
'indivíduo à sua privacidade, 
salvo quando es.se direito 
constituir obstáculo à 
informação de interesse públlco 
cidades, ocorre um fato d cer­ 
a for: , inusitado, ou s ja,hi 
diversas localidades aquilo­ 
que caracterizo como Síndrome - 
do Arrastão. 
Dapoia do arranjo realiza­ 
no Rio de Janeiro, tendo cm 
vista deslocar a preferência mu 
nicipnl pela Candidata à Pref .I 
tura, Dene<lita da Silva, quu a= 
tê aquele momento tinha a prete 
r6ncia popular de!":onstr,,da pÜ 
lan pesquinas de opinino I pois 
a partir de então o candída o - 
adversârio começou a subir na 
pre[erincia culminando com sua 
vitória. O arrastão se trannfor 
mou num "Símbolo" nacional. - 
Desde o arranjo elaborado- 
no Rio de Janeiro, pois neste - 
momento uma grande pergunta con 
tinua sem resposta: como pôde ã 
Rede Globo ter "Adivinhado que­ 
iria acontecer o fato para es 
tar com suas câmeras a postos= 
no momentci exato??? 
Evidentemente, com a nao 
resposta a esta pergunta, fica 
claro que este fato foi previa­ 
mente construido, provocado. 
A partir deste fato, o ar- 
9 
• rastão se tornou "mania" nacio- 
. _ . _ -· nal, seguiu-se são Luiz, São 
t Diferenciar, de forma identificável Paulo e até Campo Grande, numa 
· ' . . forma diferente de arrastão. A 
pelos leitores, matenal editorial partir deste momento sou obriga 
e material publicitário· do a,. colocar a palavra "arras = 
tão" entre aspas, pois o mesmo­ 
pode denotar significados bas­ 
tante diversos do que foi o "o 
riginal" da cidade do Rio de Ja 
neiro. 	- 5.. s. [).....r 
àsdiícrentcsversõesdosfalos ' cometidos em suas edições Agora temos um "arrastão"- 
comercial, um arrastão político 
eàsdiversastendênciasdeopinião 	um arrastão publicitârio,enfim, 
!:
===~d;;;a;s;:oc;l;eil;;;ntd:e~=~~:=::=::-:s~::=~:=:E::::=~~~§~á!;:;;::~==~==d tantas outras formas de '' arras- 
tão", 
,. 
NECiOCIOS ·E OPORTUNIDADES, A 
PINTA DE TUDO 
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PROGR lí D IO SUCES o 
Aos domingos em tres horários: 
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Comunicação de Francisco Braz Junior 
ulor r 
foi apronte ente, d 
veronhoso, é irrre 
batalha civil, eco to l 
racteriza Gilberto Dine te.n 
a iraaem tais clara e d inila­ 
do reflexo dó arrastão. Não 
rata apenas daquilo que a 
ostrou. Isso foi apena a,ar·n 
cia. Mesmo arrisc nlo a i .ge­ 
da "Cid de Maravilhosa". O RiO 
de Janeiro perdeu mui o con a 
divulgaço nacional e interna - 
cional daquelas imagens. tat, o 
que não se faz para ganhar uma 
elei ·ii.o. Ca!!!po Crar.c.i'-' que• o d.í.­ 
qa. Afinal os últimos dias da 
campanha foram "exemplares" pa­ 
ra a classe política. Entende - 
vocc, ex. plar como quiser. 
Agora nurg• o arrastão fes 
tivo. rinal de ano, momrn o dJ 
esquecer doo problcman sociaio­ 
que o Pais vive, momento de o[r 
recer e receber prcuenten. E 
que presentei 
A população braniloira a­ 
mortece mais uma vez. Neo e mo 
mento se realiza o pior arrao 
tão, aquele das consciências , 
das vidas humanas que não rela­ 
tivizadas diante de interescea­ 
politicos, econômicos mais pod~ 
rosos. 
Neste "arrastão" uma marca 
presente e forte tem o nome de 
"impunidade".Quem crê que aque­ 
les que roubaram o País serão - 
punidos, vive se "arrastando"pe 
la vida social. Ilusão pensar= 
ou mesmo acreditar que haja jus 
tica para todos. A população sã 
be prefeitamente em seu intimo, 
embora não acredite nisso, que 
os sujeitos vitimas desses "ar­ 
rastões" serão sempre a classe­ 
menos abastada, os "dcscamisa - 
dos" segundo classificação pa 
dão de um dos maiores "arrasta= 
dores" que este País já 
criatividade brasileira- conheceu. 
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RONDA POLICIAL 
T .Me, PM RALEAI NAS COSTAS 
os profissionais de Imprensa ah%0 d! 	errava em su do 10° MI stio 
inado vem público REPUDIA as ieclara o oldado da Polí Exército efetuavas enO7· ', a,,zi- sendo investigado! 
çe maldosas o distorcidas do Jornalista eia Militar de bela disparos de arma de copanhia e conau 	ara que o 
C'
·irlo'.'. VmJeO, que 1lcclnr0u no Oúm Dia M.;- v1·~,t-' Jc.tf'l'Jino Podri f,:,no c,nru o alto, O <:O t,li v ;•c.spilul ·a 	' + 	- 	a. p,u veis sejam punidos , 
rdi cão desta uequnda-feira - "A Ipren5A que Garcia foi ba - P triatentado de são Vicente de 'a· 
!' 	um 
1
d ! 
1 
·rito Po- na forma da Lei. 
do Ponta Porá, durante a emana_C!!O!! !h±: leado nas contas no sarmar um dos Solda- .a. No .nqw° " 	ida" 	sI tiliti ins Importante resa 
eii# d jucría_para_a arty la'. último dia 22, após dos e no meio dos de licia. Mi. :ar 1rs 
-I---- 	d F on 	d 1, 20 pelo tar que no momento - 
jjom da verdade, a Imprensa ta Fr desentendimentos com sentendimentos que tauralo pe..o 	't. 
e1 	-ed. 	" 	i' 	' ti,ili do incidente várias 
teira e também da Capital divulgaram t5o soldado do 10Q RC - s equiu foi balea- tão de Polícia M. .4 
mente que a EP foi prejudicado pelo árbi MEC. O [ato deu-se - do nas costas por tar d ela Vist, ? 
tro Antonio Flávio, na partida do dia 2l por volta das 04:00 outro soldado, mesmo lém dessas informa 
de Novembro pp., com um gol em favor do joras da madrugada - assim o Policial con cães, consta também 
Operário em condição totalmente ilegal. na Lanchonete 1ris seguiu efetuar um que houve omissso de 
A Imprensa da fronteira, procurou ao Lanches, localizada disparo de pistola - socorro por P rtc de 
i ti 
" torcedores 	- l 	·ncon dos encontravam-e - 
longo da emana ncent var os 	na Avenida Teodoro- em direção ao e enen pessoas que se - 
para comparecer no Estádio Aral Moreira Sativa. 	to que disparou con- travam na Lanchonete em trajes civis. 
inclusivo pedindo para não esboçarem atos Segundo testemu- tra ele, atingindo-o [ris Lanches e que 
de agressão para evitar interdição_do Es nhas, o PM Garcia na mão. 	oe negaram prestar~ 
tádio. os torcedores tentaram também con- chegou na Lanchonete O projétil perfu- tendimento ao Poli - 
tra os profissionais da Imprensa, joga
nd
o fris Lanches, acompa rou o pulmão e se cial ferido. 
pedras contra as cabines de rádio e tele- nhado do seu irmão alojou nas costelas Todos os fatos en 
visão. 	Guerino Garcia, no do policial militar, volvendo o incidente 
Ressaltamos que em nenhum momento a I~ momento cm que al - ele foi socorrido pe entre o Policial Mi- 
prensa incentivou o torcedor pontaporane~ soldados do lo próprio irmão que litar e os Soldados 
se para a prática da violência, pois não quns 
existe no seio da Imprensa local nenhum PM l BDNDDN ' DA NO INTERI R irresponsável) cm nossos quadros existem 
profissionais sérios e experientes. 
- AO longo da partida, nossos profis - 
sionais pediram por várias vezes para os E SEM COMBUSTl~VEL HD~ MESES torcedores não jogarem garrafas e pedras 
no campo de futebol. 
Mesmo sabeno da falta de segurança no 
Estádio Aral Moreira, a Federação Sul Ma­ 
togrossense de futebol autorizou a parti- 
da. 	. _ 
- o Jornalista Carlos Voges, no afa de 
achar um culpado para tragédia de domingo, 
quer jogar a culpa na Imprensa loca..,_ sem 
conhecimento real dos acontecimentos por­ 
que não estava no Estádio Aral Moreira 
na hora do incidente. 
A Super Rádio Fronteira, inclusive foi 
a única emissora que com unidade móvel 
deu informações do Hospital Santa Izabel 
sobre o bstado de saúde do Eduardo e tam­ 
bém do João Garcia (Ropeiro do Operário - 
que teve parada cardíàca). 
Nossa Emissora,abriu campanha de soli­ 
dariedade (o que é comum para nós, pois - 
realizamos campanhas todos os dias) em fa 
vor do atleta do Operário. 
O Departamento Jurídico de nossa Emis­ 
sora, pedirá a retratação do Jornalista 
Carlos Voges, e o direito de resposta no 
Bom Dia MS. 
pessoas se encontra­ 
vam presentes na Lan 
chonete 1ris Lanche 
tanto o Policial Ili 
litar como os Sold- 
O PM ferido 
removido pi1ra acida 
de de oouradoo, ona; 
encontra-se interna­ 
do, sob cuidados mé­ 
dicos, mas já fora - 
de perigo de vida. 
ASSINAM A NOTA: 
Super Rádio Fronteira 
Jarbas Pereira 
Celso Portiolli 
Luis Henrique Corrêa 
Robson Quadros 
Mareio Santos 
Antonio Marcos, 
Fernando Romeiro 
Elite José Sandri 
· Ferido pelo Irmão com 
Garrafa Quebrada 
Rádio Ponta Por 
Moacir_ Antonio 
oécio Cruz 
Temos assistido nos Jornais, Rádios e 
Televisão, noticiários do Governo do Esta­ 
do dando conta dos investimentos feitos pe 
la Secretaria de Segurança Pública no se - 
tor, como aquisição e distribuição de via­ 
turas, formação de novas euipes de policia 
mento, aquisição de armamentos, treinamen­ 
tos, etc ... Bem, isso pode ser verdade lá 
prás bandas da Capital, porque em nossa re 
gião as coisas são bem diferentes, o qua - 
dro em praticamente todos os Municípios do 
Sudoeste nos mostram uma PM desaparelhada, 
desequipada e sem nenhuma condição de de - 
sempenhar o seu papel a contento. 
Em Bela Vista, por exemplo, como em vá­ 
rias outras cidades da região, as Viatu 
ras, quase sempre em preéarias condi~ões , 
estão com seus fornecimentos de gasolina - 
cortados nos postos de abastecimento devi­ 
do a falta de pagamento que há quase três 
meses não são feitos, comprometendo total­ 
mente os trabalhos de policiamento preven­ 
tivo, como rondas e patrulhamentos diári - 
os, essenciais para a segurança e tranqui­ 
lidade da população, que paga os seus im - 
postos ao Governo do Estado, o qual tem na 
seguranca dos cidadãos, uma de suas maio - 
res obrigações, infelizmente não cumpridas 
em nossa região. 
Para se ter uma idéia da situação de a­ 
bandono em que se encontra a nossa Polícia 
Militar, quando nos finais de. semana a Via 
tura consegue circular pela cidade é gra - 
ças às doações de combustíveis feitas por 
Empresários e particulares que, além de 
pagarem altos impostos ao Governo do Esta­ 
do, ainda dispõem a colaborar com a Poli - 
eia, já que o Governo não cumpre com o de­ 
ver de oferecer segurança e tranquilidade 
aos cidadãos, previsto inclusive na nossa 
Constituição. 
Os irmãos Ramão Rocha e Arlindo Rocha, 
filhos de Dona Julia Canteiro, envolveram­ 
se numa briga no último sábado, dia 28 à 
noite, no "Bar do Mineiro", localizado na 
Rua Alvares Cabral, em nossa cidade. O sal 
do do confronto entre irmãos foi os graves 
ferimentos sofridos por Arlindo Rocha, pro 
vocados por urna garrafa quebrada usada co­ 
mo arma por Ramão Rocha. 
Segundo as informações policiais, duran 
te a briga entre os irmãos, Ramão Rocha ar 
mou-se de uma garrafa, quebrou o fundo e 
vançou contra Arlindo, provocando-lhe vá= 
rios ferimentos, sendo o mais grave na re­ 
gião abdominal, onde Arlindo, popularmente 
conhecido por "Polozi", sofreu corte pro - 
fundo e perfuração dos intestinos. 
A vítima encontra-se internada no Hospi 
tal são Vicente de Paula, em estado grave, 
o seu irmão, Ramão Rocha, que já teria as­ 
sassinado o próprio pai há alguns anos a - 
trás, evadiu-se do local e encontra-se fo­ 
ragido. 
PREFEITO RECUPEROU MOTOR DA VIATURA 
Importante ressaltar também qu·e a Polí­ 
cia Militar de Bela Vista só não está à pé 
graças ao Prefeito Edson Medeiros de Mora­ 
es que, há cerca de dois meses atrás, assu 
miu todas as despesas para a recuperação= 
do motor da viatura, caso contrário, nem 
com as doações de combustíveis a PM teria 
condições de desenvolver as diligências ne 
cessárias e, provavelmente, o velho cambu­ 
rão já estaria encostado no ferro velho,pe 
lo menos esse seria o seu destino se fosse 
esperar a boa vontade dos chefões lã dos 
Gabinetes, que não enxergam, ou. não querem 
enxergar os sérios problemas enfrentados - 
pelos Municípios do interior no que diz 
respeito à segurança pública. Com a pala 
vras os responsáveis. 
foi 
em outras épocas ofereciam segurança 
tranquilidade à milhares de pessoas, vêm 
sendo relegadas ao total abandono nos úl­ 
timos meses, senão vejamos: 
- A barreira do Tupã, instalada no entron 
camento das Rodovias Apaporé e BR 162 (0ar 
tlim/Porto Murtinho), criada há vários a - 
nos devido aos inúmeros furtos de gado e 
também para Policiar, _fiscalizar e ofere­ 
cer segurança ao grande número de viajan­ 
tes que cruzam por essas duas Rodovias 
bem como também às centenas de caminhonei 
rosque transportam o Calcáreo Bodoquena, 
se encontra hoje totalmente desativada 
não sabemos por que, provavelmente para - 
contenção de verbas na Secretaria de Segu 
rança Pública do Estado: 
- A barreira da Ãgua Amarela, localizada 
na BR 060, trecho Bela Vista/Jardim está 
funcionando- precariamente, Policias estão 
ali mais para cumprir a obrigação pois 
não dispõem de nenhuma estrutura, como e­ 
quipamentos, viaturas e comunicação ime - 
diata, se algum delinquente resolver for­ 
çar passagem e cruzar pela barreira vai - 
conseguir seu intento facilmente. Há cer­ 
ca de 15 dias atrás, arrastadores furta - 
ram um veículo na cidade de Bonito e cru­ 
zaram pela barreira da Ãgua Amarela facil 
mente, em dois veículos, altas horas da 
madrugada. Culpa dos Policiais, não, cul­ 
pa do Estado que nao oferece as devidas 
condições para o bom desempenho das fun - 
ções policiais militares· 
- Já a barreira sobre o Córrego Estreli - 
nha, na Rodovia Bela Vista/Antonio João , 
é que funciona em melhores condições, lã 
pelo menos existe um Radio transmissor e 
a rede de energia, com iluminação, cruza 
em frente a sede da barreira, permitindo 
um melhor desempenho das suas funções. A~ 
lem de todos esses motivos negativos ex - 
postos acima, existe um mais grave, que 
em muito colabora para que o desânimo to­ 
me conta da maioria dos Policiais Milita­ 
res, sao os vencimentos cada vez mais de­ 
fasados, o_corte nas gratificações e tam­ 
bem nas diárias que os PMs destacados nas 
barreiras anteriormente. Só mesmo com mui 
to amo: a farda· para continuar nesse tra 
balho ingrato e, muitas vezes • - 
· - 	per1goso. 
ROUBOS DE CARRO, CONTRABANDOS E TRÃFICO 
e 
Muitos não tem notado, mas de uns tem­ 
pgs para ca a região sudoeste do Estado - 
vem tendo uma incidência maior no número 
de_furtos de veiculos, contrabandos e 
trafico de entorpecentes, basta analisar 
e comparar as ocorrências policiais reis 
tradas pelas Delegacias de Polícia3 
nossa regiao. Essa situação é fruto da de 
sestruturação cada : 	- 
p .l' • vez maior das nossas - 
ç??"?_e, caso o desleixo continue de­ 
~ e em pouco tempo poderemos voltar a 
s:r novamente_um corredor da delin ên - 
c1a, com um numero cada, ve . gu 
tipos de crimes - . z maior desses 
onde a falta a,' Proprios de localidades 
realidade. te es
t
rutura policial é uma 
. ' 	• 	• ' ---------------------- • ===-===-==========:=====-=----- 
Gráfica e Fitora_ pa loyna e já Rateei tartes i iiaj" 
P ara Maiores lnformaçoes Ligue- 439-1410 • 
A SITUAÇÃO DAS BARREIRAS POLICIAIS 
Já qu~ estamos abordando o assunto Poli 
eia Militar, vamos mais longe um pouco nÕ· 
decorrer das últimas semanas temos percor­ 
rido todas as cidades de'nossa região e ob 
servamos que as barreiras Policiais, que 
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