, DIARIO REGIONAL }, , ! te. 2ia± 2nte tei. l. ; Cr Ai: , no: açi: • B3' : ' s, o A Intervenção em pela Vista, decretada pelo Governo do Esta­ do no último dia 18/ JI, só está servindo para impedir o funcio namente normal das atividades de rotina da Prefeitura Munici­ pal, além de provocar desordens e o abando­ no de nossa cidade, o que vêm prejudicando sobremaneira grande - parte de nossa popula ção que hoje está sem Interventor, sem Pre­ feito e sem ninguém para responder ofici­ almente pelo Executi­ vo belavistense, pois o Interventor nome a - do, Manfredo Alves Cor rêa foi embora terça­ feira, dia 1o/12. Esta situação está gerando uma série de prejuízos à comunida­ de belavistense pois a maioria dos fornece dores já cortaram o atendimento à Prefei­ tura, os maquinários, equipamentos e cami' - ns pELA VIS'TA - MATO GROSSO DO SUL, - INTERVENÇIO DO GOVERNO PROVOCA DESORDEM E IBINDON ± u:l O groto Lucas Gra cienzz0 dos Santos di! Carvalho, de OS (cin­ s i] ) anos de idade, fi lho do conhecido ca - sal José Pereira de •• Carvalho e Lidia Le - chener dos santos, es .] tá passando por um m@ 1 . n.ento difícil em sua u; Vida e necessita, com urgência, fazer um e­ e xame de "tomografia .-I putadorizada" na idade de Campo Gran­ ; _mas seus pais, in gel iizmente, não dis - Pen de recursos fi - ,. t:anceiros para isto. Assim, contando ,, com a solidariedade de nh6es estão parando por fala de combus­ tíveis, os serviços de meio-fios nas obras de asfaltamen­ to recém realizadas, operação tapa-bura - cos, patrolamentos , etc, estão todos pa­ ralisados por falta de materiais, os fun cionários estão com os salários atrasa - dos, a coleta de li­ xo residencial e hos pitalar está compro= metida, pois sem com bustível os caminh6= es não podem rodar , enfim, uma série de serviços essenciais, que atingem direta - mente a população be lavistense estão dei xando de serem execu tadas graças a lenti dão com que o Gover­ no do Estado vêm tra tando a causa bela= _vistense, já que até agora o Governador Pedro Pedrossian ain da não decidiu se reintegra o Prefeito liiln.ia Sanitária Elabora Mr nai ara Comiater infecção linspitalar distribuindo para to dos os Hospitais do Estado um Manual de Normas Técnicas em controle de Infecção Hospitalar. Este manual foi considerado "modelo". pela Coordenação Na- f A_ luta contra a in ,cão hospitalar no "?o Grosso do sul sa ~ a mais um importan­ "_aliado. o Departa­ to de vigilância unitária da Secreta­ ia de Estado de Saú­ oe, elaborou e está 05 DE DEZEMBRO DE 1992 Lucas CraclcnzzodosS.C:Jrv:,lho todos aqueles amigos ou conhecidos doca­ sal, pedimos uma sin gela colaboração, P2 is somente com a nos sa ajuda e mais a de dicacão dos pais d Lucas, poderá ele ser curado do proble ma que hoje, ainda - tão novo, enfrenta . Que Deus abençoe es­ ta sua colaboração. Obs: Qualquer doa cão em dinheiro sera muito bem vinda, os interessados em cola borar com esta campa nha em pról do garo­ tinho Lucas Gracienz zo, devem procurar os seus pais, na Lan chonete Xanadú, loca lizada na rua Conde­ de Porto Alegre ou o Joaquim Jesus "Tiché". cional de Infecção Hospitalar, que vai vê-lo para ser apre sentado aos técni cos da ãrea de Saú­ de dos Estados do Rio Grande do SuJ e Ceará. PÃGINA - 03 NO 1.288 DIRETOR: IVALDO PEREIRA EXEMPLAR $ 4.000,00 A Polícia Flores­ tal de Mato Grosso do Sul vai coibir, a partir da próxima temporada de pesca com início em 11 de O ESTI MBELIYIS 1 Edson Medeiros de Mo raes, o que seria ma is sensato, ou se man ém a intervençã seja qual for a sua decisno é neccsoário que ela seja tomada o mais rápido possi­ vel, o que não pode é Bela Vista continu ar nessa situação em que se encontra, co­ mo um barco a deriva ao sabor das corren­ tezas. Em Bela Vista até mesmo os adversários políticos do Prefei­ to Edson Medeiros de Moraes já admitem que essa situação não pode mais conti­ nuar, eles também es tão sentindo que o grande prejudicado está sendo o povo be lavistense que, com a bagunça administra tiva provocada por essa atitude do Go - verno do Estado, se ressente de paraliza cão total nas ativi­ dades da Prefeitura as denúncias veicu­ ladas dando conta de suposto envolvi­ mento de policia1s florestais com gru- pos de garimpeiros visam apenas enfra­ quecer a ação ener­ gética da corporação na região de Bonito, pa $o/talo Preso a Flagrante Forte llepal de lrma de O soldado do 100 e imediatamente Se - RC Mec Luiz Vilalba guiu para o local , dos Santos foi pre- ao abordarem os ele­ se na noite desta mentes verificaram quinta-feira, na que o soldado Luiz Lanchonete "Becos Vilalba dos Santos Lanches", bairro An portava um revólver tonio João, por por calibre 22, argenti­ te ilegal de arma - no, municiado com se de fogo. Segundo as te cartuchos intac - informações policia tos, sendo efetuada is, o 29 Pelotão de automaticamente a Polícia Militar foi sua prisão por porte comunicado, através ilegal de arma de fo de um telefonema a- go. nõnimo, que vários O soldado foi con elementos estavam duzido à Delegacia promovendo baderna de Polícia, autuado e desordens naquele em flagrante e poste estabelecimento, a riormente entregue - PM solicitou o apo- ao 10o Regimento de io da Policia Civil Cavalaria Meçaniza - o róximõs às Marge a roibidos no M Comando da Florestal Esclarece Denúncias Contra o seu Eletivo ra impedir a extra - cão de ouro e outros metais. PÃGI. A - 03 na Escuta fevereiro de 93, os acampamentos de pes cadores próximos às barrancas dos rios. São áreas de pre servação permanente Municipal, nem mes­ mo um simples alva­ rã pode ser emi ido graças ao caos gera do pela In ervenção do Estado que a é a gora n5o mostrou ü que veio, provocou apenas, isto sim desordem e bagunça nas atividades de competência do Exe­ cutivo. Com a pala­ vra o Governador Pe dro Pedrossian, e que ele se manifes­ te o mais rápido possível, sob pena de ser responsabili zado pelos prejuí = zos que o povo bela vistense vêm amar= gando graças a essa intervenção que até agora não convenceu ninguém, apenas os politiqueiros de ga binete e os adeptos da política mesqui­ nha e de persegui - cão. (U.R) do, onde presta o serviço Militar. Vi 1alba é um dos acu- sados da tentativa de homicídio contra o soldado PM Garcia, ocorrido semana pas sada na Lanchonete- 1ris Lanches, na Avenida Teodoro Sa­ tiva, em seu inter­ rogatório ele negou a autoria do dispa­ ro, pelas costas , contra o PM e acu - sou outro soldado , de nome Nilton, co­ mo sendo o autor do disparo, com revól­ ver calibre 22, que feriu o P. que vêm sofrendo de predaç6es por acúmu lo de lixo, foguei= ra e descaracteriza cão ambiental. PÃGINA - 03 PÁGINA - 06 NO BANO DOS RÉUS O ASSASSINO DA ROFESSORA MIRNA LEIA MATÉRIA NA PÁGINA - 08 COMENTANDO - POR NANCY t . Preieitura Municipal de Bonito Balancete Financeiro do mês de outubro de 1992 - 02 1 . 1 1 r. , ; r , ;, n 11 --------- -- HECI [TAS ORÇ/?1F.tlTM [li RLCEl 1 AS CORRENTES H••co l 1.on Tr lbuttír J n9 lrcPLtno PntrJmonlnia ll,•c<' 1 tnn lnduntriniu l r.,n11frrPnclnR Correnrns Outrns leceltAn Corr•nten HLCEl,TA DE CAI' l TAL OPJ:HAÇÕl'.S OE Clf.lll TO Alienação de Bens Amorct,açiío de l'.mprésdmon Transferências de Capital Ounno llcceJ tua de Cnpitnl SOMA 11'.CF.lTAS EXTRAOllÇAMENTÁR[AS Conví.in lo Depósitos INAMPS Depósitos IRRF Fundo de Aposentndoria-FAS Despesos ,i Pagar (Qintrap.~rticla) DevoluçÕo de Suprimentos Antecipoçiio da Receita Contribuiçio Sindlcal-SSPHB Sub-Total SALDO DO EXERC!CIO ANTEIOR Caixa Bancos Conta Movimento Bancos Conta Especial Bancos Conta Vinculada TOTAL GERAL - ------ 266,18,94,11 ,2508.070 ,,,o -o- I -- -- -- -- --- ---- s- ------ -- - - - - · ......-- + - ---- ~ • -------➔-_;____.:___1_.,._J<_J 1, U -~------j 5c.sãs.saca. OI - c]:IAhA ;•·•.(rJl'Al Despesas de Cutelo Transferências Correntes 9,925.049,17 -o- -o- -o- 5,552.706,85 160,556,061,79 12.31Jl.24S,IJ9 -o- !.7. 7S. 970,1•2 2.S07.Jl7..l)S,14 -o- -o- 4 ,4 . 727 ,86 41.!SUJ.Sll,Ul! 4,,69.000,00 -u- 10,04.1 1,47 -o- -o- -o- 538,586,60 ).929.SOS.752,52 l.Obl.l(,C,.J87,)J 4.991.771. )9,85 Sl.588.187,95 4.154,506,56 -o- 14 .1 %.6H ,80 583.434.580,47 -o- -o- !. )09. 747 ,BO 4.76.891,72/1.716.910,041,91 9,127.070,00 -o- 19.fJ7J.1l l,U• -o- -o- -o- (, .091293,45 l2 .141 •. 249, 74 16,545.152,55 -o­ ól.872.607, 22 3.175.746.HS,ól -o- -o- s. 720.47S,66 8.46) .BOl.4)S ,óJ 691. 264 ,)7 7. l2).H95,87 )O. 70).367,SB 4.606.9)8,00 42.4)4.201,45 8. 506. 926. 901,4S Investimentos Ol - EXECUTIVO DESPESAS CORRENTES Despesas de Custeio Transfernctas Correntes DLSPRSAS DE CAPITAL Jnvcotimentos Inversões Financeiras TrnnqferêncJas rle Cnpltal SOMA DESPESA EXTRAORÇAMENTÀR[A Convênio llespcsns a Pagar (Pagamento) Restos a Pagar Sn ló rio Fom! li a Salário Maternidade Fundo Aposentadoria-FAS Recolhimento de lRRF Recolhimento de INPS Contrtbutção Sindical SSPI Sub-Total SALDO PARA O H!S SEGUINTE Suprimento de Fundo Caixa Bancos Conta Movimento Bancos Conta Especial Bancos Conta Vinculada Realizável Câmara Municipal TOTAL GERAL 3,105.856.72,7 t l. St l. 1 Of, , I 9 690.0l'-. 733,"I 112. 700.00'),00 28.684.753,1 O· 1,207 11,21,784.499.707. 1,11.999,00] 9,678.601, 7,G(J().000.00 -ll- 20.342.001,0 4. J<,l.. S)7. 7 , )4 1,3446,340.236,82 J(,).5S6,681,70 JO. 136.769,00 1.018.580.591,88 1711.919.4115,2) 20.159.791,71 -o- 2.163.871,41 951.392,62 -o- -o- -o- 74.750.091,•0 40.000.000,00 h4. JSO.OJl,:.'" -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- 6.S)). 748.793,94 l.596.J47.88J,87 A. lJ0.0%.677,bl 249.525.000,00 6.7444.109,95 26.)"5.494,84 19.20l.B1S,S4 57.291.41.0,Jl 1s.ooo.ooo,oo 321..s2s.ooo,00 NAUDEMIR XAVIER - PREFEITO MUS!CIPAL PREFEITURA MUNICIPAL DE B0S!T0-~1S., )O DF. ounmRO DE 1992 CARLOS ARAUJ0 BEZfRRA - TESOUREIRO HERCOLA!O ALVES SASOIES - co:;TAOOR Grálica fdit ra pa hlorma e já tecle artões de atai Para Maiores Mfornaves 1.ie 439-1410 . q ,, . •. J ::s) 1 #im Aos domingos em tres FONE horários: Das 05:00 às 07:00 Das 11:00 Das 18:00 às 21:00 horas as 14 :30 Comunicação de Francisco Braz Junior RÂDIO BELA VISTA "A VOZ DO APA" (067) 439-1243 ~ ,, ferr~ Velho e noto ecas Mais um Sem Grilo FERIEI.E (füml,do e,, 20/02/1971) Pubtl.c."?çâo dn Rede Bclnv1stc.nsc de Jornnls - Avc.nld.'J' 'I'r-1- buna da Fronteira, 56 - Fone (067) 439-1410 - ex p 23 CCC - IS.5J.2031000!-90 lnsc.Est. 28.209.00J. • Bela V15tll - H..,to Grosso do Sul Dlr-etores Iv.1.ldo Pcre.lrn e }brlo Esteln Vclasqucz Pereira Diretor Rc.!lponsávcl lvaldo Perclrj Reportapens ►:Jboldlno Rodrigues e Jo5.o Carlos Velasquez Gerente Gllson Sllva Snntos Leia e Assine o Jornal Tribuna da Fronteira Diário Regional­ Preço / Exemplar Cr$ • 4.000,00 De: Normando Lima O mais completo ferro velho e auto-pecas da regi ão, pecas novas e usadas. Parabrisas novos usados para todas as cas de veículos. Bonito-MS e mar- Rua Luiz da Costa Leite NO 1.500 Peca informações pelo Fo­ ne: (067) 255-1460 ESPERAMOS POR VOCE! VENHA E COMPROVE! '.lVA AO NAIS UH SEI! r:QlU o CASI) • J 7SOU.ug i Redação, Adintstração e_Parque Critico Avcnld:i Trlb #7}.3%; ri - is$±ia". .. .'.I utn - H.lto Grosso do Sul .. Rcd:1 :; J dlc is 1« de to, ? - roe o6i) si-1so asa Z,Z.]"""" Sucur:s.:1ln::' Antonto Jo5o, Porto Murtlnho M.1racnju, Bonito e Car.1col (O: F"Pn4entes e capo Grande, sras!tía e prinetpats captts - ~pre:;cntnntc.s Comcrclals ibula Veículos e Counfeações SIC Ltda, Rua Cel. 0scar Por­ .o, .12) - CF.P: 0'-00J·O()S • ?aro!oo - Sao Paulo/SU - F óin) s7o-ziiii-ssóy - rii: õi ii-si5? -í. " . dente 1 •• r.as, 590 - UQ andar - ConJ. no • RL d, , • - ir:ó.gíí-ss - ré- góii-ií»""";". CS: Quadra O'.- Bloco G - E4. Baracat, 505'- Era! - "­ sr: io.os-ió - ie: oi z-isii- ri - 555!$,_" Rio JcvolY(SXJ:l orlgl.na.lJ. O [oral não se responsabilL. I de oriea definida,' ""a! za pelos artlyos assinados ou !'LI IJJdo .', ADJORl/}IS e ABR.UO~I _ ,$S!!.Al1IRA Sfl4ES'DW. - Cl-S .300.000,00 1Ml/ESIE1r LOCADORA ., • 'ARA . MEGA DRIVE . , TAS NINTENDO E OUTROS }R.:..,._ BARÃO DO_ TRIUNFO, 1381 CENTRO 439- 1390 /ORNAI TRIBUNA DA FRONTEIRA DIMIO REGIONA PCINA 05 --- - --- - --:;:::=::=======.:==============-==--=====--==- ==- .. =====::::=:--=-=---=-================--:::--=-::==i--, rreleitora Municipal Câmara é Notícia e Informação de Bonito-MS rt.19) - O Poder Egcutivo regulamenta a esta lei, no que for julgado necessário a sua execução. • Art.20) - Entalei entrará cm vigor na data de sua publicação, revogadas as dispo siçoes em contrário. - Donito-Ms., 19 de Novembro de 1.992. Naudemir Xavier Prefeito Municipal LEI NO 622/92 Autoriza o Chefe do Executivo a assi nar escritura de re-ratificação O Prefeito Municipal de Bonito, Estado de Mato Grosso do Sul, FAÇO SABER que a Camara Municipal de Bonito, Estado de Mato Grosso do Sul, Decreta e eu sanciono a se­ guinte Lei: Art.1O) - Fica o Prefeito Municipal au torizado a assinar escritura pública de re ratificação da Doação Lavrada no Livro 46, Folhas 077, em 05/11/90, do Cartório Soa - res, referente a matricula no 5.172. ~ Parágrafo 0nico - A área anteriormente doada pela Lei no 540/90 passará a ter. 22.467,81 m 2 • Art.2) - Autoriza requerer junto ao CRI local as devidas retificações nas ma - triculas e desmembramentos atingidos. Art.30) - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação revogadas as dispo­ sições em contrário. Bonito-MS., 26 de Novembro de 1.992 Naudemir Xavier - Prefeito Municipal Oração de São Judas Tadeu (Para ser recitado em grande aflição, ou quando se parece privado de todo o au xilio visivel; e para os casos desespera dos). "São Judas, glorioso Apóstolo, fiel servo e amigo de Jesus! O nome do trai - dor foi causa de que fosseis esquecido por muitos mas a Igreja vos honra e invo ca universalmente como o patrono dos ca­ sos desesperados, dos negócios sem remê­ dio. Rogai por mim que sou tão miserá ~ vel! Fazei uso, eu vos imploro, desse par­ ticular privilégio que vos foi concedi - do, de trazer visível e imediato socor - ro, onde o socorro desapareceu quase por completo. Assiste-me nesta grande necessidade , para que eu possa receber as consolações e o auxílio do céu, em todas as minhas - precisões, tribulações e sofrimentos al­ cançando-me a Graça. (Aqui faz o pedido particular) e para que eu possa louvar a Deus convosco e com todos os eleitos por toda a eternidade. Eu vos prometo, ó bendito são Judas - lembrar-me sempre deste grande favor, e nunca deixar de vos honrar como meu espe cial e poderoso patrono, e fazer tudo o que estiver no meu alcance para espalhar a devoção para convosco. Amem. (3 Pai Nosso, 3 Ave Maria, 3 Glórias). são Judas, Rogai por nós e por todos os que vos honram e invocam o vosso auxj lio. (M.C.A.D.). Decreto Legislativo n: 0O1/92 AUTOR: MESA D/ CÂMARA Dispõe sobre a remuneração do Prefei­ to e do Vice-Prefeito, para o mandato que se iniciará cm lQ de Janeiro de 1993 e dá outras providências.· O Presidente da Câmara Municipal de Bela Vista, Estado de Mato Grosso do Sul, FAZ SABER que os Vereadores aprova­ ram e ele promulga o seguinte Decreto Le gislativo. Art.10) - O valor da remuneração men­ sal do Prefeito eleito em 03 de outubro de 1992, cujo mandato iniciar-se-á em 10 de janeiro de 1993, correspondera a 250 (duzentos e cinquenta) UFERMS. Parágrafo Onico - A verba de represen tação do Prefeito corresponderá a 50% (cinquenta) por cento da remuneração fi­ xada no "caput" deste Artigo, para o qual não será exigida prestação de contas. Art.2) - O Vice-Prefeito receberá verba de representação correspondente a 50% (cinquenta por cento), do valor fixa do pelo "caput" do Art.lO deste Decreto Legislativo, para a qual não será exigi­ da prestação de contas. Art.30) - Caso a UFERMS seja extinta pelo Governo do Estado, a remuneração passará a ser atualizada pelo índice criado ou adotado em sua substituição. Art.4) - NO ato do pagamento das re­ munerações fixadas por este Decreto Le - gislativo, deverá ser observado o que dispõe os Arts. 150, II, 153, III e 153 § 20, Ida Constituição da Federal. Art.50) - O presente Decreto Legisla­ tivo entrará em vigor na data de sua pu­ blicação, produzindo efeitos a partir de 10 de janeiro de 1993, ficando revogadas as disposições em contrário. Sala das Sessões, 03 de novembro de· 1992 João Kalife 10 Secretário Dr .. Jorge de Souza Rosa Presidente Resolução n- 002/92 AUTOR: MESA DA CÂMARA· Fixa a remuneração dos Vereadores pa ra a Legislatura que se iniciará em 1o de Janeiro de 1993, e dá outras providên cias O Presidente da Câmara Municipal de Bela Vista, Estado de Mato Grosso do Sul, FAZ SABER que os Vereadores aprova­ ram e ele promulga a seguin.te RESOLUÇÃO: Art.10) - O Vereador eleito em 03 de outubro de 1992, para a Legislatura que se iniciará em 10 de janeiro de 1993, te rã como remuneração mensal o valor cor= respondente a 150 (cento e cinquenta) UFERMS, distribuido em: I - parte fixa, no valor correspondente a 50% (cinquenta por cento), do valor fi xado no "caput" do Art.lO. - II - parte variável, no valor correspon­ dente a 50% (cinquenta por cento), com - pondo-se de partes iguais, proporcio nais a frequência nas sessões ordinárias. S l? - Para receber cada uma das parce - las previstas· no Inciso II deste Artigo,· O Vereador deverá comparecer às sessões ordinárias e participar das suas vota­ ções. § 20 - O pagamento das parcelas que com l põem a parte variável da remuneração, tam llém será devido no recesso parlamentar e nas ccguintes situações: I - falta de matéria para ser discutida ou votada en sessões ordin5rias; II - não realização de sessão ordinária - por falta de quorum. - § 30 - lo caso do Inciso II do Parngrafo anterior somente terá direito a receber a remuneração correspondente o Vereador que comparecer a sessão marcada e não realiza da. Art.29) - Ao Presidente e ao 1o Secre­ tário da Câmara Municipal será paga, men­ salmente, desde que em efetivo exercício verba de representação distribuído em: Ao Presidente: 50 (cinquenta por cen­ to) do total da remuneração parte fixa e parte variável, para a qual não será exi­ gida prestação de contas; Ao Secretário: 30% (trinta por cento) do total da remuneração parte fixa e par­ te variável, para a qual não será exigida prestação de contas. Art.30) - Os subsídios de que trata o Artigo 1o desta Resolução não poderá exce der a 75% (setenta e cinco por cento) da remuneração estabelecida, em espécie, pa­ ra os Deputados Estaduais ressalvado o que dispõem o Art. 37, XI, da Constitui - cão Federal, assim como o total da despe­ sas com a remuneração dos Vereadores, in­ cluídas no que dispõem os Incisos I, e II do Artigo 10 desta Resolução, não poderá ultrapassar o momento de 5% (cinco por cento) da receita do Município. Parágrafo único - Por receita do Muni­ cipio compreende-se o total de recursos - financeiros arrecadados pelos cofres muni cipais, com exceção daqueles corresponde~ tesa: • I - operações de crédito; II - alienações de bens móveis ou imóveis .III - convênios firmados com a União, Es­ tados, Distrito Federal, outros Municipi- os e entidades pGblicas ou privadas para a execução de obras ou serviços pGblicos; IV - contribuições de servidores destina­ das á constituição de fundos de assistên­ cia ou previdência social; V - consignação ou fianças; VI - doações ou legados. Art.40) - Caso a folha de pagamento, e laborada com base nos valores fixados pe­ los Arts. 10 e 20 desta Resolução ultra - passe o montante de 5% (cinco por cento) da receita arrecadada no mês anterior, de verá ser efetuado o desconto proporcional do valor excedente. Parágrafo nico - O valor do desconto efetuado com base no "caput" deste Artigo poderá ser restituído aos Vereadores atra vês da sua inclusão nas folhas de pagamen tos dos meses seguintes, observados, sem= pre, os limites referidos no Art.39 desta Resolução. Art.SO) - Ocorrendo a extinção da UFER MS pelo Governo do Estado,a remuneração= passará a ser atualizada pelo índice cria do ou adotado em sua substituição. Art.60) - 'No ato do pagamento da remu­ neração fixada por esta Resolução, deverá ser observado o que dispõem os Arts. 150, II,153,III e 153, § 2o, Ida Constituição Federal. Art.70) - Esta Resolução entrará em vi gor na data de sua publicação, produzindo efeitos a partir de 10 de janeiro de 1993 ficando revogadas as disposições em con - trário. Sala das Sessões, 03 de Novembrodel992 João Kalife Dr. Jorge de Souza Rosa 10 Secretário Presidente % Ili l ±e M0To E] Retífica em Geral: Tapamentos (12) + ENTREGAMOS SEU CARANGO, RAPIDINHO! * COLOCAÇÃO CRATIIITA! * HOTOR COH GARANTIA! CAMPO GRANDE - MS Rua 13 de Maio, 3. 709 em Frente a Santa Casa Fm - 38%-2517 e 34-M64 I • 1 r aponga na Escuta l ++» POR ÉLIO DE LIMA PINTO *** Otimismo: O bom não o a melhorar-se. persegue o mau. Ajuda VANDALISMO NA CITY Na manhã de 22 de novembro (um domin go) levantei-mo bem cedo e sai dar um giro pela city. Deparei com um fato lamentável digno de um puxão de orelhas nos autores : o que mais se via pelas ruas eram: placas, caixotes, tambores de lixo, etc ... espalha dos pelas ruas. Marcas de vandalismo e per versidade. Brincar, divertir-se, viver a vida como merece, tudo bem. e um direito nosso; mas depredar,não. Nossa cidade já está um abandono total e se começarmos a destruir o pouco que nela­ existe é bem possível que muito em breve - se transformará num triste deserto. Nossa praça há alguns anos atrás era bem bonita. Havia bancos, boa iluminação e calçamento. Atualmente está uma vergonha. o que se vê são marcas do vandalismo- marcas constan­ tes de ação de seres que se dizem " RACIO­ NAIS ", Racionais , será? Critica-se séria mente o prefeito pelo que ele não fez. Mas por que então destruir o que já existe? Sinceramente, eu não entendo determi­ nados comportamentos humanos. PENSAMENTO POPULAR Pobre parado é suspeito. Correndo é ladrão! FINAL DE ANO LETIVO TRISTE peçonhentos. Escolheram a aranha. Pegaram o animal colocaram sobre uma mesa e começaram os trabalhos. Um fazia - aG anotações; o outro fazia os test ar­ rancando uma perna do animal de cada vez Arrancava uma perna e gritava: Caminha aranha" O animalzinho obedecia severamente. o teste prosseguia normalmente. As per­ nas foram diminuindo atê ficar sem nenhu ma. O portugues do teste bateu diversas= vezes sem resultado: Caminha, aranhaaaa! Caminha, aranhaaa! Nada. Silêncio total. O cientista mando- o outro anotar na observação: Coloca aí - Aranha sem pernas não escu ta; O ESNOBE o camarada, cheio da grana, so vi­ via esnobando. Carro,só comprava do ano. Onde chegava, perto dos amigos, com fins de deboche dos menos favorecidos fi nanceiramente, exclamava: T6 mal de carro, cara!!! Tanto esnobou que um certo dia al­ guns amigos resolveram dar-lhe o troco. Certo dia, perguntaram: Escuta aqui, ô cara, cadê aquela tua irmã, aquela sem-vergonha, vigarista? Eis a resposta: Pois, olha cara, a coitada da minha ir ma sofreu um acidente e morreu. Chegando lá no cêu casou-se com são Pedro. TÔ mal de cunhado, cara! O esnobe continuou. VIÚVA 11 VE7.ES B AINDA VIRGEM (O QUE:') Uma viúva casada ll vezes, na l1a vez na noite de núpcias carinhosamente disse - ao marido: Benzinho sou virgem. Como? disse o marido. Pois já não foste - casada l0 vezes? Sim, disse ela, mas acontece o seguinte: O 1o era político, só prometia e não cun­ pria; O 20 era bancário, só entendiá de fundos; O JO era poliglota, só entendia de lin- guas; O 40 era massagista, só esfregava; O so era caçador, só gostava de viado; 0 69 era médico, só examinava; O ?o era Juiz do interior, não tinha vara; O 80 era coveiro aposentado, não enterrava mais; 0 90 era perfumista, se.contentava com o cheiro; ) O 109 era do PMDB, quando estava por cima­ não fazia nada. E agora minha salvação e esperança é voce. Por mim, minha querida, voce continua rã virgem, porque eu sou do PDS e só faço= planos. AÍ apela e afirma: Vou apelar para o PT pois sei que com este se mexer o pau come. como se nota, ultimamente políticos viraram alvo de gozação. PIADAS Aproxima-se o final do ano letivo, as aulas vão se acabando e o que venho notando é um distanciamento evasivo da classe estu dantil. Não se nota mais aquele calor humano­ que notávamos no passado. Quando se aproxi mava esta época era só festas. Todo mundo­ se juntava e organizava grandesreuniôes festivas para comemorar o ano que findava, agradecer a Deus pelo ano que chegava a seu final. Atualmente nota-se, digamos, um raxa" neste segmento da sociedade que no passado fora um símbolo de união e força . Lembro-me perfeitamente no meu tempo­ de "Ginásio" quando nos juntávamos todos numa única festa. E que festas! Os eventos agora ocorrem isoladamente. Cada turma faz a sua, quando faz, bem entendido. Nao que­ ro com estes comentários dar a 1mpressao - que estou querendo festas. Não é isto. O que eu estou cobrando é a união das forças t tão gostoso quando um grupo Junta se para comemorar alguma coisa. É isso aí, garotada. Vamos nos unir mais no aconchego do calor humano. Isso e muito bom. Experi­ mentem. ( , , , ! ! ! ) PARA-CHOQUE DE CAMINHÃO "Queira como sou, pois te mo és". "Se seios fossem buzina ninguém mia à noiyte". amo CORINTHIANOS SÃO DESRESPEITADOS co dor- Há alguns dias vi circulando pela cida de um caminhão Mercedes modelo 608, carrega do de porcos, com a seguinte inscriçao no seu para-choques: 1 "Transporto torcida Corinthiana" t muito desaforo, não é? Vi no portal de uma residência um qua­ dro, muito bonito por sinal, com os seguun­ tes dizeres: "Nesta casa até passarinho é corinthia DE OLHO NA TV O fantástico do dia 22 de novembro/ 92 nos mostrou uma pesquisa feita sobre­ o comportamento do jovem brasileiro, o resultado surpreendeu até o prôprio orga nizador. Concluiu-se que o jovem brasi leiro não é nada do que se comenta aber­ tamente por aí. Foi defendida a ética mo ral, a fidelidade, a sinceridade, a se= riedade e o compromisso com os objetivos Os entrevistados mostraram-se preocu pados como futuro da sociedade brasilei ra. Está aí o recado dado àqueles que - pensam que jovem não é capaz de nada sem merecimento de crédito. O que falta tal vez seja um pouco de estímulo a essa no­ va geração. Parabéns à equipe da Rede Globo que realizou a pesquisa saindo um pouco da rotina, só mostrando o jovem no mundo da droga, do vandalismo, da prosti tuição. Um trabalho desta natureza é mui to bom, valeu. - ACONTECEU Dois alunos (um da escola Aral Morei­ ra e outro da Escola Pantaleão) contaram - me duas piadas que achei dignas desta colu na: la - O assaltante chega numa livraria que­ só vendia livros famosos, best-selers,etc e grita para a balconista: O dinheiro ou a vida!!! A balconista pensando se tratar de al gum livro, pergunta: O senhor sabe o nome do autor? 29 - O garotinho só tirava notas baixas na escola. Certo dia seu pai pega seu boletim suas provas e depara-se com uma triste rea lidade: Zero em todas. O pai apela e exclama: 4 Ei, cara, voce sabia que notas baixas merecem uma pisa de laço? O garotinho prontamente concorda: Eu também acho, papai. Vamos esperar­ º professor na saída e dar-lhe um pau!!! CASÕRIO à VISTA no". P g ~i·ato sem escrúpulos e acres . assa um1 centa: Quem resolveu deixar esta vida de boê No dia 21 de novembro/ 92 uma t • mio é o casalzinho de apaixonados "Ramão e festinha de aniversário. Sabem de o1ma Denise". Depois de muitos prós e contras quem· muitas fofocas, e desentendimentos este - Da gatinha Edleusa que recebeu em sua residência os amigos para comemorar jun- casal de jovem resolveu dar um ponto final tos seus 15 ANINHOS. Estava Ótima. Muito a esta vida monótona de solteiro. Estão de comes e bebes rolaram por lá, preparados data marcada para o enlace. Será dia 19 de por seus pais e amigos. Estive por lá dezembro/ 92 • notei a presença de muita gente bonit, _ Não sei se haverá festa, mas isto não da society: Magno, Irmãos Brizolim (Arle- importa. O que importa são os fatos. É o te, Salete, Adelar), Marcos Martins, Kej que realmente representa um casamento. Fa ly (filha do Altair), Kati Almeida e sua ço voto~ que tudo de certo pra voces. prima de Ponta POrã. Havia muita gente - O casamento compara-se a uma loteria. que não me lembro seus nomes, mas valeu. Uns acertam, outros, erram. Todavia, vale- E aqui vai um recadinho especial pa a pena tentar. Vao em frente, garotada.Tor ra a gatinha Kelly ( do Altair): Gostei o por voces. Estarei la, com minha câmera da receita do drink - vinho branco, coca registrando este acontecimento. cola e limão. Foi mais um mérito teu que descobri, gatinha. . Aconteceu também na noite de 28 de novembro/92 nas dependências do Clube So eia! União o evento com a etiqueta "Miss e Misther Baby/92" - realizado pelo nos­ so amigo André Luiz Ávalos, na ocasião - foi entregue o Diploma "Destaques do ano/ 92".Uma bela organização e maneira de a­ graciar pessoas que de uma maneira ou Um crioulão (preto) cheio da grana,com de outra estão dando sua parcela de con­ pra um fusca e manda colocar todos os equi- tribuicão para que a nossa querida Anto­ pamentos possíveis no carango. Aquilo ficou nio João não sucumba no abismo. Valeu ca uma jóia.· . .marada André. Certo dia, dando um giro pela ci ty na Na oportunidade foram escolhidas - maior esnobação ,. fura um pneu em plena ave- também as garotas destaques da noite. um nida. • bonito desfile que deu muito trabalho pa Chega um piá, desses de rua, safado ra os jurados escolherem as vencedoras mesmo e grita: e chegaram a um consenso: Ei, negão, vai no pneu que eu vou nO 1o lugar - Valéria - aluna da 4a série - toca-fitas. Escola Pantaleão 20 lugar - Jenifeer 30 lugar - Lilian - aluna da 40 série da Escola Aral Moreira. u • • • • • E sofredor!" TOMANDO TERERE CIENTISTAS Dois cientistas portugueses vêm para o Brasil fazerem uma pesquisa sobre animais- TURMA DO VINHO Parabéns a todas ! Essa turminha surgiu no inverno e deu muito o que falar na city . E que falatórios. Ouvi dizer que numa semana tomaram 30 garrafoes de vinho. É vinho pra mais de me tro. Chegaram a ganhar um diploma de Desta que do ano/92 no evento Miss e Misther Ba­ by. Viram só ? Entretanto, a cidade pergunta: _E a turma do vinho que anda desapare- cida: Acabou o vinho, o dinheiro ou 1-- tade de "biritar". a von de! Não perca tempo! t • Leia e assine o Jornal da sua cida­ Valorize o que é seu! Ligue para 439-1410, 251-1069 Seja bem inLormadol 1.9 o VIGILâNCII SINIT ~ PIRI COMBITER 1 F te un-•• l. ! ci· i: fa; A lu a contra o infecção hospitalar' no Mato Grosso do sul qanha mais um im porLantc nliodo. o peparamento de Viqi 1.:inci,1 GaniLiirin da gecre aria de Estado de Saúde, +laborou e está distribuindo pa ra todos os Hospi o is do Estado um Ma nu l de Normas T•cnI cas sm Con trolc do Infecção Iospi ta lar. Este manual (oi considerado "mod lo" pela Coordenação Na­ cional d Infecção Hospitalar, que vai vê-lo para ser apre­ sentado aos técnicos da área de saúde dos Estados do RI Grande do Sul e Ceará. A principal vanta gem deste manual e que ele apresenta de forma organizada e sistematizada as téc nicas e procedimen :: tos mais modernos e eficientes para o controle da in feccão hoRpiLalar. Segundo a coordenadora da Co mi são Es adual de Controle de In[ •cção Hospitalar, Eliana li moral Dalla Nora, õ manual vai possibili tar a unificação dos proc>dimentos nos l!oopitais do estado, facilitando as ações de controle e dimi - nuindo os riscos de infecção hospitalar. O manual aborda - desde o papel do ad­ ministrador hospita­ lar no controle de infecções até os pro cedimentos para o ma nuseio de material contaminado, trazen­ do ainda orientações sobre desinfecção de· ambientes, de mate - rial médico-hospita­ lar e de instrumen - tos cirúrgicos, as - sim como os procedi­ mentos corretos para a coleta e armazena­ mento do lixo hospi­ talar. De acordo com Eliana Amaral, um dos principais pro - Q ACAMPAMENTOS PROXII JS AS Mi, RGEi IS DOS RIOS ESTÃO PROA3OS NO MS de 3st : -ã0' is s e e A Polícia Flores­ tal de Mato Grosso - do Sul vai coibir, a partir da pr6xima temporada de pesca , com início em 11 de Fevereiro de 9 3, os acampamentos de pes­ caaores pr6ximos às barrancas dos Rios. são áreas de pre­ servação permanente que vêm sofrendo de­ predações por acúmu­ lo de lixo, foguei - ras e descaracteriza ção ambiental. O a - nüncio foi feito Pelo Major AngelÕ Rabelo, comandante - da companhia Indepen ente de Polícia Mi­ litar Florestal, ao Participar do II Fó­ rum de Turismo do Es ado promovido pela niciativa privada e 1 niciado em Corumbá. Rabelo explicou - que apenas duas áre­ as de camping têm al ~ara de funcionamen­ 'o, na região perifé rica ao Pantanal - no Passo da Lontra, em $Fumbá, e em Aqui - 'suana -, e os pesca ?res, a maioria de ao Paulo e Paraná , chegam em grandes - Srupos e se alojam às argens dos Rios. "A legisl, - - , " .acao nao perml .- estes acampamen ;;os, já houve um tra alho preventivo pa­ ra esclarecer ague - / 5 que visitam o antanal e agora va­ s impor uma fisca­ I2 - d; açao rigorosa" • 5 se o comandante. _ , 1 -.lém de agredir o t 10 ambiente segun­ ?Rabelo, estes pes .15ores não propor - • 0 nam nenhuma divi­ ca a Ch O Estado, pois • -Cgam com toda es - Futura já montada - dr- e2usufruir dos re ±;"?S Pesqueiros do ªº· " 1,ara que a legis ·ª 0 seja cumprida, é necessário também que as Empresas de Turismo ofereçam op­ ções para os pescado res criando novas a reas de camping com= patíveis com apre - servacão ambiental", sugeriu o comandante da Polícia Flores tal. Um terceiro a - campamento, funcio - nando já há alguns a nos no Abobral, pr6:: ximo à ponte sobre o Rio Miranda, segundo o Militar, está regu larizando sua situa­ cão junto à Secreta­ ria de Meio Arnbien - te. O acampamento fi ca localizado às mar gens do rio, mas de­ verá ser liberado bln s enfr ntados - pelos Hospitais do - in erior é a falta de informações sobre entes assuntos, o que acarreta na ado­ cão de prou•dirnc.n ·os arcaicos que não re­ solvem o problcmu da infecção hospitalar. De acordo com E - liana Am ral, o ma - nual vai suprir esta deficiência de infor mac9es atualizadas:: e, caso seja adotado por todos os Hospita is, vai ajudar em muito na diminuição dos casos de infec - cão hospitalar no Es tado. segundo ele o quadro de infecção - hospitalar no Estado ainda é grave e exi­ ge ações integradas deste tipo. O Depar­ tamento de Vigilân - eia Sanitária e a Comissão Estadual de Controle de Infecção Hospitalar vêem se empenhando na forma­ cão de comissões de. controle dentro dos porque situa-se numa área já descaracteri zada, sem que Gover­ nos anteriores impe­ dissem sua instala - cão. TAXA DE PESC/1 O Comandante Flo­ restal anunciou, tam bém, que o Governo:: Pedrossian iniciou a discussão com entida des ambientalistas e iniciativa privada - de c6digo estadual de meio ambiente, a ser criado pela Se cretaria de Meio Am­ biente. Esse c6digo deve­ rá fixar a cobrança de uma taxa de pes - !c pit 1s. Segundo la, cer­ ca de met do dos 23 es ab lecimento ho pitalares que exis - tem no estado J I co­ meçaram a organizar as comissões d· Con­ trole de Infecção Hospitalar e estão - enviando relatórios mensais para a Secre taria de Saúde. "es­ te trabalho 'em sur­ tindo um resultado - muito bom nos Munici pios do inter ior" afirma Eliana, lem - brando que a situa - cão do Mato Grooso , apesar de grave, 6 bem melhor que a de muitas unidades da Federação, "que não t8m sequer comissâo estadual de controle formada". PROGRAMA o Manual de Proce dimentos, faz parte­ de um Programa de Controle da Infecção Hospitalar, que está ca, ou pedágio, das pessoas que se deslo carem para Mato Gros so do Sul com o pro= p6sito de explorar - os seus recursos pes quoiros. Os recursos serão destinados ao aprimo ramento e manutenção da Polícia Flores tal. Rabelo disse qu~ o Governo Federal ar recadou mais de crs 5 bilhões em licen - ças de pesca, no Es­ tado, e esse dinhei­ ro nao retorna - em investimentos ao setor. Ipanema Modas confecções e bijouterias - adulto e infantil, diretamente do Rio de Janeiro - os últimos lancàmentos: conjuntos de linho, jeans. Roupas em nhas, bermudas cores e modelos à Rua Conde de Porto Aleqre - 368 malha, shorts, camisetas, pijamas, calei escolher - Fone 439-1846 - Bela Vista - MS H O T E L : Pousada dos Viajante De: Ernande Paiva Maidana. * Apartamentos, comida caseira. * Sua casa em Porto Mur tinho! Av. Laranjeira - 387 Fone (067) 287-1119 Porto Murtinho - MS r o d nvolvido - la Secretaria d ide e qu provê pa ra 1993 a implan ão de s te centros de tr •ína· enr.o no in turior do Estudo pa­ ra a ralizaço de cursos e reinamen - tos sobre controle - da infecção hospita­ lar. o Programa cm por objetivo dar con sultoria orien a - çõcs aos cstabcleci­ mentos hospitalars quanto às normas e rotinas em controle de i nfeccões hospi­ talares. De acordo com E - liana Amaral, a prin c1pul preocupação dã Comissão Estadual de Contole da Infecção Hospitalar e da Se - cretaria de Saúde no momento é com rela - cão a necessidade de mudanças dos hábitos e costumes dos diver sos setores que a tuam dentro de uma unidade hospitalar , como o pessoal de lipeza, enfer ir e at mes o di CO!'I, Segundo el , xistem conceitos proccdimenlo erró - neos que estão r1 1 qados no meio d.st comunidade qu cisam sur, udatlos. Como por exempl o hábito de se es rclizar luvas cirúr­ gicas, que cm algun casos podem apr sen­ tar micro- furos e terminar contaminado pacientes. LEIA E ASSINE O JORNAL TRIBUNA Dl FRONTEIRA - DIÁRIO REGIONAL Cr$ - 4.000,00 ornando da Florestal ~ c!arece Denúncias o tra o seu Ef eti O Comando da Companhia Independente de Polícia Militar Florestal esclareceu, em notai Imprensa, ·que as denúncias veicula­ das dando conta de suposto envolvimento de Policiais Florestais com grupos de garirn - peiros visam apenas enfraquecer a ação e - nérgica da corporação na região de Bonito, para impedir a extração de ouro e outros - metais. A exploração de garimpos é uma ativida­ de proibida em Mato Grosso do Sul pelo Go­ verno Pedro Pedrossian, através da Secreta ria de Meio Ambiente. - No último dia 25 de Novembro, policias florestais do Pelotão de Aquidauana prende ram em flagrante 15 garimpeiros que haviam instalado equipamentos manuais de extração de ouro em duas áreas, situadas nas Fazen­ das Estrela e Santa Sofia, no Município de Bonito. Em depoimento, na Delegacia local da Polícia Civil, os garimpeiros afirmaram que Policiais florestais haviam facilitado a exploração das áreas. o comandante da corporacão, Major PM Angelo Rabelo, já ha­ via, no entanto, alertado o Comando da PM, em Campo Grande, de que os garimpeiros ten tariarn comprometer seu efetivo, colocando­ sob suspeita a fiscalização realizada pela Florestal. "Como existiram as denúncias, determina mos de imediato a abertura de uma sindica eia interna e trocamos a guarnição na á - rea. A sindicância é um procedimento pre - ventivo, que visa não só esclarecer os fa­ tos mas preservar a corporação e o poli cial", disse Rabelo. A operação da Florestal nos dois garim­ p~s foi de carãter sigilosa, por determina cao do Juiz da Comarca de Bonito, Jairo Luiz de Quadros, que decretou seoredo de Justiça para o caso. Por esta razão, o re­ sultado da operação não foi divuloada na época das prisões dos garimpeiros. Compra-se Novilhas Vazias, meio sangue NeloreX Europeu, de 18 i 24 meses. TRATAR COM ROSI 'CRISTINA FONE: (067) 383 5893 CAMPO GRANDE MS 2 O Ir, pTp{)Mp DR tfJ[]) -------Prefeitura Municipal de Bonito • MS 70 LEI NO 619/92 veda a cesão de Ecolas e centro Espor; tivo 6oegçGes, turista e ouros e da outra provi@ncIG O Prt•fc:l o Munic1pal elo Bonito, Es do de Mato Grosso do Sul, FA SABER que a Cãm@ ra Municipal aprovou o ele sanciona a se " quinte Li: Art,IQ) - Fica vedada a cessão de todo e qualquer estabelecimento de ensino da Pe­ de Pública Municipal e do Centro Espor 1vo Juncclino Kubintchck a turistao, drlegaç~ - cn, grupon de studontco e a outros, cu)os finu não ucjom pr6prioo doe referidos esta- bel·cimen'os, /rt.20) - J prescnt lei entra cm vigor no dota d suo publicaçâo, revogadas as dis pouiçõcs cm contrário. Donito-MS., 18 de Novembro de 1992 Naudemir Xavier - Prefeito Municipal LEI 620/92 Non cientifico: PT"R Cn ro: PTERODO, Espécie: PTERODON PUESCENS Família: LEGUMINOSAE Autoriza o Poder Executivo Municipal de Donito-MS a efe~uar credito Suplementar e dá outras providências o Prefeito Municipal de Bonito, Estado de Mato Grosso do Sul, FAÇO SABER que a câ­ mara Municipal decreta e cu sanciono a se - guinte Lei: Art.10) - Fica o Prefeito Municipal de - Bonito, autorizado a efetuar CRÉDITO SUPLE­ MENTAR, na importância de Cr$ 830.000.000 , 00 (oitocentos e trinta milhões de cruzei - ros), destinadas aos reforço dos Artigos 40 e 41 (Inciso I), 42 e 43 (Inciso III) da Lei no 4.320/64. Art.20) - Para cobertura do crédito refe rido no Artigo anterior fica o Executivo M~ nicipal autorizado a utilizar, por anulação de dotações, os valores que seguem da se guinte forma: 660.000.000,00 (seiscentos e sessenta milhões de cruzeiros) com pagamen­ to de despesas com pessoal civil e Cr$ 170.000.000,00 (cento e setenta milhões de cruzeiros) com pagamento de despesas diver­ sas. Art.30) - Para utilização do crédito cita do no Artigo lo desta Lei fica o Executivo­ nutorizado a regulamentar por Decreto. hrt.40) - Esta lei entrarâ em vigor na data de sua publicação, revogadas as dispo­ sições em contrário. Donito-MS., 26 de Novembro de 1.992 Naudemir Xavier - Prefeito Municipal LEI NO 621/92 Dispõe sobre a imunidade de árvores da arborizaçao urbana, e dá outrtas provi@n­ cias --0 Prefeito Municipal de de Mato Grosso do Sul, FAZ ra Municipal aprovou e ele guinte Lei: Art. lO) - Esta lei contém medidas de po­ lítica Administrativa em matéria de imunida de de ârvores da arborização urbana deste Município. Art.20) - As ârvores relacionadas e elas sificadas como imunes de corte são bens de interesse comum a todos os Munícipes. Jt.30) - Ao Prefeito e, em geral, aos - servidores municipais, incumbe cumprir e ve lar pela observância desta lei. - Art.4) - Fica criado um Conselho Consul tiva, sob a presidência do Prefeito e com= posto par mais quatro membros, sendas dois da Câmara de Vereadores e dois da Comunida- de local, com a finalidade de: . I - auxiliar o Prefeito em suas decisões; II - analisar e julgar as infrações e os ca sos omissos a esta lei; - III - exercer outras atribuições correlatas Art.50) - Considerando os interesses lo­ cais e o disposto no Artigo 70 da Lei Fede­ rl no 4.771, de 15 de Setembro de 1965 fi cam declaradas imunes de corte por suas'con dições de raridade, beleza e/ou porta-se= mentes, as seguintes ârvores: I - Nome vulgar: TARUMà Nome Científico: VITEX MEGAPOTÃMICA Gênero: VITEX Espécie: VITEX MEGAPOTÂMICA Família: VERBENACEAE PRINCIPAIS CARACTER STICS: Folhas caducas compostas, pequenas. - Flores pequenas de cor lilás -- Fruo .ipo vagum de cor marrom, com se- mentes pequena: lisas de cor purda. - Tronco e galhos licos de coloração cla- ra. - Copa larga arredondada, árvores de grande porte, cm média de 12m. de al urn. LOC/LIZ/ÇÃO: setor 1, Quadra 41, Lo e 016, Rua Pilad Rellufi, terreno pcrt•nccn e à I~ son Casanova da Silv,. III - Nome vulgar: CA AP1STUL/ Nome cientifico: CÃSSIA FlSTULA Gênero: cASSIA Espécie: CÃSSIJ FlSTULA Familia: LEGUMINOS/E PRINCIPAIS CAIUCTERlSTICAS: - Folhas caducas alternas, curto peciola­ das, paripinadas. - Flores cm pendulas de até 50 cm de com­ primento, de coloração amarelo-ouro. - Fruto tipo vagem cilíndrica lenhosa de até 65 cm. de comprimento, com 40 à 100 sementes arrendando-ovadas, coberto com polpa escuro-brilhante, de sabor adocica­ do. -- Tronco e galhos de casa lisa cinza-es - verdeada, quando nova, e pardo-escura ao envelhecer. - Árvores de grande porte, atingindo 15m. de altura. LOC/LIZAÇÃO: Setor 1, Quadra 03, Lote 400, Rua Cel. Pilad Rebuá, páteo da Escola Es­ tadual Luiz da Costa Falcão. IV - Nome Vulgar: CASSIA GRANDE ou CÂSSIA ROSEA Nome Científico: CASSIA GRANDIS Gênero: CÂSSIA Espécie: CÂSSIA GRANDIS Família: LEGUMINOSAE PRINCIPAIS CARACTERISTICAS: - Folhas caducas, compostas grandes, al - ternas, pinadas de folíolos curto-peciola das, ovadas até ablongos. • - - Flores de cor rúsea em pedúnculos. - Fruto tipo vagem de até 60 cm de compri menta, com sementes arredondadas, cober - tas por polpa de cor clara. - Raízes superficiais. - Árvore de grande porte, copa larga,atin gindo 12m. de altura. LOCALIZAÇÃO: Rua Nossa Senhora Aparecida, entre á Rua Manoel Inácio de Farias, Rua das Flores e Rua Pércio Scharnman, no limi te da Rua. - V - Nome Vulgar: AGUAPOMBA ou PITOMBA Nome Científico: TALISIA ESCULENTA Gênero: TALISIA Espécie: TALISIA ESCULENTA Família: SAPINDÂCEAE PRINCIPAIS CARACTER!STICAS: - Folhas compostas lenceoladas, longas e sem aspereza. • - Flores brancas e perfumadas, em panicu­ lasterminais, compridas e finas. - Frutos tipo drupa arredondadas e peque­ nas, com casca lisa, de cor amarelo-acin­ zentado e polpa comestível, envolvendo um caroço. - Árvores de grande porte e copa alta, a­ tingindo 12 m. de altura. LOCALIZAÇÃO:Setor 1, Quadra 55, Lote 025, pertencente ao sr. Rui Dento Cunha sito à Rua Monte Castelo, de fronte ao ~o 782. VI - Nome vulgar: FLAMBOYANT Nome Científico: DELONIX REGIA Gênero:· DELONIX Espécie: DELONIS REGIA Família: LEGUMINOSAE Bonito, Estado - SABER que a Cima sanciona a se PRINCIPAIS CARACTER!STICAS: - Folhas compostas, geralmente 5 foliola das, digitadas opostas cruzadas de colora - ção verde-escu:as na região central e verde claras na regiao dorsal. - - Flores pequenas de coloração roxo-azula das. - Fruto tipo drupa carnosa, de suoerfície - lisa e coloração violácea-escuro: - Raízes pivotantes com raízes secundárias bem desenvolvidas. - Arvores de grande porte com altura em tor no de 15m. LOCALIZAÇÃO: Setor 1, Quadra 62 Lote 050 , pátio da Prefeitura Municipal. ' II - Nome Vulgar: FARDl!ll SEC/ PRINCIPAIS CARACTERlSTICAS: - Folhas compostas pequenas e caducas - flores em cachos, de coloração amarela, alaranjada ou vermelha - Raízes suoerficiais. - Arvores d~ médio porte, copa larga, a - tingindo 8 m. de altura. LOCALIZAÇÃO: Setor 1,Quadra 70, Lote 138, pe~tencente a Iber Martinez, sito i Rua Luiz da Costa-Leite, esquina com a Rua se nador Filinto Muller. - A:t.60) - t vedado, nas proximidades - das arvores imunes de corte reduzir ou impedir a visibilidade com: I - construções; II - fixação ou colocação de cartzes, a - núncios ou faixas· III - plantio de outras espécies vegetais Art.70) - Igualmente fica expressamen­ te proibido pinta ou pichar o tronco das arvores imunes de corte. . J~.80) -_t vedado a destruição ou mu­ tilaçao das arvores imunes de corte,salvo por a..: s 10 - 1 Jus f 'as fora! s ' de imun1 a o cificar o proc correção do pro! +ro d . iníntro 3.-- Em cago de re9+" ' 5 29 , l que tenha danifie o rio ou vendava + co" gtrutura da árvores, o cort ser do ' ,,, . laboração de um relatá - efetua lo apos a ifi 1 , . ; ucinto espec t canao o occr rio técnico s + • - -- rido e dando baixa na árvores em ques1 o. Art. 9 O) - A Prefviura Municipal seri <.l dire:amente pelas árvoras img responsave - ' nos de corte quando a: 1 - r:ianutcnçâo; II - conservação; III - tratamento; IV - poda de limpeza; V - coleta de sementes; - VI - fiscalização e autuaçao; VII - vigilância permanente Art.IO) - Caberá também à Prefeitura , através da secretaria Municipal de Educa­ ção, promover: I - educação ambicntul nas Cscol~s, com ênfase aos cuidados para com as arvores! munes de corte e os motivos considerados do ato de declará-las imunes; II - divulgação, junto â população local e aos turistas, da localização das árvo - res através de : a) folhetos explicativos; b) cartões postais contendo no verso a fi cha técniéa da árvores e o motivo que tornou imune de corte; III - divulgação desta Lei. Parágrafo Onico - Poderá a Secretaria Municipal de Educação propor à comunidade estudantil a criação da Associação dos A­ migos das Arvores Imunes de Corte, cujas finalidades, além de educativas, sejam: I - zelar pelas árvores; II - realizar estudos e pesquisas sobre - as ârvores imunes de corte, como também - outras espécies regionais de importância econômica e paisagística; III - desenvolver consciência ecológica - individual e coletiva. Art.ll) - Constituem infrações, puni veis com multa subscrita em valor monetá­ rio ou penalidades aplicadas, matar, le - sar ou_maltratar, por qualquer meio ou mo do as arvores imunes de corte especifica: das no Artigo 50 desta Lei. • §_lo - A multa poderá ser aplicada conco­ mitantemente com uma ou mais penalidades § 2° - A multa poderá variar de 100 à 200 UFM, sendo graduada conforme a gravidade da infração cometida. $ 3 - O valor da multa será semore rever tido em prol dos verdes urbanos· sendo ve dado qualque t ' - r ouro destino que lhe auei- ram dar. • S 4 - AS penalidades serão aplicadas de acordo com a gravid d d sendo: ª e o ato praticado I - trabalho gratuito nos verdes pübli cos: munimo de 15 dias: II - fornecimento da mud, - · getal afetada· - . • as da especie ve- Ar.12) - {"amo_de_1oo mudas as penalidades e1cindencias a multa ou , Art.13) -, erao aplicadas em dobro. eidirão sobre ""±ta e as penalidades i tos. u ores diretos ou indire Parâgrafo Cnico - : - • das pelos incapa Nas in~raçoes comet; 1os que fora e?,a forma da 1ei cu e çaõ, a multa ou 91 osª cometer a infra­ responsáveis di atpena recairá sobre seus - re os naq·uel sa a contravenção f ' e que der ca da coação. orçada e sobre o autor Art.14) - são aut . Para lavrar Auto a"?idades competentes rios Municipais- de . nfraçao, os Funcion!, des de fiscalizaistribui~ora dos produtos l 3RAHMA pra Bela Vista e 1 legião. e )ferecemos todo tipo de mate­ i riais para festa, como frce • : zcrs, mesas, cadeiras, copos •:? trans,porte. • CERVEJ/S, REFRIGERENTES E CHOPP •com 15 dias de antecc dência. ** BRJHMl, SE PRE O MELHOR PRE'O! 1 fLI ** o FONE (067) 439-1306 Rua Antonio Maria Coelho, 439 Bela Vista - Mato Grosso do Sul Brahma é Brahma Você Sabe! r----------------::;.:---:----------------------------------==-------,=-------- ' i a ç ã o e r uze i ri d o s u Confo:rto - Segurança - ficiência Linha.s para todos os Municípios - de MS - Conexão para as r ' Viação Cruzeiro do Sul pais, Capitais. princi- UMA ESTRELA BRILHA NA CONSTELAÇÃO DE MS JORNAL, 'TRIBUNA DA FRONTEIPA - DIÁRIO REGIONAL L,A VI COMENTANDO 3 DE DEZEMBRO ~ a data cm que o casal Dr. Ricardo de Souza Rosa e sua esposa Tati canoraram I0 anos de casados ! Felicidades! TAMBÉM Nessa data a filha de Gão e Tati, a simpática Ana Carolina, festejou com mui­ too amiguinhos se 90 aniversário. A lNIHADJ Discoteca aconteceu no Terraço do Hotel Pousada da Fronteira, a partir das- 20:00 horas. O som e iluminação esteve a cargo de Wilson's Som, onde a criançada­ dançou pri valer! DELICIOSOS Comes e bebes foram servidos. Ana Ca rolina recebeu a todos com a simpatia que lhe é peculiar. Os papais corujas Gão e Tati estão de parabens pela animadlssima­ Discoteca proporcionada aos pequerruchos A aniversariante desejamos muitos e muitos anos de felicidadésl MlRIELY VELASQUEZ Festejou com familiares, no dia 4 pp seus 08 aninhes. NESSE DIA TAMBÉM * 4 t 4 4 $ # t t 4 # t # k k 4 k i t t * * * * * * • * : p * O T • o * Mariely foi batizada, tendo como Pa drinhos os tios Ivaldo e Estela. A Mariely felicidades em dose dupla! 100 REGIMENTO DE CAVA LARIA MECANIZADO RECEBEMOS E Agradecemos os Cartões de Boas Fes­ tas enviados : Senador Rachid Saldanha Derzi e Sra­ Brasília; AUto Elétrica Dinâmica e Funcio nirios (Luiz Calliari Machado e Flia) - Bela Vista; Sindicato das Indústrias Gri­ ficas de MS (David Balaniuc) - Campo Gran .de; Grêmio Pedro Rufino - Bela Vista. - D E s T A a u E Nota para Impren GAROTA N O TA 1 O Estará acontecendo hoje (05/12) à par tilr das 2l:00 horas no Grêmio Pedro - Rufino grandiosa discoteca com con­ curso GAROTA NOTA DEZ em pról do Hos­ pital são Vicente de Paula. Preço do Ingresso: Cavalheiros - $ 15.000,00 - Damas $ 10.000,00 - só­ cios$ 5.000,00 - A título de colabo­ ração (guarde seu ingresso, pois o mesmo estará concorrendo à 3 prêmios: 01 (um) litro de Whisk Old Parr 12 refrigerantes 12 cervejas PARA REFLETIR Não se queixe do mundo. O mundo não é mau. Os homens é que ainda não consegui­ ram ser bons. Mas da lama imunda nasce a pureza - dos lírios. E também daquilo que nos parece.mau e impuro pode surgir a luz mais sublime. M A N u E J. G u I H A R K E s t t * * * t t • t t * t t * • * ~ * * * ELAINE CRISTINA - DE CAMPO GRANDE + + t * * * * t * * * • * * * * * * * * * * t * t * t * * t * t * * * * * * E s p E c I A L sa Dando prossegui­ mento às atividades - de instrução militar­ programadas para o presente ano, o Coman do Militar do Oeste - fará realizar um exer cício com tropa, no período de 07_a 1l de dezembro, em areas uI banas e rurais. o exercício se­ rá realizado, siITultã neamente nas diversas guarnições sob respon sabilidade do Comando Militar do Oeste; a­ brangendo os Estados­ de Mato Grosso do Sul e Mato Grosso, A eventual movi­ mentação de pequenos­ efetivos de tropa não interfirirá nas ativi dades normais da popu lação. Os elementos - da figuração .inimiga, do exercício, poderão estar em trajes civis portanto armamento do Exército e usando mu­ nicão de Festim Sérgio Pacheco Olivei ra-CMT/10O RC MEC No Banco dos Réus o Assassino da Professora Mirna Bela Vista-MS, 03 de dezembro de 92 No dia 23 de setembro de 1991, em nossa cidade houve um homicídio que re­ voltou todos os habitantes e principal­ mente as mulheres e colegas da Sra., mãe e professora: MIRNA GRACIBLA GONÇALVES - CARVALHO, as duas Escolas em que ela tra balhava chorou por perder uma companhei­ ra, que teve o fim tão trágico e tão re­ voltante! A nossa amiga estava grávida de 04 (quatro) ou 05 (cinco) meses e mãe deu­ ma criança de apenas 05 (cinco) anos de idade. O homicídio foi praticado pelo pró- prio esposo. Todos os seus amigos e companheiros aguardavam com ansiedade o julgamento e somente agora no dia 07 de dezembro de 1992, realizará o tão esperado, o tão - desejado julgamentol Estamos aguardando que a Justiça não falhe. Que as pessoas entendam que é preci so fazer J U S TI Ç A. Por urna filha que ficou sem mãe,tão pequena e órfã de mãe, por sua filha tão bonita, tão sozinha. Está com sua avó ma terna, masnão é como estar com sua queri­ da mae, junto com o seu irmãozinho que hoje estaria com 09 (nove) ou 10 (dez) - meses de idade. Sendo assim, aqui vai o nosso pedi­ do de JUSTIÇA! NO BANCO DOS RÉUS O ASSASSINO DA PROFESSORA MIRNA Na 20 feira, dia 07/12/92, acontece rã _em Bela Vista Júri Popular do assas sino que matóu no ano passdo, a própria esposa e Professora Mima Graciela Gon calves Carvalho. - Nós abaixo assinados: Professores, alunos, pais e amigos não pedimos vin­ gança, mas que os responsáveis no ato da votaçao, do julgamento, façam preva lecer a justiça. Este é um alerta e pedido com mui­ ta fé, porque temos amor em nossa pró pria.vida e cremos que a professora e mãe Mirna também teria este direito à sua vida e à criação e educação de seus filhos. (O abaixo assinado contém 42 assi­ naturas entre elas;) Sandra Regina Purkott * Geny Leal Luiza B. S. Oviedo * Maria Rita Caniza * Célia Regina Godoy * Carla Pissurno * Ilda Magalhães * Maria de Fátima B. Pinto * Maria Olímpia Brites * Maria Carmem C. Arguelho * Ester Félix Leite * Helena Rondão * Francisca Peixoto de Lima * Jurema Loubet Viana * Maria Helena Pagliosa Candia * Maria Aparecida Ossuna * Neli Candia - Gladis Candia * Vanda D. Basso * Lair B. Costa * Maria Helena L. Silva * Maria de Fátima F. Silva * Rosemari Benites Diário Tribuna da Fronteira Faça Hoje Mesmo Sua Assinaturá 6 Meses Cr$ 300.000 ±, :i ":r e '; io ri±, .s ·$n€, ar eng 'e