,. 
DIARIO REGIONAL 
ELA VIS'TA - MATO GROSSO DO SUL, - 18 DE DEZEMBRO DE 1992 
, 
VICE-GOYERNIDOR IRY RIGO RECEBE DIU 
DE CInDi SUL MITOGROSSENSE 
A Assembléia Legis 
ln tiva aprovou por 
unanimidade, projeto 
d autoria do d puta­ 
do Paulo Pedra que 
concede título de ci­ 
dadão sul-matogrossn 
se ao vice-governador 
e chefe da Casa Ci 
vil, lry Rigo. Segun­ 
do o parlamentar é o 
reconhecimento pela a 
tuação politica e os 
inúmeros serviços 
prestados à causa pú­ 
blica e ao Mato Gros­ 
so do Sul por Ary Ri­ 
go, tanto como cida - 
dão como político. 
Segundo o Deputa - 
do, "Ary Rigo é um 
dos políticos mais a­ 
tuantes e com livre 
acesso junto aos mem­ 
bros da Assembléia" ' 
fnfatiza. Paulo Pedra 
explicou que a aprova 
cão por unanimidade - 
VICE-GOVERNADOR - ARY RICO 
dos 24 deputados re­ 
presenta o agradeci- 
SICilLO BANCÁRIO 
Um alerta aos ge - 
rentes de banco de 
nossa cidade e, prin­ 
cipalmente, à alguns 
funcionários que pane 
cem não saber que as 
contas de clientes 
das instituições ban­ 
cárias são protegidas 
pela lei do sigilo 
bancário, previsto na 
Constituição Federal. 
Alguns clientes há 
dias tem nos reclama­ 
do que todo mundo sa- 
be quantos cruzeiros 
eles possuem deposi­ 
tados em suas contas, 
esta semana quem se 
surpreendeu fomos 
nós quando um amigo· 
fez a seguinte afir­ 
mação, "voei tem tan 
tos cruzeiros na pou 
pança"! Pelo jeito - 
tem gente falando de 
mais dentro dos ban­ 
cos de nossa cidade. 
LEIA O INFORME TF 
PÁGINA - 03 
Entrevista/Alcir Call iari 
Queda de Juro não pode 
umentar a lnf lação 
fj0 1.29] DIRETOR: IVAIDO PEREIRA XEMPLAR $ 4.000,00 
Levado à Presidência do Banco do Brasil 
Por uma constelação de parlamentares de es­ 
querda e sindicalistas, o funcionário apo - 
sentado do Banco do Brasil Alcir Calliari 
recebeu do Presidente Interino, Itamar Fran 
co, a incumbincia de transformar o Banco no 
Principal agente da retomada do crescimento 
econômico. 
Calliari - que fez no Banco do Brasil u­ 
ma carreira completa, de escriturário à di­ 
retor, chama, nesta entrevista aos repórte­ 
res Nelson Luiz de Oliveira e Vânia Cristi­ 
na, o presidente de "guru" e sua defesa das 
melhorias sociais é tão entusiasmada quanto 
a de Itamar. o Presidente do BB é a favor 
de juros baixos, mas mostra estar afinado 
com o Ministro da Fazenda, Gustavo Krause , 
quando diz que a queda das taxas não deve 
Precipitar a inflação. 
PÃGINA - 06 
Saiba que, "embora 
sua dor pareça insu - 
Portável e sem reme - 
dio, ela há de termi­ 
nar, e a alegria vol­ 
tará a brilhar cm seu 
coração. 
Não há noites a 
qual não suceda a luz 
de um dia radiante" . 
Todavia, a jovem 
Rosangela Mendonça 
(20 anos, solteira, 
residente na Rua 
Luiz da Costa Leite 
1119, Vila Donária), 
não pensava dessa 
maneira. Foi envol­ 
vida por uma turbu­ 
lência de idéias ne 
mente do Estado ao 
cmigrant que ado - 
tou MS Como lar e 
criou raízes, traba 
lhando incansavelmen 
te pelo desenvolvi­ 
mento e projeção na 
cional. - 
Natural de Passo 
Fundo, no Rio Gran­ 
de do Sul, Ary Rigo 
foi o primeiro da 
vinda dos gaúchos 
para o Mato Grosso 
do Sul e fundador 
da primeira coopera 
tiva do Estado, a 
Cooperativa de Mara 
caju - Coop-Mara.For 
m. do em Engenharia 
Agronómica pela Uni­ 
versidade Federal do 
Rio Grande do Sul cm 
Porto Alegre, o vice 
governador aportou 
em terras sul-mato - 
grossense no Inicio 
da década de 70. 
Eleito deputado 
estadual pela primei 
ra vez cm 72, Ary 
Rigo voltou à ocupar 
uma cadeira na Assem 
bléia Legislativa - 
por mais 2 mandatos, 
em 82 e 86, tendo co 
mo base eleitoral a 
região sudocs e do 
Estado. Sua destaca 
da atuação como par 
lamentar fez com 
que torne eleito 1o 
secretório da Assem 
bléia por 2 vezes 
sendo reconhecido 
como hábil articula 
dor político, condi 
cão essencial para 
secretariar os tra­ 
lhos da casa. 
Paulo Pedra enfa 
tizou que "não Hã 
como questionar a 
RE 
O Dr. José Rai - 
mundo Pinto Filho , 
Delegado de Polícia 
em Bela Vista, após 
a publicação da ma­ 
téria intitulada 
"JUSTIÇA DE PORTO 
MURTINBO SOLTA LA 
DROES DE GADO", vei 
culada no Diário do 
dia 11 de dezembro, 
pp., procurou a Re­ 
dação deste Jornal 
e solicitou que se 
fizesse a devida re 
tificaçio na referi 
da matéria pois, se 
gundo ele, em momen 
to algum teve a in- 
FICAÇIO 
tenção de criticar 
a decisão do MM. Ju­ 
iz de Direito da Co­ 
marca de Porto Murti 
nho. Disse que sua 
intenção maior foi 
a de enfatizar que 
ficou surpreendido 
com a soltura dos ir 
mãos Ivo e Ival Jose 
Godoy porque já ha - 
via recebido ordem 
do MM Juiz de Direi­ 
to de Bela Vista pa­ 
ra recambiá-los para 
a cidade de Porto 
Murtinho e o alvará 
de soltura chegou na 
véspera de tal recam 
biamento. Disse ain 
da o Delegado de o 
lícia que a soltura 
determinada pelo MM 
Juiz de Direito' de 
Porto Murtinho se 
fez com amparo na 
lei processual pe - 
nal, que previ a 
prestação de fian 
ça para determina - 
dos delitos, inclu­ 
sive para o delito 
de furto, como era 
o caso dos dois ir­ 
mãos e que, justa - 
mente por isso, não 
pode e nem tem poderes 
para criticar tal decisão 
atuação do vice-go­ 
vernador na vida pu 
blica, tuas sim os­ 
s ltar os inán ros 
serviços prestados 
à população do Esta 
do". A solenidade 
de entrega do títu­ 
lo de cidadão sul 
matogross ns acon­ 
tecerá no início do 
10 semestre de 93 , 
quando a Assembléia 
Legislativa reorna 
o ritmo dos traba - 
lhos. 
Edital de 
Convocação 
O Pr s{dente em exercfcfo 
da Liga EsportIva Eelavfsren 
se, no uso de suas atr!bufçó 
es estatutárfas,,» 	- 
FAZ SABER, a todos quan - 
tos o presente Ed!tal vIrem, 
ou de1c conhectrcnto tivcren 
que no dia 26 de dezembro de 
1992, serão real!zadas ele!­ 
çôes para Pre[dente e VIce­ 
Pres! dente da LI •a f.spnrtlv.1 
Belav!stense, para o bénfo 
93/9,, de acordo con os esta 
tutos. 	- 
FICAM! CONVOCADOS a part!r 
da publfcação deste edital , 
todos os pres!dentes dos clu 
bes fI!fados, ftcando cintf 
ficados de que poderão 6- 
registradas chapas para con­ 
correr ao ple!to até o d!a 
23/12/92 às 17:00 hs na sede 
da ent!dade, s!to à Rea Ano 
nto João, esquina c/Ante ' - 
Marta Coelho, nesta c!dad 
Bela Vtsta-'S.,·0/12 
JOSÉ GLACY FLORES - r 
kan: te grasil Liera mais Rerrsos ao . 
Rural e às Micro, Pequenas e Médias f mpr sas 
O Banco do Bra - 
sil liberou para as 
Superintendências 
mais Cr$ 1,4 tri 
1hão, sendo Cr$ 1,1 
trilhão destinados 
ãs operações de cus 
teio agrícola e pe­ 
cuário, que irão be 
neficiar mini, pe - 
quenos, médios• e 
grandes produtores, 
e Crs 326 bilhões 
para comercializa - 
cão da safra, dos 
quais Cr$ 276 bilhõ 
es para EOF de tri­ 
go. 
Com mais essa li 
bera;ão, o total d 
recursos distribuí­ 
dos, exclusivamente 
para custeio agrico 
la da safra deve= 
rio 92/93, em valo­ 
res atualizados, $ 
23,4. trilhões. 
gativas e ninguém 
conseguiu afastá-la 
do objetivo de por 
termo à vida. Primei 
ro ingeriu quarenta 
comprimidos de tran­ 
quilizante - "Frizi­ 
um-so", foi interna­ 
da no Hospital eco­ 
locada fora de peri- 
130 SALÁRIO 
As agincias do 
BB continuam operan 
do com a linha de 
crédito especial pa 
ra pagamento do 130 
salário dos funcio­ 
nários de microem - 
presas e empresas 
de pequeno e médio 
portes. 
A partir de ago­ 
ra, dobra o limite 
do empréstimo por 
empresa, que passa 
de até Cr$ 100 mi - 
1hões para até Cr$ 
200 milhões, ou o 
valor da folha de 
pagamento relativa 
ao 130 salário dos 
empregados da bene­ 
ficiária (inclusive 
encargos), o que 
for menor. Além dis 
so, o Banco tornou mais 
flexível a exigência de 
UMA JOVEM INGERIU 40 COMPRIMIDOS E 
ESTOUROU A CABEÇA COM BAL DE 38 
go. 
Ao receber alta , 
apesar dos conselhos 
de amigos, continuou 
irredutível em seu 
propósito e desta ma 
neira foi de forma - 
definitiva: estourou 
os miolos com um ba­ 
laço de "3". PÁGINA/ 04 
garantias. Já que as 
operações, antes ne­ 
cessariamente vincu­ 
ladas a garantias rea 
is, passam a ser via 
bilizadas também por 
intermédio de nota 
de crédito ou de con 
trato com garantia 
de aval ou fiança. 
A linha de crédi­ 
to tem prazo de 12 
meses e encargos fi­ 
nanceiros calculados 
com base no índice 
geral de preços-mner­ 
cado (IGP-M). Mais 
encargos adicionais 
de 12 a.a. 
O prazo limite 
para contratação 
dessas operações se 
rá o dia 21 de de= 
zem.bro de 1992, da­ 
ta-limite para paga 
mento do 13 salá 
rio, conforme a Le­ 
gislação vigente. 
Até o momento 
já foram liberados 
Cr$ 753,3 bilhões , 
que atenderam inte­ 
gralmente a demanda 
apresentada em todo 
o País. Para o mês 
de dezembro, o Ban­ 
co do Brasil dispõe 
ainda de cerca 
de Cr$ 1,5 tri- 
1hão. 
Projeto para Menis 
Rua será Desenvolvi o 
no Interior 
O Projeto "Não Cheire Cola, Jogue ao­ 
la , desenvolvido pelo Governo e~ camoo 
Grande, será estendido ao interior de-Ma 
to Grosso do Sul, a partir do próximo a­ 
no. O anuncio e da Fundação de Desporto 
e Lazer (Fundesporte) que coordena as 
atividades em conjunto com a Fundação de 
Promoção Social (Promosul). PÁGINA - 33 
rrrrIxço 
Na Edt;ão n?1.291 de 11/12/92, Edital de tte!tacão 
003/92 da Prefettura Mante.pa! _de Bela tara, zde si@. cor;­ 
gQBE·CIA P_LIA_P_yrzuç1o_r5_rr1sr. e sorri­ 
coo_E.Irri ZÉ.x·ir GrswEis. "ve e

li) tN/1.1, 'l'I 111t1Nfo. IJ/1. 1 t,e,i, fPJ - IH!.! í') l r Jflll1, 
Projeto para Meninos de Rua será 
Desenvolvido no Interior 
V 
M , 
o Projeto "Não Chei 
roe Cola, Joque Bola", 
desenvolvido pelo Go­ 
vorno em Campo Gran - 
dr, oorã noLrn<liclo no 
interior de Mato Gros 
no do ~ul, n pnrtir 
do próx Uno nno. O il - 
nGncio õ an Fundnção 
dr Dcaporlo e Lozrr 
(fundoopor nl que co­ 
ordenn nn , tividnd D 
cm conjun o com n 
fundação de Promoção 
Social ( J>romoau ll . O 
objetivo é dar maior 
oportunidade à crian 
çno nn foixn ctãrin - 
de 11 o 17 anos. 
Lonçodo cm nbril , 
o projeto está sendo 
drocnvolvido atuolrnen 
te no Ginãsio de Es - 
portes Avelino dos Re 
io (Guanandi zão) com 
n participação de 100 
crianças. Os treina - 
montes são de respon­ 
sabilidade do ex-joga 
dor de futebol do Flu 
minene do l io, ele 
hor Ribeiro e o r 
!.u1 LudO!J J,l stoo - 
sendo apontados co­ 
rno ,,.,Llr;f,, óri<JD 
endo om vis o s 
vi órias conquista 
clnn polo time <lo 
prOJ<' o, em parti - 
das realizadas na 
CopiLal. 
Dlontr do sucdn­ 
uo nlcnnçndo, a run 
despor e e a Promo­ 
au1, contando com 
,poio da CílIA (Con­ 
uclho Brosileiro·da 
Infância e da Ado - 
lescênciu), está 
planejando levar o 
proj to a cidades 
do interior. Serão 
mantidos entendime~ 
tos com os novos 
prefeitos que assu­ 
mem no dia 1o de ja 
neiro, para que as 
Prefeituras passem 
a integrar à socie­ 
dade dos chamados 
"menino, de rua", 
15m da ocup ,ç,io elo 
po ocioso d toda 
a juventude comunità 
ria. 
N/ CIPIT/IJ, 
-- - 
li pnrt ir de janei 
ro, () projeto será 
dcucnvolvido cm mais 
doio b..iirros da capl 
tal: Morenlnho III~ 
lovn Lim , rcgiõec 
populouan e carentes 
do cidade. Existe 
também a perspectiva 
de outros bairros de 
Campo Grande serem a 
t ndidos pelo proje= 
to. Densa forma, a - 
lém de buscar a inte 
gração dos chamados­ 
"mcninos de rua", o 
Governo estará possi 
bilitando a dcscober 
to de novos valores 
que mais tarde, pode 
rão ser aproveitados 
em equipes profissio 
nais de futebol. - 
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pequenas empresas como 
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lnlor11e TF 
EHERCilA FRACA/ 
ESCLARECIMENTO 
Veiculamos no IN-­ 
FORME 'PF da emana - 
passada comentários 
eobru nn roclamacõen 
de morador s dos 
ooirrnu CnplriLo Snn 
to e Parque da Pri­ 
mnvcras u rcnpoito - 
da péssima qualidade 
no fornecimcn o de e 
ncrgia elétrica que-; 
pelos menos nesses - 
dois Bairros 6 tão 
fraco que os apar 
lhos eletrodom6sti - 
cos não podem ser 
ligados ao mesmo tem 
po. Queremos expli - 
car, para evitar os 
mal-entendidos, que 
as críticas que sem­ 
pre fazemos em nossa 
coluna a respeito do 
fornecimento de encr 
aia, cobrança da ta= 
CÂMARA EM RECESSO 
de 
A cãmara Municipal de Bela Vista estã - 
em recesso e só deverá voltar a se reunir 
no dia 10 de janeiro, quando será eleita a 
nova Mesa Diretora que dará posse ao Pre - 
feito eleito Abraão Zacarias. As ativida - 
des_normais do Legislativo belavistense só 
serao reiniciadas no mês de fevereiro a­ 
tê lá os novos Vereadores reeleitos terão 
bastante tempo para elaborarem suas plata­ 
rormas de trabalho que nortearão suas con­ 
dutas políticas naquela casa, só esperamos 
que os radicalismos e as diferenças políti 
cas sejam esquecidas e todos se conscientT 
zem de que é necessária a união de esfor - 
ços para desenvolverem o melhor trabalho - 
possível em prol de toda a comunidade bela 
vistense. 
Bela Vista terá 
11 Vereadores 
u 
xa de iluminação pá­ 
blica, falta de lumi 
n@rias, preços exor­ 
bitantos, te ... são 
sempre dirigidon ã 
diretoria da Empresa 
e não ao, Chefe do E 
crltório local dn 
ENERSUL, ex-vereador 
Marcelo Calvano que, ' 
a bem da vcrdadc,faz • 
o possível e o impor 
sível para que seja' 
prestado um melhor 1° 
tendimcnto à popula:­ 
cão, o que ele não 
pode fazer é mila 
grcs e por isso tam­ 
bém não poderíamos - 
de forma nenhuma co­ 
brar dele uma melhor 
qualidade no forne­ 
cimento de energia - 
para nossa cida - 
de. 
Ao que tudo indica a cãmara Municipal - 
de Bela Vista será mesmo composta por onze 
Vereadores na próxima legislatura, o pedi­ 
no de alteração de nove para onze está tra 
mitando na Justiça Eleitoral e, a exemplo 
do que já aconteceu em outros Municípios,a 
alteração deverá ser confirmada, com isso 
o atual Presidente da Cãmara, Jorge de Sou 
a Rosa e o Advogado Roner Loubet da Rosa 
serão dois suplentes a assumirem as vagas ~ 
bertas naquela casa. 
CHAPÉU A VISTA 
Já fomos taxados até de fofoqueiro, mas 
diz a regra que o bom jornalista só não es 
creve o que não sabe e como estou sabendo 
que poderá haver surpresos na eleição da 
ra mesa dir tora 
la Vista, vamos aviando, é 
sados abriron os olho, uu b lo "chi.pu" - 
está sendo armudo e alguns V readores pode 
rão serem pegos de surpresi no dia 1o Te 
Janeiro, quem visa amigo é!! Sem querer - 
puxar a sadinha para o nosso lado, os lei 
tores sabem que raríssimas vezes erramos 
em nossas afirmações ou previsões. 
Prefeitura 
Dívidas sem 
O Prefeito eleito de Bela Vista, Abraão 
Armoa Zacarias, receberá a Prefeitura Muni 
cipal de Dela Vista no dia 1o de Janeiro 
"cm condições de engatar uma primeira e 
sair queimando peneu", como dizia em palan 
que o Advogado Ivan Afonso da Costa Mar 
ques, isto porque o Prefeito Edson Mcdei - 
ros de Moracs pretende deixar a casa com 
pletamente em ordem, com máquinas, veícu - 
los, caminhões e equipamentos cm perfeito 
funcionamento. Segundo o Secretário de Fa­ 
zenda José Donifãcio de Moraes, a Prefeitu 
ra não possui dívidas que possam comprome­ 
ter o trabalho da próxima administração e 
todo esforço está sendo feito para que os 
compromissos vencidos sejam saldados até o 
dia 31 de dezembro. Com isso a futura admi 
nistração poderá colocar em prática, logÕ 
nos primeiros dias de Governo, as metas e 
projetos para fazer com que "o povo volte 
a ser feliz" o mais rápido possível, con - 
forme compromisso de palanques durante a 
campanha eleitoral. 
JARDIM E D 
Pc~as informações que dispomos, outro - 
Prefeito eleito que receberá a casa prati­ 
camente em ordem e o Engenheiro José Vicen 
te de Sanctis Pires, de Jardim. Na sua pri 
meira administração no vizinho Municipio - 
Pires fez verdadeiros milagres mesmo tendo 
recebido a Prefeitura mal das pernas, es - 
banjou criatividade, capacidade e aprovou 
ser uma administrador nato, com trânsito - 
livre em todos os departamentos das esfe - 
ras estadual e federal, por isso o povo 
jardinense espera que ele promova uma ver­ 
dadeira revoluçao na administração jardi - 
nense nesta sua segunda gestão frente ao 
Executivo daquela cidade, a sua vitória - 
com mais de mil votos de diferença demons­ 
tram essa confiança do povo. 
Guia lopes da Laguna 
. Já em Guia Lopes da Laguna não podemos 
dizer o mesmo, as notícias que temos não 
soo nada animadoras para o Prefeito eleito 
Jorge Caetano que deverá receber um verda­ 
deiro "abacaxi" para descarcar, mas capaci­ 
dade e muita vontade de trabalhar pelo Mu­ 
nicipio_ele possui de sobra, qualidades - 
que serao fundamentais para tirar Guia Lo­ 
pes do marasmo em que se encontra. 
Antonio João 
Xiii, aí a coisa ficou preta, o Prefei­ 
to Ovaldete Coinete vêm sendo notícia na 
imprensa estadual pelo verdadeiro estado - 
r----------------------=-- 
a 
. p lo r r: 
muito» iojuan n « 
li ver 
Luiz Abreu 
Já que es .amos falando e Prefeito e 
leitos, não poderíamos deixar d le brar 
do Luiz Abreu, de Porto Mur inho e tod 
vez que lembramos nele lembramo: também 
da Moção de Repúdio que os Vere, dores 
murtinhenses, do PMDB,aprovaram e envia­ 
ram à nossa co-irmã Tribuna urtinhen - 
se, que havia publicado uma pesquisa a - 
pontando a vitória de Luiz Abreu. Na épo 
ca dizíamos, o resultados das urnas d ri 
a resps a aos nobr s edis, e deu!! 
Justiça Seja Fei a 
A bem da verdade, e para que nao se - 
jam cometidas injustiças, temos ders - 
saltar a arande administração feita pelo 
Prefeito Heitor Miranda dos Snntos, de 
Porto Murtinho, que colocou a nua cidade 
em destaque no cenário estadual e nacio­ 
nal, em sua gestão foram conquistados 
grandes benefícios para o Município eco 
locados em prática projetos da maior cn 
vergadura que com certeza transformarão 
Porto Murtinho em uma das cidades mais 
progressistas de nosso Estado, a exemplo 
da implantação do Porto de Exportação, i 
niciado por Heitor, asfaltamento da RodÕ 
via Porto Murtinho/Jardim e dezenas de 
obras nos mais diversos setores da Admi­ 
nistração pública, principalmente na á - 
reade assistência social, onde sua cspo 
sa, Dona Mirian desenvolveu um papel dig 
no dos maiores elogios. E já que o assun 
to e Porto Murtinho, vai aqui um abraço~ 
aos tios Valter e Osvaldo, aos primos e 
as primas, final do ano vamos passar por 
esta hospitaleira cidade, se Deus quiser. 
Campanha 
entre amigos 
Queremos lembrar à toda comunidade .. e! 
lavistense, principalmente àqueles que= 
possuem um poder aquisitivo melhor que 
a "campanha entre amigos" em prol do ga­ 
rotinho Lucas Gracienzo dos Santos Carva 
lho, de 05 anos, continua. O garoto pas­ 
sou por um exame de "tomografia comouta­ 
dorizada" em Campo Grande na semana pas­ 
sada e foi encaminhado para a cidade de 
Dourados, onde esta semana seus pais te­ 
rno uma posição mais concreta a respeito 
da s~a_situação, ele está com um proble­ 
ma serio na cabeça e queira Deus cue não 
mas é_possível que seja necessário uma~ 
Peração na cabeça e, que é pior, ele 
dificilmente resistiria a essa cirurgia. 
Nao deixem de ajudar, o que o pequeno 
Lucas e toda a sua família esti passando 
p~de_acontecer com qualquer um de nós e 
soa~ ~eremos o quanto é importante e ne 
cessaria a solidariedade humana. As doa­ 
coes, _de qualquer q_uantia, podem ser fei 
tas diretamente na Caixa Exonõmica Fede= 
ral, na conta corrente no 013 613390. 4. 
FAX (067) 439-1380 Fone (067) 439-1380 
Rua Almirante Barroso, n". 189 
Bela Vista - Mato Grasse do Su 
* PORTEIRA Lr.ILÕES 
A CERTEZA DE BONS NEGÓCIOS*

'.x ·y1c l D 7r« 
o ou. naco » ro am """"·""_ 
UMI }OVEM INGERIU 40 COMPRIMIDOS E 
ESTOUROU I CIBEÇJI COM BILJIÇO DE 38 
alba que, "embo- Ao receber alta , ma e falando coisas tuacão estava difí - ment pelo próprio - de loucuras e o Dele 
ra ua dor pareça in aposar dos conselhos sem sentidos. Ao cil, qanhava pouco e instinto e não demo- qado Dr. Luiz Artur 
suportável e nem re- de amigos, continuou constatar que a mes- não dava para sobre- roa para constatar - Zani instaurou o 
médio, ela há de ter irredutível em seu ma estava completa - viver. Nesse instan- que Rosangela havia competente inquerito 
minar, e a alegria - propósito e desta ma mente "dopada", Luzi te, ao avistar o veí se apoderado de seu ara elucidar o caso. 
voltará a brilhar em neira foi do forma - neto e Eliza a enca- culo do PM Fred, que revólver que estava O valoroso Poli - 
eu coração, definitiva: estourou minharam ao llospitol acabava de estacio - escondido debaido do cial, que estava de 
Não há noites a os miolos com um ba- do Dr. Kamil e subme nar a poucos metros Banco e a irado con- frias, por muitas - 
qual não suceda a laço de "30". tida a uma lavagem de onde se encontra- tra a própria cabe - vezes arriscou a pró 
luz de um dia radian 	estomacal. De seu es vam, Rosangela disse ça. Como ainda esta- pria vida para al - 
QUERIA Ml'.SMO 	- 	11 
te", 	DESERTA--SE DO MUNDO t6mago foram expeli- ao Rosário que que - va com vida, foi le- var seus seme han 
Todavia, a jovem 	dos nada menos que ria ir ao Balneário vada ás pressas o es, em contacto com 
losanqela Mendonça- Rosangela, jovem quarenta comprimidos e por isso ia pedir Hospital Santo Alei- a reportagem, decla- 
(20 anos, nolteira, e bonita, trabalhava do tranquilizante uma carona ao Poli - xo, mas veio o fale- rou: Lamento profun- 
residente na Rua Luiz na casa da Semente - "Frizium-20''. cial. Foi em sua di- cer antes de ser a - dumentc pela vida 
#.%7# ±% %2%.. "%.2° : :57i:: "?t..e «r«a. 
pensava dessa manei- 802 (ao lado da Sapa 	e mesmo assim pronti tima não deixou nada !:!0::1 i'C 
ra. Foi envolvida taria Estrela do Sul). No dia seguinte , ficou-se a atendê-la. escrito que justifi- 
por uma turbulência Morava com duas a Rosangcla recebeu al 	casse esses momentos (Firmino de narro::;) 
de idéias negativas migas (Eliza e Luzi= ta, mas não abando = ESTOUROU OS MIOLOS -~-~----=~-----~~~----- 
e ninguém conseguiu nete), andava sempre nou a idéia do suicí COM UM BALAÇO 
afastá-la do objeti- alegre e nunca dei - dio. 	- Lá chegando, o PM 
vo de por termo à vi xou transparecer a a Sábado passado , estacionou seu veícu 
da. Primeiro ingeriu margura aninhada em pouco antes do meio lo e aproveitou para 
quarenca comprimidos seu coração, dia, estava eonver - dar umas voltas com 
de tranquilizante Quinta-feita pas- sando com o guia tu- o filho. 
"Frizium-20", foi in sada, eis que foi en ristico Rosário Ro- Minutos depois , 
ter.nada no Hospital contrada por suas cha e teria dito que eis que ouviu um dis 
e colocada fora de companheiras de habi estava muito desani- paro de arma de to 
perigo. 	tacão, tombada na ca mada da vida. A si - go, voltou-se rapida 
04 
Neste Natal, nao deixe de enviar 
pessoas que voce tanto ama, a sua 
gela mensagem de Natal. 
às 
sin- 
Ligue para 439-1410 Jornal Tri 
huna da Fronteira - Diário regional. 
: 
14 Vara Cível 14: Oficio Cível 
F.dital para conhecimento de terceiros 
interessados, incertos e não sabidos, cxpe 
dido nos Autos do Protesto contra aliena= 
cão de Bens requeridos por "Dowelanco In­ 
dustrial LTDA". Contra seus ex-empregados­ 
José Manuel Pinhão Barradas Correia, Rogé­ 
rio Thomitão Deretta, Carlos Manoel Castro 
de Mattos, Antonio Ferreira Mendes, Miguel 
Catharini Neto, Orville de Andrade Filho, 
Dilceu Scapinello, José Maria de Oliveira­ 
Souza Neto, Luiz Roberto Meirelles Fleury­ 
da Silveira, Jthur Guimarães Neto, Romeu 
Garbin Filho e Giddalthy de Oliveira Go­ 
mes Junior!; contra as Empresas Guarany Re­ 
presentações LTDA. e seus sócios Margarido 
Veloso e Geraldo Veloso~! Castelli & Cia 
LTDA. e seu Sócio Waldemar Castelli Ju- 
niortl Itahype Agropastoril LTDA. e sua só­ 
cia Maria Judite Peixoto de Mattos~I Inset 
Center Comércio e Representações e Servi= 
cos LTDA. e suas sócias Margareth . Bacil 
Charmete Garbin, Maria Helena de Moraes,Ma 
ria Antonia DUrant Gomes e Dilma Titara Ro 
cha Scapinello, e ainda o Espólio de Lauro 
Bittencourt Neto, na pessoa de sua inventa 
riante Maria José Teixeira Almeida Bitten­ 
court - processo no 1688/92 - O Doutor An­ 
tonio Manssur, Juiz de Direito da 14~ va­ 
ra Cível desta Comarca da Capital, na for­ 
ma da Lei, etc ... FAZ SABER a todos quantos o 
presente Edital virem ou dele connecimento 
tiverem e interessar possa, que por parte­ 
de Dowelanco Industrial LTDA. foi ajuizado 
um Protesto Contra Alienação de Bens con - 
tra José Manuel Pinhão Barradas Correia e 
outros, alegando a autora na inicial, em 
resumo, ser uma empresa industrial e comer 
cial cuja principal atividade é a produção 
comercialização, importação e exportação - 
de produtos agroquímicos. Nesta condição 
produz e comercializa, em todo o territó - 
rio nacional, através de distribuidores , 
produtos por ela fabricados ou importados. 
Os r:us ex-empregados mantinham,com a 
autora, vinculo empregatício e exerciam am 
plos e gerais poderes de gerência e admi 
nistracao, com autonomia e independência , 
especialmente na sua area comercial onde­ 
todos atuavam. O réu ex-empregado 'carlos 
Manoel Castro Mattos ocupava o cargo de Di 
retor de Vendas, o mais alto cargo hierár­ 
quico na.area comercial; o réu ex-emprega­ 
do Antonio Ferreira Mendes ocupa o cargo - 
de Gerente de Marketing; os réus ex-empre­ 
gad~s Jose Manuel Pinhão Barradas Correia 
Regeria Thomitão Beretta, Miguel Catharini 
Neto, Orville de Andrade Filho Dilceu sca 
pinello, José Maria De O. Souza Neto . Luiz 
R.M. Fleury da Silveira, Arthur Guimarães­ 
Neto, Romeu Garbin Pilho e Giddalthy de 
Oliveira Gomes ocupavam os cargos de Ge­ 
rente de Vendas, Gerente de Marketing de 
Produto, Gerente de Marketing de.Produto, 
Gerente de Vendas, Representante de Produ­ 
to, Gerente de Vendas, Especialista de Ven 
das, Gerente de Clientes Especiais, Repre­ 
sentante de Ve.ndas Senior e Representante­ 
de Vendas, respectivamente e, finalmente o 
falecido Lauro Bittencourt Neto ocupava 
0 
cargo de Gerente_de Crédito, a quem compe­ 
tia autorizar créditos aos Distribuidores. 
Através de Distribuidores, como já afirma­ 
do, a autora promovia a distribuição dos 
seus produtos, vendendo-lhes os mesmos pro 
dutos em condições especiais de preço e 
prazo de pagamento, de transporte e outras 
provendo-os de assistência técnica, quando 
necessária, fornecendo-lhes literatura e 
instruções técnicas sobre os produtos, o 
que lhes permitia revendê-los, no mercado, 
a preços compatíveis e auferir lucro nor - 
mal. Havia, pois, perfeita e profunda sin­ 
tonia de trabalho entre Autora e Distribui 
dores, com estreita colaboração da primei= 
ra aos segundos. Todo esse intenso e lon­ 
go relacionamento comercial dos Distribui­ 
dores, com a autora, fazia-se através dos 
réus ex-empregados, que compunham o quadro 
comercial da autora. Pois bem, os réus or­ 
ganizaram-se, ao longo dos Últimos anos,em 
bando ou quadrilha, para a prática de negõ 
cios escusos que lhes renderam maravilhoso 
património material, com correspondente 
perda econômica da autora. Realizaram, em 
conluio com alguns distribuidores, . negó 
cios jurídicos ilícitos, que lhes permiti= 
ram enriquecer-se sem causa, ocasionando - 
correspondente empobrecimento da autora.Os 
réus, ex-empregados dado que tinham o con-· 
trole absoluto da área comercial agroquími 
cada autora, desde a Diretoria Comercial= 
até o corpo de vendas no mercado, em con­ 
luio com alguns distribuidores, cujos no­ 
mes nao se encontram relacionados ainda e 
que serão objeto de processo a parte se a­ 
propriaram de valores substanciais,em espé 
c1e ou nao, que deveriam compor o patrima. 
nio da autora. No exercício de seus· pode­ 
res funcionais os réus ex-empregados auto­ 
rizavam bonificações de produtos aos 
referidos 	distribui­ 
res em quantidades anormais, ou concediam­ 
lhes descontos nas compras de produtos não 
compatíveis com a praxe comercial, a fim - 
de que estes, após revendessem os mesmos - 
produtos a preços normais de mercado, aufe 
rindo vantagens econômicas indevidas que= 
eram entre eles partilhadas. Além dessas - 
práticas danosas para a autora, de conces­ 
sao de descontos e bonificações abusivas 
promoviam os réus ex-empregados o desvio - 
de vultosas quantidades de produtos da au­ 
tora, que saiam de suas dependências ende 
recadas a determinado cliente,sem que • jã 
mais chegassem a seu destino. Em razão de 
todos esses ilícitos, com fortes conota­ 
ções criminais, a autora demitiu por "Jus­ 
ta Causa" em 04 e 05 de maio de 1992 os 
réus ex-empregados José Manuel Pinhão' Bar 
radas Correia , Rogério Thomitão Beretta 
Carlos Manoel Castro de Mattos, Antonio 
Ferreira Mendes, Miguel Catharini Neto Or 
ville de Andrade Filho, Dilceu scapinei1o­ 
José Maria de Oliveira Souza Neto, Luiz 
Roberto 	Meirelles­ 
Fleury da Silveira e Arthur Guimarães Neto 
e em 02 de julho de 1992 Romeu Garbin Fi­ 
lho e Giddalthy de Oliveira Gomes Júnior 
bem como requereu a instauração de Inquéri 
to Policial perante.o llo Distrito Polici­ 
al da Capital, sob o no 16.924, onde de­ 
monstrou-se o procedimento dos réus com re 
lação à concessão de descontos e de boni? 
caçoes, conforme depoimentos espontâneo • 
de tres distribuidores e do proprietário - 
de uma transportadora e do empregado da a~ 
tora·responsável pelo despacho de seus 
produtos na fábrica, oue relataram o "mo 
dus operandi" dos réus. 
Os produtos eram desviados a Inset-Center­ 
Comércio e Representações LTDA., pertencente - 
aos réus ex-empregados Romeu Garbin Filho, Dil 
ceu Scapinello e Giddalthy de Oliveira Gomes JJ 
nior, acobertados por suas esposas e mãe tam­ 
bém rés neste feito. As empresas Guarany e Cas­ 
telli, além dos indivíduos Geraldo Veloso, Mar­ 
garido Veloso e Antonio Ribeiro do Nascimento - 
são autênticos "FANTASMAS", sendo utilizados pa 
ra atribuirem aparência lícita à conduta il!ci: 
ta dos réus. Tanto que a Guarany sequer foi lo­ 
calizada cm diligência determinada pelo Exmno. 
Sr. Juiz Corregedor do Departamento de Inquéri­ 
tos Policiais da Capital de São Paulo, assim co 
mo tambem nao foi localizada a Castelli no ende 
reço onde supostamente estariam localizadas su: 
as respectivas sedes. As notas fiscais em nome­ 
destas empresas era, ao que se pode concluir e 
mitidas pelos próprios réus ex empregados par4- 
acobertarem as transferências dos'valores que­ 
lhes faziam os distribuidores, após as vendas - 
dos produtos desviados ou bonificados e aqueles 
obtidos com descontos abusivos. Ciente da ilici 
tude das condutas dos réus. S.Exa. o Sr. Jut - 
de Direito Corregedor do Departamento de Inqué­ 
ritos Policiais da Capital de são Paulo, deter­ 
minou o bloqueio de todas as contas bancar1as - 
dos envolvidos e a busca e apreensão de bens mó 
veis e semoventes de sua propriedade, e de pro= 
dutos ilicitamente encaminhados aos distribuido 
res. Desta forma foram bloqueadas as contas cor 
rentes que os rcus mantem nos EUA, em vários : 
bancos, para onde remeteram parte do produto da 
sua conduta ilÍcita. Apenas para se ter idéia_ 
dos valores efetivamente envolvidos, basta ter­ 
em mente que a autora requereu e conseguiu, do 
POder Judiei.ano norte-americano 
O 
bl io d 
b, - 	- 	oque e 
contas ancari.as dos reus, cujo total monta em 
aproximadamente US$ 1.500.000,00 ((um milhão e 
quinhentos mil dolar<_;s). O depósito de recursos 
no exterior, pelos reus, fez-se certamente ao - 
arrepio das leis que vedam a remessa de divi­ 
sas e, certamente tambem, nao foi dado conheci­ 
mento dos correspondentes val 
il i Bâ 	ores ao fisco bra- 
s e ro. mais ainda: com part d 
seu enriqueciment 	e _o produto de 
. o sem causa, os reus adquiri - 
ram bens imoveis.; no territÓri 
patíveis co os seus ganhos ,, "?tonal, 1ncos 
ses b f, 	'Tais . Parte des- 
ens a oram sequestrados 
tes do país. tendo sido cose "artas par 
us iniciado a transferência d o terem os re­ 
ceiros na tentati d os mesmos para te! 
• • va e ocultar o pat i.mÕni 
mealhado com as atividades ilÍ r o a­ 
uma verdadeira dila id - citas,promovendo- 
p açao de seu p tri.môni 
ma tentativa de dificul a o,nu 
possível para a auto tar, ou mesmo tornar Ln­ 
nio. Nestas a,_'a recuperar o seu patrimÕ­ 
l1dades, cond coes, para_prevenir responsabt 
» prover a conservaça 	" 
us direitos nju.i 
O 
e ressalva de se- 
• zou a autora a 
para evitar que 
O 
• presente medida 
s reus transfira b 
alharam com suas 1lícitas ens que a 
ros de boa-f 	atividades e tercei - 
e, sendo determin d - 
edital para conhecimento a, ada a expedição de 
sados, incertos e , ,, Fercetros interes - 
ao sa dos, os uai f - 
turo, nao poderao ale i - q s, no u 
Prosa seus ere ;"",,oranta- ara que 
edital 	rei to, sera o presente 
» por extrato, afixadi 	, 
ma da lei. são Paulo 
24 
a 
O 
e publicado na for 
Escrevente Judic.ia.l d til e novembro de 1992.Eu 
Ausma Garr ;) p, "}' Iografe!.Eu(Be1? Lon1a- 
os., Fscriva Diretora 
nton1o Hanssur - Jul; q,'? Subscrevi. 
u z e Direito 
de 
en 
to, 
1 
cta 
e, 
em • 
ur 
au 
Pro

Variedades 
Froilan 
Cardoso· 
----------------------------------------- 
1· 
s. 
o ' 
OPOSIÇÃO MESMO 
' jlÍ• 
A eleição da Federação 
dos Trabalhadores em Edu­ 
cação, que foi rcalizadQ 
no dia li de dezembro de 
1992, só gerou revoltas - 
entre a categoria, pois 
ficou chapa Única que a 
própria diretoria encabe­ 
cou, fizeram tudo para 
que a chapa 1g 2 0posição 
não registrasse sua chapa 
inclusive na cédula elei­ 
toral só constava a chapa 
1 unidade e os próprios 
sindicatos municipais a - 
conchavados com Biffi e 
Elza Aparecida Jorge, in­ 
clusive a de Bela Vista , 
forçavam os trabalhadores 
e votar na chapa l, mais 
uma sabotagem e abuso de 
autoritarismo contra o 
processo democrático. 
CONGRESSO 
XXI Congresso Nacional 
dos Trabalhadores em Edu­ 
cação de 7 à IO de janei­ 
ro de 1992, será realiza­ 
da na Universidade Estadu 
al do Rio de Janeiro, pro 
Roço Confederação Naco­ 
nal do Rio de Janeiro. 
CONCURSO 
Hesmo que em termos de 
Patrocinadores os concur­ 
sos de beleza, estao sen­ 
do excassos foi realizado 
no Estado de são Paulo 
Concurso de Beleza com 
candidatas de 13 à 21 a - 
nos de idade Garota Top 
Hodel do Brasil entre 4l 
finalistas vindas de todo 
Brasil, foi vencedora a 
candidata do Rio Grande 
do Norte , de 14 anos de 
idade, morena e manequim 
odelo fotográfico do Es­ 
tado do Rio Grande do Nor 
e, que em julho do ano 
que vem estará represen - 
tando o Brasil em Los An­ 
eles. Lembramos também 
Gue o Estado do Rio Gran­ 
de do Norte com uma candi 
data chamada Jussara oi 
ga das finalistas do 
ss Ln!verso hi dez anos 
atrás, de lã para cá fi - 
cou dif[c[l para o Brasil 
Leila Palhano - (Foto: Roberto Machado) 
contemplar títulos superiores. 
BELA VISTA 
São inúmeras as perguntas se nao vamos fazer promoçoes, neste ano. Por mo 
tivos de força maior não realizaremos promoções apesar de que as minhas pro­ 
moções sempre foram marcadas, pelo melhor, nós adotamos passarela nos concur 
sos, investimos, por essa razão é que estamos deixando marcas nesses even 
tos. 
REGISTRO 
Queremos registrar o agradecimento e respeito a todos os leitores. Deseja 
mos um Feliz Natal e um Ano Novo cheio de júbilo, esperança e realizações em 
especial para Fabiona Magalhães Alves· Branco e Aline Magalhães Alves Branco 
que estão deixando Bela Vista, de volta para sua terra natal, cidade de Bagé 
Rio Grande do Sul. Valeu, vocês são maravilhosas como amigos e de volta do 
outro lado do mundo, Japão, a gatinha Karla, que estava abafando na discote­ 
ca domingo no Grêmio. 
EDUCAÇÃO 
O Técnico de Contabilidade está a todo vapor, seus professores estao de 
férias e nessa época estão fazendo de tudo para buscarem novas propostas de 
trabalho para 1993, aos nossos alunos boas férias, aliás para todos os alu - 
nos da cidade. 
EDUCAÇÃO 
Até o dia 20 de dezembro/92, os coordenadores pedagógicos já estarão de 
posse do documento ou seja normas ou diretrizes curriculares que serão im 
plantadas para o ano letivo de 1993, na rede Estadual de Ensino. 
MUNIC!PIO 
Na rede municipal de ensino, já sabemos que será o Secretário de Educação 
Municipal, prof. Paulo Melo, que ficou urna temporada afastado do movimento 
educacional, mas acreditamos que o mesmo avaliará os pontos positivos e nega 
tivos na época que exerceu cargos na Agência de Educação de Bela Vista, como 
Diretor da Escola Castelo Branco, hoje a Educação está com novas propostas e 
direcionamento, acreditamos pôr uma administração competente em nosso municí 
pio na área de educação, acreditamos também que o Prof. Paulo '!elo será demÕ 
crático em escolher os seus assessores pedagógicos, que de acordo com ale= 
gislação os mesmos deverao ter habilitação de Pedagogia que são tidos como 
Especialistas em Educaçao, sem esses elementos é impossível traçar 
O rumo da 
Educação. 
CURSO DE TEATRO 
Curso de Teat'ro <:om Andréa Freire, atriz, pos graduada em Artes cênicas 
pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, estã sendo realizado no Sindi­ 
cato dos Bancarios, em Campo Grande, de 30/11 à Il/12, este colunista parti 
cipou de varias etapas, falar em teatro para quem noo conhece é até engra= 
çado, mas no momento que estamos vivendo é preciso formar, orientar as pes­ 
soas para o mundo da sensibilidade, do espaço, do convivio e da visaô do 
mundo, gostei e para mim foi muito Útil. 
CARTÕES 
Já começamos a receber Cartões de Natal, 0 primeiro a recebermos foi do 
Grêmio Pedro José Rufino: "Que a magia do Natal nele Ano Novo o encanto de 
cada dia". Agradecemos, pois é no Grêmio é que apagamos, o cansaço da seca­ 
na, encontro com os ::i.nigos, e como se fosse uma grande terapia. 
- Porque sol 
a,o liqu!dacfonf o entre os membro 
teor!a. Chega de ficar apontando, aque l 
querda, aquel é da direita, aquele de t l par- 
tido, quele é de tal cf ade. Ba ta a divfs 
nossa categoria, vamos todos Juntos 
e fortalecer a nossa categoria; 
- Porque é preciso Incentivar as novn lfderan 
ças em todos os quadrantes do nosso Estado, den -­ 
tro da oossn categoria; 
- Porque a FETEMS pertence a toda uma cateo - 
rJa e não a um grupo que pretende se perpetualf - 
ar no poder; 
- Porque as (dilas e práticos slndlcnls ObAole 
tas precisam ser substituídas por aquelas que con 
dizem coo a nova ordem lnotalada, ou sejJ, dentro 
da nova relação capital/trabalho - empregado/pa 
trao; 
- Porque não podem, os projetos portlculnrce - 
ser m colocados acima dos interesses ioalores d" 
toda urna categoria; 
- Porque queremos uma transparência fio ncel - 
rn, administrativa e política na FETEMS; 
- Porque manifestações, atos, paralisa,;.Õei;, ~ 
ves, ctc ... devem ocorrer sim, se necessário for, 
contudo, de forma consciente, coerente e nao manl 
pulada, servindo a interesses ~x cus os a toda uma 
categoria; 
- Porque é necessário o gesto, sobretudo, huma 
no de hurnildad~ e admitir os erros e não simples= 
mente ficar dizendo que os profissionais em Educa 
ção, são os primeiros responsáveis pelo verdade!= 
ro caos em que a nossa categoria chegou; 
- Porque é preciso respeitar as bases e parar 
com essa visão estreita e rasteira de que o pro - 
fissional em Educação é um tubo vazio e que serve 
sempre como massa de manobra; 
- Porque não nos limitamos às críticas, aponta 
mos de fato muitas soluções e encaminhamentos; - 
Assim, há muito que se fazer em nossa regional 
integração dos sindicatos, encontros, debates 
cursos, palestras, etc ... 
(Milton Lima da Fonseca) 
Fabiana Magalhães Alves Branco 
CURSO DE TEATRO . 
PROGRAMAÇÃO 
O curso divide-se em três etapas: 
Primeira etapa: Exercícios e jogos que darão 
aos participantes noções de ritmo/equilíbrio/con 
centraçao/direçao/agilidade/precisão/repetiçào/­ 
percepção/importância e significado de cada ges­ 
to, movimento. 
Segunda etapa: Usando-se elementos vistos na 
etapa anterior, nessa será feito um trabalho es­ 
pecífico com a criatividade de cada um tendo co­ 
mo base a improvisação e o música. 
Terceira etapa: Elabora,;ào e desenvolvimento 
de personagens, situações e histórias criadas 
por cada·participante .

' 
10 
!MIA FIOT IRA- DI 1 
ENTREVlSTA/ALCIR 
QUEDA DE JURO HÃO PODE AUMENTAR A IHFLA~ÃO 
Lrseir 
CALLIARI 
Levado à Presidência do Manco·do Brasil 
por uma constelação do parlamentares de e 
quordn o sindicalistas, o funcionário apo­ 
sentado do Banco do brasil Alcir calliari 
recebeu do presidente interino, Itamar 
Franco, a incumbência do tr;inoíormur o U<1!?_ 
co no principal agente da retomada do cres 
cimento cr:on6micn. 
cullinri - que fez no Banco do Brasil u 
ma carreira completa, de e~;crlluriírio ii di 
retor -, chama, nesta entrevista aos ropór 
torcB Ncluon Luiz de Oliveira e v5nio Cri; 
tino, o prosidonto do "guru" o !1110 dofcna­ 
das melhorias sociais é tão entusiasmada - 
quanto a de Itamar. O Proi:;idontc do BU é o 
favor do juros baixos, mas montra cotar a­ 
finado com o Miniutro da Fazenda, Gustavo 
Krause, quando diz que a queda das taxas - 
não devo precipitar a influção. 
Entudo - Como o Banco 
do Urusil vai se compor­ 
tnr no Governo ltamur 
que tem como uma das prin 
cipais metas a retomada­ 
do crescimento econÕmi - 
co7 
Alcir Callinri - Uma 
das consequências dn cri 
se é que os investimen = 
tos em atualização tecno 
lógica não são feitos e 
também o parque agrícola 
fico superado. Isso ocor 
re ao mesmo tempo em que 
se abrem os mercados ao 
fluxo de comércio inter­ 
nacional e as empresas 
são obrigados a enfren 
tar muita competição. A 
soldo da crise, porton - 
to, vai exigir uma moder 
ntzacão do parque Indus­ 
triol e também do parque 
agrícola. ~ nesse espaço 
que o banco vai atuar 
corno principal agente fi 
nnnciador do desenvolvi= 
mento, suprindo as carên 
cias de recursos das Em= 
presas. 
Estado - O Banco do 
Brasil já começou a ope­ 
rar com uma linha de ca­ 
pital de giro a juros ~o 
is baratos que os de er 
cado. { pos!vel o Eanes 
continuar tr'nal'ardo -­ 
de+sn orna isolada ou o 
taco entra! terá de 
aiar a taxa primaria - 
d cs 
C,,,:1nri - Todos no 
6rnsi1 consideram que a 
Taxa de juros está muito 
alta para o setor produ­ 
~ivo. O grande problema 
e como baixar os juros 
de forma ordenada sem 
criar problemas de reto­ 
mada inadequada, sempre 
cipitar n inflação, de 
fora controlada. O Co - 
vemo quer uma saldo or­ 
denada, saudável e auto 
sustentável. Mas ela de­ 
pende da arrumação das 
contas públicas e da re­ 
cuperação da credibilida 
de do Governo. Isto Já - 
esta sendo feito. O Pre­ 
sidente Itamar Franco e 
o Ministro Gustavo Krau­ 
se, porém, querem que o 
Banco do Brasil dê o si- 
Estado - Mas como se 
pode alongar o prazo de 
capta,ao, para alongar - 
também o dos emprétf 
nal de que nós estamos - 
nos preparando para o no 
vo ciclo do desenvolvi= 
mento, Um indicador des­ 
sa nova fase é a capta­ 
cão de linhas de crédito 
externas no valor de 
US$ 400 milhões, para o 
financiamento da importa 
cão de máquinas e equipã 
mentos pelas Empresas br! 
silclras que precisem mo 
dernizar suas fábricas.­ 
SÓ estamos aguardando a 
autorização do presiden­ 
te para começarmos a em­ 
prestar. Estas linhas cs 
tão sendo negociadas co; 
a Itália, Alemanha, Espa 
nha, Polônia e França. - 
detez!nad, s!tuaçõe , 
o banco preclava de 
rr,ilor fl<:.<lbilld::Hlê. 
Estado - Quais foram 
as condições oferecidas 
pelos Bancos aos seus de 
vedores inndimplentes? - 
Estado - Que setores Cnlliari - Nós revisa 
do indústria poderá se mos todas os normas para 
beneficiar? 	negociação de dívidas 
Calliari - O setor - vencidas e não pagas e 
têxtil, o de couro/calça demos às agências liber­ 
dos são dois exemplos, dade para estabelecer um 
mas toda a indústria es- plano de pagamento ade - 
tá requerendo moderniza- quado às condições de ca 
cão para enfrentar a com da devedor. SÓ não vamos 
petição internncional.Ve facilitar a vida dos pi­ 
ja o caso do Mercosul, caretas. 
que pode desestruturar - 
uma série de tecnologias 
brasileiras. Uma delas é 
da produção de leite. A 
Argentina produz leite - 
muito mais barato, com 
uma tecnologia bem mais 
moderna. Se nós não prc- ••••••••~•••••ªªªªªªªªªª 
pararmos as re&iÕes lei­ 
teiras do Rio Grande do 
Sul, Santa Catarina e Pn 
raná para enfrentar esse 
tipo de coopctiçào, nos 
vamos perder espaço. 
Estado - Onde estão - 
sendo buscados os recur­ 
sos internos? 
Calliari - Há uma li­ 
nho para as pequenas e 
m~dias empresas, da qual 
ja emprestamos Cr$ 753 - 
bilhões. Esses recursos 
foram conseguidos com a 
Caixa de Previdência dos 
Funcionários do Banco do 
Brasil, o Previ. 
Trabalharemos com ou 
tros fundos para conti = 
nuar financiando as Em - 
presos com recursos mais 
baratos que os de merca­ 
do, e prazos mais lon- 
gos. 
os? 
Calllnrl - ( di[lcll 
alongar um prazo que lo­ 
Je & de overnlht. f pre 
cIso Ir aos poucos, alon 
ando para um ano, do1s, 
cinco e i'H.iDlm por dí.1n - 
te. O l'a{s nÕo pode vi - 
ver nem confinnçn no fu­ 
turo. 
Estado - Qual e a l­ 
tuação do Banco em rela­ 
çá0 aos seus empréstI 
mos? A inadimplência nin 
da está alta? - 
Calllnri - A inadlm - 
plência caiu de 307. para 
237 dos créditos nos pri 
melros 35 dias da nossa 
gestÕo, em funç.ÍÍo da re­ 
cuperação de créditos em 
atraso. A situação, por­ 
tanto, melhorou. Estáva­ 
mos apresentando prejuí­ 
zo no ano e agora já es­ 
tamos começando a ter 
lucro. Uma empresa saudá 
vcl tem de dar lucros e 
devemos isso aos funcio­ 
nários, que estão traba­ 
lhando duro. 
T4 do • A!rda s!m, 
aluén e beneftcfou des 
as negociaçoes? 
Ca!lar! - Numa ent!­ 
dade que tem I2O m!l fur 
cionãrlos. ccor.rcr. sltun 
coes inadequadas. 0 1 - 
portante é que no BB nós 
não aceitamos esse t!po 
de posição e temos uma - 
fiscalização mu!to rlyt­ 
da. Se ocorreu alguma 
coisa nessas circunstn~­ 
cias, o responsável va! 
parar na cadefa. Fstamos 
fazendo uma auditor1a pa 
ra avaliar tudo o que a: 
conteceu. Certamente al­ 
guma coisa pode ter ocor 
rido. Há alguns anos 6 
famoso eRcândalo da mnn­ 
dloca foi deocoberto por 
funcionários do BB e nós 
temos multo orgulho dis­ 
so. 
Estado - A sua equipe 
detectou, nessas negocia 
çÕes leoninas, que diri= 
gentes do banco usaram a 
pressão em benef!cio pró 
prio? 	- 
11
Estamos 
investigando os 
indlcios de 
irregularidadc!l, 
mos se alguém fez 
suje-ira, nós não 
vamos ser omissos" 
Calliari - Não obrigo 
toriamente. O Banco esti 
Estado - Que irregula 
ridades, daquelas denun­ 
ciadas contra a gestão - 
de Lafaiete Coutinho Tor 
res, foram comprovadas? 
Calliari - !li alguns 
indícios de que ocorre - 
ram coisas complicadas , 
segundo os primeiros re­ 
latórios ~uc recebi. Mas 
cu não seria leviano de 
começar a fazer acusa 
cões. O que fiz, cm rela 
cão a essas denúncias - 
foi abrir amplos espacos 
para o TCU e as audito - 
rias internas do Banco , 
n fim de que tudo seja 
esclarecido. E não dei 
prazo para o final dos 
investipaçÕes, de manei­ 
ra que elas não sejam 
apressadas e injustas.Se 
alguém fez sujeiras, nós 
não vamos ser omissos. 
Estado - Na gestão an 
terior houve dificuldade 
para renegociar d!vidas 
va no centro das aten - 
çoes, uma vez que aqui 
ficava o coordenação da 
defesa do Presidente Fer 
nando Collor. Por esse 
m~tivo, muitas negocio - 
çocs foram feitas em ter 
mos duros, para não dar 
margem o que pensassem - 
que algoém estava sendo 
favorecido. O que nós (1 
zemos foi mostrar ao Tcü 
e ao Conselho Fiscal do 
Banco que, para resolver 
de deter fn dos etores 
e outros tfvera mult 
facIl!dades, coro os us! 
ne!roas. Eles continuarão 
a er tratados com prlv. 
1é±tos? 
Cal!!ar! - ; es serao 
tratados de fora técnf­ 
c. O probl ma dos usi - 
re!ros é mais complicado 
do que o de qualquer ou­ 
tro, porque íoi o prJ~el 
ro ramo Industrial monta 
do no ílrnsil. De cotlo 
que nós convivemos com 
vários sc,;:e.ento!l d,, ln - 
dástrfa mais antía do 
Bras!l: alguns que nasce 
ram com o Pafs e outros 
que [ornn criados depol~ 
do Pronlcool. 
Eotado - O Bonco do 
Brasil acaba de fechar - 
um acordo salarial, Quan 
to está custando manter- 
120 mil funcionários? 
Calliari - Temos de 
observar a relacão entre 
custos e benefícios. O 
Banco foi o oais punido 
pelo achatamento sala 
rial promovido pelo anti 
go governo que resolveu­ 
fazer a execração do fun 
cionário público cm cimã 
do funcionirio do BB. O 
resultado é que estáva - 
mos perdendo os nossos - 
melhores homens por cau­ 
sa dos salários indig 
nos. Queremos mostrar pa 
ra a sociedade que solá= 
rio digno não quebra em­ 
presa, mas forma uma Pa­ 
is digno. Não podemos 
nos vangloriar de pagar 
o menor salário mínimo - 
do mundo. Para se ter u­ 
ma idéia: até o mês pas­ 
sado nós vinhamas com 
tendência de prejuízo e 
depois de aumentannos os 
salários passamos a dar 
lucro. 
Estado - Como fica o 
BB no anunciado reordena 
mento do setor públtco • 
C'.,1 ! ll,,r l 
!!Ação, para que ele te 
nha unidade de atendimer 
to em determinada pra - 
a., eu acho isso vili - 
do. Te os qu Introduz!r 
a racional!dade no Pals. 
á rultas cola trraclo 
nals, tncluslve dentro - 
do Bano do ErasIl. Te - 
mos de nos modernizar pd 
ra nos manter üte!s a so 
ciedade e não sustenta 
dos por ela. Não podemos 
buscnr on lntcrcsaes dou 
empregados em detrimento 
dos Interesses da ocfe­ 
dade. 
Estado- O sr. e pes­ 
mo um dos conselheiros - 
do prc1.idcntc Itamar'/ D,! 
zem inclualvc que o Sr. 
estaria na agulha para - 
assumir um cargo no mi - 
nistério, caso uma refor 
ma venha a ser feita. Iíi' 
to confere? 
Calliari - F.u sou um 
burocrata colocado aqui 
pelo presidente. Tenho - 
muito pouco contato com 
o Presidente e trabalho 
harmoniosamente coo o Hi 
nistro Gustavo Krause 
que é quem me orienta.Eu 
não conhecia o presiden­ 
te antes de ser convida­ 
do para o BB, mas posso 
dizer que ele me impres­ 
siona muito pela serieda 
de e pela visão social= 
que ele tem, 
Ele,sim,é o guru, dos 
que estão trabalhando no 
Governo. 
Finalmente, apareceu 
um homem que fala no so­ 
cial e age no social. 
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• 'iJ. l 
t MIMIMARATONAI DOE BELA VISTA 
Categorias 
- Ifanto Juvenil; Adulto; Sentor; Veterano; Feminino, 
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Até 29 de Dezembro de 1992, no Paço Municipal e Liga Esp. ielavistense 
Patrocínio/ Apoio 
Janco do Ira11 S/A; I0! RC MEC; Prefeitura Munte1pal; Jornal Tribuna da 
Fronteira; .Jornal Tribuna Popular; Rádio Bela Vista; Rádfo ella Vista ; Po 
1fcta MIlitar; Polfcta CIvIl; LEI; Arco {ris/Cordtl; Eletro Som; Lanchonete 
Barão; Farmiela Droganossa; Mercado Sacolão; Copagaz; Grupo Açougues Serena ; 
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Promoçio: Clube don Corredores de Rua de ela Vta 
I HlNlKARATONA DE BELA VISTA 
CIDADR: BELA VISTA - DATA: Jl DE. DEZEMBRO DE 1992 - IIORÃRIO: 17:JO 11S 
REGUl,AHENTO 
TITULO -- I DAS FINALIDADES 
Art, 12 - A "I MINIMARATONA DE BELA VISTA", promovida pelo Clube dos Corre 
dores de Rua de Bela Vista/MS - tendo como finalidade desenvolver o gosto pe­ 
lo esporte, buscar maior participação em atividades, bem como propiciar ava­ 
lorizncão dos desportistas e o consequente descoberta de novos talentos no Mu 
niCÍpio. 
TITULO - II - DA ORGANIZAÇÃO 
Art. 2g - A organização ficará a cargo: Dr. José Ribnmar, Jaison Leite Via 
na, Prof!! Marta Hlarumi Ch!da Barbosa, Prof? Maria Aparecida Bertelli, Prof!! 
Mareia llarumi, Dario de Souza, Antonio de Castro Vieira, Robney de Souza Cor­ 
rea, Sidronho Barbosa, Odilio Paredes e o representante do 102 RC Hec Major 
Tabalipa. 
T{TIJLO III - DAS INSCRIÇÕES 
Art. 32 - "A MINIMARATONA DE BELA VISTA" prova pedestre, será realizada no 
dia Jl de dezembro de 1992, nas ruas de-Bela Vista com percurso de 12 km (do­ 
ze mll metros), para a categoria masculina e 8 km (oito mil metros), para a 
categoria feminina, conforme croqui em anexo. 
Art. 4g - As inscrições deverão ser feitas individualmente de acordo com 
cada faixa etária. 
Art. 5g - As inscrições poderão ser feitas na Secretaria Municipal de Edu­ 
cação sito a Rua Santo Afonso ng 660 (Paço Municipal) telefone 439-1417 Liga 
Esportiva Belavistense a Rua Antonio João em frente ao Posto Santa Maria. 
Art. 61 - Todo atleta poderá participar desde que devidamente inscrito de~ 
tro de sua categoria. 
Parágrafo Único - Os atletas menores de 18 anos, deverão apresentar autori 
zacão dos pais ou responsáveis, conforme ficha de inscrição. 
TITULO IV - DAS CATEGORIAS 
Art. 7g - As categorias da "I MINIMARATONA DE BELA VISTA" - Corrida pedes­ 
tre serão da seguinte forma: 
MASCULINO 
Categoria Infanta Juvenil 	14 à 18 anos 
Categoria Adulto 	19 à 30 anos 
Categoria Senior 	31 à 45 anos 
- Categoria Veterano 	46 anos acima 
FEMININO 
- Categoria Onica 	14 anos acima 
,. 
TITULO V - DA COMPET1ÇÃO 
Art. 82 - A largada da corrida será as 17:30 hs, do dia 31 de dezembro, 
em frente ao 102 RC Mec, sito a Rua Alcebiades Bobad!lha da Cunha, 909. 
Art. 9g - Todos os atletas deverão estar no local da largada às 17:00 
hs, para confirmar sua participação e receberem as orientações finais para 
a largada. 
Art. 10g - Serão classificados somente os atletas que concluírem o per - 
curso na sua totalidade. 
Art. 112 ~ O atleta que cometer qualquer ato de indisciplina, perturbar 
0 
bom andamento da corrida, prejudicar os demais concorrentes, receber auxi - 
lio de pessoas estranhas, será automaticamente desclassificado da corrida. 
Are. 122 - Haverá rigorosa íiscalizacâo no percurso da corrida. 
T{TULO VI - DA PREMI.AÇÃO 
Art. 13g - A premiação obedecerá a classificação individual com medalhas 
do Ig lugar ao 59 lugar por categoria. 
Art. 14g - Na classificação geral os 03 (três) primeiros colocados da ca 
tegoria masculina e os 03 (três) primeiros da categoria feminina receberão­ 
troféus e dinheiro, que será assim distribuido: 
Ig LUGAR - TROFÉU 
29 LUGAR - TROFÉU 
32 LUGAR -·TROFtU 
E CRS 600.000,00 
E CR$ 400.000,00 
E CR$ 200.000,00 
OBS - Será ofertado ao Ig LUGAR da categoria VETERANO troféu e um prê _ 
m!o de Cr$ 200,000,00 (duzentos mil cruzeiros), independente da classifica­ 
cao geral, a título de reconhecimento pela dedicação e amor ao esporte. 
CROQUI DA MINIMAONA D ZLA VI3 
...... - . 
PATROCINADORES: 
Banco do Brasil S/A 
Supermercado Arco !ris e Dist. de Bebidas Cordil: 
Família Paredes 
Eletro Som - Afonso Dilon Nunes Leite 
Lanchonete da Barão - Pedro Luiz Aguero Martinez 
Farmacia Droganossa - Jair ena Barreto 
Mercado Sacolão - José Luiz Lopes 
Grupo de Açougues Serena - Ari Serena 
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Confecçoes Eduardo - ~ilson fhilemon Nabhan 
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Polícia Militar de Bela Vista 
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Jornal Tribuna da Fronteira 
Jornal Tribuna Popular 
Liga Esportiva Belavistense 
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Ô( 
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Co» 
se 
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sn4, 
Se 
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ESPORTE É SAÚDE! PIRTICIPE!