TRIRUA ROTEI 
~ 
OIARIO REGIONAL 
ELA VISTA - MATO GROSSO DO SUL. ANO: 2l QUINTA-FEIRA, 20 DE FEVEREIRO DE 1.992 
SESSÃO SOLENE MIRCI O INICIO 
·oo BNO lEGISLDTIVO NA CÍMARI 
N9: 1.169 DIRETOR: 1VM.O PEREIRA 
A Câmara Municipal de 
Bela Vita, sob a Prei­ 
dência do Vereador Jorge 
de Souza Roa (PTI), red 
lizou nesta quarta-fei - 
ra, dln 19, uma sensao - 
r,olene, dando início aos 
trabalhos legislativoo 
do ano de !992. Estive­ 
ram presentes à sessao o 
Prefeito.Edson Medeiros 
de Horaes, Primeira Dama 
e Presidente do PRONAV / 
LBA Municipal Cecília Pe 
reira de Moraes, Juiz de 
Direito da Comarca Dr. 
Jose Eduardo Neder Hene­ 
gheli, Promotor de Justt 
ca Dr. Gerardo Eriberto 
de Morais, Defensor PG - 
blico Dr. Plorisvaldo de 
Souza Kaires, Cmt do 109 
RC MEC Cel Pacheco, vice 
prefeito Fernando de 
Freitas Elias, Secretá - 
rios Municipais Dr. José 
de Ribnmar Cruz e Silva 
(Saúde) e Dorinha Boccia 
(Administração), Dr. Ge­ 
rardo Boccia, entre ou - 
tros. 
Mensagem do Prefeito Edson Medeiros de Moraes 
1 
1 
1 
l 
, 
Autoridades convidadas para formar a Mesa da sessão solene, presidida pe­ 
lo Vereador Jorge de Souza Rosa (centro) 
Dando início à sessão, 
o Presidente da Câmara 
Jorge de Souza Rosa conv! 
dou o Prefeito Edson Me - 
deiros de Moraes para fa­ 
zer a leitura de sua Men­ 
sagem ao Legislativo, ne­ 
la o Prefeito destacou as 
inúmeras conquistas de 
sua administração em 1991, 
"ano considerado próspero 
com realizacões que atin­ 
giram noventa por cento - 
das metas anunciadas na 
mensagem encaminhada ã ~ 
ara Municipal em feverei 
ro de 9l", disse. Ao fi - 
nal de sua mensagem o Pre 
feito Edson Medeiros de 
loraes enumerou um vasto 
rol de projetos em execu­ 
cão e a ser implantados 
neste ano que ora se ini­ 
cia, entre eles a constru 
cão do Terminal Rodovia - 
rio, Matadouro Municipal, 
duzentas casas popu.1.ares, 
centro de convivência pa­ 
ra o idoso, ampliações 
das redes de energ1a e á­ 
ua, asfalto, etc ... 
Edson finalizou sua 
mensagem, "mais uma vez 
volto à presença dos ilus 
tres Vereadores pedir pa­ 
ra olharem os i.nteresses 
atores do Município, lem 
brando-os que acima de tu 
do estão os compromissos 
assuma1dos com o povo. Até 
0 
Último dia do nosso man 
dato estaremos à frente - 
dos projetos cm execução 
e se restar alguma coisa 
Para o próximo Prefeito , 
enhan certeza, não chega 
rua comprometer o orça - 
Rento de 1992. Também va­ 
hog encerrar o nosso man­ 
dato sem ter contraido ne 
1lhu.a d{v:l.da, o que e 
huito importante", desta­ 
cou. 
Vereador Paulo Melo - 
PSDB - "Temos muito tra­ 
balho pela frente e nao 
fugiremos à luta em mO - 
mento algum, procurando 
sempre defender aquilo - 
que é fundamental e de 
interesse principalmente; 
da população mais caren-ii 
te e necessitada. Acompa 
nhamos o trabalho da a - 
tual administração,fomos• 
contra muitas vezes, em 
outras a favor. Esta se­ 
mana participamos de reu 
nião do Conselho Munici- 
pal da Criança e do Ado­ 
lescente, onde tomamos - 
conhecimento dos proble. 
mas que existem em nossa 
cidade, como roubos,pros 
tituicao, estupros, co i 
legisladores temos a o- Prefeito Edson Medeiros de Horaes faz a leitura 
brigação de trabalhar pa 
de sua mensagem 
ra oferecer melhores con 
diçÕes de vida aos nos - 
aos menores. Estaremos - 
sempre prontos a servir, 
colocando em primeiro lu 
gar o trabalho, depois a 
política e a campanha e­ 
leitoral que teremos pe­ 
la frente. Espero do Po­ 
der Executivo este ano - 
um maior reconhecimento 
no Poder Legislativo, co 
mo manda a Constituição 
Brasileira",finalizou. 
Vereador Casalo Acio­ 
li - PFL - "Começamos 92 
com bastante otimismo,es 
pero que o Sr. Prefeito­ 
continue a desenvolver u 
ma grande administração 
e que seus projetos enca 
minhados à Brasília se - 
jam aprovados. Como re - 
presentantes do povoes­ 
taremos sempre legislan­ 
do por seus interesses » 
procurando encaminhar às 
autoridades as reivindi­ 
cnCÕes e necessidades da 
população, apoiando e 
criticando as iniciati­ 
vas que dizem respeito 
nossa cidade, de acordo 
com os Interesses daque­ 
les que nos confiaram o 
presente mandato. Deseja 
mos o maior sucesso pos­ 
sível no Prefeito Hunic.i 
pal, que ele faça e 92 
Ela seguida mensagem 
do Prefeito Edson toraes, 
fizeram uso da pa1nvra os 
'lereadores líderes dos 
l>artidos representados na 
Caiara Mie±pal,pelo PSDB 
{leu o Vereador Paulo Melo;pe 
lo PT Roey Moraes; pelo - 
PFL. Vereador Cssr1o Me1ali e 
Pelo H ver. Marcog Cruz. 
, 
{ 
/ 
r 
uma administração ainda 
melhor da que já fez em 
1991". 
Vereador Roney Horaes 
PTB - "Ouvimos o pronun­ 
ciamento do Prefeito,sen 
ti-me feliz, honrado,nós 
que acompanhamos de per­ 
to seu trabalho sabemos 
que ele teve momentos di 
f{ceis, onde teve de co­ 
locar o coracão à frente 
para seguir adiante, te­ 
mos certeza que este ano 
ele fará uma brilhante - 
administracao,alcançando 
todos os objetivos aqui 
colocados. Quero desta - 
car também o trabalho dos 
Secretários Municipais , 
pois nno existe trabalho 
com êxito sem o apoio de 
uma retaguarda dinâmica 
e atuante. Parabéns ao 
brilhante trabalho da Pri 
meira Dama,CecÍlia Hora=­ 
es,que vêm desenvolvendo 
um atendimento social 
dos mais relevantes em be 
nef{cio dos mais caren 
tese necessitados de= 
nossa cidade". 
Vereador Marcos Cruz­ 
PMDB - "Iniciamos o ano 
com um só pensamento,tra 
balhar em prol de melho­ 
rias para a nossa cidade, 
com bastante interesse e 
vontade. Ouvimos atenta­ 
mente o pronunciamento - 
do Prefeito,se tudo o que 
aqui nos colocou for con 
cretizado,pode ter certe 
za,ficará na história pa 
ra sempre,mesmo sendo o= 
posição,não poderia dei­ 
xar de reconhecer.os se­ 
us méritos,pelo que fez 
até agora já merece nos­ 
sos aplausos. Nesta Casa 
agiremos sempre com cons 
ciência e mão no coração, 
procurando somar em prol 
da comundiade,a exemplo 
do comércio de Bela Vis­ 
ta que passa por sérias 
dificuldades,sendo arro­ 
chado e sem condições de 
se ma.nter e de sohrevi 
ver. O desenvolvimento - 
de Bela Vista deve ser u 
ma preocupaçaÕ de nossas 
autoridades,temos de jun 
tar forças e tentar re = 
verter essa situação la­ 
mentãvel. A firma RAVEL, 
segundo me inforaram,es 
tá fechando suas portas­ 
em noasn cidade,outras - 
• firmas estão n.o mesmo ca 
minho ou demitindo fun - 
cionãrios diariamente, te 
mos de fazer alguma co­ 
sa. Desejamos sucessos - 
ao Prefeito Edson Moraes 
finalizou Marcos EILas. 
----- •... ------------------ ---- 
Editorial 
Ninguém, em a conscfêncIa, pode discordar do 
fnto de que Bela Vista mudou após a posse do Pro 
feito Edson Medeiros de Mores. Sobretudo na á­ 
rea central da cidade, houve melhorias substan­ 
c1as, com a pavimentação asfálticna de várIas 
ruas. 
Diversos melhormncntoa foram e estão acndo h:i 
plantados, beneficiando toda n comunidade, a 
exemplo da ampliação da rede elétrica, d'áua e 
rede de esgotos (em execução). Também a constru­ 
cão de duas Escolas, reformas de outras e uma 
reestruturação do setor, tendo frente na compe­ 
tente Secretária de Educa,..:io, Proferwor:1 Lnoly 
Loureiro de Assis. 
Através dos trabalhos desenvolvidos com os mu 
tIroes, Moraes atendeu os Bairros periféricos 
verificando "in loco" as carencias dos moradores 
e desenvolvendo várias frenteo de asoilltêncla. 
Na área social, o trabalho da Primeira 1'm:ia 
Cecilia Pereira de Mores também merece e lo1tios. 
Esta é a verdade dos fatos. 
No decorrer destes meses que faltam para a 
eleicão de outubro, diversas obras erao executa 
das, fechando o ciclo do Prefeito que, ninguém 
discorda, é um tocndor de obras. 
Mas há falhas. E poderão ser sanadas a cedida 
em que se abrir a Administracâo Municipal, cen: 
tralizadora, dando oportunidades para os Secreta 
rios e Assessores desenvolverem suas potenciali­ 
dades. isto vale para os setores de SACDE, ESPOR 
TES e DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO. 
Produtor Rural, apesar de ter visão empresa - 
rial, Moraes se esqueceu que a maior fonte gera­ 
dora de empregos é o COKUCIO, a 1ND0STRIA e a 
AGRICULTURA, por pequena que seja. 
No tocante ao comércio, Bela Vista parou no 
tempo e se perdeu no espaço; INDSTRIA, até mes­ 
mo micros, não existem e AGRICiJLTIJRA, propalado 
cinturão verde é um sonho. Uoje importamos até 
mandioca. A desculpa é a de sempre, "a terra não 
presta". 	- 
Na área do turismo, ao abservarmos o que esta 
sendo feito em Porto lfurtinho e Bonito, chegamos 
a sentir uma inquietante preocupação. Já perde - 
mos muito e poderemos perder ainda mais neste se 
tor, ao compararmos os projetos e planos elabora 
dos nestas duas cidades, v:l.sando não o IIOJE, mas 
o AMANHÃ. 
Aos eternos pessimistas que, provavelmente,~ 
firmarão: ver o que em Bela Vista? Respondemos• 
conheça melhor a sua cidade e seu potencial, vo­ 
cê se surpreenderá. 
Parabéns ao Prefeito por tudo o que fez,e por 
tudo aquilo que aillda vai fazer. Mas, a nossa 
preocupaçaÕ com a aproximação das eleições é una 
só. O povo belav:l.stense terá que eleger um Pre - 
feito com visão global dos probleas, que nunca 
se esqueça que a iniciativa privada, os Empresá­ 
rios, é que movem a economia de uma cidade, g,e - 
ram empregos, riquezas, pagam impostos, e não só 
os pecuaristas. Os Empresários belavistenses es­ 
tão sendo- massacrados por uma econoc.ia infernal. 
Os donos do dinheiro, os que mov:lmentan oilhÕes, 
não fazem nem suas compras em Bela Vista. É una 
elite privilegiada que, a medida que o tempo pas 
sa, criam a doce ilusão de riqueza quando a rea= 
lidade é outra. A cidade está ficando m:rl.s pobre. 
Por tudo isto que este DI.ÃRIO TRIBUNA DA FRON 
TEIRA vai se empenhar em alertar o povo, a massa 
sofr1da, pois, não temos compromissos políticos 
com ninguém, partidos ou grupos, nosso copronís 
so é com a cidade, é com o seu povo. 
Não temos nada CXJDtra os grandes proprletãrios 
ou criadores, mu:l.to pelo contrário, nas é preocu 
pante, até mesmo para eles, ou seus descendentes, 
permitirem o aumento da pobreza, do deset=prego • 
causando desespero. 
Ninguém é contra a riqueza, contra a prosperI 
_dade, mas contra a miséria, a injustiça, a faltã 
de oportunidades para todos. 
A partir de agora, é função da irprensa aler­ 
tar o povo, sem predileções políticas-parti.dá 
rias, mas objetivando encontrar a pessoa certa • 
competente, moderna, afinada com o povo e co _ 
suas inquietaçoes, os novos tempos exigem isto. 
(PP) 
Vereador Jorge Rosa­ 
O Presidente da Camara Hu­ 
nicipal de Bela Vista 
t.ambém usou da palavra , 
"ouvimos atentamente as 
metas do Executivo para 
92,esperamoa sinceramen­ 
te que tudo aquilo que - 
foi inclu!do no orçamen­ 
to da.·Uni.ão seja trazido 
para nossa cidade,enquan 
to isso varos brigar,to 
dos juntos,para melhorar 
a qualidade de nossa e - 
nergia elétrica e pela 
concluano do asflato d 
BR-060 até Jarat, é 
essas duas coisas enten 
do que nao conseguire = 
mos o i.c,pul.so para o 
nosso maior desenvolVi­ 
mento. Esperamos compa­ 
nheiros mais um ano de 
luta,acima e tudo e in 
dependentement de s • 
Is, pelo bem de Bela Vis­ 
ta,afinal aos representa 
tes d toda n rundfade"

02 
Porto Murtinho - 5o 
mana passada mais uma 
denúncia de pesca pro 
datóri no Rio Apa 
foi feita às autor ida 
dcn, <lrnta (rito o 
!Je:;L.:icilmcnl:o de' Poli­ 
cia Florestal de Por­ 
Lo Murtinho rccrbcu e 
denúncia da que peoca 
dores estavam no Apa 
utilizando diversos - 
malarinis dn pt"'r;ca - 
proibi dos para a cap­ 
~urn don peixcG. / de 
núncia [oi imediata= 
mrnt0 invcntiandn C' 
são de peixe, e @ran 
do quantidade de mate 
riais proibidos, a .­ 
xmnplo do que aconte­ 
ceu no início deste - 
mês, quando a Policia 
Militar de Bela Vista 
recebeu umd c!c•nÚr.c ê,, 
de pesca irregular no 
Rio Apa e imcdlnla - 
mente realizou a dili 
g6ncia culmin.:indo co~ 
a apreensão de mais - 
de 300 quilos de pci- 
--- - • ~ - ~ - --- r 
J 
0s, barcos, moto - 
rco e mntcrlale de 
pesca proibidos. 
nesta feita o Co 
m,mdo do Dcntacamen 
to de Policia F1o - 
rental de Porto Mur 
tinha foi comunica= 
do, via rádio, da - 
cidade de Corumbi , 
pelo Comandante da 
Polícia Florestal - 
do Eotado, Major PM 
Rabelo, que passou 
as informações de 
que pescadores esta 
vam pescando no Rio 
pa irregularmente, 
cm local pr6ximo ao 
encontro com o Rio 
Paraguai. Imediata­ 
mente o Comandante 
do Destacamento mon 
tou uma patrulha e 
seguiu para a ãrea, 
onde os pescadores 
foram detidos e a - 
preendidos 07 re­ 
des, 03 tarrofões , 
10 anz6is de galho, 
01 molinete e cerca 
da 30 quilos de pei 
NATUREZA 
xes. S qundo infor­ 
mações, a baixa 
quantidad • de pesca 
do aprendido deve­ 
se a ação rápida da 
Policia Florestal , 
que agiu prontamen­ 
te assim que foi co 
municada da passa - 
gem de pescadores - 
com materiais proi­ 
bidos para aquela á 
roa. 
Importante rcs - 
saltar que a depre­ 
dação do Rio Apa 
por pescadores ines 
crupulosos, que não 
se contentam cm pra 
ticar a pesca legal 
mente, vêm aconte = 
cendo hi vãrios a - 
nos, sendo de funda 
mental importância­ 
ª conscietização da 
população para a ne 
cessidade e respon­ 
sabilidade de evi - 
tar danos à piscosi 
dade e à vida em 
nossos rios, por is 
so denuncie e infor 
Quem Ama 
me o mais rápido 
possível ãs autori­ 
dades quando tiver 
conhecimento da pra 
tica dessa ativida­ 
de ilegal, como o u 
o de tarrafas, re­ 
des, anzóis de ga - 
lho, etc., antes 
que nossos rios fi­ 
quem sem peixes, a 
exemplo de vários - 
no!:l Estados de são 
Paulo e Parani, on­ 
de graças à depreda 
ção só existcn su = 
jeiras e poluição - 
nas iguas,prova dis 
so é a grande quan­ 
tidade de pescado - 
res daqueles Esta - 
dos que procuram os 
rios da nossa re 
gião para satisfa - 
zer seus egos pes - 
queiras, destruindo 
e poluindo também - 
nossas águas. 
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JORNAL TRIHUNA DA FRONTEIRA - DIÁRIO REGIONAL - 
o 
COLUNI OI lRIBUNI 
JÃNIO QUADROS 
Jnio da Silva Quadros. ex-presidente - 
do Brasil, faleceu em são Paulo, foi um 
dos políticos mais polêmicos da história 
do Brasil. Sua renúncia até hoje não foi 
bem explicada. Talvez, agora, após sua 
morte, os brasileiros possam saber, corr 
exatidão, por qui Jánio renunciou, 
SUCESSÃO MUNICIPAL 
A voz do povo é a voz de Deus, diz o 
adágio popular. E o povo está dizendo: cm 
Jardim o próximo prefeito será José Viccn 
te de Sanctis Pires; em Dela Vista, AbrãÕ 
Zacarias (se sair candidato); em Caracol, 
Juvino Godoy; em Porto Murtinho, Aleixo 
' Fróes e em Antonio João, Adão Herodes Xa­ 
vier. Mas este quadro poderá mudar, cvi - 
dentemente, pois temos ainda 8 meses para 
as eleições. E, na verdade, ninguém ofi - 
cializou sua candidatura. são comentários. 
Vamos aguardar as convenções dos partidos 
e ver quem é quem. 
BELA VISTA 
o 
Continuam as especulações, todos os 
candidatos a candidato, quando em contato 
com a imprensa, não desmentem suas candi­ 
daturas. Muito pelo contrário. São candi­ 
datos a candidato: Garibaldi da Rosa Neto, 
Fernando de Freitas Elias, Ricardo Rosa, 
Cássio Acioly. Evilásio Miranda, Abraão 
Zacarias, Hortênio Escobar, Carlos Alber 
to Ocáriz, Azaléa Arlota Ocáriz, Henrique 
Moraes Dedê, etc, etc, e etc. Os quadros 
são ricos em nomes, Bela Vista (graças a 
Deus) possui lideranças expressivas e to­ 
dos estão aptos a assumirem a chefia do 
Executivo. 
MARILU NO PFL 
A Deputada Federal Marilu Guimarães , 
candidata a prefeita de Campo Grande, as­ 
sinou ficha no Partido da Frente Liberal­ 
PFL - Ela deixou o PTB. A deputada está 
mantendo entendimentos com o deputado es­ 
tadual Maurício Picarrelli, do PST, que 
poderá ser o seu vice. 
PEDROSSIAN VAI APOIAR JUVENCIO 
Tudo indica que o governador Pedro Pe­ 
drossian irá apoiar Juvêncio César da Fon 
seca a prefeito de Campo Grande. Disse Pe 
drossian "ele começou na vida piiblica por 
nossas mãos e todo mundo sabe disso". 
PALAVRAS DE PEDROSSilN 
Em entrevista a imprensa, o Governador 
afirmou que Juvêncio é um bom administra­ 
dor e integrante de uma grande família. O 
entendimento com Juvenio estende-se ao PM 
DB, "não considero esse partido um adver-=­ 
sário político. Há um processso de guerra, 
mas contra a miséria que ameaça a gente - 
deste Estado", disse o Governador. 
ORDEM UNIDA 
Para Pedro Pedrossian não pode haver - 
ordem unida em política, as candidaturas 
a prefeitos, na capital, como no interi - 
or, devem surgir do povo. O governador vai 
acompanhar o povo, as tendências popula - 
res. Para um bom entendedor· meia palavra 
basta. 
CARTA A REDAÇÃO 
Assembléia Legislat_iva - 20 Secretário 
Ivaldo 
Queremos cumprimentá-lo pela passagem 
do aniversário da TF, desejando-lhe que 
esta data seja comemorada muito mais Ve - 
zes, com alegria e felicidades junto· aos 
seus funcionários. Parabéns. 
Campo Grande/MS - 20/02/92 
Fernando Corrêa e Família 
Governador Pedro P.edrossian 
Jonwllnta: Governador, o que o 
Sr. espera dos trabalhos lezIslati­ 
von deste ano? 
Governador: Esperamos a repeti - 
ção de tudo de bom que aconteceu no 
no passado, quando não houve dlvi­ 
ao de poderes, Aqui, somo um po - 
der só, todos sintonizados no en - 
grandecimento do Estado e numa so - 
cIedade justa. No ano anterior hou­ 
ve total apoio e entendimento desta 
casa. 
Jornalista: Praticamente todos 
os Estados reclamaram do governo fe 
deral em 90 e 91. Agora para 92, 
que tipo de pleito o Sr. leva a lira 
silia? 
Governador: O País ntravessa uma 
fase de grandes dificuldades, então 
não adianta sair de pires nas maõs 
cm Brasília. Nós temos que ter pro­ 
jetos sobretudo competentes. Nós es 
tamos a cada 10 dias em Brasília le 
vando o pensamento de um povo que 
quer transformaçoes, quer uma socie 
d ade mais jus ta e mais humana e va­ 
mos continuar percorrendo aqueles - 
corredores na certeza de que os pou 
cos recursos que para cá virem se= 
rão bem aplicados no interesse do 
bem estar público. 
Jornalista: Dias atrás o Sr. dis 
se que o Estado estava doente. Que 
tipo de cura este Estado pode ter? 
Governador: Nós temos uma dívida 
de curto prazo de 110 milhões de dó 
lares, causado por oito folhas de 
pagamento do governo passado. En - 
quanto nós não ti•crmos uma solucâo 
para esta dívida o Estado, teorica­ 
mente, está quebrado. Não estou me 
referindo à dÍ-ida interna fundada 
nem à dívida externa à longo prazo, 
que o Estado tem condicÕes de resga 
tar. Estou me referindo a uma dÍ' 1= 
da de curto prazo que nem Mato Gros 
so do Sul nem outros Estadon têm 
condições de resgatar, sem uma rola 
gem desta dívida. 
Jornalista: Com relação à morte 
do ex-presidente Jãnio Quadros, nas 
cido cm Campo Grande, nós gostada= 
mos de uma opinião do senhor. 
Governador: Jânio Quadros é gran 
de parte da própria história do ra 
sil. Eu estou intimamente ligado a 
vida deste presidente, porque ele 
nasceu em minha cidade, Miranda. To 
dos dizem que ele nasceu aqui em 
Campo Grande, mas na verdade ele a­ 
penas se registrou aqui em Campo 
Grande. Ele nasceu numa região em 
Miranda, que hoje faz parte de m1 - 
nha propriedade, de minha própria - 
fazenda. Então, tudo começou por 
lá. A própria mãe do Jânio, foi co­ 
lega de escola de minha mãe. Quando 
candidato à prefeito de são Paulo 
eu me apresentei como soldado de 
sua terra para ajudá-lo naquela o - . 
portunidade e o mesmo eu fiz na cam 
panha pars·governador. Ja a de pre­ 
sidente. não acompanhei. Então, nos 
sas vidas cruzaram em diversas opor 
tunidades. Estou falando isso e; 
termos pessoais. Agora, como brasi­ 
leiro, eu entendo que ele prestou 
significath·o serviço à nação e a 
sua memória deverá ser reverencia - 
da, até mesmo.por uma questão de 
justiça. 
GOVERNADOR -- PEDRO PEDROSSIAN 
Jornalista: Com relac;ão à questão 
salarial do funcionalismo, qual tem - 
sido o relacionamento do Sr. com os 
polÍticos? 
Governador: KÕs passamos um ano ex 
tremamente difícil. Quando eu assumi: 
a despesa com o funcionalismo era de 
1067, quando a própria Constituição - 
determina 60Z. E antes disso da{ o go 
vernador ainda mandou uma mensagem a 
Assembléia, concedendo l36Z de aumen­ 
to ao funcionalismo. Aquilo era para 
inviabilizar totalmente o Governo; o 
Estado não teria mais solucão. Nós cx,n 
seguimos, com ajuda dos deputados, cem 
ceder apenas 307 de abono. Mas, est; 
despesa chegou ainda a 140Z. Mas depo 
is de um ano de muito trabalho, auste 
·ridade e de muito respeito, a casa es 
tá absolutamente em ordem. Hoje, i 
nossa despesa com pessoal representa 
607 do orçamento; isto considerando - 
os outros poderes, porque a despesa - 
do executivo é de apenas 40,ZZ. Nós 
temos agora um projeto do qual faz 
parte o servidor, que irá ajudar a 
combater a sonegacão. O funcionalismo 
irá ajudar o Estado a crescer porque. 
ele faz parte desta empresa. Na medi­ 
da em que o Estado cresce e se engran 
dece, o scn·idor será também mais a = 
tendido, o que é de nosso interesse e 
uma questão de justica. 
Jornalista: O acordo salarial en - 
tre os servidores e o governo vai per 
mitir que se façam mais obras este a= 
no aqui no Mato Grosso do Sul? 
Governador: Neste ajuste de rola - 
gem das dividas, o compromisso é de 
607 com o pessoal e transferência pa­ 
ra os outros Poderes, 157 da amortiza 
cão da dívida, 157. de custeio e 107 
de recursos para investimento. Este é 
o dinheiro que nós 'amos dispor para 
fazer obras. É uma dosagem pequena fa 
ce as necessidades do Estado. O nosso 
Estado é diferente do Rio Grande do 
Sul, onde as estradas devem apenas ser 
consertadas. Nós aqui temos de cons - 
truí-las. Somos diferentes do Estado 
de Santa Catarina, que tem toda a in­ 
fra-estrutura em telecomunicações e 
de energia elétrica. Nós precisamos - 
de in·esticento no setor de energia e 
de telecomunicações. Nós ainda conti­ 
nuamos naquele trabalho de pioneiris­ 
mo. 
Centro de Cultura Inglesa 
de Bela Vista MS • 
0 conhecimento de ua língua pode rudar para melhor sua vt 
da, ngora esta oportunidade fascinante eati ao seu alcance. 
Curo de alto nível co garantia de aprendizado. 
INSCRIÇÕES - À partir de 17/02/92 
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ELA VISTA - HS 
Governo lntensif ica Combate a 
Sonegação em 12 Capitais 
O Secretirto !'atonal d Fazenda, Luiz Fernando eIlish vir_em_breve à Capo Grande ara 
deflagrar uarnhg de combate a soneacão fiscal. A Ln±oração G do ses-e;-is Fa.é,à 
do Estado, José Fel[elo que participou no ültt:o dia 14 da rcunfio do coá. -ce. ·ne 
ctona1_de PolItea Fazendirtà -, e Fortaleza, quando o assurto fel as{}. 77?"° 'a ° 
secretar1os de Estado. 	teva to cor cs /ena1s 
Segundo o secretario, o trabalho de cobate à sonegação de L.postos ser? Itens!fica! 
a apartetaçio gos Estados através_de us cnvênt asstso c a Ri ;á-, "°. 
7,''o tePo, o que só ora entra ea prittea, ec a aJuda dss ±!eats da secreééí & ..C, 
José Fel[lo acredita que Isso ajudará aumentar aInda a!s a ar.e. .-. ., - 
Jetivo, que é o de cobater a sonegação isca1. "0 ., arcada;ão, e at!gLr o ob- 
1idade das redfdas", anuncia o é[i,,'> que erra e- vter agora, é a operacfona- 
O exemplo dado pelo Estado de Mato Grosso do Sul 1, 	. 
s 6e+ ara crs'si vises, s se i rsí-!Ç';]?reasasse 4e 1esse crs 
de Fazenda, que tabê quer elevar a receita da !ão arados o secretar!o Nacional 
r-,--::-:- --=-·=·--=-============-'=-=-=-=--=-=--=-------=-e-·=--,-,::._,,...,,_=-·•···"·-,-·--=--,._..,...._ ==-===-==·-=-=--==------- -1. 
Nos 
Bastidor s 
Se voc6 ver o Pr 
feito Joelon Peixo­ 
Lo (Jarclin), Ed :on 
Moraes (Rela Vista)e 
ex-prefeito Frnando 
Freitas (Jardim), jean 
tando ou almoçando -­ 
juntos, isto não quer 
dizer que estão man­ 
tendo entendimentos 
visando a candid tu­ 
ra do Dr. Fernando 
a prefeito de Jardim. 
São pessoas educadas 
e sabem conviver cm 
sociedade. Não vale 
é forçar a barra. 
NÃO É MESMO CANDIDA 
TO 
O empresário Anto 
nio Aranha, de Jar ::­ 
dim, já descartou : Não 
será mesmo candidato 
a prefeito Municipal. 
Toninho, como é mais 
conhecido, é candida 
to a enfrentar os 
desafios e ampliar - 
suas atividades co - 
merciais. 
DIFÍCIL, MUITO DIPf­ 
CIL 
Sem a pretensão - 
de polemizar ou in - 
ventar fatos novos , 
a verdade é que será 
muito difícil o pre­ 
feito Edson Moracs 
costurar alianças e 
manter a corrente Be 
la Vista Unida, uni­ 
da mesmo. Tem muita 
gente posando de ami 
go, companheiro, e 
nos bastidores trama 
e muito a formação - 
de novos quaàros. 
PM P,'LAR A VERDADE 
Entendemos até 
que é salutar o sur­ 
gimento de uma ter - 
ceir ;orça, ou me - 
lhor ainda, o forta­ 
loci.o.to do- parti­ 
dos políticos. Afi - 
nal, quando, neste - 
pais, teraros corren 
tes políticas com ER 
losofia de trabalho? 
E mais, para Bela Vis 
ta deslanchar come 
cialmente, seria mui 
to bom fixar metas 
nos setores de indiis 
tria e comércio. Não 
temos nada contra os 
produtores rurais 
mas há "produtores 
rurais" e produtores 
rurais. Donos de ter 
ras, simplesmente , 
não geram enpregos e 
nem riauezas. são es 
peculadores. 
TELEVISÃO 
Surpresa das sur­ 
presas, ontem apare­ 
ceu a imagem da TV 
Morena, está faltan­ 
do a Bandeirantes 
Vamos ver até cuan -l 
do. Até quando? 
CÂMARA MUNICIPAL 
Vem chumbo arosso 
ai, vereadores da o­ 
posição preparam a 
artilharia, afinal - 
este ano teremos e­ 
leiçôes, o povo aue: 
a defesa de seus ir­ 
teresses. 
EXEMPLAR- CR$ 500,00

ir eito do l rabalho e Previdencia 
oial ao lance de [los 
ATE!OR PELIGRI!O 
VOLTA A OilllICAHHll[nAl)P. PE AUTE!lT1C:AÇ,O DOS LlVROS E FICllAS UE RP.GISTHO 
». 1g«@ia.c.Aio± 
Em novembro de 1991, o ex- Ministro do trabalho Antonio Rogério }agrl ·' 
baLou Portarfa MIn!terfal (n2 3,626) dispensando as empresas urbanas e ru­ 
ratn da obrigatoriedade de autenticação dos livros ou fichas de registro de 
eprpados, 
O novo Ministro daquela pasta REINHOLDO STEPllANES, baixou a portaria n2 
1.0:U,, 110 dlu 22 de Jnneiro pp., alterando aquela ,regra, ou r,cja volta a o­ 
brlatortedade de autenticação dos livros ou fichas de registro de emprega - 
doo (urbano e Rurais). A nova determinação está no 5 12 do_artigo 12 da Por 
Larln nD J,024/92, que estabelece: '' para as empresas que nao optarem pelo - 
,:;ist<'ma -tnformatlzado de registro de empregados, permanece a exigência de ª.!! 
tcntlcaçÜo dos livros ou fichas, na forma do art. 42, da CLT." 
TRINTA l)J AS DE PRAZO - Para a autenticação do primeiro livro ou grupo - 
du fichas, o prazo e de JO (trinta) dias, contados da data cm que, comprova­ 
damcntp, a empresa se tenha tornado empregadora, 
P E R G U N T A S 
o' 
1«' 
l 
1( 
( 
RESPOSTAS· 
TRABALHO URBANO* 
PERGUNTA: O motorista que trabalha em um frigorífico, pertence a qual sindi­ 
cato: dos transportes rodoviários ou da alimentação? R.P.T. - Salvador/A - 
RESPOSTA: Para efeitos de enquadramento sindical, leva-se em consideraçao a 
atividade preponderante da empresa. No caso em questão, o motorista pertence 
à categoria dos trabalhadores das Ind~strias da Alimentação. 
TRABALHO RURAL* 
PERGUNTA: Em caso de acidente de trabalho rural, o empregador está sujeito - 
ao pagamento de complemento salarial? 
RESPOSTA: Com a equiparação previdenciària o empregado rural em caso de aci­ 
dente de trabalho recebe normalmente dos cofres da Previdência. O empregador 
s~mente pagará complementação cm caso de receber a menor e se isso estiver - 
previsto em convenção ou dissídio coletivo de trabalho. 
TRABALHO DOHtSTICO t, 
PERGUNTA: O que fazer com a empregada doméstica que deixa de comparecer ao 
serviço para ir trabalhar de bóia-fria? R.P.K.L. Ribeirão Preto/SP. 
RESPOSTA: A falta ao serviço para ir tral-al har como "bóia-fria" caracteriza­ 
o falta grave de "ABANDONO DE EMPREGO", pevista como JUSTA CAUSA pela letra 
"I" do urtigo 482 du Consolidação das Leis do Trabalho-CLT. 
As empregadas domésticas precisam ser conscientizadas de que, ao mnesmO - 
tempo que têm direito, também têm deveres e obrigações, tal como ocorre nas­ 
relações trabalhistas urbanas e rurais. 
PREVIDRNCIA SOCIAL ir 
PERGUNTA: Recolhemos indevidamente a contribuição ao FUNRURAL nos meses de a 
gosto a novembro É possível reaver o dinheiro? Como proceder? G.K.P.S - 
Dourados-MS. , . 
RESl'OSTA: A contribuição ao FUNRURAL foi extinta a partir de 25 de julho de 
1991. tum direito do produtor rural reaver o dinheiro recolhido indevidamen 
te. O art. 72 e seguintes do Regulamento da Organização e Custeio da Seguri= 
dade Social, aprovado pelo decreto ng 356/91, traz as condições para csse- 
fim. Também na BIT-Revista já publicamos orientações nesse sentido. 
BIT-REVISTA PRESTA ASSESSORIA ESPECIALIZADA 
A BIT_REVISTA não é uma publicação qualquer: é uma assessoria jurídica - 
especializada, pois além da LEGISLAÇÃO, traz seções de JURISPRUDRNCIA, DOU­ 
TRINA, NOTICIÀRIO, TABELAS e, especialmente CONSULTORIA em Trabalho Urbano , 
Rural, Doméstico e Previdência Social. E mais: 
BOLETIM ESPECIAL: enviado entre um exemplar e outro da revista. 
CIRCULAR-URGENTE: Quando a informação é muito urgente, a equipe da BIT envia 
a CIRCULAR-URGENTE. 
PLANTÕES TELEFÔNICOS: Em épocas de alterações profund~~ na legislação traba­ 
lhista ou previdenciária, há um plantão telefônico, préviamente estabelecido 
para orientar os assinantes. 
PROMOÇÃO ESPECIAL: peça melhores informações, escrevendo para BIT-REVISTA 
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1.. 
• 
(; 
• 
(J 
,

JORNAL, 'TRIUNA DA FRONTEIRA - DIÁRIO REGIONAL - 	BELA VIS'.i,, 20 f,í..: 
Preieitura Municipal de Bonito 
Mrt, 22- O recuro para ocorrer a abertura do crédto uple 
tentar que trata o rtfno prfelro erio havida conforme 1e[ 
n? .320/, artIvo 1% e t,1') Inciso li d,1 1,11 590/<)I. 
Mrt, 39- 0 presente decreto entrará em vigor ta data de ua 
publica,ao, rtvopando-e at d1posições n contrirfo, 
Gabinete do Prefeito M'unte!pal de Bonito-'IS,, aos doí: dia« 
do mes de dezembro de 1991, 
NAUll0111t XAVll.l • l'IU.FEITO ?!Uli!CIPAI, 
l>ECl1(1'0 DE SUPLEMENTAÇÃO N9 057/91 
lllspÕr, da Abertura do Crédito Suplementar de CrS t,.40'.í.000 , 
00 (quatro mlIhõed' e quatrocentos e cIno mll cru,clros). 
Sr, Maudenlr kavler, Prefelto Municipal de Bonito-!S no 
uso de uns atribuições leals que lhe eiio conferidas por lclr.: 
Mrt, I2 - Flc o Poder _Executtvo Municipal de Ilonlto·MS, nu· 
tortzndo n Hlwrturi de crrcllto r,;uplcmcntnr no vnlor de Cr$ 4, 
405,000,00 (quatro mi1hões e quatrocentos e cinco mll cruzei • 
ron), pnrn reforço da dotação orçnmentórtn lllH1lxo conr.lljnad,, , 
que sentra Insuficientemente dotada pra na realizaçao de 
derpesas que e faz necessário no orçamento programa deste munt 
clplo, vigcntr pnrn o presente cxcrclclo: 
01 • Ol • Cimnrn Munlclpnl 
Ol.01 • Lcn. Municlp,11 
3,000 - Desp. Correntes 
1.100 • Desp. Custclna 
l.111 - Pessonl Civil 	CrS 4.1,05.000,00 
• Total da Suplementação...·····.., CrS 4,405,000,00 
Art. 21! - O recurso pnrn ocorrer n nbcrturn do Crédlto Suple 
fTICntnr de que trata o rtlo primeiro sr.:riio havidns conforme - 
Le1 4,320/64, art, 412 e 439 Inciso 1Il e Lcl n9 589/91. 
0) • 01 • Ciimurn Munlclpul 
01.01 • Lei;. tlunlclpul 
3,000 - Dcsp. Correntes 
3.100 - llcsp. Cl&tclos 
).120 • Mat. de consumo . . • . . . .. . . • . CrS 
05 - 01 • câmara ~lunicipal 
01.01 - 1..eg. Municipal 
3,000 - nesp. Correntes 
3.100 • I>osp. Custeios 
).132 - Out. Serv. Encnrgos CrS 
07 • 01 - Ciimnra Munlclpnl 
01.01 - l.eg. Municlpnl 
J.000 - Dcsp. Correntes 
l. 2J3 • Cont. Correntes .•............ CrS 
08 • 01 • Câmarn Munlclpnl 
01.01 - Leg. Hunleipnl 
1..000 - Desp, Capital 
4. 100 - lnvestlrnentos 
4.120 • Equlp. Mnt. l'rrmnnente CrS 4,890.000,00 
• Totnl de ReduçÚo 	CrS 4.405.000,00 
Art. 311 - O presente decreto entrar en vigor_na data de sua 
publicnç.:io
1 
rcvognrn-sc na dlsposiçocs cm contrario. 
OECREI'O DR SIPLEMDfLÇÃO N<.? 053 /91 
DlspÕer.i de abertura de crédl to supler,entar de CrS 2. 695 .000, 
00 (dois mllhÕcs e seiscentos e noventn e cinco oil cruzeiros). 
Sr. Noudemlr Xnvler. Prefeito Mun!ctpol de Bontto·MS, no uso 
de suas atrlbulçÕcs legnls que lhe sno conferidns por leis: 
1 
,H00- Ispesas de Custe1os 
l,lll - Pessoal C!vIl ,+······., Cri 
106- 06 - Secretar[a de Educa,io e Culturn 
0,02 - Dept? Apolo Admfnlstrt {vo 
3.00- Despesas Carretes 
3,160- Despesas de Custe[os 
,Ill - Pesol Ctvll ,·····.. CrS 
li J· Oh • Secretnrt.1 do J:ducnçiio e Cultura 
06,0)- Dept! de Culturn 
$,000 - Despesas Correntes 
1,100 - Despesas de Custe1os 
J.lll - P<·ssocil Clvtl ..•.••... CrS 
119- 06- Secretnrfa de Educação e Culluro 
06,04- Dept? de Turismo 
3.000 - Despesas Correntes 
).100 • º""P""''" de Custeias 
l.111 - Pessoal CLvll CrS 
128- 07 • Secretaria de l'romoçiio Soclnl 
07,01 - Vcpt9 de Pror.oçiio Soclnl 
3.000 - Despesas Correntes 
J. 100 - Despesas de Custe los 
).111 - Pessoal Civil CrS 
• Total da Supkmentaçiio .• , •• , •. CrS 
Art. 2g - O recurso para ocorrer n abertura 
plcn<•ntnr de que trnta o nrtl~o primeiro scriío havidos confor­ 
me lei 4.320/64, rttgo 412 e 439 {neIso III e Lei nQ 589/91. 
10 • 02 - Executivo 
02.01 - GHhlnetc do Prefeito 
1.000 • Despesas r.orrentes 
1,100 - Despesas de Custei os 
1.11) - Obrlgnções Pntronnls •.•• CrS 
11 - 02 - Executivo 
02.01 • Gabinete 
3 .ooo • Dcsprsns 
1.100 - Despesas 
3.120 • Mnterlal 
12 - 02 - Executivo 
02.01 - Gabinete do Prefeito 
3.000 • Despesas Correntes. 
J.100 • Despesas de Custclos 
3 .131 - Rcmun. Serv. n Pessoas ..•.•• CrS 
13 - 02 - Executivo 
02.01 - Gabinete do Prefeito 
3 .OQO - Despesas Correntes 
3.100 - Despesas de Custeios 
3.132 - Outros Setv. Encargos ..•••• CrS 
14 - 02 • Executivo 
02.0l - Gabinete do Prefeito 
3.000 - Despesas Correntes 
). 250 • Transferência a Pessons 
J. 253 • Salário Fam[lla ..•....... CrS 
15 • 02 • Executivo 
02.01 • Gnblnete do Prefeito 
4.000 - Despesas Capital 
4.100 - Investimentos 
1,.120 • Equip. Mat. Permanente .... CrS 
18 - OJ • Secretaria de Administração e Finanças 
03.01 Dept<.? de Contabilidade 
3.000 • Dcspesns Correntes 
3.100 - Despesas de Custeies 
3,llJ • Obrigações Pntronais ..... CrS 
19 - 03 - Secretnria de Administração e Finanças 
03.01 • DcptQ Contnbllldadc 
3.000 - Despesas Correntes 
3.100 - Despesas de CUstclos 
DECRETA 	3.120 - atcrta1 de Consumo CrS 
Art. lQ • Fica o poder E.xecutivo nunlclpal de Bonlto·MS, a. 
20 
- 
03 
- Secretar!a de Administração e Finanças 
torizndo a abertura de Crédito Suplementar no valor de 2.695 . 
03·º
1 
- DeptQ de Contabilldadc- 
000 00 (Jols mllhÕes seiscentos e noventn e cinco mil cruze!- 
3
.000 - Despesas Correntes 
ros), para reforço da dotnção orçarncntiirln no orçntIcnto progrn- ).lOO - Despesas de CU::.tcios 
oa deste munldplo, vigente pnrA o presente excrdclo: 	J.lll • Reoen. Serv. ª Pessoos 
21 - 03 - Sccretarln de Adc:ilnistração e Fino.nçns 
01 - 01 • Ciimora Municipal 	03.01 - Dept? de Contabilidade 
01.01 • Lej!. nunlclpal 	J.000 • Despesas Correntes 
3.000 - Dcsp. Correntes 	J.100 - Dcopecas de CUsteios 
3.100 - Dcsp. Cu
st
eio• 	3.132 • Outros Serv. Encargos .... CrS 
3.111 • Pessoal Civil • • • • ... • .. • • • •• CrS 
2
•
295
•
000
,
00 
22 • OJ • Secretorin de Adoinlstra,iio e Finonças 
04 • 01 • Câmara Municipal 	OJ.01 • DcptQ Contnbllldodc 
01.01 - Leg. Hunictpnl 	3.000 - Despesas Correntes 
J.000 • Desp. Correntes 	J.100 • Despesas de CUstelos 
3,100 • Dcsp. Cu
st
elos i CrS 
350 000 00 
J.191 • Sentenças Judiciais ..... CrS 
3.lJl • Res. Scrv. Pessoa s 	• • 23 - 03 • Secretario de Administração e Fino.nças 
OS • 01 • Câmara iluniclpnl 	OJ.01 - Dcpt! Contabilidade 
01.01 • Dept<.? Lei:. nunlclpal 	3.000 • Despesas Correntes 
3.000 • Desp. Correntes 	3.152 • Dcsp. Exerdcios ant ..... CrS 
3.100 • Dcsp. Cu
st
dos 
5
0.000,00 24 • 03 • Secretaria de Adninistrnçiio e Finanças 
3.1J2 • Out. Serv. Encargos ..... ••• CrS 	03.01 - Dept? de Contabilidade 
• Total de suplcr.ientoção • • • • • • • • • • • CrS 
2
~
695
.ooo,oo l.000 - Despesas Correntes 
Art. 22 - O recurso para ocorrer a abertura do credito suplg 3.250 - T'rnns(crênclns n Pessoas 
ocntar que trata o artigo prlnclro serao havidas conforme lei 3.252 • Saliirio Fam[lla CrS 
nQ 4.320/64, Artigo 411? lnclso 
11 
da ½
1 59
o/
9
1. de 25 • OJ - Secretaria de Adminlstraçiio " Finanças 
Art. 3Q • O presente decreto entrara en vigor na data 03.01 · DeptQ Contabilldade 
su.a. publicação,. revogam-se ns dlspo~içocs cm contrario. 	3.000 - Despesas Correntes 
DECRETO DE SUPLDIDITACÃO I«! 054/91 	J.200 • Transferências Correntes 
3.261 • Juros da Div. Contrntndos .... CrS 
26 - 03 - Secretaria de Admlnistraçâ.o e Flnanç.is 
03.01 - Dept? de Contabilidade 
3.000 - Dc.spe:sos Correntes 
3.200 - TrnnsferCnc14s Correntes 
J.261 - Juros dn Div. Contratndos ... Cr$ 
27 - 03 • Secretnrin de Administraç.iio e l'lnanças 
03.01 - Dept!! de Contnbilidadr 
3.000 • Despesas Correntes 
3.200 - Transf. Correntes 
J.78S • Juros de Outtns Dtv CrS 
28- 03- Secretaria de Administração e Finanças 
03.0l - Dept!! de ContabiUdadr 
3.000- Despesas Correntes 
3.200 • Transf. Correntes 
3.267 - e. nonet. S/OpernçÕcs Cre. por Ant. 
30 - 03 - Sccret.LLrin. de Admln1straç4o e Finanças 
OJ.Ol - Dept!! d<, Contnbilldadc 
4.000 - Despesas Capital 
4.120 - Equlp. }L1tcr1nl Pernanentc .. .°CrS 
OJ.02 - DcptQ Tributiirio 
3.000 - Despesas Correntes 
J. lll - ObrignçÕes Patronais .......• CrS 
1.380.624,89 33 - OJ • Secr~tortn de Admlnist:raçiio e Finttnças 
03.02 - Dcpt!! Tributário 
3.000 - Despesas Correntes 
J.100 - Dcspesn.s de Custcios 
J.120 - Hnterf.a.l do Consur-0 •.•.•..•. CrS 
706.498,55 34 - 03 - Secretaria de Adr!n!stração e Finanças 
03.02 • Dc.pt!! Tribut.irio 
J.000 - Dcspcs11s Correntes 
3.lJl • Rcr:un. S•rv. Pessoais CrS 
35 - 03 - Sccret.llrla de Admlnf.strorão e Flnnnça.s 
268.265,88 OJ.02 • DeptQ TributlÍrio 
3.000 - Dcspe.s:i:i Co:rcntcr. 
J.132 - Outros Scrv. Encarsos ....... CrS 
36- 03 - Secretaria de AdIn!stração e Finanças 
J.2.J.l.589,00 0).02 • Dcpt!! Trlbutnrio 
3.000 - Despesas Correntes 
3.253 • Solnrlo Fomhin ••.• , •.•.•.••• CrS 
li - 03 - Secretar-ln de Adcin1straç4o e Fin;inçns 
OJ .02 • Dcpt!! Tributário 
4.000 - Despesas de Capital 
4.120 - Invc.stloentos 
3.000 - Depess Correntes 
J.100 - Dc.spe.sas de CUstcloo 
3.113 - Obrigações Pntronoia CrS 
1.616.100,31 47 - OJ - Secretaria de Ad□inistraçao e Finor.çu 
03.04- Dept? Coord. Aux!Itar 
3.000 - Despesas Correntes 
3.100- Despesas de Cutelos 
1.170.000,00 
1.000.000,00 
)1.5 ·ººº·ºº 
Displ;c,:i da abertura de Crédito Suplcmentnr de CrS 15.619.16e, 
77 {Quinze milhões scf.&ccntos e dezenove mil cento e sc3senta e 
oito cruzeiros e setenta e sete centavos). 
Sr. Naudemtr Xavier, prefeito municipal,de Bonito-!S, no uso 
de suas atrIbutções legais que Ihe são conferidas por leis: 
Art li! - Hcn o Poder Executivo Municlpnl de Bonito·MS, au· 
tortzado a abertura de crédito suplcccntor no valor CrS 15.619. 
168,77 (Quinze 1::i.ilhÕcs seiscentos e dezenove mil cento e sesscn 
ta e oito cruzeiros e setenta e sete centavos), paro. reforço de 
dotação orçamentária no orçamento prograa deste municlpio, vi­ 
&énte par.i o presente excrc{cio: 
09 • 02 - Executivo 
02.01 • Gabinete do prefeito 
J.000 - Despesas Correntes 
J.100 • Despesas de CUstcios 
3.111 - Pessoal Civil : •••••• CrS 
17 - 03 - Secreto.ria de ,dmlnistrnçoo e FlnMças 
03.01 - Dept!! de Contnbllldadc 
3.000 - Ocspcsos Cor-rentes 
3.100 - Despesas de CUstelos 
3.Ul • Pessoal Civil ! CrS 
31 - 03 - Sccrct.nrla de Admtnf.st:•;1çao e Fina.."'lçns 
03.02. - Dcpt2 Tributário 
3.000 - Despesas Correntes 
3.100 - Despesas de CUsteios 
3.111 • Pessoal Clvll ....... •:•···· CrS 
38- 03- Secretar!a de Administração e Finanças 
03 .. 03 - Dept? Pessoal 
3.000 - Despesa~ Correntes 
3.100 - Dcapé!lat de OJstcios 
3.111 - Pessoal cIvt1.....····:··... CrS 
«5- 03- Secretar!a te Administração e Finanças 
Ol.04 - Dept<.: Coordennçõo Auxil1Jr 
3.000 - Despesas Correntes 
J.111 - Pesso~I Civtl 	CrS 
O!. - Secretar!a de Obras e Serv Urbanos 
O.01 - Dept de 0bras e Urbanismo 
3 .. 000 - Despesas Correntes 
3.100 - Despc:;.:1t. d~ CUstciot 
J.lll - Pcsr.oal Civil 	CrS 
67 - 04 - Secretara! de Obras e Serv Urbanos 
0.01 - De.ptCJ de F.!ltrndas ~ Rodngc-:,; 
3.0C0 - De3p&3as Corrente: 
3.100 - Despe7as de Custe'os 
3.111 - Pesca] CvIl ...·»···os, CrS 
79 - 05 - Secretar!a Municipal de Saúde 
03,01 - Dept? de stt. Ntfca H. E. Cdont, 
3.000- De±pesas Correntes 
2 .126, 698 ·"º 
3.907.248,40 
do Prefclto 
Correntes 
de Custe1os 
de Consumo ...•••.• CrS 
16?.0G 7,3 
176.927,10 
1.106.058,50 
15,619.168, 77 
do Crédito Su - 
50.000,00 
205.916,00 
20.000,00 
7.575,84 
5.000,00 
157.059,24 
250.000,00 
41. 700,00 
155.435 ,81 
• 10.000,00 
10.000,00 
10.453,46 
5.329, 72 
10.000,00 
1.122,:.a 
10.000,00 
100.000,00 
100.000,00 
73.625,00 
io.000,00 
28.905,00 
1 . .:..t.o,ao 
100.000,00 
3 - 
,1.10 
) . I)•,!) 
),100- Despes de Custetos 
3,121 - mn, cru, Pea« ·.....: 
4.3- 0) - Serer rfa A+n!strsc o e F! 
0).04- Dpt d coord. A!!!ar 
3.000 -' +·a tr +e4 
3,10) ' «as e u !+4 
3,12 - Outros Srv. Erro,,.......cr$ 
50- 03- Serretarfa • A!!traio e F!ar,o 
03.04- Dp '!de Cocrd, M!!!ar 
),000- D pecas ortot 
3.250- Trarfernct Pro 
1.251- 5a!irto Par!t!a............r 
51- 0)- Secretar!a de Mdn'!rtraio e F{na,as 
OJ.o•. • lll'."pt0 C:oor(I, Aa.dltnr 
44,000- Depsas Capitsl 
4,100 - Iv«;t!+ntos 
4.120- Equip. Mtat, Peranente.......Cr 
51- 04 - Secretar!a de Oras e Serv. ''rban0s 
04 .. 01 - Dept? de OMras e !'rbnn!so 
- 3,000- Despesas Corrente 
3.100 - Depesas de Cus elos 
). llJ • OLrlr,açÕes Patronal~ CrS 
t..110 - Obras e Instalações,...·....,CrS 
66- 0, - Secretar!a de Obras e Serv. Urbanos 
0,01 - Dept! de Obras e 'rbantso 
44.000 - Dspras Capital 
t. .100 - InvrDt l.nrnLos 
4.120 - Equfp. Mtat, Permanente....···· Cr5 
ó8 - 04 - Secretar!a de Obras e Serv, I'rbanos 
04,02 - Dept? Estradas e Rodam 
3,000 - De±pesas Correntes 
3.100 • Desprsas de Cust<dos 
J.llJ - ObrlgnçÕes Pntronnls CrS 
69 - 0, - Secretar!a de Obras e Srv. Urbanos 
04,02 - Dept? de Estradas e Kodnm 
3.000 - Despesas Correntes 
3.100 - Decpcsas de Clsteios 
J.120 - llatcrlnl de Consur..o .......•••• CrS 
70 - 04 - Secretaria de Obras e Serv. Urbnnos 
04.02 - Dept!! de i'strm!as e Rodagem 
3.000 - Despens Correntes 
3.100 - Despens de Custefs 
3.lJl • Rt-r:un. Serv. Pesso-is ..•.... CrS 
71 - Ot. - Secrctnrio d<" Ghras e Serv. Urbnnos 
04.02 - Dept? de Estradas e Rodagen 
3,000 • Despesas Correntes 
3.100 - Despesas de Cutelos 
3.132 - Outros Serv. Encaros CrS 
72 ... O - Secretar1a de Obras e Serv. l1rt>anos 
04,02 - Dept? Estradas e Rodazen 
3.000 • Despcsns Correntes 
3.100 .. Deseesas de- Custl'los 
J. 25J - Sa]ario Fan!!ia CrS 
73 • 04 - Secretario de Obras e Serv. t.:rbnnos 
04.02 - Dcptc::! de Estradas e rodage'.') 
1..000 - Despesas Capital 
4.100 - Investbentos 
4.110 • Obras e Instalações CrS 
77 - 04 - Secretaria dt• Obrns e Serv. Urbanos 
Q.!...,02 - Dept? de Estradas e Rodnger: 
4.000 - !Jespesas Capital 
4.100 - Invest!rentos 
4.120 - F.qulp. Plot. Pemanente ..•... CrS 
78 - 0 - Secretoria de Obras e Scrv. Urbonos 
04.02 • Dcpt!! de Estradas e rodngcn 
4.000 - Despesas Capital 
4. 300 • Tran ferêncins C.ipita l 
1..)51 • A:rort. da Div. Controdad,1 ..... CrS 
80 - 05 • Secretaria de Saúde 
05.01 - Dept? Ass!st. !'ed. H. Odont. 
5.000 - Depesas Correntes 
3 .100 • Despesas de Custeies 
3.113 • Obrigações Patronnis CrS 
81 - 05 - Secretar!a de Saúde 
05.01 - Desp. de Assist. ~cd. li. Odont. 
3.000 - Despesas Correntes 
J.100 • Dcspes,,s de CUstelos 
J.120 • naterial de Consu;:,o CrS 
82 - 05 - Sccretnt"lil de Saúde 
05.01 - DcptQ Assist. f!ed. li. Odont. 
3.000 - Despesas Correntes 
J.100 • Dcspesos de CUstc1os 
3.131 • Rer.iun. Serv. Pessoais CrS 
83 - 05 • Secretaria de Saúde 
05.01 • DeptQ Assist. ll•d. H. Odont. 
J.000 • Despesns Correntes 
3.100 - Despesas de Clstelos 
3.132 - Out:ros Serv. Encargos ......• CrS 
84 - 05 • Secretaria de Saúde 
05.01 - Dept? de Assist. lled. H. Odont. 
3.000 - Despesas Correntes 
J.250 - Irn.nsfcre"ncias a Pessoas 
3.253 - SallÍrio F:,::i[lla ......•.. CrS 
86 - 05 - Secretari4 de Saúde 
05.01 - Dept? de Ass!st. !ed. H. Odoot. 
4.000 • Despesas Capital 
.t..100 - Invcstl.m:entos 
4.120 • EquIp. Mat. Permanente CrS 
8 7 - OS - Secretaria de Saúde 
05.02 - Dept? de Sanea. e V!g. Sanitária 
3.000 • Despesas Correntes 
J.100 - Despesas de CUstelos 
3.111 - Pessoal Civil CrS 
88 - 05 - Secretaria de Saúde 
05.02 - Dept? de Sanea. V!g. San!tir!a 
3.000 - Despesas Correntes 
3.100- Despesas de Custe!os 
3.113 • ObrignçÕc_s Patronnis CrS 
89 - 05 - Secretaria de Saúde 
05.02 • Dcpt!! de Sanca.:,. Vig. Snnlt. 
3.000 - Despesas Correntes 
3.100 - De:pesas de Custeies 
J.120 • fütc:-inl de Consuo.. - CrS 
90 - 05 - Sccrcta:-1,1. de Saúde 
05.02 - Dept? de Sane. VI. Sani t. 
·J.000 - Dcr.pcs.,s Correntes 
3.100 - Dcs:pc:.os de CUstelos 
3.131 - Rc...-:un. Scn.r. !csso.'11s CrS 
91 - 05 - Scc:ret.irln de Saude 	• 
05.02 - Dept.9 S.inex:ic.nto Vf.g. Sanit. 
J.000 - Despesas Correntes 
3.100 - Despesas de Custeias 
3.132- Outros Serv. Encan;os.....···· C...$ 
92 - 05 - Sezretrfa de a&de 
05.02 - DeptQ de Snnc.'1..--:. Vf.g .. S.1.nf.t. 
3.000 - Despesas Correntes 
3.250 - T'rnf".sfer-êncb.s : Pesso.l 
3.253 - Sa1ir!o FrI1 c...s 
95 ... 05 - Secretar!a de Educação e Cultura 
06.01- Dept da Educação 
3.000- Despesas Correntés 
3.100 ... Despcr..'lG de Custclc!. 
3.113- Or!7ações Patroa1s.......... Cr$ 
98 - 06- Secrgzar!a de Educação e 1tua ' 
05.01 - Dt!p'ti::? de tdu:::içã.o • 
3.000- Despe5a1 Correntes 
3 .100 - Dcap-es:u de Ct.H.tc--!.os 
3.1.Jl - Re.r:-J:1. Se:-v. Pcs.:10.:its ••......• CrS 
• ( 11 : 
fort'te« 
"' MS 
,',', 
50,000,00 
35,09,09 
90,000,00 
0,000,00 
2.04.724,78 
10.000,00 
60.297,16 
84.602,00 
95. 774,69 
11B,99 
10.000,00 
46.990,00 
10.000,00 
2.102.186,19 
10.000,00 
454.350,00 
ªº·ººº·ºº 
,. 
20.000,00 
30.000,00 
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• dldt classificados nn Etnpa] 
Federnl de 11S , ja liberou a relaço dos can 16 os e t' • 'ndo poru que 
I. A Etnpn II ser_á nos dlos 08 _e 09 de março. Estamos ~?~eia do Computn l 
na Etapa II também salam vitoriosos: Ivaldo Pereira Ir ", pereiru (O 
o) AIbenir Echeverrin (Engenharia Civil), Key Fabino souza '< 
1ontologia), Christiano Souza Pereira (Medicina). 	' 
• 	E O CARNAVAL 	/ 
No Grémio, sendo orgonizodo com multo carinho pelo Pi·esl_d<'nlc fves 
Oi 
sua equipe. A decoração, Banda Musical, Segurança dos Foliocs, tudo son- , 
do preparado porn que os frequcntndores do clube tcnhnm umn Festa do 
:lei Morno só de legrin! 	l 
,JÁ PREPARANDO 
As malas pnrn uma esticada até Salvador a Sra Maísa, onde a espero 
mnarido Reinaldo! 
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SINDICATO DOS TRABALHADORES RURAIS DE BELA VISTA 
EDITAL DE CONVOCAÇÃO 
ASSEMBLÉIA GERAL ÉXTRAORDINÁRIA 
Pelo presente Edital ficam convocados todos os trabalhadores da catego­ 
ria, associados deste Sindicato, para se reunirem, de acordo com o artigo 
611 da Consolidação das leis do trabalho, c demois disposições dn matéria, 
em Assembléia_ Geral Extraordinária que será realizada no dia 23/02/92 às 
8 hs da manha em primeira convocaçao, e as 9 hs em segunda convocaçao, 
na sede do Sindicato localizado a Rua Conde de Porto Alegre, 64 nesta ci 
dude, pnra deliberarem dn seguinte ordem do din. 	- 
12 - Aprcciacõ.o, discussão e deliberaçao sobre o percentual de aumento 
salarial e outros reivindicações de caráter econômico e social, visando· 11 
celebraçiio da convencõo coletiva de trabalho ou disidio coletivo. 
29 - Deliberação sobre autorização à diretorin do Sindicato outorgar po 
deres especiais com o objetivo de celebração da convenção coletiv11 de trã=­ 
bnlho. 
Nii.o havendo possibilidade de negociação coletiva, a instauracao de disi 
dio coletivo de interesse da categoria profissional. 
Bela Vistn - 17/02/92 
NBRY RAMOS - Presidente 
Fotos übaldino Roriques 
--- • h­ 
Giuliana 
o 
NOSSOS PARJBtNS 
Ao casal Luis Mar 
celo Lemos Dutra e Pi 
tricia, pelo nascimen 
to de Giuliana de Mo 
raes Outra ocorrida~ 
no dia 14/02/92, n 
Maternidade do Hospi 
tal São Vicente de 
Paula,· pesando 3 kg1 
Giuliana é a 40 - 
neta do Prefeito 
son Moraes e Cecili 
(Foto à esquerda) 
A SOCIEDADE 
Pestalozzi qu 
tem na Presidência 
Sra. Ana Maria Loure· 
to Ocariz, fez o sor 
teio da Rifa de 
par de brincos, dura 
te reunião do Rotary­ 
e também na presença 
de algumas Sras. d 
Casa da Amizade. 
Foi comtemplada 
Sra. Bepher. Os agra 
decirnentos da Pesta 
lozzi a todos que co 
laboraram comprando 
um número. 
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pfr;1Ms - I 
SIÓDE ILERTI PIRI RISCO 
OI IIDS NO CABNIYIL 
t 
A Secretaria Esta 
dual de Saúdo e±tá 
preocupada com o au­ 
tento da dissemina - 
ção da AIDS neste 
Cnrnaval e deverá 
lançar uma campanha 
de conscicntização - 
com o !.logan "NESTE 
C/RN/VJT, NÃO BRINQUE 
COM A AIDS". Al6m 
disso, 50 voluntári­ 
os da Cruz Vermelha 
receberão treinamen­ 
to para prestar pri­ 
meiros socorros, o - 
ricntur sobre apre­ 
venção da AIDS edis 
tribuir preservati - 
vos nos bailes de 
carnaval na Capital. 
Com relação as ci 
dados do interior ã 
Secretaria de Saúde 
promoveu uma reunião 
com as Comissões Mu­ 
nicipais de Controle 
da AIDS e coordenado 
res regionais de sau 
de. Na reunião, que 
aconteceu no auditó­ 
rio da Diretoria Ge­ 
ral de Desenvolvimen 
to de Recursos Huma­ 
nos, foram expostos 
os últimos dados epi 
demiológicos sobre 
a doença; as condiçõ 
es de diagnóstico e 
tratamento no Estado 
e o planejamento de 
campanhas de preven­ 
cão à doença, princi 
palmente no período­ 
de carnaval. 
Segundo a Coorde­ 
nadora do Programa - 
de Controle das Doon 
cas Sexualmente 
Transmissíveis e da 
AIDS, Maria Apareci­ 
da Espíndola, os úl­ 
timos dados estatís­ 
ticos sobre a AIDS , 
revelam que a doença 
continua a crescer - 
l' de forma assustadora 
no país e no Estado. 
De acordo com ela 
somente este ano 13 
novos casos da doen­ 
ça foram registra - 
NE 
BRIN 
dos, somando um to­ 
tal de 180 caos a­ 
cumulados desde 84, 
quando apnrccnu o 
primeiro caso da 
doença no Estado. 
J Secrotnria de 
Saúde estima que e­ 
xistam cerca de 18 
mil portadores do - 
vírus da AIDS no Ma 
to Grosso do Sul 
qua ainda não apre­ 
sentaram os sinto - 
mas da doença. Se - 
gundo Maria Apareci 
da, o mais preocu - 
pantc com relação a 
esta fato é que so­ 
mente 400 pessoas - 
deste total de 18 
mil fizeram o teste 
do HIV e sabem que 
são portadores do - 
vírus da AIDS. Com 
baso nestes dados a 
Coordenadora do Pro 
grama avalia que ma 
is de 17 mil pesso­ 
as estejam espalhan 
do a doença no Esta 
do e, além disso ~ 
não estão tomando - 
os cuidados pessoa­ 
is para evitar que 
a doença manifeste 
os seus sintomas. 
De acordo com as 
projeções da Organi 
zacão Mundial de 
Saúde - OMS - até o 
ano 2.000 existirão 
no mundo de 30 a 40 
milhões de casos da 
doença, sendo 100 
mil no Brasil. No 
Mato Grosso do Sul 
estima-se que estes 
números possam che­ 
gar a 180 mil infec 
tados e 1.800 casos 
clínicos. Para Ma - 
ria Aparecida Espín 
dola a pevenção de= 
ve se dar principal 
mente junto aos ado 
lescentes, onde vem 
se registrando um 
crescimento muito - 
grande da doença 
tendo como princi - 
pal forma de trans- 
missão o uso de dro 
Jas injetáveis. Da­ 
dos do Ministério - 
da Saúde revelam 
que, na faixa etá 
ria dos 13 aoJ 19 a 
nos, 47% dos casos 
foram por uso de 
drogas e 30 por 
via sexual. 
IDENTIFICAÇÃO 
Para identificar 
e controlar melhor 
a doença, a Secreta 
ria de Saúde afere= 
ce o teste de AIDS 
gratuito e anõnimo 
no Posto Especial 
de Saúde da Calóge­ 
ras, cm Campo Gran­ 
de e, a partir da 
segunda quinzena de 
março, no Centro de 
Saúde de Corumbá.So 
mente em Campo Gran 
de já foram realiza 
dos 1.400 exames de 
sangue para diagnós 
tico da AIDS, atra­ 
vés do Posto Espe - 
cial de Saúde. Gra­ 
ças a estes exames, 
56 casos de AIDS fo 
ram identificados= 
desde dezembro de - 
1989, quando foi im 
plantado o serviço. 
Com relação ao a 
tendimento dos aid 
ticos sintomáticos­ 
a Secretaria de Saú 
de informou que es­ 
tará recebendo are 
posição do estoque­ 
de 207 frascos do 
medicamento AZT que 
recebeu há três me­ 
ses do Ministério - 
da Saúde para dis - 
tribuição aos pacien 
tes carentes cadastra­ 
dos. Além disso a Or 
ganização Pan Amori 
cana está enviando- 
10 mil preservati - 
vos, que irão refor 
çar o estoque de 15 
mil camisinhas que 
estão sendo distri­ 
buídas aos Pestas e 
Centros de Saúde. 
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ntonio João 
-=--------------, 
Formado 
Com participavao de 
vários 'representantes da 
sociedade, foi fonnoda - 
nauta Último quortn-fei­ 
ra, 12 de fevereiro, o 
Connelho Hunlclpnl dos 
Dlrcltoo dn Crinnça e do 
Adolescente, A reunião - 
preuidida pelo Ver. Ser­ 
fo Lutz Mohr, Prestden­ 
te do Legislativo, real1 
zada na Câmara Municipal, 
iniciou-se, is 20: 00 ho­ 
rns e teve um grnnde nú- 
Conselho 
Segundo o Estatuto dn 
Criança e do Adolescente, 
Art. 131, o Conselho Tute 
lar é un órgão permanente 
e autônomo, não Jurtsd1 - 
cionnl, encnrregndo pela 
sociedade do zelar pelo 
cumprimento dos Direitos 
do Crianca e do Adolesceu 
te, definidos nesta Lei 
art. 132 - Em cada municí 
pio haverá, no mínimo, um 
Conselho Tutelar composto 
por cinco membros, elei - 
tos pelos cidadãos locais 
para mandato de três ano~ 
permitida umn reeleição. 
Art. 133 - Para a candida 
tura o membro do ConselhÕ 
Tutelar, serão exigidos - 
os seguintes requisitos : 
Reconhecido idoneidade mo 
ral, idade superior a vtn 
1 te anos, residir no muni::­ 
cÍpio. Art. 134 - Lei Mu­ 
nicipal disporá sobre lo-­ 
cnl, dia e horário de fun 
cionamcnto do Conselho Tu 
Nesta reunião realiza­ 
da dia 12pp., foi formado 
uma comissão de 10 posso- 
o Conselho 
talar, inclusive quanto 
a eventual remuneracio 
de seus membros. Pará - 
grafo infco - Constará 
da Lei Orçamentário Mu­ 
nicipal previsão dos re 
cursos necessários nÕ 
funcionamento do Conse­ 
lho Tutelar. Art. 135 - 
O exercício efetivo dn 
Função do conselheiro - 
constituirá serviço pi­ 
blico relevante, estabe 
lecerã presunção de idÕ 
neidade moral e assegu­ 
rarã prisão especial 
em caso de crime comum, 
atê o julgamento defini 
tivo. Art. 136 - São a­ 
tribulçÕes do Conselho 
Tutelar: I - Atender as 
Crianças e Adolescentes 
nos hipóteses previstas 
nos arts. 98 e 105, a - 
plicando as medidas pre 
'istas no art. 101, li 
VII; - II atender e n- 
A ituação esta um poy 
co complicada e o proble­ 
ma até mesmo difícil de 
se resolver. Haja vista 
que ha,·in possibilidade - . 
de concorrer à presiden - 
cio do Sindicato somente 
paro chapas. Entretanto , 
uma encabeçada pelo Sr. 
Adão Siqueira, o mesmo já 
declarou ser candidato a 
vereador. Sendo a outra 
encabeçada pelo Sr. Cezar 
Soares, este também já 
conselhar os pois ou 
Municipal 
mero de participantes e 
dentre estes foram esco­ 
lhidos os membros do Con 
sclho, formado por 12 
pessoas: Sra Zcnir L. 
Santos, Rep. Igreja Cató 
lca - Pastor Lutz Souza 
responsáveis, aplicando 
as medidas previstos no 
art. 129, I a VII; III - 
Promover a execução de 
suas decisões, podendo , 
paro tonto: Requisitar - 
ser,:icos públicos, nas 
áreas de saúde, educa - 
cão, serviço social, pre 
videneia, trabalho e se­ 
gurança; Representar jun 
to à autoridade juridica 
nos casos de descumpri - 
mento injustificado de 
suas deliberncÕes; IV 
Encaminhar ao }Unistério 
Público notícia de fato 
que constitua infração 
administrath·a ou penal 
contra os direitos da 
criança ou adolescente ; 
V - Encaminhar à autori­ 
dade judiciária os casos 
de sua competência; VI - 
Providenciar a medida es 
tabelecida pela autorid~ 
de judiciária, dentre as 
pre'istas no art. 101 
as para eleger dentre cs 
sas, os cinco nomes que 
farão parte do Conselho 
Tutelar 
Tutelar. 
Na comissão estto: El1o 
LLma PInto, Dr. Ricardo 
is.l 
mostrou interesse~ dis 
putar uma 'aga no legis::­ 
lativo. Agora se a comis 
são decidir que realmen­ 
te não poderá concorrer 
á Presidencia do Sindica 
to aqueles que desejam 
se candidatar a erea 
dor, provavelmente terão 
que aparecer novos no­ 
mes, já que Ado não a - 
bre mão de sua candidatu 
ra rumo ao legislath·o - 
embora, Cezar, não afir- 
S 
, . 
ér1o.. 
POR: 
LUIZ 
dos 
mou nada ainda, referen­ 
te a sua candidatura a 
vereador. Outrossim, pe­ 
lo jeito a coisa • vai 
pegar fogo. Vários mnem - 
bros do sindicato irão 
se candidatar n vereador 
e, se tem alguém com pr~ 
pósito de usar o Sindico 
to para se beneficiar pÕ 
liticamente, como muitos 
sócios afirmaram, pode - 
roo até terem uma surpre 
sa, pois tudo indico que 
Qireitos da 
Representante da Igreja 
Evangélica, Ver. Juneir 
H. Marques, Rep. do Le­ 
giulativo, Ires Marcan­ 
te, Rcp, Creche Munici­ 
pal, Marta Hem!lia, Rep. 
Departamento de Saúde - 
de I a VI, para o adoles 
cente autor de ato infr~ 
c:ional; VII - expedir n~ Formado por sete pes­ 
tificncões; VIII - Requi soas: João Freire de 011 
sitar certidões de nasci veira, Arte1o Zagone , 
mento e de Óbito de cri- 
anca ou adolescente quan 
do necessário; IX- As • 
sessorar o Poder Executi 
'O local na elaboração - 
do proposta orçamentar1a 
para planos e programas 
de atendimento dos direi 
tos dn criança e do ado= 
lescente; X - Represen - 
tnr em nome da pessoa e 
da família contra avio­ 
lação dos direitos pre - 
'isto no art. 220, § 32, 
inciso II dn Constitui - 
cão Federal; XI - Repre­ 
sentar ao Ministêrio Pú­ 
blico, paro efeitos das 
açoes de _perda ou suspen 
soo do patrio poder. Art 
137 - As decisoes do Con 
selho Tutelar somente pÕ 
derão ser revistas pela 
autoridade judiciária a 
pedido de quem tenha le­ 
gítimo interesse. 
A. Rego, Samuel Soares , 
Dr. Renato A. Lima, Si - 
mionn Ramires, E,·a Luiz a 
consequentemente, terá 
uma grande divisão. 
Agora, por outró la­ 
do, caso a intenção é 
usar do argumento na 
campanha, de que "fula­ 
no" ou "sicrano" é um 
bom nome para ser verea 
dor pois fez um Ótimo - 
trabalho no Sindicato , 
ninguém ,·ai engolir es­ 
te papo, aliás, só um 
Criança e Adolescente 
Sandra M. Vedovato, Rep. 
Depnrtnmcnto de Lducação, 
Prof. Rui Matos Celesti­ 
no Dauzaker, Leoar Rant 
res, Pref. Municipal Mi- 
fundo Muni.cipal do Direito 
da Criança e to Adolescente 
Sindicalistas não Definem 
Chapas Nesta Última 
Assembléia 
Segundo ns infonnaçÕ­ 
es concedidas à Impren - 
sa, vários membros do 
Sindicato dos Trabalhado 
res Rurais de Antonio Jo 
ão, reuniram-se no domin 
go passado, para apresen 
taçÕes de chapas as qua­ 
is irão concorrer às e - 
lefçóes para presidencia 
em março deste ano. Toda 
v1a, não fo1 possível " 
por um simples moti'O 
Vários membros do Sindi- 
r, Cezar Soares, Presi­ 
dente do Sindicato doG 
Trabalhadores rurafs. 
André Luh Ãvalo, • Osmar 
Vieira, Rufino Servil! Ed­ 
son Limonge Pereira, Jures. 
P. Echeverria, Dr. Cláu- no, Valadares Correia. 
dfo Fratini, Iolete Loza 	» » s e 
o 
burro pode acreditar ni~ 
to. Pois estes nomes es­ 
tão no Sindicato há mui­ 
to tempo e nada fizeram 
em benefício da classe 
trabalhadora, atê mesmo 
não conseguiram, pelo 
menos, se organizarem - 
bem. É natural, en épo - 
cas de eleiçoes acontecer 
''MILAGRES", isto é Óbvio, 
cato estão com intenção 
de serem candidatos ave 
reador no pleito deste a­ 
no, no entanto, muitos - 
dos trabalhadores rurais 
não aceitaram que cand1- 
datos a vereadores, se - 
jam Presidente do Sindi­ 
cato, visto que poderão 
usar a entidade para 
fins políticos eleitora­ 
is, 
15 
todos estao "carecas" de 
saber, de ver fsto. No 
entanto, estes milagres 
que aparecem em camp.nhas 
eleitorais, próximas as 
eleições não são provas 
de competência de nin 
guém e sim um simples es 
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