TRIDUMA a ROnT 
~ 
DIARIO .REGIONAL 
( 1 170 DIIU-TOR: 
ir ré -ãii- n isi e si é 
O Vcrendor Feliciano 
Marcos de IrItto, Prel­ 
dente do Diretório Huol­ 
clpnl do PHD!l em Porto 
Murtinho, ao pronunciar­ 
se na Sesnno solene do 
dln 17 de Pevcrelru/92, 
na Ciimnrn MuniciJ>nl, ocn 
AlÔo da abertura dos tra 
balhos legislativos/92 
referente o 2 Período Le 
giAlutivo,nâo deixou J;, 
frlar bem a Importância 
do PMDB nente proceaso - 
do recuperacão de Porto 
Murtinho, nesses três ú! 
timos anos. Disse o Ve - 
readorem seu emocionan­ 
te pronunciamento: "Como 
Vereador e Presidente do 
Diretório Municipal do 
PHDB em Porto Murtinho , 
tive a honra de presen­ 
ciar e participar da 
transformação deste Muni 
c{pio. Nesta data em que 
iniciamos o 4!! Período Le­ 
gislativo, nos conscien­ 
tizamos dos nossos com - 
promissos de campanha 
tendo como J{dcr rnaior,o 
Prefeito Heitor Miranda 
dos Santon. Grande parte 
deses compromissos fá 
foram realizados neste l 
trens anos passados, ra- , 
ças ao apoio fundamental 
do Deputado Moka, ex-o­ 
vernador Marcelo Miranda 
e atualmente do Governa­ 
dor Pedro Pedrossian,que 
por certo presenteara es 
te povo com o tão sonha­ 
do asfaltamento da BR- 
267. Éramos carentes de 
tudo, desde prioridades, 
tais como: deficiencina - 
no abastecimento de á 
ua, energia, asfalto es 
tradas, esgotos, Escolas 
creches, telefone, plane 
jumento adminsitrativo , 
etc., e tÕo distante dos 
grandes centros, que nos 
parecia inviável o cum - 
primento das metas e da 
programação do l'MDB. 
Uoje, vemos tudo isso 
sendo cumprido e mais um 
sonho a despontar no ho- 
Vereador Feliciano Marcos de llrltto 
rizonte, que é o da im - 
plantacão do Porto de Ex 
portação de grãos. Fina­ 
lizando, quero me congra 
tulor com todos os cole- 
gas Vereadores nesta a - 
bertura do Último período 
Legislativo e que Deu:; 
nos ajude a cumprir o 
mandato condignamente 
; 
j 
PMDB 
dentro de um respeito - 
mútuo,colocando sem­ 
pre adnn dos 1nt:e:resses - 
pessoo:is e partidários os 1n 
teresseS da populacão". 
Tribuna Ano 21 
'1 / 
O' 
l 
 
E o D1ário Regional Tribuna da Fronteira es­ 
tá em festa. 
4 Ingressamos no 2l0_ano_de_circulação. Mante- 
mos nestes anos a mesma postura, de Independen­ 
cia, responsabilidade e preocupação com o futu­ 
ro de Bela Vista e dos oito Municípios da re 
gião onde a TF é presença diária. 
No tocante a Bela Vista estamos preocupados, 
apesar de sermos eternos otimistas, e prova 
maior é EDITAR um jornal DIÁRIO numa cidade com 
menos de JO mil habitantes - FATO RARO EM TODO 
O BRASIL - estamos preocupados. 
Bela Vista incha, aumenta sua população, mas 
não cresceu economicamente e financeiramente 
vai mal das pernas. 
Uma cidade que se embeleza, praças, jardins, 
ruas asfaltadas, mas falta o essencial, EMPRE - 
GOS para o povo, meios para sobreviver urge mu­ 
dar e mudar logo. 
Precisamos de indústrias, lojas, casas comer 
ciais, pois, todos os dias, em algum lugar, fe­ 
cha-se uma porta comercial. 	1 
Enquanto vivermos navegando nas ondas unica­ 
mente da pecuária, aumentaremos o drama, e uns 
poucos viverão ilhados no mar da prosperidade - 
enquanto a grande maioria, procurará apenas ... 
sobreviver. 
l 
Na foto Agropecuarista Joaquim Dutra, seu filho Marcelo Dutra ,em <DDpanhia 
do Gerente da Grafica Gilson Silva Santos 
e t 
Visitaram a Redação - 
deste Jornal, o Empresá­ 
rio, Jornalista e Agrope 
cuarista Joaquim Dutra e 
seu filho, Marcelo Du 
tra, casado com Patrícia 
toraes, filha do Prefei­ 
to Edson Moraes. 
Joaquim Dutra é de ta 
ringá (Paraná), fundador 
do Di.Õrio de Karingá e 
Diretor Proprietário da 
Rádio Cultura daquela ci 
dade, além de produtor ru 
rol, com fazendas no Mato 
Grosso e Paraná. 
Foram recebidos pelo 
Diretor Ivaldo Pereira,e, 
em companhia do Gerente - 
Gilson Silva Santos visi­ 
taram as instalações da 
TF, comentando que: "Bela 
Vista deve se orgulhar de 
possuir um Jornal Diário'' 
Joaquim Dutra é um ve­ 
lho amigo da família Pe - 
Boní.to - A Prefeitura 
realizou um completo le­ 
vantamento na cidade e 
todos os prédios residen 
C:.iais e comerciais foram 
numerados. As antigas 
plaquetas foram retira - 
das e os novos núm.eros - 
foram escrltos nas pare­ 
des. 
Para complem.entar a o 
Peracão, o Chefe do E:e­ 
cutivo local mnndou con­ 
feccionar grande qunnt1.­ 
dade de placas para iden 
tificação das ruas, con­ 
tando com as colabora 
reira, lembrando, com - 
saudades de Moacir Pe - 
reira (falecido) e de 
Altino Pereira, tios do 
Jornalista Ivaldo Peret 
ra. 
O jovem Marcelo, a­ 
tualmente reside em Be-­ 
la Vista,onde desenvol­ 
ve atividades comercia­ 
is e pretende investir 
na· compra de uma pro 
priedade rural. 
çÕes de particulares e tá sendo acentuado com 
comerciantes, pois abaixo os calc;adÕes de mármore 
do nome da Rua está grava preto e branco que es - 
do o nome do respectivo= tão se estendendo por - 
colaborador de e.ada unida todas as ruas, num tra­ 
de. 	"1+aIho incansável do Pre 
As novas placas foram feito Naudem.ir Xnrler = 
fundidas em durnlumínio, que pretende entregar - 
alto relevo, fundo preto, ao seu sucessor uma ci 
cuja •apresentação é o que dade digna de ser chama 
existe de mais moderno , da de "Prola do Formo= 
proporcionando um excelen so". 
te visual. 	- Nos finais de sema - 
CALÇADÕES DE MÁRMORE nas prolongados e tempo 
radas de férias notnmos 
FMI: Cinismo ou 
Ato Falho? 
As Agências de notícias transmitiram as de 
claraçÕes do Sr. Michael Candessus,diretor-ge 
rente do FMI e a voz mais autorizada deste Õr 
gâo, afirmando que o Brasil é um País que tem u 
ma das piores distribuições de renda do mundo e 
que fica quase impossível ajudar um País cujo 
Governo nada faz para abordar este problema. 
Que cinismo! Dá meio século,o Fundo Monetário - 
vem impondo as suas regras a nosso País,sempre 
exigindo arrocho,recessâo,etc ... 
Pá 1na - 05 
Ruas Identificadas com Modernas Placas de Duralumínio 
e) 'I 
Por outro lado, o vi 
sual de Bonito também es- 
centenas de turlstns 
passeando pelos calca - 
dões e agora depende de 
cada comerciante adequar 
o estabelecimento para 
atender esses visitan 
tes que estio sempre em bus 
ca de algms lembrancinhas. 
PRONAYV Micipal de 
Porto Mortinho Premove· 
Cursos de Serigrafia 
HATERIA NA PÁGINA 08 
IV/li.DO l'íRJ:lltA 
[DrroRiALI 
Ont , npo-: ler o 
Jornal, um amto, produ 
tor rural, 1 lgou parn n 
Redação discordando de 
nossas coloca,oes a rei 
peito doo problemas elo 
Bela Vista, disse que 
',4ão os produtores rura 
" qu e movimenta a eco 
nomtn da cidade, giram 
eu dinheiro aqul, e - 
ran cpregos e em a P 
curta a cidade nao e 
nada". Sem a pretenso de 
polemizar, perunt amos 
a cate amigo: quantos - 
pecuaristan temos em De 
ln Vista? SÕlJdon, que 
aumentaramn seus patrimo 
nios, rebanhos, que vcn 
dem boi gordo nao por - 
necessidade imediato de 
alguns cruzeiros, mas 
por NEGÓCIO MF.SHO, movI 
tentando milhões?E quan 
tos empregos geram? E 
impostos? Quanto pagnm 
de imposto de renda , 
ICHS,ISS,INSS,etc,etc? 
Nós gostaríamos de - 
saber e divulgar estas 
informações. Teramos - 
dados reais a respeito 
da economLn belnvisten­ 
se. SÓ não vale o famo­ 
so gado papel, aquele - 
que so berra na hora do 
acerto. O amigo ano nos 
entendeu, nao somos coo 
tra a pecuária, muito - 
pelo contrário, a pecua 
ria moderna nos !asei - 
na. O produtor rural na 
era do computador tam­ 
bém é um EHPRESÃRIO na 
acepção máxima da pala­ 
vra. Vamos ser coerentes 
e pisar firme o chão da 
realidade, Bel.a Vista - 
empobreceu sim. Certo - 
que a própria conjuntu­ 
ra econômica do País - 
nao é propícia para in­ 
vestimentos, a hora é 
mais para cortar ,as - 
tos, racionalizar, adi:rl 
nistrar custos e pou - 
par, mas, a primeira a­ 
titude, de quem realmen 
te quer mudanças, é a= 
ceitar a realidade, com 
confiança, otim.isco,tra 
ba.lhar mais, caminhandc 
com os próprios pés. 
Não amigo, nos quere 
mos ver Bela Vista pro= 
gredindo em todos os se 
tores, diversificando a 
sua economia, abrindo - 
um leque de alternati - 
vas para as centenas de 
jovens que todos os a­ 
nos procuram o mercado de - 
trabalho. Quantos belavisten 
ses moram hoje e Carpo 
Grande? Certo, alguns - 
jovens foram para estu­ 
dar, cursar escolas me­ 
Ihores, faculdades, mas 
a maiorí.a não, estes fo 
ram em busca de epre - 
gos. Sem miopia, dê um 
passeio pela cidade ve 
rãas una Bela Vista d1fe 
rente, o Prefeito EdsoÕ 
fez e está fazendo m.ila 
gres em tempos de crise: 
mas nas entranhas da ci 
dade pulsa a preocupa - 
c;no dos pa.is, dos menos 
favorecidos, dos que - 
querem assegurar um et:1- 
prego, um salário dig - 
no. Esta Bela Vista -­ 
REAL não se ve nas fes­ 
tas ou nas comemoraçoes, 
esta Bela Vista se ve 
na hora da doença,na hora 
de se copraroracho da se 
mama, dos materiais escola. 
res ou da roupa dringueir. 
Est:a Bela Vsta real sev -­ 
is 22 feiras mas portas - 
dog Hneg (Pp)

02 
.H,i'tllI, i 11 J J ll!J' / ili 1 !l<ll,TI'. i !
1
1 
BELA VISTA, 21 DE FEVEREIRO DE 1.992 
Porto 
RELATO SOCIDl 
" 
STAO DE l'AllAHliNS 
As nossns mipuinhns 
Pntrícln Ncrlno Pcnhn o 
Mrnizu Nerino Penha - 
que co,nplotnrnm rnuln 11111 
11110 de vldn no clln Ui ele 
Fovorolro do 1992. 
Que tenhm 
nos de vldn ! ! 
.l 
h 
ANJVRRSAIUOU 
li 
iJ 
... : 
d 
i 
Completou mais um 11 
no ele vldn dln lG do e 
vcrclro pp., a nossa - 
mlgulnhu Adrl1m11 Gonsa 
les, filhu elo cnsnl Snn.::­ 
ti(go Gonsales e Grego­ 
rio Gonsulcs, que servi 
rum um suculento chur 
rusco cm sua rcsidên - 
cio, onde estlverlm pre 
sentes vários amigos' n 
notel: Sr. Luiz Abreu, 
Sr. Ivo O!mcdo, Sr. 
Ailton Snnches, Sr. Jus 
tino, Sr. Tcnn e capo-= 
Cf sn. Desta eolunn os nos 
t • SOS parnbéns n Adriana 
e nos seus pais que or­ 
gunlznrum n festa. 
ESTÁ DE PARABÉNS 
Murtinho 
r 
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1nu os 
A Primcirn Dnmn 
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d 
Porto Murtinho Srn Mi 
rinn Silvestre dos San­ 
tos, pelos serviços pre 
tndon i, comunlclnclo cn-·· 
rente ele Porto ilurllnho, 1.· 
pnrtc elcstn colunn os 
nosso clor1o!s. 	h 
J,EMORANUO QUE ... 
A Pr onuv Munlcipul 
ostÍ cheio de cursos pn 
r voce, chegue li e 
escolha o sou curso pre 
fcdclo, c comece hoje - 
mesmo. 
Nossos elogios n 
dos os professores 
Pronv Municipal. 
DOMJNGÃO no 
RICARDÀO 
Ê isso IÍ, neste fi - 
nnl de semunn o Domin­ 
gao do RicardÕo estava 
super agitado cheio de 
prêmio purn n garotada, 
show Je calouros e mui 
tns brincndcirns, é isso 
af venho brincur voce 
tnmbêm. 
to - 
da 
!lzudu no din 14 de 
mnrço n dependencin 
do Clubo Cnrnnclnznl. 
Est promoco está 
Por: 
Ricardo 
Pnstore 
FALANDO EM 
PROMOÇÃO 
Vem af garotada Ri - 
enrdo 92, que será rea 
por contu elo ni<'arcio 
Pstore colunista du 
bunu dn Frontcir11 
rio Regional. 
Tri 
DiÍt 
CLOSE ESPECIAL 
Para a atuante Vereadora de Porto Murtinho - 
Rosangcln Silva Baptista 
NESTE CARNAVAL NÃO BRINQUE COM A AIDS! 
D!retores 
Ivaldo Per«Ira 
tarta Estela Velá puez Pereira 
D1 relor - ~~r:pon.S:Íví' l 
Iva1do Pereira 
Jtt-porta::,_pa.!I 
UlJaldlr.o Podrlr<;<,> 
Lulz lienr!que !unes Corra (LILE) 
Gerente 
Gllaon SlvJ Santo!J 
«ois, -.toco+·y giz;";!% "" 
da Prontelrn 564 • S,,de i'T'oprl~ • tone. • J 
Pota1- 3- Mela Vintn- to Grosso do Sul - Rrda,ao 'a! 
df- Rua 1 de Mal0, 2 - fone! 251 • 16(,9 (st>'1e proprla, 
Surnrna(s 	I' 1 e- raol 
Antonio João Porto Murtnto, aracavy, "g!to' , 
(Correspondente a Capo Grande, hrasl1f e prInc1pa1 
C.1pltaln) 
Hepresentantes ComercIafs 	I 
Tbula 'Vefulos e Cor unfcaçGes S/C Ltda., Rua 7 de Ar!l ' 
282 SQ Andar Conjunto,54. Fones: 255 - 2579/255- 3492 , 
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112 Andar, Conjunto 1.109. For.e: 263 - 1129, RIo de Jantro, 
JU - Titula - SDS EdLffelo Eernardo Savão, 32 Andar, ConJun 
to J0J. Fone: 224 • 6980, Frasflf,1 • DF. 
ASSlNATIJRA ANUAL: ers - 10.000,00 
PELO CORRY.10: cr$ -45 .000,00 
ASSlNATIIRA Sl>1ESTRAL: cr$ - 20. 000, 00 
Niio d"volvc,,on orl tnnls. 0 Jornal não e reny mabflira 
pelos rt on ass ndos ou de orleem defln 
Filfndo n ADJ0RI/HS e ÃJÍRA.)Oía 
n 
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JORNAL, 'TPIBUA DA FRONTEIRA - DIÁRIO REGIONAL, - 
Prefeitura 
Cont frução_- DECr1o DE_UPLJErA,/o 19 05/91 
E'dl;ão - 1,169 Pi Ina - 0 
Municipal 
99- 06, Secretar!a de Educaio e altura 
0É6.OI Dept? de Educação 
3,000 - Depenas Correntes 
3,100 - Despesas de Custe1os 
1,1)2 - Outros Serv, Encartos..+···..,, CrS 
1()0- 06 - Secretaria de Educação e Cultura 
Oú.Ol flcpt2 dP Educaçiio 
3,000 - Despesas Correntes 
) . 2SO - Trnnn f. n Pessoa 
3,255- Salirfo Famllfa,,·······+···+· CrS 
101- 06 Secretar1a de Educaçio e Cultura 
06,01 - Dept2 de Educação 
3,000- Despesas Correntes 
J.250 • Tranaf. n Pcsaona 
3,255 - Apolo Financeiro e Eatu., ....... CrS 
l02· 0f, - Secretaria de Educação e Cul turn 
Oó.01. Dcpt'! de P.ducnçiio 
4,000 - Despesas Capttal 
4.100 • lnventlnentoo 
4.110 • Obras e InstalnçÕea CrS 
103- 06 - Sccrctnrln de Educaçiio e Cultura 
06.01 Dept2 de Educação 
4.000 • Despesa de Cnpltnl 
4.100 - lnvent!mentos 
.110 • Obrns e Instalações CrS 
104/A • 06 • Sccretnrin de Educuçiio e Cultura 
06. 01 • DeptQ de Educação 
4.000 • lnvestlmentoa 
4.110 Obras e lnstnlnçÕes 	CrS 2.800,000,00 
lQl,/ll • 06 - Secretario de Educação e Cultura 
06.01 - Deptl! de Educuçiio 
4,000 - Despesa de Cnpltal 
4.100 - Investimento 
4,110 • Obras e Instnlnçõea CrS 3.110.000,00 
105· 06 • Secretario de Educnçiio e Cultura 
06.01 DeptQ de Educnçiio 
4,000 • Despesa de Cnpltol 
4.100 • Investimentos . 
4.120 • Equlp. f!,it, Pcmonente CrS 
107· 06 • Secretnrln de Educação e Cultura 
06.01 - Dept? de Apolo Administrativo 
3.000· Despesas Correntes 
3.100 • Despesa de Custeio 
3.113 - Obrigações Pntrlmonlals ..••.•••• CrS 
108· 06 - Secretaria de Educação e Cultura 
06.02 • DcptQ Apolo Administrativo 
3.000 • Despesas Correntes 
3,100- Despesas de Custelos 
3.120 • Mnterinl de Consumo,. .........•. CrS 
109· 06 • Secretnrin de Educação e Cultura 
06.02 • DcptQ Apolo Admlnlstrotlvo 
3. 000 - Despesas Correntes 
J.100 - Despesas de Custeias 
J.131 • Remun. Serv. Pessoais CrS 
110· 06 • Secretaria de Educação e Cultura 
05.02 - DeptQ Apolo Administrativo 
3.000 • Despesas Correntes 
3.100 • Despesas de Custeias 
3 .132 • Outros Serv. Encargos Cr$ 
111· 06 • Secretorta de Educação e Cultura 
06.02 • DcptQ ao Apolo Administrativo 
J.000 • Despesas Correntes 
3. 250 • Trans f. o Pessoas 
3.255 • Snliirlo Famllla.' 	CrS 
113· 06 - Secretario de Educação e Cultura 
06.03 • DeptQ de Cultura 
3,000- Despesas Correntes 
3.100 • Despesas de Custeies 
J.115 • Obrigações Patronais ...........• CrS 
114- 06 - Secretaria de Educação e Cultura 
06.03 • DeptQ de Cultura_, 
3.000 • Despesas Correntes 
3.100 • Despesas de Custeias 
3.120 - Material de Consumo CrS 
ll5· 06 - Secretaria de Educação e Cultura 
06.03 - Dept de Cultura 
3.000 - Despesas Correntes 
3.l.00 • Despesas de Custeias 
3.131 - Rerun. Serv. Pessoais ....•.••.•• CrS 
116- 06 - Secretaria de Educação e Cultura 
06. 03 - Dept? de Cultura 
3.000 • Despesas Correntes 
3.100- Despesas de Custeies 
J.132 • Outros Serv. Encargos ....•..••.• CrS 
117· 06 - Secretaria de Educação e Cultura 
06.03 • DeptQ de Cultura 
3.000- Despesas Correntes 
3.250 - Transf. a Pessoas 
3.255 - Saliirio Fam{Ua 	CrS 
118- 06 - Secretaria de Educaç.iio e Cultura 
06.03 - Dept? de Cultura 
4.000 • Despesas Capital 
.100- Investirentos 
44.102 - Equtp, Mat. Peranente.... • CrS 
120· 06 • Secn,tarla de Educação e Cultura 
06.04 - Dept? de IUrisco 
3.000 - Despesas Correntes 
3 .100 - Despesas de CUste.ios 
3.113 - ObrigoçÕes 'Patronais Cr$ 
121- 06 • Secretaria de Educação e CUltura 
06.04 - Dept9 de IUrisco 
3.000 • Despesas Correntes 
3.100 • Oespesns de CUstcios 
3.120 - Material de Consuro....······.·· CrS 
122- 06- Secretaria de Educação e Cultura 
06.04 - DeptQ de Tur1sco 
15,222,60 
34.549,07 
291.886,00 
2. 775,50 
o 
• 
J.800,40 
60.000,00 
30.000,00 
10.000,00 
de Bonito 
3,000- Depesas Correntes 
3,100- Despesas de C:st!os 
3.13l - keun, Serv. Pesoa!s ,..,, r 
12}- 06 - Secretar1a de Educação ultur 
06.0, - Deptg de Turno 
J,000- Despesas Correntes 
J .100 • lJcspcsas de CustefOj 
1,132 - Outros Serv. Encaros.. , ... CrS 
124- 06 - Secretarfa de Educação e Cultura 
06.04 Dept? de Tur!so 
3.000 - Despesas Corrent.es 
3,250 - Transferenfas a Pesos 
3,253 • SaliÍrlo Fnnl!1a CrS 
11.5· 06 - Secrotnrln de Educação e Cultura 
06.04 Dept9 c'e Turls::o 
44,000- Despesas Capital 
4.100 - Investimentos 
4.110 - Obras e instnlaçócs... .... CrS 
127· 06 • Secrctilria de Educação e Cultura 
06,04- Deptg de Turfsmo 
,000 - Despesas de Cspl tal 
.100 • Investimentos 
4. 120 • Equlp. Mat. Pemnnentf' ••.•• CrS 
129- 07 • Secretll't'la de PrDl"oçiio Social 
07 .01 Dept? de Procoçiio Social 
3.000 • Despesas Correntes 
J.100 • Despesas de t'ustclos 
J. llJ • Obrigações Patronnls ...... CrS 
130- 07 • Secretaria de Proooçâo SoclBl 
07.01 • Deptl? de Promoção Social 
3,000- Despesas Correntes 
3.100 • Mnterlnl de Consu:::o ........ CrS 
131· 07 • Secretaria de Promoçiio Social 
07 .03 • Dept<.l de Promoçiio Soclol 
3.000- Despesas Correntes 
3. 100 - Despesas de Custeias 
3.131 • Reirun. Serv, Pessoais .... CrS 
132· 07 • Secretaria de Prol'loçiio Social 
07.01 - Dcpt!! de Promoção Social 
3.000- Despesas Correntes 
3.100 • Despesas de CJsteios 
3.132 • Outros Serv. Encargos ..... CrS 
13J· 07 - Secretaria de Promoção Social 
07 .01 • OeptQ de Promoção Social 
3.000 - Despesas Correntes 
J.250 • Transf. a Pessoas 
J.253 - SallÍrlo Famllln ....•..•. CrS 
134· 07 • Secretaria de Promoção Social 
07 .01 - Deptg de Promoção Social 
4.000 Despesas Capital 
4 .100 • lnvest 1mentos 
4.120 • Equip. Hat. Pemanentf' CrS 261.710,00 
• Tot:Dl da reduçiio 	CrS 15.619.168,77 
Art. 3Q - O presente decreto entrnrá cm vigor na dota de sua 
publicação, revoga.o-se ns disposições em contrário. 
Gabinete do Prefeito Munlclpnl de Bonlto·MS., nos dezesseis 
dias do mês de dezembro de 1991. 
DECRFI'O DE SUPLD<ENTAÇÃO NQ 055/91 
}''·' 
DECRE:rO DE Slll'ID@aAÇÃO 1.-i? 056 /91 
10.000,00 
30.000,0:J 
1().000,00 
400.000,00 
319.445,73 
20.000,00 
8.411,34 
625,06 
Dlspõec do abertura de Crédito Suplementar de CrS 8.632. 734, 
94 (oito mUhÕes seiscentos e trint'1 e dois mll setecentos e 
50.000,00 trinta e quatro cruzeiros e noventa e quatro ccnt.avos). 
Sr. Naudcmtr Xavier, Prefeito Hunlcipal de Bonito-MS, no uso 
de suas atribuições legn!s que lhe são conferidos por lei: 
DECRETA: 
~ lQ - Fica o poder executivo municipal de Bonito-~~S, au- 
1.225,34 torlzado a abertura do Crédito Suple.ccntar no valor CrS 8.632 . 
734,94 (oito milhões seiscentos e trinta e do!s cil setecentos 
e trinta e quatro cruzeiros e noventa e quatro centavos), para 
reforço de dotação orçamentária no orçamento programa deste mu­ 
nlc{plo, vigente para o presente exercício: 
40.000,00 
29 • 03 - Secretaria de Administração e Finanças 
03.01 • Dcpt! Contabilidade 
3. 000 • Despesas Correntes 
3.200 • Trnnsf. Correntes 
3.280 - Pasep 	CrS 
60 - 04 - Secretaria de Obras e Serv. Urbanos 
04.01 - Dept? de Obras e Urbanismo 
44.000 - Despesas Capital 
4.110 • Obras e Instalações CrS 
10.000,00 95 • 06 • Secretaria de Educação e CUltura 
06. 01 ~ OeptQ de Educaçiio 
3.000 • Despesas Correntes 
3.100 • Despesas de Custeio• 
3.111 • Pessoal Civil, CrS 
123.298,00 97 • 06 - Secretaria de Educação e Cultura 
06.01 - OeptQ de Educação 
3.000 • Despesas Correntes 
3.120 • Mate-rial de Consumo CrS 
- Total da Suplecentaçiio .•.•..•. cr$ 8.632.734,94 
Art. 2Q - O recurso paro ocorrer a abertura do Crédito Suple 
mcnt.nr que trata o artigo pr1cc1.ro serio havidas confore le! - 
n? 4.320/64, artigo 412 e 43 Inciso TI da l<,l 590/91. 
Art. ~Q - O presente decreto entrará em vigor na data de sua 
publicsçao, revogam-se as disposições cm contrário. 
200.000,00 Gabinete do Prefeito Municipal de Bonito-'S., aos dezesseis 
dias do ces de dezembro de 1991. 
50.000,00 
450,00 
l. 799. 725,84 
S.899.033,15 
• MS. 
40.000,00 Dispõem d~ abertura de Crédito Suplcccntar de crs 1.948.820, 
14 (hum cilhao novecentos e quarenta e oito cil oitocentos e 
vinte seis cnu::eiros e quatorze centavos). 
Sr. ?-audemlr X.avier, Prefeito Municipal de Bonito·MS no uso 
de sWJ.s o.tribut.ções lcga.1.s que lhe são conferidas por leis: 
89. 200,00 DECR:ETA: 
Art. 12 - Fica o poder executivo cunicipnl de Bonf..to-MS, au- 
.o 
1o, vtert 	ercfts. 
1- 03 - 	traio 
03.01- 	date 
J. , ! - 
60 • 
3.100 e a ! 
}.1 outros rv. Eros,.......rs 
03- Ser ar!a de A±zfrfsrrsio e Finanças 
0J0!- Der . de Conta»ttttade 
),600 - De«penas Correntes 
3,200- IrArt, Correntes 
3?} - Pauep,,,,·····+··+··+· ,. ..•• CrS 
03- eretarf de Ad Ifxtrsão e França 
0).0 - Dept de Cor!d. AuxII!ar 
),000 - Depesas Corretes 
3.100 - Despesa de Custe!os 
).112 • O'JlCOG s,,rv. l'ncM,"JS <:rS 
,- Secretar!a de Obras e Serv., Urbanos 
04.01 - Dpt? d Oras e Urbant o 
4.00 - Despesas Capital 
4.100 - lr.vestlmer. cs 
4.JlO • Obras e lnstoln1,Ões CrS 
• Total do Supl•~•nta,io .....••......• CrS 
1. 
)ti .01'.), 19 
1.000.000,00 
1.946.826,14 
Art, 22- O recurso para acorrer a abertura do Crédito Su 
pleentar que trata o artigo pr!melro serio havidas conform - 
Le1 n? 4.320/64, artigo 41? e 4)!l inciso 11 d L<:l 590NI. 
Art, 32 - o presente decreto entrará em vtor na data de 
sua publicação, revogar-se as dispostçes en contrárfo. 
Gabinete do Prefeito Municipal de Bonito-!tS., aos trinta dt 
as do rês de demmbro de 1991, 
NAUDf>IIR XAVIRR 
Prefeito Hunicipal 
ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL - PODER JU­ 
DICIÁRIO - 2a VARA - CARTÕRIO DO 20 OFÍ­ 
CIO - COMARCA DE JARDIM-MS - PROCESSO NO 
137 /91 
~ [ID íl IT lfil 
IXJ(S) BEH(KS) PEll1JORAIXJ(S) A AZ-DIANSl'ORn:S DE COBUS TIVE­ 
IS L.TDA - NOS AUTOS DE EXECUÇÃO COITT'RA DRVDX>R SOLVDrn'! QUR 
Lili! l! HOVlllA POR WJZ CARLOS PLORF.S. 
O Doutor CERAUXl DE AUIKIDA SAIII'IACO Herltlsol.mo Juiz de 
DIrelto da 23 Vara Cvel da Co.arca de Jardim - Mato Grosso - 
do Sul, na fora da lei, etc. 
Faz saber, a todos quantos o presente edital vi.rcr.1 ou dele 
conhec1.r.iento tivere!n e interessar possa, que, no dia 28 de Fe 
vcref..ro de 1992, às 14:00 horas, no local destinado às hastas' 
públicas, n;i Rua Av. CeL Stuck, 51, o leiloclro nomendo leva 
rã a público prego de venda e arrematação a que nafs der e 
c,oior lanço oferecer, 1r::portando a avallação e:,. CrS 1.805.183 
00 (l!L~! ?-IILIIÃO OITOCENTOS E CINCO HIL CEYTO E OITmrA E TR2s 
CRL'ZEIROS), porquanto vai(ão) n leilão o(s) beo(ns) que assim 
se descreve(n): 01 (u.o) carro tipo Fusca co o ar.o de fn!>rica 
ção 1985, rode1o 1986, cor azul, combustível alcoól, placa JR 
1012, chassl n!:? 9BIIZZZ11ZCP 003932. Caso nao haja lanço supe­ 
rlor a avallação, ou seja, 401.199,90 TRB, fica desde Já de - 
signado o 2Q leilão para o dia 11 de narço de 1992, às 14:00 
horas, no local oci.r:!a citado. Podendo ,.._.._ ser exnr.:iinado(.1) no 
piitio do Fóruo local. 
Caso o devedOT não seja. encontrado, fica, desde, Já, INII­ 
HAOO por este edital, da do.ta designada para o leilão do(a) - 
bem(ns) penhorado(s). 
Outrossl.m.z verificou-se, dos autos, que sobre o(s) mesmo .. 
(s) consta nao existir Ônus nem recurso pendente de Julganen­ 
to. 
Dado e passado nesta cid.a:de e cczroa.rca. de Jardú:l-MS., eo 
13 de dezembro de 199L Eu, Escrivao, dotilograf~f.. e subscre· 
vt. 
LO IRCE AR1.STDIIJl!llA lWWOSA 
Escrivã Subotltut.a 
A5s1.na P/DetercúrulçiÍo Judl.ciAl 
EDllAL DE PR0CUMAS 
Janilde Rosa dos Santos, Oficialn do Cartório do Registro 
Civil desta cidade, faz saber a quantos o presente Edital de 
Proclamas vire que apresentara os Docueritos ex!g!dos pelo 
Art. 180 do Codigo Civil n2s 1, li e IV, e pretende:: se casar 
REVELINO I.Il(O LE:UE e CARMDI Rilll:IRO. Ele nascido aos 20/09 / 
70, em Bela Vista->15, rcsid. na ·Rua Alvares Ca.br-al, 777 J cen­ 
tro, nesta cidade, fIIho de Ranão Leite e de Carl!ndaLIro Lei 
te, de profissoo Trabalhador Rural. Ela nll.Scida aos 15/12/6Ç, 
em Bonito-MS, res!d. na Rua Alvares Cabra1, 4@9, centro, nes­ 
{}."Ç":,É'a d erara Retro e d sentis +ta , 
Se alguén souber de algum Lrpediento, que se oponha na 
fora da Lei. 
Bela Vutn-MS., 10 dê Fevereiro de 1992 
UlDCERO A. SEl1lORINE - Escrevente ExtraJuctlciAl 
Cruzeiro do Sul 
°CONFORTO SEGURANCA 
LINHAS PARA TODOS OS MUNICf PIOS DO MS 
CONEXÃO PARA AS PRINCIPAIS CAPITAIS 
VIAÇÃO CRUZEIRO DO SUL 
Uma. Estrela Brilha na 
Constelação do MS." 
,,

Coa1 
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Ponto de Vista 
-- Bonito mais u vez demonstrou u sun hospi 
tal idade puru can Este Colunistu, qundo de un 
presençn nquelu cidade no síibudo pp. diu 15 de 
fevereiro. Junt mente com Juscelino Rodrigues e 
Alguelr mrcumos presença n Praça da Liberdnude e 
uri tnmos u sensacional "paquera" puru ccntcnos 
de 1.Jonl tcnscu e turistus. 
O npoio cultural do Prefcl to Naudcrnlr Xnvior 
(Mimi to) o do Tonlnho Xavier em nul to colnborou 
pru o sucesso do evento socio culturul. Nossos 
rudee imentos com nome du JUSSM- Sonorizaçao Pro 
fisslonul. 
- Cem nudunçu de horário o meu progromn , 
radiofônico está indo ao ar nos 1480 Khz du Di fu­ 
sorna dus 6:30 às 8:00 horas (Horário do M). 
+ CARNAVAL NO CREMIO PEDRO IUJFIID vai ter 
um ótimo concurso de fnntos1os e blocos, quem es­ 
tara na organização do evento será Este Colunista 
cem o.polo do Diretoria do Granio e pranloçao do 
Diário TRIBUNA DA FRONTEIRA. 
+ NOITE DA MÁSCARA acontece neste sábado no 
Clube Esportivo Delavistcnsc , a prorrociio é do 
Coreógrafo iIorco LÓris. lnpcrdÍvel ! 
* FALECEU no dia 17 de fcvcrei ro pp. a bebé 
MARIA lOLANDITA CNZALES CRNEL, ela é filha dos 
amigos Rosolino Gonzolcs de Raneiro e Maria Dio­ 
lnndo Coronel de Gonzulcs. À família enlutada os 
nossos sentimentos! 
* RADIALISTA Jorge Nunes da RIN esteve ado­ 
entado , os amigos "verdadeiros" cst imum a melho­ 
ro deste corpetente comunicador que já está fuzen 
do falta an seu progromo Boa Torde Cidade. Torce= 
mos por você J .N. 
* ESTÁDIO SÃO GERAFIO foi palco na quinta- 
- feira pp. dia 20 de fevereiro de um agitado Pré 
- Carnaval cem sorteio de prêmios. Brasileiros e 
Paraguayos cai rum nu folia cem 11 sonorização mxne 
ro 1 de Bela Vista - Brusil,"JUSSGT'. - 
A promoção foi dos radialistas Narciso Mal­ 
bcrtti e Luis Henrique Lile da ZP 23. 
CANAL LIVRE NO 1480 K!-IZ cem novo sono­ 
plasta, Aristotcles e nome da fera que vem deto­ 
nando os melhores sucessos nucionais,internucionu 
is e sertanejos das 6:30 às 8:00 horas (Novo llorã 
rio). Confira o gosto rrúsical do "ARI". - 
ANIVERSARIA no dia 23 de fevereiro próxi- 
rro SIBELE N.iBHAN BENIITI'I filho do casal !-lél io e 
Sirlene Nubhan Denetti. 
Os votos de um sem fim de felicidades pa­ 
ra Sibele que cmemora suas quatro primaveras. 
ados do 
- 
raçao 
Dc:Zé (Roni to) 
Purn:Kut ln (Bonito) 
"Eu sou apalxonudo ..• 
por você!" 
- 
NEGÓCIOS &. OPOR TUNIDADES, 
PINTA DE TUDO! 
MARACAJU-IND. COM. E ENG LTDA 
Galpoos om 
PREMARA 
Concreto Pro Moldados 
e 
Ar/r,falos de Clmonlo em Goro/ 
A tendemos em todo Estado 
R U A PROJETADA IO 2 O DE FR	O N T E OESCRDA ENERSUL 
F ONE 454-2776 M ARACAJU- MS 
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Dc:Crls (Don! to) 
Puru:Gucrru (C.Gde) 
"Scj n bcm-·vindo!TÔ 
morrendo de saudades" 
-------------- --r------- 
Dc :A. (I3oni lo) 
Pnrn:Noglba(Boni to) 
"para que o brilho do 
sol,sc o brilho mais 
lindo ex l s te ern seu •'; 
lhar.Para que a brilho 
das estrelas sé você já 
é o astro.Para que o me 
do do mundo se existe 
você. " 
De:Mauricio (Bonito) 
Pura:Katianc (Bonito) 
''Vi ver 1 onge de você 
no dá. .. 
11 
De:Tchumm 
Pura:Dulce (Bonito) 
"Lembre-se o ideal 
custa uno vida mas vale 
una eternidade. Nós te 
udororros!" 
De:Apol inário 
Pura:Jucinta 
"Você não é sonho de 
volsu ... mas ai que von 
tade que d@!"" 
CONSTRUTORA 
E 
Obres de Engenhorio Civil, Projetos, Construções, Pavimentações 
e Drenagem -- Administração de Obras. 
Ciccr (Candd 
De:Angclu 
reasar [-' 
"Apesar das circuns- 	---------· 
Essa±.s 1PDM]E que cu te curto muito." 
----------------------- 
Dc:Amigos da fonte 
Para:Angela,Eléida e 
Sandro 
''Vocês siio super le­ 
gais, volcu conhecer vo 
cês!" 	- 
De:Rose (Bonito) 
Puru:Galo CarijÔ (Tio A 
ri) "Te curto,pacas!"- 
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,

0R!A! TRINA DA FRONTEIRA - DIÁRIO LCIOA! 
FMI: Cinismo ou 
Ato Falho? 
As agencias de notícias transmitiram as declaracões do Sr. Mfchel Candes 
sue, diretor-gerente do FMI e o voz mais autorizada deste órgão, afirmando / 
o Drnoil ~ um polo que tem umo dne piores dintribuiçÕcs de renda do mundo e 
que (leu quase impossível ujudur um pafo cujo Governo nodo faz pura abordar - 
este problema. Que cinismo ! Há melo século, o Fundo Monetário vem impondo os .A ll t onio J O a- o 
suas regras a nosso Pals, sempre exigindo arrocho, rccesGão e até "crescimen- 	u I 	' 
to negativo", como faz agora. loto, para que o Brasil pooso ter acesso o 
guns empréstimos e míseras oportunidades no exterior. 
Poro cumprir cstos regras, os classes dirigentes de nosso país tim danço 
do no corda, têm feito de tudo, Quando o regime democrático não lhe serva 
impuseram uma ditadura de 20 onos, Como o outorltnrismo exourlu-se, voltam-se 
agora pura o chamado neoliberalismo, Mudam quando necessário, a embalagem,mas 
o contc~do permanece. A receito do FMI, há 50 anos, é sempre o mesmo: espre - 
mer a economia brasileiro como quem torce uma roupa molhada. 
Deixando à parte, como é natural, os períodos Vorgos e Goulart, todos os 
demais governos procuraram cumprir as determinações do Fundo. Todos, menos um 
que, sem ser do esquerda, até rompeu ostensivamente com o FMI. Este Governo,o 
do Presidente Juscelino, foi justamente o mais bem sucedido entre todos. 
E o que siio as receitas do FMI? Nada mais que um conjunto de exigências­ 
coloniais que leva o um crescente processo de despojo de nosso economia. :. as 
sim, fomos seguindo a triste saga deste período de nossa história. O que cha­ 
momos de crise - Inflação, d{vida, miséria, degradação dos condições de vida, 
violência é apenas o subproduto do sistema econômico pelo qual zelo o receitu 
ário do Fundo. 	- 
Concentração de rendo? Sim, constitui-se aqui num verdadeiro escândalo. 
Mas quem a foz, senão o próprio FMI e aqueles que, no Brasil, pÕem em 
prática os seus ditames? 
Infelizmente, em relação a político do Fundo Monetário a 1mprensa bra­ 
sileira i uma espicie de partido Único. Tanto que submergimos numa espécie de 
torpor nacional, por feito do bombardeio incessante e maciço da propaganda . 
Não há mais o contraditório, desapareceu a polêmica. A privatização por 
exemplo, tem sido vendida como uma panaceia, como fizeram com o estatismo na 
União Soviitica. 
Por acaso o Sr. Condessus, ao exigir que se vendam empresas estatais pa­ 
ra os grandes grupos privados não vê que estas exigências do Fundo estão le­ 
vando o uma concentração ainda maior de renda. Por acaso, algum dia, o FMI 
propugnou por uma elevação de salários no Brasil, para redistribuir a renda? 
Dizem que estos idiias são antigas, anacrônicas, superadas. 
Sofismam desta forma poro nos levar a uma crise de identidade. 
Procura preparar as nossos mentes para o assimilação do que lhes con­ 
vem: a ideologia dos nossos dominadores. Querem amortecer o alma nacional pa­ 
ra nos colonizar mais facilmente. 
* * * 
Comercial 
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Fone: 435- 115) 
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Supermercado 
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to Cr»o, 515 
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Entra à dofef1lo. 
Pllll?RTT!TÁRIO: Jl,•ln •lrlo 01_! 
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ne. 435 - 1309- A. João/s 
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A2ora coa novos proprIc 
tàrlos - Mo ti to d1a 
e noite- Av. Mato Grosso 
- ATr 10?o - 
MATO GROSSO 00 SUL 
Sapataria 
do Povo 
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Anexo moderno açougue. 
ESCOLA DA VI0LENCIA - Em são Paulo, ocorreu um crime chocante, mas revelador, 
de que estamos cheios de razão quando denunciamos o Rede Globo como a grande- 
escola da violência e do crime. Duas crianças, de 10 e 12 anos, assaltaram a - ANION10 JOÃO - 
casa de um médico, e depois de imobilizar a empregada, tomaram-no, e a seu fi.ll o0sso_mo 5! Y!o o_"T_GN5o B"! l	i 
lho de 22 anos, como refcns. Obrigaram-os a que os levassem de automóvel. A J d 
O MS 
certa altura, diante de uma tentativa de reação, o médico foi morto com dois- a r ] m .,. 
tiros e os garotos conseguiram fugir rendendo um taxista. Agiram como profis- 	a 
sionais adultos. Dez e Doze anos de idade! Quem ensinou estas crianças, senão 
a televisão? 
ESCOLA DE VI0LtNCIA II - O PDT também está mobilizando-se paro este ato, em 
Copacabana, dia 25. Nossas bases, inclusive os de diversas favelas da Zona 
Sul e a "Brizolândia", querem comparecer. Todos também são contra a violência 
~s assaltos, a discriminação, os vendedores e compradores de drogas, a reces­ 
são e a falta de emprego. Trarão faixas e cartazes, inclusive contra o estímu 
lo à violência feita pela Globo, hoje a grande escola de violência deste 
paIs. 
EMPRESÀRIO GREVISTA - Greve dos professores com agência de publicidade e anun 
fios na TV, com o descarado patrocínio ~a Globo e do Sr. Roberto Marinho? É 0 
çúmulo! Inimigos declarados da escola publico se juntam para criar dificulda- 
t
es a nosso Governo, o Ú~ic~ que, neste país, deu prioridade à educaçao popu­ 
ar. Se este movimento nao e inspirado e dirigido pela direita, Dona Sandra - 
avalcanti é de esquerda. Os professores que estão cm sala de aula têm de al­ 
~ançar salários compatíveis com sua nobre missão. Neste roes de fevereiro, uma 
professora primária, recém nomeada, em regime de horário integral, receberá, 
t
o Estado. Cr$ 517 mil. Se for meio-expediente como é comum, o salário beira­ 
s Cr$ 300 mil, também paro os que estao em sala de aula. 
ÕZIM0 _ Tenho afirmado que as colunas sociais são, no imprensa,uma espécie - 
de cesta de papéis inservíveis. Todos jogam ali aquilo que não cabe nas par­ 
tes sérias do jornal. E por isso que, nestas colunas, há mais intrigas polÍti 
case desprezo à verdade que notícias sociais. Ainda dias atrás a turma do 
?Õzimo publicou que estive viajando para o exterior, ano passado, 189 dias. 
 Que desinformados. Bastaria telefonar e iriam saber que não foram 189 , 
mas 37 dias 20 deles em viagens oficiais (menos que os 44 domingos e feria - 
1º
6 de març~ à dezembro de 91). E mais: que minhas viagens todas elas não cus 
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j RIO DE JANEI~U 	Mandado publicar pelo PDT 
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06 
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0PERICÇiD ECIDAOE LIMPA 
l ransf orma o Visual dos Bairros da Cidade 
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A Operação Cidade Limpa, iniciada pela Prefeitura Municipal- E fácil para muitos, prn 
<le nela Viota na semana passada pelos bairros Primavera I,II, III cipalmente para os adversários 
o IV, vém endo desenvolvida a todo vapor, estando hoje no Dair- da atual administração munici­ 
ro Costa e Silva, o "Nharon". Os equipamentos e homens da Secreta[pal dizerem pelas esquinas que 
ria Municipal de Obras, contando com o apoio do DERSUL, cstao a periferia da cidade foi aban 
trabalhando cm ritmo acelerado para que o objetivo do Prefeito - donada pelo Prefeito, que os 
Edon Medeiros de Moraes, de atender todos os bairros e perife- bairros não são atendidos, que 
ria da cidade, seja alcançado dentro do menor espaço de tempo- o povo não come asfalto, etc e 
possível. 	tal. Acontece, porém, que é hu 
manamente e materialmente im­ 
posslvcl atender e contentar a 
todos ao mesmo tempo, e como - 
nem Cristo consguiu isso, não 
será o Prefeito de Bela Vista, 
que irá fazê-lo, senão, veja­ 
mos: Como a Prefeitura poderia 
asfaltar dezenas de ruas do 
centro da cidade e atender os 
bairros ao mesmo tempo? Deve 
ser levado em consideração que 
a Secretaria de Obras dispõe - 
de apenas lmotoniveladoral pá 
carregadeira, 1 retro e alguns 
caminhões, e diga-se de passa­ 
gem, recuperados e adquiridos­ 
pelo atual Prefeito. 
Cada coisa no seu lugar e 
ao seu tempo, já diziam os pro 
fetas, sempre que as obras de 
asfaltamento permitiam, os ma­ 
quinários da Prefeitura eram - 
deslocados para os bairros, a 
exemplo dos mutirões no Distri 
to Nossa Senhora de Fátima, A= 
gua Doce, aração e gradeação - 
de terras para pequenos produ­ 
tores, atendimento ao Assenta­ 
mento Barra do Itá, recupera - 
cão de estradas vicinais, etc. 
Com a conclusão da la fase das 
obras de asfaltamento na cida­ 
de, num total de aproximadamen 
te 130.000 m?, imediatamente o 
Prefeito determinou à Secreta­ 
ria Municipal de Obras a reali 
zação da "Operação cidade Lim­ 
pa" em todos os bairros, que - 
está em pleno desenvolvimento, 
Colocação de tubos e bueiros, recuperando os locais constan- enquanto isso toma folego para 
temente cortados pelas enxurradas, abertura de valas e canais pa iniciar várias obras de grande 
ra escoamento das águas, aterro de terrenos, cascalhamentos, pa= importância para a nossa popu­ 
trolamentos e limpezas das margens das ruas, retirada de entu-l lação, e que devem ser anuncia 
lhos e lixos das residências, são entre outros, os principais - das nos próximos meses. - 
serviços prestados pela Prefeitura Municipal à toda comunidade -l Quanto as criticas, elas 
dos bairros beneficiados. 	sempre existirão, mas o impor- 
Importante ressaltar a participação da PRONAV/LBA Municipal, tante é que o povo saiba que 
da Secretaria Municipal de Saúde e da Secretaria Mun. de Educa -elas partem daqueles que quan­ 
cão, na "Operação Cidade Limpa", cada uma, em sua área de ativi-do foram poder não fizeram­ 
dade, procuram atender e orientar a população no sentido de ofe-l nem uma coisa nem outra, nem o 
recer melhores condições de vida, de saúde e de Educação aos mu- asfalto que tanto criticam e O IMFCS'IO Q'.JE  x::E PAGA E O PIO 
·nicipes belavistenses. 	muito menos o atendimento à pe 
GESSO QUE VOCE VÊ! 
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IMPOSSÍVEL ATENDER li TODOS 
110 MESMO TEMPO 
·ninguém e lembra mais da verda 
deira "VILA" que .ra Bela Vista 
há alguns anos atrás, com sujei 
ras, matagais, ruas e estradas­ 
esburacadas por todos os lados? 
Importante lembrar que ou 
MU'TI ROES DE 'TRABALHO foi ideali 
zado e executado em todos os 
bairros de Bela Vista pelo Pre­ 
feito Edson Moraes que, contan­ 
do com o apoio e colaboração do 
DERSUL, PRONAV/LBA Municipal e 
Secretarias Municipais, levou! 
números benefícios aos morado­ 
res da periferia da cidade, co­ 
mo o atendimento aos pequenos - 
produtores dando-lhes condições 
de plantar e produzir, recupera 
ção, abertura, cascalhamcnto e 
patrolamento de ruas e estradas 
apoio aos assentados da Barra - 
do Itá com o fornecimento de má 
quinas para derrubada das·lavou 
ras, fornecimento de combustI - 
vele Óleos lubrificantes,etc .. 
tudo isso são alguns exemplos - 
da presença marcante do poder - 
público nos bairros e periferia 
da cidade durante esta adminis­ 
tração, o que antes, isto sim, 
não existia, ou já se esquece­ 
ram, por exemplo, do estado de 
abandono em que viviam as fami­ 
lias assentadas na Barra do Itá 
naquela época, muitos passando 
fome, sem estradas, sem esperan 
ça, sem poder plantar e entre= 
gues à própria sorte no meio do 
mato, onde até cobra desviava - 
seu caminho para virar churras­ 
co, conforme reportagem de Ubal 
dino Rodrigues, publicada neste 
jornal na época. Será que só a­ 
gora começaram a enxergar aban­ 
dono e falta de atendimento à 
periferia, ao que nos parece de 
moraram muito para abrir os o­ 
lhos, a maioria dos críticos de 
hoje, foram os protagonistas 
das situações acima, ou no mini 
mo, foram coniventes, pois nada 
fizeram para revertê-las muito 
pelo contrário (AIPM). 
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M urti n h e n ses 
LEI MUNICIPAL NO 924/91 - GAIETE DO PREFEITO EM: llí/12/91 
"Hntimn a Jlcccita e fixa a despesa do Município de Bela Vi:;­ 
ta, para o exercício de 1.992". 
Edson Medeiros de Moraes, Prefeito Municipal de Bela ViGto, 
Estado de Mato Grosso do Sul, faço saber que a Câmara Municipal 
aprovou e cu sanciono a ocguinte Lei: 
Art.10) - fica aprovado o orçumrnto programa do Município de 
nela vista, Estado do Mato Grosso do Sul, para o exercício fi - 
nanceiro de 1992, discriminados nos anexos integrantes nesta 
Lei, que estima a receita no valor de Cr$ 3. 350. 000. 000, 00 ('rré'!s 
BilhÕeo, Trezcntoo e Cinquenta Milhões de Cruzeiros), e fixa a 
despesa cm igual valor. 
Art.20) - A Receita será realizada mediante a arrecadação 
dos Tributos, transfer6nciaa de recursos, operações de créditos 
o outras receitas, na forma da legislação em vigor e das especi 
ficaçõcs constantes nos anexos desta Lei, obedecida a classifi­ 
caçiío seguinte: 
l - RECEITAS CORRENTES 
Receita 'l'ributaria 	, .....•• Cr$ 
- Receita Patrimonial. 	Cr$ 
- Transferências Correntes 	Cr$ 
- Outras Receitas Correntes 	Cr$ 
(l / 
TOTAL DAS RECEITAS CORRENTES Cr$ 
II - RECEITAS DE CAPITAL 
- Operaçoes de Credito 	Cr$ 
Alienação de Bens MÓveis 	Cr$ 
- Transferências de Capital 	Cr$ 
TOTAL DAS RECEITAS DE CAPITAL Cr$ 
y 
EXECUTIVO 
- Gabinete do Prefeito 	Cr$ 
- Secretaria de Planejamento Cr$ 
- Assessoria Jurídica 	Cr$ 
- Secretaria de Fazenda 	Cr$ 
- Secretaria de Saúde e Promoção Social.Cr$ 
- Sec. de Educação,Cultura e Desportos .• Cr$ 
- Sec. de Viação,Obras e Serv. Públicos.Cr$ 
-·secretaria de Desenvolvimento Econ .•.. Cr$ 
- Secretaria de Administração Cr$ 
TOTAL DAS DESPESAS POR UNIDADES ORÇ Cr$ 
DESPESAS POR FUNÇÕES 
- Legislativo..························· Cr$ 
- Administração e Planejamento Cr$ 
- Agricultura 	Cr$ 
- Defesa Nacional e Seg Pública Cr$ 
- Educação e Cultura 	Cr$ 
- Habitação e Urbanismo 	Cr$ 
- Saúde e Saneamento 	Cr$ 
- Assistência e Previdência 	Cr$ 
- Transportes 	Cr$ 
455.000.000,00 
9.000.000,00 
2.476.000.000,00 
60.000.000,00 
3.000.000.000,00 
140.000.000,00 
10.000.000,00 
200.000.000,00 
350.000.000,00 
Art.30) - A despesa será realizada de acordo com os quadros 
analíticos constantes dos anexos integrantes desta Lei, confor- 
me S 1o do Artigo 20 da lei NO 4.320/64, de 17 de março de 
1964, obedecidas as seguintes discriminações: 
DESPESAS POR UNIDADES ORÇAMENTÂRIAS 
LEGISLATIVO 
- Camara Municipal 	Cr$ 300.000.000,00 
tletrônica Oriental 
TV, PB e a corer: e apurcll,or: 
Gom cm geral. 
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81.500.000,00 
3.600.000,00 
12.400.000,00 
110.000.000,00 
397.000.000,00 
910.000.000,00 
1.319.000.000,00 
55.500.000,00 
161.000.000,00 
3.350.000.000,00 
300.000.000,00 
372.000.000,00 
55.500.000,00 
4.500.000,00 
910.000.000,00 
345.000.000,00 
734.000.000,00 
68.000.000,00 
561.000.000,00 
Art.40) - Nos termos da Lei Federal no 4.320, Art 70, fica o 
Poder Executivo autorizado a abrir créditos adicionais suplemen 
taxes até o limite de 10% (dez por cento), do total da despesa­ 
fixada nesta Lei. 
Art.50) - Para atender os créditos adicionais suplementares 
de que trata o Artigo 40, serão utilizados os recursos previs - 
tos no Artigo 43 da Lei no 4.320/64. 
Art.60) - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação, 
revogadas as disposições em contrário. 
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1 
- Porto Murtinho - 
Câmara Municipal de Porto MurJinho, ~bre_ os 
trabalhos legislativos da 4 Sessão Legislai"% 
Em essão olene presi E. A, Incha--PR, que se tos, Secretárfo José Gi- te pronunciar foi o ve - uso da palavra o xn rosseguimento com a ses 
d1da pelo vereador Mlefxo encontra em vtaem, ben bIn Netto, Secretar!o redor Fel!c!ano Marcos Sr. Prefeito Municipal ';· ao da palavra 
róe,, Cmra Municipal como também do Comandan- Ep1fanfo Maldonado, Côn- de Brito, Líder da Banca Dr. Heitor Miranda d0" pies1dente da Câmara - 
de Porto MurtInho, brfu te da 2! CI Fron, Ma]or sul da República do Para da do PMDB na Câmara Mu- Santos, onde prestou Munfc!pal, veredor Ale1 
º" trnhrdhn;; lcr,ir;lntivos Luiz Jlobcrto de Souza A- guni, Llcenclndo Norbcr: nic!pnl, sendo seguido - concns de sua admfnis o Frões, que finalizou, 
do ano de 1992, referente maral, Mente da Capita- to Morinlgo, Gerente do logo após, peln vereado- traço nesses três ano, o seu dfscurso, _reafir - 
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O f tto ando seus propósitos de 
! Senão LegIslattvna, nfa do Portos, Prefeito Innco do Brasil, Dr. lo- ra Rosangela S, Baptfsta le mandato. prese mat + '' ? 	: 
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'1 11, A fi 1 J Heitor, também enalte - entendimento ate o ult - 
nn,lo tmjmernr: nutoridadeB !leitor M. dos Santos, v_! erto ru er e outros. do PDT e n,1 mente pc 
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compareceram ao evento, A ce-prefcito Nclrrnn Fc - scss,;o solene trnnscor - 'l!rcndor Adilson G. Net- ceu o trnbalho do Lei mo Ins
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ante e manu 
notrniio contou com n pro - res, Secretnrlo OzórioM. rcu-sc nonnnlmcntc, com to, lÍdcr do PST na Câmn lativo Municipnl, que to. 
ucnçn doo vurcndores, com dou Santos, Secretnrio o pronunciamento das li- rn Municipal. Em conti = desde o in!cio de sun 
exceio da vereadora IIkna llorácio Cardin cloG San - dernnçns. O primeiro a nuidade com a sessiio fez gestão vem colaboraudo 
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Vereador Aleixo Fróes PMDB, reafirma 
entendimento até o último minuto de seu Mandato 
A Cômarn Municipal de 
Porto Murtinho, em sessão 
solene realizada no dia 
17.02.92, abriu os traba­ 
lhos legislativos do ano 
de 1992, referente a 42 
Sessiio T.egislativa, onde 
ns autoridades atenderam 
no chamamento da Casa, can 
parecenco a solenidade .­ 
Esti•eram presentes à Ses 
são o Prefeito Municipal­ 
Dr. Heitor M. dos Santos, 
vereadores, secretirios 
municipais, Comandante da 
2Q Cin Fron, Major Luiz 
Roberto de Souza do Ama - 
rnl, Capitão Tenente Ari, 
Agente da Capitania dos 
Portos e populares. 
O ·ereador Aleixo Fró­ 
es, Presidente da Câmara 
Municipnl, abriu a sessao, 
homenageando o ex-presi - 
dente Jânio Quadros, fale 
cido no Último dta 16.02. 
92. Nn ocasião, o Presi - 
/dente da Câmnrn, enalte - 
ceu o trabalho do Exccuti 
'O Municipal, o apoio e Õ 
respeito dispensndo ao Po 
,der Legislativo. Também Õ 
Edil, disse em seu pronun 
ciamento que, os vereado­ 
res que compõe o Legisla­ 
tio Municipal, indepen - 
dentemente de cores parti 
dãrins, vem desenvoh·endÕ 
um excelente trabalho e 
que, ns críticas feitas 
pela minorin da socieda­ 
de, não condiz com n rea 
lidade, pois, a Cíimara - 
Municipal, é a Casn do 
Povo, e o povo por sua 
vez deve procurar se in­ 
teirar do trabalho do 
,·ereador, complementou o 
Presidente da Casa. O ve 
reador Aleixo Fróes, em 
seu pronunciamento dis - 
VEREADOR - ALEIXO FRÕES 
se, que a Câmara Munici­ 
pal, hoje desfruta de um 
prestígio, devido a se - 
ricdade de seus membros, 
da{ porque, disse o Pre­ 
sidente, é necessãrio a 
união das forças, Legis­ 
lativo e Executh·o tem 
feito a sua parte, cabe 
no Povo analisi-lns, e 
sugerir idéias. (A se 
guir na integra o pronun 
cinmento do Presidente - 
da Câmara Municipal). 
Autoridades presentes 
Senhores e Senhoras, 
Após o recesso parla- 
mentar que nos faculta 
a lei orgânica municipa~ 
estamos retornando, para 
mais um ano de trabalho, 
onde buscareuos a complemen 
tacão de nossas tarefas: 
a que nos propusemos de- 
' 
sempenhar. Inicia-se Se 
nhores e Senhoras, a 4J 
Sessão Legislativa, a 
Última parte desta le - 
gislatura, pela qual f~ 
mos designados pelo po­ 
vo, com a finalidade 
prec!pua de representá­ 
los em todos os seus di 
reitos. 
Nesses três anos que 
se passaram, concluicos 
que, foram extremamente 
satisfatórios os nossos 
trabalhos. Avançamos 
muito no campo do enten 
dimento e, se hou·e cri 
ticas, as mesmas não de 
vem ser atribuidas aos­ 
vereadores, que sempre 
cumpriram com suas obrt 
gaçoes, mas que, peque­ 
na parcela de alguns 
segmentos políticos, se 
anitem até hoje, a procu 
rar entender na verdade, 
o que é um Poder Legls­ 
lati•o. A importância - 
do 'Efreador está no pa­ 
pel que ele representa, 
ou·indo sempre a todos; 
onde houver problemas , 
lá deverá estar um e - 
reador, um vigilante a­ 
tento aos anseios da co 
munidade. - 
Assim se fez nesses 
três anos. Vencemos obs 
táculos, que para al 
guns pessimistas, era 
impossÍ·el. Vemos a sa­ 
tisfação estampada cla­ 
ramente na face de cada 
murtinhense. Aprendemos 
com o. Executivo Munici- 
pal, uma nova fora de 
se administrar, harmóni­ 
camente, onde os poderes 
agem de forma conjunta , 
buscando Única e exclus_! 
vamente salvaguardar o 
direito líquido e certo 
do povo. O apoio do Exe­ 
cutivo Municipal,. tem si 
do um fator extremamente 
decisivo, para resgatar­ 
mos a credibilidade do 
Legislativo perante aso 
ciedade. Ao assumir ã 
Presidencia desta Casa 
de Leis, prosseguimos a 
nossa tarefa de promover 
mos um amplo entendimen: 
to com os demais repre - 
sentantes de partidos 
com acento nesta Câmara 
Municipal, anteriormente 
iniciada pelo colega ve­ 
reador Martin Contrera . 
Hoje a harmonia existen­ 
te nesta Casa de Leis , 
entre oposiçao e sftua - 
cão, é fruto gerado de 
um grande trabalho, que 
nos permite hoje discu - 
tinnos temas interessan­ 
tes relacionados aos pro 
blemas de nossa comuntda 
de. Para finalizar disse 
o Presidente, estamos 
preparados para a 4~ Ses 
são Legislati'a, onde Õ 
fruto deste entendimento, 
poderá trazer grandes be 
nefícios para a comuntda 
de, pois permitirá a rea 
lização de um grande trã 
balho_, hannonicamente 
com todos os Poderes, 
rir. rugir a 
, A H! Dama de Porto Mur Atelier na Capital do E.ê, 
'tlnho, Sra Myrian c. s. tado, com·ersou com a im 
santos começou o ano de prensa local, onde nao 
1992, mantendo inúmeros - deixou de enaltecer o 
contatos na Capital do Es trabalho da l? Dama, co­ 
tado, de onde pretende a- mo também do Prefeito Hei 
.locar mnis recursos, para tor, na área do social . 
1
dar continuidade ao Plano Disse o professor "1:'. im­ 
de Metas do Pronav Munic1 pressionante como uma ci 
·pal. Além dos inúmeros - dade pequena como Porto­ 
cursos que vem sendo mi - Murtinho, se interessar 
nistrado no Pronm· Munici tanto pelo social, pois 
(P.il, a 1;! Dama de Porto - o trabalho que vem sendo 
;:-iurtinho, sempre atenta - executado em Porto Murti 
aos anseios da comunidade, nho, no que se refere 
trouxe para Porto Murti - serigrafia é pioneiro" , 
nho, o prof. Ociel Hansen concluiu o professor. Pa 
dos Santos, um "expert" - ra a realização do cursÕ 
em serigrafia e, ainda ma de serigrafia, que abron 
'is, tudo que se relacionã ge: impressão, re,·elaçãÕ, 
com belas artes. O profes retoque, reaproveitamen- 
or Ociel, que possui um to e desenho basico, a u = a	r 
l;! Dama adquiriu uma má­ 
quina com os materiais - 
completo no valor de Cr$ 
2.000.000,00 (dois m1lhÕ 
es de cruzeiros). O refe 
rido curso, terá a dura= 
cão de 16 horas aulas 
que abrangerá, além dos 
já mencionados, o traba­ 
lho de superfície, como 
adesivo cm camisetas • 
cartão postal, lembran - 
ças de casamentos, etc.. 
Os alunos inscritos , 
após concluiremo curso, 
estarão aptos a realizar 
trabalhos de impressão , 
sobre qualquer tipo de 
superfície plana e nao 
oleosa. 
ESrADO DE H>JO GROSSO DO SUL. - PODER JUD1CIÃRIO - CXJl'IARCA DE 
' MARACAJU-IIS. 
pretende montar um grupo 
- 	EDITAL DE Il!InlACÃO DOS DICEICIOS ll/lD!ESSADOs, AllSc:!IIES E 
de produçao no Pronav Mg DESCRIIE1TOS, PZRX AUD1E5CIX DE _JUSTIFTCCIO DE FOSSE DETc­ 
nicipal, dando assim con NADA PARA o DIA 26 DE FEVERE.I.RO DE l.992. As 14:00 IJORAS 
d içÕes, para que as pes- o Doutor Paulo Rodrigues, KM. Juiz de Dlreito do 1~ vara 
soas exerçam tal tipo de da Comarca de MaracaJu·Estado de Mato Grosso do Sul, na fora 
trabalho, visando a com- da Lei, etc.·· 
Faz saber, a quantos o pre.scnt.e Edital v1re:::i ou dele conhe 
plementação da renda fa- cú:lento tivere.c que por este Juízo e Cartório da Primeira va-= 
miliar. Além do curso de ra, se processam os autos de ng 022/91 de Ação de Usucaptão - 
serigrafia, o Prona,· po_s que CARLOS KRLUC?AXN e MARA SUZANA KRDUCHANN ove contra JUIZO 
DE DIRKil'O DESL COMARCA. nos qu.ais !oi deferida a expedição 
sui di·ersos cursos sem! do presente para na:IMACÃO DOS IN'IERESSAoos AllSENn:s DICER _ 
profissionalizantes, ao TS E DESalNTIEClDOS, para co=parecer a audt@neta de Jus±!ftca 
qual centenas de pessoas fªº de Posse designado para 
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d!4 26 de Fevereiro de 1992 -;- 
as 14:00 horas, ~o edif!cio do Foruo da Cooa.rca de M.ir:tcaju _ 
tem procurado o órgão , HS., sito a ib.ul N1oaque, s/n2, centro, ~racaju-MS., nos au _ 
para se Inscreverem, po- tos supra mencionados. E, para que ninguém possa alegar Igno- 
1s, com este trabalho , r:mcla, t:la11dou expedir o presente Edital, que será aflx.1do no 
lugar de costure e publicado p fora da Le, 
inúmeras pessoas já ·vem 
usufruindo desse beoef{- 
Com isto a 12 Daa 
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cio. 
Dado e passado nesta cidade e Coarca de Maracaju-MS, aos 
se_Ls dl.1ls do roes de dezebro de 1991. Eu (CUIDE LEMOS. Ó~ S 
CAPOS) datilografe!. Eu, (MARILDA BARBOSA BARROS), use - 
vi. 
ESTADO DE KAro CROSSO DO SUL - PODER .JIJDIC:IÃRIO - .rutzo OS DIREilO DA al!'IARCA DE 'IARAC/úU-NS 
EDILU. DE PRACA 
O JllJZ DE DlREtro DA E 'vnra C/Crimlnn l da Coarca de Marca]u-HS, na forra dn Lei, etc. 
F.iz saber que,• cm. cumprL!nento nos trõnitc5 leg.nts do proccs- e nove oll setcntn e uo cruzeiros e quatorze centavos). A,rnli,1 
so de execução en curso pe.rante este Ju{zo entre partes, coo - do(s) em CrS S .. 478.S81,00. Não consta nos autos a existncta - 
1 f.J:.cq,uente(s) ARlAN AQUniO DR AZAMBUJA e coo Executado(s) ANTO- de Ônus sobre o(s) ben(ns) e o (cito não está sujeito a recur­ 
,NIO INÍCIO FERREIRA Autos n? O41/89) no âtrfo do EdL{feto do sg pendente de Julgamento. Se, ng data Indicada, o(s) te(ns) 
(}Fónu: desta Cearca, à Rua !!oaque, n? s/n? nesta cidade. às não alcançar(e) lanço superior à avaliação, no resno local 
'}13:30 hora do dia 06 de ±arco de_is992, seráGo) 1evado(s) a pi às 15:00 horas do dia 2 de marco de 1992, será(ão) evado(a)' 
Mlico preso de venda e_arreataçio e praça pública, a que: ri novaente à venda_e arreatação en segunda e últta praça, des 
is der actzada valia;ão tencionada abatxo, os) tens) pen!G prezada a avaliação e vendido() a quem ma!s der. Eu, (CARIA 
• r.adô(r:) co(?r) Irxccutndo(s) no referido processo, a seguir deg - BE J::..SUS OR:rlZ DOS SANTOS), Escrivão do Juízo fiz extrair 
rito(c): OI (un) lote de terreno, n? 0 da quadra n? 08, loteg presente dos autos Indicados, o conferi e subscrevi, nesta cI- 
reto San Raphsel, Avaliado e Cr$ 3.458.00,00 três mi1hões dade comarca de MaracaJu-'s, aos 24 de Janeiro de 1992. 
quatrocentas e cinquenta e oito mil e quarenta cruzeiros): 01 
H(u:) ter!na! tele!Gn!co restderetal, prefixo 45-2754, éa1La- 
do e CrS 2.020.541,00 (doL LI!êes vinte !l quinhentos e qua 	DR._J0ÃO ROSA_DR LIA 
lrenta e un cruzeiros) de propriedade do executado. Valor atual 
da d[v!da: Cr$ 2779.071,14 (de!s n!lhêes setecentos e setenta Juiz de Direito e:: Substitu.içno Leg,al 
DR. PAULO RODRJCUES 
Ja.lz de, Direi to 
Leia e assine o 
.Jornal Tribuna. 
da Fronteira 
l 
cc 
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das 
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dato 
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Para o 
tenham 
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Rento 
Rog e 
dato , 
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ou.