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TRIRUA ?ROnTE 
,, 
DIARIO RFSG ONAL 
ELA VISTA -- MAIO GROSSO DO SUL, 
- MAO: 2I TERÇA-FEIRA, 2 DE FEVEREIRO DE 1.992 N'.! l.172 D IRETOR: IVALDO PEREIRA 
Escola Generoso Ponce Fecha as 
Portas no Período Vespertino 
,) Por decisão da Aêncla 
Regional de Educação, sc­ 
d1ada em Jardim, a Eacola 
l'.staduul d!! l!:! Grau Gene 
roo Ponce, um dos mais - 
tradicionaiu estabeleci - 
mentos de ensino de nossa 
cidade, teve esta semana 
enccrrodnn ns nulas no pe 
rfodo vespertino, tanto: 
para o primário (JQ e 4Q 
série) como de SQ a 8Q. O 
motivo alegado foi a pou- 
ca quantidade de alunos 
nos solos de nulo, o que 
não comportava o funciona 
mento normal da escola em 
três p«?rÍOdos. 
A :report:nj)pl esteve em coa 
tcto com a Diretora Everia- 
na Jorgina de Carvalho e 
com a Supervisora Antonio 
Helo, elas informaram que 
os alunos que estudavam a 
tarde, 3Q e 4Q séries, fo 
ram transferidos para o 
período matutino e os de 
52 a 82 séries passaram - 
para o noturno, com isso praticamente no centro - 
as salas de aula nesses da cidade. 
períodos foram completo O principal motivo do 
dos com o número de alu baixa quantidade de alu- 
nos exigido, já os que nos no Escola Generoso - 
não podem estudar nesses Ponee é o total falto de 
dois períodos tiveram de infra-estrutura tanto fI 
procurar vagas cm outros sica como funcional, Õ 
estabelecimentos. estabelecimento de cosi- 
Com a decisão de fe no pouco ou quase nada - 
char o período vespertino pode oferecer aos seus a 
na escola, muitos pais de luoos, não dispõe, por 
alunos e os próprios cst~ exemplo, de uma quadra 
dantes foram pegas de sur de esportes, área de re­ 
presa, o fato gerou incl~  creaçiio e falta até água 
sive uma série de proble- fria para os estudantes 
mas no meio das famílias beberem. Além disso os 
que tinham filhos estudan sanitários apresentam de 
do no Generoso Ponce, mui feitos, a cobertura pos­ 
tos não podem estudar de suem deficiências, vaza­ 
manha porque trabalham, mentos, não existindo nem 
na maioria das escolas já mesmo salas próprias pa- 
não existem mais vagas ra a direção, professo 
além do que a maioria dos res e secretaria. 
alunoa são adolescentes, A continuar como es 
ficando muito difícil es- tá, o tendência natural 
tudarem no período notur- é o fechamento total da 
no, como é o caso dos que escola Generoso Ponce a­ 
cursam de 52 a 82 series. te o final do ano, o mo­ 
Outro problema gerado com tivo é simples: com oi­ 
esso decisão são as distân- nÍcio das aulas nas duas 
cias que muitos alunos te escolas periféricas que 
rão de percorrer para eh! estÕo sendo construídas 
garem aos colégios onde- pela Prefeitura tunfci - 
conseguirem vagas, muitos pal nos bairros Primave- 
L • 
11 ( li 
!.. 
- -· ------- ... o « 
GENEROSO PONCE, ALUNOS FICAM SEN AULAS NO PERIODO VEsPER+ 
moram em área periférica 
da cidade e tinham a Es- 
colo Generoso Ponce 
excelente localização 
em 
roe Espírito Santo e a 
conclusão da reforma da 
Escola Vera Guimaroes ~ 
reiro, o número de alu - 
nos do Generoso tende o 
diminuir ainda muito ma­ 
is, afinal de contas, ta 
to os pais de alunos co­ 
mo os próprios estudan - 
tes vao preferir um esta 
belccimento de ensino 
com melhores condições e 
mais próximo à suas ca 
sas. 
Em síntese, as recla­ 
maçoes contra o fechamen 
to da Escola Generoso Pen 
ce no período vespertino 
são generalizadas por 
porte de alunos e fami - 
liares, vários professo­ 
res também foram prejudi 
cados com essa decisão: 
os que são do quadro es­ 
tável, terão de comple - 
tar suas cargas horárias 
em outras escolas e,_on 
sequentemente, tomarno o 
lugar de outros profis - 
sionais que eram convoca 
dos. 
Está mais do que na 
hora da classe política 
de nossa cidade, a exem­ 
plo do que já fizeram pe 
lo Castelo Branco e Vera 
Guimarães, envidarem es 
forcos no sentido de 
fazer com que o Genero­ 
so Ponce mereço uma mai 
or atenção por parte 
dos responsáveis, para 
que seja tirado do ver­ 
dadeiro estado de aban­ 
dono em que se encontra 
há anos, é preciso uma 
reforma completa e am 
pliação do séu prédio o 
mais rápido possível 
Todos nós, princ1palmen 
te os representantes do 
povo, possuímos responsa­ 
bilidades com o setor e 
ducacional, que é um 
dos mais importantes na 
formação intelectual de 
nossos jovens. 
Fechar uma porta da 
educação é, no mínimo , 
impedir o descnvolvimen 
to, o progresso, à for: 
mac;ão sadia e, canse 
queotemente, um futuro 
melhor para grande par­ 
cela de nosso comunida­ 
de, que são os jovens - 
de hoje. 
Providências é o que 
todos esperam, com ur - 
gência. 
(U.R.) 
SOCIEDADE JARDINENSE 
PÁGINA -- 08 
Caracol - Na sexta-feira dia 21 de Fevereiro de 1992, estava encostada 
no balcão do B. Bamerindus em nossa cidade, chegou a ira Esperança cumpri­ 
mentou-me, e como de costume a gente perguntou, como e que esta indo a luta 
, ? Qual foi a minha surpresa quando ela voltou para mim e comecou a fa - 
la
rma . iat ue estava nervosa, cu pedi: "Colma irma !" Tem dois tra~alhos: 
T, gr::ou q 	, 	di la d l 
ficar brava e amansar novamente'. Ela começou como quem .z:, e. e lo .a 
do do prefeito, vou ataca-la! Francamente ira, nao esperava isso da senho­ 
ra, porque pela posição que ocupo em nossa cidade como representante de De­ 
us para nós, não esperava que a senhora haveria de ocupar-se de julgar_ os 
outros, em vez de procurar entender. Sera que a senhora nao ve a situaçao - 
do País? Assim também é nosso município. S?'plesmente irma,_a senhora esta 
se deixando influenciar pelas pessoas de mas línguas, que so querem desnora 
lizar 
08 outros se a senhora esta pensando que com isso esta fazendo Políti 
ca esta muito enganada, para mim isto_e politicagem. O tema da liturgia do 
alado dia 22 era "Ame seus inimigos". Eu vi a senhora sentada no l_ banco 
0 que va1e isto a senhora se so quer saber de atacar as pes~oas, brigar com 
t , Não sei se a senhora ouviu a mensagem que dizia Se quisermos 
!!];[!ar diante do sudo coso átseíuios de crtsrs e tiinos de Deus . 
E e1o caminho do amor que se doo, sem esperar nada em troca. Amor_ate para 
es a inimigos". Será que por um simples caminhão de areia eles não mere - 
cem isso da senhora? Do jeito que a senhora anda se prestando ao papel de 
politiquice, não vai conseguir nada mesmo:. - 
TaemHora precisa ver que a nossa cidade e pequena e nao tem os campos - 
de emprego, se o prefeito no_fez nada, ou nao esta fazendo como a senhora 
mesmo disse, mas pelo menos nao demitiu nenhum funcionar1o. Ou a senhora 
prefere, que coloque as maquinas para trabalhar e demito? os funcionarias, e 
daí? 0 que vai contecer, a senhora vai manter todos eles: 
Não e por que sou a esposa de um vereador que tinha o direito de ouvir 
tudo aquilo da senhora. A senhora mesmo sabe que minha casa esta sempre de 
portos abertas para servir as pessoas ao que for do meu alcance. Sou profes 
sora hã 20 anos iri e Graças n Deus bem quista pela sociedade. A mensagem 
que tenho à senhora é esta. "Tire os vendas de seus olhos porque tu pode tro 
pecar e cair". 	(SUZANIR ALVES COELHO) 
Estado Tem 
400 Cr$ 
Milhões para 
Campanha 
Anti-Saramp 
A1ém dos Cr$ 240 mi­ 
lhões, o secrecirio de 
saúde, Marcus Vin!cius 
do Nascimento recebeu - 
também Cr$ 400 milhões 
para a Campanha Anti-Sa 
rompo. 
PÁGINA - 05 
Editorial 
Jean Paul Sartre, o grande pensador francês, d1- 
z1a que as palavras são "ágca", elas possuem o 
poder de construir, destrulr e revolucionar. A pró 
prta BIbla dfz que no infefo era o Verbo, e as 
p a l a v r a s , 	q u a n d o minceras, n a s c e m 	n o 	t e m p l o apra- 
do do pensamento. 
O homem ante de 
Deus. Ele nada mais 
dade. 
Se as palavras 
cio é ouro, há um 
calar. 
nascer, já existla na mente de 
é do que uma emanação da dIvIn 
sao saradas, as vezes, o Ilen­ 
tempo para folar e um tempo para 
Vivemos tempos cm que todos devem falar. SÓ um 
grande debate nacional, envolvendo tudo e a todos, 
poderá diminuir os choques e atritos que a nova or 
dem mundi.al est.-i provocando. 
O mundo Já não está dividido entre o COHUIHSHO 
e o CAPITALISMO, hoje a divisão é entre paÍ,rnr, rtl­ 
COS e países pobres (ou para runenlzar, EH DP.SP.NVOL 
VD1ENTO). 
Todas os mudanças começam de baixo para cima, 
das pequenas comunidades às médias e àa grandes.!~ 
je já não são as capitala que ditam regras ou mo 
dismos, há cidades e regiões no interior que er - 
vem de exemplo a muitas metrópoles. 
Discute-se, hoje, no Brasil, a prolifcrac;,io da 
marginalidade infantil, os escandalos na área do 
Governo, os trambiques dos usineiros de Alagoro, oc, 
débitos com juros subsidiados de empresários ganan 
ciosos que adoram o lucro fácil, o problera fundtá 
rio (há muita gente com ;erra ociosa, só para espe 
culacão), a AIDS, o sistema educac1onol, o espor - 
te, as drogas (tecos até deputados envolvidos), o 
contrabando, a (amÍlia, o casamento, os artes, en­ 
fim, o país vive um período rico de idéias, e to - 
das essas discussões (ou debates) são necessárias, 
pois, só assim, o povo poderá escolher o seu cami­ 
nho. 
Acontece que a maioria entende que só o Gover - 
no, o presidente Collor, é que deve arcar com toda 
a responsabilidade. 
Todos são responsáveis, mas entendemos que a SE 
lução virá de baixo para cima, do povo, das peque­ 
nas cidades, do interior, onde ainda é possível 
sentar-se a beira das calçadas, nos fins de tarde, 
sem o medo do assalto ou do sequestro. Do interior 
virá um modelo de vida. 
O mundo é mesmo uma aldeia g1obal, e a telinha 
mágica, assim como mostra os maravilhosos jogos de 
inverno em Albcrtville (França) mostra também a 
invasão dos tanques no Líbano e os atentados em 
Londres. 
Somos como uma grande família, cheia de proble­ 
mas, mas a cooperaçao, o entendimento, o respeito 
às idéias, conseguem acalmar os mais afoitos e se­ 
renar os ânimos. Assim é a TERRA. É a nossa humant 
dade. 
E Bela Vista? E os belavistenses? Os jardinen - 
ses? Os murtinbenses? 
f'. a nossa região, que já foi ch=ada de "Corre­ 
dor Sofrido", lembrada só cm tempos de eleic;ão 
quando candidatos o deputado, senador, nos visitam, 
e participam de nossas festas, a todos recebemos - 
com fidalguia e respeito. 
Nós, também, somos elo da grande engrenagem, e, 
nada melhor, e oportuno, começar a pensar nas pró­ 
ximas eleições, quando elegerecos vereadores e pre 
feitos. Precisaremos de políticos, homens que ja 
despertaram do sono do comodismo e carreguem den - 
tro de si, não a ambic;ão egoística, mas a vontade 
de participar da grande aventura humana de constru 
ir um novo município, um novo Estado, e, consequen 
temente, um novo PAÍS, Integrado aos demais que 
formarão a Terra do Ano 2.000. 0 chamado III? MLIe 
nio. 
Aos formadores da opinião pública cabe estares 
ponsabilidade, a de levar, a todos os lares, aos 
mais distantes rincões, a Boa Nova, a de que é pos 
sível, e vale a pena, participar, da GRANDE CONS 
TRUçÃO. (P.P) 
PS: Aos descrentes, aos que ainda não derruba 
ramas escamas dos olhos, aos que não acreditam 
que poderemos fazer deste País uma grande nação 
peco ler os livros de hlstoria e ver os exemplos 
do Japão, Alemanha, Israel; e dos países que atra­ 
vessaram momentos difíceis (EEUU na recessão) e 
conseguiram superar dificuldades que parecia L - 
possíveis. Assim pode se construir ua grande Na - 
cão, e esta construçio começa por construir UMA CRN 
DE CIDADE. 
Bonito - Balneário Municipal 
Com tlovo Visual 
5 
'.) 
t 
5 
m 
>S 
.n 
s 
A Prefeitura Municipal 
através de sua Secretaria 
de Turismo, vem desenvol­ 
vendo várias melhorias 
nas instalações do Bal­ 
neirio Rio Formoso, vi­ 
sando se adequar as nor 
mas do CONDEMA 1cal 
bem con,o melhorar 
0 
tendimento ao grande 
mero de turistas .... 
PÃGINA - 05 
a­ 
nu

'1 ·J 1 :, • !l 111 ',I'.!, .ll/11,I 1,t 1,1 ,· 1 
1 10 : fia» ar 1UI). 
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I 11 /) 1111 L/l'J 1,~ rr ·A, ( A ·' 
111 d ,,tn i o dl r'e! 	do ' 
.O, ruer!do por H.LIA ,, 	NANOL. o» 
n{ao· artrfo do fnlco o±f!o, o 	ar ·t«e t [ 
,,.n,. , • ,, Fl•J J'ff rnlt· n!ltd •;•• -,,· .,,J ' ·v i·•!•fc!n 1,, •.'r,,· ·1 
te etu e, plicado por tr vees na fprena t o!letal, pura o 
t,, r. fro, ut ra, e ua parte d{po. ft!v: JOIO IGi) e as[der r!o tio o 
atos,· 1to Intertfo do resuerfto, ta. o«e d Prato, br, 't !- 
urIta, rtd,unte do[fltado nesta cIdadr, II de Aeon!o ore do tr. to 
i o silna te !ta a!sr.s, declarando-o abolut anuente fope d rer pw +! n 
', V1l
1
. ,t,u, na fora to art, 9, II, do CÚrl! l) (Jvll . ,,c,Jrr!o t:O ·:J l[l. !, l.., 
, :, l lJc11, o CJvf ), nofo-lhe curadora a ua fHha, Fel!p4 A I•. 11u J·rt!'1n, hr ! l J,. l 
t'ra, p teóloga, re»{dente donde!!fada nesta cfdode, 'o ters dos arts, 1,14 do 
Hl, do ódto fIvfl, ftusrev- o presente no Kefstro CIvfl publique-se pla 
1 ale alo r o o!lfal par trés vezes, coa Intervalo de dez di s, int-?e a 
pretor o pro o o prazo dl' c1.nt"O di-1'1, d<v•~l'1to J1ro..:,t1•r 111 f<Jr.a dv .1rt. 1, 
,, 1, l •Jrl, ndo 11111,l,, 111 r11r M, r:-erc{clo de lmc:dinto, poT r<• lr,1t,1r de f1.lt.n do n•qu,•rl- 
do dpols a arantta, Custas ex lee, PR.IC. Eonlto, 5 de fevereiro de 19!, C:l.) 
a afure Jul de Dfrelto, E para que clegue no conhecimento d terceiros, e dos 
1.1, • t iil,· u, l1•11,1tnnt:L.l, ftd t''ifl(dldo o pretente edital, que era publicado na for 
lel t to + par ado nesta Idade e Comarca de Eonfta- Estado de 'uto Grosso do Sul, no: onu 
}s » ,!t !t ·verelr» do no de m] novl•ccntoa t· novt•nt.t e doir. Lii, (ldCA:<DO .A'.C-íL f.l.· 
, ' ,,u o da , J tu •r,J(<·i f' Ih rvl. 
)' 
J>r. r,.••r,;on C,1fure - Juiz d,• Direito 
4) t 
1
Ji;ntor Clínico: Dr. Alexandre Frizzo 
CO;N1,NIOS COM UNIMED - INAMPS - BAN 
DO DRIISIL - PREfFI'fURA MUNICIPAL 
IXi ECONÔMICA FED!ml'i.L - SUDS e FlZEN 
S 
PLANTÃO 24 IIOR1S 
FONE: 255 - 1261 
DONlTO - MATO GROSSO DO SUL 
J 
15P0STA O 
dL1CO l 
70·· I p, 
!· r.:ap. 10 
Vericulo 
, ,, 
, ,, 
79- Exc.,, ... o C,.p. 21 
Versiculo 5 ,, (j 
80- Exodo Cup. 7 
Versículo 7. 
31- Lucri:; Cap. 17 
vcrr.ículo 32. 
82- r.xodo cap. 10 
Vcrr.ícul~ 13 à 19 
83- JÓ Cap. 6 
Vcrr.iculo lí 
84- Sofonins Cnp. 1 
Versículo 12. 
Colaboração do 
Escritório Vasconce­ 
los. 
LEIA E ASSINE O JOR­ 
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J~l'd.JçiioJ /ul.1lnlat.rnçÃo e 1'.H·qu-e r.r.Í(h:.n: A:,~1ifdn 1'rlhunn 
du Prn.,tclrn 5(,4 • s..c:~ PT-'.;•rln - fon,': 41'! • J4IO -_CnJ,._,1 
Vo.::;Lnl - 21- 1ela VIsto- Mito Groo do Sal - Redação Jar 
dJn - Ha 1 de Ma1o, 2 - J.'o:: : 7',1 - lt,L'J (r,•di• pro-prl:z) 
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Ar,tuntu .JaGo, Torto Murfnno, Maracajs, l ... ntto '-' r11·,1col 
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----- ,I 
ANTONIO ,TOÃO MATO GROSSO DO SUL

IOR!MAL, TRIHUNA DA TONTEIA - DIÁRIO RECIO!NA! - 
DPERFEIÇOIMENTO PESSOIL 
L E 1 
, 
Comentando com um empresário belavstense a f - 
tunação das empresas, nao ó em nossa reglao, mas em 
todo o Drnull, com a molorln culpando, ora o Gover­ 
no, o "pacote", os planos de salvação, a dívida 
externa,a concorrência desleal, a Inflação, enfim , 
sao varfos on 'demotos' causadores do caos. 
11 
Poucou, muiton poucos, batem no peito e oflnnam, 
men culpa", 
E se esquecem que a verdade!ra causa das falêncI 
as, das concordatas, das execuçoes, do empobrecimeh 
to, da falta de perspectivas, é, na verdade, um pés 
Bimo gercnclomcnto de suas empresas. E Isto vale pa 
ra todos, poro os empresários, ugropecuaristus, pri 
fissionois liberais, comerciantes, empregados e da: 
nas de coso. 
O brasileiro precisa adquirir o hÓblto de POUPAR, 
de ter como máxima "o não gastar mais do que ganlrn" 
e, poro as Administrações P~blicas ou Privadas, is­ 
to significo solidêz e crescimento ordenado - " não 
gostar mais do que se arrecada ou se ganho". 
Sem a pretensão de ditar regras, ou indicar cami 
nhos, estamos, há três anos, em nossa pequena empre 
sa jornalística e gráfica, tentando colocar a casa 
em ordem - nós, também, trabalhavámos errado. E te­ 
mos a coragem de assumir os nossos erros, e procura 
mos sana-los. 	, 	- 
Como não há milagres na-economia, no Administra­ 
ção de uma empresa, e não contamos com uma SENA, um 
LOTO ou uma herança em nossa trajetória, fomos obri 
gados a adotar uma economia de guerra. - 
Antes de mais nada foi preciso, e é preciso, ACA 
llAR com a escravidão das dívidas. Esse monstro que 
mata esperanças e impede o crescimento. 
A esse respeito, vamos transcrever alguns tÓpi - 
cos do livro, A LEI DO TRIUNFO, de Napoleon H11 , 
de um capítulo denominado A ESCRAVIDÃO DAS D!VIDAS. 
Indicamos este livro para todos os que procuram no­ 
vos caminhos, buscam o aperfeiçoamento de suas ati­ 
vidades, para os que possuem coragem e vontade de 
mudar esse estado de coisas. 
Não é um destes livros "mágicos" que transformam 
a vida das pessoas da noite paro o dia, são princí­ 
pios filosóficos e práticos que, realmente, nos le­ 
vam a meditar e por cm prática os seus ensinamentos. 
A Escravidão 
Dívidas 
a DO 
das 
o 
A dívida é um senhor impiedoso, um inimigo fatal 
do háblto da economia. A pobreza, por si só, é sufi 
ciente para matar a ambição e destruir a auto conf! 
anca e a esperança, mas acrescente-se a ela a res - 
ponsabilidade das dívidas e toda e qualquer vítima 
desses dois crueis senhores estara inevitavelmente 
condenada ao fracasso. 
Sob o peso das dívidas, nenhum homem é capaz de 
dar 
O seu melhor trabalho, ou de expressar-se em 
tennos que infundam respeito, de criar ou levar a - 
vante um objetivo definido de vida. O homem que se 
deixa escravizar pelas d{vidas é tão desamparado co 
mo 
O 
escravo limitado pela ignorancia, ou preso aos 
grilhÕes. 
... ~ terrível pensar em atravessar a vida como 
uma vítima, acorrentada inteiramente aos outros por 
dívidas. A acumulação de ~{vidas e um HÁBITO. Come­ 
ça-se de modo modesto, ate que as dívidas vao assu­ 
mindo proporções enonnes, pouco a pouco, dominando 
inteiramente o individuo. 
... Pensemos no que devemos a nos mesmos e aos 
que dependem de nós e tomemos a resolucao de nunca 
dever a ninguém. ~ esse o conselho dado por um dos 
homens que maiores êxitos tem alcançado e cujas pr_! 
melras oportunidades foram destruídas pelas dívidas. 
Este homem conseguiu compreender a tempo o caminho 
errado que seguia, eliminou o hÕbito de compr!r o 
que não necessitava e libertou-se da escravidao das 
dívidas. 
TRIUNFO 
A maioria dos homens que se habitua a dever nao 
tem a fel!cidade de compreender o seu erro a tempo 
de libertar-se dessa prlsic, pois a d{vda é qual­ 
quer coisa de semelhante as arefas movediças, que 
vão levando o Ind!v[duo cada vez mais para o fun - 
do, 
Há duas classes de dívidas, e tão diferenten em 
natureza, que merecem 11er deocritnr. nqul. 
1 - As dÍvidar; decorrentes de coisas supérflu:is, 
e que se tornam um peso morto. 
2 - As dívidas feitas no decorrer de uma transa 
çiio comercial ou profissional, que representam mer 
cadorias ou trabalho, e que podem ser convert ida·s-­ 
em ATIVO. 
A primeira classe de dívidas é o que deve ser! 
vitada de todn maneiro. A Eegunda pode ser tolera­ 
da' UHA VEZ UE O DEVEDOR SE.JA PRUDENTE E NÃO SE 
PERMITA IR ME DOS LIMITES RA7.0 VEIS. 
Desde o momento em que o individuo vni além des 
ses limites, entra no campo da especulação, a qual 
antes devora as suas vítimas do que as enriquece. 
• Em geral, todas as pessoas que gastam mais do 
que podem, são tentadas a especular com a esperan­ 
ça de que podem liquidar, com uma simples voltu da 
roda da fortuna, por assim dizer, todo o débito. A 
roda da fortuna, porém, coetuma parar quando não 
deve, e, longe de se encontrarem livres de dívidas, 
os especuladores quase sempre se escravizam a elas. 
A pessoa que não tem dívidas pode afastar a po­ 
breza e conseguir grandes sucessos financeiros 
mas para aquele que tem dívidas, as realizações 
são apenas possibilidades remotas, e nunca uma pro 
habilidade. 	- 
Como dominar o medo da pobreza? 
Primeiro - /,l;mmnar o hebito de 
to e, em seguida, liquidar pouco a 
tos contraídos. 
Definido o hábito de eccnomizar uma parte certa 
do nosso rendimento, mesmo que esta economia seja 
apenas dez cruzeiros por mês, muito cedo o hábito 
se instalará na nossa mente, e sentiremos alegria 
em economizar. 
Não basta libertar-se de um hábito indesejável, 
pois hábitos assim têm acertuada tendência para - 
reaparecer, a menos que sejam substituídos por ou­ 
tros de natureza diferente. 
Henry Ford nunca teria conseguido uma primeira 
base, com a sun carruagem sem cavalos", se nno ti 
vesse desenvolvido "desde cedo na vida, o hábito-: 
da economia". 
Para as empresas os fundos de reserva são esscn 
ciais para a operação eficiente de qualquer negõ - 
cio. 
A faculdade de ganhar dinheiro e o economizar - 
constituem uma ciência, maE as regras por meio das 
quais o dinheiro é acumulado são tão simples que 
qualquer pessoa pode segui-las. O principal requi­ 
sito para isso é a forca da vontade para subordi - 
nar o presente ao futuro, eliminando as despesas - 
desnecessárias, com coisas de luxo. 
Na verdade o hábito da economia pode ser tao 
fascinante como o hábito de gastar, mas isso somen 
te depois de se tornar um hábito bem arraigado e 
s istemit ico. 
CONCLUSÕES 
comprar a crédi 
pouco os debi - 
Temos muito o que aprender a respeito de VIDA, 
aprendemos nos livros, no cotidiano, nos contatos 
com outras pessoas, as vezes.o crescimento pessoal 
nao e acrescentar algo EM NOSSAS VIDAS, as alijar 
o desnecessario, separar~ joio do trigo. Pelo me­ 
nos uma vez por semana, este DIÁRIO publicará arei 
gos, comentarios, sugestoes de mestres a respeita­ 
do APERFEIÇOAMENTO PESSOAL. Ainda vale a ..,áxima , 
para mudar_o mundo, basta rudar o homem. 
E na proxima semana vamos falar a respeito de 
RIQUEZA, PROSPERIDADE PARA TODOS, GOVERNO PARTICI­ 
PATIVO. 
DlQ 
No mundo 
C, rlos Atônle de Allr Ferre!ra, 
Do Rotary Club de Curittba-Oeste, P (DIst. 6/40) 
Governador 184-85 
organizações exem 
pl .res, como aque 
las das formigas e 
das abelhas, onde - 
cada animal fez a 
suo parte sem1 e3m70- 
recimento e, sobre­ 
tudo, com um insu - 
bstituívcl &cntimcn 
to de solidarieda - 
de. Não é à toa que 
as formigas prolife 
rama ponto de - ei lam mais alto ele 
ceto em regiões ge- cabam oprimindo, su 
ladas - existir cm julgando, inibindo 
todo o planeta. os demais companhei 
Empregando racio ros e afugon ando n 
cinio e poder de vas idéias. São re: 
vontade, os homens ponsáveis, em certo 
reúnem condições i- caso, pela inoper 
deais para organi - cia e falta de pers 
zar-se eficazmente, pectivas de si ró 
para conviver satis prio e dos clubes 
fatoriamente agrupá que pertencem. Tais 
dos, para alcançar companheiros preci 
realização pessoal sam ser conscicntiz. 
e coletiva de rodo dos de que as suas 
rápido, completo e presenças devem con 
duradouro. Todavia, tribuir para aperfc 
nem sempre eles con çar r nino para neu 
seguem obter resui- tralizar; para moti 
tados finais equiva var c não para esfr 
lentes à soma teor ar os ânimos; para 
ca dos valores indi irradiar entusiasme 
viduais reunidor o, e não o desestimulc 
por isso, nesses ca Felizmente, poré 
sos a união faz a a grande maioria rc 
força. 	conhece que o privi 
Uma das razões - légio de ser rotari 
da expressividade , no implica, dentre 
da força e do valor outras coisas, cm se 
de Rotary é a soli- solidário com as ir 
dariedade demonstra clativas dos demai; 
da pela maioria dos companheiros. E cor 
companheiros de to- preende auc esses 
do o mundo. Grande sentimentos soment 
exemplo está na Cam engrandecem as pesr 
panha Polio Plus:on as e dignificam o J 
de nasceu esta idé:- tary. Agindo assim ( 
ia? Aos verdadeiros utilizando a adesãi 
1 
rotarianos isto não dos seus sócios 1 
importa; empenharam busca do estimulo 
se todos e ela obt fomento do Ideal e 
ve inquestionivel = Servir, Rotary ala: 
sucesso. De público, trou-se também por 
de crítica e de re- quase todo o plane 
sultados. Também ta. E confirmou qu 
foi assim em muitas a solidariedade po 
outras atividades . produzir o mnilaare 
Em Rotary, a partir alquímico de tráns1 
do momento em que tar idéias individ1 
se aprova alguma ' is e abstratas em 
déia, ela deixa de sultados concretos 
pertencer ao seu au de expressiva gran 
tor: passa à proprie za. 
dade e responsabili 
dade do grupo. E cã Basta olhar as 
da companheiro dá o história- 
melhor de si pra v 
la executada. 'omo 
se fosse sua. 
Entretando, aind 
existem alquns co{ 
nheiros qu vacilar 
no morento de assu 
mir as metas dos se 
us clubes como com 
promissos seus. a 
são solidarios como 
deveriam ser. Suas 
indivldu lidcdrs ln 
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aonde Vender Barato 
se Tornou Tradição! 
JARDIM • MS· 
José

0/4AL TRIHUNA DA FRONTEIRA - DIÁRIO REGIONAL, - 
t Distrito Policial· ardim / S 
Portara 
O autor Pedro Leme, Deleado de PolIcfa, respondendo pelo i? Dftrito Po 
ilal de Jardina-Mi., no uso de suas atribuloes leais, etc... 
Considerando a necessidade de e proceder a regulamentação e fLcalfzaçao 
os locais de festejos carnavalescos do ano de mil novecentos e noventa e do 
o, a fim de cofblr abusos e definir responsabilidades: 
1 
ftl~;OJ.V!:_ 
Art, I? -- {Somente serão fornecidos Alvarás para bailes carnavlecos aos 
lub,'t: nocla!11, n•cr0e1tivo,; e cstnbo]ocim<>ntos d0 diversões pÚb1lcn9 que ,1s- 
lv,,n•m J,,gnlmentc conr.titu{don e com o nlvnrn anual (92) desta Delcg:1clo ds_ 
1
11d.imr·~tl· cxper!iclo, 1,wc!Juntc aprescntnçiio de alvará do MM. ~uh de Plrelto 
, 111fnncin e da Juventude, da Vistoria elo Corpo de Bomb<'iro,; Militar e da 
1 gJ lÜ11cin Snnlrárl o, hem como relaço de nomes dos dirigentes responsáveis 
ela realização do evento; 
Are. 22 - O alvará para realizaçiio ele ensaiou em via p~bllcu ou em qua 
raso, serão expedidos mediante a apresentação de cópias autênticas de expedi 
ntes endereçados à Secretnrin Municipal de Transportes e Trânsito - 2OQ Cl­ 
ctron e 70 Companhia Independente de Polícia Hilitnr - 7! CIPM, dando cfên­ 
:La àqueles 6rcíios elos locais, dias e horários da renlizaçio dos ensaios; 
Art, 32 - O locnl para ensaio deverá ser previamente determinado no reque 
~mento que solicita o Alvará, mantendo uma distincia mínima de 500 metros - 
e estabelecimento ele ensinos, ·templos religiosos, hospitais e assemelhados 
' reputiçÕcs públicas; 
1 
Art. ~2 - O horário dos ensaios, nio poderá exceder às 22:00 horas; 
Art. 59 - A participação ele menores nos [estejos carnavulescos, durante o 
erodo noturno e diurno, somente será permitido em consonância com a Porta­ 
{ta do Meritíssimo Juiz de Direito da Infância e da Juventude dn respectiva 
' 	• marca; 
( Art, 6Q - As diversões carnavalescas deverão encerradas ns 24 :00 horns do 
'la 03 .03. 92; 
Art. 7g - Os possuidores de Licença de Porte de Arma, deverio obter-se 
portá-los durante os festejos de momo, sob pena de apreensiio e cassaçao - 
b respectivo porte; 
Art. 8Q - A presente portaria terá abrangência em todo Territ6rio do Munt 
[pio; 
1 Art. 9g - Esta Portaria entrará em vigor nn data ele sua publicaçio, revo­ 
das as disposições em contrario. 
Publica-se. Registre-se e Cumpra-se 
Jarclim-MS., 18 de Fevereiro de 1992 
DR. PEDRO I.EME - Delegado Regional de Polícia Adjunto Resp/ P/D.P. 
, 	NOVENA PODEROSA AO MENINO JESUS DR PRAGA 	• 
~I Oh! .. Jesus que dissestes: pcçn e re~ebcriís, proc.ura e nchar~s, bntn e a portn se abrirá: por 

nteroedlo de ~tnrla, Vossn Sngrodn Hac, eu bato, procuro e vos rogo para que r.:lnhn prece seja 
tcndldn (mcndonn·se o pedido), 
t Oh! Jesus que dissestes: Tudo que pedires ao Pnl em neu none ele ntcnderã por 1ntctliléclfo de 
faria Vossa Sagrada-Miie eu humildemente rogo no vosso Pni eo vosso no:nc que r.ilnhn oração seja 
,uvldn (ncnclonu·s• o pedido). 
. Oh! Jesus que disseste o céu e a terra passarão ras minha palavra no passará por 1nterné - 
}Io de Maria lossn Sagradn Mãe eu confio que rInha oração seja ouvida (aencona-se o pedido) 
eze 3 PaI Nosso, 3 Ave Maria, l Salve Rainha. 
[} D caso de urgência esta novenn deverá ser feita cm 9 horas. 
li Mandada publicar por ter alcançado várias raças, (S.F.S.M.) 
1 . 
1 
A!ta se vtu a Virgem ao pê da Cruz.. Aflita cc vejo. Vnlc1-n:c Mãe de Jesus. Confio em Deus 
orz todas as m1nhns forças, por isso peço que ilurolnc meu cacinho, concedendo a graça que tan­ 
o deseJo. Faça o pedido e conde publicar no 3Q dia e observe o que ncontcccrá no 1..g dia. 
(S.F.S.M.) 
ORAÇÃO DOS AFI.11'0S 
I 
t Foi extraviado um Talão de Nota Fiscal, pertencente ao Sr. Leonardo Sil­ 
p eira Roberto, residente na Fazenda Esperança - Km 25 - BR 060 - Jarclim/Be­ 
i ,a Vista - Distrito de Boqueirao. 
~ Se for encontrado, entregar no Jornal Correio Jardinense. 
# 
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'

onito - . Balneário Municipal 
Com Novo Visual 
A Prefeitura Municipal através de ua Secretaria do Turiomo, 
vem dcnonvolvcntlo v5.ri,rn melhoria,; nai_; inotalações do nalnoiirio­ 
Rio Formoso, visando se adequar as normats do COtlDEMA local, bem 
como melhorar o atendimento ao grande nGmero do turistas que tem 
no dirigido no local nesta temporada, 
As melhorias até agora efetuadas são as seguintes: mais 20 
chuveiros o o4 r.;anit.'irios nos banheiros mais uma quadra de vo- A t • J. ,.._ 
lei de areia, Construção.de divisórias e~tre ª área de camping e n'0n10 +o a O 
estacionamento, 10 churrasqueiras, aterro na praia e plantio de 	· 	_ 
mudas na nrea de camping. 	,1,-------------.-------...:.------r--------~----, 
Sendo que até o carnaval já estarão funcionando também: Pos 
to de_atendimento _médico (primeiros socorros), salva vidas e de= 
mais itens ncceasarios para o total bem estar e segurança dos 
banhistas. 
Ainda no tocante à segurança , vale frizar que a Guarda Mu­ 
nicipal vem realizando plantão 24 horas no local, o que contri - 
bui para praticamente eliminar desordens, depredações e pescai­ 
legal naquela área de lazer. 
Tudo isto vale realçar mais uma vez, o que vem se tornando - 
marca registrada aa administração Naudemir Xavier: Realizações - 
permanentes e voltadas para a solução total dos problemas encon­ 
trados. 
o 
Estalo tn tt$ 4O Miliies para 
Campana Mti - Sara 
Além dos Cr$ 240 milhões,o 
Secretário de Saúde, Marcus Vi 
nicius do Nascimento recebeu - 
também Cr$ 400 milhões para a 
Campanha Anti-Sarampo. 
O Minist~rio da Saúde pre 
tende vacinar 50 milhões de 
pessoas em todo o País. 
Segundo Marcus Vinicius, a 
Campanha terá início em 14 de 
março(divulgação), mas a vaci- 
================= 
.nação será feita de 25 de abril­ 
a 22 de maio, imunizando crian 
ças e jovens de 9 meses à 15 a= 
nos de idade. 
O Secretário enfatizou que - 
esta será a maior campanha deva 
cinação jamais feita no Brasil,e 
a meta do Governo é a erradica - 
ção da doenca. O Governo preten­ 
de realizar estas campanhas de 
combate ao sarampo até que seja­ 
erradicado do País. 
DECRETO 003/92 - GABINETE DO PREFEITO.- 08/01/92 
DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DA ESCOLA MUNICIPAL DE PRE-ESCO 
LAR DE 10 GRAU PROFESSORA ENOLY LOUREIRO ASSIS 
Comercial 
Barreto 
Av. Eupenfo Penzo, 565 
Fone: 435- 115) 
S<.•r.,cnt.cs fl,,;catl.7 .. .ad.,n , 
adubos, calcáreo, mal mine 
rallzndo e rnção. 
- Al/l'ONJO JOÃO - 
HATO GROSSO DO SUL 
Bicicl etaria 
Ciclo Jara 
Con:.c•rt.oo reforma de 
bfclcletas e peral, soldas 
e vendas de peças, cesso - 
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MA TO GROSSO llO Slll, 
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Pua Mato Cros0, 515 
Cario Vare]sta de 
éneros alfentfetos, enl 
tados, bebidas e ferrans 
Entrepa i doufeI1lo. 
PROPRIETÁRIO: ReInatdo o1I 
vera Santos 
ANTO>IIO JOÃO • 1G 
Fertigran 
Agropecuária 
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tlr,os de couro cm geral. 
FONI?: 435 - 1219 
- ANTONIO JOÃO - 
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Bebidas 
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Kcpre.ccnt.:mle Ant..árct Ica, 
[ebidas en peral. Atendiren 
to em festa de niversirfo, 
cas,:ir.>ento e proooções. 
v. Eugên!o Penzo, /n?- Fo • 
nc. 43S - 1309 - A. João /S 
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cana e bebIdaa. 
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do Povo 
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materiais de selaria e 
consertos ema geral. 
- considerando o indice de criancas em idade escolar, 
_ considerando o díficil acesso das crincas do Bairro Primaveras 
que compreende os loteamentos: Parque das Primaveras, Primave­ 
ral Primavera II, Primavera III, Primav~ra-IV, Copacabana, I­ 
Tap~rã e AlvQrada e também os alunos da zona Suburbana. 
DECRETA: 
ARTIGO 10 - Ficâ criada a Escola Municipal de Pré-escolar 
Grau Professora Enoly Loureiro Assis, Localizada no Bairro 
Primaveras, neste Municipio. 
ARTIGO 20 - Este Decreto entra em vigor na data de sua publica­ 
çao, revogadas as disposicões em contrário. 
Gabinete do Prefeito Municipal, aos 08 de janeiro de 1992. 
Edson Medeiros de Moraes - Prefeito Municipal 
e 111 
das 
Abandono d e Emprego 
- ANTONIO JOÃO - 
HA TO GROSSO 00 SUL 
AIIrentos ecos e rolhados, marinhos, Iatarfas em pe ·Ih 
ral. 
Anexo moderno açougue. 
Aos domingos tcoos frangos assado!i. 
Ru,1. Urfo.s de Aloelda - Vtln: Nova 
AI/TONTO JOÃO • NATO GROSSO 00 SUL 
Edson Medeiros de Moraes, Prefeito Municipal de Bela Vis 
ta, Estado de Mato Grosso do Sul, no uso de suas atribuições le= -------------....-------------,-..------------ 
gais que lhe são conferidas pela Lei Municipal NO 886/90, de 
05.04.90, Artigo 13, Inciso V e Artigo 51, Inciso IV, 
Jardim 
solicitamos a Sra. Maria Alicia Arguelho, portadora da 
carteira àe Trabalho, no 021.364, Série 00005, à comparecer­ 
no prazo máximo de tres (3) dias apos essa publicação, na fir 
ma EUfil:LIA BAZI CASTELACIME, Rua Pereira do Lago, no 217, ce~ 
tro CGC 15.941.032/0001-69, Inser.no 28.247.948-1, para jus­ 
tificar o seu não comparecimento no serviço por mais de 30 
dias. 
0 
não comparecimento de V.Sa., implicará sua rescisão por 
justa causa conforme artigo 482, Letra I, da CLT, sendo seu 
último dia de trabalho dia 15-11-91. 
MaracaJu-MS 
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DE LEONARDO OLNE.DO 
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fitas, rádios, !Ires, 
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M E N S A G E M 
Ao Ecelentf:si mo Sr. Cireno T. Falcão 
MD, Vereador Presidente da Câmara Munici 
al de Vereadores de Jardim - MS. 
Senhor Presidente, Senhores Vereadores , 
Ao iniciamos esta mensagem avocamos a pro 
ção do Grande Arquiteto do Universo, que 
ln momento alqum nos faltou com suas Graças 
d Bençãos ao longo desses três anos que es­ 
tamos pela vontade soberana da maioria a 
frente do gerenciamento dos destinos do po­ 
vo jardinense. 
• NrsLn derrndciro nno de nossa ldministra 
ç,:Ío, r;Pudo por Lan Lo, também a última mcnsa= 
1nm qu0 fazcmoo ao Legislativo na qualida 
)r, d<' mandatário do Governo Municipal, ni'I a 
bnrturn solene de uma sessão legislativa no 
inicio de um exercício. 
Senhor Presidente, Senhores Vereadores , 
~
osLarínmos slnccramonte, com o penhor de 
osso Verdade, que não deixássemos sosso­ 
rar a compreensio, o entendimento a narmo - 
nine o bem relacionamento entre os Poderes 
onstituídos. Que não deixássemos ser leva- 
jos, sermos ~mbevecidos pela efervescência 
idos embates de campanhas pré-eleitorais,mui 
tas vezes eivados de maldades e pecaminosas 
(intenções, que não levam a nada, a nada ser 
o semeamento da discórdia tão prejudicial à 
comunidade e que P comezinho de um ano de 
isputa pela sucessão do Poder. 
Vivemos em um período singular da histó­ 
.ria da humanidade, ideologias , sistemas de 
governo, existem transformaçoes bruscas em 
todos os quadros do globo terrestre, condi­ 
ções de vidas são mudadas, até a própria na 
tureza parece sentir a tão repentinas modifi- 
ações; os povos dos Países até bem pouco - 
tempo considerados Potências mundiais,estão 
hoje a beira da falência e do caos econõml 
co. E o nosso país? Avassalado há muito tem 
po pelo desmando, pela má aplicação e dis - 
ltribuição das rendas públicas, pela irres­ 
;onsabilidade e anti-patriotismo de uns pou 
cos privilegiados e maus brasileiros, que 
~os conduziram a situação que estamos;assis 
~imos atõnicos deteriorar grande parte ai 
!nossas infra-estruturas básicas, necessári- 
l
~s para o ~lavancamento do progresso que - 
persistissem sairmos da pobreza, da miséria e 
<la condicio de País do terceiro mundo. 
) Tudo isso, foi um grande ónus que paga 
li os no período que somos governantes de nos 
1so Município, com reflexos desnorteados a 
qualquer programa ou projeto de Governo. 
F. assim sendo Senhor Presidente e Se - 
1 	- 
inhores Vereadores, dentro desse quadro cao- 
tico, em que todos enfrentan dificuldades· das 
1:mais alarmantes, nós procuramos fazer o me­ 
l lhor, para a comunidade, pri6rizamos metas, 
l
·e equacionamos gastos, apertamos os cintos 
• o máximo possível, e com essa firmeza e âni 
'mo forte transpusemos mais um ano, um ano 
difícil, um ano sofrido. Usamos todas as ar 
mas que conseguimos lançar mãos; em cada 
canto, em cada órgão que se noticiaram a e­ 
xistência de recursos, lá estavam as nossas 
1 reivindicações, a nossa luta e a vontade 
• férrea de conseguir mais obras, mais recur­ 
sos para Jardim. Gostaríamos de fazer muito 
mais, assim também, como os Senhores Verea­ 
dores,porém, o mais já era sobre-humano. A 
renida e titânica luta não foi. em vão, con­ 
seguimos inumeráveis coisas para o nosso 
querido povo de Jardim, graças ao apoiamen- 
te dos companheiros, dos Senhores Vereado - 
' res, da população de Jardim e de nosso pres 
tígio; não vamos enumerar aqui todos os be­ 
nefícios conseguidos, esse elenco todo fará parte 
do Balanço Geral de 1991 com o dimensiona - 
mento das metas para 1992, que serão no pra 
zo legal oportunamente encaminhados à esse 
P0dor , 
'taromo aqui apenas c o exemplifica 
;ão de nono impetuoro trabalho, dedica - 
ção o fé inquebrantávl naquilo que potu 
lato: 
a) - Construção de um Conjunto Habitacio­ 
nal com I00 (cem) casas, em execução; 
b) - Construção de um moderno Hemocen ro, 
qrande preocupação hoje da comur:lcJadr pura o 
controle ela qualidade de sangue, para ui­ 
nimizar a desiminação dessa terrível do­ 
ença que assusta o todnG nós a lIDS 
c) - Conseguimos na ordem de 170 (cento e 
setenta milhÕrs de cruzeiros) para are 
forma e ampliação do Hospital Marechal 
Rondon; tronsformnndo-o cm urna casa de 
saúde capaz de atender as necessidades re 
gionais; 
d) - Construimos em convénio com o MEC,ma 
is do 15 (quinze) salas do aulas nas EscQ 
las Municipais, dando oportunidade para - 
mais de 1.000 crianças frequentarem as sa 
las de aulas; 
e) - Iniciamos a reforma em Convénio com 
o Estado das Escolas Estaduais Oswaldo 
Fernandes Monteiro P ProfC'~sor Antonio 
Pinto Pereira; 
f) - Vimos coroada uma luta que encetamos 
desde os primeiros dias de nosso mandato, 
que era a expansão de nossos terminais te 
lefõnicos, elevando para 2.000 aparelhos 
e capacidade de nossa cidade, com moder - 
nas instalações; 
a) - Em consórcio com o Estado (Dersul) - 
sob as expensas da Prefeitura e proprietf 
rios do Município, recuperamos inúmeras - 
estradas de produção do Município; 
h) - Temos mais de uma dezenas de proje - 
tos inseridos através de nossos Deputados 
Federais e Senadores no orçamento da 
união, para o presente exercício, para 
obras de saneamento base, asfalto, gale - 
rias de águas pluviais, assistenciais, e­ 
ducação e saúde, importando tais recursos 
em um montante superior a cinco bilhões - 
de cruzeiros; além de um financiamento em 
tramitação na C.E.F., em fase final de a­ 
provação para pavimentação asfáltica na 
grande Vila AngPlica, autorização essa a­ 
provada unan.i.-rente pelos Senhores Vereado 
res, cujas obras temos a certeza em breve 
estarão iniciando; 
i) - Temos ainda, as obras compromissadas 
pelo Governador Pedro Pedrossian, com a 
nossa Administração, asfalto, rodoviária, 
etc ... 
Na área de Assistência Social, sob a 
responsabilidade da Primeira Dama Profes­ 
sora Eliana Cafure Peixoto, foram inúme - 
ros os benefícios carreados para o Municí 
pio através dos Projetos: Conviver - aten 
dimento de 100 idosos - duas vezes ao 
mês; Projeto Creche 8 Horas - atendimento 
de 50 crianças; projeto Creche Casulo - 4 
Horas - atendimento de 250 crianças; Pro­ 
jeto Centro de Aprendizagem,· atendimento 
de 200 menores de 07 à 17 anos; além de 
cursos profissionalizantes e micro-unida­ 
de de produção, foram também, distribuí - 
das 1.300 cestas de Natal às famílias ca­ 
rentes de nossa cidade, no natal de 1991. 
Senhor Presidente, Senhores Vereado 
res, estão aqui sintetizados um pouco de 
nosso trabalho e de nossas metas, que se 
Deus assim nos permitir haveremos de cum­ 
pri-las todas, até o Último dia de nosso 
mandato. 
Queremos nesta oportunidade transmitir 
a Vossas Excelências o nosso desejo único 
de trabalho sério e honesto, não queremos 
brigas, nem querelas; as dificuldades e - 
xistem e estão aí, a desafiarem as nossas 
apetidões o nosso poder criativo e as nos 
vontade, hav zrmo junto de ence- 
m a una, para o ben e felicidade - 
de ro <o povo. 
Salienta os, Senhor Preside e, S 
nhoros Vereador s, a nossa disposição em 
tr para com o Legisla ivo um tratamento 
equita ivo com relação ao repasso dos - 
percentuais das receitas efetivamente 
realizadas, na confor idado fixada em or 
çamonta e a entradas da receita, não u­ 
saremos dois pesos e duas medidas, o tra 
tamento será igual para o Executivo e PA 
ra o Legislativo, se recebermos no mes 
80 da Receita progrmada, serao repassa 
dos à Câmara de vereadores a mesma pro - 
porção calculada sobre sua despesa pro - 
gramada. 
Ao finalizar a nossa mensagem: 
Agradecemos aor; Senhocrs Vrrcadores e 
aos funcionários do Poder Legislativo a 
solidariedade, a presteza, o discernimen 
to que manteve, cm estreita colaboração 
com o Executivo Municipal, na proposta e 
soluçio dos problemas da comunidade, rei 
vindicando e ajudando a cumprirmos me­ 
tas. 
lgradecemos à todos ou segmentos da - 
Comunidade, pelo carinho e compreensão - 
diante das dificuldades r algumas falhas 
que por ventura existiram, nos inccnti - 
vando a trilhar, com redobrada força, o 
desejo de desempenhar a nossa árdua mis­ 
são. 
Agradecemos aos Governos Federal e Es 
tadual pelo apoio, embora não muito, mas 
que foram significativos, no desenvolvi­ 
mento de nossas ações. 
Agradecemos a todos os órgãos públi - 
cos Estaduais, Federais e Autárquicos,~ 
través de seus titulares, o incentivo e 
apoio dispensados ao nosso Município. 
Agradecemos sinceramente a 4ª Cia Eng. 
Cmb. MEC, através de seu preclaro Coman­ 
dante Major Fernando dos Anjos Souza, Pe 
lo inestimável aooio legado a nossa admi 
nistração; pela amizade,carinho e a colabora­ 
ção dispensadas costumei.corrente à nossa comuni 
dade. Por derradeiro, a nossa gratidão à to 
dos os auxiliares, funcionários Munici 
pais, do mais graduado ao mais humilde , 
que cada um em sua função, deram de si 
para a consecução desse trabalho que foi 
com muito amor realizado. 
Senhor Presidente, Senhores Vereado­ 
res, através de vós saudamos o labrioso 
povo jardinense, pedindo a Deus nosso 
Pai todo Poderoso, que guie nossos pas - 
sos, direcione a nossa inteligência e i­ 
lumine nossas ações no bem servir a comu 
nidade nos seus anseios e ideais mais li 
gítimos. 	- 
Gabinete do Prefeito Municipal de Jar - 
dim-MS., em 18 de Fevereiro de 1992. 
Joelson Martinez Peixoto- Pref. Municipal 
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OíC10 NO 439/92 - CAÍ, EM 12 DE T.REIRO DE 1.992 
Quando t l vemo,; conhcc j monto de denuncia f o rmulada pelo Sr.0 • 
waldo C, Grubert, contra a minha penso, enviamos a V. Sa., r 
1
;osn;,,_dcre_?;_1 e~(; Doc;umcnton comprotnlÍJrjo~, qt;'' ;> 110'),,0 v •. r,, 
demonstraria a total falta de fundamentos legais para a mnals­ 
nadn i1CU8i'.lÇao. 
O_Eqréqio 'Tribunal de Contan de MS., de posse da acusucão e 
Lambem da dcfcnu, cm docioi.io profcrüJ.-, r•1~ J 9/11/91, nos .:ib:;ol - 
vou por unnnimidadc de votos, conformo cópia anexa. 
O resgate da vcrdndc tunto para mim, como para a nossa cida­ 
de foi um bem o non montra que o caminho que buscamos trilhar 
tom que ser belo. 
Sem mais, colocando-nos i.i disposição, subscrevemo-nos, re5 - 
pe.l.tor;umentc. 
Dr. Joelson Martinez Peixoto 
ESTADO DE MA'l'O GROSSO DO SUL 
Prefeito Municipal 
'r}UBUNIU. DE CONTAS 
Secretaria da Ser.sões - Decisão Simples NO 008/91 - Reservada 
Processo TC - 05905/91 
lSSUN'l'O: "Denuncia formulada pelo cidudão Osw.aldo Coimbra 
Gruberl: contra o Prefeito Municipal de Jardim Joelson Martinez 
Peixoto 
O 'l'ribunal de Contas do Estado de Mato Grosso do Sul, no u­ 
so de sua atribuições legais, 
Decide, por unanimidade de votos, nos termos do relatório e 
voto do Excclentissimo Senhor Conselheiro - Relator Horácio Cec 
zósimo de Souza, acolhendo o parecer do Ministério Público Espc 
cial, pela improcedP-ncia da Denúncia feita pelo cidadão Oswaldo 
Coimbra Grubert contra o Senhor Joclson Martinez Peixoto, Pre - 
feito Municipal de Jurdim, comunicando-se o resultado deste jul 
gamento aos interessados, e arquivando-se o processo com as ca~ 
telas de estilo. 
Participaram, uinda, do julgamento, os excelentíssimos Scnho 
res Conselheiros Carlos Ronaldo Albanczc, Rudel Espindola Trin­ 
dade, João Totó da câmara, João Leite Schimidt e Ruben Figueiró 
de Oliveira. 
Presente o Excelentissimo Senhor Procurador Chefe, em exerci 
cio, do Ministério Público Especial Dr. Marcel Brasil Freire Ca 
piberibe. 
Sala da sessões, 19 de novembro de 1.991. 
Conselheiro Paulo Roberto Capiberibe Saldanha Presidente 
CONSULADO DEL PlRlGUAY - BELA VISTA - MS - BRASIL 
El Consulado de La República Del Paraguay INFORMA que por 
Ley NO 113 del 20 de Diciembre de 1991, se extiende a 5 anos 
el plazo de validez de los pasaportes consulares. 
Así también por dicha Ley se fija cn 20 U$S el cesto de la 
expedición de cada pasaporte, m~s 10 U$S por la inclusión de 
cada hijo menor se fuere necesario. El cesto de la renovacion 
se fijó em 10 U$S. Esta nueva Ley establece que los para - 
guayos naturalizados solo podran obtcner y renovar sus pasa­ 
portes unicamente en nuestro Pais. J.a Lcy no 113/91 modifica 
los Párrafos 70 y 71 - Nota 22 - Capítulo 7 - Artículo 13 
del Decreto-Ley NO 46 del II de Febrero de 1.972. 
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RUA Pi!OJf.TMl/1 10?0 C[ ; ,· 
Janilde Rosa dos Santos, Oficiala do Cartório do Registro 
civil desta cidade, faz saber a quantos o presente Edital de 
Proclamas virem que apresentaram os Documentos exigidos pelo 
Artigo 180 do Código civil Nos I,II e IV, e pretendem seca- 
sar: Darcy Freitas e Vera Lucia Pinhei:º· .• 
Ele,nascido aos 23/01/67, em Bela Vista-MS., residente na 
Rua Eusébio Martins, s/n, Bairro Costa e Silva, filho de u­ 
reliano Freitas e de Dona Rufina Ávalos de Profissão Funcio- 
nário público Estadual. 	. . 
El nascida aos 08/11/60, em Bela Vista-MS., residente na 
G
ª
1
' soares da Rocha, 421, nesta cidade, filha de Pedro 
Rua a 	, • h • d p f • - p 
Ivo Pinheiro e de Maria Fagundes Pinreiro, te 'ro 1ssao 'ro - 
fessora. 
- c ·stóvão Flores e Maria Antonia Torres Ifran. 
Joao ri i·do aos 21/03/68, em Bela Vista-MS., residente na 
Ele nasc 	• • FIh d Fl ' Fl 
' t Fé neste Municipio, 'i o te .or1ano .ores e 
Fazend~ Sanª nd~ina Flores., de Profissão Carpinteiro. 
de Maria Ale~~ aos 
23
/ll/68, em Jardim-MS., residente na Rua 
Ela, nasci", s/no, Bairro Antonio João, nesta cidade, fi 
José Lemes ""9"{an e de Juana Liduvina Torres Ifran, de Pro 
lha de Agapi .o 	- 
fissão :prõfessora. 
Se alguém souber de algum impedimento, que se oponha 
forma da Lei. 
Bela Vista-MS., 21 de'Fevereiro de 1992. 
Ludgero 
Augusto Senhorine 
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!!ll!/ Ili l 1 (J11'J J. i l /1 
IRO DE 1.982 
Com muita alegria, todos os ano o nosso amigo Carlos Roher 
) Ave, non traz os seus inqelon pomas que ao escritos 
muito carinho. 
Carlos, mesmo tendo problemas de dicção mostra-nos que seu 
ulnto supera essa barreira. 
t 
O partido político PST, agora conta com uma grande força fe 
t.nina. 
t1 f, estamos falando da nossa amiga e Empresária jardinense 
vc-atriz (a conhecida Dia da Javet), que está entrando para a 
rreira politica. 
; caranto-lhe que as mulheres jardinenses estão muito honra - 
1s pela sua qrande participação. Parabéns!!! 
d 
b 
ir Após o Carnaval, terá inicio no Assincra de Jardim, o cam - 
•anulo da voley de areia de trio. Sendo composta da seguinte 
1Jt)n,•irn: dois homens e uma mulher. 
nc Para mui ores informações, procure o GUTO, no Assincra no pe 
Díodo vespertino. 
ni 
CC 
dc À mais nova gatinha do pedaço,estamos falando da garotinha - 
duna, filha do casal Bruno e Lenic, que acaba de chegar para 
tqcgrar ainda mais a vida do casal. 
ir E aproveitando queremos dar boas vindas ao novo Comandante 
o1 Policia Militar, o nosso amigo Cap. Veiga, que acaba de 
cc»slocar-se de sua cidade para a nossa, cm busca de grandes e 
dhgnificos trabalhos relacionados com a nossa segurança. 
ri 
gc A galera jardinense já está a mil, pois faltam poucos dias 
tora o Carnaval. 
cõ Segundo os comentários, a Banda Corumbaense 5a Dimensão, e~ 
tu prometendo grande sucesso neste Carnaval. 
:a Para quem já os viu tocar, afirma que de samba eles sabem 
teté demais. 
ho Esse ano o Carnaval do Esporte Clube Jardim será de arrasar. 
co 
po 
tr A Conferência Internacional sobre o Meio Ambiente que sera 
po»alizada em junho na cidade do Rio de Janeiro, come;a a preo­ 
COJpar os paises desenvolvidos e industrializados, em apresen - 
noar propostas compatíveis e aceitas pela opinião pública mun 
tiial sem ir de encontro ao potencial de desenvolvimento. 
no Para isso, representantes dos 07 (sete) países mais ricos - 
aso mundo encontram-se reunidos em Washington para juntos discu 
pe.lj_rem e formularem uma proposta sobre o Meio Ambiente a ser a= 
daresentada na ECO/92. 
O importante dessa reunião é o exemplo dado:eles já se preo 
moupam, há algum tempo, em apresentar sugestões aceitas, defen­ 
FOendo seus interesses. Resta a nós brasileiros, saber se nos - 
quhs autoridades também encontram-se preocupados em apresentar 
repostas compatíveis com nossa realidade. 
nh 
ti 
ma Desejo de todo coração e com muito carinho aos meus amigos, 
lhelson da Silva Ferreira e Leivanir Franco Ferreira, filha dos 
e teus amigos Loredo Franco e Juraci Arce Franco, que uniram-se 
0 
elos sagrados laços do matrimônio. Para vocês mil felicidades 
mo muitos anos de vida juntos. São os sinceros votos do Baixi­ 
diho Arara e família. 
c-a: 
Xi: No último dia 16, foi realizado 
r@oncurso nível básico para seleção 
f@;1 S/A. 
so: Candidatos da região de Nioaque, 
maes da Laguna, compareceram em peso 
do1 Estamos torcendo por vocês!!! 
em Guia Lopes da Laguna o 
funcional do Banco do Bra - 
; 
Bonito, Jardim e Guia Lo - 
para prestar o concurso. 
Boa Sorte! 
Edital de Proclamas 
ne! Pedro Barcelos da Vale, Oficial Substituto do Cartório do 
do egistro Civil de Bela Vista-MS., faz saber quantos o presente 
merdital virem ou dele conhecimento tiverem, que pretendem casar 
zoe Edson Jorge Correa Zatorre e Maria Ester Barbosa Cabral,ele 
-:--'?spachante, natural de Antonio João-MS., onde nasceu no dia 
0/12/62, domiciliado em Ponta Porã-MS., filho de Edson Zator- 
~
e Dona Trindade Correa Zatorre, elas nascida nesta cidade a 
s 19/07/72, filha de Adão Moreira Cabral e Dona Julia Barbosa 
abral, estudante, residente e domiciliada nesta cidade. Apre­ 
encaram os Documentos exigidos pelo Artigo 180 da Código Ci - 
il Brasileiro de nos I, ti, irrreZ · 
Se alguém souber de algum impedimeni='o legal que se oponha 
a forma da Lei. 
f Cera de Aquidauana já 
500 Mil evis à 
içã de Criadores 
Implantado ofici­ 
almente há rés anos 
em convênio entre a 
Fundação Cera (Cen 
tro de educação nu - 
ral de ;uidauana) e 
a Secretaria de Esta 
do do Meio Ambiente, 
o Projeto "Pexa" (Pos 
to Experimental do 
Aquidauana), de dois 
anos para cá, multi­ 
plicou por dez a pro 
ducção de alevinos.JIÕ 
je, estão à disposi­ 
cão de pecuaristas , 
500 mil alevinos de 
pacu, a espécie que 
mais se adapta ao re 
gime de cativeiro. - 
Para aumentar a 
produção de alevinos, 
o Diretor-Presidente 
do Cera, Mcdson Ja 
ner da Silva, cons - 
truiu mais 11 tan 
ques, que sornados a­ 
os outros quatro já 
existentes, cornple - 
tam o programa Pexa. 
Do total de 15 tan - 
ques apenas quatro - 
são utilizados para 
engorda, uma ativida 
de acessória, uma 
vez que atende a de­ 
manda do restaurante 
da Escola com a co­ 
mercialização apenas 
do excedente. 
OBJETIVO 
O principal obje­ 
tivo do projeto é a­ 
tender especialmente 
o pequeno produtor , 
esclarece Medson Ja­ 
ner. Ele acredita 
que todo produtor ru 
ral que tiver água= 
corrente em sua pro­ 
priedade pode ter um 
znque para piscicul 
tura sem um custo al 
to, especialmente se 
consorcidado com a 
criação de suínos 
por exemplo. No ano 
passado foram comer­ 
cializados mais de - 
30 mil alevinos de 
pacu. Hoje cada ale­ 
vino está sendo ven­ 
dido a Cr$ 100 ele­ 
va dois anos para a­ 
tingir o peso para o 
abate, com aproxima­ 
damente 1,8kg. 
Na verdade a Fun­ 
dação Cera já vinha 
pesquisando a pisci­ 
cultura desde de 1984, 
mas só em 1989 come- 
ou a comercializar 
alevinos. Hoje, , 
Fundação é o maior 
fornecedor de alevi 
nos d • toda a r 
qião. "Do ano passa 
do para ca a venda 
de alevinos pelo CP 
ra diminuiu. Isso 
pode não parecer , 
mas é bom, signifi­ 
ca qu mais gente - 
catá produzindo ale 
vinos através da 
tecnologia dcsenvol 
vida por nós na rc= 
qião", atesta o Di­ 
retor da Fundação. 
O COMEÇO 
Dll CRilÇÃO 
Como o pacu é um 
peixe de piracema , 
é necessária a inje 
cão de um hormônio 
retirado da hipófi­ 
se dos peixes, e 
que, quando aplica­ 
do nas matrizes em 
cativeiro, possibi­ 
lita a desova. As 
matrizes, que ficam 
no laboratório da 
Fundação depois de 
fecundadas colocam 
milhares de ovos 
que irão se trans - 
formar em alevinos, 
que começarão a ser 
comercializados a 
partir de 60 dias. 
No Laboratório - 
do Cera, o técnico 
agropecuário forma­ 
do na própria insti 
tuição, Wagner Nan­ 
tes Velasques, faz 
experiências com a 
reprodução do pinta 
do em cativeiro, um 
dos peixes mais a - 
preciados no merca­ 
do. Num dos tanques 
de engorda está sen 
do feito um consór­ 
cio com suínos. Uma 
pocilga foi cons 
truída em cima do 
lago, de forma que 
os restos de rações 
e a fermentação das 
fezes dos porcos 
servem de alimento 
para os peixes, O - 
correndo assim uma 
redução substancial 
no gasto com a ra - 
cão e a consequente 
criação de suínos. 
Toda a renda ob­ 
tida proveniente do 
programa Pexa é re­ 
vertida ·para o pró- 
prio programa. O • 
cedente, quando e - 
xiste é repartido - 
entr a Fundação Ce 
ra e a Secretaria 
do Meio Ambi nte. A 
idóia <lo Diretor da 
Fundação difundir 
cada vez mais a pis 
cicultura especial­ 
mente entre peque - 
nos produtores ru - 
rais. 
UM 
QUE 
POUCO DO 
~ O CERA: 
Criado há 17 a - 
nos pelo então Go 
vernador José Pra 
gclli, a Fundação - 
Cera abriga uma das 
mais importantes Es 
colas Agrícolas do­ 
País. Hoje com 250 
alunos entre 10 e 
29 graus, a Funda 
çaõ está desenvol 
vendo mais de 12 
projetos apenas na 
área de campo,entre 
eles estão: horti - 
cultura, produção - 
de grãos, criação - 
de pequenos animais, 
pecuária de corte e 
de leite, sericicul 
tura e inseminação­ 
artificial. 
são 806 hectares 
encravados junto à 
Serra de Aquidaua - 
na. Além dos proje­ 
tos para a área ru­ 
ral, o Cera quer me 
lhorar ainda mais Õ 
nível de ensino. Pa 
ra isso reativou o 
primeiro grau de 52 
à 8a série, que es­ 
tava parada até o a 
no passado. Aspa= 
lestras com profis­ 
sionais das mais di 
versas áreas e com 
renome nacional,tam 
bém são uma constan 
te agora na Funda= 
caõ. Só no ano pas­ 
sado foram feitas - 
68 palestras comes 
pecialistas de di 
versas áreas. "A 
nossa missão é for­ 
mar o técnico de ní 
nível mdiocom exce 
lente qualidade, cu 
ja capacidade de - 
trabalho é muito 
maior para are 
gião do que um pro­ 
fissional de nível 
superior,por exemplo, 
finaliza!edson Janer. 
Bela Vista-MS., 24 de Fevereiro de 1.992. 
Pedro Barcelos do Vale 
- "" " "Ui""=	-- 
tureza! 
AMI PRESERVA! 
) 
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