- TRIRUA ?ROnTE ,, DIARIO RFSG ONAL ELA VISTA -- MAIO GROSSO DO SUL, - MAO: 2I TERÇA-FEIRA, 2 DE FEVEREIRO DE 1.992 N'.! l.172 D IRETOR: IVALDO PEREIRA Escola Generoso Ponce Fecha as Portas no Período Vespertino ,) Por decisão da Aêncla Regional de Educação, sc­ d1ada em Jardim, a Eacola l'.staduul d!! l!:! Grau Gene roo Ponce, um dos mais - tradicionaiu estabeleci - mentos de ensino de nossa cidade, teve esta semana enccrrodnn ns nulas no pe rfodo vespertino, tanto: para o primário (JQ e 4Q série) como de SQ a 8Q. O motivo alegado foi a pou- ca quantidade de alunos nos solos de nulo, o que não comportava o funciona mento normal da escola em três p«?rÍOdos. A :report:nj)pl esteve em coa tcto com a Diretora Everia- na Jorgina de Carvalho e com a Supervisora Antonio Helo, elas informaram que os alunos que estudavam a tarde, 3Q e 4Q séries, fo ram transferidos para o período matutino e os de 52 a 82 séries passaram - para o noturno, com isso praticamente no centro - as salas de aula nesses da cidade. períodos foram completo O principal motivo do dos com o número de alu baixa quantidade de alu- nos exigido, já os que nos no Escola Generoso - não podem estudar nesses Ponee é o total falto de dois períodos tiveram de infra-estrutura tanto fI procurar vagas cm outros sica como funcional, Õ estabelecimentos. estabelecimento de cosi- Com a decisão de fe no pouco ou quase nada - char o período vespertino pode oferecer aos seus a na escola, muitos pais de luoos, não dispõe, por alunos e os próprios cst~ exemplo, de uma quadra dantes foram pegas de sur de esportes, área de re­ presa, o fato gerou incl~ creaçiio e falta até água sive uma série de proble- fria para os estudantes mas no meio das famílias beberem. Além disso os que tinham filhos estudan sanitários apresentam de do no Generoso Ponce, mui feitos, a cobertura pos­ tos não podem estudar de suem deficiências, vaza­ manha porque trabalham, mentos, não existindo nem na maioria das escolas já mesmo salas próprias pa- não existem mais vagas ra a direção, professo além do que a maioria dos res e secretaria. alunoa são adolescentes, A continuar como es ficando muito difícil es- tá, o tendência natural tudarem no período notur- é o fechamento total da no, como é o caso dos que escola Generoso Ponce a­ cursam de 52 a 82 series. te o final do ano, o mo­ Outro problema gerado com tivo é simples: com oi­ esso decisão são as distân- nÍcio das aulas nas duas cias que muitos alunos te escolas periféricas que rão de percorrer para eh! estÕo sendo construídas garem aos colégios onde- pela Prefeitura tunfci - conseguirem vagas, muitos pal nos bairros Primave- L • 11 ( li !.. - -· ------- ... o « GENEROSO PONCE, ALUNOS FICAM SEN AULAS NO PERIODO VEsPER+ moram em área periférica da cidade e tinham a Es- colo Generoso Ponce excelente localização em roe Espírito Santo e a conclusão da reforma da Escola Vera Guimaroes ~ reiro, o número de alu - nos do Generoso tende o diminuir ainda muito ma­ is, afinal de contas, ta to os pais de alunos co­ mo os próprios estudan - tes vao preferir um esta belccimento de ensino com melhores condições e mais próximo à suas ca sas. Em síntese, as recla­ maçoes contra o fechamen to da Escola Generoso Pen ce no período vespertino são generalizadas por porte de alunos e fami - liares, vários professo­ res também foram prejudi cados com essa decisão: os que são do quadro es­ tável, terão de comple - tar suas cargas horárias em outras escolas e,_on sequentemente, tomarno o lugar de outros profis - sionais que eram convoca dos. Está mais do que na hora da classe política de nossa cidade, a exem­ plo do que já fizeram pe lo Castelo Branco e Vera Guimarães, envidarem es forcos no sentido de fazer com que o Genero­ so Ponce mereço uma mai or atenção por parte dos responsáveis, para que seja tirado do ver­ dadeiro estado de aban­ dono em que se encontra há anos, é preciso uma reforma completa e am pliação do séu prédio o mais rápido possível Todos nós, princ1palmen te os representantes do povo, possuímos responsa­ bilidades com o setor e ducacional, que é um dos mais importantes na formação intelectual de nossos jovens. Fechar uma porta da educação é, no mínimo , impedir o descnvolvimen to, o progresso, à for: mac;ão sadia e, canse queotemente, um futuro melhor para grande par­ cela de nosso comunida­ de, que são os jovens - de hoje. Providências é o que todos esperam, com ur - gência. (U.R.) SOCIEDADE JARDINENSE PÁGINA -- 08 Caracol - Na sexta-feira dia 21 de Fevereiro de 1992, estava encostada no balcão do B. Bamerindus em nossa cidade, chegou a ira Esperança cumpri­ mentou-me, e como de costume a gente perguntou, como e que esta indo a luta , ? Qual foi a minha surpresa quando ela voltou para mim e comecou a fa - la rma . iat ue estava nervosa, cu pedi: "Colma irma !" Tem dois tra~alhos: T, gr::ou q , di la d l ficar brava e amansar novamente'. Ela começou como quem .z:, e. e lo .a do do prefeito, vou ataca-la! Francamente ira, nao esperava isso da senho­ ra, porque pela posição que ocupo em nossa cidade como representante de De­ us para nós, não esperava que a senhora haveria de ocupar-se de julgar_ os outros, em vez de procurar entender. Sera que a senhora nao ve a situaçao - do País? Assim também é nosso município. S?'plesmente irma,_a senhora esta se deixando influenciar pelas pessoas de mas línguas, que so querem desnora lizar 08 outros se a senhora esta pensando que com isso esta fazendo Políti ca esta muito enganada, para mim isto_e politicagem. O tema da liturgia do alado dia 22 era "Ame seus inimigos". Eu vi a senhora sentada no l_ banco 0 que va1e isto a senhora se so quer saber de atacar as pes~oas, brigar com t , Não sei se a senhora ouviu a mensagem que dizia Se quisermos !!];[!ar diante do sudo coso átseíuios de crtsrs e tiinos de Deus . E e1o caminho do amor que se doo, sem esperar nada em troca. Amor_ate para es a inimigos". Será que por um simples caminhão de areia eles não mere - cem isso da senhora? Do jeito que a senhora anda se prestando ao papel de politiquice, não vai conseguir nada mesmo:. - TaemHora precisa ver que a nossa cidade e pequena e nao tem os campos - de emprego, se o prefeito no_fez nada, ou nao esta fazendo como a senhora mesmo disse, mas pelo menos nao demitiu nenhum funcionar1o. Ou a senhora prefere, que coloque as maquinas para trabalhar e demito? os funcionarias, e daí? 0 que vai contecer, a senhora vai manter todos eles: Não e por que sou a esposa de um vereador que tinha o direito de ouvir tudo aquilo da senhora. A senhora mesmo sabe que minha casa esta sempre de portos abertas para servir as pessoas ao que for do meu alcance. Sou profes sora hã 20 anos iri e Graças n Deus bem quista pela sociedade. A mensagem que tenho à senhora é esta. "Tire os vendas de seus olhos porque tu pode tro pecar e cair". (SUZANIR ALVES COELHO) Estado Tem 400 Cr$ Milhões para Campanha Anti-Saramp A1ém dos Cr$ 240 mi­ lhões, o secrecirio de saúde, Marcus Vin!cius do Nascimento recebeu - também Cr$ 400 milhões para a Campanha Anti-Sa rompo. PÁGINA - 05 Editorial Jean Paul Sartre, o grande pensador francês, d1- z1a que as palavras são "ágca", elas possuem o poder de construir, destrulr e revolucionar. A pró prta BIbla dfz que no infefo era o Verbo, e as p a l a v r a s , q u a n d o minceras, n a s c e m n o t e m p l o apra- do do pensamento. O homem ante de Deus. Ele nada mais dade. Se as palavras cio é ouro, há um calar. nascer, já existla na mente de é do que uma emanação da dIvIn sao saradas, as vezes, o Ilen­ tempo para folar e um tempo para Vivemos tempos cm que todos devem falar. SÓ um grande debate nacional, envolvendo tudo e a todos, poderá diminuir os choques e atritos que a nova or dem mundi.al est.-i provocando. O mundo Já não está dividido entre o COHUIHSHO e o CAPITALISMO, hoje a divisão é entre paÍ,rnr, rtl­ COS e países pobres (ou para runenlzar, EH DP.SP.NVOL VD1ENTO). Todas os mudanças começam de baixo para cima, das pequenas comunidades às médias e àa grandes.!~ je já não são as capitala que ditam regras ou mo dismos, há cidades e regiões no interior que er - vem de exemplo a muitas metrópoles. Discute-se, hoje, no Brasil, a prolifcrac;,io da marginalidade infantil, os escandalos na área do Governo, os trambiques dos usineiros de Alagoro, oc, débitos com juros subsidiados de empresários ganan ciosos que adoram o lucro fácil, o problera fundtá rio (há muita gente com ;erra ociosa, só para espe culacão), a AIDS, o sistema educac1onol, o espor - te, as drogas (tecos até deputados envolvidos), o contrabando, a (amÍlia, o casamento, os artes, en­ fim, o país vive um período rico de idéias, e to - das essas discussões (ou debates) são necessárias, pois, só assim, o povo poderá escolher o seu cami­ nho. Acontece que a maioria entende que só o Gover - no, o presidente Collor, é que deve arcar com toda a responsabilidade. Todos são responsáveis, mas entendemos que a SE lução virá de baixo para cima, do povo, das peque­ nas cidades, do interior, onde ainda é possível sentar-se a beira das calçadas, nos fins de tarde, sem o medo do assalto ou do sequestro. Do interior virá um modelo de vida. O mundo é mesmo uma aldeia g1obal, e a telinha mágica, assim como mostra os maravilhosos jogos de inverno em Albcrtville (França) mostra também a invasão dos tanques no Líbano e os atentados em Londres. Somos como uma grande família, cheia de proble­ mas, mas a cooperaçao, o entendimento, o respeito às idéias, conseguem acalmar os mais afoitos e se­ renar os ânimos. Assim é a TERRA. É a nossa humant dade. E Bela Vista? E os belavistenses? Os jardinen - ses? Os murtinbenses? f'. a nossa região, que já foi ch=ada de "Corre­ dor Sofrido", lembrada só cm tempos de eleic;ão quando candidatos o deputado, senador, nos visitam, e participam de nossas festas, a todos recebemos - com fidalguia e respeito. Nós, também, somos elo da grande engrenagem, e, nada melhor, e oportuno, começar a pensar nas pró­ ximas eleições, quando elegerecos vereadores e pre feitos. Precisaremos de políticos, homens que ja despertaram do sono do comodismo e carreguem den - tro de si, não a ambic;ão egoística, mas a vontade de participar da grande aventura humana de constru ir um novo município, um novo Estado, e, consequen temente, um novo PAÍS, Integrado aos demais que formarão a Terra do Ano 2.000. 0 chamado III? MLIe nio. Aos formadores da opinião pública cabe estares ponsabilidade, a de levar, a todos os lares, aos mais distantes rincões, a Boa Nova, a de que é pos sível, e vale a pena, participar, da GRANDE CONS TRUçÃO. (P.P) PS: Aos descrentes, aos que ainda não derruba ramas escamas dos olhos, aos que não acreditam que poderemos fazer deste País uma grande nação peco ler os livros de hlstoria e ver os exemplos do Japão, Alemanha, Israel; e dos países que atra­ vessaram momentos difíceis (EEUU na recessão) e conseguiram superar dificuldades que parecia L - possíveis. Assim pode se construir ua grande Na - cão, e esta construçio começa por construir UMA CRN DE CIDADE. Bonito - Balneário Municipal Com tlovo Visual 5 '.) t 5 m >S .n s A Prefeitura Municipal através de sua Secretaria de Turismo, vem desenvol­ vendo várias melhorias nas instalações do Bal­ neirio Rio Formoso, vi­ sando se adequar as nor mas do CONDEMA 1cal bem con,o melhorar 0 tendimento ao grande mero de turistas .... PÃGINA - 05 a­ nu '1 ·J 1 :, • !l 111 ',I'.!, .ll/11,I 1,t 1,1 ,· 1 1 10 : fia» ar 1UI). +»At, +MA ar@TIO h. IR I 11 /) 1111 L/l'J 1,~ rr ·A, ( A ·' 111 d ,,tn i o dl r'e! do ' .O, ruer!do por H.LIA ,, NANOL. o» n{ao· artrfo do fnlco o±f!o, o ar ·t«e t [ ,,.n,. , • ,, Fl•J J'ff rnlt· n!ltd •;•• -,,· .,,J ' ·v i·•!•fc!n 1,, •.'r,,· ·1 te etu e, plicado por tr vees na fprena t o!letal, pura o t,, r. fro, ut ra, e ua parte d{po. ft!v: JOIO IGi) e as[der r!o tio o atos,· 1to Intertfo do resuerfto, ta. o«e d Prato, br, 't !- urIta, rtd,unte do[fltado nesta cIdadr, II de Aeon!o ore do tr. to i o silna te !ta a!sr.s, declarando-o abolut anuente fope d rer pw +! n ', V1l 1 . ,t,u, na fora to art, 9, II, do CÚrl! l) (Jvll . ,,c,Jrr!o t:O ·:J l[l. !, l.., , :, l lJc11, o CJvf ), nofo-lhe curadora a ua fHha, Fel!p4 A I•. 11u J·rt!'1n, hr ! l J,. l t'ra, p teóloga, re»{dente donde!!fada nesta cfdode, 'o ters dos arts, 1,14 do Hl, do ódto fIvfl, ftusrev- o presente no Kefstro CIvfl publique-se pla 1 ale alo r o o!lfal par trés vezes, coa Intervalo de dez di s, int-?e a pretor o pro o o prazo dl' c1.nt"O di-1'1, dr. r,.••r,;on C,1fure - Juiz d,• Direito 4) t 1 Ji;ntor Clínico: Dr. Alexandre Frizzo CO;N1,NIOS COM UNIMED - INAMPS - BAN DO DRIISIL - PREfFI'fURA MUNICIPAL IXi ECONÔMICA FED!ml'i.L - SUDS e FlZEN S PLANTÃO 24 IIOR1S FONE: 255 - 1261 DONlTO - MATO GROSSO DO SUL J 15P0STA O dL1CO l 70·· I p, !· r.:ap. 10 Vericulo , ,, , ,, 79- Exc.,, ... o C,.p. 21 Versiculo 5 ,, (j 80- Exodo Cup. 7 Versículo 7. 31- Lucri:; Cap. 17 vcrr.ículo 32. 82- r.xodo cap. 10 Vcrr.ícul~ 13 à 19 83- JÓ Cap. 6 Vcrr.iculo lí 84- Sofonins Cnp. 1 Versículo 12. Colaboração do Escritório Vasconce­ los. LEIA E ASSINE O JOR­ NAL TRIButll DA FRON­ TEIRA - DIÂRIO REGIO NAL. APROVEITE NOSSA PRO­ MOÇJO: ASSINA'l'URA A­ NUAL POR APENAS Cr$ 20.000,00 1. CS 89 - Gasolina - tlege NOS 39 Gasolina - Vermelho JNO s 88 - Alcool - nege )Pil.L.t" ü4 LUXO :•,GV.''l''l' 85 SL l Alcool llcool '. -. do Sul V eiculos 4cl Marron Verde Metálico UNO S 90 - Gasolina - Bege ONO SX 85 Alcool Azul Metálico ONO CS 87 llcool Bege BELINA 89 L - Alcool - Branca Caminhão Ford.74/Trucado/Verde ·0y.i(J~ GL 87 - llcool - 5 marchas - verd.Met. 10:,ZA B3 lllCTH - llcool Vermelho ;~T 7G com lâmina peta fibra-inteira F.1000 88- Branca/Preta-Diesel com ca- 4%9 Rua Santa 2).mélia, no 104 - Fone: 624 - 7055 Orfeu Baís Campo Grande '- MS lf {:-rl 6-Jl JAttlúve a2BE, •· :" I i ' , J)Jn tt;r - JJ" :r<,!,r ~~, J Iva!do ereIra #porte L'.,1r<_·HlC C.ll!'on Stl.1 S.,": .. J~l'd.JçiioJ /ul.1lnlat.rnçÃo e 1'.H·qu-e r.r.Í(h:.n: A:,~1ifdn 1'rlhunn du Prn.,tclrn 5(,4 • s..c:~ PT-'.;•rln - fon,': 41'! • J4IO -_CnJ,._,1 Vo.::;Lnl - 21- 1ela VIsto- Mito Groo do Sal - Redação Jar dJn - Ha 1 de Ma1o, 2 - J.'o:: : 7',1 - lt,L'J (r,•di• pro-prl:z) Sucursal Ar,tuntu .JaGo, Torto Murfnno, Maracajs, l ... ntto '-' r11·,1col (Cor repodentes Campo Grande, bras1ia e prJ11clp.1!n C.1pltal:.) Hl'pr ... i;eutm,tes Co:.:.,-crcJ11Is t.it•ula Vefcul,r. e Co·.u11lc.:çÕe .. ':-ÍC I t:fa., l,:.J t 7 dt• AhrJ 1 , 1?7 -5'2 Andar, Conjunto,'« Fonia: 155 - 2'i79/15S - 14 1 J2' t o Paulo, CapftaI, Tiula - Ave!da Presidente Varas,5 0 0, l12 Adar, Conjunto 1.109. Fc8; 263 - 1179, ilo de Jnm:lro, R.! ~ .,..ÍLut~, - SOS E.d!tfc!a ernsrdo Savão, Andar, Conjun t0 303. Fone: 224 - 690, Pra{lta - DF, ASSmAnmA AlnJAL: ers - .10.000,00 PY.LO CDRRl!IO: Cr5 -45 .000,00 ASSIHAnJRA =~-rnAJ.: ers - 20.000,00 N:io d~votvcoo~ orl1;tn,1lr.. O Jornal não l'i<' Tcnpon!lof>llJz:1 pelos Artigos assinados ou de_ orlyu deftnlda H 1 (ndo a ÃllJOltJ7J,ís e AllÍWO~I "'i'° p õ Jóia Cabeleireiro Cortes, Penteados, Escovos, Pcrmo.ncntcs banho de creme e rte br'Jho. Fica ao lado da Tico Refrigerac;:Õo * Proprietário Zczinho* Porto Murtinho - Mato Grosso do Sul Linhos Bela ViGto/ Caracol, saindo as 15: 00 horas diariamente Caracol/Bela Vista, saindo as 07: 00 horas diariamente Ônibus próprio paro cxcursoes rcglonnls e interestaduais, modernos e confortá veis Maiores informoçÕcs pelo FONE: 439 - 1665 Bela Vista Mato Grosso do Sul Advocacia • fü•critório: Av. Rio Branco, 187 - F'onc:287-1181 Dr. Antonio F. do Nascimento - Advogado ClC 006.474.381-00 - OAB-MS 2809 Residência Av. 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O brasileiro precisa adquirir o hÓblto de POUPAR, de ter como máxima "o não gastar mais do que ganlrn" e, poro as Administrações P~blicas ou Privadas, is­ to significo solidêz e crescimento ordenado - " não gostar mais do que se arrecada ou se ganho". Sem a pretensão de ditar regras, ou indicar cami nhos, estamos, há três anos, em nossa pequena empre sa jornalística e gráfica, tentando colocar a casa em ordem - nós, também, trabalhavámos errado. E te­ mos a coragem de assumir os nossos erros, e procura mos sana-los. , - Como não há milagres na-economia, no Administra­ ção de uma empresa, e não contamos com uma SENA, um LOTO ou uma herança em nossa trajetória, fomos obri gados a adotar uma economia de guerra. - Antes de mais nada foi preciso, e é preciso, ACA llAR com a escravidão das dívidas. Esse monstro que mata esperanças e impede o crescimento. A esse respeito, vamos transcrever alguns tÓpi - cos do livro, A LEI DO TRIUNFO, de Napoleon H11 , de um capítulo denominado A ESCRAVIDÃO DAS D!VIDAS. Indicamos este livro para todos os que procuram no­ vos caminhos, buscam o aperfeiçoamento de suas ati­ vidades, para os que possuem coragem e vontade de mudar esse estado de coisas. Não é um destes livros "mágicos" que transformam a vida das pessoas da noite paro o dia, são princí­ pios filosóficos e práticos que, realmente, nos le­ vam a meditar e por cm prática os seus ensinamentos. A Escravidão Dívidas a DO das o A dívida é um senhor impiedoso, um inimigo fatal do háblto da economia. A pobreza, por si só, é sufi ciente para matar a ambição e destruir a auto conf! anca e a esperança, mas acrescente-se a ela a res - ponsabilidade das dívidas e toda e qualquer vítima desses dois crueis senhores estara inevitavelmente condenada ao fracasso. Sob o peso das dívidas, nenhum homem é capaz de dar O seu melhor trabalho, ou de expressar-se em tennos que infundam respeito, de criar ou levar a - vante um objetivo definido de vida. O homem que se deixa escravizar pelas d{vidas é tão desamparado co mo O escravo limitado pela ignorancia, ou preso aos grilhÕes. ... ~ terrível pensar em atravessar a vida como uma vítima, acorrentada inteiramente aos outros por dívidas. A acumulação de ~{vidas e um HÁBITO. Come­ ça-se de modo modesto, ate que as dívidas vao assu­ mindo proporções enonnes, pouco a pouco, dominando inteiramente o individuo. ... Pensemos no que devemos a nos mesmos e aos que dependem de nós e tomemos a resolucao de nunca dever a ninguém. ~ esse o conselho dado por um dos homens que maiores êxitos tem alcançado e cujas pr_! melras oportunidades foram destruídas pelas dívidas. Este homem conseguiu compreender a tempo o caminho errado que seguia, eliminou o hÕbito de compr!r o que não necessitava e libertou-se da escravidao das dívidas. TRIUNFO A maioria dos homens que se habitua a dever nao tem a fel!cidade de compreender o seu erro a tempo de libertar-se dessa prlsic, pois a d{vda é qual­ quer coisa de semelhante as arefas movediças, que vão levando o Ind!v[duo cada vez mais para o fun - do, Há duas classes de dívidas, e tão diferenten em natureza, que merecem 11er deocritnr. nqul. 1 - As dÍvidar; decorrentes de coisas supérflu:is, e que se tornam um peso morto. 2 - As dívidas feitas no decorrer de uma transa çiio comercial ou profissional, que representam mer cadorias ou trabalho, e que podem ser convert ida·s-­ em ATIVO. A primeira classe de dívidas é o que deve ser! vitada de todn maneiro. A Eegunda pode ser tolera­ da' UHA VEZ UE O DEVEDOR SE.JA PRUDENTE E NÃO SE PERMITA IR ME DOS LIMITES RA7.0 VEIS. Desde o momento em que o individuo vni além des ses limites, entra no campo da especulação, a qual antes devora as suas vítimas do que as enriquece. • Em geral, todas as pessoas que gastam mais do que podem, são tentadas a especular com a esperan­ ça de que podem liquidar, com uma simples voltu da roda da fortuna, por assim dizer, todo o débito. A roda da fortuna, porém, coetuma parar quando não deve, e, longe de se encontrarem livres de dívidas, os especuladores quase sempre se escravizam a elas. A pessoa que não tem dívidas pode afastar a po­ breza e conseguir grandes sucessos financeiros mas para aquele que tem dívidas, as realizações são apenas possibilidades remotas, e nunca uma pro habilidade. - Como dominar o medo da pobreza? Primeiro - /,l;mmnar o hebito de to e, em seguida, liquidar pouco a tos contraídos. Definido o hábito de eccnomizar uma parte certa do nosso rendimento, mesmo que esta economia seja apenas dez cruzeiros por mês, muito cedo o hábito se instalará na nossa mente, e sentiremos alegria em economizar. Não basta libertar-se de um hábito indesejável, pois hábitos assim têm acertuada tendência para - reaparecer, a menos que sejam substituídos por ou­ tros de natureza diferente. Henry Ford nunca teria conseguido uma primeira base, com a sun carruagem sem cavalos", se nno ti vesse desenvolvido "desde cedo na vida, o hábito-: da economia". Para as empresas os fundos de reserva são esscn ciais para a operação eficiente de qualquer negõ - cio. A faculdade de ganhar dinheiro e o economizar - constituem uma ciência, maE as regras por meio das quais o dinheiro é acumulado são tão simples que qualquer pessoa pode segui-las. O principal requi­ sito para isso é a forca da vontade para subordi - nar o presente ao futuro, eliminando as despesas - desnecessárias, com coisas de luxo. Na verdade o hábito da economia pode ser tao fascinante como o hábito de gastar, mas isso somen te depois de se tornar um hábito bem arraigado e s istemit ico. CONCLUSÕES comprar a crédi pouco os debi - Temos muito o que aprender a respeito de VIDA, aprendemos nos livros, no cotidiano, nos contatos com outras pessoas, as vezes.o crescimento pessoal nao e acrescentar algo EM NOSSAS VIDAS, as alijar o desnecessario, separar~ joio do trigo. Pelo me­ nos uma vez por semana, este DIÁRIO publicará arei gos, comentarios, sugestoes de mestres a respeita­ do APERFEIÇOAMENTO PESSOAL. Ainda vale a ..,áxima , para mudar_o mundo, basta rudar o homem. E na proxima semana vamos falar a respeito de RIQUEZA, PROSPERIDADE PARA TODOS, GOVERNO PARTICI­ PATIVO. DlQ No mundo C, rlos Atônle de Allr Ferre!ra, Do Rotary Club de Curittba-Oeste, P (DIst. 6/40) Governador 184-85 organizações exem pl .res, como aque las das formigas e das abelhas, onde - cada animal fez a suo parte sem1 e3m70- recimento e, sobre­ tudo, com um insu - bstituívcl &cntimcn to de solidarieda - de. Não é à toa que as formigas prolife rama ponto de - ei lam mais alto ele ceto em regiões ge- cabam oprimindo, su ladas - existir cm julgando, inibindo todo o planeta. os demais companhei Empregando racio ros e afugon ando n cinio e poder de vas idéias. São re: vontade, os homens ponsáveis, em certo reúnem condições i- caso, pela inoper deais para organi - cia e falta de pers zar-se eficazmente, pectivas de si ró para conviver satis prio e dos clubes fatoriamente agrupá que pertencem. Tais dos, para alcançar companheiros preci realização pessoal sam ser conscicntiz. e coletiva de rodo dos de que as suas rápido, completo e presenças devem con duradouro. Todavia, tribuir para aperfc nem sempre eles con çar r nino para neu seguem obter resui- tralizar; para moti tados finais equiva var c não para esfr lentes à soma teor ar os ânimos; para ca dos valores indi irradiar entusiasme viduais reunidor o, e não o desestimulc por isso, nesses ca Felizmente, poré sos a união faz a a grande maioria rc força. conhece que o privi Uma das razões - légio de ser rotari da expressividade , no implica, dentre da força e do valor outras coisas, cm se de Rotary é a soli- solidário com as ir dariedade demonstra clativas dos demai; da pela maioria dos companheiros. E cor companheiros de to- preende auc esses do o mundo. Grande sentimentos soment exemplo está na Cam engrandecem as pesr panha Polio Plus:on as e dignificam o J de nasceu esta idé:- tary. Agindo assim ( ia? Aos verdadeiros utilizando a adesãi 1 rotarianos isto não dos seus sócios 1 importa; empenharam busca do estimulo se todos e ela obt fomento do Ideal e ve inquestionivel = Servir, Rotary ala: sucesso. De público, trou-se também por de crítica e de re- quase todo o plane sultados. Também ta. E confirmou qu foi assim em muitas a solidariedade po outras atividades . produzir o mnilaare Em Rotary, a partir alquímico de tráns1 do momento em que tar idéias individ1 se aprova alguma ' is e abstratas em déia, ela deixa de sultados concretos pertencer ao seu au de expressiva gran tor: passa à proprie za. dade e responsabili dade do grupo. E cã Basta olhar as da companheiro dá o história- melhor de si pra v la executada. 'omo se fosse sua. Entretando, aind existem alquns co{ nheiros qu vacilar no morento de assu mir as metas dos se us clubes como com promissos seus. a são solidarios como deveriam ser. Suas indivldu lidcdrs ln Olhe Mais Alérr de Si Mesmo n >'. LOJA I - AVENIDA DUQUE DE CAXIAS, 712 LOJA 2 Su p e r m e r e a d o l São Fone (067) 251-1713 AVENIDA DUQUE DF. CAXIAS, 342 Fone (067) 251-1833 aonde Vender Barato se Tornou Tradição! JARDIM • MS· José 0/4AL TRIHUNA DA FRONTEIRA - DIÁRIO REGIONAL, - t Distrito Policial· ardim / S Portara O autor Pedro Leme, Deleado de PolIcfa, respondendo pelo i? Dftrito Po ilal de Jardina-Mi., no uso de suas atribuloes leais, etc... Considerando a necessidade de e proceder a regulamentação e fLcalfzaçao os locais de festejos carnavalescos do ano de mil novecentos e noventa e do o, a fim de cofblr abusos e definir responsabilidades: 1 ftl~;OJ.V!:_ Art, I? -- {Somente serão fornecidos Alvarás para bailes carnavlecos aos lub,'t: nocla!11, n•cr0e1tivo,; e cstnbo]ocim<>ntos d0 diversões pÚb1lcn9 que ,1s- lv,,n•m J,,gnlmentc conr.titu{don e com o nlvnrn anual (92) desta Delcg:1clo ds_ 1 11d.imr·~tl· cxper!iclo, 1,wc!Juntc aprescntnçiio de alvará do MM. ~uh de Plrelto , 111fnncin e da Juventude, da Vistoria elo Corpo de Bomb<'iro,; Militar e da 1 gJ lÜ11cin Snnlrárl o, hem como relaço de nomes dos dirigentes responsáveis ela realização do evento; Are. 22 - O alvará para realizaçiio ele ensaiou em via p~bllcu ou em qua raso, serão expedidos mediante a apresentação de cópias autênticas de expedi ntes endereçados à Secretnrin Municipal de Transportes e Trânsito - 2OQ Cl­ ctron e 70 Companhia Independente de Polícia Hilitnr - 7! CIPM, dando cfên­ :La àqueles 6rcíios elos locais, dias e horários da renlizaçio dos ensaios; Art, 32 - O locnl para ensaio deverá ser previamente determinado no reque ~mento que solicita o Alvará, mantendo uma distincia mínima de 500 metros - e estabelecimento ele ensinos, ·templos religiosos, hospitais e assemelhados ' reputiçÕcs públicas; 1 Art. ~2 - O horário dos ensaios, nio poderá exceder às 22:00 horas; Art. 59 - A participação ele menores nos [estejos carnavulescos, durante o erodo noturno e diurno, somente será permitido em consonância com a Porta­ {ta do Meritíssimo Juiz de Direito da Infância e da Juventude dn respectiva ' • marca; ( Art, 6Q - As diversões carnavalescas deverão encerradas ns 24 :00 horns do 'la 03 .03. 92; Art. 7g - Os possuidores de Licença de Porte de Arma, deverio obter-se portá-los durante os festejos de momo, sob pena de apreensiio e cassaçao - b respectivo porte; Art. 8Q - A presente portaria terá abrangência em todo Territ6rio do Munt [pio; 1 Art. 9g - Esta Portaria entrará em vigor nn data ele sua publicaçio, revo­ das as disposições em contrario. Publica-se. Registre-se e Cumpra-se Jarclim-MS., 18 de Fevereiro de 1992 DR. PEDRO I.EME - Delegado Regional de Polícia Adjunto Resp/ P/D.P. , NOVENA PODEROSA AO MENINO JESUS DR PRAGA • ~I Oh! .. Jesus que dissestes: pcçn e re~ebcriís, proc.ura e nchar~s, bntn e a portn se abrirá: por nteroedlo de ~tnrla, Vossn Sngrodn Hac, eu bato, procuro e vos rogo para que r.:lnhn prece seja tcndldn (mcndonn·se o pedido), t Oh! Jesus que dissestes: Tudo que pedires ao Pnl em neu none ele ntcnderã por 1ntctliléclfo de faria Vossa Sagrada-Miie eu humildemente rogo no vosso Pni eo vosso no:nc que r.ilnhn oração seja ,uvldn (ncnclonu·s• o pedido). . Oh! Jesus que disseste o céu e a terra passarão ras minha palavra no passará por 1nterné - }Io de Maria lossn Sagradn Mãe eu confio que rInha oração seja ouvida (aencona-se o pedido) eze 3 PaI Nosso, 3 Ave Maria, l Salve Rainha. [} D caso de urgência esta novenn deverá ser feita cm 9 horas. li Mandada publicar por ter alcançado várias raças, (S.F.S.M.) 1 . 1 A!ta se vtu a Virgem ao pê da Cruz.. Aflita cc vejo. Vnlc1-n:c Mãe de Jesus. Confio em Deus orz todas as m1nhns forças, por isso peço que ilurolnc meu cacinho, concedendo a graça que tan­ o deseJo. Faça o pedido e conde publicar no 3Q dia e observe o que ncontcccrá no 1..g dia. (S.F.S.M.) ORAÇÃO DOS AFI.11'0S I t Foi extraviado um Talão de Nota Fiscal, pertencente ao Sr. Leonardo Sil­ p eira Roberto, residente na Fazenda Esperança - Km 25 - BR 060 - Jarclim/Be­ i ,a Vista - Distrito de Boqueirao. ~ Se for encontrado, entregar no Jornal Correio Jardinense. # EXTRAVIO DE TALÃO DE NOTA FISCAL 1 Doar Sangue Vidas e um Além Ato de de Salvar Amor CASA DA CARNE SADIA DE: ANTONIO CASANOVA O açougue numero 01 de Bonito. Atendimento nota "10". Carnes de suínos nistas. Queijos, banhas, ovos e frangos caipira. Higiene absoluta. Prefi­ a e recomende aos amigos. 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Balneário Municipal Com Novo Visual A Prefeitura Municipal através de ua Secretaria do Turiomo, vem dcnonvolvcntlo v5.ri,rn melhoria,; nai_; inotalações do nalnoiirio­ Rio Formoso, visando se adequar as normats do COtlDEMA local, bem como melhorar o atendimento ao grande nGmero do turistas que tem no dirigido no local nesta temporada, As melhorias até agora efetuadas são as seguintes: mais 20 chuveiros o o4 r.;anit.'irios nos banheiros mais uma quadra de vo- A t • J. ,.._ lei de areia, Construção.de divisórias e~tre ª área de camping e n'0n10 +o a O estacionamento, 10 churrasqueiras, aterro na praia e plantio de · _ mudas na nrea de camping. ,1,-------------.-------...:.------r--------~----, Sendo que até o carnaval já estarão funcionando também: Pos to de_atendimento _médico (primeiros socorros), salva vidas e de= mais itens ncceasarios para o total bem estar e segurança dos banhistas. Ainda no tocante à segurança , vale frizar que a Guarda Mu­ nicipal vem realizando plantão 24 horas no local, o que contri - bui para praticamente eliminar desordens, depredações e pescai­ legal naquela área de lazer. Tudo isto vale realçar mais uma vez, o que vem se tornando - marca registrada aa administração Naudemir Xavier: Realizações - permanentes e voltadas para a solução total dos problemas encon­ trados. o Estalo tn tt$ 4O Miliies para Campana Mti - Sara Além dos Cr$ 240 milhões,o Secretário de Saúde, Marcus Vi nicius do Nascimento recebeu - também Cr$ 400 milhões para a Campanha Anti-Sarampo. O Minist~rio da Saúde pre tende vacinar 50 milhões de pessoas em todo o País. Segundo Marcus Vinicius, a Campanha terá início em 14 de março(divulgação), mas a vaci- ================= .nação será feita de 25 de abril­ a 22 de maio, imunizando crian ças e jovens de 9 meses à 15 a= nos de idade. O Secretário enfatizou que - esta será a maior campanha deva cinação jamais feita no Brasil,e a meta do Governo é a erradica - ção da doenca. O Governo preten­ de realizar estas campanhas de combate ao sarampo até que seja­ erradicado do País. DECRETO 003/92 - GABINETE DO PREFEITO.- 08/01/92 DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DA ESCOLA MUNICIPAL DE PRE-ESCO LAR DE 10 GRAU PROFESSORA ENOLY LOUREIRO ASSIS Comercial Barreto Av. Eupenfo Penzo, 565 Fone: 435- 115) S<.•r.,cnt.cs fl,,;catl.7 .. .ad.,n , adubos, calcáreo, mal mine rallzndo e rnção. - Al/l'ONJO JOÃO - HATO GROSSO DO SUL Bicicl etaria Ciclo Jara Con:.c•rt.oo reforma de bfclcletas e peral, soldas e vendas de peças, cesso - rio,. Rwt Joa.ru.1 A 1 PC Ida Mato,40 • AJ(!O:iTO JOÃO - MA TO GROSSO llO Slll, Supermercado Big Bom Pua Mato Cros0, 515 Cario Vare]sta de éneros alfentfetos, enl tados, bebidas e ferrans Entrepa i doufeI1lo. PROPRIETÁRIO: ReInatdo o1I vera Santos ANTO>IIO JOÃO • 1G Fertigran Agropecuária Vacinas, sementes, sal, ar tlr,os de couro cm geral. FONI?: 435 - 1219 - ANTONIO JOÃO - HAl'O GROSSO 00 SUL Deposito de Bebidas Soares Kcpre.ccnt.:mle Ant..árct Ica, [ebidas en peral. Atendiren to em festa de niversirfo, cas,:ir.>ento e proooções. v. Eugên!o Penzo, /n?- Fo • nc. 43S - 1309 - A. João /S Carijózão Lanches PLzz, Lanches, Salada de Frutas, sucos, pratoa da cana e bebIdaa. Agora con novos proprIe tárJo!l - At,·ndlmento • dia nolte - Av. Mato Grosso - AITTmn'tl JOÃO - HAl'O GROSSO 00 SUL Sapataria do Povo Rua Co.opo Gr"andc, 665 Fábricas de calçados , materiais de selaria e consertos ema geral. - considerando o indice de criancas em idade escolar, _ considerando o díficil acesso das crincas do Bairro Primaveras que compreende os loteamentos: Parque das Primaveras, Primave­ ral Primavera II, Primavera III, Primav~ra-IV, Copacabana, I­ Tap~rã e AlvQrada e também os alunos da zona Suburbana. DECRETA: ARTIGO 10 - Ficâ criada a Escola Municipal de Pré-escolar Grau Professora Enoly Loureiro Assis, Localizada no Bairro Primaveras, neste Municipio. ARTIGO 20 - Este Decreto entra em vigor na data de sua publica­ çao, revogadas as disposicões em contrário. Gabinete do Prefeito Municipal, aos 08 de janeiro de 1992. Edson Medeiros de Moraes - Prefeito Municipal e 111 das Abandono d e Emprego - ANTONIO JOÃO - HA TO GROSSO 00 SUL AIIrentos ecos e rolhados, marinhos, Iatarfas em pe ·Ih ral. Anexo moderno açougue. Aos domingos tcoos frangos assado!i. Ru,1. Urfo.s de Aloelda - Vtln: Nova AI/TONTO JOÃO • NATO GROSSO 00 SUL Edson Medeiros de Moraes, Prefeito Municipal de Bela Vis ta, Estado de Mato Grosso do Sul, no uso de suas atribuições le= -------------....-------------,-..------------ gais que lhe são conferidas pela Lei Municipal NO 886/90, de 05.04.90, Artigo 13, Inciso V e Artigo 51, Inciso IV, Jardim solicitamos a Sra. Maria Alicia Arguelho, portadora da carteira àe Trabalho, no 021.364, Série 00005, à comparecer­ no prazo máximo de tres (3) dias apos essa publicação, na fir ma EUfil:LIA BAZI CASTELACIME, Rua Pereira do Lago, no 217, ce~ tro CGC 15.941.032/0001-69, Inser.no 28.247.948-1, para jus­ tificar o seu não comparecimento no serviço por mais de 30 dias. 0 não comparecimento de V.Sa., implicará sua rescisão por justa causa conforme artigo 482, Letra I, da CLT, sendo seu último dia de trabalho dia 15-11-91. MaracaJu-MS Léo Foto DE LEONARDO OLNE.DO Vende pc lo T;! nor preço aparelhos de so, toca fitas, rádios, !Ires, ãquInas fotográfica», agulhas para toca d!s cos, fita::J vtrsen e gravadas. Discos populares, r­ toncjos e tntcrn.::icto - nais iote;rufias para dou:entes n 1 minuto reporta7c e lindos - posta!s da cidade. Rua PIla'd Ke!ui-15$5 LO1T0 - MS Pastelaria " Dona Paula " Os C.'1-lG de.licio r.o:; Pastéis, cõ vinhas e salga­ dos e::: geral. 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Falcão MD, Vereador Presidente da Câmara Munici al de Vereadores de Jardim - MS. Senhor Presidente, Senhores Vereadores , Ao iniciamos esta mensagem avocamos a pro ção do Grande Arquiteto do Universo, que ln momento alqum nos faltou com suas Graças d Bençãos ao longo desses três anos que es­ tamos pela vontade soberana da maioria a frente do gerenciamento dos destinos do po­ vo jardinense. • NrsLn derrndciro nno de nossa ldministra ç,:Ío, r;Pudo por Lan Lo, também a última mcnsa= 1nm qu0 fazcmoo ao Legislativo na qualida )r, d<' mandatário do Governo Municipal, ni'I a bnrturn solene de uma sessão legislativa no inicio de um exercício. Senhor Presidente, Senhores Vereadores , ~ osLarínmos slnccramonte, com o penhor de osso Verdade, que não deixássemos sosso­ rar a compreensio, o entendimento a narmo - nine o bem relacionamento entre os Poderes onstituídos. Que não deixássemos ser leva- jos, sermos ~mbevecidos pela efervescência idos embates de campanhas pré-eleitorais,mui tas vezes eivados de maldades e pecaminosas (intenções, que não levam a nada, a nada ser o semeamento da discórdia tão prejudicial à comunidade e que P comezinho de um ano de isputa pela sucessão do Poder. Vivemos em um período singular da histó­ .ria da humanidade, ideologias , sistemas de governo, existem transformaçoes bruscas em todos os quadros do globo terrestre, condi­ ções de vidas são mudadas, até a própria na tureza parece sentir a tão repentinas modifi- ações; os povos dos Países até bem pouco - tempo considerados Potências mundiais,estão hoje a beira da falência e do caos econõml co. E o nosso país? Avassalado há muito tem po pelo desmando, pela má aplicação e dis - ltribuição das rendas públicas, pela irres­ ;onsabilidade e anti-patriotismo de uns pou cos privilegiados e maus brasileiros, que ~os conduziram a situação que estamos;assis ~imos atõnicos deteriorar grande parte ai !nossas infra-estruturas básicas, necessári- l ~s para o ~lavancamento do progresso que - persistissem sairmos da pobreza, da miséria e 110'),,0 v •. r,, demonstraria a total falta de fundamentos legais para a mnals­ nadn i1CU8i'.lÇao. O_Eqréqio 'Tribunal de Contan de MS., de posse da acusucão e Lambem da dcfcnu, cm docioi.io profcrüJ.-, r•1~ J 9/11/91, nos .:ib:;ol - vou por unnnimidadc de votos, conformo cópia anexa. O resgate da vcrdndc tunto para mim, como para a nossa cida­ de foi um bem o non montra que o caminho que buscamos trilhar tom que ser belo. Sem mais, colocando-nos i.i disposição, subscrevemo-nos, re5 - pe.l.tor;umentc. Dr. Joelson Martinez Peixoto ESTADO DE MA'l'O GROSSO DO SUL Prefeito Municipal 'r}UBUNIU. DE CONTAS Secretaria da Ser.sões - Decisão Simples NO 008/91 - Reservada Processo TC - 05905/91 lSSUN'l'O: "Denuncia formulada pelo cidudão Osw.aldo Coimbra Gruberl: contra o Prefeito Municipal de Jardim Joelson Martinez Peixoto O 'l'ribunal de Contas do Estado de Mato Grosso do Sul, no u­ so de sua atribuições legais, Decide, por unanimidade de votos, nos termos do relatório e voto do Excclentissimo Senhor Conselheiro - Relator Horácio Cec zósimo de Souza, acolhendo o parecer do Ministério Público Espc cial, pela improcedP-ncia da Denúncia feita pelo cidadão Oswaldo Coimbra Grubert contra o Senhor Joclson Martinez Peixoto, Pre - feito Municipal de Jurdim, comunicando-se o resultado deste jul gamento aos interessados, e arquivando-se o processo com as ca~ telas de estilo. Participaram, uinda, do julgamento, os excelentíssimos Scnho res Conselheiros Carlos Ronaldo Albanczc, Rudel Espindola Trin­ dade, João Totó da câmara, João Leite Schimidt e Ruben Figueiró de Oliveira. Presente o Excelentissimo Senhor Procurador Chefe, em exerci cio, do Ministério Público Especial Dr. Marcel Brasil Freire Ca piberibe. Sala da sessões, 19 de novembro de 1.991. Conselheiro Paulo Roberto Capiberibe Saldanha Presidente CONSULADO DEL PlRlGUAY - BELA VISTA - MS - BRASIL El Consulado de La República Del Paraguay INFORMA que por Ley NO 113 del 20 de Diciembre de 1991, se extiende a 5 anos el plazo de validez de los pasaportes consulares. Así también por dicha Ley se fija cn 20 U$S el cesto de la expedición de cada pasaporte, m~s 10 U$S por la inclusión de cada hijo menor se fuere necesario. El cesto de la renovacion se fijó em 10 U$S. Esta nueva Ley establece que los para - guayos naturalizados solo podran obtcner y renovar sus pasa­ portes unicamente en nuestro Pais. J.a Lcy no 113/91 modifica los Párrafos 70 y 71 - Nota 22 - Capítulo 7 - Artículo 13 del Decreto-Ley NO 46 del II de Febrero de 1.972. Rua Guia Lopes, 550 Caixa Postal - 08 CEP: 79.260 - Bela Vista - MS Brasil COMARCA DE BELA VISTA - MJ'l'O GROSSO DO SOL CARTÔRIO DO 20 OFÍCIO Edital de Proclamas NEGÓCIOS &. O Plí TA ' .- •• MAR AC fJ U-· 1 NO COM t:. Í: {'/ G /_ í' G/1 l Ga/poos em Conr !J Artofa/os d11 Ctmoo/o • 1 (;, ,,11 AI ondemos om lodo RUA Pi!OJf.TMl/1 10?0 C[ ; ,· Janilde Rosa dos Santos, Oficiala do Cartório do Registro civil desta cidade, faz saber a quantos o presente Edital de Proclamas virem que apresentaram os Documentos exigidos pelo Artigo 180 do Código civil Nos I,II e IV, e pretendem seca- sar: Darcy Freitas e Vera Lucia Pinhei:º· .• Ele,nascido aos 23/01/67, em Bela Vista-MS., residente na Rua Eusébio Martins, s/n, Bairro Costa e Silva, filho de u­ reliano Freitas e de Dona Rufina Ávalos de Profissão Funcio- nário público Estadual. . . El nascida aos 08/11/60, em Bela Vista-MS., residente na G ª 1 ' soares da Rocha, 421, nesta cidade, filha de Pedro Rua a , • h • d p f • - p Ivo Pinheiro e de Maria Fagundes Pinreiro, te 'ro 1ssao 'ro - fessora. - c ·stóvão Flores e Maria Antonia Torres Ifran. Joao ri i·do aos 21/03/68, em Bela Vista-MS., residente na Ele nasc • • FIh d Fl ' Fl ' t Fé neste Municipio, 'i o te .or1ano .ores e Fazend~ Sanª nd~ina Flores., de Profissão Carpinteiro. de Maria Ale~~ aos 23 /ll/68, em Jardim-MS., residente na Rua Ela, nasci", s/no, Bairro Antonio João, nesta cidade, fi José Lemes ""9"{an e de Juana Liduvina Torres Ifran, de Pro lha de Agapi .o - fissão :prõfessora. Se alguém souber de algum impedimento, que se oponha forma da Lei. Bela Vista-MS., 21 de'Fevereiro de 1992. Ludgero Augusto Senhorine Escrevente Extrajudicial t " NE TE CIR . BRINQUE cow e = , na t Obras de Engenharia Civil, Projetos, Ccr.:1r. e Drenagem -- A1min!:trcçõo '··· "1 lf?- ir' ,;i '1 éicero é«nu&o R. ANTONIO JOSÉ FERREIRA • 5:óG • - MARACAJU -------- ii S ~~ FONE 454·2232 7 : : i. Confecções e Bijouteri:is - l'-:.:• 1 r· Diretamente do Rio os Últimos l:mçrnocnto,;: '-' bijouteirn,:;. Roupas em ralha, horts, camisetas, pfjm.r, res e modelos à escolher. RUA - Conde de Porto Alegre, 368 FONE - 439-1846 Bela Viota - Mato Grosso 2o :· RUA CONDE DE PORTO ALEGRE RUA DUQUE DE CAXIAS BELA VISTA - MATO GROSSO DO SUL gea r y E ' TU50 T J.s E d MEL'OR PRCO DA cr -+ 1 .. ARTraos m: couno: - ecos, Cucas, Salas! 1 1 "' MODA fNTI 0 ,1A, BRR-1 MUDAS, CAMISETAS El 1 ETC... 1 DE: LmszETHE DuAnTE j ., BIQITTNIS Cl!URRASCARlA CANAà serve o me1nor churrasco do Brasil. frio co:n dezesseis qualidades de pratos todos os ài~~- Sistelll.'.l Americano e RodÍ.zio. MGs1ca arb!ente. Parada obrigatória para quem gosta de coer bem:, Anexo funciona o tradicional "Hotel Cana±", apar1etc c r cc nado, TV e cores, frigobar, banheiros co box, luxuosas suites, vazio naento coberto e telefones cm todos os apoc.cnto~. 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Sendo composta da seguinte 1Jt)n,•irn: dois homens e uma mulher. nc Para mui ores informações, procure o GUTO, no Assincra no pe Díodo vespertino. ni CC dc À mais nova gatinha do pedaço,estamos falando da garotinha - duna, filha do casal Bruno e Lenic, que acaba de chegar para tqcgrar ainda mais a vida do casal. ir E aproveitando queremos dar boas vindas ao novo Comandante o1 Policia Militar, o nosso amigo Cap. Veiga, que acaba de cc»slocar-se de sua cidade para a nossa, cm busca de grandes e dhgnificos trabalhos relacionados com a nossa segurança. ri gc A galera jardinense já está a mil, pois faltam poucos dias tora o Carnaval. cõ Segundo os comentários, a Banda Corumbaense 5a Dimensão, e~ tu prometendo grande sucesso neste Carnaval. :a Para quem já os viu tocar, afirma que de samba eles sabem teté demais. ho Esse ano o Carnaval do Esporte Clube Jardim será de arrasar. co po tr A Conferência Internacional sobre o Meio Ambiente que sera po»alizada em junho na cidade do Rio de Janeiro, come;a a preo­ COJpar os paises desenvolvidos e industrializados, em apresen - noar propostas compatíveis e aceitas pela opinião pública mun tiial sem ir de encontro ao potencial de desenvolvimento. no Para isso, representantes dos 07 (sete) países mais ricos - aso mundo encontram-se reunidos em Washington para juntos discu pe.lj_rem e formularem uma proposta sobre o Meio Ambiente a ser a= daresentada na ECO/92. O importante dessa reunião é o exemplo dado:eles já se preo moupam, há algum tempo, em apresentar sugestões aceitas, defen­ FOendo seus interesses. Resta a nós brasileiros, saber se nos - quhs autoridades também encontram-se preocupados em apresentar repostas compatíveis com nossa realidade. nh ti ma Desejo de todo coração e com muito carinho aos meus amigos, lhelson da Silva Ferreira e Leivanir Franco Ferreira, filha dos e teus amigos Loredo Franco e Juraci Arce Franco, que uniram-se 0 elos sagrados laços do matrimônio. Para vocês mil felicidades mo muitos anos de vida juntos. São os sinceros votos do Baixi­ diho Arara e família. c-a: Xi: No último dia 16, foi realizado r@oncurso nível básico para seleção f@;1 S/A. so: Candidatos da região de Nioaque, maes da Laguna, compareceram em peso do1 Estamos torcendo por vocês!!! em Guia Lopes da Laguna o funcional do Banco do Bra - ; Bonito, Jardim e Guia Lo - para prestar o concurso. Boa Sorte! Edital de Proclamas ne! Pedro Barcelos da Vale, Oficial Substituto do Cartório do do egistro Civil de Bela Vista-MS., faz saber quantos o presente merdital virem ou dele conhecimento tiverem, que pretendem casar zoe Edson Jorge Correa Zatorre e Maria Ester Barbosa Cabral,ele -:--'?spachante, natural de Antonio João-MS., onde nasceu no dia 0/12/62, domiciliado em Ponta Porã-MS., filho de Edson Zator- ~ e Dona Trindade Correa Zatorre, elas nascida nesta cidade a s 19/07/72, filha de Adão Moreira Cabral e Dona Julia Barbosa abral, estudante, residente e domiciliada nesta cidade. Apre­ encaram os Documentos exigidos pelo Artigo 180 da Código Ci - il Brasileiro de nos I, ti, irrreZ · Se alguém souber de algum impedimeni='o legal que se oponha a forma da Lei. f Cera de Aquidauana já 500 Mil evis à içã de Criadores Implantado ofici­ almente há rés anos em convênio entre a Fundação Cera (Cen tro de educação nu - ral de ;uidauana) e a Secretaria de Esta do do Meio Ambiente, o Projeto "Pexa" (Pos to Experimental do Aquidauana), de dois anos para cá, multi­ plicou por dez a pro ducção de alevinos.JIÕ je, estão à disposi­ cão de pecuaristas , 500 mil alevinos de pacu, a espécie que mais se adapta ao re gime de cativeiro. - Para aumentar a produção de alevinos, o Diretor-Presidente do Cera, Mcdson Ja ner da Silva, cons - truiu mais 11 tan ques, que sornados a­ os outros quatro já existentes, cornple - tam o programa Pexa. Do total de 15 tan - ques apenas quatro - são utilizados para engorda, uma ativida de acessória, uma vez que atende a de­ manda do restaurante da Escola com a co­ mercialização apenas do excedente. OBJETIVO O principal obje­ tivo do projeto é a­ tender especialmente o pequeno produtor , esclarece Medson Ja­ ner. Ele acredita que todo produtor ru ral que tiver água= corrente em sua pro­ priedade pode ter um znque para piscicul tura sem um custo al to, especialmente se consorcidado com a criação de suínos por exemplo. No ano passado foram comer­ cializados mais de - 30 mil alevinos de pacu. Hoje cada ale­ vino está sendo ven­ dido a Cr$ 100 ele­ va dois anos para a­ tingir o peso para o abate, com aproxima­ damente 1,8kg. Na verdade a Fun­ dação Cera já vinha pesquisando a pisci­ cultura desde de 1984, mas só em 1989 come- ou a comercializar alevinos. Hoje, , Fundação é o maior fornecedor de alevi nos d • toda a r qião. "Do ano passa do para ca a venda de alevinos pelo CP ra diminuiu. Isso pode não parecer , mas é bom, signifi­ ca qu mais gente - catá produzindo ale vinos através da tecnologia dcsenvol vida por nós na rc= qião", atesta o Di­ retor da Fundação. O COMEÇO Dll CRilÇÃO Como o pacu é um peixe de piracema , é necessária a inje cão de um hormônio retirado da hipófi­ se dos peixes, e que, quando aplica­ do nas matrizes em cativeiro, possibi­ lita a desova. As matrizes, que ficam no laboratório da Fundação depois de fecundadas colocam milhares de ovos que irão se trans - formar em alevinos, que começarão a ser comercializados a partir de 60 dias. No Laboratório - do Cera, o técnico agropecuário forma­ do na própria insti tuição, Wagner Nan­ tes Velasques, faz experiências com a reprodução do pinta do em cativeiro, um dos peixes mais a - preciados no merca­ do. Num dos tanques de engorda está sen do feito um consór­ cio com suínos. Uma pocilga foi cons truída em cima do lago, de forma que os restos de rações e a fermentação das fezes dos porcos servem de alimento para os peixes, O - correndo assim uma redução substancial no gasto com a ra - cão e a consequente criação de suínos. Toda a renda ob­ tida proveniente do programa Pexa é re­ vertida ·para o pró- prio programa. O • cedente, quando e - xiste é repartido - entr a Fundação Ce ra e a Secretaria do Meio Ambi nte. A idóia