BUnA o ROn 
~ 
DíARIO ;REGIONAL 
MJO: '/1 
EXTA-FIRA/SMADO- 06 e O7 DE MARCO DE 1.992 
SUCESSO O CIRNIYDL BELEZI. 
NO GRÊMIO PEDRO RUFINO 
, 
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··" ).:.:,. __ .._ 
Nas matines, como nos Iatles, tonica foi essa """" """"""- 
Ve1a os Fla~rantes do Carnaval Beleza no Grêmio Pedro Rufino 
Páginas - 08 -,09 e 10 
A m,1ior festr, popular 
brasileira, como num pas 
se de oágicn, er.pnntou n 
crise, as dificuldndcs,n 
falta de dinheiro, ao 
tristezas, a timidez e lo' 
as diferenças,nos cinco 
di;rn de folia, fazendo - 
com que até mesmo dver- [ 
ar los políticos, concor ] 
rentea e defensores das 
mais diferentes fdeolo - 
g1as e credos, partici- 
passem de uma só confra­ 
ternizaçao, como se estf 
vessem comemorando uma 
grande conquista. /vJsim 
sempre foi,e,e sempre se 
rã o Carnaval Brastle!-; 
ro, e no Gremio dos Sub- 
1 
Tenentes e Sargentos Pe- f 
dro Rufino,o mais tradi- 1 
cional Clube de nossa 
fronteira,a festa, bati­ 
zada de Carnaval Beleza, 
não fugiu à regra e até 
superou as expectativas 
nas cinco noites de fo - 
lia e duas matinês prom~ 
vidas pelo Clube,com a~ 
nimação da excelente "Vi 
sual Banda Show",da cidã 
de de Paranavaí-PR. - 
75ITMil; I 
%%J.ME$ FMI 0 %O 
~~-- 
;_e 
u 
1 
)> 
t 
Repetindo iniciativas 
anteriores, o Prefeito - 
Edson Medeiros de Moraes 
promoveu este ano Bailes 
populares de Carnaval 
com entrada franca, para 
toda a população belavs 
tense, principalmente P~ 
ta os menos favorecidos 
Pela sorte e que muitas 
Vezes não possuem condi­ 
ções de participar do 
Carnaval nos Clubes da 
cidade. Tanto no Ginásio 
de Esportes, como na_pls 
ta de Bailes do Bailao - 
da Fronteira, no Bairro 
Ã&ua Doce, as portas fo­ 
ta abertas pela Prefei­ 
tura Municipal para rece 
ber uma grande massa de 
an.iJnad!ssimos folioes 
que pularam as cinco noi 
tes e duas matines, Su 
Perlotando as dependên - 
cias dos bailes. 
A iniciativa do Pre 
feito Municipal, mais u­ 
aa vez agradou em cheio 
11 povão, que desta forma 
tiveram a oportunidade - 
de participar do mais - 
tradicional festa popu 
lar brasileira, que mui­ 
tas vezes é destinado a­ 
Penas aos que possuem - 
,, 
... . 
PMDB 
DIRETÕRIO MUNICIPAL 
'a .a 
do Baile de Carnaval no Ginásio de Esportes 
Flagrante 
maior poder aquisitivo. 
Com isso o Chefe do 
Poder Executivo Munic 
pal mostra mais_uma vez 
a sua preocupaçao com o 
lazer, com o alegTia e 
MOVIMENTO DEMOCRÁTICO BR,ASJLEIRO 
com a satisfação da sua - 
comunidade, principalmen­ 
te com os mais carentes e 
menos abastados. As cente 
nas de pessoas que parti­ 
ciparam dos Bailes Popul~ 
Edson 
raes .. 
Medeiros 
I 
,. 
• l 
1 
res de Carnaval com 
certeza estao mais do 
que satisfeitos com a 
iniciativa do Prefeito 
de Mo- 
PARTIDO DO 
DE BELA VISTA - ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL 
Edital. 
n) Elcirão per voto direto e secreto,do Diretó­ 
ri" P'unicipru. que será constituído de 35 (trinta 
e cinco) Membros e de 11 (onze) Suplentes,;• 
b) Eleição por voto direto e sccreto,_de 01 (um) 1 
Delegado e seu respectivo Suplente n Conven - 
cão Regional; 	- 
e) Eleicao,por voto direto e sccreto,d~ Caniss110 
Executiva e seus Suplentes.pelo Diretoria Muni 
cipnl eleito. Bola Vist-MS.,05 de hro de 1992 
- Presidente da Comissao Provisoriá 
, vigor. ficam CON- 
• 1 çno cm • fi • 
Nos tormnos da 1e?";;},, todos os eleitores _f6li a 
VOCADOS por cste Edi' ',, Democrático Brasilei 
dos ao Partido do Movi""!" ara a CONVENCÃO 
to- PMDB, neste Mum1cP',g no dia 15 de marco 
MUNICIPAL que será.T%,Z~e noras c cnecrra 
de 1.992, com início as na Rua Coronel­ 
bento às 17 (dezessete) hoF"?' 4ade, com a se - 
I
h:_ 	• • nl) ncs a e • 
ias (Câmara Municpt 	s inda 
guinte: ORDEM DO DIA 51isio Nunes de Mira 
Rainha do Carnaval/92, entregue por Juscelino 
drigues (Fotos Ubaldino Rodrigues) 
Heitor Miranda Protesta 
O Prefeito de Porto Mortinho, indignado, pro 
testou contra uma notícia publicada na Coluna DL 
LOGO, do Jornal Correio do Estado, de Campo Gran­ 
de, cm a qual o articulista acusava o Prefeito de 
se utilizar de uma Viatura da Prefeitura ec bene­ 
fício próprio. Segundo a notícia, Ilcitor usava o 
carro para ir à sua Fazenda, qunndo,na verdade 
nem Fazenda o Prefeito possui. Eis a Íntegra da 
Carta enviada ao Jornal pelo Prefeito murtlnheose. 
Ilmo Sr. Antonio João Hugo Rodrigues e/ou Es - 
ter Figueiredo - DD. Diretores do Correio do Esta 
do - Campo Grande - MS. 
Leitor assíduo do "Correio do Estado", Jornal 
que indubitavelmente, ao nosso ver, sempre pautou 
pela independência a imparcialidade quanto aos 
fatos que noticia, fomos surpreendidos com uma no 
ta na Coluna ''DIÁLOGO", pag. JB, datado de 25 de 
Fevereiro de 1992, de que usamos o Veículo D-20 
cedido pelo Governo do Estado para atender inte 
resse pessoal e prestação de serviço em Fazenda 
de nossa propriedade. Cumpre-nos esclarecer que a 
referida nota "incorre" em duas inverdades: 
1) - Nunca a utilizamos em interesse pessoal. 
€ público e notório que todas as vezes que a usa­ 
mos fora a serviço do Município, na defesa intran 
sigente dos interesses desta comunidade. Para viã 
gem de cunho pessoal usamos nosso veícnlo prÕpriÕ 
"Gol CL-1991 - Placa AQ - 4888" ou o Ônibus da 
Viação Cruzeiro do Sul, como poderemos facilcente 
comprovar. 
29) - Igualmente não poder!acos utilizar ec 
nossa Fazenda,_pelo simples fato_de não possuí-1a.J 
Vivendo do salario de Promotor Publico desde de - 
ze~bro de 1979, soment~ nos foi possível adquirtrl 
ate esta data, dois imoveis: um apartamento sob - 
ng 104, sito à Rua Maracaju, 1402 - Edifício Afmo 
rés, em Campo Grande-MS., financiado pelo Sistea 
Financeiro de. Habitação desde abril de 1974., e u 
ma casa pré-fabricada, adquirida na YlÕrida kó 
veis, em 04 (quatro) parcelas, edificada em um 
terreno de 20x40, nesta cidade, adquirido, igual­ 
mente. em prestações. 
Assim estamos convencidos de que esse prodig,io 
so veículo da Imprensa Sul-matogrossense, que se 
pre primou pela verdade, haverá de retific..a.r a 1 
formação constante da famigerada ''nota", coco for 
ma de impedir maiores prejuízos à nossa pessoa. 
Solicitamos, pois, que seja procedida a retifi 
cação posto que, de nossa parte, sempre nos erpe­ 
nhaos em pautar nossa conduta pelos caminhos de 
decência, honestidade e dignidade no trato da coi 
sa publica e particular. 	- 
Certos da atençao, subscrevemo-nos apresentan­ 
do nossos protestos de estil:i.a e consideraçno. 
iIEITOR HmANDA DOS SANTOS 
Prefeito Municipal 
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lo ll<)•lon.l rir> Tr:.hnll,11: 
na Idade de JrdI, fof 
,wllrllnrln pP]O lltle:r do 
P!il, d<•putnd() tdht'rto lion 
don, durante a segunda 
,,<'1Jr,Í10 f,,}llol11Llva (2íl/ 
02). A propoufc~n [oi en­ 
t·nnl11hnt1n no t!J11lutro no 
Trnhnlho u Prcvld~ncJn Go 
cinl o no C:hof,, de 1>1'l :: 
:;Üo de R 1 at;!Íl'!J ,lo Trnlrn- 
1 ho-Dl<T /W,. '.iCí'U'ldo l
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don, o ponto f r,; f:,rer 1< 
f1cal1zço pernnente 
em Jardim e demaf c{da­ 
des da refio uudoet 
"O ponto Jr/4 proporcln - 
nnr II centralfzaço do 
tr.1hnlho11 e lr,j dnr p1alr. 
ngll ldude no1, ncrdçu,; 
preetndos pelo Mlnlot~ - 
rio do Trabnlho, naquela 
regliio", <>xplicou n ll - 
ppE arpara»nastros,peaassearrtaarttreamarpp arre. patetas.metesse sarro.sassustam 
~------------------------------------------------- ~---------------------------, 
JWITAI. l>E PROCI.AM~ 
Pedro Bnrc,•lon do Vnlc, Oficinl Subf1tltuto do 
Cnrt~rlo do RcRlucro Civil denta cidnde de Dcln 
Vintn-MS., foz onber quontoo o prencntc ~dltnl v! 
rcrn ou di!l<l conhecimento tiverem, que pretendem 
casar-e ANILDO CINTURI.ÃO e J.AUDLClllA JlY. CASTlO 
CAllllll.lllA, o pretendente, brasileiro, solteiro, m! 
lltnr, filho de Aonunçio Ccnturiio e dona lsnbcl 
Telxeirn, nnscldo nos 11-08-70, ela, brnallelra, 
solteiro., estudante, filho de Simão Cabreira e do 
nn Mnrln Nicolacia de Castro Cabreiro, nascida - 
nos 18-08-71, residentes e domiciliados nesta ci­ 
dade. Aprcsentnrom os documentos exigidos pelo 
Art. 180 do C~digo Civil Brasileiro de ns - 1 , 
11, 111 e IV. 
Se alguém souber de algum impedimento que opo­ 
nha-se na forma da lei. 
Bela Vlsta-MS., 03 de Março de 1992 
Pedro Barcelos do Vale - Cnrt. 22 Ofício 
ti, r pe t tr;c,,. 
A neresdade da fn 
tnl.i~iio de 11"1 Posto ke- 
1onal do Tralho, na 
cJd:1d1.• de .Jt1rdln, fc,J 
JutIfIendo pelo deputa 
do Rondon, que destacou 
n Jocnl 1:t:1<:;iio ,. trntê;.J. 
ca do 1:.11nlcfpio. ".Jnr - 
dJm é um munlc!p1o rc:uJ­ 
to bem localizado na r 
giÕo sudorutc. Atrnvis 
r1' í r l • r. . d' l ;- r:c L • 
ele ,ado an Ides 
de afa Lope da La+un , 
Noque, Caracol e Ato­ 
nfo Joio. Além d! o, ha 
vrí u enfel d11 - 
nufçio do custos f1en­ 
cedro, d1spend1dos em 
deslocamentos, hoje ne - 
cessárlos e contraprodu­ 
centes, face a recessao 
que ac;sol.--. o Paf•/', con­ 
cluiu Rondon. 
F.XTRAVIO 
O Sr. Job DinJz VJecllll, de CPF n2 085.906. 
050-00, n2 28.567.162-6, residente na Fazenda Ca! 
votn, comunica que foi extr:wi:1do um Tal,10 de Pro 
dutor de ng 163,8851 n 163.8860. 
MarncnJo-MS 
ABANDONO DE F.MPIECO 
Solicitamos no Sr. Ars~nio Romeiro, portador - 
da CTPS - n2 31199/00001 - CRG - 125.900 à compa­ 
recer até o dia 08/03/92, na firma Mecânica e To! 
near ia Sartori. 
O não cornpnrecimcnto de V.Sa implicará suares 
cisão por justa causa, conforme o artigo 482, le~ 
tra Ida CLT, sendo seu Último dia de trabalho - 
08/02/92. 
Bela Visto - MS 
NATUREZA 
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• ' 
de

Gente Que é 
Abraão 
oticia 
Z a, e ar ias 
'l'P - Nome? 
Abraão - Araão Ar 
mo 2artas. 
'TP -- Nome dos Pa - 
is. Nome da Esposa 
Abraão - Sebastião 
Zacariar. e Alexandri­ 
na Armoa Zacarias, es 
posa Olga Tcrezinha - 
Biunchi Zacarias 
'TF - Local e data 
de nascimento? 
Abraão - Bela Vis­ 
ta-MS em 10 de Julho 
de 1948. 
TF - Filhos 
Abraão - Raquel Bi 
anchi Zacarias, Gustã 
VO Bianchi Zacarias e 
Glaucia Bianchi Zaca­ 
'rias. 
TF - Profissão ou 
atividade principal? 
Abraão - Produtor 
Rural. 
TF -- Primeiros es­ 
tudos. Formação pro - 
fissional? 
Abraão - Cursei o 
primaria na Escola Pa 
roquial Santo Afonso­ 
em Bela Vista-MS, o 
Ginásio na Escola, di 
go, Ginásio Estadual­ 
de Bela Vista hoje de 
nominada Escola Vera 
Guimarães Loureiro 
por último, o 20 grau 
cursei no IAL (Insti­ 
tuto Americano de Lins). 
TF - Fale algo so­ 
bre sua juventude, pri 
meiros empregos, pri­ 
meiras posições na 
comunidade? 
Abraão - Passei em 
Bela Vista, normal co 
mo os demais jovens 
do meu tempo, nunca - 
fui empregado, auxi - 
liei meu pai quando 
eu ainda era moço e 
casei-me com 21 anos. 
TF - Cargos ocupa­ 
dos, Clubes, Partidos, 
Entidades, etc? 
Abraão - Até então 
ocupei um único cargo 
público o de prefei 
to fui Presidente do 
60E.C., do Belavis - 
tense e da Liga EspOr 
tiva, fui ainda, Dire 
tor do sindicato Ru - 
ral por 06 anos, quan 
to a questão política, 
por insistência do fa 
lecido Dr. Ely fui fi 
lindo ao PDS mas 
nunca participei da 
vida política por - 
que viviumoo cm re­ 
qime autoritário , 
finalmente inqres - 
sei no PMDB onde es 
tou até a prcscnte­ 
data. 
TF - Linha Polí­ 
tica? 
Abraão - Sou pe­ 
la Social Democra - 
eia, acho que e im­ 
portante o capita - 
lismo mas devemos o 
lhar com mais cari­ 
nho os menos favore 
cidos. 
TF - Religiiio? 
Abraão - Católi­ 
co Apostolico Roma­ 
no. 
TF - Clube Espe­ 
cial? 
Abraão- Santos 
Futebol Club. 
TF - Cantor e Can 
tora? 
Abraão - Gosto - 
da musica sertane - 
ja. 
TF - Um lider Re 
gional? 
Abraão - Deputa­ 
do Moka 
TF - Um lider Es 
tadual? 
Abraão- Juvên - 
cio Cesar da Fonse­ 
ca. 
TF - Um lider Na 
cional? 
Abrãao - Ulisses 
Guimaraes. 
TF - Qual o tipo 
de literatura que 
prefere? 
Abraão - No que 
diz respeito à lite 
ratura não tenho 
preferência, uma vez 
que leio pouco atu­ 
almente. 
TF - Cite um li­ 
vro e um escritor 
que marcou sua vi - 
da? 
Abraão - No mo - 
mente nao tenho em 
mente escritor ou 
obras que tenha dei 
xado marcas em mi - 
nha vida. 
TF - Uma pessoa 
que o influenciou? 
j 
por quê? 
Abraão - Meu pai, 
pela luta, honestida 
de, aprender escutar 
mais do que falar, 
TF - Sua opinião 
a respeito da políti 
ca? - 
Abraão - Penso , 
eu, que a classe po­ 
lítica está muito 
desacreditada por sua 
própria culpa; veja , 
por exemplo, nosso 
Presidente se elegeu 
dizendo caçador de 
marajá, no entanto , 
temos no Brasil mais 
de três milhões de - 
les, além disso, vem 
pregando "transparên 
eia e honestidade" , 
perdoou a dívida dos 
usineiros porque com 
certeza o ajudaram - 
em sua campanha. 
TF - E a atual ad 
ministracão de Bela­ 
Vista? 
Abraão - Acho nor 
mal, uma administra= 
ção mais visando o 
lado político do que 
o bem estar dos bela 
vistenses, principal 
mente o lado social 
mais humilde. 
TF - E do Governo 
Pedro Pedrossian? 
Abraão - Todos sa 
hemos que ele é um 
grande administrador, 
certa ocasião ele 
disse-me que queria 
errar o menos possí­ 
vel nessa que talvez 
seja sua última ges­ 
tão. 
TF - E do Governo 
Collor de Melo? 
abraão - No meu 
ponto de vista acho 
uma negação, tudo 
cue prometeu e pre - 
'ou em sua campanha 
nao es 4 sendo fei - 
to, pegou o dinheiro 
dos pequenos poupado 
rcs e o que é que 
fez? 
TF - Dela Vict, é 
viável? 
Abraão - Claro, a 
pesar das dificuld­ 
des que vivemos ain­ 
da é um Município su 
per viável. 
TP - O que preci­ 
sa ser feito para 
um maior desenvolvi­ 
mento do município? 
Abraão - Creio que 
se concretizar o Por 
to na cidade de Por= 
to Murtinho, deixare 
rios de ser final do 
linha, passaremos en 
tão a ser entronca - 
mente, outro fator - 
importantíssimo é 
que nossas terras de 
agricultura sofrerão 
uma super valoriza - 
ção, consequentemen­ 
te haveremos de ter 
mais empregos. 
TF - Quais suas i 
déias, para melhorar 
as condições de vida 
do povo? 
Abraão - Acredito 
que Bela Vista em se 
tratando de ser uma 
cidade cuja economia 
haseia estritamente 
na pecuária, gera 
pouco emprego, e os 
latifundiários pa - 
qamm ito pouco i­ 
posto. 
Acho que incenti 
var o pequeno pro 
dutores a produzir 
mais criar o falado 
cin urão verde, por 
que é uma vergonha 
tcn·o;; que coc•prur 
verduras, mandioca 
e etc do fora. 
TF - O que acha 
dd oistcma cducacio 
nal? 
Abraão - O nosso 
setor educacional - 
está em um nível ra 
zoável, já fazemos­ 
por merecer uma ex­ 
tensão de um curso 
superior. 
'l'F - Fale 
sobre a atual 
cão ecooõmica 
lítica? 
Abraão - Estamos 
no fundo do poço, a 
classe produtora já 
não aguenta mais 
nosso chefe de Esta 
do tem que solici - 
tar investimento de 
capital estrangeiro 
urgente. 
algo 
situa 
e po- 
TF - E a AIDS? 
Abraão - Um mal 
que preocupa a huma 
nidade. 
TP - O que achá 
do Merc0sul? 
Araão - Pode te 
a o!u&A6 nas e 
muito burocrtica. 
P -- E as rela;' 
os do Brasil cna 
Paraguai? O que fa­ 
zer para dinauizà • 
1a? 
Abraão - Acho qu 
é boa, falta o Urn 
sil pagar sua cont1 
do consumo de luz 
conservar uma poli· 
tica de boa vizinha 
_ li 
TP - Seus plano' 
para o futuro? Voe•. 
é candidato a Pre • 
feito? 	ll 
ca. 
Abraão - Eu es 
tou estudando depe 
de de muitas coi 
sas. 
TF Considerac 
es Finais • j 
4 
Abraão NÓo bc J 
lavistenses temos 1 
que pensar mais e 
coisas gerais e la 
gar as palavras d 
efeito de lado. 
=====-====-=== 
TRIBUNA DA FRONTEIRA - DIÁRIO REGIONAL 
Prefeitura Municipal de oito 
t 
5 
r ' 
"Dispõe sobre a doação de um lote de terreno a Ari Verbi ' 
ke Amizo". 
LEI NO 595/92 
3 
O Prefeito Municipal de Bonito-MS, faz saber que a Câroarir- '' 
Municipal aprovou e ele sanciona a seguinte Lei. 	R ~ 
Art. 10 - Fica o Executivo Municipal autorizado a doar 'l lt 
lote de terreno urbano, com 2.500m
2
, determinado pelo n 
1-0 constante da matrícula 5.015 do CRI local, situado nestz} , 
cidade à Ari Verbiske Amizo. 	} , 
Art, 20 - O donatário tem o prazo de 10 (dez) meses par,f , 
implantar as benfeitorias projetadas, caso contrário o irnó -1- 
vel voltará a pertencer ao Município. 	l 
Art. 30 - Esta Lei entrará em vigor na data de sua publi· 
cação, revogadas as disposições em contrário. 
Bonito-MS., 27 de Fevereiro de 1992 
NAUDEMIR XAVIER - PREFEITO 
Diga - 
nao a Violência 
Cruzeiro do 
;.. 
CONFORTO 
SEGURANÇA 
LINHAS PARA TODOS OS MUNICÍPIOS DO MS 
CONEXÃO PARA AS PRINCIPAIS CAPITAIS 
VIAÇAO CRUZEIRO DO SUL 
Uma. Estrela Brilha na 
Constelação do MS. 
<; 
~-- 
'+ 
t' .• 
. , 
., ..:•:;:._. -=::::t..i-=-=-- ..... 
' -- ..._ -~ ... ---~ - -- --·- 
Sul 
2d 
r 
II 
·a 
-

.. 
,, , 	. ' - 
PITIIS RECEBERAM RECURSOS 
O cretário de E, 
lo do ide, Marcus 
cius Na.cimento , ' 
in! convênio no 
lor o Cr! 459 mi - 
o com a prefeitu 
1 do Aparecida do 
ado, Bonito, Jar­ 
n Ladirio. os re­ 
sos orio admini­ 
dos diretamente pe 
» municípios para a 
lição o reforma - 
posto de aide e 
hospitais municipa 
Pm mono do uma 
ana eta é a sequn 
liberação de recur 
s para a interiori­ 
:iio <la anúdo promo­ 
la pelo governo Po­ 
» Pedrossian, tota­ 
ando recursos da 
tem de Cr$ 840 mi - 
es e o atendimento 
,ovo municípios. 
O objetivo do go - 
no do Estado é do­ 
• os municípios do 
·ursos físicos e hu 
os para a realiza- 
GOVERNADOR - PEDRO PEDROSSIAN 
cão de atendimento 
médico e cirúrgico 
na própria localida 
de, sem que tenham 
de recorrer aos gran 
des centros urbanos. 
Os primeiros munici 
pios a receberem 
verbas para isso fo 
ram Jaraguari, Ban- 
150 
Buxixo na Câmara de 
t 
1 
Porto Murtinho / MS. 
PEDIDO 
o Presidente da ca 
a de Vereadores de 
"to Murtinho e can­ 
'ateo à Prefeito Alei 
Froes, os vereado- 
Martim Contrera e 
nando ugusto Cris 
do de Mattos, o Di 
or da Escola Esta­ 
-1 àe 10 grau Clau- 
[ de Oliveira, Adol 
+Aquero e o Secretá 
f: de Educação Muni­ 
,al José Gibim Net- 
, foram os protago­ 
tas de uma discus- 
• acalorada no fi - 
do coquetel que 
,· e.morava a abertura 
i trabalhos do le - 
'1ativo de 1992. 
A confusão patroci 
/'a pelos "Nobres E 
1" e representantes 
:"Educação", todos 
·?MDB, causou per - 
idade a comunida­ 
'nurtinhense, prin- 
' 
1 
:1.lrnente àqueles re 
f'>ntes próximos ao 
'1io da câmara Muni 
'l que acordaram 
:;om de palavrãos e 
':os proferidos pe- 
, • baderneiros. 
A causa da desor­ 
dem fora um desenten 
dimento entre os ve~ 
readores e o Diretor 
da Escola Claudio de 
Oliveira, candidato 
a vereador pelo PMDB 
que acusava a Admi - 
nistracão Municipal 
de traidora e incom­ 
petente e que não lhe 
dava respaldo politi 
co. 
Cabe salientar 
que o referido Dire­ 
tor, durante sua cam 
panha para dirigir a 
escola Claudio de Oli 
veira contou com o 
apoio do PMDB, no 
qual é membro do Di­ 
retório deste Parti­ 
do, portanto mais um 
assecla descontente. 
Os promotores da 
desordem encontravam 
se bêbados e segundo 
testemunhas, mal pa­ 
ravam em pi. 
Pois é, senhores 
e senhoras, essas a­ 
titudes só colaboram 
para um maior descrê 
dito da classe poli:: 
tica, não contando - 
Milhões 
deirantes, Rochedo 
Ribas do Rio Pardo , 
Maracaju e Coxim. Se 
gundo a secretária - 
adjunta, Vera Kodjao 
glanian, os recursos 
para este programa - 
são da própria Secre 
taria de Saúde, arre 
cadados via presta 
com a preocupação - 
que devem estar os 
pais dos alunos que 
tem como dirigentes 
um Adolfo e um Gi - 
bim. 
Faz-se necessa - 
rio que o povo re - 
flita nas eleições 
de 92, estirpe essa 
gentalha que mancha 
a história de um mu 
nicípio de gente hu 
milde e honesta que 
não merece ser en - 
vergonhada por maus 
representantes. 
O que os "Rambos" 
do PMDB fazem hoje 
é uma simples amos­ 
tra de como será o 
comportamento deles 
na campanha politi­ 
ca deste ano. 
Fica aqui a su - 
gestão para eles 
competirem em ou 
tras áreas como: lu 
ta livre, halteroco 
pismo, tiro ao alvo, 
etc ... Com certeza 
terão mais preparo 
e consequentemente 
mais chances. (SALoÃo 
ARCANJO- PAI DE ALUNO) 
DECRF:ID N2 008/92 
clara ponto facultativo os dias de festejos carnavalescos. 
Prefeito Mun!cIpal de Bonito-MS., no uso de duas a.tribuiçõcs legais de seu caro; 
2CRETA: 
rt. I?- Fica declarado Ponto Facultativo o dia 02 e o dia 04/03/92, saente até is 12:00 
, nas repartições públicas runtctpats. 
·t. 2- Este decreto entrará e vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições 
,nttarlo. 	. 
Bonlto•MS., 26 de Fevereiro de 1992 
NAIDEM-IR XAVIER - PREFEITO MUNICIPAL. 
TORISTA - DIRIJA COM CUIDADO, RESPEITE AS LEIS DO TRÃNSITO 
para Jardim 
Mato Grosso do 
Sul, ao lado dos Es 
tados de são Paulo­ 
e Paraná, foi um 
dos responsáveis pe 
la consolidação das 
leis ambientais na 
esfera federal, jun 
tamente com os gran 
des especialistas - 
na questão do meio 
ambiente. 
um novo centro cirár 
qico, lavanderia e 
cozinha. Segundo_O 
assessor técnico de 
planei mento da e - 
ali- J 
cretaria, tobson do 
é Sanches, o mun1c1 
pio necessita do re­ 
cursos pura melhorar 
o atoend .rento hospi­ 
talar tndo ·m vis - 
ta, inclusive, o 
arande fluxo de ope­ 
rários na cidade em 
:unção da conotrução 
da ponte rodo-ferro­ 
viária sobre o Rio 
Paraná. O Hospital 
Municipal de Jardim 
também será reforma­ 
do e ampliado com 
verbas da Secretaria 
de saúde. 
O prefeito Joel - 
son Martinez Peixoto 
receberá Cr$ 150 mi- 
1hães para a constru 
çao do centro cirúr­ 
gico, lavanderia e 
cozinha. 
PREFEITO DE JARDIM - JOELSON M. PEIXOTO 
ção de serviços para is necessitados de 
o Inamps. 	infra-estrutura na 
De acordo com a área da saúde. O mu 
adjunta, a Secreta - nicípio de Apareci: 
ria de Saúde reali - da do Taboado ira 
zou um levantamento receber Cr~ 180 mi­ 
aas necessidades dos lhÕes para amplia - 
municípios e está li cão e reforma do 
herando os recursos hospital municipal, 
primeiramente aos ma que deverá receber 
M$ Parti.ia da Cnsolilaãv das 
Lzis imientais do País 
taâo é quem conhece 
de perto suas pecu­ 
liaridades regiona­ 
is. 
Mareia de Olivei 
ra informou que Ma­ 
to Grosso do Sul 
foi lembrado, dada 
a sua preocupação - 
com o assunto desde 
o ano de 1982, quan 
do o governador Pe­ 
dro Pedrossian, an­ 
tevendo aos dias de 
hoje, já se preocu­ 
pava com a questão, 
criando através da 
Lei no 328, exigên­ 
cias e normas de 
proteção para insta 
lações de indústri­ 
as, estabelecendo a 
necessidade em cri­ 
ar e proteger áreas 
como patrimõnio na­ 
cional. 
A assessora Jurí 
dica da Secretaria­ 
do Meio Ambiente , 
Márcia Correa de 
Oliveira participou 
de 16 a 31 de janei 
ro, deste trabalho, 
revendo os textos , 
revisando e retifi­ 
cando as leis. Para 
ela, o fato do Go - 
verno do Estado ter 
sido convidado pelo 
Governo Federal, de 
monstra que o traba­ 
lho aqui desenvolvi­ 
do, aliada a politi­ 
ca adotada pelo go - 
vernador, estão no 
caminho certo. 
Mareia de Olivei- 
ra acredita que o 
trabalho realizado 
pelos técnicos com a 
ajuda dos Estados , 
vai possibilitar de 
uma vez por todas, a 
compatibilização das 
normas e atividades 
desenvolvidas, defi­ 
nindo suas atribuiç~ 
es e competências. 
Ao Ibama, explica 
a assessora da Sema, 
caberá a supervisão, 
e aos Estados, a a - 
plicacão dos recur - 
sos e administração, 
fiscalização e açõ - 
es, já que ele, o Es 
Hidrovia Tietê - Paraná Será 
tiscfita em Marro 
A participação - 
de Mato Grosso do 
Sul no projeto da 
hidrovia Tietê-Para 
ná será o tema do 
"Encontro de Negóci 
os", promovido pela 
Secretaria de Esta­ 
do de Turismo,_ In - 
aústria e Comércio 
juntamente com a Fe 
deração das Indús - 
trias de Mato Gros­ 
no do Sul - FIEMS . 
1. reunião será no 
aia 11 de marco a 
partir das Sh no au 
ditório da Fiems 
no 60 andar. 
Participam do En 
centro de Negócios 
empresãrios de Mato 
Grosso do Sul, o Se 
cretário de Estado­ 
de Turismo, Indús - 
tria e Comércio, Al 
dayr Heberle e os 
diretores da Agência 
de Desenvolvimento - 
Tieté-Paranã. Essa 
agência congrega a 
iniciativa privada, 
empresários e o po - 
der público e foi 
criada com o objeti­ 
vo de viabilizar o 
projeto de implanta­ 
cão da hidrovia. 
Além de benefici­ 
ar os Estados banha­ 
dos pelos rios Tietê 
e Paraná, a hidrovia 
irá proporcionar uma 
importante via de de 
senvolvimento para 
todo o Centro-Oeste, 
através de um trans­ 
porte muito mais ba­ 
rato. Do encontro 
também poderão sair 
novas idéias com re­ 
lacão aos investimen 
tos no Centro-Oeste. 
Entre os pales 
============-- 
trantes no encontro 
estão o presidente 
da Fiems, Jorge Eli 
as Zahran, o Presi:: 
dente da ADTP, Wil­ 
son Quintela e os 
superintendentes da 
ADTP Carlos Roberto 
Silvestrin e Paulo 
Bastos Cruz Filho. 
C Secretário-adiun­ 
to da Secretaria 
Nacional de Energia, 
Eugênio Mancini faz 
a palestra de encer 
ramento antes da 
conclusão e das re­ 
comendações tiradas 
pelos participantes 
do encontro. 
LEIA E ASSINE O 
JORNAL TRIBUNA DA 
FRONTEIRA . 
· IEGOCIOS __ E OP.DJIJUNIDIDES. PINTA DE. TUDO!

,JOfiNAl, TJllOl!t'A 
- -- 	l)A I HO'. 'J l.lHI 
DIARIO P! CIO!AL 
.. BONITO CIIY - 
RIPIDINHIS OI SEMINII 
O DEPUTADO ESTADUAL, 
Waldir Novo, - pTP 
passada etove no "" Uma visita contanto em Bonito, emana 
• u ;, Cl<.hd 
droian, anuncio 	'a !e, e em nome do Governador Pedro P 
Guia Lopes da í,,' o propalado asfalto Iqando este Município à 
·a@una cuja ob. d. : : ·i 
primeiro semestre j 	Id ra uverà er iniciada a.nda neste 
chefe do Executj,, "P'oveitando a oportunidade do encontro com o 
feito do Emproe, 'ocal e políticos, lançou a candidatura à Pre 
5.r1o Nercy Soares dos Santos. 
A ATITUDE DO NOBRE DEPUTADO 
'Todavia, "arrepio " 	, , 
dos Santos ainda '' os meios políticos, porque Nercy Soares - 
linhado com o , ""? definiu pela sigla partidária e já estava_a 
PTB) e Irson «'e:to; Liel Jacques (Presidente do Diretório do 
ncncc "cntid ananova, dirigente do PPL. A Campanha caminhava - 
, '0,_arregimentando mais correligionários para engros- 
sar 
O 
oco pro candidatura Ncrcy Soares. Com essa intervenção i 
noportuna na vida política da cidade voltou tudo estaca zero 
uma vez que os l 'd • ' 	' 
1leres politicos que haviam optado por Nercy, fi 
curam melind~ados e agora será necessário novas articulações pa 
ra decolar definitivamente a candidatura do sr. Nercy Soares, 
COM MUITA CAUTELA 
IS 
NEGÓCIOS & OPORTUNIDADES, 
PINTA DE TUDO! 
PREMARA 
MAR AC AJ u- I / D C O ~ E ENG L TD 
Go /µo os om Cone roto Pro- Moldados 
° 
Artefatos de Cimento em Geral 
li lundomos cm todo Estado 
RUA PROJETADA IO2O DE FRONTE OESCR DA LERSJL 
Estamos_acompanhando a dinâmica da política local, porque as 
mudan~as_sao constantes e a cada momento um fato novo para mudar 
a traJetoria. Os postulantes ao cargo de Prefeito na sucessão de 
Na ud emir Xavier , são os se g uin te s : N e r cy Soares d os santos , A u - .. ,~-:_-:_-:_-:_-:_-:_-:_-:_-:_:_:_:_:_-:_:_:_:_:_:_:_-:_-:_-:_-:_-:_-:_-:_-:_-:_-:_:_:_:_-:_-:_:_:_:_:_:_:.:.:.:.:.:.:.:.:.:.:.:.:.-:_:_:_:_-:_-:_-:,-:_-:_:_:_-:_-:_- 
gu s to "Capa Gato" Mariano, Odilson Arruda Soares, Darcy Bigaton 
e Olices Trelha. Porém, a bem de uma verdade cristalina, cada um 
deles auto-lançou-se a respectiva candidatura. Não houve nenhuma 
reunião de lideranças ou de Diret6rios que lançasse oficialmente 
determinado cidadão a concorrer as eleições Municipais de outu - 
bro. Desta maneira, ninguém está compromíssado e sacramentado a 
registrar a candidatura até o dia 5 de julho no Cart6río Eleito­ 
ral. 
Ser candidato 
ainda são: Padre 
de Jesus, Odínel 
reste Flores. 
TEM MUITOS QUERENDO 
a vice-prefeito, mas os nomes mais cogitados - 
Rooswelt de Sá Medeiros, Maria Jurimá Ferreira 
Soares, Mozar Soares, José Artur Figueiredo e Q 
roNC r.54-2?78 MIRAC:AJU-MS 
CONSTRUTORA 
E 
1 f 
PAVIMENTADORA 
NERCY SOARES DOS SANTOS 
E sua esposa Dona Frida, estão em plena campanha, visitando - 
os principais redutos eleitorais e a cada dia que passa o seu no 
me vai ganhando projeção e centenas de simpatizantes estão for - 
mando fileiras para torná-lo vitorioso, reconhecendo a sua capa­ 
cidade administrativa. 
ENQUANTO ISSO O PREFEITO 
Naudemir Xavier pouco fala em política e sua administração e~ 
tá atingindo 
O pique do dinamism?, revoluc~onando_todos os seto­ 
res. Até um cego é capaz· de sentir que Bonito esta realmente em 
ri t.mo de de·senvol vimento e "Mi mi to" afirma que pretende en t reg ª: ::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::;:-_ 
a cidade super urbanizada ao seu sucessor, reduzindo a zero o nu 
mero de crianças sem Escola e enfermos sem atendimento medico. 
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Dado e puas«. to n + 
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DO SL, N'A FOR'A DA LEI, EIC... 
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r.oh n'! J0'>/90 • ACHO DE INTERDIÇÃO, requer1do por FELIPA A.5SlS DO PRADO conrrn KM,OtrL COMP.S 
DO PRADO, em tramite neste Juízo e Cartórfo do nfco 0ffcfo, que e seu cuprirento e atender 
do ao na!s que dos autos consta, pelo presente edita! que erà afIxado no Edffclo do Fórum 
local, no lunar de costune, e publicado por três vezes n a {prensa local e oficfal, para c o 	- 
nhecimento de terceiros, Sentença, em sua parte dispos!tiva: PosT0 1570 e conr.iderar.do tudo o 
mafs constante dos autos, dccrC'to .a interdlçÕo do requer!do, Manoel Cores do Prado, brast1el­ 
ro, viúvo, pecuarista, renidente e donfcI!Lado nesta cIdade, filho de Antonio Cores do Prado 
e de Benedita Rosalina de Mazalhices, declarando-o absolutamente Incapaz de exercer pessoalmen 
tf' os &tos da vldn civil, na fcra do art. 52, II, do CGdL;o CIvt1 e de acordo con o rt. 45 
1e e 29, do CÕdh;o Clvll, no:-,cio·lhc curadora ,1 ::un filha, Fellpil Assis do P-r.udn, hraslh.•t 
ra, solteira, psicóloga, residente e do!cIlLad nesta Idade. !os termos dos arts .. 1 .. 184 dÕ 
CPC e 12, III, do Código C!vII, Inscreva-se a presente no KezIstro CvII e publique-se pela 
ir..prcns,'1 toc.11 e pelo •r no of!cl.11 por trcs vezes, co Intervalo de dez dias. IntLe-se a 
requerente a prestar cprosso no prazo de cinco dias, devendo proceder na forma do art. l 
18H do CPC, podendo ainda t.•ntr,'.]r cn e:-c.ercfclo de Lredtato, por se tratar de ft.lhn do re']uerl­ 
~o, prcstnndo d<:po1s a gar.,ntln. Custas ex )CG<'• ?.R.l.C. Bonito, 5 de feveore!ro dl' 1982. úr:;J 
Dr. Enerson Cafure- Juiz de Direito. E para que chegue ao con!ecLerto de terceiros, e de 
futuro ninuen alepue Lznorancfa, foi expedido o presente ed!tal, que será publicado na fora 
dn lei. Dado_c passado nesta cidade e Coarca de Bon!to- Fstado de Mato Grosso do Sul, aos on 
zc di.'.ls do r::.es de fevereiro do ano de- mil novecentos t~ r.ov(.~nta e dois. F.u, (RICARDO ACEL. AI-, 
VES), que o dat!lografel e suscrevi. 	' 
Dr. Eocrson Cafure - Juiz de Direito 
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O Juiz de Dlrc1to da 2.J Vara C{veI da Comarca de 'aracaju-!{S, na fora da Lei etc 
Faz Saber que, cm ctopr!:::ento ."Jos trar.iites legais do processo de ex.ecuçôo ei:: ~urso· ~erante 
este Juízo entre partes, co,:,o Exequente(s) ADEMAR h'DJIIAIJS e coo Executados) D-!lLIA srAMBOR0- 
SKI (Autos_ng 188/90), no átrfo do Ed!f!do do FÓ:-tL-:1 des~a_cocarca, à Run 1-ioaque, s/nQ, nes­ 
ta cidndc, as 14:30 horas do dia 09 de r.iorço de 1992, sern(ao) Jevodo(s) a público pregão de 
venda e arrernn.tilção em praça pÚblicn, a quen nais der acima da avaliação riencionada abaixo ~ 
(s) bens) penhorados) ao(s) Exccutado(s) no referido processo, a seguir descrlto(s): Lo~e - 
n? 05, da quadra B, do lotc.nr.cnto denoo1n.1do Jnrdi..:l Cuanabar.'.l, e~ a iirea de 307,SOc
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nos fundos, onde confronta com o lote 2l..; coo 30, 75:: do lado direito, onde c.oníronta ccr.: 0 lo-­ 
te 04 ; co 30, 7Sc do lado esquerdo onde confronta con o lote 06; contendo una casa de alvena - 
rio do t!po C3 co 66,17m
2 
dc_ãrea construída, contcodo 01 sala, 03 qcartos, 01 cozinha, 01 
bnnhciro e 01 arca de circulaçao. Devida~ente matriculado sob nQ 1.259 no CRI desta Coe.arca 
de propriedade da executada. A'al!ado(s) er., CrS 8.328.805,50 (oito r.i!lhÕes trezentos e vinte ; 
oito mil oitocentos e cinco cruzeiros e cinquenta centavos). 'alo!" at.ualizndo e::i dcze:,,bro/91 _ 
CrS 10.4i8.066,SO (dez cilhÕes qU.1.troccntos e setenta. e oito c:11 sessenta e seis cruzeiros e 
cinquenta centavos). 
Não consta nos autos a existência de onus sobre o (s) bem(ns) e o feito nãç, está. sujeito 
8 
recurso pendente de Julgru:-:ento. • 
S e , na data Indicada, o(s) be(ns) não alcançarem) lanço super!or à aval!ação, no meso 1o 
cal! as 1 .. :)0 horas _do dia 25 de na:-ço de 1992, sera(~o) lcvado(s) novacente à venda e arre-n.l=­ 
taça0 e sesunda e: ulti.=a praçn., desprezada a avaliaçn.o e vcndido(s) a quer:, ::iais der. 
Eu, (AGVSTlh1!A LEITE GOOOY), Escrtvão do Juízo fiz extrair o presente dos autos indicados 
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confe:-1 e subscrevi, nesta cidade e coarca de Ma.racaju-MS., a o s 11 de Fevereiro de 1992. 
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se peixe.a modu corumbaonnc q/ 
deixa_gringo louco para pegar­ 
JUcnrc a unhn. 
E a nossa Dclu Vista ofe­ 
reco o melhor churrasco da re­ 
giao, sem falar nas deliciosas 
sopas paruguuius da D. Lídia. 
- Ontem, lembrando da reuni 
ao do PTB, na residência do 
Prefeito, cheguei a conclusão­ 
de que POL1TICA e CULINARIA se 
confundem. 
O Moraes, do alto de sua - 
vivacidade, inteligência e vi­ 
são política é um mestre cuca- 
no 
de fazer inveja aos baianos,cuia 
bano.», corumbaenses e, por que 
não, até franceses, que gostam - 
t illl u (1,_, nr;lho. 
A 0sµccialidadc do pr0feito, 
é preparar sopas. Ele consegue - 
reunir iguarias finas, temperos­ 
t?xótico~;, raizcs da terra, lllL':lil-. 
mistura onde a arte final & o no 
lho. Este é o segredo do Estado: 
Só o !oraes consegue o sa­ 
bor exato. 
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toda e qualquer indisposiçüo,clu 
é leve e Guave, deixa um sabor a 
doclcado nn boca e provoca eufo­ 
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prato do adversário. 
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Um dos maiores clamores de grande número de consumidores de 
energia elétrica em Bela Vista encontrou fundamental apoio por 
parte do vereador Sydney Nunes Leite, do PDT, autor de uma emen­ 
da os Projeto de Lei Substitutivo apresentado pela Câmara Munici 
pal de Bela Vista alterando os Índices percentuais utilizados pa 
ra o cálculo dos valores da taxa de iluminação pública cobrada.- 
A emenda do vereador pedetista foi aceita pela unanimidade­ 
dos vereadores, sendo aprovada em 10 e 20 votação, a principal - 
mudança foi a inclusão de um parágrafo no Projeto de !,ei que im­ 
pede a conta de iluminação pública de ultrapassar o percentual - 
de 15% do valor da energia consumida, tanto para os consumidores, 
residenciais, como comerciais e industriais. 
Justificando a sua emenda na Tribuna da Câmara Municipal, o, 
vereador afirmou que "praticamente fomos o primeiro vereador a ,------------Tl"'------------rr----------­ 
tomar conhecimento do absurdo que vinha se caracterizando a taxa 
de iluminação pública e confesso aqui que votamos essa lei no a­ 
no passado equivocados, pois acreditavamos que ela seria cobrada 
através de um percentual calculado sobre o consumo, quando na 
verdade ela é calculada sobre um indice estipulado pelo Governo­ 
Federal que vém sendo aumentado vertigino~amente mês a mês e su­ 
focando principalmente os pequenos consumidores. 
Procuramos a ENERSUL, nos ~nfo~mar~m 9ue mais de 800 consumi 
dores não pagam a taxa de iluminação publica de acordo_com a i­ 
senção prevista nessa lei em vigor, pedi a relacção e não me for­ 
neceram, até agora nao achei nenhum consumidor beneficiado por - 
essa lei esdrúxula e absurda, por .. isso apresentei essa emenda al 
terando os percentuais de cálculo arrematou Sydney. 
C a aprovação do Projeto de Lei pela Camara Municipal,com 
as eás ao vereador Sydney Leite, os_valores da taxa de i1umi 
nação pública deverão diminuir considera~elmente, evitando que 
muitos consumidores continuem a pagar mais_de 508 do valor da 
: sumida a título de iluminacao publica como vinha acon 
energia con . 	. 
tecen~o~rojeto está agora sob análise de Prefeito Edson Medeiros 
Pr
azo de 5 dias para dar o seu parecer. 
de Moraes que tem o 
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falt d dinheiro, a trltezas, a timidez e n d1 
ferenças, no circo dfas de folt, fazendo com que 
até mesmo dever&rlos polftfeo,, concorrente e de 
fenorew das mal d1ferente fdeolof e credos , 
prtIcIpanem de uma ó confraternfzaçío, como se 
etfvese comemorando umn prande conqulta., As fm 
empre fof, é, e sempre n r,í o Carnal IrasIlef - 1 
ro, e no Crmfo dos ub--Tenente e arentos Pedro 
Huf 1no, o mat; trndlefonnl e luhr d1• 1HJüflll fro11ll'1- 
rn, a festa, batlznda de Carnaval Beleza, niio fu - 
f 1u a regra e até superou as expectativas nas cfn- 
i co noites de folfa e duas matines promovidas pelo 
c:luhc, cor,, n 111dmni;iio dn t>XCC'le11tl! "VISUAi, IIANr>A 
o", da cldnlle de l'nrurln·uÍ-l'll. 
Logo na prletra noite a bonita e simpática LI­ 
dinnc f'Jnre,1 foi eleitn llninha do Cnrnnv11l 92, fi - 
cando ans jovens Iosana M'elo e !)nyunc Palncio como 
, ta o 2" Prlnccuno runpcctl'nmo11tc. 
Ente ano o concuruo de Fnntnoinu promo,·ido pelo 
.Jornal Tribuno dn Frontcirn - r>iário Rcglonnl - cm 
conjunto com o Grimio Pedro Rufino, sob n coordeno 
çÜo do rodlalista Luiz llcnrlque, foi uma atraco 
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Cnrnnval 92 no Grêmio Podro Rufino. 
Os jurados do Concurso de Fnntnsias adulto fo - 
ram: Nimin Schupp Brito, Juscelino Rodrigues, Rud­ 
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nues, Maria José Nunes Corrê a, Serginho (Visual 
Uanda Show), Marco Lóris Antunes, Antônio Carlos 
 de Souza, Dr. Jorge de Souza Rosa, Mareio Garcia , 
Erica Garcia, Feliciano Baznno (Tilin Filmagens) , 
r ~tnria Miranda Pacheco, Dep. Est. Wnldemir Mokn, für 
1 :o Antônio de Souzn, ProfD Maria da Graçn Costa - 
}arques, Tadeu (Bradesco), Prof? Neta, Ilson Rnn - 
•l;;el (Visual Banda Show), Eder Arce. 
;··;Pé-Di-Kana" Bi Campeão 
• 
Ao som de "Rep, rep ... oh!" "O Pé-Di-Kanna" foi 
? grande campeiio do Cnrnaval Belezn do Grêmio Pe - 
I :Iro Rufino, o Bloco liderado por Carlos Brum, Má - 
tio t~rcos, Afonso Marim, entre outros fez por me­ 
' 'recer e conquistou o Bi-Campconato como Melhor Blo 
1 
·:o dn Festa do Momo. 	- 
11 
"O Pé-Di-Kanna" somou 133 5 pontos, Bloco da Ba 
o 110,5 pontos em 29 lugar e o Bloco Purpurina - 
'somou 93 pontos. 
d to -- 
!' 
,1 
1; 
q 
.. Nas fotos abaixo, registro das fantasias e foli 
es premiados este ano, colhidos pela objetiva de 
Jbaldino Rodrigues. 
.,!IL_IAXE l;.'LORES, RAllillA 00 CARNAVAi. '12 F. AS PRINCESAS ROSANA MELO 
Pie PACTO 
KF.UIOR FOLIÁO - ALCIR MENDONÇA 
J 
DES'IAQlfR ESPECIAL - LÃ OOSPÃiwAs<R!õ'"""' 
CRÃNDR 00 SUL) AUHR HJUU:lRA E êÃClL- 
bA PIU:sTICIANOO 1CJ:llS AS NOITES FDSLADOS 
• ·- - - --...-,---,, ~- ·--,., . ...,1-, --,-- 
,..,. 
CASAL FOLIÃO - WIZ CARi.OS SIQUEJRA 
E IIJU. 
A Festa dos Baixinhos 
A Banda Visual Show correspondeu as espectati­ 
vas dos foliões adultos e principalmente dos bai­ 
xinhos que superlotaram o saliio do Grêmio Pedro 
Rufino nas matinês do Carna,·al. 
Não faltou alegria e empolgaçiio para Serginho 
e sua arúnada equipe. 
Os jurados Marco LÓris Antunes, Andréa Ramos , 
Lidiane Flores, Jorge Santandel, Maria José Nunes 
Corrêa e Waldirene Fernandes, a·aliaram os bai>ci­ 
nhos, sendo vencedores: 
J 
LUXO FEK.lKINO - SRA IlA rAIITIIO: 
DAMIF.I. R INCRID RECEIIDI o l]!()F1''.u 00 nLOCX> DA IIARÃO, ~ QJID 
CAIJO 
A RATh11A 00 C:>JUAVAL INFANI'Il. - KARCIA IIARBOSA, li! PRINCESA 
RENATA PINIIEIRO LINO E 29 PRINCESA 
Oriainalidade Feminino Mirim 
IVANA MOTTA 
(NÃO TEMOS A FOTO)

f UCEftO Tolâf o CIRNIYIIL lltt'Ez 
A FESTI DOS 81111 HO 
( 
+ 
• ' 
' é ~ . j- 
t. 
L º 
OHGlMl.ll>Al>R )l'J'M"(ll, n:irnmm - JUCIIY.IA DOS 
SANTOS FUlRDITlNO 
ORIGrnALlDADE INFANTIL. MASCULINO 
111 LA.[:0 S7 .A.llO 
urxo n>f!N'l1'0 1111{H - MARCIA E 
4 a[E 1ÃRI0SÃ 
OR!CP,ilLIJlf..11!' 1111.';Clll.H"l ~;!RIH - f.AHlllS l!AVl 
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:r 
AS MAESTRAS_ DO _CRAJ

:-· lJ ESSO TOTIL O CIRN VIL BELEZ NO GREI 10 
FLIGRINTES DO CIRNIVIL 92 NO GR(MIO PEDRO RUFINO 
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so sos, DR. ruv10 LIDRIQUE E SRA, TTLlN, PRE:rO PEDRA E 
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DR. CARi.OS NUflF.S E ROSANA 
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ABRAÃO ZACARIAS, A nUIA RAQUEL E A ESl'OSA OLCA 
DR. CERAIJJO Nlll<ANO F: 1.Y.rlCIA 
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DR. Rll!AMAR, EUA, A FTUIA E AMIGA 	JJR. axrrnmo E SRA, CAPITÃO llEYM E SRA~ ENG. cu:cn.ros NU­ 
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DURSUíl.I0 LOURRIRO l': SANDRA 
NF.CO ZACARIAS, El.lSA E AM!COS

++ A VISA, 0 o 
PREVIU NCIA SOCIAL PRORROGOU PIGAME 10 O 
CONTRIBUIÇÕES RURIIS SEM JUROS E MULTAS ITÉ 10 DE MA 
O Ministério uo Trabalho e da Previdên- ano passado. 
cia Social prorrogou até o dia 10 de Março Torando por base os 
prox1mo o paqamento em multa e sem juros quais foram calculadas 
das contribuição ou complementações previ realizadas nos úlimos 
denci@rias oriundas da área agrícola. o seguinte exemplo: 
Reoolvcmoa ampliar prazoa para que to­ 
dos possam tomar conhecimento das mudanças 
provocadas pela Lei", explicou o Ministro 
Reonhold Stephanes, que ressaltou a impor­ 
tancia da contribuição social para a manu­ 
tenção dos benefícios da Previdência Sccial 
Com a adoção de novos índices para as - 
cobranças através da Unidade Fiscal de Re­ 
ferencia (UPIR), os técnicos da Diretoria 
de Arrecadação e Fiscalização do INSS aler 
tam os Empresários rurais que o não paga - 
mento ate a data marcada, 10 de março, im­ 
plicara cm multas que poderão ultrapassar 
200i do valor anteriormente devido. 
A Lei 8.212, sancionada em julho do ano 
passado, alterou as formas de contribuição 
do setor agrícola, provocando reações posi 
tivas na área, ao equiparar, para efeitos­ 
previdenciários, as empresas rurais às em­ 
presas urbanas. Entretanto, o Decreto 356 
regulamentando a Lei entrou em vigor no 
mês de novembro durante a vigê'ncia do ano 
fiscal e fazendo com que o recolhimento 
das contribuições devidas acontecesse da - 
seguinte forma: 
O empregador rural, daquele que possui 
empregados, deverá fazer o recolhimento do 
exercício de 1991 da forma anterior, somen 
te até o mês de outubro, quando ainda esta 
va em vigor a legislação antiga. Isto quer 
dizer que o recolhimento da contribuição - 
total de 91 será de dez meses e não doze, 
ou seja, 10/12. Para encontrar seus débi - 
tos o empresário deverá calcular 1,28 so - 
bre a produção do ano anterior, 1990. o va 
lor da contribuição não poderá ser maior - 
que Cr$ 604.800,00 e nem menor que Cr$ 
60.480,00. 
Os técnicos do INSS informam que, este 
caso específico, o pagamento poderá ser 
realizado até o dia 29 de maio do corrente 
ano, sem acréscimo. Os dois exemplos a se­ 
guir mostram diferentes situações para o 
recolhimento: 
Exemplo 1) - Valor da produção 1990 
10.000.000,00 x 1,28 = Cr$ - 120.000,00 
Valor da Contribuição devida- Cr$ 120. 000, 00 
o exemplo dois mostra uma situação em 
que o valor encontrado está abaixo do va - 
lor mínimo permitido para desconto. 
Exemplo 2) - Valor da produção 1990 
Cr$ - 4.000.000,00 x 1,28 = Cr$ 348.000,00 
Valor da contribuição mínima devida = 
60.480,00. 	. 
Após o mês de novembro o recolhimento , 
já obedecendo a nova legislacao, deve_ser 
feito mensalmente utilizando carne propr1o 
pois, para efeito de contribuição previden contribuição 
ciária agora o empresário rural esta equ1- 
parado ao contribuinte individual. O inte­ 
ressado deve providenciar sua inscrição em Total a ser recolhido: 
qualquer agência dos Bancos conveniados o produtor rural que explora aproprie- 
com a Previdência. 	dade em regime de economia familiar é deno 
Para localizar seu enquadramento na es- minado "segurado especial" e tem, para e= 
cala de salário-base o Empresário deve fa- feito de arrecadação previdenciária, a se­ 
zer a média aritmética simples_dos valores quinte definição: 
sobre os quais incidiram as ~res ultimas "to produtor, o parceiro, o meeiro e o 
contribuições anuais (produção de 
88
, 
89 
e arrendatário rurais, o pescador individual 
90), atualizar monetariamente os valores mente ou em regime de economia familiar 
encontrados, somar as três parcelas e div~ ainda que exerçam essas atividades com 
dir o resultado por 360. O valor encontra- auxilio eventual de terceiros, bem com se 
do deve ser comparado com os valores da es us respectivos cônjuges ou companheiros e 
cala de salário-base do mês de novembro do 
Os técnicos alertam.os Empresários para 
que não se esqueçam de fazer o recolhimen­ 
to mensal da folha salarial dos empregados, 
25,7%, correspondente à contribuição da em 
presa (20%), acidente de trabalho, grau de 
risco grave (3%), e contribuição de tercei 
rosque no caso se refere ao INCRA e ao sa 
lário Educação (2,7%). 
Uma Empresa que em novembro do ano pas­ 
sado tinha cinco empregados com salário in 
dividual no valor de Cr$ 200.000,00 deverã 
fazer o recolhimento da seguinte forma: 
Total da Folha de Pag. Cr$ 1.000.000,00 
Contribuição da Empresa (20+3+2,7%) . 
Cr$ 257.000,00 
dos Empregados (5 x 9%)...... 
Cr$ 90.000,00 
Cr$ 347.000,00 
o 
LOJA I -- AVENIDA DUQUE DE CAXIAS, /12 
Fone (067) 251-1713 
LOJA 2 - AVENIDA DUQUE DE CAXIAS, 342 
Fone (067) 251-1833 
Aonde Vender Barato· 
se Toro ira#ião! 
'li R D IM - MS 
valores obre 
as contribuições 
o 
três anos, teremo 
M!O 
VALOR A +AIOR DE. VALOR AI!1'AO 
Pl(:g 
"" IX 
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l 9ilH J.071 ,40 13,249,56 0,494. 98,58 
1989 0,000,00 1.211,90 96,952.000,00 
1990 791.000,00 61,72 448,943.960,00 
10'T.AL 14.590.658,5 
Dividindo o total por 360 Gerá encontra 
do o valor do alário de contribuição para 
efeito de enquadramento, no caso, Cr$ .... 
518.307,40. De acordo com a escala de salá 
rio-base, conforme mostra a tabela seguin­ 
te, o enquadramento será feito na classe - 
10. 
Os técnicos da Diretoria de Arrecadação 
e Fiscalização do INSS esclarecem que ova 
lor obtido será o limite no qual o emprega 
dor porderá ser enquadrado. Entretanto, po 
derá escolher qualquer outra classe infe 
rior para seu enquadr~mento, lembrando que, 
neste caso, o empregador ficará sujeito a­ 
os interstícios de permanência em cada u­ 
ma das classes. Apenas como exemplo, uma 
pessoa que está na classe 7 deverá esperar 
três anos para alcançar a classe B. Cada - 
classe tem números de anos diferenciados. 
O salário de contribuição (salário-ba - 
se) pode sofrer alterações em razão do rea 
juste dos benefícios. De novembro passado­ 
até agora o salário foi alterado apenas em 
janeiro deste ano. 
Escalo de saliirto-base paro os segurados autonoos, erpreador 
e facultativo para os peses de novembro e dezembro de 1991 
CLASSE SALÃRI0·BASE • CrS AttouarA CONTRIBUI CI0 - CrS 
01 42.000,00 10 4.200,00 
02 84.000,40 10 8.400,04 
03 126.000,60 10 12.600,06 
04 168.000,80 20 33.600,16 
os 210.001,00 20 42.000,20 
06 252.001, 20 20 50.400,24 
07 294.001,40 20 58.800,28 
08 336.001,60 20 67.200,32 
09 378.001,80 20 75.600,36 
10 420.002 ,00 20 844.000,40 
filhos maiores de quatorze aro» 
equiparado, de e 4u 
vadamente, com o arupo fai iar 
vo. Vale esclarecer que o gari p 
tá incluído na conaição de 
pecial, ca o tenha in eresse em contri 
buir para a Previdência ele devera ta: 
lo como trabalhador autónomo. 
Toda vez que o segurado especial re, 
zar vonda de seus produtos deverá reco 
lher à Pr vidência 3 do valor total r 
bido. Quando a venda for feita para co 
rativas, elas fazem o recolhimento.Qua 
a venda for feita diretamente no vare) 
ao consumidor, o recolhimento deve 
feito pelo segurado a ravés da Guia de 
colhimento da Previdência Social - GRPi • 
Os segurados especiais que fazem v [[ 
da direta ao consumidor devem matricul 
se no Escritório local do INSS mais pe 
de sua residência, onde receberão o Ce _ 
ficado de Matricula para efeito de rec 
lhimento bem como comprovante de uu~ a 
vidade. 
Os têcnicoG da Diretoria de Arrecad 
cão e Fiscalização do INSS informam q 
em caso de dúvida, o contribuinte pode 
solicitar o Manual de Preenchimento 
Guia de Recolhimento da Previdência So 
cial - GRPS no Escritório local no INS. 
mais próximo, ou obter informacõcn dir, 
mente dos Núcleos de Orientação aos Co:, 
tribuintes - NOC, através dos seguinte " 
telefones: 
NÚCLEOS DE ORIENTAÇÃO AOS 
CONTRIBUINTES - NOC 
UF (DDD) TELEFONES 
AC 
AL 
AM 
BA 
CE 
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GO 
MA 
MT 
MS 
MG 
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RR 
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068 
082 
092 
071 
085 
027 
062 
098 
065 
067 
031 
091 
083 
041 
081 
086 
021 
084 
051 
011 
0482 
079 
061 
069 
063 
(AM)092 
(PA)091 
224-6342 
221-5851 
233-3370 
242-8055 
252-1226 
223-8577 
229-1130 
222-2362 
321-1936 
383-4009 - 383-4010 
201-5511 R/ 145 e 134 
223-3668 
221-5602 
222-3939 R/ 191 e 251 
224-9018 - 224-8299 R/ 
22-6434 
220-9228 
219-2070 
225-7312 255-8000 
229-3284 - 229-3293 
24-0906 - 24-7366 R/ 
22-3484 
224-2023 - 313-4519 
223-2526- 221-0890 
821-4290 
233-3370 - 233-3949 
223-3668 
- 224-2180 
- 221-5679 
- 233-3949 
R/ 222 
220-8270 
R/ 0! 
Cheiro da 
DE: NECI 
Maçã 
r. JOSI 
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..... , 
4 ' 
Com grandes novidades da moda de São Pa 
lo, lindas bijouterias e calçados. 
Rua Marechal Rondon,433- Sala- 01 
- JARDIM - 
MATO GROSSO DO SUL 
... 
) ,_. 
...

FF;TE.IA 
AIO PE,ANAL 
RELATO SOCIAL 
ESTA D PARABÉNS 
Emnpreria Sr" Emy Ohrn de Abreu que completou mnis um no de vi 
1 ne te din I de março pp., ervindo um suculento churrasco no lo d 
Iube Cnivras, A Srn Emy Ohnr de Abreu os nos+os muitos no de vidn. 
HOA l'HHHOA 
Hoje eu quero eloir esse tuper bueunu professor e filosofo Hrnz Leon 
1e e+t escrevendo o seu proprio livro, E mis um filho de Porto Murtinho 
tper intellpente, 
VISITANDO 
Et visitndo a nossn cidnde nu mnin Guilhermina, vinda de Campo Gran 
desejamos nu essa pesson ml do fundo do coruço as nossas boas vin - 
1 .... 
08 NOSSOS ELOGIOS 
A todos nqueles que colaborrnm com o Rel Momo do Crnvl Murtinhen­ 
l, tendo corno ptroeindor n Primeirn Dum Sra Mirin Silvestre dos San 
s, Costurelr Brnneu Aquino melhor costureira de Porto Murtinho (costu 
·iru dn PRONA V), Colnborudor Nelson Ribeiro Feres Junior. À esstlS Ires 
3ss0ns os nossos agradecimentos, 
r • 	TRABALHANDO MESMO 
l 
I As Hicnrdelcs estiio t:r.bclhnndo_ u lodo vapor par que o Desfile Gnrota­ 
icurdno/02 fique bonito. É isso nf gurotos o negocio e trabnlhar para que 
) clio 21 de Março o desfile fique do jeitinho que o povo gostn •.. 
A VENDA 
Ilstii pura o vendo os mesas pora o Desfile da Goroto RlcnrdÕo/92 
,r 1 O. 000 (dez mil cruzeiros),' procure os Rlcordctcs, Sierlenc, Mnrystcla 
arly, ou pelo Telefone 287 - 1219 (ODS: Pnlor com Ricardo Pnstore), 
MINISTRO EM PORTO MORTINHO 
1 
O Ministro da Economia da· República do Paraguai esteve visitando a nos­ 
cidde no 1? Leiloporto de Porto Murtlnho. O mesmo pretende comprar - 
1 
1 
! (doze) r,il cabeças de bois no Munlcfplo, isso significo o boa Administra­ 
(, io de Heitor Mirnda dos Santos, trazendo o futuro para Porto Murtinho. 
1 	MARCANDO PRESENÇA 
• Esteve presento no 12 Lciloporto de Porto Murtinho o Prefeito de Porto - 
, urtinho Dr. Heitor Miranda dos Santos, Prefeito de Antonio Jono, Ovnlde­ 
Coinete, ex-prefeito de Belo Visto, Sr. Abrao Armoa Zacarlos, Sr. AI - 
' ndo Bnlbuena, Ricardo l1elo, Sr. Job Abraoo, Sr. Amilton Coelho, Sr. 
'rnncisco Nctto, Sr. Gustnvo Hcyn, Sr. Holmcs Ferreiro e outros ... 
CURIOSIDADES 
O Tarô: Simbolismo e Verdades ... 
: Criados pelos iniciados do Egito antigo, o torô é possivelmente o mais an 
i 
I 
go livro do mundo, sendo usado, ao mesmo tempo, como instrumento cienti 
1 
co e como recurso ndivinhalorlo. Aparentemente, trot_!-SC de um jogo de - 
1: trlns, OJOS na rcolidadc constitui um sistemn de _ Hierogl ifo , cujas figu 
!, 1s simbolicas, rcprcscntudos nas setenta e oito lnminos que o compocm, ex 
rime etapas, situaçoes, desejos e aspiraçoes e objetivos fundamentais na vi 
~ :l do indivíduo e das naçoes. Cada lamina e um arcnno, isto e cm segredo 
ircoglífico; os orconos poder ser maiores ou menores e é fiici) de pcrceb~r 
1e essas duas designaçoes destiguem os acontecimentos de magna importan 
a. A cada arcano esta ligado um numero cujo significado simbolico o figuro 
sociada empresta significação. Assim o o.reuno 1 é chumado o mago e sim - 
)liza habilidade, diplomacia, astúcia, bontode, energia, poder; o arcano 2, 
1 papisa, exprime segredo, mistério, ciência. E ossim por dionte. 
f Através do explicoçÕ.o do significado simbólico de figuras e números, o 
'
1 
trô egfpcio propicio a todos quantos se preocupem cm perscrutar as trevos 
1
; > futuro um milenar sistema interpretativo cujo vulidnde os séculos se en - 
rregam de por prova. 
; 
e: Alguém 
t' ll'a: Marly (Ricardete) 
11 Se você soubesse o quanto 
t 
1 
RECADOS DO CORAÇÃO 
?: Alguém 
u-a: Katiana Bcnites 
eu te amo, voce me daria eterna rnzoo. 
Espero que esses seus anos de vida seja um uno de muita felicidades, 
;pero que me dê uma chance. 
e: Alguém 
- ra: Tatiana 
Tntl, Parabéns pelos seus 15 oninhos, te adoro linda, te curto de montií 
e: Alguém 
ira: Marly (Ricardete) 
Procurei entre tantas pnlavros para resumir o que sinto por voce, mas cu 
1--.. 
1 
Foi realmente nota 100 (mil). É isso aí, os cinco dias de Carnaval em 
orto Murtinhb foi super agitado com muito gente bonito que veio passar o 
nval em Po'rto_ Murtinho. Entre todas essas pessoas também vieram pas­ 
ar o Cr.rnaval em Porto Murtinho os Deputados Estaduais Wr.ldemir Moko e 
eca do "PT", onde prestigio.rum o Carnaval Murtinhcnse. 
CARNAVAL DE RUA 
9 Carnaval de run também estava super agitado com quase. todo a tripu­ 
ça0 murtinhense agitando o folia na Ruo Dr. Corrêa. É isso rú, dizem qu 
:>i um dos melhores carnavais de Mato Grosso do Sul. 
FALANDO EM CARNAVAL DE RUA 
Queremos registrar os nossos elogios aos patrocinadores do Carnaval d 
.ua/)2; Prefeitura Municipal, Prefeito Heitor Miranda dos Santos e Deputo- 
o Estadual aldemir Moka. 	• 
ESTÁ DE PARABÉNS 
A Sra Norma Meza e Salvador Antunes por trazer um excelente conjunto 
ara animar o folia murtinhensc. 
CARNAVAL/92 NO CLUBE PIRINGÃO 
O Crnaval perg;ou fogo também no Clube Piringão com muita gente boni­ 
.O Clube Pirino, também é um dos Clubes su er u tado da cidade. 
MS Ganha Indústria de 
Alimentos Congelados 
tum grupo de Empre 
sários da Capital, l 
nauqurou dia 21/02 a 
primeira agroindús - 
tria do Estado, espg 
cializada no proces­ 
so do congelamento - 
de polpas de frutas, 
verduras e, princi -­ 
palmente da mar dio - 
ca. Com um investi - 
mente inicial crn tor 
no de 400 milhões de 
cruzeiroo, a indús - 
tria irá processar - 
na primeira fana de 
funcionamento, at~ 
15 mil kilos de man­ 
dioca pré-cozida por 
dia, gerando por vol 
ta de 90 empregos di 
retos, e até 150 in­ 
diretos. 
Através de um pro 
cesso de pré-cozimen 
to e consequente con 
gelamente sob tempe­ 
raturas de 400 nega­ 
tivos (que garante a 
qualidade do produ - 
to), e após ser ernba 
lado, a empresa pre 
tende, em associação 
com a cooperativa Co 
tia, distribuir para 
todo Território Na - 
cional, e num futuro 
bem próximo, expor - 
tar para o mercado - 
japonês. Henrique 
Shutu, um dos sócios 
diretores da nova in 
dústria, disse o 
que os técnicos da 
Empresa farão um 
trabalho erranente 
assistência e acom­ 
panhamento yun o 
com o produtores - 
cor.tratado, procu­ 
rondo garantir um 
pradro de qualida­ 
de e aceitação do 
produto. Além dis - 
so, muitas da plan 
taçõen ser.ão rcali­ 
zadas nas ár as de 
assentamentos dos - 
sem terra da regi - 
ão, garantindo a - 
sim uma cultura per 
manente para os as­ 
sentados. 
Henrique falou - 
ainda, que no mcrc~ 
do local, será co - 
mercializada a man­ 
dioca "Ouro", sele­ 
cionada e embalada 
na quantidade de 
' 750 gramas cada u - 
ma, visando facili­ 
tar a vida da dona 
de casa sul mato 
grossense, e poste­ 
riormente do País. 
Na segunda fase 
de funcionamento, a 
indústria pretende 
processar e comer - 
cializar verduras e 
polpa de frutas de 
época, como o abaca 
xi e a manga por e­ 
xemplo, através do 
mesmo processo de 
congelamento, e com 
isso abastecer o 
mercado consumidor 
destes produtos em 
todo territorio na­ 
cional. 
Outro produto 
que também· será co­ 
r rcializado dentro 
m brove, é pacu 
que vem sendo cria­ 
do 	:1 cativeiro r.o 
E.s ado de Mato Gros 
so do Sul. 
eqistrada com o 
nome de MA Indas­ 
tria e Comércio de 
Gêneros Alimentíci­ 
os Ltda., a viabili 
zacão da empresa 
foi possível graças 
aos recursos do Fun 
do Centro Oeste 
(FCO), liberados a­ 
través do Banco do 
Brasil no montante 
de Cr$ 209 milhões. 
No coquetel de i­ 
nauguração, estavam 
presentes, entre ou 
tras autoridades do 
Governo, o Secretá­ 
rio-Adjunto de Tu - 
rismo, Indústria e 
Comércio, Paulo Pon 
zim; o Secretário= 
de Agricultura, Pe­ 
cuária e Desenvolvi 
mente Agrário, Jose 
Américo Flores do A 
maral, além de vá= 
rios clientes e for 
necedores da indús= 
tria. O endereço da 
MAHA Indústria e Co 
mércio de Gêneros A 
limcntícios Ltda e 
Avenida Guaicurus, 
S/no. 
1 partir de 1993 os veiculos licenciados 
serão incluidos no cadastro Renavam 
O Detran/MS já in 
tegrou ao sistema R~ 
navam - Registro Na­ 
cional de Veículos - 
Automotores - mais - 
de sete mil veículos 
o equivalente a 3% 
da frota de Mato 
Grosso do Sul, em 
torno de 230 mil veí 
culos. O Estado en 
trou no Sistema Rena 
vam no dia 05 de no= 
vernbro do ano passa­ 
do, sendo o quarto - 
Estado brasileiro a 
partiicpar do siste­ 
ma. o avançado siste 
ma de informática do 
Prodasul foi um dos 
principais motivos - 
pela qual se deu a - 
implantação do Rena­ 
vam no Estado. 
Na segunda fase 
de implantação do 
programa, que tem 
quatro fases, o De 
tran/MS está cadas - 
trando·todos os veí­ 
culos que foram com­ 
prados com troca de 
placa, que tiveram - 
transferida. a juris­ 
dição ou que foram - 
regularizados a pedi 
do do proprietário. 
No ano passado a­ 
penas os veículos O 
km foram incluídos 
no Renavam. 
A partir do Se - 
gundo semestre fa - 
rão parte do Rena - 
vamos veículos com 
emissão da 2a Via - 
do DUT e os recém - 
adquiridos. Já em 
1992 todos os veícu 
los que foram licen 
ciados passarão, aü 
tematicamente, a in 
tegrar o Renavam,re 
cebendo a nova pla­ 
ca com três letras 
e quatro algari.snos. 
A principal van­ 
tagem do cadastro - 
Renavam é a seguran 
ça. Com a integra - 
cão ao sistema, se­ 
rá possível identi­ 
ficar, apenas pelo 
número da placa, se 
o carro está total­ 
mente regularizado 
ou não. Se houver 
alguma restrição o 
pretendente à com 
pra do carro poderá 
imediatamente tomar 
as devidas providên 
cias. 	- 
Na verdade o Ca­ 
dastro Renavam foi 
criado há muito ma­ 
is tempo do que se 
imagina·. Ele inte - 
gra o Departamento 
Nacional de Trânsi­ 
to desde 1966, quan 
do foi regulamenta= 
do com a finalidade 
de centralizar o 
controle de veicu - 
los automotores dos 
Certificados de Re­ 
gistro no territó - 
rio nacional. 
Quem quiser, por 
livre e espontânea 
vontade incluir o 
veiculo de sua pro­ 
priedade no Renavam 
poderá fazê-lo, bas 
tando para isso pa­ 
gar as taxas compe­ 
tentes e estar em 
dia com a documenta 
cão. O novo sistemã 
é capaz de fornecer 
mais de milhões de 
combinações de pla­ 
cas diferentes, que 
deverão permanecer 
com o veículo duran 
te toda a vida útil, 
mesmo que ele seja 
transferido de ju - 
risdicão. Caso isso 
ocorra basta trocar 
a tarjeta localiza­ 
da na parte superi- 
or da placa com 
0 
nome da cidade do 
veículo. 
NOVENA PODEROSA AO MENINO JESUS DE p 
Oh!_Jesus que dissestes: resa e receberis, procura e acharás, bata e a porta se abrirá: r 
intc.medio de !ar!a, Vossa Sagrada Mãe, eu bato procuro e vós roo 3a 	:: P 
atendida· (mc.ncLona-se: o ped!do). 	' 	' para que minha prece seja 
Oh! Jesus que dissestes: Tudo que pedires ao Pa! e Teu nome ' _. .- • 
MarIa Vossa Sagrada ãe eu hg!ldeente rogo ao vosso Pai e- .,,ie atendera por interedto de 
• ouv-lda (menciona-se o pedldo). 	" sso n:r.::e que clnh11 oraç.ao seja 
Oh? Jesus que d is.ses te o çê.u e a terra passar3o m:ts !il!nho. al . ... • - '-, .. _ 
d1o de Maria Vossa Sagrada Mãe eu confio {ue E!n ., - • P - av .. a nao püssara por i.nteroe 
Reze 3 Pa! Nosso,_3 Ave Marta, 1 Salve ""ha o r a ç ã o s e l a ouvida (encfona-se o pedido) 
:m,..,c.1so de u-rg-en~_1a. esta r.oveM_ deverá se:- felt.. e.m 9 horas 
'andada publicar por ter alcançado vir!as graças. 
ORACÃ() DOS AFl.lltlS 
Aflita se vtu a VIre ao pé da Cruz. A!it: - ,, ,- 
co todas as ninhas fr;as, por Isso pe;o ±",,"ejo. Vale!-e Mãe de Jesus. confio ea Deus 
t o d e s e i o . F a c a _ e	! d oente_publie4- "lh e m e u c a ! n h o , c o n c e d e n d o_a graa q u e " 
r no .a e observe o rue acontecera no g d!a.