TRIRUA Ron 
" 
DIARIO :REGIONAL 
ELA VISTA - MATO (CR05O 1O 
:JlfL 
Pedro 
Missão de 
TERÇA-FEIRA, II DE. MAO DE 1.9n <l l.1 7') 
Pedross 
Todo Governar Para 
• 	.' 
SentIr o anelos da população e 
tranforma-lon em diretrfzen para u 
11 
çao do Governo., Mir, decidir, sem 
conceuuocn ou prlvllégion. Sem ntropc 
lo, com a tranquilidade e equilfrf 
que fio multa experiência pode aran - 
tir. Huno é o estilo do governador Pe 
dro Pedrosnfan, que faz, nesta entre­ 
vistu, o hnlnnço de seu primeiro uno 
de Covcrno. Um ano dedicado, untce de 
tudo, a profundas transformaçoe vol­ 
tadas para a modernização do Estado. 
Mais que uma entrevista, cota é um 
viagem lnsti1;antc, uma ponte entre o 
cidadiio e o homem público, o adminis­ 
trador e o polltico. Uma visão ampla 
de todos os aspectos levados cm conta 
na estratégia daquele que pela tercei 
ra vez comanda o Estado e sabe que 
este será seu melhor Governo, com ba­ 
se no entendimento, na liderança e na 
convicção de ter a sociedade e o (un­ 
cionalismo público como aliados na ta 
refn de reconstrução de Mato GrossÕ 
do Sul. 
LEIA NA EDIÇÃO ESPECIAL - PGINA- 04 
GOVERNADOR- PEDRO PFDROSSIAN 
t 
 
 
!O - 
·,·o 
pa­ 
r a 
PFDROSSIAN f.STÃ RF.ALI7.ANOO O GRAIIDR SONHO DOS BELAVISTENSFS, PAVIENTAÇÃO AFÍL.TICA DA nR ()(.0 
Coweãn Micial lo FMI 
Elia a Nna Diretoria Executiva 
1 
À 
-«l 	e L - 
'i:vu.ÃSIO MIRANDA (AO CENTRO) 
. !J 
CONTINUA NA PRESIDt.NCIA DO PHDB EM BELA VISTA 
O Partido do Movimen 
to Democrático Brqsilei­ 
ro -- PMDB - realizou do- 
111.ingo, dia 15/0J, a sua 
Convenção Municipal nas 
dependências da Câmara 
de Vereadores de Bela Vis 
ta. Da ordem do Dia cons 
tou a eleição do Direto­ 
rio e Executiva Munici - 
pal para o biênio 92/
93
, 
paralela à votação da 
chapa única aconteceram 
as novas fi.llaçoes ao P3E 
tido, que recebeu 27 ade 
sões neste domingo. 
A convenção pecmede 
bista foi iniciada as 
09
:00 hs e encerrada as 
17:00 hs, com a presença 
do observador designado 
pelo Juiz E.leitoral, P~­ 
tronio Leão. A convençao 
transcorreu com_ total 
tranquilidade, não foi a 
presentado nenhum tipo 
de protesto, reclamaçao 
ou impugnação dos nomes 
que concorriam ao Direto 
rio Municipal, sendo re­ 
gistrada a presença de 
99 convencionais. O Pre­ 
s1dente da Executiva Pro 
visÓria, EviJ_asio Nunes 
de Miranda, após o cn - 
cerramento das votaçÕe 
convidou o vereador Jo­ 
ão !Calife e o cx-prefei 
to Abraão Zacarias para 
fazerem o escrutínio cbs 
votos, foram apurados 
99 "sim", não havendo - 
nenhum voto contrário à 
chapa de consenso apre­ 
sentada, demonstrando a 
união do partido com vis 
ta as eleições municipa 
is de outubro próximo.- 
MATÉRIA COMPLETA PÁ­ 
GINA - 08 
ESTÁ SENDO IM D ADI EM. 
BONITO UMI SOCIEDIIDE 
CARITITIYI E HUMINITDRII 
PÃGINA - 06 ________ _. 
Pires, tem apoio pop 
O ex-prefeito de 
Jardim, engenheiro José 
Vicente Pires, candida­ 
to à prefeito nas prÓxi 
mas eleições, tem o apÕ 
iodo povo jardinense - 
conforme as pesquisas 
realizadas na cidade. 
Pires tem o respeito 
e a admiração de um po­ 
vo que sabe reconhecer 
o administrador capaz, 
moderno, eficiente e 
preocupado com o futuro 
de Jardim. 
Apesar de algumas a­ 
restas no campo polÍti­ 
co, Pires, por uma ques 
ão de lógica e bo sen 
ao, terá, também, o apÕ 
iodo prefeito Joelson 
Martinez Peuoto. 
Ninguém consegue em­ 
purrar "goela abaixo" un 
candidato, quando isto 
ocorre, é a decepção, a 
frustração de ver a de- 
1 
' 1 
j 
._ _ 
/ 
JOSI! VICENTE PIRES 
99/ 
na 
r - 
.ccu 
magogia, a insensatez , e iludido, é um povo poli Estado. 	ca- , 
vencendo a lógica, o tizado e consciente, um "A voz do povo é a I 
bom senso. Se bem que povo que debate, trabalha voz de Deus", diz 0 a 
este tipo de vitória é e vivencia na prática a gio popular, e, contr 
passageira, na verdade, tradição política de sua rlando os pseudos ana i .. 
é uma ilusão que o tem- história. • 	listas, as "candinhas ''' 
po se encarrega de apa- Pires, hoje, represen- de plantao", e Jardi 
gar. SÓ não apaga os ma- ta o dinamismo, a concre- o nome é PIRES, 
0 si.n?.S 
lef{cios causados na tizacão de obras, o PEN - nir.o .:; TRABALHO, EY!c'~A 
consciência dos iludi - SAR GRANDE que a oaena ENCIA e OBRAS, co 1s 
dos. 	administracao de Pedro mais erpreos, raia ""- 
0 povo de Jardim não Pedrossian implantou no gresso ardm. • • 
ce­ 
al, 
Ronda 
Orientacóes 
Policial 
da Policia Militar- 
e 
Furto de Veiculas :Previna-se 
DO 
Final de Semana Calmo 
Integrantes da 7 CIPM Elogiados 
Acidente de Trânsito corn Vítima Fatal 
i , 
al 
d
. J 
e ±r 
PÁGINA - 05

1 HrJN/ IJfl 
Tll'bCr llOlllCntc ii­ 
a clorada ou (cr­ 
. cln. 
Lavar nompre as 
ÍO!J antcn das re­ 
i l ções e anten de 
nusear alimentos. 
Lavar sempre as 
ios depois de usar 
banheiro. 
C LERA 
Cuidados ,ara Previnir 
a Doença 
Nlqumans precauções simplon ajudam a 
ritar o contágio pelo bacilo da cólera. 
Evitar alimentos­ 
cruu J11al-p11r:!1adon ou 
pouco cozidos. 
* Lavar frutas com a 
gua e nnbüo. 
* J,;:war verdura!1 e 
lcgumen côm Ügua elo 
rncln. A mistura do 
água com vinagre nem 
oemprc mata o bacilo 
* Não deixar alimen­ 
tos descobertos, so­ 
bretudo depois de CE 
zidos. Moscas e bara 
tas podem transpor= 
taro bacilo. 
* Evitar comer pei 
xes e frutos do mar­ 
crus. O bacilo da có 
lera sobrevive até= 
cinco dias nesses a­ 
limentos, que devem­ 
ser cozidos a 70 
graus. 
Cheiro de Maçã 
DE NERCY E JOSI 
Com grandes novidades da moda de 
ão Paulo, lindas bijouterias e calça- 
os. 
RUA MlRECHlL RONDON 433-SALA 01 
lRDIM - MlTO GROSSO DO SUL 
As conta, de ãqua, a partir desse-­ 
me, poderão ser pagas pelo correio. l Em 
presa de Saneamento de Mato Grosso do Sul 
assina um convênio com a Empresa de cor: 
reios e 'Teléqrafo: que ficará responsável 
recebimento. 
A informação foi preatada pelo Dirc­ 
tor Presidente da Sane:sul, engenheiro A 
tonio Carlos Vasques. 
Uma dan oricntacõen do Governador é 
que íacilitemor, ao máximo a vida dos usua 
rios. 
Diante disso, ireros assinar o convê 
nio com a Empresa de Correios e Teléqra - 
fone, a partir de então, o consumidor po 
dcrá pagar !maa contaG atrnvés do Correio 
Isto trará uma oérie de vantageno pa 
ra a população sul-matoqrossense, garante 
Vasques. 
Uma dan principain vantagens que o 
consumidor terá é corn relação a economia. 
Aquele que resido cm UM bairro afastado - 
do centro, niio precisará mais desembolsar 
dinheiro com passagens de ônibus para se 
dirigir a uma agência bancária e efetuar­ 
º pagamento. Para tànto, basta anexar sua 
conta em um envelope, com um cheque de 
Praça nominal à Sanesul e cruzado, com 
o valor exato da conta, e colocá-lo em u­ 
ma caixa da ECT mais próxima. 
Para o Presidente da Sanesul, o con 
sumidor terá economias com o novo sistemã 
"Quem depende de ônibus para se diri 
gir à agência bancária, desembolsa no mi­ 
nimo dinheiro para duas passagens. Utili­ 
zando os caixas da ECT ,o eorsumídor pagara ape 
nas o envelope selado, que hoje custa Cr$ ' 
182,00", disse Vasques., lembrando que a 
passagem de ônibus hoje, é de Cr$ 520,00. 
Um outro fator considerado importan­ 
te é que a partir desse convênio, o consu 
midor não precisará mais enfrentar longas 
filas nas agências bancárias, para efetu­ 
ar o pagamento. 
Hoje, em praticamente todos os bair­ 
ros da capital contam com caixas dos cor­ 
reios e Telégrafos, o mesmo ocorrendo no 
interior do Estado. 
Existem atualmente no Estado, cerca­ 
de 300 mil consumidores e todos terão a­ 
cesso ao sistema. 
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a+ , 
,+G» 
dId«tos 
A respeito d s eleições_un!e1pais, 
"Os partidos pol!ricos perderam multo do sentido, Sino 4 
dos que então af. Toda semana te algum partfdo co e u pre 
vfsão e a reação popular é deslIar o aparelho de televísa 
cr,tÜo disc'ltJ:,do 1uito o r.o·lclo de Governo, Se va s 
dencfalísmo, se vem o parlamentarino. Todos e tes f trs V. 
mudança em [ve! na área política. Eu que ful eleite por vártos 
quase oito, dez partidos... eu vou respeitar essas peculiar!dud 
çôes locais e deixar que o povo faça a sua escolha. O povo nao e calo:ou d 
qu! para de!d!r as eleições municipafs. Nio é bem Isso! fle quer q u d- 
ministre bem, que eu cumpra o meu papel e e fsso que nós estamos procurando 
fazer. Estou aqui para administrar e engrandecer o Estado...' 
Farmácia 
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Sorvetes 
Em nossa rcglão, Bela ViGto, Carucol, Porto l{urtinho, Jardin, lir:illo, ir­ 
tonlo João, só para lembrar algumas cidades, os atuais prefeitos, de u 
neira ou de outra, apoiaram o DR. PEDRO PEDROSSIAN, quando candidato ao 'o 
verno do Estado. 	- 
Assim corno, ex pref,dtos, hoje candidatos a candidato, Abroao 7,1c<1r1,JG 
(Dela Vista), Juvino Godoy (Caracol), Adão Herodes (A. João) e lo ;,, PJn •· 
(Jardim) também apo12r.lm Pedrossian. 
O quadro não está nada confuso, é preciso apenas ENTENDER, candidato ... , - 
dcrno, eficiente, niio val levar :,o povo mensagens radicais, em um discurso 
partidirlo rnedil!val, ~ s6 interpretar as palavras de Pcdrossian, quP sao µ~­ 
lavras oriundas do povo - chega de discursos vazios, radicfas, vamos falar a 
linguagem da AÇÃO, do trabalho, das obras, sobretudo para o povo mais caren­ 
tc. 
E pnrn você que gosta de um dcllcloso so_r: 
vete, va a sorveteria mais be scrvldn da c,! 
~ade. PAÚ.CIO DOS SORVETES, coa sabores va - 
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ABANDONO DE EMPREGO 	.1 
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So1icitamos ao Sr. Porfírio Ferreira e sua Esposa Maria Alice- ·• 
Esquivel que se apresentem ao Proprietário da Fazenda Pontal, 
Sr. Tibiriçã Loureiro, o não comparecimento de V.Sas. implica--~ 
rá suarcscisão por justa causa, conforme o artigo 482, "letra I '! 
da CLT. Bela Vista - MS - 
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28.567.162-6, residente na Fazenda Gaivota, comunica que foi 
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ABANDONO DE EMPREGO 	, f 
Solicitamos ao Sr. Arsênio Romeiro, portador da CTPS nQ 31199/ f- 
00001 e RG no 125.900, a comparecer com urgência na e ! 
firma MECÂNICA E TORNEARIA SARTÔRI. 	t 
O não comparecimento de V. Sa. imp1icará sua rescisão por - 1 t 
justa causa, conforme o artigo 482, letra I, da CLT, sendo seu '..j 
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t/1- II ano de A - 
Cal9ano, KItut's fol 
local ode os papafs Mar 
lo o Rita, receberam 
j i n1Í1n1·rnn nnlgu1 nl,n;: ,ln 
Í
lv,•r,i,1r ln11LP. n,,11t. llu~n~ 
KÍtut's sob a dIraçao 
Sra loanfta erviu mui 
gs de!fe1ao que f1zeram 
alerIa da pet1zada. 
MI labaredas de feli­ 
dades. 
l 
,'ANTIAO DO ESTUDANTE 
' Apreciação de Texto : 
_
1
oeuiu non .Jovcnn: Hoje" 
prof! Isabel Nogueira 
• Aluna - Renata Vela 
Vez Silva (I? tgtt&rio) 
Nota - 10,0 
1( 
l O poema de Marildn Prn 
s se expressa em linguã 
m clara e objetiva dire 
mente ao jovem de hoje. 
,- A autora passa uma vi- 
o dn realidade, alertnn 
1 
· o Jovem a lutar nesse 
, ndo tão competitivo em 
e nio hi quase lugar pn 
sonhos. - 
~ Pensar, agir e decidir 
co palavras no poema que 
corujam todos à ir a lu 
, sim, porque as pesso­ 
paradas no tempo - es- 
ço não progridem e ape­ 
.s regridem no pensnmen­ 
atrnsndo. 
Não é momento para des 
nsar, mas pnru se empe­ 
ar mais e mais na luta 
dia-a-dia que decidirá 
estabelecerá o futuro - 
i jovem vencedor; vence­ 
,, cr é aquele que consegue 
alizar o seu objetivo , 
e conseguiu com muito - 
.,sto escalar a montanha 
is ideais. 
1
[' • Quem nio quer vencer - 
.. vida? 
, Jovens, que são apren- 
1 zes na escola da vida; 
& 
[direi« 	o- rio.rdil o « r • 
Um closc de Gabriela V. Pereira du - 
rnntc Carnaval/92. (Foto Sao Pedro) 
Antonio João 
Pessoas que não são - 
muito jovens, mas têm es 
perança e buscam a real! 
Mu!to bem, depois de 
alguns dfs de multa fo 
l!a, praticamente quase 
uva emana de carnaval, 
toda gal ra nabando pa 
ra valer, agora todo - 
r-ur.do volto. ao tril!rn.lho 
e é claro, com aquela - 
ressaca, No entanto, de 
sejamos a todos muftas­ 
felicldudea no trabalho 
nos estudos, no lar, un 
flrn, até o próxico ono:­ 
para quem gosta do Cnr­ 
naval e para quem niio 
gosta, sucear;os to□hém. 
CARNAVAL CALMO DP.HAI S 
Dizem que n crioe, ou 
melhor a falta de di 
nheiro, foi o fator que 
contribuiu para que es­ 
te cnrnoval acontecesse 
com muita tranquilida - 
de. Não foi registrado 
nenhum caso de violên - 
eia, felizmente. Inclu­ 
sive, foi a festa de 
Rei Momo que teve a me­ 
nor participação da so­ 
ciedade neste Últimos 
tempos. Muita gente pre 
feriu passar nas fazen­ 
das, outros, ficaram em 
casa, enquanto alguns - 
partiram para outras ci 
dades. A festa foi agi= 
tada mas com pouca gen­ 
te. 
(LEONAR RAMIRES) 
Qum pi ou ale« dias 
val e Cupo Grande, fof o 
A TODO VAPOR 
Está funcionando agora cm nossa cidade a r.inis - 
nova lanchonete do nonso amigo José Viana. !:'. só - 
conferir para comprovar o pitoresco recanto. U 
ponto de encontro da juventude. Ao zé e Ronaldo 
parabéns pela brilhante iniciativa. 
ANIVERSARIOU 
Neste Últilllo dia 20 de Fevereiro pp., 'a jovea 
Marly Fernandes. À você desejamos um montão de fe­ 
licidades ... Parabéns. 
Tambêm aniversariou neste dia 28 de Fevereiro - 
pp., a nossa amiga Elaine Cristina. Parabéns. 
PARA REFLETIR 
Viva sua ~ida interior coe mais intensidade, J)O! 
que Deus esta permanentemente dentro de você, ape­ 
sar de suas imperfeições e defeitos. 
ROSIME1RE R00RIGURS - IIAlUREZA DESFILE SUO, NUA 
REALlZAÇÃ0 DA DURIIDE ARI'S SOB PRODUÇÃO Dll PASOIOAL 
METIDIRRI. (Foto - Ademir Mendon n) 
ORAÇÃO AO DIVINO ESPÍRl'IO SANJ'O 
Espírito Santo, Tu que oc esclareces e tudo, que ilur.t!.nas todos os caminhos para que eu atln 
ja meu ideal, Tu que me dás o dom Divino de perdoar e esquecer o mal que re fazem: que em todos 
os instantes de minha vida_ estás comigo> quero neste curto dl.álo&o agradecer te por- tudo e con - 
r;nnnr uma vez mais, que nao quero separar-me de Ti Por maior que seja a ilusão cater1al não se 
ri! o n!nimo dn vontade que sinto, de um dl..n estar Contigo e todos os meus frios, na gIrta per­ 
pctua. 
}.grodcço•te mals ur.ta vez mais. (N'Nl ', 
zaçao. Jovem, ser ou nao 
ser? O importante é lu - 
tar. 
Foto São Pedro 
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VIAÇÃO CRUZEIRO DO SUL 
"Uma Estrela Brilha na· 
Constelação do MS."

----------e 
EDIÇÃO ESPECIAL 
-------------. 
PEDROSSIAN 
A construção 
deum 
Estado 
moderno 
Pergunta • Há exatamente 
.m ano, Mato O rosso do Sul era 
o»siderado um Estado ingo­ 
"rn.hd. l lojc, cle é um dos pou­ 
cos que vcm:cu a crise, e o govcr­ 
dor Pedro Pcdrossian é o ter­ 
iro mais popular do Pnls. Oo­ 
, rnador, como isso foi poss(vel1 
Qual! o segredo'/ 
l'EllltOSSIAN • Eu acho 
que são v4tios fatores. O primei- 
to seria um processo de amadure- 
imcnto pessoal. Eu tenho uma 
vida muito vivida, sofrida, e quase 
1cmpre exercendo paptis de rc­ 
lcvancia nas coisas pl1blicas do 
Estado. Atribuo, sobretudo, n 
uma dedsOo poHtlca. Eu vim para 
• tovcrnar bem o Estado de Mato 
OnmodoSul. 
Montei uma equipe de pri­ 
meira ordem, sem lníluCncia de 
quaisquer setores, porque cu n:lo 
as tenho. Eu não tive compromis­ 
so nenhum de ordem pessoal. 
Meu compromisso é com minha 
gente, com meu Estado, com meu 
Carpo Grande.março do 192 
,, ....... ~J 
"Não fiz 
compromisso de 
ordem pessoal. 
Só com minha 
gente, meu 
Estado e 
com meu País 

·~ 
nos propusemos uma reforma 
administrativa cm caráter de pro- 
fundidade, e a partir dai nós co­ 
meçamos a caminhar ... Vor:b. se 
lembram bem: a receita do Esta­ 
do era de cinco bilhões. Agora 
Cllá fm tomo de 50 bilhões. Um 
aumento de mil por ccn10, acima 
da mna,;tio. É o maior crescimen­ 
to de receita do País. 
A íntci:ru da cntn:,'istn do gover­ 
nador Pedro l'edrosslnn, com um 
b:ilnnço das realizações em um 
ano de Go,·erno, está na página 
crntrul. 
co 
Mensagem do Governador 
Terminamos o nosso primeiro 
ano dt Govmo e eu mt apresmto 
a todos com aqutla st11Saçtlo ma­ 
ravilhosa dt devtr cumprido. Qut­ 
ro tamblm aprur.ntar 0.1 mtus 
agradecúntntos a todo o povo que 
nos ajudou, sobrerudo os funcíorul; 
rios estaduai.J, t princlpalmenu a 
Deus. 
Maio Grosso do Sul, hoje, t 
um Errado diftrmt~ Acabou a dt­ 
sordem, o Estado nromou a go­ 
vemabilidade. Mato Grosso do Sul 
tem o maior crescimento da receila 
em todo Ó Bro.ri~ tem a segunda 
rtnda pu capita do País, tun o d/­ 
cimo Produto lnttmo Bruto. Tt­ 
mos agora a BID • Banco rú /nu­ 
graçtlo e Desenvolvimento ., um 
instrumtnlo fonnid,lvtf para, junto 
com os estados do Sul • Rio Gran­ 
de do Sul, Paraná e Santa Catari­ 
na ·, acelerarmos o nosso desen­ 
volvimento. 
Nós temos tambtm o Merco­ 
su~ qut la nossa garan1ia rú furu­ 
ro, é o nossa di.Jcuno de futuro. 
Enfim, estamo.r preparados para 
uma grandt gue"a, para uma 
grandt misstlo. 
Eu contei com a ajuda, tvi- 
MS, o Estado-Empresa 
·1 ] 
e 
• 
ave.- ' 
Reforma administrativa para 
dar mais eficiCncia e agilidade à 
m~quina governamental. Trans­ 
parCncia nas finanças e caixa Gni­ 
co, para garantir a probidade na 
utiliz.ação dos recursos do Estado. 
Polftica do Estado-Empresa, para 
garantir a participação dos fun­ 
cionirios no aumento da receita 
do Estado. Participação no Mer­ 
cosul e no Banco de Integração e 
Desenvolvimento (dos estados do 
Sul), para implementar o cresci- 
denJemtntt, da boa co111frh,cia 
com os ourrv.r Podou. Foi uma 
convivência fratemal E tive a aju­ 
da d,císiva de todo.r 01 uroru dt 
nosso funcionalismo, que permitiu 
rraur paz.. rranquíbdod e, e dns a 
fomia foi pôJifvtl t.rercu o 110JJ0 
papcd 
A nossa Pollcia estd cuidando 
da populaçdo a Saúdt estd sendo 
munícipaliuuta t, na Educado, já 
começou o grande proct.SSo revo­ 
/uciondrio de nosso Govuno. En­ 
fim, a govemablidade é um fato. 
Os prefeitas, com o crucimtnta da 
receita, tsr/Jo faunda a sua parte, 
tstlla fa:undo um belo papel, rali­ 
zando grandes obro.r. 
Assim Mato Grossa do Sul 
começa aqutfa grandt caminhada, 
que sunprt foi a nossa proposta dt 
modunizaçtlo. Para qut, num pro­ 
cesso humanizado, de justiça, pos• 
samru ajudar ntlo só a no.rsa po­ 
pulaçllo, mo.r ficar tm candiç~.r 
tambtm de ajudar a toda o Paú. 
Pedro Pedrossian 
O APOIO DAS LIDERANÇAS 
i 
mcnto ea>nômico. ElciçOes lhTes 
e diretas cm todas as escolas, pata 
democratizar o ensíno estadual 
Terras e estímulos para o homem 
do campo. Pesquisa tecnológica e 
controle sanitário para melhorar 
a qualidade do rebanho bovino. 
Estas s.ão algumas das realiz:lções 
do Governo Pedro Pcdrossian, 
em um ano de administração. 
Você vai ver todos os detalhes 
nesta ediçlio especial 
'- 
Bornhausen 
+ 
""danças 
"portantes 
'.'Pero ±aksensno do Goero 
',"a sinete o momento 
ter»impruna para o nos­ 
,"das mudanças que e ope­ 
'>  ~ e ru Fc:dcnç:So. por ini­ 
• ouos governantes e com o 
"2 o«tn Meus vpi. 
ie_ hor Goersdor, na crcza 
,," to r» 1s sra, os­ 
• -,ao Prô-ipcn, e dcmon-:Uia.. 
t 
Jorge llernhau n 
Sc.n:ador 
Andrade 
'vieira 
Resgate 
da esperança 
A excepcional safra agrícola, prevista 
ra este ano em todo o Brasil, as proa 
• ae ae e u ris o qual o brasileiro 
3,ind.i d~ aacdiur. Gn.ndc contnbu,ç5o 
pura stu esperança surge no lo c do 
t.nb3lho do homem do Mato Grosso do 
Sul. aob a lidc:ranç:a. do ~cnudor Pedro 
i.ln.. O Brasil continua conundo 
!g"C, cosias 4s se sr 
K1UC do Sul no ro,:11e d.l. cspcr.rnça. pon­ 
te de parida pura a retoada do neccal 
rio d.o,c:'lWolvimcnto cconõm1co.. 
 .J 
Lúdio 
Recuperação 
das finanças 
O omnsdor Pedro Pcdn::i:t,,Wn con­ 
seguiu normalizar a situação dos servido­ 
rcs e rccupc::rou ,ubslanci.Jlmc:nte u fi­ 
nanas do &,udo. Os pontos altos foram 1 
normalização da situação do funcionalis­ 
mo e :a mclhorb W. rocciu atnvts de uma 
rcorpniDçfo ~ m4quisu :atT'CCl4ldor.a e 
do controle dos ,.utos pOblicos.. Tàmbtai 
dC''c-,i;c riiur a melhoria accntuda no ao­ 
lar de JCiur.lOQ i>ONia.. 
Levy 
Tranquilidade 
e autoridade 
Ou.Ãndo us:umiu o Governo, Pero 
Pedrossian encontrou uma stuaçio de 
verdadeiro clos cmoõ:nic:o--Cin.iDCe.ro e 
administrativo. Em um aro, conseguiu sa­ 
ncar as finanças do Eatado.. Hoje. m uU­ 
rio& ollo em dia e o povo radquiriu a 
tnoquifü1:adc pCblía e o s.cnm de que se,. 
ja auloridadc. M:.to Grouo do Sul se cn­ 
contr:a hoje preparado para um perodo de 
,nndcs rcal11..lyÕCS; 01 próximoa trb. :anos. 
do G~crno Pedro Pcdroui:in. 
Passarinho 
Verbas para 
a Educação 
Mir.h> >dminç.lo por Pedro Pedras­ 
sian nzsru quando clegovrruva o c:nl.5o 
&udo de Mllto Gnmo e cu. a,mo Minia,... 
tro do Edi=çia, p<>d< consuur que de 
cn o Go-.U'rlador que mais aplicava ver­ 
tas em educação Mais urde, IM: a alcpia 
de ncontri-lo po Senado. de onde saiu 
pana dingir o novo Estudo de Mato Grs­ 
so do Sul Aa infonn,çõcs que roocbo ,o. 
brr a atual administração de Pedro Pc­ 
drouu• sJo a, melhores pou,l>-eia, pdo 
c;uc o p.1r.abcuiz.o e a tocb. popubç.i.:, do 
bt>da, pclo pneiro antvrrino do 11CU 
Governa. 
UdloC..U>. 
Prdc-ílO de: Clmpo Gnan4c 
Jartas Passarinhe 
Mastro da Justiça 
Kleinubing 
O caminho do 
desenvolvimento 
Acompílnbo coo vivo irteras J1 
atuação do vrudor Pedro Pdrsia 
e CO:U:UlO cnlUSw:au.dQ qu: os r:sulQd.m 
positrvos se Laarm presentes As andes 
dificuldada encontradas n..a mJ:;ui::u. do 
&ado do pouco a pouco sendo supc::ra­ 
dos. <=1 as finanças públicas se cqui!­ 
bnndo e a cap;:aó:bde de i..:Jvatimcr.tos 
do Estudo IC:n4o rct.oaud.L Mcl.:S contalm 
com a pumd or P•cdl'()S;l,:Un. vo!Ll~ 
CSpcci.Jllmctc: 1 quc:s=ÕCI R:bciO:tld.o.1 3'%> 
MerosuL, me dão a rza de que o 
pró<pcm Maio Gmuo do Sul aU tri­ 
Uundo o a.minha que o levaríao Ct"a.ccn­ 
tc dcscm-oh,;mcnto s6c.io-uanõ::n,co e o 
consçq unte berna-atar da sua ente

o 
apoio 
das 
lideranças A voz do Estado na impre 
sa nacional 
Seriedade 
nos pag:unentos 
} Suprintndena a c, 
'o0ui ttérl (sN] 
Pranis o ovem±i fiá,, 
'vos4a pto'inibí á4]' 
.-Jdo, r-o, -'tu 11,·imr/rn ano. 'lhb;t. 
lhu "'e que Propiciou • Produ;Jio 
"55 inidídí átádó,, 
"o Estado e a contras j 
Obr:,, dr unr-arncnro e dacnw,1. 
•ímenro urf>,100. 11..,_,.,,•mo,, 
'mtm, s ritsde 6 4 fo. 
Hm ratido t6d asnal4. 
linrore, A C..t,,, &uoõm/c, Fede. 
nd e o 00-'i:'rno do E»doe»re. 
ssT 
"roo .:,27j 
FAMASUL 
Atendimento 
no setor rural 
L _ _;, 
FECOMércno 
Medidas de 
alcance socfaJ 
Desde a 
primeira 
hora o 
governador 
Pcdrossian 
aposta no 
sucesso do 
Mercosu/, 
instrumento 
de progresso 
para o 
Estado. 
No Jornal 
do Brasil 
ele 
detalhou 
a perspectiva 
do McrcosuJ. 
Um artigo 
com visão 
de futuro. 
A.uiula,0& '-'tn ?a'fodo de mmu. 
lo 1'111>.,/ho, Onde o Go,'<nlo EJt1. 
! usos o rsare d, ,, 
úo J)o,'O, Pcl, <n:d1b/lidade de ,-,,. 
a:>ruruu;ç:50 d.u Gnanç:l.l e COt!JC,,. 
qucnroncntc UQJ mcJti0r ªP-ln--. 
linhasaemo a iai.iç,,o PllbLeoc, 
"hdss de rase la& , 
"muros sós erres pra~, 
nxt>lhuncnto de 1CMs C" diJlotc ' 
On+unte com as eror 4, 
'1do,, ''=do a ceneza de um., 
'ª"'º ~ ,..,, .. d aos intereu 
d.a CCQJunJdadc e- cnir.and'coa,cnro 
doe nosso Esad, ou, fururo 
~ 	-·-••n; 
r,,.,.. s.i...,~ 
""r"«o« 4é ércoíi,ç 
r--- 
1 I 
No jornal 
O Globo, 
o nosso 
Governador 
analisa o 
Estado e 
firma 
compromisso 
coma 
construção 
de uma 
sociedade 
avançada, 
dotada das 
conquistas 
da ciência e 
tecnologia, 
em benefício 
do Cidadão. 
MercosuI· 
Apostando "%9..e. 
-=-~-:----;;;::Z,;::7.-;;;-;., co11,J p3ra tra.... : d! u,e.,-i- 
torto@' Géísg;%g;;ç; 
• d ºnt•rcámbio de çJo uu!iudJ tl. rcgi.:.,,,_.1,m PJrl o 
1 
JO O 1 • • 	L d OHJS ªr·· • A 
ncc cr11ç • Ire as naÇOeS lagos. As ,.: r 'SlOS d~ lran·pcr- 
bcns e sef'~denqu• a simp?tt b teamcnto dos c:u 1 1»0 h 
mJ1s o • • Jra · · cxtuno e. co.. · reprõenU OJt,. cs-~ cconóm:ws, tt r.o comcroo da compctinvida- 
co
níluinciJ de intrr O d• nova or- o 1r.=c:::.ro 
• • • mcsm , ~ . plra dorws 
unu 1mpos,ç.io, • ttrn.1ciona1s. de d.,s merCJ , ·•islu...,,brar outros 
d
- dJS relações m "aro Grc,s.10 do Aindl deve v · · J6 de co- 
.... 10 "'' 	rque não sera 
Nesse conttx • • io de faztr mercados, po ., M•rcosal. O llr.s- 
li 
di1pos1ça 	1e,a O ~ p 
Sul ltm a 1nnc emarégica de sua! mtrcio que v_r Uruguai e o ara- 
valer a pos,ç.:lo o ss--Panara iiinm.%,,,~,, na troca 
• • 
1 
rnac,onJ, - . d m se sn •,. o- 
fron1c1ras Jn e d longe de seres- gua1 cve nhCCJmento L.-cr. 
e Bolívia. Contu º• nle nosso ttlll• permanente de co um aos avanços 
tu+; "2"is+ lógico e. accs.10 com 
do faz quesia t' o e aluante desse da ciêno~. bros do Me:msul. 
como segmento a iv 	Os J)J.ISCS mem popubç.:lo de quase 
promissor mercado. 0 e sociedade que somam uma s e um PIB de 
Para tan10, go~ern ·m fazendo 200 milhões de~ têm vanta~s 
»9%; #;z2","fj &fig;;z.% 
sua parte. lmp an do palllm3! d comuns, e mwt.:1s, desse mercado. Os 
de apoio à clevaç.io_ •• s buscan- vo funcorwnenl?. foram dados, com 
• 'd des pnmana ' • · · os "'"""' Jl b o do nossas aU'1 ª • groindúsrria e a pnme,r ~· em novcm r , 
do o incmndenro ªteªnciais turísticos e a entrada cm 1go~ - as tarifas aJ. 
valorização dos po I Para um estado Tratado de Assun ° países membros 
de extração mrner~o-r ~nda ptr cap1- fondegárías enrr; osfssa redução cvo- 
segunda maucrcf ,ain- b:iiuram cm 47 ¼. S4½ chcgar.í a 
com a d. • o PIB nacional, mas • luiu, cm ianeiro, P31:1n ... ,;,'a• aumentar 
ta e o. ~m co tempo, cstac10- julhr..- e conu - Q 
da, ha ate bem po~río cfechado ~ 61'/, cm o ré que., cm 1995, ano 
nado no setor }"" +nos obtu- graduvámente a tal do Merc:osul n3o 
• ·as fronte,,.... • 1 de implantação to . • entre o 
%9D%g%"2", ", is ili 	5,""Gks iféiís ar 
do resultados signifi emtam . 
0 
Paraguai e a · 
1 r Brasil, o Uruguai, como no Mata- mos n_icses.. conieguimoi e eva gcntiro. Entao, aSSJme no que inttgra• 
" ? j,; •%5#$SÊ#@fins;;% 
,. • -: • ' °"''' '"•· . ''" '" u "'"· ' ' uimi- 
a tividadc mdus~~prc perseguido ra t.emnos. no Mercosu 
mos :% 	j %fi;; serviços, bens. trabalho e nos 14 anos e novembro, a Co- l 	. 
Grosso do Sul: :"1.ca Euro,,.;ia ava- c:ipita . . nacional se dctem 
d Econonu r O emprcsan? nas possibilidades •••d• ' d care bovina p? 3.comi •-• M ,ra, qm 
"'°" a,,,=, d, o, Mmado d, •,_,I. O, .,_ , mkodi• 
'""' """ ,...,,.;oi P'• <= • ,., ""'- '°,';,:W=d, 
. % %ií ;ésiih; z á 
svrn tem s 	6í40,m9g79,$, f,, 
""' d, P"'- "' •• .,..,, • .,.., '"'""º •m, ~",::,. mlhõn d, 
%g%pzp". é@@is {êj jipe; p; 
do """'"' o g Cm~ UWw- oomwrud,~' om ' dos nivers de 
sgggzg;; %.% ij; jgg;"z2" 
sitáno cm Pon!3 de nossos jovens emp~go e conseq~- 
rom , ''""''• " ""'"""" , diru, h•i<i• d, ~~ "'""'' 
e pgpzz:.z2<$, "@S @é f.2.. 2 
""""" rom 3%% j; o.seu 
2e.2.%@5ré jp$. 
sonas ,""%2$ siri. • fimk .,,_ 	• 
de exportação le 132L'.Ú escoadouro 	""' ,,. .,.,,, G,r,s, 
1llargeru do no Pa _ • H~jc os Esta- , Eng,,.,,.,,. • - 	co su, 
õatural de produ~d.á ;i mantêm 
dos Unidos e o 
l 
O jornalista João Emílio 
Falcão, do Correio 
BraziJiense, chama o 
Governador de autêntico 
líder popular e diz que e/e 
representa a mudança da 
consciência política 
no País. 
J! 
}; 
l, 
M u d!.21JI] ça 
política 
1,, 
ler 
e 
A • ra o futuro . tr
ansito pa , O p,..,,m,ddeeJ~t:e~~~~t~ 
como pn- uários li . ordena 
ggrgze"2 @ é $5±±$<±±i.é%;2.%5$ 
,ro Impulso. ª rod uvos. nos as- agressiva par:i_ través de mce.n 
±g±fiz?5±E±@±é zz É %@<:jz e 
g.7%3@±.±~ i@és;é ÉS$ 2. 5é5$• in­ 
que possam da econorrua P poli- conten~o de áreas degrada Esia- 
4$2,3,,22.,"Tãiyp rij9,"""i sa 
Tal reorganlz.açao. creme.nto e supor• tegração pecuá ossa pane e acom 
'"" "''""', "'""'·"" ... '" E±ame·2#5@i jfiz o aumento e • • elementar pa hamos. com ._____. de uma rea 
te ªt1 'dade é condiçao timentos lnte- n rimeiros es...._.., griculrura por 
3±$$ii:é;S3 Si<é %5E55@ã±kiy 
$isi;jii %$%#f±e&±; lz ?%. 
::l:. "'"'·--"'1,mM,m 	••=m• 
±±±e<ên#e_.ik?j u..er;e:gzz e; 
Grosso do Sul,' »grossense, Pl • imposras . ntos v1ta1s 
Pantanal sul-mato:do de ali,dades çoesl!zado inveso!'àe Educação e 
$si;is;é? %%±$jj; 5Sê; é. "%#. 
d ras por -~' dmirndo nem nes e.n assegurem n 
±se.3$%4±Ê ir%±;; z z;;A. • '°"""" 
to~ez por cento dos ao BrasU in- m°!...,dual trnnSição será facilitada 
por ue chegam • am- sa .. • Transição que além das 
ttange.1:i°! ~m ecologia e me.io d.1de. edida em que,.~d do est:ulo 
teressa4os 	29E7:,€;; ~_.iiidádes . '" 
os 	jjé&$%±fé5@<@ 
milhões de hectares, e de s~ mo attati,-os bém 
Dos 
seus 3S Sul •=!ora ape.D.lS otereeemy e _3Za6s ti.. 
do eP" 1gn ·w priva o, r-7 ncssos ,,. "'• ,:;.,.-::: do """"' =-., g% s, j»é% 
23$4.23$,3; i,zigiz %d$?$" i 5$ 3±éé; 
±&@@@é, iszgz " 3jfz sjiéékit" 2 
~-nbo o maior d bovinos. de alia d que a efeta_;{G, com o Me; 
re.... ·-'---•de ·os e se ,-is......,.... __ , "'rt:enl 
lbões de~ roduç.'io dos gra •. cados, que••-' com a''"" ,... se-- 
lídnde e a P qll.1tro nu sul. só se ""'" estreita no 
qua .:.. nesta safra. • ento que deve ser . eia de cién- deve ntm.,..~,_. __ com cresam lnternn. tr:msferen d• e 
lbões de ton=G • 
0 3 
do ano pJS· tor crucim de. Estã ;i1 a gran e 
real a1.cm r""f".G. safra cia e tecnologia.d. Mato Grosso do 
N 
SSo1 meta e 1!!95. d llllda e . . ·10 P:lr.l o 
s:ido •• o d meu go'erno, em . do real em do em = 
até %.g %.f#@ z ± st um esta 
.j5:.5 ijgg; Incre- futuro. que 15S, de tecno - 
com o rep:1SSe ..,.;,ll.zação com ga- 
a comercall trans- 
z' i? ããzss 
~rte. tem sido 
vemo. 
sso do SUJ no 
I 
nserlr Mato G~nplas =sfo!' 
contexto das m peram hoJe no 
mações que se ~çào da eco­ 
rumo da m~e refa que nosso 
no mia nacional ca4:-a~o como prloni; 
governo tem en decididamente, e 
ria. Estamos~ futuro. 
tráns110 para . 'OI· 
lhos da Naçao .. 
Aos poucos. os °osso estado perife. 
m-se para este n eiras internacro­ 
u de duas front .. ) e hmnrofe. 
nco, i:ual e Bolina - Goiás 
nals (Parn • o Paulo, Parana. . 
ainda. de Sã 'linas Gerais. 
Grosso e" 
Mato s Indicadores 
d s nosso . pol' 
Alguns o lmente, a atenÇ3oà.tnda 
chamam. rea :tnos de Idade,_ e s se 
que aos IS estudantes bras~~lato 
comum os o estado com mbra­ 
e".As;@.é.é; z 
Grosso , crl.1çâo de Mato 
me.nto e a 
SUJ em 1977. da per capita 
segunda ren PIB na- 
Temos a Somos o d=~ reba- 
do Brasil ntnmos o pnm gricultu- 
clonnl • ~te da Nação. Na ª de soja 
nho bo,no ILl!tO produlor 'nda. 
e %$ ±.zz 
e esl.lm de milho, Corum­ 
lUS lavo~õrio abriga. ~••nês do 
Nosso te :izlda de ma des ccn­ 
.,' t@± i;%. 
contme.n : por estra as ores à Ba· 
u-os do PllS ossos corre<! Ri Para• 
estendemos n atra'c!s do o 
c13 do PrllU. dAde 
•• salto de qWlll 
~ntudo. nosso - 
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(dlçao E:pocial 
Segurança: 
resgate da 
dignidade 
da Polícia 
Com melhores equipamentos, a 
Polícia passou a atender melhor 
1 
: : . Quando assumiu o Governo 
do Estado, em 15 de março do 
ano passado, Pedro Pedrosslan 
encontrou a Policia Civil cm gre- 
vé a segurança pública no com­ 
pleto descrMlto perante a popu­ 
lação. Antes de completar o pri­ 
melro ano de mandato, Pe<lros­ 
slan conseguiu resgatar a digni­ 
dadc da Policia, garantindo-lhe 
posição de prioridade no Gover- 
no. O Comando da Polkia Mili­ 
tar que chegou a ser ameaçado de 
despejo no final da gestão passa­ 
da, pôde respirar aliviado quando 
o Governador determinou a aqui­ 
sição do prMlo onde está Instala­ 
do há anos, localizado na Aveni­ 
da Afonso Pena. 
•··· Mesmo com ns dificuldades 
:Úcorrcntes da falta de recursos, 
o Go'erno deu Inicio ao reapare­ 
lhamento da.s pollcia.s Civil e Mi­ 
litar. O plantão integrado, que 
funcionava nos finais de semana 
fol extinto, com ns delegacias dis­ 
tritais pa.ssando a runcionar inin- 
1crruptamcn1c, enquanto a Poli­ 
cia Militar e Corpo de Bombeiros 
passarm a operar com o "Bina", 
oirutrumcnto que diminui as chan­ 
es dos policiais "caírem" cm tro­ 
ts, frequentes principalmente 
nas feriados. Até então, bombcl­ 
ios e PMs ficavam expostos ao 
desgaste de terem de se deslocar 
para o local chamado, quando na 
) 'trdade nada de anormal estava 
? "2.a..· 
a credibilidade das polfcia.s, a Se- 
retara de Segurança Pública, 
r! traçou estratégias de atuação, que 
nsiste na realização mais fre- 
9ente de blitz c policiamento 
ostensivo, especialmente junto às 
0las, com a finalidade de coi­ 
ir atos de vandalismo por parte 
das .gangues juvenis que vm se 
~rolifcrando pela periícria da ci­ 
~~e nos últimos anos. Para or­ 
dnar o trinsito urbano, aumcn- 
1
?u:sc o contingente de policiais 
~tares (sobretudo as integrantes 
,;--·Policia Feminina) que cum­ 
tem expediente nas ruas, oricn­ 
~
nd
o os motoristas e punindo os 
IVruore« 
valorizaç10 dada pelo go­ 
"7dor Pedro Pedrossian à 
0
UC!a venceu as fronteiras e se 
tornou destaque. na imprensa 
ra Pmal Na primeira oporuni- 
!5- 
)eo· i.: os policiais sul-matogros- 
"-li :nsc conseguiram prender os sc­ 
.iá· illC:stradores do empresário 
10· V ~gllcr Canhcdo Filho (dono da 
"E, {"?psrevidos por potieiais 
dli i llh~ estados. O caso mais 
. . ~•e aconteceu j:I no final do 
-se .Fiado, quando numa a4o 
giQ. 
0 
IIJllnta entre a Civil e a Militar, 
$]""ro das mas o rretcio 
M'; i"ados Brar Melo. (oi so- 
_;l)ll, 1 •~ IU.lo cm tempo recorde e 
as "otenei. 
%;7 s"iene na atua«ao resa!­ 
, ç"aAomeagem pessoal do 
'}i < ovem±dor Pedro Pedros- 
- s policiais envolvidos na 
o. "Apesar dos ainda par­ 
ti) :,~s para a segurança e 
' do nao Estudo fiar na 
1 ~o~ COntr-~bando e do I r:fico, 
~ eia 't::n tido um comporta­ 
+ Admirável, afirmou o go- 
" Pedro rearossin +os 
g " sue trabalharam na so­ 
?Sequestro das nIas do 
1
º llraz Meln. 
Determinação 
Mato Grosso do Sul, em 
apenas um ano, rert<wrm, 
sua dignidade diante da 
Nação. Estão ainda vivas na 
lembrança da população as 
imagens estamp11das em jor­ 
nais e levadas ar pela tele­ 
visão, sobre o cdos adminis­ 
trativo que Imperava no Go­ 
vemo até 15 de março de 91. 
Um Estado que frequentava 
a imprensa nacional apenas 
como comedor do tráfico de 
drogas ou pela total desor­ 
dem de JUa mdqui11a gover• 
namental. Um Estado que 
era refém de sua própria 
inércia. 
Hoje, um ano depois de 
sua posse, o Govemo Pedro 
Pedrossian apresenta resul­ 
tados surpreendentes para o 
mais cético dos cidadãos. 
Recordista nacional de cres­ 
cimento de arrecadação; 
único a apresentar níveis de 
60% de crescimento da ati­ 
vidade económica; saldrios 
do funcionalismo pagos em 
ordem; estabelecimento da 
poUtica do Estado-Empresa, 
com repasse mensal aos salá­ 
rios dos seus servidores na 
mesma proporção do cresci­ 
mento da receita lfquida; 
educação democratizada pe­ 
lo voto direto nas escolas e 
poUtica de valorização do 
professor, garantindo a ele 
5% a mais de aumentos 
mensais do que aos ourros 
funcionários; obras de infra­ 
estrutura lançadas em todo 
Estado . esgoto, tratamento 
ponde a 8 folhas de paga­ 
mento do funcionalismo (4 
que estavam atrasadas em 
março e mai.r 4 wmadar em 
banco para colocar os sald­ 
rlos em dia). 
O Estado promoveu 
lei/rio de carros oficiais, dei­ 
xou de prover 200 cargos 
comissionados e modemízou 
sua administração. Algumas 
metas vitais foram traçadas e 
estão sendo cumpridas: a 
real municipalizaçtio do sis­ 
tenw de sadde; também a 
municipalízaçâo do ensino 
de primeiro grau, prestes a ser 
implantada; política agressi­ 
va 11a pecudria, promovendo 
controle de saade do reba­ 
nho, conquistando o direito 
de exportação de nossa came 
para o Mercado Comum Eu­ 
ropeu e instituindo o Pro­ 
grama de Novilho Precoce; 
atuação marcante na Agri­ 
cultura, tendo como meta 
dobrar a safra do Estado até 
1995, aumentando a produ­ 
tividade, obtendo o controle 
sobre a praga da mosca-do­ 
chifre, dinamizando a 
atuação dos /agro e da Em­ 
paer; incentivos à implan­ 
tação de agroindústrias e 
atração de novos investimen­ 
tos para Mato Grosso do Sul 
Na área social, o Gover- primeiro momento, o Gover­ 
no se lançou a uma verda- 110 de Mato Grosso do Sul 
deira cruzada de atuação 
junto aos meninos de rua e 
pessoas dependentes de dro­ 
gas. As creches de Campo 
'l~~f~2!i''t_~ ?~ r·~ 
' l.• M, IR 
', 	·'?r i, e t ' 
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, 	pc.3X• - 
• ±». é$,33a,, g- 	1 ;ié;5e5ijyysRr 
-._ 	> 	• 's :Sr;'ti2ri? no--- 
~ o na caucarao: ara»acordo d«e autos, is+ ara dir<tor e construçdo de novas escolas em todo o Estado 
de água, eletrificado rural - 
e um au..11ero co111role dm 
a0s públicos. 
Ao mesmo tempo em 
que se lançou no combate 
sistemático à sonegação fis­ 
cal, cobrando impostos sem 
priviltgíos 011 concessões, o 
Cavemo do Estado tratou de 
implantar com rigor seu pró­ 
prio programa de saneamen­ 
to financeiro. Todos os pa­ 
gamentos em cheques foram 
abolidos, eliminando uma 
imensidão de papéis, de bu­ 
rocracia. Foi institutdo o 
Caixa Único do Tesouro, to­ 
talmente ínfonnatízado e a 
Junta de Programação Fi­ 
nanceira, f onnada pelos se­ 
cretdrios de Fazenda, Admi­ 
nistração e Planejamento. A 
Junta controla o movimento 
de receita e despesa, só per­ 
mitindo empenho quando há 
recursos para pagamento. 
Ainda sob pesada he­ 
rança de dividas de curto, 
mMio e longo prazos, o Go­ 
vemo limitou as despesas 
com pessoal, do Execwivo e 
dos outros Poderes, em 60% 
da arrecadaçâo, delllro dos 
parllmelros da Constituição 
Federal e das exigl!11cias para 
renegociação de sua d(vida. 
O Govemador Pedro Pedros- 
As escolas da Rede Estadual 
de Ensino começaram a vver, 
desde o ano passado, em clima de 
democracia. Por determinação do 
nosso governador Pedro Pcdros­ 
sian, a Secretaria de Estado de 
Educação instituiu,em 91,cleição 
direta dos diretores de escolas. e 
implantou o sistema de colega 
dos, compostos por alunos, pa1s € 
rofessores. Para garantir uma 
{nora na qualidade do serio 
prestado à comunidade escolar, o 
Governo do Estado começou a 
descentralizar a atuação da sce:e­ 
ania de Educação, dando maior 
versatilidade às Agências Regio­ 
nais de Educação. A meta é des­ 
centralizar ainda mais o sistema. 1 
Todos os trabalhos descnvo • 
'dos nesta área constam no do­ 
ato "uma Proposa de Edu- 
Ms
.. elaborada amda 
cação para , 
1 
na fase de transição. Desde Iogo 
os colaboradores de Pedrosian 
detectaram a necessidade de se 
enarar um processo 4e r€","" 
1uração, a começar pela rca e- 
uação do corpo runcionaL Logo 
q uc assumiu, o governador Pedro 
arosian baixou decreto convo­ 
ando todos os professores a 
comparecerem aos tocais onde 
cíclivnmentc est3vam lotados. A 
ed
·~- teve por objetivo fazer 
m 
1
""' d ixasSem 
com que os cduc:idorcs e . 
de lado as atividades alheias a0 
seu meio e vottaSSem a cumpnr o 
seu verdadeiro papel, na 
5313 
de 
aula, ensinando os alunos. 
sian tem se empenhado, pes­ 
soalmente, em Bras((ia, para 
encontrar uma solução para 
a i:Uvida de antecipação de 
receitas, que só o Mato Gros­ 
so do Sul tem. Ela corres- 
Aproximadamente 520 pro­ 
rcssores e especialistas de edu­ 
cação tiveram que retornar aos 
seus locais originais de trabalho. 
Além disso, foram revogadas ccr­ 
ca de 500 convocações, feitas ir­ 
regularmente pela administração 
anterior. Feito isso, o governador 
Pedro Pedrossian passou a apro­ 
var aquelas convocaçOes previstas 
na legislação, ou seja, para substi­ 
tuir professores cm salas de aula. 
A partir da posse do novo Go­ 
verno as ccdéncias de íuncion:1- 
rios entre os órgnos também pas­ 
saram a ser restritas. 
Com a eleição de diretores e 
da formação dos colegiados ases­ 
colas da Rede Estadual pa.ssaram 
a ter maior flexibilidade no seu 
dia-a-dia. Mas isso não é o sufi­ 
ciente para tornar a escola nfio 
só um local de aprendizado, mas 
umbém de intcgraç:lo social. Na 
nova mentalidade administrativa 
implantada pck> Governo Pc­ 
drossian, outro ponto importante 
é a autonomia financcir:i das 
AgCncias Regionais e escolas. Em 
funçio disso, a secretária de Edu­ 
ação, Leocádi Petry Leme, de­ 
cidiu então manter entendimen­ 
tos com a Secretaria de Estado 
de Fazenda, para transforn1ar as 
Agéncias, e con.<equcntcmcnte as 
escolas. em unidades orçimcnt:1- 
rias. O resultado deste trabalho 
deu frutos logo: em agosto do ano 
paado as Agências receberam 
dotação orçamentária, o que 
permitiu o repasse de recursos, 
na forma de suprimento de fun­ 
dos, às escolas. 
O êxito das primeiras expe­ 
rincias fez com que a Secretaria 
de Educação, ainda em 1991, 
transíormasse 8 escolas da Capi­ 
tal cm unidades orçamentárias, o 
que lhes 1Cm permitido atender 
com maior eficiencia as despesas 
de manutenção. A intenção é fa­ 
zcr com que todas as escolas es­ 
taduais. já este ano, passem à 
mesma condição destas 8 unida­ 
des da ClpilaL A partir do mo­ 
mento que pa.ssam a dispor de au­ 
tonomia financeira, as escolas 
começam a responder pelos seus 
gastos diretamente ao Tnl>unal 
de Contas. Em 1991, através des­ 
te sisrcma, foram rcpa.ssados às 
Agencias Regionais de Educação, 
recursos da ordem de CrS 170 mi­ 
lhões. 
Atrabctimçáo dr adultos 
O Governo do Estado ino­ 
vou também ao adotar uma polí­ 
tica mais arrojada de alfabcti- 
1.ação de adultos. Desde que o 
programa fo implantado, no ano 
pa.ssado, j.1 [oram atendidas apro­ 
ximadamente 2.500 pessoas cm 
todo o Estado, que representa 
1,5% da população de analfabe­ 
los de Mato Grosso do Sul, esti­ 
inada cm 200 mil, de acordo com 
Gra,:de foram rcfr,m::das, 
as Casas das Criaras atingi­ 
ram outros municípios, o 
Ccmru de Trawmmto de 
Drogados apresentou em seu 
primeiro ano r r:1/rados 
11w1ca antes obridm entre 
IIÓS. 
Hoje, um ano depois de 
ma posse, o govemador Pe­ 
dro Pedro.rsian tem o reco­ 
nhecimento da socícdade e 
da Nação, aferido tanto pela 
impre11Sa local qua1110 pela 
mtdia nacional. O Estado 
despertou para o Pais como 
um verdadeiro celeíro de 
oportunidades e o Governa• 
dar Pedro Pedrossia11 l cha- 
mado a assinar arigos em 
jornais da imprensa nacio­ 
nal, como o Globo e o Jornal 
do Brasil, dando seus pontos 
de vista sobre temas com- 
1empordneos. 
Na Educação, Saúde, 
Segurança Fablica, na 
indústria e Comércio, no Tu­ 
rismo, nas Artes e na Cultu­ 
ra, nas Obras Fablicas, na 
Habitação, em rodos os seto­ 
res, o Govemo do Estado 
está presente, atuante, mos­ 
trando sua cara moderna, 
dgil e seu compromisso com 
o bem-estar social Desde seu 
cumpre com suas obrigações 
e justifica sua mensagem de 
modernidade: O Futuro, 
Agora! 
l 
., 
' ....J 
Na Educação a revolução da modernidade 
o Gltimo censo. Estão envolvidos 
na tarefa de reduzir o analfabe­ 
tismo no Estado mais de 192 al­ 
fabctizadores. distribuldos cm 8 
AgCncias Regionais de Educação. 
Para vencer a barreira da 
disporuõilidadc de tempo para o 
aprendizado e das dificuldades de 
transporte, a Secretaria de Edu­ 
cação decidiu por "levar a sala de 
aula" para onde está o público­ 
alvo. Dessa forma, os primeiros a 
rcccbcrem aulas cm seus locais de 
trabalho foram os operários que 
na época estavam construindo o 
conjunto residencial Ouro Verde, 
cm Campo Grande. O programa 
está sendo levado também para 
outras regiões de grande concen­ 
tração populacional, como assen­ 
tamentos e aldeias indfgcnas. 
P,ara melhorar a disponibili­ 
dade de vagas nas escolas esta­ 
duais o Governo vem ampliando 
e reformando as unidades já exis­ 
tentes e construindo novos pré­ 
dios onde a carência é mais acen­ 
tuada. Pela programação elabo­ 
rada, 120 unidades deverão passar 
por reíormns neste ano. A criação 
de novas salas de aulas ficará por 
conta dos C!ACs (Centros Inte­ 
grados de Apoio às Crianças), fi. 
nanciadas pelo Governo Federal 
Até o final do Governo Pe­ 
dro Pcdrossian scrdo construidos 
100 CIACs em todo o Estado. 
Saúde: 
atendimento 
mais perto 
do povo 
O projeto do Hospital Regional de 
Campo Grande, com 350 leitos 
Para cumprir uma de suas 
principais metas administrativas, 
o nosso governador Pedro Pe­ 
drossian investiu neste ano de 
Governo, mais de CrS 8 bllhôc1 
na ampliação e melhoria da rede 
flsica de atendimento e asslltCn• 
da médica. Alé o final do Gover­ 
no deverão ser aplicados recursos 
de USS 120 milhões na árca da 
saúde para dotar os muníciplos 
da Infra-estrutura necessária para 
dar atendimento médico e odon­ 
tológlco na própria localidade, 
sem que tenham de recorrer aos 
grandes centros urbanos. 
De acordo com o secretário 
de Saúde, Marcus Vinicius do 
Nascimento, o principal objetivo 
é melhorar a qualidade dos servi­ 
ços e praticar uma medicina mais 
humanizada e elidente para toda 
a população. Segundo ele "o go­ 
vernador Pedro Pcdross!an está 
promovendo uma verdadeira re­ 
volução na área de satlde". Nes1c 
pcrlodo foram agillzada.s as me­ 
didas de municipalização previs­ 
tas no Sistema Onlco de SaGdc - 
SUS -, de rorma a descentralizar 
o atendimento médico. 
"Pra1icamcntc todos os Pos­ 
tos de Saôdc do Estado íoram 
transferidos para os municfplos e, 
na Capital, já começou a funcio­ 
nar o Programa Pró-SaGdc, que 
irá praticamente eliminar as filas 
para atendimento médico - escla­ 
receu o Secretário. Além de 
transícrir os postos para os mu­ 
nicfpios. o Governo do Estado já 
dcsrinou CrS 840 milhões de re­ 
cursos próprios diretamente para 
10 municfpios realizarem e adml­ 
nistrarem obras de reforma, am­ 
pliaç4o e construção de unidades 
mistas, postos de saúde e hospi­ 
tais municipais. 
JJospltnls 
Entre as principais obras cm 
andamento na área de saõdc 
estão os hospitais regionais de 
Campo Grande, Dourados, Ponta 
Por4, Paranafba e Coxim, 12 uni­ 
dades mistaS de saõdc, dotadas de 
centro c:J11rgÍco, sala de parto e 
enfermaria, além de 10 hemocen­ 
tros estra1cgicamcn1c distnl>ufdos 
no Estado. 
"Com essa infra-estrutura 
básica, os munidpios não preci­ 
sarão mis recorrer aos grandes 
centros urbanos para resolver os 
seus principais problemas na área 
médic:i" - afirmou Marcus Vini­ 
cius. Já Campo Grande irá rece­ 
ber o maior e mais moderno hos­ 
pital do Centro-Oeste brasileiro, 
com capacidade para 350 leitos e 
dotado dos mais sofisticados apa­ 
relhos médicos. 
Epidemias 
A atuação do Governo do 
Estado foi decisiva para o contro­ 
le de doenças cpidCmic:as, prin­ 
cipalmente a cólera. A rápida im­ 
plantação de barreiras de fiscali­ 
zaç:lo e controle cm Coxim, Co­ 
rumbá e Trds Lagoas, aliada a um 
rigoroso controle da qualidade d3 
água, permitiu que Mato Grosso 
do Sul não apresentasse sequer 
um CISO da doença, mesmo fa. 
zendo fronteira com estados qut· 
já registraram casos da doença. 
As campanhas de saúde pú­ 
blica, para a prevenção de doen­ 
ças como Aids, p.1ralisía infantil, 
sarampo, difteria e coqueluche ti­ 
veram prioridade máxima do Go­ 
,-erno.

PEDROSSIAN 
Missão de 
governar 
para todos 
Sentir os anseios da população e transformá-los em diretrizes paro a 
ação do Governo. Agir, decidir, sem concessões ou privlléglos. Sem atropelos, 
com a tranquilidade e equilíbrio que só multa experiência pode garantir. Esse 
é o estilo do governador Pedro Pedrosslan, que faz, nesta entrevista, o balanço 
de seu primeiro ano de Governo. Um ano dedicado, antes de tudo, a 
rrofundas transformações voltadas para a modernização do Estado. 
Mais que uma entrevista, esta é uma viagem instigante, uma ponte entre 
o cidadão e o homem público, o administrador e o político. Uma visão ampla 
de todos os aspectos levados em conta na estratégia daquele que pela terceira 
vez comanda o Estado e sabe que este será seu melhor Governo, com base no 
entendimento, na liderança e na convicção de ter a sociedade e o 
funcionalismo público como aliados na tarefa de reconstrução de Mato 
Grosso do Sul. 
PERGUNTA: Ili cxntnmente um 
uno os prlnclpols Jornais do l'oís 
dltlom que o Moto Grosso do Sul 
era um Estado ingovernável; 
divido de curto prazo chrguvo oo 
equivalente u oito folhas de pa­ 
gamento dos funcionários publi­ 
cos, que estavam há quntro meses 
sem receber e té ocupam o 
prédio da Governdoria. Hoje, 
um uno depois, estes mesmos 
jornais dizem que loto Grosso 
do Sul é um dos poucos estndos 
do Puís que conseguiu vencer a 
crise, Além disso, segundo o Insti­ 
tuto DatFolha, o governador 
Pedro Pedrossln é o terceiro 
Governador muls popular do 
Puís. Go,-emador, como Isso rol 
possível? Qual é o segredo? 
PEDROSSIAN: Eu acho que s4o 
vários os fatores. O primeiro se­ 
ria um processo de amadureci­ 
mento pcssoa.l. Eu tenho uma vi­ 
da muito vivida, sofrida, o quase 
sempre exercendo papéis de re­ 
levância nas coisas públicas do 
Estado. Atribuo, sobretudo, a 
uma deci.sâo polltica. Eu vim para 
governar bem o Estado de Mato 
Grosso do Sul. Vocês se recor­ 
dam bem da campanha eleitoral. 
Foi uma total tranquilidade. Eu 
era um homem falando mais co­ 
migo próprio do que com minha 
população, do que com o meu 
povo. com a minha gente. Em 
uma questão de avivar sentidos e 
convieções. Eu trazia comigo a 
l!eci.sâo polltica de construir um 
o 
apoio 
das 
lideranças 
íIs 
Competência 
e habilidade 
Eaa 12ras de Govmo, Pedro Pe­ 
drosian deu rostrau de competncia e 
habilidade poi/tio-administrativa. O 
u!-matozroscna t um Estudo or 
nizsdo, cm situa{o de normalidade. O 
orador Pedrossiana soube regatar a 
creditldade do Poder Pátio cm M»to 
Graso do Sal e cu o cumpnento porque 
ei o tamanho da tarta cumpnda. 
grande Estado para ajudar o meu 
Pais. Nlio é bnncadcira ser Go­ 
vernador por três vezes. Eu atri­ 
buo a uma grande dose de gene­ 
rosidade da população. Eu tenho 
de estar a altura dessa generosi­ 
dade, porque cu entendo que, 
mais do que isso, é um sentido de 
intuição de que eu posso cumprir 
bem o meu dever, que é o que eu 
estou fazendo. Montei uma cqui­ 
pe de primeira ordem, sem ln­ 
nucncla de quaisquer setores, 
porque cu no as tenho. Eu não 
tive compromisso nenhum de or­ 
dem pessoal. Meu compromisso é 
com minha gente, com meu Esta­ 
do, é com meu Pais. Formei uma 
grande equipe, nos propusemos a 
uma reforma administrativa cm 
caráter de profundidade e a panir 
daf nós começamos a caminhar. 
Quer dizer, o Estado começou a 
caminhar. Vores se lembram 
bem: a receita do Estado era de 
cinco bilhões. Este mds foi prati­ 
amente para 50 bilhões. Um 
aumento de mil por cento. Muito 
acima da in0açio. É o maior 
crescimento de receita em todo o 
Brasil. Isso se deve a uma decisão 
política de não ter afilhados, não 
se passa a mão na cabeça de nin­ 
guém, porque o imposto é uma 
coisa sagrada. As vezes se fala que 
determinada classe está sendo sa­ 
crificada. Isso Mo é vcrtladc. O 
imposto é uma devolução daquilo 
que é de vocês todos, que é todos 
nós, é do povo, é do Estado. Go- 
vernar é simples, não tem grandes 
complicações. Nós temos, como 
já d1SSe, o maior crescimento da 
receita de todo o Brasil cm nosso 
Estado. Nós temos o décimo Pro­ 
duto Interno Bruto. ós temos a 
maior pecuária de corte do Brasil 
e agora a nossa agricultura, que 
estava um pouco desanimada, 
voltou a dar um grande salto, 
porque o povo entendeu que está 
todo mundo engajado num pro­ 
cesso. Então a obra é minha por 
ser a decisão pessoal do Gover­ 
nador de governar bem e gover­ 
nar com justiça. Mas é obra, so­ 
bretudo, que eu atribuo a todo 
um povo que tem paciCncia, está 
sabendo esperar, e à ajuda do 
funcionalismo do meu Estado 
que está sendo decisiva. O fun­ 
cionário está engajado num pro­ 
cesso maior, no qual o crescimen­ 
to do Estado se insere, para que 
ele viva bem e participe com de­ 
cisão. O funcionalismo hoje es::1 
no meu lado, está nos acompa­ 
nhando. O professor...nós esta­ 
mos vendo o professor sorrir, não 
se via isto há tempo. Entlio, va­ 
mos fazer uma revolução em pro 
fundidade no setor educacional 
E o professor sabe que ele é im­ 
portante. Nao adianta falar em 
modernização, não adianta falar 
que Mato Grosso do Sul vai ser 
um grande Estado produtor de 
alimentos se nós MO começarmos 
pela base, pela educação, que é a 
minha obrigação e a minha de- 
cisão l_)Olhica. Com estes fatores 
todos juntos houve uma identifi­ 
cação: o povo entendeu que eu 
continuo básica e fundamental­ 
mente sincero. Eu quero cumprir 
o meu dever, sem vaidade. Aque­ 
la figura do puxa-saquismo, do 
puxa-saco, isso não existe no 
meu Governo . Eu estou gover­ 
nando com total serenidade, ape­ 
nas em sintonia com as minhas 
verdades e com as minhas obri­ 
ações. Eu acho que o segredo é 
esse: cumprir bem as obrigações, 
que é o que nós temos feito. 
PERGUNTA: Como o Sr. conse­ 
guiu controlar os gostos do Go­ 
verno e das empresas estatais? 
Como Isso rol possível? 
PE.DROSSIAN: Olha, o que se vé 
é o seguinte: um governador para 
chegar até o governo ele tem de ir 
até os palanques, comer a poeira 
clvicn nas estradas e chegando 
uma vez ao poder nomeia um 
presidente de uma statal É a 
mesma coisa que nomear o 
Grão- Vizir 1á da Arábia Saudita, 
ele passa a ser o dono de uma 
fonte de recursos que nao é dele. 
Entlio, nós apenas colocamos 
freio, colocamos ordem. Hoje, a 
estatal • da mesma forma que 
qualquer órgão centralizado de 
governo • obedece as normas, 
obedece a uma oricntaçao, e nin­ 
guém ~ a figura do Governador 
porque eu dismoul os serviços de 
tal forma que as coisas são bem 
analisadas e o crivo é, realmente, 
de muita cxigéncia e, quando 
chega ao governador, fica (jcil ao 
governador decidir bem. Então, 
nós acabamos com esse poder...o 
super-poder das estatais. A Ener­ 
sul e a Sanesul tém um grande 
compromisso com a coletividade. 
A Encrsul, por exemplo, agora 
está realizando obras que são 
fundamentais para que nós edifi­ 
quemos o grande programa de 
eletrificação rural, que representa 
dez mil quilômetros de linhas em 
nosso Estado. A Sanesul, pouca 
gente sabe, mas o nosso Índice de 
atendimento no setor de água é 
um dos maiores do Pais, é quase 
noventa por cento. Aqui na nossa 
Capital é quase noventa e cinco 
por cento e vamos chegar já a no­ 
venta e 0110 por cento. Então, nós 
estamos preparados para enfren­ 
tar esta guerra de combate ao vi­ 
brião da cólera. A estatal é Isso: 
é para servir o povo e não para 
servir aqueles senhores que ocu­ 
pavam grandes posições, delas se 
serviam e não serviam a popu­ 
lação. 
PERGUNTA: A partir de abril 
todo aumento da receita líquida 
do Governo vai ser dado, 
também, aos funcionários públi­ 
cos. Essa é a política do Estado­ 
Empresa que o Governo está i­ 
plantando a partir de agora. Co­ 
mo é essa política, Governador? 
PEDROSSIAN: A gente precisa. 
ria voltar um pouco atrás e 0po­ 
vo precisa identificar bem o pro- 
blema para que os demagos 
não tenham mais vez. Eu succl: 
um homem que há três anos teve 
todas as contas do Estado • a 
exemplo de outros estados brasi­ 
leiros - absolutamente regulari­ 
zadas, as coo tas foram zeradas. 
No entanto, quando eu assumi, 
encontrei um Estado que era um 
verdadeiro escombro, com uml 
despesa de pessoal representando 
cento e seis por cento da receita 
e ele, maldosamente, para imp­ 
dir que nós pudessemos cumprir 
a nossa obrigação, ainda quis dar 
um aumento ao funcionalismo de 
cento e trinta por cento. demago­ 
gia, falta de vergonha! Ele'njcJ 
pagava o funcionalismo há quatrcJ • 
meses e outros quatro meses Ma­ 
viam sido pagos com dinheiro 
de banco. Quer dizer, uma beraO• 
ça que est.1 sendo difJcil de ser b 
sorvida. Eu já estou com pratia 
mente um ano de Governo e alll· 
da não consegui a rolagem dês
11 
dívida de curo prazo. O probl­ 
ma é realmente muito sério, f.o­ 
ram oito folhas de pag;uner,to 
como herança de um gover9 
que representou. na realid.ldt. 
desgoverno. Quatro folhas turad 
cm banco e outras quatro que c 
fui obrigado a me socorr:r e 
bancos para colocar o pagare 
to do funcionalismo em dia. N 
ainda não fizemos os acertos d 
tas contas Hoje, o que o Esta# 
arrecada é para pagar os Jnro! 
destes cento e dez milhOCS d& 
lris ke«de 
Governador de Go.ta 
P- 
P o p u lação dá total' 
Avaliação administração Governo Estadual 
"O Governo de Pedrosslan está completando 
01 ano. Na sua avallação ele está reallzando 
uma admlnlstrat;ao 6tlma, boa, regular, 
ruim ou péssima 7" 
NAo 
responderam 
à pergunta 
2,0% 
RUIMPÉSSIMA 
13,0% 
Fonte: IBRAPE 
Aumentou ou 
continua igual 
Fonte: IBRAPE 
"Neste primeiro ano de 
governo, sua confiança no 
Governador Pedrosslan 
aumentou, diminuiu ou 
continua Igual 7" 
Uo 
Diminuiu Não responderam 
à pergunta 
'"'-é 
"eto ave o se;gg 
Pedrosslan vem cu, 
de camana., am??%1$,s. 
nennuma ,_.. • 
fum
as sr:A, 
iis 
Nenhuma das promoss4+ 
□ 14,3% 
Não responderam A peru57- 
-

y 
f;•poclal 
5 
res, que reprcventam tas 
no folhas de pamento. Mas 
nado está Mendo equacionado e o 
p,ado hoje citá cm as suas de. 
f
~ 1 lle pes~o~I c:n1n: o Poder 
cutivo ec demals poderes, em 
genta por cento. Já temos, a 
urtit de apora, quinze por cento 
ra investimento. E io tudo 
enquanto não se discute e n4o se 
solve esa dfvda a curto prazo, 
adida fundada interna e a dfv­ 
da rtcmna. Estas duas últimas cu 
o tenho a menor preocupaç,1o 
om elas. Com esse crescimento 
dJ rcedta e como eu ~I que nós 
vamos produzir multo...Mato 
Grosso do Sul produzirá este ano 
quatro milhões de toneladas de 
rios, mas o ano que vem a nossa 
pniduç.in ser: de cinco n seis mi­ 
lhes de toneladas de grãos e a 
indu11rlnllmç4o Jil é um falo. 
PP 
da receita se 
deve ao 
Governo niío 
ter afilhados. 
Não se passa a 
mão na cabeça 
de ninguém. 
Imposto é 
coisa sagrada, 
,"» 
a 
ndo 
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cs, 
a do 
ar0s 
de 
- Enuo, o crescimento já começa a 
se efetivar na nossa terra e nós 
amos ter condlçôes de absorver 
~ta divida fundada Interna sem 
entrar nesta cnmisn de fora que 
Q Governo Federal está querendo 
colocar cm todos os govemado­ 
tes, em todos os estados. 
PERGUNTA: E os lnvcsUmentos 
que esto vindo pnro o Estado? O 
~r. cstoyn ínlondo ngom que o 
Estndo est.á crescendo 11 uivei de 
Indústria, pecuária...Como estes 
lrwcsum~tos estllo chrgondo 110 
Mato Grosso do Sul? 
PEDROSSIAN: Eu preciso tirar 
da nossa rca:ita própria pelo mc­ 
l!OS cem a cento vinte milhões 
d dares por ano para aplicar 
cm_Jnvesúmcntos. A previsão pa­ 
a este ano é em tomo de cin­ 
quenta milhões de dólares. Mns 
nõs . estamos, a través da Caixa 
Eaonmla, do Bano Interam. 
riano c do Bano Mundial, n' 
amos aprcantando projetos e 
cu tenho onvião de que a par­ 
tir daqui nós vamos Invtir cm 
torno de duuntos milhes de dó­ 
lares de recursos próprios aqui no 
n0o Etado. 1o representa in­ 
fra-estrutura no setor rodoviário. 
Ns vamos pavimentar basica. 
mente mil quilômetros de c,tru­ 
das em dois ano, e, 110 rntuln10, 
em trs anos vamos deixar todos os 
municípios lipad0s. Ee ano ago­ 
ra estamos iniciando doze frente 
de serviços que reprcsentHm qua­ 
trocentos e cinquenta quil0me­ 
lros de pavimcn111ç.1<>. Com a 
energia nós estamos resolvendo o 
íundarnenlnl, que sfo a subes- 
1.llÇôes e, futuramente, com o 
aprove11nmento do gás da Bolfvla, 
vamos dar condlÇôes para esla 
lndumlallz.aç.10, Com o binômio 
de energia e 1rnnspor1e bem asse­ 
gurados o desenvolvlmcn10 aqui 
no Estado vai ser realmente ncc­ 
lerado e vamos chamar a atenção 
de lodo o Brasil pelo que vai 
ocorrer nqul. 
PERGUNTA: E quul é n vocaço 
do Estado nesta porte de investi­ 
men1o7 Agrlcullum, pecudrlu, 
Indústria..Como vi ser o Estado 
dqul par frente? 
l'EDROSSIAN1 A vocação do Es­ 
tado é a agropecuária e agora es­ 
lamos partindo para moderni­ 
zação do processo, com a accle­ 
ração da Industrialização, É o 
processo de agroindllstrla. Nossa 
vocação é produzir alimentos. Fe­ 
lizmente este tlltlmo censo de­ 
monstrou que nós ainda não te­ 
mos uma grande população. 
Grande população hoje no Brasil 
significa pior qualidade de vida, 
menor atendimento per pane do 
poder pllbl:co. Com um Estado 
com uma pequena população que 
vai ter uma grande produção, nós 
vamos ajudar o Brasil e chamar a 
atenç!lo de toda a Nação: que este 
Estado é o grande Estado produ­ 
tor de alimentos. 
l'ERGUNTA: É usslm que o r. 
pretende coloatr fato Grosso no 
cenário no-lonol? 
PEDROSSLAN: Perfeitamente. 
Nós queremos obrigar bem a nos­ 
sa população e vamos fazê-lo, 
oferecendo Iodas as condiçôes 
para que o sul-matogrossense vi­ 
va bem e feliz. ós estamos verl­ 
ficnndo oqui um processo que é 
preocupante, que é o processo de 
urbanização. Campo Grande 
cresce demais. E cresce demais 
por que7 Porque não tem hospi­ 
tais no interior, não tem faculda­ 
des no interior, falto energia. Não 
adianta falar cm fixar o homem 
no cnmpo quando não e dá a es­ 
se homem todas as condiçôes de 
que lá ele fique com condiçôes de 
dignidade de sobrevivéncia e, 
mais, com perspectiva de futuro. 
Hoje nôs estamos direcionando o 
nosso t1esenvolvimen10 descen­ 
tralizando a nossa ação. Na edu­ 
cação, por exemplo, nós estamos 
levando fncul<lade para Paranalba 
e Ponta Por4. Mas é nossa in­ 
tençao fazer esse reforço de polo 
cm avira( e em Jardim. Levar 
também faculdade pura Corim. 
Deta forma tas ddades polos 
vão tender, no star ducacio­ 
nal, as suas repjõs, o que é rea!­ 
mente a voa2o de ada uma de­ 
las. Na saúde nós tamos ons­ 
luindo 20 hopitais, pura nAo pte­ 
cisar desta flurtia toda. Nós es­ 
tatos vendo o problema da Santa 
Cata, que é um verdadeiro dos 
porque • ntc de todo o falado 
vem para Campo Grande. En11o 
nós estamos construindo vinte 
hospitais, vamos descentralizar 
Ioda a snOdc de modo que com o 
interior, atendendo a sua pupu­ 
lação, a Capital posa absorver 
aquele crescimento normal de 
populaçâo. 
PERGUNTA: E enerzla «elétri­ 
ca, chega o campo? 
PEDIWSS1AN1 Na energia nós 
Vamos fazer 
uma revolução 
no setor 
educacional. 
Não adianta 
falar em 
modernização 
se não 
começarmos 
pela base, 
pela educação, 
a prioridade. 
J 
iremos fazer uma revolução. Com 
esse reforço da subestação do 
Ponta Por.!, de Rio Brilhante, 
São Gabriel e Coxim e com a 
energia que vem da Bollvia, nós 
vamos ter condições de estabele­ 
cer um processo de Eletrificação 
Rural em nosso Estado. A nossa 
meta é de pelo menos dez mil 
quilômetros. Já cm andamento e 
tendo sido c.~eculados, temos 
quase mil quilômetros. No Fundo 
Nakazone 29s60 projeto está lá 
no Japl!J. São seis mJl quilôme­ 
tros de Eletrificação Rural Val 
ser uma verdadeira revolução no 
campo. AJ nós vamos fLocar o ho­ 
mem no campo e fazer aquela 
agricultura com irrigação que é 
aquela que realmente dá resulta­ 
dos. Nos próximos dias, nós va­ 
mos receber aqui a visita do mi­ 
nistro Jo~o Santana, 1raz.cndo o 
T!e!oe Ce!'a:. Com e 'r 
om transportes e cm comi­ 
a4o,quem é quc vai rurat e­ 
te E3t»d0? " Má condes de 
ezurar. Porque nós temos um 
poso boms, um povo culto que é 
vervido por tu universidade. 
Quer dact, a mria ind nMo s 
nstalou aqui. S40 focos isolsd 
e ns temos ondiões, emto, de 
ter um modelo de C: r.·.n!,1r.:cn­ 
to adcquado, um dcnvolvmn­ 
to humanizado extirpando a 
mhtrla. 
PERGUNTA: Qual• l:npo114ncln 
do Estado nível politlo, a nível 
nacional diante de outros estados 
da Federuç!lo7 
PEDHOSSlAN: fae esforço nos­ 
so já t conhecido. A poucos dias 
eu fui convocado pelos trC.S esta­ 
dos do Sul para participar de um 
bloco, que tem objetivos comuns, 
asplrnçoes comuns, tem uma série 
de fatores de lndentidade. Entao, 
nós nos juntamos ao Rio Grande 
do Sul, ao Paraná, a Santa Cata­ 
rina, que ~ao estados excelentes, 
cstados desenvolvidos. Isso por 
que7 Porque eles entenderam que 
a nossa posição é privllegíada. 
Vem aí o MercosuL Nós temos aí 
a Bolfvla, o Paraguai, temos o 
Rio Paraguai, um rio maravilho­ 
so, que vai ser aproveitado. Nós 
vamos construir o porto de Porto 
Murtlnho, já estamos Iniciando a 
pavimentação da rodovia para lá. 
Enfim, as coisas vão acontecer 
aqui no Mato Grosso do Sul. É 
um Estado que tem condlçôes de 
abrigar o Investidor, que tem 
condiçôes de vir para cá ganhar 
dinheiro, e sabe que vai ganhar 
<linheiro cm qualquer área. Aliás 
esta área quem identifica é o pró­ 
prio cmpre:;árlo. Ele, que é o vi­ 
torioso de seu se1or, vai, median­ 
te um elenco de coisas onde pos­ 
sam ser aplicados os recursos ofe­ 
recidos pelo Estado, fazer a sua es­ 
colha e a sua 0pção. Mato Grosso 
do Sul é um Êstado privilegiado. 
Multo próximo a São Paulo, que 
tem multo pouco a oferecer, 
Quer dizer, o futuro é aquL 
Quem quiser ser pioneiro, quLSer 
se engrandecer e vir para o oeste 
com uma perspecllva boa, é sô vir 
para cá. Esse é nos.so papel: ofe­ 
recer perspectivas para quem 
queira realmente vencer na vida. 
PERGUNTA: Governador, este E 
um ono de eleições munlclpols e 
todos os olhos do Estado se vol­ 
tm paru o sun opinião. Como o 
Sr, vai se posldonnr nestas 
eleições municipais? 
PEDROSSIAN: Os partidos poU­ 
ticos perderam muito-do sentido. 
S!lo quase trinta partidos que 
est.10 al Toda semana tem algum 
partido com a sua propaganda na 
televião c a reação popular é des­ 
ligar o aparelho de televisão na 
hora. Agora estão discutindo 
muito o modelo de Governo. Se 
vamos continuar com o presiden­ 
cialismo, se vem o parlamenta­ 
rismo. Todos estes fatores vão 
provocar uma mudança sensível 
na área polf1ica. Eu que fui eleito 
por vários partidos, quase oito, 
dez partidos...cu vou respeitares- 
·- 
quer que cu admmutu 
u p»pele€isso 
que 	ta- 
zeI. uI !1. 
tr r r . J1 
: 	s4: 10s. 
Hoje poucos pr'i 	u . 
ram aqui no Govrn orquc 
sua arreado sabia. Ela faz 
parte deste bolo do nl por cen­ 
to do aumc to da arrecada lo. O 
prefeito t4 w uprindo a u 1 
pane. É dittil entrat um pre­ 
feito que n4o cstja cumprindo 
com a sua obripação. A minha in­ 
terfernia 1 ser mito respei­ 
tosa. Eu vou administrar, aom- 
/9PP,E9 
colocou aqui 
para decidir 
as eleições 
municipais. 
Ele quer que 
eu governe 
bem. Estou 
aqui para 
administrar e 
engrandecer 
," 
• ' J 
panhar e, sobretudo, me engajar 
num projeto polhlco futuro que 
preserve os interesses do Estado. 
As coisas ..-ão ocorrer muito rapi­ 
damente no processo polfúco 
deste Pais. E nós vamos nos pre­ 
parar, formar um exército de vi­ 
toriosos para que montemos um 
modelo e, desta forma. possamos 
participar de um projeto maior, 
que é o projeto da própria Nação. 
Nessa última eleição o que ocor­ 
reu? O presidente Collor teve o 
maior apoio polhico aqul do nos­ 
so Estado, foi a maior vitória do 
Brasil. Mas não houve um proje­ 
to po't(tico que provocasse esse 
resultado. Foi muita rcação es­ 
pont.1nca. Evidentemente houve 
algum trabalho poUúco. Mas da­ 
qui para adiante vai haver um 
trabalho polltico e nôs vamos 
formar uma grande forma de gcn- 
firma t 
ue do muno pe 
de uma {ar!lia numcr 
;amos inii!mm!e cm nove 
irmA depois permanece mot una 
c te, sendo ino mulher e d o is 
homens. O papal era um pequeno 
comerciante IA em Miranda, Fel 
um ho .. em que ~crednou ll • 
Pat atravesou ocanos, foi c. 
ninheiro ma França, ferroviário na 
Argentina c veio ver dono de uma 
pequena loja 1.1 em Mlr!lnd:i. Ele 
teve dois filhos. Embora conhe­ 
cendo tudo o que e= Noi,-10 pu• 
desse oferecer a lmigrn.nres, o que 
etc na rc:1Jidadc pretendia é que 
seu~ fllhm continuassem llO seu 
setor de negócio, com a sul loja e 
fossem continuadores daquele 
processo iniciado por ele. En1ão, 
fomos os dois trabalhar na loja. 
eu e meu irmjo José, que foi o 
meu grande amigo e que cm 1986, 
infclizmenlc, se íol. Foi o maior 
amigo, que eu tlvc na vida, me 
recordo dele a todo lnstanlc. Mas 
houve um determinado momento 
em que, por uma decisão tribal, 
me mandaram estudar e o José fi. 
cou segurando'" ponw lá na lo­ 
ja de Miranda. Então eu estudei 
graças ao meu irmão que perma­ 
neceu a tn1s do baldio. Agora os 
tempos se passaram e o filbo do 
José, o Joao Pedro, que é hoje 
engenheiro, é meu colega enge­ 
nheiro, um belo rapaz, bom cará­ 
ter, excelente rap.u. nao há quem 
nã0 goste dele porque é absolu­ 
tamente símplcs...é hoje candida­ 
to a prefeito de minha cidade. 
En14o cu tenho duas dívidas de 
gratidão: uma com meu lrm.1o, 
que eu quero que meu sobrinho 
João Pedro seja prefeito daquela 
cidade e, através dele cu pago tu­ 
do aquilo que devo aquela ddadc. 
Eu sou o homem de Miranda. um 
homem apaixonado por todos os 
aspectos e par cnda pequeno de­ 
talhe da paisagem da mlnha terra. 
Amo a minha terra. AquUo é tu- 
do para mim. É vocação. É en­ 
timento. São as verdadeira., raí­ 
zes, todos aqueles fatores que me 
inspiraram na vida. Então eu vou 
pagar definitivamente agora, 
aLravés do trabalho do filto do 
José, meu lrm.1o, e de tudo aquilo 
que ele possa realizar, ou possa­ 
mos realizar Juntos, em prol da 
nossa Miranda. Então, é um aci­ 
dente sentimental, não é, como 
não há, nem nunca houve no pas­ 
sado uma lntcrfertncia minha pa- 
ra fazer determinado cidadão pre­ 
feilo de minha cidade. Eu respei- 
to a lodos os meus conterrâneos. 
Mas desta vez. com essa expli­ 
cação, cu acho que...cu deixo bem 
claro que Miranda para. mim é 
um caso mui10 especial 
-lt-esquisa lbrape 
li1prova ão ao Gove no 
t) vllJ: agora, o Governo 
"<flP
71 
Iodas as promessas 
atorf
3
;::. alguma delas ou 
dai 'essas ? 
Fome: IBRAPE 
Vel 
melhorar seu 
dosompenho 
.__ _ __,1/ 
Veal continuar 
como osbi 
Fonte: IBRAPE 
"O Sr(a) acredita que o 
Governo de Pedrosslan 
vai melhorar seu 
desempenho,conttnuar 
como está ou vai piorar 
seu desempenho ? 
-------~ L-----------' 
/ 28,6% / 
15,0o/o 
Vai 
ploreraeu 
desompenho 
Nio 
reapondenlm 
à pergunta 
~ Go,·cmo Pedro Pedros­ 
sian, em seu primeiro ano, tem a 
maioria absoluta de aprovaçao da 
população do Estado e mais de 
dois terços das pessoas declaram 
que a confiança no Governo con­ 
tinua igual ou aumentou nesses 
primeiros doze meses. A credibi­ 
lidade do Governo do Estado é 
Uo forte, que é maior do que a 
dedicada aos sindicatos, às prefei­ 
turas e aos partidos pollticos. 
A pesquisa foi realizada pelo 
IBRAPE - Instituto Brasileiro de 
Pesquisas de Opini~o Públicn ·, 
cm todo Estado, entre os dia 6 e 
13 de março. Foram ouvid:ls 
2.103 pessoas, em lcv:inumcn10 
por amostra proporcional das re­ 
giões (Campo Grande, Grande 
Dourados, Bolso, Sudoeste, 
Pantanal e Nonc), conforme da­ 
dos do 11ltlmo censo do IBGE. O 
IBRAPE é filiado à Associação 
Nacional das Empresas de Pes­ 
quisns, junto com o IBOPE, 
e VOX POPUU. 
Aprovação e confiança 
A pesquisa do IBRAPE reve­ 
la uma sólida confiança da popu­ 
laç!lo de Mato Grosso do Sul no 
Governo Pedro Pedrossian. A 
administração é considerada óti­ 
ma ou boa para 522%, regular 
por 32,3% e ruim ou péssima por 
apenas 13. No deram opinião 
2. 
O IBRAPE fez uma pergunta 
para medir a real aprovação ao 
Governo, pedindo para as pes­ 
soas darem notas de O a 10 à ad­ 
ministração do governador Pedro 
Pcdrossian. Resultado: 68% das 
pessoas deram nota de S a 10 ao 
Governo, o que significa apro­ 
vação. Apenas 13,9% deram a 
baixo dcS. 
Quanto à confunça no go­ 
vernador Pedrossian, 71,2% de­ 
clararam que essa confiança con­ 
tioua igual ou aumentou. Em sua 
campanha, o Governador não se 
pautou por promessas, apenas 
por indicar .caminhos c metas a 
serem seguidas, cm bcneffcio da 
populaç::Io. O IBRAPE mediu o 
grau de satisfação com os resulta­ 
dos, em um ano, das apcctativas 
geradas na campanha. Resultado:. 
77,S por cento das pessoas consi­ 
deram que o governador Pcdros­ 
sian vem cumprindo algumas, a 
maioria ou todas as diretrizes da 
campanha. SO acham que não fo­ 
ram cumpridas até agora nenhu­ 
ma 14,3%e 8,2% nío souberam 
responder. 
Depois de um ano de admi­ 
nistração com todos esses nfveis 
de aprovação, 79,1% da popu­ 
lação acham que o desempenho 
do Governo vai continuar igual 
ou ainda vai mclhor:ir. Só 15% 
acreditam na possibilidade de 
piorar esse desempenho e 5,9% 
n:lo responderam. 
A pesquisa IBRAPE, em to­ 
do Esudo, revela ainda que, jun­ 
to com a Igreja. o Governo Pedro 
Pedrossian. forma entre as insti­ 
tuições de maior credibilidade 
dla.n1c da opiniáo públia.

Obras:a 
prioridade é 
saneamento 
O Governo Pedro Pcdrcmlan 
vem conseguindo atender as ne. 
cessidades mas urgentes cm seto­ 
res prioritários como saúde, cdu­ 
cação, malha rodoviária e seu­ 
rança. O Governador conseguiu, 
na semana passada, autorização 
do Banco Mundial, para a libe­ 
ração de 13 bilhões de cruzeiros 
para financiamentos de projetos 
na área de saneamento e esgoto. 
Pcdrosslan encerrou o 
exercício de 1991 deixando con­ 
clufdas a reforma em 25 unidades 
cscolnrc., da Rede Estadual de 
Ensino; ampliação de 33 salas de 
aula para atender a pré-escola e 
ensino fundamental e reforma cm 
1 t creches cm Campo Grande. O 
Governo constrói 13 escolas em 
diversos municípios, num total de 
282 salas de aula, amplia e refor. 
ma outras 126 salas no interior do 
Estado. 
Definida como uma das árcas 
prioritárias dentro do programa 
de Governo, Pcdrosslan reco­ 
mendou a sua equipe atençao CS• 
pecial à Saúde. Com essa precocu­ 
pação, o Governador viabilizou 
recursos para a construção de 10 
hemocentros, hospitais regionais 
de Campo Grande e Coxim e da 
Santa Casa de Dourados. O Go­ 
verno investe também na cons­ 
rução de outros 401 leitos hospi­ 
talares em diversos municípios. 
A Secretaria de Obras Pllbll• 
cas vem se dedicando, ainda, re­ 
forma e ampliação da Santa Casa 
de Campo Grande, do Hospital 
de Aquidaunna, da Maternidade 
C1ndldo Mariano, na Capilal, da 
unidade do p AM (Pronto Atendi­ 
mento Médico) e também do 
prédio do Centro de Desenvolvi• 
mento de Recursas Humanos da 
Saudc. As obras no setor de saú­ 
de, segundo o Governador, vão 
permitir um melhor atendimento 
à população, no mesmo tempo 
cm que elimina as filas nos hospi­ 
tais dos grandes centros urbanos 
do Estado. 
Rodovias 
Atento à necessidade de 
melhorar a estrutura viária do Es­ 
tado para facilitar e diminuir os 
custos com o escoamento da pro­ 
dução, o governador Pedro Pe­ 
drossian decidiu garantir mais in­ 
vestimentos ao setor. O Governo 
pretende, por exemplo, destinar 
40% do que for arrecadado com a 
emissão das Letras Financeiras 
do Tesouro de Mato Grosso do 
Sul (LFThlS) para a execução de 
programas rodovi:1rlos. Determi­ 
nou, ainda, a pavimentação da 
BR-060 no trecho Bela Vista, 
Jardim; BR-376 em S,6 quil0me­ 
tros do Anel Viário de Fátima do 
Sul; duplicação da BR-463 cm 
Ponta Porá, no percurso de aces­ 
so à Rodoviária e Avenida Inter­ 
nacional; MS-4S1, entre Campo 
Grande e Trés Barras; BR-060 e 
MS-162, ligando Sidrolândia e 
Maracaju e o trecho entre vias 
marginais e Corrego Fazendinha, 
em Paranaíba. 
Est!lo sendo implantados 
aindas as rodovias MS-433 (Ca­ 
mapu!I-Figuelnio), MS-243, na 
rcgifo de Nabilcquc, no Pantanal, 
e MS-325, numa extcnsllo de 16 
quilômetros. Atruvés do Corl'lór­ 
cio Intermunicipal, que tem a 
participai0 das prefeituras mu­ 
nicipais e dos produtores rurais, o 
Governo recuperou mais de 30 
mil quilômetros de estradas vici­ 
nais. 
Energia e saneamento 
Ciente de que o progresso do 
Estado depende da infraestrutu­ 
ra no setor de energia elétrica e 
de que a produção local é ainda 
insuricicnte para atender a de­ 
manda, o governador Pedro Pe­ 
drossian definiu uma política que 
será adotada em sua gestão, que 
consiste basicamente em dotar o 
Mato Grosso do Sul de infra-cs­ 
rutura de energia elétrica confiá­ 
vel; ampliar a rede de iluminação 
pública dos centros urbanos com 
vistas à melhoria de vida da popu­ 
lação; promover sempre que 
passivei r: subslituiçao de energia 
térmica por hidráulica, objeti­ 
vando racionalizar o uso de deri­ 
vados de petróleo e incrementar a 
Eletrificação Rural. 
Envolvida no trabalho de 
melhorar os seus serviços, a 
Enersul (Empresa de Energia 
Elétrica de Mato Grosso do Sul) 
reatirou as seguintes obras ao 
longo de 1991: construção de 7,8 
quilômetros de linhas de trans­ 
missão Campo Gran­ 
de/Cuiab4/Campo Grande/Cen­ 
tro; construção da primeira etapa 
da subestação rebaixadora de 
138/13,8 KV, com 25,0 MVA, pa­ 
ra atender Campo Grande; cons­ 
trução do Centro de Operações 
do Sistema de Transmiss.'lo e Dis­ 
tribuição de Campo Grande; 
construção de 12 quilômetros de 
linhas de transmiss.'lo de 138 KV 
cm Sidrolândia; COMtruçao da, 
segunda etapa da subestação re­ 
baiadora 138/13,8 KV, com 12,S 
MVA para atender Sidrolândla e 
região; construção da estação re­ 
baixadora de Ponta Porá, de 
138/13,8 KV e 13834,5 KV para 
atender Ponta Por4, Antonio 
J040, Bela Vista, Caracol e Sanga 
Puitã; ampliação da subestação 
de Itapor4, de 7,5 MVA, para 
aumento da capacidade de trans­ 
formação da Cergrand (Coopera­ 
tiV11 de Energização de Desenvol­ 
vimento Rural da Grande Dou­ 
rados); extensão da rede de dis­ 
tribuição urbana em 34 localida­ 
des de diversos munidpios e ex 
1 
tensão de 321,10 quilômetros de 
rede de distribuição rural, aten­ 
dendo 770 consumidores. 
Mesmo com o Estado OCU· 
pando lugar de destaque no cená­ 
rio nacional como sendo um dos 
que detem maior índice de aten­ 
dlmento (aproximadamente 82% 
da população é atendida por água 
tratada), o governador Pedro Pe­ 
drossian pretende melhorar ainda 
mais os serviços prestados pela 
Sanesut (Empresa de Sancamen­ 
to de Mato Grosso do Sul). Foi 
com vistas a isso que se apresen­ 
tou proposta de financiamento 
junto ao Banco Mundial, que au. 
torizou a liberação dos rcursos 
na segunda semana de março. 
Enquanto aguardava pela 
resposta do hanco, a Sanesul 
prosseguiu em 1991 realizando 
uma série de obras: tais como com­ 
plementação do Sistema Guri­ 
roba; captação; adução de trata­ 
mcnto de água cm Coronel Sapu­ 
cala, com aprollimadamcnto 1.400 
llgaÇOes domiciliares; controle 
operacional do Dourados; serviço 
de complementação da Estação 
de Tratamento de Água (ETA) 
de Corumbá e recuperação da de­ 
Miranda, ampliação do sistema 
de abastecimento cm Aparecida 
do Taboado; instalação de siste­ 
ma de abastecimento na Gleba 
Novo Horizonte, em lvlnhcma; 
implantação de sistema de água 
em Presidente Castelo; e diversos 
outros serviços que beneficiaram 
as comunidades dos municípios 
do Interior. Em termos de esgoto 
sanitário, a Sanesul amplfou are­ 
de de Campo Grande, elevando o 
lndicc de antcdimcnto de 18% 
para 36%. Em Dourados, o sis­ 
tema de esgoto também foi am­ 
pliado, com a execução de 887 
novas llgaçoes. 
llobitaçllo 
Com a determinação de as­ 
sumir o desafio de mudar o pano­ 
rama do Estado no setor habita• 
cional, o Governo Pedro Pcdros­ 
slan terminou o ano de 91 cons­ 
truindo 2.S62 casas populares cm 
21 conjuntos, distribuldos em 18 
municlpios. No ano passado, a 
Secretaria de Habitação e Desen­ 
volvimento Urbano entregou 646 
casas e cm 92 viabilizou recursos 
para mais 4 mil unidades e a ur­ 
baniz.ação de 1.500 lotes para a 
população de baixa renda. 
Com recursos do FGTS, 0 
Estado deverd contratar a cons­ 
truçao de 7 conjuntos para aten­ 
der 2.400 pessoas. Além disso, 
encontra-se em adiantado proces­ 
so de aprovação o financiamento 
de mais mil casas populares pelo 
Ministério da Ação Social e Caixa 
Econômica Federal. Segundo o 
secretário Paulo Corra, o Go­ 
verno conseguiu incluir no orça­ 
mento da União para este ano, 
recursos que serão repassados a 
fundo perdido e que irão viabili­ 
zar a construção de mais 1.500 
unidades habitacionais. 
Parque dos Professores 
Em reconhecimento ao tra­ 
balho desenvolvido pelos fun­ 
cion4rios do grupo magistério, o 
governador Pedro Pedrossian de­ 
terminou a elaboração de um 
projeto habitacional voltado para 
o atendimento a esta categoria 
profissional O Parque dos Pro­ 
fessores, como será chamado, será 
construido numa área de 57 hecc­ 
tares e terá 1.674 apartamentos 
de 2 e 3 quanos. 
Museu de Arte Contemporênea, um 
marco de cultura e modernidade 
Foi. com objetivo de impul­ 
sonar a cultura em Mato Grosso 
do Sul que o governador Pedro 
Pedrossian- • inaugurou, no final 
do ano passado, sua obra cultural 
mais imponante desse primeiro 
ano de Governo: o MARCO, 
Museu de Anc Contemporãnea 
de MS, em Campo Grande Ins­ 
tnbdo cm um moderno prédio 
na regido central de Cunpo 
Grande, o Museu abriga as obras 
do acervo da Fundação de Cultu­ 
na de Mato Grosso do Sul c re­ 
serva um cfervescente espaço pa­ 
ra oficücs, atclits e cursos de ar­ 
tcs plásticas. Por sua modernida­ 
de e dinamismo. o MARCO j1 
está sendo chamado pelos artistas 
da tera de "ponta de lança do 
Primeiro Mundo encraV11da no 
Centro-Oeste". 
Outra imponantc realização 
do Governo na área da Cultura 
foi a cria,;io do Coral lnfa.ntil 
Canto do Futuro, mantido pela 
Fundação de Cultura do Estado. 
Aberto à p:tnicipação de qual-• 
quer criança, o Cinto do Futuro 
dá noÇOcs de iniciação musical a 
meninos e meninas entre oito e 
doz.c anos de idade. E tem sido 
uma das atrações mais aplaudidas 
toda vez que se apresenta em so­ 
tcnldadcs ou cm espetáculos cul­ 
turais. 
E hi poucos dias, no fin:i.l de 
fevereiro, o Governo de Mato 
Grosso do Sul teve a grande re­ 
compensa pelo trabalho que vem 
fazendo na área da Cultura. Foi 
em Campo Grande, Junto a artis­ 
tas e agentes culturais, que o se-. 
crclário de Cultura da Presiddn­ 
eia da Rcp11blica, cmbaix:ldor 
Sérgio Paulo Rouanct, discutiu 
pela primeira vez a Lei de Incen­ 
tivo à Cultura (Lei Rouanct) 
após sua regulamentação. 
Em Corumbá sensibilizado 
pelo que vu, Rouanct assumiu 
o compromisso de promover n 
tombamento do Casario do Poro 
da cidade e garantiu rccursõs pi· 
ra a reforma do cdilcio histónico 
que abriga o Museu do Panta­ 
nal, manuao pelo Oovcmo do 
Estado. 
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s - , à 
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«° 
Obras de instalaçdo de esgoto: a garantia de saúde aos cidadãos 
O meio ambiente, 
preocupação constante 
Em nenhuma outra época, o 
Governo demonstrou tanta preo­ 
cupação e dispós de tantos mcca­ 
nismos para combater a vlolCn• 
ela contra ã naturez.a e preservar 
o melo ambiente, como nestes tll­ 
timos 12 meses. A afirmação é da 
secretária do Melo Ambiente, 
Erniko Resende, ao lembrar que 
o nosso governador Pedro Pe­ 
drosslan viabiliwu a participação 
do Mato Grosso do Sul no Pro­ 
grama Nacional do Meio Am­ 
biente - PNMA • que destinará 
recursos da ordem de USS 10 
milhões para a conservação da 
bacia do Alto Pantanal, e adotou 
medidas inéditas, como a criação 
da Estrada-Parque. 
Somente no ano de 1991 fo­ 
ram Investidos CrS 450 milllôcs 
neste programa. As principais 
atividades desenvolvidas foram o 
monitoramento e acompanha­ 
mcnto da qualidade da água do 
Rio Paraguai; fiscalizaçio da rau. 
na e nora através da Policia Flo­ 
restal que recebeu quatro velcu­ 
los Toyota, equipamentos e com­ 
bustlvel para as suas atividades; 
aperfeiçoamento do sistema de li­ 
cenciamcnto, que bateu um re­ 
corde analisando e concedendo 
122 licenças prévias no ano pas­ 
sado. 
Segundo Erniko Resende, es­ 
tes recursos foram utilizados ain­ 
da para a construção de escritó­ 
rios regionais em Aquidauana e 
Bonito e da sede técnica do pro­ 
grama na Reserva do Parque dos 
Poderes, que obteve recursos pa 
ra a reforma c ampliação do 
Centro de Reabilitação de Ani­ 
-mais Silvestres, um dos únicos 
no gencro no Pais, voltado para o 
tratamento e a recuperação de 
animais selvagens apreendidos. 
Todas estas atividades colo­ 
caram o Mato Grosso do Sul co­ 
mo o Estado modelo na aplicação 
dos recursos do PNMA, à frente 
de li estados panicipantes do 
Programa. afirmou Erniko, que 
prcve a liberação para este ano de 
mais US$ 3,8 milhões. Estes re­ 
cursos serão aplicados principal­ 
mente na realização de uma ra­ 
diografia completa da situação da 
Bacia do Rio Taquarl e de estu­ 
dos que definam as melhores 
formas de corrigir os problemas 
do assoreamento e arrombados do 
rio. Para isso a Secretaria de 
Meio Ambiente já adquiriu ima­ 
gens do satélite Landsat de todo 
o trajeto do Taquarl e espera 
concluir os estudos no praro de 4 
meses. 
Para 1992 está prevista ainda 
a Instalação de um.a ampla rede 
de postos hidrométriros para 
análise da dinamica da bacia do 
Alto Pantanal e o ordenamento 
das atividades turísticas da região, 
criando normas e padrões rígidos 
de preservação ambiental Final­ 
mente, neste ano, serão definidas 
as áreas críticas para proteção 
ambiental e implantado o Códi• 
go Estadual de Meio Ambiente, 
que irá enquadrar cm um único 
instrumento todas as leis existen­ 
tes sobre o meio ambiente, defi­ 
nindo penalidades e multas. 
Estrada pioneira 
O governador Pedro Pcdros­ 
sian irá criar ainda a primeira Es­ 
trada-Parque do País,_ aprovei­ 
tando um trecho de 122 km da 
antiga estrada que ligava Miranda 
à Corumbá, numa das mais boni­ 
tas regiões do Pantanal 
A Secretaria do Meio Am­ 
biente atuou ainda com destaque 
na educação ambiental, promo­ 
vendo cursos para 19 turmas de 
professores das redes pública e 
privada. A Reserva dos Poderes, 
por outro lado, recebeu a visita 
de 6.022 pessoas, principalmente 
estudantes, que também passa­ 
ram por um pequeno curso de 
educnção ambiental durante a vi­ 
sita. Na avaliação de Erniko Re­ 
sende, todas estas ações compro­ 
vam que "finalmente um Gover­ 
no passa da teoria às ações práti­ 
cas na área ambiental". 
Dedicação 
e amor no 
trato com 
os carentes 
Garantir wma qualidade de 
vta mor psra popul4o 
atente e tetudo recuperar os 
dropad e mim de rua, Ma­ 
vendo-os pana o mercado de ta­ 
talho, o s prinipais meta 
triadas pla Promosul (Fu­ 
d. io de 'Premo4o Social de 
Mato Grer o do Sul) neta 
pgesuo. Nte primeiro ano na 
prwidtnia do 0rpo, a primei­ 
ra dama do Estado, Maria Apa 
reida Pedrosian, tem consegui- 
do importantes progrcssos, oro 
transformar os meninos de rua 
em mio-de-obra habilitada a er.­ 
vio de instituições como Caixa 
Económica Federal (CEF) e 
Bano do Brasil, além de ór1os 
como Telems e Oetran. 
Para atender a sua clientela, 
a Promosul conta com diversos 
projetos. O pôbliCo-alvo do ".Pé• 
de-Moleque", por exemplo, s4o 
crianças e adolescentes que vivem 
perambulando pelas ruas. Este 
projeto é desenvolvido pela Co­ 
ordenadoria de Bem-Emir Social, , , 
através da Casa da Criança, e 
pela Coordenadoria de Aç.1o 
Comunitária, mediante conve­ 
nlos. Ao se lntcgr111cm ao projcf.o, 
crianças e adolescentes partici­ 
pam de atividades operacionais 
ao nlvel de aprendiz, cm oficinas 
allcmativas, atividades de re­ 
crcação e lazer, recebem reforço 
csoolar e um aoompanhamcn!o 
de uma equipe multlproftssiolllÍI. 
Só que no caso dos adolescentes 
o atendimento tem caráter de ca­ 
pacitação proftssional. 
A meta da presidente da 
Promosul e primeira-dama do Es­ 
tado, Maria Aparecida Pedros­ 
sian, é trabalhar firme junto aos 
meninos de rua, um problema SO· 
dai que se agrava na mesma pro­ 
porção em que a crise financeira 
vai invadindo os lares dos brasi­ 
leiros. O esforço cm busca da so­ 
luçáo desse desarranjo social o­ 
mcçou a apresentar resultados 
positivos já no primeiro ano de 
trabalho. Através do projeto 
"Bom Mcnlno", a Promosut Já 
conseguiu colocar no merado de, 
trabalho quase uma centena de 
menores. 
Para atender as crianças dro­ 
gadas, a Promosul mantém três 
centros de rccu peração, sendo 
dois em Campo Grande e um em 
Corumbá, este último inaugurado 
no inicio de fevereiro deste ano. 
Segundo dados da Fundação, nos 
6ltimos 6 meses as unldades"irís­ 
taladas cm Campo Grande (Co­ 
munidade Tcrapeutica Arlhur de 
Vasconcelos e Centro de Rccupe­ 
ração de Menores Maria Apare­ 
cida Pedrossian I) atenderain. 
mais de 250 menores. Destes, pe­ 
lo menos SO foram totalmente re- 
cupcrados. = ·: 
Já o Centro de Recupera4ao 
de Menores Maria Aparecida Pe­ 
drossian rr (de Corumbá) foi 
inaugurado com 20 menores em 
atendimento, entre meninos e 
meninas Logo que começou %, 
funcionar, o Centro de Corumbs 
começou a desenvolver as primei­ 
ras atividades, oomo o plantio de 
200 mudas frutlfcras, com o apoio 
de técnicos da Empaer. O Maria 
Aparecida Pcdrossian rr tem 960 
metros quadrados de área ons­ 
ruída, ocupando uma área de 40 
hectares,localizada a 38 quil0me­ 
troS do centro de Corumbá. : ,~ 
Para as menores carentes, carnho e perspecnva profissional 
, 
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7 
Rumo à industrialização 
.e ... 
Na agricultura, estímulo à pesquisa e à mecanização 
Agricultura: a meta é dobrar a produção 
Maio Grosso do Sul é cons,. 
derado celeiro do Pais e o gover­ 
nador Pedro Pedrossian pretende 
Jncrcmentar ainda mais a allvida­ 
dq agrlcola. O Governo, em ação 
conjunta com os produtores pre­ 
tende dobrar o safra DJZrlco{a ou 
j 1995. O Estado deve colher este 
ano, quatro milhões de toneladas 
de' graos. Devcrao ser Incorpora­ 
dos até o final desta gestão cerca de 
'novos um milhão de hcclares de 
'área plan1ada, além de aumenta­ 
dos sensivelmente os nlveis de 
·produtividade por hectare eultl­ 
vdo. 
•:,. O Governo trabalha lambém 
-1/,0 scn1ldo de garanlir meios que 
possibilitem, no curto prazo, um 
ensfvel salto na qualidade da 
produção, como o fomen10 à pes- 
Pecuária: nossa carne já chega a Europa 
, Possuidor do maior rebanho 
.ovino do Brasil, com 19,25 mi­ 
. lhes de cabeças, Mato Grosso do 
. Sul deu um importante passo no 
' tor pecuário, com o credencia­ 
mento obtido jun10 à Comunida- 
• do Econômica Européia para cx­ 
portaçio de carne para palses da 
"l!uropa. A conquista deveu-se es- 
• j>Cdalmentc a ações desencadca­ 
~~ pelo Governo Pedro Pedros­ 
sian, que cm apenas um ano de 
,a,dministração lançou diversos 
Programas, incen tivando a classe 
. 
ao 
C· 
foi 
·m 
e 
a 
• 
ci- 
.o dc 
oio 
ria 
+60 
ns- 
40 
om- 
quisa cientl!ica e tecnológica, a 
cxpansOo do npolo técnico e a 
ampllaçllo do sugorte agronôml­ 
co-veterin:rlo. A lsençllo do 
ICMS sobre m:qulnns e quipa­ 
mentos empregados nas ativida­ 
des rurais do Estado, dcclsOo 
pioneira reconhecida pelo pró­ 
prio ministro da A$rlcullura, é 
mais um gesto objeuvo doa Go­ 
verno na busca da produ1ividade 
e rentabilidade de nossa econo­ 
mia b:slca", afirma o nosso go­ 
vernador Pedro Pedrossian. 
O programa de investlmcn­ 
los, lançado reccn1cmcn1e pelo 
Governo, pretende ainda, corrigir 
e man1cr os nlvcls de acidez e fer­ 
tilidade do solo de 8 milhões de 
hectares ao longo dos próximos 4 
anos, sendo 2 milhões de hectare 
, 
produtora. Agora, aléma de CX· 
ponar para os EUNCanadá e 
palses da Comunidade Árabe, o 
Estado d:! um grande passo, a­ 
nhando o mercado europeu. 
• • Dentre as açOes desencadea­ 
das pelo Governo, cnconlra-se a 
campanha de vacinação contra a 
Febre Aftosa, uma grand e prco­ 
cupação dos produ1ores. No 
período de no,-cmbro/91 a janei­ 
ro/92, o 1rnbalho de cobertura va­ 
cinai atingiu um total de 15,9 mi­ 
lhões de cabeças, o que rcprescn- 
o 
1 A:° 
sr -sol"ou .ti 
z.. , .Y •' 
.,"°.·-' - ; 
"- 5>d e • 
s.1- » 
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-- _...,......;,_. 	-'--'1 
. N~ p«ullna, o acaso aos mucados mau crigenru 
Na lnilú1trla, o novo caminho para o m1clmtnto uonômlw 
em áreas de lavoura, 2,4 milhões 
de hec1ares cm áreas de p:magens 
recuperadas com a a1lvidade agrl­ 
cola e 3,6 milhões de hectares de 
áreas de pastos recuperadas para 
o Incremento da pccu:lría. 
Ao mesmo tempo cm q_ue 
viabiliza o aumento da produçao, 
visando dobrá-la até o final do 
mandato, o nosso governador Pe­ 
dro Pcdrosslan concede incenll­ 
vos para que os alimen1os da CCS• 
la b:lsica tenham seus preços re­ 
duzidos. O Decreto 6.383 reduz 
de 12% para 7% de produtos co­ 
mo açúcar, arroz, fc1Jao, óleo de 
soja, carnes, peixes, sal de cozinha 
e vinagres. A medida atinge 
também os velculos automotores 
de carga com capacidade Igual ou 
supcriolr a ires 1oneladas (inclu- 
Turismo cresce respeitando a natureza 
~- 
; Implantar a infra-estrutura 
Peesária, para o incremento do 
11!.ri.smo tem sido a preocupaç.lo 
tsia do Governo Pedro Pcdros­ 
un. Na concepção da Secretaria 
de Turismo, lndô.slria e Comér­ 
cio, f uma imprudencia e um ris­ 
o para o mcio ambiente atrair 
risas através da propaganda 
em oferecer a eles a neccss.1ria 
Vede hoteleira, estradas, ro1eiros 
CCológicos e meios de transporte. 
l 
Para complementar esta 
Proposta o Governo do Estado 
me empenhado na viabilidade 
de recursos do Fundo do Centro 
Oeste • FcO -, para a aplicação 
infraestrutura hoteleira. So­ 
Rente no ano passado foram ob­ 
"s junto ao Banco do Brasil 
anamentos para cinco proje­ 
tas na área holcleira e outros dez 
1 
~o cm rase de libcrução. o 
e:· OVcrno prttcnde ainda ai= 
Furas junto a Embratur para a 
planta1o de projetos de sina- 
lizaçio turística cm Cimpo 
Grande e Bonito. 
O Governo 1cm dado apoio 
direto a grupos privados na im­ 
plan lação de hotéis na região do 
Pantanal, considerando que esta é 
a região do Estado que mais atrai 
os turistas e que necessita de 
maior infra-estrutura. Dois gru­ 
pos receberam o apoio do Go­ 
verno para a implan1ação de um 
hotel c:om 100 apartamentos em 
Corumb:1 e outro com 56 aparta­ 
mentos na região de Nhccol3n­ 
dia. onde seriam oferecidos pas­ 
seios ecológicos no Pantanal. 
GdscZPE 
O orçamcn10 de 1992 do Go­ 
verno do Estado preve recursos 
para implantar um projeto de ln­ 
fra-estrutura na Gruta do Lago 
Azul cm Bonito. O objetivo é 
oferecer mais c:onforto aos turis­ 
tas. construindo lanchonete, res­ 
taurante, estacionamento, sanitá­ 
rios e guaritas para conlrobr o 
no:sso à :ire.,, As obras, segundo 
ta 83 por cento do rebanho bovi­ 
no estadual. Isto garantiu a quali­ 
dade do produto e o rcconhcd­ 
mcnto internacional do gado 
sul-mllogrosscnse. Hoje, sete fri­ 
gorllicos do Estado, s4o res­ 
ponsáveis direto pelo abale pará 
exportação: Swift Armour, Kaio­ 
wa, Ccval, Frigotcl, Matei e OU· 
tros dois de Naviral e Paranaíba. 
Outro incentivo do Governo 
foi o Programa fovilho Precoce, 
cuja mela é cadastrar 400 produ­ 
tores, envolvendo um número de 
sive ônibus), que passam a ser 
1ribu1adru em 12% e não mais em 
17%. 
Instituido no Inicio do atual 
Governo, o Programa "Nosso ln­ 
dlo, Um Cidadão", desenvolve. 
no setor agrícola, uma conjunto 
de ações com o objelivo de in­ 
cremcntar a produção de 46 al­ 
deias, beneficiando uma popu­ 
lação de 35 mil lndios, ao mesmo 
1empo cm que evita qu essas co­ 
munidades abandonem suas ori­ 
gens cm busca da própria sobre­ 
vivCncia, em dc1rimen10 de sua 
cullura. O Governo oferece má­ 
quinas, para o preparo do solo e 
construção de açudes, dislribui 
sementes de arroz, feijão e milho, 
além de ferramenlas e utensílios 
para preparação das culluras. 
250 mil cabeças. Estas pessoas re­ 
ceberão lncenlivos financeiros, 
passando a receber recursos dire­ 
lamentc dos frigoríficos cadatra­ 
dos para o abate, para investir na 
is1o de gado para o abate pre­ 
coe. A@ai#ente, dois trigortt 
cos estão cadastrados, o Swift 
Armour e o Ccval. O número 
tende a aumenur. A procura é 
grande, principalmenle pelo fato 
de que eles lerão uma allquou de 
12% referente ao ICMS, reduzida 
cm 04 ou até 06 por cen10. 
»3 
o- 7" 
+ 
No n,rismo, o desenvolvimento em harmonia com o meio ambiente 
o d1re1or de Turismo da Sccrcu­ 
ria, Aurélio Rosas, vio também 
garantir o conlrolc do número de 
visitantes, evitar a realização de 
piquiniques e outras atividades 
potcncfalmente poluidoras na 
área de proteção ou dentro da 
própria gruta, o que ac:ontccc por 
falta de fiscaJização. 
A Estrada-Parque, a ser im­ 
plantada na antiga estrada que li­ 
ga Miranda a CorumM ser: outro 
forte atrativo para o turismo e 
que traz ao mesmo tempo a preo­ 
cupação com a preservação do 
meio ambien1c. A Es1rada ir: 
permitir passeios ecológicos e um 
contato mais próximo do turista 
com a natureza pantancira, sem 
c:olocar em risc:o a ecologia. na 
medida em que haver: regras de 
circubção e fiscalização no local 
A Reserva Ecológica do Parque 
dos Poderes e a futura Reserva da 
Mata do Segredo, Slo dois pontos 
de atração turls1ica na Olpilal 
criados e implantados pelo go­ 
,-cmador Pedro Pcdrossian. 
Qualificação profissional 
Outra preocupação do Go­ 
verno do Estado nesta área é com 
relação a formação e a capaci­ 
tação de mã<H!c-obra especiali­ 
zada para o turismo. Neste senti­ 
do ser.lo promovidos cursos, com 
duração de três meses, para a 
formação de Guias de Turismo. 
Aprovado pela Embratur, o curso 
tera uma carga hor.l.ria de300hs/au 
la e lr.l qualificar guias de 1urismo 
para darem assistência aos luris­ 
tas, prestar informações sobre os 
atralivos locais, cumprir itinen1- 
rios 1urls1icos ctc. lniclnlmen1c 36 
profissionais ser.lo treinados cm 
Campo .Grande e, posteriormen­ 
te. o curso será levado às cidades 
de Miranda, Bonito, Corumbá, 
Coxim. Ponta Por.l e outras cida­ 
des consideradas pontos turísti­ 
cos. 
Ve'e per to de mano de 
to, 0 novas id '«:rias fo­ 
ran 't3das na L701+ rs 
o rerumo e i ' fis- 
a:s. Durante o qu de 
dminitra40 do G« a- 
do o nímto de no 
redeniadas piou de 77. 
Aitn, e: ·o o pnwro de cmpte­ 
si constutfdus m 1991 fi de 
7405 contra as 6.923 0sutuftus 
no ano ntcrior, q indo o po­ 
co recessivo não ra ainda I 
inrcn o. 
Estes dados rcv!m que os 
foros do no. o povrnadr Pe­ 
dro Pedrossian para torar o Ma­ 
to Grosso do Sul um Estado in­ 
dustrialiado com m a surtir 
efeito. Um grande passo será da­ 
do ainda cste ano com a regula­ 
mcntaç.1o da Lei 1.239 que area 
maiores vantagens que a Li 701 
de incentivos fiscais e, ainda, re­ 
laciona a poll1ic:a da industriali­ 
zaã0 visando a atração de mais 
investidores para o Estado. 
O Programa de Desenvolvi­ 
men10 lndustrbl do Governo Pe­ 
dro Pcdrossian tem awdliado 
significativamente o Estado a au­ 
mentar a arrecadJçllo de ICMS. 
As atividades industriais respon­ 
dem hoje por 225% da arreca­ 
dação deste: Imposto. No perlodo 
87/88 esta participaçllo não era 
superior a 11%. Do lotai de CrS 
36 milhões de ICMS arrecadados 
cm janeiro deste ano, CrS 8 bi- 
pro! as 
rtu tem 
'tAmN» 
t « ·r»lo 
um» strteta 
(a,s, a 
e ftt 
m t«tidade prodo 
pumiira. Nesse sntudo, o Go­ 
vro vem se estrado ainda 
pata trair novos investimentos 
no setor de tu forma4o de 
produtos primários, com deta­ 
que ara a carne, que {41 
+«o 2o Mera é 
ropcu, o curo, macra c a 
Na opinito do no ove 
nator Pedro Pedrosian, o pro 
cesso de industrializa4o no Es 
tudo tomará novo impul o pra4» 
a combin Çjo d,1 dl5pon1hllidJde 
do ís natural da Bollvia, cujo a­ 
soduto, p: ará pelo Mato Gros­ 
so do Sul, com i lmplantar,.no da 
Zona de Processamento de Exr­ 
portação - ZPE • eni Corumb:1. 
No prazo de dois ar.os o Omcrno 
do Estado e a Prefeitura de Co­ 
rumb:I irá lmplantar a infra-c_11ru- 
1ura neces.s.iria para o funciona­ 
mento da ZPE, numJ árci que 
náo será lnferlor a 200 hetarcs. 
As lnd0.11rías que se lnstalm:m 
neste cspJÇO poder3o importar 
livremente e scm impostos os 
componcn1es ncccssános para a 
produção de manufaturados. 
Com o incentivo à 
instalação de agroindústrias, a adesão ao 
Mercosul e a criação de uma ZPE em 
Corumbá, o Estado dá um salto rumo a 
industrialização. 
li- .-. 
!hões foram provenientes de ati­ 
vidades industriais, principalmen­ 
te das chamadas agroindús1rias. 
Neste aspec10, a preocu­ 
pação do Governo do Estado não 
é apenas com o aumenlo da arre­ 
cadação, mas principalmenle ga­ 
rantir o aumenlo da oferta de 
empregos e aprimorar a mão­ 
de-0bra. Segundo a Sccrctnria de 
Turismo, lndúslria e Comércio, 
44 indústrias se insularam no Es­ 
tado neste pcrlodo de Governo e 
estão em pleno funcionamcnlo, 
oferecendo 4.300 cm pregos dire­ 
tos. A meta é garantir que mais 
40 cmprccndimcnlos entrem em 
operação até o final do ..no, pro­ 
porcionando cerca de 5.000 novos 
empregos. 
O mcrc:ndo do fulurO 
Para o governador Pedro Pc­ 
drossian somcn1c com o incre­ 
mento das atividades industriais e 
com o oferecimento de produ1os 
de qualidade e a preços c:ompeli­ 
titivos, é que Mato Grosso do Sul 
poder: se inserir como um seg­ 
mcn10 ativo e atuante dentro do 
novo mercado que se abrirá com 
a implantação do MercosuL O 
Governador recusa para o Estado 
o papel de mero corredor de ex­ 
portação e importação nas re­ 
lações comerciais para o Brasil e 
os demais palscs do Cone Sul Es­ 
sa posição vem sendo vigorosa­ 
mente defendida pelo Governa­ 
dor junto a todos os seus interlo­ 
cutores no Governo Federal e na 
iniciativa privada. 
,Essa preocupação em garan­ 
tir uma presença economicamen­ 
te ativa do Estado no Mcrcosul, 
fez com que o nosso Governador 
decidisse pela implantação de um 
Centro Universitário cm Ponta 
Pori, voltado principalmente pa­ 
ra formação de especialistas em 
comércio exterior. Da mesma 
forma está viabiliundo o c:orre­ 
d_or de exportações de Porto Mur­ 
unho, na medida em que, segun­ 
do Pedrossian, "uma hidrovia re­ 
presento redução de custos de 
transporte, para o comércio dx­ 
temo e. em consequfncla, maiôr 
competiiviilaile d:lS mercadorias 
produzidas na região". 
Pcdros.sian acredita que a 
Para o secretário de Turismo, 
Indústria e Comércio, Aldayr 
Hcberle, além dos bcnellclos 
econômicos, o Estado não pode 
esquecer que às ZPEs Irão necessi­ 
tar de mão-de-obra especializada. 
Para isso, o Governo do Estado 
Irá a-lar, cm conjun10 com a Fc­ 
deraç.lo das lndfistrias de MS, o 
Nócleo do Sena! cm Corumbá, 
para !reinar e capacitar_ a mao­ 
dc-obra loc:aL O Secretário acrc­ 
dita que já cm meados de 1993 a 
ZPE estará em funcionamen10, 
principalmente tendo cm vista a 
amplia4o do prazo de isenção de 
impostos de 1 para 20 anos para 
os investidores que se instalarem 
nas ZPEs. 
O empenho do nosso gover­ 
nador Pedro Pcdrossian ajudou 
na definição do traçado do gaso­ 
duto da .Bo!Ivía pela rola Santa 
Cruz/Porto Suarcz/Corumbá/ 
Campo Grande/Trds Lagoas 
goas/São Paulo. Com isso o Esta­ 
do tem acesso a uma fonte barata 
de energia que poderá viabiliz:u 
no só a implantação do pólo mi­ 
nero-siderúrgico cm Corumbá, 
como também abastecer indús­ 
lrias de cimento, papel, ferro gu­ 
sa, ele, nos municípios de Bodo­ 
quena, Campo Grande e Tres ú­ 
goas. O gás boliviano poderá ain­ 
da, de acordo com os planos do 
. Governador, trazer a auto-suf- 
i ciência na geração de energia elé­ 
trica para o Estado, com a cOnS- 
truçio de usinas termc-elétricas 
cm Campo Grande e Corumbá. 
De acordo com as estimati­ 
vas do Seactário de Turismo. 
1ndústria e Comércio cerca de 
25% dos 8 milhões de metros cá­ 
bicos de gás que serio bombea­ 
dos diariamente através do gaso­ 
duto poderá ficar no Mato Gros­ 
so do Sul para abastecer ind~ 
Irias.. O mercado po1cncial de gás 
natural no Estado. segundo pro­ 
jcçõcs da Secretaria, seria de 2 
milhões de melros cíibicos por 
dia. O empenho do nosso govcr­ 
n2dor Pedro Pedrossian é de que, 
unto a ZPE de Coruml)j_ como o 
gasodu10, sejam impl:mtados o 
mais rapidamente possfvel, de 
modo a dar a grande arrancada 
no processo de industrialização 
de Mato Grosso do Sul

6 
Um Estado em ordem 
d o pagamentos o talados 
pela Secretara da Fazenda, qu 
mantmr despesa sempre dento 
da recita custente, além de nio 
permitir que as eretaras csou· 
II Os cus OIamnts. 
Mas a punapal vantagem do 
Caixa Unio está na pos:bitidade 
que ele abre para que o dinheiro 
publico não fque parado, em 
rendimento. Pelo stema ante­ 
rior, a Secretaria de Fazenda des­ 
tinava mensalmente um montan­ 
te de recursos para os demal 
0rg2os do Governo paparem as 
suas despesas. Como legalmente 
as secretarias de Estado não po­ 
dem realizar aplicações finanei 
ras, este dinheiro fiava parado 
até que O'i pagumentos fo,,crr.Cl 
realizados. Com inflação de 25% 
ao m~ é possfvel Imaginar o pre­ 
juízo do Estado. Com o Caia 
Únlro todo o dinheiro arrecada­ 
do pelo Tesouro Estadual é apli­ 
cado no mercado financeiro, 
saindo da( diretamente para o pl­ 
amento de fornecedores, em­ 
preiteiras etc. 
a@ 	a 
Com os computadores da Prodasul, o Estado-Empresa põe em dia as finanças e agiliza a administraçdo 
Arrecadação: recorde nacional 
Em menos de um nno de 
gestão o governador Pedro Pc­ 
drossian conseguiu fazer com que 
a arrecadação de ICMS apresen­ 
tn.,;.se crescimento nominal de 
552%, superando a lrlnaçao acu­ 
mulada no pcr(odo (fevereiro de 
91 a Janeiro deste ano), que ficou 
cm 398% (INPC/IDGE). Quando 
assumiu o Governo, Pcdrosslan A adoç.lo de uma polftlca de 
encontrou o Estado mantendo a trabalho mais consi!:tentc resul- 
média mensal de rccolhimento'-·~tou também na mudança do perfil 
de ICMS na casa dos CrS .),6 bl- da receita tributá.ria do Estado, 
!hões, bem inferior nos CrS 36,8 ninda roncentroda basicamente 
bllhões registrados em janeiro de no segmento romércio/indústria, 
1992. 	que responde por cerca de 60% 
Esse desempenho foi nlcan- da arrecadação em ICMS. Segun- 
çado grnças a implantnçao de do Fclfcio, a partir da posse do 
uma polhica de arrcc:idaçao e fts. nosso governador Pedro Pcdros- 
calização mais rlgida e slstemátl- sian,a pecuária passou a ter uma 
ca, e um programa de apcrfcl- participaçao maior na arrcca- 
çoamento dos serviços prestados, dação (10% a 15 de crescimcn- 
onde se Incluiu o eruugamcnto da to). Mas para isso o Fisco Esta- 
eslllturo da Secretaria de Estado dual apertou o cerco contra aso- 
de Fazenda. Uma das primeiras negaçtlo, tanto na estradas como 
medidas adotadas pelo novo Go- nos próprios abatedouros. Em 11 
vemo foi a extinção das 13 dele- frigorHicos instalados cm Mato 
gacias fazendárias, que passaram Grosso do Sul, principalmente na 
a ter suas atividades controladas região de fronteiro com os esta- 
por governadorias setoriais dos do Paraná e São Paulo (po- 
(Comércio/lndllstria, Pecuária, tendais compradores do gado 
Agricultura e Mercadorias cm criado por aqui), a Secretaria de 
Ttansito). 	Fazenda montou controladores 
Com esta reestruturação a eletrônicos de abate de reses, de 
Secretaria de Faz.enda ronseguiu fonna a assegurar maior confia bi- 
fazer rom que os funcion:!rios !idade quanto aos dados sobre a 
que antes desempenhavam so- entrada e salda de bovinos dos 
mente funções administrativas abatedouros. 
fossem remanejados para os lo­ 
cais onde passaram a executar 
atividades-fins, ou seja, arrecadar 
e fiscall7.ar, dentro da concc~o 
defendida pelo secretário de Fa­ 
z.enda, José Antonio Felfcio, de 
que "o trabalho da Secretaria é 
do balcão para foro", Ele observa, 
no entanto, que a estrutura é ágil, 
de tal fonna a pcrmitlr que haja 
rcmancjamen10 de pessoal sem­ 
pre que neccss:!rio, j:! que a arre­ 
cadação em Mato Grosso do Sul 
é saronal. A partir do segundo 
trimestre deste ano, por exemplo, 
a Coordenadoria passa a contar 
rom reforços, já que é época de 
comercialização da safra de verão 
Drnclícios 
Mas o trabalho da Secretaria 
de Estado de Fazenda neste pri­ 
meiro ano de Governo Pedro Pc­ 
drossian não se restringiu a arrc­ 
c:idar e fiscalizar. Ao longo destes 
meses foram ronccdidos bcncfl­ 
cios não só para os conlribuintes 
mas também para os ronsumido- 
res. Ciente da crise pela qual o 
Pais atravessa, o Governo foi A 
mesa discutir rom as lideranças 
empresariais uma fonna de par­ 
celamento de débitos do ICMS 
que não causasse prejuCzo a nc­ 
ncnhuma das partes. Através de en- 
1cnd imen1os mantidos com estas 
lideranças, a Sccrelarla de Fazen­ 
da yollou a conceder o parcela­ 
mento cm até 24 meses. E para 
facilitar ainda mais a vida dos 
contribuintes inadimplcntcs, os 
requerimentos apresentados até o 
final de fevereiro foram divididos 
cm cinro mens/llidades, sendo 
uma entrada e mais qua1ro parce­ 
las sobre as quais scr3o aplic:idos 
apenas 1% de juros ao mês. 
Além disso, o nosso gover­ 
nador Pedro Pedrossian autori­ 
zou a redução da carga tributária 
para diversos produtos. Nas ope­ 
rações com m:lquinas, implemen­ 
tos e equipamentos agr(rolas, por 
exemplo, a alfquota de ICMS pas­ 
sou a ser de 8,8% e n5o mais 
12%, enquanto para vefculos uti­ 
litários (táxis), hortifrutigran­ 
jciros, energia elétrica de uso ru­ 
ral e leite foi concedida isenção 
tributária. Paro que os produtos 
da "Cesta Básica" possam chegar 
à mesa dos sul-matogrossenses 
mais baratõ, no inicio deste mds 
Pcdrossian detenninou a reduç:io 
dn percentual de ICMS a ser 
cobrado. Desta forma, aqueles 
que já erom tribullldos cm 12%, 
romo arroz, aves, fcij3o, gados, 
óleo de soja e pei.~c [rcsco, entre 
outros, passaram a ter carga tri­ 
but:lria de 7%. Já o café torrado e 
moldo, eh:! em folhas, erva-mate, 
farinha de trigo, manteiga e vcf­ 
culos automotores de carga,o ln­ 
dice caiu de 17% para 12%. 
A
o a•,umlr a admrn:1- 
tração estadual, 0 n0o 
governador Pedro Pe­ 
drosstan encontrou uma situa.io 
de u1mprometimcn10 d:1 receita 
que teria levado à falência qual­ 
quer crnprc,J privada. Somente 
com a folha de pessoal o Estado 
pastava mais do que arrecadava. 
Para continulr a gMtar com cu~­ 
tclo e para o pag,,mcntn de ern­ 
preiteiras,o governo anterior en­ 
controu uma soluç:io cuja aparen­ 
leslmplicidadccscondia uma gran­ 
de dose de perversidade P?ra rom 
os funcion:lrlos pôbliros: rc.wlvcu 
atrasar o pagamenlo dos salários. 
O resultado final desta es­ 
tratégia foram 4 meses de salário 
cm atraso, uma g,eve do funcio­ 
nalismo de proporçõcs Jamais vis­ 
tas na história do Esllldo e o ex(­ 
lio do Governador cm sua pró­ 
pria residéncia devido à invasão 
do prédio da Govemadoria pelos 
servidores públíros revoltados. 
Passados exatos 12 meses da pos­ 
se do governador Pedro Pedros­ 
sían, o quadro é o oposto do que 
vinha ocorrendo há muito tempo 
na administraç:io pública. Neste 
per(odo n3o houve greves, nem 
atrasos no pagamen10 superiores 
a poucos dias; a máquina admi­ 
nistrotiva foi eruugada e o Estado 
voltou a investir cm obras sem 
sacrificar o funcionalismo. 
Na avaliação do secrelário de 
Administração, Sérgio de Almei­ 
da Domfim, que comandou cste 
vigoroso esforço de moralizaçao, 
a principal prova de que as medi­ 
das adotadas pelo nosso governa­ 
dor Pedro Pedrossiam surtiram 
rcsullado é o falo de que hoje 
existe um cquillbrio entre receita 
e despesa. Segundo Bomfim, as 
despesas do Estado estão assim 
divididas: 40,2% para o funciona­ 
lismo, 10% com custeio, 15% pa­ 
ro investimen10, 15% para rola­ 
gem da dívida e 19,8% referentes 
ao repasse para outros poderes. 
De arortlo com Bomfim, o 
Governo encontrou o seu ponto 
de equillbrio e, graças a isso, po­ 
derá implementar uma polftici 
salarial avançada e rorajosa. A 
proposta do nosso governador 
Pedro Pedrossian é a de repassar 
aos salários dos servidores públi­ 
cos estaduais 40,2% da receita lf. 
quida, qualquer que seja ela. isso 
significa que o funcionalismo terá 
aumentos mensais proporcionais 
ao crescimento da receita, já a 
partir de abril Com essa sistem:!­ 
tica, o Estado-pertlul:!rio será 
substituído pelo Estado-Empre­ 
sa. 
Sérgio Bomfim avalia que o 
apelo do Esllldo-Emprcsa irá 
mobilizar o funcionalismo na 
busca de uma melhor arrccadaçao 
e na diminuição das despesas 
supérfluas e do despertlfcio. "A 
política de trampar«ia que 0 
nosso Governador adotou permu­ 
te que o funcionalismo tenha 
acsso aos nmcros do Estado e 
a nt i catamente quanto e c om o 
arre d mm e qu.mlo e u,r.10 
gastamos" - lembra Bonfim, ao 
explicar que is s o parante o e n a	­ 
jamento do funcionalismo à pro­ 
posta do Estado-Empresa, na 
medida cm que fica fj 1I oondutr 
que quanto mais o funcion:lrio for 
eficiente, maior será a areca­ 
dação, menor a despesa e, co n e­ 
quentemente, maiores serão os 
reajustes salariais. 
Cuna único 
O estilo de administração do 
governador Pedro Pedrossian, ca- 
Como 
são utilizados 
os recursos 
do Estado 
Salário de Servidores 
do Executivo 
40% 
Recursos para o Judiciário 
e Legislativo 
20% 
Custeio do Estado 
10% 
Renegociação da Dívida 
15% 
Investimento em Obras 
15% 
racterizado como descen Ira I izador 
das atividades e centralizador das 
decisões, é a mola mestra que ga­ 
rante o sucesso desta polftica de 
equilíbrio entre receita e despesa. 
A implantação do sislema de 
~eaixa Único", no inicio deste 
ano, foi mais um avan_ço neste 
sentido. •Com o Caixa Oniro, to­ 
da.< as despesas do Governo pas­ 
sam a ser rontrolaclas diretamen­ 
te pelo Governador, através de 
um tenninal de computador ins­ 
llllado cm seu gabinete. Um pro­ 
grama de inform:!tica integrou 
todas as secretarias de Estado em 
úniro fluxo de caixa. Com isso to- 
Refonn• profunda 
Uma das primeiras providC.n­ 
cias adotadas na área administra­ 
tiva para poder roiocar a máqui­ 
na do Estado para funcionar no­ 
vamente foi a implantação de 
uma ampla reforma administrati­ 
va que eliminou despesas com 
mordomías, leiloou ve!culos in­ 
servfveis, rontrolou 0 gasto de 
rombustlvel e, principalmente, 
descobriu, através de um Censo 
Funcional, quantos são os fun­ 
cion:!rios p6bliros, onde estjo 
lotados e qual a capacitação de 
cada um. Segundo Bomfim, ~a sit 
tuação anterior era inadministrá­ 
vel, rom muitos funcionjrios 
acumulando ilegamenle mais de 
um cargo, pessoas sem função de­ 
finicla, tudo isso clando margem à 
ineficiência e a falta dé compro­ 
misso rom o serviço públiro". 
Segundo o Secretário de 
Administração a refonna admi­ 
nistrativa irá se rompletar rom a 
implantação do Plano de Cargos 
e Carreiras. que terá inicio ainda 
este ano, tão logo a Assembléia 
Legislativa aprove a mensagem 
que o governador Pedro Pedros­ 
sian encaminhará neste sentido. 
O Plano de Cargos e Carreiros irá 
diminuir o número de "cargos" 
existentes, descrevendo melhor as 
funções e atnõuiçõcs de cada um. 
Mais do que isso, o Plano tranl 
novas perspectivas profissionais 
ao servidor p6bliro, que conwJ ;) 
rom um instrumen10 de pro­ 
gressão funcional e de aumento 
de remuneração, de acordo oom a 
sua capacid.•de e dedicação. 
A calorosa 
visita do Papa 
Ao crkbor o primaro ano de Go­ 
vero do doutor Pedro Pedrasian, quero 
destacar, centre muitos dadas positivos, ter 
sido cle o Governador na viLa do Ppa a 
Campo Grande. Graças ao seu apoio, a vsi­ 
L1 do Papa tornou-se, em Cl::npo Grande. 
a mais caloroaea mais bonita de I ocb a 
viagem apostólica de Joio Paulo IL, ano 
pesado, pelo BrasL. 
Seriedade 
na arrecadação 
o ano de lYYl rol diOàL m.u :u. a• 
pecativas para 1992 lo melhores, j4 que 
o Estado conseguiu equilibrar as finanças 
A enedade coo que o aspecto da arca­ 
cbçio foi coando trouxe muit:is mclho-­ 
rl.u ;,o Esbdo e aos munidpios. 
Tabox 
Desenvolvimento 
e bem-estar 
A Prefetura Municipal de Trs La­ 
roas, cateramdo o pensamento de sua 
comunidade, cumprimenta o povremador 
Pedro Pedrosian e sua cquipe de lr:lb.llho 
por ocasião do 1 ano na direção dos dea­ 
tinos de Mato Grosso do Sul Com serie­ 
dade, sensibilidade, o Governo do Estado 
cumprc o seu papel de condutor do pro­ 
coso de doc:m-oMmcnto dcst.:11 tem e do 
bem-estar do seu povo 
Braz 
Ação conjunta 
nas obras 
Nase momento dfial da vda nio 
naL, quando todo o País se eafora para 
encontrar uma salda, imprsindNvei as 
ação conjunta emir Estado e prefeituras 
Esta é também a oportunidade para da­ 
tacar o empenho do Governo Pedrossian 
para execução dns obras de implantaçio 
de esoto unitário e Douradas E prei­ 
s, antes de tudo, ter esperança no futuro 
de Douradas e de Mato Grosso do Sul. 
··- ..,,, 
- .__ 
► • -1 
7 I 
J~L 
Melhoria de 
vida do povo 
Temes cnrucitnci.t que o Governo 
está fazendo todo o esforço poutvel para 
equilibrar a situação financeira do Estado, 
arando todas as posições. A agropecui­ 
rua teve randes avanos, como a apor­ 
taçio de ame para a Europa e apramos 
que o ntvcl de vda dos sul-malogrosns 
se clva ponto de contnbuir para a me­ 
hona de vida do povo brasileira 
Dont .'IL6M Pa,·a.:wU., 
Arubbpo de Cuspo Grade 
Datadler Ag! 
Prddlo dot rar..n. 
Miguel Taba 
Prefelto de Triés Laoae 
Der mbarpader Milton Mahubel 
Predemte do Tribunal de Juvtia Ms 
f 
' 
Londres 
' -i 
Harmonia e 
independência 
Em umas o roemas« rearo fg" 
i 55 
sul-matozruene e d» opinião p"° 
brasileira O Poder Eu:o e Lsa+ 
vo atuaram junte, com tarouu e ide 
pendência A grande tarefa cora 3gora 
com o Lançamento das obras fsgs " 
cus que s«entre o pro,eo de "", 
votsiemts do Est>da. Este pn.";", 
demonstrou que foi suba a popu!são 
Estado, coado os destinas desta terra 
nus mies aperaent de un Gorada 
ro=ipru.=<•d~ cn=i o Mu:o ,,.,,_.,_ 1 
Dp. Lantres Matad 
Prs!dente da Asemobté la legista

1.., A, 
TAN,CRI'TO 1O JR»X1, 1o 
'" µ l.l•J.',TI. 
Apostando no Mercosul 
Pedro vedrtai 
M acelero do Inter 
cambfo de ben e wervf 
ç0 entre n naçoen re - 
preenta hoje mal do 
que a nJmpl«'u confluên - 
CÚI lk lntcr«'rrncu t•c:onô­ 
micos, una Imponfçao,me 
mo, dn novn ordem d1Jn r-;; 
lnc,ien lntcnrncfonaln. - 
Neune contexto, Mato 
Croor:o do Sul tem a fir­ 
me dlnpooiçÕo de fnzer -­ 
valer n ponlção aotrnti­ 
gica de Huno frontelrno 
biternncionnin - Paro 
guai e Ilollv:ln. Contudo, 
longe de oc reotrlnr,ir - 
no papel de ponte, nonso 
entndo fnz qucntiio de se 
desempenhar como emnen­ 
to ntivo e otuontc dcose 
promiusor mercado. 
l'oro tonto, Governo e 
11ocicdude sul-matogrou 
nenocu vêm fnzendo sua 
porte. Implantnmoo uma 
política de apoio à ele­ 
vação do patamar de nos­ 
nas atividades primâri - 
as, buscando o incremen- 
to à ngroindústrin e à 
valorização dos potencia 
is turísticos e de extrã 
çao mineral. Para um Es:: 
tado com a segunda maior 
renda per capita e o d­ 
cimo PIB nacional, mas 
ainda, há até bem pouco 
tempo, estacionado no se 
tor primário e fechado - 
em suas próprias fronte! 
ras, temos obtido resul­ 
tados significativos nos 
últimos meses. 
Primeiro, conseguimos 
elevar em 60% - um recoE 
de nacional - a ativida­ 
de industrial. Depois,~ 
tingimos o objetivo sem­ 
pre perseguido nos 14 a­ 
nos de existência de Ma­ 
to Grosso do Sul: em No­ 
vembro, a Comunidade Ec~ 
nõmica Européia avalizou 
o ingresso da carne bovt 
na produzida no Estado - 
no Mercado Comum Europeu, 
decisão vital parn quem 
detém rebanho de corte 
do país. 
De olhos postos nas 
possibilidades do Kerco-• 
sul, o governo do Estado 
decidiu implantar um Cen 
tro Universitário em Pon 
ta Porã, na fronteira 
com o Paraguai, onde nos 
aos jovens serão prepara 
dos em Matemática e Eco­ 
nomia com especiallzacã~ 
em Comércio Exterior. Ja 
foram iniciadas as obras 
de viabilizaciio do corre 
dor de e.xportaciio de Por 
to Murtinho, às margens 
do Rio Paraguai, escoa - 
douro natural de produ - 
cão. Boje, os Estados U­ 
nidos e o Canadá já man- 
t enterdtenton com 0 
Pafoc.11 do Hcrcnr,ul pnrn 
trnnnfereveia a Jacla do 
Hto Paraná de tecnologia 
dr n11ve1:nc10 utUlrnda -! 
na re1ao dos randes la 
o. As htdrovla apon -I 
tum para o barateamento 
don cuotor: d1? trnnsporlt! 
no comcircfo externo e, 
com inno, pnra o incri• - 
monto dn compctltlvldndc 
d.un merc1.11loriou. 
AJndu IH! deve vlr-llum­ 
brar oulron mercadun,por 
que no será nó de coér 
cio que viverá o Herco 
sul. O Uroall, n Arffcnti 
na, o Uruguai e o Para - 
gual devem ne integrar - 
1111 troca permanente do 
couheclmento tecnológico 
Ronda Policial 
e nccseo comum aos avan­ 
co da ciência. 
Os paíucs membros do 
Mercosul, que somam uma 
popuLação de quase 200 
milhões de pessoas e um 
PIB de 480 bilhões de dó 
Orientacóes da Policia 
Furto de Veicules F revir.a-se 
E[te de[ar eu e!ulo local 
Evite d. fr documenta,án no inter! 
Objetos valiosos exposto deper 
kecomenda--e ut!lizsr todo tipo e q 
prevJnr o furrn; 
Equipamentos cn[der«do, ótimos para a e@rança do veículo; 
raaçio do n' do char Is nos v{dr0; 
- blnqu••ndor do ,d6t . <>lêtrJcu; 
- alarme de abrangência total; 
- travn, cadeado ou elxo de trava do volante; 
tra anti-furto dupla (tranca o cblo e freio de mio); 
Se tal crime cstlvcr S<'ndo cm:a,tido contrn al,,u • ou coo~ro vocc !"e ri , 
comunique Imediatamente ao PM mais próximo detalhando as características do 
veículo, documentação e horirlo, para que possa er localizada e revfdo o 
maio r5p1do pons!vel; 
o ilícito caracteriza-se, normalmente, por destrulçao ou rompimento d 
obstáculo, ventarolas, vidros, emprego de chave [alta ou ll~nçno dirPtR; 
Eote é urn crime previsto no Código Penal Brasileiro (Art, 1S5), sujeito a 
rfgorosn snnção aos que o cometerem; 
Lembre-se: o Imprevisto ocorrP quando n prevenção falha. Telefone para 
nós: 190 (Polícia Militar); 
A Polícia HIlitar está atenta o protegê-lo e no seu patrlrcÔnio cosi nosr.o 
sistema de cadastro de ve!culos furtadoA, constantemente ntunl1zado 
mnis rÁpida e eficiente loc1liznç~o de carros acometidos de furto. 
Final de 
lares, têm vantagens co-­ 
mune, e muitan, a obter 
com o efetivo funciona - 
menta desse merendo. Os 
primeiros passos Já fo - 
ram dados, com a entrnda 
em vigor, em Novcmbro,do 
Tratado de Assunçao- as Em felex em•indo 110 Comandante da 72 CIP, Major PM Barros, o Comnndante 
tarifas alfandegárias en do Comando de Policiamento do Interior (CPI), Tenente Coronel PM Borges, e­ 
tre os Países membros - logiou todos os'integrantes da Unidade, pelo desempenho durante a Operação 
baixaram em 47%. Essa re Carnnval/92. 
ducão evoluiu, em janeil No Documento o Comandante do CPI menciona qÜe a atuação exemplar dos po­ 
ro, para 54%, chegará a liciais militares possibilitou um Carnnval com segurança necessária para a 
61% em julho e continua- população, mesmo com as dificuldades de recursos humanos e materiais exis - 
rã a aumentar gradativa- tentes. 
mente até que, cm 1995 , 
ano de implantação total 
do Mercosul, não existam 
tarifas alfandegarias en 
tre o Brasil, o Uruguai, 
o Paraguai e a Argenti - 
na. Então, nssim como no 
Mercado Comum Europeu e 
no que integrará Estados 
Unidos, o Canadá e o Me­ 
xico, teremos, no Merco­ 
sul, trânsito livre de 
serviços, bens, trabalho 
e capital. 
O Empresário nacional 
se detêm hoje, com aten­ 
ção, nas possibilidades 
do Mcrcosul. Os Governos 
terão que fazer n sua 
parte, porque_entendimen 
to e cooperaçao sao as 
chaves do mundo moderno. 
AB diferenças e dificul­ 
dades terão que ser trans 
postas. Esse_é um merca­ 
do para milhoes de consu 
midores e um instrumento 
eficaz para a elevação - 
dos níveis de emprego e 
consequente melhoria na 
distribuição de renda. 
por decisão do governo es 
tadual e determinac;ao de 
seus Empresários ,fotm3 na 
lirila de frente da implan­ 
taciio do Mercosul. 
A Polícia Militar de Jardim não rPglstrou nesBe final de semana nenhu:na 
ocorr~ncin policial, o que demonstra que a atuação preventiva, ou seja, na 
nntecipaçâo dos fntos, tem dodo resultado, pois geralmente nos finais de 
semana há um aumento de ocorrências policiais. 
Integrantes da 7· CIPM 
Acidente de Trânsito corn Vítima Fatal 
Guia Lopes da Laguna - Aproximadamente às 07:00 horas do dia 09 de março, 
na BR-060, na altura do Posto Lagunâo, foi vítima de atropelamento o Sr. A­ 
bade Costa, de 77 anos de idade, residente na Rua Guanabara n2 11. 
O veiculo que atropelou o Sr. Abade foi o Fiat Uno, placa A0-4908, condu 
zido pelo Sr. Jorge Ilson Pinto, que prestou socorro à YÍtima, conduzindo-ã 
ao Hospital Marechal Rondon, mesmo sendo atendida, a ·Ítima não suportou os 
ferimentos, "elo a falecer. 
Encontram-se abertas as inscrições para o 212 Concurso Internacional de 
Composições Epistolares para Jovens - 1992, promovido anualmente pela U 
nião Postal Universal (UPU), organização sediada em Berna-Suiça. 
Poderão participar do Concurso estudantes atê o limite de idade de 15 
(quinze) anos, completos atê o dia 19 de abril de 1992, data limite para - 
entrega das composições pré-selecionadas pelas escolas. 
Deverã ser encaminhada pela Escola, à Comissão Organizadora do Concur 
so, somente a composição que tenha merecido maior destaque em cada estabe 
lecimento de ensino, após pré-seleção realizada pelos Professores. 
Maiores infonnaçÕes poderão ser obtidas na Gerência de Recursos Humanos 
da Diretoria Regional da ECT através do Telefone 384 - 3135, ramais 217 e 
218. 
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JORNAL TRIBUNA 
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±ncárla ou na keceft 
partir do d±a 30. 
Anexon - Quer te«l 
ar de aneos i declara­ 
ç4o deve retirá-lo o - 
mente na Recefta, 
IdentIffcacio - Ao e 
tIquetas de 1dentffIca - 
çáo continuarão sendo re 
metidas pelo Correio, 
Prazos - Os Bancos r 
ceberão as declara,oes -­ 
entre 30 de março e 27 - 
de abril. Os conlrl~ufn­ 
tes que moram no Exter!­ 
or têm prazo até 25 de 
maio. [m 27 eh- ahr1 l v," 
ce o pr.11.0 p,1r,1 re:coll:(:. 
mento da primeira cota , 
ou cotn Única, do naldo­ 
dc imposto a paar. 
Disquete - Poderão 
ser feitas declaraçoes - 
em disquetes compatíveis 
com a 1 inh;1 PC:. 
Dcclarac.=io de Hem; 
Os bens terão dP ser n - 
tualizados a preç0s de 
mercado em dezezbro de 
1991 e depois indexados 
à Ufir a partir de Jonci 
ro de 1992. - 
Previdência - Volta ;• 
dedução total de rLcnlhi 
mentos à Previdência so= 
dal. 
IR a pagar e rcsti 
tuir - O imposto a pagar 
ou a restituir será indc • 
xado à Ufir, com bane nÕ 
valor desta em Janeiro - , 
de 1992, e depois calcu-, 'i·/. 
lados em cruzeiros. f 
TRD - Quem recolheu, ~tf 
em 1991, imposto a pagar f!. 
indevidamente ~orrigido 1 <,p 
pela TRD podera cDt:!pen - 1~· ~ 
sar o valor deste nnn. 1 
-=======-==== 't ~ l 
TF 
VENDE MAIS POR TER. - 
,, 
QUALIDADE SUPERIOR.::., - 
TEM QUALIDADE 
SUPERIOR 
POR RESPEITO 
AO LEITOR 
DIÁRIO REGIONAL 
LOJA 1 - AVENIDA DUQUE DE CAXIAS, 712 
Fone (067) 251-1713 
LOJA 2 - AVl:NIDA DUQUE DE CAXIAS, 342 
Fone (067) 251-1833 
Aonde . Vender Barato 
1 
se Tornou Tradicão! 
J ·11 R D I M • MS 
roe	is 
·-=2°

BONITO 
J 
ESTÍ SENDO IMPLINTIDI EM 
BONITO UM SOCIEDADE 
CIRITITIYA E HUMINITIRIA 
, Ata rota une rado srvlo - 
u turno ti Mistenla Total, t pr 
te tr a pi e harmonia cor as autoridades 
Irados, do. to pel }t e or anl«mos sfm!lares, 
ttur, eras dlfads Contn na anda o fane lona 
1+s" (ofedad trita- menro de colos prof! sfunall 
e tu ranttrfs), la a - zante e una ser!e de pro»ra " 
lz entra orurM , mas que beneffelario os menos 
fol fundada o ? de ao favorecidos pela surte, sendo 
de 1,it)se da por diante- que muftos vivem a marm da 
espalhando por roda par ocfedade, 
O trrno está ndo dev1da 
at«-e de una Mole tente Itpo e no próximo ti 
vil de rtr filantróplo 22, cor a presença da alta d1- 
ONITO CITY -· 
IS RIPIDINHIS OI SEMDNII 
Nos ~ltimos dias houve grande movi 
'ntaçÜo doo bastidores políticos e 
ós uma serie de conversaçoes, ficou 
•flnido que o prefeitâvel Nercy Soa­ 
!S dos Santos, concorrerá pelo PFL , 
:uto de uma articulação levada a e - 
·ito pelo empresário Irson Casanova, 
trigente do partido; e Pndre Roos - 
1lt de Sá Medeiros. 
Quase ao mesmo tempo, foi formado 
'Diretório do PDC (Partido Democráti 
~ Cristão), que tem na presidência~ 
1genheiro 0lcyr Bigaton, pois seu 
-mão Darcy também é postulante ao 
rgo de prefeito nas próximas elei - 
es e tudo indica que disputará o 
leito por essa nova agremiação. Tra- 
1-sc de um tremendo "Jogo de cintu - 
1" para não ficar de "PONTA" com o 
verno de receber apoio da oposição. 
reo d "l ta", Pr f 1o - 
• a+ tr Xevl, lz d Direi 
to e outros on@[duto, f75 
o !nu, neo da pedra funda 
t 11. 
Por e tratar d uma Ir!e!a 
tIva que visa o b e tar do 
rafas carentes, convt que to " 
dos os bani tenses partlclpen " 
do evento e toem conhecimento 
das verdadeiras Intenções, po 
Is assim tabén poderão colabg 
rar, 
Contam com Diretórios Municipais - 
s seguintes partidos: PTB, PMDB, PT, 
)T, PSDB, PFL, PST e agora PDC. 
~*************** 
Os candidatos Nercy e Darcy já es­ 
o confirmados e em plena campanha, 
3s os respectivos vices constituem 
~ sério problema, porque tem muita 
ente "pedindo a Deus para ser convo­ 
ado por qualquer um dos dois", cau - 
ando ciúmes e até divergências que 
rejudicam o decolamento definitivo.­ 
a campanha. 
Liel Brum Jacques, Presidente do 
iretório local do PTB, foi procurado 
elos integrantes do PFL para hipote­ 
ar o seu apoio a Nercy Soares dos 
,antos e o seu nome foi cogitado para 
er o vice. Todavia, nada ficou defi­ 
ido e depende de alguns acertos que 
eneficiem o partido, uma vez que Li- 
1 afirma: "Nossos companheiros são - 
ponta firmes", ajudamos eleger cand_!, 
Antonio João 
E 
Encontro Regional 
da Fronteira 
Vnlcl dr ArcL,: Cnt.l.T,orin Tr(o - >ti.c.c.ulJno e FeIn!no 
No d1a 71 e 22 de Março e Atonto Joo - M 
Marcando o antverirlo do Munlelpfo. E«trio presentes as 
feras do VoleI de toda a Fronteira. 
Inscrçio e Inforaçio pelo telefone; 435 - 1758 e 
4J5 - II6l coa Fernando ou elo. 
Apolo: Andr; Lu1z 
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Lanches 
ur ache msls rap!do e 
mafs otano da Idade, 
eh zborar opro 
var, Sotre a dirão do Popa 
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os - At,nd1r..,,nto dia e nol - 
t.e - Av. >lato Cror.oo 
Alm:lSIO JOÃO - MS 
Sapataria 
do Povo 
FÃbrlca de CAlçados, D!! 
tcrlnls de selar1a e con - 
acrtos em peral. 
Mercado Econômico 
Allnentoa secos e oolhados, an,.arlnhos, latari,us m &erH.l 
Anexo codc.mo nçougue. 
NKRCY SOARES DO SA!ITOS (CONCORRER..fJ>rui PFL) 
dntos e nunca fomos recompensados. Dest-'------------..a.---------------------------..JJ 
ta feita, resolvemos "endurecer", pois 
eles precisam dos votos e do nosso apo 
io, considerando que vamos concorrer: 
somente com candidatos a vereançn". 
**************** 
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Alffl)tfIO JOÃO - 115 
Aos dor.:iingos te.'lOs frangos assados. 
Run Uri113 de Almeida - VI1a Nova 
Alffl)tfIO JOÃO - MATO CROSSO DO SUL 
Jardim 
1D MS 
O ex-vereador Irson Casanova teve 
uma atuação marcante em sua gestão e 
este ano voltou ao cenário político , 
recusou o convite de vice e vai concor 
rer a vereança. Comenta-se que poderá­ 
até chegar a presidência da câmara, de 
vido o bom conceito que desfruta junto 
ao eleitorado consciente. 
***************** 
Além de Nercy Soares e Darcy Biga - 
ton, os outros prefeitáveis são: Augus 
to "Capa Gato" Mariano, Odilson Arrudã 
Soares e Olices Trelha, mas ninguém a­ 
credita que os referidos postulantes - 
entrem nessa briga de tubarões. 
4ttttft;kit 
Bontto conta com 8.270 eleitores e 
o número deverá aumentar muito pouco a 
tê o dia 24 de julho, Último prazo de 
alistamento junto ao Cartório Eleitoral. 
Armoa 
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Fone: (067) 251 - 1963 
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aarc.os de CAlç.ados, bol - 
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»1, 3, 
.1, AL - 
t 
YIRIEDIDES 
A o[a,o d jovens d4 
lho-No-te do hrasfi, par . 
an, pele sua partt!pai , 
#,D.E rea!tzado no no que e 
p4 ou, com certoa voe poy 
u! ums grande fteal e sti ex 
terforfzando a ata dt, to 
r[anos de cowfdi-los para 
l' etapa do Pruram de Leen­ 
volvento Estadual de 07 a t 
de aro de 1992 e a 2! etapa 
de 22 a P de Azosto de 199) , 
local W«tonal Campo Grande, A 
traveg desse encontro vumog • 
forar novos amigos, e confra­ 
tentar com todos os Jovens , 
"quando voe aplicar ao máximo 
a for,a que brota do eu fnto­ 
rfor e fter o melhor que pu - 
der no lunar onde esta sendo - 
vIvIfcado, realizar-e-i a o­ 
ra de Deus', 
Aos Jovens que e Interesa 
rem em partte(prem da 24 et­ 
pa, Informaçio é com este colu 
nfta, 	- 
"TIO 
O l'c,rtldo ll,,inocrÍltlco 1'raha 
lhl~t11 PllT, cn, Ilda Vlata, niiÕ 
esta sendo diferente dos dema- 
lr., n.tcndôncla é crescer nrtl 
culnndo filloç~es de peso po!T 
tlco e da clnnse populu.r, t~ati'i 
previsto pera o grande sucesso 
com a presença do Deputado Os· 
cnr Coldonl no dia 22/0:J./92, O 
Partido Dcmocnitlco llrasllelro 
PMDU, rcallwu clelçiio para o 
Diretório Hunlclpnl neste dln 
15 pp., nn Cãmnra Munlclpol de 
Bela Vlstn, o P"IB, Jã saiu na 
pontn levantando ban<le Iras., r~ 
suclndo lsso tudo, Beln Vista, 
necessita de pessoas que pen 
sam no progresso e que atenda 
às necessidades das classes me 
nos favorecidas, e tudo lndlco 
que podera haver mudanças, mas ' 
dependerá da consclencla dus ; Lembre-se de que o amor no prõx.imo o segredo de nossa fel! 
classes populares. 	cidade, 
Não fale mal de ninguém, não tenha ralvn, não cultive Ódios 
em seu coraçao. 	. 
A irritação e o Õdlo são venenos que atacam o !{gado e des - 
controlam o sistema ntrvoso. 
A serenidade é o segredo de vidns longas e felizes, 
l lttl k 
" lCÃTIA CONCEIÇÃO NOCIJEIRA R ROSANGF.U ROORJGlfKS, lNTF.cRAITTF.S 
DO GRUPO NATUREZA DESFÍ.K SIiO 
ro Grau Prof1 Vera Guimarães Loureiro. 0s professores estio se 
~mpenhundo 110 máximo, para ministrarem um bom conteúdo progrará 
tlco, tentnndo ser o melhor no tocante de qualidade de ensIno. 
"Mas em contra partida estão super preocupados com a nunlc1pal1 
zaçiío de Ensino, estão elaborando propostas paro serem opresen"; 
tads à comunidade, aos vereadores e Prefeito nuntcipol, como 
tudo indica são contra essa transferência ou descentrnlizaçâo - 
de ensino. 
PARA REFLETIR 
lnJclarnm as aulas, no dia 
09 de Março de 1992, na Escola 
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do !retorto e Exe 
ut{ena Mgnfelpal para o 
teto 92/9), par!ela 
votaçuo d chapa inlcn - 
ontereran ar nova fIlla 
v ,0en ao partido, que re 
beu !l ade+uoet neste do 
.t 
na!npo. 
A convenao peemedebl 
t fol t!fd i, 09;00 
horas e enterrada kg 17;00 
horas, com a presença do 
observador desfundo pelo 
iulz Eleitoral, Petronto 
Leio. A convenço trans - 
correu com total tranqul­ 
Midade, no fol apresenta 
do nenhum tipo de protes­ 
to, reclmaçao ou Impuna 
ço dos nomes que concor- 
, riam ao D!retorto Muntc /_ E-,f te e ex prefetto_Abra1o_Zacarias _procedenu_a contage 
, pal, sendo registrada a 
presença de 99 convencio- votos 
, nats. O Presidente da Exe 	. 
:, cutl·u Prov isórin, Evilasio Nunes de Mirnndn, apos 
1
: o onccrramento das votncÕes, convidou o Vereador - 
l: J,1ào Kolife e o ex-prefeito Abraão Zacarias pnrn 
fazerem o escrutínio dos votos, foram apurados 99 
"sim", niio hnvendo nenhum voto contrário chapa - 
de consenso upresentndn, demonstrando n uniao do 
partido com vistas s eleiçoes municipais de outu- 
bro próximo. 	. 
O Novo Diretório Municipal 
Composto de J) membros e 12 ~~~lentes, ficouª! 
" constituído o Diretório Municipal do PMDB: Ev_! 
~ lásio Hirandn, Abraão Zacarias, Nelio DiÓrio, Pe - 
"ao Poulo Ibanhes, Josino Pinheiro, Victor Vieira, 
~: João Kalife, Marcos Elias Rios dn Cruz, José Ayres 
l• Cnfure, Horácio Henrique Brum, Anselmo Lopes, Pe - 
, dro Ivo Pinheiro, José C. de Negreiros Szabo, Cri! 
~- pim R. Coinbra, Joiio E. Charnorro Junior, Godofredo 
Freitas, Alexandra Eche'errin, Bernardino Hoffmei~ 
ter, Carlos Antonio Freitas, José dn Cruz Toledo , 
Olgcicir dos Santos Alencnstro, Pedro Geraldo de 
Melo, Policarpo Cardoso, Gnldioso Brites, Ailton - 
3 Lino, Álvaro Monteiro Mascnrenhns, Dário }liranda , 
)' Felipn Vogado Marin, Francisco G. Jnrn, Antonio E, 
Nunes Rondiio, Francisco da C. M. FLIho, Nestor Al­ 
cides Almada, José Geraldo de Almeida e corno rnem - 
bro nutoci:ítico o Vereador líder da bancada do PMDB 
a na Câmara Marcos Elias Rios da Cruz. 
Suplentes: Odevar Lopes Barbosa, Maria Darci P. 
Barreto, Francisco Sales Nunes, Julio Augusto Fre­ 
c· tes, Lauc!dio Rios, Arlindo Rodrigues Leite, Nil - 
a son Moreles, Adroaldo Medeiros, João Antonio Nu 
a.. nes, I'edro Pascoal Gamarra, Nilton Jara e f'.h·io La 
r ranjeira. 
Delegado ã Convenção Regional: Vereador João Ka 
life; Suplente: Nestor Alcides Almada, 
Municipal'_ 
a 
Executiva 
i O no·o Diretório Municipal elegeu em seguida a 
e Executiva Municipal do partido, que ficou assim 
a constituída: Presidente: Evilãsio Nunes de Miran 
a da; Vice-Presidentes: Álvaro Monteiro Mascarenhas; 
e 12 Secretário: João Chamorro Junior; 12 Tesoureiro: 
i José Cardoso de Negreiros Szabo; 12 Suplente: Pe 
e dro l•o Pinheiro; 22 Suplente: Pedro Paulo lba 
l nhes; Como Vereadores, Marcos Elias Rios da Cruz , 
P Anselmo lopes e João Kalife fazer parte automatica 
mente da Diretor Eecut{a do PMDB. 
Novas Filiações 
' 1 
Apesar Jo mau tempo no domingo, o PMDB conse 
guiu mais 27 nO'OS f1liados que foram até à Câmara 
~!unicipal ussinar a ficha do partido, aumentando 
ainda mais o grande número de membros do partido - 
em Bela Vista. São os seguintes os novos pecrnede 
bistns: Diogo Figueiredo, Rubens Miguel Ramos Bri­ 
tes, Izabel Torres Orosco, Francisca Cabreira da 
Rocha, Guadalupe Orosco, Ramâo Valentin Caniza, E­ 
lizabete Franco,Ederney Miranda S1la, Felipe Aba­ 
dic, Beatriz Mieres Cuevas, Petronio Leão. Lucidio 
Rodrigues Barcelos, Helio. Fernandes, Batista Luzar 
do Henrique dos Santos, Syrle Dias Gimenez Marin, 
Rar:ona Enir Dias Gimenez,· Sirlene Cáceres Gúnenez, 
Álvaro Hoffneister, Eva Rita Venialgo Pinheiro, A­ 
raci Burgo, Hnria Suzana jUfonso, Frederico Quiro, 
Rafaela C:Íceres Gimencz, Geraldo Majela Loureiro , 
Jorge Adalberto Aruero, Polonia Dias Gimenez, Jo- 
sé Cl:iudio Quiro: ' 
Evilási.o: Aberto 
ao Diálogo 
Em entrevista à reportage do Diário Regional - 
Trb. 1 da Fronteira, o Presidente do PDB de Bela 
dos 
Vista, Elísio Nunes de 'iranda, destacou a im - 
portncfa dna Convencio !iur fctpal do Partido que 
se realizou neste dia 15 cm todos os Municípios 
do Estado e afirmou: "o PDB é um partido estrutu 
rodo e de muita tradição, por isso estnmos traba­ 
lhando pensando na suces,1;0 municipal deste ano"e 
destacou "iremos manter dliilogo com todos os par­ 
tidos que representam oposição à atual adninstra 
cão municipal". Para Evllslo "em política o que 
vale é a soma, por isso o rrmn vai estar unido e 
aberto para dialogar com todas as correntes, já 
estamos com entendimentos bn~tante adiantados com 
o PDT não nos foge a possibilid..,de de uma coliga 
ção com outros partidos, desde que o candidato m~ 
jorit:Írio seja do P!DB", ressaltou. 
D:iliísio Miranda foi enfático no afirmar que 
"AbrnÕo Armon Zncnrins é o candidato nato do par­ 
tido para a sucessão municipal", Fazendo uma ava­ 
linçno da Convrnçào o Presidente do partido di~ 
se que "foi um sucesso, o convite foi feito ape - 
nas pelo rádio e houve um comparecimento muito 
bom, com 99 convencionais votando positivamente e 
com muita tranquilidade", 
Finalizando, E·ilÃsio jnfonnou que os atuais 
VcreadoreR do PHDB serão candidatos à reeleição,o 
partido vai lançar bons ncmes para concorrer à Ci 
mara Municipal, todos com chances de se eleger e 
agradeceu a presença dn trrprcnsa que cobriu a Con 
vençao. 
..... 
"i 
1 
i 
Presidente do PMDB Evilâsio Nunes de Miranda fa 
la aos convencionais 
Abraão Zacarfas ao lado 	PnrI 
do - PM'llB 
Foto, e Rportaens: UbaldIno Rodrtue e LI1e 
Abraão: usou um 
Soldado do Partido'' 
Depois da confirmação do Presidente do Diretó 
rio Municipal do PMDB, EIlásio Nunes d: Miranda , 
e aval dos Vereadores Marcos Elias e Joao Kalife 
de que Abraão Zacarias é o candidato nato do,partl 
do, a reportagem do Tribuna da Fronteira falou com 
o ex-prefeito, e que,:tionou: "O Sr. é candidato à 
Prefeito Municipal?" 
"Sou um soldado do NffiB e o que o partido deci­ 
dir vou acatar", e complerentou ''estareos abertos 
no dLÍlogo com todos os descontentes coo a atual - 
adinistracio, podendo inclusive o candidato a vi- 
im 
''Todos os homens erra, nas o horem bom recua quando nabe 
que t.ocou o carinho errado e repara o pai. O Único pecado é 
o o Iho". Sófocles na AntI, na 
A tranquilidade impera nos quadros peemedcbis­ 
tas, há uma férrea disposição em sustentar a a.xi~ 
ma de que a BELA VISTA UNIDA representa a UNI.ÃO - 
de todos os belnvistenses. BELA VISTA UNIDA não é 
um slogan de um partido, ou de una frente, e, so­ 
bretudo, um chamamento ã todas as correntes e par 
tidos, em torno de uma idéia de crescimento com 
justiça social. 
BELA VISTA UNIDA é também o PMDB. 
Hoje mais maduro, reciclado na luta dúÍr.La, o 
ex prefeito Abraão Zacarias, virtual candidato do 
PMDB ã Prefeito Municipal, entende que, "a hora é 
de somar", o próprio Abraão que apoiou o Dr. Pe - 
dro Pedrossian ao Governo do Estado, inclusive 
com manifestação pública (através da TV),sabe, a 
is do que ninguém, que há falhas na atual Adm.ini~ 
tracão, e que só um candidato afinado com as mas­ 
sas, com sensibilidade social, poderá corrigires 
tas distorções. 
Ninguém, em sã consciência, pode discordar do 
fato de que o Prefeito Edson Moraes fez a sua par 
te, dentro de suas conYicçÕes, linha de conduta e 
vivencia. Implantou obras, pavimentou ruas, ajar­ 
dinou, enfim, embelezou a cidade. Deixará a sua 
marca. 
Nos dias atuais, administrar é também definir 
prioridades. Edson definiu as suas. Bela Vista é 
grata. 
Os tempos são outros, há menores abandonados e 
há menores marginais; as empresas lutam com difi­ 
culdades, os empregos a cada dia se tornam proibi 
tivos~I não há produção nas chácaras, Bela Vista 
importa até mandioca. Os caminhões de verduras 
chegam todas as semanas de Campo Grande e Presi 
dente Prudente. 
Temos a era Moraes, foi gratificante ver 
seu estilo. Agora precisamos de chacareiros, mi 
cros industriais, enfim, olhar para aqueles que 
são, realmente, a forca produtiya de uma cidade. 
E precisamos olhar com carinho o problema era 
do pela deficiência no setor de Saúde, nao basca 
querer ajudar com doações de reédios e receitas 
esporádicas, é preciso= PROGRAMA permanente. _ 
E falta COMIDA no prato do trabalhador. Nao 
se trata de dar sopas ou sacolÕes "de vez e qua 
do", é preciso um PROGRAMA permanente neste se 
tor. 
Por enquanto, até prova em contrário, entende­ 
mos que Abraão Zacarias, aliado aos homens de boa 
vontade, poderá desenYol.-er estes programas, e 
implantar U111 noyo estilo, o.ão o de "A a Z", mas 
0 
do belavistense, "fel1z, barriga cheia, trabalho 
honesto, ccprego e saúde de ferro". 
Sir:ples, não é eso? 
o 
(IP) 
Olhe Mais Além 
de Si Mesmo