TRIRUA Ron " DIARIO :REGIONAL ELA VISTA - MATO (CR05O 1O :JlfL Pedro Missão de TERÇA-FEIRA, II DE. MAO DE 1.9n às 07: 00 horas - diariamente Ônibus próprio para excursões reg!onn!s e intcrestadunis, modernos e confortáveis Maiores informaçÕcs pelo FONE: 439 - 1665 Bela Vista - Mato Grosso do Sul Advocacia Escritório: Av. Rio Branco, 187 - Fonc:287-1181 Dr. Antonio F. do Nascimento - Advogado CIC 006.474.381-00 - OAB-MS 2809 Residência Av. Rio Branco,193 - CEP: 79.280 Porto J1urtinho - Mato Grosso do Sul ·Sá CABELEIREIRO Rua Tenente Ernany Gusmão,66 - Centro PROPRIETÁRIO: ADIR LOOBET SA - JARDIM - MATO GROSSO DO SOL .... -- ~'Clube de V erão ~" N E W ·s TA R" } -- } Piscinas, quadras de voleiuo1 de areia, futebol e um pitoresco recanto para passar momentos de lazer. Restaurante e Lanchonete de maior qualidade. Vendas de títulos no local ou pelo Telefone: 435 - 1310 PROPRIETÁRIO: ALDO PEREIRA SOARES PRÓXIMO À CERÃMICA SANTO ANTONIO ANTONIO JOÃO - MATO GROSSO DO SUL . 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Eu que ful eleite por vártos quase oito, dez partidos... eu vou respeitar essas peculiar!dud çôes locais e deixar que o povo faça a sua escolha. O povo nao e calo:ou d qu! para de!d!r as eleições municipafs. Nio é bem Isso! fle quer q u d- ministre bem, que eu cumpra o meu papel e e fsso que nós estamos procurando fazer. Estou aqui para administrar e engrandecer o Estado...' Farmácia Murtinhense: DE - LINO GAUNJ MEDICAMENTOS EM GERAL AGRADECE A PREFERENCIA Rua Joaquim Murtinho, 160 Fone - 287-1218 PORTO MORTINHO - MS ·Palácio dos Sorvetes Em nossa rcglão, Bela ViGto, Carucol, Porto l{urtinho, Jardin, lir:illo, ir­ tonlo João, só para lembrar algumas cidades, os atuais prefeitos, de u neira ou de outra, apoiaram o DR. PEDRO PEDROSSIAN, quando candidato ao 'o verno do Estado. - Assim corno, ex pref,dtos, hoje candidatos a candidato, Abroao 7,1c<1r1,JG (Dela Vista), Juvino Godoy (Caracol), Adão Herodes (A. João) e lo ;,, PJn •· (Jardim) também apo12r.lm Pedrossian. O quadro não está nada confuso, é preciso apenas ENTENDER, candidato ... , - dcrno, eficiente, niio val levar :,o povo mensagens radicais, em um discurso partidirlo rnedil!val, ~ s6 interpretar as palavras de Pcdrossian, quP sao µ~­ lavras oriundas do povo - chega de discursos vazios, radicfas, vamos falar a linguagem da AÇÃO, do trabalho, das obras, sobretudo para o povo mais caren­ tc. E pnrn você que gosta de um dcllcloso so_r: vete, va a sorveteria mais be scrvldn da c,! ~ade. PAÚ.CIO DOS SORVETES, coa sabores va - rlndos, sucos naturais, taças er.a g,cral, e a ls de 30 s.1borcs diferentes de sorvetes. VF.NIIA E CONFIRA voct HESm SEMPRE o HEKOR PREÇO DA PRAÇA. Adclnlstrnçiio • CARLOS ROBERTO DA STI.VA. Rua rcdro Celestino, 631 Ell (rente .oo RIo Paraguay FORTO !IURT11>1l0 - HS .Tico Ref rigeracãll: lt<:NICO RESl'ONSÃ.F.L - NILSOS DA ())STA TJCO. 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Bela Vista - MS - DOCOl1ENTO EXTRAVIADO 1 ;-J O Sr. PAULO MARIONI, COMUNICA QUE FOI EXTRAVIADO TODOS OS SEUS DOCUMENTOS PESSOAIS, QUEM ENCONTROU, FAVOR ENTREGAR NA • ENERSUL. i • ;::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::: :í: • i Casa de Carne São Judas ÉDER cosrtO CARNEIRO PROPRIETARIO: temos linguicns, leitão defumado, frn e ~comendns de carne, Aceitnrnos • • go, etc. no 260 Avenida Rio Branco, PORTO MURTINHO "0 MELHOR PREÇO DA CIDADE" - MATO GROSSO no SUL Frutaria Amazonas ' DE: FRANCISCA P. VAltEIRO Cl"I gernl Frutas e legumes Aos sÍbndos e quartos. ótima qualida d e. ERVIR BEM PARA SERVIR SEMPRE" o 1318 "S Run 13 de Junho, n MATO GROSSO DO SOL PORTO MORTINHO - Pedr .. a a o A l'l r;,ô ,J tO . ALERIA AO POVO FUTURO AGOR EXTRAVIO O Sr. JOD DINIZ VIECILLI, de CPF no 085.906.050-00, Inc. no 28.567.162-6, residente na Fazenda Gaivota, comunica que foi extraviado um Talão de Produtor de no 163.8851 à 163.8860. t-IARACAJU - MATO GROSSO DO SUL ' .. ABANDONO DE EMPREGO , f Solicitamos ao Sr. Arsênio Romeiro, portador da CTPS nQ 31199/ f- 00001 e RG no 125.900, a comparecer com urgência na e ! firma MECÂNICA E TORNEARIA SARTÔRI. t O não comparecimento de V. Sa. imp1icará sua rescisão por - 1 t justa causa, conforme o artigo 482, letra I, da CLT, sendo seu '..j ú1ti.mo dia de trabalho 08/02/92- Bela Vista-MS. ,;f SECOS E MOLHADOS, MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO :!::M GERAL O QUE VOCE PRECISAR PARA SUA CASA, VOCE ENCONTRA NO MERCADO "SUMO DE OURO" Rua Campo Grande, 675 - FONE (067) 435-1181 ANTONIO JOÃO - MS - O LUGAR ONDE VOCE COill'RA MAIS BARATO! AÇOUGUE ESTRELA a Comércio Varejista de Carne Bovina - Suina - Verdu=as F=u~as.l, e Legumes. Aceitanos encomendas de le,_·~o-es (trat d • 1 ' .atos para consumo imedi} ato) e Frangos. Produtos de Pri.eira Qualidade. Tc.~tos ta:r.bém linguiça e carne de porco defu::iaéb. Rua Guia Lopes, 727 - FONE (067) 439- 1897 BELA VISTA - MATO GROSSO DO SUL ' - s it à - 04 - e MENTINDO Nancy Equipe N•l /J.ll!,IIH I AHJIII: /3- Lfs Carlos Ra­ ! que ofereceu suculen­ churrasco aos que fo - , u p rf e ntá-] o. t/1- II ano de A - Cal9ano, KItut's fol local ode os papafs Mar lo o Rita, receberam j i n1Í1n1·rnn nnlgu1 nl,n;: ,ln Í lv,•r,i,1r ln11LP. n,,11t. llu~n~ KÍtut's sob a dIraçao Sra loanfta erviu mui gs de!fe1ao que f1zeram alerIa da pet1zada. MI labaredas de feli­ dades. l ,'ANTIAO DO ESTUDANTE ' Apreciação de Texto : _ 1 oeuiu non .Jovcnn: Hoje" prof! Isabel Nogueira • Aluna - Renata Vela Vez Silva (I? tgtt&rio) Nota - 10,0 1( l O poema de Marildn Prn s se expressa em linguã m clara e objetiva dire mente ao jovem de hoje. ,- A autora passa uma vi- o dn realidade, alertnn 1 · o Jovem a lutar nesse , ndo tão competitivo em e nio hi quase lugar pn sonhos. - ~ Pensar, agir e decidir co palavras no poema que corujam todos à ir a lu , sim, porque as pesso­ paradas no tempo - es- ço não progridem e ape­ .s regridem no pensnmen­ atrnsndo. Não é momento para des nsar, mas pnru se empe­ ar mais e mais na luta dia-a-dia que decidirá estabelecerá o futuro - i jovem vencedor; vence­ ,, cr é aquele que consegue alizar o seu objetivo , e conseguiu com muito - .,sto escalar a montanha is ideais. 1 [' • Quem nio quer vencer - .. vida? , Jovens, que são apren- 1 zes na escola da vida; & [direi« o- rio.rdil o « r • Um closc de Gabriela V. Pereira du - rnntc Carnaval/92. (Foto Sao Pedro) Antonio João Pessoas que não são - muito jovens, mas têm es perança e buscam a real! Mu!to bem, depois de alguns dfs de multa fo l!a, praticamente quase uva emana de carnaval, toda gal ra nabando pa ra valer, agora todo - r-ur.do volto. ao tril!rn.lho e é claro, com aquela - ressaca, No entanto, de sejamos a todos muftas­ felicldudea no trabalho nos estudos, no lar, un flrn, até o próxico ono:­ para quem gosta do Cnr­ naval e para quem niio gosta, sucear;os to□hém. CARNAVAL CALMO DP.HAI S Dizem que n crioe, ou melhor a falta de di nheiro, foi o fator que contribuiu para que es­ te cnrnoval acontecesse com muita tranquilida - de. Não foi registrado nenhum caso de violên - eia, felizmente. Inclu­ sive, foi a festa de Rei Momo que teve a me­ nor participação da so­ ciedade neste Últimos tempos. Muita gente pre feriu passar nas fazen­ das, outros, ficaram em casa, enquanto alguns - partiram para outras ci dades. A festa foi agi= tada mas com pouca gen­ te. (LEONAR RAMIRES) Qum pi ou ale« dias val e Cupo Grande, fof o A TODO VAPOR Está funcionando agora cm nossa cidade a r.inis - nova lanchonete do nonso amigo José Viana. !:'. só - conferir para comprovar o pitoresco recanto. U ponto de encontro da juventude. Ao zé e Ronaldo parabéns pela brilhante iniciativa. ANIVERSARIOU Neste Últilllo dia 20 de Fevereiro pp., 'a jovea Marly Fernandes. À você desejamos um montão de fe­ licidades ... Parabéns. Tambêm aniversariou neste dia 28 de Fevereiro - pp., a nossa amiga Elaine Cristina. Parabéns. PARA REFLETIR Viva sua ~ida interior coe mais intensidade, J)O! que Deus esta permanentemente dentro de você, ape­ sar de suas imperfeições e defeitos. ROSIME1RE R00RIGURS - IIAlUREZA DESFILE SUO, NUA REALlZAÇÃ0 DA DURIIDE ARI'S SOB PRODUÇÃO Dll PASOIOAL METIDIRRI. (Foto - Ademir Mendon n) ORAÇÃO AO DIVINO ESPÍRl'IO SANJ'O Espírito Santo, Tu que oc esclareces e tudo, que ilur.t!.nas todos os caminhos para que eu atln ja meu ideal, Tu que me dás o dom Divino de perdoar e esquecer o mal que re fazem: que em todos os instantes de minha vida_ estás comigo> quero neste curto dl.álo&o agradecer te por- tudo e con - r;nnnr uma vez mais, que nao quero separar-me de Ti Por maior que seja a ilusão cater1al não se ri! o n!nimo dn vontade que sinto, de um dl..n estar Contigo e todos os meus frios, na gIrta per­ pctua. }.grodcço•te mals ur.ta vez mais. (N'Nl ', zaçao. Jovem, ser ou nao ser? O importante é lu - tar. Foto São Pedro FO'IOS EH 30 KINU:roS - 2x2, 4'<4, .lx4 e 5x7 Reportagens, Aniversários, Casamentos e Batizados Rua MAlnirante Barroso, 180 BELA VISTA - MAIO GROSSO 00 SUL Il : )IONE: (067) 439-1165 ua Conde de Porto Alegre ua Duque de Caxias ELA VISTA MATO GROSSO DO SUL * Tudo em JEANS e o melhor preço da cidade! * Artigos em couro: laços, cal ças, selas. Biquinis * Moda Intima, bermudas, camisetas etc ... De: Luiszeth Duarte Ipanema Rua Conde de Porto Alegre Modas Confecções e Bijouterias - Adulto e Infantil! Diretamente do Rio os Últimos lançamentos: conjuntos nho, jeans, bijouterias. Roupas em malha, shorts, camisetas, pijamas, calei - nhas, bermudas, cores e modelos à escolher. de 368 - FONE 439-1846 Bela Vista - MATO GROSSO DO SUL li CONFORTO VIAÇIO CRUZEIRO DO SUL SEGURANÇA - EFICIENCIA . LINHAS PARA TODOS OS MUNiclPIOS DO HS CONEXÃO PARA AS PRINCIPAIS CAPITAIS VIAÇÃO CRUZEIRO DO SUL "Uma Estrela Brilha na· Constelação do MS." ----------e EDIÇÃO ESPECIAL -------------. PEDROSSIAN A construção deum Estado moderno Pergunta • Há exatamente .m ano, Mato O rosso do Sul era o»siderado um Estado ingo­ "rn.hd. l lojc, cle é um dos pou­ cos que vcm:cu a crise, e o govcr­ dor Pedro Pcdrossian é o ter­ iro mais popular do Pnls. Oo­ , rnador, como isso foi poss(vel1 Qual! o segredo'/ l'EllltOSSIAN • Eu acho que são v4tios fatores. O primei- to seria um processo de amadure- imcnto pessoal. Eu tenho uma vida muito vivida, sofrida, e quase 1cmpre exercendo paptis de rc­ lcvancia nas coisas pl1blicas do Estado. Atribuo, sobretudo, n uma dedsOo poHtlca. Eu vim para • tovcrnar bem o Estado de Mato OnmodoSul. Montei uma equipe de pri­ meira ordem, sem lníluCncia de quaisquer setores, porque cu n:lo as tenho. Eu não tive compromis­ so nenhum de ordem pessoal. Meu compromisso é com minha gente, com meu Estado, com meu Carpo Grande.março do 192 ,, ....... ~J "Não fiz compromisso de ordem pessoal. Só com minha gente, meu Estado e com meu País ·~ nos propusemos uma reforma administrativa cm caráter de pro- fundidade, e a partir dai nós co­ meçamos a caminhar ... Vor:b. se lembram bem: a receita do Esta­ do era de cinco bilhões. Agora Cllá fm tomo de 50 bilhões. Um aumento de mil por ccn10, acima da mna,;tio. É o maior crescimen­ to de receita do País. A íntci:ru da cntn:,'istn do gover­ nador Pedro l'edrosslnn, com um b:ilnnço das realizações em um ano de Go,·erno, está na página crntrul. co Mensagem do Governador Terminamos o nosso primeiro ano dt Govmo e eu mt apresmto a todos com aqutla st11Saçtlo ma­ ravilhosa dt devtr cumprido. Qut­ ro tamblm aprur.ntar 0.1 mtus agradecúntntos a todo o povo que nos ajudou, sobrerudo os funcíorul; rios estaduai.J, t princlpalmenu a Deus. Maio Grosso do Sul, hoje, t um Errado diftrmt~ Acabou a dt­ sordem, o Estado nromou a go­ vemabilidade. Mato Grosso do Sul tem o maior crescimento da receila em todo Ó Bro.ri~ tem a segunda rtnda pu capita do País, tun o d/­ cimo Produto lnttmo Bruto. Tt­ mos agora a BID • Banco rú /nu­ graçtlo e Desenvolvimento ., um instrumtnlo fonnid,lvtf para, junto com os estados do Sul • Rio Gran­ de do Sul, Paraná e Santa Catari­ na ·, acelerarmos o nosso desen­ volvimento. Nós temos tambtm o Merco­ su~ qut la nossa garan1ia rú furu­ ro, é o nossa di.Jcuno de futuro. Enfim, estamo.r preparados para uma grandt gue"a, para uma grandt misstlo. Eu contei com a ajuda, tvi- MS, o Estado-Empresa ·1 ] e • ave.- ' Reforma administrativa para dar mais eficiCncia e agilidade à m~quina governamental. Trans­ parCncia nas finanças e caixa Gni­ co, para garantir a probidade na utiliz.ação dos recursos do Estado. Polftica do Estado-Empresa, para garantir a participação dos fun­ cionirios no aumento da receita do Estado. Participação no Mer­ cosul e no Banco de Integração e Desenvolvimento (dos estados do Sul), para implementar o cresci- denJemtntt, da boa co111frh,cia com os ourrv.r Podou. Foi uma convivência fratemal E tive a aju­ da d,císiva de todo.r 01 uroru dt nosso funcionalismo, que permitiu rraur paz.. rranquíbdod e, e dns a fomia foi pôJifvtl t.rercu o 110JJ0 papcd A nossa Pollcia estd cuidando da populaçdo a Saúdt estd sendo munícipaliuuta t, na Educado, já começou o grande proct.SSo revo­ /uciondrio de nosso Govuno. En­ fim, a govemablidade é um fato. Os prefeitas, com o crucimtnta da receita, tsr/Jo faunda a sua parte, tstlla fa:undo um belo papel, rali­ zando grandes obro.r. Assim Mato Grossa do Sul começa aqutfa grandt caminhada, que sunprt foi a nossa proposta dt modunizaçtlo. Para qut, num pro­ cesso humanizado, de justiça, pos• samru ajudar ntlo só a no.rsa po­ pulaçllo, mo.r ficar tm candiç~.r tambtm de ajudar a toda o Paú. Pedro Pedrossian O APOIO DAS LIDERANÇAS i mcnto ea>nômico. ElciçOes lhTes e diretas cm todas as escolas, pata democratizar o ensíno estadual Terras e estímulos para o homem do campo. Pesquisa tecnológica e controle sanitário para melhorar a qualidade do rebanho bovino. Estas s.ão algumas das realiz:lções do Governo Pedro Pcdrossian, em um ano de administração. Você vai ver todos os detalhes nesta ediçlio especial '- Bornhausen + ""danças "portantes '.'Pero ±aksensno do Goero ',"a sinete o momento ter»impruna para o nos­ ,"das mudanças que e ope­ '> ~ e ru Fc:dcnç:So. por ini­ • ouos governantes e com o "2 o«tn Meus vpi. ie_ hor Goersdor, na crcza ,," to r» 1s sra, os­ • -,ao Prô-ipcn, e dcmon-:Uia.. t Jorge llernhau n Sc.n:ador Andrade 'vieira Resgate da esperança A excepcional safra agrícola, prevista ra este ano em todo o Brasil, as proa • ae ae e u ris o qual o brasileiro 3,ind.i d~ aacdiur. Gn.ndc contnbu,ç5o pura stu esperança surge no lo c do t.nb3lho do homem do Mato Grosso do Sul. aob a lidc:ranç:a. do ~cnudor Pedro i.ln.. O Brasil continua conundo !g"C, cosias 4s se sr K1UC do Sul no ro,:11e d.l. cspcr.rnça. pon­ te de parida pura a retoada do neccal rio d.o,c:'lWolvimcnto cconõm1co.. .J Lúdio Recuperação das finanças O omnsdor Pedro Pcdn::i:t,,Wn con­ seguiu normalizar a situação dos servido­ rcs e rccupc::rou ,ubslanci.Jlmc:nte u fi­ nanas do &,udo. Os pontos altos foram 1 normalização da situação do funcionalis­ mo e :a mclhorb W. rocciu atnvts de uma rcorpniDçfo ~ m4quisu :atT'CCl4ldor.a e do controle dos ,.utos pOblicos.. Tàmbtai dC''c-,i;c riiur a melhoria accntuda no ao­ lar de JCiur.lOQ i>ONia.. Levy Tranquilidade e autoridade Ou.Ãndo us:umiu o Governo, Pero Pedrossian encontrou uma stuaçio de verdadeiro clos cmoõ:nic:o--Cin.iDCe.ro e administrativo. Em um aro, conseguiu sa­ ncar as finanças do Eatado.. Hoje. m uU­ rio& ollo em dia e o povo radquiriu a tnoquifü1:adc pCblía e o s.cnm de que se,. ja auloridadc. M:.to Grouo do Sul se cn­ contr:a hoje preparado para um perodo de ,nndcs rcal11..lyÕCS; 01 próximoa trb. :anos. do G~crno Pedro Pcdroui:in. Passarinho Verbas para a Educação Mir.h> >dminç.lo por Pedro Pedras­ sian nzsru quando clegovrruva o c:nl.5o &udo de Mllto Gnmo e cu. a,mo Minia,... tro do Edi=çia, p<>d< consuur que de cn o Go-.U'rlador que mais aplicava ver­ tas em educação Mais urde, IM: a alcpia de ncontri-lo po Senado. de onde saiu pana dingir o novo Estudo de Mato Grs­ so do Sul Aa infonn,çõcs que roocbo ,o. brr a atual administração de Pedro Pc­ drouu• sJo a, melhores pou,l>-eia, pdo c;uc o p.1r.abcuiz.o e a tocb. popubç.i.:, do bt>da, pclo pneiro antvrrino do 11CU Governa. UdloC..U>. Prdc-ílO de: Clmpo Gnan4c Jartas Passarinhe Mastro da Justiça Kleinubing O caminho do desenvolvimento Acompílnbo coo vivo irteras J1 atuação do vrudor Pedro Pdrsia e CO:U:UlO cnlUSw:au.dQ qu: os r:sulQd.m positrvos se Laarm presentes As andes dificuldada encontradas n..a mJ:;ui::u. do &ado do pouco a pouco sendo supc::ra­ dos. <=1 as finanças públicas se cqui!­ bnndo e a cap;:aó:bde de i..:Jvatimcr.tos do Estudo IC:n4o rct.oaud.L Mcl.:S contalm com a pumd or P•cdl'()S;l,:Un. vo!Ll~ CSpcci.Jllmctc: 1 quc:s=ÕCI R:bciO:tld.o.1 3'%> MerosuL, me dão a rza de que o pró,100. 11..,_,.,,•mo,, 'mtm, s ritsde 6 4 fo. Hm ratido t6d asnal4. linrore, A C..t,,, &uoõm/c, Fede. nd e o 00-'i:'rno do E»doe»re. ssT "roo .:,27j FAMASUL Atendimento no setor rural L _ _;, FECOMércno Medidas de alcance socfaJ Desde a primeira hora o governador Pcdrossian aposta no sucesso do Mercosu/, instrumento de progresso para o Estado. No Jornal do Brasil ele detalhou a perspectiva do McrcosuJ. Um artigo com visão de futuro. A.uiula,0& '-'tn ?a'fodo de mmu. lo 1'111>.,/ho, Onde o Go,'ruruu;ç:50 d.u Gnanç:l.l e COt!JC,,. qucnroncntc UQJ mcJti0r ªP-ln--. linhasaemo a iai.iç,,o PllbLeoc, "hdss de rase la& , "muros sós erres pra~, nxt>lhuncnto de 1CMs C" diJlotc ' On+unte com as eror 4, '1do,, ''=do a ceneza de um., 'ª"'º ~ ,..,, .. d aos intereu d.a CCQJunJdadc e- cnir.and'coa,cnro doe nosso Esad, ou, fururo ~ -·-••n; r,,.,.. s.i...,~ ""r"«o« 4é ércoíi,ç r--- 1 I No jornal O Globo, o nosso Governador analisa o Estado e firma compromisso coma construção de uma sociedade avançada, dotada das conquistas da ciência e tecnologia, em benefício do Cidadão. MercosuI· Apostando "%9..e. -=-~-:----;;;::Z,;::7.-;;;-;., co11,J p3ra tra.... : d! u,e.,-i- torto@' Géísg;%g;;ç; • d ºnt•rcámbio de çJo uu!iudJ tl. rcgi.:.,,,_.1,m PJrl o 1 JO O 1 • • L d OHJS ªr·· • A ncc cr11ç • Ire as naÇOeS lagos. As ,.: r 'SlOS d~ lran·pcr- bcns e sef'~denqu• a simp?tt b teamcnto dos c:u 1 1»0 h mJ1s o • • Jra · · cxtuno e. co.. · reprõenU OJt,. cs-~ cconóm:ws, tt r.o comcroo da compctinvida- co níluinciJ de intrr O d• nova or- o 1r.=c:::.ro • • • mcsm , ~ . plra dorws unu 1mpos,ç.io, • ttrn.1ciona1s. de d.,s merCJ , ·•islu...,,brar outros d - dJS relações m "aro Grc,s.10 do Aindl deve v · · J6 de co- .... 10 "'' rque não sera Nesse conttx • • io de faztr mercados, po ., M•rcosal. O llr.s- li di1pos1ça 1e,a O ~ p Sul ltm a 1nnc emarégica de sua! mtrcio que v_r Uruguai e o ara- valer a pos,ç.:lo o ss--Panara iiinm.%,,,~,, na troca • • 1 rnac,onJ, - . d m se sn •,. o- fron1c1ras Jn e d longe de seres- gua1 cve nhCCJmento L.-cr. e Bolívia. Contu º• nle nosso ttlll• permanente de co um aos avanços tu+; "2"is+ lógico e. accs.10 com do faz quesia t' o e aluante desse da ciêno~. bros do Me:msul. como segmento a iv Os J)J.ISCS mem popubç.:lo de quase promissor mercado. 0 e sociedade que somam uma s e um PIB de Para tan10, go~ern ·m fazendo 200 milhões de~ têm vanta~s »9%; #;z2","fj &fig;;z.% sua parte. lmp an do palllm3! d comuns, e mwt.:1s, desse mercado. Os de apoio à clevaç.io_ •• s buscan- vo funcorwnenl?. foram dados, com • 'd des pnmana ' • · · os "'"""' Jl b o do nossas aU'1 ª • groindúsrria e a pnme,r ~· em novcm r , do o incmndenro ªteªnciais turísticos e a entrada cm 1go~ - as tarifas aJ. valorização dos po I Para um estado Tratado de Assun ° países membros de extração mrner~o-r ~nda ptr cap1- fondegárías enrr; osfssa redução cvo- segunda maucrcf ,ain- b:iiuram cm 47 ¼. S4½ chcgar.í a com a d. • o PIB nacional, mas • luiu, cm ianeiro, P31:1n ... ,;,'a• aumentar ta e o. ~m co tempo, cstac10- julhr..- e conu - Q da, ha ate bem po~río cfechado ~ 61'/, cm o ré que., cm 1995, ano nado no setor }"" +nos obtu- graduvámente a tal do Merc:osul n3o • ·as fronte,,.... • 1 de implantação to . • entre o %9D%g%"2", ", is ili 5,""Gks iféiís ar do resultados signifi emtam . 0 Paraguai e a · 1 r Brasil, o Uruguai, como no Mata- mos n_icses.. conieguimoi e eva gcntiro. Entao, aSSJme no que inttgra• " ? j,; •%5#$SÊ#@fins;;% ,. • -: • ' °"''' '"•· . ''" '" u "'"· ' ' uimi- a tividadc mdus~~prc perseguido ra t.emnos. no Mercosu mos :% j %fi;; serviços, bens. trabalho e nos 14 anos e novembro, a Co- l . Grosso do Sul: :"1.ca Euro,,.;ia ava- c:ipita . . nacional se dctem d Econonu r O emprcsan? nas possibilidades •••d• ' d care bovina p? 3.comi •-• M ,ra, qm "'°" a,,,=, d, o, Mmado d, •,_,I. O, .,_ , mkodi• '""' """ ,...,,.;oi P'• <= • ,., ""'- '°,';,:W=d, . % %ií ;ésiih; z á svrn tem s 6í40,m9g79,$, f,, ""' d, P"'- "' •• .,..,, • .,.., '"'""º •m, ~",::,. mlhõn d, %g%pzp". é@@is {êj jipe; p; do """'"' o g Cm~ UWw- oomwrud,~' om ' dos nivers de sgggzg;; %.% ij; jgg;"z2" sitáno cm Pon!3 de nossos jovens emp~go e conseq~- rom , ''""''• " ""'"""" , diru, h•i +, =e. --. -«. < 4.y" " "5- , pc.3X• - • ±». é$,33a,, g- 1 ;ié;5e5ijyysRr -._ > • 's :Sr;'ti2ri? no--- ~ o na caucarao: ara»acordo d«e autos, is+ ara dir Governo Pc­ drossian, outro ponto importante é a autonomia financcir:i das AgCncias Regionais e escolas. Em funçio disso, a secretária de Edu­ ação, Leocádi Petry Leme, de­ cidiu então manter entendimen­ tos com a Secretaria de Estado de Fazenda, para transforn1ar as Agéncias, e con.unal de Contas. Em 1991, através des­ te sisrcma, foram rcpa.ssados às Agencias Regionais de Educação, recursos da ordem de CrS 170 mi­ lhões. Atrabctimçáo dr adultos O Governo do Estado ino­ vou também ao adotar uma polí­ tica mais arrojada de alfabcti- 1.ação de adultos. Desde que o programa fo implantado, no ano pa.ssado, j.1 [oram atendidas apro­ ximadamente 2.500 pessoas cm todo o Estado, que representa 1,5% da população de analfabe­ los de Mato Grosso do Sul, esti­ inada cm 200 mil, de acordo com Gra,:de foram rcfr,m::das, as Casas das Criaras atingi­ ram outros municípios, o Ccmru de Trawmmto de Drogados apresentou em seu primeiro ano r r:1/rados 11w1ca antes obridm entre IIÓS. Hoje, um ano depois de ma posse, o govemador Pe­ dro Pedro.rsian tem o reco­ nhecimento da socícdade e da Nação, aferido tanto pela impre11Sa local qua1110 pela mtdia nacional. O Estado despertou para o Pais como um verdadeiro celeíro de oportunidades e o Governa• dar Pedro Pedrossia11 l cha- mado a assinar arigos em jornais da imprensa nacio­ nal, como o Globo e o Jornal do Brasil, dando seus pontos de vista sobre temas com- 1empordneos. Na Educação, Saúde, Segurança Fablica, na indústria e Comércio, no Tu­ rismo, nas Artes e na Cultu­ ra, nas Obras Fablicas, na Habitação, em rodos os seto­ res, o Govemo do Estado está presente, atuante, mos­ trando sua cara moderna, dgil e seu compromisso com o bem-estar social Desde seu cumpre com suas obrigações e justifica sua mensagem de modernidade: O Futuro, Agora! l ., ' ....J Na Educação a revolução da modernidade o Gltimo censo. Estão envolvidos na tarefa de reduzir o analfabe­ tismo no Estado mais de 192 al­ fabctizadores. distribuldos cm 8 AgCncias Regionais de Educação. Para vencer a barreira da disporuõilidadc de tempo para o aprendizado e das dificuldades de transporte, a Secretaria de Edu­ cação decidiu por "levar a sala de aula" para onde está o público­ alvo. Dessa forma, os primeiros a rcccbcrem aulas cm seus locais de trabalho foram os operários que na época estavam construindo o conjunto residencial Ouro Verde, cm Campo Grande. O programa está sendo levado também para outras regiões de grande concen­ tração populacional, como assen­ tamentos e aldeias indfgcnas. P,ara melhorar a disponibili­ dade de vagas nas escolas esta­ duais o Governo vem ampliando e reformando as unidades já exis­ tentes e construindo novos pré­ dios onde a carência é mais acen­ tuada. Pela programação elabo­ rada, 120 unidades deverão passar por reíormns neste ano. A criação de novas salas de aulas ficará por conta dos C!ACs (Centros Inte­ grados de Apoio às Crianças), fi. nanciadas pelo Governo Federal Até o final do Governo Pe­ dro Pcdrossian scrdo construidos 100 CIACs em todo o Estado. Saúde: atendimento mais perto do povo O projeto do Hospital Regional de Campo Grande, com 350 leitos Para cumprir uma de suas principais metas administrativas, o nosso governador Pedro Pe­ drossian investiu neste ano de Governo, mais de CrS 8 bllhôc1 na ampliação e melhoria da rede flsica de atendimento e asslltCn• da médica. Alé o final do Gover­ no deverão ser aplicados recursos de USS 120 milhões na árca da saúde para dotar os muníciplos da Infra-estrutura necessária para dar atendimento médico e odon­ tológlco na própria localidade, sem que tenham de recorrer aos grandes centros urbanos. De acordo com o secretário de Saúde, Marcus Vinicius do Nascimento, o principal objetivo é melhorar a qualidade dos servi­ ços e praticar uma medicina mais humanizada e elidente para toda a população. Segundo ele "o go­ vernador Pedro Pcdross!an está promovendo uma verdadeira re­ volução na área de satlde". Nes1c pcrlodo foram agillzada.s as me­ didas de municipalização previs­ tas no Sistema Onlco de SaGdc - SUS -, de rorma a descentralizar o atendimento médico. "Pra1icamcntc todos os Pos­ tos de Saôdc do Estado íoram transferidos para os municfplos e, na Capital, já começou a funcio­ nar o Programa Pró-SaGdc, que irá praticamente eliminar as filas para atendimento médico - escla­ receu o Secretário. Além de transícrir os postos para os mu­ nicfpios. o Governo do Estado já dcsrinou CrS 840 milhões de re­ cursos próprios diretamente para 10 municfpios realizarem e adml­ nistrarem obras de reforma, am­ pliaç4o e construção de unidades mistas, postos de saúde e hospi­ tais municipais. JJospltnls Entre as principais obras cm andamento na área de saõdc estão os hospitais regionais de Campo Grande, Dourados, Ponta Por4, Paranafba e Coxim, 12 uni­ dades mistaS de saõdc, dotadas de centro c:J11rgÍco, sala de parto e enfermaria, além de 10 hemocen­ tros estra1cgicamcn1c distnl>ufdos no Estado. "Com essa infra-estrutura básica, os munidpios não preci­ sarão mis recorrer aos grandes centros urbanos para resolver os seus principais problemas na área médic:i" - afirmou Marcus Vini­ cius. Já Campo Grande irá rece­ ber o maior e mais moderno hos­ pital do Centro-Oeste brasileiro, com capacidade para 350 leitos e dotado dos mais sofisticados apa­ relhos médicos. Epidemias A atuação do Governo do Estado foi decisiva para o contro­ le de doenças cpidCmic:as, prin­ cipalmente a cólera. A rápida im­ plantação de barreiras de fiscali­ zaç:lo e controle cm Coxim, Co­ rumbá e Trds Lagoas, aliada a um rigoroso controle da qualidade d3 água, permitiu que Mato Grosso do Sul não apresentasse sequer um CISO da doença, mesmo fa. zendo fronteira com estados qut· já registraram casos da doença. As campanhas de saúde pú­ blica, para a prevenção de doen­ ças como Aids, p.1ralisía infantil, sarampo, difteria e coqueluche ti­ veram prioridade máxima do Go­ ,-erno. PEDROSSIAN Missão de governar para todos Sentir os anseios da população e transformá-los em diretrizes paro a ação do Governo. Agir, decidir, sem concessões ou privlléglos. Sem atropelos, com a tranquilidade e equilíbrio que só multa experiência pode garantir. Esse é o estilo do governador Pedro Pedrosslan, que faz, nesta entrevista, o balanço de seu primeiro ano de Governo. Um ano dedicado, antes de tudo, a rrofundas transformações voltadas para a modernização do Estado. Mais que uma entrevista, esta é uma viagem instigante, uma ponte entre o cidadão e o homem público, o administrador e o político. Uma visão ampla de todos os aspectos levados em conta na estratégia daquele que pela terceira vez comanda o Estado e sabe que este será seu melhor Governo, com base no entendimento, na liderança e na convicção de ter a sociedade e o funcionalismo público como aliados na tarefa de reconstrução de Mato Grosso do Sul. PERGUNTA: Ili cxntnmente um uno os prlnclpols Jornais do l'oís dltlom que o Moto Grosso do Sul era um Estado ingovernável; divido de curto prazo chrguvo oo equivalente u oito folhas de pa­ gamento dos funcionários publi­ cos, que estavam há quntro meses sem receber e té ocupam o prédio da Governdoria. Hoje, um uno depois, estes mesmos jornais dizem que loto Grosso do Sul é um dos poucos estndos do Puís que conseguiu vencer a crise, Além disso, segundo o Insti­ tuto DatFolha, o governador Pedro Pedrossln é o terceiro Governador muls popular do Puís. Go,-emador, como Isso rol possível? Qual é o segredo? PEDROSSIAN: Eu acho que s4o vários os fatores. O primeiro se­ ria um processo de amadureci­ mento pcssoa.l. Eu tenho uma vi­ da muito vivida, sofrida, o quase sempre exercendo papéis de re­ levância nas coisas públicas do Estado. Atribuo, sobretudo, a uma deci.sâo polltica. Eu vim para governar bem o Estado de Mato Grosso do Sul. Vocês se recor­ dam bem da campanha eleitoral. Foi uma total tranquilidade. Eu era um homem falando mais co­ migo próprio do que com minha população, do que com o meu povo. com a minha gente. Em uma questão de avivar sentidos e convieções. Eu trazia comigo a l!eci.sâo polltica de construir um o apoio das lideranças íIs Competência e habilidade Eaa 12ras de Govmo, Pedro Pe­ drosian deu rostrau de competncia e habilidade poi/tio-administrativa. O u!-matozroscna t um Estudo or nizsdo, cm situa{o de normalidade. O orador Pedrossiana soube regatar a creditldade do Poder Pátio cm M»to Graso do Sal e cu o cumpnento porque ei o tamanho da tarta cumpnda. grande Estado para ajudar o meu Pais. Nlio é bnncadcira ser Go­ vernador por três vezes. Eu atri­ buo a uma grande dose de gene­ rosidade da população. Eu tenho de estar a altura dessa generosi­ dade, porque cu entendo que, mais do que isso, é um sentido de intuição de que eu posso cumprir bem o meu dever, que é o que eu estou fazendo. Montei uma cqui­ pe de primeira ordem, sem ln­ nucncla de quaisquer setores, porque cu no as tenho. Eu não tive compromisso nenhum de or­ dem pessoal. Meu compromisso é com minha gente, com meu Esta­ do, é com meu Pais. Formei uma grande equipe, nos propusemos a uma reforma administrativa cm caráter de profundidade e a panir daf nós começamos a caminhar. Quer dizer, o Estado começou a caminhar. Vores se lembram bem: a receita do Estado era de cinco bilhões. Este mds foi prati­ amente para 50 bilhões. Um aumento de mil por cento. Muito acima da in0açio. É o maior crescimento de receita em todo o Brasil. Isso se deve a uma decisão política de não ter afilhados, não se passa a mão na cabeça de nin­ guém, porque o imposto é uma coisa sagrada. As vezes se fala que determinada classe está sendo sa­ crificada. Isso Mo é vcrtladc. O imposto é uma devolução daquilo que é de vocês todos, que é todos nós, é do povo, é do Estado. Go- vernar é simples, não tem grandes complicações. Nós temos, como já d1SSe, o maior crescimento da receita de todo o Brasil cm nosso Estado. Nós temos o décimo Pro­ duto Interno Bruto. ós temos a maior pecuária de corte do Brasil e agora a nossa agricultura, que estava um pouco desanimada, voltou a dar um grande salto, porque o povo entendeu que está todo mundo engajado num pro­ cesso. Então a obra é minha por ser a decisão pessoal do Gover­ nador de governar bem e gover­ nar com justiça. Mas é obra, so­ bretudo, que eu atribuo a todo um povo que tem paciCncia, está sabendo esperar, e à ajuda do funcionalismo do meu Estado que está sendo decisiva. O fun­ cionário está engajado num pro­ cesso maior, no qual o crescimen­ to do Estado se insere, para que ele viva bem e participe com de­ cisão. O funcionalismo hoje es::1 no meu lado, está nos acompa­ nhando. O professor...nós esta­ mos vendo o professor sorrir, não se via isto há tempo. Entlio, va­ mos fazer uma revolução em pro fundidade no setor educacional E o professor sabe que ele é im­ portante. Nao adianta falar em modernização, não adianta falar que Mato Grosso do Sul vai ser um grande Estado produtor de alimentos se nós MO começarmos pela base, pela educação, que é a minha obrigação e a minha de- cisão l_)Olhica. Com estes fatores todos juntos houve uma identifi­ cação: o povo entendeu que eu continuo básica e fundamental­ mente sincero. Eu quero cumprir o meu dever, sem vaidade. Aque­ la figura do puxa-saquismo, do puxa-saco, isso não existe no meu Governo . Eu estou gover­ nando com total serenidade, ape­ nas em sintonia com as minhas verdades e com as minhas obri­ ações. Eu acho que o segredo é esse: cumprir bem as obrigações, que é o que nós temos feito. PERGUNTA: Como o Sr. conse­ guiu controlar os gostos do Go­ verno e das empresas estatais? Como Isso rol possível? PE.DROSSIAN: Olha, o que se vé é o seguinte: um governador para chegar até o governo ele tem de ir até os palanques, comer a poeira clvicn nas estradas e chegando uma vez ao poder nomeia um presidente de uma statal É a mesma coisa que nomear o Grão- Vizir 1á da Arábia Saudita, ele passa a ser o dono de uma fonte de recursos que nao é dele. Entlio, nós apenas colocamos freio, colocamos ordem. Hoje, a estatal • da mesma forma que qualquer órgão centralizado de governo • obedece as normas, obedece a uma oricntaçao, e nin­ guém ~ a figura do Governador porque eu dismoul os serviços de tal forma que as coisas são bem analisadas e o crivo é, realmente, de muita cxigéncia e, quando chega ao governador, fica (jcil ao governador decidir bem. Então, nós acabamos com esse poder...o super-poder das estatais. A Ener­ sul e a Sanesul tém um grande compromisso com a coletividade. A Encrsul, por exemplo, agora está realizando obras que são fundamentais para que nós edifi­ quemos o grande programa de eletrificação rural, que representa dez mil quilômetros de linhas em nosso Estado. A Sanesul, pouca gente sabe, mas o nosso Índice de atendimento no setor de água é um dos maiores do Pais, é quase noventa por cento. Aqui na nossa Capital é quase noventa e cinco por cento e vamos chegar já a no­ venta e 0110 por cento. Então, nós estamos preparados para enfren­ tar esta guerra de combate ao vi­ brião da cólera. A estatal é Isso: é para servir o povo e não para servir aqueles senhores que ocu­ pavam grandes posições, delas se serviam e não serviam a popu­ lação. PERGUNTA: A partir de abril todo aumento da receita líquida do Governo vai ser dado, também, aos funcionários públi­ cos. Essa é a política do Estado­ Empresa que o Governo está i­ plantando a partir de agora. Co­ mo é essa política, Governador? PEDROSSIAN: A gente precisa. ria voltar um pouco atrás e 0po­ vo precisa identificar bem o pro- blema para que os demagos não tenham mais vez. Eu succl: um homem que há três anos teve todas as contas do Estado • a exemplo de outros estados brasi­ leiros - absolutamente regulari­ zadas, as coo tas foram zeradas. No entanto, quando eu assumi, encontrei um Estado que era um verdadeiro escombro, com uml despesa de pessoal representando cento e seis por cento da receita e ele, maldosamente, para imp­ dir que nós pudessemos cumprir a nossa obrigação, ainda quis dar um aumento ao funcionalismo de cento e trinta por cento. demago­ gia, falta de vergonha! Ele'njcJ pagava o funcionalismo há quatrcJ • meses e outros quatro meses Ma­ viam sido pagos com dinheiro de banco. Quer dizer, uma beraO• ça que est.1 sendo difJcil de ser b sorvida. Eu já estou com pratia mente um ano de Governo e alll· da não consegui a rolagem dês 11 dívida de curo prazo. O probl­ ma é realmente muito sério, f.o­ ram oito folhas de pag;uner,to como herança de um gover9 que representou. na realid.ldt. desgoverno. Quatro folhas turad cm banco e outras quatro que c fui obrigado a me socorr:r e bancos para colocar o pagare to do funcionalismo em dia. N ainda não fizemos os acertos d tas contas Hoje, o que o Esta# arrecada é para pagar os Jnro! destes cento e dez milhOCS d& lris ke«de Governador de Go.ta P- P o p u lação dá total' Avaliação administração Governo Estadual "O Governo de Pedrosslan está completando 01 ano. Na sua avallação ele está reallzando uma admlnlstrat;ao 6tlma, boa, regular, ruim ou péssima 7" NAo responderam à pergunta 2,0% RUIMPÉSSIMA 13,0% Fonte: IBRAPE Aumentou ou continua igual Fonte: IBRAPE "Neste primeiro ano de governo, sua confiança no Governador Pedrosslan aumentou, diminuiu ou continua Igual 7" Uo Diminuiu Não responderam à pergunta '"'-é "eto ave o se;gg Pedrosslan vem cu, de camana., am??%1$,s. nennuma ,_.. • fum as sr:A, iis Nenhuma das promoss4+ □ 14,3% Não responderam A peru57- - y f;•poclal 5 res, que reprcventam tas no folhas de pamento. Mas nado está Mendo equacionado e o p,ado hoje citá cm as suas de. f ~ 1 lle pes~o~I c:n1n: o Poder cutivo ec demals poderes, em genta por cento. Já temos, a urtit de apora, quinze por cento ra investimento. E io tudo enquanto não se discute e n4o se solve esa dfvda a curto prazo, adida fundada interna e a dfv­ da rtcmna. Estas duas últimas cu o tenho a menor preocupaç,1o om elas. Com esse crescimento dJ rcedta e como eu ~I que nós vamos produzir multo...Mato Grosso do Sul produzirá este ano quatro milhões de toneladas de rios, mas o ano que vem a nossa pniduç.in ser: de cinco n seis mi­ lhes de toneladas de grãos e a indu11rlnllmç4o Jil é um falo. PP da receita se deve ao Governo niío ter afilhados. Não se passa a mão na cabeça de ninguém. Imposto é coisa sagrada, ,"» a ndo i r , de 1g0- 3 "• a- o ,. O• : 4l' desta e- , Fo­ ,entq o 1e, .adas ie eu 2m en· 6 cs, a do ar0s de - Enuo, o crescimento já começa a se efetivar na nossa terra e nós amos ter condlçôes de absorver ~ta divida fundada Interna sem entrar nesta cnmisn de fora que Q Governo Federal está querendo colocar cm todos os govemado­ tes, em todos os estados. PERGUNTA: E os lnvcsUmentos que esto vindo pnro o Estado? O ~r. cstoyn ínlondo ngom que o Estndo est.á crescendo 11 uivei de Indústria, pecuária...Como estes lrwcsum~tos estllo chrgondo 110 Mato Grosso do Sul? PEDROSSIAN: Eu preciso tirar da nossa rca:ita própria pelo mc­ l!OS cem a cento vinte milhões d dares por ano para aplicar cm_Jnvesúmcntos. A previsão pa­ a este ano é em tomo de cin­ quenta milhões de dólares. Mns nõs . estamos, a través da Caixa Eaonmla, do Bano Interam. riano c do Bano Mundial, n' amos aprcantando projetos e cu tenho onvião de que a par­ tir daqui nós vamos Invtir cm torno de duuntos milhes de dó­ lares de recursos próprios aqui no n0o Etado. 1o representa in­ fra-estrutura no setor rodoviário. Ns vamos pavimentar basica. mente mil quilômetros de c,tru­ das em dois ano, e, 110 rntuln10, em trs anos vamos deixar todos os municípios lipad0s. Ee ano ago­ ra estamos iniciando doze frente de serviços que reprcsentHm qua­ trocentos e cinquenta quil0me­ lros de pavimcn111ç.1<>. Com a energia nós estamos resolvendo o íundarnenlnl, que sfo a subes- 1.llÇôes e, futuramente, com o aprove11nmento do gás da Bolfvla, vamos dar condlÇôes para esla lndumlallz.aç.10, Com o binômio de energia e 1rnnspor1e bem asse­ gurados o desenvolvlmcn10 aqui no Estado vai ser realmente ncc­ lerado e vamos chamar a atenção de lodo o Brasil pelo que vai ocorrer nqul. PERGUNTA: E quul é n vocaço do Estado nesta porte de investi­ men1o7 Agrlcullum, pecudrlu, Indústria..Como vi ser o Estado dqul par frente? l'EDROSSIAN1 A vocação do Es­ tado é a agropecuária e agora es­ lamos partindo para moderni­ zação do processo, com a accle­ ração da Industrialização, É o processo de agroindllstrla. Nossa vocação é produzir alimentos. Fe­ lizmente este tlltlmo censo de­ monstrou que nós ainda não te­ mos uma grande população. Grande população hoje no Brasil significa pior qualidade de vida, menor atendimento per pane do poder pllbl:co. Com um Estado com uma pequena população que vai ter uma grande produção, nós vamos ajudar o Brasil e chamar a atenç!lo de toda a Nação: que este Estado é o grande Estado produ­ tor de alimentos. l'ERGUNTA: É usslm que o r. pretende coloatr fato Grosso no cenário no-lonol? PEDROSSLAN: Perfeitamente. Nós queremos obrigar bem a nos­ sa população e vamos fazê-lo, oferecendo Iodas as condiçôes para que o sul-matogrossense vi­ va bem e feliz. ós estamos verl­ ficnndo oqui um processo que é preocupante, que é o processo de urbanização. Campo Grande cresce demais. E cresce demais por que7 Porque não tem hospi­ tais no interior, não tem faculda­ des no interior, falto energia. Não adianta falar cm fixar o homem no cnmpo quando não e dá a es­ se homem todas as condiçôes de que lá ele fique com condiçôes de dignidade de sobrevivéncia e, mais, com perspectiva de futuro. Hoje nôs estamos direcionando o nosso t1esenvolvimen10 descen­ tralizando a nossa ação. Na edu­ cação, por exemplo, nós estamos levando fnculCdalmentc a ações desencadca­ ~~ pelo Governo Pedro Pedros­ sian, que cm apenas um ano de ,a,dministração lançou diversos Programas, incen tivando a classe . ao C· foi ·m e a • ci- .o dc oio ria +60 ns- 40 om- quisa cientl!ica e tecnológica, a cxpansOo do npolo técnico e a ampllaçllo do sugorte agronôml­ co-veterin:rlo. A lsençllo do ICMS sobre m:qulnns e quipa­ mentos empregados nas ativida­ des rurais do Estado, dcclsOo pioneira reconhecida pelo pró­ prio ministro da A$rlcullura, é mais um gesto objeuvo doa Go­ verno na busca da produ1ividade e rentabilidade de nossa econo­ mia b:slca", afirma o nosso go­ vernador Pedro Pedrossian. O programa de investlmcn­ los, lançado reccn1cmcn1e pelo Governo, pretende ainda, corrigir e man1cr os nlvcls de acidez e fer­ tilidade do solo de 8 milhões de hectares ao longo dos próximos 4 anos, sendo 2 milhões de hectare , produtora. Agora, aléma de CX· ponar para os EUNCanadá e palses da Comunidade Árabe, o Estado d:! um grande passo, a­ nhando o mercado europeu. • • Dentre as açOes desencadea­ das pelo Governo, cnconlra-se a campanha de vacinação contra a Febre Aftosa, uma grand e prco­ cupação dos produ1ores. No período de no,-cmbro/91 a janei­ ro/92, o 1rnbalho de cobertura va­ cinai atingiu um total de 15,9 mi­ lhões de cabeças, o que rcprescn- o 1 A:° sr -sol"ou .ti z.. , .Y •' .,"°.·-' - ; "- 5>d e • s.1- » . ,, . ,.,.._ft., -- _...,......;,_. -'--'1 . N~ p«ullna, o acaso aos mucados mau crigenru Na lnilú1trla, o novo caminho para o m1clmtnto uonômlw em áreas de lavoura, 2,4 milhões de hec1ares cm áreas de p:magens recuperadas com a a1lvidade agrl­ cola e 3,6 milhões de hectares de áreas de pastos recuperadas para o Incremento da pccu:lría. Ao mesmo tempo cm q_ue viabiliza o aumento da produçao, visando dobrá-la até o final do mandato, o nosso governador Pe­ dro Pcdrosslan concede incenll­ vos para que os alimen1os da CCS• la b:lsica tenham seus preços re­ duzidos. O Decreto 6.383 reduz de 12% para 7% de produtos co­ mo açúcar, arroz, fc1Jao, óleo de soja, carnes, peixes, sal de cozinha e vinagres. A medida atinge também os velculos automotores de carga com capacidade Igual ou supcriolr a ires 1oneladas (inclu- Turismo cresce respeitando a natureza ~- ; Implantar a infra-estrutura Peesária, para o incremento do 11!.ri.smo tem sido a preocupaç.lo tsia do Governo Pedro Pcdros­ un. Na concepção da Secretaria de Turismo, lndô.slria e Comér­ cio, f uma imprudencia e um ris­ o para o mcio ambiente atrair risas através da propaganda em oferecer a eles a neccss.1ria Vede hoteleira, estradas, ro1eiros CCológicos e meios de transporte. l Para complementar esta Proposta o Governo do Estado me empenhado na viabilidade de recursos do Fundo do Centro Oeste • FcO -, para a aplicação infraestrutura hoteleira. So­ Rente no ano passado foram ob­ "s junto ao Banco do Brasil anamentos para cinco proje­ tas na área holcleira e outros dez 1 ~o cm rase de libcrução. o e:· OVcrno prttcnde ainda ai= Furas junto a Embratur para a planta1o de projetos de sina- lizaçio turística cm Cimpo Grande e Bonito. O Governo 1cm dado apoio direto a grupos privados na im­ plan lação de hotéis na região do Pantanal, considerando que esta é a região do Estado que mais atrai os turistas e que necessita de maior infra-estrutura. Dois gru­ pos receberam o apoio do Go­ verno para a implan1ação de um hotel c:om 100 apartamentos em Corumb:1 e outro com 56 aparta­ mentos na região de Nhccol3n­ dia. onde seriam oferecidos pas­ seios ecológicos no Pantanal. GdscZPE O orçamcn10 de 1992 do Go­ verno do Estado preve recursos para implantar um projeto de ln­ fra-estrutura na Gruta do Lago Azul cm Bonito. O objetivo é oferecer mais c:onforto aos turis­ tas. construindo lanchonete, res­ taurante, estacionamento, sanitá­ rios e guaritas para conlrobr o no:sso à :ire.,, As obras, segundo ta 83 por cento do rebanho bovi­ no estadual. Isto garantiu a quali­ dade do produto e o rcconhcd­ mcnto internacional do gado sul-mllogrosscnse. Hoje, sete fri­ gorllicos do Estado, s4o res­ ponsáveis direto pelo abale pará exportação: Swift Armour, Kaio­ wa, Ccval, Frigotcl, Matei e OU· tros dois de Naviral e Paranaíba. Outro incentivo do Governo foi o Programa fovilho Precoce, cuja mela é cadastrar 400 produ­ tores, envolvendo um número de sive ônibus), que passam a ser 1ribu1adru em 12% e não mais em 17%. Instituido no Inicio do atual Governo, o Programa "Nosso ln­ dlo, Um Cidadão", desenvolve. no setor agrícola, uma conjunto de ações com o objelivo de in­ cremcntar a produção de 46 al­ deias, beneficiando uma popu­ lação de 35 mil lndios, ao mesmo 1empo cm que evita qu essas co­ munidades abandonem suas ori­ gens cm busca da própria sobre­ vivCncia, em dc1rimen10 de sua cullura. O Governo oferece má­ quinas, para o preparo do solo e construção de açudes, dislribui sementes de arroz, feijão e milho, além de ferramenlas e utensílios para preparação das culluras. 250 mil cabeças. Estas pessoas re­ ceberão lncenlivos financeiros, passando a receber recursos dire­ lamentc dos frigoríficos cadatra­ dos para o abate, para investir na is1o de gado para o abate pre­ coe. A@ai#ente, dois trigortt cos estão cadastrados, o Swift Armour e o Ccval. O número tende a aumenur. A procura é grande, principalmenle pelo fato de que eles lerão uma allquou de 12% referente ao ICMS, reduzida cm 04 ou até 06 por cen10. »3 o- 7" + No n,rismo, o desenvolvimento em harmonia com o meio ambiente o d1re1or de Turismo da Sccrcu­ ria, Aurélio Rosas, vio também garantir o conlrolc do número de visitantes, evitar a realização de piquiniques e outras atividades potcncfalmente poluidoras na área de proteção ou dentro da própria gruta, o que ac:ontccc por falta de fiscaJização. A Estrada-Parque, a ser im­ plantada na antiga estrada que li­ ga Miranda a CorumM ser: outro forte atrativo para o turismo e que traz ao mesmo tempo a preo­ cupação com a preservação do meio ambien1c. A Es1rada ir: permitir passeios ecológicos e um contato mais próximo do turista com a natureza pantancira, sem c:olocar em risc:o a ecologia. na medida em que haver: regras de circubção e fiscalização no local A Reserva Ecológica do Parque dos Poderes e a futura Reserva da Mata do Segredo, Slo dois pontos de atração turls1ica na Olpilal criados e implantados pelo go­ ,-cmador Pedro Pcdrossian. Qualificação profissional Outra preocupação do Go­ verno do Estado nesta área é com relação a formação e a capaci­ tação de mãda. Este pn.";", demonstrou que foi suba a popu!são Estado, coado os destinas desta terra nus mies aperaent de un Gorada ro=ipru.=<•d~ cn=i o Mu:o ,,.,,_.,_ 1 Dp. Lantres Matad Prs!dente da Asemobté la legista 1.., A, TAN,CRI'TO 1O JR»X1, 1o '" µ l.l•J.',TI. Apostando no Mercosul Pedro vedrtai M acelero do Inter cambfo de ben e wervf ç0 entre n naçoen re - preenta hoje mal do que a nJmpl«'u confluên - CÚI lk lntcr«'rrncu t•c:onô­ micos, una Imponfçao,me mo, dn novn ordem d1Jn r-;; lnc,ien lntcnrncfonaln. - Neune contexto, Mato Croor:o do Sul tem a fir­ me dlnpooiçÕo de fnzer -­ valer n ponlção aotrnti­ gica de Huno frontelrno biternncionnin - Paro guai e Ilollv:ln. Contudo, longe de oc reotrlnr,ir - no papel de ponte, nonso entndo fnz qucntiio de se desempenhar como emnen­ to ntivo e otuontc dcose promiusor mercado. l'oro tonto, Governo e 11ocicdude sul-matogrou nenocu vêm fnzendo sua porte. Implantnmoo uma política de apoio à ele­ vação do patamar de nos­ nas atividades primâri - as, buscando o incremen- to à ngroindústrin e à valorização dos potencia is turísticos e de extrã çao mineral. Para um Es:: tado com a segunda maior renda per capita e o d­ cimo PIB nacional, mas ainda, há até bem pouco tempo, estacionado no se tor primário e fechado - em suas próprias fronte! ras, temos obtido resul­ tados significativos nos últimos meses. Primeiro, conseguimos elevar em 60% - um recoE de nacional - a ativida­ de industrial. Depois,~ tingimos o objetivo sem­ pre perseguido nos 14 a­ nos de existência de Ma­ to Grosso do Sul: em No­ vembro, a Comunidade Ec~ nõmica Européia avalizou o ingresso da carne bovt na produzida no Estado - no Mercado Comum Europeu, decisão vital parn quem detém rebanho de corte do país. De olhos postos nas possibilidades do Kerco-• sul, o governo do Estado decidiu implantar um Cen tro Universitário em Pon ta Porã, na fronteira com o Paraguai, onde nos aos jovens serão prepara dos em Matemática e Eco­ nomia com especiallzacã~ em Comércio Exterior. Ja foram iniciadas as obras de viabilizaciio do corre dor de e.xportaciio de Por to Murtinho, às margens do Rio Paraguai, escoa - douro natural de produ - cão. Boje, os Estados U­ nidos e o Canadá já man- t enterdtenton com 0 Pafoc.11 do Hcrcnr,ul pnrn trnnnfereveia a Jacla do Hto Paraná de tecnologia dr n11ve1:nc10 utUlrnda -! na re1ao dos randes la o. As htdrovla apon -I tum para o barateamento don cuotor: d1? trnnsporlt! no comcircfo externo e, com inno, pnra o incri• - monto dn compctltlvldndc d.un merc1.11loriou. AJndu IH! deve vlr-llum­ brar oulron mercadun,por que no será nó de coér cio que viverá o Herco sul. O Uroall, n Arffcnti na, o Uruguai e o Para - gual devem ne integrar - 1111 troca permanente do couheclmento tecnológico Ronda Policial e nccseo comum aos avan­ co da ciência. Os paíucs membros do Mercosul, que somam uma popuLação de quase 200 milhões de pessoas e um PIB de 480 bilhões de dó Orientacóes da Policia Furto de Veicules F revir.a-se E[te de[ar eu e!ulo local Evite d. fr documenta,án no inter! Objetos valiosos exposto deper kecomenda--e ut!lizsr todo tipo e q prevJnr o furrn; Equipamentos cn[der«do, ótimos para a e@rança do veículo; raaçio do n' do char Is nos v{dr0; - blnqu••ndor do ,d6t . <>lêtrJcu; - alarme de abrangência total; - travn, cadeado ou elxo de trava do volante; tra anti-furto dupla (tranca o cblo e freio de mio); Se tal crime cstlvcr S<'ndo cm:a,tido contrn al,,u • ou coo~ro vocc !"e ri , comunique Imediatamente ao PM mais próximo detalhando as características do veículo, documentação e horirlo, para que possa er localizada e revfdo o maio r5p1do pons!vel; o ilícito caracteriza-se, normalmente, por destrulçao ou rompimento d obstáculo, ventarolas, vidros, emprego de chave [alta ou ll~nçno dirPtR; Eote é urn crime previsto no Código Penal Brasileiro (Art, 1S5), sujeito a rfgorosn snnção aos que o cometerem; Lembre-se: o Imprevisto ocorrP quando n prevenção falha. Telefone para nós: 190 (Polícia Militar); A Polícia HIlitar está atenta o protegê-lo e no seu patrlrcÔnio cosi nosr.o sistema de cadastro de ve!culos furtadoA, constantemente ntunl1zado mnis rÁpida e eficiente loc1liznç~o de carros acometidos de furto. Final de lares, têm vantagens co-­ mune, e muitan, a obter com o efetivo funciona - menta desse merendo. Os primeiros passos Já fo - ram dados, com a entrnda em vigor, em Novcmbro,do Tratado de Assunçao- as Em felex em•indo 110 Comandante da 72 CIP, Major PM Barros, o Comnndante tarifas alfandegárias en do Comando de Policiamento do Interior (CPI), Tenente Coronel PM Borges, e­ tre os Países membros - logiou todos os'integrantes da Unidade, pelo desempenho durante a Operação baixaram em 47%. Essa re Carnnval/92. ducão evoluiu, em janeil No Documento o Comandante do CPI menciona qÜe a atuação exemplar dos po­ ro, para 54%, chegará a liciais militares possibilitou um Carnnval com segurança necessária para a 61% em julho e continua- população, mesmo com as dificuldades de recursos humanos e materiais exis - rã a aumentar gradativa- tentes. mente até que, cm 1995 , ano de implantação total do Mercosul, não existam tarifas alfandegarias en tre o Brasil, o Uruguai, o Paraguai e a Argenti - na. Então, nssim como no Mercado Comum Europeu e no que integrará Estados Unidos, o Canadá e o Me­ xico, teremos, no Merco­ sul, trânsito livre de serviços, bens, trabalho e capital. O Empresário nacional se detêm hoje, com aten­ ção, nas possibilidades do Mcrcosul. Os Governos terão que fazer n sua parte, porque_entendimen to e cooperaçao sao as chaves do mundo moderno. AB diferenças e dificul­ dades terão que ser trans postas. Esse_é um merca­ do para milhoes de consu midores e um instrumento eficaz para a elevação - dos níveis de emprego e consequente melhoria na distribuição de renda. por decisão do governo es tadual e determinac;ao de seus Empresários ,fotm3 na lirila de frente da implan­ taciio do Mercosul. A Polícia Militar de Jardim não rPglstrou nesBe final de semana nenhu:na ocorr~ncin policial, o que demonstra que a atuação preventiva, ou seja, na nntecipaçâo dos fntos, tem dodo resultado, pois geralmente nos finais de semana há um aumento de ocorrências policiais. Integrantes da 7· CIPM Acidente de Trânsito corn Vítima Fatal Guia Lopes da Laguna - Aproximadamente às 07:00 horas do dia 09 de março, na BR-060, na altura do Posto Lagunâo, foi vítima de atropelamento o Sr. A­ bade Costa, de 77 anos de idade, residente na Rua Guanabara n2 11. O veiculo que atropelou o Sr. Abade foi o Fiat Uno, placa A0-4908, condu zido pelo Sr. Jorge Ilson Pinto, que prestou socorro à YÍtima, conduzindo-ã ao Hospital Marechal Rondon, mesmo sendo atendida, a ·Ítima não suportou os ferimentos, "elo a falecer. Encontram-se abertas as inscrições para o 212 Concurso Internacional de Composições Epistolares para Jovens - 1992, promovido anualmente pela U nião Postal Universal (UPU), organização sediada em Berna-Suiça. Poderão participar do Concurso estudantes atê o limite de idade de 15 (quinze) anos, completos atê o dia 19 de abril de 1992, data limite para - entrega das composições pré-selecionadas pelas escolas. Deverã ser encaminhada pela Escola, à Comissão Organizadora do Concur so, somente a composição que tenha merecido maior destaque em cada estabe lecimento de ensino, após pré-seleção realizada pelos Professores. Maiores infonnaçÕes poderão ser obtidas na Gerência de Recursos Humanos da Diretoria Regional da ECT através do Telefone 384 - 3135, ramais 217 e 218. ~;;;;;;:;;;;;;;:;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;:;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;:;;;:;;~========~I ). l ; LEIA E ASSINE o [ato; :•t er. n lqsr at e!a Semana JORNAL TRIBUNA Mi I itar· • Calmo El_ogiados DA FRONTEIRA pcli. para O qu no mpos este r o lata altera : . j lrl' ~o ,i. < u·; ,.1, J o« (feias 992: 1 Crtão de cr I leentr !bs! forrar o valor ttsl Ro em fatura de créd!to no a do. lo: alirlo - ,1itos ser re ±ncárla ou na keceft partir do d±a 30. Anexon - Quer te«l ar de aneos i declara­ ç4o deve retirá-lo o - mente na Recefta, IdentIffcacio - Ao e tIquetas de 1dentffIca - çáo continuarão sendo re metidas pelo Correio, Prazos - Os Bancos r ceberão as declara,oes -­ entre 30 de março e 27 - de abril. Os conlrl~ufn­ tes que moram no Exter!­ or têm prazo até 25 de maio. [m 27 eh- ahr1 l v," ce o pr.11.0 p,1r,1 re:coll:(:. mento da primeira cota , ou cotn Única, do naldo­ dc imposto a paar. Disquete - Poderão ser feitas declaraçoes - em disquetes compatíveis com a 1 inh;1 PC:. Dcclarac.=io de Hem; Os bens terão dP ser n - tualizados a preç0s de mercado em dezezbro de 1991 e depois indexados à Ufir a partir de Jonci ro de 1992. - Previdência - Volta ;• dedução total de rLcnlhi mentos à Previdência so= dal. IR a pagar e rcsti tuir - O imposto a pagar ou a restituir será indc • xado à Ufir, com bane nÕ valor desta em Janeiro - , de 1992, e depois calcu-, 'i·/. lados em cruzeiros. f TRD - Quem recolheu, ~tf em 1991, imposto a pagar f!. indevidamente ~orrigido 1 <,p pela TRD podera cDt:!pen - 1~· ~ sar o valor deste nnn. 1 -=======-==== 't ~ l TF VENDE MAIS POR TER. - ,, QUALIDADE SUPERIOR.::., - TEM QUALIDADE SUPERIOR POR RESPEITO AO LEITOR DIÁRIO REGIONAL LOJA 1 - AVENIDA DUQUE DE CAXIAS, 712 Fone (067) 251-1713 LOJA 2 - AVl:NIDA DUQUE DE CAXIAS, 342 Fone (067) 251-1833 Aonde . Vender Barato 1 se Tornou Tradicão! J ·11 R D I M • MS roe is ·-=2° BONITO J ESTÍ SENDO IMPLINTIDI EM BONITO UM SOCIEDADE CIRITITIYA E HUMINITIRIA , Ata rota une rado srvlo - u turno ti Mistenla Total, t pr te tr a pi e harmonia cor as autoridades Irados, do. to pel }t e or anl«mos sfm!lares, ttur, eras dlfads Contn na anda o fane lona 1+s" (ofedad trita- menro de colos prof! sfunall e tu ranttrfs), la a - zante e una ser!e de pro»ra " lz entra orurM , mas que beneffelario os menos fol fundada o ? de ao favorecidos pela surte, sendo de 1,it)se da por diante- que muftos vivem a marm da espalhando por roda par ocfedade, O trrno está ndo dev1da at«-e de una Mole tente Itpo e no próximo ti vil de rtr filantróplo 22, cor a presença da alta d1- ONITO CITY -· IS RIPIDINHIS OI SEMDNII Nos ~ltimos dias houve grande movi 'ntaçÜo doo bastidores políticos e ós uma serie de conversaçoes, ficou •flnido que o prefeitâvel Nercy Soa­ !S dos Santos, concorrerá pelo PFL , :uto de uma articulação levada a e - ·ito pelo empresário Irson Casanova, trigente do partido; e Pndre Roos - 1lt de Sá Medeiros. Quase ao mesmo tempo, foi formado 'Diretório do PDC (Partido Democráti ~ Cristão), que tem na presidência~ 1genheiro 0lcyr Bigaton, pois seu -mão Darcy também é postulante ao rgo de prefeito nas próximas elei - es e tudo indica que disputará o leito por essa nova agremiação. Tra- 1-sc de um tremendo "Jogo de cintu - 1" para não ficar de "PONTA" com o verno de receber apoio da oposição. reo d "l ta", Pr f 1o - • a+ tr Xevl, lz d Direi to e outros on@[duto, f75 o !nu, neo da pedra funda t 11. Por e tratar d uma Ir!e!a tIva que visa o b e tar do rafas carentes, convt que to " dos os bani tenses partlclpen " do evento e toem conhecimento das verdadeiras Intenções, po Is assim tabén poderão colabg rar, Contam com Diretórios Municipais - s seguintes partidos: PTB, PMDB, PT, )T, PSDB, PFL, PST e agora PDC. ~*************** Os candidatos Nercy e Darcy já es­ o confirmados e em plena campanha, 3s os respectivos vices constituem ~ sério problema, porque tem muita ente "pedindo a Deus para ser convo­ ado por qualquer um dos dois", cau - ando ciúmes e até divergências que rejudicam o decolamento definitivo.­ a campanha. Liel Brum Jacques, Presidente do iretório local do PTB, foi procurado elos integrantes do PFL para hipote­ ar o seu apoio a Nercy Soares dos ,antos e o seu nome foi cogitado para er o vice. Todavia, nada ficou defi­ ido e depende de alguns acertos que eneficiem o partido, uma vez que Li- 1 afirma: "Nossos companheiros são - ponta firmes", ajudamos eleger cand_!, Antonio João E Encontro Regional da Fronteira Vnlcl dr ArcL,: Cnt.l.T,orin Tr(o - >ti.c.c.ulJno e FeIn!no No d1a 71 e 22 de Março e Atonto Joo - M Marcando o antverirlo do Munlelpfo. E«trio presentes as feras do VoleI de toda a Fronteira. Inscrçio e Inforaçio pelo telefone; 435 - 1758 e 4J5 - II6l coa Fernando ou elo. Apolo: Andr; Lu1z toad Car Lanches ur ache msls rap!do e mafs otano da Idade, eh zborar opro var, Sotre a dirão do Popa lar, rLf. Av. hirto Pro, 910 ATNIO J0MO - MS Bicicletaria Ciclo Jara Conserton e refora de Bicicletas n eral, sol das e vendas de peças e a­ ceosór-lo!J. Rw, Joana Almeida M.1tos,480 Alffl)tfIO JOÃO - NS Fertigran Agropecuária Vacinas, Serentes, al , nrt(os de couro e peral. Av. Funlo Penzo, 405 Fone: 435 - 1219 VlSIU:-NOS AUIONIO JOÃO - S Cartjózão Lanches Pizzas, Lanches, Salada d FruUS, r;uco3, pr.1tOB d., e.a­ sa e bcbldos. ora com novos proprietirl­ os - At,nd1r..,,nto dia e nol - t.e - Av. >lato Cror.oo Alm:lSIO JOÃO - MS Sapataria do Povo FÃbrlca de CAlçados, D!! tcrlnls de selar1a e con - acrtos em peral. Mercado Econômico Allnentoa secos e oolhados, an,.arlnhos, latari,us m &erH.l Anexo codc.mo nçougue. NKRCY SOARES DO SA!ITOS (CONCORRER..fJ>rui PFL) dntos e nunca fomos recompensados. Dest-'------------..a.---------------------------..JJ ta feita, resolvemos "endurecer", pois eles precisam dos votos e do nosso apo io, considerando que vamos concorrer: somente com candidatos a vereançn". **************** Rua Cru,po Cronde, 665 Alffl)tfIO JOÃO - 115 Aos dor.:iingos te.'lOs frangos assados. Run Uri113 de Almeida - VI1a Nova Alffl)tfIO JOÃO - MATO CROSSO DO SUL Jardim 1D MS O ex-vereador Irson Casanova teve uma atuação marcante em sua gestão e este ano voltou ao cenário político , recusou o convite de vice e vai concor rer a vereança. Comenta-se que poderá­ até chegar a presidência da câmara, de vido o bom conceito que desfruta junto ao eleitorado consciente. ***************** Além de Nercy Soares e Darcy Biga - ton, os outros prefeitáveis são: Augus to "Capa Gato" Mariano, Odilson Arrudã Soares e Olices Trelha, mas ninguém a­ credita que os referidos postulantes - entrem nessa briga de tubarões. 4ttttft;kit Bontto conta com 8.270 eleitores e o número deverá aumentar muito pouco a tê o dia 24 de julho, Último prazo de alistamento junto ao Cartório Eleitoral. Armoa Calçados Av. Duque de Cnx.las, 6Jl Fone: (067) 251 - 1963 Se.apre coa as melhores aarc.os de CAlç.ados, bol - sa.s e coe os melhores PI'! ços da cldodc. 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