f9 a 
& 
DIARIO REGIONAL 
MELA VISTA -- MATO CR0SSO DO SUL - ANO: 2I SEXTA-FEIRA, 08 DE MAIO DE 1.992 
DAS DO ara COMEÇAM A 8 
População Desabrigada faz as Contas dos Prej 
Com a melhora do 
tempo e paralizncão 
das chuvas que casti 
garam Dela Viota e 
região por mais de - 
uma semana, provocan 
do a maior enchente­ 
do Rio Apa nos ülti­ 
moa 20 anos, as coi­ 
sas começam a voltar 
à normalidade, as á­ 
guas já voltaram ao 
seu leito normal mas 
a população ribeiri­ 
nha que foi desabri- 
gada deverá esperar 
ainda maio alguns - 
dias para voltar pa 
ra suas casas, devi 
do principalmente= 
ao perigo da conta­ 
minação por mol6s - 
tias transmissíveis 
através da água do 
Rio que podem estar 
infectadas. 
Enquanto isso a 
Prefeitura Munici 
pal e a LBA/PRONAV 
Municipal continua 
c7 
t6ZZ ''6a 
/ Prefeitura Munici - 
pnl de íleln Vista preci­ 
sa de auxílio financeiro 
IMEDIATO do Governo do 
Estado pnra atender cen­ 
tenas de desabrigados pe 
la enchente do Rio /pa.- 
Mais de 300 pessoas - 
perderam móveis, utensí­ 
lios, roupas, não tem - 
nem mesmo onde morar, po 
is a maioria das casas - 
foram destruídas. 
O Prefeito Edson Mora 
es está se desdobrando - 
para atender os desabri 
gados, com a ajuda do :9 
RC MEC, que forneceu bar 
rocas para os que fica - 
ram ao relento, e colo - 
cou parte de seu efetivo 
para ajudar na assistên­ 
cia. 
Mais uma vez o 109 RC 
MEC presta a sua colabo­ 
raçao ao povo de Bela - 
Vista numa situação de e 
mergência. Ainda há as 
"mumias" que criticam o 
nosso Exército. 
O Prefeito Edson e a 
T Dama, Dona Cecília es 
tão fazenda de tudo para 
minorar o sofrimento da­ 
queles que foram atingi­ 
dos pela enchente. 
a atender todo o pes 
soal desabrigado, _á 
is de trezentas pes­ 
soas, como vêm fazen 
do desde o início da 
calamidade que se a­ 
bateu sobre Bela Vis 
ta, fornecendo ali= 
mentaçáo diária e to 
da assistência soci.ãi 
necessária às famíli 
as que estio aloja= 
das em prédios públi 
cos e barracas cedi­ 
das pelo 100 RC MEC. 
g?XeP 9F 
U J 
DO 
Acreditamos que o Go­ 
vernador Pedro Pedras 
sian não se negará a aju 
dar a população sofrida 
de nossa cidade, pois a 
Prefeitura não possui re 
cursos para atender ago­ 
ra (e depois) os desabri 
gados, pois tudo deverá­ 
ser reconstruído. A k~ç·~ 
Caria Municipal de SaÚde­ 
precisará, também,de ~ 
sos para todas as medidas 
que se fizerem necessári­ 
as,para que não haja pro­ 
liferação de doenças 
transmissíveis (cólera , 
tifo, etc). 
eNH \GG TiUlfiH nPcTf g 
IZO 
X·áqí~ ­·x_x??x í~ n~·_?'é(x 
:C9 V : _:8B9>( g7n717 
náç6qá fZ~xÇá çxqâ·á á V~ã·~ PVlfkP ­~Zx 
_~Z*x· ­·~?x íá ·~(6?x7 
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çxq'6·á7 
iéá pn í~ exó~_ã·x4BE9 5 S~qâ·x 
VfeUH BAG5 :G9B 
RUcP nklP 5 dPlf Xifkkf Tf kmc 
NÓs,que muitas e mui­ 
tas vezes levantamos nos 
&a voz contra o Serviço­ 
Autônomo de Água e Esgo­ 
tos - SAAE - criticando 
a empresa pelos mais di­ 
versos motivos que no 
casso entender estavam 
deixando a desejar, usa­ 
mos as teclas de nossas 
u:áquinas para fazer jus­ 
t1ça, registrando aqui a 
dedicação e o incansá - 
vel trabalho que vêm sen 
do desenvolvido por to= 
dos os funcionários do - 
Órgão durante· esse perío 
do de cheias do Rio Apa. 
Desde o domingo passado 
os membros do SAAE de Be 
la Vista vêm trabalhando 
dioturnamente e ininter­ 
ruptamente na tentativa 
de restabelecer o forne­ 
cimento de água à popu.la 
ção de Bela Vista, todos 
os meios possíveis e 6_á 
gináveis foram tentados: 
se os resultados espera­ 
dos não foram alcançados, 
não foi por falta de in­ 
teresse e vontade dos 
responsáveis e funcioná­ 
rios do SME. 
Importante também res 
saltar a dedicação do 
"Toninho Torneiro" que 
trabalhou até altas bo - 
ras da noite na confec - 
çao e torneai:iento de pe­ 
as para a bomba d'agua 
que foi instalada provi­ 
soriamente pelo SME na 
tentativa de bombear a á 
gua do Apa para os seus 
reservatórios. Outra pes 
A maior enchente do Apa nas Últimas décadas, deixou muitas 
casas debaixo d'agua 
IRAS DO 
SO E INTE 
Construir a trajetõ 
ria do Futuro, diagnosti 
cando com precisão o Pre 
sente e consolidando os 
alicerces do passado. Es 
tas são marcas da obst.i= 
nada ação administrativa 
do Governador Pedro Pe - 
drossian. 
Ao lançar os dois pro 
gramas regionais de de= 
senvolvimento que com 
pÕem o Projeto Fronte! - 
ras do Futuro, o Governa 
dor Pedro Pedrossian a= 
bre novas frentes para a 
marcha do progresso e re 
toma a caminhada de inre 
graçào econÕmica e social 
de todo o Estado, inicia 
da em seus Governos ante 
rlores. O programa do c 
VEJA MATÉRIA COMPLETA NAS PÁGINAS 
soa que merece os arade 
cimentos da coun[d.de 
belavistense é o Verea - 
dor Jorge de Souzn Rosa, 
pela sua preocupação e 
interesse em .Judar nas 
tentativas í~ restabele-­ 
cer os fornecimento de á 
ua à população belavfs­ 
tense. Par finalizar o 
assunto e para que nio - 
sejam cometidas Injusti­ 
as, Ienbraos também - 
que a '6·754á U"!uXUSP[4 jun 
tamente co a Prefeitura 
Municipal e 10:! RC MEC, 
colocaram carros "pipa" 
para atender a populaçio 
nesses dias em que a 
cidade está Ç~ água. 
Louvável o trabalho 
de todas essas pessoas. 
vernador Pedro Pedros 
sian prevê a incorpor 
cao de 1.800 !l hecta - 
res de terros agricultá­ 
veis ao processo de pro­ 
duçao do Estado, através 
da recuperação de Davi - 
pentacio í~ FZ! la í~ ~ 
â·áíáÇ4AZ9 Zá í~ linhs 
de transíssáo e íá cons 
truco de é_ porto ':á 5 
vial no i6x gá·á(éá67 
- 04, 05 E 06 
Rotaract Club de B. 
i~áZ6já·? Sá_­á 
O Rotaract Club de - 
Bela Vista realizará no 
próximo í6á l5,uma ca- 
paoha beneficente a fio 
de arrecadar agasalhos e· 
alimentos não perecíveis 
e prol das '!:âis - 
carentes. 
5 9?

Rotaract Realizará Campanha) 
o Rotaract Ciub 
de pela Vista reali 
[zará no próximo dia 
1
:/44 um,1 c,1mpn11h,1 aI­ 
neficente a fim de 
arrecadar aqanalhos 
e alimentos no pe­ 
recíveis em prol 
d famílias caren- 
â~Ç4 principalmente 
,1quc>Jn,; nLingicla!, ps_ 
Zá enchente, 
On jovens do Rota 
ract esperam que to­ 
dn n comunidudc nc 
sensibilize com a si 
lunçJo doo dcoobrJgi 
dou e coloborcm com 
a campanh . 
O ROTARACT con a­ 
rii com n participa - 
ção íáÇ UçxZáÇ da 
Rede Municipal e Es­ 
laclu, 1. 
A arrecadação se­ 
rá feita pelos esti­ 
dantes ou ntrcgucs 
8 A, O 
nau ­·?­íá ? ·7·IçxZ 
áâ? x í6á :C de _6x7 
Quarta-feira es i 
·eram na Reda ão os 
rotaractianos Monclar 
(Mig;i) ,Mário !arcos 
e Zora Ionarn ' lar.do 
respei .o da çá_­áq*á4 
cxmc Zá··á·íx todos os 19 
vem; à participa::-cm. 
JOfUl, L, TRIBUNA DA 
Edital de Proclamas 
Jnnildc Ronu dou Santos, O[iciala do 
Cartório d• R qlstro Civil, de Dela Vis­ 
ta-MS., faz saber à quantos o presente E 
dital de Proclamas virem, que pretendei 
se caoar. e apr sentaram os Documentos e­ 
xigidoo polo Artigo 180 do Código Civil 
DrnGileiro de nos I - II - III e IV: 
Marcos Antonio Gomes Pereira e Rosân­ 
gela Dávalos, brasileiros, solteiros, re 
oidentes nesta cidade, ele, agente admi­ 
nistrativo, filho de Nelson Pedro Perei­ 
ra e Vergiliana Gomes Pereira, ela,estu 
dante, filha de João Delacruz Dávalos e 
valho e Ilda /reco Dávalos. 	- 
Se alguém souber de algum impedimen­ 
to, que se oponha na forma da Lei. 
Bela Vista-MS., 04 de Maio de 1.992. 
Janilde Rosa dos Santos 
A Oficiala - Cartório do 20 Ofício 
MINISTÉRIO DO EXÉRCITO - CMO - 90 D E 
4il DD/1. C MEC - 100 RC MEC 
Jo P.SQU/1.DRÃO CAV MEC 
8 VIS O 
1 - O 100 RC MEC informa que promoverii u­ 
ma Licitação para arrendamento de parte - 
do imóvel militar de São Carlos, área de 
pastagem, localizado no Município de Cara 
col - Mato Grosso do Sul; 
2 - Os interessados deverão apanhar, no 
100 RC MEC, até o dia 15 de Maio de 1992, 
o Edital que trata do presente arrendamen 
to; 
J - Descrição do Imóvel: 
- Area: 7.916.616,00 m
2 (sete milhões, no 
vecentos e dezesseis mil, seiscentos e de 
zesseis metros quadrados). 
- Destinação: agropecuária. 
• Bela Vista-MS., 24 de Abril de 1.992. 
Luis Euclides Palmeira Leite - •CAP CAV 
Presidente da Comissão·de Licitação 
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Escritório Av. RJo Branco, 187 - Fone:287 -1181 
Dr. Antonio F. do Nascimento - • Advogado 
CIC 006.474.381-00 - -OAB - MS 2809 
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tar o contágio pelo bacilo da col 
* Beber somente ? 
gua clorada ou fer­ 
vida. 
* Lavar sempre as 
maõs antes das re - 
feições e antes de 
manusear alimentos. 
*Lavar sempre as 
mãos depois de usar 
o banheiro. 
1 
lj 
a ?ó6? 
ra. 
Evitar alimentos 
crus mal-passados ou 
pouco cozidos. 
* Lavar (rulan com ? 
qua e sabão. " 
Lavar verduras e 
lcgumcn com áqua clo 
rada. l mín tura de ií 
gua com vlrl<lgrc nc? 
sempre ma ta o bncilo. 
0Véqíáíx e,:, ?989?8ZGE?a 
géãZ6çá??x íá i~í~ R~ZáóÇâ~qÇ~ í~ ax·qá6Ç 5 Pó~q6íá â·Z 
ãéqá íá VZ5xqâçZ·q4 CDB ? VfeUH 09DE1 B:G5 :B:95 S7 g7 J 
R~Zá nZÇâq 5 [áâx X·xÇÇx íx kéZ 
Dlrctorc:s 
Ivaldo Pereira 
Mar1a Estela Velásquez Pere!ra 
2 Não deixar alimen­ 
tos descobertos, so­ 
bretudo depois de co 
zidos. Moscas e ba~ 
tas podem transpor : 
taro bacilo. 
*Evitar comer peixes 
e frutos do mar crus. 
O bacilo da cólera - 
sobrevive até cin~ 
dias nesses ali.me - 
tos, que devem ser 
cozidos à 70 graus. 
Diretor Rcspon::;ávc.I 
óáZíx g~·~6·á 
iç­x·âq(çqÇ 
ZZãáZíZqx ixí·Z(éçÇ 
Luiz Henrique Nunes Corrêa 
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SZZÇxq kZZóq káqâxÇ 
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BELA 
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i~íá??x4 Pí6qâÇâ·á??x P; .: 
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ç•7 gxÇá 5/?5 ~6/44gxg·!á 5 Vxq~H 09DE1 B:G 5 :B:97 
aá·í?H6 5 iéá :B í~ ::7H 
: AB 
âq 5 dáâx ç·xÇÇx íx Çé: 5 i~í~Ç4 
á94 ? 5 Vxq~H ?C: 5 :DDG 0Ç~í~ ­qMg/4774 
Sucrusas ' 
Antonio João, Porto ':Urt lnh ,1 
(Correspondentes c, "> 'aracaju, Egnito e caracol 
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1306 
Você 
í 
1 
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e 
9

I MAL, TRIMA D» F OV UiP 
Já a pavimentação da 
estrada Gula Lopes da La 
una/Bonito permite ~4 ? 
coor, com mniu fnclllda­ 
í~4 qá produçao í~ calci­ 
rco o on produto9 pocui­ 
r1os da reglão, Isso sem 
(nlnr no grnndc lnccnti­ 
vo ao turismo com me lho­ 
rin dn infro-catruturu - 
para os milhares de visf 
tantes que procuram a re 
gJiio de llontto. 
Ao asfaltar a Rodovia 
MS-164, possondo por Vi! 
ta Alegre, o Governo Pe­ 
dro Pedrosslan encurto , 
pelo metade, o distiincin 
entre Maracaju e Ponto - 
Por. Esta obra cria,tat 
bém, uma nova opção de a 
cesso a partir de Campo 
Grande e de todos os Mu­ 
nicfplos do Centro-horto 
do Cntodo, i fronteiro - 
coo o Paraguai. 
lsoo significa diol - 
nuir o custo do frete 
o tempo da viagem 
combusdvcl. 
e o 
Pavimentação í~ AAZ > de estradas. 
Áreas de Influência 
Três Lagoas, Bras11ãn 
dia, Bataguossu, SnhtR = 
Obras 
Hidrovia 
O transporte fluvial 
permite economia de com­ 
bustível e encurta dis - 
tàncias. É o barateamen­ 
to do frete aumentando a 
competitividade de nos - 
sos produtos no mercado 
externo e queda no preço 
final ao consumidor. O 
porto fluvial de Porto 
Murtinho _possibilita a 
plena utilização da hi - 
drovia Paraguai-Paraná , 
desde o Porto de Parana­ 
guá atê ao Uruguai ou Ar 
gentino. É um terminal= 
de exportação e importa­ 
cão de produtos agrope - 
cuários e industrializa­ 
dos, inserindo-se no su- 
O Governo Pedro Pe 
~rossian enraiza no solo 
da região Sudeste da Ba­ 
cia do Rio Parana, o Pro 
grama que gera um dos 
~
aiores pólos désenvolvi 
entistas de Mato GrossÕ 
o Sul. Ao investir na 
ecuperação e ampliação 
pa malha rodoviária da - 
legião, o Governo garan­ 
lt'= o e:coamento da prod~ 
fªº ate os grandes cen - 
tros do País, via Porto 
de Paranaguá, e cria as 
ondicões para a_implan­ 
taçao de agroindustrias, 
~odernizando os resulta­ 
'dos do campo. 
i A expansão das fron - 
teiras agrícolas no Su - 
deste da Bacia do Rio Pa 
raná, que integra grande 
parte do Bolsão, é uma 
exigência do próprio pro 
cesso Produtivo da re 
giào que, a cada ano, a­ 
presenta bons resultados 
na colheita da safra , 
FÇ carece de um investi 
,-ento direcionado para 
0 
escoamento de grãos. 
porte às at;ividades do. 
Mercosul. 
A importância comer - 
cial do transporte flu - 
vial já foi testada e 
comprovada em décadas 
passadas. Este é o momen 
to de recolocá-lo na con 
diçào de' parceiro dos 
produtores sul-matogros­ 
senses. O porto fluvial 
de Porto Murtinho é um 
dos mais econômicos mei­ 
os de escoamento natural 
de grande parte da produ 
cão do Estado de MatÕ 
Grosso do Sul- 
Mais do que um poten­ 
cial gerador de empregos 
e divisas, o porto flu - 
Programa de ese_nvolvimento da Bacia 
do io Paraná m Região udeste 
A meta é valorizar o 
homem, estimulando-o a 
produzir cada vez mais, 
gerar divisas e partici­ 
par com sua família des­ 
sa riqueza. 
Como fator de integra 
cão e ampliação de estra 
das, aproximam toda ar; 
gião do Bolsão com ores 
tante do Estado e, ainda 
mais, aceleram a coopera 
çào com o Norte do Para= 
ná, fundamental para o 
escoamento da safra. A 
decisão de ver este solo 
irrigado pelo suor do 
trabalho, leva o Governo 
Pedro Pedrossian a cana­ 
lizar seus esforços para 
melhorar ai condições de 
vida da nossa gente do 
campo. Assim é que, com 
o Programa paro o Sudes­ 
te da Bacia do Rio Para­ 
ná, mais de 1 milhão de 
hectares de terras produ 
tivas incorporam-se ao 
Estado. 
Um programa desse por 
te tem a meta de tornar­ 
agricultáveis terras que 
vial aumenta a arrecada--­ 
cão de impostos, criando 
um efeito multiplicador 
de atividades empresa 
riais em toda a região. 
O porto fluvial ê um 
eficiente terminal de em 
barque e desembarque, a­ 
parelhado com armazéns 
de estocagem e secagem, 
garantindo ao produtor - 
de Mato Grosso do Sul a­ 
cesso fácil e mais bara­ 
to aos grandes mercados, 
inclusive o Mercosul. 
A ação do Governo Pe­ 
dro Pedrossian traduz a 
visão de quem faz a his­ 
tória de seu tempo. 
hoje nao produzem por 
falta de incentivos e 
meios que permitam O es­ 
coamento da safra. É ho­ 
ra de reordenar e priori 
zar os investimentos na 
agricultura·e pecuária, 
oferecendo infra-estrutu 
ra e tranquilidade parã 
que o homem do campo tra 
balhe e traduza em bene= 
fícios todo o esforço do 
Governo. 
Como pilar fundamen - 
tal desse gigantesco es­ 
forço de integrar o Su - 
deste do Estado, o Gover 
no Pedro Pedrossian trans 
fora a região de Três 
Lagoas em PÕlo Intermo.­ 
dal, capacitando-a ao 
transporte rodovtário , 
ferroviário e hidroviá - 
rio. Um verdadeiro ç~qâ·x 
nervoso que concentra a 
circulação de produtos - 
de todas os partes do Pa 
Ís. É a definitiva acao 
governamental para carac 
terizar o MS coo grande 
celeiro de alimentos íá 
Nacão. 
Incorporação de mais 
milhão de hectares de 
t rros agricultáveis; a- 
Rita do Pardo, Anagrtlãn 
dfa, M.·+!<o Mor An-- 
Resultados 
drad(na, Taquarussu 
Porto Primavera. 
Em Seu Discurso, Pedrossian diz que 
Gasoduto será o Marco no Processo 
de Desenvolvimento do MS 
Ao discursasr para u­ 
ma platéia que lotou o 
suditõrio do Diretoria 
Geral de Desenvolvimento 
de Recursos Humanos, da 
Secretaria de Estado de 
Saúde, durante o lança - 
rento do projeto Frontei 
ras do Futuro dia 04 pe­ 
la manha, o Governador - 
Pedro· Pedrossian desta - 
cou que "o Gasoduto será 
o divisor de águas entre 
Um dos fatores que le 
vamo Governador PedrÕ 
Pedrossian a acreditar - 
risto é a situação privi 
legiada do Estado nas 
discussões mais importan 
tes travadas à nível na= 
cional, como a questao - 
do Mercosul e do gasodu­ 
to. "O encaminhamento do 
gasoduto Bolívia-São Pau 
lo através deste Estado, 
tendo Corumbá,Campo Gran 
de e Três Lagoas coo 
pontos obrigatórios de 
passagem, cria imensas - 
possibilidades para o de 
senvolv._imento industrial 
e para a superação defi­ 
ritiva da ameaça de co - 
lapso no fornecimento de 
Cornpetitividade 
Para o Governador Pe­ 
dro Pedrossian, um dos - 
requisitos que faltam pa 
rz Mato Grosso do Sul - 
conquistar lugar de des­ 
taque no cenário nacio - 
ral a competitividade, 
_l'stágio que ele pretende 
etingir com os projetos 
a serem lançados neste - 
teu Governo, entre os 
quais o Fronteiras do Fu 
Furo. Na avaliacão del 
bertura de novas frontel 
ras econômicas; novos .s 
coamentos para a produ - 
o velho e o novo, entre 
a dependência e a auto - 
suficiência do Estado 
um marco para a inserção 
de Mato Grosso do Sul no 
contexto das sociedades 
desenvolvidas". 
O Governador lebrbu 
que Mato Grosso do Sul - 
tem todas as condições - 
para_ alcançar um estágio 
mais avançado de desen - 
volvimento. "No momento 
€áxI fixação do *x~ 
campo; geração de epr 
gos; dlnnJbuJçÕo d,• r 
da;e Interação rvgfona 
o Mato Grosso do Sul v 
ve uma perspectiva exd 
cional na histórin 
seu desenvolvimento ed 
nomice e social, com J 
convergência de umas 
rte de fatores que apd 
tampara a sua insere­ 
no primeiro plano do 
nom1a nacional, com 
base produtiva mais i 
grada, mais especialit 
da e portanto mais cor 
ti tiva",assinalou Pedross 
energia no Estado. capi­ 
talizar de fora inteli­ 
gente a passagem do gaso 
duto por nosso territÕ = 
rio significará uma ver­ 
dadeira ruptura com um 
modelo de desenvolvimen­ 
to já ultrapassado". 
Ao tratar do assunto 
no discurso de lançaen­ 
to do projeto Fronteiras 
do Futuro, Pedrossian a­ 
nunciou que já está asse 
gurado o apoio do novo= 
Ministro de Assuntos Es­ 
tratégicos, Eliezer Ba - 
tista, para a construção 
das usinas ternoelêtri 
cas de Corumbá e Caopo 
Grande, de vital impor 
tância para a econooia 
"a inexistência de uma - 
política de desenvolvi - 
cento, nos Últimos anos, 
gerou uma perigosa situa 
caô de estagnação eco&­ 
mica, que vinha deterio­ 
rando os níveis de produ 
ça0, renda e emprego ja 
alcançados, e consequen- 
. temente reduzindo a qua­ 
lidade de vida neste Es­ 
tado". 
Pedro Pedrossian lem-· 
estadual, principalme• 
para acelerar o proce. 
de industrialização 1 
cal. "Com a construçãt 
da usina ternoelétric 
de Corumbá, vtabiliza A' 
mos a inplantacão do 
esp:rad~ pÕlo síderoj 
talurgico e da recém 
criada Zona de Proces 
mento de Exportação 
(ZPE), que com os inv 
timentos em dragagem 
sinalizaç.ão do Rio Pa 
guai, já anunciados p 
BID, e com a construç 
do Porto de Ladãrio,, 
seguram um desenvolvi; 
to extraordinário par 
regiao Oeste do Estado' 
revelou PedrossLan. 
brou ainda aos presen 
à solenidade de lanç 
to do Fronteiras do F 
roque "às custas de 
normes sacrifícios, 
eu Governo ve reto 
do a sua capacidade 
investimentos e busca 
partir de agora, 6­Z 
tar ecanisos que po 
sam ajudar a debelar 
cruel processo reces 
Continua na Fgina

EM ;SEU DISCURSO, PEDROSSIAN DIZ QUE GASODUTO 
SERII O MARCO NO PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DO MS 
cnntrJbuJr na retomada 
n•dintn do crcocJmentu 
conómfco, afastando as 
sim o estlma do deem 
prego", Ele revelou a!n­ 
íá que "~Çâ~ esforço ob­ 
Jetiva, em última áq6Z!? 
e, viabilizar a competI 
â lvld11dn í~? nosAn econo­ 
m ln, dilntor o 9::9 cnpn- 
ldade produtlvn, e deve 
rá converlr para o de - 
.FRONTEIROS DO FUTURO RESGDTD 
ERDNÇn· oo··oESENVOL MEN o 
Poucos vezes o lança­ 
mcnto de um programa de 
obras reuniu tontas per­ 
sonalidades políticas e 
empresariais como o 
"Fronteiras do Futuro" , 
apresentado ? populacão 
dia 9B4 em solenidade - 
senvolvJmcnto social, po 
1 !tlco e cultural da so­ 
cIedade ul-matogrossen- 
so''. 
O Cave mndor reuíir - 
mou que o caminho ­á··: q 
retomada do crescimento 
do Estado "é a agregação 
de valorar. às nossas ma­ 
têrtas-primas" no pro - 
cessos de transformaçao 
industrinl, Nesta linha, 
realizada no Auditório - 
da Diretoria Geral de De 
senvolvimento de Recur - 
SOS Humanos - DGDRH - da 
Secretaria de Saúde. O 
programa do Governador 
Pedro Pedrossian prevê a 
incorporacão de 1.800 - 
l'edroasJ;rn observou que 
a prioridade no seu Go - 
vorno ? para a "formacão 
de cnclciae de produr;âo , 
aquilo que tenho procura 
do promover com maior en 
tusfasmo, por reconhecer 
que II implnntncão de com 
plexos industriais inte= 
grodos no Estado criará 
desdobramentos sobre o 
ae tor agropecuário, indu 
mil hectares de terras a 
gricultáveis ao processÕ 
de produção do Estado, a 
través da recuperação de 
pavimentação de 811km de 
estradas, 310km de linhas 
de transmissao e íá coostru­ 
cão de um porto fluvial no 
Rio Paraguai. 
zIndo a sua moderniza 
cio". 
Ao falar especi(ica - 
tr nte sobre o projeto 
Fronteiras do Futuro, Pe 
drossian disse que ora= 
to de que apenas 3 mi 
cro regiões do Estado 
contribuem com mais de 
70% do ICMS arrecadado - 
revela que "o nosso ter­ 
ritório ainda apresentn 
randes área de fronte! 
ra Interna, cuja fncorpo 
ração econômica_se faz 
necessária á çao do gx? 
der Público como fornece 
dor da nfra-estrutura 
básfca". 0 projeto 1anca 
do segundo o Govem'ldv"t', 
te como obeJtfvo "exple 
rnr as potencialidades e 
as vocações de cada re - 
giâo, tnduz 6· o seu de -- 
senvolvimento e ·~íéj6· 
as desfualdads regfe - 
qá'Ç7 g~í·xÇÇZáq dfsase 
aIndas, que çx ·ata ~Ç 5 
trate Ia pretende 'con 
1idar o trabalho de cqâ? 
graçao de todo o terr!{ 
rio do Estado, que fn! 2 
ciei e:n meus Governos . 
ter1ores, através dos • 
programas Gua!ri-Pori,b 
·áqH á,Pan-Norte e P­á­x"4 
O auditório do DGDRH 
foi pequeno para receber 
tantos Prefeitos, Verea­ 
dores, Secretários e po­ 
líticos de todas as par­ 
tes do Est,. 
cial ~! ·4 
, em espe - 
es sudeste 
te ' ? -iadas e suc te, 
diret .ent 
ma. g47 ?? 6ç6­54 
do ~ éâ 
dl• 
(·á? 
/á 5 
de 
.ores, co.: o 
Supe. endente do Banco 
do Brasil, Manoel Pinto; 
o Presidente da Federa - 
cão das Indústrias do 
MS, Jorge Elias Zahran; bre o programa, apresen­ 
o Senador Rachid Salda - tado em dois telões ins­ 
nha Derzi; o Presidente talados na entrada e den 
da Assembléia Legislati- tro do auditório. 
va, Deputado Londres Ma- O efeito imediato do 
chado; e o Prefeito de lançamento do Programa - 
Campo Grande, LÚdio Mar- se fez sentir logo na ex 
tins Coelho, entre ou - pressão de todos os par= 
tros. 	ticipantes, que se mos - 
O discurso do Governa travam otimistas, e nas 
dor Pedro Pedrossian foi declarações prestadas pe 
interrompido várias ve - los Prefeitos, todos os 
zes pelos aplausos da comerciantes nas metas a 
platéia, que se entusias presentadas pelo Governã 
mou também com a apresen · dor de Ma to Grosso do sul 
tacão do documentário sÕ Pedro Pedrossian. 
De um modo geral o Go 
vernador despertou a es­ 
perança da retomada do 
desenvolvimento do Mato 
Grosso do Sul e da incor 
poracao ao processo pro­ 
dutivo de regiões histo­ 
ricamente relegadas a0 - 
esquecimento. A decisão 
de reduzir em até 80% a 
carga tributária para n~ 
vos investimentos nas re 
giÕes sudeste e sudoeste 
foi recebida pelos Pre - 
feitos como a melhor for 
ma de atrair capital e 
producão para os seus Mu 
niCÍpios. 
O Governador, por sua 
vez, iniciou o seu dis - 
curso lembrando que ", 
inexistência de uca ­xZZ 
tica de desenvolvimento: 
nos Últimos anos gerou - 
uma perigosa situacào í~ 
estagnação econômica" , 
que o programa "FRONTEI­ 
iPk Tf FUTURO" pretenle 
evitar. 
O FUTURO IGORD 
Ipanema, 
Sxq'~ç??~Ç ~ R6;­éâ~·6áÇ 5 PíéZâx ~ q'áqâ6Z7 T6·~âá_~qâ~ íx ·éx 
9C 
?Zâ6_xÇ Záq?á_~qâxÇH çxq;a7_âxÇ í~ &*x4 ;~áqÇ7 
ixé­áÇ ~_ _áZ*á4 Ç*x·âÇ4 çá_6Ç~âáÇ4 ­6;á_áÇ4 çáZç6q*áÇ4 ã~·_éíáÇ4 
çx·~Ç ~ _xí~Zx ? ~ÇçxZ*~·7 
iéá Sxqí~ í~ gx·âx PZ~(·~4 ADF 5 Vxq~H BAG Á :FBD 
RUcP nklP 
Vxq~H 09DE1 BAG 5 ::DC 
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lodo a lodo com eua ver- te se Z na ç6íi e de 
 
a r.e]
:: n6::âá4 Po:1- 
id d lt
u Poragua , 	~ n1c11 é4 ? 5 
dadeiro ident o e cu. -- Martinho, onde a Por Antonio Joao 
ind 
n Porto q 	Á âx ? 
ral e, mais áH?íá4 ve: construção de é_ porto foaque, tanta outra, 
cem as dificuldades ad âáZ oferece ma1s " {sea1tdades espalhadas 
vindas das distâncias e.tlva de escoame ,1 lanfcte pantanetra 
d i 
ento a terna - 	pe 7á 
o eequec m • to da produçao. - - e ãren de fronteira com 
A abertura de novas- ~ 
II 
decisivo açoo go Parllguni, C o oportuno 
fronteiras é consequên - 	restabe o d f 
vernamental para onhecimento lo esorço 
c1a.natural do aumento- ° lo Para - c 
- ·f »l d lecer hfroV' tre- de uma gente que sempre 
da produçoo ogr co o• a 	seu 	~ í 
- 	guat-Parana, no contrtbufu para o esen- 
geraçao de novos empre - cho mais navegável. »lvfmento deste Estado. 0 
gos e, com toda certeza, f Programa de Desen "",zoe a luz elétrica 
d" introdu~ão de melhor 	'" Su asª 
í 	'» 
0 
volvlmento do Reg1ao - ............ â7:4j_: as Justas ZZk­6_S? 
infra-estruturo para 	a melho e- CI- ' 	- 	"-- 
doeote promove 	í~ áç~ÇÇx a ··xí~qq tecno 
turismo. 	lid de de vida es 	- 
Tão amplas quanto he- ria da qua ? do- logia tanto industrial - 
i 
ro milhares í~ mora 	- ti q 
terogeneas, as potenc.a- pa 	re como domes .c, • 
arruararaaur rarmar p er rmrr. ..u i 
Conatrulr 11 trojetó - 
la do Futuro, d1agnostl 
indo com precisão o Pre 
qâ~ ~ conoolldnndo xé 
Llcorcoa do Pado. Es 
s são as marcas da obs 
lnodu ncíio admlniutrnt! 
J do Covcrnndor Pedro 
-dross1an. 
Ao lançar x dois pro 
gramna rcgionoia de de - 
envolvimento que com - 
poem o projeto Fronte1 - 
ras do Futuro, o Governa 
dor Pedrosstan abre no - 
va frentes pnra a mor - 
chn do progreoso e reto­ 
ma a cnmlnhado da lote - 
gração econômica e soei­ 
nl de todo o Eotndo, in! 
Obras 
Restauração e Pavimen km de linhas de transais 
- d 480 km d estra são de energia eletrica; 
1 taçao e - e aZ59 e construção do Porto 
da; implantaçso de 
Áreas de Influência 
: 	5 
J O Projeto Douranagua 
,(Rodovia da Soja), com - 
118 km de pavimentação , 
deu novo impulso produ - 
or região da Grande 
Dourados e possibilitou 
o escoamento da safra de 
grãos aos mais importan­ 
tes centros consumidores. 
O Projeto Pan-Norte - 
implementou infra-estru­ 
tura de transportes e e­ 
letrLficação, integrando 
TPif iUXfePc 
cindo em seus Governos - 
anteriores. O Projeto 
Guotrá-Pori, unindo por 
asfalto as cidades de 
Ponta Porii ã liundo Novo, 
promoveu a integração do 
fronteiro Sul do Estado e 
estabeleceu elos de 6qâ& 
ç?6âãZx ­·x·éâ6óx S9/7! x rcg:lao 
unis norcúcente do Paraná. 
modernização ? fundamen- lhão e oitocentos mil no 
tal o apoio que o Presi- vos hectares d~·áreas de 
dente Fernando Collor, a cultivo vão se somar aos 
través dos seus Ministé: dois milhões de hectares 
rios, tem dado ao Gover- plantados atualmente. 
no Pedro Pedrossian. Com as novas áreas de 
As Fronteiras do Fut~ plantio e a diversifica­ 
ra, que estão sendo lan- çao de cultura, a safra 
çadas agora, atacam em (hoje em torno de quatro 
duas frentes de progres- milhões de toneladas) 
so: o Programa de Desen- vai dobrar durante o Go­ 
volvimento da Região Su- vemo Pedrossian. 
doeste e o Programa de Mas não ? só - Atra - 
a região norte ao proce Desenvolvimento da Bacia vês das novas vias de 
so de desenvolvimento do do rio Paraná - Região - tráfego, o Estado abre - 
Sudeste. 	caminho para a integra - 
A execução começa já- ção definitiva com o Mer 
serão pavimentadas 8ll - cosul, facilita o inter­ 
km de estradas. câmbio de riquezas com - 
Quatro subestações de os mercados desenvolvi - 
energia serão construí - dos de São Paulo e Para­ 
das e duas serão amplia- ná, e estabelece uma efi 
das. 	ciente via de mão dupla­ 
No total A:9 km de no de exportação e importa­ 
vas linhas de transmis - ção, com acesso agiliza­ 
são vão levar eletricid! do ao porto de Paranaguã 
de ao Campo. 	e ? Bacia do Rio do Pra­ 
Em Porto Murtinho se- ta. 
rã construído um porto - Abertura de oportuni­ 
fluvial, aparelhado para dades para novas agroin­ 
oore • o transporte de grãos o- dústrias, possibilidades 
través da bacia hidrogr~ de desenvolvimento , de 
fica do Rio Paraguai. projetos turísticos, va­ 
Além de fornecer ai~ lorização social e econô 
fra-estrutura, o Governo_mica de novos segmentos­ 
vai estimular a abertura de nossa gente sul-mato­ 
de novas fronteiras agrí grossense são outros re­ 
colas com incentivos: du sultados naturais dos no 
rante dois anos a carga- vos programas de desen 
tributária será reduzida volvimento regional. 
em até 80%, nas duas re- Trata-se, enfim, de a 
Agora é hora de com·,- giÕes, para os projetos brir novas fronteiras de 
pletar a integração, pro de abertura de novas ã- prod6tão, antecipando o 
: movendo o efetivo desen- reas de plántio. futuro e garantindo me - 
'volvimento das regiões- A redução atinge in - lhor distribuição de ren 
Sudoeste e Sudeste do E! clusive o ICMS. da, mais justiça social- 
tado, para consolidar a Com isso, a área cu.1- e qualidade de vida para 
modernização de Mato tivada do Estado pratica a gente trabalhadora de 
Grosso do Sul. Para essa mente vai dobrar: um mi: Mato Grosso do Sul. 
Programa de Desenvolvimento 
; Estado. 
Através do Projeto - 
Guatambu, os pequenos 
produtores rurais recebe 
rama injeção de estmu- 
10 para• trabalhar e pro­ 
'duzir com dignidade. Do 
Governo, recebiam orien­ 
tacão, assessoramento,fa 
cilidades de credito, as 
'sistência técnica,forne­ 
ciento í insumos,garan 
, tia ,s mínimos e 
seus produ- 
1 
col 
tot 
Z 
r o 2,d grou 
á s 4o desenv ó6? 
ime. integrado do Esta­ 
' do, da fronteira com o 
, Paraguai até a divisa 
com Goiás. 
BELA VISTA, 08 D 
o 
,) ' t. 
fo o 
c 
, um 
Esses são apenas al 
guns exemplos do passa - 
do. 
A definitiva integra­ 
cão da região Sudoeste - 
ao Estado começa agora. 
: P restauraçao e ,pavi­ 
entação de estradas, : 
plantação de linhas de 
transmisssao de energ1a 
elétrica e a construçao 
de é_ porto fluvial na 
cidade de Porto Murti 
nho, representam uma to- 
mada de decisão do Gover 
nador Pedro Pedrossian = 
para resgatar a vocação 
histórica da região Su - 
doeste na geração de ri­ 
quezas e ativa participa 
cão no esforço de conso­ 
lidar a economia de Mato 
Grosso do Sul. 
A ação do Governo 'do 
Estado tem seus alicer - 
ces fincados no grande - 
desafio de promover a 
completa integração do 
homem ao seu meio, permi 
tindo que retire da fer­ 
tilidade da terra a real 
fonte da vida e de divi­ 
sas, o alimento. 
As novas trilhas do - 
desenvQlvimento recolo - 
cam o cidadão sul-mato - 
'' 
g·~'çZâx í~ Sá·áçxZ 5 
ç?ç~·x Barbosa í7M k6Zóá 
' ...J 
Miranda, Bodoque­ 
na, Maracaju, Jar -­ 
dim, Nioaque-, Guia 
r.opes da Laguna, Bo­ 
nito, Caracol, Anto­ 
nio João, Bela Vis 
ta, Ponta Porã e 
Porto Murtinho. 
Fluvial na cidade de 
Porto Murtinho. 
Incorporação de mais 
800 mil hectares de ter­ 
ras agricultáveis; aber­ 
tura de novas fronteiras 
econômicas; novos escoa­ 
mentos para a-produção ; 
incremento ao turiso 
fixação do homem no cam­ 
po; geração de empregos; 
distribuição de renda 
e integração regional. 
As obras no setor de 
energia elétrica garan - 
tem a demanda de consuoo 
da região Sudoeste para 
cs próximos 9 anos. É o 
passo definitivo na dire 
cão de iluminar os comi= 
nhos que levam ao cresci 
g·~'J4Zâx í~ Rxq6âx 5 
NsudcIr Xavier 
Resultados 
mento ordenado de um Es­ 
tado economicamente for­ 
te_e socialente justo. 
Alem de instalar linhas 
de transmissão, o Govér­ 
no Pedro Pedrossian am - 
plia e constrói subesta­ 
ções em algumas cidades 
pólos. 
A restauração da Rodo 
vi.a que liga Miranda 6 
Bodoquena permite, tam 
bê, o tráfego de cami - 
nhÕes pesados necessã 
rios ao escoamento da 
produção agropecuária e 
o futuro transporte de 
cimento da fábrica í~ Bo 
doquena. 
g·~'~6âx í~ R~Zá nZÇâA 5 
Edson Hcdclros de Mor aes 
A pavimentação da "z 
trada que liga Jardilt! s 
.Porto Murtinho garante 
o escoamento da produ - 
c;;ào pelo Rio Paragusi ~ 
partir do porto f1u"1 
de Porto MurtLnho. 9 %2 
faltamento da Rodo,ri
0 
1 
Jardim/Bela Vista, ·~ : 
e1° presenta um novo l , 
de acesso ao Paras". 
(via .Bela Vista), 
0 
°Á4 
- 	edo 
e fundamental qua" ,+- 
discute a operacioa' 
zaçào do Mercosul • 
Continua na pógJ.Slll" • 
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V A 9k 
Esta 6 e deve ser um spaço aberto , um 
porta voz entre a comunidade e o [poder U•~5? 
cutivo Municipal. 
Portanto a COLUNA FATOS está berta para 
os Presicl ntes de Ansocições de Bairros rei 
vindicarem cm prol de nua comunidacle.Tamb~m 
estamos a disposição de Presidentes do Clu­ 
bes Esportivos,Lideros Heligiosos,enflm, de 
todo cidadão que guelra rcclamar,sugcrir ou 
opinar. 
M f T E L - .LfLR 
'A Rua MARECHAL FLORIANO PEIXOTO es tá vi 
rando um verdadeiro MO'l'EL. Logo no escurecer 
começam a estacionar veicules portadores de 
jovem que vão ali trocar caricias com a 
sua namoradinha é claro. 
Hà moradores descontentes com tal ato.A 
leqam que suas filhas(Crianças)enxerga.n o á8 
não devem , pois os mesmos (Os nu.moradores) 
frequentam aquele local em horários nobres ( 
Dás 17:00 até ... ).Neste horário as crianças 
estão acordadas vendo televisão dupla.Dentro 
e fora de casa.Agora tem vizinho que já está 
pensando em montar um DRIVE·CAR para atender 
os frequentadores. 
1 
AGORAlisto está acontecendo por dois m~ 
'l'IVOS:lO)A CRISE(lúetou até os Moteis.O pes­ 
soal vai no mato mesmo)e o 2o)t A FALTA DEI 
LUMINAÇÂO POBLICA. (Que além de colaborar pa­ 
ra d Rua se tornar um Motel,os estudantes es 
tão sujeitos a serem assaltados,pois existem 
terrenos baldios nesta,propicios a esconder 
qualquer tipo de gente.R válido lembrar que 
uma menina quase foi estuprada naquelas ime­ 
diações).· 
Os moradores pedem às AUTORIDADES que 
tomem providencias.Afinal,somos cidadãos que 
impreterivelmente pagamos mensalmente a TAL 
DA ILUMINAÇÃO PÚBLICA para vivermos imensa - 
mente na ESCURIDÃO. 
Quem irá nos ressarcir por todo este es 
paço de tempo que estamos sendo explorados? 
Pois pagamos um PRODUTO INVISlVEL:"A I- 
LUMINAÇÃO POBLICA" 	--- 
07 
S  T P T U 
III5Ti» T i+F»#IV»GTTTrIrr 
6"gPiP MI lPcjPiÁ lfTfk fk TPk" T õ 
» 	e 
Sou perfeito,alegre e 
Tenho mor e muita Çx·â~777 	1. { 
sou feliz e inteligente, 	A ; 
vivo positivamente. 	U { 
Tenho paz,sou um sucesso, 	R 
Tenho tudo o que eu peço... O ; 
Acredito firmemente 	+ 
l7I 
No'poder·da minha mente, 	6 
; Porque ? DEUS no subconsciente! { 
# tkkktttkkkkktkkkt##kkttkttttkttt##kt 
â·6 uitiio ? ra 
Z*x· maneira xÇÇ'ó~Z7g·x · Ç : pre 
?â4 4áí~Ç6óx4çá·âá·~6 4 á'•áÇç~q·6xÇ4ç· ~Z 
DUENDE.. 
6e jii@riÇ76Ç 
-_28II lI x 
{ SERIGRAFIA - DESFILES - SMOS - 
•~.,::--;_ '::.,. •,~ .. : A<1<C' /P f! Z/?Z!Z Hâ fk 5 !Of'O('J:AIIA ..• 
8 Fçâ Sélr lo da Escola Esdatual ESTER kc5 	! 	ta 1 , 
VA, estará realizando dia 24/5, às 20: 00 Hs •• r, 	)t{otiano 
bd..A...k....l Sal.lllllo«f 
no Clube Esportivo Bclavistonsc,o GAR010 
GAROTA PUNK com o apoio publicitário da 
DUENDE J"'l'' S . PUBLICIDAES e com o apoio 
jornalístico do seu DIÁRIO ,REGIONAL. 
P produção conta com o apoio cultu - 
ral do Pecuarista GARIBALDI DA ROSA, que 
constantemente vem colaborando com o de - 
scnvolvimcnto artístico,e cul~ural de nos 
Ç acida í ~ 
XPiflf E GAROTA gmeb 
I S S P O R T O 
E N L A C E 
M U R T I N H O 
Numa realização de PAULO AB!LIO PRODU 
ÇÕES que mostrará a FESTA DA BELEZA MÍXI­ 
MA da mulher Porto Murtinhense será no GI 
NÁSIO DE ESPORTE e conta também com o ApQ 
io publicitário da DUENDE ART'S. 
x promotor do evento conta com o Apoio 
Cultural da PREFEITURA MUNICIPAL(DR.HEI - 
TOR MIRANDA DOS SANTOS) ,DEPUTADO MOKA e 
VEREADOR ALEIXO FROES. 
PRÓXIMA SEM.ANA - Fotos das candidatas ao 
título. 
M A T R I M O N I A L 
A Prefeitura Municipal deveria fazer um 
MUTIRÃO CIDADE LIMPA,no sentido de mandar 
limpar os terrenos baldios da cidade e colo 
caras despesas na Dívida Ativa. - 
Além da má aparencia,para não se dizer 
relaxamento por parte dos proprietários, os 
terrenos baldios ocultam ladrões,roubos,etc. 
Quem não pode mandar limpar um terreno, 
é melhor vendê-lo.Penser nisso! 
PDT VIABILIZA RECURSOS PARA LANCAR 
c'.ANDIDATO PROPRIO 
RUA ALMIRANTE BARROSO,SN * FONE: (067)439-1974 
BELA VISTA 3 ATO GROSSO DO SUL 
Na última reunião da Executiva do PARTI 
o serres renas.+s» erasas+s · ftfoifviütt 
ia de lançar candidato próprio.DR. SYDNEY e ~ P u l o i  T P T U s ~J 
CORUMILA LOUREIRO ou DR. SYDNEY e PAULO MEL Os comerciantes da nossa cidade pedem [##IM,# 
LO. Também o Sr. ILDEFONSO PINHEIRO podera 
vidências das autoridades locais,no senti= 
ser candidato a candidato a vice.Tudo isto 
v • d d d uma reunião com 
f 
De t d do de encaminhar o doente mental BITUCA,pa 
ai epen er e 	pu ª 
0 
ra um Hospital de Doentes Mentais. - 
OSCAR GOLDONI e com GANDI JAMIL. 	O 
Caso contrário o PDT poderá coligar com mesmo a
nd
a agressivo e incorrigível.Cer 
to dia"ele descascou· a banana"em uma 10= 
o PMDB.Esta manobra política está e LEGRE 
o lançamento das candidaturas dos candida je da cidade(Se Masturbou).Sem falar nas i, 
tos d d t
.d 	- numeras faltas que vem cometendo como tro- 
a verea ores o par.ato. 	d áB 	? 
Mas em política tudo é questão de tempo. Cas ia roupa velhas por novas,etc... 
Certo dia ele entrou numa loja e levou um ,WD!ZIO AOS DOMINGOS e á AMERICANO MARMITEX 
sapato novo deixando no lugar o seu sapato RUA BARÃO i 
velho de guerra. 	DO LAD 10 S/N BELA VISTA * MS 
Em nome dos comerciantes fica aqui regis­ 
trado esta solicitação. 
E válido lembrar que em tempos idos,urn ci 
dadão respeitado do nosso município foi as 
sassinado por um doente mental. 
"Depois da casa arrombada não. adianta co- 
locar trancas". 	• 
o Partido Democrático Trabalhista,atra­ 
vés deste colunista está criando o Setor Jo 
vem do PDT,com intuito de politizar e cons­ 
cientizar a nossa juventude politicamente. 
Voce que é jovern,jovern do PDT,jovern do 
PMDB,jovem do PT,jovern de todos os segmen - 
tos,ingresse na SJPDT.A juventude agora tem 
seu lugar.Falar com este colunista ou com o 
EDUARDO no castelo Branco.Podem falar com a 
ROSANGELA RODRIGUES no ESTER SILVA ou com a 
CRISTINA SDROIVSKI no DR.JOAQUIM MURTINHO. 
A JUVENTUDE EXIGE SEU LUGAR! 
Queremos um BRASILcultoerespeitaào! 
F E S T A D O T  P D A S M A E S 
Dos alunos do Centro de Atividade sera re 
alizada dia 8/5 no Salão Paroquial numa i­ 
niciativa da Dona LUCIA,ROSE e AMANDA. 
** DR. JOSÉ CARDOSO DE NEGREIROS SZABO 
** DR~ DÉBORA DE NEGREIROS 
RUA ALCEBlADES BOBADILf!A DA CUNHA,NQ 1.081 
FONE: (067)439-2020 BELA VISTA - MS 
'Centro de Comp 
tacão ela Vist 
FONE:439-1843 1. 
2 Introdução ? 1nformãtica,MS-DOS,LÕtus 1-2-3,MS­ 
ord,D Base III Plus(Pacotão).Manhã,Tarde e Noite 
Vagas limitadas ? Noite' 22 Oito meses de 
*Professor DOURVAL BATISTA DE SO ZA 
Rua:Duque de Caxias,66 * 
5 
RUA DUQUE DE CAXIAS,ESQ. AV. TEODORO SATIVA FONE:439-1958(067) 
Cerveja Pilsen em lata e garrafa;Re­ 
frigerantes ;Ag·uardentes (Velho Barreiro 
Oncinha,3 Fazendas,Pantaneira)e Agua 
Mineral Lin~oia. }LGNO VAZ(Gerente) 
s ?N4õIjI/?(·úú as wEEsii55

> GUAS DO BPI CD E 
ESIBRIGDDI FIZ IS CD TDS DOS 
OPreleitoMunicipal - 
1 dson Moraets der lUU!lC!l
Lc dta 0 o Estado de 1. • 
mergencIa na cidadeees­
ti atendendo toda a popu­ 
lação desabrigada, forne- 
cndo desde o transporte 
paraos locais debrio
atéalimentação diária 
de todo on dcsnhriga<loh . 
OI02RCMec mais uma 
vez está dundo a sua ran 
de parcela dl' colbhoru - 
,cão, instalou barracas pa 
ra abrlgnr as famlJins e 
está fornecendo águapoti 
vele pessoal para aten - 
1 Ix ,da•Cor lnthl,1 
,.Jiu Jn<•n ,e,inundan 
dezenas de casas e fa 
,,d••'"''1•,lc00desa-
br lados, começa a dar 
li lariedade Humana 
d,·rosncnmpamentou. /1
lll/1/l'ltmJ/IVlluul clpal 
dlrlida pela Primeira - 
llur.ta Cc,dlluPcrel.rn de 
'oraes,desde o pr !melro 
JnuLnnte eut~ dcdicnndo­ 
clC lntegrnlmcntc ~ aten­ 
der ns fnm[llns atingi - 
das pela enchente da me­ 
lhor mnneJra possível , 
com os seus funcionários 
desdobrando-se para le - 
var um melhor conforto e 
alimentação todos. Va­ 
le destacar também a a - 
tução do Secretário Mu- 
11Jc
0
ipa,l de Obras, Sr. Lu 
elo, que desde o começo 
está acompanhando pesso­ 
almente os trabalhos da 
sua valioso equipe de 
funcionnrios que não me­ 
diram esforços poro ti - 
rnr os desabrigudon dn 
5rea de risco, inclusive 
durante o sibado e domln 
oaté altas horas d; 
noite. Pnra que não se 
cometa umn injustiça 
ressaltamos também o trn 
bolho ilconsá,·el de mui : 
tos voluntnrios que, de 
car'ro, o pé e oi:é de ba_:: 
co, ajudaram a tirar gen 
te do' meio· das Óguns, n~ 
ma ,·erdadeiro demom;tra- 
ção de solidariedade hu- '°
mana. 
ASituação 
1 Mas, infcll~rucntc, os r 
prejuízos n~o se restrin­ 
gem apenas a enchente do 
/lpa, que cm poucos cli.is 
deixou n~u.,m.ms idiio e 
transformou-se num rio 
1 
caudaloso e, aia de tu­ 
do, perigoso. Também as] 
estradas viciais de todo 
o município eu. rodoviu3 
do região foram hbstante 
1 
prejudicadas, a exemplo -, 
dn rodo'la l,da'htn/Ca- 1
racol onde randes atolei{ 
ros se formaram e pontes [ 
foram levadas pelas á - 
uas; arodovia Apapor& - 
está Intransitável devido 
o rompimento da runt11 ~o­ 
bre o córrego "ediga"; a 
rodovia Bcln Vis:.1IJ,r<lim 
só estava dando passaer 
a veículos grandes, vári­ 
os automõ,·eis baixos fica 
ram pelo caclinho, n ces.:i'n 
sltuaç.ào se verifica na 
rodovia Belo Vista/Anto - 
s1nnl•: d~ recuo, on r,oro 
dores que deixaram tudo 
pnru trna jÚ ceLâo fnzcn 
do as contas dos prejuÍ- 
100,multo colsn foi pe_:: 
,
e 
r-rl.1'1(1~ro;·<,S,L'CIO,AC◊.'IPA.l!AARITllWlA.JOSDESA­
Í:,1, . . .:..).:-, 
nlo João, sem falar eo te todo o mês de Abril e 
,·nrlas estradas 'lcina- começo de Maio, chegando 
is que estão intrnnsitá a atingir Ínqices plu'i!?_ 
veis e com pontes caí: mitricos nunca antes re­ 
dus devido as fortes - gistrados no Sudoeste do 
chu,·as que coiram duran Estado. 
Apelo à População • 
- - 	L 
F apopuluçao d'; Bela Vista e Be.!_ 1 
la  :a ar ·ai, a traves da Difusora Ma !
risc,.l Lct- 23, de Bel la Vista Para::- 1 
guai, -:iPre:. _ Edson Moraes fez um ape­ 
lo t nte a1cue as famílias tenham o 
maio u dado pa:.:i. se evitar o contágio - 
de c nacas transmissíveis através das á­ 
guas do Rio Apa, "não deixem as crianças­ 
brincarem na água, não bebam dessa água, 
que_pode provocar doenças graves na popu­ 
laçao devido ela estar totalmente contarni 
nada, com todo tipo de detritos e sujei= 
'ras" disse o Prefeito, conclamando todos 
a economizarem o máximo possível a água - 
potavel, pois o fornecimento também está 
comprometido pela enchente. 
~A2.P2)
1
miOSCARCHAPARRO,OPREFEITOEDSOMORAESFALI.À
POPeLÃCÁO 
A reportagem do 
Diário Regional Tri­ 
buna da Fronteira , 
que acomp.:i.nhou desde 
o começo da enchente 
o desenrolur àos a - 
contecimentos, per - 
correu de barco, jun 
tanence co~ u _refei 
to Edson Medeiros de 
~oraes as áre.:i.s mais 
atingidas, graças a 
Deus ne.hums :?tina 
foi registruda, to - 
IBRIGIDOS 
dos os desabrigados 
estão acomodados em 
vários locais, como 
o Clube Belavisten­ 
se, Creches Munici­ 
pais, Centros Comu­ 
nitários e até no 
prédio da Polícia 
Militar. 
Ontem estivemos 
nos acampamentos er 
gLidos pelo 100 R C
Mec, teve gente que 
dfda, várias casas rul­ 
ram, a1 gu!ll<1S foram lc,·.::i_ 
das pelas águas e ou 
troo estio totalm•ntc - 
condcnudas. /lnJmaio, c~ 
afirmou "aqui estou 
melhor que em casa, 
temos comida na ho - 
ra, não está faltan­ 
do nada, temos até· 
, por 
tos e cc 
descer ac 
xo de!do 
Crítica em todo o Município 
Como nao poderio dei­ 
xar de ser, as ruas dn 
cidade estão em precári­ 
as condições, o Prefeito 
Edson Medeiros de Moraes 
não sabe por onde come - 
çar os sen·iços e também 
não dispõe de todos os 
recursos necessários pa­ 
ra a verdadeira recons - 
trucão do município que 
é necessária ser feita , 
espera-se que o Governn­ 
dor Pedro Pedrossian se 
Jsensibilize com essa sl­ 
tuação e estenda a sua 
j 
mão à população bela'is­ 
tense nesta hora difícil 
. e bastante crítica em to 
do o município. Como se 
não bostasse todo esse - 
estado de coisas, à pon­ 
te sobre o Rio /lpa, na 
rodo'ia Belo Vista/Anto­ 
nio João, logo na saída 
café da manhã, toma 
ra que a enchente::­ 
demore mais algu.ns 
dias". 
da cidade, foi danifico 
da pelns águas que le,.; 
ra pnrte do aterro fa - 
zendo com que a ponte - 
cedesse várlos centLe 
tros, provocando tclus. 
ve rachaduras al:uns 
pontos. 
~ 
(Fotos e Reportagens - Ubaldino Rodrigues) 
f
p