f9 a & DIARIO REGIONAL MELA VISTA -- MATO CR0SSO DO SUL - ANO: 2I SEXTA-FEIRA, 08 DE MAIO DE 1.992 DAS DO ara COMEÇAM A 8 População Desabrigada faz as Contas dos Prej Com a melhora do tempo e paralizncão das chuvas que casti garam Dela Viota e região por mais de - uma semana, provocan do a maior enchente­ do Rio Apa nos ülti­ moa 20 anos, as coi­ sas começam a voltar à normalidade, as á­ guas já voltaram ao seu leito normal mas a população ribeiri­ nha que foi desabri- gada deverá esperar ainda maio alguns - dias para voltar pa ra suas casas, devi do principalmente= ao perigo da conta­ minação por mol6s - tias transmissíveis através da água do Rio que podem estar infectadas. Enquanto isso a Prefeitura Munici pal e a LBA/PRONAV Municipal continua c7 t6ZZ ''6a / Prefeitura Munici - pnl de íleln Vista preci­ sa de auxílio financeiro IMEDIATO do Governo do Estado pnra atender cen­ tenas de desabrigados pe la enchente do Rio /pa.- Mais de 300 pessoas - perderam móveis, utensí­ lios, roupas, não tem - nem mesmo onde morar, po is a maioria das casas - foram destruídas. O Prefeito Edson Mora es está se desdobrando - para atender os desabri gados, com a ajuda do :9 RC MEC, que forneceu bar rocas para os que fica - ram ao relento, e colo - cou parte de seu efetivo para ajudar na assistên­ cia. Mais uma vez o 109 RC MEC presta a sua colabo­ raçao ao povo de Bela - Vista numa situação de e mergência. Ainda há as "mumias" que criticam o nosso Exército. O Prefeito Edson e a T Dama, Dona Cecília es tão fazenda de tudo para minorar o sofrimento da­ queles que foram atingi­ dos pela enchente. a atender todo o pes soal desabrigado, _á is de trezentas pes­ soas, como vêm fazen do desde o início da calamidade que se a­ bateu sobre Bela Vis ta, fornecendo ali= mentaçáo diária e to da assistência soci.ãi necessária às famíli as que estio aloja= das em prédios públi cos e barracas cedi­ das pelo 100 RC MEC. g?XeP 9F U J DO Acreditamos que o Go­ vernador Pedro Pedras sian não se negará a aju dar a população sofrida de nossa cidade, pois a Prefeitura não possui re cursos para atender ago­ ra (e depois) os desabri gados, pois tudo deverá­ ser reconstruído. A k~ç·~ Caria Municipal de SaÚde­ precisará, também,de ~ sos para todas as medidas que se fizerem necessári­ as,para que não haja pro­ liferação de doenças transmissíveis (cólera , tifo, etc). eNH \GG TiUlfiH nPcTf g IZO X·áqí~ ­·x_x??x í~ n~·_?'é(x :C9 V : _:8B9>( g7n717 náç6qá fZ~xÇá çxqâ·á á V~ã·~ PVlfkP ­~Zx _~Z*x· ­·~?x íá ·~(6?x7 iZgUiSfc a? ? venda. Venha nos 'áj~· uma ó6Ç6âá e çxq'6·á7 iéá pn í~ exó~_ã·x4BE9 5 S~qâ·x VfeUH BAG5 :G9B RUcP nklP 5 dPlf Xifkkf Tf kmc NÓs,que muitas e mui­ tas vezes levantamos nos &a voz contra o Serviço­ Autônomo de Água e Esgo­ tos - SAAE - criticando a empresa pelos mais di­ versos motivos que no casso entender estavam deixando a desejar, usa­ mos as teclas de nossas u:áquinas para fazer jus­ t1ça, registrando aqui a dedicação e o incansá - vel trabalho que vêm sen do desenvolvido por to= dos os funcionários do - Órgão durante· esse perío do de cheias do Rio Apa. Desde o domingo passado os membros do SAAE de Be la Vista vêm trabalhando dioturnamente e ininter­ ruptamente na tentativa de restabelecer o forne­ cimento de água à popu.la ção de Bela Vista, todos os meios possíveis e 6_á gináveis foram tentados: se os resultados espera­ dos não foram alcançados, não foi por falta de in­ teresse e vontade dos responsáveis e funcioná­ rios do SME. Importante também res saltar a dedicação do "Toninho Torneiro" que trabalhou até altas bo - ras da noite na confec - çao e torneai:iento de pe­ as para a bomba d'agua que foi instalada provi­ soriamente pelo SME na tentativa de bombear a á gua do Apa para os seus reservatórios. Outra pes A maior enchente do Apa nas Últimas décadas, deixou muitas casas debaixo d'agua IRAS DO SO E INTE Construir a trajetõ ria do Futuro, diagnosti cando com precisão o Pre sente e consolidando os alicerces do passado. Es tas são marcas da obst.i= nada ação administrativa do Governador Pedro Pe - drossian. Ao lançar os dois pro gramas regionais de de= senvolvimento que com pÕem o Projeto Fronte! - ras do Futuro, o Governa dor Pedro Pedrossian a= bre novas frentes para a marcha do progresso e re toma a caminhada de inre graçào econÕmica e social de todo o Estado, inicia da em seus Governos ante rlores. O programa do c VEJA MATÉRIA COMPLETA NAS PÁGINAS soa que merece os arade cimentos da coun[d.de belavistense é o Verea - dor Jorge de Souzn Rosa, pela sua preocupação e interesse em .Judar nas tentativas í~ restabele-­ cer os fornecimento de á ua à população belavfs­ tense. Par finalizar o assunto e para que nio - sejam cometidas Injusti­ as, Ienbraos também - que a '6·754á U"!uXUSP[4 jun tamente co a Prefeitura Municipal e 10:! RC MEC, colocaram carros "pipa" para atender a populaçio nesses dias em que a cidade está Ç~ água. Louvável o trabalho de todas essas pessoas. vernador Pedro Pedros sian prevê a incorpor cao de 1.800 !l hecta - res de terros agricultá­ veis ao processo de pro­ duçao do Estado, através da recuperação de Davi - pentacio í~ FZ! la í~ ~ â·áíáÇ4AZ9 Zá í~ linhs de transíssáo e íá cons truco de é_ porto ':á 5 vial no i6x gá·á(éá67 - 04, 05 E 06 Rotaract Club de B. i~áZ6já·? Sá_­á O Rotaract Club de - Bela Vista realizará no próximo í6á l5,uma ca- paoha beneficente a fio de arrecadar agasalhos e· alimentos não perecíveis e prol das '!:âis - carentes. 5 9? Rotaract Realizará Campanha) o Rotaract Ciub de pela Vista reali [zará no próximo dia 1 :/44 um,1 c,1mpn11h,1 aI­ neficente a fim de arrecadar aqanalhos e alimentos no pe­ recíveis em prol d famílias caren- â~Ç4 principalmente ,1quc>Jn,; nLingicla!, ps_ Zá enchente, On jovens do Rota ract esperam que to­ dn n comunidudc nc sensibilize com a si lunçJo doo dcoobrJgi dou e coloborcm com a campanh . O ROTARACT con a­ rii com n participa - ção íáÇ UçxZáÇ da Rede Municipal e Es­ laclu, 1. A arrecadação se­ rá feita pelos esti­ dantes ou ntrcgucs 8 A, O nau ­·?­íá ? ·7·IçxZ áâ? x í6á :C de _6x7 Quarta-feira es i ·eram na Reda ão os rotaractianos Monclar (Mig;i) ,Mário !arcos e Zora Ionarn ' lar.do respei .o da çá_­áq*á4 cxmc Zá··á·íx todos os 19 vem; à participa::-cm. JOfUl, L, TRIBUNA DA Edital de Proclamas Jnnildc Ronu dou Santos, O[iciala do Cartório d• R qlstro Civil, de Dela Vis­ ta-MS., faz saber à quantos o presente E dital de Proclamas virem, que pretendei se caoar. e apr sentaram os Documentos e­ xigidoo polo Artigo 180 do Código Civil DrnGileiro de nos I - II - III e IV: Marcos Antonio Gomes Pereira e Rosân­ gela Dávalos, brasileiros, solteiros, re oidentes nesta cidade, ele, agente admi­ nistrativo, filho de Nelson Pedro Perei­ ra e Vergiliana Gomes Pereira, ela,estu dante, filha de João Delacruz Dávalos e valho e Ilda /reco Dávalos. - Se alguém souber de algum impedimen­ to, que se oponha na forma da Lei. Bela Vista-MS., 04 de Maio de 1.992. Janilde Rosa dos Santos A Oficiala - Cartório do 20 Ofício MINISTÉRIO DO EXÉRCITO - CMO - 90 D E 4il DD/1. C MEC - 100 RC MEC Jo P.SQU/1.DRÃO CAV MEC 8 VIS O 1 - O 100 RC MEC informa que promoverii u­ ma Licitação para arrendamento de parte - do imóvel militar de São Carlos, área de pastagem, localizado no Município de Cara col - Mato Grosso do Sul; 2 - Os interessados deverão apanhar, no 100 RC MEC, até o dia 15 de Maio de 1992, o Edital que trata do presente arrendamen to; J - Descrição do Imóvel: - Area: 7.916.616,00 m 2 (sete milhões, no vecentos e dezesseis mil, seiscentos e de zesseis metros quadrados). - Destinação: agropecuária. • Bela Vista-MS., 24 de Abril de 1.992. Luis Euclides Palmeira Leite - •CAP CAV Presidente da Comissão·de Licitação Advocacia Escritório Av. RJo Branco, 187 - Fone:287 -1181 Dr. Antonio F. do Nascimento - • Advogado CIC 006.474.381-00 - -OAB - MS 2809 Residencla Av. RJ? Brnnco,193 - CEP: 79.280 - PORTO MURTINHO - MATO GROSSO DO SUL O CDR8COL Linhas Bola Vista/Caracol, saindo iis, 15:00 horas dfarhmente Co.racol/Bela Vista, saindo iis 07:00 horas dia riamente. Õnlbus próprio para excursões regionais e. interestaduais, modernos e confortáveis. Maiores informações pelo Fone: 439 - 1665 - DELA VISTA - MATO GROSSO DO SUL Cruzeiro do Sul Veículos Ltda. UNO CS 89 - Gasolina - Bege UNO S 89 - Gasolina - Vermelho UNO S 88 - Álcool - Bege OPALA 84 LUXO - Álcool - 4cl - Marron CHRVETT 85 SL - Álcool - Verde Metálico VOY U 5 Álcool - 5 marc.has - Verde Met. ' 8 CBT 76 Cu, ·.C"''I - Álco_ol - Vermelho A UNO S 90 - Gasolina - Bege Uno SX - Álcool - Azul Metálico UNO çÇ 87 - Álcool - Berre BELINA 89 L - Álcool -. Branca CAMINHÃO FORD/74 - Trucado - Verde F .1000 - 88 Dr anca/ Preta - Diesel com capota fibra inteira Compramos à vista e também vendemos seu auto móvel, camioneta e caminhão. Pagamos 0 melhor preço do Estado. Exigimos procedéncia e bom estado. e . 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" Lavar verduras e lcgumcn com áqua clo rada. l mín tura de ií gua com vlrl 'aracaju, Egnito e caracol Sá­6âá6Ç1 po X·áqí~4 R·áÇt:âá ~ ­·âq~!­á6? ~prc.scnt.lntcs Coc:crclnls Ia.bula 'c{culos e C â 5 I 50 dar, canja ??7"gases sc Ltda., Rua Oi de Abrp,-- Paste, c±ti. 6?X /Is4?"?I 5 - 275/2s5 - 391..} Adar, Conjunto 1.109-+, '!da Prestdente Vargas, 5">,3 Tis1a - Ç6Ç âá·6'x ».,""; _6 - :?G4 â~ &e aC!·?A Fone: 22 - 69so, raai]",""?_«vã, 31dr, cJyr .ASSINAnJRA ANUAL - ç·Ç 5 9o.ooo,oo ASSINAl'URA SD!ESTIW. $ " • ASS'IRADJRA TRIESTE ·k 5 6o.0oo 00 - CrS - Jo.ooó,oo Não_devotveoc_originai. 9Áax·qáâq?xÁÇ~Á·~Ç­xqÇáãâ:c5á ?xÇ í~ x·â(çHH6 í~'Zq7âíq7 Á á ­~ZxÇ P·âZ·4xx xÇÇ& FONE: (067) 439 - MATO GROSSO DO SUL Brahma, 1306 Você í 1 ~ Sabe N ~ ::. ~ .. 8 e 9 I MAL, TRIMA D» F OV UiP Já a pavimentação da estrada Gula Lopes da La una/Bonito permite ~4 ? coor, com mniu fnclllda­ í~4 qá produçao í~ calci­ rco o on produto9 pocui­ r1os da reglão, Isso sem (nlnr no grnndc lnccnti­ vo ao turismo com me lho­ rin dn infro-catruturu - para os milhares de visf tantes que procuram a re gJiio de llontto. Ao asfaltar a Rodovia MS-164, possondo por Vi! ta Alegre, o Governo Pe­ dro Pedrosslan encurto , pelo metade, o distiincin entre Maracaju e Ponto - Por. Esta obra cria,tat bém, uma nova opção de a cesso a partir de Campo Grande e de todos os Mu­ nicfplos do Centro-horto do Cntodo, i fronteiro - coo o Paraguai. lsoo significa diol - nuir o custo do frete o tempo da viagem combusdvcl. e o Pavimentação í~ AAZ > de estradas. Áreas de Influência Três Lagoas, Bras11ãn dia, Bataguossu, SnhtR = Obras Hidrovia O transporte fluvial permite economia de com­ bustível e encurta dis - tàncias. É o barateamen­ to do frete aumentando a competitividade de nos - sos produtos no mercado externo e queda no preço final ao consumidor. O porto fluvial de Porto Murtinho _possibilita a plena utilização da hi - drovia Paraguai-Paraná , desde o Porto de Parana­ guá atê ao Uruguai ou Ar gentino. É um terminal= de exportação e importa­ cão de produtos agrope - cuários e industrializa­ dos, inserindo-se no su- O Governo Pedro Pe ~rossian enraiza no solo da região Sudeste da Ba­ cia do Rio Parana, o Pro grama que gera um dos ~ aiores pólos désenvolvi entistas de Mato GrossÕ o Sul. Ao investir na ecuperação e ampliação pa malha rodoviária da - legião, o Governo garan­ lt'= o e:coamento da prod~ fªº ate os grandes cen - tros do País, via Porto de Paranaguá, e cria as ondicões para a_implan­ taçao de agroindustrias, ~odernizando os resulta­ 'dos do campo. i A expansão das fron - teiras agrícolas no Su - deste da Bacia do Rio Pa raná, que integra grande parte do Bolsão, é uma exigência do próprio pro cesso Produtivo da re giào que, a cada ano, a­ presenta bons resultados na colheita da safra , FÇ carece de um investi ,-ento direcionado para 0 escoamento de grãos. porte às at;ividades do. Mercosul. A importância comer - cial do transporte flu - vial já foi testada e comprovada em décadas passadas. Este é o momen to de recolocá-lo na con diçào de' parceiro dos produtores sul-matogros­ senses. O porto fluvial de Porto Murtinho é um dos mais econômicos mei­ os de escoamento natural de grande parte da produ cão do Estado de MatÕ Grosso do Sul- Mais do que um poten­ cial gerador de empregos e divisas, o porto flu - Programa de ese_nvolvimento da Bacia do io Paraná m Região udeste A meta é valorizar o homem, estimulando-o a produzir cada vez mais, gerar divisas e partici­ par com sua família des­ sa riqueza. Como fator de integra cão e ampliação de estra das, aproximam toda ar; gião do Bolsão com ores tante do Estado e, ainda mais, aceleram a coopera çào com o Norte do Para= ná, fundamental para o escoamento da safra. A decisão de ver este solo irrigado pelo suor do trabalho, leva o Governo Pedro Pedrossian a cana­ lizar seus esforços para melhorar ai condições de vida da nossa gente do campo. Assim é que, com o Programa paro o Sudes­ te da Bacia do Rio Para­ ná, mais de 1 milhão de hectares de terras produ tivas incorporam-se ao Estado. Um programa desse por te tem a meta de tornar­ agricultáveis terras que vial aumenta a arrecada--­ cão de impostos, criando um efeito multiplicador de atividades empresa riais em toda a região. O porto fluvial ê um eficiente terminal de em barque e desembarque, a­ parelhado com armazéns de estocagem e secagem, garantindo ao produtor - de Mato Grosso do Sul a­ cesso fácil e mais bara­ to aos grandes mercados, inclusive o Mercosul. A ação do Governo Pe­ dro Pedrossian traduz a visão de quem faz a his­ tória de seu tempo. hoje nao produzem por falta de incentivos e meios que permitam O es­ coamento da safra. É ho­ ra de reordenar e priori zar os investimentos na agricultura·e pecuária, oferecendo infra-estrutu ra e tranquilidade parã que o homem do campo tra balhe e traduza em bene= fícios todo o esforço do Governo. Como pilar fundamen - tal desse gigantesco es­ forço de integrar o Su - deste do Estado, o Gover no Pedro Pedrossian trans fora a região de Três Lagoas em PÕlo Intermo.­ dal, capacitando-a ao transporte rodovtário , ferroviário e hidroviá - rio. Um verdadeiro ç~qâ·x nervoso que concentra a circulação de produtos - de todas os partes do Pa Ís. É a definitiva acao governamental para carac terizar o MS coo grande celeiro de alimentos íá Nacão. Incorporação de mais milhão de hectares de t rros agricultáveis; a- Rita do Pardo, Anagrtlãn dfa, M.·+!áúá . S6á câíá Com. 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Idades íá ·~(:áx randa, bonito, ó grossense desta reg1ao atendem áâ? o " a Lopes da Lagunts Zá lodo a lodo com eua ver- te se Z na ç6íi e de a r.e] :: n6::âá4 Po:1- id d lt u Poragua , ~ n1c11 é4 ? 5 dadeiro ident o e cu. -- Martinho, onde a Por Antonio Joao ind n Porto q Á âx ? ral e, mais áH?íá4 ve: construção de é_ porto foaque, tanta outra, cem as dificuldades ad âáZ oferece ma1s " {sea1tdades espalhadas vindas das distâncias e.tlva de escoame ,1 lanfcte pantanetra d i ento a terna - pe 7á o eequec m • to da produçao. - - e ãren de fronteira com A abertura de novas- ~ II decisivo açoo go Parllguni, C o oportuno fronteiras é consequên - restabe o d f vernamental para onhecimento lo esorço c1a.natural do aumento- ° lo Para - c - ·f »l d lecer hfroV' tre- de uma gente que sempre da produçoo ogr co o• a seu ~ í - guat-Parana, no contrtbufu para o esen- geraçao de novos empre - cho mais navegável. »lvfmento deste Estado. 0 gos e, com toda certeza, f Programa de Desen "",zoe a luz elétrica d" introdu~ão de melhor '" Su asª í '» 0 volvlmento do Reg1ao - ............ â7:4j_: as Justas ZZk­6_S? infra-estruturo para a melho e- CI- ' - "-- doeote promove í~ áç~ÇÇx a ··xí~qq tecno turismo. lid de de vida es - Tão amplas quanto he- ria da qua ? do- logia tanto industrial - i ro milhares í~ mora - ti q terogeneas, as potenc.a- pa re como domes .c, • arruararaaur rarmar p er rmrr. ..u i Conatrulr 11 trojetó - la do Futuro, d1agnostl indo com precisão o Pre qâ~ ~ conoolldnndo xé Llcorcoa do Pado. Es s são as marcas da obs lnodu ncíio admlniutrnt! J do Covcrnndor Pedro -dross1an. Ao lançar x dois pro gramna rcgionoia de de - envolvimento que com - poem o projeto Fronte1 - ras do Futuro, o Governa dor Pedrosstan abre no - va frentes pnra a mor - chn do progreoso e reto­ ma a cnmlnhado da lote - gração econômica e soei­ nl de todo o Eotndo, in! Obras Restauração e Pavimen km de linhas de transais - d 480 km d estra são de energia eletrica; 1 taçao e - e aZ59 e construção do Porto da; implantaçso de Áreas de Influência : 5 J O Projeto Douranagua ,(Rodovia da Soja), com - 118 km de pavimentação , deu novo impulso produ - or região da Grande Dourados e possibilitou o escoamento da safra de grãos aos mais importan­ tes centros consumidores. O Projeto Pan-Norte - implementou infra-estru­ tura de transportes e e­ letrLficação, integrando TPif iUXfePc cindo em seus Governos - anteriores. O Projeto Guotrá-Pori, unindo por asfalto as cidades de Ponta Porii ã liundo Novo, promoveu a integração do fronteiro Sul do Estado e estabeleceu elos de 6qâ& ç?6âãZx ­·x·éâ6óx S9/7! x rcg:lao unis norcúcente do Paraná. modernização ? fundamen- lhão e oitocentos mil no tal o apoio que o Presi- vos hectares d~·áreas de dente Fernando Collor, a cultivo vão se somar aos través dos seus Ministé: dois milhões de hectares rios, tem dado ao Gover- plantados atualmente. no Pedro Pedrossian. Com as novas áreas de As Fronteiras do Fut~ plantio e a diversifica­ ra, que estão sendo lan- çao de cultura, a safra çadas agora, atacam em (hoje em torno de quatro duas frentes de progres- milhões de toneladas) so: o Programa de Desen- vai dobrar durante o Go­ volvimento da Região Su- vemo Pedrossian. doeste e o Programa de Mas não ? só - Atra - a região norte ao proce Desenvolvimento da Bacia vês das novas vias de so de desenvolvimento do do rio Paraná - Região - tráfego, o Estado abre - Sudeste. caminho para a integra - A execução começa já- ção definitiva com o Mer serão pavimentadas 8ll - cosul, facilita o inter­ km de estradas. câmbio de riquezas com - Quatro subestações de os mercados desenvolvi - energia serão construí - dos de São Paulo e Para­ das e duas serão amplia- ná, e estabelece uma efi das. ciente via de mão dupla­ No total A:9 km de no de exportação e importa­ vas linhas de transmis - ção, com acesso agiliza­ são vão levar eletricid! do ao porto de Paranaguã de ao Campo. e ? Bacia do Rio do Pra­ Em Porto Murtinho se- ta. rã construído um porto - Abertura de oportuni­ fluvial, aparelhado para dades para novas agroin­ oore • o transporte de grãos o- dústrias, possibilidades través da bacia hidrogr~ de desenvolvimento , de fica do Rio Paraguai. projetos turísticos, va­ Além de fornecer ai~ lorização social e econô fra-estrutura, o Governo_mica de novos segmentos­ vai estimular a abertura de nossa gente sul-mato­ de novas fronteiras agrí grossense são outros re­ colas com incentivos: du sultados naturais dos no rante dois anos a carga- vos programas de desen tributária será reduzida volvimento regional. em até 80%, nas duas re- Trata-se, enfim, de a Agora é hora de com·,- giÕes, para os projetos brir novas fronteiras de pletar a integração, pro de abertura de novas ã- prod6tão, antecipando o : movendo o efetivo desen- reas de plántio. futuro e garantindo me - 'volvimento das regiões- A redução atinge in - lhor distribuição de ren Sudoeste e Sudeste do E! clusive o ICMS. da, mais justiça social- tado, para consolidar a Com isso, a área cu.1- e qualidade de vida para modernização de Mato tivada do Estado pratica a gente trabalhadora de Grosso do Sul. Para essa mente vai dobrar: um mi: Mato Grosso do Sul. Programa de Desenvolvimento ; Estado. Através do Projeto - Guatambu, os pequenos produtores rurais recebe rama injeção de estmu- 10 para• trabalhar e pro­ 'duzir com dignidade. Do Governo, recebiam orien­ tacão, assessoramento,fa cilidades de credito, as 'sistência técnica,forne­ ciento í insumos,garan , tia ,s mínimos e seus produ- 1 col tot Z r o 2,d grou á s 4o desenv ó6? ime. integrado do Esta­ ' do, da fronteira com o , Paraguai até a divisa com Goiás. BELA VISTA, 08 D o ,) ' t. fo o c , um Esses são apenas al guns exemplos do passa - do. A definitiva integra­ cão da região Sudoeste - ao Estado começa agora. : P restauraçao e ,pavi­ entação de estradas, : plantação de linhas de transmisssao de energ1a elétrica e a construçao de é_ porto fluvial na cidade de Porto Murti nho, representam uma to- mada de decisão do Gover nador Pedro Pedrossian = para resgatar a vocação histórica da região Su - doeste na geração de ri­ quezas e ativa participa cão no esforço de conso­ lidar a economia de Mato Grosso do Sul. A ação do Governo 'do Estado tem seus alicer - ces fincados no grande - desafio de promover a completa integração do homem ao seu meio, permi tindo que retire da fer­ tilidade da terra a real fonte da vida e de divi­ sas, o alimento. As novas trilhas do - desenvQlvimento recolo - cam o cidadão sul-mato - '' g·~'çZâx í~ Sá·áçxZ 5 ç?ç~·x Barbosa í7M k6Zóá ' ...J Miranda, Bodoque­ na, Maracaju, Jar -­ dim, Nioaque-, Guia r.opes da Laguna, Bo­ nito, Caracol, Anto­ nio João, Bela Vis ta, Ponta Porã e Porto Murtinho. Fluvial na cidade de Porto Murtinho. Incorporação de mais 800 mil hectares de ter­ ras agricultáveis; aber­ tura de novas fronteiras econômicas; novos escoa­ mentos para a-produção ; incremento ao turiso fixação do homem no cam­ po; geração de empregos; distribuição de renda e integração regional. As obras no setor de energia elétrica garan - tem a demanda de consuoo da região Sudoeste para cs próximos 9 anos. É o passo definitivo na dire cão de iluminar os comi= nhos que levam ao cresci g·~'J4Zâx í~ Rxq6âx 5 NsudcIr Xavier Resultados mento ordenado de um Es­ tado economicamente for­ te_e socialente justo. Alem de instalar linhas de transmissão, o Govér­ no Pedro Pedrossian am - plia e constrói subesta­ ções em algumas cidades pólos. A restauração da Rodo vi.a que liga Miranda 6 Bodoquena permite, tam bê, o tráfego de cami - nhÕes pesados necessã rios ao escoamento da produção agropecuária e o futuro transporte de cimento da fábrica í~ Bo doquena. g·~'~6âx í~ R~Zá nZÇâA 5 Edson Hcdclros de Mor aes A pavimentação da "z trada que liga Jardilt! s .Porto Murtinho garante o escoamento da produ - c;;ào pelo Rio Paragusi ~ partir do porto f1u"1 de Porto MurtLnho. 9 %2 faltamento da Rodo,ri 0 1 Jardim/Bela Vista, ·~ : e1° presenta um novo l , de acesso ao Paras". (via .Bela Vista), 0 °Á4 - edo e fundamental qua" ,+- discute a operacioa' zaçào do Mercosul • Continua na pógJ.Slll" • 0xC1 cZ :. â6 â Zx7 i, li S6! Do ia c L Ç x o ,l « !~ 4afa7âa8ut4 //m V A 9k Esta 6 e deve ser um spaço aberto , um porta voz entre a comunidade e o [poder U•~5? cutivo Municipal. Portanto a COLUNA FATOS está berta para os Presicl ntes de Ansocições de Bairros rei vindicarem cm prol de nua comunidacle.Tamb~m estamos a disposição de Presidentes do Clu­ bes Esportivos,Lideros Heligiosos,enflm, de todo cidadão que guelra rcclamar,sugcrir ou opinar. M f T E L - .LfLR 'A Rua MARECHAL FLORIANO PEIXOTO es tá vi rando um verdadeiro MO'l'EL. Logo no escurecer começam a estacionar veicules portadores de jovem que vão ali trocar caricias com a sua namoradinha é claro. Hà moradores descontentes com tal ato.A leqam que suas filhas(Crianças)enxerga.n o á8 não devem , pois os mesmos (Os nu.moradores) frequentam aquele local em horários nobres ( Dás 17:00 até ... ).Neste horário as crianças estão acordadas vendo televisão dupla.Dentro e fora de casa.Agora tem vizinho que já está pensando em montar um DRIVE·CAR para atender os frequentadores. 1 AGORAlisto está acontecendo por dois m~ 'l'IVOS:lO)A CRISE(lúetou até os Moteis.O pes­ soal vai no mato mesmo)e o 2o)t A FALTA DEI LUMINAÇÂO POBLICA. (Que além de colaborar pa­ ra d Rua se tornar um Motel,os estudantes es tão sujeitos a serem assaltados,pois existem terrenos baldios nesta,propicios a esconder qualquer tipo de gente.R válido lembrar que uma menina quase foi estuprada naquelas ime­ diações).· Os moradores pedem às AUTORIDADES que tomem providencias.Afinal,somos cidadãos que impreterivelmente pagamos mensalmente a TAL DA ILUMINAÇÃO PÚBLICA para vivermos imensa - mente na ESCURIDÃO. Quem irá nos ressarcir por todo este es paço de tempo que estamos sendo explorados? Pois pagamos um PRODUTO INVISlVEL:"A I- LUMINAÇÃO POBLICA" --- 07 S T P T U III5Ti» T i+F»#IV»GTTTrIrr 6"gPiP MI lPcjPiÁ lfTfk fk TPk" T õ » e Sou perfeito,alegre e Tenho mor e muita Çx·â~777 1. { sou feliz e inteligente, A ; vivo positivamente. U { Tenho paz,sou um sucesso, R Tenho tudo o que eu peço... O ; Acredito firmemente + l7I No'poder·da minha mente, 6 ; Porque ? DEUS no subconsciente! { # tkkktttkkkkktkkkt##kkttkttttkttt##kt â·6 uitiio ? ra Z*x· maneira xÇÇ'ó~Z7g·x · Ç : pre ?â4 4áí~Ç6óx4çá·âá·~6 4 á'•áÇç~q·6xÇ4ç· ~Z DUENDE.. 6e jii@riÇ76Ç -_28II lI x { SERIGRAFIA - DESFILES - SMOS - •~.,::--;_ '::.,. •,~ .. : A<1 GUAS DO BPI CD E ESIBRIGDDI FIZ IS CD TDS DOS OPreleitoMunicipal - 1 dson Moraets der lUU!lC!l Lc dta 0 o Estado de 1. • mergencIa na cidadeees­ ti atendendo toda a popu­ lação desabrigada, forne- cndo desde o transporte paraos locais debrio atéalimentação diária de todo on dcsnhriga