,, 
CIARIO REGIONAL 
QUE O POVO SEJA BEM INFORMADO 
BELA VIS'TA/MS 09 DE FEVEREIRO DE 1993 ANO 21 NO 1307 DIRETOR: IVLDO PEREIRA PREÇO DO EXEMPLAR CR$ 6.000,00 
INÍCIO OIS IULIS 01 REDE MUNICIPAL 
TRANSFERIDO PIRA O 011 PRIMEIRO DE MI Ç 
_____ , 
I 
Secretário de Educação Paulo Mello 
(Da Redação) 
O Sec. Municipal de 
Educação, Professor­ 
PauloMcllo - informou 
ontem que o inicio - 
do ano letivo na Re 
de Municipal de EnsI 
no, que estava pre 
visto para esta se­ 
gunda-feira, dia 08 
foi transferido para 
o dia 10 de março de 
vido aos serviços de 
reparos necessários­ 
que estão sendo fel 
tos em várias esco - 
las, como consertos­ 
de banheiros , parte 
hidráulica, pinturas 
limpezas de páteos e 
recuperação da estru 
- tura física de algu­ 
mas unidades. 
Os Problemas serão Solucionados 
pelas Comunidades 
(Da Redação) 
A partir de hoje, este jor 
nal, e os demais da Rede vão i­ 
niciar um trabalho de conscien- 
1 
> tização das comunidades de Bela 
Vista, Caracol, Antonio João 
Jardim, Guia Lopes da Laguna, 
Nioaque, Bonito e Porto Murti 
nho no sentido de iniciar-se um 
movimento para o fortalecimento 
do municipalismo, bandeira de 
fendida por esta TRIBUNA desde 
os idos de 1972. 
Os problemas dessas comuni 
dades se assemelham, moradias 
energia elétrica, água, sanea - 
mnto , escolas, estradas, mais 
empregos e mais assistência na 
área da Saúde. 
Acontece que não temos vis 
to resultados, só para citar aI 
guns exemplos, no tocante a mo= 
radías, CARACOL e PORTO MURTI­ 
NHO não possuem sequer um con­ 
junto residencial; nossos hospi 
tais estão falidos, e nossas es 
Abraão é o. 
Prefeito de 
Bela Vista 
e quer o 
Melhor para 
Cidade 
colas são um atentado ao que já 
foi chamado de "País do Futuro" 
futuro que nunca chega. 
Os prefeitos que assumiram 
cm janeiro não são salvadores - 
da Pátria, e nem "milagreiros". 
Quem falar ao contrário é 
demagogo e mente para si e para 
o povo. 
Fala-se em MUNICIPALIZAÇÃO 
da saúde, da educação, mas, a 
realidade é que está faltando - 
consciência municipalista - não 
só das autoridades, mas do povo 
que ainda alimenta bairrismos - 
tolos e arcaicos. 
Temos idéias, entendemos - 
que o Brasil (e nossa região) - 
só poderá prosperar, com justi­ 
ça social, através do munici­ 
palismo. 
~ por ai. 
Voltaremos ao assunto. 
A Rede Munici 
pal de Ensino de Be­ 
la Vista conta hoje, 
com 26 escolas, sen­ 
do 4 urbanas e 22 
rurais, incluindo as 
unidades dos bairros 
Cancha, Agua Doce e 
Distrito Nossa Senho 
ra de Fátima, até Õ 
final da semana pas­ 
sada a REME já esta­ 
va com aproximadamen 
te 2.000 alunos ma= 
triculados, número - 
que deverá aumentar­ 
até o fechamento das 
matrículas que ainda 
estão sendo feitas. 
Paulo Mello a- 
credita que o aumen­ 
to da procura por va 
gas na Rede Munic 
renda escolar envia­ 
da pela FAE e que Se 
rã distribuída para 
todas as escolas 
tanto da rede munici 
pal como estadual , 
"dessa forma os alu­ 
nos começarão ao au 
las sem nenhum pro 
blema, pois terão o 
material escolar, me 
renda e as melhores= 
condições possiveis­ 
dentro das escolas - 
do município, que es 
tão recebendo diver­ 
sos reparos e melho­ 
rias" destacou o Se­ 
cretário, lembrando­ 
ª atenção especial - 
que o Prefeito A­ 
braão Zacarias vem 
dedicando à Educação. 
SEGIJRAAAC PüEI IR 
E UM CIOS 
(Da Redação) 
A situação da 
Segurança Pública em 
nossa região é um 
caos. 
Apesar dos almo 
fadinhas, fechados= 
nos gabinetes palaci 
anos, afirmarem o 
contrário, a verdade 
é uma só: nada está 
se fazendo para me 
lhorar a situação de 
nossa Policia Mili 
tare civil. - 
A começar pelos 
salários e condições 
de vida de nossos po 
liciais, ganhando­ 
pouco, sem incenti 
vos e arriscando a 
vida no combate à 
marginais bem arma 
dos, bem alimentados 
e "estranhamente" 
protegidos. 
t mentira para 
todos os lados, des­ 
de os Gabinetes Pala 
cianos às Redações - 
de alguns jornais pa 
pal deve-se em gran­ 
de parte às constan­ 
tes ameaças de gre 
ves e paralisações 
que vêm acontecendo­ 
na rede estadual de 
ensino. 
O Secretário in 
formou também que a 
prefeitura Municipal 
já adquiriu farto ma 
terial escolar, como 
cadernos, lápis e 
borrachas, que serão 
distribuídos à todos 
os alunos da Rede Mu 
nicipal, de la a 8@ 
séries. 
Segundo Paulo - 
Mello, a Prefeitura­ 
estará recebendo tam 
bém esta semana a me 
Página - 02 
Prefeito Jraao Zacarias 
gos para falar bem 
do Governo. 
SÓ quem vive, e 
viaja pelo interior­ 
de Mato Grosso do SUl 
visitando Delegacias 
Postos, conversando­ 
com policiais, pode 
aquilatar a real si­ 
tuação. 
~ UMA VERGONHA 
Nossas Policias 
(Militar e Civil)pre 
cisam de viaturas, e 
quipamentos, armas 
uniformes (é isto­ 
mesmo, até unifames), 
segurança para a fa­ 
mília, saúde para os 
filhos, salários dig 
nos e condizentes e/ 
as funções. 
Como despertar­ 
no jovem a vocação - 
de SERVIR, através de 
nossa POLICIA se o exem 
plo que vê, a todo 
instante, é de misé­ 
ria, medo do futuro- 
e falta de condições 
para o trabalho? 
Apesar desse 
quadro caótico, os 
nossos humildes or­ 
vidores, tanto d Po 
lícia Militar como 
da Polícia Civil,cc 
tinuam trabalhando 
nesta luta desigual­ 
com a bandidagem que 
a cada dia se aprimo 
ra, com armas moder­ 
nas e "estranhos pro 
tecionismos". 
Está na hora de 
as comunidades se 
mobilizarem em defe­ 
sa de sua própria se 
gurança, e esquecer 
um pouco os políti 
cos promessistas e 
os chefões de gabíne 
tes refrigerados. 
Eles estão fora 
da realidade. 
N#ALI'MO ESCOLAR: 
UMI TDREFI DIFÍCIL 
Página - 07 
67: Leilão Apa Corte 
As 20:00 horas (Sexta-Feira) 
Dia: 12/02/93 
Local: Parque de Exposições Rio Apa 
Realização: Sindicato Rural de Bela Vista e POrteira Leilões 
Rurais 
32 CARECORTE 
LEILÃO DE GADO DE CORTEI Às 20:00 horas 
REALIZAÇÃO: SIND.ICATO RURAL DE CARACOL E PORTEIRA LEILÕES RU 
w" Dia O9/02/93 
Caracol Espera por Você

Controle da Natalidade, 
1 
( ,. 
q0 ou l 
, . ul11,1 
f ou ouvir 
qaém dizer equin­ 
ao cruzar - 
o, ver pastar uma ma 
1her humilde com vá­ 
rias crianças trás: 
"pobre, o que mais 
sabe fazer 6 filho", 
ou "pobr não tem t • 
levisão em casa, por 
isso tem tantos fi - 
lho", ou ainda "pa­ 
ra que pôr tanto fi­ 
lho no mundo, ncrá 
quo niio vê que ales 
vi:io sofrer?" 
Não sabem esses , 
no entanto, que cxa­ 
L,mcntc por ser po - 
bre milhares e milha 
rs de famílias bra­ 
silciras nio possuem 
condições de fazer - 
controle da natalida 
de devido aos altos­ 
preços dos anticoncee 
clonais, senio veja­ 
mos: hoje, em qual - 
quer Farmácia, a pí­ 
lula mais barata cus 
ta quase Cr$ 50 mil 
cruzeiros, o que pa­ 
ra um pobre é inaces 
sível porqt1e este di 
nhciro ele gasta em 
outra.necessidade 
como alimentação , 
por exemolo;camisinha 
então, nem pensar,no fim - 
do mês o salário de um 
trabalhador de baixa 
renda ficaria todo - 
na Farmácia, o jeito 
então, o que aconte­ 
ce na maioria dos ca 
sos, é deixar que De 
us mande quantos fi- 
lho aui er par 
c el, .te, por rua 
vez, e vira por .o­ 
dos o lados para 
criá-los, mal ou bem, 
sofrendo ou não, um 
dia eles se tornarão 
adultos na maioria 
dos caos, darão con 
tinuidade a sina dos 
pobres, muitos fi 
lhon • muitos sofri­ 
menLon raro crii-los, 
mas sempre com mui o 
nmor e speronça no 
coração. 
Fie, aqui, uma su 
g stão aos Governan­ 
tes que se dizem 
preocupados com os - 
mais humildes, com - 
as camadas mais co - 
r ntcs de nossa popu 
lação, porque não o­ 
fercccr meios para 
que essas famílias - 
tenhnm condições de 
fazer o controle da 
natalidade, como por 
ex0mplo, promover a 
distribuicio, com o 
dev.ido controle, nos 
postos de Saúde e 
Hospitais, de anti - 
concepcionais e pre­ 
servativos gratuitos 
para essa camada ma­ 
is carente de nossa 
população, em todos 
os Municípios do Pa­ 
ís, sem excessio. 
Esta seria uma i­ 
niciativa que tanto 
os Governos Munici - 
pais, Estaduais e Fe 
deral poderiam ado - 
tar, basta apenas u­ 
ma melhor conscien 
tização a respeito - 
desse grave proble - 
ma, principal causa- 
() r 
leir r 
e m' 
de rua 
que infestam as prin 
cipais capitais bra- 
ileiras e as qran - 
des cidades. Para fi 
nalizar, os custos - 
de uma iniciativa co 
mo o que aqui propo­ 
mos, s rlo Inflno cm 
relação aos que o 
nacessível aos Pobres 
LEI DE TERMI I O RECONHECIMENTO DE 
PITERNID PELOS PBIS SOLTEIROS 
(Ubaldiho Rodrigues - Da Redação) 
Já está em vigor 
em todo País a Lei 
que concede direitos 
às mães solteiras de 
registrarem.seus fi­ 
lhos em nome do pai, 
mesmo que ele seja 
casado e tenha outra 
família. A Lei 8560, 
de 29 de dezembro de 
1992 é resultado de 
um projeto do Sena - 
dor Nelson Carneiro 
e apesar de pouco di 
vulgada, já está cm 
vigor. 
Pela Legislação, o 
pai citado pela mãe 
no ato do registro - 
da criança tem 30 di 
as para comparecer - 
ao Cartório,caso con 
'as famí 
ilds , 
F 	te e to 
dos em, desde 
os p s Municí - 
pios até o Governo - 
trário o Ministério 
Público será aciona­ 
do para que possa a­ 
brir uma ação de in­ 
vestigação paterna. 
A mãe solteira pode 
chegar em qualquer - 
Cartório que faz re­ 
gistro de crianças e 
fornecer o nome e os 
dados do pai, depois_ 
disso o Cartório se 
encarregará de noti­ 
ficar o pai sobre o 
Registro de seu fi - 
lho, se ele concor - 
dar melhor, a crian­ 
ça será regitrada - 
imediatamente, sem 
maiores problemas.Ca 
so ele não compareçã 
ao Cartório em 30 di 
' - • 	t' 
q- la já é ado d 
co:n 5UCC:""!IO r V 
as, ou ainda negar a 
paternidade, o Minis 
tério Público ficarã 
encarregado de tomar 
as devidas providén­ 
cias, devendo abrir 
uma ação de investi­ 
gação paterna, caso 
a comprovação se) 
positiva, mesmo que 
o pai seja casado e 
tenha outra família, 
ele será obrigado a 
reconhecer a paterni 
dade e assegurar os 
direitos increntes a 
qualquer criança, a­ 
tê mesmo às mães sol 
teiras, que tiveram 
seus filhos antes da 
publicação da Lei , 
possuem esse direito 
assegurado. 
O objetivo da lei 
é garantir à odas - 
as crianças o direi­ 
to da filiação e cor. 
sequentemente, recur 
sos para alimenta - 
ção, saúde e educa - 
ção, com essa mudan­ 
ça na Legislação bra 
sileira, o destino= 
de milhares de crian 
ças que hoje vivem - 
no anonimato vai mu­ 
dar e poderio ter u­ 
ma vida melhor com o 
reconhecimento da pa 
ternidade pelos seus 
pais. 
Os "solteirões" 
que se cuidem. 
(Fmdado cc 20/02/1972 
o 
o 
2s 
:ac 
;e, 
1em 
Publlcnciio da Rede llclavlstensc de Jonuils - Avenida Trl 
buna da Fronteira,56 - Fone (067) 439- 141o- d. P. 23 
cC- 15.513.203/0001-90 Insc. Est. 28.209.001.1 
llcln Vlst,i -- Moto Grosso do Sul 
Diretores 
Ivaldo Pereira e Maria Estela Velásquez Pereira 
:)lrctor Rc.sponsiivcl 
1v:,Jdo Pereira 
Reportagens 
'aldLno Rodrigues e João Carlos 'elisque:: 
Gerente 
Gllson Silva S.mtos 
Redação, Adntntstração e Parque Gráfico - Avcnlcb Trtbu­ 
na da Fronte.ir-a, 56- Sede Própria - Fone (067) 439-1410 - 
C. Posta1 23- Bela Vista - Mato Grosso do Sul 
Sucurr- ... ,ts: 
Antonto João, Porto MurtInho, 'aracaju, Bonito, Jardina e 
Car icol (Correspondentes n Campo Grande, Brasfla e princI 
pois c:iplt,lls). 
Rcprcsc.nt...·ntc. Cooerc l:.1 
Iábula 'c!culos e Co:::unlcaçÕcs SIC Ltda, RuJ Ccl. Oscar Por 
to, 1173 • CIP: 0003-005- Paraíso - São Paulo/57- Fone - 
(OU) 570-2142 / 571-8803 • FAX: (011) 571-979~. • Av. Pro 
s!dente Varas,590 - 1l! Andar - Conj. 1109 - Rio de Jane!­ 
ro/lU - CEP: 20.071-000 - Fone (021) 263 • 1129 - FAX: 263- 
534 - SCS: Qundrn 01 - Bloco C • Ed, Baracat, 505 - Br.sI- 
1a - DF • CEP: 70.309-900- Fone: (0ól) 223-1511- FAX: 
225-4733. 
No devolvemos originais. 
0 Jornal não se responsabiliza pelos Artigos assinados ou 
de orlgen dc{inldn. 
Fil Lado à AJORI /MS e ABRJOR. 
) - 
Abraão é Prefeito de Bela Vista e 
quer o Melhor para a Cidade 
Bela Vista preci­ 
sa e vai mudar. 
Se nio mudar atra 
vés do diálogo, do 
entendimento, vai mu 
dar atravês das "ca­ 
cetadas". 
Estamos perdendo 
terreno, precisamos 
de mais Empresas no 
Município, sejam e - 
las micro, pequenas 
ou mêdias, precisa - 
mos de gente que PRO ~! 
duz, que gera empre::- r• 
.e.- move o trem da pros- 
peridade. 
Para que haja condi 
çÕes de trabalho, de 
investimentos, precisamos 
ac.:ibar cana f()lítica de Temos visto algu- precisanào de a 
curral, de roca, de mas atitudes imbecis legres figurantes 
tribos, ê uma idioti àe alguns aue se di- cheios de vida, oti­ 
ce ficar com o dedo zem belavistenses mismo, confiança no 
no gatilho esperando mas nada fazem pela futuro e que dêem 
o Prefeito oassar. o cidade, MORAM AQUI , um basta para. a cri­ 
Prefeito, NENHUM, po aqui possuem bens , se. Vamos ajudar 
0 
de Administrar sozi mas nio têm visão do Prefeito, nio impor- 
nho, a cidade somos futuro. 	ta se ele é do PT 
nós, o povo, as for- O teatro chamado PMDB,PTB,PFL, estes 
ças que produzem. Bela Vista está "pês" que Brasil 
Ili 
! 	•• •~• • . ! • no 
w y, 
i 
.gg 
Prefeito Abraão Armoa Zacarias 
Consu.tc nossos preços para toda linha alcool e gasolina. 
MOTOR ~ Tapamentos (12 
---- 
de hoje só atrara - 
lham. No teatro cha 
mado Bela Vista ha 
muitos artistas que 
já podem pedir apo­ 
sentadoria, vamos - 
dar vez e hora aos 
que pensam GRANDI: , 
aos que querem mesmo 
uma Bela Vista me - 
lhor. Demos um voto 
de confiança ao Pre 
feito e sua equipe 
vamos deixá- lÔ trêba 
lhar, mas não assistir 
de camarote, vamos ar 
regaçar as mangas,. 
dar um chega prá lá 
nos radicais de pl.an 
tio e fazer desta - 
cidaàe orgulho par 
os nossos filhos. Kós 
podemos ser exem:,los. 
Bons ou ruins. Õeoen 
de de nós. Vamos 
cabar com as teiãs 
de aranha das cabe· 
ças mumificadas dos 
que não querem cami­ 
nhar orá frente. A 
hora é de acreài - 
tar e trabalhar. 
. Retífica em Geral: 
' ENTREGAMOS SEU CARANGO, RAl'lDlN!IO! 
* COLOCAÇÃO GRATUITA! 
* MOTOR COM GARANTIA! 
CAMPO GRANDE - MS 
lo 
Rua 13 de Maio, 3.709 
em Frente a Santa Casa 
Fone - 383-2517 e 384-444]

ECOLÓG 
pbr2 
J 
13 
e 
,_ 
eras 
JE ' 
'.O 
,o qat servo de base - 
ara o Projeto de Lei so-­ 
e Reforna Aqrária (cfr.,PL, 
1 l 1) / J l , li rt,2o) e Reforma - 
'rbana tefr. PL, 5788/90 
Ar' s, 70 e B8o ) atualmente 
debate no Congresso Na 
·ional, Cor, ra soa aprova - 
ão, a 'TFP empreendea meses 
trás vigorosa campanha de 
âmbito nacional, obtendo no 
prazo de am mô, o expressi 
vo otal de 1.13).932 assi­ 
nataras. A mensagem da enti 
dade, dirigida ao Chefe do 
Ex«tivo Federal e aos Pre 
sident es do Sono do e dn Cârnn 
ram pleiteia também a reali 
ação de om plibiscito na • 
cional para a apreciação 
dos rc(cridos projetos. No 
dia lo de dezembro Gltimo 
uma comissão de s6cios e 
cooperadores da TFP entre 
q0u no protocolo do Palácio 
do Planalto 40 caixas con - 
tendo 119.873 folhas de abai 
xo-assinato com o aludido - 
nmero de assinaturas. 
* * * 
C frequente hoje cm dia, 
na mídia, o emprego de ex - 
pressão função social. En - 
tretanto, quão pouco expli­ 
cativos são habitualmente - 
as referências a tal expres 
sãc! 	- 
Se alguma empresa de pes 
quisa de opinião pblica in 
vestigasse qual a porcenta­ 
gem dos brasileiros (ou do 
naturais de qualquer outro 
Pais) aptos a dar de imedia 
to um conceito definido do 
que seja função social, é 
altamente provável que os 
resultados a qu0 tal pesqui 
sa chegasse fossem dccepciÕ 
artes para os usuários da 
expressão. 
Na melhor das hip6teses, 
uma minoria não exlremamen­ 
te pequena de pessoas res - 
ponderia corretamente às se 
guintes perguntas: 
- Se a presente voga da 
rxp1essão função social da­ 
ta de tempos do Papa Leão - 
XIII, Ou de algum de Seus - 
sucessores; 
- Se ela concerne à to - 
dos os direitos de homem 
Ou apenas ao direito de pro 
priedede; 
- Se a função social se 
destina essencialmente a 
servir a casa da distribui 
,ão igualitária dos bens 
mediante a transferência 
para os que possuem menos , 
da maior parte possível das 
posses dos que têm mais; 
- e a função social a - 
i:qiria, consequentemente, 
a plena perfeição de se 
µrbprio ex releio, no dia - 
em qae todos fossem iqaais. 
A reposta vaga e titabe 
ante que a maior parte das 
pessoas dari, a ssas per - 
4antas se inspiraria em al­ 
go que melhor oc quoll[icil 
como um ocnLimcnLo de com - 
paixão instintiva e notavel 
mente genérico, do que pro-= 
priamente como um doutrino. 
'Tal sentimento tem como 
pronuupoGto que toda dor po 
de e deve ser xtirpada da 
vida do homem. 
Desa ilusão ut6pica se 
origina, em muitos espiri - 
too, uma divagação sobre os 
diversos sofrimentos cxperi 
montados pelo ser humano ã 
prop6nito da propriedade 
privada e das desigualdades 
s6cio-econ6micas decorrcn - 
tes desta. 
Nas miragens dessa diva­ 
gação, aparece - sempre di­ 
fusamente - a impressão de 
que grande número de sofri­ 
mentos poderia ser remedia­ 
do desde logo se todos os 
bens se dividissem igualmen 
te entre os homens. E isto, 
tanto à nível de nações, co 
mo à nível de indivíduos. - 
De fato, imaginam os uto 
pistas que mediante essa di 
visão igualitária cessari - 
am, antes de tudo, as maiu 
variadas formas de pobreza 
que existem. Tal seria o 
fim das carências que afe - 
tam o corpo. E igualmente - 
das que fazem sofrer as al- 
Ou seja, mesmo entre pes 
soas que não experimentam= 
qualquer necessidade fisi - 
ca, a propriedade privada - 
ceria causa de um padecimen 
to autêntico. Com efeito 
toda desigualdade faz so 
frer quem tem menos. A tal 
ponto que a condição de um 
miliardário seria justifica 
damente penosa para este 
quando posto em confronto - 
com a de um multimiardário. 
E não vale isto tão-s6 - 
para desigualdades econõmi­ 
cas, mas ainda para os re - 
flexos que essas desigualda 
des podem produzir, Poje em 
dia, nos vários campos da 
existência humana. E tudo 
isto pode despertar em quem 
tem menos Ou é menos, uma - 
tristeza ocasionada por sua 
inferioridade. 
* * * 
Um igualitário famoso do 
Século XVIII, o Padre 
Funcionalismo Público paga 
água e luz mais cara 
qaidaana (Do 
Corrcsponc'cr.t e) -D ia 
tiamente o pobre o­ 
vo brasileiro vê,com 
tristeza, a sua moe­ 
de desvalorizar-se - 
cada vez mais, dimi­ 
nuindo a cada dia 
que passa o seu po - 
der aquisitivo. O as 
salariaào não canse= 
9ue acompanhar os 
Preços dos produtos 
necessários à sua so 
brevivência. 
Gastos com o la - 
zer, há muito foram 
abolidos. 
Hoje, o trabalha - 
cor em geral·gasta o 
estritamente necessã 
tio Para ver se con­ 
segue chegar ao fi - 
hal do mês com al - 
Suns trocacos. A in­ 
:lação no mês àe Ja­ 
Reiro foi a 29,9%,se 
Sndo cálculos da s 
cretaria de Planeja= 
menta, de Ciências e 
Tecnolngin,o que dcs 
gosta qualquer brasi 
leira. Disse o amigÕ 
da esquina da Mare - 
chal Mallet com a Es 
tevão Alves Corrêa ~ 
que fica cada vez ma 
is triste quando as= 
siste pela Imprensa 
nacicnal a descober­ 
ta de novas falca 
truas nos Órgãos go­ 
vernamentais, propor 
cionadas pelas cor= 
jas que corrompem,im 
panemente, a nossa= 
sociedade. O servi - 
dor Pblico, além de 
assistir a tudo isso 
sem nada poder fazer, 
sem ter a quem recor­ 
rer (?), vê o seu pre 
jaizo aumentar quan­ 
do recebe suas con 
tas de água e luz 
com abusivos aumen - 
tos mensais, alguns 
com 200% a mais e 
o 
TO - 	IS 
c] ro 
p. O ... 
seja, cada sa r or d 
zaria os inferiores. O 
acarr aria - ja ie vê- qoe 
cada inferior odiasse seu - 
superior Não se poderia ex 
pr lmi e de modo mais conciso 
o principio gerador d. lota 
de classes. 
f, incontável o nmero de 
pessoas que ve do mesmo - 
modo as desigualdades ainda 
existentes na organização - 
social contemportlnca. 
Bem entendido, nem todas 
as pessoas têm coragem de 
expliciter a é soas ultimas 
conocquêncins '5Se pon o de 
chegada extremo de suas di­ 
vagações s6cio-scntimenta - 
is. Mas para lá tendem, com 
celeridade maior Ou menor , 
incontáveis contemporâneos 
nossos. 
li função social da pro - 
pricdade se lhes a[igura c2 
mo a obrigação que pesa di­ 
retamente sobre todo mundo 
que tem mais (e pesa in o - 
bligo sobre todo mundo 
que, a qualquer titulo, é 
mais) de colaborar por to 
dos os meios na tarefa e e­ 
·odir gradualmente a saa si 
tuação, em beneficio dos que 
têm ou são menos. De sorte 
que desapareçam todas as de 
sigualdades, e com estas a 
causa que ainda fará gemer 
a humanidade até o dia em 
que a ltima desigualdade - 
desapareça na Terra. 
Ideal todo perfumado de 
compaixão, que algum revolu 
cionário ut6pico do século­ 
XVIII exprimiria sem receio 
de se contradizer, mediante 
o desejo - imprcgnado,segu~ 
do ele, de justiça - de "ver 
o ~ltimo Rei enforcado com 
as tripas do ltimo Padre". 
Plinio Corrêa de Olivei­ 
ra é pensador e escritor ca 
t6lica, tradicionalista, ex 
constituinte federal, profes 
sor universitário emérito , 
fundador e presidente da So 
ciedade Brasileira de Defe­ 
sa da Tradição, Familia e 
Propriedade - TFP. 
Autor,entre Outros,do Li 
vro "Revolução e Contra-Re­ 
volçao",qe inspiro a fan 
dação de F?Ps Ou Boreaux-TFP 
em 22 Países,nos 5 Continentes. 
com o vencimento pa­ 
ra o início do mês. 
Infelizmente, o 
servidor vêm receben 
do seus salários a 
partir do dia 10 e 
não mais no quinto 
dia Gtil como cons­ 
ta na Constil.uição 
Estadual. 
de C 
e ±OI. 
d oa 
lo. 
no i 
após caaa 
Não era 
trens, devido a ar 
sageiros que asafr 
port . 
As estações ficavam c 
das qae, diariamene, era 
brança de ingressos na 
gens. 
Depois, veio a époc de LITORIA (« 
cio de vagão, com tração pr6pri~, o<lo 
chado e com ar condicionado). Ouun~ ts p 
saos que viajaram na sadosa liorina não 
se esqueceram daquele transporte mais r 
pido, mais seguro e mais limpo da Noroes­ 
te do Brasil? 
Quantas pessoas aproveitaram esse 
transporte raro fazer comprar. cm Pedro J., 
an CaballeEº• no Paraguai? Qu!nlOH cxccu-1 
tivas iam a Capital pela manhu e retorna­ 
vam, à tarde, às suas cidades, com &Ou6 
problemas resolvidos? 
Esse tempo passou! ... 
Hoje, com a rapidez dos transportes rg 
doviários interestaduais, os trens de pas 
sageiros foram ficando para trs, e o que 
é pior, foram sendo esquecidos. Viagens - 
diárias passaram para duas vozes por sema 
na e a direção da NOB já cogitou, por di­ 
versas vezes, suspender o transportes de 
passageiros, medida esta contestada pela 
população dos Municípios servidos pela No 
roeste do Brasil. 
O que a direção da NOB (Bar/SP) ain­ 
da não percebeu é que m~itos passageiros viaja 
ram ou viajam de trem até as fronteireçs 
cidades de Corumbá ou Ponta Porã apenas - 
para conhecer as belezas do maior santaá­ 
rio ecol6gico do mundo ou para fazer to - 
rismo em Pedro Juan, isto é, estão fazen­ 
do turismo por conta pr6pria. 
No domingo (31/01/93), o progra 
ma "FANTÃSTICO" (Globo) mostrou aos teles 
pectadores um trem de passageiros que vi­ 
nha passando pela mesma situação que os - 
da NOB, mas que também atravessa por uma 
região de rara beleza: a São Paulo/Santos 
pela Serra do mar. Assim, transformaram - 
esse trem de prejuízos num trem taristico 
de muitos lucros. 
Cabe agora à d~reção da Noroeste do 
Brasil reunir-se com os Secretários Muni­ 
cipais de Turismo das cidades por onde os 
trilhos da NOB passam para estudarem for­ 
mas de sobrevivência dos trens de passa - 
geiros, principalmente, do "TREM DO PANT, 
NAL", através do qual, ainda hoje, pode 
se apreciar as belezas naturais da re 
gião. 
A sugestão está dada, o exemplo 
ai! ... 
está 
Dessa forma, ele 
é obrigado a pagar - 
suas contas de água, 
luz e telefone (qan 
do tem) muito além= 
do preço que vem es­ 
tipalado no recibo - 
da Empresa. 
O Servidor Pbli­ 
co paga, mensalmen - 
te, suas contas com 
multas de 10&, mais 
correção pela TKD 
além do acrêscimo 
mensal da própria 
Empresa. 
BB Prepara Linha de 
Crédito para Carros 
O Presidente do Banco do Bra 
sil (BB), Alcir Calliari, afir-= 
mau que o Banco vai cortar su~ 
margem de lucro e arranjar US$ 
70 milhões (Cr$ 1,1 trilhão) pa 
ra financiar a venda de 10 mil 
carros. Os recursos terão de 
sair dos dep6sitos e de sobras 
de aplicações. A perda na mn1ar - 
gem de lucr0, disse, virá com a 
menor taxa de juros reais (aci­ 
ma da inflação, descontada a 
TR) •de l 'l, para pagamento em se­ 
is meses e de 2'l. para pagamento 
em até 24 meses. O Banco está - 
disposto a financiar até 90% 
do valor dos carros. 
Segundo Calliari, .criando es 
sa carteira o Banco participa - 
do plano do Governo para manter 
o nível de emprego no setor au­ 
tomobilístico e facilitar novas 
contratações. Para o Presidente 
do Banco õc Brasil, os recursos 
sc±o suficientes para atender 
a demanda reprimida poraue 
"os pagamentos de parcelas ge 
rarão novos: recursos para a 
carteira, que será mantida a­ 
p6s o financiamento inicial - 
. desses 10 mil carros". 
RURAL - O Banco do Brasil 
tem US$ B bilhões (CrS 132,6- 
trilhÕes) aplicados no setor 
agrícola, incluindo US$ 2,5 
bilhões (Cr$ 41,4 trilhões) - 
de investimento previstos pa­ 
ra este ano. Calliari disse - 
que estão sendo concluídos es 
tudos para liberar o crédito­ 
rural evitando inadimplência 
e desconhecimento de· regras 
pelos tomadores. "Os nlanos e 
choques econômicos dos lt; - 
m•.•s dez anos criaram uma si - 
tcacão anacrônica: os agricul 
tores não sabem direito auan­ 
to devem, o que prejudica o 
sistema todo",

z 
A 
o 
ÇIO 
i.<'OM/ M'., 
cr tiria d Fazenda - 
ta primoratdo o t ),tr t 
ri l 1 ,· il I 7a,a0 para diminuir- 
1 o .i , J ,; , 1<1 J 1 , e , 1 . 
poro i o, [tosa a contar 
com 111n 1.od, rn,, !.t' 'ma de in­ 
formá ica qu permite o qer n­ 
ciamnto con»loto do trabalho- 
i 1 c,tl "'" todd''i (1' u1. cl 1 
tas Outra modida adot ada a 
partir desse ano e " c·r n r,, J 1- 
•,1ç,10 do corn rndo llil !•r<>pr • t1 Sr 
crotaria da Fazenda. 
"Nenhum trabalho fiscal - 
será iniciado nem concluído sem 
o nosso visto", explica o se­ 
cretirio adjunto da Faz uda,An 
onio de Barros. Para qarantir 
o rrcrblmrnto doe rlbulos, o 
Es ,ido vai coloc:ilr nas ruas 100 
novos (incain qur, somaclos aos 
150 iii cxintcntcs, formam o 
"quadro ideal", segundo An o 
nio do Barros. 
Al6rn do reforço num~rico, 
i Srcrc- 1:iriu vai investir tam­ 
b6m nn aualidade dos fiscais , 
com melhor aproveitamento dos­ 
experiências de cada um deles, 
Pm dPtcrminodo setor da econo­ 
mia. 
Com todos esses reforços, 
li1 pt utnas e, 
ntao não ofr 
ia ,1o inten a, Lassarao 
1 r, cbr vii as requleres d s 
gentes da Secretaria. 
"Nao vamos deixar pass r- 
1 rrcqularidades", afirma o •·p­ 
Ct< t .ir io ,,d Junto. S"':lundo ,...l<', 
cerca do 90 por cento das em­ 
pr,•:;,1 • hoje v isi adas pela Se­ 
cretaria de Fazenda es ão ·m 
situação de irregularidade fi S 
cal ou com contribuições ilbili 
xo da mé-dia. 	- 
Ma, a partir de agora s 
sa situação vai mudar. "Vamos­ 
Jnibir a soncgnção e cnda um 
vai pagar o que deve". 
1NCEN'l'IVO JOS BONS PAG/OO 
Os empresários que roce 
bem algum tipo de incentivo,po 
derão perdê-lo sempre que a Se 
crctarin de Fazenda descobrir= 
algum problema. 
~ocaso do Pró-Indústria 
criado para incentivar setores 
do economia, e que atinge, ho­ 
je, a cerco de 100 empresas. 
"Os benefícios fiscais jã 
---------------------------=================================== 
n_ OI! 
r, , r I 	ir re 
qular". 
J í r, <lC' g,rlo dr• cor_ 
tr <> dcri v>d' COll ('g•1ir- 
alqum,s v ntagens, sepr que 
<'St iv<>r COM ar conta!! t;;n dia - 
com a Secretaria da fazenda. 
1)01 ~ d<•crrtos do Govern dor PP 
drossian qaran.em a redução da 
, li quota in orn,7 de 17 por1.1 7 
~0 a3 empresas gozar •m de regi 
me especial - o q• e significa­ 
que o [J<'CUõlri sL ' OoÇOll)UCiro­ 
ou o dono do abi!Lcdouro deve , 
pura ob cr essa redução, ser 
primeiro um Pbom contribuinte~ 
C/f.END~RIO PISC/L 
40 GRAUS 
DRINKS BAR 
J 1 1 !e 
ao leto narvlo 
latonte, por 
e tfrhos, sal a 
d r cl.-Jlt 1 .,- 
per Ivo. 
V .. 1 t.1 cooft.rlr 
Bou1to - ~ 
Mercado e 
de Carne 
DE: Antonio Casanova 
l)()JG crtta.t>clf"c.h11enLo!'i !unto ta do outro pa 
ra melhor atender a rande clientela. 
Secos e MC>Jh:idos ena peral pelo pn""'ÇO all.s 
cam3roda d:.t ctdade
11
• 
Ao lado c.stá a "Dum de C.Jnlf" Sodt.1''. Car­ 
nes de Suíno, Bovinos, Frangos, Patos, Lfu! - 
ç.os ~fsLas, qu.eljos, banlms, Lorr Sl!tOn, etc .•. 
Ate.nd f_cento not..1 10 
FONE - (067) 2.SS-11,75 
Casa 
Sadia 
llonllo - H5 
ElllTAL DE PROCLAMAS 
J'ILDE ROSA DOS SANTOS, O±tela1a rlo (;.1rtÕrlo do Ro~lstro Civil d<•stn 
cidade de Nela 'V!sta - MS,, FA? SARER, que apresentaram os documentos exigidos pelo artt 
Ro 1O do Codto CIvII, Incisos I,II,II e IV e pretendem se casar: 	- 
IIMtCO M'TOXIO DA CUNHA e JANE CARVALIIO llARR~:rc>. a-,bus br.,sll<'lros, solteiros, rosl­ 
dentes testa c!tl.Hh.•, ele, eletreeista, f!!ho de Rutens S!Ivelra da Cunti,, t' Errln[.1 Lc.•ftc­ 
da Cunha, ela estudante, fI1ha de Javro Menas Barreto e M!ar!a Carvalho Senturlon Barreto. 
fü•l,1 llst.i - 'IS, 04 dt• fcvcn .. •tro d(• Pl9J, 
O recolhimento dos tribu 
os rclntivoe aos fatos ocorri 
don cm janeiro de 1993 deverá= 
ser feito ot6 o dia 05 de fcvc 
reiro, para os setores de co­ 
mércio e indústria, adverte o 
Secretário Adjunto An onio de 
Barros. Terminado o prazo, A­ 
gentes Tributãrios Estaduais - 
(ATE) "irio para a rua", expli 
ca o secretãrio, para desccbrir 
os faltosos. Os inadimplentes­ 
poderio perder o registro. 
Farmácia e Perfumaria Drogacruz 
tt Agora cc :.um:; codcrnns lnst.ataçÕCs Õ Rua Pltlnd Rcbu
1
.i, 1829 
-ra- CRandc estoque de cedlcill:Cntos e pcrfuoar(ao! 
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FO:"iE - (067) 255-1554 
BO, TTO - HS 
• 
ers 
preço 
Fevereiro 
, 
• 
I 
1 
Assinando o jornal até o dia 20 voce pagara- por uma 
assinatura de 01 ano o 
de 6 meses_É isto mesmo, desta vez 
O 
- 
aniversariante é quem dá o presente_ 
Aproveite, faça a sua assinatura diretamente na 
Sede da Tribuna da Fronteira, ou pe 
lo fone 439-1410 - com d • 
um e nossos corretores, ou nas sucursais_ 
Você pagará apenas Cr$ 500.000 
É só até o dia 20 de 
OBS: Voce receberá em sua casa ou local de trabalho, ale-m da 
Tribuna de Fronteira, os Jornais Correi· 
0 Jardinense e Tribu 
na Murtinhense (Semanãrios) _ 
NÃO PERCA ESTA OPORTUNIDADE - E 
natura antes do dia 20. 
Dia 20 de fevereiro o Jornal Tribuna da Fronteira 
comemora 21 anos de circulação em. Bela Vista e re 
giio. 
É o primeiro Diário da Região_ 
Um dos mais tradicionais e combativos jornais 
do interior_ 
Feito por gente que acredita na verdade dos 
fatos e quer manter o povo sempre bem informado- 
mais, 
pode paqar com cheque pré datado, em nome do jornal, 
até 
O dia 28, mas faça a assi- 
VN-JOS LÃ, J FESTA t SUA 
t Sô ESTE MES!

l 
1 
., 
,, 
Prefeitura -Municipiil de Antonio João 
Balanço Patrimonial 
S/A 
Imóvel 
ns 	Ind, 
rédito (Divida tiva) 
1do do ativo renal 
,"]do P11trJrnonJn 1 
Passfvo Real Descoberto 
Ativo Compensado 
al, em Poder de Terceiro 
Valores de Terceiros 
Valores Nom, Em!t {dos 
otvenor; 
TOíAL Gt•:RAL 
t r 
49.409,19 
/,. J,3.')')5,li) 
816,619,80 
82.450,82 
,9.069.(J89, 7 l 
l .)55.409.105,hZ 
926,19 
11.88 .568,07 
( 1 
l .426.16).G90,21 
1.431.6)6.365,91 
5.272.675,70 
Pa lo Pera te 
D/1da Fandad Ir ter, 
! "' d J lo 
Por Co.trato 
D{da Fundada Externa 
Hn t{tulos 
Por Cont r,i to 
D versos 
Faldo do PaKslvo Real 
S do Patrimonial 
MAtIvo Real Liquido 
Pnsoivo Compensndo 
Contra p/VI, Poder terceiros 
Contra p/Vl. Terceiros 
Contra p/VT. Nom. [mlt. 
Dlv,•r º" 
1s7.229.470,2j 
1.431.6 6. 6 5, li 
llvnldcte Colncte - Profclto 
l .43l .63fi. J65,9l lOTAL Gl:RAI. 
Antonlo RIbelro Guimares - Diretor de Fazenda 
1.4J1.616.35,91 
Lucy Ramires Cu!mares - Contadora 
Demonstração das Variações Patrimoniais 
ViRlAÇOES /TIVAS 	CrS 	CrS 	ViRIAÇOES PASSIVAS 	Cr$ 
Rcsult, Exec. Orçnmentária 
Receitas Orçamentárins 
Rccelt,1:; Correntes 
Rece 1 tas Tributá rias 
Rcccltns Pntrlmoninl 
Receitas Industrial 
Trnnsf. Correntes 
Outras Rec. Correntes 
Receitns de Capltrl 
Mutações Pntrimon.iais 
Aquis. de Bens Móveis 
Aquis. de Bens Imóveis 
Aquis. de li. Na t. lnd. 
Aquls. de Tit. Valores 
Empre"stlmo Cone. Resgate 
Diversos 
Result. Exéc. Orçamentária 
Despesas Orçamentárias 
Despesas Correntes 
Despesas de Custeio 
Trasnf. Correntes 
Despesas de Capital 
Investimentos 
Inversões Financeiras 
Transferencias de Capital 
~utaçÕes Patrlmoniais 
Cobr. da Divida Ativa 
Allen. de Bens Móveis 
Alien. de Bens Imóveis 
~lien. de Bens Nat. Ind. 
Alien. de Titules e Val. 
Emprestimo Tomado 
Pec. Crédito 
Diversos 
lndcp. Exec. Orçamentárin 	lndep. Exec. Orçamentária 
Inscrição Divida Ativa 	12.552.252,00 	Canc. Divida Ativa 
Inser. Outros Créditos 	Encap. da Div. Passiva 
Canc. da Divida Passiva 	6.319.860,17 	Doações Patrimoniais 
Diversos - Baixa Realizavel 	18.872.112,1 Diversos Bens Imóveis 
Resultodo Patrimonial 	Resultado Patrimonial 
Déficit Verificado 	fuperavit Verificado 	164.190.945,71 
4.465.138.465,42 
4 .322.108, 73 
4.616.)61.130,3, 
42.865.194, 18 
1.))).771.637,57 
23.668.741,98 
1.400.305.573, 7 
3.579.047.686,96 
229.855.456,24 
544.636.831,75 
832.000.000,00 
21.654.41),74 5.207.194.388,69 
3.778.512,80 
660.374.969,02 
3.778.512,80 
660.374.969,02 
TOTAL GEEdl ' 1	6.035.538.816.22Total GfBd!' J	.025.220.%lo.z 
Ovaldete Coincte - Prefeito 	Antonio Ribeiro Cuirães - Diretor de Fazenda 
Balanço Financeiro 
Lucy Ramires Guimarães - Contadora 
RECEITAS 	DESPESAS 
TITULOS 	CrS 	Cr$ 	TlTULOS 	CrS 	CrS 
•Orçamentária 
Receitas Correntes 
Receitas Tributárias 
Receitas Patrimoniais 
Receitas Industriais 
Transferencias Correntes 
Outras Receitas Correntes 
Receitas de Capital 
Operações de Créditos 
Alienações de Bens Móveis/ Imóv. 
Transferencias de Capital 
Extra Orçamentário 
Restos a Pagar 
Transf. a Câmara - Contra - Pare. 
I.N.P.S - Receblmento 
A.P.A.J - Recebimento 
A.S.M.A - Recebimento 
Secret. Educ. Recebimento 
Despesas Classificadas 
Restos a Pagar - Càcara 
Outras Receitas - Câmara 
Saldo do Exercício Anterior 
Cata 
Banco e/Movimento 
Banco e/Vinculada 
t;ãmara Municipal 
Banco Bamerindus S/A 
TOTAL GERAL 
146.900.556,17 
4.465.1)8.465,42 
4.322.108,73 
Orçamentária 
Despesas Correntes 
Despesas de Custeio 
Transferencias Correntes 
Despesas de Capital 
Investimentos 
Inversões Financeiras 
Transferencias de Capital 
Fxtra Orçamentário 
Festos a Pagar - Pagamento 	9.295.480,26 
Transf. a Câmara - Pagamento 	318.89).803,28 
Salário Familia - Pagamento 	32.519.530,00 
Despesas a Class. Pagamento 	)3.432.41),68 
A.P.i.J - Pagamento 	1.866.101,00 
I.N.P.S - Pagamento 	14.104.883,00 
éecretaria Educ. Pagamento 	28.173.487,17 
Auxílio Katalidade - Pag. 	140.613,00 
,.s.M.A.J - Pagamento 	282.891,00 
Restos a Pagar- Pag. Câmara 	9. 626. 503, 54 448. 335 - 685 ,91 
Demonstrativo do Saldo 
Caixa 	49.409,19 
Fanco e/Vinculada 	4.323.995,89 
11.381.284,81 	Fanco e/Movimento 	816.819,80 
8.867.100,99 	Câmara Municipal 
24.058.586,14 	Eanco Bamerindus S/A 	82.450,82 5 272 675 7 
4.366, 14 44.311.338,08 	• -- • • 1 
56@.s@2.75a,a5l tonar cEgg I ta_gago.soa.7so,aa 
4.616.361.130,)2 
34).923.319,79 
)18.89).803,28 
63."766.861,00 
2.337.0)4,00 
502.282,00 
28.173.487, 17 
33.432.413,68 
208.896.081,00 
205.000,00 1.000.130.281,92 
).579.047.686,96 
229.855.456,24 
544.636.831,75 
832.000.000,00 
21.654.413,74,5.207.194.388,69 
Ovaldete Coinete - Prefeito 	Antonio Ribeiro Guimarães - Diretor da Fazenda 
Balanço Orcamentário 
Lucy Ramires Guiares - Contadora 
R E C E l T . 
T11'LOS' ?REVISÕES CrS EX'EOJCÃO CrS Dl FEREKCA ers 	TfnJLOS 
% REC. COR. 
Re. Trlb. 	107. 797.000,00 1"6.900.556,17 •39.103.556,17 
Rec. Patr. 	l.t.92.000,00 	1.492.000,00 
Rec. !nd. 	74.600,00 	7.600,00 
Truns. Cor. 	3 .129.470.000 ·ºº 4.465.138.465,42 ·1.335.668.465,42 
i 
Out. Ree. Cor. 	17 .531.000,00 4.322.108,73 13.208.891,27 
R,e. Ca. 	1.93.862.400,00 	1.293.862.400,00 
5O'A 	+.550.227.000,00 4.bH,.361.130 32 o6. U4. 130.32 
OÊFICJT 	590.833.258 37 108.898.1.80,99 
O7A. 	4.550.227.000 00 5. 207.194.388,69 175.032.61.l .Jl 
DESPESA 
F1XACÃO CrS • EXECUÇÃO CrS 
5.3 2.227.000,00 
DIFERENÇA crS 
175.0J!.6U,31

F TOS 
(PachoaI MItfdlérI- Da Edtorfa Lo l) 
Noite das Estrelas 
Dia 12 de Fevereiro, com início às 22±00 horas,eontecerá o 
maior evento social d todos os tempos que agitará toda a Região 
que é a NOITE DAS ESTRELAS E OS JES'TAQUES DA REGIÃO SUDOESTE. 
vária personalidade de Bela Vista, Caracol, Porto Martinho 
Jardim, Antonio João, Ponta Porá, Maracaju, Bonito e Campo Gran 
de serão agraciados com o Certificado dos Melhores de 92. _ 
A iniciativa é da Duendes Art's Publicidades e a produçao - 
do evento levará a assinatura deste Colunista. 
APOIO JORNAL1STICO 
Do Oiãrio R gional Tribuna da Fronteira, Tribuna Murtinhenac 
e Correio Jardinense (Leia-se IVALDO PEREIRA) • 
APOIO CULTURAL 
* l're[eitura Municipal de Bela Vista (Abraão Zacariaa) 
* Prof itura Municipal de Caracol (Juvino Godoy) 
Liga Esportiva Belavistense (Glaucy Flôres) 
AS FAIXAS DE PUBLICIDlDE 
Foram gentilmente oferecidas pelo amigo zé da Cordil e a ami­ 
ga Nímia (Confecções Nimia). 
OS CERTIFICADOS 
Que serão entregues no dia é uma Cortesia do Vereador Manco - 
Rondon. 
Marco sempre prestigiou eventos sociais de nossa cidade cola 
borando com o desenvolvimento da Arte e da Cultura de nosso povo. 
OS TICKS DE MESA 
Foi um patrocínio do amigo Capacho Gerente da BRAIIMA CHOPP em 
nossa cidade. 
HOTEL POUSADl DA FRONTEIRA 
Do meu amigo Ricardo de Souza Rosa (Gão) estará hospedando as 
modelos Consagração da Região e os lgracidados da Imprensa. 
Também no terraço de festa do Hotel estará à disposição da 
Duende Art' s pi:ra a recepção festiva aos convidados. 
A COBERTURA FOTOGRAFCA 
A cargo do competente Altair Marques (melhor Fotógrafo de Be­ 
la vista). 
AS MODELOS CONSAGRAÇÃO 
De Outras localidades que serão agraciadas no dia, desfilar~o 
com seus respectivos trajes típicos. 
AS MODELOS PRATA DA CASA 
Mostrarão os lindos modelitos da Moda Verão/93 (Eixo Rio/São 
Paulo) de Confecções Nímia e Marruá Jeans. 
RELAÇÃO DOAS AGRACIADOS (BELA VISTA) 
- Melhor Advogado (Trabalhista) - Dr. Roner Lobet da Rosa 
- Melhor Advogado (Criminal) Dr. Kleber Loureiro 
- Melhor Advogado (Cíveis)- Dr. Jose de egreiros Szabo 
- Melhor Farmácia - Droga Nossa (Dr. Jair) 
- Melhor Posto de Gasolina - Posto Nacional (Horténcio Escobar) 
- Melhor Casa de Calçados - Azuaga Calçados 
- Melhor Loja - Ponto Certo 
- Político Consagração (Coligação PS!/PTB/PFL) - Vereador Marco 
Rondon 
- Melhor Eletrônica - Eletrónica Vídeo Som 
- Melhor Serviço Bancário - Caixa Econômica Federal 
- Melhor Panificadora - Kcarolina 
- Melhor Casa de Produtos Veterinários - Casa Criação 
- Melhor Dentista - Dr. Elias Fazi Sassine 
- Melhor Laçador Mirim - Victor Rojas Filho 
- Melhor Madereira - Serrasal - Indstria e Comércio 
- Melhor Contabilista - Jairo Vasconcelos 
- Melhor Casa de Carne - Açougue Serve Bem 
AGRACIADO DE CARACOL 
Regulamenta d Cancursa d 
e Fantasias do Grêmio Pedr 
Carnaval 1993 
DA ORGANIZAÇÃO 
A proos 
Rufino, sob 
e; é do 
coordet 
I - Deverão entregar di 
tes do Bloco, sendo que não serao ceit 
a entrega da r.lação. Caso isto ocorre 
dez pontos na soma geral dos votos. 
2 - De cada cinco integrantes de Bloco que n o for 
rã cobrada uma mesa. 
3 - Os Blocos serão avaliados quanto a oraani çiio, disciplln 
vestuário e animação. 
4 - Serão premiados o lo lugar e o 29 lugar cor troféu 
0BS: Cada Bloco inscrito, obrigatoriamente terá que apresen­ 
tar uma candidata à Rainha do Carnaval/93. 
DA ESCOL!!/ DAS RAINl!AS 
1 - A escolha da Rainha do Carnaval 93 acontecerá na l noite 
na sexta-feira dia 19 de Fevereiro. 
2- Os Jurados escolherão a candidata mais descontraída, simpá-[ 
tica e bonita (beleza plástica). 
3 - Na la tarde do matine será escolhida a Rainha do Carnaval - 
Infantil pelo Corpo de Jurados, as candidatas deverão fazer sua 
inscrição na Secretaria do Clube. 
DO CORPO DO JURADO 
1 - A 1a Noite o Corpo de Jurados escolherá a Rainha do Carna - 
val 93, serão cinco jurados com fichas individuais. 
2 - Para o Concurso de Blocos e Fantasias cada dia a Coordena - 
çaõ do Concurso escolherá cinco Jurados diferentes por tardes e 
noites. 
DA PREMIAÇÃO 
Serão premia dos nas seguintes categorias: 
CATEGORIA ADULTO FEMININO 
1 - Meinor Fantasia Luxo; 
2 - Fantasia Mais Original; 
3 - Melhor Foliã. 
CATEGORIA ADULTO MASCULINO 
l - Fantasia Mais Original; 
2 - Melhor Folião. 
Juvino Godoy (Prefeito Municipal de Caracol) que estará abri­ 
lhantãr.,'o a NOITE DAS ESTRELAS como o melhor Político de Caracol. 
CATEGORIA ESPECIAL 
1 - Melhor Casal Folião. 
CATEGORIA INFANTIL FEMININO 
(8 ã 13 anos): 1 - Melhor Fantasia Luxo 
2 - Fantasia Mais Original 
CATEGORIA MIRIM FEMININO 
(Abaixo de 8 anos): 1 Melhor Fantasia Luxo 
2 - Fantasia Mais Original 
CATEGORIA INFANTIL MASCULINO 
(8 à 13 anos) - l - Melhor Fantasia Luxo 
2 - Fantasia Mais Original 
CATEGORIA MIRIM MASCULINO 
(Abaixo de 8 anos) - l - Melhor Fantasia Luxo 
2 - Fantasia Mais Original 
CATEGORIA ESPECIAL 
1 - Melhor Bloco Mirim (composto por trés ou mais integrantes); 
2 - Melhor Bloco Infantil (composto por tre's ou mais integran - 
tes, 
OBSERVAÇÃO FINAL: 
A DiretoriadoGSSPR avisa que durante o Carnaval não será to­ 
lerado qualquer ato de indisciplina, vandalismo (brigas, uso de 
ntorpecentes, etc ... ), por qualquer folião, os quais serão pe­ 
nalizados conforme o· Estatuto da Entidade. 
NÃO SÓCIOS 
Suspensão por tempo indeterminado até reunião da Diretoria a 
pós o Carnaval. 	- 
SÔCIO 
Suspensão de 30, 60 ou 90 dias ou exclusão do quadro social, 
conforme a gravidade do ato praticado. 
A DIRETORIA 
Tribuna da Fronteira 
Faça Hoje Mesmo 
Sua Assinatu a 
Cr$ 500.000 
7

-fferr- Velhne ftut Pe 
1 Mais um Sem Gril 
,, <lo • 
o a] 	o f s 
d 111 1 or, ,. l por- 
ru tq cem resulta - 
nl O . io 1 , 1 o 
f o r n e c e m aço 	a o 	d o 	a l u n o . 
-e porem que, multas vezes, 	ao 
ul elaborados, mal estruturador e em validade cI 
r .. r [f1cu, portanto, de pouca conflabllfdade. 
Professore, alunon e pafn se martirizam por - 
ua das louvadas ou execradas notas, A nota, para 
fto alunos, é o fantana causador de pesadelos e 
desesperos, de choros e ranger de dente, Para ou 
tros, é motivo de alegria e aplauso, O absoluto po­ 
ler de aumentar ou bafar as nota se consttuf nu- 
"ara pedagógica" para certo professores, por 
desconhecerem outras alternativas para Incentivar o 
luno a estudar , 
Os educadores mio abedores de que a avaliação 
da aprendizagem escolar no Brasil, hoje, está a ser 
v t ç o 	d e 	u m a pedagogia dominante que p o r sua v e z , e4 
ui a i;,•rvJço de um modelo ;mcinl dominonte. o nos­ 
so entender as pedagoylas podem ser resumidas em 
dols Rrupoa: n~llí.'lns quc, de um lodo, tem por objc­ 
t!vo a donestlcaçao dos educandos e, de outro, aque 
las que pretendem a humanfzaçao dos educandos. O pri 
elro grupo de pedagogia está preocupado com a re­ 
produçÜo e conservnçÕo de socJcdndc e o segundo vo! 
tudo puro perspectlvns c possibilidade de traosfor­ 
ação soci al. 
No entender de Luckese, u avaliaçio ~ um Julga 
ocnto de valor sobre munifestaç;es relevantes di 
realidade, tendo em vista uma tomado de decisio. E 
no contexto destes tr~s elementos (juízo de valor , 
caracteres relevantes du realidade e tomada da deci 
sio) que comp;em a compreensio constitutiva da ava 
linçào que, nu pritica escolar, pode se dar e nor 
malmente sedio nrbitririo da autoridade pedag~gi-: 
ca. Porém, a nosso ver, o componente da avaliaçio - 
que coloca mais poder no mão do professor é o ter­ 
ceiro: a tomada de d<'cisào. 
Anulisemos bem: apostamos no tn~ucesso do alu­ 
no, é também, ao mesmo tempo, apresentar o nosso "a 
testudo de incnpncidnde" de ensinar. Nossa toada - 
de decisio, não poderi ser tio somente 3provar ou 
reprovar, mas também reorientar, porn que o aluno - 
atinjo o mínimo do ideal estabelecido no planejamen 
to do ensino. 
A gama conservodorn do sociedade permite que­ 
se fnçn da avollaçio um instrumento nos mãos do pro 
fessor outoritirlo pnro hostilizar os alunos, exi­ 
gindo-lhes cordutas as mais variadas, até mesmo as 
plenamente irrelevnntes. Sendo a "autoridade", assu 
me o postura de poder e exigir o conduto que qu!­ 
ser, quaisquer que sejam. Então, aparecem os "arma­ 
dilhas" nos testes; surgem as questões para "pegar­ 
es despreporados", nascem os testes para "derrubar­ 
todos os indisciplinados". 
Poderíamos citar nqui como exemplo o aluno de 
uma escola de pilotagem de avião que pode ser apre- 
v do 10111 ,. 
11 IIIIC •ler ll 
deu 	u! t o 
ls; somando-se dofs re 
d fJ 'l t.: p ,n to, c u 4 d{ 1 
l . Elltu note,: ,ullct,n, 
.._. ,t í Rc-1~ 1 du8 e..: tnco 
nós (eu, você e muftos 
pl loto'! 
Entao, o prfmelro passo que no parece 	Do: Mor ando Lir a 
mental para redirecionar os canhos da prática dt o is copleto ferro 
avaliação é a assunção de um posfcfonar inta peda,ó" peças da reqião,peças nova! 
co claro e explícito, de modo a orientar diuturn_ Parabrisas novos e u do 
mente a prática pedagógica, no planejamento, na ere das as marcas de veiculo • 
cuç,io ,, na av11linção. 	Ru.i Luiz d,1 Costa Leite N 1.500 
Decorrente deste, um tegundo ponto fundamental Peça inform.ções pelo lon 
n ser levado em consideraçao como proposta de açao- 
é n conv<:rsào dos •ducadorrn por,1 novos rumos da ( 067) 255--1460- Bonito - Me 
p r ,í t I e a e d II c a cJ o nal . Co 11 v e r s ii o , ,1 q u l , e s t ã c i tn d 11 - ~-:-:-:-::::::::.:.:::::.:.:.:.:.:.:.:.:.:.:.:.:.:.:.:.:.:.:.:.:.:.:.:.:.:.:.:.:.:.:.:.:.:.:.:.:.:.:.:.~ 
no sentido d conoci ntlzaçiio e d~ prciclcn desta 
conscicnt1znçâo. NÕo hasta saber que "deve ser as 
sim", é preciso fazer com que OA colhHS "scjnm at­ 
sJm". 11,Í mu I to tempo que se vem demonstrondo que, 
so com boas Intenções náo se modifica o mundo. 
O ~timo nspecto que gostaríamos de considera~ 
e este i mnls t~cnlco, refer -se ao resgate da ava­ 
ltaç~o em uma cssincJo constitutiva. Ou seja, tor 
na-se nccessnrlo que a avallaçio cducncionol, no 
contexto de uma pedagogia preocupodn com a transfo!_ 
macio, efetivamente seja unr julgamento de valor so­ 
bre manifestaç;cs relevantes da realidade para uma 
tomada de decisão .. Os dados relevantes não poderio­ 
ser tomados ao léo, ao bel prazer do professor, mos 
eles terio ~ue ser revelantes de fato para aquilo - 
que se propoc. Então, a avaliação estará preocupada 
com o objetivo maior que se tem, que é a transfor­ 
mação soei a 1. 
* 22 Ten. PM ALIRIO VJLLASA!'Ht ROMERO - O Ten. 
Villasanti cursou o Curso de Formaçio de Oficiais - 
(CFO), com duraçio de 04 anos, na Academia de Poli- Rua 29 de maio no 927. 
eia Militar (APM) do RS e possui um curso de pós- Fone (067) 255-1333 
graduaçio na nrea de ensino ministrado pela APM d,, 	Donito - MS 
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COMENTA 
IA 
-----------,.---------------------------------- 
('()M IJJ1/ 
Animada fes inha, na roidencia da Bi 
avó Bernarda, foi festejado no dia 6 pp., 
mais um ano de vida do inteligente Guilher 
me, 
E convidados fantasiados, s a decora­ 
ção também com motivos carnavalescos, 
'l'Il MlRY 
Fez o delicioso molho de cachorro - 
quc-nlC'. Mornõc Vonia, tia Flávia e a bisa 
Der narda prepararam os docinhos, bolos e de­ 
coro cão. 
GUILHERME 
Estav a"mil por hora" com tantos a­ 
miguinhos que foram cantar os "parabns à 
voce". M l l labaredas de felicidades ao garo 
tão! 
NO DIA 06 PP 
Aniversariou a Sra. Patrícia Ocariz - 
de Souza Rosa. Um gostoso jantar e suculen 
to churrasco em sua residência foram servi 
dos aos inúmeros amigos que marcaram pro­ 
sença para cumprimentá-la. 
1  DR. RENATO E PlTRICII 
ber. 
Nossos parabéns pela arte de bem rece 
À Patrícia mil felicidades! 
EM DESTAQUE 
OS 05 1NINIIOS 
De Denilson Leite Guimarães Aliendres 
foi festejado no dia 07 pp, com delicioso­ 
jantar cm sua residência. 
OS ORGULHOSOS 
Papais Aliendres e Eni, receberam com 
alegria os inúmeros convidados. 
Cláudia Loureiro Ocariz, bachar~l ;i:;ui Cláudia e o noivo Marcos 
cm Direito no dia de sua formatura. comemoração de sua formatura. 
DENILSON 
Super feliz, apagou velinhas sob os 
aplausos dos presentes. Mil labaredas de 
felicidades! 
O INSTITUTO CULTURAL ITAO 
Dando continuidade ao programa de di­ 
vulgação da Cultura brasileira, traz para­ 
a Itaugaleria Campo Grande a mostra Belmon 
te e Seu Tempo. 
10 de fevereiro de 1993 à 21 hs 
Apresentação do filme Belmonte, de Ivo- 
Branco 
Exposição fotográfica de caricaturas 
Aberta ao público até 5 de março 
O ATO INAUGURAL 
Do Colégio Particular de 20 Grau Cen­ 
tro Educacional da Fronteira (CEFRON) foi 
no dia 08 pp. às 19:00 horas no Clube Paro 
quial. A Diretora Floriana Lozano e as pro 
fessoras Jurema Viana e 	Loza­ 
no receberam as autoridades, convidados - 
com satisfação e cortesia, tenham certeza 
que todos estamos torcendo p/quc esse co 
légio tenha uma longa vida na comunidade­ 
bc-lavistcnse. Sucess0s prá voces! 
UI SECRETÁRIO 
EREE ELOGIO 
Como e de meu fei­ 
tio, reconheço quando­ 
um funcionário merece­ 
críticas ou quando me 
rece elogios. 
F. sempre faço is­ 
to públicamente. 
Hoje, em meu nome 
em nome do povo bela 
vistense, quero agrad; 
cer e parabenizar pi­ 
blicamente o Senhor 
NÉLIO OIÕRIO, Secretá­ 
rio de Obras da Prefei 
tura Municipal de Bel 
Vista, pela ação per: 
nente em prol da comu­ 
nidade e pela atenção­ 
que dispensa aos muni­ 
cipes, sem hora ou 
dia para atender as 
reivindicações ate 
Scc. de Obras de Bela 
Vista Nélio DiÕrio 
aos domingos. 
Manuel Rodrigues 
de Miranda. 
Cores que Curam 
Lançar mio das vibrações coloridas para man­ 
ter a saúde em dia é uma ciência nilcnar, surgiu - 
no Egito Antigo que mais e mais médicos vêm resga­ 
tando. Para voce ter una idéia, uma pesqul~a recen 
te revelou que 957 dos profissionais consultados a 
creditam no poder das cores para ajudar na recupe­ 
raçio dos pacientes. 
Na França, a cromoterapia é oficialmente reco 
nhecida. Para beneficiar-se dela sem a ajuda de um 
especialista, voce pode mentalizar as cores de a­ 
cordo com a tabela abaixo: 
* Verde - é anti-inflamatório. Previne e ajuda na 
cura de gripes, ansiedade, má digestio. 
* Azul - Analgésico e sedativo. Evita e atua no 
combate de dores de cabeça, ansiedade, dor de den­ 
te e outras dores, mesmo que voce nao conheça a 
causa. 
* AMARELO - Estimulante. Funciona bem contra o can 
saço, dores musculares, gastrite. 
* Violeta - Analgésico e bactericida. Alivia corr! 
mentas. 
* !odigo - Também é analgésico e cauterizante. Re­ 
comendado contra dores de garganta, além de corri­ 
mentos. 
Quando voce estiver com o astral baixo colo­ 
que uma cor alegre, talvez uma roupa estampada. 
Quando sua circulação não estiver das telho­ 
res, co dor nas pernas, etc, ou sua pressao esti­ 
ver baixa, vista-se de vermelho. 
(O Progresso) 
LEIA E ASSINE O JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA 
ASSINATURA: PROMOÇÃO/I ANO - Cr$ 500.000,00 
CERTEZA DE BONS NEGÓCIOS! 
EFICIÊNCIA - AGILIDADE - HONESTIDADE 
CERTIFIQUE-SE NA 
·Rua imirante Barroso, n. 189 
Bela. Vista - Mato Grosso do Sul