,. DIARIO REGIONAL QUE O POVO SEJA BEM lNFORMADO. BELA VISTA/S a li "CIOS IOMINISTRITIV ,, .ü AJl() 21 N9 1.313 2O DE FEVEREIRO 1E 199) .. Prefelto Abraão 7.acarlars faz a leitura da Mensaem Nota O Governo do Estado de Mato Grosso do Sul desautoriza, por totnlmentc lnfundndns, ns es­ peculaçoes sobre o afastamento do Sr. José An­ tonio F~llclo ela Secretaria de Fnzenda. O Se cretário continua merecendo total confiança e Irrestrito apoio do Chefe do Poder Executivo e por consequência, de toda a equipe de Governo. O Dr. José Antonto Fel{cio apenas e tio somente solicitou ao Governador Pedro Pcdros­ sian, licença para breve descanso, com sua fn­ n{lia, cm Fortaleza, retomando suas funções nn Secretaria de Fazendn logo npós o período de Carnaval. l'ortanto, as especulaçoes em torno - de seu possível afastamento, alé de conplcta­ oente improcedentes, só contribuem p,1ra gerar­ confusiio e dcsinformaç5o num momento de graves dificuldades, quando todas as lideranças lici- das da sociedade deve estar mobilizadas para debelar a profunda crise que se abate sobre o Estado, como consequência de desagregação eco­ nômica e social do País. Campo Grande, 17 de Fevereiro de 1993 Oscnr Ramos Gaspar - Scc. de Comunicação A viso A Prcfciturn ~unJcipal de Bela Vista, avi sa nos munícipe~ , que será ponto facultati vo nos dias 22 e 24 deste, até às 13·00 hs-:- Obrigado. Bela Vista Foi aqui que tudo começou. Em 1972 nascia a TR1-BUNA DA FRONTEIRA, semanário, impresso na Crâfica do Jornal "Correio do Povo", do saudo­ so Fernando Saldanha e Dacunhà, em Ponta Por à. J se passaram 21 anos. TRIUUNA hoje é diãrio e impresso em gráfica própria.· O Jornal cresceu e a partir de a TRIBUNA, surgiram outros jornais. Jornalísticamente, desbravamos o Sudoeste e a Fronteira. Dentro de nossas possibilidades l taoinhnndo com os próprios pés, com independên Cin,co~ nossos recursos, estnmos modernizando= oc jornais. 1 Evidente que neste ano teren:os muda~ 1 tcts, n(innl vivemos NOVOS TEMPOS "m Beln Vis 1 ta. , S.:io 1 0llRJGADO ajudou a vamos citar nomes, vaos apenas dizer BEl..A V1.STA, cidade adotiva que nos concretizar um sonho e um ideal. (IP) ao Legislativo ' DIRETOR: IVALDO PEREIRA A Câmnra }funlcip'al r de Bela lista, sob a Prc sidêncla do Vereador Mar cos Elias Rios da Cruz , tendo na Secretaria a Ve readora Orlando Freitas: dos Santos, realizou na última quarta-feira, dia 17, a primeira Sessão Or dinária de 93, abrindo o ficialmcnte os trabalhos Legislativos deste ·ano. O Prefeito Munici ' pal Abraão Zacarias pres tigioua Sessão e fez a leitura da sua mensagem­ ao Poder Legislativo. R~ gistramos as presenças - do Juiz de Direito da Comarca, Dr, José Eduar­ do Sedcr Mencguelli, du Consul do Paraguai no Brasil, Eduardo Justo O­ cariz Ayala; do Vice-Pre f cito Sydney Nunes Leite, Gerente do Banco do Bra­ sil e Caixa Econômica Fe deral, Secretários Muni­ cipais, entre outros. Página - 06 . O Prefeito Abraão - Zacarias está preocupado com a desativação das barreiras da Polícia Mi­ litar no Estrelinha, Á­ gua Amarela e no Tupã. "Para os belavisten ses e todos os moradores das cidades da Fronteira (Porto Murtinho, Jardim, Guia Lopes, Bonito, Anto nio João e Caracol) a e dida é inaceitável e não se justifica fechar as barreiras policiais ale­ gando falta de recursos, se for preciso a comuni­ d,de colaborará para man ter ns barreiras funcio~ PREÇO DO EXEMPLAR : Cr$ Na mensagem de rea­ bertura doe trabalhos le gislotlvos de 1993,o Pre feito Abraão Zacartas voltou o denunciar o "Cnos Administrativo"que reinava na Prefeitura M~ nlclpal, reafirmando nos vereadores que a área so clal ~ prioritúrla na ação do ~unic{pJo que di reclonará seus recursos­ para investimentos em e­ ducação, saúde e promo çào socla 1. A prioridade social­ decorre da crise econômi ca que o País atravessa: com recessão e inflação­ alta. "Não tem o municí­ pio o poder de agir so- bre as raízes desta- cruel situação econô- mica", disse Abraao, a­ crescentando no entanto, que "um'1 administração - eficiente pode minimiznr os efeitos da crise, pro pfcfando estruturas de a ça~ soclnl dignas da pn­ pulaçao, ao mesmo tempo que promove fnvesti - rnen os em setor.s que e rem novas oportunidades~ d~ emprego para a grande massa de trabalhadores - do município". Diante do quadro de dificuldades econômicas­ herdadas e dn completa irregularidade organiza­ cional da Prefeitur~, o prefeito disse que vai concentrar esforços em dois sentidos: n recupe­ ração financeira do muni c{pio que deve ter suas contas equilibradas em seis meses; e reordenar­ a estrutura da Prefeitu­ ra, notadamente no que concerne à regularização do quadro pessonl . Apesar de apontar Ontem rnesoo, o Pre­ feito entrou cm contato­ com o Deputado Moka, Se cretaria de Segurança Pu blica, Policia Militar e Policia Civil, falando - da preocupação da famí lia fronteiriça com o fe chamento das barreiras.- O Deputado Moka,irne dia tamente,· tomou todas= as providências, envian­ do ao Prefeito a seguin­ te correspondência: 11 Pelo presente., comu nicamos Vossa Senhoria~ que nesta data apresenta mos um requerimento ende reçado ao Senhor Secreta Dr. José Rizkalla, com cópias ao Comandante da Polícia ~lilitar, solici­ tando o imediato retorno dos Pcstos M.ili tares da Água Amarela e Estreli nha. Por oportuno, infor macas que continuaremos= atentos e vigilantes, pa ra que, o desdobramento= dos fatos, sejam positi­ vos, uma vez, que, julga mos inadimissível per­ der uma conquista de toda sociedade de Bela Vista. um qu, dr mas, Abramo d1 prol le­ que dif.!_ um bre ve r.lato dai provtdnct as administrativa dota das até aora, ta!s como pagnmrnto doa aalirto, . estrutur,1,;Po do q11 dro pessoal, aquL (cão de me dicamentos e merenda es­ colar e desenvolvf tento­ de linhas de ação In e grada com o Cov,•n10 dÕ Estado para recuperaçáo­ das ruas de toda a peri­ feria da cidade e para melhorar o fornecimento­ de energla elétrica, re forma dos prédios escola res e do pridlo d1 PM. ( Leia mensagem Prefeito Municipal braão 7-.acarLrn na gra oa páglna - 06 RE do A­ fntc- a la A Mesa da Câmara e as autoridades que prestigiaram a abertura dos traba lbos Legislativos deste ano. Certo de contar co a costureira atenção de Vcssa Senhoria, aprovei­ to o ensejo para reite­ rar votos de apre; e distinta consideraçiio '.' Vamos aguardar, Be la Vista não nceira= rã, sob hipótese algu­ ma, o fechamento das bar reiras que dão segurança e tranquilidade n popul~ çao. J U.'IA M PRÓXIMA EDIÇÃO Pe!é foi eleito Presidente da Associação dos floradorcs das Primaveras I, II e III ... # O papel e a Missão das Associações de Morado rcs ... * R~diografia de uma Comunidnde (11) ... os que e s t no vencendo acrie , as perspectivas para e.a'istu... BLITZ APREENDE ARMAS E VEÍCULOS (lJl>-1JdJno H0dr l 1 o la Vista d u início­ "operação Carna val " na noite do 6I timo dia 13 (5ábado) com ,1 n,,Jl L:t..JÇdO 1k blit:t.e no Lr.Jnnlto , revistas pessoais e d veículos e patru­ lhanen .o nos locais­ de maior conc 11 ·r,1 çi.io dn público, cornÕ bar u, Jnnchonct•e pistas de bailes e similares. Nn primeira litz, na Avcnidn Te odoro s tiva, na3 proximidades da Lan­ chonct. Barr.il foi. feita a npre nsão de um veiculo que esta­ va snndo condu~ido - por menor. Segundo o Comnn do da Operação, Õ saldo do primeiro dia da operação car­ naval foi bastante - positivo, a polícia­ aproendeu, alim do veículo, duas arma­ de fogo. O condutor de veículos parados­ na blitz eram orien­ tados a portarem sem prr• os c)r:,cur r r. to:, , • X iqidos por lr• i e especificamente aos mo ocirl istas foram­ foi os aler as sobre necessidade do uso permanente do capacg to. A Pol f.: j li de RP la Vis i-l '''I~ rclllizan do atividades como a de sábado passndo e/ o objrtivo de reti­ rar de circulaçio in divlduos indesejáveis no convívio social garan ir a ordom e o respeito às leis, no domingo, segundo dia da oporação,a PM a­ preendeu mais duas - armas de fogo, uma das quais estaria de posse de um elemento manor de idade. --------=--=--====== M PREOIO -d REFO ed ç o 00 (Fundado cm 20/02/1972) Publicac;Üo da Rede Belav is tens e de Jornais Avenida tribuna rln Fronteira, 564 - Fone (067)- 439-1410 - Caixa Postal - 23 CGC - 15.513.203/0001-90 Inse.Estudual - 28.209. 003.1 Bela Vista - Mato Grosso do Sul IH retores lvaldo Pereira e Maria Estela Velasquez Pereira Diretor Rcsponnávcl lv,1ldo l'crclr;t Reportagens Uba1dine Rodrtues e João Carlos Velasquez GERENTE Gllson S1 lv,1 Snntor. Redação, Mdsinlstracão e Parque Gráfico - Avcnld.1. Trl bunn dn Frontclra, S~.' - Sede Própria - Fone !('067} l/.llJ-lL,}0 Cnlx.a rorital Z3' - Bela Vlntn - l-L~ Sucursais Anton lo Jo:i.o, Porto ~~1rt lnho, ~lar,1c:1ju 1 Bonl to, Jar din e Caracol (Correspondente em Capo Grande, Brasília prlnclp.11s capltn!,). REPRESENl:AITTE COHKRCIAL Tábula e[cu1os de Comunicações S/C Ltda, Rua Ccl. Os cnr Porto 1 ll23 - Ccp: 04003-005 - Paraíso - São Paulo/sP­ Fone (Oll/ 570-2142 / 571-8803 - FAX: (OI) 571-9792 - Av Prcs!dente Varas, 590- 11? andar - conjunto 1109 - R1o - de Jnnelro/RJ - Ccp - 20,071-000 - For.e (021) 263-ll29 - Fax - 263 - 8534 • ses - Quadra 01 - Bloco G - Ed. Buracat 505 - llrnsllln - DF - Ccp - 70.309-900 - Fone (0&ll - 223-1511 - Fnx - 225-4733. r ' 110 - 6di •iii Vis 1, ontraram - c us iniciativa­ as suas pn,ocup .. çÕ •li com a segurança da populncJo e dernm u­ ma colaboração siqni fica iva para a me­ lhoria do9 condic6es de trabalho de nosao Pelotão" destacou o militar que já rece­ beu ofícios do Pre­ feito e do Deputado­ W,ldemir Moka coníir mando a realização - da obra. Não devolvemos originais. O Jornal não se responsabiliza pelos artigos as sinados ou de origem definida. Filiado à ADJORI/MS e ABRAJORI Jornal Tribuna da f'ronteira " que o povo se ja bem informado " "5o lo o iu o comando d P lotão de Polícia tilitar d d, o Tn. J;,r,rnt:i inicL<>ll série de conta o a Secretaria de Sega rança Pública do Fs- tado no sent i1r.:i Josc de Arruda Pinto 'llrna da Silva Ãlv.:iro d.1 Fonseca Vieira Filho E para que n.lo se alegue i - sente Edital que scril ílfi . d gnoranc!a, foi expedido o pre na Ir.prensa 1oca1 p,' ado na Sede deste Ju{zo e publiodo e1a vista, Esta& {","_P!·a40 nesta !da& e crara "e 4s as « 'in, ao«.". ?z,,,e y. +s 17 as ver"; los do V.2lc, Escr-ivâo Elei a e ren. Fu, Pedro Ba:ce toral, 0 datilografei. D:-. José Eduardo Nedcr ~~negucll! •. Jul7 de Direito CERTIFIQUE-SE NA CERTEZA DE BONS NEGÓCIOS! EFICI~NCIA - AGILIDADE - HONESTIDADE ·Rua Almirante Barroso, nº. ·109 Bela. Vista - Mato Gr_,sso do 801• j' • Banco do Brasil vai Gerenciar a Cobrança d Parcelamentos da Previdência em março pevidência social - ções e vantagens pa dem, e os que não pg dastro e xia&nc; rio nformou que a par - ra o parcelamento gam porque não Pa da CND na conc sáo- to, +ir de 5 de março as dos débitos e que Jam. Reconhecemos de "habite-se"; o presas públicas o ão: que a crise e a re - desenvolvimento privadas que fizerem - ampliação dos cessão agravaram as de ações junto aos servou r " parcelamento de seus prazos de paqamcn dificuldades das :m- car.órios, bancos ressalt indo .e débitos com a Previ- tos, que serão de 96 presas privadas e oficiais, entidades- ido e ta a io de dência Social deve - meses em fevereiro, por isso estamos em de financiamento e suas visitas Es- rão pagar suas parce 90 em março, B84 em penhados em parcelar fomento para que se tados e seus :on - 1as mensais do Banco abril, 78 cm maio, 72 os débitos daqueles- ja exigida a Certi - tros com empresários do Brasil que contra mm junho, 66 em ju que querem pagar e dão Negativa de Débi do comércio, da agri 1izarã toda a cobran 1ho e retornando a que não pagavam por- .o nas operações fi- culura, da indás- a dos 260 mil d&bi- 60 em agosto; que não podiam". nanceiras; nos ter tria, de serviços tos da Previdência - - redução em até O Minis.ro anun mos do ar 47 da prfeitos e governa- inicialmente estima- 50 por cento da mul- ciou que, concomi an Lei 8212,dc 24.06.9L dores dirigen es - dos em 100 trilhões ta; temente com a etapa - contra ação de de estatais. " Prec_!_ de cruzeiros. - possibilidade - de cobrança parcela- mais fiscais; "Eutn scrã umu de parcelamento da da, a Previdência So - controtação de forma de intensifi contribuição do cm cial está se cstrutu mais procuradores e car as nossas cobran pregado, até então rando para uma ofen- informatização de to ças, m bases mais a impraticável;em seis siva mais firme jun- das as procuradorias géis e mais eficien- meses em fevereiro , to aos dcvedorcs,com do INSS até 28 de fe tes", disse o Minis- cinco meses cm marco prcendendo as seguin vereiro; tro, O Danco do Bra- quatro em abril,três tes ações: - contra ação de sil não está assu em maio: dois em ju- - convénio com a pessoas que vão 1oca indo papéis do INSS, nho; Receita Federal para lizar devedores, mé- nas tão somente colo - flexibilização- troca de cadastro. A dios e grandes que - cando sua estrutura da entrada e da lo Receita já repassou- mudaram de endereço de cobrança cm todo parcela. ao INSS os primeiros ou a razão social de o país à nossa dispo "Estas condições 30 mil; suas empresas; sição dos devedores- são temporárias e - convênios com - - intervenções para dar maiores fa exepcionais" , afir- os Estados e Juntas junto à Justiça cm cilidadcs no pagamen mou o Ministro, fri Comerciais para que termos de ações cau­ to, observadas as r@ sando que "não signi o INSS tenha acesso telares para resguar gras vigentes no mer fica prêmio a quem ao cadastro do ICMS do dos pagamentos de cado financeiro". - não paga, mas prémio e das empresas esta- vidos á Prcvidência::- 0 Ministério da a quem paga. Temos - duais; Social, compreender- Previdência Social - dois tipos de devedo - convênios com do penhora,sequestro informou que pcrman~ res: os que não p~ as prefeituras para e arresto de bens. per o !'I ve. qu sil lOS a um.a .... samos convenc r a so ciedade que estamos cobrando de todos os devedores, de forma corre a, justa, efi­ ciente. A Sociedade cansou de ouvir his­ tórias de ações de cobranças que não de ram cm nada". - "Queremos também­ deixar claro àqueles que nos devem que e5 te parcelamento é di ferente. Nos anterio rcs, o cidadão tinha a sua dívida reduzi­ da a 50 por cento pagava 5 por cento, deixava de pagar e ficava devendo 45 por cento à Previ­ dência. Neste parce- de cobr nça no certo per qu honrados o • prazos". o tini tro di . e que "é preci o que odos pugumm por que todos rcEam. A Previdência Social - está pagando tudo o que deve. Esá fazen do a sua parte. Paga mos os a rasados do chamado buraco negro pagamos os pecúlios, pagamos a correção - dos benefícios concc didos com mais de 45 dias, pagamos rês parcelas dos 147% e vamos pagar as ou tras nove. Vamos pa­ gar todos as senten­ ças transitadas em - julgado. Mas para is so é preciso que to­ dos paguem à Previ - déncia o que devem , inclusive o que foi descontado e não re- Antenor Pelegrino Orientações Trabalhistas e Rurais no 2.'93 ENTIDADES RURAIS DISTRIBUEM CARTILHAS COM ORIENTAÇÕES TRABALHISTAS Diante da falta de conhecimentos sobre as normas trabalhis­ tas e os procedimentos que devem ser observados no dia-a-dia - pelos emprcgadores·rurais, o que tem proporcionado reclamações na Justiça do Trabalho, multas e inúmeros problemas no setor - rural, preparei um trabalho especial para distribuição aos em­ pregadores rurais, através de suas entidades de classe (Sindi­ catos Rurais, Cooperativas, Associações,etc.) -é a "CARTILHA DO EMPREGADOR RURAL", com orientações práticas sobre as normas trabalhistas rurais. Para a confecção e distribuição GRATUITA da cartilha aos em ' pregadores rurais, basta as entidades (Sindicatos Rurais, Coo­ perativas e Associações), conseguirem o patrocínio para as· despesas gráficas. Para isso, foram reservadas 3 (três) contra capas, onde pode ser inserida a publicidade dos patrocinado - res. A entidade, além de seu nome ou logotipo na capa da carti !ha, terá, ainda, duas páginas para apresentação e/ou mensagem aos associados. As entidades interessadas em confeccionar e distribuir as cartilhas aos seus associados, poderão contatar nossa assesso­ ria, em Tupã, no seguinte endereço: Rua Carijós, 905- CEP 17600-150- TUP~/SP - Telefone (0144)42-3645- ramal ll,FAX(0140 a-«« 1 - Perguntas * TRABALHO URBANO * TRABALHO RURAL * TRABALHO DOMÉSTICO & Respostas Perqunta: Um empregado foi dispensado sem justa causa e está - cumprindo o aviso prévio. Se nesse período ele sofrer um aci l d:ntc de trab_alho, fica cancelada a dispensa? B.O.S.P.- Cuia - ba/SP • . Resposta: No curso do aviso prévio, ocorrendo o acidente de trabalho, interrompe-se o prazo do aviso até que o empregado - obtenha altâ médica para retornar ao trabalho. Retornando ao rabalho, é retomada a contagem do prazo do aviso prévio. ~rqunta: ~ rescisão do contrato de safra precisa ser homologa da perante o Sindicato dos Trabalhadores ou autoridade do Mi istério do Trabalho? J.P.S.D.- Marília/sP esposta: A homologação de rescisão de contrato de trabalho p~ rante sindicato ou órgão do Ministério do Trabalho somente e +obrigatória, por lei, caso o emprego já tenha um ano ou mais - de emprego. com menos de 12(~oze) meses de empregos,não é obri qatõria, salvo se tal condiçao estiver prevista em dissídio ou convenção coletiva de trabalho. Fique atento às convenções e dissídios. Interiorização e descentrali ção das ações culturais, demÕ cratização de acesso a bens e serviços culturais, fomento à produção artísco-cultural, di­ fusão e preservação do patrimõ nio histórico-cultural, fazem parte do Plano para uma Políti ca Cultural do Governo do Esta do, apresentado, pelo presi - dente da Fundação de Cultura - de Mato Grosso do Sul, Ulysses Serra Neto. O Plano é resultado de um trabalho desenvolvido pela Fun dação, em conjuntos com os aR versos segmentos da sociedade­ ligados ao setor e também com o Conselho Estadual de Cultura que desde o final do ano passa do, realizaram estudos e apre= sentaram sugestões, com vistas a definir a Política Cultural- para o Estado. o resultado foi apresentado durante uma entre­ vista coletiva, que contou com a presença de Laila Zahran Sil veira, do Conselho Estadual e de técnicos da própria FCMS. Para o presidente da Funda­ ção, o Plano foi considerado - primordial, pois o "Estado tem sua cultura planejada". Além - das sugestões apresentadas,foi feita uma avaliação de todos os projetos realizados em anos an teriores e, devido à importãn­ cia alguns voltaram a ser colo canos em prática durante 93. Ulysses Serra Neto destacou o retorno da Revista MS Cultura, lançada em 85 com circulação até meados de 87. A publicação se­ rá trimestral e contará com a­ poio de colaboradores, alem do patrocínio da iniciativa priva da. Outra iniciativa oue está - com retorno previsto é o Salão / • de Artes Plásticas de MS. A sua 80 edição no segando semestre, durante o mês de novembro. @rgunta: Lavadeira que trabalha numa residência duas vezes Por semana, tem vínculo empregatício? T.F.E.B.- Porto Alegre :S . sposta: Caracteriza-se o vinculo empregatício quando presen­ e os seguintes requisitos: Pessoalidade, habitualidade, salá­ t10 e subordinação. No caso em questao, os requisitos sao pre­ enchidos o que caracteriza, portanto, a relação empregatícia. • ieste caso, a empregado deve ser registrada em Carteira e toma as todas as providências legais. lRABftLHAOOR PROCURE SEUS DIREITOS colhido". M PLANO 1 LEIS DE INCENTIVO A CULTURA Um dos destaques no Plano é a questão relacionada a Leis de In ccntivo à Cultura, a nível esta= dual e municipal, a serem elobo radas pela Fundação em conjunta­ com o Conselho Estadual. Sobre - este assunto, Ulysses confirmou­ ª intenção do governador Pedro - Pedrossian de encaminhar à Assem bléia Legislativa, nos próximos= dias a Lei Estadual de Incentivo à Cultura. "Graças à força de vontadc,dc terminação do nosso governador , que está dando a importância de­ vida ao setor, nós teremos a nos sa Lei de Incentivo à Cultura,cu jo projeto deve ser encaminhado­ à Assembléia logo no reinício dos trabalhos", disse o presidcn te, lembrando que a Lei possibi­ litar3 redução de impostos às em presas que investiram na área cultural. A Lei permitirá que a Fundação de Cultura realize toda a progra­ mação prevista no Plano de Políti ca Cultural durante 93."Temos una programação e vamos trabalhar em cima dela, buscando os recursos - necessários oara a sua realizaçãõ disse Ulisses. A programação prevê exposições oficinas de arte, dança e teatros projetos de incentivo à cultura - indígena; cursos;. programa inte - ração biblioteca-comunidade; ci elo de debates "A Cultura do Fu ro";projeto Cu;l.t-Vídeo; lançar.ien= to do Prêmio Nacional de Poesia - "Manoel de Barros", retrosoectiva do Cinema Sul-Matogrossense; fes­ tival Nacional de msica do meio ambiente; Festival Internacional de Vídeo Ecolóqico; programa de incentivo ã leitura; trem da cal­ tura, entre outros projetos. RADIO SUCESSO " Aos domingos em tres horários: Das 05:00 ás 07:00 - Das 11:00 às 14:30 Das 18:00 às 21:00 horas Comunicação de Francisco Braz Junior RDIO BELA VISTA A VOZ DO APA Edital Para Conhecimento • de Terceiros • r ! lo' o 1 , ·:L tl . 11 ! , : ,ir. d,, t do de tato - do 'l, e cumprimento o disposto no rt. 10, 4 3e, do C6df o ELItoral, faz saber, a quem fntere inr posa, que foro nomeados melros das - monas receptora de votos, para o Município de Mela Veta e Caracol, oi neufntes c1dada0: MIJNIC1PIO DE BELA VISTA 1 o;n •,, ~. ,, - p:, o l, venda Te0do Pr fden e - ? Me árfo r PI 22 Mesár!o - Juarez Cu v s Ig Secretário - Ado erre!ra d 5!lva 22 Secretárlo - Aufdo Lufz V!e!r uplente - 0tvlo Loure!ro de Almefda F!lho 16! Seção - Clube Esportivo MelavItense - Rua Se­ bast fio Cr1spin do Rego Presfdente - HobneI de Souza Correa Ig Mesárlo - Ana Gfslene Cene Brum 29 Mesrfo - VIvfana Urbana Mate! PInto 1g Secretárlo - Mircfo Gome Pereira 22 Secretário - Marta Madalena Barbosa Leite Suplen e - Cleide Madel 17! ecão - Prédio da Assolação Coercfal (Antiga C:'imarn) - Ron Cel. DJas Prestdente - F:va Florentino fcrnand<'s IQ Mesárlo - Adir Escobnr FéliY. 29 Mcsár J o - Elp!dio d.i S1 J va /ll V<'S 19 SccrctárJo-Marl.nlvn Nunes Corrin 29 Secretário - Arildo Martins Suplente - Roberto Ben1tes 1a eco - Prédio d Cinar MunfcIpal - Rua Cel. - D1n Pren!dente- José Alberto da SIlva Perelra I? Mesárfo - Alberto Loubet d Almeldn 28 Mesárlo - Joel utferres Laranjeira I! Secretário - E1fane de Almeida 22 Secretárlo - Arada Peralta Suplente - MiirJo llllrco llnrhOHII Leite 2 Seção - Prédlo do 1AGRO - Rua Cel. DIs Presidente - Joao Ayres Martins tlrunel 1 C l1coór1o - C, l:idyr. .lori e> 1 lnu GÕnd tu 22 Mesárlo - armem +le I Lnr. I? Secretário- Esterlina Gonçalves Gonzalez 2l S<'cretiir1o - Cadon llnvid dn Cunhn F.ocobar Suplente - Rnquel llinnchJ Zncnrin6 3! Seção - Paço Municipal - Kua Santo Afonso PrrRld ntc - José Ronnldo Ribeiro llorgcfl l Q Mea,i elo - V lnv Jo Gen.1 r PJ nhci ro 2! Mesário - Fernandes Alves Comes Filho lQ Secrctârlo - Onofre Carneiro Pinheiro 29 Secretário - Geraldo Jara Suplente_ Paulo Roberto !lorges Boeira t,!! SC?t;Üo - Pac;o Municipal - Rua Santo Afonso Presidente - Adroaldo Medeiros JQ MestÍri.o - Daniel Martins Aguero 2Q Eduardo Cesar Plnhciro IQ Secretário - Elnine Aparecida Brum Rodrigues 2Q Secretário - Cliudia Hoffmcister dos Santos Suplente -.Jairo Meno Barreto 58 Secão - Escalo Estadual de lQ e 2Q Graus Caste­ lo Branco - Ruo Duque de Caxias Presidente - Felix Ibanhes 12 Mesário - Hilio Fernandes Machado 22 Mesário - Maria Neuza Arando Victor 12 Secretário: Lea Reginn Balbuena Garcia Suplente - Francisco Gutierres Laranjeira 62 Secão - Escola Municipal Pedro Ajalo - Bairro Á ua Doce Presidente - Evilásio Duarte 1° Mesário - Maria Olimpia Brites 2° Mes,írio - Antonio Aja.ln Fernandes 1° Secretário - Joel Vieira ALbuquerque 2° Secretário - Salvador Loureiro Fernandes Suplente - Diva Medina Be Seç~o - Escola Municipal Generoso Pence - Roa Conde de Porto Alegre Presidente - Lucas Ajola lQ Mesário - Odcmar Salomão 20 Mesnrio - Rodolfo Azuaga Fleitns lQ Secretário - Nizete Laranjeira Silva Barbosa 2Q Secretário - Nelcy Martins Suplente - Aderito Pistori 9e Seç.ão - Escola Municipal São Geraldo - Bairro Á gua Doce Presidente - Olga Laranjeira e Silva l Q Mesário - Regina Maria Aja la Fernandes ZQ Mesário - Ossir Noraes Prates 19 Secretário - Maria }larli Vilalba Medina 2Q Secretário - Rosalino Risaldi Suplente - João Batista Ajala Fernandes 10~ Seção - Escola Estadual de lQ e 22 Graus Caste lo Branco - Rua Duque de Caxias Presidente - Afonso ~lariri lQ Mesário - Jucelino de Oliveira Rodrigues 2Q Mesário - Gaudioso Brites IQ Secretário - Vera Lucia Martins 2Q Secretário - Herrison Balbuena Garcia Suplente - Adão Diniz 1 E! Seção - Prédio da CIRETRAN - Roa Antonio Maria Coelho Presidente - Maria Lucia Anunciação 12 Mesário - Paula Lechner dos Santos ZQ Mesário - João Milton lQ Secretário - David Acosta 2Q Secretário - Elibanho Ocampos Suplente - Alcindo Pinheiro Martins 12Q Seção - Escola Municipal Jarbas Passarinho Rua Simão Coelho Presidente Luiz Carlos Rahal IQ Mesário - Aracildo Carvalho Vieira 2Q Mesário - Antonio Hoffmeister lQ Secretário - Eliette Peixoto MundÚr ZQ Secretório - Marlene Barreto Lino Suplente - Kátia Margarida Pinheiro Bogarim 13e Seção - Escola Municipal Godofredo Gonçalves - Zona Rural Rod.' Bela Vista - Ponta Porã Presidente - Ramão Aurélio Palácio 19 Mesário - Jailson Lopes Vaz 2Q Hesôrio - Solange Beatriz Santandel lQ Secretário - Maria Aparecida Betelli 2Q Secretário - F.dson Martins Suplente - Bento Balta Moura 14Q Seção - Escola Estadual. de lQ e 2Q Grau Caste­ lo Branco - Rua Duque de Caxias Presidente - Jucelen Adorno da Silva lQ Mesário - Zefcrina Perc,ira Bambil 2Q Mesário - Leda Noraes Ossuna lQ Secretário - Eliane Vanuza Dedé Batista 2Q Secretário - Pedro Rufino Vilordo Suplente - Jos,; Adorno da Silva 182 Seção - Escola Estadual Pro(esoorn Vera Guil:la­ rãcn - Huo Visconde de Tnunay Presidente - Justino Costa Neto lQ Mesário - Dento Coelho Xavier 2Q Mesário - Joaquim birafara Simões 32! Seção - Ecola Municipal Generoso Ponce - 1 Q Secretário - Ivan Hazime Conde de Porto Alegre 2Q Secretário - lvone Concelçio de Souza Areco Presidente - Hélio Pereira Dominoni Suplente - Lucinei PLeutim Mi.ronda lQ Mesário - Edson Amiincio Tavar<'S 19e Seção - Escola Estadu.al Professora Ester Silva 22 Mesário - Arlindo Lechner dos Santos Roa Barão do Melgaço JQ Secretário - Geraldo Gélio de Campos Nunes Presidente - Cláudio d;, Silva Machado 2Q Secretário - Clissio Josi O~liori lQ Mesário - Joio Daoth de Almeida Filho Suplente - Honorato Codoy Filho 2Q Mesário - Débora da Cunba ColIn 332 Seção - Escola Municipal M.,rechaJ. llondon 1 Q Secretário - Tânia Maria de "Moraes Salina Bairro Nossa Senhora de Fátima 22 Secretário - Inez de Fátima Guedes Presidente - Milton Mitoshi Nakanura Suplente - Aldo Ricardo dos Reis Rocha lQ Mesário - João Bismark de Souza 20Q Seção - Escola Municipal Marcondes Nunes de Mi- 2Q Mesário - Altair Dias randa - Bairro Nossa Senhora de Fátima 12 Secretário - Crescincio Fernandes Presidente - Cirilo Ramires 29 Secretário - Filonilda Rodrigues lQ Mesário - Valdecir Rojas Suplente - Arcênio Loureiro 22 Mesário - Admir Marim IQ Secretário - Iolanda Leite Lino 22 Secretário - Fermino Paes Suplente Ramona Rosana Leite Viega 21Q Seção - Escola Estadual Professora Ester Silva Rua Barão do Melgaço Presidente - Haroldo Rodrigues lQ Mesário - Maria de Lourdes Rocha Xavier 29 Mesário - Haroldo Ramos 19 Secretário - Mari Grance 22 Secretário - Geovana Vareiro Corrêa Suplente - Maria Celestina da Cunha 22Q Seção - Escola Estadual Castelo Branco - Rua - Duque de Caxias Presidente - Elisio Aparecido Medeiros IQ Mesário - Enio Oviedo 22 Mesário - Gabriel Fleitas 12 Secretário - Julio Florentino 2Q Secretário - Magali Ferreira Ramos Suplente - Flora Maria Velisquez 23Q Seção - Escola Estadual Professor Joaquim Mur­ tinho - Rua Afonso Pena - Dairro Costa e Silva Presidente - Roberto Saraiva Branco 12 Mesário - Maria GÚilhern:ina GOdoy Raffel 2Q Mesário - Henriqueta Gutierres lQ Secretário - Bernadete ~esa Cáceres 2Q Secretário - Eidi Gomes Freitas Suplente - Cleide Lino Leite Ramos 242 Secão - Escola Estadual Professor Joaquim Mur­ tinho - Rua Afonso Pena - Bairro Costa e Silva Presidente - Clemente Marcos Lopes Barbosa lQ Mesário - Leopoldina Lino de }!ornes 2Q Mesário - Hemerson Pereira Ibanhes IQ Secretário - Alaiz Leite Pereira 2Q Secretário - Apolinário Escobar Suplente - Carmem Pissurnb 252 Seção - Escola Estadual Professora Vera Guima­ rães Loureiro - Roa Visconde de Taunay Presidente - Jair Heitor de .Paula lQ Mesário - Gilma Soares da Mota 2Q Mesário - Celia Mara Rodrigues lQ Secretário - Dorly Moraes 2Q Secretário - Nivan Hazime Suplente - Nllson Moreles 262 Secão - Escola Municipal Jarbas Passarinho Rua Simão Coelho • Presidente - Sérgio de Arruda lQ Mesário - Robson Echeverria Pinheiro 2Q Mesário - Celenir Leite Pereira lQ Secretário - Herminio Martins 2Q Secretário - Romalino Cruz da Silva Suplente - José Donizete César da Silva 272 Secão - Prédio da PRONAV - Rua Dep<.' Antonio Mário Van Den Bosch Presidente - Bourhan Hassa.n Doueidar lQ Mesário - Maria Jo~é Nunes Correa 22 Mesário Maria Carmem Coronel lQ Secretário - Félix .Roja~ 22 Secretário - Armando Virginia Lemes Suplente - Eder Barbosa 282 Secção - Biblioteca Municipal - Av. Teodoro Sa tiva Presidente - Antonio César Alves de Lima IQ MEsário - Adolfo Ec.hague Escobar 2Q Mesário Julie Augusto ~retes 29- Secio - Escola Afono Pena - Ir Pre 1<' u - Joel •. Ig M·ir!o - Jul1o 2 tesirlo - Alz!r 1g Secrtár!o - 1ol 29 Secretar!o - Ma: ° +ant Suplente - Afonso Carne!ro PInhe!ro Filho 303 Seção -- Escola Estadual .Joaquim A(cmso l'cno - u.,1rro Co•llll e Sll ..1 Presidente - Marta Aélla Roa Pinheiro I? Mesãrlo - Son!a Marta Paredes [banhe 2g Mesário - Joio Edmundo Bazzano 1g Secretárlo - Lulz Alberto Lopes de Mitos 2g Secretário - Reinaldo Ferreira Suplente - Roollfplntodru. omp,esôrlos. polittcos donas-do coa, trabo­ lhodoro, om gorai, .,, ongoJom no reestoboleclmonto do Ollco nos retoçoe, ontro peuoo, o em­ proas Nossa gonto ont0 redes cobtlndo o valor do Integridade. Somos capazes do dor oxomplo ao mundo quondo doslltulmo, um p,osldonto usando como ar­ mas aloglslaçdo vgonto o lnstru menlos democroncos. como o 11· bordado de Imprenso. Foi o con­ llnuorO sondo lundomontol o ponlclpoçoo dos meios do co- munlcaçoo neste procosso do tronslçôo. A> donOnclos. a, c,r. ficas e os tolos mostrados como reolmen10 soo. definem os ru­ mos do nos..so socledodo. Pre­ cisamos manter, a todo custa o dlrollo do lnlormaçoo do lm• prenso. E Isto sô o passivei quando os volculos do comu­ nlcaçoo se mantêm oconoml• comento lndopendontes. au­ to-suficientes om suas rocoltas r o.a1amonlo neste ponto que ontra a propaganda. E da vol culaçoo oo onúnclos que sol o grande receito dos Jornais. rô• dios e televisões A partir desta rocei lo quo se pagam os solO· sinda,ro.2g :x2% s. rios do p,ollsslonols talentosos e competentes capazes do pro­ duzrom grandes turos reporto gens rovolodoros ou mesmo crônica, que esclareçam o orientem o oplnlôo público. Hole. o propagando é o com­ busllvol do nollclo Imparcial, doscompromlssodo com gru• pos ou Interesses politicos Pra o Fenopro. que reúno os alndl• co1os dos agências do molono dos Estados Btosllelros. estimular o parceria onlTo propagando o velculos é Investir numa dos maiores conquistas deste pois: o monutençoo do verdadeiro llbordodo de Imprenso. Fenapro Uma boO ogõnclo 6 o olmo do neQOck> Decr to N 1 de Bela Vista ro 687, de 18 de fev«reiro de 1993 O PREFEITO MUNICIPAL DE PELA VISTA, ESTADO DE MATO G SO DO SUL, NO USO DE SUAS ATRIBUIÇES LEGAIS, D E C R E T A : Artigo l@ - Os preços das corridas de Táxi, ser o cobr da con­ forme tabela anexa. Artigo 29 - Este Decreto en ra vigor na data de su public- cão, rvogando-se o Decr .o n0 086/92, d 10 de dsz mbro d 1992, e demais disposições m contrário. Abraão Aroa Zacarias Prerei .o Municipal N? D I S C R I MI N A Ç Á O VALO CR$ 01 02 03 04 05 06 0'7I CORRIDA lffNIMA (aolda do Ponto) DENTRO DOS LIMITES: a) Ba-1rro E.ap{rito Snnto b) Loteamento Itabora! c) Bairro Antonio João d) Vila Previsul e) Uairro doa Primavcrnn f) Cemitério de Àgua 'Doce g) Água Doce - Posto/Trevo h) Ponte do R.io Apa - Saída para Ponta Pora 1) Aeroporto j) Igreja são Patrício K) Y.xpobel DISTRITO NOSSA SENílORA DE PÀTIMA a) Igreja São Clecente b) Escola Mun-1cipal de 12 Grau José Maria Palm:i.eri c) Cemitério d) Escola Municipal de 12 Grau Costa Reúna INTERNACIONAL a) Paraguai até Colorado b) Paraguai - Outros Pontos - A Combinar VIAGENS Por Kilômetro Percorrido POR TEMPO PARADO À SERVTÇO DO USUÀRIO a) por parada b) Hora comercial DAS 22:00 HORAS ÀS 06:00 HORAS Terá acréscimo de 50% (cinquentn por cento) no valor da corrida 50.000,00 55.000,00 75.000,00 55.000,00 55.000,00 55.000,00 75.000,00 95.000,00 140.000,00 140.000,00 75.000,00 75.000,00 200.000,00 250.000,00 140.000,00 100.000,00 75.000,00 7.500,00 200.000,00 200.000,00 r naval 93 10 PEDRO RUFINO 1111NIIYIIL OI FRONTEIRD CONCURSO DE FANTASIAS, BLOCOS E FOLIÕES ADULTO E INFANTIL PROMOÇÃO: TRIBUNA DA FRONTEIRA / GRÉMIO PEDRO RUFINO APOIO: ABRAÃO ZACARIAS VEREADOR MARCOS BARBOSA VIAÇÃO CRUZEIRO DO SUL FARMACIA MODERNA ROTARY CLUB (SULEIMAN TEBCHRANI) SEBASTIÃO ZACARIAS FILHO (NEGO) VICTOR HUGO E IVALDO PEREIRA JUNIOR ( DA EQUIPE DE VOLEIBOL DE A TRIBUNA DA FRON­ TEIRA) Bela Vista - Novos Tempos vamos Fazer Deste Carnaval I Início das Grandes Promações BARRIL, Crise Social Impõe Parceria, diz Moka Show no Barril no dia 14 de feverei ro realização Bloco­ da Barão, animação - pe)on Múnicon: Dornm João Eduardo Lino e Toninho de Bela Vis­ ta. "Celoo, Cc·znr Timaia e Alencar, do Grupo de Pagode Nos­ sa Cor de Campo Gran do". Foi sucesso uma nova modalidade de música foi de dar ln veja, samba enredo oluyuns etc., muita gente prestj.giou o eveto que só termi­ nou na madrugada. CLUBE Os clubes deve­ riam dar maior apoio aos Blocos, pois se rão eles que anima= rão o carnaval, tudo confirmado da parti­ cipação do BLOCO da Barão que este ano terá o limite de oi­ tenta pessoas. Como ponto de vista cu sou contra concurso para que a brincadei ra ficasse mais sa dia. Bela Vista, ainda­ na maioria das vezes não aprendeu que de vemos colaborar, sem pre que alguém marca uma promoção têm ou­ tros marcando no mes mo dia, até quando= vai essa novela? Mas após o carnaval, as alternativas já es tão sendo estudadas= e este editorial re gistrará o assunto com todo rigor. CARNAVAL Carnaval é o nome das festas que ocor­ rem em diversos pai­ ses católicos, e que terminam no inicio - Quaresma (os 40 dias que vão da quarta feira de cinzas ao domingo de Páscoa du rante os quais cató­ licos e ortodoxos fa zem penitências). O primeiro e o Último dia do período carna valesco variam con = forme a tradição de cada País. Algumas - vezes ele se inicia com o dia de Reis (6 de janeiro) e vai até a terça-feira de carnaval. Em alguns lugares da Espanha, ele inclui a quarta­ feira de cinzas.Cer­ tos países festejam apenas a terça - fei ra. No Brasil, o car naval é festejado no sábado, domingo, se gunda e terça- fei ra. Há carnaval tam­ bém na micareta,quin ta-feira da terceira semana da quaresma, apenas na Bahia. Mui to festejado no pas­ sado o carnaval per­ deu sua animação no mundo, sobrevivendo- O heroísmo consiste, justamente, entre outros lugares ser bom com quem e mau. na França, Alemanha, Fiquei sabendo que Espanha, Filipinas Em permanecer calmo diante das pes - rou=s Ver"!adores com Caribe e, especial - soas irritantes. pareceram para a 1ã mente, no Brasil reunião da Câmara Le- principalmente no Em ser generoso com as pessoas egois-islativa, talvez os Rio de Janeiro, Sal- ln~:mo~ tivessem algo Vã-ior e Recife. tas. nus importante para i' FFooFe chegar d e9s POT'O' l azer no dia. Destaque Jackeline Donamiqo HISTÔRii Não se tem certeza da origem do carna val, parecendo estar remotamente ligado= a alguma antiquissíma comemoração pagã pela passagem do ano ou pela vinda da primavera, t possível também oue se rela clone com os festivais orgiásticos da Ro ma Antiga. Em sua origem, considera-se o carnaval uma festa caracteristicamente - italiana, todo o seu desenvolvimento es­ tá intimamente ligado à Itália, onde há célebres desfiles no corjo e os espetacu _lares préstitos (cortejos) de Agona Testáccio. Com longa tradição, o carna - val tem sido muito importante para a evo lucão do teatro popular, do cancioneiro= e das danças folclóricas. Foi proibido - pelas autoridades protestantes depois da Reforma- 1846- primeiro zé Pereiras (gru pos de foliões de rua munidos de tambo - res e bumbos 1879- primeiro baile públi­ co ao ar livre, no Teatro de Santanas , 1885- primeiro- cordão carnavalesco-1888 aparecimento do personagem fantasiado zé Codea, antepassado do "sujo", que surgiu em 1904 aparecimento da seroentina 1900 Grandes Sociedades promove seus primei - ros bailes 1901 pulverização de perfumes 1907 primeiros foliões masculinos vesti­ dos de mulher 1990 aparição do Rancho Resedá o carnaval era quase que exclusi­ vamente da grande sociedade: Tenentes do Diabo, Pierrôs da Caverna,. democráticos fenianos 1926 vinda dos primeiros turis­ tas estrangeiros, 1928 aparecimento da primeira escola de samba, a Deixa de Fa­ lar, no bairro do Estãcio- 193O origen. - surgem outras escolas, entre elas a Man­ gueira e a Vai como Pode, futura Portela 1932 primeiro baile no Teatro Municipal. Pesquisa Enciclopédia Delta Universal volume três". ' PARA REFLETIR Quantas vezes queremos ser bons e amá veis, e vemos destruídos nossos propósi­ tos de virtude. Mas ser bom com quem é bom não é vir­ tade. em O n vo I.de do P" r A­ sem±Li Leqisl tiv,Dputdo "alderir Moka, def rd u n e 7o solene de instalação da sessão Legislativa de 1.993 ,a busca de parcerias cot ou ros­ suguiment partidários, coro instrumen o essencial p.ra "superarmos as dificuldades so ciais de um período d clara - desord m da conomia nacion l, representada pela politica re cessiva desemprego e inflação­ alta". Nessa conjuntura difícil,Mo ka entende que não há lugar pa ra o radicalismo poli ico- par tidâria. •e preciso encarar o entendimento entre líderes e partidos diferentes como o con vênio destinado a administrar= a transição rumo ã nova e dura doura institucionalização ãÕ Estado". A busca de soluções - para a crise econom1ca, tanto cm âmbito Federal como Regio - nal, impõe a conciliação dos homens públicos responsáveis e preocupados com o futuro da Na ção e do Estado. O líder Peemedebista fez questão de advertir que "enten dimento não significa capitul~ cão, nem o morno encontro de antagonista políticos em re gião de imooilismo e apatia". Esse entendimento deve ocorrer para gerar fatos e decisões po sitivas que permitam a "presér vação da integridade social" e a superação das dificuldades - que hoje assolam o país como um todo. Moka qualificou como umn er- Dep. aldemir Moka ro grosseiro recorrer a recessão como instrumento reflacionário , apontando a direção que o PMDB - pretende seguir: "Vamos lutar pa ra promover a retomada do cresci menta, estimulando o risco empre sarial e eliminando, gradativa= mente, as hipertrofias do egois­ mo e da ganância". Finalizando, o líder do PMDB Waldemir Moka volta a ressaltar que "Retomar o crescimento é criar empregos" , frisando que toda politíca econª mica deve estar subordinada a cs se dever social. Caracol em Sociedade Ken1n1er e Tânia SEJAM BEM VINDOS Todos os turistas­ él.e fora que tem vindo visitar a nossa cida­ e,esperamos que vol tem sempre. - CURTINDO Fi::RIAS o casal do Rio Grande do Sul, Norber to e Elvira, estão curtindo as férias em nossa cidade. Espera­ ros que curtam bastan te. TROCOU Idade no dia 20pp. a nossa querida ami da Eliane, esposa do Caetano. A você feli­ cidades. ACONTECEU No dia 17pp. umna - deliciosa festinha em memoração ao ani­ versário da gatinha P.osimeire, onde seus amigos estiveram para memorar a troca de idade. Parabéns, e to da a felicidade ado rundo. NOSSOS PARABtNS Atrasado ao jovem, Abner, que também es­ teve de idade nova neste dia 18 pp.Suces 5O. SABEM QUEM Está de love novo? r. a nossa querida ami ca Rosa Maria , est esbanjando amor. Suces os prã você. CMARA NÃO POD!AMOS Deixar de agradecer a Dona Lurdes (Sorve teria Sol de Verão), que não mediu esforços e doou 500 picolés, para o Matinê das crian ças no Clube Mocidade, parabéns D. Lurdes , e continue sendo essa pessoa que luta pelo progresso de Caracol. FOFOCAS Vi dia desses circulando pela City, um homem moreno alto das sobrancelhas grossas em uma D20 branca. E uma amiga me disse: Estou apaixonada por ele. BOA SORTE Para o nosso amigo irá para Ponta Grossa 'Colégio Interno Verbo to sucesso amigo. O CLUBE MOCIDADE "Leo", que em breve­ PR. Ele ir.á estudar no Divino. Parabéns e mui- Agradece às pessoas que colaboraram com o prémio para fazerem o Matine Infantil: Sorveteria Sol de Verão (D.Lurdes) la Dama Joana da Silva Godoy Comercial Lima. (Lima) Supermercado Paineira (Ramão Farias) Supermercado Brilhante (Rita Vieira) Fabrica_Lumaka (Irmã Esperança) A Caprichosa (Liliane Godoy Leite) Borracharia Caracol (Peixe) CONVITE O Es!?orte Clube Mocidade, CONVIDA toda população Caracolense para o carnaval 93. Que será nos dias 19, 20,21 22 23 Com tres Matines. + • . conta com a animação do con· t "Som­ Livre Banda Show". Não pere, 'Junto am. RECADOS DO CORAÇÃO De: Alguém P/Emanuel estou apaixonada por você, mas não te no coragem para dizer isso Adoro as nossas paqueras. De: Amigas Adoramos O seu P/Rosa Maria love, estamos torcendo· por você. De: A.G.A ergue voéé esa inca»a !' ; o­ raçao? Te curto de verdaae. " De: Olhos esoeciais . Adorei a nossa P/ Rodrigo paquera. Te acho um gato. De: Amiga E h • P/ Fofa u conheci a sua paixão. 1 d Ele é realmente 1n o. Sucessos amiga. SETOR PRODUTIVO TEM MAIS RS 4O BILHÕES DO FCO (SE.COM MS) Mai 17 empreendimentos es- tão sendo beneficiados Com o recursou do Fundo Constitucio­ al de Desenvolvimento do Cer ro-Oeste (FCO), no montan e de Cr$ 40 bilhões. Qs con ra - tos foram assinados pelo presi dente do Banco do Brasil,Alcir calliari, em solenidade reali­ zada na sala de reuniões de 110 tel Campo Grande, onde estavn sendo realizado o Fórum Nacio­ nal de Secretários de Agricul­ tura e Reforma Agrária. o setor industrial ficará com a maior parcela desses re­ cursos (Cr$ 20 bilhões), vindo em svquida o agroindustrial. Individualmente, o projeto do Loticlnios Sorgatto, de são Ga briol lJ'Oente, é a que obteve­ o maior financiamento: Cr$13,3 bllhõen. Esses recursos serão i I utilizados na implantação do laticínio para vazamento de leite e fabricação de queijos, bem como para aquisição de veí culos, maquinários e equipamen tos. O Laticínio deverá gerar- 40 empregos diretos e 30 indi­ retos. Outro grande projeto que se rã desenvolvido em Mato Grosso do Sul, é a implantação de urna usina para reciclagem de óleo combustível. A dona do empreen dimento, a West Oil Lubrifican tcs Ltda., prevê a geração de 54 empregos diretos com esta indústria, que será instalada em Campo Grande. A Financial - Construtora Industrial assinou contrato de financiamento com o Banco do Brasil, no valor de Cr$ 4,9 bilhões, para ampliar o seu parque industrial, onde são desenvolvidas atividades - de extração de pedras destina­ das à construção civil, produ­ ção industrial de artefatos de concreto e para pavimentação - de estradas. O Presidente do Banco do Brasil firmou contratos de fi nanciamcnto ainda para produ - ção de sementes e beneficiamen to de arroz, aquisição de mi trizes para o desenvolvimento­ da pecuária leiteira em são Ga briel D'Oeste, sem contar os projetos nas áreas de hortifru tigranfeiros, suinocultura e avicultura. A conclusão desses l7 projetos financiados pelo O representará a geração de aproximadamente 300 empregos - diretos e indiretos. MAIS INCENTIVO Alcir Calliari disse que o Banco do Brasil pretende forta lecer ainda mais o trabalho in tegrado que vem sendo feito - com o Governo do Estado, tendo em vista que Mato Grosso do e·. José Américo do Amaral Sul tem se despontado como aque­ le que melhor vem aplicando os re cursos do FCO. Ele anunc1ou que a intenção é atuar mais no setor turístico, uma das principais a tividades cconõmicas da região. "Temos Cr$ 800 bilhões do FCO aplicados aqui em Mato Grosso do Sul, e estamos trazendo mais Cr$ 350 bilhões para serem apli cados. Temos certeza que essa in tegração com o Governo do Estado pode servir de exemplo para ou tros Estados", comentou o presi­ dente do BB, para logo em segui­ da completar: "Não tenho dúvidas em afirmar que no Centro-Oeste , em Mato Grosso do Sul é que o FCO vem funcionando da melhor ma neira". - Ao participar da solenidade­ de assinatura dos contratos,o se cretário de Agricultura, Pecuã ria e Desenvolvimento Agrário do Estado, José Américo Flores do Amaral, destacou que"FCO tem si­ do a principal alavanca de de senvolvimento do Estado". Para ele, ao estimular o desenvolvi mente agroindustrial de Mato - Grosso do Sul, o Banco do Brasil dá a sua contribuição para a g~ ração de novos empregos e promo­ ver o bem-estar da população. Participaram também do evento, o superintendente estadual do BB , Manoel Pinto de Souza Júnior, di retores e gerentes da institui= cão, além das lideranças rurais­ como Eduardo Machado Metello(pre sidente da Federação da Agricul:: tura do MS), Laucidio Coelho Ne to (presidente da Associação dos Criadores do Estado) e Hélio Coe lho, presidente do Sindicato Ru­ ral de Campo Grande. "FCO TEM SIDO A PRINCIPAL ALAVANCA DE DESENVOLVIMENTO DO ESTADO" Menapen te Petr ·- reja a ao para O governador Pedro Pedrosr - an encaninhou à Assmbléi Legislativa do Mato Grosso -­ do Sul, mensagem sobre as ividades poli ico adminis - ra ivas e institucionais do Poder Executivo, fazendo balanço das atividades e o br .s realizadas pelo Governo do Estado no ano passado e raçando as metas qer is pa­ ra o ano de 1993. O vice-go vernador Ary Rigo represen - tou o governador Pedro Pe drossian na solenidade dr instalação da 30 sessão l gislatura do Poder Legislati voe fez a leitura da Mensa­ qem enviada pelo governador­ do Estado. Em sua mensagem o governa dor Pedro Pedrossian destaca que todas as ações do Poder Executivo no ano passado "só foram possíveis graças à in- ransigente política de aus teridade exercitada por meu Governo". As rcalizaçÕLs do Estado foram apresentadas aos 24 deputados estaduais - que compõem a Assembléia Le~ gilativa, através de um rela tário com mais de 100 pági - nas. De acordo com os princi pios básicos apresentados na Mensagem, o Governo do Esta­ do deseja a redução dos dcs~ quilibrios regionais e se propõe a realizar investimen tos públicos que promovam a indução do aproveitamento ra cional das potencialidades e conõmicas do Estado, "visan­ do a melhoria da qualidade - de vida da população". Pedrossian manifestou em sua mensagem, preocupação com relação a perda real de aproxidamente US$ 4 milhões­ por mês da arrecadação esta­ dual, reflexo da crise econõ mica que se instalou no Pai De acordo com a mensagem, "o aparelho fiscal funcionou cm 1992 com aplicação e serena severidade", o que permitiu que a arrecadação global fi­ casse apenas 3,85 pontos per centuais abaixo da inflação­ do período. Essa performance no entanto, não impediu que se registrasse urna perda re­ al na arrecadação. Pedrossi­ an ressaltou o bom relaciona nento que manteve com os Po aeres Legislativo e Judiciá= rio. "Esta extraoinária sin - tese de solidariedade e co­ responsabilidade entre os Po deres, permitiu-me conduzir= a sociedade sul-mato-grosseg se na consecução de ações ob jetivas em favor da melhoria da qualidade de vida e do resgate pleno da cidadania"­ afirma Pedrossian em sua men sagem. Segundo Pedrossian, a • la ' bléia • 1 e Go 'ernador T :r gravidade do uomento impõe Qae essa coesão se)a man ida "como uma responsabilidade - civica para superar essa gra - vissima conjuntara de qoase desagregação econômica, que colo ca a Nação à beira de um colapso social"- alerta o governador. CRISr: O presidente da Assembléia Le gislativa, deputado Cicero de Souza, fez um discurso na mesma linha do governador Pedrossian , destacando as dificuldades e as situações criticas enfrentadas - pela nação nos últimos anos. Se­ gundo ele, "a,. in:;tubilidades , jamais vistas no cenário politi­ co nacioanal, além de provocarem recessão e inflação incontrolá - veis, afetaram consideravelmente o desenvolvimento cronogramado - dos Estados". Cícero de Souza elogiou o es­ pirito empreendedor do governa - dor Pedrossian e garantiu a con­ tinuidade do aoio institucional da Assembléia Legislativa ao Go­ verno do Estado, visando "a con­ cretização do grande projeto de criar estruturas sólidus e dinâ­ micas, que assegurem a real mo­ dernidade económica, social e po lítica do Estado". A solenidade de instalação dos trabalhos lecislativos con tou com a presença de todos os deputados estaduais e do secreta riado de Pedro Pcdrossian, além do presidente do Tribunal de Jus tiça, Nelson FOntoura e diversas autoridades militares e civis. O novo presidente da Assembléia Le gislativa, deputado Cícero de Souza, conduziu os trabalhos , apoiado pelos 1 e 39 Secretri­ os da casa, ãeoutados Franklin - Masruha e Waldir Neves, respecti vamente. NESTE CftRHIYIL NAU BRINQUE COM € Ili M DlOR 83 Campo Grande-MS CONSULTE NOSSOS PREÇOS PARA Retífica em Geral Pagamentos (12) + ENTREGAMOS SEU GARANGO, RAPIDINHO! • COLOCAÇÃO GRATIJ[TA! + HTOOR COM CARANTIA! e Rua 13 de maio, 3_709 Ern Frente a Santa Casa Fane: 383-2517 e 384-4464 lraponaa na {a .•"ijiroãué iovtu Um relógio, mesmo parado, uma vez no di estará certo. Momentos de Saudade Há alguns dias atrás eu observava a chu va, caindo mansa no telhado. A enxurrada corria mansa, em rumo, (a­ zendo ondas encaracoladas. E eu observava,,, observava... De repente me bateu uma saudade. Sauda­ de dos meus tempos do criança, do meus bar coo de papel, dos meus banhos na enxurra - da dos meus castelinhos de barro. ·Tudo isto no pensamento. Coisas da vida que os tempos não trazem mais. Tudo_pas­ sou. Hoje me parece um sonho. Mas nao foi. Foi realidade meamo. Brinquei, soltei barcos de papel, fiz castelos de barro e tudo que tive direito quando criança. o bom de tudo, isto é, justamente a sau dado, pois quando a sentimos é porque nos lembramos de algo bom que ficou para tras e quando isto ocorre uma coisa é certa nosso pensamento é infinito tornando-nos crianças outra vez. PÃRA-CIIOQUES Na época do Ademar de Barros em São Pau l 1 "", U"'º' ca-,~v,1nc1 nur.1.1 cai:;.1 d,1 :-or.íl - O, C1e'yd a • , .. rural, comand.da pelo dito cu)o, porem não se identifica. O politico pede um copo d'água. A dona da cas chama um filho: - Admarzinho, me raz um copo d gu pro mo o - Que bom dona, seu filho se chamar A- demar. - - Não sinhô. O nome dele e Paulo. Lhe - dei O apelido de Adernar por causa que ele gosta muito de mex.r no alheio, men iro­ so uma barbaridade e cu ach i que ficava - bem o apelido por causa qui disqul em um tal de Adernar de Barros lá prás bandas da capital igualzinho a ele: ladrão, mentiro- so, safado e etc e tal. . _ Ainda bem que o dito CUJO nao havia se iden !ficado. - Se seios fossem buzinas, ninguim dor­ mia à noite. - Onde termina tua mini-saia, começa meu pensamento. - Mulher é igual xuxu. Pulou a cerca o vizinho come. - o amor i igual árvore. Só dá galho. FILOSOFIA DE UMA ALUNA ADOLESCENTE Chefe. - Est qui um curro se placas ntos irregulares. O que eu rao o C!.,;,,fe -er--untõ: - f iportante a pe» roa? - Eu acho que é. Só prã se ter u déia, seu motorista é o PAPA: tt t t t # t "O caminho que mais gosto de percorrer é aquele que vai do queixo ao nariz, do na riz ao queixo e pára bem no meio". Você Sabia? * Que o brasileiro está cada vez mais - perdido? Mais perdido do que guaipeca caído de mudança. Está perdido no meio das si glas. Na hora de pagar um imposto, fazer - um crediário, aplicar ns trocos no banco, etc., i um desfile de siglas, BTN, OTN TRD, UFIRS, IPTU, IPVA, ICMS, INSS, BVF , ISS, e agora o mais jovem IPMF. e um Deus nos acuda. E agora para completar a nove - la, o salário mínimo será reajustado com base no dólar. Dá prá entender? * Que o Cojunto Habitacional GUARANI re centemente inaugurado, já ganhou novo no= me? Agora é VILA POMBAL. Atê o dia 15 de Fevereiro, era apenas fofoca;mas na aber­ tura'dos trabalhos Legislativo Municipal o Vereador Dica usou a tribuna referindo-se ao local como "VILA POMBAL". * Que o "Jô SOARES" do SBT, apresentou na Última segunda-feira um desfile de mo das diferente. Os manequins eram cachor ros. A garotada que se cuide. * Dona Nilce, Prefeita de Antonio João, teve a honra e o mêrito que somente ela como Prefeita obteve. Foi convidada pelo cerimonial do evento para fazer parte da mesa, juntamente com o Governador, Prefei­ to da Capital e outras autoridades. Para - béns Dona Nilce. Parabéns Antonio João. COMENTANDO ... * O que está com o maior agito da Paró­ guia, em Antonio João, é o Programa Anta nio João, Nossa Terra Nossa Gente", . tido pela Super Rádio Fronteira, uma ini - ciativa do Vereador Joãozinho Franco auxi­ liado pelo Professor tlio de Lima Pinto e equipe. O Programa ê apresentado aos domingos das 09:00 horas ás 12:00 horas. Trata-se de um programa abrangente: Mú­ sica, Política, Denúncias, Utilidade Públi ca, ·Curiosidades, Horóscopo, Fofocas, Par= ticipacão do Ouvinte, etc. • Sintonizem.se na Fronteira aos domingos de manhã. * A nova Administração de nossa cidade está de vento em popa. Na abertura dos tra balhos Legislativos ocorrida no dia 15 de Fevereiro, Dona Nilce, foi elogiada pelos nove Parlamentares. Um fato que há muito - não ocorria em nossa cidade. são indícios de que Antonio João está renascendo politi ca.mente. Vamos torcer para que isto conti­ nue. Afinal de contas uma cidade é a transpa Enfocando esta Coluna, a garota Rosana Oliveira Vargas, 16 anos, Secretária da ora nelena Santiago, fotografada por Colunista Clio de Lima Pinto rência do poder político (Executivo e Le- gislativo). • Se estes não se engrenarem a Adminis­ tração Pública emperra. * De parabéns também Dona Nilce, com - referência à escolha de sua Assessoria . Principalmente na escolha dos Chefes - de Núcleo: - Na Educação, Professora Ecilda de Matos Pereira; - Nos Esportes, o Santiago; - Na Saúde, está um médico e assim por diante. A Secretaria Geral está nas mãos do Sr Leony Ferreira do Nascimento, dando tudo de si, por sinal também muito elogiado na Câmara Municipal. C isso aí Dona Nilce. Vale aqui o dito popular: "Cada macaco no seu galho". Pro­ fessor i na Educação, seu lugar, Médico é na Saúde, etc." * A greve do Magistério e outros gru­ pos de funcionários. r.amentavelmente nao foi possível segurar mais. Parece uma pa­ lhaçada. Veja este paralelo entre um Professor do Estado e um do Municipio em fase de início de carreira. Vale lembrar o seguinte: Nível - referência sobre o grau de es­ tudo do Professor. Classe - tempo de serviço. Todo o Professor começa na classe A. .o nível ê o seguinte: I - Magistério (Normal) II - (não éxiste mais) III - Licenciatura Curta IV - Licenciatura Curta Mais Uma Especia­ lizacão V - Licenciatura Plena. Agora vejam esta: Em Antonio João, um Professor Norrnalis ta (Nível I), que começou a dar aulas es= te ano, o seu salário inicial ide _Cr$ 1.450.000,00 por um período de 04:00 ho - ras de aula. No Estado este mesmo Professor ganhará irrisoriamente, Cr$ 720.000,00. Como o Es tado não poderia pagar o salário inferior ao salário mínimo, o Governo acrescenta g ma suplementação salarial para este Pro - fessor atingir a exigido por Lei. Esta ê uma das razões que levou o Ma - gistério a parar, todavia, não é a única. Queremos mais recursos para a Escola - Pública. O Governo alega que não tem di­ nheiro. Entretanto, gasta-se quantias as­ sustadoras em publicidades e outros. A parada do Magistêrio (GREVE) ê quase total, sem previsões de retorno. Quem decidirá esta, é este Governo que não foi eleito com o voto do Professor. UM CLOSE , v . • "" , ..... ..,," . l .•. +s l... PARABÉNS TRIBUNA Aos Diretores do Jornal TRIBUNA DA FRONTEIRA, Expressão írpar da história de u povo que Luta e sonha com um futuro melhor, 0 JORNAL DA FRONTEIRA, e seus 21 anos de circulação regis­ tra a trilha do desenvolvimento do nosso uni± io, tibrando com idealismo e seriedade as p5- 5inas, do ~assado e do presente. ,lanire:'.tamos, na oportunidade, votos de congratulaçoes a este veículo através de seus diretores e funcionários, pela tenacidade co­ que se dedicam a ardua missão de be1!1 infor.:,ar s ~omunidade. Que a bandeira da verdade seja sepre o bal .arte do Jornal Tribuna da Fronteira, tú:loneirO­ e orgulho de nossa gente. PARABÉNS! PREFEITURA MUNICIPAL DE BELA VISTA Abraão Aroa Zacarias • Prefeito Nunic-fpal p. ' -ron 0n±. eis arr ·si o E sta -~ rec ·si pro " em 7r 2.• V1a. ·3± e, s e H ae :: ir «nz •l il "ne+. ri; no, to± E