1 1 
,. 
DIARO 
QUE O POVO SEJA BEM 
IONAL 
FORMADO 
A!IO 21 110 1. JJ7 04 DE 1111'1,;o 	IVILl/0 l'l.i.l:JJ ' FFÇO DO Px. C:$ 
6 VERN DA AUMENTO 
, 
ORA VIRIi 
Governador Pedro Pedrossian 
Publicamos alguns artigos trans 
critos da ClRTILHJ DEMOCRÂTICA, envia­ 
da pelo Senador Wilson Barbosa Mar­ 
tins. 
Tudo o que voce precisava sobre 
o PLEBISCITO de 21 de abril, quando o 
povo escolherá a forma de Governo, PAR 
IJMENTlRISMO ou PRESIDENCIALISMO. 
E o regime: MONARQUIA ou REPÚBLI- 
CA PLEBISCITO - PÁGINAS 04 e 05 
O Governo Pedro 
Pedrossian, sem 
transigir com a res 
ponsabilidade consti 
tucional de asscgu = 
rara Governabilida­ 
de, e fiel à políti­ 
ca adotada desde o 
início da Administra 
ção, de repassar aos 
salários, índices 
correspondentes ao 
crescimento da rccci 
ta, publicou no Di­ 
rio Oficial desta- 
A Regional de 
Mato Grosso do Sul 
do Departamento Na 
cional de Estradas P 
Rodagem - DNER, in­ 
formou em telefax ao 
líder do PMDB na As­ 
sembléia Legislativa 
Deputado Valdemir Mo 
ka que foram libera= 
dos e aprovados re 
cursos no montante= 
de 1,870 bilhões de 
cruzeiros para este­ 
ano, visando atender 
as obras de constru­ 
cão da BR-060, ligan 
do Jardim a Bela Vis 
ta, Jardim/Porto Mur 
tinho e Sidrolãndia7 
Nioaque. 
De acordo com 
as mesmas .informa­ 
ções do engenheiro - 
chefe do 190 DRF, 
Luiz Antonio de Car­ 
valho com a libera - 
cão dos recursos or 
çamentários rela= 
tives ao primeiro bi 
,,, 
L NOS SAL ft 
GENS SETORI 
ex a-feira pp., Do 
cr,•
1
·0 c;on!'ol lclando :: 
as corre oes salari­ 
ais fiadas para es 
te mes de fevereiro. 
1li'm dos 20'& 
(vinte por cento) pa 
ra os componente:; do 
Grupo Magist6rio ; e 
dos 15~ (quinze por 
cento) para as de 
mais categorias, con 
forn:e o Governo asse 
gurara desde o inI 
cio das negociações, 
uma vez confirmado 
aumento na previsão 
da receita, garante, 
pelo mesmo decre o , 
ganhos adicionais a 
diversas categorias. 
Para as corre 
cães setoriais, o cGo 
verno Pcdrossian te 
vc como parãmetro a 
tender prioritaria - 
mente àquelas catego 
rias que continuam= 
no efetivo exerci 
MELH 
UDO 
cio 
ções, 
respon 
presta 
qual ida 
d3o - e 
Comi to, 
mnentos sal ria 
s .gur.:ido•. v ! o 
no através do 
to são o 
Veja matéria 
completa na pqina - 
02 clcstn ccliç:lo. 
MI V#RIZM 4JEINIIMEITO à SBE, 
FRIO E ESIRA.AS 'VIII 
PONTE SOBRE O 
RIO CARACOL SERÂ UMA 
8§.ALIDIDE 
O Prefeito de 
Caracol, Juvino Go­ 
doy, já colocou " a 
Casa em ordem ", pa 
9ou os salários dos 
funcionários que 
estavam atrasados 
(tres meses) , forne­ 
cedores e iniciou um 
Verdadeiro mutirão - 
a cidade, priorizam 
~o o atendimento às 
areas de saúde, Edu­ 
cação e estradas Vi 
inais. - 
Na área da sáu­ 
de, o Prefeito adqui 
tiu uma ambulância O 
km, toda equipada , 
Sue jã está aten-· 
Qendo a população de 
Caracol. 
[ 
E SE!UE TE a 
ZS EST .AS 
i--· 
ESTRJDlS VICI 
NlIS E PONTES 
A ponte sobre o 
Rio Caracol, que dá 
acesso a região do 
Touro Mouro vai dei 
xar de ser sonho e 
motivos de polêmicas 
para se transformar- 
em realidade. 
Deputado Moka 
mestre deste ano fo­ 
ram reiniciados os 
serviços de manuten­ 
ção nas BRs 060 e 
267 nos sub-trechos­ 
Jardim/Bela Vista e 
Jardim/Porto Murti 
nho, priorizando -se 
a recuperação dos 
segmentos críticos. 
Já no trecho A 
quidauana/NioaquelJar 
tlim foi executada u~ 
ma operação tapa-bu­ 
racos. 
No expediente , 
o DNER regional comu 
nica que pretende du 
rante este exercício 
realizar uma comple­ 
ta recuperação nos 
segmentos das BRs 
060 e 267 fora dos 
sub-trechos onde as 
empresas contratadas 
pelo Dersul executam 
obras. 
J 
O Governe- do ES 
tado entrará com a 
mão de obra , a Pre 
feitura com a cola= 
boração de. alguns 
produtores rurais da 
região pagarão os 
materiais. 
Pagina - 02 
Para o Deputado 
Moka, representante­ 
da região, "garPntir 
melhores condoes 
de tráfegabilidade - 
nestas rodovias é as 
segurar a integração 
econômica do sudoes- 
te aos maiores cen 
tros de comercializa 
cão do Estado e do 
País, alé:1 de re.;,;:i­ 
tar um co::promisso - 
com aquela população 
que viveu durante a 
nos em condição de 
abandono', 
No iníc:o do 
ano, prcocup.1do cor 
as condições da~ ílRr 
060 e 267 (Siürol::..n­ 
dia/Nioacue/Jardir / 
Bela Vista e Jardim/ 
Porto Murtinho), o 
Parlamentar raiv1 tiL 
cou investimo:.to 
Governo Federal 
ra recuperi:;clo 
vias pavimentada, 
manutenção do 
trechos não avir:on­ 
tados, mclhor,:!i.,~~ ,., 
sistema viãrio da 
região. 
d,.: 
Bonito City 
Pá in.i - 06 
8 e está r tri t 
Parlamentaris o 
Prefeito de Caracol 
Juvino Godoy 
A reforma de to 
das as escolas muni 
cipais está em anda­ 
mento e o quadro de 
pessoal preparado pa 
ra alcançar todos os 
objetivos na área e­ 
ducacional. 
Veja artigo escrito por 
Brizola, na página - 03 
Leonel- 
E A 
PARA UM E @ 
Dia 13 do corrente , 
às 08:00 horas, na sede do 
Sindicato dos Trabalhado - 
res Rurais de Bonito, have 
rã uma importante rcuni5Õ 
VIRIO A BON 
O COM COLONOS SEM T 
que contará com as presen 
ças dos Deputados valdir 
Neves, Zeca do PT, bem co 
mo representantes do " IR 
cra
11 
~ Terrasu1••. 
Além de outros assun­ 
tos ligados à classe,se~io 
ultimados os detalhes cara 
o transporte de 200 fí- 
lias; Página - 03 
1

------------- ~--- 
------ 
OVINO GODOY PRIORIZ TE OI E O 
il SDÚDE, EDUCIÇãO E ESTRIOIS YICINIIS 
(Da acarsal de Caracol) 
PONTE SOBRE O RIO CA-RACOL SERA UMA REALIDADE 
"Nada de onhos - 
O Prefeito de Caracol, Jvino Godoy, já 
colocou "a casa cm ordem", pagou ou ual5 - 
rios dons funcionários que estavam atrasa - 
dos (três meses), fornecedores e inicioo - 
um verdadeiro mutirão na cidade, priorizam 
do o atendimento às áreas de saúde, educa­ 
;ão o estradas vicinais. 
Na área da ade, o Prefeito adquiri u 
ma ambulância 0km, toda equipada, que já - 
está atendendo a População de Caracol. 
A reforma de todas as Escolas Manici 
pais ostfi cm andamento o o quadro de pes - 
soal preparado para todos os objetivos na 
5roa educacional. 
Estradas Vicinais e Ponte 
A ponte sobre o rio Caracol, que dá a - 
cesso a região do Toro Mouro vai deixar de 
ser sonho e motivos de polimicas, para se 
transformar em realidade. 
Com a colaboração do DERSUL, cuja resi 
d@ncia de Dela Vista não mede esforços pa­ 
ra atender as reivindicações do Prcfcitoo 
da área, a Prefeitura de Caracol está via­ 
bilizando a malha viária da região. 
Estão sendo patrolados os trechos Bela 
Vista a Caracol, em duaG frentes, até o 
'!'rês Cerras e do Tris Ccrros a Caracol; Ca 
racol - Alto Caracol; Caracol à região do 
Toro Mouro, até o Rio Caracol; Caracol 
Barreiro Preto; Caracol - Alegre Y, estes 
trechos de responoabilidade do DERSUL. 
Cabe a Prefeitura a recuperação das es­ 
tradas Caracol - Fazenda Santa Rosa (20 
km), esse trecho está sendo cascalhado,com 
a colaboração do Pecuarista Orestes Godoy; 
Caracol - Fazenda Santa Terczinha (50 km), 
e Caracol Fazenda Guarujá (23 km). 
i 
--i 
Estradas Vicinais 
Com os Pés 
Caracol vai 
no Chão, 
Mudar 
O Prefeito de Caracol, Juvino Godou,dis 
se que vai transformar Caracol, mas "com:: 
os pés no chão, dentro de nossa realdiade, 
afinados com a vontade popular, procurando 
errar o menos possível". 
Juvino entende que o momento que o Pais 
atravessa é muito difícil, com reflexos 
nos municípios, mas com criatividade e mui 
to trabalho, poderemos fazer muito por nos 
sa gente sofrida". 
de grandeza, vaos 
sonhar sim, mas o 
nhos qae posar@. 
transformar mn reali 
dade, e qual é a no 
sa realidade - diz o 
Prefeito - completap 
do, "mais atendiren­ 
to na área do aavde, 
escolas limpas, re - 
formadas, aptas a a­ 
tender aoa noosos jo 
vens; funcionalismo 
trabalhando satisfei 
to, água e luz para 
o povo; moradias, in­ 
centivo â empresas - 
para se instalarem - Pref. Jovino Godoy 
no Município e gera- 
rem empregos, urbanizar e implantar um ci 
dade bonita e boa para se morar, com sim - 
plicidade,.mas digna, como digno é o non□o 
povo". 
Finalizando, o Prefeito disso que "sou 
um homem do povo, quero o melhor para a 
nossa gente, e, com os meus auxiliares, va 
mos procurar fazer o melhor, melhorando as 
condições de vida dos mais carentes, e Va­ 
mos lutar, lutar muito, para conseguir "11 
conjunto habitacional para a nossa cida - 
de". 
"COM OS PÉS NO CHÃO, 
• CARACOL VAI MUDAR" 
Governo dá Aumento Geral nos Salários e 
ssera irias atages Setoriais 
o Governo do Estado entrará com a mão - 
de obra, a Prefeitura com a colaboração de 
alguns produtores rurais da região pagarão 
os materiais. 
A ponte será construida, são mais de 
60 metros, beneficiando uma região produti 
va onde dezenas de produtores serão atendi 
dos, e o Prefeito Juvino cumpre urna premes 
sa de campanha. 	- 
(Fundo em 20/02/1972) 
Publicação da Rede Belavistcnsc de Jornais 
Avenida tribuna da Fronteira, 564 - Fone (067)- 
439-1410 - Caixa Postal - 23 
CGC - 15.513.203/0001-90 
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Bela Vista - Mato Grosso do Sul 
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Diretor Responsável 
Jvnldo l'crctra 
Reportagens - 
l"b.ildino Rodrlp;ucs e Joao Carlos Velasquez 
CfllFJcrE 
Gllson Silva Santos 
Redação, Mdinistração e Parque Gráfico - Avenida Tri 
tuna da Fronteira, 56. - Sede Própria - Fone (067) 39-1ã0 
CaLxa Posta1 2- Bela Vista - 115 
Sucun;als 
Antonto João, Porto MurtInho, Maracaju, Bonito, ar 
dIm e Caracol (Correspondente em Capo Grande, Brastll.a e 
prindpals cnpltals ) • 	. 
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cor Porto, 112J - Cep: 04003-005 - Paraíso - são Poui,,/sp-:­ 
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de Janeiro/RJ - Cep,- 20.071-000- Fore (021) 263-1129 - 
Fax- 263- 53- SCS - Quadra OI - Bloco G - Ed. Baracat 
3%;" :%,:.$5.7 7».-os - reors os - 
No devolvemos originais. 
O Jornal. não se responsabiliza pelos artigos as 
sinados ou de origem defin.ida. 
Fi1iado à ADJ0RI/MS e ABRAJ0RI 
Jornal Tribuna da Fronteira " que o povo se 
's be informado " 
O Governo Pedro Pe- Com isto, os aumentos timo. 
drossian, sem transigir salariais assegurados pe POLICIA CIVIL, AGENTE DE 
com a responsabilidade - lo Governo através do d~ SEGURANÇA E OFICIAIS DE 
constitucional de asseg~ ereto são os seguintes: SEGURANÇA: 
rara governabilidade, e SERVIDORES DO GRUPO - Além dos 157. (quinze por 
fiel à Política adotada- MAGISTÉRIO: 20% (vinte - cento) assegurados a to­ 
desde o início da Admi- por cento) de forma line dos os servidores, essas 
nistraçao, de repassar - ar, para toda a catego = categorias terão altera­ 
aos salários, índices - ria, e até 207. (vinte - çâo de 100 (cem) para 
correspondentes da recei por cento) de abono so 170% (cento e setenta - 
ta, publicou no Diário Õ brc a remuneraçao, para por cento) da gratifica­ 
ficial desta sexta-feira aqueles que dependerem - cão de operações especi­ 
decreto consolidando as de complementação para o ais, o que resulta em 
correções salariais fixa salário mínimo, no mês - reajuste de 407. (quaren- 
das para este mês de fe- de janeiro. 	ta por cento) sobre are 
vereiro. 	DEMAIS SERVIDORES: muneração de janeiro. 
Além dos 207 (vinte - 157 (quinze por cento) - DELEGADOS, DEFENSORES PC 
por cento) para os comp~ para os servidores de to BLICOS E PROCURADORES: 
nentes do grupo Magistê- da as categorias, de for Além dos 15% (quinze por 
rio; e dos 157. (quinze - ma geral e linear. Aque- cento), terão mais 257. 
por cento) para as les servidores que depen (vinte e cinco por cen 
demais categorias,confor deram de complementação= to) de aumento, calcula= 
me o Governo assegurara= para o salário mínimo,no dos sobre o vencimento - 
desde o início das nego- mês de janeiro, terão - básico. Os delegados te 
ciaçÕes, uma vez confir- até 157 (quinze por cen rão a equiparação do ve 
mado aumento na previsão to) de abono sobre are= cimento-base ao dos pro= 
da receita, garante, pe muneração. Com a efetiva curadores e defensores 
lo mesmo decreto, ganhos ção dessa vantagem, ne com a agregação do adi 
adicionais a diversas ca nhum s~rvidor do EstadÕ cional de dedicação ex 
tegorias. 	terá remuneração menor - clusiva, perfazendo 
Para as correçoes se- que um salário mínimo - • igualmente, ganhos de 
toriais, o Governo Pedro mais 157. (quinze por cen 407 (quarenta por cento) 
Pedrossian teve como pa- to). • em relaçao a janeiro. 
râmetro &tender priorita POLÍCIA MILITAR: CARGOS EM COMISSÃO DA 
riamênte àquelas catego= Além dos. 157. (quinze por ADMINISTRAÇAO DIRETA 
rias que continuam no cento), os membros da AUTARQUIAS, E FUNDAÇÕES; 
efetivo exercício de corporação terão mais - Alem dos 157. (quinze por 
suas funções, cumprindo- 257. (vinte e cinco por - cento) lineares, a con 
a responsabilidade de cento), o que perfaz um cessao de atê 657.(sessen 
prestar serviço de quali ganho de atê 407. (quaren ta e cinco por cento), ã 
dade ao cidadão - contri ta por cento) sobre a re t!~o de 'adicional por 
buinte. 	muneracão de janeiro Gl- trabalho técnico ou cien 
tíf ico, a ser concedido 
pelo secretário da área 
mediante prévia aprova­ 
cão da junta de progra­ 
mação financeira do ~ 
tado. 
Ao assinar o decreto 
que assegura ao servi - 
dor público do Estado o 
máximo de correção sal! 
rial que a receita est! 
dual permite em momento 
de tão grave crise, 
0 
. _governador Pedro Pedr~ 
sian ratifica sua pol1- 
tica de gestão transpa 
rente das contas públi­ 
cas, com a divulgação - 
mês a mês da receita i 
confirma transparência­ 
para os salários dos 
servidores, todos os =! 
ses, do percentual cor· 
respondente ao auzento 
da arrecadação; e rat.! 
fica sua disposição 
1narredável de jaa!s 
transigir: com a res? 
sabilidade pública, as­ 
sumindo coopromissos - 
que não possa honrar, 
Dita responsabi11d+ 
de implica em assegura:! 
acillla das gestões adoi­ 
nistrativas, a transíe 
rencla dos recursos 
constitucionais aos 
0
~~ 
tros poderes e aos V­ 
cip1os, aln de garaa 
tir investimentos que ' 
em suma, justifiqueo 
0 
própria razão de se' 
do Governo em favor 
do cidadão e da soei6 
dade. 
Mecânicâ e Tornearia Sanjodiesel 
Reformas de Máq ... inas e Implentos A . • 
gricolas, Serviços de 
torno e solda em geral 
Atendimento CBI'larada, o melhor p 
. -·· ''- reço da 
mais importante: FONE: (067) 
• • 495-1163 
SERVIÇOS 
DE 
cidade e o 
r' 
1 
! 
i 
1 
;r 
1 
1 
• 
v 
1 
t

Leonel Brizolá 
O que está por trás do 
Parlamentarismo· 
DEPUT D YI lo 80 l 
ICOROO COM COLO OS SE 
p 
Mora, en 9s, haverá uma coinctd@nela: o Presidente , 
Senadores, os Deputados e os Governadores de Eta­ 
do terio eleitos no mesmo da, na rncoma urna. A popu· 
1.içHo, nun so voto, te.a a chance de dcrrubnr n crise 
a carestia, as Injustiças sociais e esta anrta da 
rlt1U('.',,o thc lon.ito e dor. frutou do trnbatho de nosso ovo to r 
l
:.1.01, w, 1 oportunldndc do põr nbaixo cate nodolo econgoic~ po· 
dro o lodoo oo polltlcos que oustcntnm coto inlquldudc çontrn 
iJ ~lo .. lJruat lclro o contra, até mesmo, as nossas aspirações co 
.o t, 1.; JD 1 ode-pendente. 	- 
1 4 C cxatur.,cntc o voto direto do povo aquilo que eles to 
i "º"'· ~or lo•o, <Juorcn tira-lo do 90 allhÕcs ct, ct.wdáoii 
c!adi dste Ids e transferi-lo aos 503 deputados, a 
O 1Ji.11oria _ doa c1un1s scr:ipre compromctidn com ncgociaçõco 
e lnflucncinc quo - coro provam os untec:cdcntcs hlotó 
nunca correspondera.o Õo lcg{t1rnas noplroçõcs e dirc.1:- 
01, du povo brasllclro. 
0 Congresso, embora ressalvadas minorias parlanenta .. 
res lucl~os e, combntivaa, tca sido, até aqui, uo._1 
incx.rut;n,1v<:l trincheira do conscrvodorlsmo,do atraso, 
dos privilc~los e o pnlco de grondc parte dos piores 
vlcios dcstn República. A grande bnrrcira contra au 
rc[omas de ba5c rcclnm..1da~, hÚ décadas, pela população tem 
sl~o u IMlorlu dos l>cputados .. c Scnudorcs que, legislatura - 
aos legislatura, mandato opos mnndato, sempre vem dominando .. 
0 
Congresso. Frin,, inscnslvcl e até desunana, foi esta a 
!orla de pnrlarocntare:. que negou as eletçôes diretas, enguan - 
to tH; Nls glgantcs..-:ns ciultidocs que n historia deate Pnls Já 
conheceu derranavan nas ruas lágrimas de decepção e amargura, 
1 ~ rots é plra uma I!l..'lioria de DcputiJdos e Scnadorcz; 
1 
1..:000 aqucln que deu r;,ole uc nno para Sorncy ou coa;o 
P..;tn que, rcccntcr..cntc, aprovou o con!isco do poupm 
1 
O çn, que o pn-:-lamcr.torlsmo pretende transferir o dircl 
to de escolher o Governo do Pala. ~ para entregar tu­ 
jnJ t·~•ll<'lt poi_{ticos - entre os qWlis pontifica gente como D. 
S.,ndra Cnvnlcanti, Dclfic 1'ctto e o -eróprlo Snrncy - que cspc­ 
ra:J que J nossa populoçilo vã abrir oao do seu direito de voto? 
"-.1is do que uma l.!jpo.sturi1
1 
a rigor, a oanobrn parlrmcntarlsta­ 
sc constitui. nun:a usurpnçao no direito do povo brasileiro de 
escolhc-r trnu próprio destino, seu próprio futuro. 
!:ic. pcnsnrn que o povo brasileiro será tolo de cnssor - 
1 7 
a 31 próprio para se entregar, de olhos _vende.dos a 
esses políticos, rutto en breve descobri roo o quanto­ 
e~t;io subestimando e desprezando a lucidez e o senti­ 
! O ento de uma população Injustiçada e sofrida cooo o 
}')"o bra!.llciro. 
LEOSEL BRlZOLA 
Govero:tdor do Estado do Rio de Jnneiro 
MANDADO PUBl.lCAR PELO PDT 
'Hirto d rr + ' 
Dia 13 do cor nt 
t·00 hora, na sde do 
dicato dos Trabalhador 
rain de Bonito, haver 
importante reanilo, que cor 
ará com as presenças dos 
Deputados Valdir Neves, Z - 
ca do PT, bem como repreen 
tantens do "Incra e T<'rras 1:· 
Al6m de outron ~~un·os li­ 
gados à clase, serão alti­ 
madon o3 dotalhcc pra o 
tranoporlc de duzentas fa~í 
liau que cutão dovidarncntu~ 
cadaotradar,, e que serão as 
ucntadas cm uma gleba na 
localidade denominada "Co 
triguaç~", entre os povoa - 
dos de "Juina" o "Juruena", 
no Norte do Mato Grosso. 
r+is concorrido, porque o 
colono , "s Terra" 
t.ates na litaJ , com! 
.._- rlo em ma sa e e to afoi 
tos p ra ao.mire ) o:-; lOt.l.-:- 
a eles des inados, ora vez 
que aravesam negras priva 
coes devido a fal a de em 
prego no Mnícipio. As sur­ 
rarias estão praticamente - 
desntivndou, conoiderando - 
que o "Iba::,a" deixou de fo_r 
w·cer guias paril ele::;:' lc:;, 
fin de preservar o meio an­ 
bicntc. !1ulto:; tenlarar., 
sorte no garimpo de Ouro 
mas as lavras também foram 
intcrditadau por determina­ 
r;ão de juctica. 
dos 
z nd; 
tria 
bom" • 
rio . Mait 
góis, est 
abl•,. o 0 
Porém, temo q0e t 
tas, ada ando no 
clor; de acordo com 
ão e a evolução d 
O Prefeito Municipal de Bela Vista, Es 
tado de Mato Grosso do Sul, no uso de suas 
atribuições legais, 
Faço saber que a Câmara Municipal apro­ 
vou e eu sanciono a seguinte lei: 
Art.10 - Fica o Poder Executivo Munici­ 
pal autorizado a realizar aplicações fina~ 
ceiras dos recursos disponíveis de sua re­ 
ceita própria arrecadada. 
S 1 As aplicações de que trata este ar 
tigo serão realizadas para previnir as re­ 
ceitas próprias do Município da desvalori­ 
zação da moeda nacional, por consequência 
do processo inflacionário. 
§ 20 Os resultados das aplicações serão 
convertidos em Receita Patrimonial e devi­ 
damente escriturada de conformidade com as 
normas de direito financeiro p~blico em vi 
gor. 
§ 30 O Poder Executivo deverá encami 
nhar mensalmente à apreciação da Câmara Mu 
nicipal, a prestação de contas sobre os re 
sultados dos dividendos auferidos com 
aplicação. 
Art.20 - Esta Lei entrará em vigor na 
data de sua publicação, revogadas as disp2 
sições em contrário. 
w 
o: 
t - 
4 ' 
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;e! 
r 
e 
1 
J 
A Diretoria do Clube Atlético Náutico 
agradece ao Sr. João Loureiro Pinheiro e 
Filhos, pela doação de jogo de vestuário 
completo aos 22 atlétas do Clube. 
José Alberto da Silva (Jeep) 
Preside;nte 
Luis Calliari 
Vice-Presidente 
ratas à 'lnssa Queria 
Mãe Nossa Senhora 
larerila 
_ Querida Mie Nossa Senhora Aparecida. 
V~s que nos ama e nos guia todos os dias 
Vos que sois a mais bela das Maês, a 
quem eu amo de todo coração, eu vos peço 
mais uma vez que me ajude a alcançares-· 
ta graça por mais dura que ela seja. Sei 
que vós me ajud-arás e me acomp,mhareis - 
sempre até a hora da minha morte. Amém. 
Rezar l Pai-Nosso e 
zer três dias seguidos 
alcançará a graça, por 
ela seja. 
l Ave-Maria. Fa- 
esta oração que - 
mais difícil que 
Mandar publicar no jornal. Em caso e~ 
tremo pode fazer em três horas. 
M.C.A.D. 
COLONOS PASS~1 PRIVAÇÕES 
o encontro sera un dos 
CRISE REFLETIU NO COMCHCIO 
Com execução dos co:nér- 
de promessa para 
to do sufoco é a Indtri 
Tur.istica. 
UNICIPBL DE BELA VI 
Lei Nmero 944, de 01-03-93. 
"Autoriza o Executivo Municipal a rea 
lizar aplicações financeiras." 
Bela Vista,01 de março de 1993. 
Abraão Armoa Zacarias 
Prefeito Municipal 
Lei Número 943, de 01-03-93. 
a 
"Autoriza o Poder Executivo a abrir - 
Créditos Suplementares, e dá outras provi­ 
dências." 
O Prefeito Municipal de Bela Vista, Es­ 
tado de Mato Grosso do Sul, 
Faço saber que a Câmara Municipal apro­ 
vou e eu sanciono a seguinte Lei: 
Art.10 - Fica o Poder Executivo autori­ 
zado a: 
I - abrir, durante o exercício,crêditns 
suplementares, atê o limite de 80%(oitentd 
por cento) da despesa fixada na Lei Manici 
pal no 936, de 10 de dezembro de 1992, que 
aprovou o Orçamento do Município para o 
exercício de 1993, utilizando como recur - 
sos compensatórios as fontes referidas no 
§ 10 do Art. 43, da Lei 4.320/64; 
II - a corrigir, trimestralmente, a par 
tir do 10 trimestre de 1993, os valores 
contidos no Orçamento-Programa do Municí - 
pio, mediante a.incorporação da infla~io_­ 
ocorrida no periodo, aparada pela variaçao 
da TR - Taxa Referencial mensal; 
III - Fica autorizado, também, e não se 
rã comp_utado para os efeitos de limite f!::­ 
xado no inciso I supra, a abertura de cre­ 
dito suplementar: 
a - para atender despesas com pessoal e 
encargos; 
b - à conta de recursos provenientes de 
operações de créditos autorizados por lei. 
_ IV - a tomar todas as providências e me-· 
didas necessárias para ajustar os dispendi 
os do Município ao efetivo comportamento - 
da receita. 
Art.20 - Esta lei entra em vigor na 
data de sua publicáção, revogadas as dispo 
sicões em contrário. 
Lei N~mero 942, de 01-03-93. 
"Autoriza a abertura de Créditos 
pecial que especifica•. 
O Prefeito Municipal de Eelil Viota, L 
tado de Mato Grosso do Sul, 
Faço saber que a Câmara Muncipal e P~ 
sanciono a seguinte Lei: 
Art.10 - fica o Poder Executivo ilutc1 
zado a abrir um Crédito especial ãc CJ': - 
3.982.710,300.00(Três bilhões, noveccnl~~ 
e oitenta e dois milhões, setecentos e 
dez mil e trezentos cruzeiros), para ul•.1 
der as despesas a seguir enumeradas: ••• , 
I - CR$' 275.035.700,00(Duzentor; e -' - 
tenta e éinco milhões, trinta e cinco • i', 
e setecéntos cruzeiros),para a execução -] 
do Projeto Creche Manuntençáo, de acur~­ 
com o que se prevê o Convênio no 077/JJ , 
celebrado com a Fundação Legião de As·i~­ 
tência em 01-01-93; 
II - CR$ 180.081.000,00(Cento e oitenta 
milhões oitenta e um mil cruzeiros) para excc" - , 
çáo do Projeto Creche Manunlenção,de ac~E 
do com o que prevê o Convênio no 0078/94,j 
celebrado com a Fundação Legião Brasilcl-, 
ra de Assistência em 01-01-93. ! 
III - CR$ 299.193.600,00(Dvzentos e no 
venta e nove milhões, cento e noventa 
três mil e seiscentos crvzeiros)para exe­ 
cução do Projeto Apoio a Pessoas Idosas , 
de acordo com o que prevê o Convênio n' 
0079/93, celebrado com a Fundação Lç1li. 
Brasileira de Assistência,em 01-01-93. , 
IV - CR$ 3.228.400.000,00(Três bilhÕ~ ,: 
duzentos e vinte e oito milhões e quatro-! 
centos mil cruzeiros) destinados a sar.ca-
1 
menta básico em Bela Vista, conforme Pla­ 
no de Aplicação de recursos consig~adoc - 
na Lei Federal no 8.409, de 28 de fevcrci 
rode 1992. 	- 
Art.20 - Esta Lei entrará e~ vigor na 
data de sua publi:a~ão, revogadas as dic-1 
posições em contrario. 
Lei Nmero 941 , de 01-03-92. 1 
"O.a nova redação DO inciso VI., do art. 13 da Le! n. 
845/89, e d.i outras provldê.ncUls". 	(,. 
" 
O Prefeito de Bela Vista, Estado de ~tlto Cros:;o do Sul, 
Faço saber que a Carara Municipal aprevou e eu sanfona 
seguinte Lei: 
Art.lQ - O incl.so Vl, do art!o 13, da Lei Municipal m? 
845/89, de 11 de J.:meiro de 1969(C.Õdl;;o lribct.lr-to ,!o •··;:1!,d­ 
plo de Bcl.J. Vl!it.:1), passa a vigorar co a seguinte re!ao: 
Art.13. •••••••• 	' 
VI- re.s1denc:L:al que se COMtitua cm úntc:a p:-op:-ied.:l:L: :!:> - , 
contribuinte e cujo Irposto seja Igual ou Inferior a 3,Itrsi 
vírgula w:,a) Unidade Fiscal de Bela Vista (LT!C), '"' :::ê, éc - 
lanç.:i::tento. 
P.tr.igr.:ifo Onlco - Para o c.xerc!cio de l.99J, o 1.r.ÕC:l ?"'(,;,,1-, 
dcncW que se constitu.:a co u::a p-roprlcd,1.dc do c.ontrttu!-::.:.c * 
cuJ4 áre.1 scjil igu.al ou lnfer-f.or n 60 (Sc..sscr.t.:i) oet"ros G;.;.;:­ 
dr.:idos. 
Art.2.2 - A correç..ão do l=posto .P:-edlnl e Te.rritorl:il !'r!:: ... - 
no-IPTU, par;i o ano de 199J, Mo podcr.i sc.r ~upt>rior ...::> :r.?- • l 
acu:rul.ido do cxerclcio de 1992. 
rt.3g- E cariter excepcional é autorizado a re!cso 
p.1rc.i.:al dc:_30'(trlnt..:a P':?t" cc..,to), sobre os ;'.alo:-c.s, ..:!t:;..1li:.! -
1 
dos dos credites t-ributartos inscritos c:::i di'•ld:1 .:.t!·:J. 
. Art.!..9 - Esta Lei entrará e vigor quanto: 
I - o parirafo üntco do art . 19, rt!o 22 e 3e 
parágrafo, Inedtataente apôs sua publtcaão. 
II - Os dena!s dispos!t!vos i partir do dia 1? de janeiro - 
de 1994. 
III - Revoga-se as disposições e contrir!o. 
Sela 
1ist:a, 01 de rar;o de 1993, 
; 
he-!cit0 Mu:r1c:1p:.1.l

L CI 
-- -- -·---- 
o melhor caminho 
Democracia a 
para 
tonhar na Loterfa 6 o 1e!to mnfg fac!I de f!er 
rico. Quinta ente não quer1a Isso, no é? ó que 
1o no pana de una fanasfn. Muitos Jogam num 
d1a e fi ficam Imaginando em como atar o d1hei­ 
rio todo que podem ganhar, mas dos mflhoes que jo­ 
gam um ó acaba panhnndo e o resto todo o fica - 
mesmo é na Imafnço e na dura renal!dade da vida, 
Para contrur um País no tem ]elto fácil, nem la 
terfa tem. Para construir um País só com multo tra 
balho, com mufta luta e multa vontade mesmo, !ao 
n<llr1n111 flc,1r aonhnndo e cruznr oo bmç;os. l'orq,1c - 
mesmo que houve+e loterfa e um só ganhasse, nao 
fa resolver o problema, pot um Pafs feito de mt 
1he de pessoa e o drama dos outros caba afetan 
,to n t;P11tc tmnbétn, 
Tem ente que diz que o dcsrmprrco, n mlnérln, 
a vol@nela das runs não o afeta. Outros, vivendo 
em tuas cidade menores, sem os problemas de Siio 
!'nulo ou do Rio, (icnm nchnndo que u vlolincia de 
1i nunca os atingirá. Esse é um engano brutal. 
Os problemas do Nordeste, as dezenas de milhn - 
res de crianças nas ruas, a fome e a violincln que 
e abate cruelmente sobre uma parte da sociedade! 
tinge a todos nós, Mesmo os mais abastados ou o 
clnsse midin acabam por ser afetados em sua qunli­ 
dade de vida. 
Por isso é que temos que pensar junt~s em como 
desenvolvrr condições dignas de vida, trabalho, e­ 
ducação, saúde e lazer. A falta de educação de mi­ 
lhões ncaba por gerar problemas políticos que ame! 
çam a todos. O despreparo de nosso trabalhador ge- 
ra custos cm nossas empresas. A falta de consciên. 
cio daquele que troca o voto por uma camiseta pro­ 
duz o mau oolítico e afasta os bons. A falto de A escolho do parlamentarismo, cm 21 de abril , 
participaç~o política de milhões gero o autorita - abrirá o debate também sobre a implantação do par 
rismo e a intolerância, que criam problemas para - lamentarismo nos F.ctados, pois é de se imaginar - 
nosso desenvolvimento social. 	que a permanência de um si~tema "presidencialista" 
Por tudo isso é que digo que temos de enfrentar nos Estados afetará a estrutura de poder federal. 
nossos problemns pensando cm todos os cidadãos,não Por issso, quando estivermos debatendo o siste- 
em uns mais e outros menos, mas em todos. ma parlamentarista é bom discutir, desde logo, tam 
Quando a gente se depara com um desafio desses bém como será o parlamentarismo nos Estados. 
como a escolha da forma e do sistema de Governo , 
não basta ficar dizendo que é um problema dos poli 
ticos ou dos dirigentes sindicais ou de qualquer - 
que seja. Ou pior, que qualquer coisa serve ou mes 
mo que qualquer resultado vai dar no mesmo. - 
Não é assim. Tudo que se faz produz consequên - 
cias para o nosso presente e futuro. 
Vamos ter que escolher,· em 21 de abril, entre - 
República e Monarquia, e, no caso de quem votar na 
República, será necessário também escolher entre - 
presidencialismo e parlamentarismo. 
Em nosso entender a questão resume-se à escolho 
entre República Presidencialista e República Parla 
rnentarista~ Não aconselhamos o voto na Monarquia.'t 
um regime ultrapassado em nossa história, não tra­ 
rá nenhum benefício e, ao contrário, poderá ser um 
grande atraso político para o nosso povo. 
A questão fica então entre o parlamentarismo e 
o presidencialismo. 
Tenho afirmadq que o mais importante para o 
nosso povo é a democracia. Um democracia verdadei­ 
ra, que gere e se' alimente da participação popu - 
lar, que desenvolva o Brasil, que abra oportunida­ 
des para resolvermos nossos problemas sociais e e­ 
conômicos. 
Tenho estudado muito o assunto, debatido, pensa 
do e desejo que todos façam o mesmo, pois a ques - 
tão não é simples. Hã muito em jogo. Está em jogo 
o futuro de nosso País. 
t preciso construir um sistema político que nos 
auxilie a promover uma verdadeira revolução educa­ 
cional neste nosso País. Temos necessidade urgente 
de um sistema educacional de qualidade, que receba 
todas as nossas crianças e jovens em Escolas bons. 
Precisamos de Professores qualificados e bem pagos. 
Mas não pode ser só isso. t necessário também - 
um sistema de governo que ajude a compensar as de­ 
sigualdades sociais. A tirar as crianças das ruas, 
a criar emprego para os milhões de pais e mães de 
família que estão desesperados e sem condições de 
sobrevivência. Precisamos encontrar meios para de­ 
senvolver nossa agricultura, nossa pecuária, nos - 
sas indústrias, etc, 	• 
O debate sobre o plebiscito não pode ficar gi - 
rando em torno somente das propostas formais sobre 
um ou outro sistema de Governo. Temos de aprovei - 
tar essa oportunidade para discutirmos esses pro 
blemas nacionais. À luz é que iremos encontrar 
melhor caminho para a nossa democracia. 
0 SI«te ele! ora! pra, tllro tá !rr 
do acarreta problema rvs, Dev o rrl 
novo dto El Itoral que «nfren.e que tos fanda- 
venta!s como a reprentat! !da! do, Estados afs 
populosos, a fora de repr ventas.o polIt!ca e d 
f!sclalzaçio eleitoral que evte o abano do poder 
l•COrtÔ ! e<,, 	_ 
Atualmente tá e dfsct!ndo a instaura,ao do 
voto distrital misto. Com s aprovação do parlamen­ 
tar1mo provável que uma f nula d'srrital fsta 
eJa adotada. tn!fica qu o País será dividido em 
distritos eleitorais e cde um delens ele[a seu re­ 
presentante parlamentar, quer em nf vc ! estadual 
quer em nível federal. Outra parte dos representan 
te1, viriam pl'lo voto pro;,orc1onal dado aos candida 
tos das listas partidárias. Isto é, Uma das propo 
tas apresenta que 507 do eleitos seriam dos dis - 
tritoe e 501 das l1Rtos port!dártos. 
Isto certamente deverá ter melhor dlscutJdo, po 
1s hã problemas operacionais que precisam ser supe 
rndoo. 
.• n! ' 
RETO» MA PIE!IC I r, 
REFORMA PARTlDÁfUA 
Mas nao basta pensar em reformar a legislnção ! 
leltoral se a legislação partidárfa não for altera 
da. No Parlamentarismo crs partidos têm mals impor­ 
tância, Por isso, será necessário ter una refora 
da legislação partJdária qu<' defina melhor as for­ 
mos de financiamento das cnmpnnhnR eleitornls,crie 
critérios mais rigorosos à constituição de parti - 
dos, garanta o fidelidade partidária e> defina me - 
lhor os compromissos progr;máticos dos partidos 
com respeito aos seus eleitores. 
PARLAMENTARISMO ESTADUAL 
PARLAMENTARISMO 
BUROCARIA ESTÁVEL 
Uma das condições do parlamentarismo é a exIs - 
tincia de uma burocracia bem formada e equipada , 
estável e responsável, que conduza a Administração 
mesmo em momentos de mudança de Governo. 
Este será, sem dúvida, um grande desafio que te 
remos pela frente. O funcicnalismo político tem si 
do sucateado nos Últimos aros. Nenhum treinamento 
tem sido feito. Os planos de carreira ainda são 
ruins. Os salários estão péssimos. Tudo contribui 
para se duvidar da capacidade da máquina adminis - 
trativa em conduzir adequndamente, nas atuais con­ 
dições, os neg&cios do Estado. 
SOCIEDADE CIVIL 
Mas para que o parlamentarismo di certo, será - 
necessário também que a sociedade civil organizada 
esteja presente sempre na fiscalização e no acom­ 
panhamento dos atos do Leglslativo. Não bastará i­ 
maginar que o parlamentariEmo é melhor se todos 
cruzarem os braços ou ficarem mantendo as atuais - 
relações de troca de favores com os deputados. Se­ 
rá fundamental a educação fú''tica do povo e a par 
ticipação organizada da sociedade para mudar o qua 
dro político atual. 
Monarquia e República 
No Plebiscito de 21 de abril, o eleitor brasi - 
leiro também vai decidir se o País continuará sen­ 
do uma República, tal como ocorre desde 1889, ou 
,optará pela Monarquia Constitucional, voltando a 
ter um Rei, como no Império. 
Monarquia quer dizer um-monos (só) e arkhein 
(governo): governo de um só. É uma forma de gover­ 
no muito antiga. Desde a ar.tiguidade vimos vários 
tipos de monàrquia. Mas, hcje quando se fala em 
monarquia está se referindo ao tip.o de monarquià - 
moderna, que impera no Mundo de dois séculos para 
cá. Onde o Rei (ou Rainha) perdeu muito de seu po­ 
der absolutista e passou a submeter-se a um parla­ 
mento eleito pelo povo. 
As monarquias modernas Eão fruto de um longo 
processo de desenvolvimentc político de cada País 
onde eles existem. Fora~ fruto de longas lutas po­ 
líticas, guerras, revoltas e revoluções sufocadas. 
o Aquelas que permanecem até os dias de hoje, sao 
fruto de pactos entre as classes dirigentes, que 
mantiveram seus reis e rnirhns como poderes codera 
dores entre as elites. Em ttuitos casos, as monnr = 
Cresce hoje a simpntia pelo parlamentarismo. E quias foram sempre símbolo de e·;clusão do povo da 
tem razão para isso. Nosso sistema político não - vida política do País. Por isso cultos estudiosos 
tem contribuído muito para que sé·pense sempre que afirmam que as monarquias sobreviveram por causa - 
o novo é necessariamente melhor que o atual. d~ pnctos das elites contr~ o povo. 
O pnrlnmentarismo realmente apresenta qualida - No Brasil, a monarquia foi 'import:ada. Era o sis 
des significativas ..do povo de vista de equilíbrio· t:ema vigente em Portugal quando foi proclamada 
e estabilidade, do ponto de vista de governabilid~ independência do Brasil. O filho de Dom João VI 
de, e participação, do ponto de vista do processo rei de Portugal, foi coroado Imperador do Brasil - 
decisório. A proximidade entre Legislativo e Execu pelas elites locais. Ele depois renunciou e assu 
tivo rompe um pouco a divisão entre os três pode - miu seu filho, Dom Pedro 11. • 
rcs, mas garante a necessárla base política para - Naquela época a monarquia brnsileira já era uma 
que o Executivo opere. 	monarquia constitucional. O rei não podia fazer c:u 
Mas, para que possamos instalar o parlamentoris do o que desejasse, havia um parlamento que cuida= 
ro ro Brasil, serio necessirias algumas reformas bá va de grande parte dos n~:;é_cios do Estado. 
no 'Ir ! do cu pa 
quta tos e substituld J 
s me Fpál '!ea, r t 
vo ni política alo muite recente e 
rfa., Na verdade, monte depois da decida de 
que coesos e ver va maior participado pop 
na polftfca bras!leira, me o assim 
trtç&e. 
Caso a monarquia volte ser a foz do vetn 
do Era!l, niio «e sabe a!da como era or un! da, 
Até tsme aquele que dizer er a Falta Roa! 
iras{l Ira eto br!ando para ver qu que e - 
ri:i o Rei do !lr,1 ;il. 
Nossn posfço é de que a monarquia nao e a fer­ 
ma de Governo que cabe o Iras!l. Ismo e cofsa do 
passado e não tem multo n ver com nossa cultura ma 
1s. O desenvolvimento polIttco brasileiro requer - 
que avancemos na busca de uma formuna de Governo que 
Indique uma crescente participa,ao do povo 1111 d~f_!, 
nfçio de seus destino. A simples flura de um ke! 
pode simbolizar a ex!stêncfa de alguém que" d!fe­ 
rente dos demnafs, que tem nois dpt1clno pura Govir­ 
nor que outros. Devemos caminhar para outro lado , 
o de que todos dcven ser prcpnrndos para Governar 
a si pr&prlos. Este é o futuro. 
Além disr,o, un Rei, por mais fraco que seja 
sempre será objeto de ntençÕo política. Um Reides 
preparado ou com posiçoes fortemente antipovo e­ 
rã um problema muito maior que um Presidente como 
aquele de depusemos no ano passado, 
1 ·. 
REPllBLICA 
Também a idPla dP. República vem da nntiguld.1dc. 
Ela tem origem no latim res publica, que Rignifica 
coisa pública, de interesse do povo. Mas,como a mo 
nnrquin, ela tem sfgn!ficado histórico e assim si 
diferenciou da conarquia por ser um Governo deo - 
crático, contra o governo de um só, que Pra a mo - 
narquia. ~ claro que com o desenvolvimento políti­ 
co dos povos, entre eles aqueles que têc Governos 
monárquicos, essa distinção foi sendo reduzld,1 , 
pois as monarquias foram adotando ns cnracterístl­ 
cas da República. 
Com a lnrlependincla Americana e a Revolução 
Francesa, dois marcos fundamentais de nossa histó­ 
ria contemporinea, a idéia da repúblico ganhou a 
forma-de Governo do povo, com dirigentes eleitos e 
com mandatos renováveis. 
Já no século XVIII, no Brasil, a idéia da Repú­ 
blica tinha adeptos. Tiradentes foi o p-imeiro rnár 
tir de nossa história a lutar pela República, c01Í­ 
tra o arbítrio da monarquia portuguesa. O Brasil - 
que ele desejava era republicano, democrático e 
desenvolvido. Esses ideais marcaram nossa histÓ - 
ria. Várias outras rebeliões e revoluções de nossa 
hist&ri:, foram marcadamente republicanas. Isto Pº! 
que a idéia que sempre se teve é de que república 
e a forma de Governo mais democrática. 
Mui~os críticos da república no Brasil têm cer­ 
ta razao em dizer que essa forma de Governo jamais 
foi plenamente democrática aquf. é certo, mais is­ 
so nao se deve à forma de Governo em abstrato. Ca­ 
da forma de Govern~ evolui com seu povo, é resulta 
do de suas aspiraçoes e lutas, também de seus pac 
tos. No~sas elites· dirigentes sempre foram muito 
.autoritarias e temeram muitp O povo, por isso tir! 
ram-lhe oportunidades de Governo e participação .. 
Mas isso nao signi~ica que a idéia republicana 
esteja errada, o que e necessirio é avançar na 
construçao de uma República democrática e popular, 
que, a partir da organização do povo, seja erguida 
sob bases participativas e populares. 
No plebiscito, deveremos escolher entre duas 
formas de Republica, a parlamentarista ou a presi­ 
dencialista. 
Vejamos agora suas características principais, 
depois vamos ver o que pensar:, os defensores de IP 
ou outro sistema de Governo. 
Presidencial ismo 
Pres:f.denc:ial.ismo é a for.. d Gc te 
•=ª e overno que 
como caract:rística básica a divisão mais nítida 
entre os tres Poderes - Executivo, Legislativo e 
Judicia_rio - embora o titular do Executivo Pre­ 
sidente, exerça o seu poder 	for- 
te marca 	, como regra, com 
h f d E
pessoal. Acumulando as prerrogativas de 
c e e o stado - voltad 	- r- 
i ª para as relaçoes inte 
nac.onais - com a chefia do Governo - o coando 
das açoes adminisc:rativas - o President:e escolhe 
pessoalmente seus Mini t 	a 
propõr Leis n '.ta s ros, tem competincia p.sr 
ata ser&. "!3?" ;e +e =»e importantes, e 
gislaivo. 	'e veto sobre propostas do LE 
dor Itali;no o N seu D:f.ci.onar:f.o de Potlti.ca, o pe:>S! 
fo
-- d G 'orbe;to Bobbio sintetiza• "esta 
~ e overno Pr • • - 
Plena=ente cen, 'es1dente ocupa ua posis"_ 
instituiçÕe ú em relaçao a todas as forcas 
etattva • "_Po?'ttas (...). ele que tesa 11± 
e onte das dei> 	±. 12 
portantes". 	soes e das Leis ra..s - 
Nascido no final do 
nidos, onde até hoje é 
sa, o Presidencialismo 
te no atual século_ a 
ses americanos. 
Século XVIII nos Estados 
exercido de maneira viga: 
estendeu-se - principsl.J::-
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quase totalidade dos ?nÍ - 
Continua na Página - 05 
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PLEB 
rn alumrft,, de utate a de t 
• 	e ove,rno , 
oponente despótico acabou remultando em mu!­ 
da ditaduras fmplantdas na Arca Latina 
u deada, O pensador franca Maurice Du 
ter, contudo, contenta essa Interpretação j 
ver,_"o ·tado o!al da A&rica do a1, to­ 
l auncfa de ducaçao da mas que compoem 
alor parte de sua populauo, e que levam a dftadu 
a, N4o o gstna pre fdencfal". em ele- conclui­ 
"A Arlca Latina mergulhar la na anarquta", 
ko Mr,II,a argumentação mais frequente contra 
Presidenclalfsmo culpa ene slste pelas crie 
lfttcas e lnntltucionnia que tê baldo a v1d 
acional desde a proclmaçáo da República. Outro - 
te!to eria a Inexistência de mecanismos capazes 
de olucionar as crises em traumatfos, !a relf 
ade, diante do fpeachment de Collor. - 
A esse contra-arumento, pode-se nflrmnr com 
orberto Dobbfo: 'os s!atem políticos e n for - 
as de Governo não são Intrinsicamente bonn ou in­ 
trintcamente maus, Tornam-se eficazen ou fneffca­ 
es pelo bom ou mau uso que se faz de suns instf - 
ttcGes", 
Com cfclto, on poucoo períodos dco1ocróticon vi­ 
v(dos pelo País no pós-guerra parecem dar razão na 
toMblo. De+de 1947, até hoje, o Brasil viveu Gover 
no■PreAidenciollatnA com difercntea marcos e n 
vrlA de e ficiic io. 
Primeiro, Ducra (1947/1950), que marcou Geu pe­ 
rfodo pelo respeito à Constituição mas também pela 
ausência de grandes realizações; Getúlio Vargas 
que, eleito em 50, retomou o política trabalhista 
e nncionalistn iniciada no seu período ditndorlal, 
com n crincão do llNDE e do Petrobrón; numa luta en 
ti-imperialista cujos desdobramentos acabaram le: 
vando-o ao suicídio; Jucelino Kubistckek, como o 
desenvolvimento inflacionário, mas que produziu o 
efeito positivo de interiorização do P~Ís e João 
Goulnrt, com o seu programa de refonnas de base 
causa do sua deposição pelos Militares em 1964. 
Parlamentarismo 
O Parlamentarismo é uma forma de Governo adota­ 
da tanto em Monarquias quanto em Repúblicas. Com - 
plexo ainda hoje, esse sistema nasceu na Idade Mé­ 
dia, primeiramente na Inglaterra, sendo sua forma 
cais embrionária o chamado "conselho privado" do 
Rei. Na sua evolução, alcançou a maioria das Repú­ 
blicas contemporâneas do Europn,nssumindo cnrncte­ 
r!sticas diferenciadas cm algumas delas, mas tendo 
como uma dos principais marcas, sempre, uma espé - 
ele de fusão entre os Poderes Legislativo e Execu­ 
tivo, bem como a distribuição da República, que é 
o Chefe de Estado e que tanto pode ser eleito dir~ 
ta quanto indiretamente, e o Presidente do Conse - 
lho de Ministros - o "primeiro ministro". O Conse­ 
lho - 
0 ministério - também conhecido como "gabine 
te" é responsável pelas ações de Governo. - 
O Jurista Pinto Ferreira assim discorre sobre - 
princípios clássicos do Parlamentarismo: 
* O Presidente da República é politicamente ir 
responsável. Não pode ser destituído normalmente - 
por uma moção de desconfiança do Parlamento, visto 
que apenas promulga a referenda nos atos do Gabine 
te, 
* A autoridade do Presidente é sobretudo moral, 
aconselhando e ponderando a política e a Adminis - 
tração geral, cuja responsabilidade compete ao lli­ 
nistério. 
* Normalmente, no organização do Gabinete, quan 
do existe o Presidente da Repúblico, este escolhe 
um dos líderes parlamentares para premier (primei­ 
ro ministro) e êste por sua vez convida outras fi­ 
guras políticas de eminência para constituir o Ga­ 
binete; que deve contar com o apoio da maioria dn 
Câmara. 
* O Gabinete se mantém no poder enquanto tem a 
confiança da maioria parlamentar, devendo demitir­ 
se em caso de uma moção de desconfiança partida d~ 
dita maioria, exceto se o Executivo dissolver a Ca 
Cara, não podendo porém dissolvê-la uma segunda - 
Vez pelo mesmo motivo, e entoo devera afastar-se 
definitivamente do Poder. 
A hipótese de dissolucào do parlamento e consi­ 
derada elemento fundamental à eficácia do parlaen 
tar!so como afirma o jurista Frederico Mohrhoff: 
"A diss~lução das Assembléias Legislativas"(,,.), 
ocupa uma posição central no sistema parlnme~ta: , 
e que ela éonstitui jogo de equilíbrio dos orgaos 
Constitucionais. Seu papel principal é o de permi­ 
ttr a democracia que se exprima tão diretame~te e 
tao claramente quanto possível, a favor ou nao de 
Uo!a política, em se pronunciando pro ou contra um 
Governo" .. 
Mesmo entre os. defensores do Parlamentarismo no 
•tasil há 
O temor de que, aprovado esse sistema 
no Plebiscito de 21 de abril, o Congresso venha a 
adotar UI!la fortnll híbrida capaz de descaracteriza~ 
la. Teme-se, particularmente, a ~ossibi!idade de 
exclusão da hipÓtes~ de dissoluçao da Camara, eli­ 
R!nando-se dessa maneiro, um dos requisitos mais 
lortantes do sistema, na medida em que permi:a - 
ti..!o~ sintonia entre o Parlamento e as aspiraçoes 
da sociedade. 
A adoção do parlamentarismo deve exigir uma re 
fora profunda na legislação partidária e eleit~ 
tal brasileira e vir acompanhada de várias outras 
?"e formas . institucionais no aparelho de Estado 
por ar t!r eu ! 
paIu poderá v!vetar r!: 
Presidencialismo é o melhor 
Fer. 
Ira qu n 
Acabamos d preenlar ui r,lo d coo o peln tr.]etérta a 
!tema pretdenc!altsta de overs é o da ! 	eo H!t 
convém ao ±rsf! . A aguda crf e po?{ttca vtu!da otalttár!o 4 
pela na,ao, demonstrou rende vtra!!dudi das !ns 	top. d 
tftulçoen brasileira e excepcional prova de a- 
turfdade, Vau ma!s além : a capacidade que o pre- m e 
1dencal1mo extbfu em rddntstrar a crf e foi p. 
superior, talvez, ado ir ena de GaMfnete, o par de lutas e 
lamentar fumo. 	ter {nara 
Asim ,ena cr! e que ,no pr!medro momento 
parecia ter posto em cheque ste o pr s!dental!s 
mo ,ao contrário, monstrou que este é o sistema 
que mais e adequa ao paft . Sobretudo se conslde 
raros algumas peculiaridades brásflelras:ser una 
República Federatfva de enorme extenso terr!to­ 
rfal , não possuir estrutura partfdir1 consol!­ 
dadn ,nõo ter um,'.l burocracin profission,tl e ncnhu 
ma tradição histórica no ent!do do parlamentar1s 
mo, 
A carta de 1988 concebeu um novo presidencia­ 
lismo , reforçando os atribuições do Congresso-no 
plano legislativo e da flacnlização e conferindo 
ao Judic1Úrio novno tnrefnu , incluoivc palitl­ 
cno poro dirimir con(l1to6 entre poderes, 
Al!aa , q11em observar atentamente as conquis 
tns contidas nn Carta de 1988, com relnçõo ao sls 
tema de governo , verificará ser o presidenci~ 
llsmo que hoje temos e prnticamoo não onis um pre 
sidenc1alismo Hegemónico ou para usar o rótulo 
de Arthur Schlcsinger "Imrerinl" mas um moderno , 
um novo presidencialismo , caracterizado por um 
sistema de- permitam- me n expressao -"equipotên­ 
cin de poderes", 
Nada impede , nem desvirtua um moderno presi­ 
dencialismo que ,no ensejo dn revisão constitucio 
nal, façamos novos avanços ,Dentro desse rncio: 
cínio , pretendemos incluir , no texto da Consti­ 
tuição, outras praxes equivocademente classifica­ 
das como típicas de sistemas parlamentares de Go­ 
verno como forma de fortalecer o Congresso e o 
seu poder de controle sobre a Administração e o E 
xecutivo. Refiro-me, particularmente, ã Adminis: 
tração dos escolhas ministeriais, por exemplo,que 
nõo são privativas dos sistemas parlamentares, na 
medida em que previstas na Constituição dos Esta­ 
dos Unidos. Impõe-se também na revisão, melhor 
dispor sobre a prerrogativa de sustar ou suspen - 
der os.atos regulamentares do Executivo qu~ exor­ 
bitem do seu poder de baixar normas administrati­ 
vas para o cumprimento das Leis, cogitar da cria­ 
cão do instituto de Investigação Parlamentar Per­ 
manente. 
Com relacão no Judiciário, urge atribuir-se ao 
Supremo Tribunal Federal o aprecincão dos vetos - 
por inconstitucionalidade das Leis votadas pelo 
Congresso Nacional. Assim, o Judiciário ganha uma 
dupla jurisdição: resolver em caráter definitivo 
ns divergências entre o Executivo e o Legislati - 
vo. Como ao Judiciário se reserva o direito do 
controle jurídico dos atos do Legislativo, a este 
se deve conceder n faculdade de controlar, politi 
comente, os atos do Executivo, suspendendo a sua­ 
vigência, sempre que os entender contrários às di 
retrizes políticas adotadas e sancionadas pelo 
Congresso. 
Este é o Presidencialismo que convém ao País e 
ao povo. Um Governo que não seja apenas congres - 
sual,pe.lo fortalecilnento das prerrogativas do Le­ 
gislativo, mas que seja igualmente um governo ju­ 
dicial, pela ampliação dos poderes do Judiciário. 
Em conclusão: o presidencialismo é uma fora - 
de governo que, como qualquer outra, pode ser boa 
ou má, dependendo do bom ou do mau uso que dela 
se faça, Dividir os poderes nacionais pode ser u­ 
ma tentação a mais, em face da crise que vivemos. 
O risco que corremos, porém, é o de, premiados 
por alguns equivocados exemplos do mau uso dopo­ 
der, criarmos falsas esperanças, como se o rótulo 
constitucional que déssemos ao novo sistema que 
buscamos tivesse o condão de resolver todos os ma 
les. 
Devemos, por.tanto, evitar, o pretexto de supe­ 
rar todas as contradições internas, de sermos con 
du!z!idos à criação de um sistema desprovido de mei 
os de sobreviver ás crises por cujo agravamento 
podemos ser todos responsáveis. 
Presidencialismo 
Democrático 
Os parlamentaristas costumam sustentar que no 
sistema presidencialista cada crise de governo se 
transforma em crise de Estado, geralmente resolv_! 
das através de um golpe. Fsta. tese acaba de ser 
desmentida por nossa hiatória recentíssima:_ Dest_! 
tuímos Fernando Collor der.tro dn ConGtituiçao e 
mantivemÓs as liberdades conquistadas. Isto mos 
tra que, mesmo numa situação limite, o presiden 
cialismo pode funcionar. 
Esta é uma experiência que poderia servir para 
desestimular simplificações. Muitos parlament~ri~ 
tas atribuem ao presidencialismo a tara ins:mavel 
de ser autocrático; despótico e caudilhesco. Apre 
ciamos o ardor democrático destes parla::ie~taris 
tas. Mas duvidamos dos diagnósticos e do balsano - 
recomendado. 
pacto é 
t J (' 
1J. e.. ~ ! 
• L •. 
dos não havfa reale. O 
dadores optaras por u 
do overnanate e d 	ntr 
quf no Brasil, superao a unarqufa 
Não teos porque Inventar fIltros 
áo da vontade popular, e qu!ermos 
correndo os cam!hos d. deocrIa. 
0 sistema mais democrático e tat eftaz, nus +! 
cfedades complexas em que vivemos, é o que mante a 
Independência entre Executtvo, Legislatfvo e Jud1 - 
ctirlo e estimula o controle e ffcalfzacio de u 
pelo outro, gerando assim equfIbrfo e democracia , 
consubstanciada no choque entre entes poderes e nas 
elefçio direta de seus enbros. Até dos ebros do 
Judici5r1o, se parn tonto houver vontftdc polÍtlcc. 
Este Slstcao é o presid ncinlisno. 
Na sfbfose parlamentarista, o Legislatfvo ten­ 
de n se transformar num apêndice do Gabinete. Na In 
glaterra, 90Z das Leis são de inlciotivn do Ex,,cutl 
vo. E, só agora, eu 1992, o Parlamento tomou conhe­ 
cimento o(icial da existêncin do Serviço Secreto 
Britãnico, criado em 1909, 1 lmprovivel que um Lc - 
gislativo forte, como o acericano, tenha passado 
por semelhante constrangimento. 
1 tacbém enganoso dizer que o parlacentarier.o 
permite n mud~nça do Governo a qualquer mozento. Ma 
is correto seria dizer que neste sistema o Gablcnti 
pode escolher a data que lhe convéo paro (nzcr na e 
leiçÕes e assim sobreviver indefinidamente n custa­ 
de manobras. Margareth Thatcher nntecipou as elei - 
çÕes para explorar o prestígio adquirido na guerra 
das Malvinas. John Major escolheu o moccnto que ca­ 
is lhe convinha para convocar as Últi::ias eleições - 
inglesas. Enquanto George Bush, submetido aos rigo­ 
res do calendário democrático americano, não teve á 
reade manobra que lhe pen:iitisse utilizar a populã 
ridade adquirida com a Guerra no Golfo. - 
O "monisco" típico do parlacentarisoo, eo naçoes 
como a França e Portugal, vai cedendo espaço ao 
·"dualismo" presidencialista. A Revolução dos Cravos 
abandonou o parlamentarismo colonista de Salazar e 
adotou um sistema semi-presidencial. Isso foi u~ a­ 
vanço, A Franca, tndicionaloente parlacentarista, n 
dotou um semi-presidencialismo a partir de 1962.- 
Estes avanços vão no rw::o da decocratização do 
Estado, que se consubstancia num sistema que assegu 
ra melhor a rotatividade do Governo e a possibilidã 
de de mudança de política. Este regioe é o presiden 
cialista. O Brasil vai tirar esta lição da crise - 
voar pelo presidencialismo no plebiscito de Abril- 
Procure ccu Sindicato, partido, igreja, es­ 
cola ~proponha n discussão aberta do Plebiscito 
de' 21 de Abril, organize um grupo de estudo , 
recorte as matérias que sairem nos jornais e fa 
ca um mural. O debate deve ser levado a todos.- 
Você também é responsável pela de.cocratuação 
de nosso País e um passo importante e dezocrat! 
zar o debate e as informações. 	- 
"Participar não constitui apenas m:, direito, 
mas um dever de cada um. 
Se queremos viver em uma sociedade civiliza­ 
da, precisamos substituir a regra selvagem do 
"cada um por si" pelo interesse de todos no Go­ 
verno da sociedade. 
• O::iitir--se nisto é faltar com u::ia obrigacão - 
em relação aos semelhantes, porque significa 
deixar os mais fracos à mercê dos ::iais fortes". 
tttttttttttttttttt 
Devemos transformar o debate sobre o plebis­ 
cito de 21 de abril e u comento ú:lport.ante de 
educação política do povo. f'. dever de todos par 
ticipar de debates, organizar discussões, inter 
ferir para que não haja manipulação ou a pre­ 
valência de interesses particulares sobre os in 
teresses de todos. 	- 
A Decocracia sottos nos que constru.ú::os 
nosso dia-a-dia. 
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distrair os idosos lá internados. 
A simpatia das freiras Chilenas es 
conquistando a todos, pois distan.e do 
seu familiares abraçaram a nobre causa d. 
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Alõm do conforto espiritual, lavam as 
roupas dos idosos "adotados", cuidam da co 
zinhu e serviços gerais. 
Aqueles que estão m boa condição físi 
cu auxiliam na medida do pos::;ivcl, expontE 
neamente. 
ONDA DE DESEMPREGO 
no·, i tu ) 
IMPRENSA INTERIORANA É MAIS COEREM 
!os primeiros trinta dias 
o prefeito Paulo Maluf d 3ão P 
alvo de críticas contundentes dos grana 
jornais daquele Estado, que exigiam 
ataacão is dinâmica. 
O Preidente Itanar Franco tabém já 
"está comendo fogo" e se não ocorrer 
milagre na economia " não será fácil cu 
prir o rn.:i11dn .o... 	. 
Em Bonito, a imprensa interiorana & 
mais coeren e, concedendo spaço ao Prefi 
to José Artur Figueiredo, para que o me 
possa mostrar serviço. 
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Para preservar o meio um.biente o "IBA 
MA" deixou de fornecer guias para desmates 
cm consequência, devido a falta de madeí 
ras, as serrarias foram desativadas, colo­ 
cando dezenas de trabalhadores no "olho da 
rua". 
Alguns íoram tentar a sorte no garimpo 
de ouro, mas as lavras também foram inter­ 
ditadas por determinação da justiça. 
Bonito atravessa a maior onda de de­ 
semprego de todos ps tempos! 
BONITO ESTÃ SEM LIDERANÇA POLÍTICA 
Bonito está sem liderança política. A 
no passado f.aleceu o Grande Liel Brum Jac­ 
ques, que tinha sido Prefeito por duas ges 
tões, Pedrossionista Ferrenho e Presidente 
do PTB. 
Ao seu redor arregimentava milhares - 
de eleitores e muito contribuiu para o de­ 
senvolvimento do município. 
O Ex-Prefeito Darci Bigaton, que tor­ 
nou-se um MITO junto aos mais humildes, es 
tã enfermo e proibido pelos médicos de par 
ticipar de emoções fortes, considerando 
que o desgaste dµrante as eleições do ano 
passado, talves tenha sido a causa princi­ 
pal do abalo de sua saúde. 
Assim sendo, Bonito está sem lideran­ 
ça política. 
Ultimamente a "erva maldita" está se 
tornando comum na Praça. 
Nos últirr.os dias cinco "xibabeiros" - 
foram detidos, são eles: Antonio Folix, E­ 
dílson Rodrigues Villalba, Alexandre Mace­ 
do Jordão, G.B.M. e Gluuber Leite Martins. 
Entre eles, dois eram procurados pela 
polícia: Antonio Félix, que estava em li­ 
berdade condicional e Edilson Rodriquesl 
lalba, processado por agressão. Ambos fo 
ram recolhidos ao xadrez. 
A devassa contra os viciados oi leva 
da à efeito pelo sargento Clodoaldo, solai 
dos Savio, Doralino, Galeano e Fred. 
DUPLO ANIVERSÃRIO 
Dona Vania Carneiro, esposa do amigo­ 
Joacir Scardim, aniversariou no mesmo dia 
juntamente como o filhinho João Vitor, que 
completou tres aninhos. 
Recebeu os parabens de todos os fami­ 
liares e amigos. 
Recebam, também, os parabens da Equi­ 
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xigidos pelo Artigo - 
180 do código Civil 
Brasileiro: Cláudio - 
Ferreira Lillla e !::reni­ 
ce Garcia, ele bras! 
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funcionário público, f.! 
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Lima e de Dona Marla - 
Francisca de Lima, re­ 
sidentes e doaicili• 
dos nesta cidade de 
Caracol-MS. 
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CIRNIVIL COM SUCESSO 101 
Com alegria, tranquilidade e muita fo 
J ia, assim os fol iõcn /ntoniojuüncn,,<>•, dcn:­ 
fru .aram da 5 noites cürnavalcocno. 
M<la o quo moio prevaleceu nente cnrnn 
val foi n trnnquilJdndn ncotcn dian de re; 
ta, sendo que nenhuma ocorriinclo gr1wc> - 
~I rcginlrnda, into gracao no trübnlho o­ 
fetivo da Pollcio Militar e Civil do Muni­ 
cípio, que tentaram ncoLoo dion proteger a 
cor:mnidade durante as cinco noites. 
Pai poosivol realizar uma feota bri­ 
lhante, devido ao apoio do Prefeitura Munici 
pnl, apoio ente dado pela Prefeita Nilce 
Alvoe de Oliveira, fazendo com que a popu­ 
lação antoniojuanense brincasoe um carna - 
vill nlegre . 
PJ,/CJUN'l'ES DO C/RN/VAL 
%la 
76&7 
f '5 
T i 	' 
h ara era.eu 
Vereador Maurio e Leony 
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l!,1dialista /yde 
Carli:1hos e Cida 
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Paulo e Esp:isa, Leony e Esposa, Joel e Esposa 
André Luiz - Da Sucursal (1,, Jn onio Joio ) 
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''ercalor Sérgio, Janet!, 
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Vrreador •o~ozinho e Delfino 
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. r .. ., n ~ ... 
... •  "  .. 
.. J." ...... 
! 
L. 
Sol+nge o 'Vilson 
1 
Vcrendor Reinnldo r E~pona, 
gí lio r- Lspo,;n. 
Timótia, v~reador Dico, 
Kátia 
/..,__ - 
Prefeita Nilce, Juliana rcdea Prefeita Nilce e 
da de foliões infantis 
Dila 
" 
Fazend!ro 'vr 
!los .1 ri nho ,. 
Jeane e Welington 
€ 
é 
cJO 
i 
PARA REFLETIR - Todas as vezes que olhar-para uma criança, levante seu pensamento 
em ação de graças a Deus, que jamais abandona seus filhos_ 
A criança é a esperança de hoje, na realização de amanhã_ 
Acredite, criança é esperança! 
1 
d 
CERTEZA OE BONS NEGôCIOS! 
EFICrtNCIA - AGILIDADE - HONESTIDADE 
CERTIFIQUE - SE NA: 
Rua llmirante ea-rróso, nJ_8_9_ 
Bela Vista - Mato Grosso do Su 
o 
1 
;,I 
1 
1

Informe TF 
! 
__ J 
- 'I Hl,LVl'.i,O 
RETRANMI!OIS PRECARIAS 
Problema ta retranmr voes de televfsano para 
• dode já viraram rotfna, os sinas da Ban - 
!Irantes, Manchete o até o SBT aqui recebidos até 
perece que ao ufado pelo vento, quando ele o - 
pra favorável on sfuln ao captados com fac{l{da-· 
d ma quando ele muda de d!reio no vê nada, apre 
nu chuviscos e chfadefra, 
As retranmlsóes da Goho anda estio melhorzi 
nhas, as lone da perfefcao, O pior de tudo é que 
quando os telespectadores pais desejam assistir um 
pro1ama, uma partfda de futebol por exemplo, nao 
coneuem captar nda na telinha, nesta terça-fel­ 
ra por exeplo, as dezenas de torcedores do Flanen 
o em bela Vfst tiveram de se contentar em escu - 
ar pelo Hãdto o 3 x I que o América de CalI me - 
eu no Mendo, em pleno Maracana, pela Taca Lfber­ 
c adores da Anéric, Dizem ue o tal de Junior Baía 
no deu furada de dei«ar flamengufsta zonzo de rai- 
va, 
Até quando essa falta de responsabilidade (dos 
responsáveis pelos slnats de TV) va l continuar, o 
povo no pagou por esas aparelhagens? 
"PANCHO ALEGRE" NA RXPOHÀ 
O Restaurante Pancho /lcgre, de propriC'dade do 
co,~cctdo Rodolfo Lourciro,cstará mostrando toda a 
nun vnricdadc de pr•tos e o tradicional rodízio - 
ronteiriço durante a I9! EXPORÁ que será realiza­ 
da em Ponta Pori no período de 06 à 13 deste mês. 
O Re9tourante do l'nncho, como e popularmente - 
conhecido, já participou da EXPORÃ no ano passado 
e obteve sucesso total sendo um dos mais procura - 
dons durante a realização da feira, os belav!sten - 
:e: que forem à Ponta Porà snbem que no Restauran- 
te para todo o Br, 
d 1 t n e tas do paf , , ,r 
a ua prora aço e virf s p 
aram que o jovem locutor l! 
fetçio no estflo de proura +,ao da 
Sucessos ao am!o. 
SUCHSSO O CAHNAVAL lJO DOSSA NOVA 
A mal tradfc!onnl pista de Ba(les de nossa ctda 
de, Discoteca e Bailio bosta Nova, renl!ou este a­ 
no um do melhores carnavafs de toda a reiao, os 
foliões pularam, brincaram e se divertiram para va­ 
ler durante as cinco noites com mu!ta epuran,a 
tranquilidade e o da melhor qualidade, nenhum in- 
1dente fof registrado. 
1 
1 
I 
s O 
Destacamos esta sr+it em r 
rio dos géneros Prunoe Gustavo, t o 
timo dia I7, f1lhos do casal Ary Serena e Dona 
onfnha Serena, que oferecera u a bon!ta e n! 
da festinha em sua resfdênela pra comemorar a 
to. l:'nrnbéns! 
FRONTEIRA ABERTA PARA A CRl!ll~~ALIDADE 
Até quando vaf continuar a Insensfb!!Idade d 
Segurança Füblfca e do Governo do Estado com re! i- 
) 
çiio a exllnç:Ío dnr, bnrrc!r.~s pol!cLll<, te 1 :·~ 1 
região, medida que defxou toda a nossa fronteira 
desprotegida e a disposição dos marginais, arrua­ 
t adore de veículos, traffcantes, contrabandista 
e outros tipos de delinquentes. 
Desde a extinção das barreiras do Estrelinha , 
gua Amarela e Tupà vários carros Já foram roug 
dos e pelas evidencias tomaram o rumo do Para@t, 
Alê senhores deputados, vice-governador /Ir} Rl 
o. Governador Pedrossian, é Inaceitável essa s!­ 
tuaçao que coloca em risco o patrimonto e a seu­ 
rança de toda a populaçio front~iricn, que ela 1 
por providincias urgentes. 
Prefeitura Municipal de Bela Vista 
Balancete Financeiro do mês de janeiro de 1993 
R E c E I T A 	D E s p E s A 
TITULOS 	Cr$ Ant Cr$ do mes Cr$ acumulada TITULOS Cr$ Ant. CrS do mes CrS acumuladil 
ORÇAMENTÃRIA 	OP.ÇAMENTÃRIA 	. 1 
RECEITA CORRENTE 	01-Legislativa -o- -o- 	-o- • 1 
Receita Tributaria ... -o- 64.201.569,46 64.201.569,46 03-Adm. e Plan. -o- 1.574.797.437,57 1.574.797.437,Si 
Receita Patrimonial -o- 2.460.497,83 2.460.497,83 o•-Agricultura ...... -o- -o- 	-o- 
Transferencias Corr. -o- 1.567.318.556,95 1.567.318.556,95 06-Def. Nac. e Seg.P -o- 7.652.688,69 7. 652. 688,69 
Outras Receitas Corr. -o- 23.552.805,47 23.552.805,47 08-Educação e Cultur -o- 1.417.990.176,00 1 . 417.99 O .17 6, 00 
SOMA ..... -o- 1.657.533.429,71 1.657.533.429,71 10-Habitação e Urb. -o- 3.000.000,00 3.000.000,00 
13-Saúde e Saneamento -o- 1.674.496.304,21 l.674.496.304,21J1 
15-Assistência e Prev -0- 53.645.510,00 53.645.510,00 
16-Transporte -o- 1.754.044.208,80 1. 754 .044.208,80 
Soma ........... -o- 6.485.626.325,27 6.485,626.325,27: 
E>:TRA-ORÇAM.ENTÃRIA 
301. 659. 33a,oo/ Operações de Crédito -o- -o- -o- Restos a Pagar(pag.) -o- 381.659.338,00 
Alienação de Bens -o- -o- 	-0- Despesas .à Pagar (pag) -o- -o- -o- 1 
Transferencia de Cap. -o- -o- -o- INSS ................ -o- 45.844.339,73 45.844.339,73 
·sbMA ..... -o- -o- -o- Salãrio Família -o- 3.979.000,00 3.979.000,CO' 
Total -o- 1.657.533.429,71 1.657.533.429,71 Convênio LBA -o- 17.300.000,00 17.300.000,09 
Câmara Mune. a Clas. -o- 10.000.000,00 
10. 000. ººº·ºº 
Outros Consignações -o- 193.049.581,00 193.049.581,00 
EXTRA ORÇAMENTÃRIA 
Desp. a pag. contra par -o- 5.470.254.781,14 5.470.254.781,14 	SOMA ..... -o- 651.832.258,73 651.832.258,U. 
IAPAS 	-o- 8.505.500,00 8,505.500,00 	Total -o- 7.137.458.584,00 7.137.458.584,QE 
Convênio LBA -o- 15.075.183,50 15.075.183,50 
Outras Consignações -o- 1.93.049.581,00 1.93.049.581,0C Saldo p/ o mes Sea. 
Cov. Sec. de Saúde SUS -0- 17.802.303,00 17.802.303,0 Caixa 
27 .165,00 
SOMA -o- 5.704.687.348,64 5.704.687.348,64 Par:co e/ Movimento 
130.394,878,0
8
• 
Total -o- 7.362.220.778,35 7.362.220.778,35 Banco e/ Vinculada 
' 	175.266.863,
7
2 
Total 
7. 4 4 3 . 147.4 9 O, 
78 
I
SALDO DO EXERC. ANT. 
Caixa 	2.295.000,00 
3anco e/ Movimento 	399.978,69 
1 
Banco e/ Vinculada 	78.231.733,74 
f 
Total 	7.443.147.490,78 
1 
1 
Prefeitura Municipal de Bela Vista, 29 de janeiro de 1993 	1 
Prefeito Municipal- Abraão Armoa Zacarias Contadora- Ninfa Medeiros Fleitas 
Tesoureiro Edvaldo Pereira 
l 1 
( 
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