, 
DIA 10 REGONAL 
QUE O POVO SEJA BEM INFORMADO 
PREÇO DO EXEMPLAR 
Radiografia , e 1 
ma Comunidadd 
Vereadora Orlanda r0.h·indica construção de 
Reservatório d'água. 
Câmara Coa 
Rerestante da 
ipiãia Saiiria 
Dando continui­ 
dade a decisão de a 
cada Sessão Ordiná - 
ria do Legislativo 
Belavistense convo 
car um representante 
ou responsável pelos 
órgãos que prestam - 
serviços públicos à 
população belavisten 
se, a Mesa da Camara 
Municipal, com a a­ 
provação por unanimi 
dade dos Vereadores, 
convocou a Dra. Car­ 
mem Aparecida Santia 
go Lima, chefe da Vi 
gilãncia Sanitária-· 
em Bela Vista, para 
prestar esclarecimen 
tos sobre o assunto­ 
na próxima Sessão OE 
dinária a realizar - 
se no dia 17 do cor­ 
rente mes, às 19:30 
l' 
! 
1 
l 
i 
J 
horas. 
Outro Requeri 
mento da Mesa da 
Cãmara aprovado pe 
los '.•ereadores bela= 
vist:nses foi endere 
çado ao Dr. Mario 
Mareio da Cruz Mar 
tins, encarregado dos 
SIAEs no Mato Grosso 
do Sul, solicitando­ 
que ele informe à C~ 
mara Municipal, com 
a maior brevidade pos 
sível, qual a data 
que estará disponí - 
vel para comparecer­ 
ao Legislativo bela 
vistense a fim de 
prestar esclarecimen 
tos a respeito da 
cobrança de tarifas­ 
d'água, bem como as 
novas expansoes de 
rede . 
A Vereadora Or 
landa Prcitas doo 
Santos foi autora de 
uma importante indi­ 
cação endereçada ao 
Prefeito Municipal A 
braão Zacarian, com 
cópias ao Diretor Roe 
gional da Fundação= 
Nacional de Saúde e 
ao SAAE local, a Ve 
readora reivindicou 
a construção de um 
reservatório de água 
com capacidade para 
atender aos morado 
res dos bairros Pri 
maveras e Costa e 
Silva. 
Orlanda Freitas 
dos Santos justifi - 
cou a sua indicação, 
Roney Defende a 
Reativação da 
Associação Comercial 
L 
destacando que os 
bairros meneio 
nadoc. ultimamente 
võm sofrendo constan 
teu cortes no [orne= 
cimento do precioso­ 
líquido e mesmo com 
o fornecimento nor 
mal são sempre os úI 
times bairros de nos 
sa cidade a receber= 
a água, provocando 
transtornos e qeran­ 
do muitas dificulda­ 
des à todos os mora 
dores, "a construção 
desse reservatório­ 
vira sanar um dos 
maiores problemas en 
frentados hoje por 
essas duas comunida­ 
des de nossa cidade" 
destacou a vereadora. 
Vereador Dr. Fernando de Freitas 
O Vereador Ro 
ney Moraes Simões,do 
PTB, usou a Tribuna­ 
da câmara Muriicipal­ 
durante a Sessão· ºE 
dinária de quarta­ 
feira, dia 10,' para 
defender a urgente 
reativação da Assg 
ciação Comercial de 
nossa cidade, para o 
vereador, o único e~ 
minha possível para 
tirar Bela Vista do 
marasmo em que se 
encontra. 
Página - 08 
#.EEEa 
#8 II IE E PREO 
BELA VISTA, OS CAMINI!OS DA PIO'N IDADE 
E DA JUSTIÇA SOCIAL - 
No primeiro artigo desta ir , fa- 
lamos da Bela Vista de ontem, e da Deli 
Vista, de hoje. Falamos da re 1idd 
cruel de muitas empresas que fecherm 
suas portas, do empobrecimento ds comu­ 
nidade, ou melhor, do empobrecimnto do 
muítos empresários e fazendeiro. 
Falamos da Bela Vista do "já te@ " 
Bela Vista teve isto e nquilo; J,s.Lil 
Vista foi isto e aquilo. 
Mas o passado não volta, t1 própria­ 
natureza nos incita a olhar para a fren 
te, caminhar, caminhar, caminhar sempre 
para a frente. 
O passado é pródigo em lições e ~ 
xemplos. 
Leia o Artigo completo, na piiglna 
03 desta edição. 
A Greve dos Pro 
fessores da Rede Es­ 
tadual de Ensino tem 
aumentado a procura 
de vagas nas escolas 
Municipais em Bela 
Vista, ocasionando a 
superlotação nos es­ 
tabelecimentos e a 
necessidade de maio­ 
res investimentos no 
setor. A preocupação 
com a continuidade - ,, •, 
desta situação foi :.<1 •· 
manifestado pelo Pre 
feito Abraão Zacari= 
as, à Secretária Es­ 
tadual de Educação, 
Leocãdia Petry,em au 
diência na última= 
quarta feira dta 10. 
O médico e ve 
reador Fernando de 
Freitas Elias, líder 
do Prefeito na Câma­ 
ra Municipal e o 
mais votado nas últi 
mas eleições, fez 
um pronunciamento na 
tribuna da Câmara Mu 
nicipal esta semana: 
para registrar sua 
preocupação com re­ 
lação ao empobreci 
mento cada vez maior 
de nosso municipio , 
iniciou afirmando 
"estamos sentindo 
dia-a-dia una evasão 
crescente nos vários 
setores de nossa ati 
vidade e está aí, às 
vistas de todos, a 
morosidade que jE 
impera em Bela Vis 
ta". 
Página 03 
Gver ialili 
7,3 Bilhes a M 
fsr.alar 
tzg39..· 
•. 
' 
l 
Página - 02 
Página - 02 
,J 
Greve das Escolas Estaduais provoca superlotação na RE~

CiREVE AUMENTA PROCURA NA REME E PREOCUPA BELA VISTA 
do ir,fores da 
d,o] de f inn ten au 
i prtatura doe vaqat ntt 
M l pin em bela 'Viu­ 
ta, acionando a tuper lotação­ 
no estabolcinetton e a ncce- 
i·d do majoro invet imento 
no ator. 
preocupação com a cont i­ 
nuidad desta situação foi mani 
festado pelo Prefeito Araão zi 
carias, à Secretária estadual­ 
do Educação Leocãdia Petry Leme 
em udincia na ultima quart, 
feira dia 10. 
"A comunidade está sendo a 
maior prejudicada com essa qre­ 
ve que atinqe um s tor essen­ 
' i.,, ) para a população com rnr. 
nor renda que não tem condições 
<la mnntcr scuo filhou cm Escalo 
PnrLicular", destacou o Prefei­ 
·o, lembrando que multou pais 
tem apelado para as escolas da 
REME para que o ensino de seus 
filhos não seja prejudicado. 
/ REME tinha uma meta de 
abrir cerca de duas mil vagas , 
t 
Prefeito Abraão Zacarias preocu 
pndo com o ensino em D. Vinta. 
mar; o Secretário Municipal de , 
Educação Paulo de Mello infor 
mou que 2.300 alunos já estão - 
matriculados. 
"Mesmo redobrando esforços 
a rede Municipal não comporta - 
mais alunos", salientou o secretário. 
M[ecânica e Tornearia 
. - 
Greve das Escolas· Entadunis provoca supcrlotaç,lo na TlEMP. 
================--====-====-=-=====-===-==-==-=-=---=---------- ------·· - :X--·--. 
Sanjodiesel 
Reformas de máquinas e implemen 
tos agrícolas, Serviços de tor­ 
no e solda em geral. 
Atendimento camarada, o melhor­ 
preço da cidade, e o mais impor 
tante: 
~/QUALIDADE DE NOSSOS 
VIÇOS 1 
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-er-a13± 
lU1lO EM HODA INFANTIL, DE O À 1 ANOS. 
ARTIGOS E IDIJRO ! 
R1QUUITS 
Governo Viabiliza Cr$ 7,3 bilhões 
para a Merenda Escolar no MS 
1 
( 
Ili/A DUQUE DE CAXIAS (AO LADO DA FAR.'IÃelA 00 JAIR) 
ENXOVAL, CONPLETO PARA SE! BEBE I 
TIMO ATENDIMENTO, VISITE-NOS E CONFIRA 
SECOM/MS 
O Governo Pedro 
Pedrossian garantiu­ 
em·Brasília recursos 
emergenciais para a 
merenda escolar no - 
valor de CR$ 7,3 bi 
]hões. Este dinheirÕ 
será empregado na 
compra de 332,7 tone 
ladas de alimentos 
que serão distribuí­ 
dos para 428 mil alu 
nos das redes públi= 
cas estadual e muni­ 
cipal. A notícia foi 
dada pela Secretária 
Estadual dé Educação 
Leocádia Petry Leme, 
que se reuniu dia 08 
pp., com o Ministrp­ 
da Educação, Murilo 
Hingel, para assinar 
convênio de repasse­ 
dos recursos para a 
merenda escolar, jun 
tamente com Secretá= 
rios de Educação de 
todo o País. 
Na avaliação de 
Leocádia Leme esta 
quantidade de alimen 
tos será suficiente= 
para garantir meren­ 
da escolar por um pe 
ríodo de duas semã 
nas às crianças de 
sete à 14 anos. A 
assinatura deste con 
vênio foi feita de 
forma emergencial 
tendo em vista que, 
sem a aprovação do 
orçamento da união,o 
dinheiro para a me 
renda escolar está= 
bloqueado. Leocádia­ 
acredita que o Esta­ 
do terá condições de 
comprar e distribuir 
estes alimentos às 
escolas no prazo má­ 
ximo de 30 dias ". 
Até lá as esco 
las irão se utilizar 
do estoque que ainda 
dispõe dos alimentos 
distribuídos em de­ 
zembrp do ano passa­ 
do".- avalia. 
Segundo Leocá 
dia Leme a experiên-=: 
eia da compra de ali 
mentos para a meren­ 
da diretamente dos 
(Fundado em 20/02/1972 ) 
Publlcnçiio da Rede Belnvl..stcnse de Jon:uil..s LlDA 
Avenid,i :rrtbuna d4 Frontclrn 564 - 
Fone (067) 439-1410- CaLxa Posta1 - 23 
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Bela V ls ta - KAIO GROSSO 00 SUL 
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lvaldo Pereira e Mario Estela. Velasquez Pereira 
Dlretor Rcsporu,.Ível 
Ivn.ldo Pereira 
Reportagens 
Ubnldlao Rodrigues e Joâo Carlos Velasquez 
Ccrentc 
Gllson Sllvn Santos 
Redação, Administração e Parque Grafo - A 
bun4 dn Fronteira, 564 - Sede PrÕ rb _ Venl.da :tr-1 
CaLa Posta 23 - Bela Vata - KS p Fone (067)4.39-l41Õ 
SUC!RSAIS 
Antonio João, Porto Murtinho, M.J.rac.aju Bo 
dln e Caracol (Correspondents e Capo c, o, "ar 
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3 
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5
71-
9
792 - Av 
de Janclro/RJ - Ccp - 20.071-000 - F º"{llllto 1109 - Rio 
Fax - 263-8134 - SCS - Qu.:,dra Ol .: Bzne 02l) 26.3-1129 _ 
505- Brasf1ta - DF - ce - 
70
.
309
-4"?G- E4. Baraeat - 
223-1511 - Fax - 225-473.3. 	Fone (061) 
No devolvemos origina1a 	.. 
O Jorn4l no se responsabt1tza 
dos ou de origea defintda. pelos artigos assina - 
Ftll.,,do à AllJORI/KS e AllRA.JOlU 
no?""} Ttaa 4a rroatetrs " qur o Povo sua 
llDt 
pequenos e micros en 
presários , através­ 
do Sebrae, foi bas 
tante positiva e se= 
rá feita novamente a 
través deste sistema 
Em dezembro o 
Governo do Estado rc 
cebeu recursos de 
Cr$2,3 bilhões para­ 
a merenda escolar e 
adquiriu 80% dos ali 
roentos de pequenas - 
empresas aqui mesmo 
do Estado. Anterior­ 
mente a merenda esco 
lar era adquirida e 
distribuída pela Fun 
dação de Assistência 
ao Estudante (FAEJ. 
De acordo com le 
vantamentos feitos.­ 
com base no número'­ 
de estudantes de Ma 
to Grosso do Sul, se 
rão adquiridos 9.751 
quilos de açucar , 
57,4 toneladas de al 
mondegas; 41 tonela= 
das de arroz; 49,2 - 
toneladas de biscoi­ 
to; 24,6 toneladas - 
de feijão; 87,7 tone 
ladas de leite em pÕ 
49,2 toneladas de 
macarrão e 13.672 l! 
tas de óleo refinado 
de soja. A aquisição 
destes alimentos se­ 
ra feita pelo siste­ 
ma de compras gover­ 
namentais implantado 
pelo governador Pe 
dro Pedrossian e 
distribuição ficará­ 
a cargo da represen­ 
taçao. da FAE, no MS. 
Leocádia afir 
mou que os Secretá - 
r1os Estaduais de 
Educação de todo 
Pais foram solidá­ 
rios ao Ministro da 
Educação em sua luta 
pela utilização do 
estoque regulador do 
Governo Federal para 
ª merenda escolar.se 
9undo Leocãdia o Mi­ 
n1stro Murilo Hinge.1 
afirmou que estava 
encontrando dificul­ 
dades para viabili 
za 	- 
t resta propostajll_!! 
0 
aos Burocratas do 
Governo". 
A liberação de 
parte dos estoques 
reguladores do Gover 
no seriam suficien - 
tes para garantir me 
,gnda por mais 2ã 
as, até a aprova 
€ão_do orçamento dã 
União. 
ESTE EXEMPLAR: 
CR$ 10.000,00 =

1 , 
-----------· - 
-~----- ·-·----------- 	-~ 
DIOGRIFII DE u CD 
Bela Vista, os Caminhos da Prosperidade e da Justiça Social 
, a 
o 
a! 
No primeiro artigo de,ta .. 
rle, falamos da Bela Vis .a d 
ontem, o da Iela Vintna, de ho - 
je, Falamos da realidade cruel 
de muitas Empresas que fechar am 
uns portas, do empobrecimen o 
da comunidade, ou melhor, do em 
obrecimento de muitos Empregá­ 
rios e fazendeiros. Falamos da 
3ela Vista do "já teve"., 
Bela Vista teve isto e aqui­ 
lo; Bela Vista foi is Lo e aqui­ 
lo, 
Mas o passado não vol ta, a 
própria natureza nos incita a o 
lhar para a frente, caminhar 
caminhar, caminhar sempre para 
a frente. 
O paeoado é pródigo cm li 
çÕc!l e exemplos. 
Afirmamos, no primeiro Arti­ 
go, que uma força move a comuni 
dade, esta força foz de Israel­ 
um País admirado; dos escombros 
de uma guerra fez renascer os 
gigantes, Japio e Alemanha; e 
levou os bandeirantes, do Pla - 
nalto paulista, à conquista do 
interior. 
o que seria esta força? 
Para mudar o mundo é preciso 
mudar, primeiramente, o homem. 
Para mudar uma comunidade 
antes de mais nada, é preciso - 
mudar a mentalidade dos inte 
grantes desta comunidade. 
Muitos dirão, isto é simples 
mente teoria, extraída dos li= 
vros tipo, "eu posso", "acredi­ 
t.e em si mesmo", "pense no Su - 
cesso", mas, na verdade, quando 
digo que é preciso mudar a men­ 
talidade, é para mudar em todos 
os aspectos, social, político 
econômico e psicológico. 
Bela Vista não recebeu san - 
gue novo. As poucas transfusões 
feitas, não foram suficientes - 
para transformar o organismo 
cansado e viciado. 
Depois de ler o nosso primeiro Ar 
tigo, um amigo ligou para a reda­ 
ção, bastante pessimista, eco­ 
mentou: 
- "Olha, ~râ falar a verda - 
de, não temos ninguém em Bela 
Vista que possa afirmar que es­ 
tã vencendo a crise, que esta - 
progredindo, estâ todo mundo no 
mesmo barco, naufragando, voces 
conseguem alguma coisa porque - 
trabalham na região, se ficarem 
só em nossa cidade,quebram. Prà 
falar de fazendeiros, com exces 
são do Olímpio Cardinal, Joao 
Pinheiro Filhote Rondon, Tiby 
Loureiro' e mais dois ou três , 
o restante enfrentam muitas di- 
de 
10 
- 
da 
ut" 
ªº do 
3ar° 
• 5!!, 
i 
cl 
O Médico e Verea­ 
dor Fernando de Frei 
tas Elias, líder do­ 
Prefeito na câmara - 
}!unicipal e o mais - 
Votado nas últimas ~ 
~içôes fez um pro­ 
unciamento na tribu 
a da câmara Munici­ 
Pal esta semana para 
tegistrar sua prece~ 
Pação com relação ao 
empobrecimen.to cada 
' Vez maior de nosso - 
unicipio iniciou a 
' Hrmando [,estamos 
Sentindo dia-a-dia~ 
!:la, evasão crescente 
os vários setores - 
de nossa atividade e 
estã ai às vistas - 
de todos, a morosida 
de que já impera em 
dela vista". 
Fernando de Frei­ 
tas lembrou em seu " 
Pronunciamento are­ 
!>ortagem exibida _pe-;­ 
la programa Fantast];:_ 
ca, da Rede Globo 1 
Stde foram mostradas 
"ªrias cidades fada­ 
das ao desaparecimen 
ta no Brasil, "hoJe 
~Odemos sentir que 
ficu!dados. E. no corcio e na 
indústria, também emos trens ou 
quatro. gta é a vordad..." 
Dopo!s deste comentário, de 
ligou o telefone. Fiquei medi - 
t.ando a respeito de nuas pala - 
vras. E cheguei a conclusão de 
que esta é a primeira dificuldg 
de do belavistense; não conhece 
a realidade de seu Município e 
não aceita as mudanças de que 
estão se operando non nubtcrrJ­ 
neos da comunidade. 
Lembrei-me da força o tamb6m 
de Emerson, o filósofo. 
Em seu EnuaJo, "Compensati - 
on", Emerson diz: "A nossa for­ 
ça nasce de nonsa fraqueza, so­ 
mente depois que cornos ferroa - 
dos, espicaçados e cruelmente 
atingidos, desperta a nossa in­ 
dignaçio, que se arma com for - 
ças secretas. O homem, enquanto 
se encontra sentado sobre os co 
xins da vantagem, está sempre= 
dormindo. Quando· é empurrado , 
atormentado, derrotado, tem uma 
chance para aprender alguma coi 
sa; volta a si, à sua viriliáa 
de; adquiriu fatos; curou-se da 
loucura do orgulho; aprendeu a 
moderaçio, adquiriu a verdadei­ 
ra habilidade. Descobrir os se­ 
us pontos fracos é mais do seu 
próprio interesse do que dos 
seus inimigos". 
Estude a filosofia do grande 
Emerson, que pode servir como~ 
ma força que modificará a sua - 
têmpera, e o preparará para as 
lutas desta vida, assim como o 
carvão tempera o aço. 
Temos, em Bela Vista, deze 
nas de exemplos de empresas que 
estão progredindo, gerando em - 
pregos, crescendo, diversifican 
do suas atividades, e também de 
fazendeiros que se transfonnaram 
em empresários rurais, que admi 
nistram suas fazendas como em= 
presas, são pessoas que não u - 
sam botas e chapéus só para 
"mostrarem" que são fazendei 
ros, usam sim, nas lides do cam 
po, no dia-a-dia de suas fazen­ 
das, mas na cidade, se compor - 
tam e se vestem como empresári­ 
os, comerciantes, profissionais 
liberais, enfim, pessoas co­ 
muns, nada de procurar se apa - 
rentar com "texanos s6 para o 
~povo ver~ Dâ prâ entender, nao 
é mesmo? 
Realmente, Olímpio Cardinal, 
Tiby Loureiro, João Pinheiro , 
Filhote Rondon, são fazendeiros 
"fortes, sólidos". Mas estas 
pessoas se adaptaram aos novos 
Bela Vista está dimi 
nuindo a cada dia 
que passa, para isso 
basta andarmos.pelas 
Ruas de nossa cida - 
de, basta visitarmos 
a nosso comércio e 
veremos que aqui não 
estamos tendo o pro­ 
gresso que gostaría­ 
mos de ter" destacou 
o Vereador e enfati­ 
zou: "uma das saidas 
para o nosso Munici­ 
pio combater a crise 
é a conclusão das o­ 
bras de asfaltamento 
das BR/060, sobre o 
qual tanto jâ se fa­ 
lou tanto já se de­ 
bateu ao longo de vá 
rios anos e hoje, in 
felizmente esta.mos. 
vendo essa obra para 
da, o que nos deixa 
muito deprimidos". 
"Nossa cidade pos 
sui grandes potencia 
lidades, continuou - 
Dr. Fernando, temos 
aqui até mesmo poten 
ciais turisticos e 
que não estão sendo 
aoroveitados como d~ 
veriam, principalmen 
te agora nesse perío 
da de crise" ressai= 
tau o Médico e Verea. 
dor, lembrando como­ 
exemplo a cidade de 
Bonito que recebe to 
dos os finais de se= 
mana e feriados mi - 
lhares de turistas - 
vindos de todas as 
partes do Estado e a 
té do País para visI 
tarem suas atrações­ 
turísticas e colabo­ 
rando para o desen - 
volvimento do vizinho 
Municipio. o asfalta 
mento das Rodovias= 
de nossa região é de 
fundamental importân 
eia para o nosso de= 
senvolvimento no en­ 
tender do Vereador - 
Fernando, "esta é uma 
luta que temos de en 
carnpar, se for precI 
sovamos nos reunir 
com todos os Prefei­ 
tos e Vereadores da 
região para defender 
mos esta grande ne 
cessidade que certa­ 
mente trará um novo 
oxigênio para as nos 
sas cidades, já che=· 
te pos, do produtores rurais , 
empresários, biscam o lacro, fi 
zeram de mnan fazendas empre 
as, e coo toda empro s, t 
como cbje ivo o lucro - que não 
ó pecado. Compram e vendem ga - 
do, mas não deixam de aprimorar 
o eus rebanhos. E rabalham - 
com os pés no chão. em fanta - 
sias. 
Mas no são só eles, temos - 
muita gente ganhando dinheiro - 
com o comércio de gado, vendas 
de terras, gente que não apare­ 
ce, [, aquele negócio, casa gen­ 
te que você não vê, faz o pro 
grcaso dn comunidade que você - 
vê. 
Oncar Salo~ão, Edvaldo Salo­ 
mão, Paulo Simões, Roney Moraes 
Simões, Oovaldo Melo, Cnrlinhos 
Pacheco, Sebastião Zacarias Fi­ 
lho, Lili Rondon, Marcos Barbo­ 
sa, Edson Moracs, Garibnldi da 
Rosa, Eduardo Ocáriz, Thir Lou­ 
reiro, Jurandir Fcsti Filho, A­ 
fonsinho Pinheiro Filho (este e 
xemplo de jovem que trabalha 
com competência, seriedade, sa­ 
be o que quer da vida), Leandro 
Acioly, Adhemar Godoy, Augusto 
Acioly, só para citar alguns no 
mes, são pessoas que estão tra 
balhando, produzindo, gerando= 
empregos, pagando impostos, Pes 
soas que possuem aquela "força" 
de que falamos. 
Se algumas dessas pessoas 
passaram (ou passam) por difi - 
culdades, às vezes, assim como 
nós também passamos, são aciden 
tes de percurso, de gente que 
caminha, gente que não pira com 
medo do futuro. 
Desse tipo de gente Bela 
Vista precisa. 
Muitas dessas pessoas, assim 
como nós, levaram "cacetadas" , 
oriundas dos famigerados planos 
safados de Governos irresponsá­ 
veis, mas aprenderam, assim co­ 
mo nós, e vão vencendo os desa­ 
fios. E que exemplo mais digni­ 
ficante, dessa moçada da Portei 
ra Leilões, uma empresa que sur 
giu pequena, lã em Caracol, e 
hoje é uma realidade que nos mo 
tiva e nos incita à luta. Noel= 
sn, Noedi, Noilson, os Laran 
jeiras da Porteira Leilões, e - 
xemplo de luta. 
E o que falar de José Aveli­ 
no e Silva, produtor rural e 
cartorário, coração imenso,quan 
tos empregos ele não gera? Fal= 
tava apenas aprender a dizer 
"não", mesmo quando o coração - 
mandava dizer sim. 
'Temo g 
rtas... que r pro ;e 
da "fera", E no cw rio, 
das Tin as, Ele ro o, 
rldo, azar l3, Cerarico 
Vi, Marru, Santa ko M, 
Crto, Eva COnf ços, Arro 
Paulista, Arco ris, Posto a - 
cional, Sacolão, 
pequena e tiro 
estão crescendo, 
qos, abalhando com os p 
chão. Mas o que tem essas o 
as e esses produtores rurai 
citados acima, e ou ros não 
tados, que não jogaram a toa - 
lha, continuaram na luta, e qu 
muitos não tiveram e pendurara 
as cnuteiras? Tiveram (e ter) 
"forca". 
Não, não sorria, nem deboche, 
isto será sinal de fraqueza, e 
nós estamos escrevendo para gn 
te forte. Havíamos dito, a for­ 
ça vem das brumas do passado, e 
la é divina. O homem é filho d 
Deus, e têm a obrigação ae pt(­ 
grcdir, e progredindo, ctJud1r - 
os companheiros de caminhada. 
A força é a vontade de upe­ 
rara si mesmo. De sempre procu 
rar fazer o melhor, e não se a­ 
bater, nunca,. sob hip6tese alg~ 
ma, pois, quem trabalha com ~ú­ 
todo, pés no chão e eficiência, 
vence desafios e caminha con na 
is segurança. 
Pode parecer paradoxal,se Be 
la Vista, como afirmamos no pri 
meiro artigo empobreceu, como= 
explicar o sucesso de várias e~ 
presas e de vários produtores= 
rurais? O empobrecimento do Be­ 
la Vista é localizado, são gru­ 
pos, na verdade, para ser mais 
explícito, está havendo um nivc 
lamento. E isto é preciso. Bela 
Vista começou a mudar a partir 
desse empobrecimento, dessa a - 
daptação aos novos tempos. 
Já não temos uma elite, domi 
nante, centralizada apenas eu­ 
nicamente nos fazendeiros, a 
partir dessa aceitação, a cida­ 
de se equilibrará, haverá me 
lhor distribuição de rendas, de 
oportunidades, e surgirá,enfim, 
a Comun1aade, pois nao devemos 
esquecer, temos bolsões de po - 
breza, e a respeito desse assun 
to, da responsabilidade social­ 
e comunitária dos que estão ver 
cendo a crise é que falaremos - 
no próximo comentário. 
Ricos e pobres, o abismo da 
incompreensão, capitalismo sel­ 
vagem ou socialismo cristão, op 
cão da humanidade. (IP). -- 
ga de promessas, sa-. 
hme aue Os Gover -i 
nos Federal e Esta - 
dual passam por difi 
culdades com refle 
xos nos Municipios - 
onde estamos vendo o 
comprometimento dos '. 
compromissos devido 
as quedas no ICMS e 
por isso mesmo temos· 
de juntar forças e 
reivindicarmos essa 
melhoria tão necessã 
ria que é o asfalta= 
mento de nossas rodo 
vias" afirmou Fernan 
do. Ao final de suas pa 
lavras o Veread= oe&;ê=° 
tista convidou à trilos ~~ 
a:xrpanheiros de Câmar3. p/ 1 
juntamente ca o Secretá 
rio de Desenvolvimento~ I 
CÔP.anico e· Social doMu- --. 
nicípio, João Kalife,pro' Vereador p. -._ ,-__ . 
curarem alternativas c 
~eiras cem o objetivo dei 
pranover o aumento da oro 
dução danêstica, "preê:i-= 
amos enfrentar essa épo 1 
ca de. crise e difÍcil p7j 
todos ca criatividade e 
procuranào saíàas q/po,ê_ 1 
sarn irelhorar as =-."làiçÔ-' 
es de vi.da da nossa pcpg 
lação mais carente", 
• frisou ele e acentuou 
"me preocupam todos es - 
-ses acontecinentos por 
isso deixo aqui reiistra 
do esse alerta, precisa­ 
mos do asfalto da HR/O6O' 
para o r.osso desenvolvi­ 
r.ento cmo precisamos de 
oxigênio para respirar , 
Elia.s 
porque a continuar 
como está com certe 
za Bela vista dacu: 
alguns anos vai ser 
noticia no Fantásri 
co como mais un 
cidade fadada ao 
desaparecimento",e 
fatizou. -

IGRICULTURI & PECUíRII 
INFORMATIVO DO SINDICATOS RURMI; DE: 
PUBLICADO IMITKNFMMENIE. NOS JORNAIS: TRIBUNA DA FRONTEIRA, CORREIO JARDINENSE I'. 
COMEÇI EM 1· DE IBRIL 1 
CAMPINHI DE VIICINIÇAO ANil•DFTOSI 
(5con MS) 
O Departamento de 
Inspeção e Defesa 
Aqropecúr ia de Mato 
Grosso do Sal,Iagro, 
começará no dia 1o 
de abril a campanha­ 
de vacinação anti-af 
tosa em todo o Esta­ 
do. A meto 6 cobrir 
a totalidade do reba 
nho, vacinnnclo reses 
com mais de quatro - 
meses até o dia 15 
d .naio. Nesta campa 
rh. o Iagro estará - 
passando do controle 
da doença para a fa­ 
se de erradicação,vi 
sando comprometer o 
produtor rural, cons 
cientizando-o da im­ 
portância da vacina­ 
ção para a comercia­ 
lição da carne, não 
só para o mercado 
interno mas princi - 
palmante para a ex 
portacão do produto. 
Estarão envolvi - 
dos diretamente nes 
te trabalho 81 médi­ 
cos veterinários e 
170 auxiliares, que 
contarão com o apoio 
de uma divulgação 
maciça junto aos - 
, pecuaristas. No ano 
passado essa ação em 
conjunto entre o Go­ 
verno e produtores - 
propiciou a vacina - 
cão de 88% do reba­ 
nho, mas, de acordo 
com o Diretor de Op_Q 
rações do Iuqro, Os­ 
valdo Rodrigues, a 
febre aftosa já está 
erradicada no Esta - 
do, BGPe para que - 
isso seja oficializa 
do é preciso que se 
cumpra um prazo de 
três anos sem o apa­ 
recimento de focos. 
O Diretor geral 
do Iagro, Olímpio 
Crinóstomo Ribeiro , 
afirma"qae o combato 
até o momento foi pa 
ra manter o controle 
daqui para frente a 
meta é erradicar a 
doença. Para isso é 
importante que o pro 
dator notifique o Ia 
gro assim que identl 
ficar algum foco pa­ 
ra que possamos agir 
com rapidez". Olim - 
pio lembra ainda que 
para o trãnslto dos 
animais é necessá - 
rio o acompanhamento 
da guia de vacinação 
que só é expedida 
após uma checagem ri 
gorosa entre as no 
tas dos revendedores 
e as apresentadas pe 
los produtores. - 
Para que o reba 
nho sul-mato-grossen 
se possa concorrer - 
em mercados selecio­ 
dps como.o <la Europa 
e América do Norte a 
imunização é de fan­ 
damental importãn­ 
cia, já que a valori 
ação da carne de re 
banhos onde a febre­ 
aftosa já foi erradi 
cada, como o Uru - 
guaio, chega a 
100%. No entanto, re 
banhos com focos da 
doença não recebem o 
credenciamento para 
exportação. O produ 
tor de Mato Grosso= 
do Sul está se cons­ 
cientizando cada vez 
mais deste fato e , 
segundo Olímpio Ri 
beiro, "é isto que= 
fez com que nosso Es 
tado fosse consideraão 
modelo em termos de 
política de sanidade 
animal durante o Fó­ 
rum Nacional de Se 
cretários de Agricul 
tara e Reforma Agrã­ 
ria ocorrido no íni­ 
cio de fevereiro em 
Campo Grande". 
NOVA PORTARIA 
Como resultado do 
trabalho da comissão 
de estudo para madan 
ça na normatização = 
do trânsito e vacina 
ão do rebanho bovi­ 
no, estará sendo as­ 
sinado amanhã uma 
portaria ministerial 
com a intenção de fa 
cilitar o processo 
de erradicação da fS 
brc aftosa no Bra­ 
sil. O Mato Croaso - 
do Sul participou 
desta formulação con 
tribuindo com as ex 
periências que estãÕ 
sendo desenvolvidas­ 
aqui, como a criação 
de conselhos regio 
nais onde participam 
entidades representa 
tivas dos pLodutores 
e órgãos do Governo. 
Este coselho foi 
idealizado e regula­ 
mentado pelo Governo 
do Estado para envol 
ver todos os segmen­ 
tos ligados à pecuá­ 
ria em um trabalho - 
conjunto na erradica 
ção da febre aftosa 
no Estado. "Esta in 
tegracão produziu ei 
celentes resultados­ 
colocando o rebanho­ 
sul-mato-grossense - 
em nível de aceita 
ão internacional. O 
exemplo deve ser se 
gaido pelos outros 
Estados após a assi 
natura desta nova - 
portaria que traz 
muito do que se de 
senvolve nestes Gl­ 
timos anos em Mato - 
Grosso do Sul", afir 
ma o Diretor - 
do Iagro. 
ad 
Ju 
liri 
Previdência Social Rural Carnês Isenção 
da Contribuição dos Empregadores Rurais 
A contribuição previdenctára dos epregadores rurais através 
de carnés, que não foi extinta pela Lei n? 8.540/92, que al 
tcrou o sistcna de contribução previdenciária rural, é ui 
absurdo. 
f preciso a urgente Isenção aos empregadores rurais do re­ 
C1Jlhlr:,rnto d.:1 contrlbuiçao a.traves de carnes, de acordo co a 
Escala de Salârlo-B.lsc, pois a prestação assistencial da Pre­ 
vidência Social C péssimo e não vale esse exagerado montante­ 
que é cobrado dos contribuintes do.setor rural. 
Os 2,2'~ (dois lntelros e dois dccl..oos por cento) sobre a 
receita bruta proveniente da produção rural são o suficiente- 
para cobrir a parte que toca aos produtores rurais. Não é 
Justo cxlslr a contrlbuiçao sobre o carne, pois esta se co- 
brando duas vezes para o mesmo fim. Noto bca: a assistC!nc:la e 
os bencflcios prcvldcnciã.rios desttnados aos contribuintes é 
una vergonha, pelo tanto que se arrecada a titulo de previdên 
e 1n socinl. 	• 
Co. a nova contribuição previdcnclârla do ecprcgador ru- 
ral, a arrecadação será monstruosa, considerando-se que tudo 
aqutlo que for vendido en ua propriedade rural terá una re 
tenção de 2,2 M. ~multo dinheiro para os cofres da PrevldR 
ela Social, não Justificando, ass1n, a obrigatoriedade de re 
colhimento através de carnes dos erpregadores rurais. 
A esperança é o atual Ministro da Previdência Social 
Deputado ANT0:'10 BRITO, jovco dinâmico, inteligente e que 
coe certeza, se chac.ado no debate pelas lideranças rurais , da 
ri un fin a essa contribuição sobre o carne dos erpregadores - 
rurais. 	• 
1oportantes que as entidades rurais façam gestões sobre o 
assunto, pedindo a part1c:1p.1ção dos deputados e senadores da 
bane.ida ruralista, aléc de envio de telegram.is, fax e telex.­ 
ao Ministro da Previdêncla e à Prestd@nela da República. 
ANTENOR PELEGRINO 
orientações Trabalhistas 
funcionários do lagro 
Aceitam Proposta e 
Volt.am a TrabalhaF 
Urbanas e Rurais- no 5/93 
Os funcionárioc,, - 
do Iagro (Departa - 
mcnto de Inspecao e 
Defesa AgropecGria­ 
do Estado) voltaram 
a trabalhar , depo­ 
is que aceitaram a 
proposta salarial 
apresentada pelo Go 
verno do Estado.A - 
decisão da Assem - 
bléia geral foi co 
municada ao diretor 
geral do órgão,Olim 
pio Crisóstomó R! 
beiro, que convocou 
os servidores a jun 
tar esforços para a 
primeira etapa da - 
campanha de vacina­ 
ão contra a febre 
aftosa, que vai do 
dia 19 de abril a 
15 de maio. 
A proposta foi 
apresentada em reu­ 
nião que o vice- go 
vernador Ary Rigo e 
o Secretário de Ad 
ministração, Carlos 
Oscar Lopes, com a 
entidade que repre­ 
senta os funcioná - 
rios do Iagro.Segun 
do Olímpio Ribeiro~ 
pelo que ficou acer 
tado, neste mês , 
além dos aumentos - 
concedidos a todo o 
funcionalismo,os mé 
dicos veterinários= 
e agrônomos do De 
partamente terão. - 
seus adicionais ao 
mentados dos atuais 
50% para 100%,calcu 
lado sobre o salá ::­ 
rio-base. 
Para todos os 
550 funcionários,in 
cluindo os 115 méaR 
cos veterinários e 
agrônomos, será con 
cedido ainda gratufi 
coc5o por produtivi­ 
dade, além dos rea 
jastes que forem - 
acertados para todo 
o quadro da adminis­ 
traçúo ontodual. Da 
acordo com Olimpio 
crisóstomo, essa sra 
tificacão será conce 
dida com fundamen­ 
to em avaliação indi 
vidal de cada trabã 
lhador e também no 
arrecadaçúo da autor 
qaia, que tem recei­ 
ta própria originada 
dos serviços presta­ 
do na área de inspe­ 
ção e defesa agrope­ 
cária, e de classi­ 
ficação vegetal. 
Crisóstomo Ribei­ 
ro disse que, com o 
fim da greve, o Ia 
gro vai se preparar­ 
para intensificar - 
ainda mais o combate 
à febre aftosa, com 
vistas a auroéntar o 
índices de cobertu - 
ra. Em todas as cal 
panhas lancadas,Mato 
Grosso do Sul tem 
conseguido atingir - 
90% do seu rebanho 
bovino, de mais de 
19 milhÕe s de cabe - 
ças, através de uma 
política reconhecida 
nacionalmente como a 
mais eficiente. O 
próprio Ministro da 
Agricultara, Abaste 
cimento de Reforma 
grária, Lázaro Barbo 
sa, elogiou o traba 
lho qae vem sendo @2 
senvolvido no Estaco 
durante participação 
no Fórum Nacional de 
Secretários de Agri 
cultura, realizada e" 
Campo Grande . em mea 
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bacilo da Cólera. 
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Lavar sempre as mãos antes das refei 
ções e antes de manusear alimentos 
Lavar sempre as mãos depoit de usar 
o banheiro 
Não deixar alimentos descobertos, o 
bretudo depois de cozidoo. Moncos e bara­ 
tos podem transportar o bacilo. 
Evitar comer peixes e frutos do mar 
crus. 
"COM DOENÇA 
.- 
- 
Evitar alimentos cru mal-passados ou 
pout:o cozidos 
Lavar fruta com áqua e sabão 
Lavar verduras e loqumes com água cló 
rtuda. A mintura de áqua com vinagre nem 
nempre mata o bacilo. 
Bacilo da CÕLERl sobrevive até cinco 
dias nesses alimentos, que devem ser cozi 
dos a 70 graus. 
-o 
d: 
é 
0 ... 
,, 
NÃO SE BRINCAI" 
H 
oJe n6s vivemos num pois 
que começa a mudar o 
sou comportamento. Jc,­ 
vons caro- pinto3as ernpros)rios 
politicos donas-do casa, tobo 
lhado,es em geral, se onga)am 
oo roestobelecJmenlO da ética 
nas n,laç:õe> on!ro pessoas e em­ 
presas Nossa onte estd redes 
cobrindo o valor da Integridada 
Somos capazes de dar exemplo 
ao mundo quando destituir0o 
um pmsldenlo usando como ar­ 
mas a le3lado vgonto e instu 
• mentos democrdtcos coro a li­ 
bordado de Imprensa. foi 
O con­ 
llnuarO sendó lundamontal a 
portlclpoçoo dos meios do co- 
municaçdo neste processo de 
tror»lçOo. As denOnclos. os cri­ 
ticas e os tetos mostrodos como 
roolmen1e soo. dennem os ru­ 
mos da nossa sociedade Pre 
cisamos manter. a todo custo. 
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prensa. E Isto sO é posslvel 
quando os vetculos de comu­ 
nicaçdo se mantêm econori 
comente Independentes.. ou­ 
to-suficientes em suas receitas 
( exatamente neste ponloque 
entra a propagando. ( do vel­ 
culoçOo de anunclos que sal o 
grande receito dos Jornais. rô• 
dlos e televisões. A partir desta 
receita que se pagam os sal O• 
rios de protlulonols tolenlOSOS e 
competentes capazes do pro­ 
duzirem grandes turos ropoto 
gens reveladoras ou mesmo 
crônicas que esclareçam e 
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a Fenapra que reine os sindl 
cotos das ogênclas do molo,la 
dos Eslodos Brasileiras. estimular 
o parceria entre propaganda 
e velculos ê Investir numa das 
maiores conquistas deste pots.: 
a manutençdo da verdadeira 
liberdade de Imprensa. 
Fenapro 
umo.bOO ogêncio é a olmo do negcio 
(EMIT RIO HIST ICO DE 
BONITO FOI TRANSFORMADO 
EM ATRA(ÁO TURÍSTICA 
Através da batalha desenvolvida foi Thcodorico de Goca Palc5o, o 
popular "Bijo" (foto)- neto do desbravador de Bonito. O abando­ 
nado cemitério Histórico foi transformado em atraçao historica. 
Theodorico de Góes Falcão, 
o popular "Bijo", neto do des 
bravador de Bonito, trata-se de 
uma figura folclórica, poeta e 
escritor com tres obras publica 
das. 	- 
Para muitos "Bijo" é um ex 
cêntrico, porque de certa feita 
durante uma estiagem prolongada 
quando o sol inclemente devasta 
va as plantações, transformando 
o campo de relva verde num de 
serto desolado, matando as cria 
ções, ele saiu pelas ruas da cI 
dade com um estandarte com ima­ 
gem de santo, pedindo a Deus p~ 
ra que a terra fosse molhada. 
Dias depois choveu com a­ 
bundância. 
SUA CONTRIBUIÇÃO CULTURAL 
Os conhecimentos de todos­ 
os alunos so enriquecidos a 
través das obras publicadas por. 
Theodorico de Góes Falcão, que 
vem cultivando as memórias dos 
antepassados ilustres e mantém­ 
à disposição de todos seu arqui 
vo pessoal, repleto de documen­ 
tos, fotografias e informações­ 
sobre os primórdios de Bonito. 
PRIMEIRA FJMILil FOI DIZIMADA 
Segundo "Bijo", a primeira 
familia, natural de Minas Ge­ 
rais, que aportou em Bonito,tor 
nou-se proprietária da Fazenda= 
com o mesmo, nome, mas foi dizi 
mada durante um ataque de in­ 
dios, restando apenas um inte 
grante identificado como Euzé= 
bio, tornando-se herdeiro único 
da imensa propriedade. 
ENCONTRO DE EUZÉBIO COM O CAPI­ 
T O 
Anos depois, em São Paulo, 
Euzébio conheceu o capitão Luiz 
da Costa Leite Falcão, que ti 
nha chegado recentemente da 
França. Na oportunidade,relatou 
sua história e manifestou o 
desejo de vender sua herança no 
Estado de Mato Grosso. O negó­ 
cio foi entabulado e em 1.856 , 
Capitão Luiz da Costa Leite Fal 
cão fixou residência em Bonito, 
mas teve que enfrentar sangren­ 
tas batalhas com os silvícolas, 
até que a região fosse povoada. 
CEMITÉRIO HISTÓRICO ESQUECIDO 
O Capitão era casado com 
Dona Maria Xavier Falcão. 
Ele faleceu em 1904 e ela 
em· 1.915 ambos foram sepultadon 
no campo da Fazenda Bonito ( há 
mil metros, onde hoje está loca 
lizado o Conjunto Habitacional­ 
do BNH). 
Na época foi construido um 
túmulo rudimentar de pedra bru­ 
ta e mais tarde outros familia­ 
res também ali sepultados,sendo 
dezessete adultos e várias cri­ 
anças. 
No decorrer dos anos, o ce 
mitério ficou esquecido, cober­ 
to de matagais e ninguém se in­ 
teressava em preservar esse pa­ 
trimónio histórico. 
Recentemente, o túmulo 
principal foi violado e parcial 
mente destruído por pessoas que 
procuravam "enterro". 
MAIS UMA ATRAÇÃO TUR1STICA 
Indignado com o fato, The 
dorico de Góes Falcão passou • 
brigar com as autoridades, par 
que as memórias dos seus ante 
passados fossem preservadas,mas 
suas palavras nunca tiveram res 
paldo junto aos governantes an 
teriores. 
Hoje, "Bijo" está muito fe 
liz, porque o atual PrefeitÕ 
mandou cuidar do referido cemi­ 
tério, construindo em volta do 
mesmo urna "mini-saia" de tijo 
los, complementada com cerca de 
madeiras serradas. 
No local será fixada uma 
placa com todas as informações­ 
sobre as personalidades que ali 
repousam eternamente e o peque­ 
no Campo Santo sera transforma­ 
do em .atracão turística. 
( Finni.no de Barros da 
sal de Bonito). 
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o 
• 
to CitY 
(D Scarsal de 0rito) 
Domingo passado foi realizado um_almo " 
o beneficente Pró-Obra do "Asilo São 9o 
&", edificado na Vila Marambia, qe_e 4± 
riqido pelo Padre Salvador Adão o as iras 
Chilenas Ileloisia e Margarida. A renda " 
atingia a cifra de doze milhões de cruzei­ 
ros, evidenciando a competência e dedica - 
cão dos intoqrante da comisso da Igreja 
Católica, que se empenhou para a realiza - 
çiio elo óvcnto, 
Quando presenciamos uma irmandade coesa 
como essa, renovamos a nossa fé • "Nem tu 
do eot5 perdido!", pois ainda existem pes­ 
soas voltadas exclusivamente para a frater 
nidade verdadeira : O amor ao próximo. 
***** 
o Poeta e Escritor Thcodorico de Góes - 
Falcão, neto do Desbravador de Donito, e~ 
tá sorrindo a toa. Após vários anos de luta 
conseguiu que um Prefeito realizasse o seu 
sonho: Transformar o tmalo de seu avô em 
uma atração turística. Onde está situado o 
Jazigo foi devidamente cercado e será ªE. 
sunto para uma reportagem mais ampla.AguaE_ 
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Se a "Rede Belavistense de Jornais", em 
todas as administrações de Bonito nos ~lti 
mos vinte anos Dependesse de trocadinhos­ 
da Prefeitura não teria se tornado no mais 
expressivo veículo de comunicação do S~ 
doeste, sacudindo Bonito, Guia Lopes da La 
guna, Jardim, Nioque, Antonio João, Aral - 
Moreira, Porto Murtinho, Ponta Porã, Mara­ 
caju, sendo o mais lido e questionado ju~ 
to a "Secom"por ser o mais agressivo e in­ 
dependente. 
Se você tem algo a dizer que "Jornal - 
Comum" não tem coragem para publicar sobre 
qualquer fato desagradável aue esteja acoA 
tecendo nesse operoso Município, disque para o 
Chefe: Ivaldo Pereira: 439-1410. A respos­ 
ta virá impressa em letras garrafais em 
Com o objetivo de incen­ 
tivar e aumentar a prática 
desportiva, é que o Verea - 
dor Marco Rondon, vem dando 
apoio aos eventos esporti - 
vos na cidade. 
O esporte, principalmen­ 
te durante o verão, alcança 
índices altíssimos de prati 
cantes, quando então,sente~ 
se a dificuldade e a carén­ 
cia desse setor em nosso mu 
nicípio. Muitos jovens, ho 
je, adeptos do voleibol por 
exemplo, procuram áreas p~­ 
blicas e particulares para 
a prática desse esporte. 
Graças a estes atletas - 
anônimos é que Bela Vista - 
vem adquirindo prestígio em 
suas apresentações em cam 
peonatos Inter- Municípios; 
Hoje contando com atletas - 
respeitados e equipes cam 
peãs. E é j ... ~tamente esse 
meio que vem recebendo uma 
UM GUERREIRO CHAMADO BIGATON 
Nas eleições do ano passado, o Ex-Pre -­ 
feito Darci Bigaton teve a soa_candidatar 
impugnada à Prefeito à r leiao. Io'o+ 
até o final, recorre, ao TSE, mas na4o con 
seguia realizar o seu desejo de dirigir 
mais ama vez o destino de Bonito (se consg 
guisse candidatar-se seria eleito ·spetac. 
larmente!), ma. a justiça cerceou_d so. ca 
minhada política, sendo obrigado a apresen 
tar um sbstitato de altima hora,esse nome 
caia sob a responsabilidade de Jose 
tar Figueiredo, que com o nome de Bigaton­ 
foi eleito com una r.w.rgom de 3 4 3 votos. 
José Jrtur nunca tinha sido politico ªE 
tcriormente e ao ser eleito Prefeito certa 
mente foi a maior surprcs~ de sua vida. 
BIGATON NOS ESTADOS UNIDOS 
Depois das eleições, antes da posse de 
José Artur, Bigaton foi submetido a uma in 
tervenção cirrgica. A principio o caso pa 
recia ser simples, depois complicou-se , 
agravou-se e agora teria chegado ao extre- 
mo. Segundo fontes dignas de crédito, o 
grande Bigaton.estaria recorrendo e até 
viajando para os Estados Unidos para ser 
submetido à delicadas intervenções cir~rg! 
cas. 
Trocando por miudos cãncer está sendo a 
causa de toda essa correria. 
Particularmente, eu trabalhei cinco 
anos com Bigaton e posso afirmar que o ho 
mem é um Guerreiro ... Quase. invencível! Va 
mos torcer por ele. 
PREÇO DO EXEMPLAR: Cr$ 10.000,00 
lo 
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Bonito - Mato Grosso do Sul 
atenção carinhosa do_ verea- t 
dor que colabora com mate - 
rial esportivo e troféus. 
Recentemente ao.clube de 
mães do Bairro Ãgua Doce , 
foi doado um troféu para 
ser oferecido ao campeão do 
Torneio de Voleibol, reali­ 
zado naquele Bairro em pro 
moçao beneficente para os 
mais carentes do local.Aten 
deu ainda a equipe da Pr­ 
guiça e um Time da Previsl 
ambos formados por moradores 
que visam exclusivamente un 
lazer a mais no final de se 
mana. 
O Vereador incentiva ain 
da o time de Futebol de Cam • 
podo Bairro das Primave 
ras, atualmente já bem mais 
estruturado; ncma demonstra , 
çao de que e começanao pelÕ , 
lazer que se forma grandes­ 
equipes. 
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Vereador Marco Rondon 
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MS

:::= 
C MIRI E OTíC 
Marcos pede a Doação de Uniformes 
para os Clubes Filiados à Liga 
) Presidente da tâmara Municipal . 
de Vereadore, Marcos Hltu Kfo da 
truz, apresentou na sessao ordinárf 
desta quarta-feIra, d1a I0, uma IndI­ 
caçá0 endereçada o Prefelto Munfc! - 
a! Ara/ao Zacarias no sent Ido de que 
ele estude a posfbIfdade de adqul - 
rir um logo de Uniforme para cda tu 
be de Futebol fIllado Lla Fsportu-­ 
va Helavistene, 
O 'Vereador d{une em sua fd!a,so 
que a doaçao deses Mn!fores ser!a 
uma for de Incentivar os Clube de 
nossa cIdade tendo em vfst a pro!mi 
dade do Infeto do campeonato belav1- 
tense de futebol, os Clubes estio co 
multa narra e vontade de partlcfpar - 
da cotpetfio ma n mforta deles nio 
d1põem de recursos financeiros 7 "" 
nqufolç110 dr todos os mr.ter!111ri nece:-:-,:,rl o:;, 
E 1 
Limpeza de Terreno 
Conjunto Dr. Ely 
r,:m intlicucno no 
Prefeito Municipal A 
braão Zacarias, com 
cópia ao Sccrotúrio 
Municipal tle Obras e 
Serviços Urbanos, o 
vereador Marcos E 
lia:;, Rios da Cruz 
(PMDD) reivindicou a 
limpeza do terreno - 
baldio existente no 
Conjunto Residencial 
Dr. Ely de Araujo 
Barbosa, bem como o 
aterramente do mesmo 
para que ele seja a­ 
proveitado para área 
de lazer pelos mora­ 
dores do referido 
Conjunto. 
Na foto o atuan 
te Vereador e Presi- 
dente da câmara 
cos Elias Rios 
Cruz 
Mar 
da 
Doação 
,,,. 
de 
Em outra indicação de sua autoria 
do Vereador e Presidente do Legisla­ 
tivo belavistense, Marcos Elias, pe­ 
de o endereçamento de expediente ao 
Prefeito Municipal para que ele estu 
de a possibilidade de doar um terre­ 
no para a Associação de Moradores - 
Através de indicação apresentada 
na Câmara Municipal neste dia 10, en 
dereçada ao Prefeito Municipal, A - 
braào Zacarias, com cópias so Presi­ 
dente do Sindicato Rural de Bela Vis 
ta e o Patrão do Clube de Laço Bela 
Vista, 
0 Vereador do PMDB Fernando - 
Jorge de Barros solicita_que seja - 
Providenciada a construçao de pousos 
boiadeiros nas seguintes localidades: 
l - MS 384 Trecho Bela Vista-Caracol 
Rio Caracol 
Rio Pir_:!,puc~ 
nas imediaço- 
no 
Terreno 
dos Bairros Novo Bela Vista e Santa MÕ 
nica. 
Segundo o Vereador a doação do ter­ 
reno trata-se de uma reivindicação da­ 
queles moradores para a con.struçào do 
Centro Comunitário dos referitos Bair­ 
ros. 
Vereador quer a Construção 
de Pousos Boiadeiros 
A - No cruzamento dessa Rodovia com 
o acesso ao Nunca-Te-Vi próximo a Fa - 
zenda Santa Paula 
B - Próximo a Fazenda Ponderosa. 
Fernando Jorge justificou sua indi­ 
cação afirmando que "é conhecido por 
todos, a forma sacrificada com que tra 
balha o condutor de bovinos, muitas ve 
zes o dia todo abaixo de chuva e per - 
noitando em condições precárias. Com 
o advecno do progresso torna-se cada 
vez mais perigoso animais pernoitarem 
na ronda, nos corredores das Rodovias, 
além do que existem cobranças abusivas 
dos "pousos" diminuindo o ganho dos 
condutores e aumentando o gasto dos 
prod.utores. 
~ necessário que a municipalidade , 
Sindicato Rural e Clube do Laço num es­ 
onde forço conjunto construam postos 
os boiadeiros possam pernoitar com 
dignidade, cientes de que o gado que 
transportam esteja seguramente alojado 
e ainda não oferecendo riscos aos que 
tr~fsitarem por aquelas Rodovias". 
tnt+ t 
t ir,, ,l 
DE ATERROS 
Mesa da Cãmnr.~ Sunicip::il solici­ 
o endereçamento de expediente ao 
IBERTURI DE ,ftUD 
A abertura da Rua 
rernandeo Rodrigues 
de Miranda, que d' a 
cesso Rua José Sim 
pl í cio da Costa Mar­ 
ques, no Bairro das 
Primaveras, foi soli 
citada pelo Vereador 
Luiz Alexandre Lou - 
reiro Palmieri atra­ 
vós de indicação a - 
prcoentada na Câmara 
Municipal ncota qua_E 
!.a-feira e endereça­ 
da ao Prefeito Muni­ 
cipal, com cópia ao 
Secretário Municipal 
ele Obras, 
Na indicação Xan­ 
dc reivindica ainda 
a extensão das Redes 
de Agua e Energia na 
referida Rua. 
Na foto Vereador 
Juiz Alexandre Pal 
mie ri K.ande 
n ts 
ereadora r a Reforma lürget 
da Esola r. Joaquim Mrtinl 
Outra INdicaçào de autoria da Verea 
dora Orlanda Freitas dos Santos foi en 
dereçada ao Prefeito Municipal, com co 
pia à Secretária de Estado de Educa - 
ção, ProfPssora Leocádia Petry Lemes , 
solicitando seja determinada com a má- 
xima urgência a reforma da Escola Es­ 
tadual Dr. Joaquim Murtinho, "confor­ 
me enterrlimentos mantidos o Estado irá 
arcar co a verba para aquiGiçào de 
materiais e a Prefeitura Municipal ~n 
trará com a mão-de-obra necesséÍria
11
.- 
Solicitada Cessão de Funcionário para 
o Posto do Ministério do Trabalho Local 
A Câmara Municipal de Vereadores,~ para Bela Vista tendo em vista que 
través de requerimento endereçado ao seus dois filhos menores impúberes, a 
Delegado do Ministério do Trabalho, An tualmente com 05 e 04 anos respectiva 
tonio José de Souza Lobo, solicitou - mente, estão sendo privados da preseni 
que seja viabilizada a cessão do Sr. ça paterna e da unicidade fa~iliar = 
Severino Moreira dos Santos, casado , por residirem com a sua progenitora - 
servidor público federal, Fiscal de A- nesta cidade. Destaca ainda o Requeri 
bastecimento e Preços NS 17 - Classe C, mento a grande distância existente e 
para o Posto do Ministério do Trabalho tre o local de trabalho do interessa 
em Bela Vista. 	do, que é na SUNAB e Capo Grar.de, 
O Requerimento foi assinado por to- que únpossibilita as visitas à suar 
dos os Vereadores belavistenses e con- sidência em Bela Vista nos finais de 
sidera em sua Íntegra que "existe o semana, também por que o custo dessas 
Posto do Ministério do Trabalho em no~ viagens é muito grande, o que torna - 
sa cidade que por falta de servidor - se praticamente inviável devido ar.e­ 
provavelmente será desativado, o servi cessidade de apoio financeiro à sua 
dor da SUNAB acima mencionado quer vir família. 
A - Nas margens do 
B - Nas margens do 
- Corredor Boiadeiro 
es da invernada Reúna 
3- MS 472 Rodovia Apaporé 
A - Margens do Córrego Jabuti 
- Margens do c6rrego Cadeado 
C - Entroncamento com a BR 06 
- MS 384 Trecho Bela Vista- Ponta 
Por 
A - Margens do Rio Apa _ 
B - Próximo a Fazenda São Mart Im 
c _ Margens do CÓrX"go Ita 
5- Rodovia do Calcário 
F odo Jorge de Barros - Vereador - PHDB 
IHFOiMA(ÕES SOBRE O 
PROJETO Do SISTEMA DE Es(iºTos 
na ~â::~:e~~~~~~;:1~ºa!:!::~t!~u:aD~~= 
_ _ • são ordinária desta quarta-feira mais 
. dlente ao sa da Câmara na sessao ordinaria desta duas importantes indicações. Israel - 
P O endereçamento d: c~~~lonal de quarta-feira. 	Chamorro da Rocha solicitou ao Prefei- 
"gstdente aa Fundacao "?" dri _ No Requerimento Fernando Jorge pede to Municipal, com cópia ao Secretário· 
aude, Dr. Haroldo Ferre rad 
O 
R 1. às autoridades da Fundação Nacional de Y.unicipal de Obras que seja feita a a- 
ues 	<, ao Coordenador eg..o 	,_ d d- 
s, com cop a a sa, Saúde que enviem junto ao Projeto as ucrtura a rua que a acesso ao R!o A- 
P' da Fundacão Nacional de "",.,' se&±tacões do que Já foi executado, 
-._ntonio Perez, po.r.:i que e es en l seus quant!tativos, o recurso total já 
a ç; M i i al O Projeto comp e- • 
G:nara un c p Bela Vis liberado e os totais a serem libera - 
.;";7141%12.2.. • g @. •• cr- 
P""s J d Barros atra - tivas medicoes efetuadas. 
••u Fernando orge e _ 
óioüiió 
O Vereado- do PTB Luiz Alexandre cao a 
oure!ro Palmeri apresentou indica- tando 
Israel pele a lsenão da IP pare 
o Agua Doçe e Serradioho 
O Vereador e líder comunitário do 
Eairro Água Doce, Israel Chamorro da 
Rocha, em indicaçao apresentada à Mesa 
da Câmara Municipal e enderetada ao 
Prefeito Municipal Abraão Zacarais, so 
licitou estudos no sentido de isentar­ 
do pagamento do IPTU - Imposto Predial 
e Territorial Urbano·- 9s moradores 
dos Bairros estão localizados fora do 
perímetro urbano da cidade, sendo que 
algumas dessas pequenas propriedades 
pagam o ITR - Imposto Territorial Ru­ 
ral. 
Abertura de Rua de Acesso 
ao pa e Reparo de PQote; 
pa, entre as Chácaras do Sr. Robson1 - 
Nabhan e Otávio Loureiro, a qual se 
encontra fechada . 
O reparo da ponte sobre o Córrego 
Candelão, que dá acesso ao Aeroporto 
de nossa cidade, ta:::bêm foi r~ivindi­ 
cada pelo Vereador peemedebista Is - 
rael Chamorro,ao Prefeito Abraão Zaca 
rias e ao Secretário Hm.ctpal de C1.lrns-:- 
• PORTARIA N!? 006/93 - CÀMARA MUNICIPAL 	1 
Marcos EItas R!s da Cruz, Prestdente da Ciara Municipal de Bela Vista, Estado de Mato 
Grosso do S.ul, r.o uso de suas atritut;oes lezats, de conforfdade cc a Le! Orginta Mu!!pal 
e Retento Interno; 
RESOLVE: 
E atenção ss O±{to r? 09 do Secretar!o MuntctpaI de Educação Cultura e Dezorro, colocr 
a disposição a funcionária detta Casa Leis!ativa Sra Rosna tara Kgalhies dos Satos. cs ô­ 
nus a Cara Municipal, a contar do d!a 19 do corrente ês.	' 
CMPRA-SE 	Sala das Sesseu, O de Muro de 1.993 
K::ircos Rlla.s Rios da Cru: - Pre!dente " Orlada Preftas dos Satos - 1a Secretirta

Aos Cidadãos 
ti, rar1do de prof0s4oro, pe 
1
, 1 1! J' ! 1 1 ,11 ',C,'/ Hl•J, J1,l') r,0:J1 ri,1 0'' i z,•r- 
d nlfstar rou total irrentrito a 
'poio a cl u tio derespeitada que io 
o profissionais de nino. 
ó e cria uma grande na;ao, e 'i 
vrmon como prioridade a educa;do, que 
base o alicerce p n r	a termos u m 	p o v o 
co conciencia de cidadania e patriotiy 
'1. 
VEREADOR RO EY DEFE OE 
Reativaçãa da Associação Comercial 
j 
o noso governador do Estado, na 
suas pregações públicas, quando de sua 
campanha, reconhecia que não tinha em 
qestão anterior, a consideração devida - 
com o funcionalismo público, porem se 
fosse oleito, tomaria medidas para que 
isso jamais se repetisse. 
Isso não foi feito, prevaleceu nova 
mente a demaqoqia de palanque, em que pa 
ra se eleger, se promete tudo. 
E sinto na minha própria casa o 
desentímulo quando minha mulher, que con 
sidero uma ótima professora, como tantas 
outras que existem aqui, cheqa em casa - 
no fim do mes Com aquela mi.seria no seu 
holerite. 
Desistimulada porque tem con□ciên - 
ela de que aquilo não representa, ou me 
lhor, representa muito pouco na desposa­ 
da lamília. 
A estrutura, a pirâmide social nes­ 
te pais é perversa, injusta onde se en 
contra 5% bem ricos, l08 relativamente 
ricos, 85% pobres e desses, 40% são mise 
ráveis. 
Precisamos com urgéncia darmos um 
basta nisso, e, só conseguiremos com mui 
ta luta, união de todos: pais, alunos,en 
tidades de classe, entidades filantrópi­ 
cas, igrejas, partidos políticos, sindi­ 
catos, enfim, de toda a sociedade. 
Profissionais em educação. Vamos à 
luta, não poderemos perder esta batalha, 
pois poderá ser a nossa última oportuni­ 
dade. 
60%. do Salário mínimo não é salário 
6 desaforo. 
Ildefonso Pinheiro 
Ex-Prefeito de Bela Vista 
O'/nrr,dca f•'• 
ney Moras Sim@en,do 
'TI uou a tribuna - 
d a Camafa municipal­ 
duran e a sessão or 
dinària de quarta­ 
feira, dia 10, para 
defender a urgent­ 
roa ivaço da As­ 
nociac;.":io Comcrr.inl - 
de noosa ciclade,paro 
o vereador, o único 
caminho possível a 
rn tirar Bola Vista­ 
do maruomo cm que se 
encontra, o que 
poderá levá-la em 
pouco tempo a uma 
verdadeira situação­ 
de abandono por par­ 
te de sua população­ 
mais ativa, que pre­ 
cisa trabalhar e não 
encontra aqui merca­ 
do de trabalho e ne 
nhuma perspectiva mais 
animadora. 
"Dela Vista só 
tem uma saída, a im­ 
plantação em nossa - 
cidade de uma Assoei 
ação comercial forte 
que possa apoiar a 
todos os comercian - 
tes, ajudando-os em 
todos os sentidos pa 
ra sairem dessa si= 
tuação de arrocho q/ 
estamos vivendo hoje 
o que nada mais é do 
que o reflexo do a­ 
perto fiscal promovi 
do pelo Governo nos 
últimos anos contra­ 
a classe comercial , 
- 
é por isso que a ar­ 
recadação do ICMS 
caiu acentuadamente, a 
maioria dos comerci­ 
antes não suportaram 
mais o aperto e re 
solveram fechar as 
suas portas", enfati 
zou Roney Moraes em 
vibrante pronuncia - 
mento na Tribuna da 
Câmara Municipal. 
Para o Vereador 
"nós politicos deve 
mos ajudar os comer­ 
ciantes de nossa ci­ 
dade na reestrutura­ 
cão dessa Associação 
Vereador Roney Moraes Simões 
cimento da nossa As­ 
sociacão Comercial", 
destacou Roney, res­ 
saltando a necessiàa 
de do apoio por par= 
te do Executivo Muni 
cipal, pedindo o seu 
empenho para que es 
te objetivo, funda 
mental para a retoma 
da do desenvolvimen­ 
to d.e nosso municí - 
pio, seja alcança­ 
do dentro do menor 
espaço de tempo pos­ 
sível. 
Comercial, porque 
são eles os represen 
tantes da iniciativa 
privada que podem 
trazer de· volta os 
empregos e o cresci­ 
mento de nossa cida­ 
de, nós não podemos 
ficar aqui, atrás 
dessas mesas, fazen­ 
do discursos bonitos 
e vendo tudo aconte- 
cer sem tomar nenhu­ 
ma iniciativa, nós 
temos uma grande res 
ponsabilidade e deve 
mos lutar pela rees­ 
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