, 
DIARIC REGIONAL 
QUE O POVO SEJA BEM INFORMADO 
/110 21 lW l .329 0J DE ARIL, DE 199) DJl(g'.OR: lVJLDO Pl:l<i!IP/ PREÇO DO EX MPLA u 10.000,00 
YE 
q 
l 
DORES DE ANTONIO JOIO 
M APOIO DE BELA VISTA 
.. 1 
é 
é 
J - 
de 
uma 
at. 
'tcos ±lias e aatett 'tarta irretentes das Cararas de He­ 
lt_eito(o.lo.to_entre o vereadores Chaorro, ande] 
e ierando de ire!tas 
O Vereador de 
Antonio João, Joàoz i 
nho Franco, candida­ 
to à Presidê-ncii da 
União de Vereadores­ 
de Mato Grosso do 
Sul - UVMS - acompa 
nhado dos Vereõdo ::-· 
res Juney Marques 
(Presidente du Càmõ­ 
raJ , Põulo Rodrigues, 
!aurio Pereira, Rei­ 
naldo aliveíra, Ra 
ão dos Reis e Salvã 
ni Simpl íc io, todos 
de Antonio Joào,esti_ 
Atendendo a con 
"cação feita pela 
Cãmara Municipõl de 
Vereadores para pres 
ar esclarecimentos­ 
sobre a sua pasta, o 
Secretário Municipal 
de Educação, Profes­ 
or Paulo Melo, par 
Jcipou da Sessão or 
inária desta quarta 
reira, dia 31, falou 
obre as principais­ 
Atividades que vêm - 
esenvolvendo. desde 
0 
início da atual Ad 
inistracção, sobre 
Projetos previstos - 
Para serem colocados 
Prática a curto e 
~ngo prazo e respon 
eu a várias pergun- 
veram nesta quarta 
feira a noite na Câ­ 
mara Municipal de Be 
la Vista em contato= 
com os edis belavis­ 
tenses. O objetivo 
da visita foi solici 
taro apoio dos ve 
readores belavisten­ 
scs à candidatura do 
Vereador Joãozinho - 
Franco para Presiden 
te da UVMS, cujas 
eleições serão reali 
zadas em Ponta Porá~ 
Após a sessão 
$a:eáio Me Educa;ão ma ânara Municipal 
• 
tas feitas pelos ve­ 
readores, após desta 
car sua alegria e sã 
tistação em estar na 
Câmara prestando sa 
tisfacões da Adminis 
tração pública aos 
Vereadores e à popu­ 
lação em geral. 
O Vereàdor res­ 
pondeu perguntas so 
bre: As vagas nas es 
colas; Municipaliza­ 
cão da Educação; A­ 
poio aos estudantes; 
Verbas Federais; Me 
renda Escolar; Bol­ 
sas de Estudos; etc. 
Jootnho Farco, fernando Jore, Salvint Strpyl[e1o, 
eTra e Raso ãos WeTs 
da Câmara Municipal­ 
de Bela Vista os ve­ 
readores belaviston 
ses reuniram-se com 
os edis antoniojua 
nenses e ouviram as 
propostas do candida 
to Joãozinho Franco, 
que,segundo ele, já 
conta com significa­ 
tivo apoio nas re 
giões Sudoeste e no 
Cone-Sul do Estado , 
possuindo grandes­ 
chances de chegar à 
Presidência da U 
nião de Vereadores 
de Mato Grosso do 
Sul. 
Durante o encon 
tro ficou decidido - 
que os vereadores be 
lavistenses irão se 
reunir nos próximos-· 
dias para tirar uma 
posição definitiva - 
com relação ao apoio 
à candidatura do 
Vereador Antoniojua­ 
nense Joãozinho/ 
Franco. (U.R;) 
Réportagem com­ 
pleta nas Páginas 04 
e 05 desta edição. 
g 
Dia: 14/04/93 
quarta-feira 
Local: 
R 
Tatersal do Sindicato 
PARTICIPE! 
CARACOL ESPERA POR VOCE 
UMA REALIZAÇÃO: PORTEIRA LEILÕES RURAIS LTDA 
Cidades 
ssina € 
,Secr taria ura 
O Secretário, Pecuária Deenvolvi 
mento Agrário, José A&rico Flores do 
Amaral, assinou, sex a-feira, em Guia 
Lopes da Laguna convn'o d cor ração - 
para o desenvolvimento rural, nos munici 
pios de: Jardim, Guia Lopes da Laquna " 
Porto Murtinho, Bonito, Bela Vi4ta, Nioa 
que e Caracol. 	- 
Na proposta apresentada p ia Secap, 
as prefeituras devem implantar o Conse 
lho Municipal de Desenvolvimento Rural , 
Comdru, que terã conpct;ncia para propor 
medidas para o setor agropecuário da re 
giáo. 
Para a Secap caberá à execução de 
serviços de sua competência, bem como 
dar apoio à elaboração do planejamento 
criado pelo Comdru de cada Município. 
Para iss0 a Secap conta com os ser­ 
viços da Empresa de Serviços Agropecuá 
rios de Mato Grosr;o do Sul, AGROSSUL, da 
Empresa de Pesquisa, Assist6ncia T6cnica 
e Extensão Rural do MS, EPAER, Departa­ 
mento de Inspeção e Defsa Agropecuária, 
IAGRO e Departamento de Terr,1r; e Coloni­ 
zação do Estado, TERRASUL. 
Esta medida faz parte do Programa - 
de Cooperação entre o Governo estadual e 
as Prefeituras sul-mato-gross~nscs, que 
estão sendo visitadas desde o dia 17 
de março, quando a cidade de Coxim se­ 
diou a primeira reunião do programa com 
os Prefeitos daquela região. ' 
liz Deter ia ti:á 
to Processt Ctstr ar 
de llaniaçi fiicz 
PROMOTOR FEZ 
PEDIDO "JURIDICAMEN­ 
TE IMPOSSÍVEL" DE 
SER ATENDIDO 
O Juiz de Direi 
to José Eduardo Ne­ 
der Meneghalli, da 
Comarca de Bela Vis­ 
ta, em memorivel sen 
tença determinou no 
último dia 23 de mar 
. - 
ço, que o processo a 
berto pelo Minist6 
rio Público contra 
as leis nÍlmero 940/ 
93 e 235/90, respec­ 
tivamente dos Municí 
pios de Bela Vista e 
Caracol, que criaram 
a taxa de iluminação 
Pública, seja extin­ 
ta, porque a declara 
cão de inconstitucio 
nalidade de lei Muni 
cipal com base na 
Constituição Federal 
é "jurídicamente im 
possível". 
Jt: te !retro,Dr. Jgi 
ifusro Reder ee.te:T? 
Matéria com 
pleta na Página 08 
O Povo nao pode 
Continuar Marginalizado 
Ajude a Renovar 
a Constituição 
• PESQUISA OE OPINIÃO 
Pigina - 07

OI AL ' • li f A l,1 
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cntola. 
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CÂMARA MUNICIPAL DE CARACOL 
FUNCIONALIDADE E 0R<iANIZA(Ã0 
A Ceara tunicipa! de Caracol é hoje- 
uma das mais bm organizadas de nossa re 
qiã, apesar dos recurso excassos que e 
destindo ao Poder Legislativo. Pra que 
os leitores t nham un idéia mais clara da 
funcionalidade da Câmara Municipal de Cara 
col, uob a Presidência do tuante vereador 
"José Carlos Barcelos (CU), que assumiu - 
em 1o de janeiro de 1.993, já foram cons 
truidos uma cozinha e un bclnhcirc.J5 adqui 
riram cadeiras, ar condicionado, tudo isó 
com apenas três meses de trabalho qraças a 
conduta exemplar o a reuponsabilidatlc do 
Sr. Prefeito Municipal "Juvino Godoy". 
Parabéns "integrantes" do Poder LcgiolQ 
tivo Caracolense, pela organizac5o, dinQ 
mismo e responsabilidade de representar o 
povo de nosoa cidade. 
(SESSÃO ORDINÁRIA DO DIA 24-03-93) 
Vereador: Josf! CARLOS BARCELOS. 
ENERGIA ELtTRICA: 
Requeiro à Mesa na forma regimental que 
ápos ser ouvido e aprovado pelo Plenário , 
soja encaminhado ao Sr. Prefeito Municipal 
com cópias ao Dr. Paulo Modesto, chefe da 
Enersul em Ponta Porã, ao deputado Walde - 
mir Moka e à diretoria da Enersul em Campo 
Grande-MS, no sentido de viabilizar melho­ 
rias na rede de energia elétrica urbana em 
nosso Município os recursos para a exten - 
são da rede até a região de Alto Caracol . 
1 Esta solicitação está sendo feita baseada­ 
em fatos reais em que encontram-se 05 usua 
rios. Devido ao grande número de ligações= 
que estão sendo feitas, em nossa cidade,es 
tá havendo constante queda de energia prin 
cipalmente nos fins de rede. Estamos sati 
feitos com essas ligações, pois é sinal - 
que o município está crescendo, mas causan· 
do problemas de-sobrecarga. Com melhorias= 
na rede,nosso P:oblema será solucionado, e 
quanto a extensao sabemos que Alto Caracol 
e uma regiao que cresce dia a dia,essa re 
de de energia irá beneficiar· diretamente a 
população, proporcionando assim uma melho­ 
ra considerável em seus lares, pois contri 
buirã decisivamente para o desenvolvimento 
dessa região. 
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REQUERIMENTO NQ 037/93. 
Vereador: Tirson Ferreira Leite. 
POSTO DE FISCALIZAÇÃO 
_Requeiro à Mesa na forma regimental que 
apos ser ouvido e aprovado pelo Plenário 
seja encaminhado ao Sr. Prefeito MunicipaÍ 
com copias ao Sr.Jacob Reinaldo Caussull - 
ner superintendente do "IBAMA" em Campo 
Grande~IB, e ao Sr. Angelo Pacceli Sepria­ 
no Rabelo - Comandante da Polícia Flores -­ 
tal, em Corumbá-MS, no sentido de viabili 
zar_a implantação de um Posto de Fiscali­ 
zacao em nosso Município. 
É necessário a implantação de um Posto 
d7 
Fiscalizacao de caca e pesca se for pre 
ciso com policiais da PM do Município mes­ 
mo, para evitar abusos por parte dos turis 
tas que pescam e caçam indiscriminadamente 
alem de poluir os rios jogando garrafas,la 
tas e plasticos nas margens e dentro do 
lei to, pois os mesmos nem pagam um im 
posto ao Município. 
REQUERUIENTO NQÓ40/93. 041/. 042/'93. 
Vereadora: Doralina Leite 
PONTES E CASCALRAMENTO DE ESTRADA. 
A pedido da vereadora Doralina Rodri­ 
gues Leite, que seja encaminhada ao Exmo 
Sr. Prefeito Municipal,- com cópias ao Che 
feda Dersul, no sentido de fazer O patro= 
lamento e cascalhamento das estradas que 
da_acesso às fazendas: Santa Maria, 1grope 
cuaria, ~an~ Matilde (antigo Sebastião) ,da 
do continuidade a Fazenda Itapé, concluin­ 
V do_o.final ate a Fazenda são Francisco 
pois as estradas estão danificadas com vã 
rios cor .e, precindo sre vatrola 
cacuihadas o quanto nte, pra que f 
lite o acesso dos fazendeiros d quela 
q!ão. Cutrosim esclareci que o Gerente - 
da Fazenda "Santa M 'ilde" fornecerá co 
buntivt:1. 
olicitou também ao Executivo Municipal 
no sentido de construir a ponte sobre a 
Córrego Caarapé, que liga as fazendas San­ 
ta M.ti!do, Fazenda Angor e Fazenda Ita 
pé. Esclarece ainda qué o Gerente da Fazer 
da Santa Matilde, dorá a mdeira para a 
construção da pon e. 
Também foi encaminhado m expediente ao 
Executivo Municipal a possibilidade de 
construir una ponte nas; proximidades da Fa 
zenda Água Turva. Justificou, que no caso 
de chuvas ou enchentcn, ou proprict5rio~ - 
da região não ter5o passag m, devido o s 
tado cm que se encontra a rcf rida ponte, 
REQUERil1ENTO NQ 043/93. 
Vereador: Pascoal Pucheta 
LIMPEZAS 
Requerimento encaminhado ao Sr. Prefei­ 
to Municipal, o vereador Pascoal Pucheta - 
pediu que fizesse limpezas nas áreas deno 
minadas paza a COHAB, justificando que n 
Administração anterior n5o havia interesse 
pela limpeza nos lotes baldios, e com isso 
ocasionou um verdadeiro abrigo para as pes 
soas que só pensam em maldade, vindo ocor­ 
rer sétios crimes, no entanto venho reque­ 
rer dessa Administração, com brevidade de 
tempo, no local acima citado. 
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Fábrica de Malhas Diana 
ORAÇÃO DE 
SANTA CLARA 
!or intercessão de Santa Clan, "Senhor todo Poderoso ce 
abeo'.i'oe• Proteja, Volte para cic &eus olhos misericordiosos, 
re de a paz e a tranquilidade, derrane sobre aiim su.10 copio­ 
sas graças,- deP.ois dest-o. vid.'.l ce aceite no céu eo coop:mhia- 
de Santa Clara e todos os Santos. 	• 
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atendidos. Publicar no 9Q di.a Santa Clara confio eo vós. 
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(Fundado es:, 20/02/1972 ) 
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o: melhors Grupos Macical, "O UIrapra:". 
o Baile promete rer o melhor da rcgiii.o. 
f ó conferir! 
e 
 
J 
HAB/DO DE lLELUI/ 
Cl'IMAH/ MUNICIPJL 
ASSOMASUL 
, os Vereadores de Gala Lopes_da Laguna, a maioria, cntii.o traba 
ilhando acirradamente em consonância com o Executivo no controle­ 
Ido Efetivo,_nos Projetos do Desenvolvimento do Município e no a- 
l
t;;ndimento ,10 necessidade:,, prementes do povo; a linguagem é a 
mesma, 
1 
O Presidente, Wnldir do Couto, também Prefeito de Nioaque es­ 
tá recebendo elogios pela Administraçüo que já está nparecendo. 
Um comerciante Nioaquense, Marcelo, declara abertamente a ear 
pracndcnte ·a competência do pequeno grande homem. 
GREVE 
Os "lideres" de Sindicatos, na área de ensino, depois da deci 
são envolvendo agora os alunos à não "irem mais i Escola", uma~ 
pclação que os alunos adoram mas que os pais são contra, 
t'.m Guia Lopes da Laguna, mestres, alunos, agitadores e ou 
tros, "pintaram a face", distanciados da realidade, provocavam 
os Pais que há muito também sofrem. 
TRABALHANDO DURO 
O Prefeito Jorge Caetano, de Guia Lopes da L., tem se preocu 
pado fazer de tudo para que o Município não páre. 
A falta de recursos é conhecida em todo Brasil, mesmo assim, 
o.Chefe do Executivo junto com o Legislativo lutam pra que os M 
nlcipes tenham um futuro melhor. 
ACOLHENDO COM CARINHO 
A Primeira Dama, Dona Maria Ilka Guerreiro, junto com a Pri - 
neira Dama do Estado Dona Maria Aparecida Pedrossian, está com - 
programação de atendimento feita para atender o menor e o idoso 
~ Município. A falta de recursos _não está _impedindo os traba - 
lhos desta baluarte, que já de provas de competência, conquist~_!! 
ào credibilidade junto da comunidade e as autoridades constitui­ 
das. 
Com mais algumas horas de Administração, Guia Lopes estará 
pronta para o Progresso. 
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PORTA ABERTA 
O povo de Guia Lopes da Laguna, junto com a Administração Jor 
ge Caetano, está de braços abertos para receber o mundo progres­ 
sista. 
Com muito carinho, muita afeição a cidade histórica de Guia 
Lopes da Laguna é uma porta aberta para o progresso. 
Venha e confira! 
CRlTICAS 
A Administração Jorge Caetano de Guia Lopes da Laguna, está - 
colhendo criticas construtivas para melhorar ainda mais os proje 
tos do rápido desenvolvimento do Município. 
Críticas (fofocas) que não fazem nada de positivo o Prefeito 
escuta mas não ouve. 
Cada um tem dentro de si o espírito de médico, construtor , 
Comerciante, economista, técnico de futebol e outras qualidades 
a mais. 
A crítica é normal. 	, 
CUSTO DE VIDA 
O custo de vida está cada vez mais caro. A inflação já faz 
Parte do cotidiano brasileiro. 
Mas por mais alto que seja o casto, a vida vale a pena. 
TRABALHO HONESTO 
Em Jardim na ELETRÔNICA SYSTENS, a familia do jovem Aldimar 
arcondes Machado, vem atendendo com honestidade os servicos ele 
tronices da região. Rádio, Televisão, Som, Antenas·Parabolicas , 
etc. .. 
Esta nota deve-se ao bom e honesto trabalho apresentado pelos j~ 
1
ens da SYSTENS. vã e confira! • 
COMUNIDADE UNIDA 
. A Religiosidade do povo brasileiro está se tornando mais evi­ 
ente. Grupos de orações estão se formando e caminhando rumo à 
.erfeição. . 	. 
A Comunidade está ficando unida, diminuindo cada dia, o espa­ 
~o da criminalidade, da falta de escr~pulo, fazendo o reconheci- 
rento da proximidade com Deus. 	, 	• 
O fanatismo também começa a rondar os referidos grupos e ocu- 
ar, embora pequenino, algum espaço. 
A comunidade está unidade mesmo. 
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dInrfa denta quarta-fetra, dfn }l, falou 
prfnelpafs atfvfdaden que vem derenvo!t 
o ffefo da tul Adfn!traço, +ohre pro}' 
previstos para serem colocados em pritla a tcur! 
e I ongo prfl1.o e renpondeu a varfas peru!a fe!t 
pelo Vereadoren, apón destacar us aleprfs e 
t fHfac:ilu PII ,wtnr IH C;lr111rn vr(IO! d11Jo f L 11
1 
1 l 
dn 11<1,ü11intr,1çã11 públ leu ao, Vere dor ·• , " p"·•,l 
,a0 em eral, 
As Vagas nas Esc I s 
O Presidente da Câmara, Vereador Marcos Fl!as - 
Rlofl da Cruz, fnfctou a sérfe de perguntas feitas 
o Secretário Paulo Melo, 'gostar1a que fosse vr, - 
clarecfdo o número de alunos mntrlcul11<lo,; hoje na 
Rede Municipal de Ensino, e há vagas e quals Eco 
l11fl po,;auPm eusno vngau7" lntt!rrogou farcu~ Elias. 
Pnulo Melo informou que até o dln 29/0J a Esco 
lnn Munle1pai da área urbana (Professora Eno­ 
ly, Profer.soro Clotilde, Jarbas Passarinho e Per­ 
pótuo Sucorro) cRtnvam com l.156 nlunoH 1n:1trfcuJ.,­ 
dos, Já Ofl Escolns da iírra rural ("Nuncn-T(·-Vl" 
Cancha, Água Doce, Pirncuó, llnrr11 do Itái, Damcu, 
Scrrnd"lnho, etc), t inhmn mntrtculndos 1.203 alu 
nos, totullzando 2.369 nlunos nn H~d.' Munlcip.11 de 
Ensino, com relnrio as vagas, o Secretário rr;pun­ 
"ae que aa motr!culns Já foram C'ncerr:idns, "er.ta­ 
mos apenas aceitando em algumas EscolnR nlunos 
transferidos de outras Escolns, existem nindn nlgu 
mas vagas na Escoln Perpétuo Socorro no período d~ 
tarde, no Jnrbas Passarinho no período dn noltr 
mas são poucas e por isso estamos aceitando apenas 
as transíerêncins" disse Pnulo Melo, com rclnçiio a 
área rural o Secretário informou que n situncno e 
diferente, "nessas Escolns sempre existem va,e,H; 
porque elns gernlmente funcionam com poucos alu 
nos", disse ele. 
O Vereador Marco Rondon pediu ao Secretário 
Paulo Melo que fizesse um esclarecimento sobre a 
situação em que se encontra a municipalização do 
Ensino em Bela Vista, assunto sobre o qunl muito 
se fala mas pouco se sabe até agora. 
k O Secretário afirmou em suà resposta que a si 
tuação da descentralização do Ensino está sendo es 
tudada pela Secretaria de Educação, "r.e>s temos du: 
as Escolas em projeto de descentralização, o Vera 
""Guimarães Loureiro e o Generoso Poncc, peln Consti 
,;t tuiçno Federal todas as Escolas de lQ Grnu devem= 
ser administrados e mantidas pelo Município, estio 
sendo estudadas as possibilidades de cada Mun!c:!:­ 
pio, entre eles Bela Vista, para se fazer essa des 
~ centralização, porque isso traz um Ônus mutto gran 
"' de para o Município devido no Estado repassnr a Es­ 
cola com toda a sua e~trutura física e pessoal,sem 
nenhuma contra partida, esse processo de descentr;, 
lizaçào está 'no momento paralizado em virtude d; 
greve dos Professores" disse Paulo Helo, infonnan­ 
"t • do ainda que provavelmente até o .final do ano a 
~ descentraliznção da Educação estará concretizada - 
co essas duas Escolas passando parn a Administra­ 
çao Municipal. 	• 
O Vereador Fernando Jorge de Barros indagou do 
Secretário Municipal de Educação se hã alguma pos­ 
sibilidade desse achatamento salarial promovido P•' 
lo Governo do Estado contra os Proíessore:-. ser u 
forma de pressão para forçar essa municipal iz2ção. 
Paulo respondeu não acreditar que isso pod~rla 
ser uma forma de pressão, "a descencralizaç:ào dn 
Educação é prevista na Constituição e querendo ou 
nao querendo vacas ter que arcnr com esse Õ.-ru~". :~l.'r 
nando Jorse de Barros let::brou tmnbé:n :1 contrar il."?d:i 
de que existe por parte de muitos Professores e~; 
relação a descentralizacio, principalmente devtdo 
:1s aposentadorias no Estado e. nos ve:ru:i."!H'nt'1S pc:-cc 
bidos. O Secret:Írio Pau1.o disse acr,•di t.:tr que -.; 
Vereador Fernando Jorge de Barros 
"Corso n Secret;,r!n de Educação utiliza a verba Outrn pergunta nesse sentido foi feita pelo 'e - 
pr~vl~ta no Orçnmcnto destlnndn a apoio financeiro reador Fernando Jorge de Barros, ''existem cuitos e! 
n1os estudantes? A Secret:irin tem algum programa es tudantes que não tem onde orar para estudar e 
p,'clal pnra ciuxll lar os estudantes cnrentes de no! Campo Grande, a Secretaria, juntaoenre coo o PrefP_!, 
un c!d~de e para SP deslocarem ati outras localida to, Ji estudou a possibilidade de criar 10 Campo - 
<lvs ~,r, c"nclulren cursos superiores ou especial! Grande a Casa do Estudante Belavist~nse para ate~ - 
ados?' For an duas perguntas feitas pelo Vereador Mar der essas necessidades de moradia dos nos,;os Estu - 
co Ron<lon ao Secretárfo Paulo Melo, ele por sua - dantes?'' Interrogou o Vereador. Paulo Gug~riu inl - 
v,,:•. respondeu: "a Pref,,fturn de Bela Vista hoje tem cialmente que fosse feita u:::a indic;i.,,ào no Prefeito 
lnv,•stldo multo mnls do que JOZ em Educação, uma Municipal nesse sentido, "indt>;>Pndente disso v1- 
das nossas mrtns é principalmente o apoio ao Estu- mos estudar essa possibilidade, oas ncho difícil 
dante, estamos papando um Ônibus para levar os es- porque hoje nós teoos pratfcarente umn terço du orç::_ 
tdntes que f:,zem faculdade em Ponta Porã três ve- mento do Município destinado à Educação e nós va::os 
~rs por srmnnn, temos programa de apoio à estudan- gasta~ es!a dotação em outros setores da Educnçiio - 
tcs unlverslt~rios que fazem o campus em Jardim que nos nao podemos deixar de atender, a exemplo da 
(Faculdade de Fêr1;,s) onde a Prefeiturn paga ali melhoria da qualidade de ensino na Jl.edp "unicipal - 
r.•,,nt.1çao durnnte um mês que eles ficam em Jar investindo t:taciçamente na parte pedagógica e no prg 
dlm ,. m.1is o tra11sporte até aquela cidade, temos - prio Professor" enfatizou Paulo ~!elo, reconhecendo 
também os Professores que estão estudando em Fâti- porém que a ~ugestão do Vereador é válida e será e3 
f ~---- 	ma do Sul (F:iculdndt.'), essa verba prevista no orça tudada, mas deixou clnro que a curto prazo eln e 
n<'nto ••~t~ s,•nclo gasta em sua quase totalidade no- praticamcnt~ impossível de ser concretfznada. 
J 
1poln" estudantes univf'rsJtários" destacou o Se - 
-. 	crctjrio, que lembrou ainda n importincia desse a- 
polo pnra que nós tenhamos Professores capacitados 
~ < 	para dar aulas em nosso Município, "um dos requisi 
•• 	tos exigidos parn o funcionamento de uma Escola d; 
~
~• 	5'! :i 8~ SérJe é que tenhamos Professores habilita­ 
dos, o que nós nno temos hoje suficientemente, va­ 
os procurar dentro das nossas possibilidades fa - 
__ ,,_ 	.:.___ a-» aa zer cor que todns ns pessons que estiverem na Fa - 
Secretar1o Pau!o "! " "rrsldenate da Gamara tu- 	cu1dds cheue à conclusão, porque tsso s6 vat 
nicipal Marcos Elias Rios da Cruz 	trnccr benefícios à Educação de Rela Vista" desta­ 
cou o Secretário. 
I 
Miiairas;ãe 
da Et:ar;ão 
Outrn pergunta feita pelo Vereador Fernando Jor 
Se Jc Barros foi com relação a verba destinada pe­ 
lo Governo Federal aos Munic {pios, "o que está alo 
cado no orç.:imento da União para a área de Educa= 
ç~o em Beli1 Vista?" Perguntou o Vereador. O Secre­ 
tario informou que estão sendo elaborados projetos 
p:ira solicitnção dessas verbas federais e explicou 
que essas verbas são destinadas aos Municípios de 
acordo com.os piojctos apresentados e dependendo - 
da força pol!tlca de cada Y.unic!pio, ao contrário 
do Fundo de Participação dos Municípios - FPM - que 
tem uma cota definida para cada Município .. Paulo 
~!elo lnfon:ou ninda que existem mais de quinze pro 
jetos em fase de elaboração pela Secretaria KunicI 
pal de Educocào, reformas, ampliações e equipamen= 
tos d.às Escolas Munic i)>ais, construção de uma Esco­ 
la pi1r,1 funcion:ir em tempo integràl no "Nunca-Te - 
Vi", impl:intaçào de uma Escola Polo no Colégio Pe­ 
dro Ajala e trein:imento de Professores são alguns 
dos projetos que estio em' fase de elaboração para 
encaminhamento ao Governo Federal, segundo infor 
meu o Secretário de Educação. 
w Escolar 
Marcos Elias Rios da Cruz, Presidente da Câmara 
Municipal, tocou no nssunto ln.e.renda escolar,. "es - 
tou sabendo que em nlgunias Escolas jâ acabou a me­ 
rend:i escolar, estn sendo tomada uma _providência - 
para su?rir a falta da merenda, tão necessária aos 
nossos estudantes"?" Perguntou o Vereador. Paulo Me 
lo considerou a merenda escolar altamente necessn= 
ria, ~sclareceu que ela é comprada pelo Governo Fe 
dc::-al, distribuída aos Estodos e repassada :ios }'.u= 
:cic[pios, tonto porn as Escolas Municipais coco es 
tnduals, - ob responsnb1lid2de das Prefei,t-ura.s. - 
Segundo Paulo Melo. e.stc ano foi rep.ass.ada ape­ 
nas uma ccta de merenda e ainda em quantidade mui­ 
to bafa, nao suprindo a necessldnde das Escolas , 
t!r deste mês co 
tas n,s Escol v, 
c a a ajudar na 
t ih aproveftar as área 
urals e plutar bstatas, 
tos que po m er ut!l!zoados 
firmou Paulo Melo arnt!ndo a • 
avós ertendte to como Prefetro,atura do etud 
posfbtdade de vtab!!tzar o "copos" sra 
nos. ntravér:. '1."l colnbc.:r,11.- ,o <! ... • ' prear!os, !o 
rére1o e dos çouues da Idade, "r 
barata para atender a rede an!ctpal ue e dúv! 
d . composta em sua maferia por ua clientela este - 
dant 11 das rr:;d s pobres de nos a cidade" nf t ! ·o t o 
s .. cretnrio. 
BOLSAS D 
Luiz Alexandre Lourefro Palmferl, peruatou 7 Se 
cret,Írio Municlp,:il de [ducnç.:io coro o: lnur.-,,. de-: 
podcrlan fazer pnra cons,•gulr ur.:·1 bolr..i u,• ..,,;tu<lcs 
porn estudar ro Cnmpo Grande ou em outrn c)d _ 
1':rulcr:lclo esclareceu que o Município 11.10 dl•,p3,_ 
de recursos destinados ao pagamento de bolsas de 
tudo", fica difícil para n Prefritur1 u!~r0cer u~~ 
bolsa de estudos porque se abrfros unn precedente , 
teremos que atender à todos, por 1sno n,io .1crcdJ to 
que existn n poss1bil idade da l'refc ltur,1 1o.1ntl·r 
qualquer aluno fora dn no,.;sn cidade" r.,~,nltou o Se 
cretário. 
TU 
1 
a 
Vereador Luiz Alexandre Loureiro Palcferi 
A EDUCAÇÃO AA 
BARRA O TÁ 
A situaçao do funcionamento das Escolas na Barra 
do Itá e quais as melhorias que estão sendo levadas 
pela Secretaria de Educação para o Assentamento foi 
perguntada pelo V-eréador Israel Charnorro da Roch:i • 
o Secretário disse acreditar que a situ.acio das Es­ 
colas na Barra do Itá foi melhorada muito, "a:io p:l_?. 
sado la funcionava os cursos de 1~ e 4Q série e a 
52 série, este ano já esti funcionando além da 1~ a 
42 série, a 52 a 62 série, com aluas diferenças, 
antes existiam dois Proféssores atendendo a pratica­ 
mente noventa alunos, hoje existec cerca de 130 al~ 
nos na Barra do Itá, cas ternos ci:ico Professore; - 
trabalhando naquele Assent.amento " est.nmos fa~endo 
todo o esforço para que as crianç..:,s daquela Jocall­ 
dnde tenhart uma boa educ.acão" afi~ou Paulo M~lo. 
O Presidente da Câmara, lembrou a denúncia vele~ 
lado na Tri~una da Fron:eira por u:, pai de alu:io éa 
Barra do !ta, com relnçao a probleras con u Profei 
sor do Assentamento e perguntou quais as prov!d@n 
cias tomadas pelo Secretãrio. Paulo }!elo disse ape­ 
nas que atê o oo?:?ento não tinha too.ado conhec!r:tent0 
e que para ele por enquanto tudo rio passava de es" 
pecul.:içocs ou fofocas. 
(Veja conUnuaciia destn reportage.a na Pá1rin.-i 05_1 • 
o 
ou 
t~'~ 
$ 
is 
,e, 
,

ECRETARIO DE EOUCAC O 
IMPLANTA({ÃO DE 
SCOLA POLO 
Iota! thi orro Indaguu ta!bém do Serretár!o we 
ex!te aluno propramçio por parte da Secretar!n - 
ui Ic ! p i l de Educa,ao no 1,, 11tJ.du de lrn;,lnntor U l'I H 	- 
±cola Polo para atender os ffHhos de pequenos pro- 
dutore da refoen da Barra do Itá, Damacu e San- 
td llf t.1, 
Paulo respondeu ao Vereador que exfstem programa 
d·,, p,·1 Secretarfa de Educaçóo atividades a curto, 
d1o e lonpo prazo, a médto prazo estão programa - 
,!,rn 11 f
1
.plon1nç110 de· dun,; unidnclcn pÓJou, no "Nunca 
Te-VI" e no rua Doce, ma d1se que poderá ser ee­ 
tudada a posstb(l Idade de a longo prazo fmplantar 
r 1rl,<10 u1u-1 Lncolu l'ulo nnqueln r<'Kiiio, niio descar - 
tnndo II po1rnlbil1dodc, de colocar condução pnra 
trnnnportnr OH nlunoo dcnnnH rcci~cR mais distantes 
para estudarem em uma Escola Pólo nos arredores da 
cldade, o que seria uma segunda ulternat!va a ser 
estudada pela Secretar la llunic lpol de F.ducaçiío Jun­ 
tamPntC' com o Prcft•lto Abrn,10 ZncarlrtG. Paulo dei - 
x1u_claro qua Psuns medidas MÓ poder5o ter uma de(l 
nlçnu r.i,,!!; clnr:1 a port 1r do nno qu<' vêm. - 
e , 
t 
'S H 
o.' 
1
elt 
tio finito Myrirola 
A construçno de um colegio tecnico-agr!cola na 
irea permutada entre n Prefeitura e a Uniao foi a­ 
bordado pelo Vereador Israel Chamorro da Rocha 
que perguntou ao Secretârlo se existe uma possibi­ 
lidade considerando que n maioria dos pequeno~ pr~ 
dutores do nosso Município nio possuem condiçoe~ - 
de custear cursos superiores ou de especializnçao 
para os seus filhos. Paulo Melo assegurou que o as 
sunto estã sendo estudado, "estamos tentando conse­ 
guir r~cursos junto à Secretaria de Agricultura ou 
um sinal positivo para que possamos_elabora: o pro 
jeto, assim que tivermos uma posiçno f~voravel V! 
oos •~cnninhnr um projeto nesse sentido afirmou o 
Secretirio. 
"Nós temos uma programação, juntamente com a 5~ 
cretaria de Sa~de do Município, paro fazer o aten­ 
dimento periódico nas Escolas, deveremos iniciar - 
dentro desta semana ainda a campanha do piolho,que 
é um problema que atinge todas as nossas Escolas , 
estamos também com um programa de atendimento den­ 
tário nas Escolas Municipais, começando pelo Colé­ 
gio Perpétuo Socorro, onde Já está sendo !eito o 
tratamento preventivo com as crianças, que e a flu~ 
ração e atendimento aos.pequenos casos de cáries". 
"Além disso",continuou Paulo Melo, "nós esta::ios 
atendendo as nossas Escolas sistematicamente em 
conjunto com a Secretaria de Saúde, é determinação 
do Prefeito Abraão Zacarias que nós levemos também 
a saúde para todas as nossas Escolas" ressaltou o 
Projeto' Raio te s' 
O Presidente da Câmara, Vereador }!arcos Elias 
pediu ao Secretário de Educação que fizesse ura ex 
planação sobre o Projeto Raio de Sol, que está se!;_ 
do lançado na Rede Municipal de Ensino. "O Projeto 
Raio de Sol é o grande projeto na área educacional 
do Prefeito Abraão Zacarias, é um projeto em que 
todas essas atividades que estão sendo desenvolvi­ 
das estão inseridas em seu contexto, através dele 
estaremos levando à todas as crianças de l~ a 4~ 
série da Rede Municipal e também àqueles alunos Ili! 
is necessitados de 5~ a 8~ Série, a assistência no 
que diz respeito ao material didático, estaremos - 
distribuindo ainda este mês kits composto de uma' 
pasta, camiseta, caderno, lápis e borracha para ca 
da criança matriculada nas Escolas Municipais. 
Esse projeto visa tambér prestar uma atendimen­ 
to psicológico às crianças da Rede Municipal, te - 
mos ainda dentro desse grande Projeto Ralo de Sol 
a questão das reformas de nossas Escolas e o compr:?. 
misso de levar uma educação de igual ou melhor qu~ 
lidade da que é oferecida pela Rede Estadual à to­ 
dos nossos alunos'', enfatizou o Secretário. 
' .. 
Paulo 
/ 
 
' 
,' j; 
............. -~ 
1 sra e l Chamorro da Rocha 
I'-- tribuna da câcara, respondeu 
Vereadores 
as Escolas 
t i d· 
c" ,, trr .' 
O Vereador Fernando de Freitas Elias também fa­ 
lou sobre a merenda escolar, segundo ele ''nôs nao 
?cdemos ficar na dependência do envio dessa meren­ 
da por parte do Governo Federal" e aproveitou para 
fazer u::, apelo aos açougueiros e aos produtores de 
nosso ~'.un.icÍpio para quê, fossem doados, ou copra­ 
dos de u::na m.:1ncira be.m ma.is barato o "puxeiro • 
que segundo o V~rcador e Médico, "é muito substªn­ 
cioso e usando a batata, o repolho e outros prod~ 
tos de produção caseira nós poderíamos oferecer u­ 
~l mer~ndJ de alto teor nutritivo aos nossos e
st
u- 
J ( 
Vereador 
I 
} 
Fernando de Freltas Y.lias 
0 S e . re r i e 	a Gre 
Outro Vereador ~ue dirigiu pergunta ao Secretá­ 
rio Municipal de Educação foi Roney Moraes Simões, . 
ele indagou qual a posição do Secretário com rela 
çâo á greve dos Professores da Rede Estadual, con­ 
siderando que o problema é dos mais sérios sendo o 
momento de todos nós unirmos as forças para tentar 
solucionar o problema dos Professores. O Secretá - 
rio foi taxativo, "a nossa posição não poderia ser 
outra porque eu também faço parte do quadro do Es­ 
tado e estou na mesma situação da maioria dos nos­ 
sos colegas Professores, a~eaçados de dem.issão 
meu nome está no Diário Oficial e eu terei de me 
defender, mesmo estando a disposição da Prefeitura 
meu nome consta na lista dos demitidos. A minha po 
sição é do conhecimento de todos, e também a posr­ 
cão do Prefeito Abraão, que é de sol.idariedade e! 
poio ao movimento grevista, hoje tentaos por va - 
rias vezes falar com.a Secretaria de Educaçao atr~ 
vês de Telefone, mas infelizmente não conseguí:os, 
apesar de que a nossa intervencào não vai resolver 
o problema" afirmou Paulo Melo, colocando-se a in­ 
teira disposição para qualquer atitude que venha - 
somar em benefício da classe dos Professores da Re 
de Estadual e fanalizou destacando o grande au:nen­ 
to da procura de vagas na Rede Municipal devido a 
greve na Rede Estadual. 
Presidente Agradece 
O Presidente do Legislativo Belavistense, Mar 
cos Elias Rios da Cr-u.z, agradeceu a,preseoça do 
Secretârio Municipâl de Educaç.ão ater.dendo a convg 
cação da Casa, Paulo Mele colocou-se inteiraoente 
a disposição de qualquer u dos Vereadores na S e 	- 
Na s sua ordiniria d 
pal de Vereadores d e 
dia 3l, foi aprovado por 	um 
Reguerimnento de autor!s 	·re- 
cado aos Deputados Estaduais 1oi±citando] 
otal apoio aos Profsor s da Rede E a, 
dual que encontra-se sob inquérito Admt ] 
nistrat!vo a contar dr. dia 20/03, 
"não 6 ju!'J o qur• c erihr. 'a 
Educação com mais de dez anos de servi - 
ços sofram pressão dento anira por es-' 
tarc:.1 reivindicando r•~lhr,riil.; r,,l,1rial:1" j 
diz a integra do requer.canto· _ _j 
- -, 
,. .. 
III 
€C0Rê 
outro Requerimento d0 au•oria da Cãrral 
ra Municipal aprovado por urani:!dado pe 
los Vereadores na sessão ordinária do 
dia 31 convoca o Secretâri0 ~~~icipal dn 
1 
Desenvolvimento Econômico, J0ao Kalifo ,[ 
para comparecer à Câmara na sessão do 
dia 07 de Abril, as 19:30 horas, a fim 
de prestar esclarcci~entos h respeito de 
sua pasta. 
Professores e.m greve vão à Câmara e re 
ceberam total apoio dos Vereadores 
Dezenas de Professores da Rede Estadu­ 
al de Ensino que estão em crreve reivindi­ 
cando melhores salários, onze eles vér - 
os ameaçados de demissão pelo Governo do 
Estado e Diretores do SINTED - Sindicato 
dos Trabalhadores em Educação de Bela Vis 
ta-foram até à câmara Municipal na sessão 
ordinária desta quarta-feira solicitar o 
apoio e solidariedade de todos os Vereado 
res para com a classe, o objetivo foi a1 
cançado, todos os ir.tegrantes do Legisla­ 
tivo belavistense reafirmaram a disposi - 
cão de lutar e defender as justas reivin­ 
dicações da classe. Em reunião mantida a­ 
pós a sessão, ficou acertado qce os Verea 
dores belavistense, unidos, participarão 
de todos os movimentos e~ pról da classe 
dos Educadores,reoudiando a atitude auto­ 
ritária com que o Governador Pedrossian - 
vê.J:I tratando o movimento grevista que lu­ 
ta contra o achatamento salarial em o~e - 
se encontra os funcionários da Educacão - 
no Estado,até mesmo a realizaçãode uato 
rle orotesto, com a participacão dos vereado 
res belavis tenses, pro=c::::orcs e popula:;iio~ I 
foi analisado, o que podera acontecer ain 
da hoje ou na prõiü:na segur?d:1-feira cas.õl 
o Governo do Estado insista em nonaisrel 
gociar o fim da greve dos pro:cssores. -

Prefeitura Municipal de Bela Vista 
Balancete Financeiro do mês de fevereiro de 
-·- - -- . 	-· -· -- ~ ---- - - -- ºl •• 
h t t, E. I Ta 	--- -r- --7---1---.--, M 
·,fíllf,O'; 	--r:,t"_J,_,_ . .Jl~!{l()ll-FCftf __ lJO Mi::; c/ç-AC"1°"1LAJ,~- ~ ,1. '(1 	, •• ~~ _: ,...::__- __ .., __ ._ 
ornei " 	lusa r ] 	-e- 
Ri.iriN coRENIr. 	[i-triflor!va } -o- } -O- 
- - -~ - ~ 	1 · , 7, - • .l 17 57/ 	.!.. • • .._ • e!.9!, ' 
lc>c>,;ltr~'frlhuti,rtn 6'.,'lOl.569,i,6 112.912.!l9J,8'.l 191.lll,.l.f,J, ll!Gl-/1 rltulL•;r,' l'J.,n. 1.' '·
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Receltn Patr!monta 2460.497,83 42,76.295,221 45,246,791,05/0-Ar!cultura 	-O- [ -0- j ·, • 
1.567.318.556,95 3.016.937,444,67 .584.256.001,62/0-Defesa Ma.e er. f'Úb. l 	/ , S2.6-"j,{,· l -Q- 	1 	' ·
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2).552.1105,i,7 7.1,.1,09.200,97 ----~?.:Jfil.:.O!l_!,,l,!•IOB-fducnc,i'? L C·~llurn l!.l,l7.'J-,?.J,76,!,.vl lO.c•S~.( '. ,''vi • .2-.•,, .·,.:_ ,, • 
1.657.3.629,7.z7.05.ãji,7.6j.579.7.,2[10-1lbttaão e !'rbarfso 3.000.000,00} -0- 
1 
3.000.000,4 
-'--1-1'----11'[11-1-1----'-''~	-l 1y-saúde e Saneamento 1.674.490,304,l} 1,922.708,39± 1,519.41%,0l2, 
1:'>-Asr;16lÔnci;1 e Pre•J. '.iJ.6'-5.510,GOld -0- 1 SJ.
1
·-5.510,t 
-0- 	-0- 	-0- 16-Ir«n»vertes [1.75.044.203,9] _72.140.549,31_2.536.204.258,43 
-0- 	-0- 	-0- 	soA [..@.35.2y[.yiy.o2i.5i,@y[__9.@l4.647.887,i@ 
O 	O 	-0- [XHlA- ORÇ,!IE'.,TÁH IA 	i 	- 1 
---:...:(::..J:-----+---:...:o::..:------+---_-0::.. l(cstos à Pogur (png.)1992 J81.659.338,00 !.0
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1 657 5)) 4
~9 71 J 217 045 834 7 .7,579.264,42 Despesas d Pn•or (pag.) -0- l.57B.77].l50,02j. 1.518.771.250,0~• 
[±:"-?':à'h:":':]:1:1"2:"1"n'1,~	Ns.s 	45.844.339,73/ -0- 45.844,339,71/ 
EXTRA-ORÇAMENTÁRIA 	[salárto FaI1ia 	3.979.000,00] 7.345.000,00{ 11.324.000,00] 
pespeas Pagar Con,Por 5,470.254.781,14 1.946.298.948,13 7.1.16.553,729,27 Convênio LF.A 	17.300.000,00 75.184.900,50 92.434.900,50 
APAS 	8.505.500,00 57.250,800,00 65.756.300,00 Cimoro Municipal~ closf. l0.000.000,00 211.493.108,964 221.493.108,94 
IRRF 	-0- 	189.500,00 189.500,00 Outros Consignações 19),049.581,00 4.207.204,00 197.256.785,00 
Convên1o LllA 	15.075.183,50 -o- 15.075.183,50 Convênio Sec.SoÚde-SUS -0- 19.405.J88,00 19.405. íHB,oo; 
Outrou ConsignoçÔea 19).0l.9.581,00 104.716.004,00 297.765,585,00 	SO!-IA ó51.8J2.258,73 2.940.238.09l.,521 l.'>97.010.15],/5
1 
convénto sec. sáide-sUs _17.%02.392.99]9.497.123gQ] _21.299.448.00/ 	ToTA. .mm7.5u.5@.@[.52v.@5o.5.J5[n2.66.71e.Z@.] 
SOMA • 5.704.687.348,64 2.117.951.397,lJ 7.822.639.745,77 	l 
. Total 7.362.220.778,35 5,334.998.231,84 12.697.219.010,19 SALDO P/ O MES SEGUINTE 
SALDO DO EXERC!CIO AN'Í', -'--'-:;,.;:.;.~.;;;..:::...:..;..,;....:..:..=..i-=--:.;c.::...;..;.;~~::...::.,c.;:..;_...c.;;:..;..;;.;..;.~:...:..::..:..;c..:..:..::..c. Coixo 	942.000,00 
Bonco C/ Movimento 	36.941.818,37] 
Banco C/ Vinculodo 	71.543.663,90, 
12. 778.145. 722,621 
Tranferencfa Corrente 
Oulrnn Rcccttnn Corrn. 
S()!1A 
RECl'.lTA Df. CAl'ITAl. 
Op••racorn de crTci'í tu 
Alienaçao de Bens 
Trnferncfa de Cnpitol 
SOMA 
Totnl 
Cuixu 
Banco C/ Movimento 
Banco C/ Vinculado 
2.295.000,00 
399.978,69 
78. 231.733,74 
12.778.145.722,621 
1993 
Prefeitura Municipal de Bela Visto, 28-02-93.P-refeitol'iunicipol Abrooo Zacarias 
Contadora- Ninfa Medeiros Fleitns Sec. dn Fozendo- Edvaldo P. e. 
i 1 
SEM 
PROPAGANDA A 
·1 IMPRENSA PER 
I 
A LIBERDADE. 
H 
oJe n6s vtwmos num pols 
. que começo a mudar o 
seu comportamento. Jo­ 
vons caro-pintadas, empresOrlos. 
pollliccs. donos-<»ccsa, lrabo­ 
lhadores em geral, se engajam 
no rees1abeleclmenlo da 6ttco 
nas reloções enlre pessoos e em­ 
prosas Nossa gente es!O redM­ 
oobrlndo o"°'°' da tntegrtdade. 
Somos copomsde dar exemplo 
ao mundo quando deslltulmos 
um presidente usando como ar­ 
mas a teg!>JaçOo vtgen!e o lnslru- 
mentos democroltcos, como a 11- 
be!dade de lmp111NQ. Foi o~ 
tlnuorõ sendo tundomental a 
portlclpoçõo dos meios de co- 
munlcoÇOo neste p,ocesso de 
transtç0a As denOnclos. as crl­ 
ttcas e os lotos mostrodos como 
realmente sOo. definem os ru­ 
mos do nosso sociedade. Pre­ 
cisamos manter, o todo custo. 
o direito de lnlomiaçoo da Im­ 
prensa. E Isto sõ é possível 
quando os velculos de comu­ 
nlcoÇOo se mantém economi­ 
camente Independentes. au­ 
to-suficientes em suas réce11a.s. 
E exo1omente neste ponto que 
entro a propaganda. E do vel­ 
culaçOo de onanclos que sal a 
grande receita dos Jornais. rO­ 
diose televisões. A partir desta 
receito que se pagam os salO- 
sindapro2pg 
l2%% • 
rio& de prols$Jonols lolentosos e 
competentes. copa29s de p,o. 
duz!rem grandes turos. reporto­ 
gens reveladoras ou mesmo 
crônicos que escloreçom e 
orientem' a oplnlOo pObllco. 
Hoie. o propaganda é o com­ 
busrlvel da noticia lmpolciol. 
descomp,omlssado com gru­ 
posou lnt~ polfflcos. Poro 
o Fenapro. que reüne os sindi­ 
catos das agências do malor1o 
doo Es1odos BIOsltelros. esttmulor 
a parceria entre propagando 
e velculos é Investir numa das 
maiores conquistas deste pois: 
o manulençoo da verdadeiro 
tlberdode de Imprenso. 
Federação Maonai das puas de Propagar0a 
Fena.pro 
Uma boa agência 6 o al_ma do ne3cio 
EDITDL DE PROC 
Janilde Rosa dos Santos - Oficiala do Cartório de Registro 
Civil desta cidade, FAZ SABER a quantos o presente Edital vi­ 
rem, que apresentaram os Documentos exigidos pelo Art. 180 do 
Codigo Civil Brasileiro, incisos I-II e IV e pretendem seca­ 
sar: RONALDO FERREIRA E MARIA REGINA GIL - Brasileiros soltei 
ros, ele: Comerciante, filho de Marcelino Ferreira e Dne LÜ 
ciana Chaves Ferreira, ela: Comerciante; filha de Pedro Plí: 
nio Gil e Ninfa Parede. 
Se alguém souber de algum impedimento,que se oponha na for 
ma da Lei. . 
Bela Vista - MS 31 de marco de 1.993 
Janilde Rosa dos Santos 
Oficiala do Registro Civil 
. Janilde Rosa dos Santos - Oficiala do cartório de Registro 
Civil desta cidade, FAZ SABER a quantos o presente Edital ví­ 
rem, que apresentaram os Documentos exigidos pelo Art. 180 do 
Codigo Civil Brasileiro, incisos I- II- III e IV o pretendem­ 
se casar: FLORENCIO PEIXOTO OCAMPOS e ILARIA GONÇJLVES MALDO­ 
NADO - ambos brasileiros, ele - filho de Vitor O e Dne- 
O d· p · . _ 	campos 
ranina 'eixoto, ela filha de Joao Damacio Maldonado candía 
e Dna Ped
7
o;a_Goncalves, ele residente na Fazenda Poça Feliz­ 
neste_Municipio e ela residente na Fazenda Sta M ·t - neste 
Municipio. 	1arta 
Se alguém souber de algum impedimento, que se O h na 
forma da Lei. 	pon a 
Bela Vista - MS 31 de março de 1.993 
Janilde Rosa dos Santos 
Oficiala do Registro Civil 
• Retificação 
o Prefeito Municipal de Bela Vista, Estado 
do S l d 
de. ?-~ato Grosso- 
u, no uso e suas atribuições legais, 
R E S O L V E 
Retificar a Portaria NO 094 d 2 
.M!ARI 
e G-o3-93 onde sele-·. 
EIDA LINO GOMES L • 	' 
, eia-se: MARIEIDA LINO NUNES. 
Bela Vista-MS, 30 de março de 
1.993. 
Abraão Armoa Zacarias 
Prefeito Municí al 
1 ,t 
1 
Es 
da 
2 
: 
te , 
Is 
[249 
1 <los 
1 
1 
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j 
, TÃ 
O Povo não pode Continuar Marginalizado 
Ajude a Renovar a Constituição - Pesquisa de Opinião 
r 
OI) o Plc,bfncit·o tP111 
tema de Governo; 
epibl 1ca 
Manarqua 
A nua reponta a nte quentionirfo é da mafor fportanta pira or!entar polftuo e etor!d do« 
fonuJlar,•• 11 Con•,titulç:io. 
Voce talvez no fba, mas qualquer que seja o ftw de Governo olh!do n P!eb»te{ta de ?l d 
ArIl, poderá er alterado ou ubstttu[do, por oaafio da renovação da Contitufçao, a partlr de cata - 
bro deste uno. [ precfno que na vontade popular seja respettada. O qu voe o souber, dlu "pESCUN 
O", mas antes troque opInfóe com atos e parente. 
Tente renponde-lo conte[entemente e nos envie pelo Correfo, 
por ffnldade escolher forma e --- --4 	25) Você concorda que, no Prefdencfa!f, e, qu 
V O T Y fastar o Pr sfdnte d República e o p o,pr Lbt 
to? PresIdenefl!uno 
Parlamentar fsmo 
2) 0 Deputados, por acordo de lideranças, antecipa - 
ran, Inconstitucionalmente, o Plebfcfto, de Setembro 
para AbrIl, Você acha Isso correto, bom pura o povo e 
para o Puf 
03) Ante do PlebfscIto deveria haver as Reformas: 
PnlÍt.!car;, Piirlld,Írin e Eleitoral? 
0) Para melhorar o nível da Democrncio, deveria haver 
rfor na eletividade dos candidatos às Cas Legisla­ 
tivas? 
05) A Democracia melhorará com a simples mudança de 
Formo o dc"s1stema de Governo? 
06) A llcmocracia se opcrfeiçoará com mclhor qualidade 
e patriot1Gmo do,i políticoo e governantes? 
07) Você acredita nos atuais partidos políticos? 
08) Qual o número ideal de partidos? 
09) Qunl o partido melhor estruturado? 
10) Você é favorável no voto Distrital-Misto? 
11) O fisiologismo e o clientelismo são ferramentas po 
líticas aceitáveis na democracia representativa? 
12) A democracia representativa, isto é, o trabalho 
dos partidos e dos políticos têm sido eficiente e con­ 
fiÔvel? 
13) Se o político não cumprir a promessa de campanha e 
o dever de parlamentar, deve perder o mandato? 
14) Você confiaria mais na Democracia partiéipativa ou 
direta, isto é, sistema no qual o povo Legisla através 
de Plebiscito ou Referendo, como na Sulça e em alguns 
Estados Americanos do norte? 	SIM ( ) 
A ua participaçio 
é muito 
IMPORTANTE 
SI.M ( ) 
SI ( ) 
SIM ( ) 
SIM ( ) 
SIK ( ) 
SIM ( ) 
( ) 
SICIA () 
SIH ( ) 
SIH ( ) 
SIM ( ) 
SIH ( ) 
15) A Constituição Brasileira de 1988 foi bem elabora- 
do? 	SIK ( ) 
16) Qual o regime de Governo de sua preferência 
Arbitrário ( ) Totalitário () Democrático () 
17) Qual dos Sistemas de Governo é o mais confiável? 
Monarquia Parlamentar ( ) Presidencialismo ( ) 
Parlamentarismo ( ) Nenhum Deles ( ) 
IE'i'l'tentativade mudança no sistema de Governo visa 
impedir a chegada de candidato popular ao Governo? SIH () 
19) 0u visa manter o arb{tio do Poder Legislativo? SI () 
20) A antecipação do Plebiscito não desvia a atenção - 
do povo e do Governo 'para a gravíssima crise nacional? SIM ( ) 
21) Você está satisfeito quanto a qualidade de propa- 
anda apresentada para a escolha da fonna e sistemn de 
Governo? 	SIM ( ) 
22) Os Monarquistas estarão prejudicados ao omitirem , 
na campanha, o nome e o currículo do futuro Rei? SIK ( ) 
23) Hã diferentes tipos de parlamentarismo. Estará es- 
te sistema prejudicado ao não informar o tipo de Parla 
t:entarismo a ser implantado? 	Sil1 ( ) 
24) O Parlamentarismo será viável com quarenta parti - 
dos políticos? 	SIM () 
NÃO ( ) 
NÃO ( ) 
NÃO ( ) 
NÃO ( ) 
NÃO ( ) 
NÃO ( ) 
NENIUM ( ) 
NÃO ( ) 
NÃO ( ) 
NÃO ( ) 
NÃO ( ) 
NÃO ( ) 
NÃO () 
NÃO ( ) 
NÃO ( ) 
NÃO ( ) 
NÃO ( ) 
NÃO ( ) 
NÃO ( ) 
NÃO ( ) 
NOME----------------------------- 
ENDEREÇO 	_:_ 	_ 
CIDADE 	ESTADO 
'tEI.. 
QUAL O JORNAL LlOO? 
__________ CEP 	_ PROFISSÃO 	_ 
26) Ou o Conreso e!ona1? 
27) 0 vice-presidente deve euir o 
Governo apresentado pelo Pre [dente 
ra1? 
28) A ação política deve ser extnslva às AsacIçoes , 
aos Sindicatos e aos Grupos de Estudos dos problema M4 
clonais? 
29) A Constituição, no Arttgo 5, deter1na que odos os 
llrnoileiros tem direito à 1r,ualdDde de rrat,.c;cnro. 
A Constitutção é cumprida? 
30) O corporativismo (Grupos Minoritárfos) deve ser prL 
vlleg1ado, em prejuízo da counfdade! 
31) O nível associativo e participativo do povo brasf - 
leira é baixo? 
32) Os Senadores e Deputados tivera Interesse em cola­ 
borar com o Presidente Collor, em seu programa de Gover 
no? 
33) Você acredita que o Presidente Collor é culpado de 
corrupção? 
34) Ou foi vítima de amigos e oportunistas? 
35) Ou foi afastado pelo seu avançado programa d~ Cover 
no, desagradando o grande empresariado e os políticos?- 
36) Você concorda que. o "impeachment" aplicado 20 Pres_! 
dente Collor, pelo Senado Federal, tenha sido justo e 
constitucional? 
37) O Senado Federal constituiu-se em Tribunal de Exce 
cão, para julgar Collor? 
38) Você ach~ que o povo está próximo à convulsão so 
cial? 
39) Após o Plebiscito o Brasil nao corre risco de ingo­ 
vernabilidade? 
40) O Presidente Itamar Franco está agradando? 
41) Quem teria mais eficiência para aliviar a miséria,a 
violência, a fome, as doenças; solucionar o probleoa de 
moradia, transporte, Educação, Saneamento, Refonna Agrá 
ria; Diminuir o analfabetismo, inflação, especulação fi 
nanceira, exploração, furtos, contrabando de nossas ri­ 
quezas minerais, etc ... ? 
Brtzola () Lula () 
Maluf () Lerner () 
 u 
.SOLIDARIEDADE 
FRATERNIDADE 
Quércia ( ) 
Fleury ( ) 
Collor ( ) 
Itamar ( ) 
'.IX ( ) 
SW ( ) 
Glll ( ) 
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Sflf ( ) 
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SIM ( ) 
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SIM ( ) NO () 
SIK ( ) Não () 
SIM ( ) NÃO ( ) 
SIM ( ) NO () 
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! 
SIM ( ) 
Si.via Santos () 
A. Carl telhes ( 
Cite outro nome 	_ 
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o

J1íz Deter i1a Extinçã 
C111ra Taxa de llumin 
PR!OIOR HZ. DILO "JVRIJCMME TI 
O Jufz de Direito loé Edunrdo !e­ 
der Menephell1, da Coar de Bela 
Vta, em memorável sentença determl­ 
nou no último d1a 23 do marco, que o 
procesno nberto pelo Mtnttérlo Páblf 
co contrr, nn L<'in núr.cr,w <jl,0/9'J e 
2J5/•J!l, rcnpactivnr.1c11tc do•• t:un1c! 
pios de Bela Vta e Cnracol, que 
trlnrnm a Taxa de Ilutnao PiblIc1, 
seja extinta, porque a declaracão de 
inconntituc!onnlidnde de l.c1 l!unici - 
pnl com bnoe no Conot1tuJçiio Fcdernl 
é ":lur1dicnmcnte lmpoi;n!vdl'. 
Segundo o magistrado, 'no existe 
no 1tema Jurídico em vior previsio 
de declaraçao direta dna tnconstituclo 
nnlidnde d<? Lei ou .rto normativo en 
fuce dn Conntituiciio Federal". Etn fun 
çÕo deosn falha procerrnuat cometida :: 
pelo Promotor da Comarca, de Bela V is 
tu, o Juiz determinou o arquivamento 
c a extinção do processo ocm Julgomcn 
to do mérito da ação, baseado no Artl 
go 267, VI, do Código de_ Processo CI­ 
vil, 	, 
Em sentença de seis luudas, o mn - 
gistrado Dr. Jose? Eduurdo Neder Mene­ 
ghelli, faz profunda análise técnico­ 
jurídica do pedido apresentado pelo 
Ministério Público até concluir pelo 
"imµossibilidade jurídica do pedido". 
A primeiro orgumentaçaÕ do Juiz - 
derrubo a utilização da Lei 7,347, de 
24 de julho de 1985 (Código de Defesa 
do Consumidor) uma vez que a questão 
A Declaração da Inconstitucionalidade 
i 
 
i 
Da metade ao final da sentença, 
Juiz de Direito de Bela Vista dá 
o 
rIfIcc, o mar!tra. 
do aponta que o ação fv!! pblica G 
"innc!P<Jtl,1dn 1 ·•r o fI colt. dc pelo 
'Intst&rio Pibl!co z/t a o". E:p11 
ca o Juta: "Não se trata de una rela­ 
ao de consuno, mas de trreinaio - 
da cobrança de uma propalada Taxa de 
IluInacio Púhllca Imposta pelo Munl­ 
cIp1o ao argumento de que a ma 
inconGtituc1onnl". 
Assinala, portanto o Dr. José E, - 
duardo Neder Menezhel1i que a declara 
cão pedida pelo Promotor é que seja 
reconhecida a Inconstitucionalidade - 
da Lef com base na "afronta à Consti­ 
tufção Federal. Diante desta propost­ 
ão clara (dnconst!tucionalldade da 
Le1), o magistrado faz algumas consi­ 
derações, A prtreira delas é que o 
Ministério Público nio estarIa apto a 
formular esse pedido. I, mesmo que pu­ 
desse fazê-lo, cscolheu o cnminho er­ 
rado para fazer a postulação. 
"A via eleita foi inndeq,iada e 
não haveria como lançar r.i5o do Código 
de Defesa do Consumidor". 
uma 
aula de Direito Constitucional, anali 
sondo o sequência correta de um/pedi::· 
do de declaracão de inconstitucional! 
dade. 
Como se sabe, no sistema jurídico 
nacional, o controle da constituciona 
lidade das Leis ou atos normativos pÕ 
de ser efetuado por dois modos: viã 
de exceção (ou de defesa) ou via de 
ação (direta), sempre jurisdicional­ 
mente, 
Explicado cada um dos procedimen - 
tos e avaliada a necessidade ou não - 
de intervenção do Senado Federal, com 
base na lição do Ministro José Celso 
de Mello Filho, o Dr. José Eduardo !e 
neghelli concluí que: "A ConstituiçãÕ 
Federal não prevê ação direta de in - 
constitucionalidade contra Leis ou a­ 
tos normativos Municipais, referindo- 
(Assessoria de Imprensa da Prefeitura Municipul de 
se apenas a Leis ou atos nonnativos - 
de origem Federal ou Estadual (Artigo 
102,l,da CF), Prevê, outrossim, julga 
mento pelo STF (S~preno Tribunal Fedi 
ral), mediante recurso c>:traordiná - 
rio, quando a dccisao recorrida jul - 
gar válida Lei ou ato de Governo lo - 
cal contestado en face da Constitui - 
ção Federal (Art.102, III, 'c', da 
CF), a todas as lnzes de notureza di­ 
versa da ação direta de declaracão de 
incons tituc tonalidade". 
Diante desta cvid~ncin legal e do 
que determina o Artip.o 125, Parágrafo 
ze da Constituição Federal - "cabe a­ 
os Estados a instituição d~ represen­ 
tação de inconstitucionalidade de Le­ 
is ou atos norm;1tivos Estaduais ou Mu 
nicipais em face do Constituição Esti 
dual" - a argumentação do intstér6 
PÚblico caiu por terra. 
Bela Vista) 
o Sindicat1 R ral de Bela Vi ta 
COMUNIC 
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Oae ecrotrio de t ado de Fazenda, prorroco, I 
ril o prazo par a entroqa da DAP - Declaração Ana 
dator. 
"o Diretor Geral do Departamento de Inspoção e De' 
pecuária de Mto Grosso do Sal - TARO, no aso de so.os 
çõe legais: 
HESOLVE: 
Art.1) Fica institido o calendário de vacinação obrigató-] 
ria na Campanha Estadual de Combate à Febre A. os» em Mto -j 
Grosso do Sul; 
n) li' .etapa - 01 de lbril de 1993 a 15 de Maio d 1993. 
b) 20 Etapa - 01 ele Outubro de 1993 a 15 de Novembro de 1993. 
Art.20) - Para os Municípios de Aqaidaoana, Bodoqacna, BoniI 
to, Caracol, Coxim, Jardim, Ladário, Míranda, Por o ,•urtinho -; 
Pedro Gomes, Rio Negro, Rio Verde de tla to Grosso e onora, s­ 
montc oerá permitida a utilização de vacino de long11 clurllçÍlo - 
de imunidade com adjuvante oleoso (Vacina Oleosa). • 
Art.30) - Fica proibida a utilização de Vacina Anti--A!tosa 
de curta duração de imunidade (04 rnesea) no Estado de Mnto 
Grosso do Sul, 
Art,40) - As vacinas adquiridas fora do Estado terão quo 
ser apresentadas juntamente com a Nota Fiscal no Escritório Ov 
Ponto de Fiscalizacão do IAGRO para prévia inspeção. 
Parágrafo Onico - Não será exigida inspeção prévia para as 
vacinas que estiverem acompanhadas de Certificado de Vistoria 
expedido pelo serviço de Defesa Sanitária Animal do Estado de 
origem. 
Art.50) - A não vacinação no prazo recomendado pela presen­ 
te Portadoria, implicará nas penas previstas na Legislação vi­ 
gente. 
Art.60) - A não comunicação ao Escritório do IAGRO para re­ 
gistro até 15 (quinze) dias após a data de sua efetiva realiza 
cão, implicará nas penas previstas na Legislação vigente. 
Art.70) - Esta Portaria entrará cm vigor nada data de sua - 
publicação, ~evogadas ás.disposicões cm contrário. 
Campo Grande-MS., 22 de Março de 1993 
FROILAN CARDOSO 
MISS 
o certame do Con ~ 
curso de Miss . Mato 
Grosso do Sul, está 
sendo realizado em vá 
rios-Municípios, sob­ 
a Coordenação da Sra. 
Cassandra Abatte Gon­ 
zales veiculado da 
Empresa Kamalotes Pro 
ducões Ltda, Corumbá= 
MS., e em Bela Vista 
é grande a expectati­ 
va. O Concurso é nes 
te sábado dia 03 de 
abril de 1993, às 
22:00 horas no Clube 
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'estampas etc.:. 
Confecção prÕpria•dt­ 
reta.mcnte de Belo Hori - 
zonte para Bela Vista 
VISITE-NOS E CONFIRA! 
O Concurso de MISS 
BELA VISTA, e~tá bada 
lando a cidade, como­ 
atracão, teremos a 
presença da Miss Jar­ 
dim Haristela, ,eleita 
no dia 27 tle marco , 
Good Son e Iluminação 
da cidade de Aquidaua 
na-MS., os modelitos- 
BAHIA - CAR 
Oficina Mecânica 
Especializada em serviços de Mecani­ 
ca em geral. 
Rü ALCEB1ADES BOBàDILHA DA CUNHA, n! L744 FONE: 439 1403 
BEL. VISTA - ATO GROSSO no SUL 
de festas também foram locados de Aqu~ 
dauana,_e a produçãõ de cabelo e maquia - 
gem esta a cargo do Coreógrafo Nilson Aja 
la da cidade de Jardim-MS., tudo pronto - 
para recebermos e mostrarmos um lindo 
Show, para a sociedade Belavistcnse e se­ 
us simpatizantes. 
. Coordenação Cristina de Lima Sdroie 
visk e este Colunista. 
PATROCINADORES 
Erefeitura Municipal de Dela vista, na 
pessoa_do Sr. Abraão Arrnôa Zacarias, Jor­ 
nal Tribuna da Fronteira com se Diretor 
Ivaldo Pereira, Super Mercado Arco 1ris 
Radio Bela Vista, Alfaiataria e confec 
çoes Yonalla, Hotel Pousada da Fronteira. 
lanchonete Jatobá, Restaurante Pancho Ale 
gre, Vereadores:Marcos Antonio Rondon d 
Oliveira, .Orlanda Freitas dos santos e 
Alexandre Loureiro Palmieri "XANDE" en - 
tre Outros. 	' 
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PARA REFLETIR 
Não deixe que a calnia ·t, :be sua 
vida. 	u per ur e 
__ Não responda nem se altere • 
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Floricultu'ra F 1-oresta 
DE: GENTIL DE SOUZA DE ANDRADE 
Xaxim, Vasos, Plantados e Plantas 
Suportes,. Plantas Ornamentais correntes. 
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