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0 IARI ORE AL 
QUE O POVO SEJA BEM INFORMADO 
- 
BELA VI'TM/MS I6 DE ARIL DE 1993 JllO 21 }j() ] • ) 1 } 
~MISSIO CHINES 
SETE ESTRELIS 
Ff'l.ÇO f,O LXl.MPUh Ch$ 10.000,un 
A Missão Chine- 
sa que visita o Esta 
do no in terc;imbio 
~enológico promovi­ 
do pelo Ministério - 
d,1 Agricultura, conh~ 
ceu também, os avan­ 
ços no melhoramento 
genético desenvolvi­ 
dos pela Empresa Se 
te Estrelas Embriões-;­ 
localizada há 30 qui 
lômetros da Capital, 
no municlpio de 'l'er~ 
nos. 
Buscando incor­ 
porar e aprimorar a 
~enologia de desen­ 
volvimento de novas 
raças, a Missão veio 
à Campo Grande tam 
bém com o objetivo - 
de identificar cien­ 
tificamente o poten­ 
cial do gado zebu, e 
sua adaptabilidade - 
às condições climáti 
cas daquele País - 
constatando na Cen 
tral os trabalhos de 
aplicação de cruza 
tento industrial que 
colocam o MS em lu- 
9ar de destaque a 
n1vel nacional e in­ 
ternacional. 
Conforme expli­ 
cou ao Grupo a Dire­ 
tora da empresa, Ro­ 
se Possari, o traba- 
lho é desenvolvido 
cm área de 2.000 hec 
tares, com a empresa 
comercializando cer­ 
ca de 2.500 embriões 
anualmente. Atua há 
apenas quatro anos­ 
no mercado, tendo e 
fetuado Com exclusi­ 
vidade exportações - 
de embriões de Nelo 
repara Paises vizi 
nhos e para a Costa­ 
do Marfim. 
Atualmente im­ 
porta embriões dera 
ças de carne e leite 
das melhores proce­ 
dências genêticas do 
mundo, principalmen­ 
te do Canadá, França 
e Jlemanha, desenvol 
vendo técnicas avançadas 
caro o processo de sexa 
gem, que permite ao 
criador optar anteci 
padamente pelo sexo 
do animal que irá 
nascer em sua pro­ 
priedade. Um embrião 
comercializado em 
forma de receptoras­ 
prenhas custa hoje 
em média 2 mil dóla- 
res e o índice de 
crescimento comer 
cial apontado pela 
Sete Estrelas em re­ 
lação ao ano ante­ 
rior é de mais dê 
L 
Empresário Osvaldo Possari 
1008, conforme infor 
mou aos chineses a 
diretora da empresa­ 
durante a visita às 
instalações. Na opor 
tunidade, o grupo as 
sistiu o desfile de 
matrizes receptoras­ 
e bezerros produtos 
de transferência. 
Considerando o 
interesse de compra­ 
por parte dos inte 
grantes da Missão, 
o Superintendente do 
A .., 
Banco do Brasil, Ma 
noel Pinto de Souza 
Júnior, presente à 
reunião, informou q/ 
a agência do Banco 
do Brasil, em Pequim 
abrirá uma linha es 
pecial de financia= 
mento para aquisiçao 
de embriões de Ne 
lore pela China. (CE) 
+ SETE ESTRELAS 
EMBRIÕES - A TtCNOLO 
GIA DE RAÇA. * 
POVO RECLAMA DO PODER LECIS.AAO 
'Trem da Alegria' nas Câmaras Municipais 
. Várias denún- 
ê3, por cartas, te 
-funes e ate tele­ 
Çtamas, chegaram a 
edação deste jor 
l, no tocante ao 
«nacionamento de 
lgumas Câmaras Muni 
ipais de nossa re 
3ião. 
, Com o Brasil a 
avessando uma das 
Pores crises de sua 
Stória, o povo não 
9corda com os salá 
~Qs e as mordomias-= 
Senadores, Deputa 
dos e Vereadores . 
E: isto mesmmo, 
também os vereadores 
estão sendo critica­ 
dos. 
Em Campo Grande 
, onze vereadores 
gastam Cr$ 200 mi 
lhÕes de cruzeiros - 
numa viajem ao Rio 
de Janeiro para par 
ticiparem de um En­ 
contro Nacional para 
discutirem sobre o 
PLEBISCITO ... 
Em Brasília, a 
Mesa Diretora da c~ 
mara destina 
400 milhões de 
Cr$ 
cru 
zeiros a cada deputa 
do, para tratamento= 
médico odontológico. 
Matéria completa 
na Página 03 dosta 
Edição. 
Roney é Destaque 
na Câmara 
Pá ina/02 
PODER LEGISLATIVO 
Bela Vista dá o Exemplo 
cal .is viv mo m t1 V NO 
VOS TEM'OS,afinal, parece-nos (li , , Ot 
sim, o povo blavistnsc nh, com os 
próprios pes, afinado com a no: e reali­ 
dade. 
A cor.ora;ao dos 100 di1 d8 A+ i- 
nistração de Abraao Zacarias, o Atual 
Prof ito, é uma demonstra;do de qao h, 
um projeto administrativo en anda n .o , 
há um PLANO DE GOVERNO, baseado nas ne­ 
cessidades reais do nosso povo, adminis­ 
trando a ravés de objetivos, de priorida 
des. 
Se o povo precisa de mais a end..men 
to na área de saúde, prã que construir - 
fonte luminosa ? Se precisa de projetos 
educacionais, de novas escolas, prá que 
construir elefantes brancos? 
A atual Administração iniciou a nua 
caminhada, havlamos dito que Dela Vista­ 
voltaria a crescer quando pisasse o 
duro, mas real, chão da realidade. 
Jbraão encontra dificuldadcs,os tem 
pos são difíceis, os deoerr.prcgados b~ 
tem às portas da Prefeitura Lodos on 
dias, mas o prefeito entendeu que, as 
vezes, é preciso dizer não . 
E vai enxugar ainda maio a mnguina, 
para que possa beneficiar toda a comuni­ 
dade. 
E que melhor exemplo, hoJc, do 
o nosso Poder Legislativo, a Câmara 
cipal de Bela Vista é um exemplo 
muitas Câmaras, onde prolifera o 
mo, o desrespeito ao povo. 
Enquanto em várias Câmaras o qua 
dro de funcionários é de 15,20 e até 4Õ 
pessoas, em Bela Vista a Câmara têm SEIS 
FUNCIONÃRIOS, e um prestador de serviços 
(guarda). 
E funciona muito bem. 
que 
Muni 
para 
erprequis 
• LILI RONDON 
1Leilão Fazenda Santa Eugênia 
(< 
O Presidente Marcos Barbosa adminis 
tra a Câmara com rigor no controle das 
despesas, e não há nenhuma forma de pres 
são sobre o Prefeito, nem mesmo pelos 
Vereadores da oposição. 
Muita dignidade, respeito e uma 
alta dose de patriotismo faze~ do /osso 
Legislativo orgulho de nossa cidade. 
Aos vereadores, indistintamente, a 
gratidão do povo belavister.se, não só 
pela qualidade de suas indicações, reque 
rimentos, projetos, pronunciamentos, mas 
sobretudo, pela correção, dignidade e 
respeito ao povo. 
Em Bela Vista os salários pagos aos 
vereadores é merecido, muitos dedicam 
tempo integral às suas atividades, não 
estão preocupados com o favorecimento de 
grupos, partidos ou panelinhas, o objeti 
vo é o atendimento ao povo. - 
O Brasil tem jeito sim, e cabe aos 
eleitores, ao povo, provocar as ~udanças 
que o País precisa, é só começar pelas E 
leiçôes, não vamos eleger corruptos, va 
piros do sangue do povo, oportunistas 
enganadores. 
Realmente, as mudanças começam pe 
los municípics,aqui já começou. (IP) . 
CONVIDADOS ESPECIAIS - FAZENDAS: 
CARACOL, SANTA HELENA, EURECA, COSTA PERON, SÃO JOSÉ, 
l'OQlJEIRO, JATOBÁ E FAZENDA NOVA. • 
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DIA 17/04/93 - Em favor de: 
EDIVALDO ROMEIRO, 08 anos de idade - 
Surdo-mudo. 
PROMOÇÃO - AABB - Associação Atléti­ 
ca Banco do Brasil. 
FINALIDADE - Aquisição de 
Auditivo. 
Aparelho 
APOIO: 
Banco do Brasil S/A - AG. Bela Vista 
Loja Maçônica Estrela do Apa no 9 
- Lions Club de Bela Vista 
- PRONAV Municipal 
PARTICIPAÇÃO: 
Correinha e Correirnar

Prefeitura 
CF TO NO 021,DE 05-02-93 
"Aprova o Pegimento Interno da refeltu 
Municipal de Antonio João e dá outras - 
rvldncia." 
Vi!ce Alves de OLIveira, Prefeita Muni- 
ipal de Antonio João, Estad de Mato Gros 
o de ul, no uso de uan atribuições 1e 
pio, e com base no lrt:. 26 da 1e! n5 497/ 
93, do 11 de janeiro de 1993, 
LJLCllL'l'I: 
irt.1o - Fica aprovado o Regimento In - 
terno, da Prefeitura Mnicipal de Antonio­ 
João-MS, o qual tem, a finalidade de comple 
tau o processo de divisão de trabalho, ini 
ciado na Lei de keestruturação Administra­ 
l 1 v,1, de til lhanllo sua cu trutura cm unidade o 
or,J,inizacionais, criando as de menor nível 
11fcr;,rqüico llúCCoa,'irias ao desempenhe de 
,n.:10 utividodoo, detalhando as competinci­ 
,,:J <lo!; órgüoo e ao atribuições dos dirigen 
Los e indicando seu rol.acionamento interno 
e externo. 
lrt.2Q - t incrente ao exercício dos 
carqcs de direção o chefia, em cada um doo 
nivelo o na amplitude determinada pelas l_!. 
rnitacõeo hierárquicas,o desempenho das ati 
vidades vinculadas ao treinamento de subor 
dínados, à direção, ao planejarner.to, à su-:' 
pervisão, à coordenação, ao controle, à 
prestação de informaçõe~, à administrar 
contatos externos e à manter o espírito de 
equipe e a disciplina do pesoal. 
lrt.3o - Para efeitos do Art.2Q concei­ 
tua-se como: 
I - Direção: A função de comandar o pes­ 
soal o as ações do órgão, tomando as deci­ 
sões pertinentes à sua posicãõ hierárquica 
e acionando todos os mecanismos, métodos e 
sistemas nec~ssárias à consecução dos fins 
a que se destina, com o máximo de produti­ 
vidade; 
II- Planejamento: A função de preparar pla 
nos, programas, projetos e atividades a se 
rcm closenvolvidos pelo órgão,definindo,com 
precisão, as tarefas a serem realizadas, o 
período de tempo exigido para sua execução 
a discriminação dos recursos financeiros 
humanos e materiais necessários; 
III- Supervisão: A funcaõ de orientar a 
execução das tarefas, observando as falhas 
eventuais e corrigindo-as, visando aperfei 
coar o trabalho cotidiano; 	- 
IV - Treinamento: A função de desenvolver­ 
inteligências e gerar mudanças de comporta 
monto, através de transmissão de informa - 
çÕcs, de~envolvimento de hacilidades, de 
atituees e de conceitos, fazendo com que - 
os recursos humanos coloquem em ação, aqui 
lo que tem de melhor, em termos de criati; 
vidade, capacidade de realização e eficá - 
eia, no desempenho de suas tarefas; 
V- Reciclagem: A função de dar formação 
complementar aos servioores do órgão, corr. o 
objetivo de atualizá-los e de adaptá-los - 
às inovações ind~striais, científicas e 
tecnológicas, com procedimentos e métodos­ 
que organizem e estruturem a atividade e 
o comportamento humano; 
VI- Coorder.ação: t a função de harmonizar-· 
a ação dos serviços e atividades do órgão, 
evitando conflitos entre tarefas e progra­ 
mas, a duplicacãõ e a dispersão de esfor - 
cos, a fim de se con~eguir os objetivos de 
sejados; 	- 
VII- Controle: ta funçãà de acompanhar as 
atividades que procuram alcançar um objeti­ 
vo, com a finalidade de permitir a tomada 
de decisões, que corrijam ou reforcem es 
sas atividades ou, até mesmo, os objetivos 
a serem atingidos o desempenho esperado 
através àe coleta e tratamento de informa­ 
ções que possibilitem comparar o c.esempe - 
nho real com o esperado para verificar se 
os resultados esperados estão ser.do, efeti 
vamente, obtidos. Caso essa comparação mos 
tre que o desempenho real apresenta desvi­ 
os, será necessário corrigi-lo com a fina­ 
lidade de garantir a segurança dos objeti­ 
vos. 
VIII- Informação: ta função de procurar 
avaliar o andamento da atividade planejada 
quando ela estiver sendc executada, atra - 
vés de : 
a) Corno obter as informações: observação 
visual, depoimento verbal dos executores 
reµniões de acompanhamento e elaboração d~ 
relatórios; • 
b) Corno apresentar as informações: relató­ 
rios, mapas, informações verbais, estatís­ 
ticas, gráficos e quadros; 
c) Quem receberá as informações: os chefes 
imediatos, os próprios executores trocarão 
informações e out-ros interessados; 
d) Finalidade de informação: reformulação­ 
dos planos, implementação de alternativas 
previstas, modificação dos rec,rsos empre­ 
gados e quais as decisões a serem tomadas; 
IX- Disciplina: ta função de estimular o 
processo de transformação gradual e pro­ 
s7
essiva para a conduta desejável, voluntá 
ri~, e racional do servidor, no sentido de 
cooperação, respeito e acatamento das nor 
Mu·nicipal 
"a ',r 
da or! "or'ec 
bilidade de cad 
to· 
- tspIrito de Equipo: f 
zir o servidor para o co 
de cooperação, respeito, 
dar idade com todas a r 
na ua atividade, e qu' 
consigo mesmo e pa a co 
ve e que avali e asuma 
de seus atos; 
Art.40 - A competência regimental, para o 
exercício de determinadas atribuições, ir 
plica na efetiva responsabilidade pela sua 
execução, sob pena de desti ui;ão de fun­ 
ções nos casos de chefia. 
Parágrafo Único- A autoridade competen­ 
to não pode excusar-se decidir, pro eian 
do por qualquer forma, o seu pronunciamen­ 
to ou encaminhamento do c~so à considera - 
ção superior ou de outra autoridade. 
Art.so - o Prefeito Municipal e os Dirigem 
tes dos órgãos integrantes da estrutura or 
ganizacional da Prefeitura poderão, a qual 
quer momento, avocar a si as competências­ 
dologadas neste Regimento Interno. 
lrt.6Q - os órgãos da Prefeitura Municipal 
devem funcionar perfeitamente articulados­ 
ontro si e cm regime de múLua colaboruçtlo. 
lrt.7Q - A subordinação hiorirquica define 
se no enunciado das atribuições, competên­ 
cias e posição de cada órgão administrati­ 
vo na estrutura geral da Prefeitura Munic 
pal de Antonio João-MS. 
Art.8o - As normas referentes a pessoal,ma 
terial, administração financeira, execução 
orçamentiria, contabiJ idade e outros siste 
mas administrativos serão objetos de regu­ 
lamentos específicos, acrescido do Rogi~en 
to Interno. 
Art.9? - O horário do trabalho da Profoitu 
Gabinete da Prefeitura. Em,05 de marco de 1.993. 
Nilce Alves de Oliveira - Prefeita Municipal 
Roney 
O Vereador Roney­ 
Moraes Simões (PTB), 
que exerce pela se 
gunda vez um mandato 
popular, vêm sedes­ 
tacando na câmara Mu 
nicipal pelo traba = 
lho desenvolvido e 
pela coerência em se 
us posicionamentos e 
pronunciamentos, o 
jovem vereador bela­ 
vistense, em recente 
sessão realizada com 
a presença dos pro 
fessores da rede es­ 
tadual de ensino que 
estavam em greve,con 
seguiu arrancar demo 
rados aplausos dos= 
educadores durante 
pronunciamento onde 
teceu severas críti­ 
cas contra o Governa 
dor Pedro Pedrossian 
e condenou a atitude 
de alguns colegas de 
categoria que insis­ 
tiam em trabaJhar , 
. ·boicotando a greve e 
enfraquecendo o movi 
mento que reivindica 
va melhores sal 
rios. Roney, que e 
do mesmo pàrtido do 
Governador, foi um 
dos únicos políticos 
de nossa região a 
criticar dura e aber 
tamente Pedro Pedros 
sian,·assumindo urna 
posição clara em fa­ 
vor da classe dos 
professores que hoje 
já retornõram às sa­ 
las de aula.Devido a 
essa posiçao, Roney 
conquistou a admira­ 
cão e a simoatia de 
grande parte dos in­ 
tegrantes do movimen 
to grevista, dentre 
eles vários ex-adver 
sãrios folíticos e 
simpatizantes de ou­ 
tros partidos, numa 
demonstração de ~ue 
a melhor política é 
feita com coerência 
dinamismo e integra­ 
cão às causas popula 
res. 
Quando da visita 
de Anton1o 
, 
e Destaque na Câmara 
de seis vereadores - 
de Antonio João à B~ 
la Vista em compa 
nhia do Vereador 
Joãczinho Franco,can 
diàato à Presidência 
da UVMS - União de 
Vereadores de Mato 
Grosso do Sul - o no 
me do vereador Roney 
Moraes Simões ficou 
gravado na memória - 
dos edis visitantes 
pelo seu desomper.ho­ 
na Tribuna da Câmara 
Municipal durante 
vibrante.pronuncia - 
monto e motivou co 
mentários por parte 
dos colegas antonio­ 
juanenses, tipo "es­ 
se é um vereador dos 
bons"! Em acirrados 
debates na Tribuna - 
do Legislativo bela­ 
vistense, o Vereador 
Roney Moraes Simões 
tem se destacado tam 
bém pelo seu autocon 
trole, frieza e edu­ 
cação, nunca se diri 
g€ a um colega usan­ 
do termos que nao 
condizem com o deco­ 
ro parlamentar, mes­ 
mo nos.momentos das· 
discussões m·ais acir 
radas, sempre conse­ 
gue manter a calma e; 
sabe como pouccs dis 
cutir apenas no cam­ 
po das idéias, acre­ 
ditando que é desa 
forma que os políti­ 
cos devem pautar su 
as concutas, "a igno 
rância e falta de 
controle não sornam 
em nad para o bom 
desemper.ho dos traba 
lhos de um vereado­ 
em pról de sua comu­ 
nidade, muito pelo 
contrário, apenas a 
trapalhar:i", costlr.a 
dizer ele. 
oocsicionista 
convicto à atual ad 
ministração, mas sem 
ser radical, Roney - 
Noraes Sines tem 
per princípio básico 
apoiar na Camara to- 
João 
tive, 	- 
·id. 	+ ao + 
Art.I o substitufd 
faltas e im; 
t. .. i • : 
I - O ecretário Geral pelo 
II- O Chefe de Gabinete pelo 
III - O Chefe do Departamento de Admin. s - 
tração e Planejamento pelo 
IV- O Chef do Departa,«n o de F nanças - 
pe)o 
V-- O Chefe do Departamento doe Saúde pelo 
VI - O Chefe do Depar amnto de Educação 
e Cul tura pelo 
VI - O Chefe do Dpar tento de Desportos 
pelo 
VIII - O Chefe do Depar amonto de Promo - 
cão e Assistência Social p lo 
IX - O Chefe do Depar amento de Obras,Via 
cão e Serviços Urbanos pelo 
X- O Chf do Departamento de Acricu!tu­ 
ra e Pecuária pelo 
Art.110 - Será feita aubatit.ulcJo aulo:~.:i­ 
tica nos ipeaimentos ·ventuais do ti u­ 
lares de crgos e funções de Chefia, quan 
do o período de afastamento não for supo­ 
rior a 30(trinta) dias consecutivos. 
P.:ir5gra[o Onico - Quando o período do 
afasta~ento for igual ou aupcrlor a J0 
(trinta) dias consecutivos, o substitu - 
tos scr:io designados por ato da Prefei­ 
ta segundo as mesmas formalidades para a 
escolha do titular e· observando as dispo­ 
sições constantes do Estatuto do Servidor 
PGblico do Município. 
Art-12O - Os casos omissos no presente Ro 
gimento Interno, serão resolvidos polo 
Chefe do Poder Executivo. 
Art.130 - Este Regimento or.tra em vigor - 
na data de sua publicação, reogadas as 
disposições em contrário. 
dos os projetos é 
iniciativas que ve­ 
nham em benefício da 
nossa porulacão, i,!l 
depentes de onde ve­ 
nham, mas condena ve 
emente tudo aquilo - 
que considera preju­ 
dicial à comunidade 
belavistense, ou que 
não venham a somar - 
nada em pról de toda 
a coletividade. En­ 
quanto alguns o cri­ 
ticam o vereador se­ 
gue o caminho que o 
destino lhe reservou, 
representar dignamen 
te povo belavist 
se no Legislativo - 
honrando as centenas 
de votos que recebeu 
pela segunda vez,r.as 
Roney_ Moraes 
Simões (PTB) 
eleições de 03 de @! 
tubro de 92. 
EAEEEIE 
(Fundado e 20/02/1972 ) 
Publicação da Rede Belavstene de Jornal LTDA 
Avenida Tribuna da Fronteira 56 - 
Fone (067) 439-1410 - Cata Peta1 - 23 
e.e.e. - 15.513.203/0001-90 
Bc la V J.,: t.n - MAIO CR0SSo DO SUL 
Diretores 
Ivaldo Pereira e Ma:-ia Estela Velasqcez Pereira 
Din,tor Res-pons.âvc1 
Ivaldo Pe:-etra 
Reportagens 
Ubaldno Rodrigues e João Carlos Vetascuez 
Ccrent:c 
Cilson Silva Sa.11tos 
e 
'se 
C. 
s, 
''-4

Banco do Brasil 
1 1 
o intndn - pausará atender no oo n ida!o 
}a do Dnco do pra- vos segmento da eco 
j) d Mato ror o nomia. 
,al deverá roce - Segando adianto0 
er nos próimon di- a oprintendencia - 
a as novas intra- estadual do B, será 
do para operaçoe cxtndido aos Esta - 
com o ando Contitu dos da região Centro 
clonal do Financia - Oeste os benefícios 
;cnto do Centro-Oe- do Programa de Deen 
~" ( FC:0) , para 1993. vol v ímcn to Inda±trI­ 
Além do njur;t<:G r,ro- nl, que vai permitir 
avidos no âmbito- o financiamento de 
dos encargos finan· construção civis,de 
ceiros favorecidos e mãqoinas e eqaipamen 
o Programa de Desen tos fixos no r;olo e 
volvimcnto Tlur 1, ao de mais benfeitorias 
nJtcraçõon mnin nig- que passem a inte 
nificativuo cHzem <Jrar definitivamente 
rc:;pcito ií umpliaçiio imóveis cedidos pc 
na uua próprio linha los Govern Esta 
de financiamcnto,quc dual Ou M ... lcipal , 
Povo Reclama do Poder Legislativo 
'frem da Alegria' nas 
Câmaras Municipais 
Orçamentos e do - 
scmbolos relativos 
no crédito rr l e 
agroindustrial, se - 
rão corrigidos pela 
Unidudc do R0fcr6n - 
eia Rural e /.groin ·• 
dantrial. A inclaão 
de novoa Município~ 
nas sub-regiões da 
Região Contro-Oeate 
já foi pedida pelo - 
próprio Ministério - 
da Integraç3o Regio­ 
nal. 
várias den~ncias, tante, é lembrar o 
por cartas, telefone salário de uma Pro - 
nas e até telegrama, 
chegaram à Redação - 
deste Jornal, no to­ 
cante ao funcionamen 
to de algumas Câma.-::­ 
ras Municipais de 
nossa região. 
Com o Brasil atra 
vessando uma das pio 
res crises de sua - 
história, o povo não 
concorda com os salá 
rios e as mordomias - 
de Senadores, Deputa 
dos e Vereadores. E 
isto mesmo, também - 
os Vereadores estão 
sendo criticados. 
Em Campo Grande , 
onze Vcreadore s gasta 
ram Cr$ 200 milhões 
de cruzeiros numa 
viajem ao Rio de Ja­ 
neiro para participa 
tem de um Encontro-::­ 
nacional para discu­ 
tirem sobre o PLEBIS 
CITO... 	- 
Em Brasília, a Me 
sa Diretora da cama­ 
ta destina CrS 400 - 
túlhões de cruzeiros 
a cada Deputado, pa­ 
ra tratamento médico 
odontológico. 
Um verdadeiro a -. 
tentado à dignidade mente. 
do Povo que passa fo 
e e não têm condi • 
~Ões nem mesmo de ar 
car com despesas má­ 
dicas, quanto mais - 
colll denti-stas. 
Enquanto trabalha 
dores desempregados - 
batem ás portas das 
fãbricas, das Empre­ 
as, com mui tos se 
transformando em ca­ 
~lõs, nossos reore­ 
sentantes do Poder - 
Legislativo empregam 
~ntenas, milhares , 
e Parentes, amigos, 
Cabos e lei torais, sim 
atizantes como as­ 
essores de coisa al 
9-.n,,a, 	- 
E, pasmem, também 
!13 nossa região, em 
/rias Câmaras, fo - 
j formados verda - 
•!!lros "trens da ale 
3ria", com a contra­ 
~ação de dezenas de 
cionários. Eviden 
: que hã os que , 
,.,ea11nente, trabalham, 
~s a grande maioria 
~ Siã encostada em Es 
/ as, repartições ::- 
"em casa mesmo, só 
b C1:1parecendo ao "tr a 
??ho" o final do 
~n para receber o 
dque, o pagamento. 
ias, o mais revol 
fessora, de um Pro - 
fessor, qe forje 
mentes e indica cami 
nhos, obrigados a ta 
zerem greve parai - 
galar os seus salá­ 
rios ao"minirno". 
E o que dizer dos 
salários dos milita­ 
res? Eles não podem 
se manifestar, mas 
podem ... passar ne - 
cessidades,e se não 
controlar rigorosa - 
nente os gastos, pa.§_ 
sam fome. 
TREM DA ALEGRIA E 
PRESSÃO SOBRE OS 
PREFEITOS 
A denncia mais 
grave veio de Anto - 
nio João, nesse Muni 
cípio ü Câmara pos-:­ 
sul mais de VINTE 
funcionários. Lá um 
Vereador ganha em tor 
no de Cr$ 15 milhões 
de eruzeiros mensal­ 
mente,na verdade es­ 
ta é a base dos salá 
rios dos Vereadores­ 
em nossa região, de 
Cr$ 15 a 19 milhões 
de cruzeiros mensal- 
vinculada, 1 
on ratos d 
to, leasina o, ala - 
Joel, oo adaaírin!o 
sob condições saspn 
3iva. 
o Brasil, país virtualmente· 
tão rico e virtualmente tão po­ 
deroso, ainda não conseguiu rea 
lizar nua cxperiéncia dcnocrat! 
ca plena. to que nos amarra ao 
cionamento do Prefci atroso. togue nos impede a a­ 
to com Câmara é mui- proximação á contemporaneidade. 
to bom. 	Tivemos periodos curt1ss1rnos 
Na verdade, há a- de liberdades, logo interrompi­ 
ma espécie de pres - dos por regimes que afastaram o 
são sobre os Prefei- povo do processo decisório. 
tos, muitos exercen- Os resultados todos conttecem. 
do 
O mandato pela 1a Impôs-se o modelo concentrador 
vez, temerosos de re da rendo e dos privilégios. A - 
taliaçôes, procuram ccntuararu-se os contrastes en - 
contentar os Vereado tre pobreza e opulência. Herda­ 
res. 	nos para esta a próxima geração 
Evidente que há os desajustes cronicos t1p1c~s 
câmaras e Vereadores, de urna sociedade de fim-de-li 
realmente preocupa - nha. Marginalidade, v!olencia , 
dos com as Comanida- conflitos e a exposiçao aguda - 
des muitos com os de nossas misérias. 
salfi.rios qu~ recebem A nossa tragédia é que as cha 
ajudam.os mais caren madas elites conservadoras ja - 
tes, com remédios , mais se renderam ao processo de 
doações e até mesmo mocrático. Sempre que a socieda 
com alimentação. de conquistou o direito de deci 
Não somos contra dir sobre seu destino, as instl:_ 
u.m vereador ganhar - tições democráticas foram gol­ 
bem, desde que traba peadas. Ditaduras, regime mili­ 
lhe somos contra os tar, soluçoes congressuais, ar­ 
exa~eros, as mordo - tificios parlamentaristas, fo - 
mias, os gastos des- ram fórmulas adotadas quando se 
necessários e a poll acenou com a eventualidade da 
tica de empregos. - participação políti~a ~as mas 
Em Bela Vista a sas anônimas e dest1tu1das. A 
câmara Municipal pos democracia à moda dos n~cleos 
sui SEIS FUNCIONÂRI:: que comandam a economia desde_ 
os e o controle dos 1930, pode tudo, menos a parti- 
gastos é rigoroso. cipação do povo. 
Não há nenhuma Agora, repete-se o gesto. De 
pressão sobre o Pre- sacreditadas para propor o reg~ 
feito, nem mesmo - me de sua preferência, a ditad~ 
quando atrasa ore - ra pura e simples, levantam ma­ 
passe do duodécimo. is uma vez a tese do parlamenta 
Com tantos abusos rismo. O objetivo e o mesmo. E­ 
ainda se fala em re- vitar que a maioria decida e par 
gime parlamentaris - ticipe de um projeto nacional • 
ta I Entendemos que - Abominam a possibilidade de u.m 
todas as câmara Muni plano que possa refletir as ex­ 
cipais deveriam di - pectativas de retomada do cres­ 
vulgar, através da cimento em novas bases. Porque 
Imprensa, todos os isso significaria deslocar in 
meses relação de re teresses, abolir privilegios , 
ceita; e despesas,ri democratizar a renda e abrir, a 
lação minuciosa, não final,-uJII tempo d7 
r7
dençao pa­ 
balanços, e,também, ra os 70 de brasileiros que 
a relação dos funcio ainda vivem marginalizados no 
·nários. - lado escuro da _economi~ de mer- 
Esta divulgação - cada. Enquanto existirem insti­ 
dirimiria dvidas,se tições medianamente democrati­ 
pararia o joio do tri cas, a eleição direta para Pre­ 
go, e acalmaria os es sidência da Repblica será a 
piritas mais exalta= chave para galvanizar a banda - 
dos. Seria de bom al necrosada do País. Essa e a o­ 
vitre essa divulga - portunidade do debate sobre as 
ção, lembrando que o grandes questões nacionais. E o 
povo, pais de farol - momento em que se apresentam os 
lia, mães, na grande grandes projetos para o futuro. 
maioria, passam por_ É quando a sociedade como um· t.2_ 
dificuldades e nao e do e estimulada a contrapor se­ 
nossa intenção jogar us interesses através do voto, 
o povo contra o Le - aos privilégios de há nuito es­ 
gislativo, afinal ·é tabelecidos e prósperos. Nossas 
no LEGISLATIVO qu~ elites só podem pretender o con 
estão os nossos re trário. E: uma questão de coerên 
presentantes. eia elementar co.n a ideologia e 
Temos absoluta vantagens que as sustentam. 
certeza de que ne ~ Sejw~ éticos. 
nham Jornal cobraria Todos sabenos que o parlamen 
essa divulgação, que tarismo será o reino dos lob - 
é de INTERESSE PÜBLI byes, dos grupos econômicos,dos 
CO. 	cartéis, que substituirao parti 
dos e vão dominar a vida publi- 
A Prefeita de An­ 
tonio João, Nilce de 
Oliveira, repassou - 
para a Câmara mais de 
Cr$ 800 milhões de 
c;ruzeiros em 3 meses. 
Segundo informa - 
ções de uJll comercian 
te da cidade, além 
de receberem salári­ 
os de marajás, compa 
rando-se com a médiã 
dos salários pagos - 
por Ernpresas,até mes 
mo com o salário mi= 
nimo, hoje de CrS 1. • 
700.000,00, os salá­ 
rios dos Vereadores 
em Antonio Joãô é 
"muito bom", os Ve - 
readores exercem 
pressão sobre a Pre­ 
feita, até um Monza 
foi doado à Câmara. 
A Prefeita não - 
critica os Vereado - 
res, diz que O Seu 
relacionamento com a 
câmara é "excelente". 
Também pudera! 
A Câmara M...nici - 
oal de Porto Murti - 
nho têm Z0•efetivos, 
mas comenta-se que 
há outros mais. 
Não podemos afir­ 
mar, mas que comen - 
tam, comentam ... 
Naquele Município 
também também o rela 
• 
va1 Ampliar o FCO 
rla), para o Centro 
0te, serão benof{­ 
ciados p!a criação 
do Programa de Apoio 
a Pol tica do Refor 
ma Agrária, ao tal 
serão destinados 10 
dos recursos do FCO. 
A; associações e 
coopcr tivu~ r.crão - 
classificadas, qaan­ 
to ao porte, através 
das inGtituiçÕc::; de 
novoG porãmctros. 
e o t pas 2 
rica! or )a 
o's 1ancar ão d a 
ra nova linha de fi­ 
yrc]unto da a 
irá, 1é do din!ei­ 
ro qae advém dos 
EGr« (E préstimos d9 
Governo Federal). 
o fundo do Ccrrodi - 
1..<1n,;;aclo e-, : •r 
ço do ano pusado , 
Jantmonte ccm o Pa­ 
cotr Agrícola, o f.n 
do é am, nova li .ha 
de aplicação finan - 
coira que bennficia 
a agrical ora. Qual- 
1ao par 
ro rr 
cr.3. cL 
t a:;li 
ci 
qropec .... ,r ia 
,,.rtc (10) 
plicacães n 
dos f u uY.OS t 
rodities a«rico 
las, 
ELHO GOLPE 
ca brasileira. 
Não apenas porque o retrato 
do Congresso atual seja esse 
no qual a irrcsponnnbili cadri 
chega a tal ponto que Deputados 
assinam projetos abGurdo,; OuC' 
nem chegam a ler. 
A próxima legislatura, r.ob a 
égide do parlamentarismo será 
pior. Num pais como o nosso, a e 
leiç5o proporcional é a mais 
enganosa. 
Prevalecem as pequenos que~ 
tões, as reivindicações r.:eno - 
res, o compadrio e todos ~3 vi 
cios da política de ocasiao. 
O parlamentarismo. será o e~ 
minho da deterioração rápida. 
E não é exatamente isso que 
pretendem as velhas raposas • 
aue se refestelaram no período 
áitatorlal e querem mais? 
Não venham com o exempo O - 
portunista da deposição de Col 
lorde Mello para justiéicar o 
Congresso Nacional e o parla - 
mentarismo. 2 bom lembrar que 
o Congresso só agiu e foi ~~ 
~ltimas consequências quando a 
população vocalizou s~a indig­ 
nação nas ruas do País. 
Os meninos cara-pintadas 
t(com alguns emprestir.ios do 
Proudhon) sentiram-se capazes 
de sacudir a sociedade de seu 
topar. Pressionaram o Congres­ 
so que buscava fórmulas de con 
ciliação e pretendia, quando - 
muito, desmoralizar o Presiden 
te e punir PC Farias. 
A deposição foi possível no 
Presidencialismo. No parlamen­ 
tarismo, o primeiro-ministro - 
seria substituído por Outro , 
do mesmo grupo, do mesmo viés. 
O parlamentarismo foi cria­ 
do para estender a sobrevivên­ 
cia do poder social no fim do 
feudalismo. 
E tem servido para preser - 
var poderes e privilégios se - 
gundo a máxima leopardiana, de 
fazer parecer que tudo muda p~ 
ra ae nada se modifique. 
Ô Presidenciaiismo·é filho 
da Repblica, dos movimentos - 
de libertação nacional, da ex­ 
periência de soberania do povo. 
No Brasil, ditadura e parla 
mentarisrno, aparentemente opo~ 
tos, têm a mesma raiz: odes - 
prezo de nossas elites pelo P2 
voe suas aspirações. Apresen­ 
tá-lo, agora, como solução pa­ 
ra os nossos problemas, ·é, n6 
mínimo, uin deboche sobre as 
nossas esperanças. 
.Mais uJ11a tentativa de golpe 
sobre a democracia brasileira. 
Mas desta vez, tenho certe­ 
za, vai prevalecer o melhor p~ 
ra todos nós. 
Vai vencer o presidencialig 
mo, a democracia. 
o oarlarnentariswD está des­ 
tinado ao inferno dos oportu 
nistas e das ingênuas intcn 
ções. 
Enfim, o parlamentaris= 
se suoorta em má fé cínica ou 
em profunda ignorância da histª 
ria e dos modelos conheciãos. 
reerre a 	aa 	tare 
Roberto Requtão de 1lo e SL1a, Jarra41zt . 
Advogado, é Governador do Pars?

Mecânica e Tornearia 
Saniodiesel 
eforma do máquina e imploren 
tos agrícolas, Serviços de tor­ 
no e tolda m geral. 
Atendimento camarada, o melhor­ 
preço da cidade, e o mais impor 
tanto: 
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dor 	. 
d4a.ça 	rg 
qulari 
n iões e =i•• 
TABELA DE PR";O 
Após um acordo do associa - 
dos presen es fcou assim esti­ 
puladu: p.igin.,-;r.rlr, c.rr->i:i.ld,, 
Cr 35 mil cruzeiros cm por co 
lunn. 
Página determinada Ccr$45 mil 
cruzciror, cm por coluna. 
1a página crs 150 mil cruzei 
ros o cm nor colun~. T ndc cm 
visto os desencontros de preços 
cnlrec an r:.MPHL:SlS de nossos AS­ 
SOCIADOS, ficou estipulado de 
mâxima 20~ inferíor a nossa tn 
bela para negociação co~ clien= 
tela, onde solicitamos colabora 
ção e rigor neste item, acima 
de ludo por uma questão de cos 
rência e tTICA. 
39 ENCONTRO NACIONAL 
Conforme já é do conhecimen­ 
to de todos ASSOCIADOS ADJORIA­ 
NOS e ABRAJORIA~OS, estará sen 
do realizado na cidade de são 
Paulo, no per iodo a 
combinar o 39 Encontro Nacio 
nal de Diretores de Jornais do 
Interior com CF-tadia e passa 
gens bancada pEla nossa ABRAJo= 
RI. Solicitamos aos companhei - 
ros do nosso Estado,fazerem su­ 
as inscrições em tempo hábil pa 
ra evitar correria de última ho 
ra. Maiores informações com a 
sede da ABRAJORI em Brasília,pe 
lo telefone (061)248-7887. - 
O Presidente da nosF-a ADJORI 
esteve em audiência com o Secre 
tário de Comunicação do Governo 
Pedro Pedrossian - OSCAR RAMOS 
GASPAR - orde solicitou que o 
Governo programasse somente Jor 
nais Filiados a nossa ADJORI , 
deixasse a nosso critério as MA 
TtRIAS que vinham programadas= 
r.as AUTORIZAÇÕES, tentou nego 
ciar uma mídia sobre o PLEBISCI 
to e outro,mídia sobre os 2 
ancs do Governo Pedro Pedras 
sían. Os resultados já foram ob 
tidos conforme os companheiros 
já devem ter recebido. 
Queremos de público destacar 
a colaboração do companheiro e 
a d 
15/03/93, 
I r,_'l' 110 
endereço, port 
l0o os comunica 
Também ficou ace taca a ns 
idade de reuni: -nos tu ou mais 
vezes em reuniões mens is, par 
tratarmos de assuntos eferen - 
tens a n0a cla e e o fortale­ 
cimento da mesma. f pensamento 
desta gestão em aproximar mais 
nossos comp. nheiro que estão A4 
fastados da nossa Associação,iR 
cluoivc rrogrum~rdo r •uni6eu - 
nas cidades de origens de seus 
Jornilis. 
JORNAL D~ ADJORI 
Estarcmoa em breve fazendo - 
voltar a circulur o Jornal d 
ADJORI-MS por isto,estamos roce 
bendo sugestões e matérias par 
a edição que cstarcmcs levar.do 
e distribuindo no 30 Enccntro - 
cm são Paulo. 
10 FORU/1 DE DEBATES 
Estamos programando a rr:alí­ 
zação do 1 O FORSM DE DEBA'l'CS or: 
JORNIIS DO INTERIOR que será em 
nossa capital Campo Granéc- co~ 
data a ser marcada em nossa reu 
nião em são Paulo. - 
HOMENAGEADO DO Ml:'!S DE MARÇO 
Queremos prestar uma justa 
home~agem ao companheiro sócio 
fundador da nossa ADJORI - MS 
THEODORICO LUIZ VIEGAS díretor 
do Jornal FOLHA DE DOURADOS pe­ 
los serviços prestados em causa 
do JORNALISMO INTERIORANO con 
votos de muito sucesso. Avante, 
companheiro e mestre THEODORI - 
co. 
REMESSA DE JORNAIS FILIADOS 
Gostaríamos que os companhei 
ros remetessem EXEMPLARES das e 
<lições de seus JORNAIS - para 
caixa postal 44 - 79.990.000 
Amambaí-MS. 
TELEFONES 
Estamos dispostos a atender 
nossos filiados pelos fones:_h9 
rar1o comercial 481-1911 hera - 
rio noturno e fins de se~ana 
481-1497. FAX 481-1595 em horá­ 
rio comercial. Pelo fort.ale 
cimento da nossa ASSOCIAÇÃO. - 
Cordialmente - Jorge Pacheco 
Presidente. 
PREFEITURA MUNICIPAL DE CARACOL 
PORTARIA Ng 036/93 
O senhor Juvino Godoy, Prefeito_Municipal de Caracol, Estado de 
Grosso do Sul, usando das atribuiçoes que lhe confere 
0 cargo. 
l 
Mato 
RESOLVE: 
Designar o Funcionário Cezário Souza Vilalb 1 
de Agente Fiscal no Departamento de Fazerd a, otado no cargo efetivo - 
mente em Comissão de Chefe de Setor Pessoa~• ;1:~ exerc~r o cargo de prov_! 
a partir do dia 01 de abril _de 1993. ' ulado a Secretaria G_era.l 
Cumpre-se e publique-se. 
Caracol-MS 01 de abril de 1993 
Ciente: Cezário Souza Vilalba 
- Juvino Godoy - Prefeito 
Ipanema Modas 
Confecções e Bijouterias 
ADULTO E INFANTIL 
Diretamente do Rio os últimos 
camentos: conjuntos de linho, jeans. 
Roupas em malha, shorts, camise 
tas, pijamas, calcinhas, bernudas, 
res e modelos à escolher. 
RUA CONDE PORTO ALEGRE,368 
FONE: 439 - 1846 
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OS MELHORES PREÇOS DA CIDADE! 
BELA VISTA MS

Mercado e 
de Carne 
Casa 
Sadia 
pe. Antonio Casanova 
oin tabeleeímentos junto um do 
outro para melhor atender a qrande cli 
ente]na. 
'eco e Molhados em qeral pelo pre 
ço mais camarada da cidade! 
Ao lado etá a CASA DE CARNE ADIA ' 
Carnen de uinos, bovino, franqos. 
patos, 1inquicas mintas,queijos, ba- 
nhas, torresmos, etc ... 
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1 
1 
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Donito - MS 
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Leite, 1910 (onde era a Farmácia do Pe 
drlnho), o 400 GRAUS DIUNK' S BlR, e 
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quem está a fim de descontrair. 
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Anexo funciona a tradicional "Chur 
rascaria Canaã",·que serve no almoço~ 
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Brasil. 
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"Bufet" quente e frio com uma varieda­ 
de de pratos. 
Estacionamento privativo, garagem­ 
coberta e com guarda a noite toda. 
Para reservas disque:(067)255-1282 
255-1255 
Bonito - MS 
DE BEL 
Dispo or 
Ia Vir;•,) (Ui H.). 
1 
O Prefeito Mun!c pa1 d els Vi a,#g 
tado de ta o Grosso do ul, no uno das a 
tribuicoes e tendo em vita o dipos .o no 
art. 2o da Lei funicipi l no 84, de 18 
de dezembro de 1989. 
DECRETA: 
ART.1? - A Unidade Fiscal de la Vi+a (U 
PIC), para o mes de abril/93 erá fiada - 
conforme índico inflacionário abaixo: 
- !ndice inflacion6rio narço/93 s 26,251 
UFIC 0 182.567,25 
ART.20 - Este Decreto entra CM vigor na da 
ta de oua publicação, revogndag ao disposI 
ções cm contrário. 
Bela Vista, 05 de abril de 1993. 
DECRETO NO 107/93, DE 05 DE ABRIL DE 1993 
l 
"Dispõe sobre os valorea doa diárias­ 
dos servidores do Poder Executivo, e dá 
outras providências". 
O Prefeito Municipal de Bela Vista,EQ 
tado de Mato Grosso do Sul, no uso de suas 
atribuições e tendo em vista o disposto na 
Lei Municipal 757/85, de 19 de junho de 
1985, com a redação dada pela Lei no 
911/91, de 13 de junho de 1991, 
RESOLVE: 
Art.10 - Divulgar, na forma de anexo desta 
Portaria, os valores das diárias a serem - 
pagas a servidores do Poder Executivo Muni 
cipal, quando em viagem fora da respectiva 
séde. 
Art.20 - Esta Portaria entrará em vigor na 
data de sua publicação e/ou afixação no 
quadro de avisos da Prefeitura, revogadas­ 
as disposições em contrário. 
ANEXO 
(Portaria 107) 
• Lei Municipal 911/91 
TABELA DE VALORES DAS DIÁRIAS 
Auto Elétrica Bonito 
De: Valdemar Zanuncio Trindade 
Venda de peças elétricas, baterias_y 
novas e recondicionadas, consertos de 
motores de partidas, dínamos e alterna 
dores. 
Rapidez, perfeição e com garantia­ 
absoluta. Antes de viajar , leve seu - 
carango para ser checado pelos profis­ 
sionais da Auto-Eletrica Bonito. 
Rua 29 de Maio, 922 
Fone - (067) 255-1333 
Bonito - MS 
INITRIOR 
CAPITAIS 
CLASSI1'ICAÇÃO 
NESTE ESTADO E OU - 
TROS ESTADOS INCLUSIVE ID ESTAOO 
Prefeito Municipal 1.035,200,00 1.263.176,00 
Secretários 	817 ,231,00 1.035.200,00 
Ocupantes de Cargos 
og Funções de DIre - 594.324,00 817.231,00 
cao. 
Dem.als Func:ionârtos 371.358,00 594.324,00 
- ; l ' 
confri 
do art.ao f 
de abril d 
r ,.. 1 no 4020/64. 
Ar .lo - Ou ermo da 
936/92, fica aberto v 
Suplementar no valor d 
(Quatrocen os e quinze 
ro) a ser desigado n 
ções Orçamen árias. 
Cr$ 415.000.000,00 
milhos d cru i- 
equin os pot a- 
02.00 - EXECUTIVO 
02.03 - iSGESSõAENTO JUP{BICO 
03.07.020.2.05 - Serviços õur{dicos 
3.1.3.1 - Remuneração de Serviços Pes 
senis .... 10.000.000,00 
02.04 - SECRETARIA DE ADMINISTRA;MO 
03.07.021.2.06- Servicos da Na1nitra - 
cão Geral 
3.1.3.1- Remuneração de Serviços Pes 
soais .... 30.000.000,00 
3.2.5.1 - Inativos so.000.000,00 
02. 05 - SECRETARIA DE FA7.f''!n/ 
03.08.021.2.08 - Manutenção aG secretaria 
3.1.3.l - Remuneração de Serviços Po 
soais .... , 50.000.000,00 	- 
02. 06 - SECRETAR II DE SAOD! E PROMOÇÃO SO 
CIAL 
13.75.428.2.11 - Serviços de Aclmir:istra - 
cão Geral 
3.1.3.1 - Remuneração de S0rviço3 Pcn- 
soais 15.000.000,00 
3.1.3.2 - Outros Serviços e Encargos ..... 
so.000.000,00 
3.2.5.9 - Outras Transferências Pcs 
soais ..... 100.000.000,00 
02.07 - SECRETARIA DE EDUCIÇÃO, CULTORA E 
DESPORTO 
08.42.187.2.15 - Manutenção do Desenvolvi 
mente do Ensino do 10 Grau 
3.1.3.2 - Outros Serviços e Encargos, .... 
100.000.000,00 
02. 09 - SECRETARIA DE DF.SENVOLVU!ENTO ECO 
NÔMICO 
08.18.111.2.23 - Coordenação das Ativida­ 
des 
3.1.3.1 - Remuneração de Serviços Pes- 
soais ..... 10.000.000,00 
Artigo 20 - Para cobertura do Crédito Su­ 
plementar foi cancelada a inportãncia de 
Cr$ 415.000.000,00 (Quatrocentos e quinze 
milhões de cruzeiros) da seguinte Dotação 
Orçamentária. 
02.00-EXECUTIVO ,02.08-SECRETARIA DE VIA­ 
ÇÃO, OBRAS E SERVIÇOS PÚBLICOS- 10.57.316 
1.13- Construção de Casas Populares . 
415.000.000,00 
Artigo 30 - Este Decreto entrará em vigo~ 
na data de sua publicação,revogadas as 
disposições em contrário. 
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Governo do Estado de Mato Grosso do Sul 
, , , r •, 1 ) Prof4o f. 1 ) , 
o lo do ano letivo, cor o fim do movionto grevit 
± bata!ha onde não hoave vencedores. E qo , o prr 
n, deveria ter acontecido. Mas o a!dr, de qra 
ore reparadas agora e evitadas no aturo, imr 
fazer oi, com a responsabilidade de Governante, lg. 
f1e o qae jaluo indispensaveis. 
Perderam, com uma greve insensata, os quase trezentos mil 
!anos em particular e toda a comunidade estadual, qoe e, e1 
fim, q0em paga a conta. Sobretudo, perde, você, professor ta), 
0lo aço0lamento de pretensas lideranças que, cm basca de ao 
to-afirmação corporativa, arrastaram a categoria a greve, en 
l •iu,1nto 1, (·J c;ov<•rno jomüiu rw furtou i"1 innt;,ncüi clr-mocr,1 lcn 
dao negociações. _'Tal _radicalismo _foi _w._{Eu5trantc_reu 
ponta ao revolucionário processo_de democratização da_Edca- 
cio, ±s ±vo_ã cor9gm depreender. 	A 	- 
A atillzação político-partidária dos avanços democráticos 
implementados na Educação expressa tristemente o despreparo 
do m esquerdismo tardio, que instrumentaliza em causa pr6 - 
poria uma conquista que custou muito o meu Governo gurantir.J 
obsessiva distorção do procesoo por uma minoria radical pode 
rla comprometer, talvez de forma irreversível, a ge:;tão com; 
nlt~rin dtl Educação, que colocou Mato Grosso do Sul na van­ 
faarda dos nvançoo sociais concretos. f assim que o pnrtida­ 
rimno interesseiro acaba sempre lesando n sociedade. 
E neote momento toda a sociedade nacional por um longo pc 
rlodo de deocrcnça e, o que é pior, de desesperança. Talvez­ 
seja cosa a ~nica explicação possível para o [ato do profes­ 
sorado ter se deixado tomar por uma [~ria reivindicativa, no 
mínimo inconsequente. Ceder às pressõês de um punhado de pre 
tensoc líderes, dando aumentos que não poderiam ser pagos ~ 
seria uma insensatez de meu Governo que desembocaria fatal - 
mente no caos e na desordem. 
Você, professor(a), como toda a gente deste Estado, so 
Creu as consequências de uma triste aventura dessa natureza, 
que há pouco mais de dois anos mergulhou-nos em completa in­ 
govcrnabilidade. Encontrei, ao assumir o Governo, o Gabinete 
tomado pelo funcionalismo em greve e oito folhas de pagamen­ 
to, l.laclus·ive· do seu salário, em atraso. Algumas pagas com - 
recursos sacados a descoberto nos Bancos, o que não reduz o 
rombo financeiro ou a irresponsabilidade p~blica. 
Recobrei, de imediato, a governabilidade. Mas a enorme dÍ 
vida herdada até hoje não foi rolada com a União, em canse= 
quência da instabilidade e do absoluto descaso do Governo Fe 
deral que, ainda há pouco, em plena greve, literalmente se= 
questrou, através do banco do Brasil, 22 por cento de nossa 
arrecadação. Neste contexto, ceder às reivindicações que re-, 
dundaram na greve seria o mesmo que o Governo decretar sua - 
própria falência. 
No entanto, toda a sociedade é sabedora de que, ainda as­ 
sim, meu Governo tem garantido à você, Professor(a), aumen­ 
to sempre cinco por cento acima do concedido aos,idemais ser­ 
vidores, o que assegurou um ganho real, para o magistério , 
de dez por cento acima da inflação, no trimestre. Em respei­ 
to,apsoluto a essa mesma sociedade, que gera progresso e di­ 
visas, adotei o aumento da arrecadação como ~nico índice coe 
rente para correções salariais, e determinei o procedimento­ 
inedito de completa transparência nas contas pblicas. 
Por.elas, cada cidadão deste Estado é informado de que o 
Executivo destina 18,9 por cento de sua receita aos Poderes 
Legislativo e Judiciário, à Procuradoria Geral da Justiça e 
ao Tribunal'de Contas; nada menos que 41,71 por cento vão pn 
ra o pagamento de salários, incluindo o do Profescor, sempre 
com cinco por cento acima do restante dos funcionários; quin 
ze por cento estão comprometidos com a ~u~agem da divida (no 
mes passado a Uniao "es~ourou" esse limite em mais sete por 
cento); dez por cento s~o aplicados no custeio da máquina , 
hoje sob severa contençao de gastos; e outros quinze por cen 
to, preserva-os a qualquer custo para os investimentos, sem 
os quais o Governo perde a própria razão de ser. 
Tenho por princípio que o cidadão-contrióuinte tem o di - 
reito sagrado a obras e serviços que tornem mais digna e sa­ 
lutar_a vida de sua família. E disso não abro mão. 
.. E_e sob a inspiração que tem norteado toda a minha vida - 
p~blica, de demarcar um futuro mais generoso para toda aso­ 
ciedade, mesmo q~ando a realidade presente parece amesqui 
n~ar-se em ~ressoes localizadas e imediatistas, que lhe comu 
nico, atraves desta a minha. decisão pessoal de DETERMINAR o 
·PAGAIENTO INTEGRAL DO ES DE MARÇO A TODO O MAGISTf°:RIO, 
E, mais que isso, ANISTIAR A TODOS OS INCURSOS EM·PROCES 
SOS D~CORRENTES DA ÚLTIMA GREVE, ARQUIVADOS OU EM ANDAMENTO 
DECLARANDO-OS EXTINTOS. _ " . • , 
Saudações cordiais, ~ 
PEDRO PEDRossIAN ~ Governo MS 
GOVF.RNADOR 	"""". 
1f wansparência nas Administrações 
Depois dos "cara pintadas" 
o Brasil já não é o mesmo, há 
uma generalizada indignação 
quanto aos políticos, adminis­ 
tradores p~blicos (Prefeitos, 
Governadores, Presidentes de 
Estatais, etc), Vereadores, De 
putados, enfim, com os que es= 
tão no poder, independentemen=· 
tece ~artidos ou ideologias. 
Há uma necessidade premente • 
de os administradores divulga­ 
rem minuciosamente as ·receitas 
e despesas, seja de uma Prefei 
tu.ra, de uma Câmara ou de uma 
estatal. 
O povo quer TRANSPARECIA. 
Quando se fala em transpa - 
rência, não ê publicar ou di - 
vulgar BALANÇOS, técnicos, fa­ 
la-se em divulgar dados, com 
nomes, valores, semanalmente , 
para conhecimento dos maiores 
interessados - O POVO. 
Os Prefeitos e Vereadores , 
de nossa região, Sudoeste e 
Fronteira, poderiam dar o exem 
plo, divulgadno relatórios mi~ 
nuciosos de suas despesas e re 
ceitas. 
E relação de funcionários. 
Se a intenção é passar o 
3rasil a limpo, alguém tem que 
começar. 
SO E 
E 
ÉTICA NA POLÍTICA 
A IMPRENSA 
5ão Palo", o, por 
a in i -oi. e r 
dicali o, co A4 
alguns reflexos to 
bem en ootras publi­ 
cacções, cc.o "Veja" 
e a mesmo na Folha 
de São Palo. E soa 
inarredável decisão 
de tentar prc j ,,cli c.:ir 
me, aqu.lc Jorn3l - 
n5o tem hoal .do cn 
recorrer a todo tipo 
de acusação infunda­ 
da, que aou obrigado 
a desmentir através 
de matérinn p0qas , 
ainda que e=tou ja - 
mais consigam sanar 
o mal perpetrado por 
tais "dcn:..ncia:;". E 
já houve casos em 
que se recuso ... a pu­ 
blicar até mesmo ma­ 
térias pagas, impe - 
dindo totalmente • 
dessa'forma, que me 
defendesse junto aos 
leitores. 
Nos ~ltimos dias 
à falta de argamen - 
tos, o Jornal da fa­ 
mília tesqita resol 
veu apelar até mesmo 
para notórias perso­ 
nagens da ditadura - 
militar, tentando e­ 
xumar um processo da 
Comissão Geral de ln 
vestigações contra= 
minha adm.inistração 
na Prefeitura de Cam 
pinas. 	- 
Esse processo, co 
mo tofo procedimento 
do governo totalitá­ 
rio, foi conduzido - 
de forma secreta,en­ 
tre 1974 e 1978, sem 
que eu a ele tivesse 
acesso. Fui vítima - 
de um odioso tribu - 
nal de exceção do re 
gime militar, da 
mesma forma como cen 
tenas de outras pe~= 
soas pelo País afo - 
ra. No meu caso, fe­ 
lizmente, como nem a 
ditadura conseguiu - 
fabricar algo que me 
incriminasse, o pro­ 
cesso acabou por ser 
arquivado em dezem - 
bro de 1978, pelo De 
ereto do Presidente­ 
Geisel que extinguiu 
a GGI. 
Pois agora, esque 
cendo até mesmo qde 
o próprio Jornal foi 
prejudicado pela cen 
sara do Governo dis­ 
cricionário - que o 
obrigou a pub_licar -­ 
poemas e receitas cu 
_linárias em sua pri­ 
meira página -,o "Es 
tãao" tenta baralhar 
a inegável verdade - 
de que fui vítima ca 
ditadura, para criar 
a imagem de Que só 
não fui punido por - 
que teria feito um 
"acordo" com o regi­ 
me militar. S~prena 
infâmia, a de querer 
transformar-me,de vi 
tima que fui da dita 
dara, em seu colabo­ 
rador. E para corro­ 
boar suas aleivosias, 
o Jornal recorreu a 
depoi.reentos desprezí 
veis de Armando Fal­ 
cão e Paulo Egydio - 
~lartins, este ~ltimo 
o Governador biônico 
em cuja administra - 
çaô norrer=. -~os no­ 
rões do DDI-Codi-· ô 
Jornalista ladinir 
Hcrzog e o operário 
do, o !{+ r do 
!, J e nado,Palo PYs 
rd, hoje il tre - 
Minis'ro do Sopremo 
rib.cal Fora.,A 
i, do presidente do 
senado, te rôn .o Por 
e'!a, q0 paese - 
'm no proccso e - 
creto, q.o já perdo· 
rava por tr anos. 
Vejam bem: ele ex! - 
giu que o Governo en 
ccrrasoc o prccrono, 
fosse conclusão favo 
rávcl Ou contraria a 
mm, sem pedir favo­ 
res, porque niio ora 
admissivel que o pro 
censo se tornaosc in 
tcrmln5vcl, apenas= 
p,ra atingir objeti­ 
vos políticos da di­ 
tadura. 
o "Estado", porém 
buscou, no6 dcpoimc~ 
tos metirosos do ex­ 
governador e do ex - 
ministro, inverter a 
realidade. Felizmen­ 
te, no entanto,a men 
tira tem pernas car­ 
tas. A verdade foi - 
logo a seguir resta­ 
belecida por uma car 
ta do Ministro Paulo 
!3f'ossard. 
E mais: com o tes 
temunho de Paulo Egy 
dio Martins, Armando 
Falcão afirmava que 
eu, durante um con - 
gresso dos Municlpi­ 
os em Campos do Jor­ 
dão, lhe havia agra­ 
decido o "favor" da 
ditadura. Desmorali~ 
zei também essa ale­ 
gação, mostrando que 
o Decreto de Geisel 
arquivando o proces­ 
so foi baixado em de 
zembro de 1978, en ~ 
quanto o congresso - 
de ~unicípios se rea 
lizara em Maio de 
1975. 
. . 
to obvia 
cial e tão flrnts 
ponto odiosa, qu 
não encontr eco, ' 
quer on re os pro 
>rios jornali tas , 
ma! os dos q,ais de­ 
ronstram por ela pa­ 
tente desprezo. Dia 
a rás, em Brasília , 
conver ndo com um 
Grupo de mais de 20 
profissionais, cons­ 
tatel: a) qo mitos 
deles nc~ tlnhan co­ 
nhecimento dos ata - 
qaes do "Estado" con 
tra mira; b) que 
niio os movia qual 
quer interesn • cm (a 
lar no assunto, a 
chando muito maio 
portante discutir o 
relacionamento do 
PMDD com o Governo - 
Federal. 
t de constatar 
também a preocupacâo 
que tenho sentído,cc 
parte de un crescen­ 
te número de jorna - 
listas sérios, quan­ 
to à necessidade de 
adoção de padr6es é­ 
ticos mais rígidos - 
por-quem detém o po­ 
der da comunicação - 
social. Por exemplo, 
se nas sociedades ci 
vilizadas cabe ao J: 
diciário, e só a ele-; 
dizer se alguér.1 • é 
culpado por alga 
coisa, a partir de 
provas concretas,não 
pode um Jornal arro­ 
gar-se o direito de 
estar acima da Lei , :a. 
julgando e condenan- 
do sumária e irrecor e, 
rivelmente, com base 
em afirmações e ale- ~. 
gações nunca compro­ 
vadas. Caso contrá - 
rio, por que ter ~" 
Judici5rio? 
CABE AOS PRÓPRIOS JORNALISTAS• 
ASSUMIR A PREOCUPAÇÃO fTICA 
COM SUA PREOCUPAÇÃO 
Como poderia ter Bastaria então a· 
agradecido, em 1975, tribuir aos proprie­ 
um "favor" que só o- tários de veículos 
correria quase qua - de comunicação as 
tro anos depois? funções judiciárias 
Não abala, porém, do Estado. 
os autores dessa ma- Como essa sita 
nobra que, a um Ar - cão é absolutamente 
mando Falcão, e • 	o 
u inadmissível, e co:.: 
lhes contraponha o não consolida a àe:::g 
testemunho ilibado - . cracia tentar regu 
do ilustre Ministro lar a atividade jo 
do STF Paulo Bros 	• e 
sard. Não lhes caa - nalística por leis·~ 
sam incômodo os ime- decretos impostos a­ 
diatos desmentidos _ cima para baixo, ca­ 
que tenho publicado, be aos próprios jo:: 
demonstrando com da- nalistas, antes C 
tas e fatos 
O 
inveri quaiscruer outros, ~s- 
d5 	sumira preocupaca? 
1co e a incompetên-' ética com sua profi~ 
cia de suas alega - são' sabendo disti 
çoes. Montados na in gair entre, de ulll 1~ 
fluencia de um jor ~ 	o 
nal diário e em se.. do, a notícia e o e_ 
d 
- mércio· e de outr° 
po er econômico,pros 	+ + ,e 
seguem em sua sanha, lado, a campanha P? 
conceitosa, a e'? 
na esperança de com 	jJl 
ela contaminar ou _ ra travestiàa de ' 
traspcblicaces e formacão factual % 
o 	recurso indescul?" 
±a:.2g "i-.si»e 
de não divulgar noti petente - ·e_ per.so:::' 
c 	gens desmoralizada,_ 
1as que demonstram 
rni.nha probidadê, co- de urna ditadura '<"º 
rno a recente decisão o Brasil já esque 
do Tribunal de Justi Ceu. 
ça do Estado, que =- .======= = = = 
P7r unanimidadê, con 
firmo, a correcão d 
minha conduta na 
construção do Memo - 
rial da América Lati 
na. 
Orestes Q ... érci
31 
53, é Presidente 1'~ 
cional do PDB. F' 
Governador do .ts~­ 
do d são Paulo , 
Senador da RepCbl 
ca 
'

-- j 
vo;,1 1 
riqu,:l ;;,1Lr•11do 
que o nono am!4o 
tlUl n,,r:hi l, ,,r;t.,Í 
groqramando um jogo 
é·' vol<'l ,;ontra o t.1 
e da Prefeitura d 
rto MurtInho, o 
~ut o non no Prof.,, 1 Lo 
Juvlr.o Gocloy j:i cJcu 
u cmlsas aos atlo-· 
ta, Mal uma vez pa 
raLéns ao nosso ami­ 
go Raul, quo vollil e 
ela procura sempre 
aalllzar coisa no 
que diz ronp ito io 
[tiportc cm nossa e_!_ 
dade, o ao Prcfclto­ 
!u11icip,ü por ter da 
do total incentivo ::­ 
,10 Cüpcrtc caracolen 
se. 
FU'IEDOL. 
Quem assumiu o 
1 
lcargo de Treinadcr 
do Esporte Clube Ro 
tiro Caracol, na se 
ana passada foi o 
Sr. Nelson Rodrigues 
dos Santos. Deseja - 
~s que o treinador 
faça um ótimo traba­ 
lho cm sua gestão o 
torcemos que o Clube 
chegue ao final des­ 
te campeonato. Boa - 
Sorte! 
15 ANOS 
Completou 15 ani­ 
nhes de vida, a garo 
tinha "FBIANA", nes 
te último dia 07.04. 
~ você, os parabéns 
desta coluna. 
ROSA 
Desejamos à Rosa 
Jara, mui te sucesso 
e que ela se adapte­ 
bem em coronel Sapu 
cai, para onde foi 
tran!'ferida, pelo 
•anca !3amerindus. Boa 
Sorte em sua nova ci 
Jdde. 
qu 
ll::ÍO 
r;orn 
+ ra 
1..:1.J 
'J(• t rl,,.Jr,, 
garrafa. 
1 !O'f/1 1 O 
ara as secretária da Calara, pelo óti 
1no <llrandlrncnl.o, porqu" o '{UC r,,:; ·1,i]n [ 
;;>ll'nç:io. V,lleu g,irolur,. 
/GU/Jtl)r:tl 
r!,w prérnlrn,1 colun , c[·t.ir,"o:, r,ublican 
do as datas festivas do aniversário da nos 
:.;,1 CiclucJc. 
PARA ABRILHA 
r; 'J,.Jr 1ç 1 
z1do na Ru 
pr : tl ' () 
Co ,io : .) 
I,c.. !l i?l~~ , <· 
de> COPCI:C'LO ( r:l cu!. ~ 
de n..icJc t r,. 
ESCLARECIMENTO 
A respeito da ma­ 
têria do dia 
OG.04.93, venho a pú 
lico esclarecer Õ 
fato envolvendo um 
Soldado do Exército. 
O fato que realmen­ 
te ocorreu foi um co 
?o de discussão er 
Ie o soldado e uma 
tra pessoa. A refe 
;ida arma que suoos-=­ 
ente teria o sol 
lado, nada mais era 
~e uma garrafa, que 
:•tava em suas mãos, 
,,t:otegendo-se de uma 
!il~osta agressão de 
::i individuo que ten 
~va soca-lo por mo 
vos E A. - 
'-, ute:.s. Confun 
9S Porque na hora 
:::i/iscussao havia 
, tas pessoas acre 
r e alguns diziam 
e 
1e 
' 
'(' 
de 
as 
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e o 
L , , 
,:). 
e. 
+0 
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s 
.. 
Juckeline Bonamigo (Foto Roberto Machado) 
Jünilde Rosa dos Santos, Ofici<1la do 
Cartório de Registro Civil desta cidade - 
do Bela Vista-KS., FAZ saber a quantos o 
presente Edital de Proclamas virem, que 
apresentar2m os documentos exigidos pelo 
artigo 180 do Código Civil Brasileiro in­ 
cisos I-II-IV e V, e pretendem se casar: 
ARNILDO JOÃO SEREN/ e NELSHlD/ ·FER - 
N/NDES DOS SANTOS, ambos brasileiros, re 
sidentes nesta cidade, ele, natural de 
Santa Catarina, comerciante, filho de 
João Serena e Carolina Serena, ola, natu­ 
ral de /ntônio João-?IS. , lides do lar, fi 
lha de Pracildes Fernandes dos Santos e 
Beracy Mattos dos Santos. 
se alguém souber de algum impedimen­ 
to que se oponha na forma da Lei. 
Bela Vista-MS., 13 de abril de 1993. 
Janilde Rosa dos Santos 
Oficiala Cart. 20 Ofício. 
Conforme dizia o audo .o 
Liel Bru Jacques: -"f motuca - 
que 'ira boi do tato". . , .. '0.! 
uma nota na colura"Bonito City" 
cri icando o comodismo dos v 
readores, para que o me. 0r 
transem em a;ão e divulgarem 
alívíd;cJr lc']i0l,1tlv.i no i,1. le­ 
do de : 7 dc: [,..:verc·iro à l 7 e e• 
Março do ano era curso.r~ Lrintn 
dias aprosen aram em Plenário - 
mais de uma cer. ena de requeri­ 
mcn os e indicações, sendo qu 
a!J r:i.iin "penada:," inscrirnoc rH.!11 
ta n,,t0ría. • 	- 
Como ''miséria pouca é l;ol:cl - 
CJCtn", Dr. Kamil Farah Said (Prc 
sidcntc ela C:imara), pl iteou:A:: 
profundamente e limpeza das va­ 
letas cxintcntco nan latcrain 
da Rodovia Bonito/Anastãcio (no 
mente 12G Kilometro0 l) puvir:'on::­ 
tução as[5ltica nu 5rea urbana 
aquisição do uma umbulãncia pa­ 
ra a Prefeitura (nos bastidores 
comentam que quando ele entrou 
com a indicação a referida ambu 
lância jã havia sido adquirida::­ 
º se encontrava na garagem). 
Luiz Trclha Falcão 
Está batalhando pela constru 
ção da "Casa do !ndio cm Boni ::­ 
to" e que seja implantado o"Sis 
tema 24 horas" nas Agi~cias Ba~ 
cárias. 
Geraldo Marques 
Indicou a aquisição de um 
ônibus para fazer a linha de Bo 
nito/Projeto Guaicurus; Constru 
ção de Matadouro Municipal,aqui 
sição de três escolas pré-molda 
das e criação de uma Escola Téc 
nica Profissionalizante. - 
Paulo Resende 
Que também é chefe da SANE - 
SUL local, requereu a constru - 
cão de um Po~to Telefônico na 
altura do Kilômetro 65, da rodo 
via qut demanda à Anastacio. - 
T,r,rc!.iCntou indic 1çüe:, 1 ot'l 
tas c que serão faci Ir·. r t, l<, 
dau L! efeito. 
Ricardo Ancel AveatPacu) 
Criação e in!,lul,.ç:Io de Cn.­ 
chc na Vila M.:ir,Hnb,1í,,; r:.ii:; ..', 
horário de ônibus da "Cruz"iro 
do Sul" de Bonito à Jzrdim;Cri • 
cão e instalação de Parques d 
Rccreaç~o com matcriàis reaprc- 
~ veitávcis nas vilas onde a Prr­ 
fcitura tenha tc~renon disponl­ 
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PREFEIIURI MUNICIPIL DE CI 
CPETO NO 00/93 
" Que cria, junto ao Gabinete do Pre 
feito, a Comissão Municipal de Defesa Ci 
vil, e dá outras providencias ", 
0 Sr. Juvino Godoy Prefeito Municipal 
de Caracol, Estado de Mato Grosso do Gul, 
usando das uas atribuições legais,e 
CONSIDERADO, a necessidade de se man 
ter um istema permanente destinado à tra­ 
tar dos encarqos de Defesa Civil ncntc Mu­ 
nicíplo, para proteção à população e seus 
bens, nos casos de desastres de grandes pro 
porções; 
CONSIDERANDO, a neccaoidade de intc 
qração dos esforços entre os Poderes Muni= 
cipnin conotituido de forma a oe obter um 
melhor aproveitamento dos recursos existen 
tcn, e um atendimento adequado as oitua­ 
çõca provocadao por eventos deaastrooos; 
CONSIDERANDO, a necessidade de se re 
gulnr ao diferente□formas de cooperacio = 
das forças vivas da nossa comunidade, dis­ 
ciplinando e orientando a participação so­ 
cial, de modo que todos se sintam respons§_ 
veis pela auto-defesa dos interesses so­ 
ciais, e recompensados pelas contribuições 
trazidas para o bem comum; 
CONSIDERANDO, finalmente diante das 
circunstincias acima descritas, a necessi­ 
dade deste município integrar-se ao Siste­ 
ma Estadual de Defesa Civil: 
DECRETA: 
Art.1o - Fica criado, junto ao Gabine 
te do Prefeito, a Comissão Municipal de De 
fesa Civil: COMDEC com a finalidade de co­ 
ordenar as medidas permanentes de defesa , 
destinadas a prevenir consequências noci­ 
vas de eventos desastrosos, e a socorrer - 
as populações e áreas atingidas por esses­ 
cvcntos. 
Art.20 - A Defesa Civil compreende o 
conjunto de medidas permanentes, preventi­ 
vas, de socorro, assistenciais e recupera­ 
tivas, destinadas a evitar consequências - 
danosas de eventos desastrosos, previsí­ 
veis e imprevisíveis, a preservar a moral 
da popul11cão e a restabelecer o bem-estar­ 
social. 
Art.30 - A Comissão Municipal de Defe 
sa Civil constitui o instrumento de Coorde 
nação de esforços de todos os õrgãos muni= 
cipais com os demais Órgãos públicos e pri 
vades, e com a comunidade em geral, parã 
planejamento e execução das medidas previs 
tas nos artigos anteriores. 	- 
Art.40 - Nos termos da legislação es 
tadual, a Comissão Municipal de Defesa Ci 
vil - COMDEC - Subordinar-se-á diretamente 
ao Prefeito Municipal, e.ficará ligada à 
Coordenadoria Regional. 
Art.50 - A Comissão Municipal de Defe 
sa Civil coordenará, no âmbito municipal~ 
todas as medidas previstas no art.-20 deste 
decreto. 
Art.60 - A Comissão Municipal, de De­ 
fesa Civil será presidida. e dirigida pelo 
chefe do Departamento pessoal. 
S 10 - O Presidente da COMDEC tem 
a atribuição de planejar as medidas de De­ 
fesa Civil e, na ocorrência de qualquer si 
tuação de emergência, tomar as providen­ 
cias requeridas inclusive, requisitar fun­ 
cionários de outros órgãos municipais, e 
coordenar a ação de qualquer desses órgãos 
olici :do, 
íos que for 
situação. 
20 - 	l de Cr - 
col, Estado 	0l, dar o 
necessário suporte adm ni rst'vo COE.C 
e funcionará como sua secretaria cutiva 
Art,7O - A Comi&o Municipal de Defe 
sa Civil será consti uída de um represen - 
tante de cada departamento da Prefeitura - 
ou órgão equivalente, de cada umn repre en- 
tante de cada órgão equivalente, da admi 
nistração indireta municipal, cujos mE 
bros serão indicados pelos respec ivos ti­ 
tularcs. 
Art.8O - A COMDEC contará com um Con­ 
selho de Entidades, conntituidos por reprg 
ocntantcs de clubes de Serviços, Associa - 
ções Esportivas, Entidades Assis enciais e 
Sociedades Amigos de Bairros; com atuaçao­ 
no fünbi to Municipal. 
lrt. 90 - Qualquer dos Representantes­ 
que compõe a COMDEC ou seu Conselho de I:!! 
tidades, informará imediata e inadiavelmen 
te, à Secretaria executiva da comissão, ou 
ao seu Presidente, todas as ocorrências a 
normais e adversas que possam afetar par 
cialmente, de atendimento de suas necessi­ 
dades, ou ameaçando a existência ou intQ 
gridade de seus componentes. 
Art.10 - Tão logo tenha notícia da 
ocorrência de qualquer evento desastroso, 
o Presidente da COMDEC tomará todas as me­ 
didas para acionar a Comissão, e, se neces 
sário for, inclusive, o Conselho de Entida 
des, requisitando o concurso de outros ór­ 
gãos da Administração Municipal, cm caso 
de necessidade. 
§ lo - Para o cumprimento do dispos­ 
to neste artigo, fica o Presidente da COM­ 
DEC investido de todos os poderes necessá­ 
rios, que serão exercidos, em nome do Pre­ 
feito, durante a ocorrência do evento de 
sastroso, e no período necessário à norma­ 
lização da situação. 
$ 20 - Se a situação exigir o Presi 
dente da COMDEC declarará a situação de e­ 
mergência na área atingida, a qual será de 
vidamente delimitada. 
§ 30 - Se entender necessário, o pre­ 
sidente da COMDEC proporá ao prefeito a 
decretação de situação de Emergência ou Es 
tado de Calamidade Pública. 	- 
Art.110 - Os serviços prestados pelos 
membros da Comissão Municipal de Defesa Ci­ 
vil ou de seu Conselho de entidades, serão 
a título gratuito e considerados relevan - 
tes para o Município, devendo, se funcioná 
rio, constar dos assentamentos funcionais, 
sua participação como membro da Defesa Ci 
vil, quando da ocorrência de eventos desas 
trosos. 
Art.120 - Este Decreto entrará em 
vigor na data de sua publicação, revogadas 
as disposições em contrário. 
r- O Edital de Condições Básicas, Parte inte - 
·rante do presente "Aviso", está afixado no endere 
O ci tndo na letra "C" deste Aviso, sendo de Total 
nteresse do Participante o conhecimento integral- 
do mesmo, sob pena_de não poder alegar desconheci­ 
~ento do seu conteudo e condições estabelecidas. 
- Caberão ao comprador as. providências neces- 
~
s:~~=i:o ~ef orma e eventual desocupação do i.ÕÓvel 
- Maiores informações serão obtidas no seto 
• encionado na letra ''D" acima. 
_ Bela Vista - S 12- 04-
93
. 
Cocissao Permanente de Alienação da Agência cidade 
° Pela Vista-!s. Gerência de Habitação e H!pote 
==-===-==================Lc:a/dS Caixa Econot:úca Federal-Sureg/MS Governo do 
rasil, 
Paço Municipal de Caracol - MS 
12 de Abril de 1993 
Juvino Godoy - Prefeito Municipal 
* CONHEÇO E CONFIO* 
• I!e! 
! r 	d a , O l l O 
1 
, 	0 l cria. 	a ' 	; - 
0! 4. p+nu, r eco frio: cr 61.732.4504 
! ente xto: Cr$ 61,712,450,00-- € iue - 
I •170.22,00, 
O Intere: do para par!tpar da (oncotrrn- 
ta d.ver via1ar a importaneta de 1O" (dez per 
evento) de preço mínimo de venda a t!talo de cauçà 
na A, 7,4 cdde de ela Vista-MS sito a Rua 
,@i ct± do Rego, 15 centro. interas qwi] 
0' (oitenta por cento) lo valor depositado a tltu 
lo de auáo poderá ser tran ferido para paamentol 
de parte lo financiável, peaneendo os 20"(vi-1 
r,• por cento) re~t,int<•!, hloque:,1t!o'l are 1.l or.ch.-:n,/ 
da venda, co a assinatura e re!nutro no Cartórfe­ 
de Imóveis do contrato de financiamento ou escr!tu 
ra e a averbação Junto à Prefeitura do Mun!e[pio.] 
• 	- • 1 
C- No caso de participa,ao do ex-mutuar1o tu 
será per!ttda a ltberação de parte do valor depo-{ 
sitado a título de caução, para pagamento da parte 
n;o finnncindJ, assfn cono o preço MÍnl~o d~ vend,, 
n5.o !h.•rá o n:nunciado na lctrn ''A" der;te ,1vico (' 
sic, o ~calor dos valoreo cncontrado:J entre a dfv!-i 
da <-.xccutodu acrescida das custas de c,:ccuçoo,..1tu,, 
llzadas nonetarlomentc, ou o valor do Laudo de Ava 
1facão realizado pela engenharia da CEF. 
D- A.proposta (modelo CEF) e o comprovante da 
:auçio deverão ser entregues, er envelope locrndo, 
ia Agência cidade de Bela Vista-~!S sito à Rua Se - 
,,,stião Crispim do Rego, 15 Centro; no per!oclo de 
12 19.04.93 no horário das 10:00 as 15:00 horas. 
E- Os interessados que desejam contar com fl 
n3nciornento, ou utilizar recursos do FGTS, dever§ 
dirigir-se ao endereço acima citado, com anteceder. 
eia m!ni□a de 07 (sete) d1as úteis do prazo esttl 
lado para entrega das propostas, a fim de inteira~ 
rem-se das condições, □unidos de CIC, RG,comprova~ 
te de renda e extrato do FGTS (se for o caso). J 
F- A venda ao ex-mutuário com finénciamento,de 
penderá ainda de_ au~_orização, por escrito, do Ge 
rente de Habitaçao e Hipoteca da Sureg/MS e o v 
lorde financiamento será de, no máximo 70Z (seten 
ta por cento) do preço mínimo encontrato de acordo 
coo o disposto na letra "C" do presenL" Aviso. 
G- A abertura e classificação das propostas se 
ra efetuada no endereço na letra "D" de presente 
Aviso, no dia 19.04.93 a partir das 15:00 horas 
sendo facultada a presença dos licitantes. 
H- O prazo para a assinatura do contrato sera 
de 30 (trinta) dias corridos, contados da data de 
abertura e classificação das propostas. Os contra­ 
tos nao assinados aéé 30.04.93 terão seus valores 
corrigidos, em 01.05.93 e pelo Índice de remunera­ 
,;ão básica dos depósitos em Caderneta de Poupança 
com vencimento naquele mesmo dia, bem cooo 
O 
valor 
da parte nao financiada que não tenha sido paga 
ate 30.04.93. 	. 
" . 	... 
CERTEZA DE BONS ~EGÔCIOS! 
. 
EFICitNCIA ,GILIDADS HONE.STIDADI: 
CERTIFIQOE-SE NA: 
Rua li mirante Barroso, n º. _ 109· 
Bel..a Vista - Mato. Grosso da Sul 
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