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DIARIO REGIONAL 
MIO ;!l 0 1.342 l I DE MA f O J) E J . 'J'J J DIRETOR: IVALDO PENEIRA 
PRIMEIRO CIMPEONITO DE .. 
 FUTEBOL SENIOR, li B CIMPEI 
1 
1 
J 1:1iJOcic1çuo /t lé-ticn Danco do Brasil - 
BD - de nossa cidade, promoveu o lo Cam­ 
peonato de Futebol Senior de Bela Vista , 
iniciado em Fevereiro deste ano e encerra­ 
cio no úlltmo r;.ibaclo, dia OU, o time da ca­ 
sa (AAD) venceu c.1 bon equipe do "Pucotão" 
pelo placar de 2 1 e ficou com o tltulo 
n uma partida bastante disputada. 
Paro o Presidente da entidade, Getulio 
l,ino l'ilho, a promoção do lo Campeonato de 
rut.ebol Scnior Leve por objetivo incenti - 
var a prfitica do esporte entre ex-atletas 
belavistenses e simpatizantes que por moti 
•:o de idade estavam deixando o desporto de 
lado, o canpeondto contou com a participa­ 
~º de oilo equipes com os jogos acontecen 
do sempre aos finais de semana no excelen­ 
te campo da sede da //BB, às margens do 
Rio Apa, 
/ - 
'... às.,-- 
AABB - Campeã do 10 Campeonato de Futebol 
êenior 
O Presidente da Associação Atlética Ban 
co do Brasil informou também que dentro 
dos próximos dias estarã sendo iniciado - 
::ais um campeonato de seniors, desta feita 
c a idade limite de 35 anos no minimo , 
ªº contrário do 1 o Campeonato que teve a i 
ade mínima de 30 anos para os atletas 
'queremos dar a ooortunidade de participa­ 
tão aos atletas mais idosos, o que com o 
liite mínimo de 30 anos ficava mais difí- 
.9Engenheiro Dina 
srco, da Sccrc ta - 
"? de segurança P- 
ca do Estado es­ 
@ve em Bela Vista - 
~
st
a segundá-feira, 
ª 10, fazendo le - 
?3tamentos das con­ 
?toes do prédio do 
-~ Pelotão de Poli - 
a y: 
:, 'llitar visando 
Iher subsídios pa- 
ra que a sua reforma 
seja concretizada. 
Através de convê­ 
nio assinado com a 
Secretaria de Segu - 
rança Pública do Es­ 
tado a Prefeitura M~ 
nicipal comprometeu­ 
se a fornecer a mão­ 
de-obra e o Estado - 
entra com os mate 
riais necessãrios p~ 
c i l devido ao rituno mais forte apregado nas par 
tidas pelos atletas nesta fa1xa etária" - 
disse Gclulio Lino Filho à reportagem. 
/ 1/BB contou con os seguintes atletas 
durante a co:npctiçiio: Jtudney, Biba, Baca - 
na, Robson, Ruclney, Getul inho, Hermes, Ca­ 
pacho, Bctinhó Dasso, Vitor Vieira, Carlos 
Nu~ez e Romildo, a claoslíicdção final [01 
a sequinte: lo lugar - /1DD; 20 lugar 
"pacotão"; 30 lugar - GRAJ (10O RC MECJ. 
Pacotio - 20 lugar na competição 
A equipe do GRAJ, terceira colocada 
ra que a Policia Mi­ 
litar de nossa cida­ 
de tenha melhores 
condições de traba - 
lho com a reforma do 
prédio que se encon­ 
tra em precárias con 
<lições. 
• O Comandante do 
29 Pelotão PM, Tenen 
te Villasanti, acre­ 
dita que a obra seja 
iniciada o mais - 
breve possível. 
(Sd PM Cristaldo­ 
RelaçÕes Públicas 20 
Pel PM) . 
INFORME TF 
Página - 08 
1 
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4e 
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3 
° n 
p;. 
Leilão Clube 
IA 11/11/93 - REALIZAÇÃO CLUBE DO LAÇO DE 
BELA. VISTA E LEILO BOI 
OCAL: PARQUE DE EXPOSIÇÕES RIO APA 
do Laço 
1 
J,i t•i·- 1 
1lo 1 
t ve qrand repercu ao n u ielrio,l 
porque uma das ví iras ra a esposa do] 
1 
urr. do~; 1:i,1 iG conce 1 u-.dr.; • Ad ·09 td ,•, c..l i o 1 
nito e vamos relatar o episódio nos mini 
'mos detalhes. 
Dona Neuza Inês Saut (40 ano), ero­ 
sa do nosso amigo e Advogado Dr. Gil Mar 
cos Saut, passava a maior parte do te po 
na cidade de Campinas, cuidando dos fi - 
lhos que estudam. 
DESAPARECIMENTOS 1ISTilRIOSOS 
Quarta-Feira da semana passada, la 
saiu de casa no final da tarde e não rx­ 
is retorncu. Devido a longa i.lU5~nc1i.1, a 
Polícia foi acionado e teve inicio u·;, 1 - 
movimentada investigação. 
Nas prínciras indagações soubc•r.in qu0 
Dona Neuza havia pego carona com e Juiz 
de Direito Dr. Edson Amado, de quem era 
amiga da fanilia, que dirigia um Monza~ 
zul, Chapa BIIL-6445. Todavia, o ,Juiz t.1r1 
bém estava desaparecido e o caso tornou= 
se deveras complicado. 
ASSASSINADOS À TIROS 
No decorrer das diligências localiza­ 
ram o Monza abandonado debaixo de um Via 
duto, mas nenhum vestígio do Juiz e de 
Dona Neuza. 
Dai por diante houve um grande apara­ 
to por parte ds Autoridades, onde., até 
helicópteros foram utilizados. Realiza - 
ram uma "operação pente fino" e detive - 
ram seis elementos suspeitos, conhecidos 
da Poléiia como assaltantes de pessoas - 
granfinas. Ao serem interrogados dois de 
les "abriram o bico" e confessaram que 
haviam assassinado as pessoas desapareci 
das e os corpos estavam escondidos nau= 
sina São João, no Município de Araras. 
DESFECHO FINAL 
As autoridades foram até o local e 
constataram a veracidade do depoir.ento. 
Cada uma das vitir.as foi rr.orta com do 
is balaços. 
O corpo de Dona Neuza Inês Saut foi - 
sepultado segunda-feira passada, en Curi 
tiba/Paranã. 	- 
Nossas condolências ao Dr. Gil Marcos 
Saut, cujo lar foi enlutado pela violên­ 
cia da cidade grande. 
71º Leilão 
Apa Corte 
llt1t 13/05/93 - REALIZAÇÃO SINDICATO RURAL DE 
j 	BELA VISTA E PORTEIRA LEILÕES RURAIS 
~
: PARQUE DE EXPOSIÇÕES RIO APA 
PARTICIPE! E REALIZE BONS NEGOCIOS 
Roney quer os 
meio-ios s 
ruas asfalta.as 
Em contacto com are­ 
portagem esta semana o 
Vereadbr Roney SimÕes,c!o 
PTB, ressaltou a sua preo 
cupa,;âo com relação a não 
implantação atê agora 
dos meio-fios em várias 
ruas asfaltadas do Bair­ 
ro A.ritonio João, partin­ 
do da rua Santo Afonso , 
o que pode colocar a per 
der um trabalho que le: 
vou meses para ser e.xecu 
tado, para Roney' "o que­ 
está faltando boa von­ 
tade, o asfnlta=ento da­ 
quels vias públicas cus 
tou o dinheiro público~ 
a Prefeitura Municipal - 
pssi todos os equipa - 
Tentos necessários para 
construir os meio-fios. 
Ver. Roncy SicÕcs , 	_ 
PigLna - 08

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oonlo de or'o Martinho , 
Bonito, Coram i, Coxim,o+c, 
outros atlo criando a es " 
tr tura nocasa ia para in­ 
centivar o turi .mo, sr dá-­ 
vidas uma arani o,e d 
renda e gerador de progres­ 
uo e desenvolvimento nos M! 
nicipios onde ele explora 
do, bontn vrr o movimento - 
reglctrado cm Uonito por e­ 
xemplo, nan 0pocaG ri" tcr.po 
rada, quando a população da 
cidade proticam~n < dobra - 
devido ao grande fluxo de 
turistao que procuran aque­ 
le vizinho Município. 
Em Bela Vista t0moo o - 
das as condições necessá 
rias para criar a infra-es­ 
truturo adequada e oferecer 
condições de fazer do turis 
mo um meio de Cltploração - 
das nossas potencialidades 
trazendo para cá riquezas - 
que muitas vezes são ieva - 
das para outras cidades sim 
plesmente porque uté hoje= 
não temos nada a oferecer a 
título de turismo. Os requi 
sitos exigidos na explora= 
cão turística são facilmen 
te preenchidos em Bela Vis= 
ta, para começar temos uma 
boa rede hoteleira, indo 
desde uma simples pensão a­ 
té um Hotel Três Estrelas - 
com capacidade para receber 
centenas de pessoas;a praia 
l .. ., 
ui, ond 
boa vontad prcisar 
rui'o rcarnos, pode or - 
contr[do moderno 1a!­ 
n. rio "unicipal, m poacc 
topo, acredit , e i n••f' ..! 
'1monto estaria dardo reto. 
no à toda comuni' de, pois 
como e sabe o turimo movi 
menta diversos c .ores de a 
ividades, indo desde a 
Lanchonetes, bares e clubes 
até os mercados, postos de 
gaoolinu, borracharioo,ctc. 
Importan.e frisar tarbém 
1n nocsas potencialtdaci0s - 
pesqueiras, o Rio Apa é cor 
ciderado um doe maio pioco­ 
sos de .oda a região, além 
de v~rion riachoo e cõrrc - 
gos adjacentes que possuem 
peixes das mais variadas 
qualidades, corno o Piavus - 
su, Curimbatú, Pacú, Pinta­ 
do, Piraputanga, Dourado , 
Jaú, etc ... prova disoo são 
ao centenas de peixes reti­ 
rados iícgalmente de nossas 
águas e apreendidos pelas - 
Polícias Militar e Flores - 
tal durante .o período de Pi 
raccma, oportunidade em que 
pudemos observar e fotogra­ 
far um Jaú com mais de oi - 
tenta quilos e cerca de qua 
se dois metros de comprimen 
to, além de centenas de pi 
tados, dourados, pacús e ou 
tras espécies. 	- 
RlO ;:. , 
to s ruido 
h róis d. 
qu i (e be qu 
te abandonado moe que po 
r rcuper.+dom, bsta dia- 
roi;ão para i so), t o 
vi:inh cidado do ell 
a Paraguai, soprada ape 
nas por um ponte, lá pod 
mo encontrar produto 
portados das mais variados 
marcas e o cassino 
ranto Par«guti, um chamariz 
irrecusável aon turis' s 
enfim, temos aqui todas ar 
cond iões de pronover o do. 
senvolvimento do turismo 
Pela Vista precisa com; r 
a pensar grande, vivemos 
novos cpos e os novos te 
pos exigem um povo com men. 
talidade vol ada para o !u­ 
turo, CdGO contr5rio corrl"­ 
moo o risco dr perder o bo~ 
de da história e de ficar: 
nos parados no tcrnpo,cnqu<ln 
to outros Municípios avan: 
çam solenemente rumo a mo - 
lhorcs diao para o seu pc - 
vo, temos excmploo vivos a­ 
qui, bem perto de nós. 
e possível sim fazer do 
turismo uma realidade em 
Bela Vista, basta vontade - 
política e dispo:;ição de se 
us governantes, para ir I 
luta, deixando os planos e 
projetos de lado e partindo 
para a ação objetiva. (UR) 
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1 
Cr$ 100.000,0 
__..,,,

PONTO E CONTRIPONTO 
Flashes 
1 
1 
J 
CARTILHA II PRECONCEITOS II. IVO GOVERNO AMERICANO 
Do m·mo modo, os democratas também insistem ·m sua antiga 
cartilha, com o que deverão agravar, com o tempo, o quadro eco 
+mico interno e eterno. No caso dos democratas americano 
cartilha tem vários capítulo obre o "liberalismo" moral. São 
l 
JiLf'r,ü•1 frc~rn1ooivo?) ~rn qu0Gt:.Õcn ,~orab (nom,2açc:io de E•□bica 
por er lésbica; admissão do homossexualismo nas forças ara - 
[da; revogação da probíção de uno de material colhido nos abor 
·1 ,s "]NJ,1i•;" p.1r,1 prdduç<JÕ de rnccJicamonlor;, .:10 rar!Gmô tc•noo çfue 
os ecologistas tentam impedir o uso de cascas de árvores cento 
'nria para produção do remédios contra o câncer). São,tambén, 
intervencionais sm questões econômicas (programas sociais que 
aumentam a burocracia estatal, reduzem os investimentos e, con 
equentmente o nível de emprego o o potencial do salário). E 
uma mistura que nega o "eupírtio amcricilno". f: significativo o 
Artigo do ox-prcoident:.c Rcngan, na Folha do são Paulo do dia 
II de abril. A argumentação de Clinton para aumentar os Impos­ 
tos obre a classe média (depois de promessa eleitoral em sen­ 
Li do contrário) lembra a fala do Governo Itamar, sobre o mesmo 
assunto. O Brasil faz Escola. Até a Rússia quer imitar o im 
pcachmcnt: ... 
PERFEIÇÃO DO MERCADO 
A perfeição do mercado é um falso debate. Sou objetivo é a 
eficiência: alcançar o melhor resultado com o menor esforço 
proporcional, com aplicação da int:.eligéncia criativa. Não é 
certa a acusação de que, para o mercado, não existe o social. 
o mercado é social, porque se destina a atender as nccessida - 
dcs do consumo da população, gerando empregos, pagamento de im 
posto, etc. Não quer dizer que não possa ser distorcido. Para 
que fosse perfeito, a sociedade precisaria ser constituída de 
homens perfeitos. Não é portanto, o mercado que é, por nature­ 
za, imperfeito. to homem e tudo o que ele faz. Os economistas 
e advogados também. O que é imperfeito, por natureza, em rela­ 
ção ao mercado, é o seu controle, seja pelo dirigismo econômi­ 
co tecnoburocrático, seja por monopólios, oligopólios ou ou 
tros ajustes, privados ou estatais. 
USO E ABUSO 
A confusão dos t:.eóricos socialistas do século XX decorre de 
não distinguirem o uso do abuso. o uso é agir segundo o que é 
inerente à natureza de cada coisa. O abuso é valer-se dessa 
coisa para distorcê-la, usá-la contra o seu fim ou buscar nela 
o que é secundário, ainda que importante, em detrimento do que 
e essencial. Essa confusão entre uso e abuso tanto no campo mo 
ral como no econômic9 leva à pretensão de eliminar o uso como 
forma do evitar o abuso. 
DESPERD!CIO. ESTATAL OU PRIVADO 
Ao longo da nossa história, o desperdício é a maior causa - 
da zisria nacional. A cultura do desperdício irresponsável a­ 
limenta a corrupção, porque em grande parte se desperdiça para 
cobrar comissão (compras e obras inúteis). E além de se perder 
remédios, equipamentos hospitalares, obras abandonadas, gasta­ 
se com o armazenamento e, depois, com a própria destruição das 
aquisições quando ficam· imprestáveis. Ninguém em regra, respon 
de, no setor público, por esses danos. É sub-produto do Estado 
Burocrático,· qualquer que seja o Governo. O Ministério Público 
km poderes para ini·ciar ações de indenizaçao contra os auto - 
~s de desperdicios em todos os setores da vida publica. 
INFLUENCIA DA TV NO COMPORTAMENTO DA SOCIEDADE 
NOVELAS E ANÜNCIOS 
O interesse de lucro a qualquer preço costuma esconder o 
Sol com a peneira. É o que acontece quando se quer isentar as 
n~velas e filmes da TV das culpas por grande parte da demoli - 
ao dos costumes e suas consequências no ãrnbito da criminalida 
de. Os males sociais, inclusive o assassinato, existirão sem - 
Pre, com ou sem TV, rádio, etc. Mas a propaganda do abuso, do 
corpo e da alma, repetido sob as mais variadas formas, confir 
ma Goebells quando sustentava que a repetição dos abusos acaba 
sendo aceita como se fosse comportamento normal. Todos os abu­ 
Sos repetidos tornam-se "normais". "Para beijar alguém, é pre­ 
C.tso transar?" pergunta a menina de cinco anos ao avo, segundo 
depoimento de um almirante reformado. t possível considerar be 
nemêrito quem propaga tais anormalidades aos quatro ventos? C~ 
g será a sociedade do futuro, que os programadores de TV es - 
tão forjando hoje? 
ABORTO E VIDA 
O assunto se tornará atual com a revisão constitucional. O 
mero bom senso, confirmado cientificamente, demonstra que, a 
Partir da concepção, surge a vida humana. A junção das duas cé 
lulas é o fenômeno gerador da vida humana. A partir desse mO - 
menta, nenhum outro fenômeno é necessário para que o aue. não 
Fa passe a ser. Basta não interromper o processo vital. Na 
:
0
ncepçao se define tudo o que.constituirá o novo ser, em ter­ 
s físicos e biológicos, fora fatores externos e o uso que fa 
a do dom da liberdade. t, ·portanto, o aborto, crime. E hedion 
o. Porque cometido contra ser indefeso pela própria mãe . 
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ur furcio 
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nl.a do Município do 
, ·l At. 30 "caput" e 
Parágrafo Dnico do Art. 
Ih0,· a o itui;ão federal e $ 17 
cio Nr . ' Con tui;ão do Estado de 
• a trou o do .t". 
ilc AIu d Oliveira, Prof sita Muni­ 
ir«l d Antonlo Joio, Estado do Mato Gros 
o do 3u!, FAÇO PER que a Câmara Municl­ 
p.) aprova eu sanciono a equinte Lei: 
PT1OI - DOS OBJETIVOS 
Ar'.1O) - Fica instituído o Conselho Mu 
ni.cipal de Saúdo (CM), • caráter perma - 
ente, como órqão deliberativo do Sistema 
nico de saúdo - US, no âmbito Municipal. 
Ar ,29) •• Sem prejuízo das funções do - 
Poder Loqis1ativo, são competências do 
CMS: 
r •· tlr>finir ,B propricdadeo de saúde; 
J I •· 1•nt·,11){'1Pt:<•r ao ,liretrizcs a serem ob­ 
ervadas na elaboração do Plnno Municipnl 
de Saúde; 
Ill - atuar na formação de estratégias e 
110 controle da execução da política de saú 
de; 
IV - crit[.rioF. parn a programação e para - 
ao cxecuçõco financeira e orcamentâria do 
Fundo Municipal ele Saúde,acompanhando a mo 
vlmcntação e o destino dos recursos; 
V - acompanhar, avaliar e fiscalizar os 
serviços de saúcle prestados à população p~ 
los órgãos e entidades públicas e privadas 
integrantes do sus, no Município; 
VI - definir critérios de qualidade para o 
funcionamento dos serviços de saúde públi-· 
case privadus no âmbito do SUS; 
VII - definir critérios para a elaboração 
de contratos ou convênios entre o setor pú 
blico e as entidades privadas de saúde, no 
que tange à presl.:içâo de serviços de saúde 
VIII - apreciar previamente os contratos e 
convênios referidos no Inciso anterior; 
IX - estabelecer diretrizes quanto à loca­ 
lização e o tipo do SUS; 
X - elaborar seu Regimento Interno; 
XI - outras atribuições estabelecidas em 
normas complcmcnt<lres. 
C/PlTULO II 
D/ ESTRUTUR/ E DO FUNCIONAMENTO 
rt.') -O r g r 
Jinte dispo,içôs, 
arou morbro : 
I - O exercício da fação d cor iro - 
não orá remunerada, coneid 	como 
serviço público rele@an ; 
II - os membros do CM5 s rão ubs'itaídzs 
cano f Item, em motivo justificado, a 3 
(três) reunioon consecutiva ou É (i l - 
reuni6os in ercaladas no período do 12 m­ 
ses; 
III - os membro do CM poderio er ubs­ 
tituídos mdiant solici ação da entidade 
ou autoridade rc□ponr,.:ivcl, .:iprc:>u<>nt.<.!dJ 
Prefeita Municipnl. 
Art.3Q) - O CMS terâ a seguinte campos! 
cão: 
I - do Governo Municipal: 
a - um representante da Secretaria Geral; 
b - um reprcsenlante do Departamento da As 
sistência e Promoção Socinl; 
c - um representante do Departamento de 
Finanças 
d - um represenLante do Departnmento de 
Obras e Serviços Urbanos; 
e - um representante do Departamento de 
Educação; 
f - um representante do Departamento de 
Saúde. 
II - Dos Trabalhadores do SUS: 
a - um representante do SUS no âmbito Esta 
dual; 
b - um representante dos prestadores de 
serviços privados contratados pelo SOS; 
e - um representante das entidades de tra­ 
balhadores do SUS; 
III - Dos usuârios: 
a - um representante da Creche; • 
b - um represent.:inte do Lions; 
c - um representante da Associação do Bair 
ro Penzo; 
d - um representante da Associação do Vila 
Nova; 
e - um representante do Sindicato dos Tra­ 
balhadores Municipais; 
f - um representante dos Trabalhadores Ru­ 
rais; 
g - representantes de·Escolas Estaduais de 
10 e 2Q Graus 
h - representante da A~sociação do Cortjun­ 
to Habitacional Guarany; 
i - representante do Clube do Laço. 
§ 10 - A cada titular do CMS corresponderá 
um suplente. 	• 
§ 2Q - O número de representantes de que - 
trata o Inciso IV do presente Artigo não 
será inferior a 50 (cinquenta por cento) 
dos membros do CNS. 
Art.4Q) - os membros efetivos e suplen­ 
te do CMS serão nomeados pela Prefeitura 
!'.unici pal, mediante indicação: 
I - das respectivas entidades. 
§ lQ - Os representantes do Governo Munici 
pal serão livre escolha da Prefeita MunicI 
pal. 
~ 20 - o Diretor ào Departamento de Saúde 
e menbro nato ào CMS e será seu Presidente 
€ 30 - Na ausência ou impedimento do Dire­ 
tor do Departamento de Saúde, a Presidên - 
eia do C:-1S scrii. assumida pelo Suplente. 
sr:çAo Il - DO FU!iCIO,l, MEri".'O 
Art.60) - O CMS terá scu funcionamen o 
regido pelao ceguintes norma::;: 
I - o órgão de deliberação máximo é o ple­ 
nário; 
II - as sessões plcn5rian serão realizadas 
ordinariamente a cada mês e extraordinarin 
mente quando convocndas pelo Presidente ou 
por requerimento da maiorin de nem. mem 
bros; 
III - para a realização das sessões será - 
necessária a presença da maiorin absoluta 
dos membros do CMS, que deliberará peln 
maiori~ dos votos dos presentes; 
IV - cada membro do CMS terá direito a um 
único voto na sessão plenária; 
V - as decisões do CMS serão consubstancia 
das em resoluções. 	- 
/rt.70) - A Prefeitura Municipal presta 
rã o apoio administrativo necessário ao 
funcionamento do CMS. 
Art.80) - Para melhor desempenho de su­ 
as funções o CMS poderá recorrer a pessoas 
e entidades,mediantes os.seguintes crité - 
rios: 
I - consideram-se colaboradores do CMS, as 
instituições formadoras de recursos huma - 
nos para a saúde e as entidades representa 
tivas de profissionais e usuãr'ios dos ser:: 
vicos de saúde, sem embargo de sua condi - 
cão de membros; 
II - poderão ser convidadas pessoas ou ins 
tituições de.notória especialização para 
assessorar o CMS em assuntos específicos; 
III - poderão ser criadas comissões inter­ 
nas, constituídas por entidades membros do 
CMS e outras 1ntituições, para promoveres 
tudos e emitir pareceres a respeito de te 
mas específicos. 
Art.90) - As sessões plenárias ordinâ - 
rias e extraordinârias do CMS deverão ter 
divulgação ampla e acesso assegurado ao pú 
blico. 	- 
Parágrafo único - As resoluções do CMS, 
bem como os temas tratados em plenârio , 
reunioes de diretoria e comissões, deve - 
rãa ser amplamente divulgados. • 
. Art.10) - O CMS elaborará seu regimento 
interno no prazo de 60 (sessenta) dias a - 
pós a promulgação desta Lei. 
Art.11) - Esta Lei entrará em vigor na 
data de sua aprovação, sanção e publica 
cão, revogadas as disposições em contra 
rio, em específico, as disposiêões da Lei 
no 455 de 07 de Agosto de 1991. 
Art.40) - são atribuições do Coordena­ 
dor do Fundo: 
I - preparar as demons~racões mensais da 
receita e despesa a serem encaminhados a 
Secretaria Geral. 
II - manter os controles necessários à e­ 
xecução orçamentária do fundo referentes 
a empenhos, liquidação e pagamento das 
despesas das receitas do fundo; 
III - manter, em coordenação com o setor 
de patrimônio da Prefeitura Municipal os 
controles necessários sobre os bens patri 
mon1a1s com carga ao fundo; 	- 
IV - encaminhar à Contabilidade Geral do 
Município: 
a - mensalmente, as demonstrações de re - 
ceitas e despesas; 
b - trimestralmente, os inventários de e~ 
toque de medicamento e de instrumentos m~ 
dicos; 
c.- anualmente, o inventário dos bens mó - 
ve1s e imoveis e o balanço geral do fundo 
V - firmar, com o responsável pelos con - 
troles d= ·execucao orçamentário, as de 
monstracoes mencionadas anteriormente· 
VI - preparar os relatórios de acomoaclla­ 
mento da realização das ações de saúde p 
ra serem submetidos ao Secretário Geral·- 
yrr - providenc • • - ' 
Institui o Fundo Municipal de saúde - Geral à ar, Junto a Contabilidade 
(FMS), embasado nos Artigos 86 e 87 da Lei . di o Municipio, as demonstrações aue 
Orgânica do Município de Antonio João-Mg. n -guem a situação econômico-financeira 
. • • .. , 	• gera do Fundo Municipal de Saúde; 
Nilce Alves de Oliveira, Prefeita Muni:ci VI.II- apresentar ao secreta- · G 
1 
1 d A t 
· - 	-1 · 	rio era a a- 
pa e nonio Joao, Estado de Mato Grosso-na ise e a avaliação da t - 
do sul, FACO SABER que a câmara Municipal ca-financeira do éunao ]z???g %%,, 
aprova e eu • · . •d t 	icipa e Sau 
sanciono a seguinte Lei: e ectada nas demonstra~ões m • d 
IX t 	... , enciona as; 
CAP!TULO I 	b - maner os controles necessários so - 
SEÇÃO I - ·DOS OBJETIVOS l~e conveni~s de prestação de serviço pe 
setor privado e dos empréstimos feitos 
Art 1) · . · - 	para a saude; 	- 
• - Fica instituido o Fundo Munici X - apres t 
Pal_de saúde que tem por objetivo criar 6 t6rios a ao secretário Geral. rela 
diçoes f:nanceiras e de gerência dos recur- produção a panhamento e avaliação da 
sos destinados ao desenvolvimento das ações privado na f~erviço P:estado pelo setor - 
de saüde, executadas ou coordenadas pelo Se terior; rma mencionada no Inciso an 
cretario Geral auxiliado pelo Diretor de DeXI - m t 
partamente de Saúde que compreendem: p roa<? o controle.e a avaliação àa - 
I 
_ . _ _ . . . . 
0 
as unidades integrantes da Rede 
. o atendimento a saude universalizado Municipal de Saude; . 
integral, regionalizado e hierarquizado, ' XII - encaminhar mensalmente s e~a·- 
II • • 1- • 	• • G 	, ao ecr 
- ª vigi ancia sanitária· 	rio eral, relatório de aco h t e 
III - a vigilância epidemiológica e a5e avaliação da producão ae "??mhamen?_- 
de· saúde de • t • • : 	dos 1 R d · 1ços pres 
in eresse individual e coleti- Pesa tecle Municipal de s, ia 
vo correspondentes; , Paragrafo 0nico -o e,, ""· .a a- 
rv-e coro1e e a risca1zacse aas as., dor do éuão será exercia_ {i;;;­ 
soes ao meio ambiente, nele compreendido 
O 
de Departamento de saúde. 
ambiente de trabalho, em comum acordo com==========------ 	- 
as organizaçoes competentes das esferas F 	-------================-==- 
deral e Estadual. 	e 
Gabinete da Prefeita, em 27/04/93 
Nilce Alves de Oliveira 
Prefeita Municipal 
LEI NO 504/93, DE 27 DE ABRIL DE 1.993 
d 
Ar .2) O Fundo Municipal 
curá subordinado diret nte 
ri cera! do Municíio. 
SE;70 II 
DAS ATRIBUIÇOFS DO SECET IO CERA 
Art.30) - terir o Fundo Municipa 
a1de e estabelece políticos d apl ca 
çães dos eus recursos em conjunto com 
Conselho Municipal de 5a@c; 
II - acompanhar, avaliar e decidir obr 
a realização das ações previstas no Plano 
Municipal d uáde; 
III - submeter ao Conselho tunicip l do - 
Saúde o plano de aplicação a carao do fun 
cio, cem consonância com o Plano Municipal 
de Saúde e com a Lei doe Diretrizes orc 1 .. 
men árias; 
IV -- submeter ao Conselho Municipal de 
Saúde as demonstrações mensais de rccci ,, 
e desposa do fundo; 
V - encaminhar a Contabilidade Geral 
Município ns de~onstrações mcncionadao no 
início anterior; 
VI - nubdelcgar competência aos responsã­ 
veio pelos estabelecimentos de prestação 
de servicos de snúde que integram a rede 
municipal; 
VII - assinar cheques juntamente com a 
Prefeita Municipal, ou com quem este dc,1e 
gar poderes para tal; 
VIII - ordenar empenhoo e pngamentos da 
despesa do fundo, juntamente com o Dirc •· 
tor de Departamento de Assistência Social 
IX - firmar convênios e contratos, inclu­ 
sive de.empréstimos referentes à recuroos 
que serão administrados pelo fundo, com 
anuência da Prefeita Municipal. 
do 
Parágrafo Onico - As atribuições cons­ 
tantes dos itens acima mencionados, de 
responsabilidade do Secretário Geral, se­ 
rão auxiliados pelo Diretor do Departamen 
to de Saúde. 	- 
SEXO III 
DA COORDENAÇÃO DO FUNDO 
CONTINUA NA PÃGINA 
05

Prefeitura Municipal de Antonio João 
;,l.Çl() V 
O RECURSOS DO F UNO 
U1E1O 1 
[J•);J W.C1JílSOS rJ !11!iC . !P()(j 
/r:L.',P) - :;::io r,,cni.tdo do fundo· 
- a transferênclan oriunda do orçamen­ 
to da iqur idade Social da União, corno rJ,,_ 
correncia do que dispo o Art. 30 VII da 
C0Jl!JlJIUJ.Ç,JO clu Hcpúblicd· 
f r •• o:; rondírn'.:nton e on jurar; provc11ion - 
te de aplicação financeira; 
TIT - o produto de conv6nioo firmudo~ co~ 
ouLr,u; cnt:üladori íinuncoiran• 
IV- o produto da arrecadação da taxa de 
fiscalização sanitárla e da higiene, mul -­ 
tnn c_Juron do mora por iníraçuo uo
1
C6digo 
sanitário_Municipal, bom como parcelas de 
arrocuduçuo de outrua taxas j5 inatituídas 
0 daquclua que o Municlpio vier a criar· 
V - na parcoluo do produto da arrecadação 
de outras receitas próprias oriundas das a 
t~v1dadcn cconomicas, de prestação de ser-­ 
viço e do outran tranofcrôncias que o Muni 
cipio tenha direito a receber por forca ai 
Lei e do Convénio no setor· 
VI - doação cm espécie feita diretamente - 
1 
pura os te fundo. 
: §_lo - As receitas neste Artigo serão depo 
sitadas obrigatoriamente cm conta especiaI 
a ser aberta e mantida em agência de csta­ 
bclcc1mento oficial de crédito. 
$ 20 - A aplicação dos recursos de nature­ 
za financeira dependerá: 
I - da existência de disponibilidade e fun 
cão do cumprimento de programação; • 
II - de prévia aprovação da Prefeita Muni­ 
cipal. 
SUBSEÇÃO II - DOS ATIVOS DO FUNDO 
Art.60) - Constituem ativos do Fundo Mu 
nicipal de Saúde: 
I - disponibilidade monetária em bancos ou 
em caixa especial oriundas das receitas es 
pecif icadas; 
II - direitos que porventura vier a cons - 
truir; 
III - bens móveis e imóveis que forem des­ 
tinados ao sistema de saúde do Município; 
IV - bens móveis e imóveis doados·, com ou 
sem ônus, destinados ao sistema de saúde; 
V - bens móveis e imóveis à Administração 
do sistema de saúde do ~unicípio. 
Parágrafo Onico - Anualmente se proces­ 
sará o inventário dos bens e direitos vin­ 
culados ao Fundo. 
0monstracd 
ão e p la leqi a,ão + 
, 3 - As d,no'ta 
prodúzld'.'.;•; 
J i ,l(1r, 
, '1o VI 
DA EXECUç1O 0PJ1w" 1 ; 
5UPF;TO I • DA 
Art.,lz) - Imediatamente pno. a pro» 1-- 
9c..1c;5(} do. Lní ,Jr.; Orç ..... , .. rn' ... , 'refoit4 Ma­ 
nicipal aprovará o quadro do cotas 'ri es 
trais, que serão distribuídas entre a u­ 
nidades execu .ora do istona municipal 
de saüdc, quando for o c~Go. 
Parágrafo único - As co as trimo+ris 
poderão ser alteradas durante o exercício, 
obccrvados o limite fixado no orçamento e 
o comportamento da sua execução. 
Art.13) - Nenhuma despes será realiza 
da sem, a ncccasãrin nu oriznç3o orçilm0n= 
tária. 
Par5grafo único - para os casos de in­ 
suficiência e emissões orçamentárias, po­ 
derao ser utilizados os crit6rios adicio­ 
nais suplementares e cspcciuis, aulorizu­ 
dos por Lei e abcrtoe por decreto do Exo­ 
cutivo. 
Art. :!.4) - A despesa do Fundo Monicipul 
de Saúde se constituirá de: 
I - financiamento total ou parcial de pro 
gramas integrados de naúde desenvolvidos­ 
pela Secretaria ou com ela conveniados; 
II - pagamento pela prestação de serviços 
a_entidades de direito privado para exccu 
çao de programas ou projetos específicos­ 
do setor de saúde, observando o disposto 
no§ lQ, Art. 199 da Constituição Federal; 
III - aquisição de material permanente 
e de consumo e de outros •insumos necessá­ 
rios ao desenvolvimento dos programas; 
IV - construção, reforma, ampliação, aqui 
sição ou locação de im6veis para adequa= 
ção da rede física de prestação de servi­ 
ços de saúde; 
V - desenvolvimento e aperfeiçoamento dos 
instrumentos de gestão,plancjamento, admi 
nistração e controle das ações de saúde;­ 
VI ~ de~envolvi.mento de programas de capi 
tal1zaçao e nperfcicoamento de recursos - 
humanos em saúde; 
VII - atendimento de despesas diversas 
de caráter urgente e inadiável, necessá - 
rias à execução das ações e serviços de 
Ar'.») - A ocução 
cit as proce,ser 
;ão do u produto na 
s no • L . 
Art.16) - O Fund turlcipa; se saúdo - 
terá vigénci ilimitad . 
Art.l7) - Fica o Poder Executivo auto 
rizado a abir cr6dito adicional especial 
no valor de Cr$ 1.,000.000.000,00 (hum bi 
1hão de cru:oiros), para cobrir a dopo. 
as de implantação do FMS, que trata a 
presente lei. 
Parágrafo Cnico - As despesas a soro 
atendidas pelo p,esen o crédito, correrão 
a conta do Art. 43, Parágrafo e Incisos 
da Lei Federal no 4.320/64, 
Arl.18) - Tis rv<'nt.u,,ig co;:1 ü c•xrcuc:io 
do presente a o correm à conta de dotaç6- 
es próprios do orçamento, suplementadas - 
ao necessário e no que couber. 
,' rt.19) - Ficn aprov,,clo o orçamento do 
Fundo Municipal de Suüde ao Município ao 
l_ntonio João, que cslüna a rcccila e fixa 
a despesa em Cr$ 1.000.000.000,00 (un bi­ 
lhão de cruzeiros), conforme anexo I e II , 
desta Lei. 
Parágrafo Onico - Fica a Chefe do Po - 
der Executivo autorizado a abrir crédito 
suplementar até o limite de 401 do total 
ào orçamento aprovado por este Artigo du­ 
rante o corrente exercício, d conta do 
Art .. 43, S 1, Incisos Ia IV da Lei Fedo 
ral no 4.320/64. 
Art.20) - Esta Lei entrar& cm vigor na 
data de sua aprovação, sanção e publica - 
ção, revogadas as dispooiçócs cm centrá - 
rio e especificamente disposições da Lei 
no 456, de 08 de Agosto de l.991. 
Gabinete da Prefeita, em 27/04/93 
Nilce Alves de Oliveira 
Prefeita Municipal 
-----------------======================r=- 
"A FORÇA DA UNIÃO A SERVIÇO DO· POVO" 
SUBSEÇÃO II 
DOS PASSIVOS DO FUNDO 
f Art.7Q) - Constituem passivos do Fundo 
Municipal de Saúde as obrigações de quais­ 
quer natureza que porventura o Município - 
vier a assumir para a manutenção e o fun - 
cionamento do sistema Municipal de Saúde. 
SEÇÃO V 
DO ORÇAMENTO E DA CONTABILIDADE 
SUBSEÇÃO I - DO ORÇAMENTO 
Art.811) - o orçamento do Fundo Munici - 
pal de saúde evidenciará as políticas e o 
programa de trabalho governamentais, obser 
Vadas 
O Plano Plurianual de Dotaçoes e os 
princípios da universaliaade e do equilí - 
brio. 
S lo - o orçamento do Fundo Municipal de 
Saúde integrará o orçamento do Municipio , 
em obediência ao principio da unidade. 
S 20 - o orçamento do Fundo Municipal de 
Saúde observará na sua elaboraçao e na sua 
execução os padrões e normas estabeleci 
das na l~gislação pertinente. _ 
$ 30 - o Fundo terá orçamento anual pro . 
Prio elabórad.o na forma da Lei n 4320,que 
após apreciação do cMS integrara a propos­ 
ta do orçamento anual do Municipio. 
SUBSEÇÃO II_ DA CONTABILIDADE 
Art.
9
O) - A Contabilidade do Fundo Muni 
cipal de Saúde tem por objetivo evidenciar 
d sit; = financeira, patrimonial e orca­ 
enz!"]? sistema municipal de saúde, eb 
se dro-es e normas estabelecidas 
rvados os pa 
na le • lação pertinentes• 
Argis _ A contabilidade será organiza 
da jlP) permitir o exercício das su- 
e orma a '" - • • t - 
as f - d controle previo, concom1 an 
unçoes e t e de informàr, inclusive 
te e subsequen e 	d • 
d . urar custos os serviços, 
b
e apropriar e ap lisar os resulta 
em como interpretar e ana . - 
dos obtidos. . -
0 
contábil será 
,Ar.1 -,A,g"!"?ta.é 6»rss«. 
<ita pelo meto 
O 
• 	- 1 t- • 
5 l b'lidade emitira re a or1os 
o - A conta:; . . dos custos - 
mensais de gestao, inclusive 
dos serviços. 	- • 
S 2o - Entende-se por relator7os 
Os balancetes mensais de receita 
Pe,~a do FUndo Municipal de saude 
de gestão 
e de des­ 
e demais 
-----------,----------------'--------------------------·.-' 
Se a água da sua casa não for 
tratada (encana1a·e clorada), 
coloque 7. gotas de cloro (hf­ 
poclorito ne sódio, ?,5~)para 
caéa litro d'água e espere 30 
minutos para uti~ 
lizá- 
1 
a. 
7- 
~ 
Lave as mãos antes 
de preparar alimen­ 
tos, de comer e a - 
pós ir ao banheiro. 
Água só tratada, (com cloro) 
ou fervida por, pelo menos,' 
'.' minutos. 
~' - - 
' , 
Cozinhe muito bem os 
alimentos, principal 
mente peíxes e fru = 
tos do mar. 
..._

Prefeitura Municipal de Antonio João 
Balancete Financeiro do mês de março de 1993 
ll I• r: J, J- l Ã--------- 
c se 1G na». 1, 
II,A 0KAti IA, 
cIt ir!Lutar!os 
eltas trfonfaf 
, .d 11', Jt1dur.trlnl,; 
rantirenfan (Correntes 
)utran Iecrfta torrentes 
li <.J-.1 T,:, Ili 1 '1P l'J AI. 
Ilenano de lena !'ov,Ióv 
itanfereneLa de Capital 
U ! A ,, . 
L81A-;A!E1IA 
)epe mi a Papnr-Cont.Par, 
lrutH-if . .i r.,í·n. cout. Part. 
l.N,S.!l - J{0ccbim0ntu 
Al'Al - lçcrh!t<1rnto 
J'<' lemo 
iSHA.l 
r:iHATlA 
)epe.a a pagar Cont.Par, 
SOM A ......... 
,~nldo do Exercício Ant. 
Cnlxo 
Banco e/ Vinculada 
IJ3nco C/ Movimento 
CAflARA HUNlCll'AL 
Dnnco U3wer1ndus S,A 
ESTORNO DE PAG.quc Estnvo 
•'tn C0NC 11. l AÇÃO 
I
Est. de par. p~to 
g 4024 
SOHA GERAL 
Dep. 
r - - - - - -- •- - - - - • 
120.5 JJ .217,24 
10
1
,, IJ7iLCJJ'.l, 'l.l 
2,307.4495.809,07,2.06).252.405,3l 4.370.148.214,45/ 10-+bitio e anlsno 
ll.61t6,52'J,OU 3,820.025,00, 12.46,50,00/ 13-üd· • r.c r.tfJ 
- 	- 	- !- Ase{téncfa e Prev. 
- 	- 	- l6-Transporte 
- - - 
1%. 21,í,Rl0,00 191.390.190,00 71, 7. 6 ')(,. º-ºº Jl..ú 
2.195.319.11,i1 2.563.340.653,60 5.J56.Z60.0l4,91 
9)5.87.'>.269,19 685. 786.014,41 1.621.661.28],60 
167.423.1 16,00 747,500.000,00 614.923.116,00 
21.907.t.71,,00 29. 701,.228,00 51.611.702,00 
1. 289.28,00 1,/,20.380,00 2.709.664,00 
14. 699. 858,3 13. 7115.146,00 28. 485. 001,, )4 
818.600,00 665-',20,00 1. 681, .020, 00 
316.274.156,00 IJ2.2J9.J39,00 448.51).495,00 
l.658,?R7.757,53 1.111.300.527,41 2.769.588.284,9 
49,409,19 
4,323.995,89 
816.819,80 
llnnco Contn Vlnculad:i 
82.59.84 3.272.675.70 	anca conta ovtento 
CÃ1'!ARA MUNICIPAL 
Banco Bamcrlndus S.A 
102.500.000,0( 102.500.000,0C 
SC/!A .... , .. 
!:>-tr, - Orc,:-•·:n.írla 
Restos a par - Papamento 
Transfêrene1as à Cin.-Pag. 
AuI1o Nata!dade- Pag. 
ASH!A.l- Pagamento 
Salárlo Fan!1ta-Pa, 
Te lem•; 
APAJ - Pny110ento 
Despesas a paar - Pa. 
CÀN,RA 
Restos a pagar - Paga. 
Ucspcsas ,, par,tr- P,1g. 
DEMONSTRATIVO 
Cnlxa 
8.233.620.975,55 SO~IA GERAI. 
Prefeitura Municipal de Antonio João - ~IS 31 de março de 1993 
MQ de Lourdes Camargo - T~sourcira 
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5.431.017,'.lC 
9.489.017,6/i 
23.168.488,64 
127.889.818,84 
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a9.65.140,94 e42.14.391,3j.73?· "·$· 
1.467.710.953,33/1.074.406.407,+j5«117.m0, 
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11.1).6)),651 	J',0,61 },IJJI 
1.141.603,0~ H65.4L6,00 7,007.02Y,01 
JA,/,13,058,001 29.698.5)5,00 ó .121.593,00 
6.012.041,00, 22.168.306,00] 28.10.344,600 
1.599.617,001 2.264.122,00 ).861.739,0LI 
175.874.505,80 438.452.186,98] 614.326.692,76 
107.121.875,00 2.430.687,00 189.558.562,00 
72.481.218,00 105-206.886,01 177.688.JOi,OO 
l 
1 
165.979.196,4) 
8.233.620.975,55 
_ _ _ _ _ _ _ _ __i 	_,L 	_j_ 	l 
Nilce Alves de Oliveira- Prefeitn Municipal 
Prefeitura Municipal de Bela Vista 
PORTARIA NÚME:,O 121/93, DE -05-05-93. 
"Dispõe sobre os valores das diirias dos 
servidores do Poder Executivo e di outras 
Providincias". 	' 
O Prefeito Municipal de Bela Vista, Esta 
do de Mato Grosso do Sul, no uso de suas a= 
tribuicoes e tendo em vista o disposto na 
Lei M~nicipal 757/85, de 19 de 1985, com a 
:edacao dada pela Lei no 911/91, de 13 de 
Junho de 1991, 
RESOLVE : 
Art.lo- Divulgar, na forma de anexo desta - 
Portaria, os valores das diirias a serem pa 
gas a servidores do Poder Executivo Munici­ 
,· quando em viagem fora da respectiva sé 
Art.20- Esta Portaria entrará em vigor na - 
data de sua publicação e/ou afixacão no qua 
dro de avisos da Prefeitura, revogadas as 
disposicoes em contririo. 
Abraão Armoa Zacarias 
Prefeito Municipal 
ANEXO - (Portaria 121) - Lei Munici al 911/91 TABELA DE VALORES DAS DIÁRIAS 
CLASSIFICAÇÃO 
INTERIOR 
NESTE ESTADO E OUTROS 
ESTADOS 
CAPITAIS 
INCLUSIVE DO ESTADO 
PREFEITURA MUNICIPAL 1.333.648,00 
1.627.350,00 
SECRETÁRIOS 	1.052.839,00 
1.333.648,00 
OCUPANTES DE CARGOS 
OU FUNÇÕES DE DIREÇÃO 	765.668,00 
1.052.839,00 
DEMAIS FUNCIONÃRIOS 	478.420,00 
COMETI DÊ- 
1 EMPRESA COMETA DBL AMAMBAy oferece 	• 
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e T cidades do Brasil 
ran uilidade 
' 
'

T 
11. '., 
, , J . ,, 
Câmara Municipal de Caraclf Caracol e ce 
SE +AO ORDI'RIA_n DIA 20-04-93. 	[ 
ALISTAMENTO ELEITORAL, 	[ 
J' ,.Jd1J v, l'.)1,l <Ju V<•rr•~·do-r-~!~;nj•,;i,;; f.qr.ru, <1:1,, ;;;r ;::1 f'J:r;':' 1-I 
+,+ado rdinto ao Deputado Estadual aldir Neves, com copa] 
! •J •,r. ilJJ'<:ri /n o:iio c.:;r1rlic1, !·ccioidr,nle clc1 'fHC, cr., Cui·po Cr,rn•l~·,• 
o Juiz Eleitoral de Dela Vista, Sr. José Eduardo Neve Mene­ 
apelli, para que eja es udada a possibilidade de e nomear urj 
iagente alistador eleitoral em nossa cidade, "Outrosim, esclare­ 
lço, que, há várias pessoas qeu necesi .am fazer ti ulos elei o­ 
·r, 1:i • n,10 hà aqente que possa pres ar esse serviço, à µopul,,­ 
ç~o, princípr,lni<·nlt.: dos qur: nüo diupõe de' rccurr.on financciror:'; 
disse Estanislau Nunes. 
AMPLIAÇÃO NAS LUMINÁRIAS 
o Vcrci!dor n,1rcl souza Neto, r;olicitou 110 Prcsidc:ntc ela c5r:ir1 
'", JO!Jl' Cd r 1 on llorcc lon, que após ser ouvido e aprovado m P lg 
ário, seja encaminhando expediente 110 Sr. Prefeito Municipal - 
coll cópJ.a ao Gr. Paulo Dejalrno Modesto, Chefe do Enersul cm 
~nta Por5 e ao Sr, Marcelo Calvuno, Chefe da Encrnul cm Bela - 

ViaLo, no scnlido de viubilizor uma ampliação nas luminárias cm 
vários setores da cidade onde há necessid11de. 
1 	AUMENTO DO 'l'EflMINAL TELEFÔNICO 
O Vereador Millon Luiz Bendcr reivindicou que seja cncaminh11 
do expediente ao Deput11do Waldir Neves, pedindo seu empenho cm 
viabilizar junto a Telcms o oumento de terminais telefónicos cm 
oossa cidade, motivo que p11ssou a citar. "Tendo cm vista, um 
grande número de interessados por um terminal a cada dia que 
passa vem nos procurar sabendo elos que o Vereador, serve como 
un "elo" de ligação junto is autoridades competentes, o crcsci­ 
c:cnto da população fez com que aumentasse o número de pessoas - 
que necessitam desse beneficio" afirmou Milton Luiz Bender. 
CARACOL - MS. 
DOCUMENTOS EXTRAVIADOS 
Angela Ramona Quintana comunica que perdeu uma Carteira pre­ 
ta, contendo todos os seus Documentos. Quem encontrar entregar 
na Residência do Sr. Rosalina Quintana, pois será muito bem 
gratificado. 
Obrigado! 
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vez por sena la - 
reune os )ovns A' 
fazem parte de u 
gr o, um total d 
vinte, e todos - 
eles judam as pe 
0as de b ixa renda. 
ia manhã de domingo 
passado, eles foraM 
em uma determinada - 
residência, e limpa­ 
ram o quintal de u~il 
senhora que não tem 
condicõcn de [ozcr - 
tal nto. Enfio pnrnr. 
por aí uma vz no 
meu o grupo irá aju­ 
dar 11 construir uma 
casa para as pcseoos 
de baixa renda. 
Estes jovens que 
ajudam as pessoas 
não pedem nada cm 
troca, só sorriso á 
a recompensa a cadã 
um deles, afirma Kei 
la, umas das partici 
pantes do grupo de 
jovens. 
Nossos parabéns à 
todos esses jovens e 
também à irmã Espe­ 
rança por tão lindo 
ato de ajuda cristã. 
SINALIZAÇÃO 
A placa de sinali • 
zacão que indica as 
~aidas para o Alto - 
Caracol e Caracol,es 
tá completamente apa 
qada. Pedinos aos rspa 
sáveis que deêm um 
jeito, pois já vie 
ram várias reclama= 
cões de turistas que 
rendo ir para Cara 
colou Alto Caracol- 
e a placa não ajuda 
em nada, muito pelo 
contrário, só confun 
de. 	- 
ANIVERSARIANTES 
DO MtS 
1- Leber Lopes Leite 
2- Clêia L. Velasrue7 
3- Buzinha Leite Gar 
eia. 
4- Israel Gutierres 
5- Edna Cavalcanti 
6- Fátima Garcia Lei 
te. 
7- Maira L. Paiva 
A essas pessoas nos 
sos desejos de mui 
tas felicidades. 
«t)uh 	+ L' 
! 
L_ 
Fabiana Russafá (Foto Roberto Machado) 
'Oração à 
Mãe N. 
Nossa Querida 
Sra. Apareci da 
Qucriàa Mãe Nossa enhora A:° ia. 
Vós que nos ana e nos guia todos os dies 
-,õs que sois a rr:ais bela dss Mãos,a quem ou 
amo de todo coracio, eu vos =0ço rai~­ 
umu ,cz quC! me ajude o D.l.cu.r:Ç.Jr r s!;,; i:;r~j 
a por mais dura que ela scja. Soei que - 
vó~ me ajularã e ne dC0m?ur.h~r0is s~nr1·~I 
até 2.. hora da minha ~orte. ~~~~- / 
Rezar l Pai Nosso e ! Ave--'taria. 
Fazer três dias seguido sta oração-, 
que alcançará a graça, por mais difícil] 
que ela seja. 	i 
Mandar publicar no jornal. Em cuso e: 
tremo pde fazer cn trs horas. 
! 	:M.A.J 
. ( 
" . 	-, 
CERTEZA DE BONS NEGÓCIOS! 
Er'ICitNCIA AGILIDADE HOETIDADE 
CERTIFIQUE-SE NA: 
·flui llllliranle ·.earrôs 
Bela Vista - Mata.Gro 
o

,, 
"ENCOTOU LEVO'J" 
' no s o,duna lfyru pra 
I 	mio contou um fato d!gno - 
d. 	durante a discoteca de ff 
nal 	ldro Puf!no, por mot!vos, 
do a Heftora, um rupo 
conversando quando de 
reponte uma usrot que ta ano ludo de u rapaz-­ 
'evou um tremendo tapa na cura de outrs patfnh tem 
aber o porque do presno, ó mfs tarde lhe Info- 
aram que apresso partfu da namorada, ou ex, do 
pato que estava ao eu lado, Pra náo dar vexame a 
predfda ficou na ua mo aprendeu que a men[nada­ 
età dtpntando a rapaz1 d no braço, te aprov{mar 
dos compronet dos pode dr no que deu, encostou - 
 l°'Vllll ! 
XIV CHMS H 1 PONTA l'OHÀ 
Está endo real!ado ta vizinha cIdade de Ponta 
l"orii n XIV CE!S - Campeonato Escolar de Mato Gros- 
o do Sul - classlffcatórfo para os JEHS - Jogos - 
Estudantis BrasfleIros. A Promoção é dn FUNDES­ 
l'ORT (' da Prefeitura MunleIpal de Ponta Porá, mais 
do 1500 pessoas, entre atletas, dirigentes, técnL 
cos e ,irhitroi1 pnrt lc1p,nn do evento que 1;<• extcnde 
até o próximo dia l e conta com n pnrt1c1pnç~o de 
27 Munfefpfos em 09 modalidades esportivas, Só sen 
timos Bela Vista este ano não participar do CE!-1S , 
nossa cidade que teve pnrticipaç;o destacada em 
cnmpcon;itos cstudnnt(s anteriores, inclusive reve­ 
lando grandes atletas, n exemplo de Elenilson da 
Silva, no pedestrianismo, que participou dos CE!-1S, 
em 90 e foi o terceiro melhor colocado em todo o 
Brasil no JEBS daquele ano. Fica a decepç;o, esti 
faltando alguma coisa, nioll 
SENIOR EM AÇÃO 
Falando em esportes, a AABB - Associação AtlétL 
Cfl Banco do Brasil promoveu o lQ Campeonato Bela-:: 
viseense de Futebol Senior, a final foi no Último 
sábado e o título ficou em casa com a vitória da 
AABB sobre a equipe do "Pncotio" pelo placar de do 
is tentos o um. Parabéns no Presidente e atleta Ge 
tulinho pela bonita promoção. 
TORCEDORES REVOLTADOS 
E os torcedores do Esporte Clube Primaveras es­ 
tão cbi;tndo mais que panela de pressão contra a d! 
retorin do Liga Esportiva Belavistense pela perda 
dos pontos do Clube para o Náutico no jogo realiza 
do semana retrasoda quando o Primavera venceu pelo 
placar de 5 X 1. O Náutico entrou com recurso na 
Liga e p1nhou os .jlontos n legando que o atleta .velar 
Jogou com n documentnçio irregular, mas os primave 
renses garantem que os documentos que a Liga pedi~ 
para liberar o atleta eles apresentaram, não se 
justificando a punição que o time recém criado re­ 
cebeu. Fica o registro. 
PREFEITO NA CÀMARA 
t 
r 
'l 
roa 
t tr 
toura Mar!fpa 
r, d J., é 1 
l ( .,~ l' ·, t r; J 
lavften , 
Por solicitação do Vereador Fernando de Freitas 
ELins o Prefeito Nunicip;il Abraão Zacarias deverá­ 
participar da scss;o ordinária da Cimara Municipal 
desta quarta fclra, dla 12, o nssunto em pauta se- 
ARTICULA COES 
T 
Em contato com a reportagem esta sem4 
na o Verador Roney Moraes Simões, do PTB 
ressaltou a sua preocupação com rela 
ção a não implantação até agora dos 
meios-fios em várias ruas asfaltadas do 
bairro Antonio João, partindo da rua San­ 
to Afonso, o que pode colocar a perder - 
um trabalho que levou meses para ser exg 
cutado, para Roncy "o que está faltando 
é boa vontade, o asfaltamento daquelas - 
vias públicas custou o dinheiro público, 
a Prefeitura Municipal possui os equipa­ 
mentos necessários para construir os 
meios-fios e por isso não pode deixar 
que o aslfatamento de várias ruas • do 
bairro Antonio João seja· deteriorado, o 
que já começa a acontecer devido as in 
filtraç6es d'água e eros6es provocadas 
pelas enxurradas das chuvas" enfatizou o 1 
vereador. 
Roney Moraes Sim6es falou também so 
bre os prejuízos que a população virá a 
sofrer caso a Prefeitura não providencie 
em breve a colocação dos meio-fios para 
proteger as vias asfaltadas, "está na ho 
ra do atual Prefeito deixar as diferen - 
ças político-partidárias de lado e aten­ 
tar para esta necessidade, ou será que 
ele vai deixar as ruas asfaltadas com o 
dinheiro dos contribuintes se acabarem a 
penas porque a obra foi feita pelo ex-:: 
Prefeito Edson Medeiros de Moraes"?inter 
rogou o atuante vereador petebista, que 
finalizou lembrando os altos custos das 
obras de asfaltamento como a que foi fei 
ta no bairro Antonio João e que não pode 
ser relegada ao descaso pela Administra­ 
ção Municipal, o vereador convocou ainda 
a Associação de Moradores do bairro a 
- 
Vereador Roney 
RONEY QUER OS MEIO-FIOS 
NAS RUIS ISF IL 1101S 
Moraes Simões 
olhar para esse problema, "porque trata - 
se única e exclusivamente de defender os 
interesses daquela comunidade que tiveram 
seus imóveis grandemente valorizados Pe, 
las obras de asfaltamento e que correm e 
risco de voltarem a ter o barro e a poei·I 
ra em frente às suas casas simplesmente ·1 
pela falta da colocação dos meio-fios, u 
serviço simples e de fácil execução" afi! 
mou o vereador Roney Moraes Sim6es. 
EDITAL DE PROCLMlAS 
Jantlde Rosa dos Santos - Offc1ala do C.'.lrtór!o de Registro 
Clv1l desta cidade de llela Vista - MS, FAZ SABER a qunntos o 
presente Edital de Proclamas virem, que apresentaram os Doeu 
mentos exigidos pelo Artigo 180 do CÕdlgo C!vll Brasileiro -;­ 
Incisos nQ l·ll- e IV e pretenden se casar: CELIO PELEGRINI e 
Hlt.DECARDE FERSA.1'ES BALIA - ;1obos brasileiros, solte:iros. 
Ele é Torneiro ~Secânico - filho de Sebastião Pele?rir; e] 
Dna lrac1 Perc1r.J. da. Silva Peleg:r1n1; Ela t! Cocerci.111te, f1· 1 
Iha de Esel Rodrigues Balta e Dna Helofza Fernandes Bata. 
Se alguén souber de algu 1rped1rento, que se oponha :-..: 1 
fora da Lei. 
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