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, T 
, 1 
.. 
,. 
CIARIO REGIONAL 
ANO 7.i NO 1.344 I9 DE MAIO DE 1993 
-._ecee,;----;-----~ --------- - 
DIRETOR: IVMDO }FPE+A 	EX'MIAR CK$ 16,000, 
EM AUDIÊNCIA COM O GOYEftNIOOR, ABRAAO 
COBRA PAVIMENTAÇÃO D.A DR - 060 
Ourante cerca 
de quarenta minutos, 
o Governador Pedro 
rcdrossian conversou 
com o Prc(oito de Bo 
Ia Vista Abraão taca 
rias sobre os prográ 
mas do Governo do 
Estado para o desen­ 
volvimento do munici 
pio e região, oport~ 
idade em que consta 
tou a necessidade de 
que sejam agilizadas 
as obras de pavimen­ 
tacão asfáltica da 
BR-060, ligando Jar­ 
dih a Bela Vista. 
A audiência a 
conteceu às O 9 ho 
ras da última quinta 
feira, dia 13, no 
gabinete da Governa­ 
doria. 
Veja matêria na 
página / 07 desta 
edição. 
1 
± 
Prefeito Abraão Zacarias em audiência com o Governador do Estado 
Pedro Pedrossian, cobra a pavimentaçao da BR - 060. 
 
Operação Cidade Limpa Continua 
Diagnóstico de 
um Comércio 
----- 
ee 
eo: 
es° 
A operação Ci­ 
dade Limpa que foi 
desencadeada pela Se 
cretaria de Viação e 
Obras da Prefeitura­ 
Municipal, por deter 
inação do Prefeito 
Abraão Zacarias e q/ 
fez parte do plano e 
mergéncial de 100 
dias de Governo, con 
tinua na periferia= 
da cidade. 
Servidores da 
Prefeitura Municipal 
estão trabalhando na 
abertura e limpeza - 
de valetas e limpeza 
de calçadas nos bair 
ros periféricos. - 
O Bairro Espíri 
to Santo vem sendo 
beneficiado a través~ 
desse serviço que 
tem como intenção re 
Solver um sério pro= 
blema de invasão de 
enchurradas nos ter­ 
renos e residências 
da parte baixa do 
bairro, a limpeza de 
valetas e calçadas - 
contribui também pa­ 
ra a diminuição de 
insetos (mosquitos)e 
outras impuresas que 
prejudicam o bem es 
tarda coletividade. 
Segundo info_E 
mau o Secretário de 
Viação Obras e Servi 
ços Urbanos da Pr 
feitura, Nélio Dio 
rio, cerca de 15 
braçais trabalham na 
operação que deve a 
tender todos os bair 
ros da cidade. - 
• Por outro lado, 
mesmo enfrentando um 
sério problema de 
viaturas que estão - 
. ' 
Sec.Mun. de Obras, 
Nélio Diório 
A Secretaria de 
Obras e Serviços Ur­ 
banos tem procurado 
atender regularmente 
a população munici 
pal na coleta de li 
xo, além de atender= 
a população na colo­ 
cação de aterros e 
transporte de mudan­ 
ças. 
"Com calma e 
muita criatividade - 
vamos atendendo na 
medida do possível a 
todos, ninguém fica­ 
ri sem atendimento". 
Afirma o Secre­ 
tirio de Obras e Ser 
viços Urbanos, Nélio 
Diário. (A. I.P.M.) 
rc bido, qu no Jornal, va- 
rias d;anela , cu mlhor, t .o 1ç0's d 
respeito do co ·rcio local. 
Aaioria do cns dor s ão [o 
dem coo.pr r ea Ponta Porá, Jardim ou Ca 
po Grande, onde mait. gnte já ia com 
prando, alegando que os preços em Bel 
Vista são proibitivos. 
Há casos de alquns produtos que cus 
tam em Bela Vista até 200 a mais, ou 
tros com diferença menor, tas também 
proibitivos. 
Não se pode mais alegar cs custos 
dos fretes, pois somos testemunhas de 
que os mesmos não oneram tanto. 
Diáriamente visitam Bela Vista va 
rios vendedores de serviços gr(lflcos, dê 
Assis(SP), Fátima do Sul e Campo Crande, 
numa acirrada concorrência com a gráfica 
local. 
Segundo um dos diretores da gráfica 
" a concorrência é livre, quando temos 
condições de competir com os preços de 
les, tudo bem, quando não, o que podemos 
fazer. 
Conversamos com vários comerciantes 
a esse respeito, e a resposta deles é 
sempre a nesna, " vamos fazer lá porque­ 
é mais barato". 
Tudo bem, e um direito deles, do li 
vre mercado. 
Isto vale para os serviços grãfico:.; 
mas não vale para os demais prociutos,quc 
não possuem vendedores no varejo, os 
clientes são obrigados, NA MARRA, a co!'l­ 
prar aqui rres!'lo. 
Mas a situação tende a mudar, ou os 
comerciantes de Bela Vista ~odifiquem 
suas maneiras de comercializar, ou have­ 
rá novas alternalivas para o povo com 
prar produtos melhores e com melhor pre 
ço. 
A estrada para Jardim, qu~ndo pavi­ 
mentada, pemitiri novas opções de com 
pra. 
Comerciantes gananciosos, que buscam 
o lucro ficil, querem enriquecer da noi­ 
te para o dia, só tem olhos para suas 
contas bancárias. 
O povo, os clientes,se não querem com 
prar aqui a/ vão comprar em outros municí 
p1os. 
E, acreditem, isto jâ está ocorren­ 
do. 
E vai aumentar com a Central de Com 
pras no Atacado, este é assunto para a 
edição de amanhã. (PP). 
na sua totalidade to 
talmente desgastadas 
e funcionando em con 
dições precárias. - 
Reativação da Associação Comercial 
Páq/08 
Câmara é Notícia e lnf or mação 
• ISENÇÃO DO IPTU E ALVARÃ DE LICENÇA PARA OS DEFICIENTES 
REFORMA DO PRÉDIO ANEXO AO COLÉGIO PEDRO AJALA 
• SINALIZAÇÃO DE PONTES 
DRENAGEM E CASCALHAMENTO 
• COMPROVAÇÃO DE V1NCULO EMPREGATlCIO DE EX-FUNCIONÃRIO 
PREFEITURA 
• VEREADOR QUER A FOLHA DE PAGAMENTO DA CÂMARA 
• MEIO-FIOS NAS RUAS ASFALTADAS 
* CONSTRUÇÃO DO MERCADO MUNICIPAL 
Matéria na Pigina / 08 desta edição 
DA 
39 Leilão Caracorte 
Dia 26/05/93 - Local: Tatersal do Sindicato Rural 
Uma Realizacão : Sindicato Rural de Caracol e Porteira 
lÕes Rurais 
Participe : Caracol espera por voce ! 
Lei 
* PARTICIPE DO COMITE DE SUA CIDADE E AJUDE A MELHORAR 
BRASIL* 
Ação Contra o 
Nacional: 
Mais de 32 milhões de 
brasileiros passam fome hoje. 
Quase 70s da populaçãobra 
sileira não se alinenta sufi 
cientemente para ter saúde e 
vida digna. 
Isto é, falta comida na 
mesa da grande maioria das fa 
mílias brasileiras. 
Segundo estudo do Institu 
to de Pesquisa Econõmica apli= 
cada (PEA), 9 milhões de faní­ 
lias têm renda mensal que lhes 
garante, na :::elhor das h:pót:e- 
Maior Flagelo 
A Miséria 
o 
ses, apenas a aquisição de una 
cesta básica de alimentos ca 
paz de satisfazer suas necessI 
daàes alimentares. - 
. Não sobra nada 7ais para 
habitação, vestuário, transpor 
te, etc. Como a gente sabe cue 
não ê possível viver, nesta-se 
ciedade, somenLe co:n dinheiro= 
para alimentação, o que sai o/ 
pagar aluguel e transporteé ti 
rado da alir.entação. 
Matéria nas Páginas-O~ JS

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16:00 hora - Medição do lço 
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0;00 horas - M!ena de Ação de Graças 
07:00 horvs - Inuuracção Cffc!al do Clube do Laço 
"SANTA RITA", com prnença de ator!dndes. 
0730 horns - Hrteamento do Pav!lho Nactonal 
08:00 horas - Infc!o das lçadas-fas clastftcató 
r J ., 
12:00 hora - Almoço na Sede do Clube 
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rfa(dncrfçio 1!vre) CIa, de Rodelos O Vaqueiros­ 
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22:00 horo'.lr: - B:illr nn Sede do Clube 
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060 horas - Reinfeto das Içadas - fase classIf1ca 
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14:00 horas Reln!cio dns l.çadas 
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09:00 horas - Início da difputa de Bagualhada 
l~:00 horas - Início da Taça de Patrão 
12:00 horas - Almoço na Sede do Clube 
14:00 horas - Início dn diEputa de Taça de Prata 
15:00 horns - Início dn dirputa de Taça de Ouro 
17:00 horas - F.ntr,..gn de prêmios na Sede do Clube 
. No decorrer dos eventos da laçadas, teremos·ati 
vidades paralelns de VÔiei, Futebol Suíço e outras 
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Vista. 
Participação das Escolas da Fede 
,] Municipal e Particular , pro 
Entadua , muw • 
moção integração das escolas. 
/poio Lol,il cJ . Prefeitura Munici­ 
pal Governo Araão Zacarias. 
Essa voco não pode perder. Sera a 
única festa junina das escolas esse a 
no. 
A Prefeitura Municipal através do 
•·et.or de cadastro informa a populaçao­ 
elavistense que a parl ir do dia 17 
de maio estará efetuando a operacao de 
recadastramento imobiliário em toda a 
cidade. colabore com o recencenador pres 
te à eles as informações solicitadas - 
corretam.ente. 
Bela Vista- MS, 17/05/93 
Atenciosamente 
Prefeitura Municipal 
SECRETAIUA DE S/ODE INPORM./ : 
PLANTÃO/ FARMÃCI/ / MAl0-93 
22/23 - Drogavista 
29/30 - Drogaline 
- Sr. Saul 
- Sr. Carlos 
OBS: ~s Farmácias que não estive­ 
rem de Plantão deverão permanecer fecha 
das, e as solicitações eventuais só po­ 
derão ser atendidas se constar na recei 
ta a informação de que a de PLJNTÃO nãõ 
dispõe da medicação citada . 
Atenciosamente, Ives de O. Britto 
Ass. Sec. Saúde· 
Tribuna 
Diário 
da Fronteira 
Regional 
FUNDADO EM 20/02/72 
Publicação da Rede Ilelavistense de Jornais - 
LTDA - Avenida da Fronteira, 564 
Fone (067) 439-1410 - Caixa Postal 23 
CGC - 15'.513.203/0001-90 
BELA VISTA - MATO GROSSO DO SUL 
Diretores- 
Ivaldo Pereira e Maria Estela Velasquez Pereira •, 
Diretor Responsável 
Ivaldo Pereira 
Reportagens 
Ubaldino Rodrigues e João Carlos Velasquez 
Gerente 
Gilson Silva Santos 
Redação, Adm.ini.straçào e Parque Grâf'i.co - e 
nida Tribuna da Fronteira, 564 - Sede PrÓpri;J'. / 
Sucursais • 	1 
Antonio João, Porto Murtinho, Maracaju, Boni· 
to, Jardim, Caracol e Campo Grande. 
correspondentes 
Capitl!ÍS•I 
1 
artfgoõ 1 
Glads La-ynn Modas Bahia-Car 
1 
Artigos em leganete, Cotton, . - -· 
Moleton, Crepe, Malhas, Camise­ 
tas com estampas.etc ... 
: 
Campo Grande, Brasília e Principais 
Não devolv:mos originais. 
O jornal nao se responsabiliza pelos 
assi~ados ou de origem definida. 
• Filiado à ADJ0RI/MS e ABRAJ0RI 	1 
cr$ 15.000,%° 
Cr$ '20.000,00, 
cr$1.500.000,
0° 
C-r$ 700. ººº·ºº 
Preço do ê:xempla.r 
Exemplar - Números atrasados 
Assinatura Semestral 
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ral.

Combater a Fome do. Povo 
) urano nwmn{ou os tu ros do dr.rit{o tu - 
aro tal brafle!ro. ão ? !lhes de bra!1e!- 
que e+tio pasando fone, Isto ln!ffca um nd 
ro per1or a populaça da Arentfna, 
5ando o Manco Mundial, a mIsrla no Hrafl 
• u de 26,67 da população em 1960 para )1,57 e 
1 'J J :i. 
0 raII tem hoje 4/ dos pobre da MCrfca Ln­ 
t', embora uns populaio nefa somente l/) da po 
yulaçio desse subcontinente, Contudo, me is rave 
da á o fato de o Irasfl apresentar uma das mafo 
res taxas de concentração de renda do continente 
sr!cano, enquanto que os 207 mal pobres da Ar 
a Lati tm 4I da renda subcontinental, os 20 - 
Is pobres do IrasII têm 2,1 da renda do Paf, 
Enquanto que )2 mflhôes encontram-se na mais 
ruel meérLa, a pobreza ameaça também um contin - 
ente de aproximadamente 60 mflhôen de outros bra 
I1eros, que se alimenta em n[vels abalxo dos re­ 
romendados pelos organismos Internacionais da aú 
de, 
Este não é um drama somente daqueles que estão­ 
nessa condfçio ub-humana. f problema de todos. 
Njo é posdvd viver com a consciência tranqulln - 
sabendo que nosso próximo passa fome e eRtÓ sujei­ 
to n humilhações deploráveis, Vivem em esgotos,nns 
runs, nubordinados à violência e gerando mais vio­ 
lência, 
Não é à toa que as casos hoje estão fortifico - 
das, Sequestros se multiplicam, o violência urbana 
cresce e ameaço os crianças. A intranquilidade Já 
faz parte do cotidiano das familias. 
Não podemos deixar que isso continue. E preciso 
fnzennos alguma coisa. Mos não basto ficar esperan 
do que o Governo venho e resolva tudo. Um Governo­ 
bon e decente é necessário, mas isso não é suftci­ 
ente, Precisamos nos conscientizar de que o comba­ 
te à miséria é também de nossa responsabilidade. 
Ui dias atrás estive participando de uma reu­ 
nlão na Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, 
Desejam que todos os brasileiros te unn r 
uma corrente e favor do Brasfl. Vir!as c!dades 
já estão formando os Comitês da Ação da Cfdadanfa 
contra a Fome, a Misirfo e pela vidu. 
Trabalhadores e cmpren~rios estão se unindo 
nesse movimento. Não é um novimento só da CUT, e 
também da CNI, FIESP e outras entIdades de empre­ 
sários, A solidariedade humana se alinha hoje à 
sobrevivência econômica também das empresas 
Estou apoiando, junto com volorooos compa­ 
nheiros do PMJ)B e de vários outros partidos, essa 
iniciativa, porque tenho rê cm nosso povo, acredi 
to que o Brasil não irá sucumbir diante da crfs; 
se nosso povo se unir e superar divisões pouco in 
teligentes. 
t hora de começar a virada, é momento de dl 
zer um basta à miséria, 
Tomei a iniciativa de imprimir uma cartilha 
da Ação da Cidadania contra a Fome, a ~Uséria e 
pela Vida, que estou distribuindo a vocc, pedindo 
que a leia e tome também a iniciativa de divulgar 
essas ideias e ajudar a colocá-las em prática. 
O Tra,balhador e a Inflação 
VICTOR FACCIONI 
Enquanto houver in 
flacão, não há polIttca­ 
salnrial e nem salário 
capaz de atender ns ne­ 
cessidades do trabalha 
dor e muito menos estimu 
lar para uma maior pro: 
dutividade, A inflação é 
n inimiga nQ l do traba­ 
lhador e igualmente são 
seus inimigos os respon­ 
sãveis pela manutenção 
do processo inflacioná - 
rlo. 
Outro inimigo do 
trabalhador ê a recessão 
na medida em que ela não 
cobate a inflação. Ela 
Pode atê ser necessária, 
e um determinado momen­ 
to, t:tas não pode se pro­ 
longar, sob pena de fi 
car insuportável, comÕ 
estã a acontecer em no§_ 
so Pa.is. 
Quem ganha com a 
bflação são os bancós , 
os que têm muito patrim@ 
nio ou grandes negócios, 
e os especuladores. 
O trabalhador, não. 
&le, ao contrário, é o 
maior prejudicado.porque 
a inflação "come", para 
não dizer "rouba", escan 
dalosamente, os ganhos - 
do seu trabalho. Em pou­ 
cos dias, ela tudo cor 
rói. É mais corrosiva a] 
o próprio sal marinho, a 
maresia e a ferrugem. ~ 
simplesmente arrasadora. 
E o pior é que, além dos 
salários, ela está des 
truindo os parâmetros d; 
valores das pessoas. Ji 
perdemos a noção de valo 
res materiais, do" bara 
to" e do "caro", e esta­ 
mos perdendo também os 
de ordem moral. Daí a 
pouco, nada mais terá va 
lor. Cria-se o caos,pois 
passo a imperar a lei 
do mais forte, do mais 
esperto, a impiedosa"lei 
das selvas". 
Teria sido nesse 12 
rl 
r cor@{d+do 
cuti os o pro 
va d 
Essa entfdades tio fazendo um chr ado muI 
to Important, a formação de um r: plo u1ovfreuto:: 
popular nacional contra a foe, a mlirla e pela 
vIda. 
Ponto e 
Contraponto 
-, Conferrc! 	B! 
pos do Bras!l, Conselho de Reftore de 'n!ver=t. 
dades iras!le!r, Centra! Cfc do Ir.Malhado - 
res, Conselho Nacional d Ire[as Crf«ti, Conte arvat!vos, 
deraço Nacfonal dos Trabalhadores na Ar!cultura 14fator 
entre vir1as outras, 
, 
1 
68 
oO ' 
o° 
1 ., 
• 
k 
·M . 
8! 
e/ 
,,) 
~ O Pre.feito de Porto - 
··Uttinho, Luiz Abreu, é 
"primeiro, em nossa re­ 
tão, a manifestai-se a 
;.•speito do projeto 
AÇÃo da cidadania con 
tra a Fome, a Miséria e 
Pela vaa", 
"Nossa primeira pro­ 
'!d@nela, em Porto Murti 
h3 - - .­ 
C • sera a formaçao de 
tts, com a colabora- 
ao de Clubes de Servi - 
tos E - 
t presarfos, Produ- 
/res Rurais, Comerc:.ian- 
t
es Liberais, enfim, d" 
dos 
":;. os segmentos da co 
;_:'llldade", comentou 
• •efeito. 
ara o Prefeito Murei 
,"nse, "todos os brasr­ 
/lt-os deve"' se engajar 
este 
::..t projeto, procurar 
orar o sofrimento de 
o 
Prfe!to Luiz Abreu 
milhÕes de pessoas, os 
dndos são nlnrmnntes, mn 
is de 32 m.ilhÕes i'.~ brn:: 
de 'aio, que as lideran­ 
ças sindicais dos traba­ 
lhadores, mais do que 
dos empresários, porque­ 
mais prejudicados pela 
deteriorização do seu sa 
lário e pelo desemprego: 
conclamassem a Nação a 
uma luta sem quartel pa 
ra o combate à inflação:: 
e o fim da recessão. 
Vencidas a recessão 
e n inflação, por certo 
a vida política, econômi 
ca e social-do País, co; 
valesceriam e o valor dÕ 
trabalho seria restabele 
cido, com ganhos reais 
dos salários e oportuni­ 
dades e horizontes mais 
amplos e mais claros pa­ 
ra os trabalhadores e 
todos os brasileiros. 
O plano econômico l 
tamar, lamentavelmente , 
pouco vai conseguir no 
combate à inflação e a. 
recessao. 
Além de incompleto, 
constitucionais um elen­ 
co de boas intenções, do 
que de medidas concre 
tas, 
tu{ 
.r-"""ti 1.1 ,"' crli,-1· 
uuedes pelos )ov nos. As tutu 
r~1r: ( ,t.. r ,t 1(1 •. 5 .. ~ , t:C 1rr r .. u th· pr_n,.,r (11h ,. 'J 
paterna!! ao aos vlcfados aumenta o numero d le e o4 
porcr~c..111 d1 clvi.:r·,_,1.. T,l·t~ t :r~~ <lt; d. Ad, ..... :f,l,,,., 
ranlsos Inter: .donafs que prepaa o controle da 
nélt ll<l~dc, r~c.o::·cnrl--i r,u,', p.,r., t,.., <.:m l r,ilt• 1 fJ(.!c!_;l 
te, não se utf!Ize apenas o preservativo, ias tul- 
taneamente, a pIlula, porque o pr!melro não é aran- 
tido, ate esmo por razoes operativas, ainda que a 
qualidade eJa a melhor. Assim, nio arante tambén - 
em relação a AIDS, f u cr!e, portanto, o Induz1ren 
to no seu uso, porque é enganoso. 
A VOLTA DO FUSCA 
Vai, pois, depender 
de refonnulaçÕes e da 
administração que for da 
da à sua execução. 
Por enquanto, os 
projetos enviados ao Con 
gresso tratam mais de 
reformas administrativas 
e criação de cargos. 
Mais um equívoco. O 
Brasil precisa retomar o 
crescimento, Chega de pa 
ternalismo. - 
O povo precisa é de 
trabalho. 
Que lhe assegure um 
salirio e uma vida diE 
na. Assim, talvez,os tra 
balhadores tenham algÕ 
a comemorar no próximo - 
1g de maio. 
* Deputado Federal 
PREFEITO DE PORTO MORTINHO 
E O PROJETO CONTRA I FOME 
JORNAL DE SUA CIDADE 
JORNAL. TRIBUNA DA FRONTEIRA 
A nostalgia do passado pode também render dfvflen 
dos de popularidade ao Presidente. Nada melhor, para 
ser popular, do que se idcntificnr coe1 pil,ivrai; qur. 
despertnm sentimentos e saudades, nprs:11r de r<.'fJH",<";! 
tare retrocesso. O clrco, ofusca, o ccrcndlnho, ,1 
pena de reorce (outras virão) são cnis cf1c~7PS, para 
ficar nas manchetes, do que "slogans" e "palavra d 
ordec". Principalr.iente paro quc3 n:Ío tem c,1rhrn1. F~1 
tadista é que vislumbrn o futuro antes dos decais e 
consegue que estes acreditec na sua lldcrançJ. 
A ALTERNATIVA ERLUNDINA 
E, sem dúvida, uma âncora da polItfca. Saindo da 
Prefeitúra, ficou sem estribo nenhum, ,intcs do convJ:, 
te de Itamar, O PT a deixou o ver navios, enquanto - 
entregava a presidência estadual a sua concorrente , 
originário do porto de Santos, tamhén candid3ta no 
Governo de São Paulo. Coco exigir dela o ,,dc{é'r, do 
ostracismo voluntário? Erundina deu a volta po cL 
e Itamar exercitou o seu gosto pelo jogo político.º/ 
poder, segundo Collor, pernite tudo. Segundo Ulyss.s 
inebria. Itnmar chegou ao poder, via Collor. De gr~­ 
ça. Pura sorte, Coo um detalhe: aceitou um projeto - 
político que não era nem é seu. Com Erundinn, busco 
alternativas para a eleiçao de 94. 
ECOLOGIA E HUMANOLOGIA 
O movimento Ecologista surgiu dos abusos cometi - 
dos contra o meio-ambiente. Parece agora urgente u, 
movimento humanologista para proteger o ser humJno - 
contra os abusos dos ecologistas, que, se não fore□
detidos, retirarão o homem do planeta terra. Passou 
a ser uma ideologia e, como tal, criou sua própria - 
dialética do conflito: natureza versus honem. Pelo 
Genesis, tudo o que está na Terra é para servir ao 
homem. Lógico, para usá-los e não para abusar deles. 
SÓ que agora são os ecologistas que abusam:coo exe 
plo, querem que O homem integre a cadeia alioentar 1 
do borrachudo, combatendo o uso de preparado para ma 
tá-los, no Litoral Norte. 
PENA DE MORTE 
A sociedade identificou numa palavra o seu ansefo. 
de segurança: pena de morte. Se, porém, um inocente­ 
for condenado e assassinado por ordeo da Justiça, os 
seus julgadores, provada a inocência, serão condena­ 
dos à morte? A Justiça hu□ana é por demais falha pa­ 
ra poder eliminar vidas. Alêm de tudo, é ineficiente 
para redução da criminalidade. Por isso, assume a 
feição de vingança, conpreensível humanamente mas n~ 
gativa socialmente. Acresce que o sentimentalismo 
das ruas levará o povo a ser a favor da condenaciio 
e, na hora da execução da pena, a ser contrário a 
ela. 	1 
COATE A INFLACÃO 
A Nicarágua reduziu a sua inflaçâo(antes oaior do 
que a do Brasil) ao nível da inflaciia da Suíça. Qual 
foi o plano econômico adotado: E na Bolívia? E no 
C'tile? E o Perú? Nesses países, antes da recuperação 
ar: andou por lá. Keynes também. ;Mas foram abandon!'.j 
dos. Passou a valer a lei do mercado. t hora de re 
pensar as coisas da economia brasileira. É certo que 
nesses países não existe perfeição. ~.as existe p-ro­ 
gresso. Crescimento econÕnico, Sacrifícios, também 
mas fazendo surgir esperanças. 
sileiros estao passando- ça Alimentar, criado pe­ 
fome, nós, em Porto Mur- lo Presidente Itamar 
tinho, procuraremos fa Franco, é o primeiro pas 
zer a nossa parte • so para conscientizar to 
Nos próximos dias • dos os brasileiros da 
Abreu entrará em.contato gravidade do problema , 
com o Secretário Nacio- disse Abreu,concluindo • 
nal da Ação da Cidadania em cada Município, por 
contra a Miséria e a Fo- menor que seja, deve sei 
me, em Brasília, que tem iniciar um plano de coe-! . abertura do gãrgalo portuário poder gerar nume­ 
a responsabilidade de ar bate a miséria e a fome, j ro expressivo de novos ecpregos, com o au::iento das 
ticular e coordenar vamos nos reunir com os. e.·l'ortaçoes. Pode ser a queda do nosso Muro d: . BeE_ 
ações gerais para a am d d 
1 
d j lim. Os trabalhadores também buscarao a eficiência -] 
ver a e ros, com t.o os - 	• 	~ 
pliação do movimento. os segmentos, e dar i. coo fora de progred-i.r na profissão._o para eles;] 
"A criação do Coose - i 	I bo.:: pare o país. O esmo co a CSN. So que, neste c±, 
e o a um programa, en 	- - 	_ - 
lho Nacional de Seguran- nossa cidade concluiu.·; so, o~ operarias nao precisaram dcscobr-i.r e A::ier~, 
=nem== n u=e n sin e » n a a. Ja detem boa parte do capital da empresa e qu!se[ 
ram ver o Estado pelas costas. lt=er foi ec:purrado ,
1 
ANUNCIE E VALORIZE O 	na boa direcão. 
A SOVA LEI DOS PORTOS E A PRIVATIZAÇÃO DA CS 
PREÇO DESTE EXE!-!PLR C::- : 15. 000,00

TRI A MISÉRIA E PELA VIOI 
Participe do Cornitê de sua 
Açã1 Contra o Maior flagelo 
Nacional: A Miséria 
Ma{4 de 2 Ilhes de bralleIros 
p1±um foe hoje. Quase 70 da populu 
ao branIleIra não e alimenta ufL - 
e[entemente par ter nide e vfdn d1 
na, 1to é, falta os1da na tesa d 
rande unforIa das fnuIlfu brafleI­ 
rnas. {eundo estudo do Instituto de 
Pequfa Econónfca Aplicada (PEA), 9 
flhôen de fanf1as têm renda mensal 
que lhes arante, nn telhor das h!pó­ 
tese, apenas nqufsfçao de uma ces­ 
ta binica de altentos capaz de sat1s 
fazer suas necesntdndes l tentares, 
No sobra nda mais pnra hnbftaçao 
vrt1tlllirlo, trnnsportl', <'tc. Cowo n 
ente sabe que no é polvel viver , 
neta sociedade, somente com dinheiro 
pnra nlimentnçào, o que sai paro pn - 
ar aluguel e transporte é tirado da 
nlimentnçiio. 
Por Isso, es~na famílias vivem nos 
n!vein mn!s precários da oobrevivên - 
cio humana, habitnm lugares que nio 
seriam habitndoG nem por animais, vi­ 
vem no esgoto, no lixo das cidades 
falto-lhes emprego, escola, sa~de, 
E, nessa situnçÕo, a consequência 
é dura e triste. Morrem 300 mil crion 
cas no-Rrnsil, por ano, de mortes que 
poderiam ser totalmente evitáveis.Nos 
sas crianças, antes de completar u a 
no,morrem de diarréia, pneumonia e ou 
tras doenças que não as matariam se - 
estivessem alimentadas e vivendo em - 
lugares dignos. 
A cada dia aproximadamente 1000 
crianças estão-sendo mortas. No momen 
to, em que você estiver lendo este 
t!xto muitas estnrio morrendo. Mas se 
sao_mort~s evitáveis, quem poderia e­ 
vita-las? Quem é responsável por is - 
so? A resposta é uma só: NÕS. 
Cidade 
A reaposta nõo está longe. o Bra - 
ail produz alimentos suficientes pnra 
alimentar toda a nossa populncão e mo 
is outros Países da América Latina.So 
bra comida no Brasil segundo mostram­ 
os estudos técnicos. Porém falta co~i 
da no prato do brasileiro! 
O Governo anunciou que se 
207 da produção de grãos entre 
theita e o transporte. Joga-se 
Vamoe b<>nstruir 
aliento que uerfa 'ffen e pnrn n- 
1Ientnr IB8 flhoes de brzflefros.I 
o tem flar no rresponivel sistema 
de tmazenoento que faz o Pafr per - 
der flhare de tone!da de llen - 
tos, porque apodrece e te deterfora 
untes dn d1strbutçao. !'a verdade!r 
Indstr ta dna fome. 
0a números já ão conhec1dos, os e 
xemplos o vártos e divulgados pela 
Iprent a todo tomento, porém chegou 
11 hora de dizer um basta nesse proces 
so inceneato e RCnocidn, gerador da: 
mtsér1a absoluta, que coloca mIlhes 
de pessoas nos limites insuportãveio 
da fome e do desespero. 
O tempo da miséria absoluta e da 
rcsignncão com es.sc quadro acabou. O 
tempo dn conciliação e do conformiomo 
ncobou. 
É este o clamor ético dos nossos - 
tempos. Essa deve ser o prioridade da 
sociedade e do Estado. Esto é a obri­ 
gação de cada um de nós: das entida -. 
des da socirdodc civil, dos trahalha­ 
dores e empresários, das igrejas, es­ 
colas e universidades, dos partidos , 
sindicatos e dos meios de comunica 
cão. De todos mesmo. 
Nno, se pode viver cm paz em situa­ 
ção de guerra. Não se pode ser feliz 
em um País onde milhões se batem no 
desespero do. desemprego, da falta de 
condições mais elementares de saúde 
educação, habitação e saneamento. 
Chegou a hora de unirmos nossas 
forças, vontades e esperanças para en 
contrannos novos caminhos para o nos: 
so Pa!s, precisamos unir nossa ação - 
em favor dos necessitados com a desco 
berta e a aplicação de um novo modelÕ 
de desenvolvimento humano, solidário 
e ctico. 
Não se pode fechar a porta dn cons 
ciência, nem tapar os ouvidos ao ela: 
mor que se levanta de todos os lados. 
A insanidade de um País que margi­ 
nalizou a maioria de seus filhos deve 
terminar agora. 
É possível mudar isso. É necessâ - 
rio transformar essa realidade. É im­ 
perativo de sobrevivência do povo e 
da ncao mudar o rumo do desenvolvi 
a co - mento do Brasil. Podemos fazer isso , 
fora desde que juntos. 
a AÇÃO m CIDIWHA CONTRA A MISÉRIA E PELA VIDA 
t, cl 
r 
L I f 
e 
e Ajude a Melhorar 
' ( 
perde 
Decisão de Mudar 
Você ficou impressionado com os do com as Diretas-Já e = 0 "~clm!nt". 
dos sobre a gravidade da pobreza. De Precisa ser assim com o combate à fo- 
fato, eles causam mesmo indignação. me, sob pena de que esse problema se 
Porque 
O Governo mostra-se tão inca - arrasta interminavelmente e anule to­ 
paz de dar soluções minimamente acei- da possibilidade de inserção do nosso 
taveis para problea tão grave? Será País no círculo dos Países realmente 
que ninguem faz 1 ada para mudar esse civilizados. 
quadro? Nessa ho. de outra pergunta Já passou o tempo de ficamos cspe 
pode ter vindo à sua mente: e eu? O rondo que outros façam por nós aquilÕ 
que estou fazendo paro solucionar o que nos cabe fazer. A crise é tamanha 
problema? Pode ser que sua resposta que precisamos nos urir para construir 
seja a resolucâo de fazer alguma coi- nossas proprias soluções, para cobrar 
sa. !as fazer o quê? De que maneira? açoes concretas dos Governos e das 
Como começar? 	instituições, para cobrar tambêm as 
Este texto procura responder a es- responsabilidades da cidadania, dos - 
sns perguntas com algumas sug~stÕes - empresarios, das igrejas e entidades. 
sobre a forma ~e organizar e de levar Existe muita coisa que pode ser 
adiante uma campanha de combate à fo- feita. Desde O tratamento emergencial 
1e e uma cidade, em um bairro, em u- das questões que nos abalam, desde 
0 
mn região. 	repartir o pão, atê a mudança de rumo 
São Meras sugesto"es, desti d d 
na as a e nosso desenvolvimento. Nâo se tra- 
estimulnr e não limitar a criativida- t 
a apenas de dar comida a quem tem fo 
de. A c"mpanha de combate à fome só me. É importante, sim, e muitas vezes 
poderá ter êxito se se tornar "incon- 1 l 
v ta , resolver o problema emergen - 
trolável", ou sejo, se as inici.?tivas clal. Mas é preciso pensar no futuro,· 
espontâneas e originais de milhares - l 
pensar a ongo prazo e organizar a se 
de_grupos criarem aquele clima de op1 ciedade em busca de soluções permanen 
niao publica que leva as autoridades tes para O fim da misêria, da reces - 
públicas n tomar decisões que o povo soo, do desemprego. 
considera indispensiveis. Foi assim 
PRIMEIRO P SSO 
VAMOS ROMPER A APATIA E A DESORGANIZAÇÃO 
Um dos traços negativos da cultura 
brasileira consiste na falta de ini - 
ciativn ou organização dos cidadãos - 
nn esfera social. Todos esperam uma 
Lei, uma açao de Governo, uma convoca 
a0 do chefe polít íco para atuar '<iian-: 
q.:, 
for4 
Ma precls a da ord 
t.,rf:!, cn: vorn.r,;âo 
nIr nossos aios, convidar peso 
ou ent idades conhecidas e co ar al­ 
um tipo de trabalho para resolver 
quentão. Algo o alance das no as - 
for as. Por pequeno que veja, esse es 
forço somado a milhares de outros 
constituí o fator crucial pura a eli­ 
Inação da fome e nosno País. 
Em cada cidade,em cada Bairro lo 
caldade vamos criar Comitês, que se­ 
rão chamados de: Ação da Cidadania 
Contra ,"I 1-flnérla e pela Vida: Co,ütê: 
e 
o Brasil 
e 
p 1,1 til 
apolo par a 
n!ao. Pod 
na sala de 
na casa de 
tem problema de local, nem preclsa de 
nada mais que a vontade de cada tu, 
Reunido o rupo, pequeno ou rsnude, 
podemos começar a pensar junto em co- 
mo fazer aluma cosa contra ome. 
O que faz o Comitê? 
Formado o Comttê da Açio da Cl1l.ul,1 
nia contra a Miséria e pela Vida, po­ 
demos começar a pensar eM co1s.:tS úteis 
e concretas que podem ser feitas a 
partir de nos~a própria capacidade e 
em função do número que pessoas que - 
forem sendo agregadas. 
A primeira coisa que podemos pen - 
sar é na organização de grupoo que íf 
cario encarregados de fazer alguns l 
vantm;ientor. !nportantcr. e na escolha 
dc pessoas que serão r~spons,"ívciH pe­ 
la =nutcnçào da orzonização do Comi­ 
tê e da divulgaçno. 
Sugestão da Comissão de Trabalho 
Podemos conversar também com os co 
merciantes, com os transportadores e 
com os armazenadores, para termos ua 
idéia de como funciona issd em nossa 
cidade, se tem formas de barateares­ 
se trabalho, se a comida está chegan­ 
do ao mercado, etc. 
~ - MAl.'A DAS INICIATIVAS 
Podemos conhecer bem a situação da 
pobreza e o que está sendo produzido 
em nossa região, mas isso não basta. 
S~rá muito improtante sabermos quais 
sao as ini:iativas que já existem ec 
nossa regiao, promovidas pelas pessoas, 
entidades da sociedade civil,igrejas, 
sindicatos, Prefeitura, Governos Esta 
dual e Federal. voltacas d resolver: 
ou ~iminuir o problem,1 de fome e da - 
miseri~: mutirões, cooperativas de 
produçao e consumo, distribuição de a 
limentos • programas de geração de e­ 
prego, covimentos de sol:dariedade e 
todo tipo de iniciati•:a :.ndividual e 
coletiva. E as possibllitade de se so 
mar a elas ou criar outr~s iniciati: 
vas. 
4 CMIS7 
- AO DE ORGANIZAÇÃO DIVULGAÇÃO 
Uma coisa q - 
- ue a gente nao pode es- 
. quecer e da nos - _ 
P 
sa propria organlzaçao, 
ara isso uma d _ 
podem col~bor uas ou tres pessoas_ - 
ar para organizar reunioeS, 
pdreparar os assuntos que serão debati 
os, convocar 	- 
faze as pessoas ou entidades 
r contatos e i 
brando d 'om a mprensa etc (l~ 
cipar d e convidâ-los tacbém a parti: 
o movimento - - 
que divul ue:n • nao qnere::ios so - 
g • queremos que partici­ 
e pem ~tivamente, como Cid d- 
ponsaveis). a aos e res - 
julga im - O contato e 
cão é coisa 'O os efos de comunica 
cio da f P:ioritaria. Desde o in!­ 
ormaçao do C i - - 
versando com 
O 
om te e bom ir c 
jornais e da Pessoal das rádios,dos 
eles serão itelevisoes. Certamente 
mu ·tos re i • -i 
e poderão . d cept vos a ide a 
reuniões ~Ju ar na divulgação das - 
, os eventos e i i le 
te, dos resultad • pr nc pa -- 
estarão send os das pesquisas que 
sões ae Era,,[Paza4as pé1as ceeis- 
Num segundo o. 
bê será imento esse apoio tg 
das inform - ante para a divulgaçao 
d 
açoes que e ·- d 
os outros C i _ starao chegan o 
om tes das outras regiÕeS- 
Pod OIJTRAs COMISSÕES 
emos fora 
misses for, F tantas e quantos cg 
outros fo~ 
0 
necessárias ou encontrar 
solidário qas de trabalho coletivo e 
tende - 'ue venha no sentido de a - 
r as neces. id 
qce f s ades e pro; stas 
!:'. orem surgindo. po 
bom lembrar 
ma rigidez nem que não existe ncnh~ 
:nitês, que pod n~nna fixa para os Co 
para o aumen- sa região. 'orao ser vários em nos~ 
» se for o 	- 
se organizar d, caso, e podera0 
==n u==es s es: 	lhor 	la fora que acharem ze 
as siri ru ggeauge-. 
VOCÊ PODE MUDAR O p "======a..s...se 
«an u iu===un a- a 	HS[T, 
s uegeiuggesse.are.age.ze - -.--aso 
l - MAPA DA FOME 
Existem muitas estatísticas e estu 
dos sobre a incidêncL'l do fome no Bra 
s11. Esses estudos proporcionam infor 
mação importante para o conhecimento­ 
do problema. Importante, mas não es - 
senclal. Porque a fome é um terrível 
drama humnno e por isso não pode ser 
realmente aprendido senão através do 
contato humano pessoal direto com a - 
queles que o estão vivendo. 
Mesmo estando to perto da gente , 
na maioria das vezes a gente vê a po­ 
breza e a miséria, mas de fato não a 
conhecemos. Por is:o, torna-se muito 
importante a gente fazer um levanta - 
mento, que estarr.os chamando "Mapa da 
Fome". Vnmos formar um grupo para sa­ 
ber qunis as áreas de maior pobreza e 
de miséria em nossa região, como as - 
famílias vivem, cozo são as condições 
de saneamento, de égua po'tável e de 
saúde. 
Para fazer esse Mapa nao precisa - 
seguir nenhum modelo, pode fazer se - 
gundo sua criativicade, mas procuran­ 
do, sempre que possível, responder às 
seguintes questões: 
l - onde estão localizadas as áreas - 
de pobreza e misêria de nossa região; 
2 - quantas pessoas estão nessa condi 
cão; 	- 
3 - qual o salário ou quanto ganha ca 
da família, qual o número de desempr~­ 
gados; 
4 - o que come e o que falta de comi- 
da; 
5 - qual a situação da escolaridade 
de saneamento básico, água potável 
saúde de cada área; 
6 - outras informações que 
portantes. 
2 - MAPA DA PRODUÇÃO 
É muito importante sabermos. também 
o que e quanto se produz de alimentos 
em nossa região (grãos, carile,frutns, 
hortaliças etc) e como é distribuída 
essa produção, no comércio e 03 arma­ 
·zenagem. 
Para começar, podemos conversar 
com o pessoal do Banco do Brasil (que 
ja esta, com animo e fé no Brasil, a­ 
poiando essa iniciativa em todo O Pa­ 
ís)_ou da Prefeitura. Certamente eles 
terao muitas informações Úteis para 
0 
i~!cio desse levantamento, inclusive 
vario: deles poderão se integrar no 
Comit:• dando um pouco mais de parti­ 
cipaçao. 
Mas é muito importante tabê con­ 
versar com os produtores. para se ter 
uma ideia do que está sendo produz! - 
do, en que condições e coo é a cozer 
cializaçoo da produção, rabê é i • 
portante saber quais sãos os proble - 
mas e as possibilidades 
to da produção. 
. '

., 
A(ÃO DA CIDADANIA ONTRA 
A MISÉRIA E PELA VIDA 
Participe do Comitê de sua Cidade 
e Ajude a Melhorar o Brasil 
Segundo Passo 
I - DIVULGA;AO 
• 
Sabe sons que muitos ainda nao têm a 
el dimensão da rvídade da pobreza 
da mféria em nossa relao, por I­ 
so é mufto Importante dlvular, por 
todos, os melos pos[veis, os resulta­ 
dos das pesquisas que realizarmos, 
divulgaçao também é uma forma de 
lenuca da renalidade, um melo de sen 
Ibiltzarmos o nosso próximo e pres - 
tonarmos as autoridades públicas. 
l'ur outro Indo n conHc1.incln dn po 
pulação acerca da necessidade de con­ 
ter a escalada da fome aInda é limita 
da, mas existem grupos que estão se 
movimentando, Uns so formados por 
pessoas que se nnlo-orgoniznm poroso 
luclonar seu próprio problema alimen­ 
tar, mediante a crlaçao de centrais - 
de compras comun i tó ri as, coopera t ivns 
de consuml<lores, grupos de compra di­ 
reta e produtores etc, Outros, por 
pessoas que se juntam para prestar as 
slstênclu nos segmentos de baixo ren: 
da, geralmente por inspiração religio 
sa ou filosófica. 	- 
A divulgação dessas experiências - 
substancialmente o eficácia da campa­ 
nha de combo te à fome e ajudará mui - 
tas pessoas e entidades a encontrar, 
no exemplo ou no inspiração dos ou 
tros, cominhos próprios para resolver 
seus problemas. Por isso, vamos cami­ 
nhar visando à articular regional ou 
nacionalmente os diversos Comitês lo­ 
cais, para evitar o dispersão de for­ 
ças e criar um movimento verdadeira - 
ocnte nacional. 
Foi criada umo Secretaria Nacional 
da Ação da Cidadania Contra a Miséria 
e pela Vida, com a responsabilidade - 
de articular e coordenar ações gerais 
para a ampliação do movimento. Fazem 
parte dessa Secretaria: Ordem dos Ad­ 
vogados do Brasil (OAB), Conferência 
Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), 
Central Onica dos Trabalhadores (CUT}, 
Conselho Federal de Economia (COFECON), 
Instituto Brasileiro de Análises So - 
ciais e Econômicas (IBASE), Instituto 
de Estudos Sócio-Econômicos (INESC) e 
Associação Nacional de Dirigentes. de 
Instituições Federais de Ensino Supe­ 
rior (ANDIFES). 
A Secretaria está funcionando pro­ 
visoriamente no INESC: End. Venâncio, 
tipos: 2000- BI. B-50 - Sala 435.70333-900- 
Brosílio-DF, Tcl: (061) 226 - 8131 
FAX (061) 226 - 8042. 
Pedimos que todos os Comitês envi­ 
As ações emergenciois incluem as! em informações pora a Secretaria Exe­ 
( números formos de melhorar a dieta a- cutiva, para que sejo possível promo- 
limentar de grupos marginalizados: or ver-se a divulgação nacional de tudo 
ganizacão de grupos de ajuda comunit~ o que for feito e dos levantamentos - 
ria; hortas familiarP~; distribuição realizados. Qualquer informação adi - 
de cestas de alimentos; organização - cional, procure a Secretaria Executi­ 
de sopÕes; manutenção de creches; cur- vo. Ao mesmo tempo, esse movimento 
sos de nutrição etc. Em relação a es- também já está trabalhando no sentido 
te aspecto, o Comitê pode reforçar a- de articular as ações governamentais 
çÕes Já em curso ou iniciar novas mo- contra a miséria, a recessão e o de - 
d~lidades, incorporando grupos socia- semprego, através do Conselho Nacio - 
is que até agora se mantiveram afasta nal de Segurança Alimentar, criado pe 
dos do problema. O objetivo, nesse - lL> ,:~•verno Federal visando a apresen­ 
arpo, consistem em aumentar suhston- tar propostas de políticas públicas - 
cialente o número de pessoas e gru - de combate à miséria. Iniciativas des 
pes engajados nesse tipo de ação, a sa natureza também serão incentivadas 
fim de ampliar a atenção aos segmen - em nível estadual e municipal. Ore - 
tos sociais em situação de deficiên- presentante da sociedade civil que es 
tara coordenando essa ação é Dom Mau­ 
ro Morelli, Bispo do Diocese da Duque 
de Caxias. 
, .. 
i 
Cê!! Iadeu Cores d Mota 
Ches an t! res 
Cláudio de Lo 
alva Flores ka!n 
Daniel Parede, Car 
Dorvalina de Frtta Dorneles 
~leonor de 5ou2a r co 
E.ILana Mendon,a 
Elias Mendonça 
EIzeria Coelho 
EreotIldes Cabral D)Las 
Ermelinda Dede Miranda 
Ester Leite Féllx 
E.lal!a Areco lo.felster 
Felicana Casanova Santana 
Flávio Moreira 
Geraldo Acosta 
Geraldo Jara 
GIlberto Pucheta 
Codolrcdo Freitas 
Haroldo Rodrigues 
Helena Garcia l.el t<• 
Hélio Silveira Montaneço 
Hélio Vilalbo Medina 
Helvio Figueiredo 
Irma Brites Cabreira 
Izabelino Gamarra 
Jacinta Hoffmeister 
João Alicio Adorno da Silva 
João Pinheiro 
Jorge de Souza Moreco 
Jorge Paredes 
Julio Cezor Torres 
Laercio Albino Bispi 
Ledo Regina !.eite B1 tencourt 
Leiner Brites dos Santos 
Leopoldina Lino Moraes 
Lidia Garcia Leite 
Livrada Casanova 
Livarada Ferreira Louveira 
Lucas Ajala 
Lucio de Fátima da Silva Ferreira 
Mareio Comes Pereira 
Marcos Antonio Comes Ferreira 
}la.ria de Lourdes Balbuena 
Maria Enice Nogueira 
Maria Lourdes dos Santos Felix 
Maria Lucia Anunciação 
Maria Nicolacia Cabreira 
Maria Olimpia Brites 
Maria Rosone dos Santos Medeiros 
Maria Tecla Brum 
Mariangela de Almeida 
Maria Afonso Rodrigues Antunes 
Mario de Assis Carneiro 
Marli Terezinha Volpato 
Marta Gonçalves 
Martinho Parede 
Miguel Galonga 
Natolicio Mendonça 
Odines Domingues de Melo 
Osvaldo Jara 
Paulo Roberto Valenzuela 
Percio Rodrigues 
Ramào Castro Carabi Filho 
Renato Costa 
Rildo Garahi 
Robson Purkott 
Rodolfo Icasstti Molina 
Ramona Carmona Pereira 
Rosevel Felix de Souza 
Ruben Lino 
Rusen Lino 
Sandro Regina Purkott 
Sonia Lucila de Araujo 
Simao Zovola Quinbones 
Sonilei Guerreiro 
Tania Maria Salina Moraes 
Tania Meire Baboni Gomes 
Tertuliana Valdez Aristiminbo 
Veneza Dede Dias 
Vera Lúcia Pinheiro 
Zeferina Pereira Rambil 
Zeli Aparecido Crance 
Zoli Garcia Leite 
Karia da Conceição Dede Dias 
Washington Luiz Alves Leite 
Edilson Ribeiro 
Elieth G. Espíndola 
Ivone Conceição de Souza 
Josias Santos de Alceida 
Liolina Cristaldo Franco 
Maria Conceição da Silva 
Saulo Pires Carvalho 
Valnei }liranda 
Gumercindo Pires 
Ana Alice Rocha Centurião 
Aparecida de Jesus Pereira 
Marilia Juracy Gonçalves Sorrilha 
Joao Antonio Gonçalves Sorrilha 
Antonio Marim G. Sorrilba 
Baldomira Cardoso Ferreira 
Aral Rodrigues dos Santos 
Eder Quintana 
Suclenir Ferreira Leite 
Carlos Yoshihiro Naragaki 
Hierinio Coleam 
Antonio Ferreira • 
Ra70na Carona Pereira 
Fl.ivio Moreira 
123 A:to!o Carlos Brum 
assassmmaresnsr r ses e r r ai»aaaaau s a s a	s ]? 	Mj]tom rj 
-=tttttt:::zzt1': 
2 - ARTICULAÇÃO 
Umo dos tarefas básicas de um Comi 
te local, municipal ou estadual con - 
slste na articulação de ações ccincre­ 
tas de combate ã fome no seu âmbito - 
territorial. 
Estas ações podem ser de dois 
- ações cmergcncla is; ' 
- pressão de opinião pública 
Ir alimentar de to.cientizar um 
maior numero de p ssoas a respeito do 
problema da fome, 
A pressão de opinião pública abran 
e a divulaçao do quadro da fome nos 
óraos de comunicação de massa; a de­ 
nincia dessa situação em atos pibli - 
cos; a realização de conferencias, se 
mfnárlos, reuniões para a anil!se do 
problema, suas causas, suas poss[veis 
soluções; a participação em atos pá - 
blicos de âmbito regional, estadual 
nnclonnl. Trata-se substancinlr.ientc - 
de exigir políticas públicas, medidas 
ndmlnistratlvus, nçÕcs do Estado, ndc 
quada utilização do dinheiro público, 
eliminação dos desperdícios etc. Essa 
oçiio deve ligar o realidade local, as 
experiências que tivermos, a vontade 
de vencer o drama da mlsiria, com 
perspectiva de mudarmos os rumos 
desenvolvimento e dn democracia 
Brasil. 
AÇÃO DA CIDADANIA CONTRA A 
MISÉRIA E PELA VIDA 
Então, vamas mudar essa realidade? 
Você pode mudar o Brasil 
o 
do 
no 
I:+A 
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096 
095 
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129 
150 
138 
273

/ RAIO DE A.FRIA MAÇÃO E UM 
APELO MOS CIMOS ICNOS DESTE PA);! 
FORCAS ARMADAS - O DERRADEIRO BALUARTE! 
As Forças Armadas têm 
sido vítimas de ataques 
desencadeados por 
elaborada orq_uestração 
r 
' 
_, 
1 
' 
1ft ,,, 1 f,t 
! 1 ,tt,, ,, l T, ,d Jro-lo Ar. 
, 
Iv 1 
" 
ti j' f 
frevo neste Instante, bustando 
interpretar o li[t!mos nnselos dos 
weus companhelros, todos em exceçao, 
Desde aqueles 'que f ofereceram o eu 
próprfo anuw em holocausto a te 
ranca e defesa da Pitrfa, até os que 
Inda hoje vivem (fardado ou Já a 
paisana) e que tamnbém a ela dedicam 
ou já dedicara os melhores anos das 
uas existências, sob o sarado lema 
de "Sempre tudo oferecer à litrla que 
rida, em nuca pedir-lhe nada cm 
troe!", 
Nos ilt{mos anos s Forças Ara­ 
das brasileiras têm fdo vítimas de 
ataques permanente a sua 'donefdade­ 
moral, desencadeados através de bem 
elaborada orquestraçao, conduz idn pro 
fIssfonalmente por determinadas fac-­ 
çôes da mfdfa nacional e intcrnnclonnl 
(haja vista o inominável covarde e 
diotorcldo enfoque publicitário, atri 
bu!do ao recente caso dos"camarões' 
de l'clotas). 
A meta estratégica perseguida e 
a dn desmoralização slstcmitica parn 
enfraquecimento máximo ou total des 
truiçno da instituição militar nacio: 
nal. 
O fato peculiar, entretanto, ê 
que tais pressões são originadas tan­ 
to de entidades internas quanto condu 
zidas por interesses de certa parte: 
da comunidade internaciol'.al, ambos 
perseguem o mesmo fim, porém com obje 
tivas diversos. 	- 
De um lado, o patrulhamento per­ 
manente por parte de setores radi­ 
cais inconfomados dos políticos na­ 
cionais, seja para dar continuidade / 
ao seu doentio e interminável revan 
chismo, seja para enfraquece,: a insti 
tuiçào militar ao ponto de eliminá-ln 
como ameaça que possa obstacular os 
seus desígnos de conquista e poder a 
qualquer preço. 
No âmbito internaci~nal, os Paí­ 
ses r!cos (Grupos dos sete ou G-7) 
prosseguem na implantaçà0 da sua nova 
ordem mundial, filosofia esta que di­ 
vide as nações em dois grupos - "prin 
cipais e secundárias" - onde estas 
Últimas são condenadas ao pemanente­ 
subdesenvolvimento, a fim de não des­ 
pontarem como eventuais ameaças de 
competição no cenário econômico inter 
nacional. 
Tal filosofia atribuiu priorida­ 
de à retomada do antigo conflito Nor 
te/Sul (cm substituição ao extinto= 
Leste/oeste), onde ressalta como meta 
estratégica básica dos países" prin­ 
cipais" o enfraquecimento das Forças 
Armadas das nacôes "secundárias" a 
fim de torná-las presas mais fáceis - 
para seus discriminatórios objetivos. 
_ A regra básica pa~a tal projeto, 
e a de impor uma subserviente atitude 
aos países "sec:undários", de form.:i a 
se resignarem com a humilhante condi­ 
cão de pemanente estágio de subdesen 
volvimento social. econômico, políti: 
coe militar, docilmente confomados­ 
com seu papel de fontes de reserva es 
tratégica dos países "principais" ; 
simples mercados consumidores ou for­ 
necedores de matéria-prima e de servi 
cos de menos qualificação. 
Para facilitar o alcance desse 
maquiavélico objetivo, ressalta como 
meta estratégica de relevo, a des­ 
truição do orgulho e da vontade na­ 
cionais dos países-alvos nos quais,sa 
bidamente, as Forças Armadas consti 
tuem um dos poucos grupos organizados 
qu~ detêm o necessário conhecimento e 
a adequada visão estratégica para dis 
tinguir tais manobras e poder dem,n 
cii-las, bem como contrapor-se às in 
tcnçÔes escusas do poder colonialistã 
internacional. • 
t ôbvio, portanto, que o alvo 
principal da estratégia adotada passa 
a ser a instituição militar de tais 
países. 
Assim, campanhas de redução de 
~e~os e de questionamento da destina­ 
;o das Forças Aradas, bem como de 
estrangulamento da Indústria de mate­ 
ri~l bélico e de estagnação dos proje 
tos tecnológicos desse; países, entre 
outras, têm sido desencadeadas de for 
ça rm4d s 
mente para m at 
dInforo,ao da socfe+ade dese 
es, no ent{do de «de crédito e 
desmoralfzaçao da institui,ao 
tar , 
lor 
! l e a 
r-• r 
t!:i' 
ia I l 1- 
sim, os interesse Internaclo - 
nals, de feição nlt!damente colonía 
lista, paradoxalmente, não favoreci - 
dos pelo trabalho efie{ente de al 
uns grupos políticos nacional que 
ao Invés de defenderem suas convic­ 
çÕcn norlonnllotno,lnorcnteM~nt<' nu 
dolosamente posicionam-se contra as 
mesmas, por meio de ações que contrf­ 
buem para minar a vontade nacional 
tafs como a desmoralfzação das suas 
Instituições mais caras, entre elas - 
as própr JaG Forc;ns Armndn,;, negando 
lhes orçumcntos compatíveis~ digna: 
remuneração para os seus prof{sslo 
nuis. 
Os uucessivos cortes orçamentá - 
rios dos Últimos anos obrigaram as 
forens de mar, terra e ar a reduzircn, 
dramnticnmente suas atividades especí 
ficas. 	- 
A Força Aérea llrasileira ~m 1992 
foi obrigada· a alijar da atividade ae 
rea regular e m!nimn indispensável 
grande parte de seu efetivo total de 
pilotos, • 
Os recursos alocados para combus 
tível de aviaçno, no orçamento da For 
ça Aérea para 1992, correspondiam Õ 
um quinto do necessário para seu ades 
tramento em padrões mínimos acei: 
táveis, o que comparativamente, equi­ 
valia a somente um mes de operação da 
Empresa de Aviação Varig S/A. 
No tocante ao parque industrial­ 
brasileiro de material bélico, o mes­ 
mo foi totalmente sucateado, porque - 
as pressões internacionais, auxilia 
das por setores da mídia nacional, i; 
pediram-no de continuar exportando - 
singela quantidade desse material, ne 
cessórlo, no mínimo para manter viva 
essa capacidade estratégica, impres 
cindível para a garantia da soberani; 
de qualquer país. Enquanto isso, as 
nações ricas, continuaram produzir.do-, 
e aperfeiçoando, cada vez rnais,a sua 
industria do armamento, distanciando­ 
se dessa forma, irrecuperávelrnente 
dos povos menos desenvolvidos. 
Respaldados por organismos inter 
nacionais, manipulados em seu benefí: 
cio, e por filosofias políticas ca­ 
suísticas, como recentemente preconi­ 
zado dêvoi d'ingerence, os países 
principais continuam arbitrariamente­ 
intervindo com seu devastador poderio 
militar contra os indefesos governos­ 
e populações dos países "secundários" 
cuja única culpa é a ele l,•lar por fa 
zer vale:: seu legítimo e irrenunciá: 
vel dlre!to de poder decidir pelus 
destinos dos Geu~ próprios países. 
Assim, o poJer mUitar interna 
c'onal no decorrer <los Últimos anos: 
em varias oportunidades, tem respalda 
do acções e movimentos estratégicos do 
interesse dos países ricos que, grada 
tivarnente, vão assumindo integral co~ 
trole da economia r:iundial. - 
Demos graças a Deus por estarem­ 
as atençoes do poder discriminatório­ 
internacional ainda voltadas para o 
Oriente M.ãdio e o Leste Europeu, pois 
que a qualquer momento a Amazônia bra 
sileira poderá tornar-se o próximo al 
vo dessa voraz e insociável estraté = 
gia de dominação. 
Qualquer pretexto poderá ser 
Útil.para tal opção: tráfico de tóxi­ 
cos, ecologia, proteção dos direitos 
indígenas, etc... 
Os movimentos separatistas inter 
nos constituem outra seríssima ameaça 
a ser enfrentada com determinação e 
permanência. 
Tais movimentos comandados do Ex 
terior por projetos especiais util 
zam-se da ambição e do desamor de a 
guns falsos brasileiros que sr pres­ 
tan ao papel de arautos dessas traiço 
eiras iniciativas. 
É importante entender que o Bra 
sil se encontra em posição prioritá = 
ria na lista de 1ntere:;ses dos geren 
tes da "nova ordem mundial", tendo e 
vista er um país maravilhosamente 
bem dotado de imensos recursos natu 
rafs e um dos ünfcos que tem reais 
possibilidades de fazer frente ao po 
der econômico Internacional no decor­ 
rcr do século XXI. 
Essas excepcionais condições tem 
despertado, ao mesmo tempo, a cobiça 
e a preocupação dos países "princi­ 
pali ", fato este que atualmente se 
torna mais grave porque essa nação 
rnensa encontra-se agora doente e d; 
sorgnniznda, momento propício para o 
ataque dos abutres alicnÍgPnas que j~ 
rondam a sua volta, à espreita do mo­ 
mento ideal para seu "bote" fatal. 
No âmbito interno, o terrível de 
snjuste econômico financeiro, associa 
do ãs incompreensões de setores do 
universo político da Nação, tem provo 
cado o desencanto da maioria silenci~ 
sa da sua Sociedade, a qual, desorga­ 
nizada, deixa-se conduzir pelos inte­ 
resses egoísticos e personalistas de 
urna minoria bem estruturada e atuante. 
É da análise, pois desse contex­ 
to que ressalto a urgente necessidade 
de que a nação brasileira se aperceba 
de que as suas Forças Armadas estão - 
sendo literalmente asfixiadas o que 
poderá acarretar a aniquilição de uma 
das poucas instituições suficientemen 
te organizadas para prover uma real: 
proteção de nossa pátria quei:ida. 
É preciso entender também que as 
Forças Armadas brasileiras constituem 
instituição que não se subordina a 
interesses particulares de quem quer­ 
que seja, e que são entidades à Pá 
tria e aos seus mais legítimos inte 
resses. 
Para aqueles que questionam a 
prioridade das Forças Armadas no mun­ 
do atual, ou alegam que a distensão - 
política internacional, bem corno a au 
sência de hipóteses de guerra defini= 
das não justificariam maiores verbas 
militares, ressalto o indestrutível - 
argumento de que o poder armado é pra 
ticarnente o Único sustentáculo da so­ 
berania de qualquer nação, e ainda q/ 
o maior serviço social que um governo 
pode prestar ao seu povo é mantê-lo - 
com vida e em liberdade. 
t assim, pois, que nossas Forças 
Armadas constituem instrumento legíti 
mo airula organizado e razoavelmente: 
estruturado, capaz de fazer frente a 
todas as ameaças já citadas, contra a 
higidez da nação brasileira. 
Por outro lado, faraônicos salá­ 
'rios são autoconcedidos por alguns 
falsos servidores do povo, em atitude 
disc.:iminatória e ~oística, e acima 
de tudo, profundamente desÔnesta em 
contrapartida aos setores homólogos - 
de responsabilidade e nível semelhan­ 
te, ta~bê~ assalariados pela mesma 
fon~e federal, que·mal conseguem ali 
nentar e manter condignarenre suas 
respectivas famílias. 
NâÔ dá mais para continuar-se o 
:nisso em atitude passiva e resignada. 
E preciso dar-se um basta a tudo 
isto! 
É passada a época das quartela - 
das e golpes militares. Nossa forma 
cão legalista não acita mais esse 
tipo de açoes de força; entretanto 
Julgo que e chegado o momento de a 
grande_maioria sil4nclosa e digna des 
ta naçao fazer-se presente neste dr~~ 
l'u 
f1reza, ex!gir o por !iona 
Forças Aradas brasileira 
do luzar de tmportinci e ons!derao. 
Ao Invés de plebi citos e movimn 
tos ca uftas que só preteude aumentar 
ainda mals o poder de alguns grupos po 
líticos, o povo precisa agora fazer ou 
vir a sua voz de fora direta e fire­ 
para chamar à razão os homens ·ta, " 
des que comandam o ".[. 
A cozessão de adequada "prior ida 
de pcl[tfca " para as Forças Armadas - 
ressalta como uma das ações mafs obje 
tivas do moento, a fim de que essa 
Instituição possa bem cumprir a Nua vl 
tal destinação con•tituclonnl. 
É fundamental que se aloquem os 
recursos indispC'nsáveis par,, uma sobre 
vivência digna e um desempenho adequa: 
do dos oinistérJos militar~s. 
Nenhuoa nação poderá desenvolver­ 
se sem contar com a necessárfa seguran 
ça para garantir o seu trabalho. E tal 
segurança só as Forças Armadas podem 
garantir-lhes. 
Não se desejam orçamentos milita­ 
res fora da realidade nacional, porém­ 
é fundn~ental que, pelo menos, recur 
sos suficientes para prover alimenta: 
ção do pessoal para o custeio digno da 
instituição sejam garantidos, no par 
de indispensáveis valores para investi 
mentas rnfnimos que garantam modestas ã 
tualização dos seus equipamentos mil{­ 
tares. 
A sociedade está acostumada a 
da 
as 
sistir e às vezes a sofrer os efeitos: 
de pressões classistas quando preten­ 
dem obter reivindicações de que se jul 
gam merecedoras, pressões essas usual: 
mente exercidas através de grPves di 
versas. 
Temos presenciado ultimamente tais 
pressoes exercidas por quase todas as 
entidades nacionais, paralisando ou 
restringindo o funcionamento das mais­ 
sensíveis e delicada atividade , tais­ 
como serviços de saúde, polícia, coou 
nicaçoes, energia elétrica, verifica­ 
do-se até mesmo greves de funcionários 
publicos civis. 
O qu~ se constata, entretanto, é 
que atraves de tais pressões as entida 
des sempre tem sido atendidas nos seus 
respectivos anseios. 
j 
!Somente Forças Armadas regulares­ 
ama s lançaram mão do democrático ins 
trumento da greve, Por que nunca o F!- 
zeram? Porq - 	• 
usuãr, Iue nao tem o que negar ao 
- o • Isso nao ! Bastaria a Aéro 
nautica paralisar todo o Sistema de 
Controle do E. - 
spaço Aereo Brasileiro pa 
ra que o caos se estabelecesse no Pafs 
o_que _impediria total.:nente a circula - 
çao aerea naci l 
bre . .ona e internacional so- 
o .~osso espaço aéreo. 
Nao! As Forças Armadas não fazem 
greve porque sao conscientes da sua sa 
grada res b 
ti ponsa ilidade diante da Pá 
r ª• que seria 
tal hipótese. ª grande perdedora e j 
Apelo pois 
homens e mulher' neste instante, aos 
ra que f es dignos deste País pa 
o ereçam todo 	- 
pronta rec - 
0 
seu apoio ã 
tica aa _"Pracao da prioridade po1t- 
as quais rças Armadas brasileiras • 
atravessam no momento a -•ior 
crise da s h. 	ua«a 
lembrem ua istõria e para que ee 
instante e conscientizem-se nese ._. 
de que"A Na - 
g:ia suas F r 'ao que não presei 
- iradas não merece ser livre!" 
A NAÇAO QUE -NAO .PRESTICilA 
AS ~UAS FORÇAS ARMADAS 
NAO MERECE SER LIVRE - 
=

NCII COM O GOVER 
COBRI PIVIMENTIÇIO D 
DR, 
B ·060 
Jurante ce1ca 
de quarenta minutos, 
1
, (,e,vr,rn.,dor l'<,<lro 
pedrossian Conversou 
(,f!1 O J' l"l' f U Í t·o cJ,, 
[!,.J,1 vl ta Araão a 
carias obre os pro 
ar amas do Govc·rno do 
f&L,1do p,,r;1 o <Jc,!,cn­ 
vol vímento do muni cJ.. 
pio e rcgiüo, oport~ 
idade cm que consta 
t ou i-l nr.cc !'"i!J idade de 
que sejam agilizadas 
as obra de pavimen­ 
taçiio nofãltica da 
PH-060, ligando Jar­ 
dim a Bolil Viuta. li 
nu<li~ncla aconteceu 
iis 09 horns da Últi- 
ma quinta-feira, dia 
I:, no gabinete da 
Covu:n,1dor iu. 
Expondo Lodu;, 
os problemas decor 
rc•nt.<!ü d,, f<1ltu cJ,°7 
infra-estrutura viá 
ria adequada, que e 
gundo Zacuriau "ew­ 
p rru o progrcnr.o e 
inibe invcutidoreu , 
frust.r<1ndo il comunidu 
de", o prefeito as= 
oegurou ao Governa 
dor que a conclusão­ 
do asfalto "ó obra 
fundamental e insubs 
tituível". 
"O Governo pode 
dura cada cidudão - 
,L llc• 1., V 1sta u pre 
nte; mas se nao 
fizc.·r o nc.t,no ,1•;f,t!­ 
to não conquis ará a 
confiança adminis ra 
tiva", exemplificou, 
ao mostrar a ir por 
t.:incia da obra. "lloJ,:; 
com a paralisação ds 
lrabalho:; da emprei­ 
t ·ir.-i responsável 
nosso povo convive 
com a dcscsporonça", 
disse ainda o Prcfoi 
to ao Governador. 
Ao traduzir tam 
bém a reivindicução= 
das autoridadon e po 
pulação de Porto Mur 
tinho, Jardim e Cara= 
1,-------· 
c:rr 
d! 
~ ., ~ -· 
V.:i JU.ILO 	· 
r,1'', ~-olicltnu J. - 
clross ian que reafir­ 
::-ou O CO:"prc,"'.1 .i é;() (' 
a responsabilidade - 
de concluir a obra. 
m: htrtis­ 
Abr 4o 
q/ 
TORTUGA 
t, 
SOMENTE A TORTUGA SUPERA A TORTUGA 
* * OMAR DA S. ZAIIRA 
REPRESENTANTE PARA BELA VISTA E REGIÃO 
PRODUTOS VETERINÃRIOS/SAL MINERAL 
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Ma Hut[ft«ativa de eu Requerimento, a Vereadora affrwou: 'a- 
bedarem que omon, u[tos deficientes ffsfo e n cfdsde possuem pro 
±feda«de:s e comércio relistrado em eu no e e!tos dele enfrentam di- 
l+,ldade até memo para manterem seu estabelecimentos, Poderia V! Exia, 
h,, prefeito, etudar esta posfbIlfdade e isentá·los deses tributos,pol' 
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li 	'L 
1r10•.,"d,rlú(Oll(;rl.1·H!t 
tenho a certeza que ot metos ue serao mu o j 
lpeftas em eu Requer isento. 
lll"ll'OllMA DO PRÉDIO ANEXO AO COLÉGIO PEDRO A,IAf,A 
o Vereador e Presidente da Câmara Municipal, Marcos Elias Ros da Cruz, 
apresentou na esão ordinárla da Câmara, dia I2, Indicação endereçada ao 
Prefeito Municipal ollcftando que eja viabilizada a reforma do prcdlo 
0
- 
n,·xi) no Co.lqltJ l'cclro ijuln, no Hafrro pua Doce, que serve de moradia do 
zelador do referido Colégio, 
''o prédo está localizado na entrada de nossa cidade, no lado do Cole - 
lo Pedro M[ala que fof totalmente reformado e pintado, entendemos que a - 
quele estabelecimento também merece o mesmo tratamento' destacou Marcos E- 
l lnn i,m nua lrHlicnçíio. 
SINAI,IZACÃO DE PONTES 
A colocação de placas de sinalização indicativas de pontes na Rodovla - 
Jl<•la VlHtri/1nlonio João, {oi objeto dc indicação de autoria do Vereador e 
líder comunit~rio do ílnlrro Água Doce, Isrnel Chnruorro da Kochn, endereça­ 
da no !'refeito Municipal, com cópia ao Chefe dn Residência do DERSUL em 
nossa cidade 
DRENAGEM E CASCALIIAMENTO 
Outra indicação de autoria do Vereador Israel Chamorro (l'MDB), foi end~ 
reçada uo Prefeito Municipal, com cópia ao Secretirio Municipal de Obra~ , 
solicitando que seja determinada a drenagem e casculhamento da Rua llorten­ 
cio Escobar, no Bairro Novo Horizonte. 
COMPROVAÇÃO DE VÍNCULO EMPREGAT[CIO DE 
EX-FUNCIONÁRIO DA PREFEITURA 
De autoria do Vcreadot Marco Rondon (PP), [oi aprosentado na Câmara Re­ 
querimento endereçado ao Prefeito Municipal solicitando que seja encaminha 
do o mais ripido possível i Câmara Municipal declaraçao da Prefeitura com­ 
provando que o Sr. Venceslau Pereira dos Santos possuiu vínculo empregatí­ 
cio com a mesma e demais dados correlatos. 
Na justificativa de seu requerimento o Vereador Marco Ronclon informou - 
que "o Sr. Venceslau Pereira dos Santos extraviou sua carteira profissio - 
nal e necessita urgentemente de tal comprovaçao para que possa apresentar 
como Documento" . 
VEREADOR QUER A FOLHA DE PAGAMENTO DA CÂMARA 
Em indicação ao Presidente da Câmara Municipnl, o Vereador Roney Moraes 
Simões (PTB), solicitou i ele que seja fornecida a folha de pagamento da 
própria Câmara Municipal, 
MEIO-FIOS NAS RUAS ASFALTADAS 
i colocação de meio-fios nas ruas que foram asfaltadas no Bairro Anta - 
nio João e que ainda não os possuem, foi reivindicado pelo Vereador Roncy 
Moraes Simões através de indicação endereçada ao Prefeito Municipal Abraão 
Zacarias apresentada na Câmara quarta-feira, dia 12 próximo passado. 
"Se este meio-fio não for colocado imediatamente o Bairro Antonio João 
. ?erderá grande parte daquele asfalto que custou valores altíssimos para o 
Município, pois jâ começa n se deteriorar a infiltração d'água e erosões - 
provocadas pelas enxurradas" ressaltou Roney cm sua indicação. 
CONSTRUÇÃO DO MERCADO MUNICIPAL 
/través de outra indicação de sua autoria, endereçada ao Prefeito }luni­ 
cipal e ao Secretário Municipal de Obras, o Vereador Roney Moraes Simões - 
reivindicou que seja terminada a construção do Mercado Municipal em nossa 
cidade. 
Na justificativa de sua indicação, Roney afirmou: "Sr. Prefeito, o Mer­ 
cado Municipal trará incentivos ao pequeno produtor, é o local onde eles 
poderio comercializar seus produtos diretamente ao consumidor, além de ser 
uoa forma de geração de empregos paro nosso Nunicípio. Gostaria que esta - 
minha indicação fosse analisada sem paixões políticas e que realmente fos­ 
se colocada em prática, pois o Mercado Municipal é a grande ansiedade do - 
pea o produtor em nosso MunicÍpiO" enfatizou Roney Moraes Simões. 
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se recebe. 
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laIr olsonaro (PDC,Ri) defendeu o f 
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tItufção de 1988, "que merece ser fo­ 
gada no lfo". Garantiu o deputado 
que o regime de excessao durarf sefs 
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vns t!lclçÔ<'s )era!«. "O que ndinnta - produtiva 
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O l'rc1ddcntc da c,;mnrn :lunJcipal 
Vereador ~rcoe Elias Rios da Cruz 
informando que huverá, nesta quarta - 
feira, reunião na Câmara cor.' a prese 
ça do /d vogado Salvador Loure 1 ro, que 
está reivindicando a implantação· da 
Junta de Conciliação e Julgamento, do 
Ministério do Trabalho, em Jardim. 
Para o Vereador, "vamos hipotecar 
apoio a iniciativa, pois representa - 
.u~a conquista para todos os trabalha- 
dores de nossa rezão". 
Também, nesta reunto, egundo an 
vIte envfado pelo Vereador Fernando - 
de rrcitas Elias, será debatfdg a rea 
tivaçáo d Associação Comercial de e 
la Vista. 
A Câ=.ara, através de seu presiden­ 
te, convidn empresários, cor.,erc i,1M<'·. 
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reunião, marco inicial dn retom1da ~o 
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Bela Vista, Estado de Mato Grosso do Sul, na forma da Lei, etc •.• 
FAZ SABER a todos quantos o presente Edital virec:, ou dele conhecimento - 
tiverem e interessar possa, expedido na C/Precatória ng 61/91,oriunda da 2! 
Vara Clvel da Comarca de Jardim/MS., extraída nos autos de Execução n! 
113/87, proposta por Cia Itaú de Investimento, Crédito e Financiamento Cru· 
po ltoú contra Altair Rodrigues, em trâmite por este Juízo e Cartório Judi­ 
cial, que nos dias 04 e 14 de junho de 1993, respectivamente, is 14:00 hg 
ras, no local destinado is hastas públicas, no átrio do Fórum sito na Rua - 
Parão do Ladário, 1595, será levado a público pregão de venda e arremJtação 
em praça pública, a quem mais der acima da avaliação mencionada abaixo, o 
bem penhorado ao executado no referido processo, a seguir descrito: 100 h;:s. 
(cem hectares), de terras pastais e lavradias, parte da antiga Fazenda Inde 
pendência, denominada atualmente Fazenda Brasília, dentro de uma área maior• 
de 253,9248 has.; situada no Município de Caracol-MS., dentro dos seguious 
limites e confrontações: No Norte com a Fazenda Jaragua de Nelson Postaue e 
Arno Ormay. ao Sul, pela BR-267, que liga Jardim a Porto Mortinho com cer­ 
ras da Faz;nda Independência, de Waldemar Garcia; Leste, com terras, .!~ f.--J 
zenda Milagrosa, de João Cândido; Oeste, com terras da Fazenda Curralzlnho 
de Aral Rodrigues. A referida área encontra-se parcialoente formada, toda-: 
cercada, bem localizada, avaliada pelo valor ~e CrS: 500.000,00 (quinhe~tosl 
mil cruzeiros), por hectare, no total deCr,i:SO.CXXJ.CXXJ,00 (cinquenta milhoes 
de cruzeiros), objeto da matrícula 4.692, livro 02 do Cartório de Registro· 
de Imóveis local. Na primeira praça o imóvel não será alienado por preco 4 
feriar ao da avaliação, sendo que rui segunda praça, que só terá oportunida· 
de se resultar negativa a primeira, o imóvel será vendido a quem mais der e 
maior lanço oferecer ainda que por preço abaixo da avaliação. Não havenco - 
expediente em qualquer dos dias designados para as Praças, estas realizar-se 
ao no·mesmo local dos dias imediatamente seguintes. Caso o devedor não seja 
encontrado, fica desde já intimado por este Edital com prazo de 15 (quinze)! 
dias, das daras designadas para as Praças. Dos autos conS!:a a Hipoteca de 
primeiro grau e sem concorrência de terceiros do imóvel penhorado em favor-•, 
de Vitor Haroldo Lino e Epaminondas Rodrigues da Silva; arresto para garan­ 
tia da Execuçao em favor de Joao Loureiro Pinheiro e Registro de Penhora para gara_!:j 
tia da dí~ida em favor de Joao Eduardo Lino. € para que ninguém possa ale·, 
gar ignorancia, foi expedido o Edital com prazo de 15 dias, que publicado. 
e afixado na forma da Lei. Dado e passado nesta cidade e Cooarca de Bela 
Vista, Estado de Mato Grosso do Sul, aos cinco dias do mês de abril do ªº'' 
de mil novecentos e noventa e três. Eu, (EDGAR IBA.',HES), Escrivão SlJbscill-'tl>•
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o datilografei. (a) Pedro Vergiliô da Silva, Escrivão Judicial por detero!•I 
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