-1 , T , 1 .. ,. CIARIO REGIONAL ANO 7.i NO 1.344 I9 DE MAIO DE 1993 -._ecee,;----;-----~ --------- - DIRETOR: IVMDO }FPE+A EX'MIAR CK$ 16,000, EM AUDIÊNCIA COM O GOYEftNIOOR, ABRAAO COBRA PAVIMENTAÇÃO D.A DR - 060 Ourante cerca de quarenta minutos, o Governador Pedro rcdrossian conversou com o Prc(oito de Bo Ia Vista Abraão taca rias sobre os prográ mas do Governo do Estado para o desen­ volvimento do munici pio e região, oport~ idade em que consta tou a necessidade de que sejam agilizadas as obras de pavimen­ tacão asfáltica da BR-060, ligando Jar­ dih a Bela Vista. A audiência a conteceu às O 9 ho ras da última quinta feira, dia 13, no gabinete da Governa­ doria. Veja matêria na página / 07 desta edição. 1 ± Prefeito Abraão Zacarias em audiência com o Governador do Estado Pedro Pedrossian, cobra a pavimentaçao da BR - 060. Operação Cidade Limpa Continua Diagnóstico de um Comércio ----- ee eo: es° A operação Ci­ dade Limpa que foi desencadeada pela Se cretaria de Viação e Obras da Prefeitura­ Municipal, por deter inação do Prefeito Abraão Zacarias e q/ fez parte do plano e mergéncial de 100 dias de Governo, con tinua na periferia= da cidade. Servidores da Prefeitura Municipal estão trabalhando na abertura e limpeza - de valetas e limpeza de calçadas nos bair ros periféricos. - O Bairro Espíri to Santo vem sendo beneficiado a través~ desse serviço que tem como intenção re Solver um sério pro= blema de invasão de enchurradas nos ter­ renos e residências da parte baixa do bairro, a limpeza de valetas e calçadas - contribui também pa­ ra a diminuição de insetos (mosquitos)e outras impuresas que prejudicam o bem es tarda coletividade. Segundo info_E mau o Secretário de Viação Obras e Servi ços Urbanos da Pr feitura, Nélio Dio rio, cerca de 15 braçais trabalham na operação que deve a tender todos os bair ros da cidade. - • Por outro lado, mesmo enfrentando um sério problema de viaturas que estão - . ' Sec.Mun. de Obras, Nélio Diório A Secretaria de Obras e Serviços Ur­ banos tem procurado atender regularmente a população munici pal na coleta de li xo, além de atender= a população na colo­ cação de aterros e transporte de mudan­ ças. "Com calma e muita criatividade - vamos atendendo na medida do possível a todos, ninguém fica­ ri sem atendimento". Afirma o Secre­ tirio de Obras e Ser viços Urbanos, Nélio Diário. (A. I.P.M.) rc bido, qu no Jornal, va- rias d;anela , cu mlhor, t .o 1ç0's d respeito do co ·rcio local. Aaioria do cns dor s ão [o dem coo.pr r ea Ponta Porá, Jardim ou Ca po Grande, onde mait. gnte já ia com prando, alegando que os preços em Bel Vista são proibitivos. Há casos de alquns produtos que cus tam em Bela Vista até 200 a mais, ou tros com diferença menor, tas também proibitivos. Não se pode mais alegar cs custos dos fretes, pois somos testemunhas de que os mesmos não oneram tanto. Diáriamente visitam Bela Vista va rios vendedores de serviços gr(lflcos, dê Assis(SP), Fátima do Sul e Campo Crande, numa acirrada concorrência com a gráfica local. Segundo um dos diretores da gráfica " a concorrência é livre, quando temos condições de competir com os preços de les, tudo bem, quando não, o que podemos fazer. Conversamos com vários comerciantes a esse respeito, e a resposta deles é sempre a nesna, " vamos fazer lá porque­ é mais barato". Tudo bem, e um direito deles, do li vre mercado. Isto vale para os serviços grãfico:.; mas não vale para os demais prociutos,quc não possuem vendedores no varejo, os clientes são obrigados, NA MARRA, a co!'l­ prar aqui rres!'lo. Mas a situação tende a mudar, ou os comerciantes de Bela Vista ~odifiquem suas maneiras de comercializar, ou have­ rá novas alternalivas para o povo com prar produtos melhores e com melhor pre ço. A estrada para Jardim, qu~ndo pavi­ mentada, pemitiri novas opções de com pra. Comerciantes gananciosos, que buscam o lucro ficil, querem enriquecer da noi­ te para o dia, só tem olhos para suas contas bancárias. O povo, os clientes,se não querem com prar aqui a/ vão comprar em outros municí p1os. E, acreditem, isto jâ está ocorren­ do. E vai aumentar com a Central de Com pras no Atacado, este é assunto para a edição de amanhã. (PP). na sua totalidade to talmente desgastadas e funcionando em con dições precárias. - Reativação da Associação Comercial Páq/08 Câmara é Notícia e lnf or mação • ISENÇÃO DO IPTU E ALVARà DE LICENÇA PARA OS DEFICIENTES REFORMA DO PRÉDIO ANEXO AO COLÉGIO PEDRO AJALA • SINALIZAÇÃO DE PONTES DRENAGEM E CASCALHAMENTO • COMPROVAÇÃO DE V1NCULO EMPREGATlCIO DE EX-FUNCIONÃRIO PREFEITURA • VEREADOR QUER A FOLHA DE PAGAMENTO DA CÂMARA • MEIO-FIOS NAS RUAS ASFALTADAS * CONSTRUÇÃO DO MERCADO MUNICIPAL Matéria na Pigina / 08 desta edição DA 39 Leilão Caracorte Dia 26/05/93 - Local: Tatersal do Sindicato Rural Uma Realizacão : Sindicato Rural de Caracol e Porteira lÕes Rurais Participe : Caracol espera por voce ! Lei * PARTICIPE DO COMITE DE SUA CIDADE E AJUDE A MELHORAR BRASIL* Ação Contra o Nacional: Mais de 32 milhões de brasileiros passam fome hoje. Quase 70s da populaçãobra sileira não se alinenta sufi cientemente para ter saúde e vida digna. Isto é, falta comida na mesa da grande maioria das fa mílias brasileiras. Segundo estudo do Institu to de Pesquisa Econõmica apli= cada (PEA), 9 milhões de faní­ lias têm renda mensal que lhes garante, na :::elhor das h:pót:e- Maior Flagelo A Miséria o ses, apenas a aquisição de una cesta básica de alimentos ca paz de satisfazer suas necessI daàes alimentares. - . Não sobra nada 7ais para habitação, vestuário, transpor te, etc. Como a gente sabe cue não ê possível viver, nesta-se ciedade, somenLe co:n dinheiro= para alimentação, o que sai o/ pagar aluguel e transporteé ti rado da alir.entação. Matéria nas Páginas-O~ JS •Auto Elétrica Bonito tl<•: v.olc!• lf :f,IIIIIIJ<:JO Tr 111d,1lA 22 DT-l 'HAT SÃHADO 060 horas - Reinfeto das Içadas - fase classIf1ca tório 12:00 hornn - Almoço na Sede do Clube 14:00 horas Reln!cio dns l.çadas 20:00 horas - Kodrlo cm touros - fase classlíicató rin' 22: 00 horas - lia ile na Sede do Clube DIA 23 D~ MAIO. DOl1INGO 06:00 horas - Tnício da dieputa de Taça de Bronze 09:00 horas - Início da difputa de Bagualhada l~:00 horas - Início da Taça de Patrão 12:00 horas - Almoço na Sede do Clube 14:00 horas - Início dn diEputa de Taça de Prata 15:00 horns - Início dn dirputa de Taça de Ouro 17:00 horas - F.ntr,..gn de prêmios na Sede do Clube . No decorrer dos eventos da laçadas, teremos·ati vidades paralelns de VÔiei, Futebol Suíço e outras atividades. N'.!Jl. : Os Clubes parttcipan te s deverão trazer barra­ cas. Convite * Qualidade em produtos e serviços * TUDO PlRl / SUi FESTA Loja 1 - 24 horas, Rua Pilad Rebua/1853 Loja 2 Jardim Andréa ( defronte ao Clube do Laço) Fone (067) 255-1710 BONITO - MS * /TENDI.MENTO A DOMICILIO Hotel e Churràscaria Canaã DE. PACIFICO D/ SILVh BJLT/ Apartamentos com ar condicionado, frigobar, TV em Cores e telefone. O único com luxuosas suites . .Anexo fu.nciona a tradicional CITTJRRJSCARIA CANAÃ, que serve no almo­ ço todos os dias o melhor churrasco do Brasil. 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Bela Vista- MS, 17/05/93 Atenciosamente Prefeitura Municipal SECRETAIUA DE S/ODE INPORM./ : PLANTÃO/ FARMÃCI/ / MAl0-93 22/23 - Drogavista 29/30 - Drogaline - Sr. Saul - Sr. Carlos OBS: ~s Farmácias que não estive­ rem de Plantão deverão permanecer fecha das, e as solicitações eventuais só po­ derão ser atendidas se constar na recei ta a informação de que a de PLJNTÃO nãõ dispõe da medicação citada . Atenciosamente, Ives de O. Britto Ass. Sec. Saúde· Tribuna Diário da Fronteira Regional FUNDADO EM 20/02/72 Publicação da Rede Ilelavistense de Jornais - LTDA - Avenida da Fronteira, 564 Fone (067) 439-1410 - Caixa Postal 23 CGC - 15'.513.203/0001-90 BELA VISTA - MATO GROSSO DO SUL Diretores- Ivaldo Pereira e Maria Estela Velasquez Pereira •, Diretor Responsável Ivaldo Pereira Reportagens Ubaldino Rodrigues e João Carlos Velasquez Gerente Gilson Silva Santos Redação, Adm.ini.straçào e Parque Grâf'i.co - e nida Tribuna da Fronteira, 564 - Sede PrÓpri;J'. / Sucursais • 1 Antonio João, Porto Murtinho, Maracaju, Boni· to, Jardim, Caracol e Campo Grande. correspondentes Capitl!ÍS•I 1 artfgoõ 1 Glads La-ynn Modas Bahia-Car 1 Artigos em leganete, Cotton, . - -· Moleton, Crepe, Malhas, Camise­ tas com estampas.etc ... : Campo Grande, Brasília e Principais Não devolv:mos originais. 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Povo ) urano nwmn{ou os tu ros do dr.rit{o tu - aro tal brafle!ro. ão ? !lhes de bra!1e!- que e+tio pasando fone, Isto ln!ffca um nd ro per1or a populaça da Arentfna, 5ando o Manco Mundial, a mIsrla no Hrafl • u de 26,67 da população em 1960 para )1,57 e 1 'J J :i. 0 raII tem hoje 4/ dos pobre da MCrfca Ln­ t', embora uns populaio nefa somente l/) da po yulaçio desse subcontinente, Contudo, me is rave da á o fato de o Irasfl apresentar uma das mafo res taxas de concentração de renda do continente sr!cano, enquanto que os 207 mal pobres da Ar a Lati tm 4I da renda subcontinental, os 20 - Is pobres do IrasII têm 2,1 da renda do Paf, Enquanto que )2 mflhôes encontram-se na mais ruel meérLa, a pobreza ameaça também um contin - ente de aproximadamente 60 mflhôen de outros bra I1eros, que se alimenta em n[vels abalxo dos re­ romendados pelos organismos Internacionais da aú de, Este não é um drama somente daqueles que estão­ nessa condfçio ub-humana. f problema de todos. Njo é posdvd viver com a consciência tranqulln - sabendo que nosso próximo passa fome e eRtÓ sujei­ to n humilhações deploráveis, Vivem em esgotos,nns runs, nubordinados à violência e gerando mais vio­ lência, Não é à toa que as casos hoje estão fortifico - das, Sequestros se multiplicam, o violência urbana cresce e ameaço os crianças. A intranquilidade Já faz parte do cotidiano das familias. Não podemos deixar que isso continue. E preciso fnzennos alguma coisa. Mos não basto ficar esperan do que o Governo venho e resolva tudo. Um Governo­ bon e decente é necessário, mas isso não é suftci­ ente, Precisamos nos conscientizar de que o comba­ te à miséria é também de nossa responsabilidade. Ui dias atrás estive participando de uma reu­ nlão na Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, Desejam que todos os brasileiros te unn r uma corrente e favor do Brasfl. Vir!as c!dades já estão formando os Comitês da Ação da Cfdadanfa contra a Fome, a Misirfo e pela vidu. Trabalhadores e cmpren~rios estão se unindo nesse movimento. Não é um novimento só da CUT, e também da CNI, FIESP e outras entIdades de empre­ sários, A solidariedade humana se alinha hoje à sobrevivência econômica também das empresas Estou apoiando, junto com volorooos compa­ nheiros do PMJ)B e de vários outros partidos, essa iniciativa, porque tenho rê cm nosso povo, acredi to que o Brasil não irá sucumbir diante da crfs; se nosso povo se unir e superar divisões pouco in teligentes. t hora de começar a virada, é momento de dl zer um basta à miséria, Tomei a iniciativa de imprimir uma cartilha da Ação da Cidadania contra a Fome, a ~Uséria e pela Vida, que estou distribuindo a vocc, pedindo que a leia e tome também a iniciativa de divulgar essas ideias e ajudar a colocá-las em prática. O Tra,balhador e a Inflação VICTOR FACCIONI Enquanto houver in flacão, não há polIttca­ salnrial e nem salário capaz de atender ns ne­ cessidades do trabalha dor e muito menos estimu lar para uma maior pro: dutividade, A inflação é n inimiga nQ l do traba­ lhador e igualmente são seus inimigos os respon­ sãveis pela manutenção do processo inflacioná - rlo. Outro inimigo do trabalhador ê a recessão na medida em que ela não cobate a inflação. Ela Pode atê ser necessária, e um determinado momen­ to, t:tas não pode se pro­ longar, sob pena de fi car insuportável, comÕ estã a acontecer em no§_ so Pa.is. Quem ganha com a bflação são os bancós , os que têm muito patrim@ nio ou grandes negócios, e os especuladores. O trabalhador, não. &le, ao contrário, é o maior prejudicado.porque a inflação "come", para não dizer "rouba", escan dalosamente, os ganhos - do seu trabalho. Em pou­ cos dias, ela tudo cor rói. É mais corrosiva a] o próprio sal marinho, a maresia e a ferrugem. ~ simplesmente arrasadora. E o pior é que, além dos salários, ela está des truindo os parâmetros d; valores das pessoas. Ji perdemos a noção de valo res materiais, do" bara to" e do "caro", e esta­ mos perdendo também os de ordem moral. Daí a pouco, nada mais terá va lor. Cria-se o caos,pois passo a imperar a lei do mais forte, do mais esperto, a impiedosa"lei das selvas". Teria sido nesse 12 rl r cor@{d+do cuti os o pro va d Essa entfdades tio fazendo um chr ado muI to Important, a formação de um r: plo u1ovfreuto:: popular nacional contra a foe, a mlirla e pela vIda. Ponto e Contraponto -, Conferrc! B! pos do Bras!l, Conselho de Reftore de 'n!ver=t. dades iras!le!r, Centra! Cfc do Ir.Malhado - res, Conselho Nacional d Ire[as Crf«ti, Conte arvat!vos, deraço Nacfonal dos Trabalhadores na Ar!cultura 14fator entre vir1as outras, , 1 68 oO ' o° 1 ., • k ·M . 8! e/ ,,) ~ O Pre.feito de Porto - ··Uttinho, Luiz Abreu, é "primeiro, em nossa re­ tão, a manifestai-se a ;.•speito do projeto AÇÃo da cidadania con tra a Fome, a Miséria e Pela vaa", "Nossa primeira pro­ '!d@nela, em Porto Murti h3 - - .­ C • sera a formaçao de tts, com a colabora- ao de Clubes de Servi - tos E - t presarfos, Produ- /res Rurais, Comerc:.ian- t es Liberais, enfim, d" dos ":;. os segmentos da co ;_:'llldade", comentou • •efeito. ara o Prefeito Murei ,"nse, "todos os brasr­ /lt-os deve"' se engajar este ::..t projeto, procurar orar o sofrimento de o Prfe!to Luiz Abreu milhÕes de pessoas, os dndos são nlnrmnntes, mn is de 32 m.ilhÕes i'.~ brn:: de 'aio, que as lideran­ ças sindicais dos traba­ lhadores, mais do que dos empresários, porque­ mais prejudicados pela deteriorização do seu sa lário e pelo desemprego: conclamassem a Nação a uma luta sem quartel pa ra o combate à inflação:: e o fim da recessão. Vencidas a recessão e n inflação, por certo a vida política, econômi ca e social-do País, co; valesceriam e o valor dÕ trabalho seria restabele cido, com ganhos reais dos salários e oportuni­ dades e horizontes mais amplos e mais claros pa­ ra os trabalhadores e todos os brasileiros. O plano econômico l tamar, lamentavelmente , pouco vai conseguir no combate à inflação e a. recessao. Além de incompleto, constitucionais um elen­ co de boas intenções, do que de medidas concre tas, tu{ .r-"""ti 1.1 ,"' crli,-1· uuedes pelos )ov nos. As tutu r~1r: ( ,t.. r ,t 1(1 •. 5 .. ~ , t:C 1rr r .. u th· pr_n,.,r (11h ,. 'J paterna!! ao aos vlcfados aumenta o numero d le e o4 porcr~c..111 d1 clvi.:r·,_,1.. T,l·t~ t :r~~ nstruir aliento que uerfa 'ffen e pnrn n- 1Ientnr IB8 flhoes de brzflefros.I o tem flar no rresponivel sistema de tmazenoento que faz o Pafr per - der flhare de tone!da de llen - tos, porque apodrece e te deterfora untes dn d1strbutçao. !'a verdade!r Indstr ta dna fome. 0a números já ão conhec1dos, os e xemplos o vártos e divulgados pela Iprent a todo tomento, porém chegou 11 hora de dizer um basta nesse proces so inceneato e RCnocidn, gerador da: mtsér1a absoluta, que coloca mIlhes de pessoas nos limites insuportãveio da fome e do desespero. O tempo da miséria absoluta e da rcsignncão com es.sc quadro acabou. O tempo dn conciliação e do conformiomo ncobou. É este o clamor ético dos nossos - tempos. Essa deve ser o prioridade da sociedade e do Estado. Esto é a obri­ gação de cada um de nós: das entida -. des da socirdodc civil, dos trahalha­ dores e empresários, das igrejas, es­ colas e universidades, dos partidos , sindicatos e dos meios de comunica cão. De todos mesmo. Nno, se pode viver cm paz em situa­ ção de guerra. Não se pode ser feliz em um País onde milhões se batem no desespero do. desemprego, da falta de condições mais elementares de saúde educação, habitação e saneamento. Chegou a hora de unirmos nossas forças, vontades e esperanças para en contrannos novos caminhos para o nos: so Pa!s, precisamos unir nossa ação - em favor dos necessitados com a desco berta e a aplicação de um novo modelÕ de desenvolvimento humano, solidário e ctico. Não se pode fechar a porta dn cons ciência, nem tapar os ouvidos ao ela: mor que se levanta de todos os lados. A insanidade de um País que margi­ nalizou a maioria de seus filhos deve terminar agora. É possível mudar isso. É necessâ - rio transformar essa realidade. É im­ perativo de sobrevivência do povo e da ncao mudar o rumo do desenvolvi a co - mento do Brasil. Podemos fazer isso , fora desde que juntos. a AÇÃO m CIDIWHA CONTRA A MISÉRIA E PELA VIDA t, cl r L I f e e Ajude a Melhorar ' ( perde Decisão de Mudar Você ficou impressionado com os do com as Diretas-Já e = 0 "~clm!nt". dos sobre a gravidade da pobreza. De Precisa ser assim com o combate à fo- fato, eles causam mesmo indignação. me, sob pena de que esse problema se Porque O Governo mostra-se tão inca - arrasta interminavelmente e anule to­ paz de dar soluções minimamente acei- da possibilidade de inserção do nosso taveis para problea tão grave? Será País no círculo dos Países realmente que ninguem faz 1 ada para mudar esse civilizados. quadro? Nessa ho. de outra pergunta Já passou o tempo de ficamos cspe pode ter vindo à sua mente: e eu? O rondo que outros façam por nós aquilÕ que estou fazendo paro solucionar o que nos cabe fazer. A crise é tamanha problema? Pode ser que sua resposta que precisamos nos urir para construir seja a resolucâo de fazer alguma coi- nossas proprias soluções, para cobrar sa. !as fazer o quê? De que maneira? açoes concretas dos Governos e das Como começar? instituições, para cobrar tambêm as Este texto procura responder a es- responsabilidades da cidadania, dos - sns perguntas com algumas sug~stÕes - empresarios, das igrejas e entidades. sobre a forma ~e organizar e de levar Existe muita coisa que pode ser adiante uma campanha de combate à fo- feita. Desde O tratamento emergencial 1e e uma cidade, em um bairro, em u- das questões que nos abalam, desde 0 mn região. repartir o pão, atê a mudança de rumo São Meras sugesto"es, desti d d na as a e nosso desenvolvimento. Nâo se tra- estimulnr e não limitar a criativida- t a apenas de dar comida a quem tem fo de. A c"mpanha de combate à fome só me. É importante, sim, e muitas vezes poderá ter êxito se se tornar "incon- 1 l v ta , resolver o problema emergen - trolável", ou sejo, se as inici.?tivas clal. Mas é preciso pensar no futuro,· espontâneas e originais de milhares - l pensar a ongo prazo e organizar a se de_grupos criarem aquele clima de op1 ciedade em busca de soluções permanen niao publica que leva as autoridades tes para O fim da misêria, da reces - públicas n tomar decisões que o povo soo, do desemprego. considera indispensiveis. Foi assim PRIMEIRO P SSO VAMOS ROMPER A APATIA E A DESORGANIZAÇÃO Um dos traços negativos da cultura brasileira consiste na falta de ini - ciativn ou organização dos cidadãos - nn esfera social. Todos esperam uma Lei, uma açao de Governo, uma convoca a0 do chefe polít íco para atuar ' ,:~•verno Federal visando a apresen­ arpo, consistem em aumentar suhston- tar propostas de políticas públicas - cialente o número de pessoas e gru - de combate à miséria. Iniciativas des pes engajados nesse tipo de ação, a sa natureza também serão incentivadas fim de ampliar a atenção aos segmen - em nível estadual e municipal. Ore - tos sociais em situação de deficiên- presentante da sociedade civil que es tara coordenando essa ação é Dom Mau­ ro Morelli, Bispo do Diocese da Duque de Caxias. , .. i Cê!! Iadeu Cores d Mota Ches an t! res Cláudio de Lo alva Flores ka!n Daniel Parede, Car Dorvalina de Frtta Dorneles ~leonor de 5ou2a r co E.ILana Mendon,a Elias Mendonça EIzeria Coelho EreotIldes Cabral D)Las Ermelinda Dede Miranda Ester Leite Féllx E.lal!a Areco lo.felster Felicana Casanova Santana Flávio Moreira Geraldo Acosta Geraldo Jara GIlberto Pucheta Codolrcdo Freitas Haroldo Rodrigues Helena Garcia l.el t<• Hélio Silveira Montaneço Hélio Vilalbo Medina Helvio Figueiredo Irma Brites Cabreira Izabelino Gamarra Jacinta Hoffmeister João Alicio Adorno da Silva João Pinheiro Jorge de Souza Moreco Jorge Paredes Julio Cezor Torres Laercio Albino Bispi Ledo Regina !.eite B1 tencourt Leiner Brites dos Santos Leopoldina Lino Moraes Lidia Garcia Leite Livrada Casanova Livarada Ferreira Louveira Lucas Ajala Lucio de Fátima da Silva Ferreira Mareio Comes Pereira Marcos Antonio Comes Ferreira }la.ria de Lourdes Balbuena Maria Enice Nogueira Maria Lourdes dos Santos Felix Maria Lucia Anunciação Maria Nicolacia Cabreira Maria Olimpia Brites Maria Rosone dos Santos Medeiros Maria Tecla Brum Mariangela de Almeida Maria Afonso Rodrigues Antunes Mario de Assis Carneiro Marli Terezinha Volpato Marta Gonçalves Martinho Parede Miguel Galonga Natolicio Mendonça Odines Domingues de Melo Osvaldo Jara Paulo Roberto Valenzuela Percio Rodrigues Ramào Castro Carabi Filho Renato Costa Rildo Garahi Robson Purkott Rodolfo Icasstti Molina Ramona Carmona Pereira Rosevel Felix de Souza Ruben Lino Rusen Lino Sandro Regina Purkott Sonia Lucila de Araujo Simao Zovola Quinbones Sonilei Guerreiro Tania Maria Salina Moraes Tania Meire Baboni Gomes Tertuliana Valdez Aristiminbo Veneza Dede Dias Vera Lúcia Pinheiro Zeferina Pereira Rambil Zeli Aparecido Crance Zoli Garcia Leite Karia da Conceição Dede Dias Washington Luiz Alves Leite Edilson Ribeiro Elieth G. Espíndola Ivone Conceição de Souza Josias Santos de Alceida Liolina Cristaldo Franco Maria Conceição da Silva Saulo Pires Carvalho Valnei }liranda Gumercindo Pires Ana Alice Rocha Centurião Aparecida de Jesus Pereira Marilia Juracy Gonçalves Sorrilha Joao Antonio Gonçalves Sorrilha Antonio Marim G. Sorrilba Baldomira Cardoso Ferreira Aral Rodrigues dos Santos Eder Quintana Suclenir Ferreira Leite Carlos Yoshihiro Naragaki Hierinio Coleam Antonio Ferreira • Ra70na Carona Pereira Fl.ivio Moreira 123 A:to!o Carlos Brum assassmmaresnsr r ses e r r ai»aaaaau s a s a s ]? Mj]tom rj -=tttttt:::zzt1': 2 - ARTICULAÇÃO Umo dos tarefas básicas de um Comi te local, municipal ou estadual con - slste na articulação de ações ccincre­ tas de combate ã fome no seu âmbito - territorial. Estas ações podem ser de dois - ações cmergcncla is; ' - pressão de opinião pública Ir alimentar de to.cientizar um maior numero de p ssoas a respeito do problema da fome, A pressão de opinião pública abran e a divulaçao do quadro da fome nos óraos de comunicação de massa; a de­ nincia dessa situação em atos pibli - cos; a realização de conferencias, se mfnárlos, reuniões para a anil!se do problema, suas causas, suas poss[veis soluções; a participação em atos pá - blicos de âmbito regional, estadual nnclonnl. Trata-se substancinlr.ientc - de exigir políticas públicas, medidas ndmlnistratlvus, nçÕcs do Estado, ndc quada utilização do dinheiro público, eliminação dos desperdícios etc. Essa oçiio deve ligar o realidade local, as experiências que tivermos, a vontade de vencer o drama da mlsiria, com perspectiva de mudarmos os rumos desenvolvimento e dn democracia Brasil. AÇÃO DA CIDADANIA CONTRA A MISÉRIA E PELA VIDA Então, vamas mudar essa realidade? Você pode mudar o Brasil o do no I:+A (J"i] 02 09 00 .05 71 007 008 009 010 011 012 0lJ 014 016 017 018 019 020 021 022 023 024 025 026 027 028 029 0J0 031 032 033 034 035 036 037 0JB 039 040 041 042 043 044 045 046 047 048 049 050 051 052 053 054 055 056 057 058 059 060 061 062 063 064 065 067 068 069 070 071 072 073 075 076 077 078 079 080 081 082 083 084 085 086 087 088 089 090 091 092 093 094 095 096 097 098 099 100 101 102 103 104 l05 106 107 108 109 110 111 112 113 114 115 116 117 118 119 120 131 1 122 Conjunto tte ± , í ' : Boiadeiro r.• t7 de Mais a 1.9 3 J" • 1 l ! '40 (00' 267 1 l' 1) JO 1 ') 1 l 1 L, l ', 1 2)6 2!1 ()',() ll/9 J '.,I) 280 13 273 0'i ', 265 17 011') 267 154 151 23 092 285 248 215 166 149 157 220 070 008 111 080 176 022 037 259 278 218 107 134 021 001 04) 058 243 014 116 223 017 042 101 253 281 178 187 173 084 258 277 186 097 072 129 168 203 249 096 095 005 105 210 241 133 158 224 035 013 112 159 026 144 140 207 065 217 160 229 250 034 175 289 108 4 184 093 119 109 167 182 051 j 191 290 129 150 138 273 / RAIO DE A.FRIA MAÇÃO E UM APELO MOS CIMOS ICNOS DESTE PA);! FORCAS ARMADAS - O DERRADEIRO BALUARTE! As Forças Armadas têm sido vítimas de ataques desencadeados por elaborada orq_uestração r ' _, 1 ' 1ft ,,, 1 f,t ! 1 ,tt,, ,, l T, ,d Jro-lo Ar. , Iv 1 " ti j' f frevo neste Instante, bustando interpretar o li[t!mos nnselos dos weus companhelros, todos em exceçao, Desde aqueles 'que f ofereceram o eu próprfo anuw em holocausto a te ranca e defesa da Pitrfa, até os que Inda hoje vivem (fardado ou Já a paisana) e que tamnbém a ela dedicam ou já dedicara os melhores anos das uas existências, sob o sarado lema de "Sempre tudo oferecer à litrla que rida, em nuca pedir-lhe nada cm troe!", Nos ilt{mos anos s Forças Ara­ das brasileiras têm fdo vítimas de ataques permanente a sua 'donefdade­ moral, desencadeados através de bem elaborada orquestraçao, conduz idn pro fIssfonalmente por determinadas fac-­ çôes da mfdfa nacional e intcrnnclonnl (haja vista o inominável covarde e diotorcldo enfoque publicitário, atri bu!do ao recente caso dos"camarões' de l'clotas). A meta estratégica perseguida e a dn desmoralização slstcmitica parn enfraquecimento máximo ou total des truiçno da instituição militar nacio: nal. O fato peculiar, entretanto, ê que tais pressões são originadas tan­ to de entidades internas quanto condu zidas por interesses de certa parte: da comunidade internaciol'.al, ambos perseguem o mesmo fim, porém com obje tivas diversos. - De um lado, o patrulhamento per­ manente por parte de setores radi­ cais inconfomados dos políticos na­ cionais, seja para dar continuidade / ao seu doentio e interminável revan chismo, seja para enfraquece,: a insti tuiçào militar ao ponto de eliminá-ln como ameaça que possa obstacular os seus desígnos de conquista e poder a qualquer preço. No âmbito internaci~nal, os Paí­ ses r!cos (Grupos dos sete ou G-7) prosseguem na implantaçà0 da sua nova ordem mundial, filosofia esta que di­ vide as nações em dois grupos - "prin cipais e secundárias" - onde estas Últimas são condenadas ao pemanente­ subdesenvolvimento, a fim de não des­ pontarem como eventuais ameaças de competição no cenário econômico inter nacional. Tal filosofia atribuiu priorida­ de à retomada do antigo conflito Nor te/Sul (cm substituição ao extinto= Leste/oeste), onde ressalta como meta estratégica básica dos países" prin­ cipais" o enfraquecimento das Forças Armadas das nacôes "secundárias" a fim de torná-las presas mais fáceis - para seus discriminatórios objetivos. _ A regra básica pa~a tal projeto, e a de impor uma subserviente atitude aos países "sec:undários", de form.:i a se resignarem com a humilhante condi­ cão de pemanente estágio de subdesen volvimento social. econômico, políti: coe militar, docilmente confomados­ com seu papel de fontes de reserva es tratégica dos países "principais" ; simples mercados consumidores ou for­ necedores de matéria-prima e de servi cos de menos qualificação. Para facilitar o alcance desse maquiavélico objetivo, ressalta como meta estratégica de relevo, a des­ truição do orgulho e da vontade na­ cionais dos países-alvos nos quais,sa bidamente, as Forças Armadas consti tuem um dos poucos grupos organizados qu~ detêm o necessário conhecimento e a adequada visão estratégica para dis tinguir tais manobras e poder dem,n cii-las, bem como contrapor-se às in tcnçÔes escusas do poder colonialistã internacional. • t ôbvio, portanto, que o alvo principal da estratégia adotada passa a ser a instituição militar de tais países. Assim, campanhas de redução de ~e~os e de questionamento da destina­ ;o das Forças Aradas, bem como de estrangulamento da Indústria de mate­ ri~l bélico e de estagnação dos proje tos tecnológicos desse; países, entre outras, têm sido desencadeadas de for ça rm4d s mente para m at dInforo,ao da socfe+ade dese es, no ent{do de «de crédito e desmoralfzaçao da institui,ao tar , lor ! l e a r-• r t!:i' ia I l 1- sim, os interesse Internaclo - nals, de feição nlt!damente colonía lista, paradoxalmente, não favoreci - dos pelo trabalho efie{ente de al uns grupos políticos nacional que ao Invés de defenderem suas convic­ çÕcn norlonnllotno,lnorcnteM~nt<' nu dolosamente posicionam-se contra as mesmas, por meio de ações que contrf­ buem para minar a vontade nacional tafs como a desmoralfzação das suas Instituições mais caras, entre elas - as própr JaG Forc;ns Armndn,;, negando lhes orçumcntos compatíveis~ digna: remuneração para os seus prof{sslo nuis. Os uucessivos cortes orçamentá - rios dos Últimos anos obrigaram as forens de mar, terra e ar a reduzircn, dramnticnmente suas atividades especí ficas. - A Força Aérea llrasileira ~m 1992 foi obrigada· a alijar da atividade ae rea regular e m!nimn indispensável grande parte de seu efetivo total de pilotos, • Os recursos alocados para combus tível de aviaçno, no orçamento da For ça Aérea para 1992, correspondiam Õ um quinto do necessário para seu ades tramento em padrões mínimos acei: táveis, o que comparativamente, equi­ valia a somente um mes de operação da Empresa de Aviação Varig S/A. No tocante ao parque industrial­ brasileiro de material bélico, o mes­ mo foi totalmente sucateado, porque - as pressões internacionais, auxilia das por setores da mídia nacional, i; pediram-no de continuar exportando - singela quantidade desse material, ne cessórlo, no mínimo para manter viva essa capacidade estratégica, impres cindível para a garantia da soberani; de qualquer país. Enquanto isso, as nações ricas, continuaram produzir.do-, e aperfeiçoando, cada vez rnais,a sua industria do armamento, distanciando­ se dessa forma, irrecuperávelrnente dos povos menos desenvolvidos. Respaldados por organismos inter nacionais, manipulados em seu benefí: cio, e por filosofias políticas ca­ suísticas, como recentemente preconi­ zado dêvoi d'ingerence, os países principais continuam arbitrariamente­ intervindo com seu devastador poderio militar contra os indefesos governos­ e populações dos países "secundários" cuja única culpa é a ele l,•lar por fa zer vale:: seu legítimo e irrenunciá: vel dlre!to de poder decidir pelus destinos dos Geu~ próprios países. Assim, o poJer mUitar interna c'onal no decorrer G.tr, rr!·,rl •• r,t•;-l l f ,· I pl er dora 0r-t do A!var de LIeen,a par Nora z,ao, 'o " j # ( t ' Ar d,a na 1.11 d.t f t' I t •'i d1J i 'n11ru. (l• ,:1,r'>) • 1t r11·1f ir P • 1 1 esao ard!nu«rJa da Cimara Municipal de Bela V±ut. renalizada no último día I !/ (• ,111L111,11Jq 1IJ J'r,1f•,tlf> 11HlÍ!lp-1l A),r110 '/.H 1rJ •• Ma Hut[ft«ativa de eu Requerimento, a Vereadora affrwou: 'a- bedarem que omon, u[tos deficientes ffsfo e n cfdsde possuem pro ±feda«de:s e comércio relistrado em eu no e e!tos dele enfrentam di- l+,ldade até memo para manterem seu estabelecimentos, Poderia V! Exia, h,, prefeito, etudar esta posfbIlfdade e isentá·los deses tributos,pol' 1 li 'L 1r10•.,"d,rlú(Oll(;rl.1·H!t tenho a certeza que ot metos ue serao mu o j lpeftas em eu Requer isento. lll"ll'OllMA DO PRÉDIO ANEXO AO COLÉGIO PEDRO A,IAf,A o Vereador e Presidente da Câmara Municipal, Marcos Elias Ros da Cruz, apresentou na esão ordinárla da Câmara, dia I2, Indicação endereçada ao Prefeito Municipal ollcftando que eja viabilizada a reforma do prcdlo 0 - n,·xi) no Co.lqltJ l'cclro ijuln, no Hafrro pua Doce, que serve de moradia do zelador do referido Colégio, ''o prédo está localizado na entrada de nossa cidade, no lado do Cole - lo Pedro M[ala que fof totalmente reformado e pintado, entendemos que a - quele estabelecimento também merece o mesmo tratamento' destacou Marcos E- l lnn i,m nua lrHlicnçíio. SINAI,IZACÃO DE PONTES A colocação de placas de sinalização indicativas de pontes na Rodovla - Jl<•la VlHtri/1nlonio João, {oi objeto dc indicação de autoria do Vereador e líder comunit~rio do ílnlrro Água Doce, Isrnel Chnruorro da Kochn, endereça­ da no !'refeito Municipal, com cópia ao Chefe dn Residência do DERSUL em nossa cidade DRENAGEM E CASCALIIAMENTO Outra indicação de autoria do Vereador Israel Chamorro (l'MDB), foi end~ reçada uo Prefeito Municipal, com cópia ao Secretirio Municipal de Obra~ , solicitando que seja determinada a drenagem e casculhamento da Rua llorten­ cio Escobar, no Bairro Novo Horizonte. COMPROVAÇÃO DE VÍNCULO EMPREGAT[CIO DE EX-FUNCIONÁRIO DA PREFEITURA De autoria do Vcreadot Marco Rondon (PP), [oi aprosentado na Câmara Re­ querimento endereçado ao Prefeito Municipal solicitando que seja encaminha do o mais ripido possível i Câmara Municipal declaraçao da Prefeitura com­ provando que o Sr. Venceslau Pereira dos Santos possuiu vínculo empregatí­ cio com a mesma e demais dados correlatos. Na justificativa de seu requerimento o Vereador Marco Ronclon informou - que "o Sr. Venceslau Pereira dos Santos extraviou sua carteira profissio - nal e necessita urgentemente de tal comprovaçao para que possa apresentar como Documento" . VEREADOR QUER A FOLHA DE PAGAMENTO DA CÂMARA Em indicação ao Presidente da Câmara Municipnl, o Vereador Roney Moraes Simões (PTB), solicitou i ele que seja fornecida a folha de pagamento da própria Câmara Municipal, MEIO-FIOS NAS RUAS ASFALTADAS i colocação de meio-fios nas ruas que foram asfaltadas no Bairro Anta - nio João e que ainda não os possuem, foi reivindicado pelo Vereador Roncy Moraes Simões através de indicação endereçada ao Prefeito Municipal Abraão Zacarias apresentada na Câmara quarta-feira, dia 12 próximo passado. "Se este meio-fio não for colocado imediatamente o Bairro Antonio João . ?erderá grande parte daquele asfalto que custou valores altíssimos para o Município, pois jâ começa n se deteriorar a infiltração d'água e erosões - provocadas pelas enxurradas" ressaltou Roney cm sua indicação. CONSTRUÇÃO DO MERCADO MUNICIPAL /través de outra indicação de sua autoria, endereçada ao Prefeito }luni­ cipal e ao Secretário Municipal de Obras, o Vereador Roney Moraes Simões - reivindicou que seja terminada a construção do Mercado Municipal em nossa cidade. Na justificativa de sua indicação, Roney afirmou: "Sr. Prefeito, o Mer­ cado Municipal trará incentivos ao pequeno produtor, é o local onde eles poderio comercializar seus produtos diretamente ao consumidor, além de ser uoa forma de geração de empregos paro nosso Nunicípio. Gostaria que esta - minha indicação fosse analisada sem paixões políticas e que realmente fos­ se colocada em prática, pois o Mercado Municipal é a grande ansiedade do - pea o produtor em nosso MunicÍpiO" enfatizou Roney Moraes Simões. Rancho S Veterinária. - - + FE,,r livr<'t~ênte rur,tl6, '" "RiãíiVáêãli'°da Associação Comercial tu (·! 1 Lhos M: re va l f, l . • leiros) tr apenas tr@ t Jd.:1 J>:>:ft1 e, ,; r,.lo I or O l'rc1ddcntc da c,;mnrn :lunJcipal Vereador ~rcoe Elias Rios da Cruz informando que huverá, nesta quarta - feira, reunião na Câmara cor.' a prese ça do /d vogado Salvador Loure 1 ro, que está reivindicando a implantação· da Junta de Conciliação e Julgamento, do Ministério do Trabalho, em Jardim. Para o Vereador, "vamos hipotecar apoio a iniciativa, pois representa - .u~a conquista para todos os trabalha- dores de nossa rezão". Também, nesta reunto, egundo an vIte envfado pelo Vereador Fernando - de rrcitas Elias, será debatfdg a rea tivaçáo d Associação Comercial de e la Vista. A Câ=.ara, através de seu presiden­ te, convidn empresários, cor.,erc i,1M<'·. industriais e trnbnlhadorcs para essa reunião, marco inicial dn retom1da ~o desenvolvL~ento, através da agiliza - çiio_da Associação Comercial, ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL - PODER JUDICIÁRIO Comarca de Bela Vluta. Edital de Primeira e Segunda Praça VACINAS VERM!FUGOS - S1L MINERAL PRODUTOS VETERINAR.Ios EH GERAL O MELHOR PARA O SEU REBANHO 1 FONE (067) 251-1763 FAX (067) TORTUGA 251- 1056 AVENIDA 11 DE DEZEMBRO, 273 JARDIM - MATO GROSSO DO SUL O Doutor José Eduardo Neder Heneghelli, Juiz de Direito da Comarca de Bela Vista, Estado de Mato Grosso do Sul, na forma da Lei, etc •.• FAZ SABER a todos quantos o presente Edital virec:, ou dele conhecimento - tiverem e interessar possa, expedido na C/Precatória ng 61/91,oriunda da 2! Vara Clvel da Comarca de Jardim/MS., extraída nos autos de Execução n! 113/87, proposta por Cia Itaú de Investimento, Crédito e Financiamento Cru· po ltoú contra Altair Rodrigues, em trâmite por este Juízo e Cartório Judi­ cial, que nos dias 04 e 14 de junho de 1993, respectivamente, is 14:00 hg ras, no local destinado is hastas públicas, no átrio do Fórum sito na Rua - Parão do Ladário, 1595, será levado a público pregão de venda e arremJtação em praça pública, a quem mais der acima da avaliação mencionada abaixo, o bem penhorado ao executado no referido processo, a seguir descrito: 100 h;:s. (cem hectares), de terras pastais e lavradias, parte da antiga Fazenda Inde pendência, denominada atualmente Fazenda Brasília, dentro de uma área maior• de 253,9248 has.; situada no Município de Caracol-MS., dentro dos seguious limites e confrontações: No Norte com a Fazenda Jaragua de Nelson Postaue e Arno Ormay. ao Sul, pela BR-267, que liga Jardim a Porto Mortinho com cer­ ras da Faz;nda Independência, de Waldemar Garcia; Leste, com terras, .!~ f.--J zenda Milagrosa, de João Cândido; Oeste, com terras da Fazenda Curralzlnho de Aral Rodrigues. A referida área encontra-se parcialoente formada, toda-: cercada, bem localizada, avaliada pelo valor ~e CrS: 500.000,00 (quinhe~tosl mil cruzeiros), por hectare, no total deCr,i:SO.CXXJ.CXXJ,00 (cinquenta milhoes de cruzeiros), objeto da matrícula 4.692, livro 02 do Cartório de Registro· de Imóveis local. Na primeira praça o imóvel não será alienado por preco 4 feriar ao da avaliação, sendo que rui segunda praça, que só terá oportunida· de se resultar negativa a primeira, o imóvel será vendido a quem mais der e maior lanço oferecer ainda que por preço abaixo da avaliação. Não havenco - expediente em qualquer dos dias designados para as Praças, estas realizar-se ao no·mesmo local dos dias imediatamente seguintes. Caso o devedor não seja encontrado, fica desde já intimado por este Edital com prazo de 15 (quinze)! dias, das daras designadas para as Praças. Dos autos conS!:a a Hipoteca de primeiro grau e sem concorrência de terceiros do imóvel penhorado em favor-•, de Vitor Haroldo Lino e Epaminondas Rodrigues da Silva; arresto para garan­ tia da Execuçao em favor de Joao Loureiro Pinheiro e Registro de Penhora para gara_!:j tia da dí~ida em favor de Joao Eduardo Lino. € para que ninguém possa ale·, gar ignorancia, foi expedido o Edital com prazo de 15 dias, que publicado. e afixado na forma da Lei. Dado e passado nesta cidade e Cooarca de Bela Vista, Estado de Mato Grosso do Sul, aos cinco dias do mês de abril do ªº'' de mil novecentos e noventa e três. Eu, (EDGAR IBA.',HES), Escrivão SlJbscill-'tl>• 1 o datilografei. (a) Pedro Vergiliô da Silva, Escrivão Judicial por detero!•I naçao. PREÇO DESTE EXEMPLAR: CrS - 15.000,00 CASA ~8É-FABRICADA em painéis de concreto armado i e, (@@age±gezig. ''/J!dJP C::M[RCIAI, """""-º""·e• co-=-. lTOA O investimento certo - 787-1602 . parasuaFAZENDA