,.._ - - ----------- 
Entrevista: 
Juan Carlos Wasmosy 
O Roubo Pode Acabar 
»so ? 
·mi,a4. 
cuJ- . 
is.a') 
tu. 
nprer,, 
mar e 
nhos , 
[ue de! 
os - I 
t. FS 
Vista', 
- 
2O-ADMI- 
VISTA/MS ANO 21 N<I lJ61l 14 DE JULHO DE 1993 
~ 
DIARIO. REGIO AL 
DIRETOR: IVALIO PEREIRA PREÇO DO EX+ PIAR c$ 20.000,00 
Vamos dar doze, dezoito meses 
pua que os donos peçam os 
carros de volta. Depois, vamos . 
zerar o passado" 
O Paraguai prepara-se para uma cena 
jamais vista nos 182 anos de llistória do 
!
País: a posse de um presidente civil. No 
dia 15 de agosto, o engenheiro Juan Car­ 
lllos Wasmosy Menti vai se instalar na 
Mburuvixa Roga, casa do chefe em guarani 
o palácio fortaleza de onde Alfredo 
Stroessner governou o País corno sua fa 
zenda particular durante 35 anos. 
ENTREVISTA NAS PÃGIN/S 4 / 5 
func!~ )-----------------------~ 
i:­ 
v0 ade 
·egaéo 
apro· 
do P 
Y, 
O PREFEITO E 
A POLÍTICA 
IBRIIO ZICIRIIS:'MINHI 
PREOCUPAÇIO É COM BELI VISTA' 
Para o Prefei o 
de Bela Vista,Abraão 
Zacarias, " a ques 
tão da sucessão esta 
dual, será debatida­ 
com os integrantes 
do nosso partido,com 
o Governador Pedro 
Pedrossian e com as 
bases". 
Entende o Pre 
feito que "a preocu­ 
paçao ma1or, no mo 
mente, é administrar 
Bela Vista, os recur 
sos são escassos, hã 
comprometimentos de 
vários convênios cu 
jas prestações de 
contas não foram fei 
tas na Administração 
anterior, isto está 
acarretando dissabo­ 
res". 
Quanto a sua 
viagem a Coxim, ju~ 
to com os demais Pre 
feitos do PMDB, 
Abraão disse que 
"fui a Coxim gastan­ 
do dinheiro do meu 
bolso, não onerei o 
município, fui numa 
reunião do meu parti 
do, não tem nada a 
ver com a Administra 
cão de Bela Vista, a 
choque estamos numa 
democracia com liber 
dade para ir e vir 
para onde quisermos" 
"Temos grandes 
Abraão: " Minha preocupação é com Bela Vista" 
nomes no PMDB para 
concorrer ao Governo 
do Estado, chegare 
mos ao consenso e ono 
me escolhido terá a 
plo apoio do parti 
do", disse Abraão Za 
carias. 
O Prefeito bela 
vistense disse que 
"a verdade é urna só, 
estou preocupado rnes 
mo é com Bela Vista, 
com o seu povo, isto 
é o que mais importa 
no momento, não é 
hora de especulação, 
queremos ver o asfal 
to para Jardim con 
eretizado , queremos 
mais recuras para a 
Saúde, Educação e me 
lhorar a qualidade= 
de vida do nosso po 
vo, isto sim, é o 
que precisamos fazer 
e vamos fazer", 
Não tenho procuração para defender 
o Prefeito de Bela vista, Abrão Zacarias 
mas tenho o dever e a missão de informar 
os leitores, indicar alguns caminhos. 
Abraão está certo. 
Não que sejamos favoráveis a barga 
nha política, ao nefasto conceito de e 
dando que se recebe", mas sejamos fran 
cos, há muitos anos que Bela Vista vive 
de promessas, é o asfalto para Jardim, o 
melhoramento desta irritante e prejudi 
cial rede elétrica, construção do ata 
douro, Mercado Municipal, Estação RodQ 
viária, implantação de pelo menos um Cur 
so superior, só para citar alguns itens. 
Quando Pedrossian era candidato ao 
Governo do Estado, numa reun1ao aqu1 em 
Bela Vista, disse que_"faria qualquer_a 
cordo, até com adversar1os, mas venceria 
as eleições". Fez e venceu. 
Pedrossian pensava no Governo, 
ato Grosso do Sul. 
Abraão está pensando em Bela Vista. 
Se ele resolver apoiar Schimidt pa­ 
ra o Governo, tudo bem, é um direito de 
le, nós, particularmente, no PMDB, somOS 
muito mais O Dr. Wilson Barbosa Martins'. 
mas nem por isto vamos criticar o prefei 
to. 
no 
o Prefeito precisa de apoio, agora, 
e sempre, de vereadores, membros do dire 
tório, mas precisa muito mais, da compre 
ensão dos belavistenses, esta na_ ~orã 
de se acabar com as rixas, com ciume1ras 
com a formação de bloquinhos, Bela Vista 
está perdendo terreno para as demais c1- 
dades da região. . . _ 
se não houver ampla mobilizacao Po 
pular, vamos nos transformar mesmo numa 
grande fazenda, onde uma minoria privile 
giada viverá no luxo, a grande ma1or1a_" 
tentará sobreviver , e uns poucos serao 
eouilibristas. . ,. h 
• vá em frente, prefeito, esses Q 
:nens" gostam de negociar, NEGOCIE OBRAS 
PARA BELA VISTA . (PP) 
Quanto a Schi 
midt, Dr, Wilson, o 
Prefeito disse que 
"são pessoas deres­ 
peito, merecem a nos 
sa consideração, nÕ 
momento certo a solu 
cão surgirá natural= 
mente, o partido sa 
be como se compor 
tar ". 
Sucessão 
Para o Vereador 
Marco Rondon de Oli­ 
veira, de Bela Vista, 
do Partido Progres 
sistas, "está haven­ 
do precipitação e a 
té mesmo pressão no 
debate sucessório ao 
Governo do Estado". 
A sociedade está 
preocupada em resol­ 
ver os problemas que 
afligem a grande mas 
sa de deserdados, co 
mo a fome, a misériã 
a falta de empregos, 
os problemas na área 
de saúde, e por que 
não, com a própria 
Estadual 
Marco Roni. ão é 
hora de ncerto olítico, é 
hra de Alerto larif 
Vereador Marco Rondon 
sobrevivência com 
dignidade", disse 
o vereador. 
Entende que" o 
lançamento festivo 
da candidatura de 
João Leite Schimidt, 
Conselheiro do Tribu 
nal de Contas, neste 
momento, além de ino 
portuno, é tido e hã 
vido, por muitos, co 
mo umq sutil maneirã 
de se fazer pressão, 
afinal ele é um dos 
que. julgam as contas 
dos municípios". 
PÃGINA - 03 
Painel 
OVNI NO PMDB 
Que saudades! 
Tempos de Sérgio Cruz, Roberto 
Valter Pereira, velhos tempos do 
MDB; saudades do grande brasileiro 
(PHd em política) Uliss-,s Guimarães. 
O que fizeram com MDB do Povo? 
Transformado em Moimento, virou PM 
DB, hoje é Partido do Movimento DemocrãtI 
co Brasileiro, Já não eszuta o clamor das 
ruas, mas los sabinetes. 
rro, 
nosso 
Dr 
Nas Convenções, nns Festas Cívicas , 
nas Reuniões, vejo gente estranha, vejo e 
cuco "conservadores" falar em progressis­ 
mo, vejo gente diferente, meu Deus, quan­ 
ta diferença! O que fizeram com o MDB ? 
E agora, o que está acontecendo? 
Nos céµs do MS, no azul da esperança 
do meu, do nosso PMDB, circulam OVNIs, es 
tranhos, camuflados, no são do nosso ola 
neta, só estão se utilizando do nosso es­ 
pa;o, almejam conquistar o rnunão, só para 
eles, e transformar todos em escravos de 
suas vontades. (PP)

VJ 
'ULl O D. L '-J J 
2 
,f()f 11f, 1 ll!J / Ili l J <,., f. ! l'/1 
1JJ!i 1111 1 ·' J( 11. 
FÁ RICA OE 
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tant entoque 
malhat par todo o 
tamanhos, pura Cole 
qios doe Bonito e a - 
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Fo' 1o 
fora de 	c 
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lá preoc mo, 
inflação, 	a ár1os, p 	pá 
blica coça ao PC. D 	can 
didatos, agora, só beneficia os eternos 9 
portunistas de plantão. 
Em nossa reqião, até o momeno, nao 
!Urgiu nenhun candida o a candidalo a depu 
tado estadual, pode até acontecer, no pro­ 
>.imo ano, mas ninguém quer se precipitar , 
cau ela e caldo de gdlinhJ niio fazem mal a 
ningu<•m. 
NÍ'O GOSTOU 
DE: ANTONIO CASANOVA 
O Prefei o de ClR/COL, Juvino Godoy , 
não goslou da maléria publicada neste jor­ 
na 1, de autoria de José Glaucy Flores, f a 
lando a respeito de seu comportamento,fren 
Le a Chefia do Executivo, n m pod•ria,poii 
o articulista pisou fundo no acelerador, a 
tropelando a imagem do Prefeito naquela cI 
dade. Saber receber, e receber bem, os que 
procuram a Prefeitura é questão de bom 
--------------=----=================------- 
Sequndo um prefeito de nossa re91 o 
odos os pref itos do PDB for. 1 • Cox1r1 , 
a. istir a manifes çio pró schimidt, €o 
a pulga atrás da orolha, .final de contas­ 
o homem é Conselheiro do Tribunal de Con 
tas e do jeito que as ondas rolam é preci- 
so saber navegar. Num .odos esto prepara- 
dos para levar o b rco , porto quro , 
naufrágio tl vis J. 
SILENCIO 
Enquanto is:o, muitos prefeios, que 
não são do PMDB, permanecem num silêncio 
estratégico, também entendemos que o mom n 
o não' para falar e sim, para ouvir e 
ponderar. Está havendo pr ciptaCJO, co~o 
bem o disse o vereador Marco Rondon, de Dr 
la Vista. 
Carne de suínos, bovinos, frangos , 
linguiças mistéls e de suínos, queijos, 
banhas, geleia de mocot6, torresmos 
etc. 
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DE: PlCl FICO DA SILV 
Vamos ver quem estará por aqui na Ex­ 
pobel (poli icos) e ver, também, quais as 
novidades que trarão. Gos ariamos mui o de 
ouvir o experiente Senador Derzi,há mui os 
"meninos" por aí fazendo bobag m (na poli­ 
tica). 
[l BE DE LICO 
li 
L 
A 
E~'.P09f!.. 93 - PROGRAMAÇÃO SOCI/L 
. A Diretoria do Clube do Laço de Bela 
Vista convida para os bailes cm ~ua sede , 
no Parque de ~xposições. 
Dia 17 - Baile de Abertura da Expobel 
ia 18 - Baile do Reencontro 
'· ia 19 - Baile Ani vcrsãrio da Cidade 
Dia 20 - Noite Mágica 
Dia 21 - Ritmos polca, Rancheira,Vanerio 
Dia 22 - Você Decide 
Dia 23 - Baile do Laçador 
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BEL/ VISTA - MATO GROSSO DO SUL 
Diretores 
Ivaldo Pereira e !ria Estela Velásquez Pereira 
Diretor Responsável 
Ivu!do Pereira 
Reportagens 
Ubaldino Rodrigues e João C 1 - ar os Velasquez 
Gerente 
Gtlson Silva Santos 
~edação, Administração e Parque Gráfico - A 
ventda Tribuna da Fronteira 564 S d • - 
• - e e Propria 
Sucursais 
Antonio Jcão, Porto !urtinho M • 
: J; . 	F 	, !aracaju, o- 
n:o, ardi, Caracol e Carpo Grande. 
CORRESPONDENTES 
Cano Grande, '1i ras: a e Principais Caplt.'.l.i~ 
N5o devolve~os originais. 
O Jornal não se responsabiliza pelos 
gos assinados pude origem definida. 
Filiado À ADJORI/MS e ABRAJORI 
Arti - 
Preço do Exeplar: 20.000,00 Ass. Seretral:1.0.010,00 
Exemplar - NO Atrasados: 30.000,00 A.s. Trientra1: 700.0000

;o. iAL ·n,nu:r, 
A 4 
Sucessão Estadual 
Marco Rondou: 'Não é hora de Acerte f11ític1, é hora de Acerto Moral' 
1a E. 
«ais 
Tuit3 
a nu;g 
Po!i- 
Para o Vereador Marco Ron 
n de Oliveira, de Bela Vista, 
Par ido Progressista, " tá 
vendo prcipi ação e até mes 
pressão no debate sucessório 
o Governo do E'ado ". "A 00 
jedade stá preocupada em re 
olvr os problemas que afliqm 
qrand massa de deserdados,co 
a fome, 1l mlnúria,' u fultn 
e empr qos, os problemas na 
roa de saúde, e por quê não 
om n pr6pria oobrevivéncia co~ 
llgnidade", disoe o vereador. 
Entende que " o lançamento 
f stivo da candidatura de João 
Leite Schimidt, Conselheiro do 
Tribunal de Contas, nesta momcn 
to, além de inoportuno, é tidÕ 
[
r ~vido, por muitos, como uma 
sutil maneira de_se fazer pres 
sao, afinal ela e um dos que jul 
gam as contas dos municipios•.­ 
Marco Rondon diz que" não 
á nada de novo nessas manobras 
~ não passam de manobras, tendo 
~
J frente maquiilvélicos engenhel 
os de edificios politicos cri­ 
idos sob o prisma da ambição pcs 
~
·oal! quer=m o poder p
7
lo poder 
• si, e nao para servirem o po 
1
/0 ". 	- 
"As dccis6cs devem partir 
do povo, de baixo para cima, e 
rio de cima para baixo", enfati 
za O vereador. 	- 
Respeito às Bases 
"Não quero, e nem tenho a 
intenção, de me imiscuir na po­ 
liticado PMDB, diz o vereador: 
as é uma piada, uma brincadei­ 
a, falar cm pacto menosprezan­ 
do as bases, ninguém pode falar 
Vereador Marco Rondon 
entre esses senhores, cm vonta­ 
de popular, estão pretendendo 
impor suas idéias, é uma aberra 
cão o que está se passando, ho 
mens dignos não podem se calar= 
diante desse quadro de terror , 
temos que fazer um PACTO sim, 
mas com a dignidade, com o futu 
ro sim, mas com Deus, o futurÕ 
pertence a Deus e nao ao Malig- 
no". 
) 
Rondon diz que" nessa his 
t6ria toda, alimentada por par= 
te da imprensa comprometida, pe 
culiar em tempos de Collor e PC 
o povo sente cheiro nauseabundo 
das negociatas, de uma afronta 
à democracia, golpe travestido­ 
na roupagem conhecida da demago 
gia, fala-se em - 
modernidade, compromisso com o 
fu•uro, qu ndo tudo no 
de um grande embustes, hora 
de rabalho, é de valorizar 
nosso povo, e não d festas 
J itiqueiras envolvndo mnd 
rios elei os pelo povo. E o po 
vo ? Pergunta, onde fica o povo 
nessa his ória ngndrada por 
hábeis manipuladores de situa 
ÇOCS ? '' 
Marco Pergunta: " Prá que 
essa reunião cm Coxim ? Prefei­ 
tos foram àquela cidade para 
discutirem o sexo dos anjos, ca 
da coisa a seu tempo, s·ão a­ 
tropelando o processo, ferem os 
mais sagrados princ ipios da de­ 
mocraci d, numa iniciativa que 
está mcr e ndo repulsa de nosso 
povo", afirma. 
"E uma falta de respeito , 
as bases, ao povo, numa tentati 
va de inviabilizar o grande pla 
no de reconstrução nacional" - 
completa. 
O Brasil Clama 
por Dignidade 
/1 . . . 
mor 1. f hora pactos 
pactos co a moralidd , 
d anidade, co o Br sil, 
t mpo para • •:J >, í 1. 	, 
ambém para alertar o erho r e • 
poli icos dos gabinetes refriq 
rados : nMO BRINQUEM COM O NOS 
O POVO, não enganem mais o no­ 
so povo". 
Vergonha na Cara 
ira 
s' 
1 
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de Bela Vista 
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"Estamos passando o Brasil 
a limpo, comenta Rondon, nosso 
povo clama por dignidade, por 
honradez, quer ver os corruptos 
na cadeira, acabar com as ma­ 
fias politicas, a classe politi 
ca, com raras excessões, esta 
desgastada, por este e outros mo 
tivas, são os próprios politi~ 
cos os culpados, carrascos de 
si mesmos, brincam com a espe 
rança do povo, buscam impor uma 
filosofia que não passa de um 
embuste filosófico, é mais uma 
peça de teatro, teatro que fa 
zem, por exemplo, com as obras 
prometidas para a nossa região, 
servem sim, mais do que tudo , 
aos interesses dos já conhecidos 
palanqueiros da mentira e da 
promessa". 
"Está na hora, conclama,ci 
dadãos dignos, de Mato Grosso= 
do Sul, de separar o joio do 
trigo, de limpar, purificar,não 
podemos aceitar as imagens nega 
tivas dos moradores dos umbrais 
aos cemitérios, são como sepul­ 
cros caiados, brancos por fora, 
podres por dentro, falam de 
luz, mas são adeptos das leis 
negras da escuridão". 
O vreador belavistnse , 
disse que "está faltando patrio 
tismo na classe política, preo­ 
cupada cm sobrcvivrr, o Minis 
tro Fernando Henrique Cardoso - 
pediu o apoio dos políticos pa 
ra seu plano de Estabilização , 
contenção de despesas, aqui no 
Estado pregam este apoio e agem 
de maneira difcr<'r,tc•, rcuncr:1-sc 
há um ano e meio, antes das e 
leicões, para lançamento de can 
didaturas, pior dr cima para 
baixo, não respeitando nem as 
pesquisas de opinião pública". 
Finalizando, Marco Rondon­ 
diz que "o preocupante, nessa 
montagem, nesse circo, é apre­ 
sença de homens dignos, força­ 
dos pelas circunstâncias a co 
mungarem com idéias que abomi 
nam, ê uma palhaçada, uma tenta 
tiva de responder à incompetên~ 
eia na busca de soluç6cs para 
os problemas de nosso povo, com 
miragens de um porvir apregoado 
pelos versos da demagogia, num 
canto de sereias que paraliza a 
consciência e os movimentos". 
"para mim, e para todos c5 
homens dignos deste Estado, es­ 
peramos dos prefeitos, vereado­ 
res, homens públicos, posturas­ 
coerentes, afinadas com o rn•sa 
menta voltado para a Pátri - 
sim espero, confio e acrec 
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LA VI 'A-M', I4 DI JULHO DE 19/3 - PAINI 
----·-·------------- 
Entrevista: Juan Carlos Wasmosy 
o Roubo Pode acabar 
0 PRESIDENTE ELEITO D O PARAGUAI D I Z QUE O 	FU R T O 	D E CARRO T E M SOLUÇO 	E 	P R O P Õ E. A 	COO	P E RA	Ç Ã O REGIONAL. PARA POR FIM A BANDALHEIRA 
O Paraual prepara-se para uma 
cena Jamats vista nos 182 ano de HIs 
tórta do País; a posse de um Prefden 
te CfvII. No dia 15 de agosto, o ene 
nheIro .Juan Carlos Wasmosy Monti vai 
e Instalar na Mburuvixa Roga, casa 
do chefe em guarani, o palácio forta­ 
leza de onde Alfredo Stroesner over 
nou o País como sua fazenda particu 
lar durante 5 anos, asmosy é o prl­ 
mero presidente paraguaio eleito num 
clima de normal ldnde clemoc:rôtica, A 
ditadura de Strorssner caiu há quatro 
anos, mas como o presidente que o der 
rubou e lhe sucedeu, Andrés Rodriguez 
é general e contra-parente do ditador 
ex1lado, só agora os paraguaios sen 
tem realmente que viraram uma pagina­ 
du histórJu, 
Em certas coisas, o pas nao mu 
dou multo - continua a ser um entre 
posto de contrabandistas e porto de 
desembarque dos carros roubados no 
Drasll - noutras, vive em pleno renas 
cimento. A imprensa é llvrc e aguerri 
da, o Judiciário decidiu fazer ustI­ 
ça e Já colocou na cadeia virtos gene 
rais corruptos. Wasmosy promete dar Õ 
empurrão econômico que falta para a 
proximar o Paraguai do século XX. Me 
gaempreiteiro que enriqueceu com a 
construção de Itaipu, ele planeja ex 
perimentar o mesmo receituário neoli­ 
beral que deu bons resultados no Chi 
le e na Argentina. 
Também tem um plano para resol - 
ver o problema dos carros roubados 
com a ressalva de que a solução depen 
de da colaboração de todos os países­ 
da região. 
Essa foi sua primeira eleição 
mas Wasmosy não é um novato na políti 
ca. Veterano do Partido Colorado, Õ 
mesmo de Stroessner, ocupou cargos na 
ditadura e foi ministro de Rodriguez. 
Agora, acha que não faz sentido­ 
o Paraguai continuar sendo uma llha 
de ditadura e atraso econômico, na 
cor tramo da História. 
Na semana passada, em sua mansão 
em estilo colonial decorada com bu 
quês de flores (o casal asmosy, que 
tem cinco filhos solteiros, completa­ 
va bodas de prata) o Presidente elei 
to do Paraguai deu à REVISTA VEJA es­ 
ta entrevista. 
PERGUNTA - No Brasil, seu País é co 
nhecido com a terra da falsificação e 
do contrabando. O Paraguai é realmen­ 
te o paraíso da pirataria ? 
WASKOSY - É verdade. Não há como ne 
gar. Mas vamos trabalhar para mudar - 
essa situação. Veja o caso do roubo 
dos veículos. Acabo de voltar da Ar­ 
gentina, onde falei com o presidente­ 
Menem. Os argentinos já tem um regis­ 
tro único de veículos para todas as 
províncias, os brasileiros estão fa­ 
zendo um esforco para também criar o 
registro Único em nível federal. Nós 
ainda dependemos de uma lei, que deve 
ser aprovada em breve, para unifi 
eiar os registros. A idéia é chegar a 
un registro único para Brasil, Argen­ 
tina, Paraguai, Uruguai e Bolívia. Se 
rã o primeiro passo para que se possã 
acompanhar individualmente a trajetó­ 
tia de cada veículo e impedir que 
seja vendido fraudulentamente nos pai_ 
ses vizinhos. 
PERGUNTA - E qual o segundo passo? 
WASHOSY - O fim do roubo de veículos­ 
depende muito de uma combinação de 
esforços entre as polícias racionais­ 
para combater a delinquência de forma 
preventiva. 
PERGIDiTA _ Uma CPI do Congresso Para­ 
guaio apurou qe 707 da frota do País 
é ~ormada por carro de origem duvido­ 
sa, a maioria deles roubada nos paí 
ses vizinhos. O Paraguai pretende es 
quecer o passado e deixar quem foi 
roubado a ver navios? 
WASMOSY - Nosso plano é publicar uma 
lista dos carros que entraram ilegal­ 
mente no País e dar um prazo de doze, 
dezoito meses para que o proprietário 
legítimo possa reivindicar na Justiça 
a posse do veículo. Passado esse pr~ 
z0, vamos cobrar os impostos devidos­ 
e cor:eçar vida nova. É claro que esse 
/amos dar doze, dezoito meses 
para que os donos peçam os 
carros de volta. Depois, vamos 
zerar o passado" 
plano está aberto à discussão. Se os 
brasileiros tiverem outra metodologia 
para castigar os infratores e limpar 
o caminho para o futuro, estou pronto 
para ouvi-los. 
PERGUNTA- Para começar um novo capí­ 
tulo na questão dos carros roubados - 
não é preciso também pôr um fim à 
tradicional conivência das autorida - 
des com as atividades clandestinas? 
ASMOSY - A marginalidade floresceu 
num regime terminal em que não se sa 
bia quem seria o próximo presidente-:: 
da República. Depois das eleiçÕes,res 
pira-se outro ar neste País. Os inves 
tidores estrangeiros estão voltando: 
a nova Constituição criou um mecanis­ 
mo independente e transparente para a 
escolha da Corte Suprema de Justiça. 
São elementos que impulsionam a 
mudança. O cidadão percebe que seus 
direitos estão garantidos, passa a 
ter maior confiança nas instituições. 
Pretendo combater a deliquência com a 
criação de empregos. Muitos delinquen 
tes estão no crime por necessidade e 
conômica. Dê-lhes condições dignas de 
sobrevivência e a maioria prefirirá - 
as atividades lícitas. 
PERGUNTA - E como combater os que per 
sistirem na ilegalidade, que vai d 
narcotráfico ao contrabando de produ­ 
tos eletrônicos ? 
ASMOSY - Nesses casos é necessária u 
ma ação conjunta de todos os países. 
De nada adiantará perseguirmos - 
os traficantes no Paraguai se não hou 
ver o mesmo cuidado na Bolívia ou em 
Mato Grosso do Sul. 
Também aí a democracia ajuda.Uma 
imprensa livre, por exemplo, serve pa 
ra denunciar as coisas erradas, auen 
tando a fiscalização da sociedade. E 
suma, não hã uma medida única que se 
possa usar para resolver todos os pro 
blemas que ocorrem em zonas fronteiri 
ças, mas um conjunto de ações que se 
precisa tomar de comum acordo entre 
todos os países. 
PERGUNTA - Alguns economistas calcu­ 
lam que a economia clandestina do Pa­ 
raguai - incluindo aí desde a informa 
lidade até o contrabando - movimenta- 
6 bilhões de dólares por ano, tanto 
quanto a economia legal. Como se pode 
acabar com a economia clandestina sem 
levar o País à bancarrota ? 
VASMOSY -- Substituindo paulatinamente 
a atividade ilegal com investimentos- 
feitos tanto pelos próprios para- 
guaios como pelos estrangeiros. Se 
nós incentivarmos a produção, criando 
por exemplo, uma fiação de algodão em 
cada povoado, as pessoas não irão fa 
zer comércio barato nas fronteiras. 
PERGUNTA - Quais são os erros que 
PERGUNTA -- É ua espécie de programa- senhor quer evitar? 
de substitui.çao de importações ao in- 
verso ? 
WASHOSY - O contrabando tem uma raza0 
econôrdca. Ele dpende da diferença - 
de impostos intre o Países. E por Is 
o que exf te contrabando do Paragual 
para o Brasil e do Brasil para o Para 
guaí. O golpe de orte no contrabando 
será a uniformização das tarifa al 
fandegárfas entre os países. 
ENTREVISTA - Quer d I ze r que o Para 
gual pode abrir não da rendo proveni­ 
ente do contabando ? 
ASMOSY- Na verdade, esse dinheiro - 
não ffca no Paraguai, exceto em forma 
de salário. Um contrabandista brasilet 
roque faz negócios no Paraguai depo­ 
sita o dinheiro diretamente de um 
banco de Mlnml em 1utro de Miami ou 
da Suiça. Fica por aqui o valor do 
trabalho do peão que transporta a mer 
cador1a. 
PERGUNTA - Mas nao é a injeção de di­ 
nheiro clandestino em quantidade su 
fJclente para cobrir o déficit pÚbli-:: 
co que garante ao Paraguai ur:a Infla­ 
ção invejável, pelos padrões brasile! 
ros, de menos de 207 ao ano? 
ASMOSY - Não.Deve-se mais ao equIli­ 
brio do orçamento. Em termos simples, 
se voce gasta mais do que ganha, fal­ 
ta dinheiro. Nós temos uma dívida ex 
terna de apenas 1,6 bilhão de dólares. 
Nossos programas de saúde e edu­ 
cação contam com a ajuda de organis­ 
mos multilaterais e também do Banco 
Mundial, da ONU, do Japão. Assim, é 
possível cumprir o Jrçamento sem ge­ 
rar inflação. 
PERGUNTA - E o dinheiro do narcotráfi 
co? 
ASMOSY - A droga é perigosa e deve 
ser combatida com ação policial. A­ 
trás das drogas vem o roubo de vefcu­ 
los. As drogas são compradas com car 
ros roubados. É uma operação bem con-:: 
catenada que ocorre principalmente na 
nossa fronteira com a Bolívia, que é 
pouco povoada. Vamos pedir aos Esta 
dos Unidos recursos para combater o 
narcotráfico. 
PERGUNTA - Quando era ministro da In­ 
tegração do Governo Andrés Rodriguez 
o senhor lançou o programa Pro-Para 
guai, com o objetivo de atrair inves­ 
timentos externos. Por que o capital­ 
estrangeiro viria para o Paraguai ? 
ASMOSY - O capital não tem sabor,cor 
nem partido. Vai para onde rende mais 
frutos. Nós temos a oferecer uma ter­ 
ra fértil, a localização mediterrânea 
a meio caminho de grandes centros co­ 
mo São Paulo, Rio de Janeiro, Santia­ 
go, Montevidéo e Buenõs Aires. Temos 
energia barata e abundante, provenien 
te de ltaipu e logo mais também. d; 
Yaciretã. Temos mão-de-obra habilido­ 
sa e barata. Oferecemos cinco anos li 
vres de impostos, livre repatriação -:: 
dos lucros. Enfim, o Paraguai é um 
bom negócio. 
PERGUNTA - Apesar disso tudo o dinhei 
ro não veio. Por quê? 
ASMOSY - Porque tudo isso nada vale 
se não for acompanhada por segurança. 
Não havia segurança porque estávamos­ 
numa época de transição, pré-eleito 
ral. Imagine, se ganha outro partido­ 
político, disposto a rever todo esse 
programa. Ou se é eleito um candidato 
independente, sem o respaldo de um 
grande partido, como iria administrar 
o País? 
PERGUNTA - O senhor contratou como 
consultor um ex-ministro da Economia 
do Chile, Hernãn Buchi. Qual parte do 
milagre chileno o senhor acha que po 
de adaptar às condições paraguaias?- 
ASHOSY - Não acredito que uma mesma 
filosofia política possa ser aplicada 
de forra total em todos os países. O 
q/ pretendo é tirar experiência da inespernia 
vaos tentar evitar os erros que possam 
ter sido cometidos no Chile ou no Pla 
no Cavallo, na Argentina. 
o 
WASKOSY - Fundamentalmente, os relati 
vos ao processo de privatização. El; 
precisa ser transparente para que a 
populaçao o compreenda e aceite. 
Precisa ser acompanh.do de apla 
negociação com o Ln'icatos para 
no provocnr duse:prego. Nao temos mI 
Ihares de epremias para privatizar 
como o Brasfl e a Argentin, ao ape­ 
nas cinco, mas de grande valor para o 
Paraguai. 
PERGUNTA - O que sti sendo posto à 
venda ? 
VASMOSY - A LAP, nossa empresa de 
avlação, por exemplo. Outra é a Apal, 
que produz pinga, Também há 11 estatal 
que controla a frota mercante para 
guaia,as estrados de ferro. 
PERGUNTA - Qual é o fIlé mignon dessa 
privotizaçào, a oportunidnde que os 
investidores brasileiros não podem 
perder ? 
WASMOSY - Algumas são bem rentáveis , 
se forem bem administradas. to caso 
da Acepar, uma siderúrgica que dá 
bons lucros ao Estado. Mesmo a Apal - 
produz uma aguardente que nada fica a 
dever ao melhor uísque escocês. 
PERGUNTA - O senhor não estnrá falan­ 
do daquele famoso uísque escocês made 
in Paraguai, o Juanlto Caminante ? 
VASHOSY - Não, trata-se de fato de uma 
aguardente. Quanto a piadas sobre con 
trabando, elas não faltam no Paraguai. 
Como aquela do rebanho em mar­ 
cha. Sempre que o preço do boi está 
alto no Brasil, os boiadeiros para­ 
guaios tocam o gado gritando: " Vaf , 
vai, comece a falar portuguis!" 
PERGUNTA - Como o Paraguai se tornou­ 
um grande exportador mundial de soja 
sem ter produção para tanto? Vendendo 
a soja contrabandeada do Brasil? 
VASMOSY - Isso foi verdade até dois! 
nos atrás, quando a soja brasileira a 
travessava a fronteira e depois refã 
z1a o caminho rumo ao Porto de Parana 
guã,mas já como soja Paraguaia. É o 
que digo: sempre haverá contrabando 
Trata-se de um fato econômico. 
PERGUNTA - Como o senhor pretende re­ 
formar o sistema político herdado da 
ditadura Stroessner, ancorado no Par­ 
tido Colorado e nas Forças Armadas 
sem entrar em choque com aqueles que 
o ajudaram a se eleger? 
ASHOSY - As instituições nao sao 
ruins, são os homens que fazem mal às 
instituições. Ou seja, o Partido Col~ 
rado tinha uma filosofia política ri 
quíssima, mas alguns homens desviarai 
se desses princípios, aproveitaram-si 
de um Governo ditatorial. Creio que, 
dos tres estarentos da sociedade - o 
militar, o político e o civil, o mili 
tar foi o que mais se deu conta das 
mudanças, Os políticos muitas vezes - 
parecem não ter a capacidade psicoló­ 
gica necessária para aceitar rudan 
ças. Quanto à sociedade civil ainda-: 
é preciso educar o hoem para a dero­ 
cracia. 
PERGUNTA - Coo se explica a conver­ 
a0 dos militares às idéias democráti 
cas ?Casara-se do poder ? 
ASMOSY - As mudanças mundiais também 
têm repercussão no nosso país. Com as 
economias globalizando-se, com 
O fie 
da Guerra Fria, não restou justifica­ 
tiva para a situação em que vivia o 
Paraguai. Os homens inteligentes lo­ 
go entenderam o que estava acontecen­ 
do. As instituições civis se fortale­ 
cera, as militares perderam força. 
Sabemos muito bem que o Exército 
pode detonar ua contra-revoluçao e 
colocar quem quiser na presidência. O 
problema é que não duraria 24 horas , 
cairi~ sob o repúdio de todos os paí­ 
ses vizinhos, de todo o hemisfério. 
Nao podemos cais agir de forma 
unilateral ou independente. • 
PERGUNTA - O Paraguai já não quer ser 
conhecido como uma ilha cercada de 
terra por todos os lados? 
VASMOSY - Estaos inseridos num con 
texto global, não vivemos ais i1hg 
dos. Desapareceram as distâncias geo­ 
raficas, existem agora apenas as dis 
tancias econômicas. 
e 
o

' ' 
pe. 
Pata , 
d 
a Apa] 
esta 
Pra 
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JOH ◄AI. l HIIIIJII/ flA l HON l l.lHA IJJA l)() HI 1,10 A, 	A 1 A. I4 D 
(} l 
Entrevista: Juan Carlos Wasrnosy 
O Roubo Pode lcaba 
f.Ot/TJ ;;o h,Í <·nl 110 rn e, ,l(l,-. ,J, 
1e/trata epe[fica p/ manter os mlli 
ares longe da polittca ? 
A.910!-lY - l'.xntnm••nLc. l.u quero H<!r 
espeItado e vou respeitá-los de acor 
lo com os códios militares. Eu serei 
L oandante-chefe das Forças Ardas, 
1 f.Rt':UNTA - Trnnnformnr o l'nlH nu:nn ele 
~crnc!o LnlvPz uejn a tnrefn mnli 
(ticll de"º" r,ovcrno. J mnfs ulf1cll- 
1iio ser,, nhrlr umn economln cm que o 
homenu do neKÓclos ficaram rlcoH com 
0 
governo, nao com o me reado 7 
WASHOSY - OH cmprca,írioo que f I cornm­ 
rlcos com o governo pouco podem fazer 
num reg.lmc de Livre concorrência de n 
berturu econôm lcn como prc tendemos {;; 
zer. Carecem de competênciu e criati:: 
1 v!dndc, niio entendem nudu de produti­ 
vidndc e, portanto, não podem ser com 
pctltiVOR, 
PERGUNTA - O senhor, que é um mcgaem­ 
prclteiro, sabe que no Brasil a lmn 
ge dos empreiteiros é ruim. São vts­ 
cos como os alimentadores dn caixa 
dos políticos, os corruptores da ndmi 
ntstração pública. Isso o Incomoda T 
.- 
Os entrevistados 
foram questionados 
com a seguinte per­ 
gunta: 
"Se as eleições 
fossem hoje cm quem 
o Sr./a votaria?" 
MMOY - De for a alua, pol te- 
nho uma trajetórfa transparente. 0 
que anho nas empresas volto a lrves­ 
tIr no país, A funçao social do empre 
sárlo é crlar emprego, não a especula 
ção econômica. Ninguém pode desfru ar 
o resultado econfco de seu trabalho 
e não hi paz social. 
i'Y.llf:lJNTA - Como cmprc!~elro o sc11hor­ 
participou da construçao de ltnipu e 
ugorn rst~ envolvido na construcio da 
hidrelétrica de Yaciretá, com a Argen 
tin,1. Como é po,isiv<:l prestar servi 
c:011 no E,nndo que o senhor ngorn vul 
prestdir ? 
WASHOSY - Nio sur!a po9s(vel,dc fnto. 
Jbundoncl todas as minhas acivldndes­ 
prlvndns no innressnc no governo como 
mtnlstro, hj um nno e melo, 
PERGUNTJ - Os acordos de ltaipu me 
xem nau brios nocionallstas dentro do 
Congresso puraguulo, que reluta cm 
rntHlcar o Último ncerto sobre n dlv!_ 
são da admlnistraçio da usina. 
Por que o Paraguai estj insatis­ 
feito com os acordos de Itaipu? 
IIJS~·osv - Muitos parlamentares real 
11,;(t t« u a t) ti 
nha pura a rair ate 
-,errl ,d, . • o 1,-rior,, 
que o Parauai vend 
sua parte da enerf 
tado dispor ae só 
prar o excedente, F, 
os países es.ao compro 
trntado que niio µod,• er , rli 
n!lateralmente, Se querer e 
país ério e respeitável, prec 
honrar os tratados que ff atos. 
PERGUNTA - Reccntemc:Ht' foram ab r 
os rhoondos arquivos dn dltnrlura, 
P.OITAí, 
., 
DH 
( Transcrito da kevista Vela, dita a 
cm 01 d<! j11lho d,• 1'191 ) 
T'lWCLAl1AS 
.J,rnllde Rosa dos S1111toR, Oflc!, la do l',Ht<rlo d· ke, lt1tro Clvl 1 
cldudc de lleln Vista-:15., P/v. SJIICR a qu,11,tns o rr<'&<·nlt' r.Jlt ~I do 
mas virem, que apresentaram os Documento exigidcs pelo rtiro 180 
go Clvll Brasileiro e pretendem se casar: 
Janllde Rosa dos SantoF 
1 
d, l'Jl • -1 
rocl ,- 
1 
•• d 1 
do Co!] 
Jdâo Leandro e Mar iley Almada Morals, ambos brasileiros, solteiros, re­ 
sldentes e domiclllodo~ ncsla clrllde, ele, lnvr.,r!or. (ilho de Jp,1rfclo l • - 
nndro e Zollda Duarte, ela, lides do lar, 'Ilha de AtanacIldo Custódio Mo­ 
rnls e J8sunçio Almada Mornl.;. 
Se alguém souber de algum impedimento, que e oponha na forma da Lei. 
Bela Vista-HS., 12 de Julho de 1.99) 
Oflciala 
30% 19.45% 
O Senador Wilson Martin's é llder absoluto na 
preferência popular, na disputa pelo Governo do Es 
tado cm 1994. A mais de um ano da eleicao, sua van 
tagem sobre os nomes em maior evidêncl3 cstn cons~ 
lidada. 
Em todas as pesquisas realizadas até agora ele 
lidera com relativa tranquilidade, considerando-se 
0 
Estado= um todo, e individualmente em aluas 
das cidades mais importantes, Essa circunstancia - 
coprova ser ele o candidato mais forte, mais poPu 
lar e de posiçao mais consolidada. ' 
A es uisa realizada recentemente pelo Empresa, 
lzaaz, aesoo isso. Fora esem±aos 10_Me'i 
[pios pelo nnero de eleitores e pela importane1a 
1 reBionul e" Senador Wilson, se a cle1çao fos:e 
hoje es; .. rla eleito Governador o 307 4a re',, 
- 	d 1 • viria o ex-prc e 
t@nela popular. E segundo u8ar_ 
19
,57 e 
to de Campo Grande, Lud10 Coelho e,. , 
12. 33'1. 
Wilson Martins LÚ11o n.,_,1ho Juvênclo 
CAllPO GRANDE ~ DOURADOS 
Wilson Martins 28.9 Wilson Martins 36.0'1. 
LÚdio Coelho 25.4% Lúdio Coelho 13.0% 
Juvêncio 
13.7% Juvêncio 17.0% 
Nenhum 
5.H Nenhum 	14.0% 
Flávio Dcrzi 4 .1% Flávio Dcrzi % 
Londres Machado 5.6 Londres Machado 12.0% 
Zeca do PT 10.7% Zeca do PT 4.0'1, 
Levy Dias 
5.62 Levy Dias 4.0% 
Não Sabem 
0.5% Náo Sabem 	% 
~ 
CORUMBÁ l 
AQUIDAUANA 
+ 
Wilson Martins 27.5% Wilson Martins 40.0'1. 
LÚdio Coelho 
11.38 Lúdio Coelho 
a 
Juvênc::..o 
13.8% Juvêncio 
Nenhum 
13.% Nenhum 	6. 0'1,' 
Flávio Derzi 
l 5 .08 Flávio Derzi 4. 0'1, 
1..orxl res Machado 
€ Londres Machado 2.0% 
Zeca do PT 
6. 3'1, Zeca elo PT 6.0% 
Levy Dias 
8.8% Levy Dias 4.0% 
Não Sabem 
3.81. Não Sabem 	% 
·-- 9. 73'1. 6.99'1. 6.58% -- 5.62'1. 5.48% 
terceiro o Prefeito da Capital, Juvêncio Césnr da 
Fonseca com 12.33%. Todos os demais nomes pesqui 
sados, alguns dos quais apontados como provôveis­ 
candidatos, não conseguem superar sequer os elei­ 
tores indecisos. 
Não há dúvirla. O Senador Wilson Martins e o 
candidato que jÕ tem hoje n prefe:ência do povo. 
Com ele, o PMDB venceria as eleiçoes co relativa 
facilidade e coo consequência natural, levaria o 
seu partido a eleger também uoa expressiva bar.ca­ 
da federal e um grnnde núocro de Deputados Esta - 
duais. 
3. 701 
tlcnhu:, návto Dcrzl Lo'U'CS ~,:h.xb Zeca do PT Levy Dias Não Sabe 
ri 
PONTA P()RÀ 
+ 
NAVIRAf 4 
IVINHE. IA 1 
Wilson Martins 3 3. 3'I. Wilson Martins 28.0'1. Wilson l"artins 30.03 
Lúdio Coelho 11.8% Lúdio Coelho 12.0% Lúdio Coelho 16.0'1, 
JuvP.ncio 9.8% Tuvêncio 6.0i Juvêncio 2.0% 
Nenhum 	5. 9% NPnhum 14. (1'1, ?:-.enhum 	12.0% 
Flávio Derzi 15. 7% Flávio Den:i 14.0'1, Flávio Dero:i 4.0% 
Lonr'lres Machad? 3.9% Lonr'lres Machado 12. 0% Lon<lres Machado 30.0'1, 
Zeca do PT 5. 9% Zeca do PT 2.0'1, Zeca do PT 	'I, 
Levy Dias 5. 9% Levy Dias 2 .0% Levy DiilS 2.0'!. 
Não Sabem 7.8'1, Não SahP.m 10.0% Não Sabem 4.0'1, 
' 
~ TR8S LAGOAS 1 ri PARANAfBA ri 
COXIM r 
Wilson Martins 10.0% Wilson Martins 31.4% Wilson Martins 33.3'1. 
Lúdio Coelho 26.0'o Lúdio Coelh.o 31.4% Lúdio Coelho 23.5'1. 
Juvêncio 4.0i ,Tuvêncio 3. 9'1, JuvP.ncio 23.5'1, 
Nenhum 	14.0% Nenhum 11.8% Nenhum 	7. 8'1, 
Flávio Derzi 22 - O'!. Flávio Derzi 2. 0'1, Flávio Derzi 'I, 
Londres Machad:, 2.0 I,onc1.res Machado 'I, Lonàres Machado 't 
Zeca 
ªº 
PT 	% Zeca do PT € Zeca do PT 7.8'& 
Levy.Dias 10,0% Levy Dias 11. 8'1, Levy Dias 
n . 
Não Sahem 12.0% Não Sabem 7.11% Não Sabem 3.9'1, 
WILSON MARTINS É LÍDER ABSOLUTO 
NI PREFERÊNCIA DO POVO PIRI GOVERNIDOR 
SE AS ELEIÇÕES FOSSEM HOJE, O SENADOR llLSON B~BOSA MARTINS LEVARIA O PHDB A UMA VITÓRIA EXPRESSIVA EM MATO GROSSO DO SUL, MOSTRAM JS PESQUISAS 
A PESQUISA 
_ O levanta~ento foi realizado pela Empresa Ten­ 
dencia Pesquisa de ercado Ltda, entre os dias 5 
a 8 de junho. Foram ouvidas 730 pessoas e□10 ci­ 
dades, O todo de coleta foi inter.cionnl por quo 
tas, mantendo-se a proporcionalidade en relação • 
no u:,iverso correspondente. Os qucstion::irios fo - 
.m verificados, coàificndos e processados e co 
putador IM/PC, utilizando-se de um prograa espe 
cial de ?e·squi.sa de npinino ?Ü!:>lica. 
Vamos ouvir a voz das Ruas 
Ulysses Guiares

o P 
9 
0 
NIO RESISTIU I SEPIRIÇIO E SUICIDOU-SE 
COM UM TIRO NI FRENTE OI JOVEM ESPOSI 
-"Vossa alegria é 
a vossa tristeza does 
mascar da,O mesmo po 
c0 que ofereceu água 
para fazer desabro - 
char o eu sorriso , 
muitas vozes foi 
preenchido p J,;rn ou­ 
no própriao lfigri­ 
mnn. 
Quando stiver 
trio e, olhe para o 
fundo de vosso cora­ 
cão, e saberá que es 
tá tristonho por ar­ 
go que já lhe deixou 
muito feliz. 
Quando antiver a­ 
legre, olhe novamen­ 
e para o fundo de 
vosso coração, e sa 
berá que cotá alegre 
por algo que já lhe 
deixou muito triste~ 
Porém, um traba - 
lhador parou um só 
minuto para meditar 
e foi mais uma viti 
ma de um patético 
suicídio. Estava se­ 
parado da esposa há 
dois meses e como a 
reconciliação era im 
possível, matou - se 
na frente dela com 
um tiro no coração. 
Os lances que an­ 
tecederam a tragédia 
são simplesmente im­ 
pressionantes. 
FESTANÇA NO 
CASAMENTO 
O operário José 
los Leonelo Ou[ntana trinou 
te ro o o T 1fnlG­ 
i «e suflãos-e mo cr 
te da ex-esposa, 
Leoncio Quintana (23 
anos), há mais de um 
ano casou-se com Ma­ 
rinalva Feitosa ( 20 
anos) e o matrimônio 
foi alvo de uma fes­ 
tança que durou o 
dia inteiro, com be­ 
bidas e churrascada. 
na união nasceu 
um filhinho que está 
com um ano e sete me 
ses. 
Porém, há dois me­ 
ses,sem motivo apa 
rente,eles se separã 
ram. O próprio mari­ 
do dirigiu-se ao FO­ 
RUM e requereu o di­ 
vórcio. 
Apesar da separa­ 
ção, continuaram co 
mo bons amigos. Ele- 
a visitava frequente 
mente e fazia muito 
agrado ao filho. 
APAIXONADO E 
Rr.PEN 1 D5 
Que "o amor oó co 
nhece a sua plenitu­ 
de no momeno da se­ 
paração" é tão verda 
d iro quanto as ã 
quas que correm paro 
o mar. Ao sentir -se 
só, José Leoncio 
Quin ano entrou em 
pânico passou nas 
sediar a ex-esposa , 
que reside com os 
pais José Feitosa e 
Dna.Maria "Zilma" ,à 
Rua Projetada,n9 4 , 
na Vila Machado. 
Domingo retrasa - 
do, o rapaz que es­ 
tava apaixonado e ar 
rependindo, propondÕ 
a reconciliação. Ela 
foi irredutível: Não 
e Não! 
Como já estava vi 
sivelmente embriaga= 
do, tentou suicidar­ 
se com um revólver , 
mas foi contido pelo 
cunhado e outros fa­ 
miliares. 
SEUS PLANOS 
DE VIGANÇA 
Existe uma canção 
rancheira,que tem o 
seguinte verso: -"Eu 
não sou desses que 
ao ver-se só/Quer se 
vingar e matar seu 
amor/Pela verdade e 
a bendigo/ pnJo o 
amor que uma vet me 
deu." 
Todavia, José Le­ 
oncio não pensava ar, 
sim e comen .ou a vi­ 
va voz que m taria a 
mulher, o filhinho e 
depois se suicidava. 
Daí por diante CD 
tregou-se por compl_ 
to ao vício da em­ 
bringuês. Não traba­ 
lhava, não comia e 
nem bebia. Caiu em 
uma completa depres­ 
são, mas con inuava 
visitando o grande 
amor de sua vida e 
insistia para que ela 
o aceitasse de vol­ 
ta. 
IMPLOROU AT O FIM 
Quinta feira pas­ 
sada, o marido tris­ 
te passou o dia in 
toiro na casa dos 
pais de Marinalva e 
as cenas foram ines­ 
queciveis. Transfor­ 
mado em uma criança, 
brincou o dia intei­ 
ro com o filhinho. 
No escurecer,quan 
do todos os familia= 
res estavam conver­ 
sando na cozinha e 
ele estava sozinho - 
na sala, chamou Mari 
nalva para um "papo­ 
muito sêrio." Ela 
MATOU-SE ALI MESMO 
FIRMINO DE BARROS) 
veio e o assunto ra tu, ndo virou-se , 
o n suo: reconcilia- viu o ex-marido com 
ço. Maisumi vez ela o revólver apon ado 
foi ci .egórica: defi para o próprio ei 
ni ivamonte não! Por .o. só t,ove empo de 
sinal o aconselhou diz r:- "Pelo amor 
arrumar outr. mulher de Deus, não faça is 
e que f o s s e mui.o fg so!" M a s , 	o 	q	ut	i l h o - 
liz. 	foi acionado e um b a 
Num desespero in- laço "22" atraves­ 
con.ido, compleamen sou-lhe o coração. 
te transtornado, sa- Tombou morto no meio 
cou de um revólver e da sala. 
disse: - "Já que não A polici. foi co­ 
quer voltar para municada, omou as de 
mim, pegue este re- vidas providências e 
vólver em mate de o corpo foi transla­ 
uma vez!" 	dado para D cidade 
de Laguna Cnrnpã,on­ 
de residem seus fami 
liares. 
Infelizmente, re­ 
petiu-se a história: 
Por amor se vive e 
por amor se morre ... 
A jovem mãe balan 
çou negativamente a 
cabeça, virou ascos 
tas e ia- para a cozJ 
nha. Entretanto, ou­ 
viu ainda este ape­ 
lo: - "Olhe aqui, Ma 
rinalval" 
• 
0cal lia 
Presente na 
Expobel 93 
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Proprietário: 
Municipio de 
Joaquim Pereira 
Bela Vista 
Fertilidade 
ganho de peso 
Tomás 
Fone 439-1058 
Nota de Esclarecimento 
Co~ relação à suposta polêmica criada em tor- 
no da Festa Junina da Vila Prcvisul, no dia 
10/07, pp., a Delegacia de Polícia em Bela Vista 
MS. quer esclarecer o seguinte: 
1g) Todo e qualquer evento a ser realizado a 
t!tulo de diversão pública é regulamentado não - 
só pela Prefeitura Municipal, como pela Delega - 
eia de Polícia, não podendo ser realizado sem o 
competente Alvará, que é justamente a licença 
que o Poder PÜblico, seja ele Municipal ou Esta 
dual, concede para tal realização; - 
29) No caso de feitas juninas, devido ao redu 
zido efetivo que tanto a Polícia Civil como a Po 
lícia Militar dispõem, sempre foi de nosso inte: 
resse não autorizar a realização de mais de uma 
festa no mesmo dia pois, se tal ocorre, não te­ 
mos condições de oferecer o policiamento adequa­ 
do; 
32) No que diz respeito às festas juninas 
promovidas pelas escolas, este ano tivemos uma 
unificação, por iniciativa da Prefeitura Munici­ 
pal, que não só solucionou o problema em termos 
de calendário para as festas, como propiciou u~ 
policiamento mais eficaz; 
42) Relativamente às festas juninas promovi - 
das pelas Associações de Bairros, recebemos da 
UMA - União Municipal das AssocidçÕes de Bair 
ros, um calendário com as festas que estavam e 
que foram autorizadas, porém a festa da Vila Pre 
visul dele não constava, visto que referido bair 
ro ainda não possui uma associação const1tuida;- 
59) Nosso interesse, ao regulamentar tais' e­ 
ventos, é dar prioridades àquelas instituições - 
que promovem em prol da comunidade. Infelismen - 
te, como aconteceu este ano, mesmo coo as exigên 
cias legais, algumas festas foram prooovidas vi: 
sando interesses particulares, em prejuízo de ou 
tras; 	- 
62) Para que tal não mais ocorra, a visto não 
ser de nossa competência "impedir" a diversão pÚ 
blica, sugerimos que a Prefeitura Municipal por 
iniciativa do próprio Prefeito ou da Câmara.Muni 
cipal, crie um regulamento, com base na Lei Org~ 
nica, estabelecendo que tais promoções, quando 
realizadas em via publica, sejam feitas apenas - 
por EntidM~es filantrópicas, pois, caso contra - 
r1o, ro pro:ino ano teremos_metade da população 
vivendo às custas de promoçao de festas. 
José Raioundo Pinto Filho 
Delegado ·de Polícia 
ORAÇÃO À NOSSA QUERIDA ME 
NOSSA SENHORA APARECIDA 
:.i 
l 
Querida Hãe !fossa Senhora Aparecida. Vãs que 
nos ama e nos gui~ todos os dias, vós que sois 
a mais bela das Mães, a quem eu amo de todo oco 
raçao, eu vos peço mais uma vez que ajudeis a al 
cançar es:a graça por mais dura que ela seja. 
Sei que vos me ajudarás e me acompanharás sempre 
ate a hora da minha .morte . Amém. 
_Rezar um Pai Nosso e uma Ave Maria. Fazer 
tres dias seguidos esta oração que alcançará 
graça, por mais difícil que ela seja. 
'andar publicar no jornal, E- 
tm caso extremo pg 
de fazer em três horas. 
a 
A.M.X.B. 
' 
".J

1f 0 l(, 
A 
Prefeitura Municipal de Bela Vista 
lOJJAI. , (J!J/')J 
touro Publico pura Provimento de Caro de 0adro Per 
da Prefeitura Muntcfpal de Mela Vista-MS 
O Pre!dente da Comissão responsável pela realização do Concurso Público 
ra provimento de cargos do Quadro Permanente de Pessoal da Prefefura M, 003-9 
zlpal de Bela V1ta-!!S, de conforfdade com o art.2? da Portarfa ng II 4,7 0265-9 
1j de abrIl de 199), torna publico para conhecimento dos Interessados: 0025-5 
0124-5 
do Relatórfo dos Ffscals de Sala e comprovação dos fa- 0567-0 
as questões n?s I7 e 2) da prova de matemática dos car- 00)6-5 
MOTORISTA, OPERADOR DE MÁQUINAS, PAJEM, PINTOR e TELEFO- 0492-6 
I - após anil1e 
tos, resolve anular 
os de CARPINTEIRO, 
STA. 
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1un!cl· 
II - divulga a relação dos candidatos aprovados nas provas ·crftas, rea­ 
llrndnr: no dln 27 de junho d,· 1993. 
Hclb VIHln, 12 de junho de 199). 
Marcos Elas RIos da Cruz 
Presidente da Comfssio 
Pv. Encr1tn (1993) 
REI.AÇÃO DE APROVADOS 
Emit1do 10.07.93 
n nt d Pe 
lNSCRJÇÃO NOME DO CANDIDATO 	MÉDIA 
OJOS-0 
0493-4 
0213-3 
055 7-8 
0151-6 
0178-7 
0044-0 
0048-J 
0342-9 
0183-8 
0216-8 
05L5-4 
0158-3 
0096-6 
0261-6 
0274-2 
0222-7 
0358-0 
0161-8 
0195-6 
0208-2 
0362-2 
0215-0 
0604-2 
0528-0 
0200-7 
0120-2 
011)-5 
01 71-0 
0040-8 
0392-8 
0256-5 
0205-8 
0310-7 
0326-8 
OI 11-9 
0383-4 
0599-1 
0347-0 
0226-0 
0363-0 
0371-6 
0225-1 
0631-3 
0081-3 
0521-3 
0290-3 
0123-7 
0529-9 
0442-7 
0435-0 
0334-3 
0247-1 
0454-5 
0218-4 
0584-9 
0131-2 
0608-5 
0477-3 
0467-1 
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e' 506-0 
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425-8 
533-1 
/ 
IOI-7 PROFESSOR DE PRE-ESCOLAR 
Fcrnnndn Aparecido Guvilon 
Nocmtn Nogueira 
Paulina Montiheller 
R,rnllcy Lino Horncs 
102-5 PROFESSOR DE 13 a 42 SÉRIE 
Ana Madn Purkott Lino 
Antonio Arcco 
Del(lno Rodrigues 
João Marcfo Ferreira Leite 
Jorge Adalberto Arguelho 
Leopoldina de M. Crlstoldo 
Mnrln CotnUna Servira Vegn 
Mnr ln Eunice Nogueira 
Mariny Diania Dlniz 
Marly PIssurno Vilordo 
Maria Gonçalves 
Rosane Souza Correu 
Rosilei Mirando 
Rosilei Rodrigues 
Sonete Lino Silva 
Sonia Marllei Zacarias 
7.e(erina Pereira Bambil 
104-1 PROFESSOR DE MATEM,TICA(5Q à 8Q SÉRIE) 
Gilson Rocha 
105-0 PROFESSOR DE ESTUDOS SOCIAIS ( 5~ à 8Q SÉRIE) 
Tcofila de F.P. Quintana 
106-8 PROFES_SOR DE EDUCAÇÃO FlSICA (5Q à 8;! SÉRIE) 
Jorge Bastiancllo Cezar 
Maria de Fátima P. de Melo 
205-8 ODONTÔLOGO 
Elias Faouzi Sassine 
301-3 ASSISTENTE DE ADMINISTRAÇÃO 
Ana Lucia Pistori Lino 
Antonio Ferreira 
Evaneis Borges Pereira 
Mnria Alice A. Aguilhem 
Nariangela de Almeida 
Robinson E. Pinheiro 
Rosangela Aparecida Torres 
Suely Bcnitcs 
Zeli Aparecida Grancc 
305-6 FISCAL DE TRIBUTOS 
João Lidio Centurião 
Orlando Afonso 
Romão Aurelio Palacio 
307-2 TÉCNICO EM COKTABILIDADE 
Carlos Alberto Mundier 
Helvio Figueiredo 
Lea Regina Balbuena Garcia 
Maria Guilhermina G. Raffel 
Mary Grance 
Ninfa de Medeiros Fleitas 
Rosalina Aguilhera 
401-1 AGENTE ADMINISTRATIVO 
Ailton Lino 
Christian Loureiro 
Claudcmir Denis Orosco 
Dagoberto Blini Costa 
Ilka Coenga M. de Barros 
Lucilene Pinto Proença 
Maria Luiza Grance 
Oscar Leite Ribeiro 
Roscli Banzato 
Sandro J. Pissurno de Toledo 
402-0 AGENTE OE SAODE 
Elisabeth T. Soares Coutinho 
Ester Lina G. Gonzalves 
Sidney Silva Santos 
Sidney Valdez Aristimunho 
Vania Maria Barbosa Cabral 
501-0 AUXILIAR DE ENFER!AGEM 
Lea Regina Barcelos Nunes 
Madalena Vissamalia Lino 
Orestes Soares Mendes 
Vitoriano Godoy 
502-8 CARPINTEIRO 
Tomas Venega Caceres 
503-6 ELETRICISTA 
fla.vio Henrique 
506-0 MECÃNlCO 
Paulo Roberto Raffel 
507-9 MOTORISTA 
Adão Celestino Guedes 
Afonso Garcia Leite 
62.66 
60.00 
70,66 
62.66 
64.00 
61 .33 
57.3) 
60.00 
58.66 
60.00 
61. 33 
56.00 
56.00 
64.00 
58.66 
64.00 
58.66 
61.33 
61. 33 
61.3) 
60.00 
56.00 
56.00 
63.33 
69.33 
58.66 
61.33 
60.00 
62.66 
57.33 
56.00 
53.33 
58.66 
58.66 
57.33 
68. 66 
65.33 
78.66 
55.33 
65.33 
62.00 
58.66 
58.66 
62.00 
54.00 
70.66 
70.66 
69.33 
66.66 
69.33 
70.66 
69.3) 
68.00 
70.66 
69.33 
57.33 
58.66 
60.00 
53.33 
60.00 
57.33 
54.00 
57.33 
62.00 
54.66 
60.00 
64 .. 66 
56.00 
65.33 
0250-6 
0202-3 
044-0 
0169-3 
0491-8 
0522-1 
0626-2 
0555-1 
0419-9 
0116-0 
0245-5 
0511-l 
0298-9 
0029-8 
0164-2 
0441-9 
0545-0 
0142-2 
0128-8 
0337-8 
0221-9 
0060-1 
0026-3 
0426-6 
0607-7 
0331-9 
0356-3 
0063-6 
0035-7 
0173-6 
0115-1 
0627-0 
0103-3 
0568-8 
0236-1 
0286-0 
0351-2 
0418-0 
0448-6 
0556-0 
0159-1 
0370-8 
0367-3 
0412-1 
0038-1 
0472-2 
0089-9 
0150-8 
0301-3 
0300-5 
0182-0 
0299-7 
0165-0 
0587-3 
0404-6 
0280-1 
0004-3 
0549-2 
0176-0 
0075-4 
0110-0 
0145-7 
0087-2 
0369-0 
0014-5 
0520-5 
0535-8 
0130-4 
0140-6 
0228-6 
0278-5 
0447-8 
0234-5 
0071-1 
0051-8 
0390-1 
0380-0 
0317-4 
0170-1 
0232-9 
0302-1 
0489-1 
0428-2 
0129-6 
0602-6 
0368-1 
0097-4 
0187-0 
0469-8 
0501-0 
0264-0 
0330-0 
0478-1 
0458-8 
0416-4 
0122-9 
Doralice Arce 
e 
E!Laza Ida }. MoeIra 
IJ rn a 
Costa 
ill F.10 ,!"TA 
Aurilda R ,na Ar•co 
Fermiana Cleusa A, Te!xeIra 
Jaclntn Hoff istrr 
Jane Ap. Ben!te Barbosa 
Jefrson Aruelho Alcantara 
Joely A. D. Mar Inez 
Luizn Lnchncr do San os 
Mar! len,• Ribeiro l.elte 
601-8 AUXILIAR Dr: SERVIÇOS GERAIS 
Abodin Cecll ln F. (arques 
Adriana Canlz 
Alfredo Vnz 
Almlndn Teixeira Alves 
Ana Mnrio Vnldez 
Ann Rosa Brites 
Aparecido de Toledo 
Aristeu Ajala 
Aristides Cabanhe Arce 
Armando Rosa dn Rocha 
Arnaldo de Souza 
Auzeni Niconor da Cunhn 
Batista Luznrdo IT. dos Santos 
Belmiro Rodrigues F. Cruz 
Bernardino Coene 
Condida Mendes Arguilera 
Cannem Lino de M. Rohod 
Celina da Rosa 
Cepriano Abadie 
Claudete dos S. Baita 
Claudia de Leão 
Clementina de Leon 
Conceição de Melo Teixeira 
Cosme Dafo Dava!os 
Dejanira Mendonça 
Denir Cardoso Arce 
Diva Medina 
Edilson Ramâo Pereira 
Edneida Mora 
EI1as de Oliveira 
Elias Louveira 
Erasmo Benltes Cruz 
Ereotildes Cabral Dias 
Eudo Romero 
Euzeblo Dias 
Euzebio Pereira 
Felipa Vogado Marie 
Floriana Florentino Ximenes 
Francisca Figueredo 
Francisca T. D. Banzato 
Francisco Chaves Alves 
Francisco Paulo de Oliveira 
Geovana M.ieres 
Ilda Ramona Orosco 
Ilton Orosco 
Inácio Rodrigues 
Ines de Souza 
Ivone de Souza 
Izaura Hoffmeister 
João Galdino Gil 
Josenilde de P. de Souza Moura 
Julia Ortiz Mesa 
Juliana Gamarra Marinho 
Leonarda Medina Cristaldo 
Leonora Coene 
Lidina Cristaldo Franco 
Livrada Echeverria Martins 
Lucio Gamarra 
Luiz Maria Martinez 
Manoel Aarilha 
Margarida Franco 
Maria Claudina de Sou.za 
Maria L. Gonçal11es Barbosa 
Maria Lcnir Garcia 
Mar1a NLlza Rocha Mar1 
Maria Olímpia Medina 
Marin Rosely Peralta 
Maria Tereza Correa 
Marilda Torres 
Marilene Boeirn de Oliveira 
Marina Ossuna 
Narincte Terez.:i A. Orosco 
llirly Xavier da Rocha Coces 
MaxÍl:!o Medina 
Mercedes 'ilalva 
Miguel Felipe de Campos 
.Miracy Melo Ortega 
Xaír da Silva 
Xerocir Hofir.,eister 
NIlda Medina 
Odenar Lino Moraes 
72. 
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1 9. J 
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57.33 
77.H 
76.00 
62.66 
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78.66 
85.00 
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89.13 
93.JJ 
68.66 
0.00 
91. 33 
70.66 
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62. 3J 
85. 33 
72.66 
68.66 
100.00 
83.33 
64. 33 
79.00 
76.66 
89.33 
79.00 
72.66 
74.66 
83.00 
66.66 
62.3J 
91.66 
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87.33 
87. 33 
70.66 
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68.66 
100.00 
93.33 
93.33 
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89.33 
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95.66 
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89.3J 
79.00 
95.66 
97.66 
93.33 
68.66 
64.33 
62.33 
66.33 
85.33 
64.33 
79.00 
89.33 
89.33 
85.00 
76.66 
77.00 
87.33 
58.00 
79.00 
87.33 
64.33 
62.33 
89.33 
100.00 
70.66 
81.00 
70.66 
81.00 
85.00 
74.66 
74.66 
58.33 
83.00 
89.33 
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68.66 
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A 4 
Prefeitura Municipal de Bela Vista 
R LAÇO DE APROVADO5 	.A 
F !: ·ir!ta_to9y P4!!d	1o.02.22. 
INSCRIÇÃO NOME DO CANDIDATO 	MÉDIA 
601-8 AUXILIAR DE SERVI,OS GIRAIS 
09946- 
328- 
0146-5 
0090-7 
0139-8 
0420-7 
0084- 
0019-6 
01,J(,-8 
()()fl!J-0 
0219-2 
020!.-0 
096-9 
017-2 
0628-9 
0284-- 
0162-6 
OOJJ-0 
OJ99-5 
0282-8 
04449- 
0285-2 
0027-1 
0163- 
0127-0 
0575-5 
0224-J 
0611-0 
0207-4 
0)65-7 
0137-1 
0396-0 
0499-3 
04409-7 
0527-2 
0054-2 
0335-1 
0623-8 
0238-8 
0143-0 
0lavo Gunfel 
0norIna Ibanhe Centurfon 
Ova!do Guimarães Benftet 
Pacula Comes 
Pedrosa Areco Orosco 
Pompfllo Fernandes 
Rafaela Caceres GImene 
Ramo 0d11 Marques Leite 
Rnmonn Apnr cJdo CnccrrR 
Rnmonn Apnrr• idri Concalven 
Ramona E1d1a Coene Martins 
Refna Caceres 
Romeu Cezar Mendes 
ltomlldn l).wn lon 
Rosa Prfeto Jara 
Rosul vn Brites 
Koncli Colnrcs Voldez 
Ronevcl Felix de Souzn 
Rosin110 Aporeclda Cu •vus 
Rosincidc Martins Fcrnnndes 
Sandro Hnria Mendonça 
Schostiâo Arguilcro 
Sclv., l11trtins 
Scrgio Ximenes 
Severino Maciel 
Socli dos Santos Borges 
Sofia Ortelhodo Seixas 
Telma Mar1a Barreto Flores 
Teodoro· Coronel 
Teresa Gamarra 
Tertulin Areco Freitas 
Tertuliann V. Aristimunho 
Tito Aires do Rosa 
Voldornira dos S. Rodrigues 
Verginin Aguilera Vargas 
Verinha Lescono Miranda 
Zeferino Caceres 
Zeferina Palaclo Cardoso 
Zc(erina Romeiro Vasques 
Zilda Ojeda Freitas 
EDITAL N? 09/93 
76.66 
72.66 
95.466 
89.)J 
81.0() 
Ili .00 
95.66 
75.00 
91. 66 
89.JJ 
89.JJ 
100.00 
81.00 
81.00 
85.00 
91. 66 
72. 66 
64. 33 
87.JJ 
83. 33 
87.33 
81.00 
87.)3 
64.33 
68.JJ 
83.JJ 
89.JJ 
72.66 
62.)3 
66.66 
79.00 
95.66 
85.00 
95.66 
76.66 
68.66 
79.00 
81.00 
72.66 
81.00 
Concurso de Efetivação para Provimento de Cargos do Quadro Pennonente de 
Pessoal da Prefeitura Municipal de Bela Vista - MS 
O Presidente da Comissão responsável pela realização do Concurso de E(eti 
vaçio para provimento de cargos do Quadro Permanente de Pessoal da Prefeitu­ 
ra Municipal de Bela Vista-MS, de conformidade com o art.2!? da Portaria n!? 
114 de 15 de abril de 1993, torno público para conhecimento dos interessa - 
dos: 
I - após análise do Relatório dos Fiscais de Sala e comprovação dos fa­ 
tos, resolve anular as questões nQs 17 e 2J da prova de Matemática dos car­ 
gos de CARPINTEIRO, ENGANADOR, LUDRIFICADOR, OPERADOR DE MÁQUINAS e PEDREI­ 
RO. 
11 - divulga a relac5o da média final dos candidatos aprovados, consideran 
do os pontos dos títulos apresentados, de conformidade com o sub item 5.1 do 
EDlTAL n!? 02/93 de 19 de abril de 1993 e a noto das provas escritas realiza­ 
dos no dia 27 de junho de 1993. 
Bela Vista, 12 de julho de 1993 
Marcos Elias Rios da Cr 
Presidente da Comissão 
1006-5 
3040-3 
1067-4 
3023-4 
J0J2-fl 
3005-7 
1018-3 
3057-2 
3034-4 
)007-J 
3064-0 
)027-7 
3044-6 
3029-J 
3038-7 
3022-6 
3026-9 
3058-0 
3008-1 
3025-0 
3024-2 
3059-9 
3055-6 
3039-5 
3033-6 
3046-2 
3048-9 
3052-1 
3050-5 
3047-0 
3051-3 
3037.9 
INSCRICÃO NOME DO CANDIDATO 	MÉDIA 
3035-2 
3000-6 
3002-2 
3004-9 
3019-1 
3042-0 
3030-1 
3056-4 
3001-4 
J003-0 
3017-S 
3066-6 
3009-0 
3012-4 
3031-0 
3015-9 
3060-i 
3011-6 
3028-5 
3021-8 
3010-8 
3041-1 
3063-1 
3013-2 
3061-5 
3016-7 
3014-0 
301-3 ASSISTENTE DE AmUNlSTRAÇÃO 
Solange Brunet Vareiro 
Clemente Marcos L. Barbosa 
Guilherma Freitas Arce 
Iolanda Ocnmpos 
Julia Cordova Molina 
Maria Cloudia de Souza 
Lecy Lino Leite 
Gumercindo Rodrigues 
Eronilda Maciel 
-- Joci da Cruz Lima 
Lucinete Leite Lino 
Maria Vieira 
305-6 FISCAL DE TRIBUTOS 
Crescêncio Fernandes 
3036-0 
3054-8 
3020-0 
3053-0 
João Nunes de Miranda 
401-1 AGENTE ADMINISTRATIVO 
Zeno Ibnnhes 
Rose Heli Barreto Flores 
Siri.a Guedes Correa 
Arsenio Loureiro 
502-8 CARPINTEIRO 
Aristeu Lopes 
Ciriante Milton 
Rat:Üio Conceic;.ão Almiron 
504-4 ENCANADOR 
Eme te rio Medina 
505-2 LUBRIFICADOR 
Condido Romero Coevas 
508-7 OPERADOR DE MÁQUINAS 
Daloo Mechiades F. Lobo 
Alberto Crer Torres 
510-3 PEDREIRO 
Jacinto Gamarra 
Jair dos Santos 
601-8 AUXILIAR DE SERVIÇOS GERAIS 
Roraldo Chaves 
Senona Figuercdo dn Rocha 
Hermenegildo Valdez 
Fabia Balbuena de Souza 
53.66 
52.66 
51.33 
51-.33 
51.33 
51.33 
51.16 
50.25 
50.16 
50.16 
50.16 
50.16 
56.00 
53.33 
68.33 
56.00 
51.33 
50.16 
53.33 
50. 16 
50.00 
50.16 
50.25 
50.16 
50.00 
53.JJ 
50.16 
100.00 
100.llO 
98.41 
97.41 
'eri 
RosalIn 
tCrlos Tfmoteo Torres 
Lourdes A, Cunha dos Sintos 
I1defons QuInones Sal1na 
Servulo Perelra H II 
Gcr1da de Souza dos Santo 
faria ZoIla Azu ga Afonso 
BraulIno Paredes 
Castor Ina Lufz Vtoga Ajala 
Emiliana Coronel Paredes 
ernardo Espfnosa 
.JandIra Balbuena 
Al•xnndrinn Benitcs 
Romincio da Silva 
FclJpn Cn ercs 
Celino M.edinn 
Marconde Mareco 
Livrndn Ferreiro LouvcJro 
Od nir Scnturion Gonçn1ves 
Carmem Rodrigues 
Demfa M d1na 
602-6 LIXEIRO 
NJcnlau Romeiro 
Beato Salino 
603-4 TRABALHADOR BRAÇAL 
Valeria Fernandes 
Inácio Gonzcles 
S1mfo Martinez 
Francisco Garahi 
Bonifácio Fernandes 
Emidlo Lcon 
Bernardino Ginencs 
82.75 
82.75 
79. 6 
i6. 'iO 
73. 41 
73,/,1 
68.25 
65.8} 
55.66 
53,58 
51.16 
50. ! 
50.25 
50. 25 
50. 16 
50.16 
50.00 
50.00 
50.25 
50.1 
100.00 
94. 3) 
80.66 
69.33 
68.1 
50.35 
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