,.._ - - ----------- Entrevista: Juan Carlos Wasmosy O Roubo Pode Acabar »so ? ·mi,a4. cuJ- . is.a') tu. nprer,, mar e nhos , [ue de! os - I t. FS Vista', - 2O-ADMI- VISTA/MS ANO 21 N.imo ano, mas ninguém quer se precipitar , cau ela e caldo de gdlinhJ niio fazem mal a ningu<•m. NÍ'O GOSTOU DE: ANTONIO CASANOVA O Prefei o de ClR/COL, Juvino Godoy , não goslou da maléria publicada neste jor­ na 1, de autoria de José Glaucy Flores, f a lando a respeito de seu comportamento,fren Le a Chefia do Executivo, n m pod•ria,poii o articulista pisou fundo no acelerador, a tropelando a imagem do Prefeito naquela cI dade. Saber receber, e receber bem, os que procuram a Prefeitura é questão de bom --------------=----=================------- Sequndo um prefeito de nossa re91 o odos os pref itos do PDB for. 1 • Cox1r1 , a. istir a manifes çio pró schimidt, €o a pulga atrás da orolha, .final de contas­ o homem é Conselheiro do Tribunal de Con tas e do jeito que as ondas rolam é preci- so saber navegar. Num .odos esto prepara- dos para levar o b rco , porto quro , naufrágio tl vis J. SILENCIO Enquanto is:o, muitos prefeios, que não são do PMDB, permanecem num silêncio estratégico, também entendemos que o mom n o não' para falar e sim, para ouvir e ponderar. Está havendo pr ciptaCJO, co~o bem o disse o vereador Marco Rondon, de Dr la Vista. Carne de suínos, bovinos, frangos , linguiças mistéls e de suínos, queijos, banhas, geleia de mocot6, torresmos etc. o lçougue no 1 de nonito. Atendimento "Nota 10" e os preços sao convidativos. Rua Luiz da Costil Leite FONE: (067) 255 - 1475 BONITO - MlTO GROSSO DO SUL Qualidade em produtos e serviços * TUDO PAR A SUl FESTl Loja 1 - 24 horas, Rua Pilád Rebuá,1853 Loja 2 - Jordim Andréa (dc(ronte ao Clu bc do Laço) FONE: (067) 255-1710 * ATENDIMENTO A DOMICÍLIO* BONITO - MlTO GROSSO DO SUL Hotel e Churrascaria Canaã DE: PlCl FICO DA SILV Vamos ver quem estará por aqui na Ex­ pobel (poli icos) e ver, também, quais as novidades que trarão. Gos ariamos mui o de ouvir o experiente Senador Derzi,há mui os "meninos" por aí fazendo bobag m (na poli­ tica). [l BE DE LICO li L A E~'.P09f!.. 93 - PROGRAMAÇÃO SOCI/L . A Diretoria do Clube do Laço de Bela Vista convida para os bailes cm ~ua sede , no Parque de ~xposições. Dia 17 - Baile de Abertura da Expobel ia 18 - Baile do Reencontro '· ia 19 - Baile Ani vcrsãrio da Cidade Dia 20 - Noite Mágica Dia 21 - Ritmos polca, Rancheira,Vanerio Dia 22 - Você Decide Dia 23 - Baile do Laçador Dia 24 - Baile de Encerramento --------~· Aparta1:11.:n c:os com ar cor.J icionado fri gobar, TV cm core:,: e Te:efone. o ú~icÕ com luxuosas suites. Anexo funciona a trad.icional CnURMSCARIA CANAÁ, que ser ve no almoço todos os ias o melhor chur rasco do Brasil. Aos domingos tambémin funciona o "Bu(e",quente e frio com uma variedade de pratos. GlRAGEM COBERTA E é'RIVITIVl * Verifique e comprove que "HOTEL CA NAÃ" (pad=âo: 3 ESTRELAS) e o melhor Ho tel da cidude. 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F , !aracaju, o- n:o, ardi, Caracol e Carpo Grande. CORRESPONDENTES Cano Grande, '1i ras: a e Principais Caplt.'.l.i~ N5o devolve~os originais. O Jornal não se responsabiliza pelos gos assinados pude origem definida. Filiado À ADJORI/MS e ABRAJORI Arti - Preço do Exeplar: 20.000,00 Ass. Seretral:1.0.010,00 Exemplar - NO Atrasados: 30.000,00 A.s. Trientra1: 700.0000 ;o. iAL ·n,nu:r, A 4 Sucessão Estadual Marco Rondou: 'Não é hora de Acerte f11ític1, é hora de Acerto Moral' 1a E. «ais Tuit3 a nu;g Po!i- Para o Vereador Marco Ron n de Oliveira, de Bela Vista, Par ido Progressista, " tá vendo prcipi ação e até mes pressão no debate sucessório o Governo do E'ado ". "A 00 jedade stá preocupada em re olvr os problemas que afliqm qrand massa de deserdados,co a fome, 1l mlnúria,' u fultn e empr qos, os problemas na roa de saúde, e por quê não om n pr6pria oobrevivéncia co~ llgnidade", disoe o vereador. Entende que " o lançamento f stivo da candidatura de João Leite Schimidt, Conselheiro do Tribunal de Contas, nesta momcn to, além de inoportuno, é tidÕ [ r ~vido, por muitos, como uma sutil maneira de_se fazer pres sao, afinal ela e um dos que jul gam as contas dos municipios•.­ Marco Rondon diz que" não á nada de novo nessas manobras ~ não passam de manobras, tendo ~ J frente maquiilvélicos engenhel os de edificios politicos cri­ idos sob o prisma da ambição pcs ~ ·oal! quer=m o poder p 7 lo poder • si, e nao para servirem o po 1 /0 ". - "As dccis6cs devem partir do povo, de baixo para cima, e rio de cima para baixo", enfati za O vereador. - Respeito às Bases "Não quero, e nem tenho a intenção, de me imiscuir na po­ liticado PMDB, diz o vereador: as é uma piada, uma brincadei­ a, falar cm pacto menosprezan­ do as bases, ninguém pode falar Vereador Marco Rondon entre esses senhores, cm vonta­ de popular, estão pretendendo impor suas idéias, é uma aberra cão o que está se passando, ho mens dignos não podem se calar= diante desse quadro de terror , temos que fazer um PACTO sim, mas com a dignidade, com o futu ro sim, mas com Deus, o futurÕ pertence a Deus e nao ao Malig- no". ) Rondon diz que" nessa his t6ria toda, alimentada por par= te da imprensa comprometida, pe culiar em tempos de Collor e PC o povo sente cheiro nauseabundo das negociatas, de uma afronta à democracia, golpe travestido­ na roupagem conhecida da demago gia, fala-se em - modernidade, compromisso com o fu•uro, qu ndo tudo no de um grande embustes, hora de rabalho, é de valorizar nosso povo, e não d festas J itiqueiras envolvndo mnd rios elei os pelo povo. E o po vo ? Pergunta, onde fica o povo nessa his ória ngndrada por hábeis manipuladores de situa ÇOCS ? '' Marco Pergunta: " Prá que essa reunião cm Coxim ? Prefei­ tos foram àquela cidade para discutirem o sexo dos anjos, ca da coisa a seu tempo, s·ão a­ tropelando o processo, ferem os mais sagrados princ ipios da de­ mocraci d, numa iniciativa que está mcr e ndo repulsa de nosso povo", afirma. "E uma falta de respeito , as bases, ao povo, numa tentati va de inviabilizar o grande pla no de reconstrução nacional" - completa. O Brasil Clama por Dignidade /1 . . . mor 1. f hora pactos pactos co a moralidd , d anidade, co o Br sil, t mpo para • •:J >, í 1. , ambém para alertar o erho r e • poli icos dos gabinetes refriq rados : nMO BRINQUEM COM O NOS O POVO, não enganem mais o no­ so povo". Vergonha na Cara ira s' 1 A FORÇA DA NOSSA PECUÁRIA Rodeios Provas de Laço Futboi Corridas Bailes Leilões um· show de raça e tecnologia De 17 a 25 de Julho, no Parque de Exposições Realização: Sindicato Rural de Bela Vista 08", , s ó EE7E3LILI,E3 Patrocínio: sv;' Engorde o seu lucro "Estamos passando o Brasil a limpo, comenta Rondon, nosso povo clama por dignidade, por honradez, quer ver os corruptos na cadeira, acabar com as ma­ fias politicas, a classe politi ca, com raras excessões, esta desgastada, por este e outros mo tivas, são os próprios politi~ cos os culpados, carrascos de si mesmos, brincam com a espe rança do povo, buscam impor uma filosofia que não passa de um embuste filosófico, é mais uma peça de teatro, teatro que fa zem, por exemplo, com as obras prometidas para a nossa região, servem sim, mais do que tudo , aos interesses dos já conhecidos palanqueiros da mentira e da promessa". "Está na hora, conclama,ci dadãos dignos, de Mato Grosso= do Sul, de separar o joio do trigo, de limpar, purificar,não podemos aceitar as imagens nega tivas dos moradores dos umbrais aos cemitérios, são como sepul­ cros caiados, brancos por fora, podres por dentro, falam de luz, mas são adeptos das leis negras da escuridão". O vreador belavistnse , disse que "está faltando patrio tismo na classe política, preo­ cupada cm sobrcvivrr, o Minis tro Fernando Henrique Cardoso - pediu o apoio dos políticos pa ra seu plano de Estabilização , contenção de despesas, aqui no Estado pregam este apoio e agem de maneira difcr<'r,tc•, rcuncr:1-sc há um ano e meio, antes das e leicões, para lançamento de can didaturas, pior dr cima para baixo, não respeitando nem as pesquisas de opinião pública". Finalizando, Marco Rondon­ diz que "o preocupante, nessa montagem, nesse circo, é apre­ sença de homens dignos, força­ dos pelas circunstâncias a co mungarem com idéias que abomi nam, ê uma palhaçada, uma tenta tiva de responder à incompetên~ eia na busca de soluç6cs para os problemas de nosso povo, com miragens de um porvir apregoado pelos versos da demagogia, num canto de sereias que paraliza a consciência e os movimentos". "para mim, e para todos c5 homens dignos deste Estado, es­ peramos dos prefeitos, vereado­ res, homens públicos, posturas­ coerentes, afinadas com o rn•sa menta voltado para a Pátri - sim espero, confio e acrec * LEIA E ASSINE O JORNAL I SUA CIDl'.DE ! * ESTE EXEMPLAR CR$ 20.000, Ipanema Modas CONFECÇÕES E BIJOOTERIAS ADULTO E INFANTIL Diretamente do Rio os últimos lançamentos: conjuntos de linho, jeans. Roupas em malha, shorts, cami setas, pijamas, calcinhas, bermu - das, cores e modelos à escolher. 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No dia 15 de agosto, o ene nheIro .Juan Carlos Wasmosy Monti vai e Instalar na Mburuvixa Roga, casa do chefe em guarani, o palácio forta­ leza de onde Alfredo Stroesner over nou o País como sua fazenda particu lar durante 5 anos, asmosy é o prl­ mero presidente paraguaio eleito num clima de normal ldnde clemoc:rôtica, A ditadura de Strorssner caiu há quatro anos, mas como o presidente que o der rubou e lhe sucedeu, Andrés Rodriguez é general e contra-parente do ditador ex1lado, só agora os paraguaios sen tem realmente que viraram uma pagina­ du histórJu, Em certas coisas, o pas nao mu dou multo - continua a ser um entre posto de contrabandistas e porto de desembarque dos carros roubados no Drasll - noutras, vive em pleno renas cimento. A imprensa é llvrc e aguerri da, o Judiciário decidiu fazer ustI­ ça e Já colocou na cadeia virtos gene rais corruptos. Wasmosy promete dar Õ empurrão econômico que falta para a proximar o Paraguai do século XX. Me gaempreiteiro que enriqueceu com a construção de Itaipu, ele planeja ex perimentar o mesmo receituário neoli­ beral que deu bons resultados no Chi le e na Argentina. Também tem um plano para resol - ver o problema dos carros roubados com a ressalva de que a solução depen de da colaboração de todos os países­ da região. Essa foi sua primeira eleição mas Wasmosy não é um novato na políti ca. Veterano do Partido Colorado, Õ mesmo de Stroessner, ocupou cargos na ditadura e foi ministro de Rodriguez. Agora, acha que não faz sentido­ o Paraguai continuar sendo uma llha de ditadura e atraso econômico, na cor tramo da História. Na semana passada, em sua mansão em estilo colonial decorada com bu quês de flores (o casal asmosy, que tem cinco filhos solteiros, completa­ va bodas de prata) o Presidente elei to do Paraguai deu à REVISTA VEJA es­ ta entrevista. PERGUNTA - No Brasil, seu País é co nhecido com a terra da falsificação e do contrabando. O Paraguai é realmen­ te o paraíso da pirataria ? WASKOSY - É verdade. Não há como ne gar. Mas vamos trabalhar para mudar - essa situação. Veja o caso do roubo dos veículos. Acabo de voltar da Ar­ gentina, onde falei com o presidente­ Menem. Os argentinos já tem um regis­ tro único de veículos para todas as províncias, os brasileiros estão fa­ zendo um esforco para também criar o registro Único em nível federal. Nós ainda dependemos de uma lei, que deve ser aprovada em breve, para unifi eiar os registros. A idéia é chegar a un registro único para Brasil, Argen­ tina, Paraguai, Uruguai e Bolívia. Se rã o primeiro passo para que se possã acompanhar individualmente a trajetó­ tia de cada veículo e impedir que seja vendido fraudulentamente nos pai_ ses vizinhos. PERGUNTA - E qual o segundo passo? WASHOSY - O fim do roubo de veículos­ depende muito de uma combinação de esforços entre as polícias racionais­ para combater a delinquência de forma preventiva. PERGIDiTA _ Uma CPI do Congresso Para­ guaio apurou qe 707 da frota do País é ~ormada por carro de origem duvido­ sa, a maioria deles roubada nos paí ses vizinhos. O Paraguai pretende es quecer o passado e deixar quem foi roubado a ver navios? WASMOSY - Nosso plano é publicar uma lista dos carros que entraram ilegal­ mente no País e dar um prazo de doze, dezoito meses para que o proprietário legítimo possa reivindicar na Justiça a posse do veículo. Passado esse pr~ z0, vamos cobrar os impostos devidos­ e cor:eçar vida nova. É claro que esse /amos dar doze, dezoito meses para que os donos peçam os carros de volta. Depois, vamos zerar o passado" plano está aberto à discussão. Se os brasileiros tiverem outra metodologia para castigar os infratores e limpar o caminho para o futuro, estou pronto para ouvi-los. PERGUNTA- Para começar um novo capí­ tulo na questão dos carros roubados - não é preciso também pôr um fim à tradicional conivência das autorida - des com as atividades clandestinas? ASMOSY - A marginalidade floresceu num regime terminal em que não se sa bia quem seria o próximo presidente-:: da República. Depois das eleiçÕes,res pira-se outro ar neste País. Os inves tidores estrangeiros estão voltando: a nova Constituição criou um mecanis­ mo independente e transparente para a escolha da Corte Suprema de Justiça. São elementos que impulsionam a mudança. O cidadão percebe que seus direitos estão garantidos, passa a ter maior confiança nas instituições. Pretendo combater a deliquência com a criação de empregos. Muitos delinquen tes estão no crime por necessidade e conômica. Dê-lhes condições dignas de sobrevivência e a maioria prefirirá - as atividades lícitas. PERGUNTA - E como combater os que per sistirem na ilegalidade, que vai d narcotráfico ao contrabando de produ­ tos eletrônicos ? ASMOSY - Nesses casos é necessária u ma ação conjunta de todos os países. De nada adiantará perseguirmos - os traficantes no Paraguai se não hou ver o mesmo cuidado na Bolívia ou em Mato Grosso do Sul. Também aí a democracia ajuda.Uma imprensa livre, por exemplo, serve pa ra denunciar as coisas erradas, auen tando a fiscalização da sociedade. E suma, não hã uma medida única que se possa usar para resolver todos os pro blemas que ocorrem em zonas fronteiri ças, mas um conjunto de ações que se precisa tomar de comum acordo entre todos os países. PERGUNTA - Alguns economistas calcu­ lam que a economia clandestina do Pa­ raguai - incluindo aí desde a informa lidade até o contrabando - movimenta- 6 bilhões de dólares por ano, tanto quanto a economia legal. Como se pode acabar com a economia clandestina sem levar o País à bancarrota ? VASMOSY -- Substituindo paulatinamente a atividade ilegal com investimentos- feitos tanto pelos próprios para- guaios como pelos estrangeiros. Se nós incentivarmos a produção, criando por exemplo, uma fiação de algodão em cada povoado, as pessoas não irão fa zer comércio barato nas fronteiras. PERGUNTA - Quais são os erros que PERGUNTA -- É ua espécie de programa- senhor quer evitar? de substitui.çao de importações ao in- verso ? WASHOSY - O contrabando tem uma raza0 econôrdca. Ele dpende da diferença - de impostos intre o Países. E por Is o que exf te contrabando do Paragual para o Brasil e do Brasil para o Para guaí. O golpe de orte no contrabando será a uniformização das tarifa al fandegárfas entre os países. ENTREVISTA - Quer d I ze r que o Para gual pode abrir não da rendo proveni­ ente do contabando ? ASMOSY- Na verdade, esse dinheiro - não ffca no Paraguai, exceto em forma de salário. Um contrabandista brasilet roque faz negócios no Paraguai depo­ sita o dinheiro diretamente de um banco de Mlnml em 1utro de Miami ou da Suiça. Fica por aqui o valor do trabalho do peão que transporta a mer cador1a. PERGUNTA - Mas nao é a injeção de di­ nheiro clandestino em quantidade su fJclente para cobrir o déficit pÚbli-:: co que garante ao Paraguai ur:a Infla­ ção invejável, pelos padrões brasile! ros, de menos de 207 ao ano? ASMOSY - Não.Deve-se mais ao equIli­ brio do orçamento. Em termos simples, se voce gasta mais do que ganha, fal­ ta dinheiro. Nós temos uma dívida ex terna de apenas 1,6 bilhão de dólares. Nossos programas de saúde e edu­ cação contam com a ajuda de organis­ mos multilaterais e também do Banco Mundial, da ONU, do Japão. Assim, é possível cumprir o Jrçamento sem ge­ rar inflação. PERGUNTA - E o dinheiro do narcotráfi co? ASMOSY - A droga é perigosa e deve ser combatida com ação policial. A­ trás das drogas vem o roubo de vefcu­ los. As drogas são compradas com car ros roubados. É uma operação bem con-:: catenada que ocorre principalmente na nossa fronteira com a Bolívia, que é pouco povoada. Vamos pedir aos Esta dos Unidos recursos para combater o narcotráfico. PERGUNTA - Quando era ministro da In­ tegração do Governo Andrés Rodriguez o senhor lançou o programa Pro-Para guai, com o objetivo de atrair inves­ timentos externos. Por que o capital­ estrangeiro viria para o Paraguai ? ASMOSY - O capital não tem sabor,cor nem partido. Vai para onde rende mais frutos. Nós temos a oferecer uma ter­ ra fértil, a localização mediterrânea a meio caminho de grandes centros co­ mo São Paulo, Rio de Janeiro, Santia­ go, Montevidéo e Buenõs Aires. Temos energia barata e abundante, provenien te de ltaipu e logo mais também. d; Yaciretã. Temos mão-de-obra habilido­ sa e barata. Oferecemos cinco anos li vres de impostos, livre repatriação -:: dos lucros. Enfim, o Paraguai é um bom negócio. PERGUNTA - Apesar disso tudo o dinhei ro não veio. Por quê? ASMOSY - Porque tudo isso nada vale se não for acompanhada por segurança. Não havia segurança porque estávamos­ numa época de transição, pré-eleito ral. Imagine, se ganha outro partido­ político, disposto a rever todo esse programa. Ou se é eleito um candidato independente, sem o respaldo de um grande partido, como iria administrar o País? PERGUNTA - O senhor contratou como consultor um ex-ministro da Economia do Chile, Hernãn Buchi. Qual parte do milagre chileno o senhor acha que po de adaptar às condições paraguaias?- ASHOSY - Não acredito que uma mesma filosofia política possa ser aplicada de forra total em todos os países. O q/ pretendo é tirar experiência da inespernia vaos tentar evitar os erros que possam ter sido cometidos no Chile ou no Pla no Cavallo, na Argentina. o WASKOSY - Fundamentalmente, os relati vos ao processo de privatização. El; precisa ser transparente para que a populaçao o compreenda e aceite. Precisa ser acompanh.do de apla negociação com o Ln'icatos para no provocnr duse:prego. Nao temos mI Ihares de epremias para privatizar como o Brasfl e a Argentin, ao ape­ nas cinco, mas de grande valor para o Paraguai. PERGUNTA - O que sti sendo posto à venda ? VASMOSY - A LAP, nossa empresa de avlação, por exemplo. Outra é a Apal, que produz pinga, Também há 11 estatal que controla a frota mercante para guaia,as estrados de ferro. PERGUNTA - Qual é o fIlé mignon dessa privotizaçào, a oportunidnde que os investidores brasileiros não podem perder ? WASMOSY - Algumas são bem rentáveis , se forem bem administradas. to caso da Acepar, uma siderúrgica que dá bons lucros ao Estado. Mesmo a Apal - produz uma aguardente que nada fica a dever ao melhor uísque escocês. PERGUNTA - O senhor não estnrá falan­ do daquele famoso uísque escocês made in Paraguai, o Juanlto Caminante ? VASHOSY - Não, trata-se de fato de uma aguardente. Quanto a piadas sobre con trabando, elas não faltam no Paraguai. Como aquela do rebanho em mar­ cha. Sempre que o preço do boi está alto no Brasil, os boiadeiros para­ guaios tocam o gado gritando: " Vaf , vai, comece a falar portuguis!" PERGUNTA - Como o Paraguai se tornou­ um grande exportador mundial de soja sem ter produção para tanto? Vendendo a soja contrabandeada do Brasil? VASMOSY - Isso foi verdade até dois! nos atrás, quando a soja brasileira a travessava a fronteira e depois refã z1a o caminho rumo ao Porto de Parana guã,mas já como soja Paraguaia. É o que digo: sempre haverá contrabando Trata-se de um fato econômico. PERGUNTA - Como o senhor pretende re­ formar o sistema político herdado da ditadura Stroessner, ancorado no Par­ tido Colorado e nas Forças Armadas sem entrar em choque com aqueles que o ajudaram a se eleger? ASHOSY - As instituições nao sao ruins, são os homens que fazem mal às instituições. Ou seja, o Partido Col~ rado tinha uma filosofia política ri quíssima, mas alguns homens desviarai se desses princípios, aproveitaram-si de um Governo ditatorial. Creio que, dos tres estarentos da sociedade - o militar, o político e o civil, o mili tar foi o que mais se deu conta das mudanças, Os políticos muitas vezes - parecem não ter a capacidade psicoló­ gica necessária para aceitar rudan ças. Quanto à sociedade civil ainda-: é preciso educar o hoem para a dero­ cracia. PERGUNTA - Coo se explica a conver­ a0 dos militares às idéias democráti cas ?Casara-se do poder ? ASMOSY - As mudanças mundiais também têm repercussão no nosso país. Com as economias globalizando-se, com O fie da Guerra Fria, não restou justifica­ tiva para a situação em que vivia o Paraguai. Os homens inteligentes lo­ go entenderam o que estava acontecen­ do. As instituições civis se fortale­ cera, as militares perderam força. Sabemos muito bem que o Exército pode detonar ua contra-revoluçao e colocar quem quiser na presidência. O problema é que não duraria 24 horas , cairi~ sob o repúdio de todos os paí­ ses vizinhos, de todo o hemisfério. Nao podemos cais agir de forma unilateral ou independente. • PERGUNTA - O Paraguai já não quer ser conhecido como uma ilha cercada de terra por todos os lados? VASMOSY - Estaos inseridos num con texto global, não vivemos ais i1hg dos. Desapareceram as distâncias geo­ raficas, existem agora apenas as dis tancias econômicas. e o ' ' pe. Pata , d a Apa] esta Pra ,, 1 ti poJ 1 !s ' caso di Apal • fica a f a !ao.­ nade de uzu ! ccn 'arasai. car­ estâ para­ " Vai , ,nou­ soja lendo !ois ! .ira a rf? "'aranJ t õ ,ndo , le te­ Jo da no par· 'as , 5 que si a! i cl ;a r! ar+2 ara se que, - o ,as d15 ve:e°. eels -u+2 ±ci" ,', a JOH ◄AI. l HIIIIJII/ flA l HON l l.lHA IJJA l)() HI 1,10 A, A 1 A. I4 D (} l Entrevista: Juan Carlos Wasrnosy O Roubo Pode lcaba f.Ot/TJ ;;o h,Í <·nl 110 rn e, ,l(l,-. ,J, 1e/trata epe[fica p/ manter os mlli ares longe da polittca ? A.910!-lY - l'.xntnm••nLc. l.u quero Hlica. Vamos ouvir a voz das Ruas Ulysses Guiares o P 9 0 NIO RESISTIU I SEPIRIÇIO E SUICIDOU-SE COM UM TIRO NI FRENTE OI JOVEM ESPOSI -"Vossa alegria é a vossa tristeza does mascar da,O mesmo po c0 que ofereceu água para fazer desabro - char o eu sorriso , muitas vozes foi preenchido p J,;rn ou­ no própriao lfigri­ mnn. Quando stiver trio e, olhe para o fundo de vosso cora­ cão, e saberá que es tá tristonho por ar­ go que já lhe deixou muito feliz. Quando antiver a­ legre, olhe novamen­ e para o fundo de vosso coração, e sa berá que cotá alegre por algo que já lhe deixou muito triste~ Porém, um traba - lhador parou um só minuto para meditar e foi mais uma viti ma de um patético suicídio. Estava se­ parado da esposa há dois meses e como a reconciliação era im possível, matou - se na frente dela com um tiro no coração. Os lances que an­ tecederam a tragédia são simplesmente im­ pressionantes. FESTANÇA NO CASAMENTO O operário José los Leonelo Ou[ntana trinou te ro o o T 1fnlG­ i «e suflãos-e mo cr te da ex-esposa, Leoncio Quintana (23 anos), há mais de um ano casou-se com Ma­ rinalva Feitosa ( 20 anos) e o matrimônio foi alvo de uma fes­ tança que durou o dia inteiro, com be­ bidas e churrascada. na união nasceu um filhinho que está com um ano e sete me ses. Porém, há dois me­ ses,sem motivo apa rente,eles se separã ram. O próprio mari­ do dirigiu-se ao FO­ RUM e requereu o di­ vórcio. Apesar da separa­ ção, continuaram co mo bons amigos. Ele- a visitava frequente mente e fazia muito agrado ao filho. APAIXONADO E Rr.PEN 1 D5 Que "o amor oó co nhece a sua plenitu­ de no momeno da se­ paração" é tão verda d iro quanto as ã quas que correm paro o mar. Ao sentir -se só, José Leoncio Quin ano entrou em pânico passou nas sediar a ex-esposa , que reside com os pais José Feitosa e Dna.Maria "Zilma" ,à Rua Projetada,n9 4 , na Vila Machado. Domingo retrasa - do, o rapaz que es­ tava apaixonado e ar rependindo, propondÕ a reconciliação. Ela foi irredutível: Não e Não! Como já estava vi sivelmente embriaga= do, tentou suicidar­ se com um revólver , mas foi contido pelo cunhado e outros fa­ miliares. SEUS PLANOS DE VIGANÇA Existe uma canção rancheira,que tem o seguinte verso: -"Eu não sou desses que ao ver-se só/Quer se vingar e matar seu amor/Pela verdade e a bendigo/ pnJo o amor que uma vet me deu." Todavia, José Le­ oncio não pensava ar, sim e comen .ou a vi­ va voz que m taria a mulher, o filhinho e depois se suicidava. Daí por diante CD tregou-se por compl_ to ao vício da em­ bringuês. Não traba­ lhava, não comia e nem bebia. Caiu em uma completa depres­ são, mas con inuava visitando o grande amor de sua vida e insistia para que ela o aceitasse de vol­ ta. IMPLOROU AT O FIM Quinta feira pas­ sada, o marido tris­ te passou o dia in toiro na casa dos pais de Marinalva e as cenas foram ines­ queciveis. Transfor­ mado em uma criança, brincou o dia intei­ ro com o filhinho. No escurecer,quan do todos os familia= res estavam conver­ sando na cozinha e ele estava sozinho - na sala, chamou Mari nalva para um "papo­ muito sêrio." Ela MATOU-SE ALI MESMO FIRMINO DE BARROS) veio e o assunto ra tu, ndo virou-se , o n suo: reconcilia- viu o ex-marido com ço. Maisumi vez ela o revólver apon ado foi ci .egórica: defi para o próprio ei ni ivamonte não! Por .o. só t,ove empo de sinal o aconselhou diz r:- "Pelo amor arrumar outr. mulher de Deus, não faça is e que f o s s e mui.o fg so!" M a s , o q ut i l h o - liz. foi acionado e um b a Num desespero in- laço "22" atraves­ con.ido, compleamen sou-lhe o coração. te transtornado, sa- Tombou morto no meio cou de um revólver e da sala. disse: - "Já que não A polici. foi co­ quer voltar para municada, omou as de mim, pegue este re- vidas providências e vólver em mate de o corpo foi transla­ uma vez!" dado para D cidade de Laguna Cnrnpã,on­ de residem seus fami liares. Infelizmente, re­ petiu-se a história: Por amor se vive e por amor se morre ... A jovem mãe balan çou negativamente a cabeça, virou ascos tas e ia- para a cozJ nha. Entretanto, ou­ viu ainda este ape­ lo: - "Olhe aqui, Ma rinalval" • 0cal lia Presente na Expobel 93 c o N T A c T o s * E L, ô I L, o u R E I R o Proprietário: Municipio de Joaquim Pereira Bela Vista Fertilidade ganho de peso Tomás Fone 439-1058 Nota de Esclarecimento Co~ relação à suposta polêmica criada em tor- no da Festa Junina da Vila Prcvisul, no dia 10/07, pp., a Delegacia de Polícia em Bela Vista MS. quer esclarecer o seguinte: 1g) Todo e qualquer evento a ser realizado a t!tulo de diversão pública é regulamentado não - só pela Prefeitura Municipal, como pela Delega - eia de Polícia, não podendo ser realizado sem o competente Alvará, que é justamente a licença que o Poder PÜblico, seja ele Municipal ou Esta dual, concede para tal realização; - 29) No caso de feitas juninas, devido ao redu zido efetivo que tanto a Polícia Civil como a Po lícia Militar dispõem, sempre foi de nosso inte: resse não autorizar a realização de mais de uma festa no mesmo dia pois, se tal ocorre, não te­ mos condições de oferecer o policiamento adequa­ do; 32) No que diz respeito às festas juninas promovidas pelas escolas, este ano tivemos uma unificação, por iniciativa da Prefeitura Munici­ pal, que não só solucionou o problema em termos de calendário para as festas, como propiciou u~ policiamento mais eficaz; 42) Relativamente às festas juninas promovi - das pelas Associações de Bairros, recebemos da UMA - União Municipal das AssocidçÕes de Bair ros, um calendário com as festas que estavam e que foram autorizadas, porém a festa da Vila Pre visul dele não constava, visto que referido bair ro ainda não possui uma associação const1tuida;- 59) Nosso interesse, ao regulamentar tais' e­ ventos, é dar prioridades àquelas instituições - que promovem em prol da comunidade. Infelismen - te, como aconteceu este ano, mesmo coo as exigên cias legais, algumas festas foram prooovidas vi: sando interesses particulares, em prejuízo de ou tras; - 62) Para que tal não mais ocorra, a visto não ser de nossa competência "impedir" a diversão pÚ blica, sugerimos que a Prefeitura Municipal por iniciativa do próprio Prefeito ou da Câmara.Muni cipal, crie um regulamento, com base na Lei Org~ nica, estabelecendo que tais promoções, quando realizadas em via publica, sejam feitas apenas - por EntidM~es filantrópicas, pois, caso contra - r1o, ro pro:ino ano teremos_metade da população vivendo às custas de promoçao de festas. José Raioundo Pinto Filho Delegado ·de Polícia ORAÇÃO À NOSSA QUERIDA ME NOSSA SENHORA APARECIDA :.i l Querida Hãe !fossa Senhora Aparecida. Vãs que nos ama e nos gui~ todos os dias, vós que sois a mais bela das Mães, a quem eu amo de todo oco raçao, eu vos peço mais uma vez que ajudeis a al cançar es:a graça por mais dura que ela seja. Sei que vos me ajudarás e me acompanharás sempre ate a hora da minha .morte . Amém. _Rezar um Pai Nosso e uma Ave Maria. Fazer tres dias seguidos esta oração que alcançará graça, por mais difícil que ela seja. 'andar publicar no jornal, E- tm caso extremo pg de fazer em três horas. a A.M.X.B. ' ".J 1f 0 l(, A Prefeitura Municipal de Bela Vista lOJJAI. , (J!J/')J touro Publico pura Provimento de Caro de 0adro Per da Prefeitura Muntcfpal de Mela Vista-MS O Pre!dente da Comissão responsável pela realização do Concurso Público ra provimento de cargos do Quadro Permanente de Pessoal da Prefefura M, 003-9 zlpal de Bela V1ta-!!S, de conforfdade com o art.2? da Portarfa ng II 4,7 0265-9 1j de abrIl de 199), torna publico para conhecimento dos Interessados: 0025-5 0124-5 do Relatórfo dos Ffscals de Sala e comprovação dos fa- 0567-0 as questões n?s I7 e 2) da prova de matemática dos car- 00)6-5 MOTORISTA, OPERADOR DE MÁQUINAS, PAJEM, PINTOR e TELEFO- 0492-6 I - após anil1e tos, resolve anular os de CARPINTEIRO, STA. 4 foi • 4s 3 ·as la­ c1a api,G. us ts Ie­ str±, e re,. en tO!­ d ll lsu 1do 1 nno - < ao r o0 a f so Inte : de não te- de; +un!" , a 1un!cl· II - divulga a relação dos candidatos aprovados nas provas ·crftas, rea­ llrndnr: no dln 27 de junho d,· 1993. Hclb VIHln, 12 de junho de 199). Marcos Elas RIos da Cruz Presidente da Comfssio Pv. Encr1tn (1993) REI.AÇÃO DE APROVADOS Emit1do 10.07.93 n nt d Pe lNSCRJÇÃO NOME DO CANDIDATO MÉDIA OJOS-0 0493-4 0213-3 055 7-8 0151-6 0178-7 0044-0 0048-J 0342-9 0183-8 0216-8 05L5-4 0158-3 0096-6 0261-6 0274-2 0222-7 0358-0 0161-8 0195-6 0208-2 0362-2 0215-0 0604-2 0528-0 0200-7 0120-2 011)-5 01 71-0 0040-8 0392-8 0256-5 0205-8 0310-7 0326-8 OI 11-9 0383-4 0599-1 0347-0 0226-0 0363-0 0371-6 0225-1 0631-3 0081-3 0521-3 0290-3 0123-7 0529-9 0442-7 0435-0 0334-3 0247-1 0454-5 0218-4 0584-9 0131-2 0608-5 0477-3 0467-1 . 8» 0366-5 ue '! 0408-9 ilo l 0361-4 • Is5 0395-2 1 e!1,l ·5s se 0057-7 ,, e, '1 0597-5 ar" ·' e' 506-0 ·, -r° 425-8 533-1 / IOI-7 PROFESSOR DE PRE-ESCOLAR Fcrnnndn Aparecido Guvilon Nocmtn Nogueira Paulina Montiheller R,rnllcy Lino Horncs 102-5 PROFESSOR DE 13 a 42 SÉRIE Ana Madn Purkott Lino Antonio Arcco Del(lno Rodrigues João Marcfo Ferreira Leite Jorge Adalberto Arguelho Leopoldina de M. Crlstoldo Mnrln CotnUna Servira Vegn Mnr ln Eunice Nogueira Mariny Diania Dlniz Marly PIssurno Vilordo Maria Gonçalves Rosane Souza Correu Rosilei Mirando Rosilei Rodrigues Sonete Lino Silva Sonia Marllei Zacarias 7.e(erina Pereira Bambil 104-1 PROFESSOR DE MATEM,TICA(5Q à 8Q SÉRIE) Gilson Rocha 105-0 PROFESSOR DE ESTUDOS SOCIAIS ( 5~ à 8Q SÉRIE) Tcofila de F.P. Quintana 106-8 PROFES_SOR DE EDUCAÇÃO FlSICA (5Q à 8;! SÉRIE) Jorge Bastiancllo Cezar Maria de Fátima P. de Melo 205-8 ODONTÔLOGO Elias Faouzi Sassine 301-3 ASSISTENTE DE ADMINISTRAÇÃO Ana Lucia Pistori Lino Antonio Ferreira Evaneis Borges Pereira Mnria Alice A. Aguilhem Nariangela de Almeida Robinson E. Pinheiro Rosangela Aparecida Torres Suely Bcnitcs Zeli Aparecida Grancc 305-6 FISCAL DE TRIBUTOS João Lidio Centurião Orlando Afonso Romão Aurelio Palacio 307-2 TÉCNICO EM COKTABILIDADE Carlos Alberto Mundier Helvio Figueiredo Lea Regina Balbuena Garcia Maria Guilhermina G. Raffel Mary Grance Ninfa de Medeiros Fleitas Rosalina Aguilhera 401-1 AGENTE ADMINISTRATIVO Ailton Lino Christian Loureiro Claudcmir Denis Orosco Dagoberto Blini Costa Ilka Coenga M. de Barros Lucilene Pinto Proença Maria Luiza Grance Oscar Leite Ribeiro Roscli Banzato Sandro J. Pissurno de Toledo 402-0 AGENTE OE SAODE Elisabeth T. Soares Coutinho Ester Lina G. Gonzalves Sidney Silva Santos Sidney Valdez Aristimunho Vania Maria Barbosa Cabral 501-0 AUXILIAR DE ENFER!AGEM Lea Regina Barcelos Nunes Madalena Vissamalia Lino Orestes Soares Mendes Vitoriano Godoy 502-8 CARPINTEIRO Tomas Venega Caceres 503-6 ELETRICISTA fla.vio Henrique 506-0 MECÃNlCO Paulo Roberto Raffel 507-9 MOTORISTA Adão Celestino Guedes Afonso Garcia Leite 62.66 60.00 70,66 62.66 64.00 61 .33 57.3) 60.00 58.66 60.00 61. 33 56.00 56.00 64.00 58.66 64.00 58.66 61.33 61. 33 61.3) 60.00 56.00 56.00 63.33 69.33 58.66 61.33 60.00 62.66 57.33 56.00 53.33 58.66 58.66 57.33 68. 66 65.33 78.66 55.33 65.33 62.00 58.66 58.66 62.00 54.00 70.66 70.66 69.33 66.66 69.33 70.66 69.3) 68.00 70.66 69.33 57.33 58.66 60.00 53.33 60.00 57.33 54.00 57.33 62.00 54.66 60.00 64 .. 66 56.00 65.33 0250-6 0202-3 044-0 0169-3 0491-8 0522-1 0626-2 0555-1 0419-9 0116-0 0245-5 0511-l 0298-9 0029-8 0164-2 0441-9 0545-0 0142-2 0128-8 0337-8 0221-9 0060-1 0026-3 0426-6 0607-7 0331-9 0356-3 0063-6 0035-7 0173-6 0115-1 0627-0 0103-3 0568-8 0236-1 0286-0 0351-2 0418-0 0448-6 0556-0 0159-1 0370-8 0367-3 0412-1 0038-1 0472-2 0089-9 0150-8 0301-3 0300-5 0182-0 0299-7 0165-0 0587-3 0404-6 0280-1 0004-3 0549-2 0176-0 0075-4 0110-0 0145-7 0087-2 0369-0 0014-5 0520-5 0535-8 0130-4 0140-6 0228-6 0278-5 0447-8 0234-5 0071-1 0051-8 0390-1 0380-0 0317-4 0170-1 0232-9 0302-1 0489-1 0428-2 0129-6 0602-6 0368-1 0097-4 0187-0 0469-8 0501-0 0264-0 0330-0 0478-1 0458-8 0416-4 0122-9 Doralice Arce e E!Laza Ida }. MoeIra IJ rn a Costa ill F.10 ,!"TA Aurilda R ,na Ar•co Fermiana Cleusa A, Te!xeIra Jaclntn Hoff istrr Jane Ap. Ben!te Barbosa Jefrson Aruelho Alcantara Joely A. D. Mar Inez Luizn Lnchncr do San os Mar! len,• Ribeiro l.elte 601-8 AUXILIAR Dr: SERVIÇOS GERAIS Abodin Cecll ln F. (arques Adriana Canlz Alfredo Vnz Almlndn Teixeira Alves Ana Mnrio Vnldez Ann Rosa Brites Aparecido de Toledo Aristeu Ajala Aristides Cabanhe Arce Armando Rosa dn Rocha Arnaldo de Souza Auzeni Niconor da Cunhn Batista Luznrdo IT. dos Santos Belmiro Rodrigues F. Cruz Bernardino Coene Condida Mendes Arguilera Cannem Lino de M. Rohod Celina da Rosa Cepriano Abadie Claudete dos S. Baita Claudia de Leão Clementina de Leon Conceição de Melo Teixeira Cosme Dafo Dava!os Dejanira Mendonça Denir Cardoso Arce Diva Medina Edilson Ramâo Pereira Edneida Mora EI1as de Oliveira Elias Louveira Erasmo Benltes Cruz Ereotildes Cabral Dias Eudo Romero Euzeblo Dias Euzebio Pereira Felipa Vogado Marie Floriana Florentino Ximenes Francisca Figueredo Francisca T. D. Banzato Francisco Chaves Alves Francisco Paulo de Oliveira Geovana M.ieres Ilda Ramona Orosco Ilton Orosco Inácio Rodrigues Ines de Souza Ivone de Souza Izaura Hoffmeister João Galdino Gil Josenilde de P. de Souza Moura Julia Ortiz Mesa Juliana Gamarra Marinho Leonarda Medina Cristaldo Leonora Coene Lidina Cristaldo Franco Livrada Echeverria Martins Lucio Gamarra Luiz Maria Martinez Manoel Aarilha Margarida Franco Maria Claudina de Sou.za Maria L. Gonçal11es Barbosa Maria Lcnir Garcia Mar1a NLlza Rocha Mar1 Maria Olímpia Medina Marin Rosely Peralta Maria Tereza Correa Marilda Torres Marilene Boeirn de Oliveira Marina Ossuna Narincte Terez.:i A. Orosco llirly Xavier da Rocha Coces MaxÍl:!o Medina Mercedes 'ilalva Miguel Felipe de Campos .Miracy Melo Ortega Xaír da Silva Xerocir Hofir.,eister NIlda Medina Odenar Lino Moraes 72. +..O0 1 9. J 71 .. ( I:, 57.33 77.H 76.00 62.66 74.+66 7) . .'ll 78.66 85.00 91.33 83.3) 68.66 91.66 89.13 93.JJ 68.66 0.00 91. 33 70.66 RI .00 62. 3J 85. 33 72.66 68.66 100.00 83.33 64. 33 79.00 76.66 89.33 79.00 72.66 74.66 83.00 66.66 62.3J 91.66 95.66 87.33 87. 33 70.66 7'l.OO 68.66 100.00 93.33 93.33 91. 66 89.33 89.33 62.33 95.66 89.33 89.3J 79.00 95.66 97.66 93.33 68.66 64.33 62.33 66.33 85.33 64.33 79.00 89.33 89.33 85.00 76.66 77.00 87.33 58.00 79.00 87.33 64.33 62.33 89.33 100.00 70.66 81.00 70.66 81.00 85.00 74.66 74.66 58.33 83.00 89.33 64.33 68.66 85.00 o e, fd,'ITL rI A• A 4 Prefeitura Municipal de Bela Vista R LAÇO DE APROVADO5 .A F !: ·ir!ta_to9y P4!!d 1o.02.22. INSCRIÇÃO NOME DO CANDIDATO MÉDIA 601-8 AUXILIAR DE SERVI,OS GIRAIS 09946- 328- 0146-5 0090-7 0139-8 0420-7 0084- 0019-6 01,J(,-8 ()()fl!J-0 0219-2 020!.-0 096-9 017-2 0628-9 0284-- 0162-6 OOJJ-0 OJ99-5 0282-8 04449- 0285-2 0027-1 0163- 0127-0 0575-5 0224-J 0611-0 0207-4 0)65-7 0137-1 0396-0 0499-3 04409-7 0527-2 0054-2 0335-1 0623-8 0238-8 0143-0 0lavo Gunfel 0norIna Ibanhe Centurfon Ova!do Guimarães Benftet Pacula Comes Pedrosa Areco Orosco Pompfllo Fernandes Rafaela Caceres GImene Ramo 0d11 Marques Leite Rnmonn Apnr cJdo CnccrrR Rnmonn Apnrr• idri Concalven Ramona E1d1a Coene Martins Refna Caceres Romeu Cezar Mendes ltomlldn l).wn lon Rosa Prfeto Jara Rosul vn Brites Koncli Colnrcs Voldez Ronevcl Felix de Souzn Rosin110 Aporeclda Cu •vus Rosincidc Martins Fcrnnndes Sandro Hnria Mendonça Schostiâo Arguilcro Sclv., l11trtins Scrgio Ximenes Severino Maciel Socli dos Santos Borges Sofia Ortelhodo Seixas Telma Mar1a Barreto Flores Teodoro· Coronel Teresa Gamarra Tertulin Areco Freitas Tertuliann V. Aristimunho Tito Aires do Rosa Voldornira dos S. Rodrigues Verginin Aguilera Vargas Verinha Lescono Miranda Zeferino Caceres Zeferina Palaclo Cardoso Zc(erina Romeiro Vasques Zilda Ojeda Freitas EDITAL N? 09/93 76.66 72.66 95.466 89.)J 81.0() Ili .00 95.66 75.00 91. 66 89.JJ 89.JJ 100.00 81.00 81.00 85.00 91. 66 72. 66 64. 33 87.JJ 83. 33 87.33 81.00 87.)3 64.33 68.JJ 83.JJ 89.JJ 72.66 62.)3 66.66 79.00 95.66 85.00 95.66 76.66 68.66 79.00 81.00 72.66 81.00 Concurso de Efetivação para Provimento de Cargos do Quadro Pennonente de Pessoal da Prefeitura Municipal de Bela Vista - MS O Presidente da Comissão responsável pela realização do Concurso de E(eti vaçio para provimento de cargos do Quadro Permanente de Pessoal da Prefeitu­ ra Municipal de Bela Vista-MS, de conformidade com o art.2!? da Portaria n!? 114 de 15 de abril de 1993, torno público para conhecimento dos interessa - dos: I - após análise do Relatório dos Fiscais de Sala e comprovação dos fa­ tos, resolve anular as questões nQs 17 e 2J da prova de Matemática dos car­ gos de CARPINTEIRO, ENGANADOR, LUDRIFICADOR, OPERADOR DE MÁQUINAS e PEDREI­ RO. 11 - divulga a relac5o da média final dos candidatos aprovados, consideran do os pontos dos títulos apresentados, de conformidade com o sub item 5.1 do EDlTAL n!? 02/93 de 19 de abril de 1993 e a noto das provas escritas realiza­ dos no dia 27 de junho de 1993. Bela Vista, 12 de julho de 1993 Marcos Elias Rios da Cr Presidente da Comissão 1006-5 3040-3 1067-4 3023-4 J0J2-fl 3005-7 1018-3 3057-2 3034-4 )007-J 3064-0 )027-7 3044-6 3029-J 3038-7 3022-6 3026-9 3058-0 3008-1 3025-0 3024-2 3059-9 3055-6 3039-5 3033-6 3046-2 3048-9 3052-1 3050-5 3047-0 3051-3 3037.9 INSCRICÃO NOME DO CANDIDATO MÉDIA 3035-2 3000-6 3002-2 3004-9 3019-1 3042-0 3030-1 3056-4 3001-4 J003-0 3017-S 3066-6 3009-0 3012-4 3031-0 3015-9 3060-i 3011-6 3028-5 3021-8 3010-8 3041-1 3063-1 3013-2 3061-5 3016-7 3014-0 301-3 ASSISTENTE DE AmUNlSTRAÇÃO Solange Brunet Vareiro Clemente Marcos L. Barbosa Guilherma Freitas Arce Iolanda Ocnmpos Julia Cordova Molina Maria Cloudia de Souza Lecy Lino Leite Gumercindo Rodrigues Eronilda Maciel -- Joci da Cruz Lima Lucinete Leite Lino Maria Vieira 305-6 FISCAL DE TRIBUTOS Crescêncio Fernandes 3036-0 3054-8 3020-0 3053-0 João Nunes de Miranda 401-1 AGENTE ADMINISTRATIVO Zeno Ibnnhes Rose Heli Barreto Flores Siri.a Guedes Correa Arsenio Loureiro 502-8 CARPINTEIRO Aristeu Lopes Ciriante Milton Rat:Üio Conceic;.ão Almiron 504-4 ENCANADOR Eme te rio Medina 505-2 LUBRIFICADOR Condido Romero Coevas 508-7 OPERADOR DE MÁQUINAS Daloo Mechiades F. Lobo Alberto Crer Torres 510-3 PEDREIRO Jacinto Gamarra Jair dos Santos 601-8 AUXILIAR DE SERVIÇOS GERAIS Roraldo Chaves Senona Figuercdo dn Rocha Hermenegildo Valdez Fabia Balbuena de Souza 53.66 52.66 51.33 51-.33 51.33 51.33 51.16 50.25 50.16 50.16 50.16 50.16 56.00 53.33 68.33 56.00 51.33 50.16 53.33 50. 16 50.00 50.16 50.25 50.16 50.00 53.JJ 50.16 100.00 100.llO 98.41 97.41 'eri RosalIn tCrlos Tfmoteo Torres Lourdes A, Cunha dos Sintos I1defons QuInones Sal1na Servulo Perelra H II Gcr1da de Souza dos Santo faria ZoIla Azu ga Afonso BraulIno Paredes Castor Ina Lufz Vtoga Ajala Emiliana Coronel Paredes ernardo Espfnosa .JandIra Balbuena Al•xnndrinn Benitcs Romincio da Silva FclJpn Cn ercs Celino M.edinn Marconde Mareco Livrndn Ferreiro LouvcJro Od nir Scnturion Gonçn1ves Carmem Rodrigues Demfa M d1na 602-6 LIXEIRO NJcnlau Romeiro Beato Salino 603-4 TRABALHADOR BRAÇAL Valeria Fernandes Inácio Gonzcles S1mfo Martinez Francisco Garahi Bonifácio Fernandes Emidlo Lcon Bernardino Ginencs 82.75 82.75 79. 6 i6. 'iO 73. 41 73,/,1 68.25 65.8} 55.66 53,58 51.16 50. ! 50.25 50. 25 50. 16 50.16 50.00 50.00 50.25 50.1 100.00 94. 3) 80.66 69.33 68.1 50.35 50.25 Você vai sair de CARRO NOVO • • + MONZA KADET, OMEGA, IPANEMA, CTIEVF.TTE, CHEVY 500 , PICK-OP. * Nós temos a FÔRMULA MÃGICJ para voce adquirir seu Chevrolet O KM. Compre direto de quem fabrica, Consórcio Nacional Chevrolet. o caminho mais fácil, seguro e econômico de conquistar o seu CHEVROL.ET O KM. NOVOS Grupos - Novas Regras - Planos de 10, 25 e 50 meses! Garantia de entrega de Fábrica. * O seu carro.usado de qualquer marca é aceito como lance! Informações e Vendas - (067) 439-1247 - APAVEL VE!CULOS BELA VISTA - MATO GROSSO DO SUL TUDO E JEANS CO O HELJOR PREÇO DA ClllADE ! RUA CONDE DE PORro ALEGRE - FONE (067) 19-1165 t arrua RUA DUQUE DE CAXIAS (AO 1.AOO DA FARXÃCIA 00 JAIR) ENXOVAL. CONPLETO PARA SEU BEBE ! 0TI O ATEND DENTO , VIS ITE-NOS E CONFI RA AA:ncos E coemo ! 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