- 
BELA VISTA - M ANO 21 
~ 
DIAFIO REGIONAL 
------ 
20 DE JULHO DE 1993 DIHE'l'OR: JVIJ,1)0 PEllP.IRl PHLÇO no LX!.MPL/_H cK$ 50.000,00 
1 b e r t u r a d a 2 2ª E x p o b e 1 
,,.. 
A 228 Edicao da 
Exposição Agropecuá­ 
ria e Industrial de 
Bela Vista promovida 
pelo Sindicato Rural 
foi aberta afici 1 
mente neste sábado , 
dia 17, à1; 10:J0 h_2. 
ras, com as presen 
cas de autoridades - 
civis e militares 
brasileiras e para 
guaias. 
Após a chegada­ 
dos cavaleiros e ama 
Matéria na Página 
..........,__..._,. ..... _,..,....., 
.·on .. , a<lul lo:; e• : 1 
rins, que participa­ 
ra do bonito desfI 
le Country, o Prosf 
dente do Sindica o 
Rural, pecaar sta 
Luiz Fernando Nun 
Rondão, juntamente 
com o Deputado E t­ 
dual Alber .o Rrdon, 
fizeram o d.cerram« n 
to da fita inaugural 
no portão do entrada 
do Parque de Exposi­ 
ções Rio Apa. 
D ELA V I S T A 
@E 
Mensagem do Prefeito. 
t 
i 
PREFEITO ABRAÃO ARMOA ZACIRIIS 
E: com imensa sa 
tisfação que estamos 
novamente juntos, a 
pós 6 meses de admi­ 
nistração, graças a 
compreensão do povo 
belavistense, esta 
mos fazendo um gover 
no de transparência= 
e levando Bela Vista 
à Novos Tempos. 
Quero dizer aos 
belavistenses que ao 
fazer as avaliações­ 
dos 06 meses de mi 
nha administração 
reafirmar que o TRJ 
BlLilO VENCE A CRISE. 
Veja o que a Ad 
ministração lraãÕ 
Armoa Zacarias reali 
zou nos 06 primeiros 
meses de governo e 
quais os projetos pa 
ra o futuro. - 
Páginas - 06/07 
* Contrabando e Assalto 
t 
Breve/ Biografia 
Màrio Mendes Gonçalves 
• Geraldo de Souza Rosa 
Saiba um pouco da História do Municí­ 
pio de Bela Vista, Leia TRIBONI IIISTÕIUCJ 
no 20 CADERNO desta Edição. 
MARCOS ELIAS 
Um Legislativo Forte, 
Atuante e Responsável 
Nada mais justo 
hoje, prestar homena 
gens ao Poder Legis­ 
lativo de Bela Vista 
não só na pessoa de 
seu presidente, Mar 
cos Elias Rios da 
Cruz, mas de todos 
os vereadores e fun­ 
cionários. 
Em tempo de "ca 
ça aos marajás", de 
despesas suntuosas - 
com mordomias, de 
malversação do di 
nheiro público, de 
Política empreguista 
favorecendo parentes 
e amigos, é salutar, 
e isto o povo de Be­ 
la Vista precisasabr 
que a nossa Câmara 
Municipal é a que pos 
sui o menor número= 
de funcionários na 
região. 
Administrando 
com muita seriedade 
e competência, paga 
mentos aos fornecedÕ 
res em dia, salários 
a nossa câmara orgu- 
.Jer. Presidente da câmara Marcos Elias Rios d,r Cru2. 
l~a e nos dá motivos Fica a certeza 
suficientes para a- de que, em Bela Vis­ 
creditar que os ve- ta, o Poder Legisla­ 
readores sempre se tivo é, realmente,in 
portarão com dignida- dependente e pode e­ 
dc-. R,";--·-scntando e/ xercer com responsa­ 
altives o nosso povo. bil.idade suas funções. 
Esta equipe faz o jornal que voce lê: Diretores Ivaldo e 
Estela, ladeados da esquerda para direita por: João Carlos Ve 
lasquez, Elaine Rodrigues, Eva Rita Pinheiro, Arlindo dos San­ 
tos, Job Ortega, Wilson Cãndia, Vilmar Gutierre, Renata Silva, 
Alessandra Santos, Gilson Santos e Rudel Mota . 
Não estão na foto, mas também aqui trabalham : Arl.ene Bar 
celos, Ubaldino Rodrigues, Ademir Jesus e Rosal.i Sal.ina. 
Mais um ano da Princesa do Apa é também mais um·ano a ela 
dedicado de muito amor e trabalho. 
TO.DOS NÕS : DIÃRIO TRIBUNA DA FRONTEIRA E 
GRAFICA E EDITORA APA

JORNAL, TRIHUNA DA FRONTEIRA -- DIÁRIO REGIONAL, 
BELA VISA , 20 D# UL D D 1993 
HOlEL POUSADA DA FRONTEIRA 
A Extensão do seu Lar em Bela Vista 
•.t 
a 
Apesar de todas as dificuldades por que passa o 
seu 750 aniversário. A cidade somos todos nós. 
nosso 
País, acreditamos no desenvolvimento desta terra e trabalha- 
mos para dotar Bela Vista de um hotel com estrutura 
bem receber as famílias que visitam a nossa cidade. 
O Hotel Pousada de Fronteira oferece atendimento perso­ 
nalizado e a nossa intenção é fazer com que nossos hóspedes­ 
se sintam como se estivessem em sua própria casa, oferecemos 
apartamentos simples, apartamentos com ar condicionado, tele 
visão, frigobar e suites amplas e modernas, além de um café 
da manhã completo e restaurante a la carte. 
Gão e família parabenizam Bela Vista pela passagem do 
para 
Parabéns Bela Vista· 
Engenheiro Ricardo de Souza Rosa (Gão), Esposa Tati e 
filhos: Vicente, Ana Carolina e Tatiana. 
---------- --- 
Mercado Sacolão 
• Uma Mensage de Oti is 1 
. ' ,., 
Desde que aqui 
cheqamos sempre 
ditamos nas potencia 
lidados de Bela Vis­ 
ta e sentimo-nos to 
rados em poder 
tar nesta data tão 
oignificativa as 
nossas homenagens à 
qarra e a dedicação­ 
de todos aqueles que 
com muita luta, es 
tão transformando Bc 
la VIsta numa cidade 
mais feliz. 
Sempre perseguin 1,. 
-i: 
do o ideal de bem 
servir, agradecemos­ 
aos nossos clientes 
e amigos pela preferência que muito nos honra, oferecemos o 
mais completo sortimento de gêneros alimentícios, frutas,VP-_!: 
duras, bebidas, enlatados, produtos de limpeza, artigos para 
presentes e uma 
Rua Santo Afonso, 1113 
grande variedade de mercadorias, 
sempre com os melhores preços da praça. 
Parabéns Bela Vista pela passagem de mais um aniversá - 
rio de emancipação político-administrativa. 
São os votos do seu: 
MERCADO SACOLÃO DE: JL LOPES 
Fone (067) 439-1661 
Feliz Aniversário 
Juneir Marques e Esposa 
Que a Paz, a esperança e a compreensão, 
sejam a principal estrutura da integração de todos 
os belavistenses neste dia, pois aquele mistério 
suave, inefável, que a 
gente vive e não consegue definir 
que a gente saboreia e ninguém descreve 
com exatidão total. 
Parabéns Organizadores 
da 22 Expo bel 
São os votos do Vereador Antoniojuanense Juneir Marques, 
Presidente da Câmara Municipal de Antonio João! 
ços. 
Nossa Homenagem 
Tenente Alírio Villasanti 
A Policia Militar : - 
, atraves do seu c d 
b 
. 	oman ante cumpriJneE 
ta os elavistenses nesta data tã . . . • 
o significativa. acreditando 
na pujança desta terra e reafirma d 	' 
n ° 
O compromisso de 
nuar prestando com profissional" 
ismo e dedicação os seus servi 
Parabéns 
Bela vistenses 
20 Pelotão da Polícia M.i 
litar - Bela v· t 
1s a-MS

.J',!
1 
•• /d, 'f '.1 Jlli!,f•. Ili J 1•';' ,í L f [•/, - IJ I f, , J O 1+1, 4A'. 
:., 
Ao Povo de Bela Vista 
LIBERDADE - O homem é um ser cósmico , 
nasceu livre, e livre deve continuar 
para alçar os altos vôos em direção à 
Luz Maior; 
IGUALDADE - Todos são iguais perante a 
Lei, e preciso que coou igualdade ncja 
implantada também no dia-a-dia, igual­ 
dade de oportunidade□, de estudos, tra 
balhos, enfim, que as riquezas sejam • 
diotribuidan de acordo com a necessida 
de do cada um. ­ 
PRA'l'ERNIDADE - r: preciso que a grandc­ 
(amília desta esfera chamada TERRA se 
una, um só corpo, caminhando juntoo,na 
aventura de construir civilização ba 
seada no amor, na fraternidade. 
Com Trabalho e 
União Venceremos 
l 
Esta e a monnagem de llELDERT BASSO E FJHlLIA 
,1 
Mais um ano 
Progresso 
de 
No dia e que todos nós 
cor moramos co orqulho mais 
um aniversario de bela Vista,e 
impossivel deixar de pensar 
e sua gente, 
am ue na verdade é a parte mais 
i,portante de todo esse 
processo de denvolvimento 
Mui to e tem d I to nobre 
Bola Vista, muito e tem feito 
por ela, mas certamente, 
ainda resta fazer o 
dizer muita coisa. 
Parabéns bela Vista, por essa 
confiança que voce nos passa. 
Por todo lrnpcto de coragen, 
ele certeza no futuro. 
Parabéns 
SÃO OS VOTOS DO: DR. CARLOS ALBERTO OCARIZ E FAMILIA 
Um Povo que Trabalha 
I• 
PARABÉNS BELA VISTA 
Osvaldo Cezar Possari 
uma cidade só cresce e desenvolve-se através do trabalho 
sério e da dedicação de seu povo. 
Estamos certos que fizemos tudo o que estava a nosso al 
cance e continüaremos fazendo, pois amamos e admiramos esta 
terra querida. 
Parabéns Bela Vista pelos 75 anos de emancipação políti­ 
co administrativa. 
são os votos da AUTO ELÉTRICA DINÂMICA - BELA VISTA 
Proprietário - Luis Carlos Calliari Machado 
f 
L 
Osvaldo Possari 
.4 
J 
Nesta data em que Bela Vista comemora 75 anos de criação 
cumprimentamos a todos os seus filhos. 
Que o dia seja de festa para todos, no campo ou na área 
urbana e que Bela Vista continue progredindo sempre, a ca.mi 
nho do pleno desenvolvimento, com o trabalho de todos nós que 
amamos essa terra. 
são os votos da Viação Cruzeiro do Sul 
Diretores - Osvaldo Cezar Possari e Osvaldo Possari 
Mensagem 
O crescimento de uma cidade é o fruto da tenacidade 
e da capacidade realizadora de sua gente. 
o progresso de um município vem pela criatividade e 
trabalho, pelo departamento, 
por suas autoridades. 
Bela Vista, nos seus 75 anos de vida, 
é um exemplo d.isso. 
Onde trabalha e se realiza, se planta e se constrói. 
E nesse caminho Bela Vista será cada vez maior e mais 
importante no contexto estadual. 
Ao comemorar 75 anos, saúdo Bela Vista pelo espírito 
realizador de seu povo, ao mesmo tempo em que cumprimento 
as autoridades constituidas do município 
pelo despreendimento como 
conduzem os destinos dessa terra. 
PARAB8NS POVO TRABALHADOR DE BELA VISTA 
PARABÉNS EXPOSITORES DA 220 EXPOBEL 
FELIZ ANIVERSARIO 
PREFEITO MUNICIPAL DE JARDIM ENGENHEIRO JO~ V. Dl'! S. PIRES

JO!AI, 'TRINA DA JHOIEIRA - DIÁRIO JEGIONL 
-ÜM EMPRESÍRIO MODERNO, 
UM PROFISSIONIL COMPETENTE 
frlo os M!avtenses t uma op 
- ,ata 
çóo perramente onde era atona10o 
de forma especial. - · 
No s de Junho, André minis - 
trou cursos em Dourados, atenden­ 
do solfeltação do SEBRAE (MS), na 
oportunidade fof detaqe na {m - 
prens: douradense, transcrevemos 
artlgo publlcodo no Jornal O DF.t,.t 
TE, dnqueln cldade, enfocando o 
brilhantismo deste 'novo belavIs- 
f. ratIffcante ver que 
Vta, no iltmos tempon, rece­ 
beu "mangue novo' para mover as 
engrenagens do comércio e da In­ 
dústrla local. 
ela 
Várias apresas e prof Is lona!s 11ber 
Ln Instalara no Mmfcfplo,estao par­ 
tfcIpando atfvante da vida rrftar1a. 
Or fundo de antros maiores,cheg;mm n r. 
6a cidade com Inovaçoes que trans 
formam estruturas arcaicas abrln 
dn novno cnminhos. 
prtetárlo do POSTO SA!VTA MARIA 
um proflsfonal competente, ex­ 
professor unlverltarfo da FUCMAT 
e CESUP, de Campo Grande. 
O Profesor Ande é raduado - 
em AdmfnIstraço e MarketIn, una 
"aqutstço" rI1hante que Bela 
Vista "atnda'não oube aprove! 
tar. 
Em 
Mar Ia 
çoco, 
todoo 
sua empresa, o Posto Santa 
ele implantou várias inova­ 
entre elo o o POSTO 24 HORAS, 
os dios, [aço sol ou faça 
.... 	.Jl/1 
Marcos André Madrid, Paulo Sérgio dos Santos, 
Rose Ane Vieira e Hermoges Rojns. 
Bela Vista está em festa, comemoramos o 752 ani 
w:rsário de emancipação política do Município, es-: 
tamos realizando a 22~ EXPOBEL, promoção do Sindi­ 
,cato Rural, com a colaboração da Prefeitura Munici 
pal, destaque especial para o Clube de Laco, dando 
µm prilho maior à festa. 
Bela Vista está em festa, também, porque hoje , 
dia 20 de Julho de 1993 foi a data estipulada pela 
direção deste Jornal para confirmar sua circulação 
diária. Depois de meses e meses, quase um ano, de 
experiências, ·conforme havíamos prometido dia 20 
de Julho de 1.992., hoje a er.presa editora consoli 
da o TRIBUNA DA FRONTEIRA, Diário. - 
Adquirimos ncvos equipamentos, implantamos uma 
rede de correspondentes em todas as cidades da re­ 
giâc, reciclamos os nossos Redatores e Repórteres, 
os pro.fissionais da área de impressão e montagem, 
tud.o foi ftcito, durante um ano, para estruturar o 
Jornal e implantar DEFINITIVAMENTE O TRIBUNA DA - 
FRONTEIRA - DIÁRIO. 
Estamos preparados. Mais do que preparados, es­ 
tamos prontos para uma "guerrra", contra o imobi - 
liso, a estagnação , que.remos e vamos fazer parte 
da peque.na e seleta famíUa dos jornais diários. 
Comemora Bela Vista, os belaviste.nses devem se 
orgulharem deste feito, no Mato Grosso do Sul te - 
m.os apenas OITO Jornais diários, estamos entte os 
OITO. 
O carro chefe da Rede Belaviste.nse. de Jornais - 
ingressa num novo tc,mpo, sen abdicar de seus prin­ 
cípios de liberdade e não comprometinento, edita - 
roos jornais para o POVO, atendemos :eIvi::dlcacães 
tense". 
CURSO DE IELEMIRKETING DO SEBRIE 
FIZ SUCESSO.EM DOURIDOS 
Marcos André Madrid, Professor 
O Sebrae concluiu na semana - ca, envolvendo equipamentos ele - ja, a estruturação interna da Em - 
passada mais um curso dos vários trônicos de Última geração, como presa, fundamental para o sucesso 
oferecidos pelo sistema em todo aparelhos de fac-símile e computa do empreendimento", afirma o Pro - 
o País. Desta vez mais de 30 Em- dores ou simplesmente o telefone. fessor. O curso chamou bastente a­ 
presários, vendedores, comerciá- to uso da tel~comunicação di~ tenção, e o Sebrae já prepara uma 
rios e interessados de Dourados, reta para atingir o mercado. nova data para o agendamento de um 
tiveram 20 horas de aulas sobre Professor Marcos expôs aos alu novo curso em outra ocasião na ci­ 
Telemarketing, através de curso nos as principais técnicas aplicã dade. Dezenas de pessoas já mani - 
ministrado pelo Professor Marcos das ao telemarketing e principal= festaram interesse e aguardam a o­ 
André Madrid, instrutor do Se - mente os principais vícios e er - portunidade para participar do cur 
brae para cursos de Marketing e ros, muito comuns atualmente em so sobre o tema. Empresas e parti­ 
Telemarketing, graduado em Admi- sistemas de telemarketing males- colares também podem ter acesso a­ 
nistraçâo e Marketing e ex-pro - truturados. "Não basta o Empresá- os outros cursos, na medida das pos 
fessor universitário da FUCMAT e rio querer, precisa estruturar-se sibilidades e da d.õsponibilidade = 
CESUP de Campo Grande. para o trabalho, caso contrário - de Professores. Basta entrar em - 
O curso foi realizado na sema os resultados não funcionam como contato com o Sebrae, já estrutura 
na de 14 a 18 de Junho, na sede o pretendido e muitas vezes pode do em vários Municípios do inter- 
da Associação Comercial e Indus- até prejudicar a empresa", diz or do Estado e na Capital. 
trial de Dourados, entre 19 e Madrid. 	Segundo o técnico do Sebrae em 
23 horas. Os participantes rece- Segundo. ele, três regras são - Dourados, Paulo Sérgio dos Santos, 
beram noções básicas sobre a im- básicas para o sucesso do sistema os próximos cursos programados pa­ 
portância e o funcionamento do na empresa; a adequação de recur- ra a região e fronteira tratarão - 
Telemarketing, uma técnica de sos humanos para o trabalho, fun- dos seguintes assuntos: Iniciação 
venda e complementação de vendas, damental nas relações cliente-era- Empresarial, em Dourados, indicado 
cada vez mais utilizada atualmen presa; a logística de entrega,que para·acadêmicos e interessados no 
te. 	basicamente no equilíbrio racio - tema; e em Ponta Porã serão minis- 
O Telemarketing, em outras pa nal da relação estoque demanda e trados cursos de Telemarketing, Or 
lavras, significa o desenvolvi= o controle de entrega. "Estes anizacão & Métodos (0 & M) e 
mento de ações comerciais e de três fatores integram o que se Princípios Administrativos. 
divulgação através da telemáti - constitui o endomarketing, ou se- 
Consolidacão Definitiva do· Jornal Diário 
deste POVO, não estamos e nunca estarem::s presos as 
miragens de um pah: efêmero. Nosso compromisso é 
com o POVO. Com os leitores. 
AOS LEITORES DE 
BELA VISTA 
Nos Últimos meses estávamos distribuindo os Jor­ 
nais Correio Jardinense e Tribuna Murtinhense. (Se.ma 
nãrios) para completar o compromisso de seis Jor - 
nais/semana, a partir de agora os leitores (assinan 
tes) receberão o TRIBUNA DA FRONTEIRA todos os di = 
as, a exemplo dos demais Diários, a TF só não circu 
~ará às segundas- feiras. 
O Jornal busca a moaernizaçâo, mas tudo dentro 
de nossa realidade, investir sim, mas com método 
sem "traumas", acreditem, leitores que nos acompa 
nham ha mais de 20 anos, BELA VISTA terá motivos su 
ficientes para se orgulhar do Jornal que faz histó= 
ria, planta a semente do progresso, caminha altanei 
ro, livre e_soberano, pelos caminhos do jornalismo­ 
verd ,.de e nao comprometido, 
Toda a estrutura necessária p:ira se manter um 
Jornal diário de alto u!vel roi e está sendc implan 
tada. Novidades surgirão já nos próximos dias, mas 
a novidade maior, motivo de festa para os belavis - 
tenses, é a CONSOLIDAÇÃO DErlNITIVA DO DI.ÃRIO TRIBU 
NA DA FRONTEIRA. 
O D
o·•tor os.é ~du.lrdo '1c-d1'r ~~tf"<~~l .. ell!. Jufc. 
• 	L. Er A, d 
de Dfre!to da Comarca de Bela Vsta, tsraao 1e 
Mato Grosso do Sul, na fora da Lei, etc... 
• FAZ SABER a todos quantos o presente Edital 
vire ou dele conhecimento t!verem e Interessar 
+ « 	r. e o ne 106 92 
o~so C'xpedicio nos ouros dt' ,si'CU~ - ' • 1 
PG9!+ IAIR MEXA BARRETO contra ·EDSON ME- 
proposta por 'nu nrw v 	,f 
EIROS DE YORAES, n trG!te por ste Juzo e] 
cartGrlo Judicial, que no dias 03 e 23 de Ages] 
to de 1993, respectivamente, às 14:30 toras, no] 
1oca! destinado à hastas públicas, no itrio d9i 
Fórum, sito a Rua aro do Ladir1o, 1595, sera 
levado à p@blfco pregão de vvenda e arremata€ao 
em Praça Pblfca, a qu mais der acima da ava- 
11ação mencionada abafo, o bem penhorado ao 
executado no referido processo, a egulr descrt 
to: 507 (cinquenta por cento) de terras pasta1s 
e lavradias dentro de uma arena maior de 141 
(cento e quarenta e uma hectares) e 8000 (oito 
ail metros quadrados) da Fazenda Pr inavcra, ni­ 
tuada neste Munfclpfo e Comarca de Bela Vista 
MS., dentro dos seguintes limites e confronto - 
çÕes: - Ao Norte e Oeste, com terras de Cocar - 
Rodrlgues de Araújo; Ao Sul, com o Rio Apa e a 
Le.s te com terras de José Simplido da Costa 
Marques. Devidamente matriculada no "GI desta 
Comarca sob o ng 2049, 11vro ng 02. 0 Referido 
imóvel encontra-se bem situado, completamente - 
cercado e formado, avaliado em Cr$ 12.000,000,00 
por hectare, no total de cr$ 1.701.600.000,00 
(um bilhão setecentos e um milhao e seiscentos 
mil cruzeiros), importando os 507 (cinquenta - 
por cento) da área penhorada em _Cr 
850.800.000,00 (oitocentos e cinquenta milhoes 
e oitocentos mil cruzeiros). Na primeira Praça 
o imóvel não será alienado por preço inferior - 
ao da aváliação, sendo que na segunda praça,que 
só terá oportunidade se resultar negativa a 
primeira, o imóvel será vendido a quem mais der 
e. maior lanço oferecer ainda que por preço abai 
xo da avaliação. Não havendo expediente em qual 
quer dos dias designados para as Praças, estas 
realizar-se-ão no mesmo local dos dias imediat! 
mente seguintes. Caso o devedor não· seja encon­ 
trado,fica<ESde já intimado por este Edital com 
prazo de 15 (quinze) dias, das datas designadas 
para as praças. !'.los autos consta que o imóvel - 
foi penhorado em sua totalidade em favor da 
Prefeitura Municipal de Bela Vista, nos autos 
ng 27/93, de Cobrança E:,eçutiva. E para que ni;:. 
guém possa alegar ignorância, foi expedido o E­ 
dital com prazo de 15 (quinze) dias, que publi­ 
cado e afixado na forma da Lei. Dado e passado 
nesta cidade e Comarca de Bela Vista, Estado de 
Mato Grosso do Sul, ao primeiro dia do mês d de 
julho de mil novecentos e noventa e três. Eu 
(Edgard !banhes), escrivão substituto, o datilo 
grafei. (a) Pedro Vergilio da Silva, escrivão= 
judicial por determinação. 
PREÇO DESTE EXEMPLAR: Cr$ - 50.000,00 
Tribuna da 
Diário 
Fronteira· 
Regional 
FUNDADO EM 20/02/1972 
Publicacão da Rede Belavistense de Jornais­ 
LTDA - Avenida da Fronte.ira,564 
FONE: (067) 439-1410 -. CAIXA POSTAL 23 
e.e.e. - 15.513.203/0001-90 
BELA VISTA 
MATO GROSSO DO SUL 
Diretores 
.Ivaldo Pereira e Me.ria Estela Velásquez Pereira 
Diretor Responsável 
Ivaldo Pereira 
Reportagens 
Ubaldino Rodrigues e João Carlos Velásquez 
Gerente - 
Gilson Silva Santos 
Redaçã.o, Administração é Parque Gráfico - A 
venida Tribuna da Fronteira,564 - Sede Pr6ra 
Sucursais 
Antonio João, Porto Martinho, Maracaju, 3o- 
nito, Jardim, Caracol e Campo G;a.ríde. ' 
CORRESPONDENTES 
Campo Grande, Brasíli- p 
a e 'rinc1pais Capitais 
Não devol;vemos originais. 
O Jornal não se responsabil.i:za pel.os 
gos assinados ou de origem definida. 
Filiado A ADJORI/MS e ABRAJORI 
Arti - 
Preço do Exerplar: 20.000,00 Ass. Seretra1:1000, 00 
Exemplar - NO Atrasados: 30.000,00 As. Tr Letra1: 70000000

JORNAL, 'TRIUMA DA PONTEIRA -- DIÁRIO REGIONAL, 
DE MAUS nanas CONSTRUIMOS NOSSO FUTURO 
'oso Município 
transformou-se hoje 
num potencial econômico. 
Daí a razão de nossa alegria, 
neste dia. 
P/.RAfl.8NS DELIVISTENSES 
IY 
·1 
MARRUÃ JEANS 
* TUDO EM JEINS, COURO, ROUPAS 
!NTIMAS, /CESSÕRIOS, ETC .. 
* RUA CONDE OE PORTO ALEGRE,S/N 
* FONE- (067) 439-1410 
* SEMPRE COM OS MELHORES PREÇOS 
DA CIDADE! 
* VÃ LÃ E COMPROVE 
aos BELftVI 
A Importadora e Exportadora MORAES MURANO, neste dia 
em que Bela vista comemora o seu aniversário, renova o com- 
promisso de continuar trabalhando, investindo, gerando 
quezas e empregos para o povo. 
Nossos tempos são de produção, são tempos de FAZEDORES 
ri 
menos de FALADORES, o Brasil clama por homens de ação, a 
cão, 
Rua Antonio 
poca é de atividade, Bela Vista precisa de um impulso maior 
cabe à iniciativa privada dar este impulso. 
talento de nossa gente, nos trabalhadores 
confiamos no 
n
os produtores rurais, para vencermos 
empresários, 
os desafios, e unidos, transformaremos a nossa 
numa cidade progressista. 
Moraes & 
l rnportadora 
Bela 
PARABENS BELA VISTA 
AO
S ORGANIZADORES E PARTICIPINTES DA 
PARABENS 
EXPOBEL/93 
todos 
Vista 
Murano Ltda. 
e Exportadora 
Fone 
" 
- de bovinos, equinos, materiais de 
Importaçao 
. artigos de vestuário, etc ••• 
madeiras, · 
João, 900 - Sala 3 - 
é 
(067) 439-1062 
pela Vista - Mato Grosso do Sul 
constru- 
FE ERSARIO 
J 
Empresário Antonio Aranha 
Nosso sincero abraço para todos que movimentam 
as engrenagens do trabalho, 
resultado do engrandecimento 
desta cidade. 
Parabéns povo ordeiro de Bela Vista 
Parabéns Organizadores da 220 Expobel 
/ 
I 
I 
T 
- 
SÃO OS VOTOS DA: 
MINERAÇÃO BODOQUENA - JARDIM - MATO GROSSO DO SUL

JORNAL, TRIHUNA DA FRONTEIRA DIARIO REGIONAL 
··---~---- -·---·-· 
EDUCAÇÃO, CULTURA ' 
E DESPORTO 
1 
' 
O retino de Educação, Saude e De- 
porto, Paulo de Mlo, a exemplo dos demais, 
teve que adequar sua pasta à nova politia ' 
administrativa como primeiro passo no inicio do 
Governo ''Novos Tempos''. Com três viaturas 
da ccretana reformadas pela atual administra- I 
çio, o cretário efetuou um levantamento do 
11uadro de pcr,soal existente e executou a adequa­ 
ção deste quadro ao que cncarou como ''cssen­ 
cial'' para funcíonamcnto cfa Secretaria de Edu­ 
cação, lotou pessoal administrativo c professo­ 
res, c estruturou o organograma da sccrctaria 
Para dar início ao ano letivo, Melo con­ 
cluiu o levantamento fisico das escolas e deter­ 
minou sua rcfomm, limpeza e pinturà, possib1li­ 
tnndo, a seguir, a abertura das matriculas. O 
Programa de Capacitação de Professores já exe­ 
cutou a primeira etapa do Jº módulo de um total 
de quatro que serão ministrados durante o ano. 
Todo o material didático e do expediente foi 
adquirido e distribuído às escolas. 
Com a recapacitação dos professores, 
além de assegurar aulas ministradas por profis­ 
sionais inteiramente aptos, a secretaria modifi­ 
cou o plilllo educacional, que passou a ser mais 
moderno e adequado nos mais avançados centros 
educacionais do País. Com isso, Bela Vista 
deixa de estar um passo atrás cm matéria de 
educaçilo, passando a equipar-se, neste aspecto, 
a qualquer outra escola brasileira, por mais 
avançada que seja. 
A reforma das escolas e a construção de 
salas suplementares revigorou o sistema educa­ 
cional de Bela Vista, fazendo com que aumentas­ 
se o interesse tanto dos pais, como dos alunos e 
professores, reduzindo acentuadamente o déficit 
escolar no município.No ano passado, a Rede 
Municipal de Ensino atendeu 1.398 alunos na 
zona urbana e 966 na zona rural. O aumento este 
ano, é significativo, passando para 1.516 na 
zona urbana e para 1.213 na zona rural. 
ADMINISTRAÇÃO 
Nestes primeiros » me de gorno, a 
Secretana de Administração, cnduzda por 
Evilán1o Nuns de Miranda, for uma das que eve 
que redobrar esforços para cumprr toda as 
uas mctas A primeira mw são determinada pelo 
prefeito Abrio zacanas foi a de enxugar a má­ 
quina administrativa e regulanzar integralmente 
o quadro de servidores Além disso, aquela pastá 
efetuou um levnntumcnlo patrimonial d.a 
municipalidade, nomeando omissão especial 
para este trabalho. O almoxarifado central, en­ 
contmdo cm compkto e .. tado de abandono fo 
restaurado e c~tá cm pleno funcion:unento. A 
seguir reoranou-se o ''arquivo morto'' e im­ 
plantou-se o protocolo central e o sistema de 
processos, o que tomou o andamento dos assun­ 
tos administrativos muito mais rápido e eficien­ 
te. 
Com o equipamento tclcfõnico completa­ 
mente comprometido, a Prefeitura de Bela Vista 
iniciou o ano quase que incomunicá vcl. Em vista 
disso, coube à Secretaria de Administmção a 
aquisição e instalação de um moderno sistema 
PABX e de uma máquina de xerox para a 
distribuiç;io de cópias de processos e de comuni­ 
cações diversas de interesse do Executivo. Os 
veiculas da Prefeitura Municipal foram comple­ 
tamente regularizados junto ao Detran. A secre­ 
tnria também cuidou de instruar a cozinha da 
prefeitura em local mais amplo e higiênico. 
Neste mesmo pcrlodo, foram realizados 50 jul-, 
ga.rnentos de licitações pc,la Comissão Perma-. 
nentc de Licitações, bem como fora conduzidos 
os estudos para claboraçjo do Estatuto dos 
Servidores Públicos Municipal, cm conjunto 
com a chefia de Gabinete do Prefeito. O projeto 
está cm poder dos vereadores para análise e 
aprovação. A mesma pasta ainda elaborou a 
nova tabela de valores dos vencimentos dos • 
servidores municipais, reajustada para valores 
que oferecem condições mais dignas de subsis­ 
tência aos funcionarias da municipalidade. 
AÇÃO SOCIAL 
"Vamos mudar o conceito de ação social, 
promovendo paralelamente um trabalho de ori­ 
entação incentivando novas frentes de trabalho e 
fomentando a economia do município". "A 
afirmação é do Secretário de Ação Social c 
Desenvolvimento Econômico, João Kalife, des­ 
tacando como aspecto mais importante destes 
6 meses dcadministraçãoacriàçãodo 
Projeto Acalanto. No projeto, aparecem como 
realizações básicas a recuperação de cinco cre­ 
ches, que atenderão crianças de até sete anos de 
idade. A recuperação exigiu reforas nas insta­ 
lações elétricas e hidráulicas, limpeza geral e 
• pintura, ban como aquisição de material didáti- 
1 
co. Cerca de 129 crianças deverão ser bcncfici- 
l
adas com a capacidade inicial de atendimento 
das creches. Todavia, além de dar às creches 
plena condição de funcionamento o Projeto 
Acalanto irá uniformizar as crianças, oferecen­ 
do a elas, também, atendimento médico e 
odontológico. 
• O secretário João Kalife destacou, ainda, 
odescnvolvimcntodeatividadesnasassociações 
de moradores de Bela Vista. Na Associação da 
Água Doce o transformador foi recuperado e já 
estão cm pleno funcionmnento a olaria da entida­ 
de e o trator, que serve os pequenos agricultores, 
também reformado pela secretaria. Já na Asso­ 
ciação do Distrito Nossa Senhora de Fátima 
também foi recuperado o trator utilizado pelos 
pequenos produtores, C!XjQnto que a entidade 
passa pelo processo de eleição de sua nova 
diretoria. As dem:iis associnções de bairro de 
Bela Vista tunbém enc:ontram-se com suas dirc,. 
~ rcc:én deitas, ou cm fase de eleição. 
A Preetna está ntormzando e garantto assstca meto 
odontológica aos estudantes da REME e As crias atendas 
pea creches ao municia, a trav és das Pro,etos As	an to e Rao 
de So 
pelo município indevidamente, durante adminis­ 
trações passadas, através de títulos provisórios 
ou definitivos. 
Além disso, Tebicherani está encarregado 
da elaboração de projetos para fins de viab1 liLlçào 
de recursos e, ainda, das análises e aprovações 
de projetos encaminhados à Prefeitura Munici­ 
pai. Bela Vista é assim, tudo tem planejamento 
minucioso antes da cxecuçilo, evitando-se gastos 
desnecessários e a certeza da conclusão dos 
projetos exatamente como foi previsto. 
VIAÇÃO, OBRAS E 
SERVIÇOS URBANOS 
reestruturar o quadro de funcionários da sua 
pasta, a fim de enquadrar-se na nova política 
administrativa do prefeito Abraão Zacarias • 
Depois disse, trabalhando cm conjunto 
com o Dersul, a Secretaria de Obras efetuou o 
patrolamento de 90 por cento das ruas não 
pavimentadas de Bela Vista, bem como o 
cascalhamento de todas as ruas que servem o 
Bairro Prcvisul. Quarenta por cento das ruas do 
Bairro Vila ova e 80% das ruas do Bairro 
Cohab foram cascalhadas, enquanto a fábrica de 
concreto da municipalidade se ocupava de pro­ 
duzir mais de 220 tubos das mais diversas medi- 
das, para a instalação de esgotos e canais para 
. águas pluviais. Destes, 72 tubos já foram insta­ 
lados nas áreas mais criticas da' cidade. 
A pasta também fez com que um cami­ 
nhão basculante fizesse um total de 596 viagens. 
para distribuir terra e cascalho para 195 famili­ 
as, que utiliL'.lram as cargas para aterrar terre- 
as"" 1ENSIGEM 
·r .J '4"· ~ c• •• ,ç ~ • .:i pe' Pr.1. r~· ' M 
funcpa! de B, a Vi. tm"pl ) unto'' 
± : . 
Carlos Tcbherari imuo pape!pnnapalma com imensa satisfaçao que est 
1, de E a!d 10d, 'novamente juntos, após 6 reses d 
ahor io e Plano menntal los !das 	a 
de governo Depois de laborado o plano que lnistracção, graças a compreensao do 1 
t "P 	'í,1avisense, estamos fazendo um qc 
encontra-se cm sua reta final, o secretáno tou + a 	l d E ] 
1 
.J transar&ncia e V .1 ! • o e a 
de efetuar o recadastramnto imobliro do no de +v - "" 
ta à NOVOS 'TEMPOS. 
mumicipio, bem como um cstudo para adaptação uero dizer aos belavistenses que 
do Codgo Inbutino, do Codgo de Obras e do [,zer s avaliações dos 6 meses de 
C6digo de Posturas 	p,, administração, reafirmar que o 
A Secretana de Planejamento também y»LHO VENCE / cru SE. 
ficou responsável pela avaliação dos prédios Foram seis meses de t abalho com j 
públicos, incluindo a rede escolar municipal, as ,,reocupação de resgatar a Justiça Soe}. 
e~colas estaduais, as creches municipais e a al e a credibilidade administrativa 4 
crehe''Tnbunadafronreira''.Apastatam· urn Governo participa ivo, priorizando . 
bém determinou a restauração de prédios pübh- as ações sociais através dos projetos - 
cosepequenosrcp:iroomes-truturacbrededa RAIO or:: SOL, onde mais de 2000 criança 
municipaiidade.Concluídaaplantadcvalores fora□ocneficiada::,, LaiG corno unifor - 
imobiliários, a secretaria efetuou o lançamento [mes, merenda ·scolar farta, materiais - 
do fPTU e o levantamento dos imóveis doa.dos didáticos, visi ta ao médico e dentista 
p.rlodicamentc e de principal a rccicl, 
gem de nossos professores. O Projeto A­ 
C1LANTO co:n mais de 300 crianças te, 
Creche. Projeto CONVIVER, tendo a fre - 
te a Sra Consuelo, onde atende mais dl 
500 idosos e que tem a :;ua pa.rticipa,~~ 
ativa dentro do programa e a rcsponsã. 
vcl pelas creches a Sra. Leda, que 
muito competente nessa área. 
Na área de saúde temos mais de 
atendimentos mensais.Temos também a DilÚ· 
de móvel nos Bairros onde nós temos os 
Postos da Santa Rita, e do Bairro Pr~a 
vera, interligados ao posto central dê 
Gaúde de nosso Município. 
Temos também a Campanha do Agasalho 
onde já foram mais de 700 cobertores en 
tregues às pessoas menos favorecidas pe 
la sorte. 	- 
ASccrctariadeViação,ObraseServiços No Hospital temos médicos remunera - 
Urbanos, trabalhoud.iutumamentedurantecstes • d(?s pela municipalidade para a tender os a 
primeiros 100 dias do Governo "Novos Tem- 30 dias no mês e até mesmo fazem plan - 
l
pos". Foram obras e mais obras de rcfonna e tao para atender casos cmergenciais. 
ampliação, além da restauração da frota de Temos gabinetes odontológicos fundo • 
vciculosemáquinasdaPrcfeituraMunicipal.O na
ndº que não parece ser nada, mas tem 
secretário élio Diório tratou inicialmente de um cus
t
o elevadissimo, e que conta com 
4 dentistas contratados para fazer aten 
dimento à população belavistense. 
Temos mais de 30 mil metros quadra - 
dos de recapeamento do asfalto. 
Fizemos a operação tapa buracos em - 1 
todo o asfalto velho de nossa cidade.Te l 
os também vários projetos em Brasília- cu 
que estao em andamento. Quero neste mo- 1 
mento agradecer,ao nosso Governador do t 
Fstado pela tão sonhada obra que Be]_ 
1sta precisa, o que temos anseio ai ! 
que e a BR-060. Temos também o problema nt 
de energia eletrica que está sendo sol da 
c1onado e que tenho a certeza que ati o 
final do ano estaremos inaugurando uma ra 
nova sub-estação para Bela Vista. coas!• 1 
gu7mos as reformas das Escolas, Dr. Joa r.ti 
quim _ Murtinho, Generoso Ponce e a cons 
truçao de mais uma sala de auÍa na Esc@ 
la Ester S51 	- ·I 
. i va, isto está orçado e.m a - 
proximadamente 2 5 bilh d, iros. de 
P 	, oes e cruze e 
aa"} es
t
e dia 20 teremos a entrega 
11 · 30 d casas - do Projeto Erva Mate, as pr 
• . ':1 manha e essas ações só fora - 2 
possiveis devido a interferência do nos e 
so Deputado Waldemir Moka, que não tem 
- 
nos. 
A secretaria se responsabilizou pela re­ 
forma do prédio do Aeroporto ilunicipal. além 
da restauração de um posto de saúde. duas 
creches, sete escolas, incluindo pintura, iroca de 
vidros, instalação de fechaduras e consertos das, 
redes hidráuli= e clétriCJIS. Também foi efetu­ 
ada a roçada dos bairros Boa Vista. Prcvisul 
Espirito Santo, Baixada Fluminense, Baiada 
Corintiana e Primavera 1. O secretário também 
determinou a limpeza de valas e de toda a parte 
central da i:idade, passando por podas de árvores 
até a pintura de guias. A praia do rio Apa 
também foi inteiramente limpa, expulsando da 
cidade o aspecto de abandono que foi deixado 
pela administração anterior. Com o trabalho 
desenvolvido pela Secretaria de Obras, Bela 
Vista mudou sua imagem e transformou-se num 
lugar muito melhor para se viver. 
Leuislafi 
Durante os • 
cão 
O 
p f . seis meses de Administra- 
coé' +.R!"%2Pergie zac»ris cento • 
votação de mat- . Cama.ra Municipal na O 
nicíp : er1as de interesse do Mu c 
io. A bancada • o 	g 
qislativo 	+ majoritária no c 
feito rei,jPre esteve ao 1aa ao P;% g 
Vista. acando melhorias para Bela 
Bela Vista 
Novos Tempos 
ADMINISTRAcAo: 
ABRAÃO ZACARIAS

JJIAI! IO REGAO!A 
DO .PREFEITO 
Prefeito Municipal de Bela Vista 
Abraao Armoa Zacarias 
nedido esforços para ajudar Bela Vista 
- nesse sentido. Quero agradecer também 
a nossa equipe de Vereadores que nos 
- dão sustentação política a este Governo 
transparente. Ao meu Vice-Prefeito, Dr .. 
Sydney e à toda esta equipe. À minha es '--~......; 
- Gabnee OJonto$ o en a' vdade. 
posa Olga, que a frente do PRONAV, não 
tem medido esforços para amenizar osso 
en frimentos dos mais carent·.es. 
, Nossa próxima meta é de aumentar a 
-!produção de nossa cidade para que não 
1 necessi ternos trazer de outros Municí Entre as mais diversas atividades atribu- 
.' pios os produtos _que- -aqui poderão ser idasàSccrctariadeFaz.cnda,osccretárioEdvaldo 
i·e plantados e colhidos os alimentos bási_ PerciradeCarvalhoefctuouopagamentodeCr$ 
acos para os nossos Munícipes, e com is- 1.473.295.739,86 só cm janeiro, referente a 
1 
_so gerar novas empresas e fixar defini- folha do funcionalismo, liquidação de débitos 
• tivamente o homem do campo. 	com fornecedores, repasse de duodécimo à Câ­ 
'À, Temos em mente o projeto BANDEIRAN - maraMunicipal,pagamcntodedespcsasdecncr­ 
, onde iremos levar a nossa Adminis. - gia elétrica e telefone da municipalidade. A 
ftraçao em todos os Bairros de nossa c1 secretara já efetuou o levantamento de número 
a dade. 
5 Neste momento de euforia e de comem.9. dccontribuintesnaDívidaAtiva,encaminhando 
a ração dos 75 anos de Bela Vista, agrade, a contabilidade os respectivos valores. Da mes- 
".'s~ ,o ao povo que tem confindo em minha Ad ma forma, foi efetuado o levantamento dos con- 
:!!. lllinistração. 	. tribuintes em atraso do ISS e do IVVC, bem 
s o povo de Bela Vista, pode ficar . cornoorecadastramentogeraldestescontribuin- 
scg tranquilo que o Prefeito Abraao Zacari- tes 
a - as sempre estará ao seu_ lado, para ate_!l Nomêsdefcvereiro,afolhadosservido- 
der 
05 
anseios da comunidade· 	res e as demais despesas pagas pela Fazenda 
Não fugirei em rnomentc, nenhum do que atingiram um total de CrS 3.578.753.504,22. A 
as prometi em palanque, faremos c~m cert:- partir de março, o secretário Edvaldo de Carva­ 
- za as obras que toda a populaçao anse1a j lho passou a desenvolver programas visando 
f. e que é o sonho dos belavis
t
enses. · incrementar a arrecadação da Prefeitura Muni- 
' """" """"	" ,	- si r · 
' cobrança imediata do ISS e do IVVC cm atraso, 
1 
das taxas de localização de contnl>uintes e da 
Divida Ativa propriamente dita. A secretaria 
1 bém 
, taro deslocoupcssoalparapromoveraregu- 
l 
larização das obras que encontravam-se sem 
• alvaris de construção e o "habite-se" para 
aquelas com edificação concluída. No mês de 
março, as contas pagas pela Fazenda chegaram 
à casa.dos CrS 5.326.947.016,55. 
FAZENDA 
iyopoia 
F
. om 
O 
aval da câmara que o Muni- 
01. c 	- - l 
c· . d conceder beneficios a popu-a 
1p1o po e - d IPTO para casas 
a cã a isencao e - 
o, como 	d dos de area 
,' com até 60 metros gu~ ra 
- construida, aprovaçao_do_Estatuto 
re Servidor e concurso Publico, entre ou- 
~ tras medidas• 
do 
SAÚDE 
Preverr c a palra de ordem no prosna-l 
ma desenvoldo pela Seretana Marie:pa! de 
Saúde que ativou nos 6 nee « de 
Governo os ames preventivos, o P: rama de 
Controle a Tuberculose, o de Hansemiae c H­ 
pen! não Antenal além de tomar a imumzaçio 
unn roun3 d, na. Dc-po,, de procccLr a 
estruturação da folha e oferecer treinamento ao 
pessoal administrativo, odontologos e médicos 
na AgCn.ia Regional de Saúde do Estdo, o 
cretáno de Saúde, Dr Carlos Eduardo Nunez 
arcou de maneira efetiva o atendimento à popu­ 
lJç:io carente contratando profissionais pelo cn­ 
tno de produtividade para ate.ndum:nto nos dors 
postos de saúd.c do J11u111cípio 
a programação dos JOO dias de "Novos 
Tempos" consta ainda a inauguração do Posto 
de Saúde Fiori Murano, totalmente reformado 
para rnclhor atcnd~r â popul:lçiio e a inaugura­ 
ção do Posto de Saúde do b~irro Primavera_ No 
Centro de Saúde foram melhoradas as instab­ 
çõcs hidráulicas e sanitárias. 
A Sccrelnria cstA concluindo levantamen­ 
to das ncccssid,1des prioritárias de mcdicamen• 
tos que serão adquiridos pela municipalidade e 
intenncd1ou comê111ocom o Hospital São Vicente 
de Paula para atendimento médico de urgência 
(Plantão) remunerado pela Prefeitura Mumci• 
pai. Apan1rdestemês,dentrodo Projeto Raio de 
Sol coordenado pela Secretaria de Educação 
será feito atendimento médico-odontológico gra- 
tuito nas escolas da REME. • 
ÓTIMA/BOA 
63,4 
Sabe 
4,3 
Ruim/Péssima 
7,5 
e " z	d a 	e	l o 	N	t 6d	o 	n o s dtas 1 9 	a 	2 0 de J un	h o 
GABINETE DO 
PREFEITO 
Um setor da Prefeitura Municipal de Bela 
·1Vista que, Sl:!11 dúvida, não parou um instante 
durante estes 6meses dogovemo, foi 
·o Gabinete do Prefeito. Atendendo uma média 
superior a 100 pessoas por dia, o prefeito Abrão 
Zacarias recebeu a visita de 105 7 moradores de 
Bela- VJSta, cada um trazendo uma reivindica­ 
ção, um pedido, um apelo. Nenhum deles voltou 
para casa tendo ouvido um "não" do prefeito 
municipal. Ao lado do prefeito, o chefe de gabi­ 
, ncte, José Ayres Cafuro não economizou csfor- 
. ços para ver todo o serviço andando rapidamc:nte 
e com eficiência. 
Só an matéria de decretos, foram expedi· 
dos 16 pelo Poder Executivo. Além disso, o 
prefeito municipal sancionou seis leis de inicia­ 
tiva do Executivo e três projetos de leis, de 
mesma autoria, estão an tramit:IÇào pela Cima­ 
ra Municipal. O Gab~ ji colocou an excçu­ 
ção um anteprojeto de lei e um anteprojeto de 
d='clo, bem como duas insuuçõcs normativas 
que dispõe sobre a operacionalização das licita• 
 ÇÕCS pela Prc:fcitura Municipal e as atividades de 
• • • r,..,.;..,L Pcrm=te de Licibdin. 
ASSESSORIA 
JURÍDICA 
AA! _; 	_ d,: 
cn.u:lo, e-. C.po • 	.1 : 
todos os procsos andaremt tratou 
condições de funxon 
da mumucp!idade, com a loaião de 
para stalação setores amda em vede Um 
1:.ió1-cl fo, loodo no fl t.TTO p,. . .C.ra l. ua 
funcionamento do Cetro de ade O Cetro de 
Atuvidades da Secretara de Promoção Social 
passará a funcionar no Sa!lo Paroquial, de 
acordo com cor:1rnlo cdcbrarlo tr;tr~ A,~,,o­ 
ria Juridca e a Paroquia Santo Afons. Da 
mesma forma, a sessona locou prcdo para a 
instalação da Liga Esporuva B!avistense O 
Conselho Municipal da Cnana e do Adolesen­ 
te também já conta com sede locada pelo ases­ 
sor Kleber Medeiros 
Ele frhou que sua pasta também tem 
atendido a inúmeras solicitações de associações 
de bairros e peque.nos produlort"S, além de ter 
desenvolvido estudos ~obre os mJís diversos 
surtos, a pedido do prfrto m .... n. .. c .. p. t l'r,a, .. 
eles a nio do IPIU, serio de taa de 
1lumunas i publica, bem como cudou dos tra­ 
mtes legas de excução contra a muni.upahd.ade 
e movidas pela Prefeitura Mruía! contra o ex­ 
prefeito Edson Medeiros de Moraes Ao mesmo 
tempo, a Assessora Juridca tratou de horolo­ 
ar hcrtaçkes para o andamento das obras 
proje1:1cbs pelo faccutio 
IPTU ISENTO 
O pref ,to Abra:lo Zacarias cumpre o que premeie. Remeteu Pro;elo de Lo à Cáma:a 
Municipal Isentando do pagamento do Imposto Predial e Territorial Urbano. IPTU todo, os 
proprietários de um único lrnóel com área de até seswnta metros quadrados 
Para se ler uma Idéia cerca de 1600 pequenos propnelár1os serão beneficiados pla Let 
que foi aprovada por lodos os vereadores Já neste ano a lei entra em vigor r sg3lando urn 
compromisso da administração pública com a população caronle do mun•cfp,o 
Os camês dos beneficiados leram entregues. na terça-feira. 13 úm so'erndadc no Paço 
Municipal. 
Governo Confia~ na 
Administraçã·oeinveste 
em Obras no Municípi 
1-

L, 1RI! A DA 
E N T R E 
Empresário Frande 
V IS T A 
da Silva Coutinho 
Veiculamos nentu ediçao uma en­ 
trevlta com o.EmpresárIo Frande da 
SIlva Coutinho, proprfetárfo da Cera­ 
mIca Já-Te-VI-, Empresa que produz tl 
olos de várias qunlfdades e telhas , 
gerando dezenas de empregos em nossa 
Idade e colaborando para o progresso 
de Bela VIta. Frande Coutinho é um 
exemplo de ente que acredI tu no tra­ 
bnlho como forço ncrndorn do desenvol 
vento, Abafo a entrevista com 
Empreuár 1o, 
TF -- Onde você nasceu? 
FRAHDE - Nusci nu cidudc de Aquldbuu­ 
nu, no uno de 1948, uou [ilho de pai 
mlneiro e mãe pnulinto, 
TJI - Jfocoluri.dndc? 
FRANDE- Apenas consegui cursar até o 
79 ano porque a princíplo éramos mui­ 
to pobres, aos doze anos sai de caso 
para lutar pela sobrevivência e foi 
nousn idade que comecei n ~untar di 
nheiro para in-J.ciar u Cerâmica Já-Te:­ 
VL Aos treze anos e meio iniciei 
por conta própria o estudo de Madure­ 
za (curso supletivo) onde aprendi um 
pouco de latim e aos quinze anos já 
escrevia e lia em francês e aprendi - 
muito da !nglês, o que me dava condi 
çÕes de dialogar, mesmo com dificuldã 
des, com um casal de americanos que 
vieram até Aquidaunna para lecionar - 
inglês, hoje, por falta de prática , 
lembro-me de pouca coisa, Aos • dezes 
seis anos meu pai, por documentos em 
cartório, concedia-me n maioridade pa 
ra abrir conta bancária no Banco Bra­ 
desco e Já nessa idade comecei a com­ 
prar e a vender telhas de barro. 
TF - Você gosta de ler? Que tipo ·de 
leitura? • 
FRANDE - Gosto de estudar o mundo es­ 
piritual e a minha leitura predileta 
e sobre a metafísica. 
TF - Quando veio para Bela Vista e 
por que? 
FRANDE - Vim para Bela Vista em 1980, 
aqui eu trazia tijolos para vender e 
devido a distância pensei então em fa 
bricar esses produtos aqui mesmo. 
TF - Como iniciou a Cerâmica, fale um 
pouco sobre os primeiros tempos. 
FRANDE - Como todas as coisas que se 
inicia com boa vontade, comecei com 
muito ânimo, nos primeiros tempos a 
l~ta foi_muito grande mas a disposi - 
çao tambem era grande. 
TF - Quantos empregados emprega hoje? 
E no início? • • 
FRANDE - Empregamos hoje mais de 40 
pessoas, no início éramos apenas 13. 
TF - Quantos dependem da Cerâmica, in 
diretamente? 	- 
FRANDE - Se multiplicarmos pela méd:la 
de cinco dependentes, veremos que 
dependem da Cerâmica Já-Te-Vi aproxi­ 
madamente 200 pessoas. 
TF - Qual é a produção de tijolos 
normalmente? 
FRANDE - Hoje produzimos apenas pou­ 
co mais de duzentos mil. 
TF - Pretende ampliar essa produção? 
FRANDE - Estamos em fase de transfor­ 
maçao, _quero dizer que dentro da Cerâ 
mica Jã-Te-Vi- estamos construindo 
uma nova Cerâmica cuja capacidade vai 
superar todas as expectativas já ima­ 
ginadas pelos belavistenses, com isso 
teremos condice de produz!r ate e- 
1s veze mals o que produzimos atual­ 
mente, ou sejam, !ZOO peças mensais, 
para Iso recebemos Importante ajuda 
do Banco do Brasil, através de seu d! 
nãnlco gerente, que Já tinha experfen 
cfas de financiamentos nessa área e 
conffou no nosso empreendimento, 
TF - E a situação econômica do Bra­ 
Il, você está vencendo a cr!se? 
FRANDE - A atual sftuaço econôfca - 
do llras11 é fruto da copncidnde de se 
us administradores que pensam apenas 
cm vencer an eleições pura satisfazer 
as ouuo inouna6 vontades, esquecendo 
a Nação e que somos todos Irmãos, mas 
é através das dificuldades que o ho 
mem adquire experf@ncIas para realiza 
çÕes futuras, 	- 
TF - E o mercado de Dela Vista, esti 
crescendo? 
FRANDE - Está crescendo, muito lenta­ 
mente em comparação com outras cida 
des da Região. 
TF - Qual os defeitos e virtudes de 
nosso comércio e indústria? 
FRANDE - Nosso comércio carece de· 
aperfeiçoamento, tudo por falta de de 
bates e palestras que deveriam seres 
timuladas pelos nossos dirigentes mu-­ 
nicipais que são os responsáveis pelos' 
estímulos e desestímulos que ora acon 
tecem. 
TF - O que fazer para gerar mais em 
pregos? 
FRANDE - Para gerar mais empregos é 
preciso criar serviços e os serviços 
são criados por aqueles que já compre 
enderam que o trabalho é fator de prÕ 
gresso econômico, intelectual e até - 
moral, os nosso dirigentes sempre pro 
meteram trazer indústrias, melhorar Õ 
comércio, gerando assim mais empregos 
e mais trabalho mas infelizmente isso 
nunca acontece, o que acontece é ape 
nas festas de pobres sem trabalho e 
sem dinheiro que gastam nelas os últi 
mos centavos, dinheiro do leite e dã 
educação dos seus filhos. 
TF - Suas considerações finais, fale­ 
algo a respeito de suas idéias quanto 
ao desenvolvimento de Bela Vista. 
FRANDE - Gostar ia que todas as pes - 
soas de menor poder aquisitivo apro­ 
veitassem pequenas parcelas de seus 
quintais e os transformassem em· hor 
tas,em um pedaço· de l0Xl0 por exemplÕ 
podemos ter uma fonte de alimentos - 
muito rica e suficientes para alimen­ 
tar até 8 pessoas. Já demonstrei que 
as minhas idéias são as melhores pos- 
síveis para uma cidade como Bela Vis­ 
ta, quanto no desenvolvimento do Nuni 
cípio, alerto as autoridades que de 
vem incentivar a produção nos quin­ 
tais,nos sítios e nas chácaras é ne 
cessária a criação de uma escola té- 
nico-agrícolà e prática de agricultu­ 
ra,principalmente porque a população 
do nosso Município cresce grandemeti - 
te. A cada dia estamos vendo que os 
empregos diminuem e a produção tam­ 
bem, .isto porque as pequenas chácaras 
e fazendas estão sendo vendidas para 
os grandes pecuaristas e quanto menos 
pequenos proprietários menor também - 
será o número de empregos. Se isto 
nao for feito urgentemente dentro de 
Empresário Frande da Silva Coutinho 
Vista parcial da Empresa Ceramica-Já Te Vi 
poucos anos Bela Vista poderá tornar­ 
se inviável para o seu povo 
mais humilde sobreviver. 
Isto é urgente!! 
Edital de Intimação 
EDITAL DE INTIMHACÃO CM PRAZO DE VINfE DIAS 
O Doutor Geraldo de Almeida Santiago Juiz de Oi i • - 
de Bela Vista, Estado de Mato Grosso do sá1, a ta ",""?_.$ subs
t
ituição 1ea1 da coarca- 
FAZ SABER aos que o Presente ata vi&s "." h etc. 
tos n? 331/91, de Usucapião Extraordinário que Rum G?",,"nte tvere=, exedt4o nos u 
de MARINHO FERNANDES TICO, em trâmite por éste Juízo e c,, "S NUNES promove contra o espÕliÕ 
mc:nto e atendendo ao mais que dos autos consta,el rtorio Judicial, que em seu cumpri­ 
será publicado e afixado na fora da Let. te,'{";_P,"sente Ed!ta1,cos prazo de 20 d1as,que 
os herdeiros de Marta Manoela Martues, Untve1a,,"!"o 
O 
espolio de Marinho Fernandes Tlco 
arengo,asadi cosié d6 ias!ent6,dé e G j.[??"2","rasada o ud: Ferrer;iraceá' 
autora,obJcto da presente açao constêlnte de· um lot d a posse do ioovel usuc.:ipicndo pela 
por 30etros da frente aos fundos co área totai à $,'Seno medi
nd
o 30 retros de frente 
tro da Prefeitura Municipal o n? 28 quadra 4
6 
seto 
01 
metros quadrados,que te no cadas - 
te,Rus Guia toes; 1ado direito,Ri'seast5'criá1 {z.""_";yIntes confrontações: Fren­ 
da Rua Guia Lopes,e Fundos com 
O 
lote ng 14 da Rua Seba, .Pi do esquerdo, lote ng 26-B - 
mgroria! descritivo. O prazo_para contestação,quere,«,''ao Crispim do Rego, tudo conforme­ 
cão. Não sendo contestadz çãó,se presunirão sei,",,de_15 (quinze) dias, após a intlra 
articulados pela autora. E para que ningué possa 4j'.,' Feug,coo verdadeiros, os fatos - 
pedição do presente Edital com prazo de vinte dias g i!;I)Or.Jncia, foi deter.:,inada a ex· 
Lei. Bela Vista-MS.,a0s 31-05-93 Eu (Edgard IA,'.9ue sera publicado e afixado na forma d.a 
e@rs v@reiiis 4s siiva, esrtí5ó ááii ,".,j???5"" nutstture,o 4sito&rafei.(a 
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' 
UM 01ft MUITO ESPECIAL 
... 
I 
 
Neste dia, tão importante para nós, o orgulho e 
a satisfação de participar desta 
coletividade estão estampados no fato de 
ama.rmos esta terra e de termos sempre 
1 
em nossas mentes a proposta firme de seguir 
a nossa missão, tão bem cumprida, 
até agora. 
Sempre presente na EXPOBEL. 
Felicidades 
PREFEITURA DE BONITO 
PREFEITURA DE GUIA LOPES DA 'LAGUNA ~ 
PREFEITO JORGE ANDRÉ CAETANO. 
o 
Um Município não 
se Constrói de um 
dia para outro 
1 
PREFEITO JOSÉ ARTUR 
Ele é o resultado de denodo e 
esforco de toda uma coletividade. 
Hoje somos um 
exemplo de perseverança 
e fé. 	I 
. 
VEREADOR 
. 
RONEY MORAES SIMÕES 
l 
Mos noos fi­ 
lhos deixaremos o 
1eqado da fé e do 
trabalho, 
virtude e exemplo 
doo maiores homens, 
que importan Lei. 
ou humildes, 
assumem todos 
um papel igual 
na sociedade ordei­ 
ra que gerou a qran 
deza de nosso 
Município! 
Congratulações pelo 
Dia do Município 
de nossa cidade, 
que segue o exemplo de 
fundadores, com amor 
e progresso. 
nossos 
Parabéns Bela_vistenses, 
Piarabéns aos Expusitores- 
CÃMARA DE CARACOL 
. ...., 
PRESIDENTE DA CÂMARA, VEREAOR ORLS BARCELOS (cal)

l' 
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ARROZ 
QUERO 
QUERO 
* }CRBOITARMOS 
NÓS MESMOS, FOI A 
EM 
NOSSA FORÇA 
E O RESULTADO 
A1 ESTÃ: 
UMA COMUNIDADE 
QUE NOS ORGULHA E FAZ 
DESTA CIDADE 
UM EXEMPLO 
DE PROSPERIDADE. 
Mensagem 
PARABÉNS BELA VISTA 
ARROZ QUERO QUERO 
AVENIDA TEODORO SATIVA - BELA VISTA - HS 
Sebastião Zacarias Filho 
(Nego) 
* ESCRITÓRIO ZACARIAS 
+ COMPRA E VENDA DE 
GADO. 
de novas idéias, 
novos projetos, 
novas perspectivas, novos 
dcoaíio::., 
nova coragem. 
Neste dia, 
tão importante para nós, 
o orgulho e a oatiafação de 
participar desta coletividade 
estão estampados no fato de 
amarmos esta terra e de termos 
sempre em nossas roentes a proposta 
firme de seguir a 
nossa missão, 
tão bem cumprida, até agora. 
Parabéns Organizadores 
da 22 Expobel 
Feliz Aniversário 
Neste dia do Município,20 de Julho,um abraço 
ao povo de nossa cidade 
que segue o exemplo de nossos fundadores, 
com amor e progresso. 
PARABÉNS BELA VISTA PELO SEU 75 ANIVERSÁRIO 
Sacy Lanches 
UH LUGAR PARA VOCE CURTIR AS 
SOAS HORAS DE LAZER 
ROA DUQUE DE CAXIAS - EH FRENTE A ESCOLA CASTELO BRANCO 
BELA VISTA - HS 
Parabéns Bela Vista 
1t 
r} 
7 
NOSSA HOMENAGEM À BELA VISTA, SEMPRE FOI FEITA DE 
TRABALHO E DE DEFESA DOS SEUS INTERESSES HOJE, 
NO DIA EM QUE COMEMORAMOS OS 75 ANOS DO MUNICIPIO, 
QUE TANTO AMAMOS, RENOVAMOS ESSA NOSSA DISPOSIÇÃO 
DE TRABALHAR AINDA MAIS 
PELO SEU POVO. 
PARABÉNS POVO BELAVISTENSE E PARTICIPANTES 
DA 22 EXPOBEL 
BELA VISTA - MS 
Para melhor atender seus clientes 
e amigos, em breve a 
Lanchonete do Zé, localizada - R 
a ua Duque de Caxias, 630 
estará atendendo em anexo, com novas 
e amplas instalações - 
que estão em fase de acabamento. 
Além dos tradicionas e mais 
gostosos lanches da cidade 
e pizzas, marca registrada da Lanchonete do 
Zé, estaremos ~ 
ferece.ndo também uma 
gostosa comida caseira 	rã 
e refeições 
pidas. • 
Aguardem a inauguração 
filhos desta terra. 
da nossa nova Lanchonete! 
Os proprietários, Cezário, 
esposa, filhos e funcioná - 
rios parabenizam Bela Vista pela 	• 
passagem. de seu 750 anive. 
sário ,. queremos parabenizar 
também cada um dos belavistenses 
que conosco convivem d" • 
acre 1:tand.o num f 
uturo melhor para os 
" LANCHONETE DO zE

»K'1o '.ffJ A' 
hertura da 22 Expobel 
A 22! edf;ão da Exposição Aropecurta e Indus­ 
trtal de fel V1ta, promovida pelo Sindicato Ru 
ral, fol aberta offcfalmente neste sábado, d1a 17, 
s 10:30 hs, com a preenças de autoridaden CIvI 
e MII!tares, brasileira e Paraguaias. Após a che­ 
nada dos cavaleiros e amazonas, adultos e mlrfns , 
que participaram do bonito Desfile Country, o Pre­ 
s!dente do Sindicato Rural, pecuarista Lulz Fernan 
do Nunen Rondo, juntamente com o Deputado Estadu­ 
al Alberto Kondon, fizeram o descerramento da fita 
'inaunurnl no portiio de entrada do Parque de Expo­ 
slções Rio Apa. 
Na equ@ncfa da solenidade foram convidados o 
Prefelto Municipal Abraão Zacarias, Cel.Sergío Pa­ 
checo de Oliveira, Deputado Alberto Rondon e o CGn 
ul do Paraguai em Bela Vista, Luciano Canhete PI­ 
lho, para fazerem o hasteamento dos Pavilhões Muni 
cipal, Nacionnl, Estadual e da República do Para - 
guad, respectivamente, a execelente banda musical 
do 10g RC Mec fez a execução dos hinos Nacional 
llraailciro e Paraguaio. 
Cel. Pacheco-Cmt do IO? RC Mec - Pecuarista Gabi­ 
no toureiro G-iblnio, Vereador Luiz Alexandre, 10 
Data Olga, PrfeIto Abrao Zacarias, Vice Prefefto 
Sidney_e esposa Madalena, Integraram_tambeo Pa­ 
lnnque Of leia] . 
PRONUNCIAMENTOS 
Na solenidade oficial de abertura da 22Q EXPOBEL 
o vereador Marco Rondon fez uso da palavra falando 
cm nome do Sindicato Rural de Bela Vista, promotor 
da maior festa de nossa fronteira, abaixo, na Inte 
gra, o pronunciamento: 
"Nós produtores rurais, companheiros de luta , 
reafirmamos neste momento nosso propósito de conti 
nuarmos a missão de transformar Bela Vista, unindÕ 
forças com todos os segmentos ativos do Município, 
, confiamos firmemente em nosso trabalho, mola mes 
tra que sempre impulsionou Bela Vista até o prese~ 
te dia. Confiantes, acreditamos em dias melhores , 
vamos rasgando trilhas, quebrando apatias e vencen 
do obstáculos, tudo com o ideal de levar Bela Vis= 
ta a posição que ela tanto merece, não temos pessi 
mismo quanto ao futuro, pois caminhamos com garra-; 
com força e com determinação, rumo ao objetivo pr~ 
posto. 
Autoridades fazem o hasteamento dos pavilhões 
ij 
AUTORIDADES PRESENTES 
Registramos na abertura da Exposição Agropecuá­ 
ria e Industrial de Bela Vista as presenças das se 
guintes autoridades: Presidente do Sindicato Rural 
de Bela Vis ta, Luiz Fernado Nunes Rondão e esposa 
Bernadete. Deputado Estadual Alberto Rondon; Pre - 
feito Municipal Abraão Armoa Zacarias e esposa Ol­ 
ga Bianchi; Presidente da Câmara Municipal de Ve 
readores, Marcos Elias Rios da Cruz e esposa Con 
suelo; Comandante do IOg RC Mec, Cel.Sergto Pache­ 
co de Oliveira; Vereadores Marco Rondon, Roney Mo­ 
raes Simões, Luiz Alexandre Loureiro ralmieri, Or­ 
landa Freitas dos Santos, Fernando Jorge de Barros: 
Patrão do Clube do Laço Bela Vista, Afonso Carnei­ 
ro Pinheiro Filho; Prefeita Municipal de Antonio - 
João, Nilce de Oliveira Freire; Vereador de Anto 
nio João, Dico Nunes; CÕnsul do Paraguâi no Bra 
sil, Lul'.:iano Canhete Filho; Intendente Municipal 
de Bella Vista Paraguai, Ruben Garcete, Presidente 
da Seccional Colorada de Bella Vista Paraguai , Ro 
salino Gonzales de Romero; Presidente do SindicatÕ 
Rural de Antonio João, Dacio Queiroz Silva, (repre 
sentante da Federação de Agricultura de Mato Gros 
so do Sul - FAMASUL) ; Comandante do Destacamento 
de Fronteira ng 3 de Bella Vista Paraguai, Capitão 
de cavalaria Miguel Angelo Espínola; Comandante do 
2!! Pelotão PH, Tenente Alirio Villasanti Romeiro; 
Sr. Mario Batti'làni (um dos fundadores do Sindica­ 
to Rural dP. Bela Vista); Secretários Municipais 
Vice-Prefeito Sidney Nunes Leite e esposa Madale 
na; integrantes da diretoria do Sindicato Rural 
imprensa falada e escrita de Bela Vista, Jardim 
Ponta Por entre outros. 
...... 
Vereador Marco Rondón falou em nome do Sindicato - 
Rural. 
--Graças a essa união, nessa ocasião não podería­ 
mos deixar de registrar nosso abraço fraternal à 
todos que de uma forma ou de outra contribuem para 
o progresso de nossa cidade, trabalhadores rurais, 
homens simples do campo, mas acima de tudo, honra­ 
dos e que amam este pedaço de chão. Graças a esse 
congraçamento de forças podemos afirmar que o cres 
cimento de uma cidade ê o fruto da tenacidade e d~ 
capacidade realizadora de sua gente. 
Presto neste momento, com orgulho, uma homena - 
gem ao pecuarista Filhote Rondon,que tanto dedicou 
a sua vida em pról do aprimoramento da raça bovi 
na,um exemplo de integridade e honradez, 1mage - 
verdadeira do produtor rural competente e dinâmxo. 
Senhores, vemos Bela Vista hoje estacionada, in 
feltzmente é • doloroso constatar isso, o co- 
1 
verno Estadual parece não ter o menor interesse em 
concluir o asfaltamento da BR 060,no setor rural - 
há necessidade também de maiores investimentos já 
que praticamente toda a nossa produção alimentícia 
é importada de outras localidades, gerando conse - 
quentemente a elevação do custo de vida, desempre­ 
go e poucos recursos ao Município, Bela Vista pre­ 
cisa e tem que sair desse marasmo em que se encon­ 
tra hoje, queremos aqui afirmar que mesmo assim ne 
nhum obstáculo ou dificuldade desviará nosso pensa 
mento do objetivo de prossegu.innos o esforço para­ 
capacitar o Município a retomar o crescimento eco­ 
nGnlco, e vamos lutar por isso. 
E.se fof, n Intera, o pronun lamento do te- 
1to Mun!cll Abras Aroa 7ac rf , na aertutu 
of!!al da 22. PO FL.. 
Antonio Rodri ues, Ve­ 
o Palanque Oficial._ar_o 
Prefeito Abraão Zacarias em seu pronunc tn~en to. 
"Senhures e senhoras, não há presente sem passa 
do, sem a experiência que nos chega pela tradição­ 
o honemn se dispersa no tempo e no espaço, faço es­ 
ta consideração inicial para estabelecer a homena­ 
gem aos pioneiros da EXPOBEL, artífices desse cená 
rio que hoje exibe a qualidade do nosso rebanho 
constitui-se num evento de congraçamento da classe 
produtora e da comunidade belavistense. ônus pejam 
repassados à todos que,com sacrifício e obstinação 
tripudiaram dificuldades para realizar a 22~ EXPO­ 
BEL Ininterruptamente,esta festa que é hoje uma 
das maiores do Mato Grosso do Sul,é na imagem da 
fibra desses homens que homenageio nesta oportuni­ 
dade e meio rural de Bela Vista e Região e renovo 
confiança na nova geração de cria<hres, herdeiros­ 
dessa bandeira, responsáveis,pela manutenção desse 
idealismo e aprimoraento deste evento. 
Meus amigos,vivemoo grandes dificuldades, a de­ 
sorganização da economia.os efeitos dramáticos da 
recente recessão e da crescente inflação, assisti­ 
mos a distância entre o desenvolvimento econõmico 
em algumas regiões e o empobrecimento gradativo de 
outras,o desemprego que torna inútil milhões de 
inteligências,a fome que reduz a vitalidade,os im­ 
postos penalizando quem produz,a supertaxação enca 
recendo insumos e inviabilizando lucros,a brusca - 
queda de consumo barateando nossos produtos,a fal­ 
ta de incentivos reduzindo áreas cultivadas e g 
r::indo menos divisas, a crise tem sido amarga r. ,. 
nao consegue subjugar a nossa gente que ret 
suas energias no valor do seu ânimo e na ext 
nária capacidnde de resistir de sonhar e luta 
brasileiros estão vivendo a crise desconhecen, 
gras de economia e ação do Governo. 
Aqui está a demonstração de que a sociedade 
a hora e não espera acontecer, parabéns exposir 
res, organizadores, belavistenses, que a EXPOE' 
retrate o aprimoramento genético de nosso reban 
o investimento confiante do pecuarista que não t 
me a crise e melhora o seu criatõrio, incorporan 
do-se a ecologia, ampliando a mão-de-obra, tra 
formando sua propriedade nu.ma empresa eficiente 
rentável e que nossa Bela Vista tem como sua ativi 
dade econômica principal, cada vez mais uma fonte­ 
de fortalecimento do seu potencial, ingrediente 
que contribui decisivamente na alteração do alar­ 
mente quadro social em que se encontra o Município, 
chegou a hora de NOVOS TD!POS, muito obrigado", 
Ao final dos pronunciamentos e da solenidade o­ 
fictal de abertura da 22ê EXPOBEL, ficou o convite 
a todos para partiparem desta semana de emoções na 
Princesa do Apa. 
rcndor e Presidente da Camara Marcos Bar o~a e es 
- 	O'1anda e Aroldo 'erea-­ 
l:.._osa Consuclo • Vereadora vr. 	de An­ 
der de Antonio João Dic0_Nunes. Prefeita 
tiJoioreeFreiree_Assessor... 
Agradecemos as presenças dos expositores indus­ 
triais, dos expositores de animais, das Entidades 
de classe, a Prefeitura Municipal de Bela Vista , 
Prefeitura de Caracol, LeIlboI, Porteira Leilões, 
empresários, produtores rurais, peões, laçadores, 
autoridades, enfim, à todos aqueles que colabora - 
ram de alguma forma para o brilhantismo d<! nossa 
festa, ruito obrigado". 
O Desfile Country contou co:n a participação de cava 
leiros, amazonas e representantes das Fazendas do 
Municfoio.

- 
.e 
]Flagrantes 
OOMENr.'ANOO 
!'MQ:l~f_!:/1 _'I_r:§._f>O f>!:·!IL~: C'Oli!-i_.J.;~, 
I 	MA ABERTURA DOA 220 EXPOREI, 
· 	REALIZADO..:- = -'- 	- 
' 	' 
. 	. 
' . 
s 
... 
s 
d 
s 
Restaurante do Hospital 
Um grupo de senhoras, tendo a frente 
Bernadete Pinheiro Nunes Rondão Presi - 
dente do Hospital São Vicente de Paula e 
Maria Auxiliadora Nunes Boccia, Presiden 
te da Cana da AMizade, assumiram um Res­ 
taurante no Parque de Exposições, para 
arrecadar fundos cm beneficio do Hospi - 
tal, e o Restaurante do Hospital são Vi­ 
cente de Paula, localizado logo na entra 
da do Parque. 
No primeiro dia da Expobel, coube as 
Senhoras da Casa da Amizade oferecer o 
almoço, uma feijoada, com sucesso absolu 
to. A noite aconteceu a reunião do Rota= 
ry. 
No domingo, coube à Dona Cecília de 
Moraes e sua equipe, prepararem cardápio 
à altura de sua tradição de bem receber. 
Na 2a feira e 30 feira, assumiram o 
comando da cozinha a sra. Rita c. Pinhel 
roe Filhos e a Sra Nazir Pinheiro e FI­ 
lhos . 
Tribuna da Fronteira também colaborou 
com a iniciativa, a renda dos Jornais 
vendidos no Parque reverterá para o Hos 
pital. , 
t uma iniciativa que merece apoio e 
colaboração de todos aqueles que podem a 
judar. 
Almoçar no RESTAURANTE DO HOSPITAL 
no Parque da EXPOBEL, é saborear finas i 
guarias e ainda colaborar com a saúde pu 
blica de Bela Vista. 	- 
Irmãos: Diego, Flávia e Carlinhos Ocá- 
riz 
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15 Anos 
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De Tatiana Martins Alves, foi no dia 10 
pp. A Capela do Divino Espírito Santo, re­ 
cebeu parentes e convidados para a Missa - 
de Ação de Graças. 
APÔS A SANTA 
Missa, os orgulhosos papais da aniversa 
riante Cassimiro e Nides recepcionaram os 
inúmeros convidados no Clube Esportivo Be­ 
lavistense, com delicioso jantar. 
TATIANA, FELIZ 
Dançou a valsa com seu pai, musica toca 
do ao som de órgão por Simone Ãvila, logo­ 
apôs todos acompanharam na dança! 
USANDO UM 
Bonito vestido longo rosa, Tatiana cir­ 
culava feliz entre os convidados. Felicida 
des! 
NESTE MtS DE JULHO ANIVERSARIARAM: 
Dra Azaléa A. Ocáriz 
Sra Bernardete Rondão 
Sr. Daniel Florentino 
Caroline Velásquez Dourado 
Gilson Silva Santos 
Lorena Boccia. 
NASCEU NA 
Maternidade do Hospital São Vicente de 
Paula,o filho do casal Dentista Dinho e Adal 
gisa, que recebeu o nome de Matheus! Para= 
bénsl 
no 
Irmãos: Marcelo, André e Natali Calva - 
z7'. 
e e à « 
e 2 
r; ' 
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. - /,', 
...:. . 
Hahina H. Rondon Oliveira 
Flávia Ocári;,: 
I 
Juliana P. N. Rondão 
4 
Representantes da Fazenda Primavera ao 
meio Vin.ícus e Andréa 	Representantes do Sal Mineral SUPRESAL 
Eduardo, Corrali, Sérgio, Vaqner~ 
quel, Thiaqo, Guto e Paulinho Rondon

2% EADERNO 
- 
EDIÇIO HISTORICI 
Patrocínio: Prefeitura Municipal de Bela Vista 
Administracão: Abraão Zacarias BELA VISTA - NOVOS TEMPOS 
h" 
BELA VISTA - Ml'I'O GROGSO DO SUL 
20 CADERNO - FDICÃO HISTÓRICA - BELA VISTA, 20 DE JULHO DE 1.993 
tatear. 
BELA VISTA 
Nossa: Terra, Nossa Gente 
Falar de Dela Vio benefício da comuni- dos no Jornal O DELA t.a começa a ganhar u mas roe não tiver alma, em nome do Passado , 
ta, não é falar ape- dade, a exemplo do VISTENSE, no período ra dimensão nova, quando se não viver com in- com os olhos postos 
nas a rcspe i to do A- Dr. Ruben de Castro de 19 53 a 5 4. ele pcrcelx! ou<? faz rrlo tensidade sua mis - no Futuro r,cli t,
0ro! 
3 pa, do Nhandipá, do Pinto, médico, gene- Uma cidade sem cem injunçõcs e corrprome são, não con tar.5. a C:fl te caderno, mui tos 
"Nunca-Te-Vi", do te ral do Exército, ex- história é uma cida- timentos ele faz histó- história, não trans- observarão que al - 
rerê, da polca, do prefeito, ex-deputa- de sem alma, Bela - ri.a. Talves seja por formara estruturas , guns dos problemas - 
Paraguai, da nossa - do; é reler alguns - Vista tem história, isto que a Tribuna - não derrubará precon do 40 anos atrár.,al~ 
Expobel e do Clube - de seus artigos pu - muitos de seus fi - rla Frontcira,é o que ccitos. " da não foram solucio 
de Laca. 	blicados no Jornal O lhos é que não sabem é-, estamos escreven- Neste dia, guanno nados. Dá o que pen 
Falar de Bela Vis BELAVISTENSE, do oau valorizá-la. do a história de Be- Bela Vista comemora sar. Parabéns Bela 
ta, élcmbrar, com doso Geraldo de Sou- Nada conta a his- la Vista há 22 anos. mais um aniversário, Vista. (IP 
saudades, dos velhos za Rosa. 	tória de uma cidade, O Jornal não e 
tempos da boite Co - Neste caderno es- o cotidiano de seus penas máquinas, e - 	• 
ringa, do Ginásio Be pecial, EDIÇÃO IIISTÔ moradores, como o _quipamentos moder - Parabe'ns ºe'!a ns~~ 
la Vista, de pessoas RICA. transcrevemos- Jornal, ele é ore - nos, fax, eorutaao- li{g t {d 
que dedicaram todos artigos, notícias e tra tista do dia-a-dia, res, laser, off sett, 
os seus esforços em comentários· publica- a missão do Jornal is lnje é isto,e muito mais, 
-- 
N E S TI EDICIO 
Página - 02 
A Aviação 
em 
Bela Vista 
Página - 02 
... 
BREVE 8106ft IA. MA ~ 
. , 
MENDES GONCALVES Página - 03 
GERALDO DE souza 
Página - 03 
OPovoamento e a Colonização 
das Terras em Bela Vista 
Página - 06 
NOITE DE FESTI NO GINÍISIO BELA VISTI 
Página - 07 
INTENSO ENTUSIASMO E BRILHINTISMO 
NO CARNAVAL • DESTE ANO HO CLUBE E NA BOITE CORIHi~ _
05 
a e r uz de lntonio JoJJt

.JORNAL, 'TVI A D 	J 
l • ' - , . 
·e o nt r a 
----- ~ ---~-- 
ando e Assalto 
tlnqnndo-nc ,1 pr in 
cípio a dar entrevi 
tas obre o aconte­ 
cimentos da frontei­ 
ra, nos quais alva­ 
ram a dignidade da 
autoridade brasilei­ 
ra e do masacre a 
um punhado ele ho 
mens, resolveram aso 
ra narrar para nou - 
sos leitores, tais a 
contocimcntOB, 00 
quardas aduaneiros , 
Leopoldo Aqenor Leal 
o Libório llarboua. 
Ambos com mais de 
20 anos de serviços 
prestados neste ár - 
duo trabalho de re - 
pressão ao contraban 
do, sendo que o Snr. 
Libório Barbosa já 
está impossibilitado 
de trabalhar, devido 
a sérias lesões do a 
parelho circulató - 
rio. Estes se viram 
envolvidos nos fan - 
tásticos acontccimen 
tos que passamos a 
narrar: "Recebendo a 
portaria no 14 no 
dia 7 de Fevereiro - 
do corrente ano, nes 
te mesmo dia nos di­ 
rigimos à Fazenda 
São Fernando, distan 
te de Bela Vista 11 
léguas em companhia 
do escriturário inte 
rino Rafael Barbosa, 
filho de Libório, e 
o fiscal José Esco - 
bar Nunes efetuando 
a apreensão do vulto 
so contrabando de 
850 cabecas de gado, 
de diversas marcas , 
li inda do Paraguai. 
Imediatamente co­ 
municamos ao chefe - 
do serviço que havia 
mos feito e apreon - 
são e que o capataz 
da Fazenda, que se 
encontrava em casa 
com duas. senhoras 
cientificado do que 
ai nos levou, reco - 
lheu-se à casa da Fa 
zenda, nos deixando­ 
num galpão, visinho 
a esta. 
Lembramo-nos ern 
pedir ao chefe que 
mandasse reforcas cm 
seguida, porque a Pa 
zenda fica perto de 
um matagal, num lu - 
gar que terá uns 100 
metros limpos ao re­ 
dor da casa. Recebe­ 
mos a resposta de 
que não havia possi­ 
bilidade de nos man­ 
dar reforcas e tão - 
pouco retirar dali o 
gado apreendido por 
não ter invernada 
disponível. 
Após seis dias 
chegaram na fazenda 
os Srs. José Proen - 
ça, seu filho Lauci­ 
dio, e Sérgio Ribas 
que conosco ficaram 
custodiando o contra 
bando. 
llabi tuados J a, a 
quietude do lugar 
nos recolhemos na 
noite de 26 de feve­ 
reiro para dormir em 
nossas redes armadas 
dentro do galpão, o 
qual em ao fundo e 
dos lados até o meio, 
parede francesa mal 
fechada, ficando a 
outra metade aberta. 
Nas redes armadas 
na parte aberta, fi­ 
caram Laucidio Proen 
ça de 18 anos, sr • 
gio Ribas de 17 anos 
e o escriturário Ra­ 
fael Barbosa. Na par 
te fechada ficaram= 
Não fora o emprego dos aviõ­ 
es como arma de guerra, desvir­ 
tuada assim a sua finalidade 
precípua, poder-se-ia incluir a 
aviação como uma das maravilhas. 
do mundo moderno. 
A aviação comercial tem atin 
gido, nos últimos tempos, o au­ 
ge do progresso, sendo que a 
primasia está com os Estados u­ 
nidos da Amércia do Norte, cn .. 
tretanto, nosso Brasil procura 
seguir as pegadas desse País no 
aperfeiçoamento da aviação, des 
pertando interesse jamais visto 
por nós. Basta citar que nos ae 
roportos Santos Dummont e do Ga 
leão, do Rio de Janeiro, desem~ 
barcou, no ·ano passado, uma mé­ 
dia de l passageiro por minuto, 
o que demonstra, por si só, o 
grau de progresso neste setor. 
Pode-se contar a dedos as ci 
dades de certo adiantamento que 
José Procnca, o fis­ 
cal José E. Nunes 
Libório Barbosa e 
Leopoldo Agenor Leal. 
As duas horas ma­ 
is ou menos fomos 
despertados por tre­ 
mendo tiroteio. Le - 
vantamo-nos com nos­ 
sas armas na mão, ve 
rificamos que estava 
mos sendo atacados= 
por um grupo de des­ 
conhecidos de quase 
20 homens. 
Nisto José E. Nu­ 
nes tentou sair, re­ 
cebendo na porta a 
descarga de tiros 
que o matou quase 
instantaneamente, fa 
zendo-o cair dentro­ 
do galoão. 
Apoderamo-nos do 
mosquetão deste, en­ 
quanto perduravam os 
tiros de diversas ar 
mas, inclusive de 
guerra. 
José Proença con­ 
vidou-nos insistente 
mente para abandonar 
mos o lugar e não = 
conseguindo, desapa­ 
receu, deixando cO - 
nosco e entregue a 
própria sorte, seu 
filho Laucidio. 
Verificamos então 
que já nos encontra­ 
vamos sós, Libório e 
Leopoldo pois escuti 
vamos os gemidos que 
vinham das redes on­ 
de dormiam os rapa-· 
zes e nltidamente es 
A Aviação em Bela Vista 
não são servidas por uma ou ma­ 
is companhias de aviação, milha 
res de Aero Clubes estão espa - 
lhados pelo território Nacional, 
levando a lugares longínquos a 
realidade do sonho de Icaro e 
Santos Dummont. Exemplo típico 
e a cidade de Bela Vista situa­ 
da como está, bem no interior - 
do Brasil, a milhares de quilõ­ 
mctros do litoral exigia,de quem 
aqui vinha, muitos dias de via­ 
gem por via férrea e de rodagem. 
Atualmente, servida como é 
por_uma importante companhia , 
esta a poucas horas de São Pau­ 
lo, Rio de Janeiro e tantas ou­ 
tras_cidades litorâneas. Aqui - 
tambem chegou a aviação, coope­ 
rando para o progcsso desta ter 
ra, de Mato Grosso e consequen 
temente de nossa Pãtria. 
(08/03/1-953) 
utamos quando Rafa­ 
l solicitava a seu 
pai Libério, socor - 
1o, por encontrar-se 
f crido. 
Tomamos a delibe­ 
racão de não deixar­ 
nos vencer ou mor 
rer, com nossos com­ 
panhoiros j5 fora de 
combate. Eu, Lcopol­ 
o, tirei a camisa - 
pranca para não dar 
alvo f5cil aou adver 
ários, tomando um 
lado do galpão. Neste 
instante vi que uIT - 
<los assaltantes saía 
<la casa pura alcan - 
ar o galpão e des - 
carreguei um certei­ 
ro tiro de mosquetão 
o que o impediu de 
ros envolver,conti - 
nuando a atirar nos 
clarões que faziam - 
no matagal circundan 
te, os disparos dos 
atacantes. 
Eu, Libório, vi 
quando do lado aber­ 
to do galpão parti - 
ram dois tiros em 
nossa direção, que - 
provinham do mato. 
Por detrás da pa- 
rede bem junto a 
rim, partiram então 
zs seguintes pala - 
vras do desafio:"sal 
qam para fuere, va 
mos pelear, cobar 
c
1c a''. 
Dito isto, di . 
rou tiros o desafiar. 
e, pelo clarão dos 
quais consegui alve­ 
já-lo,e ver que ste 
corria cambalean e. 
• Um deles então 
disse: vamos acabar 
de matar es es que 
estão gemendo e ati­ 
rarom ra dirccâo as 
redeu. Deu-me cns jo 
de atirar por indica 
ção do clarão produ­ 
zido pelos tiros, e, 
assim atingir mais 
um dos atacantes,que 
já começavam a afas­ 
tar-se, atirando a 
esmo. Continuamos fa 
zendo disparos sobre 
o matagal, gritando­ 
lhes que volvessem - 
para "pelear", rece­ 
bendo por resposta , 
triste e profundo si 
lêncio. 
Percebemos então 
que o gado havia es­ 
tourado com o tiro - 
teio, saindo do cur­ 
ralão e atingindo 
ponto muito próximo 
Mais a liria Conquistn 
o 61nas10 Bela Vista 
Quando se iniciaram as ativi 
dades do Ginásio Bela Vista, e= 
ra submetido a verdadeira prova 
ae fogo, o sonho do povo bela - 
vistense acalentado durante tan 
to tempo, quase unicamente pelo 
ideal que lhe é próprio. 
As dificuldades se apresenta­ 
vam inúmeras sem, no entretan -­ 
to, causarem o mínimo desalento 
os que se entregavam â luta,em 
prol da cultura do povo de Bela 
Vista, cuja cidade forne.cera ao 
novel estabelecimento o seu pró 
prio nome; as dificuldades ser= 
viram de indescritível alento a 
os que se entregavam material e 
moralmente ao Ginásio. 
Os primeiros dias foram difi 
ceis, mas levados de vencida 
de maneira a enquadrá-lo numa 
t:rajetória assas promissora. 
Não tardou muito a conquista 
das primeiras.vitórias, que fi-· 
zeram desaparecer as dúvidas 
cue dominavam alguns pessimis - 
tas; a fim de satisfazer as exi 
ências regulamentares, um gru­ 
pode denodados Professores sub 
Meteu-se ao mais rigoroso exame 
de suficiência, de cujo resulta 
do dependia, em.grande parte ã 
sorte do Ginásio. Veio a primei 
ra e maiúscula vitória, com a 
aprovaçao de todos os candida - 
tos à nobre carreira ão profes­ 
sorado, fruto da capacidade cul 
tural e idealismo de qu._e eram= 
possuidores os nossos abnegados 
professores. 
Era preciso ser conquistado 
29/11/1953 
do qalp.o. 
Supondo que os A­ 
tacantes podrian a­ 
presentar se de sur­ 
presa dentro do qal­ 
po facilmente no, 
atingir pro e;idos 
escondidos pelo qa - 
do, saimos dali e 
nos :;conc.lc•t::os no - . 
to de maneira a con- 
inuarmos dominando 
o galpão até o raiar 
do dia, quando vimos 
que o:J c1 t.ucan t n J':3-1 
viam disparado, le - 
vando consigo um pu­ 
nhado de feridos o 
deixando conosco , 
morto um dos atacan­ 
tes,que os porcos da F 
zenda haviam caido cs 
miolos tornando-o ir 
reconhecivel; dos 
nossos, morto José 
E. Nunes e gravemen- 
te feridos Laucidio 
Proença que faleceu 
em seguida no Hospi­ 
tal; Sérgio Ribas 
que faleceu nestes - 
últimos dias e Ra - 
fael Barbosa que fe­ 
lizmente já se enco_!! 
tra quase bom no Hos 
pi tal do Ipase no 
Rio de Janeiro. 
(17/05/1953) 
novos lauréis para o ginásio e, 
assim sendo, a sua eficiente Di 
retoria passou a lutar pela sua 
encampacão pelo Estado. 
Com os fados sempre favorá - 
veis, surgiu a escolha do Depu­ 
tado Dr. Ruben de Castro Pinto 
para a Secretaria de Educação e 
Cultura de Mato Grosso· como re 
presentante do povo belavisten­ 
se na Assembléia Estadual e,ta" 
bem, por ser o fundador e dire­ 
tor do Ginásio, mais facilmente 
seria conseguir a encampação. 
A oportunidade surgiu e não 
foi desprezada. 
Veio a pouco de referendar o 
decreto de encampação oriundo - 
do Executivo Matogrossense, o 
senhor Secretário da Educação e 
Cultura, proporcionando ao Giné 
sio Bela Vista a sua segunda 
grande vitória. 
Estendendo o Estado a sua 
protecao oficial ao Ginásio,pr9 
pOrclonara aos seus alunos, ma 
is eficientes meios de conquis 
tar maior e melhor soma de co 
nhecimentos. 
_Os alunos precisam de labor 
torios para aulas práticas co­ 
mo_o Ginásio do sem prédio pró­ 
PI1O, capaz de abrigar um maio' 
Tmgro de estudantes; com a Pr? 
eçao estadual é de se crer ve 
nham ser essas necessidades sa 
tis~eitas prontamente. 
s que lutam sem esmorecÍlllen 
to pelo Ginásio Bela vista, ce; 
tamente jamais deixarão de faz 
lo, pois esse é o único meio de 
legar à cidade uma fonte desa­ 
bedoria e de cultura. 
.±.Jtaçãe à _Bela iisfa 
num ritmo acelerado, subindo vertiginosa - tica cidade do sul de Mato Grosso! Como pa tre es,s urbes brasileiras. Erguida de 
mente, nuna grande arrancada, os degraus - triotas que somos, autonomos na livre luta g d" • matas virgens e aug·ustas do Le 
do_Prsrcssg.num svrto magnifico, que nós, do 1ator cotidiano,_e1ovemos co todo o a- " "?_"ato_grosso, distanéiadas_dos 
como seus filhos cocos, devemos coadjuvar mor de nossos coracoes, como os cânticos g,"Fos mercantis suplantando todo° 
nos mutuamente para que prossiga nessa mes de alegria e dos versos inspirados no man- nós o,,,,Os que se lhe deparavam,é pare 
na cadência a seu turno, mais veloz. to azul deste céu límpido e majestoso,Bela heri_',,,": viver neste digno chão, .on°° 
FiquÊ ~ara os posteros o exemplo do la Vista, vicejante e dadivosa' será ela n :enticos habitaram, fundando c0 
bor profícuo de q e o: dd - 	• • 	' ao poucos sacrifí • , · u ra a c1 a e se ve a- qual nova Dourados a surgir alevantada 
O 
• cios, este núcleo em que 
Presidida. Que eles_tenham como padrão,_a destasplagas do oeste_brasileiro, numa ,_';"S' Portanto,urge concentramo-nos 7 
c;cestiva reciprocidade da 1abutà dos cida glorificacão a seus filhos, que tanto fa - tear,:" Progresso e engrandecimento de5 
dos aqui habitados, e o amor cívico since zen para que se;a lembrada e destacada an- relevante ,,3"j" tomar-se ainda,o expoen? 
(Haroldo Medeiros - Aluno da 40 Série do Ginásio Bela Vista 20 d s t mb amado Brasil 
1 
• 	e e e ro de 1. 953)

IO ML, TPIAA N JTEIP 
.'l 
BREVE BIOGRIFII MÁRIO MENDES GONCALVES 
n 
p1· 
i; - 
r 
en 
0 
O rail é um País de formação recente, 
e apesar da natureza nos ter ido tão pró­ 
diga, ele jamais alcançaria a condição de 
Nação poderona, que hoje desfruta, se não 
foe o trabalho de eus filhos pioneiros, 
que com nua bravura, seu espírito indomá - 
vel de emeadores da Nacionalidade, abri - 
ram veredas na selva, construiram cidades 
onde antes nada havia, enfrentaram todos 
os tipos de riscos, e construiram com o 
sanque e o eu suor o dia-a-dia da nossa his 
tória. 
Mário Mendes Gonçalves foi um destes ho 
mens. Nascido em Corumbá, nos últimos anos 
do século passado, este matogrossense mui­ 
to cedo iniciou a sua faina de desbrava 
dor. Ainda na infância perdeu os pais e, 
logo aos vinte anos de idade, unido aos 
sous irmãos, dirigia o Escritório da Compa 
nhia Matte Laranjeira. 	- 
As comunicações na época quase inexisti 
am. Os jornais e as cartas eram transportã 
das por vapores, e levavam rnese::; para cho= 
gar aos sous destinos, isto quando realmen 
te chegavam. Mário Mendes Gonçalves, neste 
período, como reorganizador de fazendas , 
viajava milhares de quilômetro3 a cavalo, 
único meio de locomoção viável naqueles a­ 
nos, por estas plagas e por estradas precá 
rias e caminhos abertos nos matagais e flÕ 
restas, encetava longas viagens, cercadas­ 
de inúmeros perigos, e que por vezes se a­ 
longavam por semanas a fio, eventualmente 
por meses. 
Dessa forma, o jovem Mário Mendes Gon - 
calvos foi erguendo o seu patrimônio,e com 
ele, o patrimônio do Estado que amou e por 
quem trabalhou toda a vida: O Estado de Ma 
to Grosso, Filho de Antonio Jacintho Men 
des Gonçalves e Ventura do Araújo Goncal - 
ves, casou-se com uma descendente de ilus­ 
tre família de Ponta Porã, D. Aracy Morei­ 
ra, que foi amiga, esposa, conselheira e 
companheira fiel, até o momento de sua mor 
to, e que hoje o relembra com carinho e or 
gulho. 
A grande virtude dos homens de bem é a 
sua capacidade de trabalho. E foi o traba­ 
lho incansável deste homem, que acabou le­ 
vando-o à condição de pecuaristas respeita 
do e pródigo. 	- 
Administrando, inicialmente, a fazenda 
Margarida, transferiu-se então para a Fa - 
zenda Santa Virgínia, e por onde passava, 
Mário Mendes Gonçalves deixava a marca de 
sua personalidade empreendedora, conquis - 
tando a amizade e a admiração de todos que 
o conheceram, e de outros tantos, que toma 
vam noticia de seus feitos, de sua índole­ 
justa e de sua incorruptível honestidade. 
Foi um homem que cultivava o hábito da 
leitura, e sempre procurou informar-se de 
todos os acontecimentos Nacionais e Inter­ 
nacionais'. 
O progresso, o desenvolvimento, o fasci 
navam e para toda a sua existencia concor­ 
rera a concretização do sonho de todos os 
brasileiros, o de uma Pátria rica e engran 
decida pelo valor de seus cidadãos. _ 
Influiu diretamente no rumo da Historia 
política de sou Pais não somente como poli 
tico, ele próprio, mas dando integral a 
poio e incentivando aos partidos quP. cons~ 
derava poderem ajudar o Brasil a prosse - 
quir em sua escalada maior. E nao_apenas - 
isso não apenas aos vitoriosos Mario Men­ 
des Gonçalves concedia o seu apoio, mas 
também aos perdedores, aos derrotados nas 
eleições, que tornavam-se amigos de seu 
protetor por toda a vida. Assim foi este_­ 
cidadão, patriota, que estendia a sua mão 
a vencedores e vencidos, e jamais tripudia­ 
va sobre os que não logravam sucesso, sen­ 
do portanto merecedor de todo o nosso res­ 
peito por exemplo de tolerância, piedade e 
luta, que nos legou no correr dos anos. 
Tornou-se moda em nossos dias falar-se 
em ecologia, em proteção da natureza,_ da 
nossa fauna e da nossa flora. Pois Mario 
M ides Gonçalves amou a natureza como pou- 
en e como raros criou ambientes para a 
cos, 	. - . d • El 
sua preservação em condicoes i eais. e 
jamais permitiu a presença de armas de fo­ 
, em suas fazendas, com o intuito de con- 
9 rica variedade de pássaros que - 
servar a 	·t • 
criava soltos e livres! e que consti :uiram 
um de seus maiores motivos de orgulho. Em 
suas férteis terras havia uma flora, con - 
gêneros os mais distintos de plantas e flg 
• e trariam entusiasmo a qualquer bo­ 
res, qu ;soa que possuísse sensibilida 
tanico ou pes 	· d t, - 
de para apreciar o verdor e o vice es as 
".cz.2f...s. ».+as ±- 
tensa deste cidadão. Seu amor pelas brigas 
seu esmero em apurar a qualida 
de galo, e . d . chegou a leva - 
de destas aves briga oras, 
l lguns espécimes invencíveis, conheci 
0 
ª ª d região por "galos de ouro. 
dos em to a a 
Mário Mendes Gonçalves 
Os cavalos constituiam outra grande pai 
xão sua, sendo Mário Mondes Gonçalves um 
incentivador ímpar do nobre esporte de e 
quitação e das corrida. Participava do 
turfe em várias cidades, principalmente 
Campo Grande, sempre cercado por seus inú­ 
meros amigos, e as vit6rias de seus cava - 
los era frequentes. Porém, quando percebia 
que o animal não estava em condições de 
ser bem sucedido nas disputas, restringia­ 
se a pagar o depósito n não o permitia COE 
rer, para que não perdesse o brio, e para 
to 
t1voa, € 
e o curá 
·ar sr t 
onçal - 
ves, lsb 	ua e du 
ramente, ma 	bilida- 
de para as co as da na ureza. E a ua con 
ribui;ão e hoje inestimável, e ró à qui ia 
do exemplo, foi ele o único cidadso civil 
que doou uma verdadeira fortuna, entre@an­ 
do atê meso a ua própria alian a, na Re­ 
volução de 1964, num momento em que o Bra­ 
sil precisou como nunca do apoio de seus - 
filhos. Lã s ava Mário, interferindo posl 
tiva e decisivamente num grave momen.o de 
nossa história contemporânea. 
Foi um imenso pesar e com o cor.ção em 
luto que seus tnnto!l anigos, farnili ruo 
sua esposa e seus filhos, Maria, casada 
com o Coronel Paulo Pinto Guedes, Eva, ca­ 
sada com o Coronel Waldo Vieira do Nasci - 
mento, e Elza, casada com o Coronel Pedro 
Doria Passos, todos matogrossenses, além 
de Renê, Oswaldo e Aloysio, fazendeiros em 
Mato Grosso, viram-no partir aos 7 de Ju - 
lho de 1968, quando contava com oct,nta e 
cinco anos de idade. Naquele momento per­ 
dia Mato Grosso, e perdia o Brasil, um de 
sous melhores homens, que viveu e rorreu - 
sem qualquer mágoa no seu espírito genero­ 
so. E a ele devemos hoje, todos nós, a no 
sa eterna homenagem, o nosso respeito e o 
nosso orgulho de termos sidos seus conter­ 
rãneos, de termos nascido na mesma terra 
que deu origem a Mário Mendes Gonçalves 
um exemplo ainda vivo em nossa memória , 
para nós e para os nossos filhos e descen­ 
dentes. 
Texto Redigido aos 30 de Junho de 1977 
GERALDO DE souza RD 
Muito se tem falado a 
respeito de mulheres, nães, 
que abandonadas, consegui - 
ram vencer todos os percal­ 
ços e formaram filhos e fi­ 
lhas. Escreveram-se livros, 
artigos, crônicas a respei­ 
to dessas heroínas. Mui to 
justo. 
Acontece que poucas e - 
zes lemos ou ouvimos falar 
a respeito de pais, homens 
que, às vezes, são obriga - 
dos a fazer o papal de mãe 
e de pai. Em Bela Vista há 
um homem que merece uma ho­ 
menagem especial. Sem Gero 
tipo de pai herói, essP. ho­ 
mem lutou, batalhou, viveu, 
sempre em função dos fi 
lhos. Oito homens e uma mu­ 
lher. Viúvo, escolheu oca­ 
minho mais difícil, hoje 
sente-se como todos aqueles 
que podem olhar para o pas­ 
sado e dizer: cumpri o meu 
dever. Falamos de Geraldo - 
de Souza Rosa, o mineiro 
tranquilo. 
O homem e 
sua obra 
Cirurgião dentista, for­ 
mado na cidade do Rio de Ja 
neiro. Trabalhou primeira= 
mente em Belo Horizonte, de 
pois do norte de Minas, de 
onde veio para Bela Vista - 
há mais de 40 anos. 
Morou no Paraguai duran­ 
te onze anos, onde casou-se 
com Jorgina Ocáriz Arrua,já 
falecida. Desse casamento - 
nasceram nove filhos. Geral 
do se prontificou a forjar­ 
na argila da vida o caráter 
e a personalidade de seus 
filhos. . 
Como toco o bon mineiro, 
político militante, foi li­ 
gado à UDN, várias vezes e­ 
leito Vereador em nossa ci­ 
dade, chegando a ser Presi­ 
dente da Câmara Municipal e 
Vereador mais votado. 
Homem de idéias sólidas, 
pensamento construtivo pro­ 
curou ser sempre fiel à seu 
eleitores e companheiros de 
partido. Mas isto nunca im­ 
plicou em abdicar de suas i 
dias e princípios. O poder 
nunca o atraiu, procurou 
sempre trabalhar pelo todo, 
pelo partido. 
Lembrando a infância em 
Lavras (MG) onde participa­ 
va das brincadeiras comuns 
aos meninos, mas cheio do 
ideal de trabalho, Geraldo 
deixou a casa de seus pais, 
com 13 anos de idade, se 
guindo para Belo Horizonte, 
onde com muito sacrifício e 
sem ajuda conseguiu estudar 
e se formar. 
Nunca acoitou "palpites" 
em sua vida, colheu acer - 
tos e erros, mas sempre res 
peitando o seu direito de= 
escolher o caminho. 
Firme nas convicções e 
nos propósitos, procurou 
transmitir essa "flama" aos 
filhos. 
Ficou viúvo. Sentiu a 
morte de sua esposa. . 
Mas não enfraqueceu o ca 
rãter. Muito pelo centrá 
rio, procurou forcas e 
transmitiu e.ssas forcas no 
cotidiano de sua vida, seu 
ideal: formar todos os fi - 
lhos. Até hoje luta para is 
to, quer ver os filhos bem 
encaminhados. Praticamente 
um homem que só viveu para 
a familia, deixou ~e lado - 
as diversões, o que ganha - 
va, sempre, era e é aplica­ 
do para o estudo e o bem es 
tarde sua família. -- 
Alguns de seus filhos a­ 
cham que é hora de parar.H2 
ra de descansar. 
Mas Geraldo continua. Sua 
vida é lutar. Lutar de for­ 
na tranquila, mas lutar. 
Seus filhos retribuiram, 
com estudo, respeito e dedi 
cação. Muitos estão a seu 
lado. Todos estão pratica - 
rnen te formados. 
Mário Ocariz de Souza Ro 
sa - formando em Direito; 
Ana Maria Rosa de Vascon 
celos - Pedagoga; 
Ilonório de Souza Rosa 
Médico; 
Carlos de Souza Rosa 
Capitão da Arma de Engenha­ 
ria e hoje estudando Engc - 
nharia no IME,no Rio de 1- 
neiro; 
Geraldo de Souza Rosa 
Cirurgião Dentista; 
Jorge de Souza Rosa - for 
mado em Direito; - 
Ricardo de Souza Rosa 
Engenheiro Civil; 
Renato de Souza Rosa 
Estudante de Medicina; 
Roberto Ocáriz de Souza 
Rosa - Estudou Bioquímica, 
Construção Civil, mas não - 
terminou, temos a esperança 
de que termine o curso uni­ 
versitãrio, pois é jovem 
ainda. 
Geraldo de Souza Rosa e­ 
ditou o primeiro jornal em 
Bela Vista, O Belavistense, 
encerrando suas atividades 
por motivos de forca maior. 
:Ainda hoje trabalha pra­ 
ticamente o dia inteiro, em 
seu modesto consultório à 
Rua Duque de Caxias, 1220. 
Dentista conceituado na 
região, possui clientes em 
outros Municípios, hã mais 
de 40 anos vem prestando 
·serviços à co:nunidade, sem 
férias prolongadas. Já é ho 
ra de parar, dizem os fi - 
lhos. Geraldo sorri. 
Homem de aoizades sõlidas, 
Geraldo prima pela conduta. 
Neste Natal a família es­ 
tava reunida. 
Os filhos prestarão sig- 
nificativa homenagem ao 
pai. 
Nós da Rede, em nossa ho 
menagem, podemos dizer: Eis 
um homem. 25/12/1977)

BELA VISTA, 
20 DE JU!HO DE 1.993 
CIMA- 04 
Entrevistas 
Corro connti.Lui o 
Nero Clube uma da - 
importantes instituí 
ç00s existentes em 
Bola Vista, nada ma­ 
ls justo seria entre 
vir.tar, denta voz, o 
nnu Prcnidcnto, Sr, 
J. M. Piraqibe Car - 
noiro. 
Não é bclavioten­ 
se de nascimento,mas 
o é de coração, pois 
a nola Viota tem do­ 
nicado muito traba - 
lho. Nascido om nau­ 
ru, no Estado de São 
Paulo concluiu seu 
curso de Contabilida 
de no ano de 1933 em 
Sorocaba. Ingressan­ 
do no Banco do Bra - 
nil S/A, por concur­ 
so realizado em 1938, 
serviu na Capital 
Paulista e posterior 
mente, em Goiania 
Capital de Goiás de 
onde, em 1945 veio - 
para o Estado de Ma­ 
to Grosso, servindo 
na agência de Aqui - 
dauana e, atualmente 
desde fevereiro de 
1951 em Bela Vista. 
Como surgiu idéia 
do Aero Clube? 
A aeronáutica, pe 
la sua importância 
pela sua significa - 
cão nos destinos da 
humanidade é uma i - 
déia latente em to - 
dos nós. Em Mato 
Grosso, no Sul pelo 
menos, o seu desen - 
volvimento no que se 
diz aviacão de turis 
mo ou desportiva, e 
incipiente e sempre 
foi nosso pensamento 
Congregar olcnnnton 
para auxiliar a moci 
dade a realizar o so 
nho de Icaro. 
Fundado cm Dela 
Vista o Rotary Clu •• 
be, o seu então Pre­ 
sidente, o sr. Hum - 
borto da Silva Mene­ 
ses, ventilou essa - 
questão entre seus - 
parco tendo-se orqa­ 
nizado uma comissão 
incumbida de estudar 
o assunto. Tal cernis 
são dirigiu-se à ses 
são de Desportos do 
Departamento de Aero 
náutica Civil, obten 
do ali todos os in = 
formes necessários à 
instalação de um Ae­ 
ro Clube. 
Por ocasião deu­ 
ma das minhas via 
gens a quidauana 
palestrando com o 
Presidente em exerci 
cio do Aero Clube da 
quela cidade, Sr. A 
toro Moreira Franca, 
ventilamos a possibi 
lidade da criação de 
um similar em Bela 
Vista, para o que o 
Aero Clube de Aqui - 
dauana nos auxilia - 
ria em tudo que fos­ 
se necessário. Em a­ 
qui chegando, bus 
quei entendimentos - 
com o atual Presiden 
te do Rotary, Sr. Jo 
sé de Ribamar Soa 
res e, por seu inter 
médio, estabeleci 
contacto com a comis 
são incumbida dessa 
realizacão. Essas as 
primícias do nosso - 
/cro Clube, pelo me­ 
nos do atual Nero 
Clube, poic acredito 
que a id6ia ncja an­ 
Ligo, tendo deixado 
de se realizar por 
qucotõcs de clctalhcu. 
Teve dificuldades 
no início? foi nossa 
oogunda pergunta. 
Não. Graças à co­ 
laboração eficiente 
do Rotary Club, pela 
sua comissão compos­ 
ta dos Srs. Dr. Fio­ 
ri Murano, Antonio - 
Maria Nunes Rondão , 
Jacinto Rodrigues de 
Miranda e Deoclecia­ 
no de Vasconcelos , 
foi-nos possível rea 
lizar tudo que pre - 
tendíamos em curto - 
espaço de tempo, po­ 
is realizando a ses­ 
são de instalação no 
dia 11 de Agosto de 
1952, já em 7 de Se­ 
tembro daquele ano, 
empossávamos a pri - 
meira Diretoria que 
é a atual, e compos­ 
ta do Sr. Dr. Fiori 
Murano, Vice-Presi - 
dente; Armando Vic - 
tor Torci, Secretá - 
rio; Adão Moreira,Te 
soureiro e Jacinto= 
Rodrigues de Miran - 
da, Diretor Técnico. 
Quanto ao quadro 
social, pela colabo­ 
ração pronta dos be­ 
lavistenses, conse - 
guimos apreciável ni 
mero, cotando o Clu 
be com 67 sócios fun 
dadores, e mais d 
120 contribuintes 
havendo ainda 20 re­ 
ni'os. 
Como está a situa 
cão a ual? 
tim.. Adquirimos 
por Cr 60.000,00 um 
avião "paulistinha", 
prefixo PP-DBX, que 
está sendo pintado o 
ravinado no hangar - 
do Aero Clube de Pon 
ta Porá, em reunião 
realizada nesta sema 
na, ficou deliberada 
a construção do nos­ 
so hangar, com capa­ 
cidade para 3 avies. 
Os detalhes da obra 
e sua contratação fi 
caram a cargo de nos 
so Diretor Técnico, 
Sr. Jacinto Rodei 
gues de Miranda. Con 
tamos com 15 interes 
ados em frequentar 
º curso de pilotagem 
e já contratamos com 
o sr. Agnol Carneiro 
de Oliveira a dire - 
cão do referido cur­ 
.o. 
Quais os planos - 
para o futuro? 
Em lO lugar e ime 
diatamente obter do 
DAC a licença provi­ 
sória para funciona - 
nento, para o que te 
nos gente trabalhan­ 
ao no Rio. Concerni - 
tantemente apressar 
o início do curso de 
pilotagem, uma das 
principais finalida­ 
des do Aero Clube. Pre 
t.endemos ainda apare 
lhar-nos devidamente 
para a realização 
desse curso, não so 
para a atual como pa 
ra as futuras tr 
is3o te­ 
de 
mas, e par 
os necessidade 
construir o nosso 
har.qar. 
l'"olizr:-,cnto - 
na questão financei­ 
ra que tontas difi - 
culdades ocasiona _a 
to'as as organizaço 
os incipientes, te - 
mos sido bem sucedi­ 
dos, pois ao preten­ 
dermos adquirir o a­ 
vião, 1nçamos uma 
campanha para socioo 
Remidos, o imediata­ 
mente ultrapassamos 
o mínimo necessário 
para garantir o sou 
paaamento, pois pre­ 
cisavamos de 12 só - 
cios, e ·obtivemos 20. 
Isso nos animou a 
pensar na construção 
de nosso hangar, o - 
bra que esperamos 
VP.r terminada antes 
do término do nosso 
mandato que ocorrerá 
em setembro do cor - 
rente ano. 
Estamos ainda em­ 
penhados em realizar 
com grande solenida­ 
de, o batismo do nos 
so avião, que.se de­ 
nominará "Rio Apa" , 
para o que estamos - 
convidando o nosso - 
patrono, Sr. Antonio 
de Moura Andrade, e 
pretendemos convidar 
altas autoridades na 
cionais e estaduais. 
F?penha-e agrx 
o Aero Clube numa 
grande campanha para 
obtenção de fundo - 
para socorrer os Fl 
gelados do Nordeste 
e, acreditamos, o 
lavistense se fa;{ 
presente nesta qran­ 
do cruzada de lx•n , 
rência. 
Aproveitamos ain­ 
da a oportunidade,to 
dos nós do Aero Clu­ 
be, que comigo fala, 
para agradecr a co­ 
laboração amiga de 
todos, particularmen 
te do Aero Clube d 
Ponta Porã, cujo Prc 
sidente Sr. AtamariT 
Saldanha, diretores 
e associados,tem-nos 
dado todo amparo e 
colaboração, de for­ 
ma eficiente e cons­ 
tante. 
Aos Belavistenses 
podemos dizer que o 
nosso Aero Clube e - 
xiste e subsistirá 
enquanto quiserem cg 
laborar conosco e 
mantê-lo, como até a 
gora temos consegui­ 
do, livre de paixões 
e partidarismos e, 
principalmente, de 
xenofobismo, acolhe 
do a todos e acatan­ 
do sempre os que qul 
serem colaborar. 
(08/03/1953) 
E I e u r s ã o à a r d i m 
Conforme fora anunciado via­ 
jou para a vizinha localidade - 
de Jardim o '.'Grupo dos 60", que 
preliou com o E. C. Jardim, em 
Voleibol e Futebol. 
o Voleibol - esporte no qual 
o grupo dos 60 vem se destacan­ 
do foi vencido pela representa­ 
cão do E. C. Jardim a qual, di­ 
ga-se de início, possui um exce 
lente "six" que desenvolveu be­ 
líssima atuacão. A sua vitória 
por 2x0 , embora justa, não es­ 
pelha bem o desenvolvimento da 
partida, pois os do "6O" estive 
ram bem próximos da vitória,tan 
to no l, como no 29 "set". - 
Cremos que uma coisa ficou - 
bem evidenciada nessa disputa , 
qual seja a falta de "malícia" 
dos nossos jogadores, pois é 
bem conhecido o recurso do pedi 
do de "tempo" quando o quadro - 
adversário acerta uma série de 
pontos consecutivos, em forte - 
reação. No 10.set o quadro do 
60 alcançou e ultrapassou o de 
Jardim. O capitão deste, usando 
o conhecido recurso, pediu tem­ 
po, a contagem, e procurou esti 
mular seus jogadores, mostrando 
lhes ao mesmo tempo as deficiên 
cias e os pontos de maior vigor 
do adversário. O resultado não 
se fez esperar, pois o pessoal 
de Jardim conseguiu "virar" es­ 
petacularmente, e ganhar o "ree' 
O Grupo dos 60 não usou desse - 
recurso licito, nem uma só vez. 
Aliás, hoje os técnicos dos qua 
dros também podem pedir "tempo" 
e dar de fora da quadra, com o 
jogo parado - instruções aos se 
us jogadores. 	- 
Outro fator de grande signi­ 
ficação na vitória de Jardim , 
foi o "bloqueio". Esse recurso 
de grande eficácia, única defe­ 
sa possível para as "enterra 
das", não é praticado pelos nos 
sos jogadores, ou quando o fa 
zem, é sem proveito, pois geral 
mente bloqueiam com uma só mão, 
ou longe da rede, ou ainda dei­ 
xando enormes "buracos" que os 
companheiros não tapam. Em Jar­ 
dim isso tornou-se mais eviden­ 
te, pois os nossos jogadores não 
deram uma só cortada livre. Tcxla 
vez que tentavam cortar eram blo 
queados, enquanto que os jogado 
res de Jardim cortavam à vonta 
de. Uma ou outra vez Eduardo e 
Edaer tentaram bloquear, mas a 
falta de continuidade não deu a 
essa jogada a eficiência deseja 
da. Enfim, perdemos o voleibol~ 
mas caímos de pé. Bem diversa - 
foi a situação no futebol em que 
fomos derrotados por 5 a O. Mos 
trando possuir um quadro melhor 
coordenado que o nosso, o E. e. 
Jardim começou a partida vencen 
do por 1 a O, pois embora tenha 
nos·cabido a saída inicial, per 
demos bisonhamente a bola ?<ll"Dº 
time de Jardim, que cruzando 
forte para a nossa meta, marcou 
o seu primeiro gol ao 10 minuto 
da partida, com a nossa defesa 
toda parada. Ao marcar o quadro 
de Jardim o 39 tento - no fim - 
do lo tempo - belíssimo feito de 
Natanael que levou a melhor so­ 
bre a .nossa defesa e colocou in 
defensavelmente no canto esquer 
do da meta de Eduardo reclamou 
o capitão do 60 uma faJ.ta que - 
Natanael teria feito na disputa 
da bola com Dirceu (não vimos - 
tal falta) e como não fosse aten 
d ido, quis retirar o quadro de 
campo. Seguiram-se então cenas 
deprimentes embora não houvesse 
pugilato, com discussões e argu 
mentas sem fundamento, resolven 
do-se finalmente, que o quadro­ 
voltaria a campo. O Juiz do 10 
tempo, sentindo-se ofendido, re 
cusou-se a continuar apitando 
tendo sido substituído. O 20 tem 
po serviu para evidenciar mais 
ainda a diferença de preparo e­ 
Y.istente entre os dois quadros, 
pois o "60" foi inferiorizado - 
com todos os seus elementos,pas 
sou a jogar pior com a saída de 
Julio, que numa atitude bem pou 
co desportiva, recusou-se a voj 
tar ao gramado. Houve então o 
chamado "baile" futebolístico , 
pois o pessoal de Jardim não mar 
cou mais porque não quiz. 0 nos 
no time ficou completamente "en 
curralado" e os atacantes de Jar 
dim se perderam em filigranas.A 
penas Dirceu e Nelson jogaram - 
nesse final de partida. Eduardo 
<'.ando evidente falta de educação 
esportiva começou a dar socos - 
ras bolas endereçadas ao gol ea 
defende-las de chut:e ao invés de 
segurá-las. E: lamentável que tais 
atitudes sejam ainda tomadas pe 
los nossos jogadores, querendo 
culpar os juízes da sua inferia 
ridade. Não poderia o "60" ven::­ 
cer o jogo com Jardim como não 
poderá enquanto não houver me - 
J.hor entendimento entre seus e­ 
lementos, mas poderia perder c/ 
dignidade, não dando o triste - 
~spetãculo que deu, tanto mais 
feia quando sucedeu em terra a­ 
lheia. Esperamos que isso não se 
repita, para o bem de nosso es­ 
porte e do bom nome esportivo - 
de Bela Vista. 
CAMPEONATO 
CITADINO 
o Fronteira e o Belavistense 
vencido pelo l por e x l. 
Voleibol - Na terça-feira 
prosseguiu o campeonato com 
0 
jogo "Grupo dos 60 preto" X A 
tletico, vencido pelo 1 no 
2 a O (15x15 e 15x7). 
Foi um jogo cômodo,sem que o 
Atlético, em qualquer ocasião 
tivesse oferecido resistência, 
pois o "60" venceu corno e quan 
do quis. Parece até que procur~ 
va tomar uma "forra" da derrota 
de Jardim. 
Cestobol - No encontro reali 
zado dia 27, sexta-feira entre 
Liga x Atlético, venceu o 19por 
22 a l8, conservando-se invic 
tos no l lugar a Liga e O XXIV 
de Maio. 
Jogo pró Flagelados - Como 
contribuição da LEB realiza-se 
3a-feira, dia 31, às 20 horas, 
na quadra Municipal, grande en­ 
contro entre selecionados loca­ 
is de volei e basquete, rever 
tendo a renda em favor da campa 
nha que o Aero Clube está promg 
vendo para arrecadar fundos pa 
ra auxílio aos flagelados do 
Nordeste. 
Leilão 
Devendo ser levados a leilão 
os jogadores que representa.ram 
o Brasil no recente campeonato 
.: Sul Americano de Lima, precisa­ 
se de 22 jogadores e de 2 técni 
cos que não seja o Flávio costa 
nem o• Aimo.ré Moreira, para nos 
representar nos próximos campeg 
Futebol - Por motivo de or natos. 
den interna decidiu a LEB trans Excusado é apresentar-se 
ferir para o fim do 10 turno o quem não tiver espírito de luta. 
jogo XXIV de Maio X Belavisten- for "muleta" ou "velhote", à 
r:e, que deveria ser realizado - semelhança d.os medalhões que o 
no domingo. 	Lima foram. 
Houve um jogo amistoso entre (Por Jotapê 29/03/1953)

.. 
[1 
--··--· - - -- ---- --·------ 
INTENSO ENTUSIISMO E BRILHINTISMO 
NO CARNAVAL DESTE ANO NO LUBE E NA BOITE CORINGA 
5€5 
a 
± 
r€e 
e' 
+c, 
( 
Fomos U9sir,tir no Clube, à 
tarda, o carnaval da criançada. 
Muito nos impressionou porque - 
os foliões mirinB não ficavam a 
trás, dava gosto ver como brin­ 
cavam, Interessante e cheio de 
graça cotava o "Bloco dos Broti 
nhos". 	-- 
Realizou-se a eleição dos 
classificados aos prêmios, cujo 
resultado foi o seguinte: 
FANTASIAS CLASSIFICADAS 
10 lugar - Menina Amélia Fontou 
ra, filha de Otávio Pontoura - 
fantasiada de Rainha. 
20 lugar - Menina Denize Fontou 
ra, filha de Otávio Fontoura ~ 
fantasiada de Odalisca. 
30 lugar - Menina Tânia Maria - 
Assis, filha de Belga Assis 
fantasiada de Gato. 
40 lugar - Menina Júlia Maciel, 
filha de Ramon Vargas Maciel 
fantasiada de Cigana. 
FANTASIA MAIS ORIGINAL 
Menino Sérgio Torri, filho - 
de Armando Torri, fantasiado de 
pescador. 
HELIJOR FOLIÃO 
Roberto Vilas Boas, filho de 
Aldo da Silva Brum. 
MET,J-IOR l?OLIÃ 
Menina Elza Maria de Almei - 
da, filha de Zózimo de Almeida. 
MELHOR BLOCO 
Bloco dos Brotinhos, ao qual 
foi oferecido uma taça. 
A noite lá estavam todos os 
foliões, novamente, para darem 
o adeus ao Rei Momo; era a mais 
animada das noites de carnaval, 
tanto no Clube como no Coringa. 
De quando em vez víamos uma fan 
tasia interessante e curiosa, 
No Clube havia um "bebê",que 
só faltava chorar. O Dr.Gastão e­ 
ra um autêntico chinês a puchar 
cordões; só não gostou de não 
haver frevos como na noite ante 
rior, que fez recordar os ve - 
lhos tempos lá do Nordeste. 
O Dr. Crispim e senhora nada 
perdiam. 	• 
O Saul e senhora estavam,nes 
sa noite, ricamente fantasiados 
à moda antiga. 
Fomos ao Coringa onde tudo e 
ra fes a. 
Lã chegando ivemos o ensejo 
de admirar du s "pr tinha",não 
nais era o Zé Es'evo, mas o Te 
nente Heron e o Filho. o7 E­ 
tevão, antes uma "negrinha", vi 
rou "papai noel", levando às 
costas o saco de ·.• confeti. 
Voltamos ao Clube afim ae as 
cistir aos concursos do Carna - 
,·al. 
Todos os foliões presentes - 
desfilaram- se diante da cois - 
cão de concurso, sob vibrante a 
legria. 
Os resultados foram os se 
guintes: 
MELHOR FANTASIA 
Carmem Brunct, fantasiada de 
toureiro. 
FANTASIA T1PICA 
Carmem Brunet. 
FANTASIA MAIS ORIGINAL 
Elisa Savala, fantasiada de 
coelho. 
MELHOR FOLIÃO 
Idio Escobar, o saudoso de 
Três Corações, fantasiado à moda 
MELHOR FOLIONA 
Adélia Ro a, fantasiada d - 
ciqan. . 
CASAL DE MELHOR TANTAS!A 
Saul de Barros e esposa,fa!­ 
asiados à moda an íga. 
Logo depois foi fornecido 
resultado das eleições p.ra a 
Rainha do Carnaval, sendo elei­ 
ta a Srta Yeda Mascarenhas, com 
1410 votos. 
Vivo interesse dcsp rtou o 
concurso, sem entretanto prrJu­ 
dicar o andamento do R.iilc, r,u0 
se prolongou até às 5 horas da 
manhã. 
Todos brincaram e se diverti 
rama valer tendo corrido tudo 
muito bem, exceto ... o término 
do Carnaval, que muitas sauda - 
des vai deixar. 
(08/03/1953) 
Concorrido o Enterro dos Os o 
a ·eo11E CORINGD COMO CEMITÊRIO DO REI MOMO 
Há 7 dias que o 
carnaval começara e 
apenas 4 anos separa 
vam do seu término; e 
ra dia do "enterro - 
dos ossos", festa 
tradicional na re 
gião e que muito in­ 
teresse desperta. 
O Coringa anuncia 
ra grandes surpresas, 
o que maior curiosi­ 
dade fez despertar. 
vez vimos um enterro 
tão. . . gostoso. 
Após esta brinca­ 
deira foi reiniciado 
o baile, muita anima 
cão perdurou até Z 
madrugada quando fin 
dou o Baile. Muito a 
gradou a festa preparada 
pelo Muler,cujo interes 
se foi envulgar e que e 
perarros tornar a assis­ 
tir nos anos vindouros . 
(08/03/1953) 
NOITE DE FESTI NO GINÍISIO BELA VISTI 
Nossa reportagem 
compareceu à Boite - 
e, junto àquela gran 
de quantidade de "a 
companhantes", coope 
rou para que os OS - 
sos fossem bem enter 
rados. Estava positI 
vado o interesse pe= 
la festa, pois havia 
muitos que brincavam 
como que relembrando 
os dias de carnaval 
há pouco passados. Mui 
ta alegria havia en­ 
tre os presentes; to 
dos aguardavam, com­ 
viva curiosidade, o 
momento das surpre - 
sas. 
Quando a alegria 
era das mais inten - 
sas, cornetas anun - 
ciaram a chegada do 
enterro; sob o som - 
de uma marcha surgiu 
e, caixão, levado pe­ 
los integrantes do 
"Bloco Boa Vida". Em 
meio do salão foi de 
positado o caixão 
.ob intenso pranto - 
dos que ao carnaval 
davam adeus;a um com 
ponente.do bloco foi 
dado o ensejo de fa­ 
zer um discurso, em 
homenagem ao falecido 
r.ei Momo. Em seguida 
foi aberto o caixão, 
para que os presen - 
tes vissem pela últi 
ma vez aquele cujo­ 
reinado é só alegria. 
Surpresa geral do 
minou a todos pois - 
lá dentro, não se en 
centrou o rei da o- 
lia, mas sim bolos, 
galinhas e perus que 
a todos foi distri - 
buido. Pela primeira 
DIANTE DE GERAL EXPECTATIVA SE ENCONTRAVAM OS ALUNOS DO GINÁSIO BELA VISTA COM A VISITA DO SR. DEPUTADO FEDERAL DR. LICIO 
BORRALHO- LÁ SE ENCONTRAVAM OS DEDICADOS PROFESSORES: Srtas. ANAIDE KEREMIAN, MADALENA PALMIERI, CARMEM VIEIRA BRUNET, JOANA 
LEITE ISAURA VILALBA; TENENTE BIRON BERNARDES, PRE. FRANCISCO JENIGS, TENENTE STOMPF, TENENTE ALCINDO CHAVES, TENRNTE CH~ 
NANECO p_ DE SOUZA, DR- WALFRTDO C. DE SOUZA, DR. BARROS E VASCONCELOS, ESTE GRANDE E DEDICADO MESTRE; PROFESSORA_ESTER SI~ 
VAL ESTE GRANDE EXEMPLO DE DEDICACAO AO ENSINO, ATUAL VICE-DIRETORA; PRESIDENTE DA CAMPANHA NACIONAL DE EDUCANDARIOS GRA 
TRUíTOS, EM RELA VISTA, SR. VEREADOR JOSE MOREIRA DE OLIVEIRA, TRABALHADOR E DIIDICADO A CAUSA DO GINASIO; O DEPUTADO ESTA - 
DUAL DR. RUBEN DE CASTRO PINTO DINAMICO FUNDADOR, E DIRETOR DESTE NOTÀVEL ESTABELECIMENTO DE ENSINO GRATUITO. 
Recebido pelos Di 
retores, foi o Depu­ 
tado Licio Borralho 
levado ãs salas de au 
las onde, em rápidas 
Palavras, foi apre - 
sentado aos alunos , 
pelo Professores Dr. 
Barros e Vasconce 
los. 
usou da palavra o 
Deputado Dr. Ruben - 
de Castro Pinto que 
em brilhante improvi 
so saudou o visitan­ 
te e encareceu a ne­ 
cessidade ae que to­ 
dos lutassem para 
anter o estabeleci­ 
nento que honra a Pg 
Pulacão, de Bela Vis 
ta, proporcionando - 
ensino gratuito acue 
les que não podem 
deixar seu trabalho, 
tão pouco pagar ensi 
no que, muito caro, 
por ser fora da cida 
de. Disse ainda S. 
Ecia. do magnifico, 
exemplo de abnegação 
dado pelos ilustres 
professores que cons 
tituem o corpo docen 
te do Ginásio; de 
quão. valioso tem si 
do o·comportamento e 
dedicação do corpo - 
dicente do Ginásio, 
que já conta, como - 
professor adjunto , 
com dois de seus alg 
nos. 
Reafirmou S.Excia 
de trabalhar dentro 
ou fora da Assembléia, 
para que o Ginásio - 
possa sobreviver a 
todas as dificulda - 
des que se lhe ante. 
ponha, seguindo para 
o seu nobre e eleva­ 
do propósito:educ?r. 
Respondendo com - 
palavras eloquentes, 
se comprometeu o De­ 
putado Licio Bon:alho 
de solicitar à Câma­ 
ra Federal consiana­ 
çaõ no orçamento- da 
União para 1954, da 
verba de CrS 300.000, 
00 ·e trezentos mil 
cruzeiros) para o Gi 
násio Bela Vista e 
rolicitacão ao Minis 
t.ro de Educação que 
envie a comissão exa 
rinadora, para o exá 
re de suficiência de 
l'rofessores, para 
cue o Ginásio possa 
c-ontar com maior nú­ 
rero dos mesmos. Pro 
reteu S. Excia. d 
cooperar em tudo que 
possa fazer para ma­ 
r.utenção e melhoria 
co Ginásio. 
Terminando o Pro­ 
fessor Dr. Barros e 
,·a sconce los- convidou 
os alunos a se ).evan 
tarem, prestando as 
sim, num gesto elo - 
quente, uma homena - 
gero ao visitante e 
demais pessoas pre - 
sentes. A Vice-Dire­ 
tora Professora Es - 
ter Silva convidou - 
os Deputados, Presi­ 
dente da Campanha , 
Professores e dema­ 
is pessoas que assis 
tiam as homenagens 
para a Secretaria,on 
de foi servido um ca 
fezinho, ao sahor r.Õ 
qual surgiu o brasi­ 
leirissimo bate-pa - 
po. 
Re-e-5e as 
dificu!dadPs·que o 
Ginásio vem transnon 
do e com saudades= 
dos velhos tempos de 
colegiais, quando os 
austeros Professore 
se apresentavam para 
os éxames que causa­ 
vam medo. 
. Ao sair notamos , 
pelo contentamento e 
alegria de todos 
que viam um grupo va 
loroso prometer apo­ 
io ao Ginásio Bela 
Vista, que era uma - 
autêntica noite de 
fea. 
(26/04/1953) 
UMA CIDADE SEM PISSIDO NAO Há FUTURO!

- 
Lançamento ta Pedra Fdanenlal d Gi á 
• 
Bela Vi f 
Contou do programa de visita do Gover­ 
nador do Etado a esta cidade, no dia 20 
de Julho pp., o lançamento da pedra funda­ 
mental do Gináio ela Vista. Esse entabe- 
1cimento doe ensino, marco de nova era na 
vida intelectual belavistense e que Ja vem 
funcionando há 4 anos terá, em breve, seu 
magnífico prédio; para tanto já foram da - 
dos os primeiros e firmes passos e, muito 
mais animador é o fato de estar batalhando 
à vanguarda donoc empreendimento um punha­ 
do do homona progreooiotao, capazeo e ho - 
nestos. O Ginásio está à dianteira de nos­ 
oau inntituiçõco e já com a vitória conso­ 
lidada, pois que, há perfeita harmonia e 
entendimento entro o corpo administrativo, 
docente, dicente a diretoria da Campanha - 
de Educandários Gratuitos nesta cidadc,que 
congregam elemcntoo os mais diversos e das 
maio variadas fileiras políticas, todos - 
trabalhando no mesmo sentido - o do pro 
grenso de Dela Vista e da cultura do seu 
povo. 
o lançamento da poara fundamental al 
cançou sucesso absoluto, seja pela presen­ 
ça do Governador do Estado, sua ilustre co 
mitiva, autoridades várias e do povo, seja 
pelo seu significado. 
Dando início à cerimônia falou o Deputa 
do Dr. Ruben de Castro Pinto,diretor 
fundador do Ginásio qual eloquente e pro - 
fundamente comovido, pronunciou brilhante 
discurso, no qual dizia, sentir naquele mo 
mento, a mais profunda emoção por ver e 
sentir assegurada a vitória do Ginásio que 
fôra, para ele, motivo de tantos sonhos e 
preocupações. 
Em seguida falou o Vereador José Morei­ 
ra de Oliveira, inspetor federal de ensino 
e presidente da Campanha de Educandários - 
Gratuitos de Dela Vista, outro baluarte do 
Ginásio, pronunciando o seguinte discur­ 
so: 
Exmo. Sr. Governador de Mato Grosso,Dr. 
Fernando Corrêa da Costa. 
Sr. Secretário da Agricultura e 
Públicas, Dr. Demostenes Martins. 
Sr. Deputado Dr. Ruben de Castro Pinto. 
Srs. Membros da Comitiva Governamental. 
Senhores e Senhoras. 
Esta solenidade, histórica e do maior - 
interesse para o povo Belavistense, tem 
por fim o lançamento da pedra fundamental 
do edifício onde, dentro de mais algum tem 
po, será definitivamente instalado o Giná­ 
sio Bela Vista. 
Contando já 4 anos de proveitosa exis - 
tência, supérfluo seria que nos demorásse­ 
mos em considerações sobre a necessidade , 
sobre a utiiidade e sobre a indiscutível o 
portunidade de UIT' estabelecimento de ensino 
ginasial nesta fronteira, onde dois ingen­ 
tes e urgentes problemas desafiavam a vig_!. 
lância dos poderes públicos, tais a educa­ 
ção secundária da nossa juventude pobre , 
por falta de instrução secundária, condena 
da a um futuro sem melhores possibilidades 
e a nacionalização da fronteira onde via - 
mos estiolar-se uma geração inteira, entre 
gue à perniciosa ociosidade dos bares e 
das serenatas ... 
Hoje, após 4 anos de lutas que bem pou­ 
cos conhecem, de perseverança-que somente 
um espírito resoluto e um cabedal civico - 
de grandes proporções poderiam arrostar,já 
podemos assegurar não somente com palavras 
sendo e sobretudo com fatos materiais, com 
o rigor frio de dados estatísticos, - que 
o Ginásio Bela Vista, obra sem igual em to 
do o Brasil, - porque ê absoluta e inte 
gralmente gratuito, - tem sido da mais be­ 
néfica influência na vida social e cultu - 
ral do nosso povo, e de decisiva preponde­ 
rância na marcha evolutiva da nossa civili 
zação. 
Fundado e tendo iniciado a sua vida 
construtiva, faz 4 anos, com apenas 62 alu 
nos, conta hoje, o Ginásio Bela·Vista com­ 
um corpo discente de 204 alunos distribuí­ 
dos c.m 4 séries. 
Já este ano será diplomada a sua primeira 
turma. 
Relativamente a situação legal do Giná­ 
sio Bela Vista, sobre a qual parece que 
ainda pairam dúvidas, é oportuno e sobretu 
do necessário que, como Inspetor Federal - 
declare que o Ginásio desde a sua fundação 
vem tendo contínua fiscalização e assistên 
eia do Ministério da Educação. - 
Obras 
. ! 
Rio de Janeiro; - um aluno e 1? lugar na 
4a série do Ginásio R!o Dr.nco de Campo 
G r a n d e ; 	d o i s 	a l u n o s 	n o 50 e 	6 9 	l ug	a r 	n o 	C g 
léJio Dom Boco, em Carpo Grande; - uma ex 
aluna em 29 lugar no Colégio Estadual de 
Cuiabá; um aluno em 3 lugar na 4a série - 
do Ginásio de Aqudauata, - um aluno em 40 
lugar- no Ginásio Estadual de Três Lagoas 
um aluno em lo lugar na Escola de Sargen - 
tos das Armas, etc. 
Tais fatos demonstram a eficiência de 
ensino no Ginásio Bela Vista, onde temos - 
Professores que falam diversas línguas, ho 
mens que tem demonstra'o a sua capacidade 
ensinando em qualquer cadeira ou serie e 
isto demonstra, também o aproveitamento 
dos nossos estudantes, e maiormente a van­ 
tagem flagrante dos benefícios deste esta 
belecimento de ensino. são fatos,portanto, 
que proclamam, sem necessidade de mais pa­ 
lavras, o elevado significado do grande va 
lor desta obra que hojo exerce um papel de 
cisivo no futuro desta terra. 
Sim, porque o Gináio Bela Vista, minis 
trando ensino absolutacente gratuito, como 
é do conhecimento de todos, é destinado 
precipuamente aos moço pobres, desarrima­ 
dos de recursos com que pudessem frequen - 
tar colégios caros ou de luxo em são Paulo 
e outros lugares. 
Estudante do Ginásio Bela Vista! Reser­ 
vei para vos dizer hoje, o que há muito ve 
nho desejando dizer-vos. 
A educação ginasial, hoje, é indispensá 
vela qualquer pretensão nessa luta pela - 
vida em que, cada dia são maiores e mais-. 
rigorosas as exigências de preparo inteleE 
tual. Não vos iludais sobre esta verdade:­ 
hoje, o homem que possue o curso ginasial, 
possue em suas mãos, a chave do seu pro 
prio futuro. Sem um curso ginasial, não é 
possível nenhum êxito nessa competição. 
"Complemento e coroamento da escola pri 
mária, o ginásio ê verrladeiramente uma fá­ 
brica de homens; entrega para ele um espíri 
to débil, mal· constituído, exposto a todos 
os perigos que a incultura gera, e ao cabo 
de pouco tempo, a nutrição científica e o 
exercício das faculdades mentais transfor­ 
mam esse esboço de espírito em um ânimo 
fertil e criador". 
Sr. Dr. Ruben de Car;tro Pinto: Tocou à 
V. Exa: o dar à mocidade de Bela Vista es­ 
sa chave que vinha abrir na sua senda do - 
futuro, as amplas possibilidades de uma re 
denção. Redenção, digo bem, porque hoje ja 
não vemos, como outrora, o desperdício de 
tanta energia moça que por aí se inutiliza 
va, inaproveitada ou inaproveitãvel, pelas 
Hoje, encampado por lei promulgada pelo 
Governo do Estado, o Ginásio investiu per­ 
sonalidade jurídica definitiva, estando , 
portanto, em igualdade de condições legais 
com qualquer outro estabelecimento de ensi 
no sec~ndário registrado e fiscalizado pelo 
Ministêrio da Educação. Ademais, vejamÕs: 
O Ginásio Bela Vista já concedeu trans­ 
ferência a 17 alunos os quais, posso afir­ 
má-lo, tiveram nos Colégios para os quais 
foram, as melhores colorações assim: - um 
aluno em 30 lugar, no Colégio Militar do 
squinas, pulos bares, pelas t 	' 
k r
- _ ,--, ,...ocidud(' tl<•.;:·
1"r.1r, d l, 
hYCO O! Sr u- 	· 
çá mesmo lutando por brar a revolta 
as suas dificuldades, que esse a0santo 
a, <m forjar-lhe no espirito humilrd 
poaer1an 	± 	v 
O espetáculo é hoje, outro. vemos, to - 
das as noites, essa mocidade encaminhar­ 
para o Ginásio; e mesmo quando nos escai 
eavan mestres, lá ficwva, silenciosa nt 
nas salas de aulas, como_se confiassem na 
Providência Divina que não os desampararia 
nessa causa tão justa, tão linda, ao com 
vedora! 
Exmo. Sr. Governador, essa Providencia 
não falhou porque não poderia falhar, e 
uma causa tão humana, mm uma causa tao no­ 
bre, em uma causa puramente crista! 
essa Providencia se manifestou quando V. 
Exa. coroando a belíssima obra do Deputado 
castro Pinto, chamou o Ginásio Bela Visa 
à tutela do Estado, e estendcndo sobre os 
estudantes do Ginásio o braço protetor da 
Lei de Encampação. 
Assim, pois, Exmo. Sr. Governador, vin­ 
do V. Exa. agora presidir a esta solenida­ 
de, o que V. Exa. está fazendo é uma de 
monstração a toda esta fronteira, e uma vg 
liosíssiroa proclamação a todo o Brasil, do 
carinhoso empenho com o qual V. Exa. tcn 
zelado pelo progresso cultural de Mato Grog 
so, alargando-lhe as estradas do seu gran­ 
de futuro. 
Que v. Exa. Sr. Governador, com esse 
gesto, se consagre, como é bem certo, na 
história desta fronteira, como o seu maior 
benfeitor, porque nenhum maior beneficio 
se pode dar a um povo senão instrução e Cg 
légios! 
Fez-se ouvir, então, o advogado Demóste 
nes Martins, Secretário da Agricultura do 
Estado que, através da sua oração, congra­ 
tulou-se com a cidade e seu povo pela vit§ 
ria que vêm alcançando com o progresso do 
Ginásio; sendo muito amigo de Bela Vista , 
onde viveu algum tempo, deixou transpare - 
cer a intensa alegria que se lhe ia n'alma. 
Para completar a série dos mais enocio­ 
nantes e significativos discursos, fez-se 
ouvir o Dr. Barros de Vasconcelos, Profes­ 
sor e um dos'mais queridos mestres do Gini 
sio. Possuidor de elevada cultura e por es 
tar vivendo com o Ginásio as suas dificul­ 
dades e vitórias, não poderia deixar de se 
fazer ouvir e pronunciou o seu costumeiro e 
sempre brilhante improviso. 
Ao ser encerrada a solenidade foram con • 
vidadas as autoridades e os presentes para 
assinarem o pergaminho que se enterrava 
alusivo ao ato, e donde, dentro em pouco, 
se erguerá o magnífico prédio da cultura 
secundária de Bela Vista. (09/08/1953) 
0Povoamento e a Colonização 
das Terras em Bela Vista 
O Município de Bela VIsta possui uma área de o Prata, o Miranda, o Piripicú, o Guaviral, o Cara 
cerca de 10.000ks. Tal superfície seria o bastante col, o Mangaba, o Machorra, o Sombrero, o Arroio de 
para abrigar, no mínimo, uma população de 100.000 Ouro, o Sanga-Bonita, o Azul, 
0 Porteira, e cantos 
habitantes. Entretanto, sobre esta area se alojam, outros, cada qual com as suas características pró 
apenas, 20.000 pessoas... 	prias. Entretanto, no que pese O esforço de muitos, 
Sao 10.000ks de terras privilegiadas, de terras ainda nao se fez sentir, nestas pl.agas, 
0 
efeito s! 
extraordinarias, pela sua fertilidade e pela sua lutar das maravilhas do trabalho metodisado do hoze. 
exuberancia, que jazem ate agora, praticamente i- Nao imperou por enquanto, esta mentalidade ioneira 
nexploradas. Consideramo-las uma das melhores do e progressista que abandonando p t'·-' 
- 	os costumes ro 1n± 
nosso Estado, talvez mesmo superiores as ja famo - ros, traz os benefícios do século atual, da energia 
sas de Dourados. Nelas, tudo nasce, tudo floresce, como alavanca do progresso num i d b. - 
pa s e ase esse 
e tudo frutifica. 'Desde os rouserais em flor, des- cialmente agrícola como O nosso. sã assim teremos 
de as grutas essencialmente, européias,como a uva, a ventura de ver surgir das matas ainda 1penetrá 
a pera e a maça, ate as de clima tropical, coo a veis os prieiros núcleos colonial "., de 
h d P 
- f 	nas que se ao 
castan a o ara, a ata, sem alar nas de "habi transformar, com o decorrer d 	d d,s 
1.1 	- 	f 	os tempos em ci a e. 
tat , pra e ro como o caju, e o coco da Baia, to - ormosas e evoluídas Urge t • _; 
d lim f 
• por.anto que os resp0n% 
os se ac atam, per eitamente bem em nosso meio. veis pelo destino da noss t 	d 5 
N; 	rilh .- 	5a erra se compenetrem e 
as matas marav osas com que sao revestidas - te grave problema e procur 	1 
a~ encostas. das nossas serras• existe toda sorte - • dade inadiável um progra emmíexnimecutar • como neces5; 
d d ir d Li d d d 	- • ma o de povoamento 
e b ma d e a e e , i es e o ce ro, o a~gelim, a pe- ~olo~acao das terras de Bela Vista. Para tanto , 
ro a o campo, a p uva, a arueira, ate a graciosa astara organizar· uma corrente imis - a de 
sucupira. Nelas impera uma fauna riquíssima,que pe nacionais do nordeste e estr- grator1a mista» 
1a sua quantidade e ela sua qualidade constitui'- Previamente ua propagai,'["?"Tos, faz e
nd
o,,, 
ria, por siso, uma excelsa fortuna. Produtos medi do solo BeJ.avistense Est .b l igente das virtu 
cinais, como a 1peca, a geniana, o ru!barbo, a ar c{fico, a concessão de a e..eça-se, coo ponto p0 
cela, são· encontradas a mancheias, em porções. sur= quase torna.rão propri d p:qu:nas glebas de terras 
1
' 
preendentes. Se-não bastasse tanta maravilha junta à esforço e p1üo tr-ab~ a e e quem d=::ionstrar, pe o 
natureza sempre dadivosa, fez riscar as terras de nbo da terra Aprov ito, ª sua apt.idao para 
O 
am.a - 
Bel.a Vista de um emaranhado de rios e riachos• que a técnica e ~s. recu: e-se os ensinamentos aic=os, 
no capricho fertilizante de suas enchentes vão enri estas terras aband s:5: atuais para se transformar 
quecendo as nossas terras todos os anos. - ricos celeiros ,"9adas e iprodutivas até_hoje,e< 
Nestes mananciais de água, vive os mais varia - rã, para espanto e d gene~s alimentícios. Entao sur!!; 
dos cardumes, outra enorme fonte de riquezas ainda que Bel.a Vista al. e mu:tos, o instante supremo e 
abandonada. 	civil-, z cançara os fastos do progresso ed? 
- 	- 1zaçao. Pagar-se-a assim c j d b d s 3 
O legendario Apa que, quando se souber aprovei- divida de gratid- 	'» :o turos !obrado 
tar o mundo de 'poder, de força e de grandeza que ra com est t . ao que ª nacional.idade conc.raiu pa­ 
as suas águas representam, será ainda, pela sua te serona""",i;_de Passado +±sr6rico,ode se d; 
orãeta. o 1 desa trreira, à se=e1hanca é vida, coso ;"[;j,"? mais deslusbrantes da os"_ 
Rio que fez o apogeo do velho Egito, permanece es- velente a Retira jPndente, que foi incontes4 
quecido. Bastaria, apenac, que se soubesse utili _· postertdad ~aª- a Laguna, imortali.sada, para• 
·ar, ara fis tssrrtat ua s6 4as suas «vedas Pnero éi,,]"? de Tauai, que, o dizer_es 
d'agua. Teríamos transfoniado, então, em poucos a- de Deus, a pena' ~e X escreve-la recebeu das _1:1aosOO 
nos, este aspecto stlenetoso do nosso Muieip1o. anos, nos deser, 4"??"nres deixara catr Hí2.0 
Ao lado do Apa, estao ai o Estrelinha,o Perdido, (ltub d • ia Menor. 
en e Castro Pinto - 15/02/1953)

l. 
!­ 
la- 
se 
PIB(UNA DA FPONTEIA ;,.·. c,t,r 
•J 	. . ··1. 	l. 
1 Cruz de lntonio J 
e 
ºªº 
Fatos identicos se sucederam 
até que chegamos ao local em 
que eu deveria altar. Fiz i - 
nal e o carro parou. Paguei e 
aproveitei para pasar um olhar 
descuidado aos outros passa4ei­ 
ron. Lá notavR o tal velho lrn­ 
do ainda o acu Jornul. Aqunla - 
senhora franzina e delicada 
suava por todos o poros. Olhou 
me e viu em'mim o sujeito mais 
feliz do munoo. Salto e vendo - 
novamente o automóvel afastar - 
se, suspiro, satisfeito por ha­ 
ver chegado cedo demais e con - 
victo nais que nunca de que fe­ 
lizmente, momentos do extrema - 
coragem como coto que me ocorre 
ra, grassam felizmente apenas -Ü 
ma vez em trezentos e sessenta­ 
cinco dias. Poi então que sen 
ti-me o mais afetivo amigo da= 
quclcs velhos bon0es. 
Vamos ser corajosos, mas as 
sim também, é exagero ... 
Bela Vista, cidade culta e 
que progride dia a dia, já pos­ 
sue os seus artistas. Com ele - 
mentos as vezes dou ras plaq s, 
as veze m·mo cm o valor de 
seus filho, já constroe para o 
porvir o nense porvir intervem­ 
o braço viril dos que ideali'i 
camente escrevem para ua histó 
ria, com arte com o u 'raba - 
lho, pãginon o crnao. 
Soube a nossa reportagem,que 
o Comando do 10o Pegimen .o de 
Cavalaria, iria homenagear a fi 
qura inclita de Antonio João 11T 
beiro - eu patrono, com a ere­ 
ção em seu túmulo, de uma cruz 
de madeira, concebida com ro 
quintes de arte, como seria jus 
to, cm se tratando do hcroc de 
Dourados. 
O trabalho estaria a cargo - 
de duas praças da Unidade - o 
projeto, modelagem do ornato 
principal em argila e os dese - 
nhos em geral, a cargo do sub - 
tenente Gamaliel Stumpf, minei­ 
ro de nascimento, mas belavis - 
tense de coração e a execução, 
fastidiosa, demorada e paciente 
a cargo do 30 sargento Anatalí- 
·i, ravalheuro, ir.o rir 1 
o « entalhe.d.r rito ro 9 
To do vida civil. 
Na casa do rofer do ar;onto 
rosa reportanaem et a oportu­ 
ridade ve-lo cor ar n dureza - 
uai sem igual da aroeira mao 
crosene, os formosos contor - 
ro finais do ele n os que 
compõe a belíssima cruz. 
O projeto de Sub Tenen e Ga­ 
raliel Stumpf, baseou-se primor 
'ialmen e na flor d LIS de cor 
tornos heráldicos símbolo per - 
feito da realeza, da fidalgia 
o do Cavalherismo, ao qual, pos 
teriormente e por idéia elos 
Exmos. senhores oficiais da Es­ 
cola de Estado Maior do Exerci­ 
to, foi anexado também o dese - 
nho ampliado da placa usada pe 
Jos dignatários condecorados , 
cran-cruz da Ordem do Mérito Mi 
1itar cujo tarnanho natural so 
hre a cruz será de cincoenta e 
cinco centímetros de lado e com 
primento 
t sem dúvida uma cruz de pro 
poros qigant , de contornos 
for' s, altan ira e foro t;pro 
duto do ardor patriotico do 
us executantes, no fie! cu.pri­ 
mrto as ordens do sr. Coma:dan 
te do Re imento Antonio Joao 
José Cancllos Santiqo, que as 
sim e ho horas, :on esta 1em • 
bran re viva n nossa a!mas 
d. brasileiro e matogrossenes 
o cul o da tradico ao heróis 
da Pátria. 
Guarde pois o túmulo de Dou­ 
rado essa lrbrança respeitosa 
dos soldados do Exército, solda 
dos que em continuidade àquele, 
feitos, escreveram na Itália ou 
tras páginas de não menor Gló - 
rio! 
Glória polo ao Heroe de Dou­ 
rados! 
Parabéns, ao Comandante do 
Regimento Antonio João. 
(01/11/1953) 
Vila Jardim 
Futuroso Município Matogrossense 
Nossa reportagem 
~ esteve na Vila Jar - 
dim, visitando-a e 
tomando contacto com 
tudo que lá existe , 
a fim de levar ao co 
SI nhecimento de nossos 
leitores algo sobre 
essa Vila pertencen­ 
e te ao Município de 
Bela Vista. 
Verificamos, in - 
:' loco o seu progresso 
e as suas possibili- 
2 dades, falar em Vila 
~ Jardim já significa 
falar em progresso, 
pois que,cresce a o­ 
• 1 lhos vistos e se agi 
ganta de modo a cau­ 
sar inveja a muitas 
outras localidades. 
Muito em breve 
Jardim se emancipará 
porque esse é o obje 
tivo do povo progres 
sista que lá vive e 
a:s trabalha. 
~ Vila Jardim está 
situada em lugar pri 
vilegiado,pois ser­ 
,;, , ve de entroncamento 
~ is cidades de Bela - 
Vista, Aquidauana 
:' Porto Murtinho, Bon 
,,! ta, Nioaque e a Col.9. 
f nia Penzo servindo 
ainda, de acesso a 
Campo Grande, Maraca 
ju e Vista Alegre. 
Fomos recebidos , 
ade. em nossa visita a 
•.:! Jardim pelo Sr. Ber- 
1e.: nardino Machado da 
s! Silva, ex-sub prefei 
ta local, pois nao - 
faz mui to desligou 
,d
1 
se do cargo que ocu­ 
Dava, por motivos 
°' que fogem à alçada 
# desta reportagem. 
Em súa companhia 
N Percorremos toda a 
~ Vila, visitando to - 
s das as suas obras e 
instituições. 
Contou-nos o Sr. 
Bernardino que Jar - 
dim surgiu com o a - 
ampamento da C. E. 
R. 3 que lá se insta 
lou; era chefe da 
Comissão o então Ma­ 
for Alberto Rodri - 
Sues da Costa, que 
em pouco tempo de es 
ada naquelas para - 
Sens, adquiriu, em 
l946, uma gleba de 
terra que foi lotea- 
da e vendida ao pre­ 
co de Cr$ 50,00 o lo 
te aos empregados da 
Comissão criando-se, 
assim, a Vila Jardim. 
Pouco depois o 
Sr. Fábio Martins 
Barbosa fez dois lo­ 
teamentos em suas 
terras, um a margem 
esquerda da Vila, a­ 
brangendo trezentos 
hectares em lotes 
chácaras, já quase 
todos cultivados e o 
outro a direita da - 
estrada que corta 
Jardim bem ao centro. 
Quarto loteamento 
foi realizado pela - 
Prefeitura em terras 
que abrangiam trezen 
tos hectares; desses 
lotes poucos restam. 
Em 1951 foi cria­ 
da a sub-prefeitura 
do lugar, sendo o Sr. 
Bernardino designado 
sub-prefeito, passan 
do a trabalhar com - 
entusiasmo pela ter­ 
ra que o cativava. 
visitando tudo 
que lá existe,chamou 
principalmente nossa 
atenção a Escola Co­ 
ronel Juvêncio, cons 
truída em moldes de 
Grupo; funciona em 
timo prédio, cuja - 
construção foi ini - 
ciada na gestão do 
Prefeito Pery de Al­ 
meida Melo, e já qua 
se terminada graças 
a eficiente colabora 
cão da e. E. R. 3. 
contou-nos o Sr. 
Bernardino que o Go­ 
verno do Estado con­ 
cedeu a verba de CrS 
250
.000,00 para 1n1- 
cio dessas obras e, 
por ser essa uma pe­ 
quena verba, passa - 
ram a contribuir as 
autoridades munacpa 
is, a Comissao e o 
próprio povo, pos 
não fora isso, nao_e 
istiria aquele pre­ 
dio ainda. Essa Esc.9. 
la é frequentada por 
500 alunos, em 10 
classes, e conta com 
apenas 10 professo 
ras nomeadas. . 
Anexo, funcionam, 
ainda o urso de al­ 
fabetização de adul 
tos e um modelar jar 
dim de infãncia cria 
do no ano passado pe 
la Sra Wanda wo1r 
que dirige com efi - 
ciência e desprendi­ 
mento. Conta essa Es 
cola com um gabinete 
dentário cedido pela 
C.E.R.3., mas que 
não funciona porque 
o Estado ainda não 
nomeou o dentista, a 
legando tratar-se de 
Escolas Reunidas e 
nao Grupo Escolar;en 
t.retanto, dado a al­ 
ta frequência de alu 
nos e por tratar-se- 
0a única Escola do 
lugar, não se justi­ 
fica como nos disse 
o Sr. Bernardino , 
não se passar Grupo 
Escolar. 
Visitamos a Igre­ 
ja e o Esporte Clube 
Jardim, cujos prédi­ 
os se acham em vias 
de conclusão; a sub­ 
prefeitura e sub-de­ 
_J.egacia funcionam em 
Tudo é novo e surpreen - 
dente na "Princesa do Apa". 
Luz elétrica de primeira, 
ruas limpas, ginásio funcio 
nando gratuitamente, ~xem = 
plo vivo de abnegação dos 
que lutam pela sua manuten­ 
çaõ, imprensa independente 
representada· pelo novo ór - 
gão, "O Belavistense" sob a 
inteligente direção do jor­ 
nalista Geraldo de Souza Ro 
sa, semanário que veio em 
boa hora enriquecer o patri 
rnõnio intelectual da impren 
sa Matogrossense nesta fase 
aguda em que a população de 
Bela Vista, necessitava de 
um órgão orientador, de uma 
imprensa independente, em 
defesa de seus mais sagra - 
dos interesses. 
Há um ano atrás, pela 
primeira vez, visitamos Be­ 
la Vista, quando fomos sur­ 
peendidos pela existência 
de um estabelecimento de en 
sino secundário gratuito. i 
princípio, não acreditáva­ 
mos que, numa cidade fron - 
teiriça como esta, est.ives­ 
se. funcionando um gin~sio - 
noturno, totalmente gratui­ 
to, sem.a mínima parc~la de 
contribuições por parte dos 
alunos. A Curiosidade nos - 
prédios próprios , 
sendo que o Correio 
e Telégrafo foi cons­ 
truído e pertence a 
comissão. Conta Jar­ 
dim com um excelente 
aeroporto, cuja pis­ 
ta é de 800 metros , 
mas que se está pro­ 
longando para !.200 
a fim de receber os 
aviões do correio Ae 
reo Nacional,está se 
procedendo a instala 
cão de iluminação de 
campo e depósito .de 
levou àquele estabelecimen­ 
to, quando fomos recebidos 
amavelmente pela sua Direto 
ria a Professora Esther, es 
tando presente às aulas os 
Srs. Rubem de Castro Pinto 
batalhador incansável e cri 
ador do Ginãsio, e José Ma= 
ria Barros, braço direito - 
do referido estabelecirneto, 
além de professores locais 
que emprestam o seu valioso 
concurso a essa casa de en­ 
sino, a única no gênero em 
nosso Estado. 
Foi com pra - 
zer que assistimos as aulas 
ministradas pelos Professo­ 
res onde deixamos a nossa a 
gradabilíssirna impressão e 
os efusivos cumprimentos a­ 
os corpos docente e dicente 
do ginásio. 
A esse respeito, escreve 
mos um artigo no "O Mato 
grossense" enaltecendo de - 
maneira elogiosa, os traba­ 
lhos dos abnegados professo 
res os quais, de maneira to 
da patriótica colaboram com 
a população Belavistense pe 
la manutenção cada vez mais 
segura de uma casa de ensi­ 
no que deve servir de exem­ 
plo para as, demais cidades 
brasileiras. 
faróis. 
Além de tudo isso, 
a Vila é sede da C.E. 
R.3. cujos Chefes e 
auxiliares tem presta 
do inestimáveis bene=· 
fícios a toda região. 
Ficamos satisfeitos 
com essa nossa visita, 
pois vimos e conhece­ 
mos melhor a Vila,ver 
dadeiro Jardim,que 
dentro em breve fará 
Mato Grosso ganhar ma 
is um Município. 
(19/04/1953) 
IQUDRELI OI CIDADE 
Depois de um ano vol 
mos a visitar Bela Vist 
Aqui estamos a saboreac 
a amizade inconfundível d~s 
te povo hospitaleiro, e a= 
qui estamos para apreciar o 
progresso da cidade, atra - 
vés de seu operoso Prefei­ 
to que inteligentemente di­ 
rige os destinos de seu Mu­ 
nicípio. Aqui estamos apre­ 
ciando a limpeza das ruas, 
a boa luz elétrica, talvez 
a melhor do Estado, a valo­ 
rização das propriedades, a 
atividade do comércio e fi­ 
nalmente, ao panorama geral 
que deixa muito bem impres­ 
sionadoo visitante de fo - 
ra. 
Aos irmãos P.osa que diri 
gem com habilidade e idea 
lismo o "O Belavistense" o 
simpãtico Órgão de imprensa 
que leva através de suas co 
lunas, a notícia da cidade, 
do comércio e indústrias a 
todos os recantos da Pátria; 
aos nossos irmãos d'outros 
Estados, os nossos aplau - 
sos, nossas felicitações e­ 
fusivas, com os votos mais 
ardentes a Deus, pela pro - 
longada existência de seu - 
Jornal, o "cacu.la" da Tooren 
sa do nosso Estado. . • - 
(Assaf Trad - 12/04/1953) 
PIRIBÊNS BELI VISTi

Tradição· e 
TIBYRIÇÁ LOUREIRO DE ALMEIDA 
Exemplo 
Seu dia começa à 06 horas da manhã, to 
ma eu chimarrão, e g 07 horas e dirige 
paro n p, zcndo pontal, uma de uuan proprlQ 
dados com 6.,500 hectares. 
pede os 12 anos de idade trabalha na 
agropecuária sendo proprietário também das 
Fazendas Bacuri oe Aruera. 
Ilomem versátil e dinâmico, gosta_de uma 
conversa franca, além de dar assistenc1as 
is suas Fazendas. 	· 
'Tiby, como é conhecido pelos seus ami - 
9os, ó um homem humanitário que sgmPr "", 
tá ajudando um e outro: Para ele nao " 
diotfincias para ir atras de um churrasco' , 
tem pontualidade no seu almoço, e_sempre - 
~s 11 horas e 30 minutos. Tibyrica gosta - 
do fazer benfeitorias na Fazenda, as ne - 
cessárias. 
~ natural de Bela Vista, onde nasceu a 
o de setembro de 1910, seus pais são o se­ 
nhor Militão Loureiro de Almeida e a senho 
ra Romana Loureiro de Almeida. 
Tiby é pai de Ana Maria Loureiro Ocáriz, 
Sueli Loureiro da Rosa e Leda Loureiro Pal 
mieri ... filhas que admiram a alegria de 
viver do pai. 	_ 
Olimpia de Assis Loureiro e sua compa - 
nheira e esposa, sempre buscando levar Ti­ 
by para conhecer novos lugares, recorda e­ 
la que "Macei6 tem a praia mais linda que 
conheceu em sua vida" e que "em Fortaleza 
o vento é muito forte; em suas viagens pe­ 
las capitais brasileiras e estrangeiras o 
casal Tiby e Olímpia buscam levar o seu en 
tusiasmo à todos. 
Criador de Galo Nelore e Anelorado, ele 
estudou até o 29 ano Ginasial no Colégio - 
Diocesano em Campinas, e também estudou no 
Liceo Paulista, também em são Paulo. 
sua música preferida é a caipira, sendo 
Sérgio Reis seu cantor predileto; é claro 
Particip 
Tibyricá Loureiro rle Almeida e Sra O­ 
limpia Loureiro de Alneida 
absurdo". 
Quanto a política ache 
,·tic que nune vive/no 
vendo um po 1 a ..,' • 
L
·,,.r. Governo. ,1by lc. br., 
esta7os 	e 
em es vam remarcando os preco novam 
, g ermnercado... o rapaz me falou 
num buP " 	bl da SUNAH" 
inha chegado nova ta.a " • 
Já foi filiado ao Partido Soial Den 
crá ico durante o tempo que ex1ttu. D • 
testa o "comunismo", porque acho qu e • 
ma coisa qu pode transformar a nossa n - 
cão e levá-la não sabemos para onde' • 
Tiby é contrário a Reforma qraria, diz 
ale "G um absurdo... como alquem pode to - 
mar con a de minhas terras ou de suas ter­ 
ras se nunca foi agricultor". Ele_questio­ 
na argumentando "você já viu alguem ganhar 
dinheiro aqui cm Bela Vista com ~gocultu­ 
ra?" Para ele o plano cruzado foi comc pa-, 
ra todos os outros, "não passou _do políti­ 
ca de época de eleição e já está provado. 
Falando de sua esposa Olímpia, afim1! - 
ser ela, "uma ótima pessoa". 
Na televisão prefere o Globo Rural, as­ 
siste novela para acompanhar a sua esposa 
e seu programa de Rádio predileto é o llmJ­ 
nhecer Sertanejo, do Peninha. 
"Você está me apertando demais", excla­ 
mou Tiby ... mas sorriu e prosseguiu "sou a 
favor da imprensa livre e acho necessária: 
Para ele a EXPOBEL é uma grande exposi­ 
cão, para Bela Vista, é uma necessidade , 
você reúne amigos vê coisas boas, o prir.cl 
pal é estar com os amigos. 
que não dispensa uma "polca paraguaia" diz 
ele "nós, da fronteira, não podemos deixar 
de lado". Já criou cavalos e admira a no - 
breza da raça. 
Para Tibyriçá Loureiro de Almeida,a ami 
zade é "uma coisa interessante e de neces­ 
sidade, para o homem se completar como pes 
soa ..." acredita ele ter "muitos amigos". 
Tiby acha a liberdade algo de maravilho 
so, mas "a liberdade que vivemos hoje é um 
a ç ã o e D e d ic 
AOS EXPOSITORES BONS NEGÓCIOS, 
AOS VISITANTES, QUE SEJAM BEM VINDOS 
E AOS BELAVISTENSES FELICIDADES ... 
• Oscar Rodrigues de Araujo 
(20/07/1987) 
Participação e dedicação à 
Bela Vista tem sido a rota de 
trabalho e serviço incansável - 
batalhador Oscar Rodrigues de A 
rauJo, que através dos seus re­ 
levantes serviços prestados à 
comunidade belavistense, que 
lhe custou o título de Cidadão 
Belavistense, na iniciativa do 
Vereador Anselmo Lopes. 
Natural de Caracol, onde nas 
ceu no dia 30 de marco de 1904, 
sendo filho de Amaro Rodrigues 
de Araujo e Balbina dos Santos 
Araújo. 
A história de Oscar confunde 
se com a hist6ria de Bela Vista, 
visto que em cada pedacinho de 
nossa cidade tem um pouco do 
trabalho e da dedicação de Os - 
car. Foi Vereador pela União De 
mocrática Nacional, quando o 
Prefeito era Valter Escobar Nu­ 
nes. Pecuarista, foi proprietá­ 
rio da Fazenda Carapé, em Cara­ 
col. Hoje é militar de reserva, 
10 Tenente. Participou da Revo­ 
lucão de 1924, sendo que com 9 
meses de Praça no 100 Regimento 
de Cavalaria de Rela Vista, foi 
Cabo, 3Q Sargento, 20 Sargento, 
l? Sargento e 29 Tenente comi - 
cionado. 
Oscar começou seus es- 
TRABALHO E TRADIÇÃO 
;' 
tudos no Liceo Saleziano Sagra­ 
Co Coração de Jesus em são Pau­ 
lo, sendo que deixou seus estu­ 
os para ingressar no Exército 
Frasileiro, ingressou em 1923 e 
"aiu 1945; 22 anos de serviços. 
Gosta de trabalhar na agri - 
cultura e na pecuária. Lembra 
0scar "recehi. 150 vacas da pa - 
troa (Sra. Alcira dos Santos A­ 
raujo, sua esposa) e em 10 anos 
fiquei com 1.000 cabeças". Os - 
car trabalhou no Banco do Bra - 
.il desde a sua fundação em Be­ 
la Vista, foi avaliador do Ban­ 
co do Rrasil; também foi organi 
zador e fundador do Si~J.cato = 
" • 
EXPERIENCIA E PIONEIRISMO 
Rural de Bela Vista, foi rota 
riano. Hoje é sócio benemérito 
do Hospital de Bela Vista, do 
Grêmio Pedro Rufino e Maçon.Ta 
bém organizou o Parque de ExpO 
sicões de Rela Vista, sendo Pr 
sidente da Associação Rural,º! 
ganizou o Centro Espírita Ira 
Cláudia. 
Para Oscar Rodrigues de AraQ 
jo, "Bela Vista progrediu mui 
e tem possibilidade de ser aqu~ 
a sala de visita da República 
do Paraguai, pois passará por 
nossa ponte que é o caminho in 
ternacional da América do sul"· 
(20/07/1987) 
Sebastião Milton Rosa 
Pery de Al
meida Mel lo 	Sebastião Milton Rosa, nas - terra era fértil' pois o calor im 
ceu em Antonio Prado (RS) re tenso associado as chuvas fre 
Falar ae regarista Pery ae oriente a vias cosia- 22??2,?},7??",,," gentes,,refeira coais" 
Almeida Mello, é falar da hist6 ria de Bela Vista.. 	verdadeiro curilamento se fez favoráveis à agricultura. 
ria de Bela Vista. Os nomes se Pecuarista tradicional, con- V . (RS) .
1
h _ Semeou e plantou e a terra 
confundem. Filho de um dos pio- servador sem ser extremista, em 'acarias • Fi. 1o de Ame- lhe devolveu o esforço dedica 
neiros, Atanásio de Almeida Mel poia UDR e acha.que defender a-• lia Paim Rosa e CrisÓStomo Ma - do; produzindo. 
lo e Eponina de Almeida Mel1o, • d d d • amb' a -nuel Rosa. Casado éom ª Sra. El Talvez por ironia do destino 
propriedade produtiva t em " cy Accioly Rosa. Pai de Maria Ã 
Pery foi Prefeito de Bela Vis - faz parte de uma filosofia de 	sua_primeira Fazenda se chamava 
ta, vice-prefeito, Vereador, um vida. ' 	rélia Rosa Pinheiro. É pecuaris TupãCiretã e hoje o Bairro 0n 
dos fundadores do Rotary Club , Casado com Marcelina Gomes ta e proprietário da Fazenda B de ele fixa residência também! 
do Sindicato Rural, enfim, sem- de Mel.lo, é um homem caseiro la Vis
t
a. 	ra nome indígena Nharon (lugar 
pre participou das entidades mas não dispensa as reun'i.ões , Possuidor de um espírito bra dos bravos) não poderia ele es 
fundadas em Bela Vista. onde sempre está rodeado de ami o não poderia ele permanecer= colher locais, que não tivesse' 
Há de se ressaltar também gos. 	nas calmas cochilhas, nas coli- a cunha Índígena, pois ele foi 
que Pery é um dos Assinantes ou Conversa franca, sincera, ob nas ve
rd
ejantes, o
nd
e o quero - um pioneiro em acreditar na te; 
ro do Jornal Tribuna da Frontei · jetiva, é considerado um "boll)-= c::uero é 
O 
sentinela do pampa ra, um selvagem a plantar sere 
ra, ou seja, há dezesseis anos papo", e,.evidentemente, sua ca ~ue tem as suas pernas acoita tese um bravo a trabalhar aia- 
atrás eJ,.e também acreditou na sa sempre está aberta aos ami -= f.as pelo minuano. 	turnamente. 
TF. 	gos, genros, netos, e para aque Ele' veio de plagas longín Com sua formacão autodidáti' 
Pai de Janete (já falecida), les que precisam de um inceni.. uas. 	ca possui informações invejá 
Jurema, Jand.ira, Jacira, Jura - vo, • de uma palavra amiga, de um . A terra prometida surgia veis. 
ci, Jane e Assunção, é o pai ca homem ·que soube viver· de acordo diante dele como um sol abrasa- • A você, gaúcho, Bela vista 
rinhoso que soube educar as com sua consciência. 	a.9- que envolve ª todos que esco lhe agradece por essa luz que 
lhas não só como exemplares Opinião sincera: "Bela Vista lhem Bela Vis
t
a como terra de trouxe para iluminar maü; aindJ 
mães de-família, mas sobretudo, melhorou muito, mas não por cau doção. 	esta terra hospitaleira. 
participantes na vida comunitã- sa do Prefeito, mas do povo, da Aqui chegando percebeu que a • (20/07/1987) 
ria de Bela Vista. 	classe empresarial", 	».. 
Pecuarista tradicional, con- Falar de Pery é falar da his 
tória de Bela Vista. 
(20/07/1987) 
BELA VISTA DESLIZA MANSAMENTE 
EM BUSCA DE SEU PROGRESSO E DESENVOLVIMENTO 
r

CIOERNO 
- --- --=-----=- 
MELA VISTA-M5, 20 DE ,rnr.no m: 1993 
Nossa Mensagem 
bQ,' 
___ ..J 
Marcos E. Rios da 
Cruz - Presidente 
Fernando Elias 
I 
' 
_L 
Fernando Jorge 
3 
Luiz Alexandre Pal­ 
miéri - (Xande} 
CAMBRA MU ICIP 
DE BELA VISJ 
* NOSSA SAUDAÇÃO AOS ORGANIZADO­ 
RES E PARTICIPANTES DA EXPOBEL! 
Geraldo Murano 
, 
rt 
1/p I 
. . ~ 
1 
J L: -- 
·€ 
~ -- , - __.., - l 
Orlanda Freitas dos 
Santos - Secretária 
Roney Moraes 
' 
· .. 1 ( 
Ti i 
.w 
a 
o ,li 
Vivemos tempos de mudanças, apos a queda do 
Presidente Collor,pressionado pelas massas nas 
ruas, pela forca dos jovens "carapintada", pela 
divulgação at.ravés da imprcnna livre do:; d ·smandos 
e d.oo at.oo lesivos ii. pátria, começamos a passar o 
nrasil a limpo. 
Nossos congressistan ouviram o chuma.mcnlo do 
povo e atuaram de p_aneira marcante na cassação do 
Presidente que iludiu o povo. 
Foi também, uma vitória do Legislativo. 
E o Brasil iniciou sua canúnhada, pela morali 
dade, pela transparência das Administraçõen PÚbli=­ 
cas. 
Pomos eleitos, pelo povo, temoo um mandato po 
pular, responsabilid.ades perante os que nos clege­ 
ram, mas responsabilidade maior perante a nossa 
consciência. Guia de nossos atos. 
No calor dos debates, às vezes nos exaltamos, 
é a vontade de servir, mas estamos unidos, na Cima 
ra, na defesa intransigent.e dos interesses da comu 
nidade. Assim foi, assim será. 	- 
Nesta oport.unidade, quando·todos os bclavis 
t.enses comemoram o aniversário de nossa cidade,nôs 
vereadores, renovamos os mesmos propósitos, de con 
tinuar na luta, colaborando com a Administração Mu 
nicipal, mas exercendo o nosso papel de fiscais do 
povo quando necessário. 
9 
# 
f, 
# 
Israel Cbamorro 
1 ) 
Parabéns. 
·e ela Vista 
Marco Rondon

,, 
J 	J9 CADI N 
ftital te primeira e sepla rara / 
e a de La 93 6r 
() f)o111e1r Jo•,<
0 L<ln,nilo t)1-der :•cn ri, 11), Juiz dl• 1Jlrr.•1t<) d1 Co-.Hc d,,ll !J'.! ~rr-r:x: C.J,_. ··ron,loa.UFAID" .'.AL{R.D: 17 A '.;[l ,ll,. o ,.,:i T'(l':i1 
ela VIta, Estado de Mato Gronso do ul, fora da Let, etc... OFICIAL. IA T'TERAO , TO CLUBE. 
FAZ SABER todo quantos o presente Ed!ta vlern ou dele conhecimento, 	lWR0 
+Ivere e Interenr posa, eped1do no auto do C/Precatórfas n?4. 9/91 l- C,L, Estancfa Pantao...........Figuerio-Camapui...··..··.·.......,005,0 
93/91 • 95/91, extrafds no autos do Execo n@s. /91, 85/91 e )/91,, 2- C,1., OvIdlo Lemes Correa........Anhandul......·············.........0)0.d 
espectIvaente, propostas por ATHLIO MMGRINI NETO, ANTONIO PAULO DE AMO-[ 3- C.L. Aro R1o. 	hae R. Pardo......·.··.·..........0l0.@ 
«í outros cor±a ctro óvEA, trito or ««te 1ufzo • cartórto J-]-c.í. 411... t o...................·..........019.9 
IfeLl, que nos d1as 05 e 19 de aosto de 199), respectivamente, às 1:00 5- C.L. Ro Verde...o·.·.·····....Rlo Verde...·.····' • • ....... ·• ••••• 015.(l 
ora, no local destinado basta, públfas, no ãtrfo do Fórum, sito a] 6- C.L. Portelra de Campo Grande...Campo rande..........····..........0li0 
tua aro do Ladárfo, 1595, eri levado à pibllco pregão de vendo e arrema 7-- C.L. Pantanclro 	Aqu1dou ,n,1 • .. • • • • 020.() 
taço em Praça Pública, a quem mafs der ac[na da avaliação mencionada aba' 8- C.L. Cidade Branca..............Corumbá........·.··········........à».0 
o, o bem penhorado ao executado no±, referidos processos, a eguir descrf-] 9- C.L. Dois Irmos................Burft1..........··..·····...........>. 
to: SOZ (dnquentn por cento) de una área de terras com 65,5238 has .(ses- l0-C.1.. Pé de Cedro......··........S1drolind1a...···' •· •· • .... •• Ohí1,(1 
senta e cinco hectares, cinquenta e dos ar s e trinta e oito centlüres) - 11-C.L. Rio Verde de Car:!apuii Ca:,1;3puJ • .. • .. • .. • • • • .. 070,') 
de terras pasta[w e lavradfas da Fazenda denominada Invernadinha, situada I2-C.L. Acriban 	Bandeir,1nt fl • • • .. • • .. " .. o·,.o 
o Munfe[pfo de Caracol-MS., devidamente matriculada sob o n? 3.940. Are- IJ-C.L. Portão Quebrado N.,lvorndn • • • • • .. ons.c 
ferida áren encontra-se completamente formada, cercada e possui como sede I4-C.L. Liberato MaffIsson1........São Gabriel....····' • • • .. • .. • .. • .. •, 160.C 
uma casa construida de madeira, coberta co telhas, toda pintada, piso de] 	615, 
cerâmica, aproximadamente 70 m, de área construída, possui uma mangueira 
de m.:1<.elrn dr tnm.1nho médio. Aval.indo em malo/92, no valor de Cr$: 
L.200.000,00 por hcctnrcs com todas as benfeitorias. Os 507 (cinquenta por 
cento) acima, consta com a quantidade de 32, 7619 lrns. (trinta e dois hectn 
res, setenta e sela ares e dezenove centlarrn) de terras pnstain e lavra: 
dloo, ovnlioda no totol de Cr$ 39.]14.280,00 (trlnto e nove milh;es,trezen 
tos e quatorze mll, duzentos o oi tento cruzeiros). No primeira praça o imÕ 
vcl niio erã alienado por preço Inferior ao ela avaliação, sendo que no se- 
gunda proçLI, que r,Õ terá oportunidnde se resultar negativa a primeira, o 
iTnÓvel St'rn vendido n quem mais der e maior lanço oferecer ainda que por 
preca abaixo do avJliaçÕo. Não havendo rxpediente em qualquer. dos dias de­ 
signados pnra as praças, estas realizar-se-ão no mesmo local dos dias ime­ 
diatamente seguintes. Coso o devedor não seja encontrado, fica desde já in 
tirnado por este Edital com prazo de 15 (quinze) dias, dos datas designadas 
para as praças. Dos autos consto débitos Junto ao INCRA, referentes aos 
exercícios cl~ 1985 a 1991., do imóvel penhorado. E para que ninguém possa­ 
alegor ignorancia, foi expedido o Edital com prazo de 15 (quinze) dias,que 
publicado e afixado na forma da Lei. Dado e passado nesta cidade e Comarca 
de Bela Vista, Estado de Mato Grosso do Sul, aos primeiros dia do mês de 
julh~ do ano de mil novecentos e noventa e três. Eu, (Edgard !banhes), es­ 
crivao substituto, o datilografei, (o) Pedro Vergilio da Silva Escrivão - 
Judicial por determinação. 	' 
Jordfo, 30-06-93. 
Federocâo de Clube,:; de Laço do MS. 
Copa de Laço 93 Grupo ·n· 
j 
lQ INDTm1 OC CLUBP.S IJE IAf_JJ 00 FLORÊNCIO JOSÉ PEREIRA ANTN1O JO I" 24 A 
27 JUNID 93 rol'IUA.(!}D ''OFICIAL" DA FEDERACO, PP CLUBE. 
F>JNTOS 
1- C.L. Portão do Fronteira Cel. Sapucaia ••••••••••••••••••••••••• 005 
2- C.L. Aimoré de Oliveira Lima •... Laguna Caarop~ .••••••••••••••••••••••• 020 
3- C.L. Rancho do Laço ..•.......... Dourados ...••.•••••••••••••••••••••••• 020 
4- C.L. Guia Lopes 	Guia Lopes 	050 
5- C.L. Rancho Alegre ......•.....•. Jardic ......•..••••••••••••••••••••••• 060 
6- C.L. Florêncio José Pereira ..... Antônio Jo;o ..•..••••••••••••••••••••• 065 
7- C.L. Bela Vista • ..•... Bela Vista .•...••••••••••••••••••••••• 080 
8- C.L. "A.S.L." 3 Irmãos Ponta Porã 	085 
9- C.L. Lino do Amaral Cardinal Ponta Porã ••...•..•••••••••••••••••••• 110 
10-C.L. União Amambaiense Amamba! ........•••.•.••.•••••••••••••• 120 
TOTAL ..•••..••••••.••••••••••• n•••··•·····•·••·•·•••••••··•••••·•••••··•ffi 
Jardim, 30-06-93. 
p ABÉH VISTA 
Côpa e La0 93 Grupos f e' 
RELAÇ},o IXl3 IXYlE (12) CLtJBF.S, CXM M.ICR NÚ'IEFO DE RNI03, ATÉ JUNID/ 9 3 
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19) c. L. 
2Q) C.L. 
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59) c.L. 
69) c.L. 
72) C.L. 
82) C.L. 
92) C.L. 
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112)C.L. 
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r,, 
n 
s 
e 
f· 
1 
)

9 CAr. 0 
------ ------------·. ---------- 
Com umn ildminln - 
tração implos, mas 
C?ficient.o, o Prcfci­ 
to Luiz Carlos de A­ 
breu, tem inovado na 
forma de adminis 
trar. 
Atendendo desde - 
an rcivindicaç6cn mn 
is simples dos cida - 
dãos até as de solu­ 
ções mais difíceis - 
Luiz Abreu tem trans 
posto os mais diver­ 
si ficados obstácu 
los. 
A limpeza e opa­ 
trolamento das ruas, 
a conservação dases 
tradao, a regularizã 
cão dos lotes e o en 
cerramento da bi-tri 
butacão na área de 
expansão urbana (fo­ 
ra do dique) ,apresen 
tam dificuldades e- 
normes que vão sendo 
ultrapassados com 
firmeza e determina­ 
cão. 
o Projeto Convi - 
ver com 140 idosos , 
a Patrulha Mirim com 
162 crianças e ado 
lescentes, e, o aten 
dimenbo social volta 
do aos carentes de 
forma carinhosa, tem 
mostrado cristalina­ 
mente a feição dessa 
administração. 
A concessão de 
aposentadoria e li 
cenças na atual ges 
tão ganhou um ritmÕ 
acelerado, indo de 
encontro aos anseios 
do funcionalismo,ten 
do todos os requeri- 
S mentas sido atendi 
0 dos, independente de 
1 O preferências partid~ 
• rias. 
5 
~ Na área de saúde, 
O além de atendimento 
• O ininterrupto e a co­ 
,O locação de um maior 
,O número de profissio­ 
·,0 nais tem contribuído 
·.o sobremaneira para 
5. que o indice de mor- 
5.' talidade infantil - 
chegue a zero. 
Ademais, orienta­ 
coes sobre a cólera 
e a AIDS tem sido 
uma constante. 
O relacionamento 
fraterno supra-parti 
dário com os vereado 
restem sido detalhe 
marcante, colocando­ 
se os interesses mu 
nicipais acima. de 
vaidades pessoa1s. 
o asfaltamento da 
rodovia, do dique e 
das ruas, além dos 
trabalhos de micro_e 
macro-drenagens vao 
transformar a cidade 
num canteiro de 
obras, gerando empre 
gos e impostos, alem 
de beneficiar comer­ 
ciantes, hoteleiros 
Proprietarios de imo 
veis e de restauran- 
tes. Alguns desses 
trabalhos já foram - 
1 
l 
1 
. 1 
·r!/ 
1 
O NOVO PERFIL DE PORTO MORTINHO 
'  
Prefeito Luiz Carlos Abreu 
! -- ·- - 
la Dama Emy Ohara de Abreu trabalhando 
com a comunidade 
Horta Comunitária onde 
as Escolas do Municipio 
- R;: "»i 
No aniversário de Porto Muritnho foi 
nauqurado Jockey club, para al.eqria.dos 
i - 
mur 
iniciados, e a popu­ 
lacão tem sentido a 
repercussão. 
Nunca se ganhou 
tantos veicul.os para 
a Prefeitura como a­ 
gora. Quatro carros 
e um caminhão doados 
pel.a Receita Federal. 
num acordo inédito, 
propiciou a Porto 
Guarda Mirin 
-- - --- 
Patrulha Mirin, quando deu-se início 
Ruas sendo encascalhadas 
Porto Murtinho 
está Crescendo 
Murtinho ser o único 
Hunicipio do Estado­ 
contemplado com essa 
volumosa doação. 
Os veículos estão 
sendo revisados e a 
semana que vem já co 
mecarão a trabalhar, 
o que vai propiciar, 
serviços mais ágeis 
a favor da caunidade. 
O turismo vem 
sendo incentivado - 
com a divulgação ma 
cica nos órgãos d 
imprensa, passando 
a ser a imagem da 
cidade. 
Já, a pecuária, 
vai receber um Mata 
douro Municipal que 
irá possibilitar fa 
cilidade e rapidez - 
na comercialização - 
de bovinos. 
A medida que es 
sas metas vão sendo­ 
alcançadas, novas se 
rão estabelecidas - 
preparando Porto Mur 
tinha para o MERCO = 
SUL e para o sé­ 
culo 21. 
Congratulamo-nos com os Belavistenses 
Cheche Municipal

30 CAD.'N 
-------- ---- 
Belavistenses • • • 
vereador Luiz Alexandre Palmiéri e sua mãe Leda Palmiéri 
Eu Co'rnpreendi, Meu Pai 
Sabe Pai, cheguei lá. Fui eleito vereador, não foi fácil, 
a polític~ (dizem que é uma arte) é cheia de imprevistos, quan 
tas armadilhas, parece mais uma guerra. E que guerra! 
Lembro-me, nos momentos de solidão, de-suas palavras,"JCA!! 
DE, meu filho, vai devagar, não atropele, voce chegará lá". 
Isto vale para tudo. 
o meu maior defeito, Pai, é energia, é isto mesmo, não dê 
aquele sorriso, sou como um trator de_ esteira, pesado, bruto, 
mas acredite, tenho muita sensibilidade, gosto de crianças e 
carrego muita ternura. 
Será Pai, que o caminho não é este? 
Gostar de crianças, gostar do povo, talvez assim as solu­ 
ções sairiam mais fáceis. 
Tem político que não gosta do povo. Ele usa o povo. 
Dom Pai, só que5ia lhe dizer que estou na Câmara Munic! 
pal de Bela Vista, o~de o Senhor foi Vereador, Presidente, ain 
da não aprendi a falar do jeito que o Senhor falava, mas apren 
di, a agir de acordo com a minha consciência, isso, Pai, eu 
aprendi. Saudades. (Xande). 
d televisão, participando de 
Lendo os jornais, assistin"° ; processo de muda' 
reuniões, debates, observamos que 1a um 	{ 
ças em marcha. 	cobra dos politicos po 
Os partidos e confundem, o povo co 
.. 	; 	« da :andes cidades, o povo marcha- 
siçõos firmes, nas ruas tas grant '» 	- + 4; a falt 
ta a fome, a miséria, os sa,ar1os, ' a a 
cm proLcuto conera a 	., flta de perspectivas. 
de moradias, o atendimento médico, a a o 	r 
E Bela Vista não e diferente. 
Jqui também cobranças são feitas. 	. 
Ncnte quadro, Zir; vezcn z:ic pnrgunto: Ú O CJOS úf. _ 
É preciso entender, saber ouvir o cor popv lar, 40, 
não é o caos, é a sede da garganta soe ela justiça social. 
O menino, ,-filho do saudoso Jo::;é Pa.lmtcrl. r;oubc ouvir o 
clrunor das ruas, fui eleito VEREADOR. i- _ 
Não é o caos, é o processo de mudanças, é a marcha da 
história, é o caminhar da mult.1dao. _,,, 
Quero e vou, caminhar janto com o povo. 
Ingressei na política por entender que posso co!abrar­ 
para resolver os problemas que afligem o~•nonr;o po~p- ... . 
Também sou um caminhante, inquieto, e dessa inquietude, 
faço a minha forca. 	·_ •« . 
Pui eleito para SERVIR o povo, na Camara Municipal de 
Bel.a Vista, falo cm nome desse povo, sou 6 XANDE, amo a mi­ 
nha cidade e o meu povo, não tenho compromissos a nao ser 
com o POVO. 	r 
Minha luta continua, na simplicidade de minhas palavras 
carrego a dimensão de meu desejo de continuar serv1.ndo Dela 
Vista. 	• 
A Cidade Somos Nós 
Parabéns Belavistenses 
Contem Comigo 
VEREIDDR LUIZ ILEXDNDRE 
PILMIERI (XDNDEJ 
Refrigeração Afrimax 
Ao nosso povo, homens, mulheres, jovens e crianças, nes 
ta oportunidade parabenizamos pela solidificação de uma cidade 
que se fez fraterna, acolhedora e bonita. 
Sabe.mos que o momento atual exige de todos integracão, so 
lidariedade 'e trabalho. 
Nesta linha de pensamento enfatizamos através da Refrige­ 
ração Arfri.max, os desejos de prosperidade e paz aos amigos de 
Bela Vista. 
Parabéns Bela Vista, Parabéns Expositores da 220 Expobel! 
~,RIGERAÇÃO ARPRIMAX - Consertos e Reformas de Ar Condiciona­ 
dos, Geladeiras, Freezer e outros serviços . 
Mensagem 
Somos testemunhas, durante 
muitos anos, 
do trabalho daqueles que 
souberam confiar e investir 
nas potencialidades do 
nosso Município de 
Bela Vista, fincado 
bem na fronteira, 
berço de homens de sucesso 
grandeza de sua gente 
trabalhadora! 
Parabéns Bela Vista; 
1 
I 
e 1 
Parabéns Povo Belavistense! 
SÃO OS VOTOS DO ROTARY CLUBE CASA DA AMIZADE DE BELA VISTA 
PRESIDENTE ROTARY - GERARDO BOCCIA 
PRESIDENTE DA CASA DA AMIZADE - DORINHA BOCCIA 
Parabéns 
i#à t$,

MI, IBLMA DA E O»TE1+A 
J l ,' 	o 
O Doutor José Eduardo Neder Meneyhell, Juiz de D1relo da Comarca 
de ela VI,ta, Estado de Mato Grosso do Sul, na foma da Lef,etc... 
o' 
1 
1 
i 
Edital de Primeira e Segunda 
L.eilão com Prazo de 15 dias 
FAZ. SABER a todon que o presente Edital virem ou dele conhecimento 
t verem que foram dentados os d1as 2)/08/9) e 02/09/93, repectIvan - 
te, às I4: hora, no átrio do EdIffcfo do Fórum local, sfto à Rua Barão 
do Ladiárlo n? 1595 para a realização dons leflões desfundos nos autos n? 
58/89 de Crta Precatória, oriunda da J? ara Cível da Comarca de Doura - 
do-M18., extraída dos autos de Execução n! 767/67 que o BANCO ITA! DE I!­ 
VESTIMENTOS /A. move contra CAIS VACER TAKIT MMRLUEZ. e outros, o ltdlodro 
nomeado levará a público pregão de venda e arrematação a quem mafs der e 
maior lanço oferecer, porquanto vai a leilões os bano que a&Rlm dencrc 
v<lu1: SEMOVliNH'.S: 1 - Ol(um) touro reprodutor de raça nelore, de nome Jo 
nkm, cateoria puro, P.O. com 36 meses de idade, registrado sob o ng 
1,724, sem defeitos f{sfcos, bem desenvolvidos e bem nutrido avali1.1do no 
valor de Cr$ 6.200.000,00 
2 -- Um semovcnte de espécie equina da raça mangalara, de nome oelodia 
puro, feminlno, tordilhn, 60 meses de idade, registrada sob o n'! 1.724. , 
!lcm defeito [ÍOico, bem desenvolvido e bem nutrido, avaliado no valor de 
Cr$ 12.000.000,00; 
3 -- Um aemovcnte de espécie asinina, raça p~ga, categoria puro, nome E. 
Ceitac, masculino, cor ruana, com 24 meses de idade, llG. 793, avaliado no 
valor de Cr$ 15.000.000,00; 
4 - 05(cinco) semoventeo de espécie as1nina, da raca pega categoria 
todas de sexo feminino, registradas sob os n~s 4.114, 4.115, 4.116, 
4,118 e os respectivos nomes de Alegria, Alteza, Atirada, Aleluia e 
lula, todas com 3 anos e meio de idade, avaliado no valor de 
8.000.000,00 por cabeça no total de Cr$ 40,000,000,00; 
5 - Um semovente de espécie asinina, raca pêga, categoria puro, cor ruana 
de nome Aleluia, sexo feminino, com cinco anos de idade, R.G. 2.902, ava­ 
liado no valor de Cr$ 8.000.000,00; 
6 - Um semovente de espécie asinina, raça pêga, categoria puro,cor ruana, 
deApreciada, sexo feminino, com 7 anos de idade, registrado sob o ng 
4,120, avaliado no valor de Cr$ 8.000.000,00; 
7 - Um semoventc de espécie asinina, da raça pêga, categoria puro cor rua 
na, de nome Alteza, sexo feminino, com 7 anos de idade, registrada sob o 
ng 1.354, avaliado no valor de Cr$ 8.000.000,00; Todos os semoventes en­ 
contram-se sem defeitos físicos, em bom estado sanitário, bem desenvolvi­ 
dos e bem nutridos, apacentadas na Fazenda Itapuã, de propriedade do exe­ 
cutado. A presente avaliação consta com a quantidade total de Cr$ 97,200. 
000,00 (noventa e sete milhões e duzentos mil cruzeiros). No primeiro let 
lão os bens não serão alienados por preço inferior ao da avaliação, sendo 
que no segundo, que· só terá oportunidade se resultar negativo o primeiro, 
os. bens serão vendidos em franco leilão, a quem mais der e maior lanço 
oferecer ainda que por preço abaixo da avaliação. Não havendo expediente 
em qualquer dos dias designados para os leilões, estes realizar-se-ia no 
mesmo horário e local dos dias imediatamente seguintes. 
Caso o devedor não seja encontrado, fica desde já INTIMANDO por este 
E-:lital, da data para o leilão dos bens penhorados. Outrossim, verificou­ 
se dos autos, que sobre o mesmo consta não existir Ônus nem recurso pen - 
dente de julgamento. Dado e passado nesta cidade e Comarca de Bela Vista, 
Estado de }lato Grosso do Sul, aos trinta dias do mês de junho do ano de 
~ mil novecentos e noventa e três. Eu,(Pedro Paulo Centurião), Escrevente - 
Judicial, 
0 datilografei.fu, Pedro Vcrgilio da Silva, Escrivão J11d!.c:ial, o cooferl e ubs 
treleitura Mi.ial de ela 'Visl 
puro, 
4.117 
Ale - 
Cr$ 
crevo. 
EDITAL DE LEILÃO 
$","7"!i.aos cts.o,grp±.ggrz • surro nos +oro»s de E«csio <o- 
tra deve-dor solvente que lhe e movida por BANCO ITA! S/A 	- 
0 
Coator Geraldo de Almel.d.1 ~ntL1go; ?1cr1t{sslmo Julz de Direito da unica {! V.!ra da Co :. 
marca de Bela Vista (e substituição) na foma da Lei, ~te. 
SABER, a todos quantos o presente Edital virem ou dele conhecimento tivere e interes 
FAZ , o dia 03 de agosto de 1993, às 14:00 horas, no loc11l destinado ns. hostas pu - 
sar Pos !"",',a o adirt6, 1595 o 1etioeiro nodo 1evará a pü»ligo prezão de venda e 
bllc.1s, n_ mais der e a!or lanço oferecer, importando a_avaliação_en Cr$ 22.500,00 ° 
arrematas?"? !<., e quinhentos i1 cruzeiros), portanto vatão) a 1ii5 ss) ets) gue 
"" 4! : o5cinco) touros reprodutores, rasa nelore. se controle, de 02(461s 
ass .se 
1 
d idade sem defeitos rísicos, em bon estado sanitart.o, be desenvolvidos e bem 
anos e me",,ao e crs 44.500.000,00 por cabesa, no total de cr$ 22.500.000,00. Não havendo 
nutrldos, n iceiro Leilão fica desde j.5. designado o segundo Lcilao pnr.i o dia 23 de aSo!, 
arreatanre ? {[,{o noras. E'atos os 1etles o be não poderá ser alienado pgr preso Infe ° 
{"},",z;kka. io havendo expediente nos dias 4estados estes realizar-se-is no e+o ho 
.. l d dias úteis imcdintnmcntc seguintes. 
rarlo, loca d os d r não seja encontrado, fica, desde, Já, INTIMADO por este Edital, da data - 
•.g? kã ã6 cõ siso si»srsds. _, 
sr±si, ver!ficou-se, dos autos, que sobre o(s) esnos) consta não existir Gnus ne 
dente de julgamento. 
re"?F""assado nesta ct4ade e cerca de Be1a vista; e 31 de ato de 1993. 
Eu, (EAgard Ianhes) Escrivão, datilografe1 e subscrevi. 
Pedro Verg!lio da SI1va 
'Escrivão Judlclal p/ detennlnnç.ão .. 
o Prefefto uniipal dé Rela Vista, toado de ato Gr o do Sul, no uso 
de puas atribufe lepa! . 
Art.12 - Ponto Facultativo no Muntfp!o de Bela tsta, no dia ae 1ulho 
de 1993 e, FerLado Muni Ipal no dla 20 d Julho de corrente ano, em rara 
das comemorações do anfversir!o das cidade. 
Art.2! - Eate Decreto entra em vfor na data de sua publlca,ao, revoadas 
as disposições em contrário. 
Abraão Armoa Zacaria 
Prefeito Municipal 
Concurso Público para provimento de cargos do Quadro Per anente de pes­ 
soal da Prefeitura Municipal de Bela VIsta-MS 
O Presidente da Comissão responsável pela realização do Concurso Público­ 
para provimento de cargos do Quadro Permanente de Pessoal da Prefeitura tunl 
cipal de Bela Vista-!S, de conformidade com o Art. 22 da Portar1a n? 114 de 
15 de abril de 199). 
Torna pÚbl.ico, paro conhecimento dos interessados, que as provnR prÓtlc !l 
a que serão submetidos os candidatos aprovados nas provas escritas, constan­ 
tes do EDITAL ng 08/93 de 12 de julho de 1993, serão realizadas no d1a 26 de 
julho de 1993, na Rua Santo Afonso ng 660 - Paço Municipal, nesta cidade 
obedecido o escalonamento constante do ANEXO CNICO deste Edital, 
Bela Vista, 14 de julho de 1993, 
Marcos Elias lllos da Cruz 
Presidente_da Comissão 
ANEXO ÜNICO 
l - PROVA PRÁTICA DE DATILOGRAFIA 
·CARGO: ASSISTENTE DE ADMINISTRAÇÃO 
N2 INSCRIÇÃO 
0120-2 
0113-5 
0171-0 
0040-8 
0392-8 
0256-5 
0205-8 
0310-7 
0326-8 
N2 INSCRIÇÃO 
0521-3 
0290-3 
0123-7 
0529-9 
0442-7 
0435-0 
0334-3 
0247-1 
0454-5 
0218-4 
NOME 
Ana Lúcia Pistori Lino 
Antonio Ferreira 
Evaneis Borges Pereira 
Maria Alice A. Aguilhera 
Mariangela de Ale1da 
Robsinson E. Pinheiro 
Rosângela Aparecida Torres 
Sueiy Benites 
Zeli Aparecida Grance 
CARGO: AGENTE ADMINISTRATIVO 
NOME 
Ailton Lino 
Christian Loureiro 
Claudemir Denis Orosco 
Dagoberto Blino Costa 
Ilka Coeoe M, de Barros 
Lucileae Pinto Proença 
Maria Luiza Graaée 
Oscar Leite Ribeiro 
Roseli .Banzato 
~andro J. Pissurno de Toledo 
HORÁRIO 
8:00 hs 
8:00 hs 
8:00 hs 
8:00 hs 
8:00 hs 
8:00 hs 
8:00 hs 
8:30 hs 
8:30 hs 
HORÁRIO 
8:30 hs 
8:30 hs 
8:30 hs 
8:30 hs 
8:30 hs 
9:00 hs 
9:00 hs 
9:00 hs 
9:00 hs 
9:00 hs 
2 - PROVl;PJ.ÃTICA DE MOTORISTA 
CARGO: MOTORISTA 
-·, 
Ng INSCRIÇÃO 	NOME 	HORÁRIO 
0425-8 	Adão Celestino Guedes 	9:00 hs 
.0533-1 	Afonso Garcia Leite 	9:30 hs 
0483-2 	Carlos Roberto de Souza 	9:30 hs 
0039-0 	Felipe .Abadie 	10:00 hs 
0034-9 	Higino Marcelino V1alba 10:00 hs 
0265-9 	Hugo Pinto Rocha 	10:00 hs 
0025-5 	Odgar Laranjeira Gutierres 10:30 hs 
012,4-5 	Percio Rodrigues 	10:30 hs 
0567-0 	Rodolfo Escobar da Cunha 10:30 hs 
0036-5 	Sotero Loubet 	11:00 hs 
0492-6 	Wanilson Miranda 	11:00 hs 
DECRETO N1JMERO 716 D~ 15 DE JULHO DE 1993. 
? 
1 
Mo das 
CONFECÇÕES E BIJOUTERIAS 
ADULTO E INFANTIL 
D
~~ta.xnente d_o Rio os últi.mos 
~ ... ~ t de linho , 
la.ncamentos : conyun .os 
jeans. 1h shorts cami 
Roupas em ma ª • • - 
. ·amas calcinhas, bermu 
setas, f
1
J • 
1 
à escolher. 
das, cores e mede os 
Rua Conde de Porto Alegre, 368 
Fone (067) 439-1846 
* OS MELHORES pREÇOS DA 
CIDADE! 
BELA VISTA - MS 
"Dispõe sobre jornada de trabalho nas repartiçÔ~s Municipais". 
O Prefeito Municipal de Bela Vista, Estado de Mato Grosso do Sul, ao uso - 
de suas atribuições e tendo em vista o disposto no Art. 210, da Léi Municipal 
.948 de 19 de abril. de 1993. 
DECRETA: 
Art. E! - A jornada de trabalho nas repartições Municipais no período co­ 
preendido entre 21 de julho e 21 de setembro do corrente ano, será confo=e - 
os incisos abaixos: 
I -7 h 30r:i às llh 30m 
II - 13 h 30m âs 17h 
Art.22 - Este Decreto entrará em vigor na dat-a de sua publicação, produ - 
zindo seus. efeitos a partir de 21 de julho de 1993, revogad:, as 
disposições em contrário .. 
Abraão Annoa Zacarins 
Prefeito Municipal

0	M	I i+i ,1 A 	l>A 	1 	' 
Sucesso na Final do Ciclismo 
------ ------------------------------ 
(DURVAL. MATISTA) 
NLHA PROMOÇÃO DO ARCO ÍRIS (LEIA-SE MOACIR PAREDES), PAC POUCO (RAMÃO PAREDES) ,CENTRO COMPUTAÇÃO DE MELA VISTE 	(João Carlos e1isquem) 
Aconteceu a grande final da Prova Ciclistfca de 
ela Vata. 
Apesar d e virem somente para final e 	n o na fa- 
ne cl,1nGlflcnc,irln, grande núncro de cicli.Gtar. Ja_!: 
dLnenses participaram de uma prova paralela à prln 
dpal, onde lloacyr entendendo ncr de de crandc Jm­ 
port~ncln a porclclpaciio de todoo, promoveu no Úl­ 
tima hora e que foi um sucesso total, agradando a 
todon. 
Aproximadamente 1000 pensoun lotaram n extensuo 
do /lven1da Teodoro Sutivu, apesar do frio Intenso, 
o torcido Uolnviutcnac cru infernal. 
A prova contou com a participação, além dos be­ 
lavfstenses, com a do Paraguai, Caracol e Jardim. 
llov1u cm torno de 80 corredores entre masculino e 
feminino, 
Moncir disse aos presentes 'Estou muito satis 
feito com o grando sucesso alcançado pela final da 
provn cicÚGti.ca, Sabemos que não será a primeira e 
Última prova, mas podem ter a certeza absoluta que 
cm outubro cu e outros maio iremos promover outra 
corrida. Esperamos que os belavistenses preparem - 
se mais, sabemos que niio temos o mesmo nível da 
cidade de Jardim, que já siio profissionais, e que 
lá o incentivo pelo ciclismo é maior que a nossa 
cidade, e é por isso que estamos promovendo e pro­ 
curando incentivar mais e mais este esporte.• 
Todos os ciclistas belavistenses podem contar 
com llllU auxílio e de meu irmão para que possamos , 
na medida do possível colaborar para que voccs ob­ 
tenham sucesso, não somente aqui, mas em todo· o Es 
tado ou talves no Brasil, assim como Elenilson ve-;;; ' 
sendo destaque, o SQ melhor corredor do Brasil. 
Espero que cada vez os atletas bclavistenses - ~ 
destaquem-se mais e mais, e sucessos à todos voces { 
e muito obrigado a todos os participantes desta 
corrida e à população bclavistense que vem presti­ 
giar as nossas promoções!! 
-'--"t'_argas de Jardim ganhou 
por ano 
1g_lugar Feminino_Sandra_S._Lopes de!ela_vista, 
rcf6Ti!cicleta ladeada por yogctr e faao 
Ficou assim a classificação. 
MASCULINO 
lQ Lugar Valdenir Vargas - Prêmio 1 "Bicicleta J
1
ar 
dim. 
2Q - Lugar Edson Benites Prêmio 
1.500.000,00 - Jardim. 
3Q - Lugar Tomas Peralta Prêmio 
1.000.000,00 - Bela Vista. 
FEMININO 
IJJ ,A j() ' Jí 
uma 
., (_' 
lQ Lugar Sandra S. Lopes - l Bicicleta - Bela Vis- '.,J...__,:.._. 	,.__ _ 
ta. 
2Q Lugar Eladis Zavala Figueiredo Cr$ l. 500. 000, 00 
Jardim. 
39 - Lugar Anezia Maria Martins; 1 Espremedor 
Bela Vista. 
1g - Lugar Marcelo 
2Q - Lugar Eneas 
3Q - Eder 
REPESCAGEM 
Cr$ 3.000.000,00 Jardim 
Cr$ 1.000.600,00 Jardim 
Cr$ 500.000,00 Jardim 
Cr$ 
Cr$ 
1 
1 
) 
 
.L 
2Q Lugar Masculino Edson Benites de Jardim pr@ 
mio de Cr$1.500.000,00 
22lugar feiine c1adie zavala Figueiredo de 
Jardim Prio c r $ 1.500.ooo, oo 
i 
___ L:___.. ...._ _ __.~ 1  ~ 
2°_lugar_na repescagem Eneas de Jardim 
Pr@mio de cri.o@@.o@o,@o entregue por Ra 
mao. A direita Eder de Jardim que ficou em 
30 lugar_com premio de Cr$ 500.000,00 
! 
Larsada Feminino 
1 
f 
j 
na repescage prêmio de_Cr$ 3.000.000, 
por Moacir (:iarcelo de Jardim} 
---- !gfIrI·-----.- - 
_,..J 
1 ' 
Os vencedores no pÕdi~ 
_-.	a 
Jo lugar - Masculino 
Tomaz Peralta de Bela Vista - Prêmio 
de Cr$ 1.000.000,00 entregue pelo atleta - 
Elenilson 
-CLUBE DE LAÇO 
r 
1 
1 
A Diretoria do Clube do Laço de 
Vista convida para os bailes em sua 
no Parque de Exposições. 
Dia 17 Baile de Abertura da Expobel 
. ·ia 18 - Baile do Reencontro 
ia 19 Baile Aniversário da Cidade 
li 
EXPOBE!. 93 - PROGRAMAÇÃO 
Bela Dia 20 
sede Dia 21 
Dia 22 - 
Dia 23 
Dia 24 
- Noite Mágica 
Ritmos Polca, Rancheira,Vanerão 
Voce Decide 
Ba.ile do Laçador 
Baile de E 
ncerrarnento

A 	J {'/: ',f' 
f IZENDI PONTIL 
A 
De Tibyrica Loureiro de Almeida 
Rodovia Bela Vista a 
Participando da Expobel desde a 
sua Melhor Opção - A Qualidade que 
Jardim 
sua Fundação 
faz a Diferença 
Foi com dedicação que a Fazenda Pontal desenvolveu um plantel 
de alta qualidade e Invejável aprimoramento enétfco. Foi cor ousa 
' din que inovou e desenvolveu 11ovn,:; cstratégJm; no merendo. 
E é com orgulho q11<' u PAZENOA PONTAL participa da Expobel,ar 
code progresso do nosso povo, fibra e arrojo, numa 
de que vencemos desafios. 
NOSSA MENSAGEM 
demonstração 
Mais uma Expobel. ·tiais uma vez comemoramos o aniversário de 
Bela Vista, muita alegria, festas, rodeios, laços, noitadas dançantes 
ao ritmo de músicas que nos fazem recordar. 
Vejo na Expobel, na organização da festa, jovens que se tornaram 
homens e hoje estão a frente dos negócios dos pais, dos avós. 
e uma satisfação muito grande, 
e muito importante plantar, semear a boa semente, e ver que ou­ 
tros colhem os frutos. e a semeadura, é a colheita que deu certo. 
Assim é a nossa EXPOBEL, não podemos esquecer dos pioneiros, nos 
que acreditaram na iniciativa. Foram tantos ... 
Lição de vida não é conselho, neste momento em que o nosso País 
vive, muito mais do que uma crise econômica, vive uma crise MORAL, ca 
be a nós, homens do campo, produtores rurais, com simplicidade, indi­ 
car caminhos aos mais jovens, é da terra que nascem os frutos, é da 
terra que virá a solução para os nossos problemas. 
União, Produtores, l rabalho 
e Dedicação ao Brasil 
' 1 
TIBYRICA LOUREIRO DE ALMEIDA E OLÍMPIA 
A 
FELIZ INIVERSIRIO 
> 
,.,, 
si 
: 
MEU BRAÇO DIREITO - Minha gratidão e o meu carinho ao meu NETO, FLÁVIO, 
GAGT a. Gã as@oras. meu braco direito.ioeu_neto. eu carrilo 
e meus agradecimentos. 
FDZENDI BOYJIGUI- 
De Garibaldi da Rosa Neto 
Rodovia Bela Vista a Jardim Km 23 
Eficiência, produtividade, Investimento - nao sao meras palavras, sao 
rentável. meios para se fazer da pecuária uma atividade 
Nó~, da BOYAJAGUÁ, sempre acreditamos no potencial da pecuária belavis 
tense e na força da EXPOBEL. 
NOSSA MENSAGEM 
Boas vindas abs expositores, aos milhares de visitantes que vao colorir 
as nossas ruas com a forca do entusiasmo. . 
Falando em entusiasmo, boje, mais do que nunca, e preciso cerrar filei­ 
ras cm corno daqueles que acreditam num Brasil melhor, na justiça ,social, na 
realização, mas acreditam, acima de tudo, na MORALIDADE e na COPETENCIA. 
0 
Brasil precisa de novos rumos, em todos os setor:s, precisamos valorl 
zar 
O 
homem do campo, 0 produtor rural, dar.lles condiçoes de utilizar toda 
a sua força criativa no seu talento, para resolver os mais graves problemas 
da população. 	- 	- 
Bela Vista, mais uma vez, da o exemplo, com a realizaçao da Expobel,com 
os leilões, as festas, o trabalho vencendo crises, r.Õs acreditamos sim, e 
como acreditamos!! 
Numa Bela Vista ais progressista, com maiores oportunidades para 
dos, acrcdi car.1os que, com ta lento e lisura, vamos transformar a nos.sa 
.d.ade. 
to­ 
ci- 
GARIBALDI DA ROSA NETO E FAMÍLIA 
Parabéns Belavistenses, 
Paraliins aos Expositores 
e Participantes da Expobel

)" CAIJE: CJ 
------------------------- ----~------------------------ 
B .LJ Vl. . •·:i'O > 
C O M E M O RMR • • • 
. . -~ p.:irLílhaz: 
é vivenc;jar, Tid 
as a esperança não deixa 
dores, I 
CGl'IOrcccr o povo brasileiro. 
Prcci::;amoo de CONSCIÊNCIA, na engrenagem da vida 
Lod.os 
os elos são importantes, hoje, quando e comemora 
0 
aniversário de Bela Viota e a rcnliznciio da Expobcl, 
minha men::;agem é de fé, 
no despertar do homem, corno cidadão digno, 
para isto temos de caminhar junlos. 
Bela Vista, a hora é de 
somar esforços e ter 
muita fé no futuro 
VEREADOR ANTONIOJUANENSE 
OSVALDINO FLORES (DICO) 
Com Trabalho e União Venceremos 
Parabéns Bela ista 
Os ventos bons da Expo~f 
trazem-nos sempre pedaços de alegriá, 
de luz, anseios de paz, e a aquela Q 
enorme expectativa de um mundo melhor, -°~ 
·pais justo, mais humano, mais fraternal. 
1 ,5n. 
No tràbalho que nos envolve no .,.. 
dia-a-dia, as nossas 
~ 
atividades param um instante d 
para que todos os". ~--~ 
·) 
belavistenses 
se irmanem nos votos de um ; < ) 
FELIZ ANIVERSÃRIO!! 
E: O QUE DESEJA A PREFE!TA MUNICIPAL DE ANTONIO JOÃO 
NILCE ALVES DE OLIVEIRA 
Felicidades 
1

• • 
• 
• • • • 
Caracol em Sociedade 
• • • • * * 
1 IIA'lE JJA !il.'.!MIA 
-- --. 
A bondade G como 
flor; fica bem em qual 
quer luar. 
I 
Aconteceu neste últ!­ 
mo dJu 03pp., no 10:10 , 
n cnnnmcnto de .JOÃO t 
PATRÍCIA, na Ire[a Nos- 
1111 Scnhorn do l'cro1h110 - 
Socon:ru. l.of;<> upÓs, oo rc­ 
cém casado, receberam 
ou conv ldodos no Centro 
Pnroquiul, onde a Aocic­ 
dndo caracolene se fez 
presente, 
1 
Ao ,João Luls e l'otr!­ 
ciu noRsos votoo de fe 
lfz vida-a-doiA. - 
BAILE CAIPIRA 
Um grandioso baile ~ 
conteceu neste último - 
dia 22pp,, no Clube Co­ 
boy, uma promoção do 22 
ano do 2Q grau. Houve 
também a dança caipira , 
muita prenda bonita cir­ 
culou por lã. Parabéns 
ao pessoal do 22 ano , 
pois esse baile foi de 
arrasar. 
POSTO T1HB1R1 
Está sob nova Direção 
o Posto Timbiri, o novo 
Gerente é o Sr. Valdomi­ 
ro (Limo). Ao Sr. Lima , 
desejamos que faça uma 
boa administração. 
ONDE VENDER BARATO, 
TORNOU TRADIÇÃO 
Madeiro de 1~ qualida 
de,.você encontra na Ma- 
.. ,,'deireira Pagliosa, tábu­ 
as, vigas, caibros, por­ 
tões,etc. Fale com nosso 
amigo "NECO", pois ele 
aguarda a sua visita. O 
preço é quase nada. 
SALÃO DO CHUPITAIS 
lJ. 
Agora em novo ende=e­ 
ço, fica na Avenida Bra­ 
sil, ao lado da Tornea - 
ria SanjodiesP-1, O Chup! 
tais aguardo a sua visi­ 
ta. Confiram. 
,, * ,, " 1( ,. 
KE!E.R E TIA 
• • • 
ENLACE 
l 
,. . 
Enlace de Adão Bley e Rosangela C. dos Santos 
* ' . ' 
• 
·Realizou-se no dia 03 de julho 
Matrimonial dos jovens: Adão Bley 
res dos Santos. 
A cerimônia religiosa aconteceu as 20:15 hs, na 
Igreja Nossa Senhora do Perpétuo Socorro. Minutos 
depois aconteceu o casamento Civil no Clube do La­ 
ç0 Retiro de Caracol, e logo após foi servido, um 
delicioso churrasco, acompanhado de muita cerveja. 
Ao casal, nossos parabéns l ! • 
de 93, o Enlace­ 
e Rosangela Cace 
IDADE NOVA 
Já esta semana, brindamos a troca de idade do 
garotinho EDIVALDO L. BRITES, do gatinho BRUNO FER 
REIRA LEITE e também o seu pai EYDE FERREIRA LEI­ 
TE. Felicidades!! 
CÂMARA. MUNICIPAL' DE CARACOL 
CONVOCADA MAIS UMA REUNIÃO EXrRAORDlNÃRIA 
Realizada neste dia 13/07/93, foi ouvido, dis­ 
cutido e aprovado por maioria absoluta o Projeto 
Lei de ng 012/93, de autoria do Senhor Prefeito - 
Municipal, que autoriza a abrir Crédito Adicional 
ao Fundo Municipal de Saúde de Caracol-MS. 
A Firma Borracharia Sta Rita, de_Crispim Ribeiro Coimbra, COMUNICA - 
que extraviou todos os talões de Nota Fiscal série Dl e D2. 
Publicação que se faz de acordo com a Lei 
Talões Extraviados 
Bela Vista, 14/07/93. 
Informe TF 
1 
i 
1 
1 
+ Será real!zada n te dia 20 
l
co-i pcrcurr::o de dez 'Jtdli, ~tn "'!' r. t. .. 
paço político-afn! tratlva do Munlcfpio, 
Segundo informações da oraniz çio, a prova será a nível estah al e te 
rã a participaçio de atletas de virlas cfdudes do Evtato, coa 1suo o atle 
ta belavistense Elenílson da SIlva, que e tá de térlo e no a cidade,P9 
der defender o nome de Eela i ta, 'a bo oportunfd de p ta ele mo trar 
o potencial que o levou para o Paulo Futebol Clube, dos !hore Clu 
bes de atletluo do País. 
t 
ABERTURA DA EXPOEL 
---· ---·--- 
orr4da edestte, 
i r ar!o da e nc - 
Foi aberta oficialmente no ált!o dia l7, às I0:00 hs, mais u 4 EXrO - 
JJEL, a 221 edição desta que é a ma!for festa da Fronteira e do Sudoe te do 
Estado, na oportunfdde estivera presente: autoridades CIvfs, MI!!tares, 
BrasfleIras e Paraguaias, Políticos locais e do Estado. Rodeios, letões, 
laçadas, bailcn, corridne de cavnlo, fouc-bo1 e shows, entre outras atra­ 
çÕes, fariio do Parque de Exposições Rlo Apa, de 17 a 25 de julho, o ponto 
de encontro da sociedade fronteiriça, turistas, visitantes e expositores. 
Sete J::strclas [mbriÕc& (a tecnollgla de raça), Fazenda Dois de Ourn(!la 
chid Sttldanha Derzi), Deputado Alberto Rondon, Fr1r,orlfico lU, P'n?cnd,1 ;; 
tobó, (João Loureiro Pinheiro e Filhos) e Bnnco do llrnsll s:io or. patrocin; 
dores desta tradicional festa fronteiriça realizada pelo SJndlcaco Rural­ 
com apolo da Prefeitura Municipal. A garra e a força do homem do campo es 
tarão sendo mostradas em uma semana de emoções em Bela Vista, venha confe 
rir de perto a Exposição Agropecuária e Industrial da Princesa do Apa. - 
EXEMPLO DE TRABALHO E DEDICAÇÃO 
Digno dos maiores elogios o trabalho que vêm sendo realizado pelo jo 
vem Afonsinho Pinheiro Filho, Patrão do Clube do Laço Bela Vista, na ora 
nizaçao do grande Encontro de Clubes de Laço que está sendo realizado du­ 
rante a 22~ EXPOBEL. Mais de 20 CLubes de Laço estão sendo esperados para 
a grande_festa do homem do caopo, juntanente com sua equipe o dinâmico - 
Patrao vem trabalhando incansavelmente, dia e noite para que tudo corra 
da melhor maneira possível. 
uem recepcionar os Clubes de Laço visitantes, atender a todos da me­ 
lhor maneira possível, providenciar o gado para os qurt~o dias de laça - 
das, dotar a sede do Clube de toda a infra-estrutura necessária, orgnni - 
zar as festas e bailes do CLube de Laço, enfim, são uma série de responsa 
bilidades que poucos jovens de sua idade suportariam, por tudo is6o Afon= 
sinho Ó um exemplo de trabalho e dedicação reconhecido por todos que aco 
ponham o seu dinamismo a frente da Patronagem do Clube de Laço Bela Vis= 
ta. Parabéns! l 
FESTA FOI SUCESSO 
Apesar de todas as dificuldades enfrentadas para a realização da Festa - 
Julina no Conjunto Habitacional PREVISUL e da energia ter faltado na hora 
que era mais necessária, a promoção realizada no último dia 10 obteve su­ 
cesso, segundo informações de membros da comissão organizadora, deu para 
cobrir as despesas e ainda sobrou um pouco para dar início ã formação da 
Associaçao de Moradores do Conjunto. Em tempo, segundo informações, os mo 
redores do PREVISUL pretendem criar uma Associação de Moradores livre e 
descentralizada, como o próprio nome diz, Associação de Moradores deve 
ser dirigida pelo moradores, não por estranhos.(Sic.) 
TUDO EN ODA INFANTIL, 
TUDO E JEANS CO O NELIIOR PREÇO 
DA CIDADE ! 
RUA roKDK DE PORTO ALELCRE - FONE (067) 49-1165 
t 
arrua 
• 
AlrrlCOS E all.'l«l 
RIJA llUQUE DE CAXIAS (AO LADO DA FARHÃCIA DO JAIR) 
ENXOVAL ClJMPLim) PAAA ~'EU SEl!t ! 
ÔTTNO AIDIDIMEHTO, VISITE-NOS E <X>STillA 
BIQUllflS 
31 
DE O , 14 ANOS. • 
. 
% 
cr'» 
y 
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1 
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Rua Almirante Barroso, n%. 189 .... 
Bela Vista - Mato Grosso da Sui

lO 
BELA VISTA 
Quem Conhece 
Gosta e torce por seu Futuro 
Não existe melhor lugar para se viver do que a 
terra que recebe de braços abertos todos os 
que a procuram! 
E Bela Vista, além de todas as outras qualidades, 
possui esta que é fundamental: a de saber acolher 
de saber respeitar, a de saber se fazer amar. 
Nesta data tão importante, quando a emanc_ipacão 
político-administrativa de Bela Vista é comemorada, 
queremós parabenizar cada um dos irmãos que convivem 
com a alegria de ser e acreditam num 
futuro ainda mais brilhante! 
PARABtNS BELAVISTENSES 
SÃO OS VOTOS DO CLUBE GRÉMIO DOS SARGENTOS E SUBTENENTES 
PEDRO RUFINO - BELA VISTA - MS 
1j 
.. • 
. • Nossa cidade 
merece t1ma fes­ 
ta de balancar o 
Careto 
Ela está fazendo anivers:io. 
• . Faça barulho. 
• Faça uma festa de acordar 
os vizinhos. • 
Mostre o quanto você gosta 
"de nossa cidade. 
Faça, também, um favor: dê 
a ela os parabéns do Banco 
do Brasil. 
BANCO DO BRASIL 
Parabéns 
• 	e y 
::,---.. ......___ . . 
z 
Nossa cidade completa hoje 75 anos de emancipacão 
político-administrativa. 
Durante esses anos todos, cresc 	- 
ceu e desenvolveu-se, 
graças à dedicação e luta de seu povo. 
Nesta data em que comemora-se a garra 
desbravaram esta terra e deram inicio 
cidade. 
daqueles que 
ao sonho de uma grande 
NOSSA OBRIGAÇÃO É DAR CONTINUIDADE 
PARABÉNS BELAVISTENSES!

• 
SETE ESTREUS 
EMRIS 
L_ ----·-. - ----· 
l 
Páqiras/0/09 
BELA VIS'TA/MS ANO VII Nó 110 20 DE JULHO DE 1993 DIRETOR: lV/LDO PP.HP.!HA 
<":,,. 
o 	» 
" 	me ». • 
Patrão do Clube do Laço de Bela vista Afonsinho Pinheiro 
t « 
GENTE QUE É NOTf CIA 
ftNTONIO OE CflSTRO VIEIRft 
Gerente do Banco do Brasil 
O Laça Une 
Não é apenas um 
esporte, não é ape 
nas lazer, é maio do 
que esporte, do que 
lazer, mui tomais do q/ 
congraçamento de uma 
classe, O Ll.ÇO UNE, 
todos os segmentos , 
num ambiente sadio 
de desafios,sempre 
na busca da super. 
cão dc limites. - 
Realizamos mais 
uma Expobel, m is 
UM Torneio de Laço , 
com a participação­ 
de clubs do nosso 
Estado. 
Eventos que Mar 
cam a presença de D@ 
la Vista no cenário 
estadual, marc m e 
demonstram a fibra 
e a qarra de nossa 
(J(•n tc:> • 
Nós realizamos. 
Matéria do Clu-­ 
be do Laço, nas pigi 
nas - 03/05 e 06 - 
A Força da Terra 
1 
i 
/ 
1 
..lo 
Veja Entrevista na Página 02 desta Edição 
O paises mais desenvolvi­ 
dos do mundo, com economia está 
veis, povo bem alimetado, os 
chamados do"1o mundo", sempre - 
deram atenção e prioridade aos 
produtores de alimentos. 
A Pecuária e Agricultura. 
Aos homens do campo. 
Não se ronstrói um Pais ri 
co sem • a sua maior ri 
queza, a terra. 
O Brasil tem tudo para ser 
realmente, o celeiro da humanida 
de, produção de grãos, arroz , 
feijão, milho, soja, produtos - 
hortifrutigrangeiros, carnes de 
toda espécie (suínos, frangos , 
um dos maiores rebanhos de bovi 
nos do mundo), peixes, uma infi 
nidade de alternativas que, se 
utilizada, transformariam esse 
quadro de misera e fome. 
são 32 milhões de pessoas 
passando fome num país com po 
tencial para alimentar o mundo. 
Que incoerência ! 
Matéria na Página - 03 	Lili Rondon 
Adesivos de Estacionamento no Parque 
Esclarecimento do Sindicato Rural - 
a« 
O Presidente do Sindicato 
Rural de Bela Vista, Lili Ron­ 
don, informou que foram enco 
mendados 1.000 adesivos à GRÃ 
FICA BODOQUENA, de Alvaro Pe 
reira, mas que o Sindicato Ru 
ral só recebeu 925 adesivos 
faltando, portanto, 75 adesi­ 
vos.Esclarece que esses adesi 
vos foram roubados e estão sen 
do vendidos na cidade a Cr$ 
300.000,00, quando o preço es­ 
tipulado pelo Sindicato é Cr$ 
500.000,00. Página -10 
armadilha Metálica • para 
Controle da Mosca-dos-Chifres 
A Mosca-dos- 
Chifres, HAEMATOBIA 
IRRITANS, é um inse­ 
to hematófago que a 
taca os bovinos, ovi 
nos, caprinos, equi­ 
nos, inclusive o ho­ 
mem. 
sua entrada no 
continente americano 
deu-se por volta de 
1884 a 1886, com 9a 
do originário da Eu­ 
ropa, que encontrou­ 
nos EUA facilidade 
em sua dispersão hum 
período não superior 
a lo anos. 
Na América do 
Sul, havia identifi­ 
cação desta praga 
desde os anos 80 no 
Chile, colômbia e Ve 
nezuela. 
Em 1990 ela já 
foi constatada em RO 
raima, norte do Bra 
sil e em 1990 já era 
notificada no Estado 
Para o vereador 
"na verdade, o que a 
1-----~--=----:--::--::-::-::----:--:::-:--------' 'nossa cidade precisa 
Perspectiva da armadilha metálica é de mais empregos , 
mais empresas, alter- 
de são Paulo. existe atualmente da 
dos especificos so- nativas para o nosso 
jovem que procura o 
bre 
O assunto. mercado de trabalho- 
Veja como con 
feccionar a a..rmadi e nada encontra, pre 
cisamos gerar, acima 
lha, contra a mosca- 
de tudo, um clima de 
dos-chifres na Pãgi- 
na 
04 
otimismo, de confian 
Nos EUA, no ano 
de 1965, provocou pre 
juizos d 115 mi 
lhÕes de dólares na 
pecuária leiteira._ 
No Brasil nao 
Marco Rondou: Precisamos 
sa·cudir as Estruturas e Revolucionar 
a- Economia .Belavistense 
lil 
O Vereador, pro 
dutor rural e atuan­ 
te membro do Rotary 
Club de Bela Vista , 
Marco Rondon de Oli­ 
veira, disse ontem, 
que "Bela Vista está 
cansada de lenga len 
ga, preqisamos sacu 
dir as estruturas 
revolucionar a econo 
mia belavistense" 
ça na cidade e 
seu-potencial". 
dessa palavra para 
justificar omissões 
e falta de competên 
eia, a iniciativa= 
privada está conse- 
guindo levar o Bra 
sil para frente e 
aqui, em nossa cida 
de, também tên con= 
dições de modificar 
esse quadro de in 
i certezas". 
Entende que "to 
dos nós sabemos que 
o Brasil atravessa u 
ma crise, mas estão 
se utilizando demais 
f 
. _l,j 	Marco, produtor 
"---=----'-----=--__. rural, proprietário 
Ver. Marco Rondon de fazendas, acha 
que "terr:os de viabi 
lizar novas fontes= 
de renda, e preciso 
diversificar, no in 
terior de São Paulo 
vários fazendeiros­ 
estão investindo em 
novos setores; 
Página - 10 
no

- 
IGRICULTURI NO MS SE MODERNIZI 
COM OS PROGRIMIS DO GOVERNO 
_,.. ------------ ---- 
A agricultura do Estado está e mo 
dernfzando, com a Introdução de novats 
tecnologias de produçuó e mafor Invets 
tImentos dos agricultores, Esse pro 
cesso de retomada do desenvolvimento 
no <"ilmpo contn com o apoio dcci1dvo - 
do Governo Pedro Pedrosslan, que tem 
asegurado a capital!zaçio dos empresá­ 
rios rural através do programa Terra 
Viva e Fronteiras do Futuro. Os refle 
xon positivos dIsso estão sendo senti 
dos pelas revendedora de máquinas e im 
p1emento agrícolas, que estão exper1 
ment ando um reaquecimento nas vendas, 
A repercussão desses dois progra 
mas ontro OR produtores pode fac1lmen 
te ser percebida, de acordo com o Pre 
Hidente do Sindicato Rural de Cnmp"c; 
Grande, Hillo Coelho, e o Diretor do 
Sindicato Rural de são Gabrfel D'Oes­ 
te, Clóvis Fontana. Eles afirmaram 
que muitos que não se cadastraram nos 
programas nn saíra passada se arrepen 
deram. "Os produtores têm intenção de 
melhorar a produtividade em suas la 
vourns, investindo em tecnologias e 
novas íormns de preparo do solo", as­ 
sinala Fontano. 
O Diretor do Sindicato Rural de 
são Gabriel aposta num maior envolvi­ 
mento dos agricultores do Município - 
aos programas a partir desta safra. 
Para ele, até o final do período de 
vigência do Terra Viva e Fronteiras - 
do Futuro (daqui a cinco safras) são 
Gabriel D'Oeste estará produzindo ma­ 
is de 55 sacas de sojas por hectare , 
e com rendimento médio superior a 
100 sacas de milho por hectare colhi­ 
do. A média histórica do Estado e de 
32 sacas de sojas/ha e 45 sacas de mi 
lho por cada hectare colhido. 
Esses dos programas s ã o mul - 
to bons, ep!la éllo Coelho. Segun­ 
do e!e, agora que os resultados estio 
aparecendo, o interese está aumenta 
do ainda mafs., O Presidente do SLnd!­ 
cato Rural de Campo Grande disse que 
os programas são criativos e mufto 
bem elaborados. Hélio Coelho chea a 
fazer uma simulação, Pegando-se uma g 
rca usada para pastagem durante 20 a 
nos e nela plantando milho, cerca de 
80% dn produção final deverá ser isen 
ta de ICMS. 	- 
Hélio Coelho considera os progra 
mns importantes, porque além de asse­ 
guror n capitalização do produtor , 
geram divisas ao Estado, através dn 
criação de empregos e aceleração do 
movimento comercial em vários segmen­ 
tos. 
Um dos primeiros segmentos a sen 
tiros reflexos dessa retomada do de­ 
senvolvimento agrícola é o de revenda 
de máquinas e implementas agrícolas. 
Segundo os Diretores de várias empre­ 
sas contratadas, além dos programas - 
do Governo Pedro Pedrossian, têm con 
tribuido-para isso o acesso mais fá-: 
cil às linhas de financiamento, espe - 
cialmente o Finame Rural, e· as condi 
çÕes de mercado. 
O Gerente Comercial da Turim Equi­ 
pamentos, Peças e Serviços, Carlos Pe 
reira França, disse que a empresa,com 
sede em São Paulo, tem tido um aumen­ 
to nas vendas a partir de janeiro des 
te ano da ordem de 15% a 207, compara 
do com o mesmo período do ano passa - 
do. Isso no que se refere a venda de 
tratores da Ford New Holland. França 
disse que o reaquecimento do mercado 
de tratores começou a acontecer do 
Gente Que 
ANTONIO DE CASTRO VIEIRA - CiERENTE DO BANCO DO BRASIL 
, 
e Not 
PERGUNTA: Como,quando e onde iniciou­ 
suas atividades,sua carreira,no Banco 
do Brasil? 
RESPOSTA: Ingressei no Banco através 
de teste e concurso em Rio Verde(MS), 
aos 20/09/76.Tomei posse como Contínuo 
e nesta Casa de crédito já desempe 
nhei as funções de Posto Efetivo, Cai 
xa Executivo,Fiscal,Assistente de Su­ 
pervisâo,Supervisor, Cerex, Gerente - 
de Atendimento e hoje ocupo o cargo 
de Gerente-Geral. 
RESPOST/: A respeito do FCO, diríamos 
que a recepção foi a melhor possível, 
porém,esclarecemos que nem toda ativi 
dade se enquadra no aludido PROGRAMA. 
Nem por isso precisamos ficar de bra­ 
ços cruzados pois,muitas outras cai 
sas podem ser feitas à égide de ou­ 
tras linhas de crédito. 
PERGUNTA: Quantos funcionários tem a 
Agência local? 
RESPOSTA: Contamos no momento com 30 
funcion~rios em nosso quadro,sendo 02 
para }IASA, 01 0:,ndnuo e 27 da Carreira Ad- 
era o ministrativa, ao inteiro dispor de 
nosso clientes. 
PERGUNTA: Fale um pouco sobre as ati­ 
vidades do BB em Bela Vista? 
RESPOSTA: O Banco do Brasil vem atuan 
do em todos segmentos da comunidade e 
procurando alavancar o progresso de 
Bela Vista e Região. Posso afirmar 
que nossa empresa forma uma verdade! 
ra parceria com o aplicador, o indus­ 
trial, o importador/exportador, o pe­ 
cuarista, • o pequeno, mé 
dia e grande empresário e acima de tu' 
do com o produtor rural. - 
PERGUNTA: Qual a participação do Ban­ 
co nas· iniciativas comunitárias? 
RESPOSTA: Como é do conhecimento de 
toda nossa sociedade, temos partici 
pado com determinação e afinco das 
iniciativas comunitárias, prova incon 
teste disso é o total engajamento nã 
"CAMPANHA DA CIDADANIA CONTRA A FOE 
E A MISÉRIA", a qual estamos coorde - 
nando juntamente com a Secretaria do 
Bem Estar Social. 
a PERGUNTA:-E a economia belavistense? 
Bela Vista está progredindo ou houve 
uma estagnação? 
RESPOSTA: Estou há apenas 01 ano nes­ 
ta localidade e talvez não seja a pes 
soa certa para discorrer sobre tal as 
sunto, porém, notamos que nos últimos 
meses existi! =ior ânillO por parte dos in­ 
vestidores e muitas pessoas vem bus 
cando novas alternativas. 
recep PERGUNTA: E o quadro de clientes, au- 
~ERGUNTA: Voce veio transferido 
Bela Vista de que /gência, qual 
seu cargo? 
RESPOSTA: Anteriormente estava lotado 
nn Agência Avenida Coronel Antarlro em 
Campo Grande-MS,onde exercia a função 
de Gerente de Expediente. 
PERGUNTA: Como encontrou a Agência de 
uva~~ cidade, sobretudo referente aos 
débitos pendentes? Há muita pendn 
eia, ainda? R: A Agência de Bela Vista 
passou por momentos difíceis, o que 
aliás é do conhecimento da comunida - 
de; de outra parte,alegra-nos dizer 
que aqui encontramos boa receptivida­ 
de,uma equipe dinâmica, atuante edis 
posta a acertar, o que contribui so­ 
bremaneira para o engrandecimento do 
Banco. Quanto aos.débitos/pendências 
que você se refere, posso afirmar que 
existe grande disposição da nossa par 
te para negociar e tea:os obtido consi 
derável êxito. 	- 
PERGUNTA: Antônio, Bela Vista é viá - 
vel? O que é preciso fazer para diver 
sificar as atividades cccnõmicas dÕ. 
M~nicípio, ou não há outro caminho 
nao ser a pecuária? 
RESPOSTA: Nosso Pais é viável e Bela 
Vista não pode ficar de fora desse 
contexto. Precisamos trabalhar com 
seriedade, vontade de vencer e sobre­ 
tudo com os pés no chão, ou seja, den 
tro de um bom planejamento. Diversifi 
car é possível e a pecuária é apenas 
um dos segmentos a serem explorados. 
PERGUNTA: E o FCO? Como foi a 
çâo em nossa cidade? 
ano pai ado para cá. 
Para Carlos frun,, e re os fato- 
res que estimulara eta retoada da 
agricultura sul-mato-grou iene, eutaO 
os programas lançados pelo Governador 
Pedro Pedrossían. Como "os programa" 
estio começando a ganhar consistência 
agora", ele acredita que a partlr de 
ta safra cada vez mais produtores e»" 
taro e cadastrando para terem aceli 
so aos beneffc1os financeiro conced! 
dos pelo Covemo Pedro Pedrossfan."Es 
ecs programns vieram de encontro aos 
anseios dos produtores, que estão in­ 
vestindo em novos técnicas de produ - 
çâo", [risn i,,Je. 
A direção da Pinesso Máquinas e E­ 
quipamentos Agrícolas, revendedora/­ 
grale Deutz, que atua há um ano L 
meio no mercado sul-mato-grossense,te 
ve um incremento de 477. nas vendàs de 
tratores no período de janeiro/mola - 
do ano passado no mesmo período deste 
ano, Em 92, foram comercializados 98 
tratores, enquanto neste ano,até maio 
foram vendidas 145 unidades. 
Segundo Sílvio Luiz de Moura Leite 
Diretor Executivo da Sornrna, revende­ 
dor Valmet no Estado, a empresa vem - 
tendo umn lucratividade de 307 a 407, 
isso não só pelo incremento nas ven - 
das mas também por questões ·geren­ 
ciais, já que começou-se a trabalhar 
com menor custo operacional,com maior 
produtividade e competitividade. 
Moura Leite enfatiza que além da 
questão do incentivo financeiro, os 
programas do Governo Pedrossian estão 
servindo para dar maior credibilidade 
à agricultura. E o reflexo disso é 
que passa-se a ter maior segurança pa 
rase investir no setor,até mesmo nÕ 
cue e referi a financiamentos. I 
orque, come para_a ar!cultura as 
tas de crédito so de médios e los 
os prazo hi a necessfdade de 
t e r afores g a r a n t i a s , 	:am o 	a 	d e 	q u e 
a atividade está tendo rentabilidade, 
pe acordo com os dados repassado- 
elos produtores à Secap(Secretar[a - 
de Agricultura,Pecuária Desenvolv­ 
ento Agrário), referente a safra de 
verão 92/93, de um total de 730,719 - 
toneladas de grãos colhidos,31,037 ee 
tão 1sentas do recolhimento do ICMts, 
Esse percentual representa o saldo da 
produção que ficou acima da média f!­ 
xada para o Terra Vivn. Os dados. 
atualizados até 21 do mês passado,ms 
troo que os produtores cadnstrndcs ~ 
Terra Viva alcnnçnram uma produtivlc!n 
de média de 85 sacas por hectares,be 
superior ns 45 sacnr./ha, que é a re 
dia histórica do Estado. 
A soja,principal cultura do pror 
ma também teve um bom desempenho em: 
termos de produção. A área cadastrada 
no programa foi de 217.950 hectates , 
com a produção atingindo II marca de 
532.564 toneladas,sendo que deste to­ 
tal 135.462 foram incentivadas. O reo 
dimento médio foi de 40 sacas/ha. 
média histórica em Mato Grosso do Sul 
é de 32 sacas por hectare. Quanto ao 
Fronteiras do Futuro, os dados par­ 
ciais mostram que 55 mil hectares fo­ 
ram incorporados ao sistema de pro­ 
dução agrícola do Estado. 
GOVERNO S 
O FUTURO AGORA 
• • 
1c1a 
-- 
,. 
d 
~ ~ •. ·- - - --- ·- _- --- ~ 
mentou ou iminuiu? E a poupança? A l -· ----- - 
pcaçoes? 	a avicultura,suinocultura e psicult 
•R!SPOSTA: Posso afirma~ com toda ra,o que com certeza beneficiará nos- 
1lida 	sa cidade e nosso povo,gerando epre 
tranqu ade que nossa clientela au- gos e divisas. 
meneou: Quanto à Poupança e demais a- PERUNTA 
plicaçoes, diria que estamos procuran 	i l: Objetivos e Metas de sua A 
d 
ministraçao frente a Agência'. 
o ocupar nosso espaço, somos consci-: RESPOS TA: Nosso objetivo principal e 
entes e temos a humildade de reconhe- ma, t - 
cerque se faz necessário adotar a n era Agencia com um bom ponto de 
P
ostura de eternos e bons 44. equilíbrio,apresentando resultados P2 
negoc a o - ti res o . h 	s vos sem contudo esquecer o lado 
... n ssa meta e cegar bem mais i l longe. 	soe ª .Nossa_s metas consistem e adc! 
nistrar com li 	- 
PERGUNTA: No tocante a investimentos, f sura e ttansparencia, ~ 
por pare d ini ia 	Tecer atendimento {par, manter ° 
e. a . c ativa privada, há anca force e presente e- todos se 
algum projeto em andamento? 	"" 	"< mentas da sociedade, estendendose des 
RESPOSTA: Com referência aos investi- de o miniprodutor até o taiords .,S· 
mentes, eicis:em várias propostas e F 	aq,•=-- 
d d Í 
_ inaln:2nte concitamos todos cidll- 
entro o poss vel procuramos atender d 
d 
aos-para juntamente com o BANCO DO 
to os pleiteantes do crédito, anali - B 	""' • 
d 
;RASIL, na pessoa de cada funcio:1
11
- 
san _ o obviamente a viabilidade e con- i 
dicoes. Quanto a existência de proje r o, irmanados no mesmo espírito de 
d 
solidariedade, fé e perseverança 
tos,e o nosso conhecimento que Oco-; h i 	n am a se engajar na campanha aa "C- 
ce tuado e batalhador pecuarista e ve dadania contra a Fome e a Miséria"• 
reador Marco Rondcn juntamente com ou Hum~dade, Dedicação e Trabalho, este 
tros investidores/empresários preten- tri; lt; : 	.: 
dem lançar um "PROJETO INTEGRADO" cn- r pe ª ado a iluminação e protecliº 
Volve d 
- , 
1 
Divina nos dará for~as para transpor 
ndo a pecuária leiteira e de cor l - 	qua quer barreira que por ventura ve 
te alem de outras 3tividades ligad~~- h a nla surgir em nossos caminhos.

CJ ' 
Laço 
l . ., 
o 
Não é apenas um - 
esporte, não ó ape - 
nas lazer, é mais do 
que esporte, do que 
lazer, muito mais do 
que congraçamcnto de 
uma clase, o Laço 
Une. todos os segmen 
too, num ambiente oi 
dio, de desafiou conis 
Lante , sempre na 
busca da superação - 
doo limitou. • 
Realizamos u- 
ma EXPOBEL, e mais - 
um Torneio de Laço 
com a participação - 
de Clubes de nosso 
Estad.. Eventos que 
marcam presença de 
Bola Vista no cená - 
rio estadual, marcam 
e demonstram a fibra 
e a garra de nossa - 
gente. 
NOS REALIZAMOS 
Quem acompanha a 
trajetória do Clube 
do Laço de Bela Vis­ 
ta, desde o inicio , 
sabe das lutas, das 
dificuldades, mas 
sempre soubemos supe 
rã-las, hoje, o nos­ 
so Clube é um orgu - 
lho, não só dos la­ 
çadores, mas do povo 
belavistense. 
O LAÇO UNE 
O nosso Brasil 
Une 
:,,.. )._ 
Afonso Carneiro Pinheiro Filho (Af:onsinho) 
Forra ta Terra 
precisa tanto de U .. - 
nião, precisa que to 
dos os seus filhos= 
se dêem as mãos, pa­ 
ra iniciarmos a gran 
de arrancada, trans­ 
formarmos os nossos 
sonhos em realidade. 
União que existe 
nos Clubes de Laço 
somando esforços e 
vontades, somando 
pontos para a vitó - 
ria final. 
Hoje, em meu nome, 
Volta o Pecuária e Agricultura 
Não existe vazios na im­ 
prensa belavistense, afina­ 
nal temos aqui o Jornal Tri 
buna da Fronteira, Diário= 
Regional, circulando há ma- 
lis de 20 anos, não voltamos 
para preencher espaços, vo} 
tamos para assumir uma posi 
ção que sempre foi nossa , 
a de Jornal do produtor ru­ 
ral, do homem do campo. 
E voltamos para ficar 
definitivamente. 
Não temos compromissos - 
e em nome da Direto­ 
ria, agradeço o a 
poio e a colaboração 
de todos, da mais hu 
milde oferta a mais 
valiosa, sem este a­ 
poio nossa festa nao 
seria possível. Meu 
muito obrigado. 
Aos visitantes 
estejam em casa. Be­ 
la Vista e o seu po­ 
vo, deseja aos Laça­ 
dores, familiares , 
expositores, partici 
pantes da EXPOBEL,as 
mais calorosas Boas 
Vindas. 
Parabéns ao Jorna 
lista Ivaldo Pereira 
e sua equipe pela 
volta do nosso Jor - 
nal "PECUÁRIA E AGRI 
CULTURA". - 
Afonso Carneiro Pi - 
nheiro Filho (Afonsi 
nho)- Patrão do Clube 
de Laço Bela Vista 
políticos, e não editamos o no gênero, mas faremos o 
jornal para satisfazer gru- possível para corresponder 
pos partidários ou governan às expectativas da centenas 
tes sequiosos de promoção - de leitores que pediram a 
pessoal, mas sim, para di - sua volta. Volta o Pecuária e A 
vulgar notícias, reporta - 'gricultura, será encartado 2ve­ 
gens, matérias, de interes- zes por sanana no Diário Tribuna 
se do homem do campo. da Fronteira. A área de abrangên 
Nosso Jornal será infor- cia será Bela Vista,Caracol, An­ 
mativo de alguns Sindicatos tonio João, Porto Murtinho, 
Rurais de nossa região, com Bonito, Guia Lopes e demais 
distribuição gratuita aos - cidades onde fincamos as 
associados, não temos apre raízes s0lidas dos Jornais 
tensão de sermos o melhor= do Complexo llede Belavisten- 
se de Jornais. 
Feliz Expobel à todos que estão em Bela Vista 
Todos nos. 
Agricultura· 
e Pecuâria 
Fundado em 20/07/86 
(Circula como Encarte no Diário Tribu­ 
na da Fronteira) 
Diretor Responsável: Ivaldo Pereira 
Produção da IVAP EDITORA E PROMOÇÕES 
LTDA 
Orgão Informativo do Sindicato Rural 
de Bela Vista e Clube do Laço de Bela 
Vista. 
Parabéns Bela 
Vista pelos seus 
75 Aniversário 
BIILE 
NO CLUBE 
DO LIÇO 
A Diretoria do Clube do Laço de 
Bela Vista convida para os bailes em 
sua sede, no Parque de Exposições. 
Dia 20 - Noite Mágica Show com Jads 
e Jadson - Mesa Cr$ 
1.000.000,00 
Dia 21 - Ritmos polca, Rancheira, Va- 
Dia: 22 
Dia 24 
nerao - Mesa Cr$ 500.000,00 
Baile do.Lacador 
Baile de Encerramento 
Mesa - Preço a decidir 
"Vá e divirta-se• 
Os pi e 
tivein, ; 
ent do, o 	+ds do "1o M. 
pr. dr ate o e priorida! 
tores d alimento. À ! cu.ris 
tura. Aos ho anss do capo. 
Não se constrói um País rico em res- 
pei ar a sua maior r.quera, a Terra. ' 
O Brasil tom tudo para ser, realmon -l 
te! o cc lei ro Ci1 l.:··· 1n 1c11dt•, prm!u,<.10 eh / 
qraos, arroz, feijão, milho, soja, produp 
to::; l:o.rti.fruricrr1:1Jeu:·c:r, ,.-,,rr«• • UL' to.:f 1 
espécie (suinos, frangos um dos maiores 
rebanhos bovinos do mundo), peixes, una] 
infinidade de al ernativas que, e u ili' 
zadaa, t.ranofor:-1.1r • ,1m t'Oli<' qu.,ôro d<> r,í •• 1 
séria e fome. 
São 32 milhões de pessoas passando fo 
me num País com potencial para alimen arl 
o mundo. Que incoerência! 
Propagandas falam de safras record 
do aumento do rebanho bovino, d pro)e - 
tos e mais projetos que dormem nas qave­ 
tas de burocratas que só conhecem a ter­ 
ra,· Das areias das praias. 
Os produtores rurais, os trabalhado - 
res,.nâo mq.I? especulam, os que ludibriam, 
os que enganam, os verdadeiros produto - 
res rurais, estes encontram-se aprisiona' 
dos nas cadeias ds juros assassinos G 
dos financiamentos especulativos. Tudo 
para a especulação, nada para a produçiio. 
O homem do campo, o produtor rural 
não entende a linguagem dos Gabinetes , 
sua linguagem é a do trabalho duro, das 
lidas do campo, a voz que entende , é a 
voz da terra, é o chamamento da nature - 
za. 
1 
i 
Há 
Luiz Fernando Nunes Rondon (LILI) 
A terra, para ele, é mãe. 
Nos preocupa, e muito, nestes tempos 
de incertezas, a falta da verdadeira in­ 
formação, e pior, a divulgação de infor­ 
mações distorcidas. Fala-se em reforma a 
grária, em invasões de terras, mas dane; 
dimensão política ao problema, e não r 
mensão técnica. 
O problema da reforma agrária no Bra­ 
sil não é político, é técnico, temos ter 
ras improdutivas, sim,imensos vazios, nos 
so País é continente, mas sem apoio, sem 
técnica , investimentos, reforma agrária 
será a criação de favelas rurais. 
Enquanto a linguagem for preconceituo 
sa, radicalizada; enquanto não se der ao 
produtor rural o tratamento que ele mere 
ce, e ele não quer favores, quer uma po­ 
lítica justa de preços e livre mercado, 
financiamentos decentes, o Brasil conti­ 
nuará a Importar Alimentos. 
Realizamos mais uma EXPOBEL, nossa 
mensagem é de fé, de crença, o Brasil é 
viável sim, prova disso, são as realiza­ 
ções das exposições agropecuárias, ini - 
ciativa da classe produtora. 
Esperamos, em Deus, que as cortinas - 
do imobilismo, da incompetência, da fal­ 
ta de visão, se abram, e inicie-se no 
Brasil o grande espetáculo do trabalho e 
da realização dos que almeja.m um País 
melhor. Nós acreditamos. 
LUIZ FERNANDO NUNES RONDON (LILI) 
Pres. do Sindicato Rural de Bela Vista 
PS: Aproveitamos a oportunidade para 
enviar a equipe TRIBUNA DA FRONTEIRA, a­ 
os seus Diretores, Ivaldo e Maria Estela 
V. Pereira, repórteres, pessoal da Gráfi 
ca, os nossos Parabéns pela volta do Jor 
nal Pecuária e Agricultura. - 
o nosso Jornal. 
Parabéns! l

!OI/NML DA AGRICULTUPA E PECUMIA 	---- --- 
IRMIDILHI METÍLIC PI 
CONTROLE OI MOSCl-OOS-CHIFRES 
A moca-dos-chifres, HAEMNTOBIA IR 
RI'TANS, é um inseto hematófago quo ataca­ 
os bovinos, ovinos, caprinos, auinos, ir 
clusive o homem. 
Sua entrada no continente americano 
deu-se por volta de 1884 a 1886, com gado 
originãrio da Europa, que encontrou nos 
EUA facilidade em sua dispersão num perío­ 
do não superior a 10 anos. 
Na América elo Sul, havia identificação - 
denta praga desde os anos 80 no Chile, Co 
lômbia e Venezuela, 
Em 1990 ela já foi constatada em Rorai 
ma, norte do Brasil e em 1990 já era noti­ 
ficada no Estado de são Paulo . 
Nos EUA, no ano de 1965, provocou prg 
juízos de 115 milhões de dólares na pecuá­ 
ria de corte e de 64 milhões de dólares na 
pecuária leiteira. 
No Brasil não existe atualmente dados 
específicos sobre o assunto. 
A utilização de brincos nas orelhas - 
dos bovinos impregnados com inseticidas,pi 
retróides nos EUA, permitiu inicialmente= 
bom controle das moscas, porém mais tarde 
estas começaram a mostrar resistência aos 
piretróides, havendo a procura de fontes 
alternativas de controle estratégico das 
moscas. 
Como alternativa de controle da mosca 
dos-chifres, PARROT (1899), LOUGHNAN (1930) 
e BRUCE (1938), construiram tipos de arma­ 
dilhas cuja finalidade era a captura das 
moscas. Estas armadilhas não apresentavam­ 
boa eficiência. 
Em 1989, HALL & DOISY publicaram tra 
balho sobre um tipo de armadilha que fun 
cionava eficazmente na captura da mosca­ 
das-chifres. Este tipo de controle foi com 
parado a bovinos que recebiam brincos auri 
culadores impregnados de piretróides. Uma 
grande desvantagem de armadilho é que ela 
foi construída em madeira prensada, sendo 
o custo do material estimado em US$ 320 
(trezentos e vinte dólares). 
A armadilha projetada pelo autor, mon 
tada e testada no Instituto de Zootecnia 
mostrou-se eficiente, além de outros aspec 
tos favoráveis: construção metálica à exce 
cão dos quadros de captura das moscas, lar 
guras variáveis, facilidade de montagem e 
desmontagem, grande solidez e durabilidade. 
MONTAGEM: 
Para a confecção da armadilha são ne­ 
cesnários os seguintes materiais: 
a) Ferragens 
- 3 chapas de ferro - 1,10 X 1,00 X 0,005m 
- 6 barras de ferro perfil em L- 21/8" 
75 kg 
- 3 barras de ferro perfil em T - 1 1/2 
24 kg 
- l3 barras de ferro 3 1/16"- 13 kg 
- l,5 barras de ferro laminado 2 - 3/16" 
12 kg 
-- 7 kg vergalhão 1/4" 
2 kg eletrodos 
- 16 parafusos+ porcas. 
b) Madeira e outros 
18 tábuas 98x30xl,5cm 
30 tábuas 98Xl8xl,0cm 
12 m de tela clara 
- Pregos 
Internamente vo-s num caixote 
uas obrepos as de 'orma enviesada, 
mando aberturas por o'e as moscas 
Lram neste. 
Sobre os caiv., internamente, em 
todo o comprimento da armadilha temos bar­ 
ras de ferro solda'as estrutura metálica 
para evitar danos aos caixotes quando da 
passagem dos animais. 
Estes caixotes são facilmente retira­ 
dos e colocados para limpeza ou conserto. 
Nas faces externas são colocadas te 
las brancas que permitem a passagem da luz 
solar. 
A gaiola é fixada ao solo por meio de 
4 grampos de aproximadamente lm de compri­ 
mento, colocados cm cada canto. 
O autor preferiu não estimar valores­ 
de custo, tendo em vista sua construção 
pode se dar em locais diferentes do Brasil , 	__:.-----::--:-------J 
com preços de mão-de-obra e de materiais - Perspectiva da armadilha metálica 
difer.enc ia dos. 
A armadilha tem pontos de solda, p2_ 
rém a maior parte da sua construção e mon­ 
tagem é feita com a utilização de parafusos 
e porcas. A armadilha mede 3 m de compri 
mento por por 2m de altura, apresenta lar= 
guras variáveis de 0,70; 0,80; 0,90; e 
l,00 m; em cujas laterais aparecem as fres 
tas das caixas que permitem a passagem da 
luz. A 0,80 m de ambas as entradas, foram 
colocadas presas nos tetos, tiras pretas­ 
com tamanhos diferentes, feitas de plásti­ 
cos ou borracha, ou outro material; nas 
laterais da passagem estas tiras medem a 
proximadamente l,60 m de comprimento alcan 
çando as partes baixas dos animais, e no 
meio medem 1,00 m alcanç;:.ndo o dorso. 
Nesta perspectiva da armadilha notam­ 
se as proteções laterais dos caixotes fei 
tas com vergalhão para evitar a quebra dos 
caixotes pelos animais. No teto, vê-se as 
3 chapas de ferro unidas por barras de fer 
ro laminado. 
CONCLUSÕES: 
com tá 
for­ 
pene 
A armadilha permite a captura de 
a 458 das moscas numa unica passagem. 
A utilização da armadilha junto 
troncos de vacinação não seria o ideal 
la memória do animal quanto à dor, o 
35 
a 
pe 
bom 
seria em entrada de curral, passagens par? 
aguadas, mudanças de pasto. 
* Dclcácio Joaquim Silva 
Médico-Veterinário, Pesquisador Cien­ 
tifico do Instituto de Zootecnia, CPA/SA 
Um Rebanho Bem Cuidado, é 
Aumento Certo na Produtividade 
e 
o 
N 
T 
A 
·e 
T 
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s 
* 
E 
L 
ô 
I 
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U 
R 
E 
I 
R 
o 
Fazenda Bocaiuva 
Presente na 
Expobel 93 
Proprietário: 
Municipio de 
Joaquim Pereira 
Bela Vista 
Fertilidade 
ganho de peso 
Tomás 
Fone 439-1058 
f

t +NA, DA MPICULTIJA E PECUÁRIA 
~Clube do Laco de Bela Vi 
TRADIÇÃO E RESPEITO ÀS NOSSAS ORIGENS - O LAÇO UNE 
Falr do Clube do Laço de Bela Vista, 
° lembrar com entusiamo a força e a fibra 
de no conte, é falar um pouco a renpei­ 
to da história de Bela Vista, não se pode 
falar sobre a EXPOBEL, sem lembrar a parti­ 
cipacão ativa do Clube do Laço. 
JfOJC nob u Prni.idênciu (PA'l'HÃO) do jo 
Vllíl1 /l'ON!:.:O CMUIBIRO l'INlllUHO PILHO, um prÕ 
dutor rural jovem, com visão do futuro, 
Club' do J,nço ô um orgulho para todos os 
bolavistenses que acreditam no poder da 
ação, lrvnm o nome de nossa cidade aos 
mniu dlatantcu rinc6os, conquistando tro 
féus, mostrando a magia do laço. 
Quundo o laçador lanç11 o seu laço, ob 
Lendo mais um ponto para sua equipe, ele 
nio 0.nti loçnndo apenas o animal em dis­ 
parada, ele vence mais um desafio, nas 
mãos fortes e no olhar firme, ele ultr11pas 
su os naus próprios limites. 	- 
e preciso compreender a força que 
guia a laçada perfeita, ela vem de dentro, 
de dentro de nossa alma, e aquilo que pa 
recia apenas um gesto, ganha nova dimensãÕ 
é a força do homem e sua inteligência, bus 
cando superar limitações. 	- 
Nas rodas dos pe6es, dos laçadores 
dos adeptos deste esporte que encarna tão 
bem a nossa origem, e o respeito às tradi­ 
ções, contam-se histórias, fala-se de lem 
branças, realmente, O LAÇO UNE. 
O Clube do Laço de Bela Vista, ê o 
mais antigo de nosso F.stado, o pioneiro 
foi fundado em 23 de outubro de 1970. 
Lembrar de seus patrões, é contar um 
pouco a história da própria Expobel, é lem 
brar de José Alberi Marçola , o Gaucho que 
a todos cativava com a sua maneira de ser; 
de Wolke Fernandes Monteiro (2 gestões) ; 
Olimpio do Amaral Cardinal (2 gestões); JQ 
sé Loureiro (já falecido); Luiz Gonzaga de 
Araújo (quanta dedicação); Celso Mercedes­ 
Garcete Balta; Bastião Augusto Ferreira 
Leite; Adair Ferreira da Costa; João Mon 
teiro Mascarenhas; Afonso Carneiro Pinhei­ 
ro· Osvaldo Miranda de Melo; Abraão Armoa 
Zacarias; Ricardo Brandão, José Luiz Lou 
reiro; Marco Elias Rios da Cruz; Gustavo 
Bianchi Zacarias e do atual Patrao 
AFONSO CARNEIRO PINIIBIRO FILHO (AFONSINHO). 
Cada Patrão, no seu tempo, deu conti­ 
nuidade ao sonho e idêias de seus fundado­ 
res, hoje o Clube do Laço é uma entidade 
que valoriza a tradiçao campeira, mas, aci 
ma de tudo, ê um exemplo de trabalho, arr2 
jo e fibra de nossa gente. 
Bela vlsta·nao seria Bela Vista sem o 
CLUBE DO LAÇO. 
Afonainho Carneiro Pinheiro Pilho atua1 
Patrao do Clube do Laço de Bela Vista. 
Patrão do Clube do Laço de Bela Vis 
ta, Afonsinho Carneiro Pinheiro, em nome 
da Diretoria agradece o apoio e colabora 
cão das empresas e pessoas abaixo relacio­ 
nadas: 
ACiRADECIMENTOS 
Tibirica Loureiro de Almeida P Oli~ 
pio do Amaral Cardinal (por cederem . os 
bois para realização das laçadas - dois lo 
tes) 
* SUPRESAL - Sal Mineral - com o maia:­ 
patrocínio - a premiação de troféus no va 
lorde Cr$ 180.000.000,00 (cento e oitenta 
milhões de cruzeiros); a sonorização da 
pista no valor de Cr$ 50.000.000,00 ( cin­ 
quenta milhões de cruzeiros); 70 camisas 
para os laçadores de Bela Vista e 30 cami­ 
sas para os peões; 200 bolsas de sal SUPRE 
SAL "Boi-Bâo". 
* Brum e eia, representante da BRAHMA 
da cidade de Aquidauana, doando 1.200 dóla 
res e 100 camisetas; 
* SARK, representante de TRATORES VAL 
MET, com stand no Parque, doou a reforma -­ 
da cabine da comissão, no valor de 500 dQ 
r ; 
r 
anhor .nio Corre1, 
+ prefeitura Municipal d hela 'Vit 
ocre arfa de obras, pelo, trolam nto 
encascalhamente da pista. Ao Prefeito A 
braão Zacarias. 
senhor Oreovaldo Correa, doou tou 
ro reprodutor Nelore; 
• Senhor João Loureiro Pinheiro, doou 
l touro reprodutor Nelore; 
Jurandir Pesti Filho (d vaca gorda) 
* Ri ta Carneiro Pinheiro (l vaca gorda) 
Moacir de Almeida - I bezerro; 
* Cristovão Acosta - l bezerro; 
* Marco Rondon de Oliveira - 1 .Doze'!.. 
* Vibrak Auto Peças - 200 metros de 
lona plástica 
Leandro Accioly - 1 boi; 
+ Armando Pinheiro - l boi; 
Carlos Barbosa - l vaca gorda; 
+ Dr. Roner Loubet 5 carneiros; 
Onofre Pinheiro - 5 carneiros; 
* Sergio Mascarenhas - 5 carneiros; 
Sr. Xingolo - l vaca gorda 
+ Banco Bamerindus - Cr$ 30,000.000,00 
Dr. Henrique Flávio Escobar - 5 ca~ 
neiros; 
+ Posto Nacional - Doou os chuveiros­ 
dos banheiros 
* Espancamento de bovino - doou a lo 
na para cobrir a barraca Carapé; 
Edinho Moraes - 20 palanques de Aro 
eira; 
* Dr. Irineu - doou 1 boi gordo que 
será disputado na quinta-feira dia 22. 1 
A estas pessoas e empresas os nossos­ 
mais sinceros agradecimentos, organizaremo~ 
uma festa à altura de Bela Vista. 
ro; 
-;;

J0PAL, DA AGRICULTURA E PECARIA 	!0 D 
---- - - - - - - ~ - --- - - - - -=-==-=---'-'-:::-- 
Clube do Laco de Bela lista 
TRADl(ÃO E RESPEITO ÀS NOSSAS ORIGENS - O LAÇO UNE 
1O DE 199 
,. J 
Está Tudo Pronto 
A Diretoria do Clube do Laço se esme­ 
rou para melhorar ainda mais a sua sede o 
cial para receber centenas de visitante - 
durante a Expobel e os Torneios de Laço. 
O Clube está totalmente reestruturado 
para proporcionar às equipes visitantes u­ 
ma recepção à altura. Cada barraca recebe 
rã assistência na alimentação· no café da 
manhã, almoço e jantar. 
Uma comissão de Senhoras foi formada­ 
para assessorar a recepção composta pelas 
Senhoras Mariley E. A. Pinheiro e Cilene 
Pinheiro, responsáveis pela organizacão 
com apoio das senhoras: 
- Edna Cardinal 
Bcrnadeth Rondon 
Jane Rondon 
Eva Rondon 
Elaine Brum Rodrigues 
Ana Maria Ocariz 
Consuelo R. Cruz 
cristiane z. Pinheiro 
lzabela Moraes Murano 
Iracema Lino Rodrigues 
Margarida Gonçalves 
Brasiliene Gonçalves 
lná Ondina Baez 
Suely Loureiro da Rosa 
Maria Amélia V. Rosa 
Zilda M. Mascarenhas 
Jane Godoy 
Raquel Zacarias 
Leda Palmiéri 
Elizabeth P. Palmejani 
Vera Salomão 
Maria Rita c. Pinheiro 
Carmem c. L. Pinheiro 
Ligia Pinheiro 
Peciliana M. Mascarenhas 
FR 
o ' 
su 
ci 
J 
F 
SUCESSO 
Sem dúvida alguma, o 180 Encontro de 
Clubes de Laços será um sucesso, milhares­ 
de pessoas prestigiarão o evento. 
REFORMAS 
- A Barraca do Baile Carapé terá anima­ 
çao total, dois conjuntos abrilhantarão as 
noites mágicas, o ARAPONGA e ORIGINAIS DA 
FRONTEIRA. Lembramos que a reforma foi 
doação dos irmãos ELPIDIO E GERALDO GONÇAL 
VES. 	- 
Enloque Especial 
POÇO ARTESIANO 
O Poço Artesiano, funciona nor 
malmente, com capacidade para 13 mil li 
tros por hora, abastecendo todo o clube. 
ÃGUA ENCANADA E REDE DE ESGOTOS 
As barracas de acampamentos dos Clubes 
visitantes terão água encanada e rede de 
esgotos. Tudo foi cuidadosamente planejado. 
O Clube do Laço de Bela Vista rece 
clonará com muita fidalguia os visitantes. 
O L&ÇO 
UNE 
3

JORNAL, DA MIRICIJL'TUA E PECUÁRIA 
• -------·-···-------- ·• ---------------- 
A V1 A • 2 1 
l ' 
I IMPORTANCII DOS MINERAIS NI REPRODUCAO 
1 
0, minerai yào elementos 
inorqnicon encontrados na natu 
reza, e en ro uas principais - 
funções podemos citar a ação 
na reaçaes enzimáticas, na for 
mação de tecidos orgânicos o na 
participação de fluidos orqani­ 
cos. 
São divididos em 2 grupos: 
osmacrominerais (cálcio, fósfo­ 
ro, enxofre, magnésio, potássio 
sódio e cloro) e microminerais­ 
(ocl6nLo, cob.ilto, zinco, iodo, 
ferro, cobre o manganfis). 
Dentre os minerais de im­ 
portância na reprodução, pode 
mos citar: cálcio, fósforo, cÕ 
bre, manganês, zinco, selênio 
iodo. 
As principais causas de in 
fertilidade num rebanho bovino= 
são: alimentar (67); infeccio­ 
sa (21,138); genética, climáti­ 
ca, hormonal e outras (11,871). 
E dentro das causas alimen 
tares, destacam-se carência de 
fósforo (31,361); carência de 
cálcio e fósforo (13,64%); ca 
rencia de manganês (ll,76); ca 
rência de cobre (6,198); carên­ 
eia múltipla de minerais - 
(29,8489. 
CÁLCIO: 
Na reprodução, sua função­ 
específica é de promover a con­ 
tração muscular do útero. Atua 
nos movimentos de parto, expul­ 
são placentária e outras condi­ 
ções mais. 
Ele também age como ativa­ 
dor de numerosas enzimas e é 
indispensável para a formação 
do esqueleto do feto. 
FÓSFORO: 
Sendo sua principal função 
produzir energia, sua carência­ 
ou falta prejudicam a hipófise 
(glândula que produz hormónios­ 
sexuais) e os ovários. Isso re­ 
sulta em atraso no desenvolvirren 
~toe amadurecimento dos ovários 
o estro não ocorre regularmente 
ou o ciclo é completamente in­ 
terrompido, o primeiro serviço­ 
é retardado e a infertilidade 
é temporária. Níveis adequados­ 
de fósforo reduzem o intervalo 
de concepção de 109 para 85 
dias e a fertilidade aumenta de 
5 a 158. Uma dieta com menos de 
10 gramas de fósforo por dia 
provoca anestro (ausência de 
cio) em vacas. 
Caso o limite de fósforo - 
ultrapasse a necessidade do ani 
mal, há o risco de se prolongar 
o intervalo pos-parto e aumen 
taro número de inseminações p/ 
concepção. 
MANGAN8S: 
Acredita-se que o Manganês 
é fator limitante na síntese dos 
hormõnios sexuais, e provavel 
mente está envolvido no funcio­ 
namento do corpo luteo nos ova- 
rios. 	- 
Baixos niveis de manganes 
na alimentação de vacas e ca 
bras causam depressao ou atraso 
no aparecimento do cio e, conse 
quentemente, na concepçao. As 
vezes ocorrem aborto ou 
natimorto, ou recém-nascido com 
peso reduzido a deformaçoes nos 
membros posteriores de bezerros. 
A suplementação de manga 
nês aumenta a fertilidade do ga 
do de leite. 
O manganês pode ser dosado 
nos ovários e, nos casos de in­ 
fertilidade, encontram-se ni­ 
veis menores 0,85 ppm. 
COBRE: 
O cobre é elemento impor 
tante na prevenção da mortalida 
de uterina e aborto em ovelhas. 
O ciclo estral, o cio e a 
concepção parecem não se alte 
rar muito na deficiência,_ mas 
há morte do feto, reabsorçao e~ 
brionário ou aborto. 
Doses tóxicas podem provo­ 
car má formação fetal. 
IODO 
O iodo é encontrado em 
diversas glândulas ( tireóide , 
glândula mamária, ovários) e na 
placenta. 
Experimentalmente, a defi­ 
ciência demonstrou infertilida­ 
de ou esterilidade, irregulari­ 
dade ou ausência de cio, morta­ 
lidade neonatal e diminuição da 
produção leiteira. Fêmeas em 
gestação dão crias fracas, des­ 
providas de pelo ou lã, natimor 
tos ou mortos apóso nascimentõ 
retenção de placenta, mas não o 
aborto. Nos machos, há declínio 
de libido e deterioração do se 
men. 
ZINCO: 
O Zinco é encontrado no nú 
cleo das células, e parece ser 
necessário na transformação da 
célula espermátide em espermato 
z6ide. Encontra-se também na 
próstata, líquido seminal e 
F.S.H. (hormônio folículo-esti­ 
mulante). 
Sua deficiência provoca hi 
pogonadismo (falta de crescimen 
to testicular) e queda sensível 
na espcrmatogênese (produção de 
ccpermatozóidcs) crn tourinhos. 
O desenvolvimento testicu­ 
lar de bezerros é retardado e 
eles apresentam pele escrotal - 
vermelha e enrrugada. Diminui o 
desenvolvimento dos órgãos se 
xuais femininos, provoca altera 
ções no estro, parto e lactaçãÕ 
SELf!NIO: 
Na reprodução, sua ação não 
é bem conhecida, mas sabe-se q/ 
teores deficientes provocam mor 
te embrionária com 3 a 4 sema 
nas após a concepção. Tem a pro 
priedade de reduzir a incidên = 
eia de retenção de placenta ( a 
Associação de 50 mg de selenita 
de sódio com 680 UI de vitamina 
E antes do parto é capaz de pre 
venir a retenção placentária).- 
Nos machos, os espermato­ 
zóides apresentam motilidade re 
duzida no espermograma. 
Principais Distúrbios 
Reprodutivos Relacio­ 
nados aos Animais 
- Aborto: intoxicação por cád 
mio e chumbo; deficiência de co 
- Disturbios de ov laçao: d{L 
1. A d t 	rqd • . 
-- Distúrbios dos faneros (er as 
fracas): fie n do «d 
- Esterilidade: e ti i ncia d 
potasrio, iod rar. 
- ralha na per toqenee: de 
ficiéncia a sngar 
- Hipoplasia testicular: inoxi 
cação por r!ibdnio, deficiên­ 
cia de zinco. 
- Infertibilidade: dftcincia> 
de iodo, mangares fosforo(tem 
porária) . 
- Irreqularidade ou ausência de 
cio: deficiência de fósforo, io 
do, zinco e manganês. 
- Libido diminuído ou ausente : 
intoxicação por molibdénio. 
-- Mortalidade intra-uterina com 
reabsorcão fetal: d ficiência - 
de iodo, selênio e manganês. 
Mortalidade neonatal: defici­ 
ência de zinco, iodo e manganês 
- Menor motilidade espermática: 
deficiência de selênio. 
- Natimorto ou neonatos deforma 
dos: intoxicação por cúdnío,clÔ 
reto de sódio e cobre, deficin 
eia de iodo e manganês. 
- Oliqospemia: deficiência de 
potássio e zinco. 
- retenção placentária: defici­ 
ência de iodo e selênio. 
Ricardo José Schimidt-Me 
dice Veterinário - CRMV -4-6925 
Baseado no trabalho "Minerais e 
Reprodução" de Walter Nazário - 
Anais do VI Simpósio Nacional 
de Reprodução animal 1985. 
* Anuncie e valorize o 
jornal da cidade 
Jornal da Agricultura 
e Pecuária 
* O seu jornal 
* 
Iagro Anuncia 2 Etapa de Vacinação 
A partir de 10 de outubro, 
o AGRO (Departamento de Inspe­ 
cã e Defesa Sanitária de Mato 
Grosso do Sul) inicia segunda e 
tapa da campanha de vacinação= 
contra febre aftosa no Estado. 
O anúncio foi feito pelo 
diretor geral do órgão, Olímpio 
Crisóstomo, durante a 2a Reu­ 
nião do Conselho Deliberativo - 
de Febre Aftosa, no auditório 
da Delegacia do Ministério da 
Educação (DEMEC), na Capital. 
De acordo com informacões­ 
de Crisóstomo, a segunda etapa 
será de 10 de outurbo a 15 de 
novembro. A primeira fase de 
vacinação no Estado ainda está 
ocorrendo em Ladário, Porto Mur 
tinho e Corumbá, onde o calendã 
rio foi retardado por dois me= 
ses em função das cheias no Pan 
tanal. Nestes municípios a pri­ 
melra etapa de imunização des 
te ano se encerra no dia 15 de 
julho. 
BALANCO 
A Campanha de Vacinação 
contra Febre-Aftosa foi lançada 
oficialmente pelo Governo do 
Estado no dia l de abril. A me 
ta é atingir 951 das mais de 19 
milhões de cabeças de gado de 
Mato Grosso do Sul. Somente a­ 
pós o encerramento da imuniza - 
cão na região pantaneira o Ia 
gro fará um balanço geral da 
Campanha, mas até o final de ju 
nho já haviam sido vacinadoe 15 
milhões de bovinos. 
Para realizar uma cobertura­ 
vacinal abrangente, Mato Grosso 
do Sul foi dividido em 10 re­ 
giões sanitárias, além da insta 
lação de 77 postos educativos= 
em estradas de todas as cidades 
sul-mato-grossense. A campanha 
englobou também pela primeira - 
vez aldeias indígenas, assenta­ 
mentos e âreas periféricas da 
zona urbana. Este ano, além da 
imunização, está sendo feito um 
cadastramento de rebanho,no sen 
tido de garantir a vacinação - 
c'.os próximos anos. Cerca de 600 
técnicos do !agro estão envolvi 
dos na campanha. - 
REUNIÃO: 
Na reunião promovida pelo Ia 
gro da qual participaram repre­ 
sentantes dos Conselhos Munici­ 
pais de Saúde Animal, da Univer 
sidade Federal de Mato Grosso= 
do Sul, de Entidades ligadas ao 
meio rural e médicos veterinã - 
rios - fram debatidas formas 
alternativas para o fortaleci 
mente de ações conjuntas que 
consolidem o Programa de Erradi 
cação de Febre Aftosa. - 
Também participaram da reu 
nião representantes de sindica= 
tos da indústria da carne. Jun­ 
tamente com as demais Entidades 
eles integram a Conissâo de A 
companhamento que auxilia o Ia= 
gro no Programa de Erradicação 
da doença. As campanhas de vaci 
nação contra Febre Afotosa ini= 
ciaram no País em 1968 e até en 
Não Esqueça de Vacinar seu Rebanho! 
tão limitavam-se ao controle da 
doença. 
A meta do Ministério da Agri 
cultura agora, assim como do Go 
verno do Estado, é erradicar a 
doença. Em todo o País o objeti 
vo é extirpar a aftosa até o an 
2000. Para o Diretor-Geral do 
Iagro, OLímpio Crisóstomo, o Ma 
to Grosso do Sul está apto para 
alcançá-la, tendo em vista o in 
cer.tivo do Governo Estadual. 
Até 1997 o !agro pretende não -­ 
ter mais registros de casos clí 
nicos de febre aftosa. - 
MODELOS: 
Durante a entrega de 26 vei­ 
culos ao !agro, no último dia 
2, o Mato Grosso do Sul foi con 
siderado Estado modelo no combã 
te à febre aftosa pelo Secretá= 
rio Nacional- de Defesa Agrope - 
cuária, tnio Marques Pereira. O 
trabalho desenvolvido oelo ór 
gão será adotado como base para 
o Plano de Combate à doença, a 
ser implantado a nível nacional 
pelo Ministério da Agricultura, 
dentro da meta de combate até o 
ano 2000. 
Na oportunidade, Enio Perei­ 
ra destacou que o Iagro conse 
guiu alcançar bons resultados 
por racionalizar a atuação,redu 
zindo o temoo de atendimento - 
aos focos de aftosa notificados. 
Até o final do ano passado o pra 
zo era de oito dias,não passan­ 
do atualmente de 24 horas.E ir 
tude do sucesso o Estado vai co~ 
tar nos próximos dois anos com ± 
cursos extras deus 8 bilhões m 
ra investimentos no controle d 
aftosa.

« 1 
1ORAL DA A II 
URA E. PEEN, PIA 
------- - 
·-------------- --- 
sete E s t r e I as Emb r i õ e s 
TRINSPIRÊNCII DE EMBRIOES GIRANTE 
IUMENTO Dll PRODUTIVIDIOIDE 
A melhor'a ou renovação do painel bovi­ 
no conta com uma aliada eficiente e econo­ 
mica: z transferência de embrioes, tecnolo 
que hoje integra a rotina do melhora - 
+6 genético dos rebanhos dos Estados ._" 7 
ni'os, Canadá e Europa e que agora o cr a 
dor Sulmatoqronsense e Brasileiro também - 
pode ter aceso, 	-. . :- 
A responsável pela introdução da tecni 
cano mercado nacional em caráter comerci­ 
al é a Sete Fstrelas Embriões, empresa - 
4ué tem completo domínio científico das 
técnicas do coletas, manipulação e transfe 
rência de embriões. 	_ 
- com transferências de embrioes, uma 
vaca de alto valor genético e comercial - 
que na natureza poderia ter, no maximo, u­ 
Ma cria por ano e uma dezena ao longo de - 
toda sua vida, tem sua pronuçao.multiplic~ 
da, alcançando mais de cinco crias/ano e 
número superior a 60 durante toda a vida. 
A vantagem na transferência de embrioes 
Pesquisa Garante 
Novas Tecnologias 
Dominando com absoluta segurança a téc­ 
nica de transferência de embriões, a Sete 
Estrelas amplia seu conhecimento no setor 
de biotecnologia através de dois ramos de 
pesquisa, realizadas em convênio com a Uni 
versidade Estadual Paulista "Julio de Mes­ 
quita Filho" (UNESP), Campos de Jabotica - 
bal. 
10 - Estuda a fecundação "in vitro", ou se 
ja, avalia a produção de bezerros de prove 
ta, conseguindo resultados animadores. ' 
no que vem teremos novidades no mercado 
estima Adriano Rúbio Júnior; 
20 - Estuda a sexagern dos embriões a fim 
de permitir a determinação prévia do sexo 
dos bezerros que irão nascer. A previsao - 
de resultados comerciais também é para bre 
ve. 
A seriedade com que a Sete Estrelas con 
duz o desenvolvimento de tecnologias nessa 
área é demonstrada pelo convênio com o Ins 
titut D'Elevage et de Medicine Veterinaire 
de Pays Tropicaux, de Maisons Alfort, da 
França. 
- Nosso objetivo é introduzir novas têcno­ 
logias no setor pecuário, com pesquisas 
contínuas, em busca de maximizaçao na pro­ 
dução de carnes de alta qualidade, informa 
o diretor da empresa. 
Mercado Aberto à Todos 
pesar de ser uma tecnologia de vanguar 
da, a transferência de embriões pode be­ 
neficiar qualquer tipo de criador, desde o 
grande empresário rural, ao modesto chaca­ 
reiro que queira,por exemplo investir em ga 
do leiteiro. O comprador vai receber da S~ 
te Estrelas Embriões urna novilha prenhe em 
sua propriedade com recomendações básicas 
para observar, comuns a todas as cr1açoes 
de-bovinos. O custo hoje é relativamente - 
baixo, portanto, no. alcance de todos os cria 
dores interessados: urna "receptora" com em­ 
briões selecionados de animais de primeira 
linha da pecuária nacional, custa hoje o e 
quivalente a 4 ou 5 bois gordos, explica o 
Diretor da Sete Estrelas. • 
é a facilidade com que os criadores podem 
adquirir vacas prenhes, com embriões de a­ 
nimais selecionados, d alto valor genéti- 
· e comercial, fato praticamene 1mpossi­ 
co " 
1 sistema do .ransaçoes comer . 
·.] no tua1 » - • 
- • : g em leiloes ou diretamente nas 
ciais fel ai "" " 	,l d 
.., dg "Adquirir matrizes adu .as te al 
Fazentas. 	. ti t l 
ualidade implica em inves 1menos e.e- 
}], porque as ofertas são pequenas e 
va ·», 	," li ando que 
demanda muito granie, expuca 
rcrencia de embriões abre esta possi­ 
{$ae a todos os criadores, inclusive a 
·nos produtores ou chacareiros, ofere- 
peque 	- ( b • ,. l d · 
cendo material genético emir1oes e pr- 
meira qualidade a custos acess1ve1s. 
~ um investimento seguro, com todas as 
garantias possíveis, e cujos resultados CE 
tão demonstrados praticamente pelo grande 
número de animais da Sete Estrelas que ga­ 
nharam prêmios em exposições nacionais (­ 
muarama, Araçatuba, Presidente Prudente , 
ourinhos) e internacionais (Assunçao). 
A Receptora Prenhe Sete Estrelas 
A Sete Estrelas trahalha 
somente com novilhas de qu~ 
lidade. São todas meio·•san­ 
gue Nelore com as seguintes 
raças: Simental, Aberdeen - 
Angus, Hereford e Limousin­ 
"Raças européias de corte , 
com excelente habilidade ma 
ternal", muito apropriadas 
para a criação de um bezer­ 
ro em excelentes condições 
até a desmama e ainda recep 
toras Gir com Holandês de - 
alta aptidão leiteira. 
n Importação de Embriões: Caminho Seguro 
Para se introduzir urna genética de ou - so, é o menos seguro, pois só se pode tra­ 
tro Pais no Brasil podemos seguir três ca- zer animais jovens, portanto não provados. 
minhas básicos: 	Os riscos no transporte e na adptacão - 
l - Importação de sêmen. 	dos animais são mui to altos·, podendo revef 
2 - Importação de animais vivos. ter o processo em prejuízo. 
3 - Importação de embriões. 	_A importação de embrião reduz o tempo 
o primeiro demanda muito tempo pois pa- drásticamente, pois já se adquire o animal 
rase chegar ao animal puro por cruza, ne- puro, se pode conseguir genética de anima 
cessita-se pelo menos 6 (seis) gerações o is provados, e transporte e a adaptação 
que pode levar ate 15 anos. 	dos animais sao extremamente mais fa 
0 segundo processo além de mais onero - ceis. 
Única a Oferecer Garantia 
A Sete Estrelas Embriões 
garante o produto que vende, 
dando tranquilidade ao cli­ 
ente quanto a qualidade e 
resultados positivos das 
"receptoras prenhes" adquiri 
das-. 
A empresa é a única do - 
ramo que emite um Certifica 
do de Garantia de seus pro­ 
dutos, garantindo aspectos 
sanitários (40 dias para 
que todos os exames necessá 
rios sejam efetuados) ,a ges 
tacão e ainda assegura que 
o animal será registrado pe 
Todo o rebanho de Recep­ 
toras da Sete Estrelas é 
tratado com o máximo de ri­ 
gor técnico científico, pa­ 
ra proporcionar as melhores 
garantias ao cliente. 
são mantidos convênios - 
em Laboratórios de Campo 
Grande e Belo Horizonte, on 
de realizam-se exames meti= 
culosos para o diagnóstico 
das seguintes doenças: "br~ 
celose, tuberculose, leptos 
pirose, vibriose e trichamo 
la Associação competente. 
Embora a eventualidade 
de nascer um bezerro alei­ 
jado (decorrência da muta - 
cão genética) nada tenha a 
ver com a transferência de 
embriões, mesmo assim a Se­ 
te Estrelas repõe o produ 
to, dando ao comprador a 
certeza peque terá um Be 
zerro anatomicamente perfei 
to. 	- 
Durante a gestação, caso 
seja necessário, a empresa 
mantêm equipes técnicas que 
podem dar apoio nas Fazen - 
nose". 
Todos os animais são rnan 
tidos em quarentena até to­ 
tal liberação sanitária pa­ 
,ra inaresso na Central. 
Além desses exames são to 
rnadas ainda as seguintes me 
didas preventivas: vermifu­ 
gação, combate e endo e ec­ 
toparasitas, tratamento pre 
ventivo contra leptospirose 
seguido de vacinação contra 
aftosa, com vacina oleosa. 
das, orientando o criador 
quanto aos cuidados com as 
novilhas prenhes adquiridas 
da Sete Estrelas Embriões, 
A Equipe Sete Estrelas· 
Osvaldo Possari - Diretor Presidente 
Rose Cristina Possari - Diretora Administrâtiva 
Juliano Beraldo de Andrade - Diretor Comercial 
• Carlos Alberto Zanenga - Diretor de Producio 
Dr. Geraldo Furtado Lima - Médico Veteri.n:Í.rlo 
Dr. Luiz Roberto de Oliveira - Médico Veteriná­ 
rio 
O Informativo Sete Estrelas é ua publicação da M 6 V Cou­ 
nicação e Planejamento Ltda. 
Rua Severino Rasos de Queiroz, 942 - Monte L[bano 
FONES: 3844-2152 e 381-1218 
Diretora Responsivel: Leiner Vizeu 
Textos e Edlç.no: Ullson Hora.llc 	.. 
Proeranacão VLsul: Mircio LIcerrI 
"Procuramos cercar o pr~ 
dutor do máximo de garanti 
as, assumindo a maioria aos 
riscos e deixando para ele_.! 
penas as precauções necessa­ 
rias que devem ser dispensa 1 
das_a todo animal em gesta 
cao , afirma Carlos Zanenga 
Diretor da Sete Estrelas- 
EMBRIOES GINHIM PREMIOS 
Embora com pouco mais de 
três anos e meio de ativida 
de comercial intensiva, os 
produtos da Sete Estrelas - 
jã obtém premiações em expo 
sições agropecuária do País 
e do exterior. 
Para citar alguns e>:ern - 
plos, os Diretores da Empre 
sa informam que os segin 
tes clientes já receberam - 
premiações: - Aledino Sala­ 
Exposição de Umuarama (PR); 
- Francisco Eugênio Delibe­ 
rator - Exposicõcs de Para­ 
guaçu Paulista e Presidente 
Prudente (SP); 
- Agropecuária Bom Jesus 
S/A - Feiras de Araçatuba 
Ourinhcs e Ri.beirão Preto 
(SP); 
- Geraldo Laratro - Assun - 
• 
cão (Paraguai). 
A Diretoria da Sete Estr 
las Embriões menciona que - 
"estes extraordinários resu.!. 
ta dos" acontecem quando d 
grande parte de seus produ 
t'os ainda estã em gestacão 
ou com pouco tempo de vida. 
Nos_próximos meses, a pr 
visão é de aumento do conj 
to de prP.rniações. 
SETE ESTRELAS HiIBRIÕES - A TECNOLOGIA DE RAÇA 
-

• l 
t. 
Sete Estrelas Embriões 
Estoque Disponível a Pronta Entrega 
A 0te Estrelas - 
Embr iões iniciou a 
colocaçiio de seus 
produLon no mercado 
após um longo perío­ 
do de cotudo, de ou­ 
lcçüo de animais das 
melhores raças e en­ 
trosamento cn Lrc oo 
criadoroct maio con - 
ceituadoo do merca - 
do. Eotu período ini 
cial dá condições ã 
empresa de se colo - 
car como a única no 
merendo que tem coto 
que de receptoras - 
prenhos de diversas 
raças com reproduto­ 
res selecionados pa­ 
ra pronta entrega. 
Essa facilidade é 
decorrência de inves 
timento específico= 
no setor de transfe­ 
rência de embriões , 
com domínio de tecno 
logia e amplo rela= 
cionamento com o 
meio rural brasilei­ 
ro. 
Na Central de Tec 
nologia (Rodovia BR- 
262, km 392, em Tere 
noo) i.l !ict<· Er.treloo 
tem 2 mil h clareo - 
de área utilizada ex 
clunivomcnto para - 
trabalho de animaio 
destinndos à transfe­ 
rência de cmbriÕcrJ , 
além de laboratório 
completo, com equipa 
mento de última gera 
çiio para manuseio da 
biolccnologia. 
Custos 
Acessíveis 
O acesso a novi - 
lhas prenhes, a par­ 
tir de embriões de 
matrizes de altíssi­ 
ma qualidade e tou - 
ros das linhagens ma 
is renomadas do Pa - 
is, está à disposi - 
cão da maioria dos 
criadores interessa­ 
dos em melhoramento 
genético do seu reba 
nho porque o custo 
é relativamente bai­ 
xo se comparado com 
a qualidade dos em - 
brioen selecionados 
pela Sete Estrelas. 
Para se er uma 
idéia, pelo preço de 
umn única matriz de 
alta linhaqem, podem 
er adquiridas, em 
rédia, 20 receptoras 
prenhes a partir de 
embriões e reproduo 
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JORNAL, DA AGRICULTURA E PECUÁRIA 
20 DE J/LHMO DE 1993 - PGIM 
-------- 
-MIRCO RONDON: PRECISIMOS SICUDIR 
IS ESTRUTURIS E REVOLUCIONIR I ECONOMII BELIYISIEN E 
O Vereador, produtor rural e atuante 
membro do Rotary Club de Bela Vista, Mar­ 
co Rondon do Oliveira, disse, ontem, que 
"pela Vista está cansada de lenga-lenga 
precisamos acudir as estruturas e revolu­ 
cionar a economia belavistense", 
Para o vereador, "na verdade, o que 
a nosoa cidade precinn ido maia empregou, 
mais empresas, alternativas para o nosso 
jovem que procura o mercado de trabalho e 
nada encontra, precisamos gerar, acima de 
tudo, um clima do otimismo, de confiança - 
na cidade e no seu potencial". 
Entende que "todos nós sabemos que o 
Brasil atravessa uma crise, mas estão seu 
tilizando demais dessa palavra para justi­ 
ficar omiso6os e falta de competência, a 
iniciativa privada está conseguindo levar­ 
o Brasil para frente e aqui, em nossa ci­ 
dade, também tem condições de modificar es 
se quadro de incertezas". 
Marco, produtor rural, proprietário - 
de fazendas, acha que "temos de viabilizar 
novas fontes de renda, é preciso diversifi 
car, no interior de são Paulo vários fazen 
deiros estão investindo em novos setores , 
transformando suas fazendas em empresas 
rentáveis, é a chamada modernização no cam 
po, temos de embarcar neste navio do pr~ 
gresso e ousar novos passos, entendo que , 
se Bela Vista abrir novos caminhos, resol­ 
veremos os problemas mais crusciantes da 
população". - 
* PROJETOS 
O Vereador têm mantido diversos conta 
tos com proprietários, produtores rurais e 
profissionais liberais, visando a criação 
de uma frente para a implantação de várias 
empresas no Município. 
"Temos projetos envolvendo diversos se­ 
tores, como curtume, laticínio, indústria­ 
de cal, farinha, roupas e incentivo is 
Indústrias já existentes, falou 
o vereador, completando, "não adianta com 
bater a fome, a miséria no dia de hoje, e 
deixar que morram de fome depois de amanhã 
Temos de ajudar hoje, e criar condi 
ções dignas para que o nosso povo possa 
trabalhar, ganhar salários justos e expul­ 
sar definitivamente o problema da fome". 
+ PESSIMISMO E POLÍTICA 
"Nosso povo está cansado de política­ 
lha, disse Rondon, " é só observar as rea­ 
çoes nos mais diversos municípios quando 
se fala que haverá uma reunião política 
quase sempre para discutir se a galinha 
nasceu antes ou depois do ovo". 
O Vereador disse, também, que" a par 
tir de agora não se pode mais amaciar as 
questões belavistense, vivemos numa cidade 
pequena onde todos se conhecem e por isto­ 
adotamos sempre uma postura conciliatória, 
só que, essa postura, até agora, não ren 
deu frutos para a comunidade". 
"Não aceito o pessimismo de muitos , 
que pregam o desastre para Bela vista, te 
mos exemplos marcantes de jovens que assu- 
 
Vereador Marco Rondon 
miram responsabilidades 
competência, esses jovens 
tos da desgraça, um bast 
comnen'ou. 
Quanto a política, Marco disse que_"o 
povo não é bobo, sabe diferencei r o politi 
co trabalhador e honesto, do opor'unista , 
e mais, o negócio é moralidade nas adminis 
trações, as Câmaras esarão vigilante 
quanto aos gastos sem lógica dos prefeitos. 
Tem que haver conrolo " 
PAPEL DA IMPRENSA 
Para o Vereador Marco Rondon, "não ó 
0 
dono do Jornal, da radio ou da emissora­ 
de televisão que dirá se o seu veículo 6 
bom ou ruim, é consciente ou é manipulado, 
os leitores, ou ouvintes ou telespectado­ 
rcs é que possuem esse direito, a imprensa 
hoje tem a responsabilidade de informar e/ 
isenção, mais ainda, de indicar caminhos, 
foi a imprensa e os caras pintadas que de! 
rubaram COLLOR e estão mostrando os Pc 
rões negros da corrupção do Brasil. - 
Estamos bem servidos em Bela Vista". 
PARABÉNS BELA VISTA PELO SEU 
ANIVERSÁRIO DE EMANCIPAÇÃO POLÍTICO-ADMI­ 
NISTRATIVA. 
ADESIVOS DE ESTACIONAMENTO HO PARQUE 
ESCLARECIMENTO DO SINDICATO RURA 
O Presidente do Sindicato Rural de 
Bela Vista, Lili Rondon, informou que fo 
ram encomendados 1.000 adesivos i GRÃFICA 
E EDITORA BODOQUENA ; DE Alvaro Pereira , 
mas que o Sindicato Rural s6 recebeu 925 
adesivos, faltando, portanto, 75 adesivos 
Esclarecemos que esses adesivos fo 
ram roubados e estão sendo vendidos na c 
dade a Cr$ 300.000,00, quando o preço es 
tipulado pelo Sindicato é de Cr$ 500.000~ 
00. 
Segundo o Presidente, "damos uma par 
ticipação na venda dos adesivos às esco 
las·, Banco do Brasil (para campanhas co­ 
munitárias)., e escoteiros, é uma comissão 
de 15%, uma maneira de colaborarmos com a 
comunidade". 
Fica o esclarecimento do Sindicato 
Rural de Bela Vista, para que não pairem 
dúvidas quanto a lisura de suas atitudes 
e dos jovens que estão vendendo os adesi­ 
vos à Cr$ 500.000,00 colaborando com o 
Sindicato e entidades assistenciais. 
Gráfica Esclarece • 
Em contato telefonice com um funcio 
nário da Gráfica Bodoquena, o mesmo in­ 
formou que foram entregues os 1.000 ade­ 
sivos, mas que o funcionário encarregado 
de levá-los ao Sindicato Rural, se apro­ 
priou indevidamente de 75. 
Esse funcionário já foi demitido p~ 
la empresa. 
Disse ainda que o roubo foi desc~ 
berto tardiamente porque não conferiram­ 
no ato da entrega, e que a gráfica •está 
isenta de culpa. 
22· Expobel, urna 
-Tradição na Fronteira 
Restaurànte Cassino P 
SOB A DIREÇÃO DO EMPRESÁRIO RODOLFO PEREIRA aragua.y 
O Ponto de Encontro da Sociedade Fronteir_ica 
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