M DIARIO REGIONAL ELA VISTA/MS ANO 2I NO 138II2 DE AGOSTO DE 1993 - 5+ FEIRA - DIRETOR: IVALDO PEREIRA PREÇO DO EXEMPLAR CR$ 30,00 ----~--------------------·------------------- s Prefeito de Porto Murtinho, Luiz Carlos de Abreu ,,,, VIDTURIS PIRA IS POLICIAS FLORESTAL, CIVIL E MILl·TIR próximo. Já a viatura que a'tende a Policia Flo restal de Porto Mur. tinho está sendo to talmente reformada pela Prefeitura Muni cipal e assim que fI car pronta vai ofere cer maiores condi­ ções de trabalho , maior segurança à co munidade e sem dvi. das um melhor contro le das atividades de caça e pesca em toda a região. o Prefeito Luiz Abreu já está pleite ando ainda junto às autoridades governa­ mentais o envio de viaturas novas para atender as Polícias Civil e Militar de Porto Murtinho, as quais se encontram lagro Intensifica Controle da Febre Aftosa Através da Portaria no 0006/93, de 03 de junho de 1993, o Departamento de Inspeção e Defesa Agropecuária de Mato Grosso do Sul - IAGRO - determinou um maior controle do gado, bovinos e bubali nos, com idade inferior a 02 (dois) anos que transitam a pé e os que se destina rem a aglomerações, leilões, exposições etc, tendo em vista a fácil disseminação da febre aftosa entre esses animais. Abaixo, na íntegra a portaria do IAGRO-MS, de fundamental importância aos pecuaristas, criadores e produtores ru rais de nossa região. ART. 10 - Os bovinos e bubalinos c/ idade inferior a 02 (dois) anos, que se destinarem a aglomerações (feiras, lei 1Ões 1 exposições ou quaisquer outras) , bem como aqueles que transitam a pé para quaisquer finalidades, somente poderão ser liberados se jã houver transcorrido um mínimo de 07 (sete) dias e um máximo­ de 90 (noventa) dias da última vacinação com vacina oleosa, de emulsão simples em Óleo e água, contra a febre aftosa. ART. 20 - O cumprimento desta, ocor re sem prejuizos das normas, regulamen tos e exigências sanitárias específicas­ de cada evento, desde que não extrapolem os prazos fixados no art. 10. ART. 30 - Esta portaria entrará em M 'vigor a· contar de 15 de agosto de 1993 revogadas as disposições em contrário. Campo Grande-MS, 04/08/93 Olímpio Crisóstomo Ribeiro Diretor Geral 44 Leilão Caracorte Dia - 18/08/93 - No Tatersal do Sindica to Rural de Caracol Realização - Sindicato Rural de Caracol e Porteira Leilões Rurais Participe! Caracol espera - voce l As dificuldades quanto ao alcance do perfeito atendimento dentro dos parâmetros exigidos pela Organi zacão Mundial de sa de é muito grande er nosso País, mesmo em centros considera dos desenvolvidos , onde há condições de urna melhor aplicação de método imunológi­ cos, com áreas de fácil acesso e popu­ lação consciente. Bela Vista, até pouco tempo atrás, e ra considerada uma "cidade padrão",pela sua capacidade cria­ tiva e equipe com elevado nível profis sional, o que fazia dos responsáveis pe la saúde pública be lavitense, verdadei­ ros heróis,principal mente quando o assun to era campanha de véicinação. No último dia 06 de agosto, teve início mais uma eta­ pa de vacinação con tra paralisia infan­ til no município, vo ce sabia? E a divulgação antes intensa, hoje é zero. Não estamos sa bendo, nem a progra­ mação das equipes va cinadoras, o que tor na difícil o traba lho dos próprios fui cionários do Centro de Saúde, uma vez q/ em regiões da zona rural, há necessida­ de de um aviso pré­ vio, para que os mo radores das proximi­ dades possam concen trar-se no local de terminado. - O desinteresse O Prefeito Luiz Carlos de Abreu, a través de gestões junto a Secretaria de Segurança Pública do Estado, viabili zou o envio de uma viatura Marca Toyota zero quilômetro , para atender o Desta carnento de Polícia= Florestal de Porto Murtinho que vinha enfrentando dificul­ dades para a realiza cão de operações na região devido a defi ciência provocada pe la falta de um veícü lo próprio para os deslocamentos dos Po liciais. Segundo as informações a viatu­ ra viabilizada pelo Prefeito será entre­ gue no mais tardar a té ornes de outubro Saúde Públic e a despreocupação de atingir-se metas é total. Sem divulgação. Sem viaturas pa ra acessos difíceis. Sem esquemas de trabalho. Sem organização . Realmente, te mos que afirmar, mui ta coisa mudou. Explicações? Sempre teêm. Aceitáveis? Bem, quando o assunto é saúde, as justificativas nem sempre são o melhor remédio. Há necessidades de 'se fazer uma re formulação dentro do quadro de saúde, on de o requisito "capa cidade profissional; seria a exigência maior. * Vereador Mar­ co Rondon de Olivei ra (foto à direita). em situação bstante difícil devido a fal ta de uma viatura dequada para as dili gências em nossa re gião. - Segundo o Prefei to Luiz Abreu" paro uma maior segurança da população, ao nos sas Polícias dever estar sempre bem e quipadas, da forma que se encontra hoje tanto a PM como Po lícia Civil em Porto Murtinho é quase que impossível a realiza ção de diligências e até mesmo do traba lho normal da Po1 eia que em muitos ca sos é obrigada a de= senvolver suas ativi dades praticamente a pé" destacou o Pro feito Municipal. -- .1 Governador Receberá Estudos Constitucionais em Setembro O governador Pedro Pedros sian recebe, no dia 20 de se tembro, um documento elaborado por 14 juristas do Estado com sugestões para a revisão cons­ titucional prevista para outu­ bro. Desde maio, uma comissão nomeada pela Secretaria de Jus tiça e Trabalho, vem se reunin do semanalmente na Escola de Magistratura de MS ( 60 andar do Fórum) preparando sugestões para o que tem sido considera­ do o fato político mais impor tante do ano. Matéria na Página-04 !(}l'tl/.1. 'l I l t,Pt / ----------- FÁBRICA OE MALHAS DIANA Manlém cm estoque malhas para todos os Lamanhos, para Colé­ glon de Bonito e a - cei ta encomenda de outran pracao. Confecciona tam - bém: JCASJWOS e UNI - F'OflMES para: Jogad,2 rcs e eventos. VISITE-NOS E COMl'HOVEI FONE: (067) 255-1634 RUA PILÃD REBUà BONITO MATO GROSSO DO SUL Casa dé Carne Sadia DE: ANTONIO CASANOVA Carne de suínos, bovinos, frangos , linguiças mista.s e de suinos, queijos, banhas, geleia de mocotó, torresmos etc. O Açougue no 1 de Bonito. Atendimento "Nota 10" e os preços sao convidativos. 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M9 01/9) de 19 de arl1 de 1993, o Prefeito Muni! pa1 de Dela V:ta-MS, FAZ SABER que HOMOLGA o referido re sultado, Rela Vista,10 de Aosto de 1993.. Abraão Aroa Zacarias Pré!elto ?'unlcip,al APROVADOS Relação Final - Concurso Pütlfco(1993) - Eit!da em 02/0 /93 Inscrição No do Candidato Média 205-8 000110100 0200·7 0171•0 0113·5 0120-2 0326·8 0310-7 0392·8 0256·5 0040·8 0205·8 0599-1 Olll·9 0383·4 0226·0 0363·0 0631·3 0225·1 0371·6 0347·0 0081-3 0290·3 0123·7 0218·4 0435·0 0454·5 0334-3 0442·7 052.l-3 0247·1 0529·9 0467-1 0608·5 0131-2 0584·9 0477·3 0395·2 0361·4 0366·5 0408·9 005 7·7 0597·5 0506·0 0533·1 0036·5 0039·0 0483·2 0025·5 0265·9 .... 0034·9 0425-8 0124·5 0567·0 092-6 !TA'.. , tt./9J E! ln• Fnouzl Sasslne 301-3 ASS l STENTT. DE AD.'!Hll StRAÇÃO Evanel Borges Pereira Ant.Õn to F,:rrc ira Ana Lucla PlSLor i Llno Ze I l Ap,,recidn Cr,1nce Sucly 8"nltes Mar iangela de A1mel da Roblnr.on E. PIne'ro Harla Allcc A, Aguilhem Jtonangcln Aparcclda torres 305·6 FISCAL DE tltUllITOS Rmr.áo Auré Ho Palácio João L{dio Centurl.áo Orlando Afonso 307·2 ttCN1CO EM CONTABILIDADE l!é I v lo Figueiredo Lêa Regina llalbuena Garcl.a NInfa e Medeiros Fleitas Mary Crance Maria Gul1hermlnn G. Ra!fel Carlos Alberto Mundler Rosal!no Agullhcra 401 • AGENIES AD:-t1N1STRATIVOS Chrlstlan Lourelro Claudemlr Denis Orosco Sandro J. Plssurno de Toledo Lucl!ene Pinto Proença Rose 11 llanza to Harla Lulza Crance llka Cocnga M. de !larros A1lton Llno Oscar Lelte Rl.bcl.ro 0'1goberto !llínio Costa 402·0 AGENTE DE SACDE Vnnia Marl.n Barbosa Cabral Sldney Sllvn Santos Ester Linn G. Gonzales Ellsabcth T. Soares Coutinho • Sidney Valdcz Arl.stl.rnunho 501 ·0 AJXlL tAR DE ENFERMAGEM Vitoriano Godoy Orestes SOares Mendes Lea Regina Barcelos Nunes Madalena Vlssamalla L1no 502·8 CARPINTEIRO Tomas Venega Caceres 503·6 ELE'IRtCtSTA Flãvlo Henrique 506·0 MECÃNtCO Paulo Roberto Faffel 507·9 MOTORISTA Afonso Garcla Leite Sotero Loube t . felipe Abndle Carlos Roberto de Souza Odgar Laranjeira Gutlerres Hugo· Plnto Rocha Hlglno M.ircelino Vllalba Adão Celestino Guedes Percl.o Rodrigues Rodolfo !scobnr dn Cunha Wani l::.on Miranda sa.66 72.72 72.16 72,ll 71.94 71.55 71.00 70.27 65.47 65.25 78.66 68,66 65.33 , ri .19-) O, ',·0 0522-! 0·1- :207-) 020-6 65,33 62.00 62.00 58.66 58.66 55.33 54.00 0029- 0419-0 011',·0 0511-1 0424,-7 029· 0245-5 055-1 77.05 69.61 69,47 69.25 69.05 67 .94 62.27 59.72 58.36 56.58 60.00 60.00 58.66 57.33 53.33 62.00 57.33 57 .33 54.00 0100- 0115·1 0204-0 0428·7 0145·7 0396·0 0409-7 0110·0 0084·8 0412·1 0004-) 0146-5 0087·2 0182-0 0299·7 0221-9 01211·8 0165·0 0284-44 0)67-3 0436-8 0426·6 0441-9 0286-0 0090-7 0176·0 0489-1 0549-2 0404·6 0088·0 0219·2 0447·8 0224-3 0278-5 0337-8 0478-1 0587-3 0027·1 0472-2 0449·4 0390·1 00)8·1 0170-l 0399-5 0130·4 0063·6 0122·9 0234-5 0187·0 0499·3 0164·2 0628·9 0282·8 0545·0 0575·5 0627-0 0330·0 0556·0 0139-8 0285·2 0420-7 60,00 Mar!ln R!beiro Leite Jsetnta Hofflstr Jar A. ntt « Barbe a J ·ly A. D, artine! Artes os Ar"~ea La!za Lechener dos 5 v Jefferson Arulho Aantara ter fana Cleura A, Tetelra «0I-8 AUXILAR DA SERVIÇOS GIRAIS Euzebfo DLas Carem LIno d, ', Rohod Reina Ca eres Maria Tereza Souza Correa Ires de Souza Tertuliana V. Aristimunho Valdo!ta dos S, Rodr gues Iniclo Rodr iues Rafaela Caceres GImenes Edn!'.'lda !or.1 Francisco Paulo de Oliveira Osvalda Cu[mares Benttes Ivone de Souza Euzeblo Pereira Fel!pa Voado Mar In Aparecido de Toledo Ana Marta Valdez Floriana Florentino Ximenes Rosnlva Urin•s Edil son Ramiio Per e Ira Ramona Aparecida Caceres Armando Rosa da Rocha Adriana Canlza C1ez::enttno de Leon Pascuala Comes tlda Rrut>ona Orosco Maria Rosely Peralta Ceov.1na Mleres Fr,mcl.sca T. D. Banza to Ramona Apareci.da Gonçalves Rnmona Cgidla Coenc Martins Llvrada f'.cheverria ~t.,rtlns Sofla Ortelhado Selxus Lldlna Cristaldo franco Ana Rosa Brites Nair da Sl.lva Franclsca Fl.gueircdo Selva lfartlns Elias Louvelra Sandra Maria Mendonça Margarida Franco Ell,,s de Oliveira M.irla yenir Garcia Roslana Apareci.da Cuevas Juliana Ca:narra Marinho Selmirn Rodrigues F. Cruz Ode.mar Lino Moraes Lucio GM..3rra Harly Xavler da Rocha Gomes Tlto Aires áa Rosa Abadia cedlla F . .11arques Rosa Prieto Jnr«1 Rosl.nelde Hartlns Fernandes Alfredo Vaz Soell dos Santos Borges Ce llna da Rosa Mlrocy Melo Ortega Denlr Cardoso Arce Pedrosa Arcco Orosco Sebastião Agul.lera Pomplllo Fernandes ,+t /), 11 (,} .• 1 57.31 1c0.00 100.00 100.00 100.00 97.6 9í ,/( 95.446 95.6 95.4 95.66 ')5. 1 (, 95.46 93.13 9).1) 93, lJ 9J.}) 91. 91.16 91.66 91.66 91.66 91.3 91.)) 9.1 69. )) 89,}l 9.13 89.13 89.JJ 89. )) 89. 3) 89.3] 89.1] 89,33 89,)) 89.13 89, 33 87 .3) 87 .)3 87 .3) 87.3 87. )) 87.13 87 .33 85.13 85.Jl as.o as.o as.o as.o 85.0 85.0 83,J 83.l 83. J 83, l 83.3 83,3 81. 81.0 81.0 64.66 .. ► ' t d.- ~ I' . ..----- ...-- • "-"' .. 75.ll 74.22 73. 77 73.33 72.00 7l.OO 69.66 68.66 66.66 66,66 66.22 ,Gemi la. 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Redação, Departa:mento Comerc:i.al e Parque Gráfico Avenida Tribuna da Fronteira, 564 - CJC.P. 23 Fone (067) 439-1410 - Bela Vista-MS Sucursais: Jardim, Porto Hurtinho, Antonio João, Bonito, Ca.racol, Campo Grande e Correspondentes­ em Brasília e Sãq Paulo.· Propriedade da Rede Belavistense de Jornais Ltda CGC-MF 15513.203/0001-90 FILIADO A ADJORI (MS) E ABRAJORI O jornal gos assinado Exemplar Número Atrasado Assinatura He.nsal Assinatura Trimestral. • Assinatura Semestral Assinatura Anual não se responsabiliza pelos ou de origem clcfinida. 30,00 50,00 600,00 1.800,00 3.600,00 1.200,00 JORNAL, 'TRIHUNA DA FRONTEIRA 03 BRASILIANAS Isidro Barioni Ê Pau é Pedra· ' Nos bastidores do Congresso, começou a acirrada luta entre dois grupos de parla - mentares. Um quer a revisão constitucional a partir de outubro, como prev6 a atual constituição. O outro defende a reforma cm 94, depois de eleitos o futuro Presidente da República e o novo Congresso. o governo aponta na revisão ainda este ano. Mas quem vai decidir a parada é o PHDD na convenção nacional de setembro. A par - tir dai, as posições se definem. Chapa Branca O Ibope está balizando a ação do Gover­ no federal na preliminar do jogo sucessó - rio. O Ministro da Previdência, Antonio Brit to, sagrou-se campeão da aprovação popu lar. Conseguiu o indice de 32 de menções favoráveis. O segundo colocado foi o Mini~ tro da Fazenda Fernando Henrique Cardoso. A chapa idealizada no Palácio do Planal to aproveita a popularidade dos dois Minis tros. Fernando Henrique como cabeça de cha pa, Antonio Britto de vice. Guerra das CPls Agosto é mês de cachorro louco. E, por tradição da política brasileira, de crises constitucionais, de renúncia e até de sui­ cidio de Presidentes da República. Este ano, o tempo vai esquentar na Cãm~ ra Federal e no Senado, neste mês de agos­ to, por conta de Paulo Maluf, PPR, PT, CUT, com pedidos de CPIs para apuração_de denun cias sobre a movimentaçao de fantasticas quantias em dólares por malufistas e petis tas de acordo com as escaldantes acusa - çõe~ mútuas, trocadas nos últimos dias de julho. Bala na Agulha se o Ministro da Justiça, Mauricio Cor­ rêa decidir desembarcar do Governo, em a­ gosto, o Presidente Itamar Franco não vai perder tempo na escolha de um substituto. A juíza Denise Frossard, responsavel p~ la condenação de 12 bicheiros cariocas, e dispavado a favorita de Itamar para o Mi - nistério da Justiça. Com a vantagem de recolocar uma repre - sentante feminina no primeiro escalao do Governo, depois das desastrada~ experiên - cias com Yeda Crusius no Planejamento e Luiza Erundina na Administração. Enigma Baiano Semanas depois do encerramento da confe rência Ibero-Americana, em Salvador, o Go­ vernador Antonio Carlos Magalhães ainda procura decifrar o sentido de uma frase que lhe foi dita pelo Presidente Itamar Franco. Ao despedir-se dele, após uma visita ao Palácio de Ondina, no momento em que ACM - se propôs a acompanhá-lo até o hotel onde ia ficar Itamar agradeceu com uma enigma­ tica justificativa: "Não faca isso, Gover­ nador. Não faça, senao eu não volto mais aqui". Lanterna na Mão . Ninguém se iluda. Orestes Quércia e Jo sé Sarney estarão na mesma trincheira, na convenção do PMDB, em setembro e na campa­ nha política de 94. O entendimento chegou ao requinte dos detalhes. se o candidato peemedebista à Presidência for Quêrcia, o vice virá do Norte ou Nordeste com as bençãos de Samey. Se o candidato do PMDB for Sarney, o vice sairá de são Paulo. Com o aval de Quércia. Sinfonia Tucana Os cardeias do PSDB têm como ponto man- o e pacifico: FHC virou grife para a _ su cessão presidencial. Segundo_a avaliacao - dos tucanos, Mario Covas fara em 94 mais uma incursão como candidato ao Governo de São Paulo. José Serra disputa o Senado; Tas so Jereissati se candidata a Governador no Ceará; José Richa quer voltar ao Governo­ do Paraná; Marcelo Alencar será o candida to no Rio. - Na Última reunião do diretório Nacio na do PSDB, a partitura eleitoral de 94 - ficou pronta. Nem, por isso, os tucanos - deixaram de refletir sobre a possibilida de de o partido experimetar o fenómeno da inversão térmica política: o Governo Ita­ mar pode chegar às eleições de 94 sem con dições de eleger missem quermesse. Dente de Leite O Rio de Janeiro, pode ter o Governa - dor mais jovem de toda a história políti­ ca do Estado. Se o Governador Leonel Bri zola e seu vice, Nilo Batista, se desin - compatibilizarem para concorrer a cargos eletivos, vai assumir o Governo o Deputa­ do Fernando Gonçalves. Ele pertence ao PTR e tem 36 anos. Idéia Fixa Confidência da Deputada Federal Ãngela Amin, do PPR de Santa Catarina, a respei­ to do projeto político de seu marido, o Senador Esperidião Amin, Presidente do PPR: - O sonho da vida dele é a Presidência da República. Não sei se ele vai tentá-la em 94. Mas que ele a quer, isso quer.Amim tem boa biografia política. Começou como Prefeito de Florianópolis, elegeu-se Go vernador e depois voltou a ser Prefeito, pelo voto direto. Da prefeitura saiu para o Senado. Raízes Políticas Jornais e revistas deixaram de identi­ ficar a origem.política do novo secretá - rio paulista da Agricultura, o Empresário Roberto Rodrigues, Presidente da Socieda- de. Rural Brasileira. . Ele é filho de Antonio Rodrigues Filho que foi secretário da Agricultura no Go verno Abreu Sodré, quando substituiu Her­ bert Levy. Da Secretaria da Aqricultura saltou pa ra a vice-governança do Estado, em dobra= dinha com Laudo Natel. .Dupla Dinâmica Reconciliaram-se dois antigos adversá­ rios na política do Estado do Amazonas: o Governador Gilberto Mestrinho e o Prefei­ to de Manaus, Amazonino Mendes. Se a paz durar até a leicão casada de 94, formarão uma dupla difícil de ser der­ rotada. Com a perspectiva de levarem para a política amazonense o estilo Pelé-Couti­ nho com suas inesquecíveis e desconcertan­ tes "tabelinhas". Com a Bola Cheia O PT conseguiu a poleposition nas pes quisas eleitorais para o Governo do Rio Grande do Sul. Olívio Dutra, ex-Prefeito­ de Porto Alegre, obteve o primeiro lugar com 31% das intenções de voto. O levantamento foi realizado pelo Ins­ tituto Gallup. O PMDB tem uma quina do candidatos: Pedro Simon, Ibsen Pinheiro , Nelson Jobim, Antônio Britto e Odacir Kl~ in para lembrar apenas os de maior densi­ dade eleitoral. Nelson Marchezan será o candidato do PPR. Ironia do Destino O Governador da Bahia, António Carlos­ Magalhães,conseguiu dois fortes aliados - no PPR na articulação da candidatura do cardiologista Adib Jatene à Presidência - da República: O Senador Jarbas Passarinho e o Deputado Delfim Netto. ACM faz o marketing da candidatura de Jatene exibindo o resultado de uma pesqui sa conceitual que aponta como requisitos básicos para os candidatos presidenciais­ em 94: eficiência e seriedade. Curioso, o doutor Jatene, um especia - lista em salvar corações, pode, na campa nha do ano que vem, condenar os coraçoes dos adversários à aflição e ao estresse. Time de Itamar Mudanças à vista no Ministério e na li derança do Governo na Câmara Federal, em agosto. O Governo precisa recompor a maio ria como ponto de partida para aprovação­ de projetos ligados ao plano de ação ime­ diata do Ministro Fernando Henrique. Sem uma completa reformulação na área política, a escolha de um coordenador e u novo esquema tático no Congresso, o Presi dente Itamar vai reproduzir o fiasco da seleção brasileira nas eliminatórias. i; sua equipe de Ministros não passará de um Brancaleone Futebol Clube. (Momento Legislativo) Secretaria de Educação Começa Repasse de Verbas para Núcleos e Escolas A partir do dia 16 de agosto a Secreta­ ria de Educação dará inicio a lo etapa b ras se de verbas aos 68 núcleos educacionais e 386 escolas da Rede Eistadu'àl de ensino. Os CR$ 16.856.400,00 repassados nesta primei­ ra etapa são referentes ao bimestre agos to/setembro e só serão liberados mediante a aprovação do Plano de Aplicaçao apreser­ tado por cada uma das escolas. Este Plano deverá chegar à Secretaria até o dia l0 de agosto para ser analisado pela Diretoria de Execução Orçamentária e Financeira da Secretaria que fará a liberação dos recur­ sos. à repasse financeiro vem consolidar a posição do Governo Pedrossian de implantar a descentralização do ensino no Estado ~ través da autonomia pedagógica, administra tiva e financeira de cada uma das unidades educacionais da Rede F.stadual. "A autono - mia financeira é o último passo para ades centralização. Para executá-lo a Secreta - ria promoveu de 22 a 28 de julho a capaci­ tação de 225 servidores entre chefes de nú cleos, diretores das escolas e funciona­ rios administrativos" lembra a Coordenado­ -ra Geral de apoio técnico administrativo, Thie Higuchi Viegas dos Santos. O critério para a distribuição da verba é o número de alunos em cada escola, que receberá CR$ 50,00 por estudante matricula do. "Separamos os núcleos em pequenos, m­ dios e grandes que dividirão a cerva de CR$ 1.610.000,00 de acordo com seus cus­ tos. Já para as unidades escolares serão repassados CR$ 15.246.400,00. Thie lembrou que a participação do colegiado na formula cão do Plano de Aplicação é uma medida a conselhada pela Secretaria, "porém - disse ela -faremos o acompanhamento da aplica­ cão dos recursos repassaodos para as escolas" . .l. -----====~= ·=· ==============================·====--============== ~ GOVE'l'tNO ~IS ' ~ O FnTURO AGORA • " ======================----===--------------------------------------------- LA VISA, 12 D! AGOS'O DE 1.9' cIFERENCI VI DISCUTIR QUES1j@ oos RECURSOS HUMINOS NI IREI DE SIUDE Polo menor. 100 profissionais da á - roa de todo o Esta - do, estarão partici­ pando, nos próximos dias 18,19 e 20 de agosto, da II Confe­ rência Estadual de - Recursos Humanos pa­ ra a Saúde, que será realizada no auditó­ rio da Diretoria Ge­ ral de Desenvolvimen to do Recursos Huma­ nos da Secretaria Es tadual de Saúde. Es­ te Encontro será pre paratório para a Con ferência Nacional de Recursos Humanos que acontece de 13 a 17 de outubro e que tem por objetivo o forta lecimento do Sistema 0nico de Saúde, atra vós da melhoria de - qualidade doo sorvi­ cos_prestados à popu lnçao. Todos os r;etores direta e indiretamen te envolvidos com a questão estão sendo convidados a partici par desta conferên eia estadual, que não acontece desde - 1984. Segundo a Direto­ ra Geral de Desenvol v irnento de Recursos Humanos da Secreta - ria de saúde, Maria Elizabcth Araújo A - jalla, praticamente todos os representan tos dos Conselhos Mu nicipais de Saúde es tarão presentes à es ta conferência, opor tunidade em que se fará uma diagnóstico da situação dos re - cursos humanos do se tor de saúde no Esta do de Mato Grosso do Sul. GERENCIIMENTO COLEGIIOO É ftPONT ano COMO NOVO CAMINHO PARI D EDUCDÇÍO A decisão do Governo Pedros­ sian de implantar o gerencimen­ to colegiado nas Escolas Esta - duais, está sendo apontado como um dos caminhos para a recupera cão do ensino público. Os pri meiros resultados mostram uma queda de 1,9 da evasão escolar no 10 grau em 91. A reprovação de alunos caiu 6,9% no mesmo pe riodo, já no 29 grau a evasão • caiu 3,8% e o índice de repetên eia diminuiu 38. - Segundo o físico e membro do I11stituto de Estudos Avançados da Universidade de são Paulo , Sérgio Costa Ribeiro, que parti cipou do Encontro de Capacita - ção de Diretores e Membros dos Colegiados das Escolas Estadua­ is realizado no Colégio Esta dual Maria Constança. de ar - ros Machado, "as pesquisas rea­ lizadas nas Escolas do Rio de Janeiro sobre a evasão e repro­ vação mostram que somente o en­ volvimento da soceidade na ques tão da Educação vai trazer uma mudança verdadeira para o setor! Para Sérgio Ribeiro-os dados Governador Receberá Estudos Constitucionais em Setembro O Governador Pe­ dro Pedrossian rece­ be, no dia 20 de Se­ tembro, um Documento elaborado por 14 ju­ ristas do Estado com sugestões para are­ visão constitucional prevista para outu - bro. Desde maio, uma comissão nomeada pe­ la Secretaria de Jus tiça e Trabalho, vem se reunindo semanal­ mente na Escola de Magistratura de Mato, Grosso do Sul (60 an dar do Fórum) prepa= rando sugestões para o que tem sido consi dcrado o fato polítT comais importante= do ano. Três sub-comissõ­ es de organização dos poderes, de admi nistração pública ~ finanças, orçamento e Municípios e da or dem econõmica,sooiaT Segundo Maria Eli zabeth, o processo - de municipalização - da saúde tornou ain­ da mais necessária a realização desta Con ferência sobre recur tos humanos. "Hoje existem num resmo local de traba Jho funcionários do Governo Federal, Es­ tadual e Municipal , cada um com régimes jurídicos, jornada - de trabalho e salá e defesa dos interes ses do cidadão - fo­ ram criadas para que sejam analisadas as propostas enviadas - pela sociédade. Nesta quinta-fei­ ra (12/08), às 08:00 horas, na Escola de Magistratura, será - realizada a primeira reunião geral da co­ missão, quando as propostas serão ana­ lisadas conjuntamen­ te. O Mato Grosso do Sul é o segundo Esta do a estabelecer uma Comissão de Estudos Constitucionais (São Paulo foi o primei - ro) visando as modi­ ficações de outubro prõximo, previstas - no Artigo 30 do Ato das Disposições Cons titucionais Transito rias, em 1988.- A Comissão está diretmente vincula- Ili Motor - 3 da à Secretaria de Justiça e Trabalho e fazem parte dela os desembargadores Clau dionor Miguel Duar te, Marto Antonio Cândia, ALécia Anto­ nio Tamiozzo, o uiz de Direito Francisco Gerardo de Souza,Pro curador de Justiça - Alindor Pereira da Silva, Procurador da República Luiz Lima Stephanini, Procura­ dora da Defensoria - Pública Heloísa Hele na Maciel, Procura,Ç dor do Estado Nelson Mendes' Fontoura Ju - nior, Advogados Abrão Razuk, André Luiz Ma luf de Araújo, inai. cados pela Ordem dos Advogados do Rrasil, • Wilson Vieira Loubet, Renato Araújo .Cor - rêa, Carlos Alberto de Marques e Vladi - mir Lourenço. rios diferenciados"­ explica Maria Eliza­ beth, ao destacar a lmportãnci de ac discutir melhor a ca pacitação deste qua­ dro de pessoal. Neste sentido, os dois principais te - mas a serem discuti­ dos na conferência - serão a "Gestão de Recursos Humanos no contexto da Municipa lização dos Serviços de Saúde" e "A Quali oficiais que vem sendo forneci­ dos pelo Ministério da Educação apresentam um quadro bastante - diferente da realidade encontra da por sua pesquisa. "A tese de que a metade das crianças aban­ donam a Escola entre o primeiro e o segundo ano escolar prejudi ca o trabalho dos educadores.Es se indice, na realidade é de 28. A diferença existe por não estar sendo incluídas as taxas de repetência e rematricula" afirma o físico. A problemática apresentada - A Secretária sta ual de Saúde, Vera Fodjaoglanian assi - nou, com a Prefeita 'e Antonio João, Nil ce Alves de Oliveira rreire, convênio que trata da municipali-­ zacão da Saúde. É o 34 unicipio do Es­ tado a se integrar - o programa de des - centralização, execu tado neste Governo.- Com isso, os re - cursos do Governo Fe deral para o setor - passarao a ser libe­ rados diretamente pa ra o Município, tão. logo o convênio seja homologado pelo Mi - nistério da Saúde.· Com a publicação da Norma Operacional Básica do Ministério da Saúde, em Junho,o programa de municipa lizacão entrou em sua segunda fase, a partir da criação da comissão bipartite - de Mato Grosso do Sul. Essa comissão - conta com a partici­ pação dos Governos - Estadual e Municipal, tendo como objetivo principal definir normas para a opera­ cionalizacão do pro­ grama, fixando crité rios e emitindo reso luções sobre cada u­ ma das acções da muni cipalização. fica;ão de Recursos Humanos no Proso de Transição do Sis­ tema de Sado", Uma especialis.a em Recursos Humano, da Escola Nacional - de Saúde Pública da Fundação Osvaldo Cruz, a Professora - Maria Helena Macha - do, será a conferen­ cista que vai falar sobre o perfil dos recursos humanos no sistema de saúde cn transição. pelo pesquisador é fruto de uma cultura da reprovação. "Nosso - sistema de avaliação é repres - sor e nao considera o aprendiz do global do aluno. Não se mede o conhecimento - de alguém através da ameaça da reprovação", disse Sérgio. "Somente o envolvimento da sociedade, das autoridades e da Escola como um todo é que vai trazer novas formas de avalia - cão. O Gerenciamento colegiado é de fundamental importância - nesse processo", concluiu. Saúde Municipalizada Também em antonio João A primeira tarefa assumida pela comis­ são, é a realizar;ão de estudo sobre a - possibilidade dos ME nicípios assumirem o controle e avaliação do Sistema único de Saúde (SUS), no sen tido de viabilizar convénios com insti tuições filantrópi - cas e contratos co os hospitais priva dos. Os Municípios de: verão ficar responsà veis, também, pela Administração das CE tas de Autorização de Internação Hospi talar (AIH) e de Un! dade de Cobertura A bulatorial (UCA). CONSTTr NOSSOS PPFCOS PARA 'TODA Pagamentos (1 2) > SAUDE EM PRIMEIRO LUCiAR BIG -»CAR LINHA ÁLCOOL A Retífica em Geral * ENTREGAMOS SEU CARANGO, RAPIDINHO! * COLOCAÇÃO GRATUITA RUA 13 DF. MAIO, 3.709 EM FRENTE A SANTA CASA * MOTOR COM GARANTIA! Campo Granàe MS FONE: (067) 383-2517 e 384-4464 CONFECÇÕES E BIJOUTERIAS >,DllJ.'l'O P. 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OE CONSTR. LTA 787-1602 Economia e. Segurança BELA VISTA-MS, I? DE AGOSTO DE 1993 - PIA 05 -------- venida Brasil - Fone Reformas de Máquinas e implemen­ tas agrícolas, serviços de torno e solda em geral. Atendimento camarada, o melhor - preço da cidade, e o mais impor­ tante: * SERVIÇOS DE QUALIDADE! (067) 495-1163 - Caracol - MS A GUERRA "SANTA" DO PISCO Os governos não querem aceitar que começou uma nova era, que se estenderá pelo século XXI. Não se aceita mais a carga tributária ou a cobrança do impostos ilegais. Não dá mais para fazer obras por fazer, como pretexto para acerto de interesses públicos e privados. Bom pretexto, aliás, porque as obras enchem a vista do povo. As que não aparecem, ficam para as calendas, Esgoto, por exemplo. Não dá mais para ampliar poleiros para encaixar apadri­ nhados no serviço público. Quem o fizer estará cavando a sua sepultura. Mas sempre há os que só acreditam depois do desas tre. Apoiam-se no FRACASSO das tentaivas anteriores de anea­ mento da vida pública. Os inquéritos de 1964. A forca total tlt• 1968, de antes e depois. Acontece que vivíamos um mercado fe chado interno e um mundo repartido em economias estanques. Era possível transferir a ineficiência, a corrupção, os lucros abu sivos, as comissões a terceiros, os impostos indevidos e até a sonegação, para os preços. Isto foi esgotando a capacidade a quisitiva do povo. Foi gerando a inflação e o achatamento salarial. F'oi au mentando a miséria. Não dá roais. Não dá para tirar mais da pro ducão e do consumo. Não adianta guerra "santa" contra os con tribuintes. O fisco nada tem de "santo" nem de inocente. Nunca se preocupou com a legalidade. Esta guerra, para a qual se prepara o fisco destruirá a economia. A sua vitória se rã derrocada de todos. o cobertor não dá para todos. Enxugar, primeiro. Reduzir a carga tributária; DEPOIS: E preciso um ce sar fogo e armistício, ao invés de guerra. Não somos nem sér vios, pem croatas, nem bósnios. Recomeçar, é que é necessário. Inclusive com uma nova Primeira Missa para apagar o passa do de abusos de ambos os lados e começar uma nova história do Brasil. + A ESQUERDA E A REVISÃO CONSTITUCIONAL A esquerda foi e é a maior força reacionária do mundo de hoje. Não quer, porque não quer, ver o momento histórico. For­ jou, desde o século passado, dogmas humanos dos quais não abre mão, ainda quando se metamorfoseia em face do desmorcnamento - do império soviético. Uma das falácias é que a esquerda expri­ me prioridade social. SÓ no discurso. A prova está na pobreza dos países socialistas. Só a burocracia do partido e do Estado tinham padrão de classe média e a cGpula de ambos o padrão dos novos ricos ocidentais. Não por competência na produção de bens e serviços, mas pelo controle da máquina de poder. Outra­ falácia é que o anti-esquerdismo é expressão do medo da classe dominante. Aqui e ali será. Mas boa parte dessa classe dominan te não tem a menor dificuldade de passar de um lado para ou= tro. O Lula sabe disso e age em consequência. Seria estranho - se não o fizesse. Sempre foi assim e continuará a ser, porque a verdade é que, para uns e outros, o poder é que conta e logo cessa tudo quanto a aparência de conflito sugeria e todos se compõem, à custa de alguns bodes expiatórios. Uns ficam com o lucro; outros com as comissões. O que importa tornar claro é que a esquerda contraria a natureza das coisas, tanto quanto a direita. Uma e outra tem no Estado o valor máximo da vida so cial e apresentam as "razões de Estado" para legitimar as a­ ções denominadas de "interesse p6blico". A direita e a esqu r­ da são irmãs siamesas na rejeição da liberdade do homem, qu, , na vida, o valor por excelência. * GREVISMO POL!TICO 1 1 1 1 Os líderes sindicais estão carecas de saber que greve não resolve nada. Reduz a riqueza produzida, que não dá para to­ dos. É que greve não gera riqueza para atender as reivindica ções.- Tem de sair de algum lugar. to de menos. O que importa= para as"lideranças", consciente ou inconscientemente, é o efei to político da greve, com olhos na eleição de 94. Os adversa rios do Lula que se cuidem, sejam governantes ou empresários . Vão tomar greve de todos os lados. E denGncias. Enfim, a militância está em todo o lugar à busca de tudo que servir pa ra abalar os adversários. Não se trata de ver leões no corre dor da casa. Mas de raciocinar com a natureza das coisas, a partir das crenças dos que estão no comando das ações em anda­ mento. Não é acusação; é constatação. E não é medo da doença. t diagnóstico dela. Para que, talvez, se controle o remédio. Se a doença for cáncer, não adinta diagnosticar dor de barriga. REVISÃO CONSTITUCIONAL A norma que a determima não especifica que deva ser feita pelo atual Conaress. _ s6 estabelece que deve ser feita após cinco anos da promul gaçao. Os oeputados atuarão sob duas pressões básicas: uma re 'ativa s necessidades atuais da populacão, para libertar-se= da escravidão da miséria e, outra, para criar condições de a brir passagem para o futuro, que aponta para o ingresso no mun do, sem isolacionismos políticos ou econômicos. A questão mais dificíl é a compatibilização das duas: até que ponto a abertura econômica responderá com rapidez à redu çao da miseria de amplas camadas e ao estancamento do processo de empobrecimento que atinge a classe média. A paciência para esperar não é um hábito da classe média. O desdobramento político é inevitável, a menos que se a fastem todos os obstáculos aos investimentos, aproveitando as vantagens comparativas que o Brasil pode oferecer. E preciso inteligência viva e ágil para conseguir os ca­ pitais, disputados no mundo todo. JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA * PREÇO DO EXEMPLAR CR$ DLRIO REGIONAL 30,00 JORNAL, TRIPUNA DA FRONTEIRA o LINDS PISSIRO TER AULAS SOBRE TURISMO NIS - ESCOLIS A Embratur (Empre­ sa Brasileira de T'y rismo) junto com a Codems (Companhia de Desenvolvimento Eco­ nSmico do Estado) e as Prefeituras de 11 Municípios, começa a desenvolver em Mato Grosso do Sul o Pro­ jeto de Conscientiza ção e de Iniciação - Escolar para Turis mo, Segundo Leila Lemgruber, Chefe da Divisão de Coordena­ cão e Atividades Coo perativas da Embra - tur, em novembro se rá desenvolvido uma testagem-piloto em duas escolas de Cam­ po Grande. Lemgruber fez a apresentação do pro­ jeto, na sede da Co dems, aos represen - tantes das Secreta - rias Estadual e Muni cipal de Educução,dÜ Secretaria Municipal de Cultura e Despor­ to, do Sena (Serviço Nacional de Aprendi­ zagem Comercial) .e da Federação do Co mércio do Estado. A reunião contou com as presenças do Se cretário Adjunto de Turismo, Indústria e Comércio, Paulo Pon­ zini; Presidente da Codems, Olímpio Tei­ xeira, e Diretor de Turismo da Companhia Aurélio Rosas. De acordo com a técnica da Embratur, o projeto prevê o en volvimento de duas - Escolas por Municí - pio, sendo que em Ma to Grosso do Sul se- rão atendidos aque - les credenciados jun to à Embratur: Aqui dauana,Campo Grande, Corumbá,Coxim, Bela Vista,Bonito, Dou,a­ do.,Miranda,Ponta Po rã, Porto Murtinho e Três Lagoas.A idéia é de que as primei - ras escolas a se en gajarem neste traba­ lho,passem a atuar - como agentes multi plicadoreo. Ela explicou que nao haverão discipli nas especificas so bre turismo.A propos ta é de que em cada matéria se introduza informações sobre o assunto.Nas aulas de matemática,por exem­ plo,os professores - poderiam ensinar se us alunos a fazerem- Cobrança do Fator Moderador do Previsul Começa dia 15 Entrará em vigor a partir do próximo dia 15 de agosto, a co­ brança do Fator Moderador de Consulta Médica, adotado pelo Instituto de Previdência Social de Mato Grosso do Sul(Previsul) como forma de conter o uso inde vido dos serviços de saúde ofe= rcidos pelo Instituto.Portaria neste sentido foi publicada no Diário Oficial do Estado. De a­ cordo com a portaria a presta çao de serviço, tanto na área= de assistência mêdica, como na odontológica, será realizada após o pagamento de uma comple­ mentação fixada em Cr$ 80 mil denominada "Fator Moderador". O valor do Fator Moderador - também foi fixado através de portaria do Previsul, publicada no Diário Oficial. O reajuste - do Fator Moderador será feito de acordo com o índice de aumen to salarial dos servidores, re­ ferente ao salário do nível ele· mentar, no máximo. Com essa me= dida, o Previsul espera equipa­ rar a receita do órgão com o montante das despesas. O objeti vo principal é aplicar mais re cursos na melhoria dos serviços prestados pelo Previsul. De acordo com o Diretor Ge ral do Previsul, Antonio Carlos Vasques, o número de guias de Consulta extra expedidas pelo orgao tem sido muito grande, re velando que estão sendo cometi= dos excessos na utilização dos serviços prestados pelo Previ - sul. Segundo Vasques, "somente no mês de julho foram gastos cerca de Cr$ 1 bilhão com a ex­ pedição de guias extras". De acordo com Vasques, a co brança do Fator Moderador com­ plementa uma série de ações que o Instituto já adotou para o me lhor controle do atendimento. A principal medida neste sentido foi a instituição da troca dos selos saúde por cupons de sor teio, onde o servidor beneficia rio concorre a diversos prêmios entre eles até automóveis zero quilômetro. Após a criação do Fator Moderador, o próximo pas­ so para o controle do atendimen to será a adoção de medidas pu­ nitivas, que irão desde a sus­ pensão do atendimento até o des credenciamento dos médicos fal tesos, por um período . de seis meses. Números de uma Inflação Brasileira desde 1980 Com a perspectiva de sermos, este ano,campeões mundiais de inflação (em 92,perdemos apenas para Rússia e Zai­ re), e com o terceiro Ministro da Eco nomia é fundamental que algo seja fei to para ao menos reduzir a inflação.­ Temos exemplos muito próximos da pos­ sibilidade de combater a inflação, co mo a Argentina que reduziu sua infla­ ca0 anual de 4.7007 para apenas 17z , utilizando-se da dolarização da econo mia, A Nicarágua com U1Da inflação anÜ al de 577, convivia hi anos atrás com mais de 33.0007 ao ano. Países como Argentina, Nicarágua e Peru conseguiram reduzir a inflação - com um choque sério na economia basea do em três pontos fundamentais: o eo portamento de preços, o aumento de impostos e o enxugamento de ãqufna - estatal. Este último ponto é o grande problema no Brasil, precisando de de cisão política para um Programa sr de privatização, cadeia para sonegado res (todos e não apenas alguns), re forma fiscal e demissão de funcioná rios. Para se ter um idéia, os Gover­ nadores e Prefeitos devem ao Governo Federal em dívidas vencidas 17 6 bi- 1hões de dólares, uma sexta parte de nossa dívida externa. A inflação brasileira tem outros problemas sérios. Como a inflação por. perspectiva, que leva o mercado a es­ tipular o preço imaginando o que virá pela frente; ou o conflito por dinhei ro, que se resolve geralmente por gre ve, mas em outros Países esta greve e xige um pedaço do lucro do patrão, ou passo que no Brasil, o patrão con­ cede um aumento salarial de 1007 e reajusta os preços em 1207. Por tudo isto, alguns economistas já definem a inflação brasileira como um mecanismo de transferir renda dos pobres para os ricos e da sociedade para Estado. o cálculos eotutíoti - cos e,os de geogra - fia,repassar informa ções turísticas so bre a Região estuda­ da. Leila Lemgruber disse que as Secreta rias de Educação e que irão definir as escolas a serem aten didas,e como será feita a preparação - dos professores para este trabalho.Segun­ do ela,as testagens­ piloto é que vão de finir estas questões": Para Aurélio Ro sas,"talvez esse se= ja o projeto mais im portante desenvolvi= do até agora, porque ele envolve a crian­ ça,que é um agente crítico e modifica - dor". No entendimen­ to dele, o principal aspecto a ser desta­ cado,é que esse tra balho trará como re­ sultado a conscienti zacão sobre a impor­ tancia do turismo e da conservação do meio ambiente. De a cordo com Leila Lem­ gruber a testagem-pi loto sera desenvolvi do em novembro cm Campo Grande, para que o projeto possa ser executado efetivamen te a partir do próxi mo ano. o Projeto de Cons cientizacão e de Ini ciação Escolar está voltado,num primeiro momento,para alunos de lo e 29 Graus das Escolas Piiblicas.Mas a intenção, segundo Aurélio Rosas,é anga riar o apoio também A Inflação Provoca a Criação do Cruzeiro Real A desvalorização da moeda­ brasileira é tão rápida,por cau sa da inflação de mais de 30% = ao mês, que os zeros se multi - plicam A nova moeda brasileira, o Cruzeiro Real, a quinta moeda - diferente desde 1980, surge por causa da necessidade de simpli­ ficar as operaçoes feitas em cruzeiros. Com uma inflação acu mulada em 93 de mais de 300%, õ cruzeiro se transformou num mon te de algarismo mas sem nenhum­ poder aquisitivo. A rredi.da provisória eliminan­ do três zeros a partir de 12 de agosto, deve ser encarada como uma necessidade,· além de já es tar sendo utilizada na prática em diversos setores. No comér - cio, por exemplo, as etiquetas indicando o preço dos,orodutos aparecem com a inscriçao "mil" substituindo os três zeros, co­ mo forma de não assustar o con­ sumidor com a quantidade de ze rosque um produto de maior va lor necessitaria para expressar o preço integral. Enquanto espe rava pela eliminação dos zeros­ o comércio buscou alternativas: Em algumas lojas os dois zeros dos centavos, foram suprimidos­ da caixa registradora. Os três zeros só não foram eliminados: nas etiquetas dos preços, para evitar problemas com a lei de defesa do consumidor enganosa a co dos estabelecimentos de ensino da rede privada.Para o apre; dizado nas salas d aula, s rão utiliza­ dos como material v{ doo produzido polo Senac Nacional, car­ tilha pedagógica so bre iniciação esco lar para turismo, e manual do professor, que contém instru çÕes para a aplica: cão do vídeo o da cartilha. Segundo Leila Lemgruber,além de conscientizar os alunos sobre a im portância do tu: rismo, o projeto - tem como objetivo motivá-los a opta­ rem por prof is sões no setor turístico. locação parcial do preço do.; produtos. "É uma medida acertada a eli minação de três zeros" afirmou­ um lojista , enumerando vários - problemas que o excesso de alga rismos provocava. Para os usuá: rios dos cheques, o espaço do valor nominal e do extenso,eram insuficientes em muitos casos, além do trabalho do caixa de banco a ser prejudicado com as calculadoras que, na maioria,só tem capacidade para 12 dígitos. "As próprias autenticadoras não comportam valores acima de Cr$ 9 bilhões e multiplicações de valores elevados não podem ser feitas" REAL - Através de medida provi­ sor1a o Governo Itamar decide cortar três zeros do cruzeiros, dando origem a quinta moeda • do País desde 1980. Surge o cruzei ro Real, que transforma Cr 1.000,00 em CR$ 1,00, em vigor desde lo de agosto. os cheques em cruzeiros já emitidos,terão valor ate o dia 3 de dezembro - e as cédulas de cruzeiros serão recolhidas pelo Banco Central a medida que chegarem aos bancos. As cédulas em produção serão cA rimbadas com a inscrição cruze± ro Real, começando a ser impres sa as primeiras cédulas do cru­ zeiro Real em agosto. Veja o Preço sem o corte dos sers zeros . , feito Ja Produto • 1980 1993 Sem o corte dos zeros Cafezinho. 15,00 15.000,00 Leite 16,73 24.000,00 21.932.991.960.000.000,00 Fogão 7.290,00 5.700.000,00 24.462.597.032.000.000,00 Geladeira 9.900,00 17.000.000,00 10.659.434.092.560.000.000,00 Televisor 35.400,00 19. 000. 000,00 1 4 .607.372.645.360.000.000,00 51.747.239.030.960.000.000,00 * De 1980 a 1993, o Brasil já t - gelamentos de_precos/salário ""?"" moedas diferentes 5 con- n@mica_11 indices para medir'4 {";os de estabilizacão eco riais diferentes, 21 propostas a 'lacão, 16 políticas sala e 54 mudanças de política de e pagamento da divida externa preços. * A inflação acumulada de 1980 até junho de 946.3009. 1993 de 146.219. 1 .. ., 3y l le #PONTEIRA - DIÁRIO RECOAI, º' f 1 Tr·aição do Cabo Eleitoral I- i a ElcicJo cm Porto Murtinho nio 6 fi­ cil,na campanha política o povo se transfor ma, os ânimos ficam acirrados, velhas di­ uorg6nciau voltam com força total,familias se dividem, amigos passam a ser adversári­ os. Uma guerra. Aquela, especialmente, era uma campa­ nha das maio difíceis, tr6s candidatos a Prefeito, o rico fazendeiro, pelo PDS; O Presidente de um Sindicato de Pescadores polo P'l' e o candidato preferido pelas mo ças da cidade, o belo Antonio.E o nome era este mesmo, Antonio. Pinta de gali de nove las da Globo, de olhar penetrante, atleta­ consagrado noo torneioo de voleibol, só ti­ nha um defeito, sem dinheiro. Seu emprego na Florestal mal dava para viver, arrumava uns bicos no Hotel do Maria, dando uma de guia turístico. Era o candidato do PL. , ~ No início da campanha os três candida • too se reuniram e trocaram compromisso de manter alto nível nos debates, nos comi elos, nada de ataques pessoais, de baixa - rias. O primeiro comício foi no Fundia, o candidato do PDS, o fazendeiro Arruda, pre parou una carreata monstro, dezenas de sacQ lÕes, muitos fogos e uma aparelhagem de som que daria inveja à candidato ao Senado. Foi um sucesso. Muita gente. E depois do comício, baile, com o Conjunto do Mané­ Corneteiro, cabo aposentado do Exercito. Os outros dois candidatos foram assis tir, Antonio ficou com uma turma do Bocaiu val, na maioria jovens; o candidato do PT, Marcos, preferiu a companhia do pessoal do porto. Arruda falou a respeito dos problemas do Município, da fome, da miséria do povo, e disse que só um homem corno ele poderia resolver os problemas, ninguém mais, ele era um exemplo de competência, vencera na vida, não era igual aos outros candidatos, sem condições de administrar Porto Murtinho. Foi o estopim da campanha, que pegou fogo. Sobrou prá todo mundo. - "Ficou rico porque grilou terras e fez contrabando". - "O belo Antonio é belo demais para um homem, tipo suspeito, nem mulher tem". - "Candidato que usa dinheiro do Sin­ dicato para se promover". Cada comício, reunião, era um Deus nos acuda, valia tudo, até armas foram usa das(era só para dar uns tiros para o alto­ saudando o Dr.) . O Delegado de Polícia, Dr. Marcondes, já não sabia corno agir, não tinha soldados suficientes para garantir a segurança do povo, num comício no Bocaiuval o povo é que botara para correr três Agentes da Lei. O caos! As pesquisas indicavam, apesar de tu­ do, o candidato do PT, Marcos, em primeiro lugar; Antonio, com a fama de bicha(de bi­ cha não ~inha nada) e tudo, em segundo, Arruda, o fazendeiro, em terceiro. Acontece que Marcos tinha um cabo e leitoral da pesada, o Ananias, sujeito in­ sinuante, com dezenas de compadres e coma dres, pai de muitos filhos, muitas mulhe tes, curandeiro(diziam que dos bons), cai­ ara, sim senhor; pescador com muitas his tõrias prá contar. Nas . rodas do te rerê - quando ele falava todos ouviam em silêncio. A chave da campanha estava nas mãos - do Ananias. - "Quem tem o Ananias não precisa de dinheiro, nem de discursos", afirmava Mar- 1 cos. Mas Ananias tinha um defeito, ou lhor, um DESEJO, hã mais de dois anos , nha cobiçando a linda menina filha do drigues, Lia, uns 17 anos, menina linda cabelos pretcs compridos, cintura de gaze la, coxas grossas, andar maroto. Com os seus 40 anos, Ananias era con­ Siderado um verdadeiro "poroú", não podia Ver rabo de saia. Este era o defeito(defei to?) de Ananias. - Arruda, para quem d.inheiro não era Problema tentara de todas as formas "acer­ tar" com Ananias, mas dera em nada. Sem .2, certo. "Desculpe Dr. mas tenho compromisso - com o compadre Marcos", respondera ele à Proposta de $10 milhões no ato e mais$ 20 ma semana antes das eleições. Por incrível que pareça, não se passa tam vinte dias, e Marcos, todo acabrunha - iº• vivia pelos bares tomando cachaça e fa ando cobras e lagartos do compadre Ananias. ,, - Traidor, safado, sujeito sujo, ven­ do, não é que me abandonou! - Que barbaridade, então se esmo para o Dr Arruda? me vi Ro vendeu PEDRO PEDREIPA - Que nada, ele esã trabalhando para aquela bicha do Antonio. Ninguém entendeu a mudança, apoiar An tonio cm troca de quê? . Os eleitores de Ananias eram fiéis não queriam saber de explicações de nin­ guém, se o compadre resolveu apoiar Ano nio, deve ter os seus motivos, CD aWOJ com ele. Ele sabe o que é melhor para nós. SÓ D. Sinhá, vizinha de Rodrigues, é que notou algo de diferente,a menina Lia - estava saindo todos os dias, à tarde, ali pelas 18 horas, e se encontrava com Ananias na casa de Petrúcia, uma cafetina muito co nhecida. - - Não é que o Ananias conseguiu mesmo a menina. Sujeito porrctal E a eleição em Porto Murtinho deu no que deu, naõ adiantou Arruda gastar mi lhÕes, nem o Marcos conclamar os trabalha= dores, venceu mesmo o Antonio, uma vitória difícil, apenas 300 votos de vantagem, mas venceu. Fiquei sabendo direitinho da história numa cervejada com o Beto, ele me chamou num canto e disse - Se cu te contar voce não vai acreditar? - O que foi? - Você sabe corno e porquê o Ananias - resolveu apoiar o Antonio? - Prá falar a verdade,não sei rem imagím. - Pois bem, pode não acreditar, nas e verdade. O Antonio tinha um caso... - Quer dizer que o cara é bicha ? Bich nada, tinha um caso con a Indi­ an.a, prima d Lia, fez a cbeça da moca , boazuda de corpo, mas fraca de cabe, de tanto a prima falar, começou a se interes­ ar pelo garanhão da fronteira. Num tarde quente, Antonio procurou Ananias. - Vou direto ao assunto, se u te ar­ rumar a Lia, vocé r.e npoía? Ananias remeu nas bases, era o rue mais desejava no mundo. "Impossível, já tentei tudo", disse ele. Pois bem, concorda ou não? - Se me arrumar a menina, tudo bem.Fi co até pen sando, posso até morrer do cora aquilo tudo de mulher. - Morre nada. Encontro marcado, promessa de um en­ prego na Prefeitura, casa montada, nada de filhos. E aconteceu. Ananias fez Lia mulher. i: Antonio Prefeito. PS: Estorinha de ficçio, mas serve de exem plo para muitos políticos que gastam mi­ lhões, gastam erradamente, quando, às ve zes, até tu:1 rabo de saia resolve. CAMPO GRANDE MS l111 a?»LN» • Tudo para Caixas de Câmbio Câmbios recondicionados e peças em geral com garantia RUA 11 DE FEVEREIRO,87 - Vila Carva­ lho - FONE (067) 33-5156 e 382-9990 . / • Lave muito bem as fru tas e verduras, colo cando-as de molho em agua com cloro. Lave as mãos antes de preparar a.llmentos de comer e após ir ao banheiro. E CUIDADO. ESTEEO ELHOR 2E#% REMEDIº .. Cozinhe 'CIUitO bem os alimentos, prin cipalente peixes- e frutos do rar. PARAEVITtR ª ACOLERA. • Água só tratada (com cloro) ou fervida por, pelo menos, .2 rJ.nutos. Se a iigua da sua casa r?? for trada (encanada e clora da), coloque 2 gotas de clo ro (hlpoclorlto de sódio , 2,51) para cada litro d'água e espere JO mínutos ,era ut_~ U.zá-la. IL Apo'f.o: RO'IARY cura JORNAL, TRIHUNA DA FRONTEIRA - DIÁRIO REGIONAL. OI - ~MIA'OL EM SOIEME! KENER E T!TA PARA REFLETIR "o ódio e a hum!lhçio o motivos par que muitas pesoas vençam na vda; Ma também são motivos de fracasos para outras. ANIVERSARIOU A(versnrIou neste último d1a 03, o garotinho WVESLEY CODOY, e para co­ mcmornr, foi nervldo um delicioso bolo aos convidados, Ao WESLEY, aosnos parabéns. CURTAS E RÁPIDAS *Semmn passada convernando Engenheiro da firma rcnponsável pelo Asfal - to, o Sr . José Lus, o mesmo no informou quais a~ ruan que serão asfalta­ doo. Pote tem gente que não sabe e está muito curioso, As ruas que serao asfaltadas são: Rua POnta Por, LIbindo Leite, Tiradentes e Av.• Mato Gros- O, o oofnlto fienrá num total de 7 mil metros quadrados, e daqui 30 dias estará tudo pronto, (Lembramos de um velho ditado: Quem viver verá...) Depois de muitos pedidos a nossa Quadra de Esportes está sendo da. Um dos colaboradores é o nosso amigo Almir, que doou os tintas pintor o assoalho da quudra. *Para estrea-lá, será feita a 22 Taça Bamerindus de fut-sal.,está pre visto oito ou nove times. Quem estiver interessado em participar, procur~ o jovem Alcedir no Banco Bamerindus, que ele dará maiores infonnações. *O Supermercado Brilhante está sob nova direção, agora o proprietári.o é o Sr. Jari Souza Neto, Em breve estará com o Bazar e Papelaria, nomes­ mo local, aguardem ... *O Banco Bamerindus de nossa cidade está de Gerente novo, e o Almir Camargo Stein. Estamos torcendo que faça bom trabalho. arruma para jovem *Já em circulaçdo o táxi do Zé do Bar. Corridas aqui na cidade, chãca­ ra, e fazendas e atê a barranca do Apa. AGRADECIMENTO Venho de público agradecer, ao Sr. Prefeito Municipal (Juvino Godoy) de favores e oportunidade a mim concedidas, em uma Escola do Município cito "Camila Dias". Deixo bem claro as minhas aptidões: Sou Professor com Registro no M.E. C. sob NQ 0715, Registro no Coren sobo NQ 21276, Registro na Secretaria - de Segurança e Medicina do Trabalho sob NQ 4488 Brasília-DF. "Não sou político, poréni, sei agradecer o grande homem e amigo que me serviu no hora certa em que mais EU precisava". Dentro das minhas habilidades procurei servir esta comunidade. Aprovei to a oportunidade para me por ao seu inteiro dispor. Altruísta, desprete:ii: cioso, devotado. Obrigado!! Bartolomeu Simeão Ignãcio. DIA DOS PAIS Neste dia 08 de agosto comemorou-se o DIA DOS PAIS. À todos os Pais - deixo o meu carinho de um feliz Dias dos Pais. Pai se voce nao existisse, eu não tecia vida. MENSAGEM AO MEU QUERIDO PAPAI: Milton Luis Bender. Melhor do que pensar em você, é estar com voce. Beijos!! De sua filha ... Adriana Bender. De: Olhar 43 RECADO-DO CORAÇÃO Para: Rodrigo. SÓ hã duas maneiras de te esquecer, de jeito nenhum e de nenhum jeito. AS DOENCAS TRANSMISSiVEIS ., PARA EVITAR MOL~STIAS, LEVE OS ANIMAIS AO VETERINÃRIO, LAVE SEMPRE AS MÃOS DEPOIS DO CONTATO COM ELES E OS VACINE REGULARMANTE' CACHORRO - Raiva, micoses, brucelose, psoríase, leishmanio­ se, salmonela, rinite alérgica, bronquite asmática, doença de Lyme, toxocaríase GATOS - Toxoplasmose, rinite alérgica, bronquite asmática síndrome de arranhadura, micoses. PARAGAIOS E PERIQUITOS - Tuberculose e broncopneumonias' COELHOS E HAMSTERS - Micoses e infecções intestinais TARTARUGAS E PEIXINHOS - Infecções intestinais ANIMAIS SILVESTRES - Raiva e viroses FONTE: Departamento de Medicina Veterinária Preventiva e Saúde Ani mal de Universidade de São Paulo e Centro de Controle de Zoonoses. UIDE BEM DE SEUS ANIMAIS CARACOL NOTÍCIIS DO LEGISLITIVO SESSMO ORDINÁRIA DO DIA 0-08-93 Vereadores Presentes: José Carlos Barcelos, Joulfo dos Santos, are!­ Souza Neto, Evaldo de Moura Pereira, Tirson Ferreira Leite, Milton Lu!z - Bender, Pascoal Pucheta, Estanislau Nunes, Doral!a Rodrigues Leite. Após um mês de recesso, deu-se reIn[cio os trabalhos na Camara Mune! pal de Caracol. Os vereadores mostram o porque foram eleitos, buscando lhorfas para os caracolenses. REQUERIMENTO!2063/93/064/93. Após ser do conhecimento dos Pares deste Casa e aprovado, o vereador - Trson F. Leite, pediu que seja enviado en expediente ao Sr. Prefeito Mu­ nfcipal, no sentido de andar fazer raspagem na estrada da Fazenda da Bar ra do Caracol de propriedade do Sr. Ralfe Pereira Lfa, e solfelta o cut nhâo cnscalhadeira. _ O vereador justificou que, essa estrada está em péssimas condiçoes de tráfego, sendo que o proprietárfo doará o combustível e a alimentaçao pa- ra ser transportado nos lugares que for necessario. . O vereador também reforçou o requerimento n2 053/93, do ver. José Car­ los Barcelos, que seja feita com urgência as raspagem das estradas das se guintes fazendas : Jaraguá do Sr. DécIo Godoy, Faz: Céllo Poveda até a fazenda do Sr. Antonio da Silva. Justifica que essas estradas estao quase intransitáveis devido a cortes profundos no que vêm causar dificuldades , para os proprietários daquela Região. PROJETO LEI N? 014/93 DO DIA 29-07-93. Em Sessão Ordinária realizada no dia 04-08-93. Após ser aprovado por unanimidade o Projeto Lei N2 014/93 do dia 29 que autoriza o Poder Executivo a contratar parcelamento de com o PASEP. Art.lQ- Fica o Poder Executivo autorizado em nome do Município de Caracol MS, contratar parcelamento de dívida para com o PASEP, através da Secreta ria da Receita Federal do Ministério da.Fazendo, equivalente nesta data Cr$ 893.646.161.53(oitocentos e noventa e três milhões, seiscentos e qua­ renta e seis mil, cento e sessenta e um cruzeiros e cinquenta e trs cen­ tavos), correspondente a 21.398,01 UFIR(vinte e um mil trezentos e noven­ ta e oito vírgula uma UFIR). Art.2g- 0 Poder Executivo consignará nos orçamento anual e plurianual do Município,durante o prazo a que vier ser estabelecido para o parcelamento dotações suficientes a acessórios resultantes do cumprimento desta Lei. Art.3g- Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. ouvido foi de julho de 93 dívidas para SESSÃO EXTRAORDINÁRIA DO DIA 30-07-93. Em Sessão extraordinária realizada no dia 30 de julho de 93, foi ouvi­ do e aprovado por maioria absoluta o Projeto de Lei n2 OlJ/93 de autoria do Sr. Prefeito Municipal, que autoriza o Poder Executivo a contratar par celamento de dívida para o Fundo de Garantia de Tempo de Serviço FGTS. - Art.lQ- Fica o Poder Executivo autorizado a, em nome do Município de Cara col contratar parcelamento de dívida para com o FGTS através da Caixa Eco nômica Federal, na fonna da resolução n? 100, de 26/05/93,(D.0. de 01.07. 93), do conselho Curador do FGTS, equivalente nesta data a Cr$ 5.039.14l. 076,65(cinco bilhões e trinta e nove milhões cento quarenta e um mil se tenta e seis cruzeiros e sessenta e cinco centavos). - Art.2g- Para garantia do principal e acessórios, fica o Poder Executivo - autorizado a utilizar parcelas do fundo de participação dos Municípios - FPM, durante o prazo de vigencia do parcelamento autorizado por este Pr~ jeto de Lei. Art.3g- 0 Poder Executivo consignará nos orçamento anual e plurianual do Estado, durante a prazo a que vier a ser estabelecido para O parcelaren - to, dotaçoes suficientes a amortização do principal acessórios resultao - tes do cumprimento deste Projeto. Art.4Q- Esta Lei entrará em vigor a partir da data de sua publicação, re vogadas as disposições em contrário. - DIVERSOS PEDIDO VERBAL DO VEREADOR DARCI SOUZA NETO. Solicitando o Executivo Municipal, aterrar e colocar tubos de boeiros, na rua Marcionilio Martins Leite, nas proximidades da Chácara do Sr. Za!­ dete, se nao for consectado com urgência poderá vir ocorrer sérios acideo tes, devido a um enorme buraco. - PEDIDO VERBAL DO NOBRE VEREADOR:EVALDO DE MOURA PEREIRA, solicitando ao f xecutivo de marcar os terrenos que foram doados 1 p f d do Correio e abrir ruas, sendo que os proprietárie a reieitura na Qua ra mesmos. os prec sam registrar os PEDIDO VERBAL DO VEREADOR MILTON LUIS BENDER r f d ng 050/93 de data de 18-05-93 de autoria ao ,"""/° o requer1enr., M i i 1 - o, so citando ao Execut vo une pa, a colocaçao dos boeiros na entrad d F - do que o mesmo j doou o cimento e a refertaa ","azenda Progresso,se cárias condições de passagem. sra a encontra-se em pre REQUERIMENTO Ng 002/93. Após ser lido e aprovado pelos Pares deste Poder d D i S N d Legislativo, o verea or are ouza eto, pe iu que seja encaminhado em feito Municipal, no sentido d expediente ao Sr. Pre G d e mandar colocar uns tubos de boeiros nas se guintes ruas: Maurílio {o oy, esquina com a rua Dom Ped I ,, __ :; : Fernandes, esquina com a rua Dom A in -. ro , rua 1dDa O qu ° Correa, saída para Bela Vista. JUSTIFICATIVA Justifico aos nobres vereadores, que nessas ru • tas profundas que pode causar sérios acidentes as citadas acima há vale - aos motoristas. OF!CIO NQ 023/93. Após ser ouvido e aprovado em Plenário, seja te ao Sr. Prefeito Municipal, no sentido de encaminhando em expedien denominada CDHU/MS. viabilizar a limpeza na área Sendo que aproxima-se os dias festivos nesta cidad de varios lugares estarao participando e e muitas pessoas to visto, por estar próximo d 1 1 conosco, e O referido lugar é ~ui ta). 1o oca da festa ••• (Vereador Pascoal Puche- 1 LEIA E ASSINE O JORNAL DE SUA CIDADE