,. 
DIARIO REGIONAL 
ELA VISTA/HS ANO 21 I4 DE AGOSTO DE 1993 - SÁBADO - DIRETOR: IVALDO PEREIRA No 138) PREÇO DO EXEMPLAR CR$ 30,00 
IDMINISTRIÇIO CONSCIENTE 
Falando, ontem, 
com o Prefeito Jrãao 
Zacarias, ele 1cm 
brou dns dificuldades 
que atravessam os 
municípios, as ver 
bas diminuiram, hou­ 
ve aumento de respon 
sahilidadc sociaI 
1 
~ das Prc foi turas, mas 
que, "a médio prazo, 
poderá resolver os 
mais crusciantes pro 
blemas da comunidade 1T 
O PrP.feit-.o enxu 
gará a máquina admi­ 
nistrativa, com dcze 
nas de demissões, is 
to lhe trará proble­ 
mas políticos, dcs 
contentamentos, mas 
entende que isto é 
preciso para viabili 
zar sua Administra= 
cão, emperrada por 
irregularidades her 
dadas da Administra­ 
cão anterior. Todos 
os convênios foram 
suspensos por falta 
de prestação de con­ 
tas, atê hoje Bela 
Vista não recebeu se 
quer uma verba, seja 
do Governo do Estado 
ou do Governo Fede­ 
ral. 
"Muita gente 
ainda não entendeu 
que os tempos muda 
ram", disse Abraão: 
''estou buscando en 
tendimcntos a todos 
os níveis, se a comu 
nidade, como um todo, 
não despertar, Bela 
Vista ficará depen 
dente da Prefeitura: 
em todos os aspectos, 
isto não é bom". 
"A cidade está 
limpa, ruas transitá 
veis, um novo visual 
surgiu, estamos aten 
dendo na área social, 
as estradas vicinais 
foram recuperadas,de 
senvolvemos um bom 
trabalho educacional 
e participamos ativa 
mente do programa q/ 
combate a fome e a 
miséria, caminhamos 
com os próprios pés: 
disse o Prefeito 
Abraão concorda 
com os problemas na 
Adjori Reúne-se em Ponta Porá 
1 
e 
. [ 
---i .. 
lraão Zacarias - Adiministracão Consciente 
área de sa6de", "nos 
so povo está mais 
pobre, não há empre­ 
gos, os salários não 
são suficientes para 
se manter uma famí 
lia, isto gera de 
contentamento, pois 
nem sempre podemos 
atender a todas as 
reivindicações". 
O asfalto para 
Jardim continua, há 
possibilidades de 
se obter futuramente 
financiamentos para 
a construção do Mer­ 
cado Municipal, Es 
tacão RodoviÃria e 
_j_ 
a melhoria da rede E 
létrica. 
Bela vista está 
caminhando, só que 
caminha com os pró 
prios pés, sem os 
sonhos irrealistas - 
do passado, que, de 
pois, se transforma= 
ram em pesadelos. 
O importante ho 
je , é não contrair 
dívidas que não se 
poderá pagar. 
Assim é uma Ad 
ministração conscien 
te. 
A Associação de 
Diretores de Jornais 
do Interioe de Mato 
Grosso do Sul-ADJORI 
-MS- presidida pelo 
,Jornalista Jorge Pa­ 
checo, do Correio da 
Fronteira (de Aambai) 
reuniu-se em Ponta 
Porá no final de se­ 
mana pp. A reuniao 
contou com as presen 
cas do Presidente da 
ABRAJORI - Associaçãc 
Brasileira de Jornais 
do Interior - Elson 
Ilha de Macedo, do 
Rio Grande do Sul 
Prefeito de Ponta Po 
rã, Oscar Goldoni,De 
putado Alberto Ron 
don e dezenas de Di­ 
retores de Jornais do 
interior do estado. 
Flagrantes da 
Reunião na Página/OS 
NIS MDTIS DO . PERDIDO 
Os Oelicientes M ntai 
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reira, na Agência do Banco do Brasil, na Banca de Revistas ou na Redação deste jor 
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* BONIÕESPEJO PACÍFICO NA FAZENDA SÃO JOÃO 
veja Matéria completa sobre o despejo, na página - 04 desta edição. 
Não é de hoje, há muitos e muitos 
anos a comunidade bolavis cnse convive 
com o problema dos deficientes mentais -­ 
que perambulam pelas ruas da cidade. 
Alguns são cal:nos, não perturbam 
mas a maioria, às vezes, e tornem, a 
gressivos e ameaçam os que delem se apro 
ximam. 
Houve a"mortes provocadas p! deficientes r n 
tais. E várias tentativas de aqressões. 
Sexta-feira, atendendo a convite da 
Promotora de Justiça da Comarca, Dra. Ve 
ra Aparecida, reuniram-cc rotarianoa, ~~ 
nhoras da Casa da Amizade e representan-­ 
tes da Maçonaria, na sede do Rotary 
Club. 
Não foi a primeira reunião para se 
debater o assunto. A esse respPito JU 
se fizeram planos, traçaram metas, 0nfí11 
tudo foi feito, verbalmente. E nada foi 
feito, praticamente. 
Nessa reunião, no Rotary, a Promoto 
ra colocou bem o problema, a comunidade­ 
ser cobrada pela omissão. E ta,nbém o 
Poder Público, no caso os responsáveis - 
pela Sa6de P6blica. 
Fizeram uso da palavra, os rotaria­ 
nos e médicos, Carlos Alberto Ocari2, Rc 
nato de Souza Rosa, Roberval Borges e A 
zaléa Arlota de Ocariz; o vereador Marc; 
Rondon de Oliveira, o Venerável da Lojil. 
Maçonica Helbert Basso e a Advogada Ce 
leste Costa e Silva. Todos enfocarar: bri 
lhantemente o assunto cm pauta. 
Entendemos a idéia da Promotora, de 
se criar em Bela Vista um albergue para 
tratamento preventivo e recolhimento dos 
doentes mentais, hoje no total de dez. 
Esse albergue teria uma diretoria - 
integrada por membros do Rotary, Lyons e 
Maçonaria, teria a ajuda da Prefeitura 
Municipal e recursos seriam obtidos atra 
vês de promoções comunitárias. 
Muitos discordaram, entendem que a 
solução deve vir da Prefeitura Municipal 
afinal a sa6de foi municipalizada e cabe 
à Prefeitura atender as reivindicações - 
da comunidade. 
_ O que não pode haver é a politiza 
çao do problema, nos 6ltimos dez anos 
NENHUM Prefeito se preocupou com o caso. 
Se houve erros e falhas todos erraram 
todos falharam. 
O que precisa haver é a solução . 
A Prefeitura Municipal deve, ela , 
criar uma entidade beneficente para tra­ 
tar os deficientes mentais, contando com 
a ajuda das demais entidades e clubes de 
serviços. O presidente dessa entidade de 
ve ser um integrante da atual Administra 
cao, deve-se também buscar recursos ex 
ternos, sensibilizar as autoridades da 
area Federal e Estadual e não se preocu­ 
par se teremos ou não, em Bela Vista um 
"Depósito de Loucos", oriundos de outros 
municípios. A Promotora colocou bem vai 
contatar os demais Promotores para que 
ajam da mesma maneira em suas Comarcas. 
O caminho é por aí, assim entende 
mos a municipalização, cada município re 
solvendo os seus dilemas, numa integra 
cao Executivo, Legislativo, Judiciário e 
a Comunidade. Política à parte. 
Esta na hora de arregaçar as mangas 
menos discursos e mais ação, menos pala­ 
vras, mais atitudes, a Promotora indicou 
UM CAMINHO, pode não ser o melhor, o me 
lhor seria o Estado cuidar do problema 
mas, no Brasil de hoje, se à comunidade­ 
nao agir, esperar'pelo Estado, a própria 
comunidade sofrera as consequências. 
Uma comissão vai falar com o Pre 
feito, atraves de um entendimento d;; 
um Plano Objetivo, temos absoluta certe­ 
za, o problema será solucionado sem que 
seja preciso atirar pedras. (PP 
Erra ta 
Na página 05 desta edição houve er 
ro na montagem ão título da matéria re 
ferente aos trabalhos da •câmara Hunici= 
pal de Caracol. 
Onde se lê Prefeitura Municipal de 
Caracol, leia-se Câmara Municipal· de 
Caracol. 
A Direção.

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A "Escola Caminho da Esperança", dá "soei dade­ 
Petalozzi de Bonito', tendo como responsável D. 
Leonfe Cândido da Silva, cuja senhora exterioriza 
um radiante amor s crianças excepcionais, tá te 
cebendo expressivo apolo da Prefeitura, 
O educandarfo "fora de sérfe" foi Inaugurado em 
89 e conta com quarenta e nove alunos m:1trlcul11 - , 
dos, na faixa etária de trs a vinte anos de 1da 
de. Entre eles estão deficientes mentnls, audlti - 
vos, ffsfcos e deficientes multíplos. 
UMA 1.IÇÃO DE AMOR 
O mandatário Municipal garante a remuner,1,;:io de 
sete professores, uma fisioterapeuta, uma merende1 
ra, um motorista, pagamento do oluguil do pridio , 
manutenção e combustível do "Kombi" utilizada no 
transporte das crianças. 
Ali elas são alimentadas com farta merenda e cs 
tudam cm dois períodos, sendo que as mais novas 
são submetidas a tratamentos de fisioterapia. 
São ministrados cursos de "pré I e II e não tem 
tempo determinado de duração, pois não se sabe 
quando o aluno se assimilará com os ensinamentos. 
OFICINA PEDAGÓGICA 
Além da alfabetização, os excepcionais praticam 
nà oficina pedagógica, executando trabalhos com re 
talhos, madeiras, bordados, pinturas, culinária ; 
ainda trabalham na formação de uma pequena horta. 
Além da contribuição Municipal, os membros da 
"Sociedade Pestalozzi", mantenedora da escoli - 
nha, mantim convênios com o MEC, CBIA, SINEB e rea 
lizam promoções com a finalidade de arrecadar fun- 
dos a fim de cobrirem outros despc1;Js, como meren­ 
da escolar, material didático, etc, A título de 
contribuição, os próprios professores trazem de ca 
sa vários gêneros alimentícios. Kesoe trabalho co~ 
junto já adquiriram equipamentos de fisioterapia e 
aparelho de som para entretenimento das crianças. 
Convim o prezado leitor fazer uma viAita ã "Es­ 
cola Caminho da Esperança" e engajar nessa em­ 
preitada de manter acesa a chama desprendi­ 
da pelo verdadeiro amor ao próximo. 
(Da Sucursal de Bonito) 
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Tribuna da Fronteira 
Diário Regiànal 
(FUNDADO EM 20/02/1972) 
Diretor-Redator-Chefe: Ivaldo Pereira 
Oi.retora Administrativa: Maria Estela V.Pereira 
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Reportagens: .Joii~ Carlos. Velnsquez, André ,'i.valo, 
Luiz Henrique (Lile) e Firmino de Barros. 
Reqação, Departamento Comercial e Parque Gráfico 
Avenida 'I'ribuna da Fronteira, 564 - cx.P. 23 
Fone (067) 439-1410 _: Bela Vista-NS 
Sucursais: Jardim, Porto Murtinho, Antonio João, 
Bonito, Caracol, Campo Grande e Correopondentes­ 
em Brasília e são Paulo. 
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CCC-MF 15.513.203/0001-90 
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O jornal não se responsabiliza pelos 
gos assinado ou de origem definida. 
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Assi.natura Semesttal , 
Assinatura Anual 
arci· 1 
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... 
<a

• 
JOPMAL 'TRIBUNA DA FRONTEIRA - DIÁRIO REGIONAL, 	19.3 
PREFEITO-· E VEREADORES PROCURAM SOLUCAO 
PARI I POEIRA DO BIIIIRO COSTI E SILYI 
T 
etc... podem dormir sossegados que nin de considerável quan ia tem 
quém vai tirar os seus "ganha-pão" que são todos o dias. 
os caminhoneiros que deixam em nossa cidd me= = = 
E o Nosso Amigo Olacyr de Moraes? 
r 
l 
V 
Não poderíamos deixar de registrar a 
nossa satisfação em ver que as autoridades 
municipais, para ser mais exato, o Prefei­ 
to Abrão Armoa Zacarias, os Vederadores be 
lavistenses e o Secretário Municipal do 
Obras, Nélio Diório, estão se empenhando­ 
no sentido de solucionar o grave problema 
que vêm enfrentando os moradores do Bairro 
Costa e Silva, principalmente os que resi 
dem nas ruas Acebíades Bobadilha da Cunha 
e Barão do Ladário, por onde o tráfego dos 
caminhões que transportam calcáreo da Fa 
zenda Itamaraty é bastante intenso, todos 
os dias. 
O assunto foi amplamente discutido na 
Sessão ordinária da Câmara municipal do úl 
timo dia ll, quando foi aprovado inclusive 
um Requerimento de autoria da Vereadora Or 
landa Freitas dos Santos solicitando a mu 
dança da rota dos caminhões na parte não 
asfaltada das ruas Alcebiades Bobadilha da 
Cunha e Barão do Ladário. 
Em pronunciamento na Tribuna o Verea­ 
dor Fernando Jorge de Barros elogiou maté 
ria veiculada na Tribuna da Fronteira de 
quarta-feira, onde mostrávamos as dificulda 
des, os problemas e os transtornos enfren­ 
tados pelos moradores do Bairro Costa e 
Silva e apresentávamos algumas sugestões , 
mostrando os prós e os contra de cada de 
cisão que poderia vir a ser tomada pelas 
autoridades municipais. 
Outra boa noticia veio ainda durante­ 
ª sessão da Câmara, em telefone ao Verea 
dor Fernando de Freitas Elias, o Secretã 
rio Municipal de Obras informou que a Pre­ 
feitura Municipal já havia dado inicio a 
construção de quebra-molas na rua Barão do 
Ladârio e que estava sendo providenciado - 
um caminhão pippa para molhar a rota dos 
caminhões constantemente, procurando aten­ 
der desta forma o verdadeiro clamor dos 
moradores daquele populoso bairro, medida 
essa que inclusive foi sugerida por nós 
no artigo publicadb quarta-feira versando­ 
sobre o assunto. 
Mas,temos ainda alguns pontos a consi 
derar, todos nós sabemos que caminhoneiro­ 
não gosta nem um pouquinho de quebra-molas 
e podem ter certeza que eles vão deviar da 
Barão do Ladãrio para evitar os obstáculos 
e, consequentemente, a rua molhada, com is 
so vâo fazer poeira em outras ruas e os mo 
radores vão chiar novamente, com toda ra 
zão, por isso fica aqui mais uma pequena= 
sugestão, criar um sentido obrigatório Pa 
ra os caminhões, passando pela Barão do La 
dário, que vai ser molhada e onde estão os 
quebra-molas, para isso basta a colocação­ 
de placas verticais em todo o trecho e 
principalmente nas entradas da cidade,para 
quem chega pela rodovia Antonio João / Bela 
Vista e para quem vêm da região das Caiei­ 
ras. Uma fiscalização policial de vez em 
quando vai ajudar muito. 
Importante ressaltar que com essas me 
didas que estão sendo tomadas pelas nossas 
autoridades Municipais, os comerciantes da 
Rua Barão do Ladãrio, que tinham grande 
preocupação com o assunto, principalmente­ 
quando se falava em desvios da rota dos ca 
minhões, podem ficar tranquilos, segundo 
os vereadores nenhuma medida que prejudi - 
que o comércio da rua Barão do Ladário vai 
ser tomada, proprietários de bares, lancho 
netes, borracharias, postos de gasolina 
Tivemos a oportunidade de conhecer há 
alguns anos, atrás o empresário e produtor 
Olacir de Moraes, Diretor Proprietário do 
Grupo Itamaraty, um dos mais sólidos de 
nosso Pais, sabemos de seu espirito empre­ 
endedor e de solidariedade na defesa dos 
problemas que dizem respeito a sua área de 
atuação, na administração do ex-prefeito - 
Edson Medeiros de Moraes o empresário mui 
to ajudou Bela Vista cedendo parte da Pe 
dra brita utilizada para a cxecuçã6 dos 
mais 100.000 metros de asfaltamento que o 
ex-prefeito implantou aqui. 
Será que, a exemplo do que já fez, o 
empresário desta feita não cederia a pedra 
brita necessária para a execução de pouco 
mais de um quilômetro de asfalto, pela rua 
Barão do Ladário e ajudando a terminar, de 
uma vez por todas, com o problema sério 
que representa a grande quantidade de poei 
ra levantada no Bairro Costa e Silva pelos 
caminhões que transportam o calcáreo da 
Fazenda do empresário? Pelo que conhece 
mos do Sr. Olacyr, temos quase certeza de 
que ele jamais se negaria a dar mais essa 
parcela de colaboração a Bela Vista, basta 
as nossas autoridades entrarem en en erdi­ 
mento com ele e se dispuserem a fazer essa 
obra para viabilizar o asfaltamen o da ro­ 
ta dos caminhões do calcárso, unica solu 
ção definitiva, desvios, obstáculos, cami 
nhão pipa e outras medidas serão sempre pa 
liativas e na maioria das vezes agrada um 
e desagrada outros, ou seja, veste-se um 
santo e despe-se outro. 
O mais importante é a tomada de uma 
atitude por parte do Prefeito, dos Vereado 
res e do Secretário Municipal, pois do jei 
to que estava não podia continuar, ainda 
mais nesse período de clima mais seco e de 
frio, quando a concentração de poeira no 
ar é bastante intensa e altamente prejudi­ 
cial aos moradores do Costa e Silva, prin­ 
cipalmente no que diz respeito à saúde das 
pessoas. 
Como morador do bairro e, tomo a 1i 
herdade, em nome deles, nossos elogios à­ 
queles que demonstraram interesse em solu­ 
cionar o problema. Continuaremos atentos 
a situação. (UR). 
= 
HEMOS$II TRMI E 
I E POII DE LA. D ESE'W.LUME# 
"O Mato Grosso do Sul 
está deixando de ser conhe­ 
cido por seus aspectos nega 
tivas e hoje é notícia por 
fazer parte de um grupo de 
Estados que está mudan<lo a 
realidade Nacional". 
A afirmacão foi feita 
dia 11 pelo Governador Pe 
dro Pedrossian ao analisar, 
em entrevista coletiva, a 
participação do Mato Grosso 
do Sul no Conselho de Desen 
volvimento e Integração Sul 
(Codesul) . 
Segundo Pedrossian, "O 
Mato Grosso do Sul está par 
ticipando em pé de igualda­ 
de com os demais Estados da 
região sul de um projeto q/ 
vai servir como ponta de 
lança para uma nova etapa 
de crescimento regional". 
Para Relrossian, d Esta 
do conseguiu obter essa po­ 
sicáo após um intenso traba 
lho administrativo desenvol 
vido para colocar em dia 
as finanças estaduais e res 
gatar a governabilidade. 
"Nós passamos os pri 
meiros dois anos de GovernÕ 
praticamente colocando 
a casa em ordem" - lembrou 
Pedrossian, afirmando que 
agora o Mato Grosso do Sul 
é membro do Codesul, ao 
lado de Estados modernos e 
bem administrados, como o 
Paraná, Santa Catarina e 
Rio Grande do Su1". 
Para ele, é importante 
ainda lembrar que o Merco 
sul vai mudar completamente 
a realidade local, " dando 
ao nosso Estado novas opor­ 
tunidades de crescimento e 
conomico, nos tirando daque 
la condição de ser o Estado 
mais ao oeste do Brasil pa 
ra sermos ponta de lança de 
novo processo de desenvolvi 
menta regional. - 
De acordo com Pedras 
sian esse novo processo de 
desenvolvimento regional 
"coincide com os altos inte 
resses da própria nacão bra 
sileira". 	- 
Segundo Pedrossian, an 
tes da reunião que vai con= 
tar com a participação de 
praticamente todos os pre 
feitos e deputados estaduais 
de Mato Grosso do Sul, os 
Governadores dos quatro Es- 
dinh·iro 
Gov. Pedro Pedrossian 
tados deverão manter urna 
reunião reservada para tra 
tarde assuntos como a co­ 
branca do Imposto Provisório 
sobre circulação Financeira, 
entre outros .. 
Governo MS 
O Futuro Agora 
Re s tau r a n t C a sino 
+ SOB A DIRECO DO EMPRESÁRIO RODOLFO PEREIRA 
O Ponto de Encontro da .Sociedade Fronteirica: 
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,.

DESPEJO PACiflCO NI FAZENDA SÃO JOÃO 
As oiténta e sete famílias que há 
ano invadiram a Pazcnda :ião Joüo, onde 
construiram seus barracos e desenvolviam - 
auao plantaç6ca, ecmana passada foram doe­ 
pejadas pacificamente, porque o INCRA ha - 
,via desapropriado a área para fine de re - 
forma agrária, man terminou perdendo aba­ 
talha na justiça, uma vez que o proprietá­ 
rio conseguiu a reintegração de posse. Al­ 
qumas das familias foram encaminhadas ao 
Aoscntamento do Fazenda São Manoel, Munici 
pio do Anastácio o as demais estão acàmpa= 
das à margem da Rodovia entre Guia Lopes - 
da Laguna o Nioaquc, aguardando uma solução 
por parte do TERRASUL. 
um RECUSARAM PROPOSTA DO INCHA 
O "Sindicato dos Trabalhadores Rurais 
de Bonito", que tem na presidência Laudeli 
no de Jesus Padilha, o "Gaucho", está coor 
denando o transporte de duzentas famílias 
de "sem terras" devidamente inscritas para 
serem assentadas na localidade denominada 
"Cotriguaçu", em Juina, Mato Grosso do Nor 
te. Há três meses vinte delas embarcaram , 
mas as demais desistiram da idéia e 
querem .torra na região. O Sr. Geraldo Tei­ 
xeira de Almeida, Presidente da Fetaqri , 
bem corno Ana Bisneto, assessora sindical , 
estiveram em Bonito para avaliar o problema. 
REQUIÃO DESTICI 
PARCERIA DE ESTIDO 
(Da Sucursal ds Bonito) 
ÃRI:AS DESlPHOPlHAD/S 
Antonio Mendes Canalo Filho, President 
do TERRASUL, esteve recentemente om Bonito 
e informou qu duas grandes áreas estão em 
vias de serem desapropri das para serem lo 
teadas e dis ribuidas entre os colonos 
Municipio. Essa promessa está mantendo a 
c a l m a entro e l e s , 	m a s se o 	c a s o 	n ã o 	f o r 	r e 
solvido de imedia to etá previsto uma ava­ 
lancha de inv s6es de tcrrns abandonadas. 
Os "Sem Terras" justificam que trabalho 
está difícil e mesmo quem consegue umJ co­ 
locação fica impossib ili ta elo de sustentar a 
familia,porque a inflação "engole" o salário 
mínimo antes mesmo de recebê-lo. 
t 
O Governador do Paraná, Ro - 
berto Requião, disse que a arti 
culação dos Estados que formam­ 
o sistema Codesul é salutar e 
gratificante "porque une inte - 
resses comuns" e "estabeleceu­ 
ma parceria, com troca de expe­ 
riências". Requião desembarcou 
em Campo Grande· às 16:00 horas 
de quarta-feira, para partici - 
par da reunião do sistema Code­ 
sul con os Governadores de Mato 
Grosso do Sul, Santa Catarina e 
Rio Grande do Sul. 
Segundo Requião, o encontro - 
do Codesul - hoje, a partir das 
10 horas, clube dos Servidores 
do Parque dos Poderes - vai de­ 
finir a postura dos quatro Esta 
dos sobre pontos conflitantes= 
da política da União que a seu 
ver necessitam ser reavaliados. 
O Governador Paranaense criti 
cou ainda o IPMF (Impostos Pro= 
visérios sobre Movimentação Fi - 
nanceira): Quebra o pacto fede­ 
rativo e viola a autonomia dos 
Estados", segurou. Requião foi 
recebido no Aeroporto Interna - 
cional pelo vice-governador Ary 
Rigo e pelo Deputado Estadual - 
Valdenir Machado, do PMDB. 
Aos falar aos jornalistas 
Requião comentou a aprovação po 
pular da administração do Gover 
nador de Mato Grosso do Sul, Pe 
dro Pedrossian, apurada em pes­ 
quisa Data Folha. 
As últimas pesquisas mostram 
que estamos no caminho certo. 
O Governador Pedro Pedras 
sian aparece com aceitação ex - 
cepcional, administrando seu Es 
tado com uma visão inteqracionista. 
O Sistema Codesul é Salutar e Gratificante 
Porque Une. Interesses Comuns 
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Carta a Redação 
e com orgulho e satisfação, que na sessão ordinária deste - 
Lrgis.lativo Municipal realizada no dia 11 p. passado, fora - lhe 
apresentado "Moção de Congratulação" cm nome de todos os Edis 
desta Casa, pelo lançamento do seu primeiro livro "Nas Matas 
do Perdido". Na oportunidade apresentamos nossos cumprimentos 
pela brilhante obra. Atenciosamente, 
Marcos Elias Rios da Cruz - Pres. Orlanda F. dos Santos - 1a Sc. 
Elimiairias Si-Americanas 
GRUPO B 
DATA 	JOGO 	DATA JOGO 
18/07 Equador o X o Brasil 22/08 Bolívia X Venezuela 
18/07 Venezuela 1 X 7 Bolívia 22/08 Rrasil X Eguador 
25/07 Bolívia 2 X o Brasil 29/08 Brasil X Bolívia 
25/07 Venezuela o X 1 Uruguai 29/08 Uruguai X Venezuela 
01/08 Uruguai o X o Eguador 05/09 Rrasil X Venezuela 
01/08 Venezuela 1 X 5 Brasil 05/09 Eguador X Uruguai 
08/08 Bolívia 3 X 1 Uruguai• 12/09 Uruguai X Bolivia 
08/08 Eguador 5 X o Venezuela 12/09 Venezuela X .Eg:uador t. 
15/08 Bolívia X Eguador 19/09 Brasil X Uruguai a• 
15/08 Uruguai Brasi.l 19/09 
t 
X 	Eguador X Bolivia 
CLASSIFICAÇÃO 
PG J V E D GP GC s 
10) Bolívia 	6 3 3 o o 12 2 10 
20) Equador 	4 3 1 2 o 5 o 5 
30) Brasil 	3 3 1 1 1 5 3 2 
40) Uruguai 	3 3 1 1 1 3 -1 
50) Venezuela 	o 4 o o 4 2 18 -16 
OBS: Neste grupo classificam-se os dois primeiros colocados 
para a Copa do Mundo de 94. 
COMO PODE FICAR O GRUPO 
A) Bolivia - Ganha do Equador e dispa 
ra. Perde ou empata: equilibra o grupo 
B) Equador - Perde da Bolívia e fica 
mais perto de Brasil e Uruguai. Ganha 
ou empata: torna a série mais equili­ 
brada 
C) Brasil - Ganha no Uruguai e melho­ 
ra sua situação, independentemente de 
Bolivia X Equador. Perde ou emoata . 
vai depender do que fizerem boi, ··ia :_ 
nos e equatorianos. Mas corre r ' s. 
D) Uruguai - Ganha do Brasil: Dirinui a crise e pode ficar mie 
to nos lideres Perde Ou erata· tu, : 	• 
• 	'THa :s1uaçao piora bem,mas depende dea Pa.] 
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0F!AL, 'TRIUNA DA FRONTEIRA - DIÁRIO REGIONAL 
ENCONTRO DEBATE QUESTÃO DO MENOR INFRATOR NO ESTIOO 
A Procuradoria Geral de Jus- 
t i ; a 	d o Mato Grosso do Sul pro- 
movc a partir do dia 19, junto 
mente: com a Promotoria d e 	J u s t j 
cn da Inf5ncin e ldoloocGncin = 
de Campo Grande, o II EnconLro 
de Intcgraç~o da Juatiça da ln 
[5ncia e ldolcsc6ncia. O even -­ 
to, quo acontece no auditório - 
da Tcloma, buoca abrir uma am 
pla discussão sobre a qucstãp - 
do menor infrator, objetivando 
um aprimoramento do atendímen - 
to. 
Está prevista a participacüo 
de magistrados, Promotores de 
Pedrossian Convidado a Participar da Solenidade 
de Posse do Presidente do Paraguai • 
j 
 
O Presidente eleito do Paraguai, Juan­ 
Carlos Wasmosy, convidou o Governador Pe 
dro Pedrossina a participar da sua posse , 
no próximo dia 15, cm Assunción. O convite 
foi reforçado pelo Ministro interino das 
Relações Exteriores, Celso Amorim. Wasmosy 
substitui a Andrés Rodriguez e terá manda­ 
to de cinco anos. 
No convite encaminhado a Pedrossian, 
Presidente eleito do Paraguai diz que tem 
certeza de que as relações de amizade que 
tem ligado os povos do seu Pais e de Mato 
Grosso do Sul, se estreitarão durante os 
próximos cincos anos em que ele estará no 
cargo a que foi conduzido pelos eleitores 
paraguaios. 
Se a água d1 sua casa r;o 
for trad,, (encanada e clara 
da), coloque 2 gotns de clo 
ro (hlpoclorlto <lc sódio : 
2,5:t) para cada litrod'ág,a 
e espere )0 minutos para ut{ 
llzá-Ia. 
lnve ~ulto bem ns (ru 
tas e verdura, colo 
cnndo-ns de i,('lho cm 
ngu1 com cloro. 
Ju:.t iça, Def ·nsores Públicos 
além de policiais Civis E Mili­ 
t.ares. Segundo a Promotora de 
,JLwlica da 1n'f.::incia ,. Jdol<!SCt~•n 
cia da Capital, l riadne peron - 
di, a abertura será feia com o 
pronuncia ncnto da Presiden e do 
Promosul, Maria Aparecida e­ 
drossian, acompanhada do Secre­ 
tário Estadual de Justiça e Tra 
bolho, Ncwlcy lmarilha e a Depã 
tada Federal Fátima Pelaees, rê 
latora da Comissão Parlamentar 
de Inquérito que apurou a vio 
léncia contra menores de rua dÕ 
Pais. 
Ariadne Porondi explicou que 
os recursos para realização - 
do Encontro foram alocados pelo 
Protosul • CDIA-MS (Con·lho Bra 
sileiro para a Adolescência 
Infância)."A finalidade é ra 
çar o perfil da situação no Es­ 
tado, através de dados seguros 
e fundamcntaclon", argu:,-cnlu. o,, 
ucordo com ela, os resultados - 
pode aubdiniar o aperfeiçoamen­ 
Lo do atendimento junto aos or 
ganismos públicós e privados.Pa 
ra a Promotora, o evento será 
de grande importincia para a 
,' li 
e 
PARA R 
ACOLERA. 
Lave as maos antes 
de preparar nllmcntos 
de come~ e ,pós ir ao 
banheiro. 
imentos, prina 
ruente peixes­ 
to:; do oar. 
Água só tratada (com cloro) 
ou fervida por. pelo renos, 
2 rinutos. 
he multo 
Apoio: ROTARY CLUll 
jusiça da Infanc .a Adolescên 
cia sulmatoarossen e, que p 5a 
por momenos dific ±.. 
"f através do forço "omu 
o in eqrado que se pode ch - 
gar a resultados satiftori - 
os", destacou Ariadne Perendi. 
Segundo ela, sta a pr moira 
vez que todas as instituições - 
vol adas para o menor carente 
se reunirão, visando buscar al 
ternativas para a solução do pro 
blema. OEncontro acontece ainda 
nos dias 20 e 21, 1:H•l'"pn) no audi t.ó­ 
rioda Telems localizado à Rua Ta 
pajs60 - Bairro Cruzeiro. 
Prefeitura Municipal 
de Caracol 
'I'V GLOflO 
----- 
bem 
A vereadora Doralina Rodrigu0s ~niLu, 
solicitou que seja cncaninhado u.~cQic~ 
te ao Sr. Fábio Zarhan, Diretor da TV Mo­ 
rena em Campo Grande-MS, com c6pias ao 
Sr. Paulo Cézar da Silveira Braga, Dire­ 
tor da TV Morena em Ponta Pori-MS. Para 
que nos informem o que ocorre com rela - 
l
eão a~~ transmissão da TV Globo em nos­ 
sa Reg1.ao. 
JUSTIFICATIVA 
"Prezados senhores responsáveis pelo­ 
canal de transmissão da TV GLobo cm nos 
so Estado, venho através desta casa de 
Leis notificar às vossas senhorias que 
em nosso Municipio a população de um mo­ 
do geral, por muito tempo não sabem das 
noticias que ocorre no Estado, porque a 
transmissão da TVMS está precária em nos 
sa Região, em fração de minutos estás~, 
indo do ar. É preciso juntarmos nossas - 
forças, prezados senhores, para que o' 
problema seja resolvido. "Disse a verea-1
1 
dora. 
VERI:ADORA APOIA FACULDADE EM BELA VISTA 
A vereadora caracolense, Doralina Ro-1 
drigues Leite, manifestou seu apoio à 1 
Fundação Educacional de Andradina-SP, pa 
ra que sejam realmente implantados os 
cursos superiores em Bela Vista-MS. 
"Ressaltamos os inúmeros beneficios - 
que a implantação desses cursos superio - 
res vão trazer para nossa cidade. Tanto 
para os jovens, como também como para os 
profissionais que tanto anseiam por al 
cançar um nível superior. "Disse Dorai­ 
na. 
CONGRATULAÇÃO 
Doralina Rodrigues Leite parabenizou 
o médico e vereador Fernando de Freitas, 
de Bela Vista, pelo empenho na reivindica 
ção da implantação da Faculdade em Belãl 
Vista. 
"Que trará inúmeros benefícios a nos­ 
sa população pois todos anseiam por al 
cançar um nivel superior, a fim de melho 
raro seu conhecimento". Afirmou Dorali­ 
na. 
PARQUE PÜBLICO NO MANGAL 
Sessão ordinária realizada no dia 
04-08-93, foi aprovado pelo Plenário o 
pedido verbal do vereador Josélio dos 
Santos, solicitando ao Executivo Muníci­ 
Pal, viabilizar a criação de um Parque/ 
Publico no Mangal. _Considerando que,exis 
tem muitas árvores sombrosas que podem.= .. :­ 
ser aproveitadas e visto que será de su-] 
ma_1mportanc1.a p/ a população daquele,· 
bairro, pois há várias crianças que nio 
tem um lugar apropriado para as horas de 
lazer. "Foi a justificativa do vereador.! 
--- - --- ----------- 
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J01NKL, TRIBUNA DA FRONTEIRA - DIÁRIO EGIONA 
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AI. Canur1,72 - SP - CEP 0061-030 - Te1. 575,5545 - Faz:544-2244 
QNEGA;Ao. _CAUSA_MAIOR. Tudo é moda. Mora há una verdadeira corrida P@ 
ra a "soluço" da crise do Estado: o combate à sonegação, Por aproxima;ao 
o PI brasllelro & de 400 bilhões de dólares, Se o Governo informa que o 
arrecadado de 25cerca de 100 bIIhões) e que podera arrecadar outro ta 
to, ter-se-la que a carga tributária que está na Lel é de cerca de 507 do 
PII, ou 200 bilhões de dólares. Não dá. Ou, então, a estatística não pas­ 
sa de adivinhação. O combate à sonegação passa pela redução da carga. Frl_ 
se-e que o dado são do Governo. 
* SONEGAÇÃO. SEGUNDA CAUSA. Al~m da carga legal excessiva. (a que seria ar 
recada se nao houvesse sonegaçao) outra causa importante e a confessada 
cobrança pelo fisco de Impostos ilegais, estimulado pelo fato serem pou - 
cos os que discutem em Juízo. O fisco sonega o direito do contribuinte de 
só pagar o •1uc for lcg,11, Sonegação recíproca, no mínimo. 
* SONECAÇ,.O. E'iTAT!STICA ENGANOSA. O (isco inclui no imposto que conside­ 
ra 1;one,,;vlo o imposto nao pago mesmo quando declarado. Inclui, também, c~ 
mo sonegnç~o o imposto cm discussão Judicial, que, pela sua própria natu­ 
reza é ele duvidosa legalidade e está "sub Judice", Isto é o contrário de 
sonegação. Trata-ue de contribuintes que nada escondem mas assumem o seu 
direito de acesso ao Judiciário, revelando ao fisco, de boa fé, o seu com 
porta~ento tributário. Pelas regras constitucionais não é admissível ai~ 
posiçao de penalidade, BASTANDO ESTAR A MATÉRIA "SUB JUDICE", sem ncccss_! 
dadc de liminar ou depósito. O fisco chaga a classificar de sonegação, pa 
ra fins de estatísticas, até mesmo os valores depositados em.Juízo apesar 
de a Calxa Econômica deter o MONOPÓLIO DOS DEPÓSITOS, para apuração PRESO. 
MIDA em projetos sociais. Não ingressam no erário público, mas no sistema 
financeiro estatal, estando a Caixa liberada de pagar juros e de remune - 
rar acima da inflação manipulada ou não , ficando com a diferença de ga­ 
nho financeiro. 
* SONEGAÇÃO. EFEITOS ECONÔMICOS. Parte substancial da sonegação decorre - 
do baixo poder aquisitivo da população. A Única maneira de vender - e do 
povo consumir - é expurgar-o imposto do preço e não pagã-lo. Nesse caso , 
a sonegação repercute no preço, reduzindo-o. O imposto nesse caso fica 
com o empresário. Simplesmente, o valor que lhe corresponde desaparece 
porque não foi cobrado. Isto quanto ao passado. E o futuro? Se forneces­ 
sário colocá-lo no preço, para começar a pagã-la, as vendas cairão, a re 
cessão aumentará, as empresas que assim atuam fecharão, os empregos dimi 
nuirão e os salários se achatarão. Poder-se-ia, designar esta como sonega 
cão social, já que é feita em benefício do consumidor carente. - 
* SONEGAÇÃO ANTI-SOCIAL. A sonegação, mesmo a defensiva, desorganiza a e 
conomia privada assim como a corrupção desmorona o setor público. Além - 
disso, são irmãos siameses e se auto alimentam. Produzem efeitos simila­ 
res nos preços e na remessa de recursos para fora de recursos que poderi­ 
am servir para investimentos internos,sem causa econômica justificável. 
Por isso, é um absurdo que o poder público invista numa política de novos 
impostos e de cobrança de impostos ilegais para manter a ineficiência e o 
desperdício.Não é só. Onde se concentra a fiscalização? No Sul e em São 
Paulo. Além disso, concentra-se em empresas e setores que, em regra, se 
localizam no Sul. Deve-se concluir que, proporcionalmente, a sonegação é 
menor no Sul, e especialmente cm São Paulo. Essa distorção geográfica tor 
na mais difícil a concorrência comercial para as empresas dessa arca. Õ 
mesmo ocorre com os segmentos economicamente mais organizados e as empre­ 
sas de maior porte, É o paraíso da concorrência desleal. 
* SONEGAÇÃO. FISCALIZAÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DE RENDA. Apenas cerca de 57 dos 
contribuintes sao fiscalizados, conforme alguns dados. O País seria, se 
verdadeiros, o poraiso da anistia forçada, automática e sem Lei que apre 
veja. Cinco anos sem fiscalização corresponde a uma anistia total, não - 
sô de penalidades, MAS DO PRÕPRIO IMPOSTO. Esta anistia automática e ins­ 
titucionalizada anti-social é uma das causas da injusta distribuição da 
renda Nacional. Os assalariados, de fato, não tem como escapar do imposto 
ao receber o salário, e como fugir da ineficiência e o desperdício gover­ 
namentais, que aumentaQ o preço dos produtos, pois do preço saem os impos 
tos para custear os gastos de Governo. 	- 
* SONEGAÇÃO E ANISTIA. A grita Nacional contra a palavra anistia esquece 
que todo o ano há uma colossal anistia não-declarada, pela decadência do 
direito do fisco de constituir o crédito tributário, em relação a todos - 
os não-fiscalizados. Sob este aspecto, o acesso ao Judiciário é de grande 
interesse público. Na sociedade civilizada a Lei tem prestigio garantido, 
através da utilização intensivo do Judiciário. 0 ajuizamento, por outro - 
lado, permite ao fisco conhecer os procedimentos pelos contribuintes que 
litigam. Assim, o fisco pode evitar a decadência. Os contribuintes que in 
gressam em juízo, são FISCAIS DE SI MESMOS. Declaram ao fisco o que consi 
deram duvidoso. Se perdem a ação, irão pagar o imposto. 	- 
Poderiam aguardar a fiscalização. Se não fiscalizados, ganhariam um 
ano de imposto por ano não examinado. Ingressar em juízo é prova de boa - 
fé e ATÊ DE PATRIOTISMO. Demonstra aos acionistas que não houve omissão - 
~qs administradores na defesa dos direitos legais. 
* SONEGAÇÃO. SOLUÇÃO FINAL. Hitler chamou de "solução final" o seu plano 
'de eliminar os judeus. O fisco brasileiro certamente não quer eliminar os 
• 
1
iontribuintes. Quer apenas domesticá-los. A solulão final, para o passado 
de culpas de ambas as partes, é o da anistia recíproca e abrangente. Opa 
gamento de uma porcentagem sobre o patrimônio dos contribuintes, como for 
ma de obter a anístia, zeraria o passado. Além disso, o fisco perdoado pe 
los anistiados dos impostos que tivesse recebido indevidamente. A arreca­ 
dação da anistia formaria um fundo de reserva para a transição para um no 
vo sistema tributário de quatro impostos e uma contribuição social (com­ 
isenção para produtos BÁSICOS de alimentação, habitação, vestuário saúde 
e educação). Tudo acompanhado de nova e rigorosa legislação penal ~ributã 
ria. Com a exclusão de todas as incidências de imposto sobre os demais,nã 
mesma etapa de produçao. Nao seriam cumulativos, não podendo haver cobran 
ça de_correção monetária antes do prazo de vencimento dos tributos, para­ 
que nao haja custos financeiros adicionais forcando os preços para cima. 
Uma soluçao final do bom senso. A guerra "santa" fiscal, fará da economia 
a sua economia a grande vítima. 
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Ennlnn Emmanuol, com sua proverbial oabcdoria, cm pnJcogra­ 
fia de Francisco Cándido Xavier: 
"O cnmcntiirio cm torno do- mal fi sempre o mal a expandir-se: 
Infcllzmcntc, é o que mais se faz, atualmente, sob a n•gên - 
eia doo mcioo de comunicação, particularmente a televisão, cs­ 
LD [ofoquclra eletrónica que revela insuperável vocação para 
deter-se nos ângulos mais escuros do comportamento humano. 
Objetivo: conquistar audiência. 
Montada sobre dispositivos mercantilistas, é mínimo o espa­ 
ç0 nessa "mfiquina de fazer doidos", corno dizia Sérgio Porto , 
para os programas de cunho educativo e muito menos os espiri - 
tualizantes. 
Atendendo à preferência dos telespectadores, consagra-oe o 
que há de chocante, mórbido e deplorável no comportamento huma 
no. 
Isso está bem caracterizado no jornalismo televisivo, parti 
cularmente no noticiário policial, que enfatiza os crimes he - 
diondos, cometidos com requintes de crueldade. 
Com isso multidões poêm-se a especular sobre as pessoas en­ 
volvidas. Amplia-se a fofocagem tão longe quanto alcançam as i 
rnagens transmitidas. Muito além do reduzido espaço em que as 
"comadres" outrora se aventuravam, "pichando" gente de sua 
rua, Bairro ou cidade. Hoje corno ontem- revela-se a mesma sem 
cerimónia da molecada que picha muros alheios. 
A maledicência corre solta. Falam de pessoas que não conhe- 
cem a intimidade; de acontecimentos que não presenciaram; de 
situações, motivações e influências que escapam à percepção 
desses "promotores" da injustiça. 
"O adensamento da atmosfera psíquica de uma cidade, a par­ 
tir das fixações da população e.m torno da violência, favorece 
o aumento significativo de acidentes, tragédias, crimes, aten­ 
tados". 
Contrariando a orientação evangélica, reprovam o comporta - 
mento alheio, sem reconhecer o muito de reprovável que há em 
si mesmos. 
Quando o céu escurece, carregado de nuvens, logo ribombam 
trovões e despencam raios destruidores. 
Da mesma forma, o adensamento da atmosfera psíquica de uma 
cidade, a partir.das fixações da população em torno da violên­ 
cia, favorece o aumento significativo de acidentes, tragédias, 
crimes, atentados, 
ta lenha da inconsequência a propagar a fogueira do mal. 
Por outro lado, as discussões em torno da criminalidade pri 
rnam por absoluta falta de religiosidade, ainda que se digam re 
ligiosos os que delas participam. 
Os indivíduos que se comprometem no chamado crime hediondo 
tão logo rebaixados a monstros, como se houvessem perdido a 
condição humana e a filiação divina, aberrações antinaturais. 
- t melhor acabar com eles! - sugere considerável parcela - 
da população, aplaudindo-se os ·linchamentos e a iniciativa dos, 
matadores que atuam à margem da lei, embora não raro a repre - 
sentem. Conta-se, num dos evangelhos apócrifos, que, após a 
crucificação, a primeira preocupação de Jesus foi descer ao in 
ferno (diríamos umbral), para socorrer Judas. 
Pode existir dúvida quanto á autenticidade da ocorrência , 
mas não quanto ã possibilidade de ter ocorrido. Está de bem de 
acordo com o pensamento de Jesus. 
o criminoso precisa de ajuda. Foi vitimado pelo pior de to­ 
dos os males: infringiu a Lei Divina. 
Amargas reparacões o esperam. 
Consideremos outro aspecto, talvez o mais importante: a si­ 
tuação daqueles que desencarnam em face da violência que sofre­ 
ram. Regressando ao plano· espiritual na condição de vítimas , 
habilitam-se a amplo amparo de benfeitores espirituais carinho 
sos e atentos. 
Mas há serio problema. 
A pressão vibratória densa, deletéria,· que se abate sobre~ 
les na medida em que as multidões se põem a fofocar sobre sua 
desdita. 
Isto lhes impõe indesejáveis lembranças relacionadas com as 
circunstãncias trágicas que determinaram sua desencarnaçao. 
Paradoxalmente, certamente enviariam uma mensagem para am·­ 
pla divulgação pelos meios de comunicação. 
Breve, dramática, desesperada: "Imploramos um pouco de paz. 
Pedimos a bênção de uma oração. Quanto ao mais, 'por Deus! Es 
queçarn!". 
CARACOL, EM CHOQUE 
Segundo informções que sta 
nos recebendo da vizinha c1dado 
c'c Caracol, p.riltÍ.Cill'.J_nlc Leda E_ 
qucla população se encon ra cho 
cada com o caso da mãe solteira 
que para esconder o fa o de que 
iria ser mãe, deu a luz ·m uma 
privada e jogou a criança no bu 
raco. Não só Caracol, Dela Vis- 
DELEGADO TRANSFERIDO 
Depois de mais de tr6s anos Policia de D,la Viata. Ao Dr. 
de cxce lcn tcs serviços presta - Raimundo nossos desejos de or­ 
dos à Dela Vista, o Delegado de te e sucessos nas suas nova,o 
policia José Raimundo Pinto Fi- funções e esperamos que todos 
lho foi transferido, por promo- os obstáculos que i;c lh,• upn: - 
cão, para a cidade de Aquidaua- sentarem sejam trannpo~,LOc; con 
na. Dr. Raimundo corno é mais co altivez e detc:rrninJçiio, co:'!O o 
nhecido, ainda se encontra cm fez em Bela Vista ao longo dos 
Bela Vista e sõ deverá se apre- tris anos que aqui prrslou •·~u~ 
sentar em Aquidauana após o seu relevantes serviços, tendo mui­ 
periodo de férias. Não sabemos, tas vezes de enfrentar at~ ~~G­ 
por enquanto, qual o Delegado - mo a falsidade de alguns r 1, in 
que vai assumir a Delegacia de compreensão de outros. 
CÀMARA DÁ UM EXEMPLO DE MATURIDADE 
Desde o inicio da atual le - 
gislatura temos acompanhado o 
trabalho dos Vereadores belavis 
tenses e podemos afirmar com t~ 
da certeza que a julgar pelas - 
primeiras sessões deste segundo 
semestre Legislativo, os nobres 
representantes do povo belavis­ 
tense estão dando um verdadeiro 
exemplo de maturidade política. 
Parece-nos que alguns tipos de 
ressentimentos políticos estão 
sendo deixados de lado para dar 
lugar cada vez mais ao verdadei 
ro papel do Vereador, legislar 
em prol do povo, de maneira ge­ 
ral, independentemente de co 
res, siglas ou partidos. A per­ 
feita integração entre Vereado- 
ta inteira esta a o. ita, cd 
um que .om conhece n nto do fac 
lo ch·aa a sentir um frio D 
pinha só de imaqin r tonho 
mons ruosidade con ra tu.n p br 
e inocente er humano rcc -1 
cido. 
cm comentários esa de, uma­ 
nidade. 
rcs da situação e da oposiçiio - 
nas discussões que dizem respel 
to aos interesses da população 
belavistense, dos moradores aos 
Bairros ou de uma determinada - 
parcela de nossa comunidade,que 
está existindo hoje na Câmara - 
Municipal de Bela Vista, é um 
exemplo a ser seguido pelas de­ 
mais cãmaras Municipais de nos­ 
sa região. Desde a êleição dos 
atuais Vereadores já dizíamos - 
que o povo de Bela Vista estava 
de parabéns por ter escolhido u 
ma cãmara Municipal de alto ní­ 
vel, e é isso que estamos veni­ 
do no desenrolar· dos tra - 
balhos legislativos de Bela 
Vista. 
INCENTIVO AO CJCLISMO 
Temos visto que mais de qua­ 
renta ciclistas, na maioria 
jovens, estão treinando diaria­ 
mente na Avenida Teodoro Sativa 
e procurando se aperfeiçoar nes 
te esporte que a cada dia ganha 
maior projeção em toda a nossa 
região. Para se ter uma idéia, 
no próximo dia 29, estará acon­ 
tecendo uma prova ciclística na 
vizinha cidade de Caracol e de­ 
verá contar com a participação 
de mais de 100 ciclistas de vá­ 
rias cidades do sudoeste do Es­ 
tado; em nossa cidade teremos - 
outra corrida no próximo dia OS 
de setembro e outras que estão 
sendo programadas. 
Segundo os próprios ciclis - 
tas, o maior problema em Bela - 
Vista é a falta de um local ade 
quado para os treinamentos dos 
corredores, a Avenida Teodoro - 
Sativa além de ter um considerá 
vel movimento de veículos encon 
tra-se com o asfalto bastante= 
deteriorado, o que prejudica em 
Muito a obtenção de um melhor - 
desempenho por parte dos ciclis 
tas. 	- 
Parece-nos que estava na ho- 
ra das autoridades Municipais , 
Vereadores, empresários, comer­ 
ciantes, enfim, aqueles que po­ 
dem fazer alguma coisa pelo ci­ 
clismo belavistense, darem a 
sua parcela de colaboração, o 
primeiro passo seria realização 
de provas para escolher os cin­ 
co melhores ciclistas belavis - 
tenses, os quais poderiamn repre 
sentar a nossa cidade em corpe­ 
tições que normalmente aconte - 
cem em outros Municípios. Gente 
interessada e dedicada à esse - 
esporte temos de sobra em Bela 
,Vista, a exemplo do "Zé Cario - 
ca", morador do Bairro Ãgua Do­ 
ce, que todos os dias treina 
com vários jovens que, como ele, 
almejam um futuro melhor para o 
ciclismo belavistense. 
Pensem no assunto, só a ti - 
tulo de informação, centenas 
de pessoas, entre atletas, fami 
liares e adeptos, estão envol = 
vidos direta e indiretamente 
neste tipo de modalidade espor­ 
tiva em nossa cidade, para as 
quais qualquer apoio será sem - 
pre bem vindo. 
Prefeitura Municipal de Bela Vista 
COMPLEMENTAÇÃO DO EDITAL Nº 14/93, PUBLICADO NO JORNAL TRI.BUNA DA FRONTEIRA NQ 1381, DE 12 DE AGOSTO DE 1.993, REFERENTE AO CONCURSO PDBLICO PARA PRO­ 
VIMENTO DE CARGOS DO QUADRO PERMANENTE DE PESSOAL DA PREFEITURA MUNICIPAL DE BELA VISTA - ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL 
> 
601 - 8 - AUXILIAR DE SERVIÇOS GERAIS INSCRIÇÃO NOME DO CANDIDATO 	EDIA ISCRIçXO NOE DO CANDIDATO 	MEIA 
INSCRIÇÃO 
096-9 
0097- 
0143-0 
0331·9 
0417-2 
0602-6 
0623-8 
0150-8 
0075- 
0228-6 
0335-1 
0568-8 
01.17·1 
Olli-L. 
0351-2 
00,1·8 
0236-1 
0527-2 
0071-1 
0590-8 
0019-6 
04.!.8•6 
0469-8 
0501·0 
NOl1E DO CANDIDAIO 
Ro:r.eu Cezar Mendes 
Marinete Tereza A. Orosco 
Zilda Ojeda Freitas 
AuzenI Ncanor da Cunha 
RomI Ida Dava los 
MarIlene Boelra de Oliveira 
Ze ferina Palacio Cardosa 
Ercotildc.s C:lbr.tl DLas 
11 ton Orosco 
Leonora Coene 
Ze ferina Caceres 
Claudete dos S. Balta 
TertulLa Areco Freitas 
Maria L. Gonçalves Barbosa 
Concelçio de Melo Teixeira 
Manoel AriIha 
Cl:.rndi.1 de Lclio 
Verginta Mui lera ar;as 
LuLz Marfo Martinez 
O1avo untzel 
Raio Od!1 Marques Leite 
De Jaira Mendonça 
Max!:o Medina 
Mercedes Vilalva 
NE:OlA 
81.00 
81.00 
81.00 
Sl..00 
81.00 
81.00 
81.00 
79.00 
79.00 
79.00 
79.00 
79,00 
79.00 
79.00 
79.00 
77 .00 
76.66 
76.66 
76.66 
76.66 
75.00 
74.66 
74.66 
7.66 
018-0 
0035-7 
0162-6 
0238-8 
0328-4 
0611-0 
0089-9 
0129-6 
0368-1 
0607-7 
0369-0 
0173-6 
0301-3 
0054-2 
0060-1 
0142-2 
0416-4 
0127-0 
0365-7 
0159-1 
0535-8 
0033-0 
0140-6 
0163-4 
Cosr.ie Dam.1.lo D.Jvn los 
Bernardina Coene 
RoselI Colareas Valdez 
Ze ferina Roelro Vasques 
Onorln.:i Iba.nhe_s Centur ion 
Tclm.:t M..'lrla B.u-:-cto flores 
Eraso Benitez Cruz. 
ar I1da To·rres 
Mar Ina 0ssuna 
Arnaldo de SOuza 
Izaura Hoffezeister 
Candida Mendes Aruilera 
F.:'udo Ro:::ero 
Verinha Lescano M!randa 
Aristc:u Ajnla 
A1r:1ndn. Tc.t.xc:ira Ah'ê..S 
Nl ld:i Xcdln.1 
Severino Maciel 
Tereza Caarra 
Diva Medina 
Juli:t Ortl: Ht'5a 
RoseveL. Felix de Souza 
Lonard.a Medina Crista!do 
Scrr;io Xir.::e.ncs 
72.66 
72.66 
72.66 
72.66 
72.66 
72.66 
70.66 
70.66 
70.66 
70.66 
68.66 
68.66 
68.66 
68.66 
68.66 
6s.66 
68.66 
é .J3 
66,66 
E-.6u 
6o.J2 
6.1 
64.33 
6.:.. 3J 
0232-9 
0103-3 
0014-5 
0458-8 
0356-3 
0207-4 
0280-1 
0302·1 
0370-B 
0520-5 
0026·3 
0264-0 
OJS0-0 
MarLa N!!za Roch. Mar::: 
Copr inno Ab..:Jd te 
Jo.io C..•ldino Ci t 
NerocIr Hoffzelster 
Batista Luzardo H. dos Santos 
Tcodoro Coronc: I 
Francisco Chaves Alves 
Mar Ia OIirpla Medina 
Dorali cc :rcc 
Joseni!de P. de Souza Moura 
Aristfdes Cabanhe Arco 
Miguel Felipe de Capo 
Maria ClaudIna de Souza 
64.JJ 
64.33 
64.33 
6',.)) 
62.33 
€2.33 
62.13 
(:. Jl 
62.33 
62. )J 
ô0.00 
58.).) 
5.00

JOF!AL 'TRIBUNA DA FRO'TEIA D1PIO REGIOSA 
- ---- 
1 
a we 
6 
1 
1 
«o' 
1 
1 
___ _j 
Encontro da lldjori 
Sucesso absoluto o Encontro da ADJORI - 
{MS) - Associação de Diretores de Jornais 
do interior - realizado em Ponta Porá no 
iiltimo final de semana. 
PRESENÇAS 
Presenças do Presidente da ABRAJORI 
Associação Brasileira de Jornais do Inte - 
rior - Elson Ilha de Macedo; dos Deputados 
José Carlos Monteiro e Alberto Rondon, do 
Prefeito Oscar Goldoni e diversos assesso­ 
res, entre eles Francisco Lagos, Secretá - 
rio de Comunicação Social da Prefeitura de 
Ponta Porá: 
POPULARIDADE 
Comentada a popularidade do Prefeito Os 
car Goldoni e seu relacionamento com a im­ 
prensa interiorana. Oscar foi homenageado 
pelo trabalho que vem desenvolvendo naque­ 
la cidade fronteiriça. 
JORNALISTAS 
Dezenas de Jornalistas (Diretores de 
Jornais)e repórteres estiveram presentes, 
destacamos João Natalício (Ponta Porá); Pe 
dro Arizoli (Nova Andradina); Rosário Con­ 
gro Neto (Três Lagops); Duprê Garcia Coe - 
lho (Campo Grande); Irineu Ferrari (Miran­ 
da); Alvaro Pereira (Jardim); Jairo Alves 
(Mundo Novo); .Ivaldo Pereira, Maria Estela 
Velásquez Pereira e João Carlos Velásquez, 
representando Bela Vista, Jardim, Porto 
Murtinho, Caracol, Bonito e Antonio João ; 
Adiles Torres (Dourados); DorivalQuintana 
(Dourados); Vitor (Dourados~ Iguatemi e Fá 
tima do Sul}. Tivemos representantes de co 
rurnbá, Naviraí, Chapadão do Sul, enfim, de 
todas as cidades do MS. Sucesso absoluto o 
Encontro promovido pelo Presiàente da ADJO 
RI, Jorge Pacheco e apoio do Prefeito Os= 
car oldoni e Josê Carlos Monteiro (Deputa 
do). 	- 
Flagrantes do Encontro da Adjori 
1 
f
'=""-·.· . , .... 
' . 
• 
""·""' .. 
"«·· 
,,:J ·.,···. 
r- 
l 
..... 
+à 
Prefeito Oscar Goldoni e Deputado Alber­ 
to Rondon, ao fundo o Jornalista Joao Nata­ 
lício de Oliveira 
PALESTMS 
Valeu a pena participar do Seminário 
promovido pela ADJORI, ABRAJORI e SEBRAE, 
palestras a respeito dP. Circulação, Adrni 
nistração, Marketing e Comercialização , 
ministradas por Eládio Vieira da Cunha, do 
Jornal do Povo, do Rio Grande do Sul e Hen 
rique Chalegre, Consultor do Jornal Zero= 
Hora, também do Rio Grande do Sul. 
NO JANTAR 
No Jantar de encerrnrnento fizeram uso 
da palavra o Presidente da ADJORI, Jorge - 
Pacheco; da ABRAJORI, r.lson Ilha de Mace 
do, Prefeito Oscar Goldoni e Duprê Garcia 
Coelho. 
ELOGIOS 
Duprê elogiou o nosso Diretor, Ivaldo - 
Pereira, pelo lançamento do livro "Nas Ma- ' 
tas do Perdido", "o primeiro trabalho de 
um jornalista do interior, agora também es 
critor, o nosso amigo, nosso companheiro , 
Ivaldo", disse Duprê. 
Os convidados e palestrantes recehoram 
um exemplar, também o C.omandante do 110 
RC MEC, presente no Jantar. 
ATE: SÃO PAULO 
Sob todos os aspectos o Encontro de Pon 
ta Porá foi um sucer:so, nos próximos dias 
20, 21 e 22, acontecerâ o Congresso Nacio­ 
nal, em São Paulo, na flespedida um "até 
São Paulo, companheiros". 
Veja alguns Plagrantes do Encon- 
tro da ADJORI 
Rosário Con ro Neto ('Tre Laqoas) o I - 
va1do Pereira (Bela Vista) os ãoi 16e@r 
ram dos tempos em ruo rGrio era Dcpütado 
Pedcral. O r presentante de 'I'r«:>s r.a ou:; .: 
quer uma reunião da Adjori em sua cidaao , 
com a articiacao de Jornal ias (convida 
dos) do Noroeste do Estado do o p1 
Eládio, do Jornal do Povo, do(Rio Gran­ 
de do Sul) e Inna, do Jornal Enfoque, de 
Dourados 
4 
, j 
t 
.,,., __ ., e 
r ,_ . 
• à s -oo 	li 
Comandante do 110 RC MEC Valmir Gallo, 
esposa e Maria Estela Velasquez Pereira 
1 
de Bela Vista 
Elson e Pacheco, ouvindo atentamente as 
palestras no auditorio da Prefeitura Munici 
pal de Ponta Porã, vendo-se ainda Duprê e 
Ferrari 
11 r. 
aos presentes, no jantar o 
Prefeito Municipal Osca.r Gol 
Restaurante cnopão La Sis 
Advocacia 
Duprê 
ferecido 
doni, no 
CLÁUDIA L. 0CARIZ ALMIRXO 
Advogada 
Rua Guia Lopes, 550 
FONES: Esc. (067) 439 1363 
Res. (067) 439 - 1356- 
CEP: 79.260.000 
ela vista MS 
•·-----i 
1 
VACINE 
DIA: 
NÃO ESQUEÇA; 
SEU FILHO DE O A 5 ANO 
25 
DE AGOSTO DE 1. 993 
-) 
-