~ 
OIARIO REGIONAL 
BELA VISTA/MS ANO 2I - NO 139I - DIRETOR IVALDO PEREIRA - 3I DE AGOSTO DE 1993 38 FEIRA - PREÇO DO EXEMPLAR CR$ 40,00 
NILCE- ISSINI CONVÊNIO EM BRISILII 
/ Prefeita De Antonio João, Nilce Alves de Oliveira assina convênio em Brasília 
Em 18 de Agosto 
do corrente ano, com 
o Ministro da Intc 
gracão Regional, S@ 
nador Alexandre Cos 
ta, com a presença 
da Prefeita Sra. Nil 
ce Alves de Oliveira 
foi assinado Convê 
nio no valor de 5 
milhões de cruzeiros 
reais, para obras de 
Infra-Estrutura bási 
caem Antonio João. 
Foram viabiliza 
dos também através - 
de gestões do deputa 
do Flávio Derzi, e 
já assinado o compe­ 
tente convênio, re 
cursos da ordem de 
( 9.900.000,00 ) no 
ve milhões e novecen 
tos mil cruzeiros 
reais, junto ao Mi 
nistro da Edu 
cação para a unidade 
e complexo escolar, 
para a melhoria do 
ensino fundamental 
cm Antonio João. 
Desta forma, a 
prefeita Nilce Alves 
de Oliveira, com a 
sua dinãmica admini6 
tração está encon­ 
trando todo o respal 
do no trabalho execu 
tado pelo Deputado 
Flávio Derzi que, 
respeitando o seu 
compromisso maior 
que é com a melhoria 
da qualidade de vi 
da da população, vem 
dedicando atenção es 
pecial à comunidade­ 
d0ste município. 
76 Leilão Apa Corte 
DIA 02/09/93 - sa FEIRA 
LOCAL - PARQUE DE EXPOSIÇÕES RIO /PA 
REALIZAÇÃO - SINDICATO RURAL DE D.VISTA 
& 
LEILOBOI - LEILOES RURAIS 
ÃS 20:00 HORAS PARTICIPE ! 
,e 
Foi um sucesso absoluto a 
promoção do Hotel Pousada da 
Fronteira, leia-se Gão e Tati ; 
Federação de Voleibol e Prefei­ 
tura Municipal, a la Etapado 3° 
Circuito de Voleibol de Areia 
"Duplas" neste final de semana. 
Com muita garra e determi­ 
nação, no sábado a dupla Victor 
Hlugo e Elton conseguiram a elas 
sificação, após vencer com bri­ 
lhantismo tres partidas. Foi a 
Ünica dupla de Bela Vista a se 
classificar. 
No domingo, já ~om as pre­ 
senças das feras do voleibol de 
areia (duplas) do Estado, Bela 
Vista fez bonito, obtendo o 30 
lugar, com a dupla Ivaldo Ju 
nior e nadson. 
Na edição de Amanhã cober­ 
tura completa, com fotos, fala 
remos a respeito da brilhante 
conquista do voleibol belavis 
tense e da promoção que mo 
bilizou a cidade. 
Aguardem! 
Previdência Social lntensif ic•a ftção 
para Aumentar Número de 
Cartões Magnéticos Universais 
O Ministério da 
1 t Previdência Social 
está intensificando­ 
junto à rede bancá 
ria, através da F 
braban, a emissão de 
cartões magnéticos 
universais. 
o objetivo é 
fazer com que todos 
os aposentados e pen 
sionistas passem a 
receber através des 
ses cartões, que pos 
sibilitam a reti 
rada do pagamento em 
qualquer agência de 
um mesmo banco atra 
vês do sistema de a 
tendimento 24 horas. 
Página - 02 
ATITUDES IRRES­ 
PONSÂVEIS COLOCAM EM 
RISCO A SAÔDE E A, 
SEGURANÇA DA POPUL, f.'" 
ÇÃO BEIAVISTENSE t . 
S. 
Estamos diante x 
de uma situação aqui ' • • 
em Bela Vista q/ vai 
contra toda uma edu 
cação ambiental, (Ho - 
je muito propagada , 
inclusive ocupando 
horários nobres na 
televisão brasileira 
com o único objetivo 
de conscientizar a 
população, quanto a 
preservação do meio ., 
ambiente) que é o dg 
posito de lixo na e_12 .J::i;;, 
terada da cidade. Pa M??} 
ra quem .passa pelo i 
local, pressente a 
imagem do próprio su • 
gismundo.. - 
1 
O SINDICJTO RURAL DE CARACOL PROMOVE: 
45 Leilão Caracorte 
DIA- 08/09/93 - QUARTA-FEIRA 
LOCAL - TATERSAL DO SINDICATO RURAL DE CARACOL 
REALIZAÇÃO - SI"NDICATO RURAL DE CARACOL E 
PORTEIRA LEILOES RURAIS 
VÃ E FAÇA BONS NEGÓCIOS 
CARACOL ESPERA POR VOCE 1 
A PEDIDO 
Veja matéria pu 
blicada • A Pedido",+­ 
na Página - 03 des­ 
ta edição. 
O Problema do 
Depõsito de Lixo em 
Bela Vista se trans­ 
formou nuna novela. 
E não é de ho 
je. 
Hã muitos anos 
que vereadores, pre 
feitos, a comunidade 
enfim, não se enten­ 
dem quanto ao local 
mais apropriado. 
Semana passada 
o Prefeito Abraão Za 
carias pediu a cola= 
boração dos vereado­ 
res, reza o manual 
3-3.< 
0,%3 
? 
 
~ 
• .. 
,, 
aberto 
O Problema do Lixo 
das boas administra­ 
ces que várias ca 
becas reunidas encon 
tram com mais facili 
dade a solução parã 
os mais diversos pro 
blemas. 
Soluções e não 
criticas. 
Muda-se daqui 
prá 1á, de lá prá cá 
e não se contenta 
ninguém. 
Ao invés de cri 
ticarem, se bem que 
a crítica construti­ 
va ajuda, é preciso 
também somar esfor­ 
ços, vontades e solu 
cionar DEFINITIVAMER 
TE O PROBLEMA. - 
Onde colocar o 
lixo de Bela Vista? 
l 
Caracol em Sociedade 
Acontecimentos sociais/Página - 06

JORNAL, TRIHUNA DA FRONTEIPA -- DIÁRIO CIO''L 
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Jotagê Flores 
Qualquer político neste Pais, detesta - que conhece sobre os meandros de como che­ 
abordar o tema do Manor Infrator, pois o qaram até ali, não encontram um minuto de 
assunto e intrincado e se a sua ver sensatez para fazer um mudança nas Leis 
dadeira opinião for emitida - aquela que deste País?? Será que agora, quando se co­ 
ele realmente pensa cor a sua consciência- gita uma revisão constitucional,terão eles 
corre o risca de perder alguns adfiptos que força suficiente para v nccr os "lobys"dos 
estão infiltrados nas associações de Defe- defensores dos bandidos e contraventores - 
sa do Menor, instituições religiosas e tan que estarão nas galerias do Congresso Na 
tas outras que existem por aí, e que falar cional, para mais uma vez defender os leqi 
em direitos humanos sempre cm defesa do times interesses do "menor b;rndlclo"??. • • e 
bandido e nunca da vítima, ou das vítimas. dos bandidos de forma generalizada? 
Os absurdos praticados por "menores" É preciso lembrar que a pessoa direi a, 
ilustram diariamente o noticiário Nacional o homem de bem não se preocupa com mudan 
através da Televisão e de outros meios de ças nas Leis, pois, por não infringi-la 
comunicação. Temos visto disparates crimi- não teme as suas malhas. SÓ tem medo do 
nosos inconcebiveis, praticados por meno texto das Leis, aqueles que costumam con 
res, desgraçadamente, protegidos por Leis traria-la. 
mais absurdas ainda. 	A se julgar pelas aparências,parecc que 
Ninguém, em sã consciência pode conce na realidade o problema do menor infrator 
ber que um rapaz de 14 a 17 anos, não sai- é mero assunto de retórica. Tivessem os po 
ba o que faz. Essa história não tem senti- líticos e os magistrados a verdadeira von= t 
do. f: preciso que os Senadores, Deputados, tade de acertar, dispensariam as suas "mor 
magistrados, Entidades religiosas e as prf domias", suas viagens por conta do nosso 
prias instituiç6es que defendem os Direitos bolso, suas "gostosas secretárias", que só 
Humanos, tenham mais consciencia da verda- prestam para depois do expediente e às ve­ 
deira razão das coisas e reconheçam que zes até durante suas "viagens às bases" pa 
bandido, tenha ele qualquer idade,deve ser ra prometer muito e não fazer nada, seu in 
punido e dependendo do tipo do crime prati findável número de nomeados para coisa ne­ 
cado, com maior rigor ainda! 	nhuma e partiriam para a solução do proble 
Os responsáveis pelas Leis não podem se ma. Abolidas todas essas safadezas ofi 
esquecer da situação irreversivelmente do- ciais, sobrariam recursos para serem inves 
lorosa de tantas famílias que ficaram sem tidos pelo Governo na Construção de presi­ 
seus pais ou de tantos pais, que ficaram dias-escolas, onde se tentaria a correção 
sem seus filhos, por latrocínios horrendos do menor. 
praticados por esses "inofensivos menores~ Toda e quaisquer providências sobre es 
que nem sequer podem ser mostrados na Tele se assunto requer coragem. Os legisladores 
visão, para que se veja a cara e os nomes • tem que se investir de coragem para mudar 
desses malditos protegidos pelo absurdo de essas Leis absurdas, que somente favorecem 
nossas Leis, que deixa transparecer,ter si aos bandidos. Menor assassino e latrocida, 
do elaborada por bandidos e não por homens é bandido e por isso mesmo deve ser puni - 
direitos! 	do! Deve no mínimo ser afastado do conví 
Ao defender a tese de que o menor nao vio com a sociedade e o Governo garantir 
sabe o que faz, os legisladores estão se meios para isso. 
esquecendo de que Pelé, o rei do futebol, Todas as Leis determinam direitos e de 
tinha 16 anos quando ingressou na Seleção veres como princípios fundamentais na vida 
Brasileira e mostrou ao Mundo inteiro que do ser humano. Quem não cumpre deveres,não 
sabia muito bem o que cstava fazendo! tem direito a usufruir dos seus direitos. 
Será que esses políticos que se dizem Menor que mata é'bandido e não merece o 
nossos representantes e que deveriam ser respeito da sociedade. Não merece a pro 
coerentes com os nossos anseios que se "su teção das Leis. 	- 
jam" de iredo do K: Farias falar as verdades 
» 
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Diretor-Redator-Chefe: Ivaldo Pereira 
Diretora Administrativa: Maria Estela Ve 
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Secretário de Redação: Ubaldino R:Jdrigues 
Reportagens: João Carlos Velasquez, Ar 
dré Ávalo, Luiz Henrique (Lile), Firmino 
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Redação, Departamento Comercial e Parque 
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+ FIL IADO A ADJ ORIHS ) E ABRAI ORI 
0 J o rna	l não s e responsabiliza pe l o s a r t i g o s as s i n a 
dosou de origea defLnfda. 
* ~emplar .• ••..................... 30,00 
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Assinatura Mensal ..--.------....600,00 
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Assinatura Semestral ..----...3.600,00 
Assinatura Anual ..-------....7.200,00 
* JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA: 
• QUE O POVO SEJA BEM INFORMADO "

JORNAL, 'TPINA DA TONTEIRA 	V J '..'J A, 	1.993 	03 
-------=======:==============::======:::-:::-:-:-::::::=::::-:=====:::::==============--=-=-=-=----=-=-=-=-=-=-=-=-=.:=========- 
iinuEs IRRESPSíEIS ECOLOEAM EM RISCO AI SíE 
E D SEGURRNÇI DA POPULAÇÃO BEUIYISTENSE 
l 
Estamos diante de uma 
situação aqaL em lela 
Vl1,,tn que Vfli contra to­ 
uma cducnçíio ambiental , 
(hoJe multo propagada, 1n 
closlve ocopando horãrI­ 
os nobres na televisão - 
brasIlefra, com o nico 
objetivo de conoclenti - 
znr a populaçíio, quanto 
a preservação do melo am 
biente); que é o depôs1- 
to de lixo na entrada da 
cidade. Para quem paAsn 
pelo local, pressente a 
Imagem do próprio sugis­ 
mundo. 
sabemos que o Órgão - 
Público tem o dever de 
preservar o mei_o ambien­ 
te, não de degradá-loco 
mo vem ocorrendo. 
Tnl atitude, além de 
irresponsável é segura - 
mente uma afronta à Sai­ 
de Pública e a segurança 
do trânsito, já que o de 
pósito está às margens - 
da llR 060. 
Conforme a Lei 950,rc 
ferente à Proteção à sa; 
de, feita pelo próprio E 
xccutivo e dcsrespeitadã 
pelo mesmo. "A Sade é 
um bem jurídico e um di­ 
reito social e fundamen­ 
tal do ser humano, sendo 
dever do Município, pro­ 
ver as condições indis - 
pensáveis ao seo pleno e 
xerc{cio". 
Diz ainda em seu Art. 
13 - Fica proibida a de­ 
posição de lixo, restos 
de cozinha, estrumes, a- 
nImals mortos e resíduos 
cm terrenoA haldlon, pá­ 
tios ou quintais de qual 
quer propriednde, ou i 
céu aberto. 
O local, onde estão 
dcRpcjando o lixo é to - 
talmqntc inadequado; co­ 
mo jÚ mencionamos é ao 
lado dn Rodovia, mais 
precisamente em frente - 
ao portão da Fazenda do 
Sr. Hélio atIllan!. Mas 
caso os leltores não con 
seguirem localizar somcn 
te com as informações a:= 
cima, basta oeguirem os 
restos de lixo que estão 
por toda a margem da Ro­ 
dovia, até o suposto "de 
pósito". Pelo caminho vo 
cês Já vão encontrando - 
latas de Óleo, sacos plãE 
tices, papéis e toda uma 
vasta opção de materiais 
que são jogados fora pe­ 
la população. 
O problema é inques - 
tionavelmente sério e o 
pior sao as consequen 
cios desse ato. 
1 - Moscas feito enxame. 
2 - Fumaça,(queimam o 11 
xo diariamente), com e 
feitos nocivos à saúde , 
além de prejudicar o trã 
f ego de veículos na Rodo 
via. 	- 
Um ato, quando pouco, 
lesivo ao meio ambiente, 
pondo em risco ainda as 
pastagens das Fazendas - 
circunvizinhas, que vi - 
vem sob a ameaça de qaei 
madas, principalmente 
neta época de pasto se"- 
co. 
J - o local está próxJ,nu 
a um3 pJsta de pouso e 
decolayem de aeronaves , 
não havendo necessidade 
de dizer, do perigo quP 
isso representa. 
Acho isso "uma vergo­ 
nha para llela Vista; o 
Poder Executivo sabe e 
está especificado cm sua 
própria Lei de Saúde PG­ 
blica, que a coleta, o 
transporte e o destino - 
do lixo não podem acarre 
tar malefícios ou incon:= 
ven[entes à saúde,ao bem 
estar público e à estétt 
ca. 
Tenho presenciado, a­ 
nimais fazerem uso da á­ 
gua empossada no local , 
além de pessoas, entre e 
las mulheres grávidas i 
crianças, que vasculham 
o lixo, em busca de roa­ 
pas, sapatos e materiais 
de alguma forma aprovei­ 
tãvel, tendo contato di­ 
reto com o lixo, contami 
nando-se e adquirindo - 
doenças que o próprio ca 
rente nem sonha que virá 
à sofrer. 
Um quadro decadente e 
degradante, que choca 
qualquer pessoa. A Secre 
tar1a de Sade e a Vigi­ 
lincia Sanitária, fecham 
os olhos para o problerra, 
como se isto-não estives 
se sob suas responsabili 
dades. Do jeito que esta 
sendo depositado o lixo 
da cidade, parece que 
nem há necessidade de se 
fazer um trabalho sanita 
rista, que todas as nor­ 
mas e regras sobre saúde 
pblica são mera "conver 
sa f1ada". - 
O ruim de tudo isso é 
que esta não é a primei­ 
r atitude Inconsequen - 
te, o outro depósito de 
lixo era nas proximida - 
des do Aeroporto Monici­ 
pal e até hoje não foi 
feito o aterro da área. 
Muitos perguntam, mas o 
que tem que ver lixo com 
avião, é que onde há li­ 
xo, há urubus e esses 
são verdadeiras ameaças 
às Aeronaves. Os pilotos 
estão em alerta constan­ 
te, Já reclamaram dope­ 
rigo que enfrentam e pe­ 
diram providências urgen 
tes, antes que algo de 
mais grave aconteça; gra 
ças é claro a irresponsi 
b1l1dade do Poder PblI­ 
co que negligencia a se­ 
gurança do tráfego aéreo. 
A atitude displicente 
se estende ao próprio 
serviço de coleta de li­ 
xo da cidade, com veícu­ 
los em péssimas condiçõ­ 
es, inapropriados ao era 
bolho, caindo aos peda - 
ços, além dos funcionar! 
os não possuirem nenhumã 
proteçao para o manasefo 
com o lixo, um verdadei­ 
ro atentado as noras de 
salubridade. 
A solução proposta pe 
lo próprio Prefeito, qde 
seria a ocupação da área 
da Prefeitura próxima ao 
Aeroporto (árPa polemiza 
da, questionada, ajuiza:= 
da e tida coo a "menina 
dos olhos" do vice-pre - 
feito; que anteriormente 
dizia ter projetos para 
o local como a implanta­ 
ção de Escola Agrícola, 
Cinturão Verde, etc)para 
all fazer o depósito sa­ 
nitarfo do HanfcIp1o,ta 
bém não é viável. 
(Vereador Marco Rondon) 
UM PROJETO DE FEOERACAO 
A NAÇÃO ESTÁ INVIÁVEL. ESSA É A LEITORA DE UM CONJUNTO DJ; PROBLEMAS 
A conjuntura retrata a socieda boição de renda: sistema educacio para os filhos, a responsabilida­ 
de, em todos os aspectos. Não só nal eficiente e mecanismos instit de pelo ensino fundamental é téc­ 
neste governo, mas em todos. O clonais de concorrência, apoiado~ -nico-profissionalizante e, às es­ 
llrasil carrega problemas estrutu- no Estado de Direito, para possi- taduais, com quem o sistema produ 
rais de décadas, com inflação per bilitar aos talentos, utilidade,e tiva deverá fazer parceria, pelo 
manente há trinta anos e recessãÕ a todos, progresso social atra - ensino superior e pelo desenvolvi 
hã doze, como consequência da al- vês da capacidade, esforco e ambi menta científico e tecnológico ~ 
ta centralização política e fina cão. E o caminho seguro da justi- sob gerenciamento das Universida- 
ceira na União, que conduz ao imo ça social. 	des, e cor autonomia. 
bilismo e à ineficiência dos go - A reforma do Estado é decisão Constitucionalmente limitar a 
vernos e inibe as iniciativas de essencial para implementação do ação da União aos assuntos-nacio _ 
progresso social; dificulta o pr~ Projeto Nacional. Adotar a estru- nais, a dos Estados Federados aos 
gresso econômico e acaba limitan- tora de Estado Federal que descon assuntos regionais e a dos Municí 
do, e até distorcendo o desenvol- centre o poder, melhor distribuin pios aos assuntos locais, sem con 
viento político, a cidadania. A do-o com Estados e MunicÍpios,que corrência ou justa posição de a-: 
estrutura do Estado é que -----------------------~-~- tribuiçÕes, entre pode 
permite tudo o que tem a- "A reforma do Estado é condição 
contecido. A crise políti essencial para que se possa implantar 
ca atual é efeito de ca- 	no Brasil um plano 
nacional de desenvolvimento" sas estruturais mais pro- 
fundas. O estudo dessas causas é 
que possibilitará soluções dara - 
douras e sábias. 
A Nação está inviável. É a sí~ 
tese do conjunto de problemas cu­ 
jas soluções só podem ser equaci~ 
nadas num Projeto Nacional para 
dar viabilidade à Nação. Viabili­ 
dade econômico-financeira, pela 
construção do mercado interno a - 
través da escolarização e viabili 
dade política pelo desenvolvimen­ 
to da cidadania. Projeto que asse 
ure a integridade territorial, a 
dote competente conjunto de polí­ 
tcas pblicas, implante realista 
e consistente estrutura de distr_! 
possibilite melhor e permanente a 
juste da carga tributária, assi; 
como o exercício da cidadania e 
do controle da gestão pública,que 
atribua condições objetivas para 
realizar a inadiável preparação - 
dos recursos humanos brasileiros 
no tempo em que o conhecimento é 
o capital mais valioso. Instituir 
uma estrutura de Estado eficaz 
com democracia, que resista a ho­ 
mens falíveis, para se- ter gover­ 
no eficiente e produçio-no País. 
Estruturar com objetividade o 
sistema educacional: atribuir 
res. 
É o que facilitará 
governabilidade do Bra 
si1. 
a 
O Estado federal, ou o Federa­ 
lismo, assim instituído, para a 
tingir o objetivo de viabilizar a 
Nação requer adequada estrutura - 
tributária que pos,dbilite, sem - 
repasse de recurso~ financeiros , 
a cada esfera de poder responder 
pelas atribuições contitcional - 
mente definidas. 
A revisão cons<itucional 
1993 ê oportunidade Ímpar para 
-adocão da proposta apresentada. 
de 
a 
BRASILI 
SEMEADURA NO CERRADO 
Barros Manhoz, o novo Ministro da Agricultura , 
chegou a Brasília com a firme disposição de prepa­ 
rar terreno para uma candidatura majoritária em 
94. Depois de se filiar ao PMDB, no final de maio, 
Munhoz semeia duas alternativas eleitorais. Uma pa 
ra o Senado, outra para o Governo de' são Paulo. Õ 
principal cabo eleitoral de Manhoz está estratégica 
mente situado no Palãc1o dos Bandeirantes. É 
O 
se: 
cretario de Governo, Cláudio Alvarenga. 
MESTRE DO JORNALISMO 
Carlos Castello Branco vai para a História como 
paradigma dos Jornalistas que se dedicam à parte po 
lítica. Morreu dia 2 de Junho, aos 73 anos, no Rio: 
sem nunca ter deixado de ser repórter. o melhor de 
todos, porque tinha o respeito dos leitores e das 
fontes de informação. 
INVASÃO DE ÁREA 
Uma das malvadezas prediletas do Governador da 
Bahia, Antonio Carlos Magalhães, é jogar pedras no 
quintal do vizinho. Para azucrinar a vida de Paulo 
aluf, seu velho rival nos tempos da Arena AO! 
tenta convence: o cirurgião Ad1b Jatene a aceitar 
a candidatara à Presidência da Replica pelo PFL 
Jatene é o lado sérto do esquema político de Maga­ 
lhaes para a sucessao de Itamar. Silvio Santos é o 
candidato da galhofa de ACM. 
as 
autoridades municipais, às quais 
os pais poderão cobrar instrução 
CRIA(ÃO DE ASSOCIA(ÕES EM BELA VISTA 
Jomázio Avelar é empresário do 
setor pecuário e da construção civil 
e presidente do Conselho Brasil - 
Nação 
MANIA DE GRANDEZA 
Paulo Delgado, 
Minas Gerais, não 
do Partido: "Eles 
do Rio Doce. 
Ainda não perceberam que por enquanto nós esta­ 
:10s mais para uma Cosipa". 
o trepidante Deputado Petisca de 
se cansa de Cutucar a ala xiita 
agem como se o PT fosse uma Vale 
Através de leituras, de contatos com companhei - 
ros da imprensa dos mais diversos Estados e Municí­ 
pios, pequenos, mêdios e grandes, tomamos conhec_!; 
menta ~~.uma verdadeira revolução que está se ope - 
rando no interior do Brasil. 
Através de Associações, a participação do povo 
. nas de<-lsÕes comunitárias cresceu, hoje não se pode 
deixar toda a responsabilldade para os Prefeitos ou, 
Vereadores. Temos cm nossa cidade várias Assocla.çôes, 
de moradores, professores; temos entidades como a Ma 
con+ria, Clubes de Serviços (Rotary e Lions), SindL 
catos, enfim, estamos no caminho certo. Está fa1 - 
tando apen.is uma "l-lfacão" entre essas Entidades e 
Sind,icatos, para elnborarmos projetos comunitários, 
pelo sistema de parceria, sem radicalismos oo in - 
junçoes políticas. Para que surja essa união, que 
transformará a nossa cidade, ê preciso, que haja o 
desarmamento dos espíritos e rompimento total com 
os vício~ do passado, e nieso está incluído os gru 
pos retrogradas e pessimistas, "políticos" ce f.1Chã 
da e oportunistas de plantão. Vamos trabalhar pel 
cidade, inicar o Projeto Bela Vista Z.000 afinal_ 
- PROJETO 2.000 
faltam apenas 7 anos para ingressar:os o III! MI1 
nio, se iniciarmos agora; já, poderemos pisar co:n,!.. 
o pe direito e trilhar com segurança os caminhos - 
da Nova Era. 	(PP). 
"; Fstá e teso de a PrefetEora Manieta1,R 
ta ry!,. ons. Maçonaria. Clubes. Sindicatos enfim 
todas as entidades representativas se preo~u • 
a Pouco ats coa a cultura, não podemos ,""em 
cer que só haveri desenvolvimento h esqae 
ra. Etaboa fomacão de T,,e ouver culto- 
- 	a ecn.cos. 
•

JORNAL 'TRIUNA DA FRONTEIRA 
D1IO REGIONAL 
0 
Massacre no Guaviral 
Não se vio nlngu6m na rua, o 
frio era intenso, o vento ul - 
fustigava as árvores, um cachor 
ro, encolhido, buscava refugio 
atrás da lata do lixo colocada 
perto do muro de uma casa._Pas­ 
sos fortes quebravam o silencio 
da madrugada. Um vulto surgia 
encoberto pela cerração. 
Era um homem. Caminhava cm 
direção ac ponto de ônibus, que 
ficava em frente ao Mercado do 
Japonês, ali era a última para- 
da antes de se chegar a Estaçao 
Rodoviária. Faltavam poucos mi­ 
nutos para as 5 horas. Muito ce 
do para pegar o ônibus que saio 
às 6 horas para Porto Quebra 
cho. E o que vinha da capital - 
só chegaria às 7 horas. 
Ou o homem buscava o abrigo 
do ponto de ônibus para escapar 
do frio ou estava à espera do 
"Expressinho" para Quebracho? 
Vindo sabe lá Deus de onde, se 
bem que um homem andando pelas 
ruas de Vista Bela, de madruga­ 
da, podia carregar dentro de si 
mais mistérios que os terreiros 
de umbanda. 
Imaginação à parte, na verda 
de, Luiz, este era seu nome, es 
tava simplesmente aguardando a 
chegada de dois amigos que mar­ 
caram encontro naquele local , 
sairiam cedo, de camionete, pa­ 
ra Quebracho. 
A vida é também mistério, os 
despertos sabem captar o maravi 
lhoso nos fatos mais simples 
para estes não há mistérios na 
magia do caburé. 
Luiz chegou ao abrigo, olhou 
para os lados, não se via nin - 
guém, apenas uma luz no Posto - 
de gasolina, em frente a parada 
de ônibus. Fechou a gola doca­ 
saco, sentado no rústico banco 
de madeira, ajeitou o boné e se 
encolheu todo. 
- Onde já se viu, marcar en­ 
contro a uma hora dessas! E com 
este frio! Passaram-se uns 15 - 
minutos, o vigia do Posto tos - 
siu alto, olhando para os lados 
do abrigo, preocupado. 
- Aquele cara é doido, o ôni 
bus sai às 6 horas e ele esta 
esperando nesse frio uma hora - 
antes! Ou será que não está es­ 
perando ônibus? Pode ser ladrão 
de carro. Ou de caminhão. Vou 
acender todas as luzes do Posto. 
As luzes foram acesas. 
Luiz observou a movimentação 
do vigia, sorriu ao perceber 
que ele estava com medo. 
- Aquele cara está com medo, 
o que adianta acender as luzes 
agora e desligá-las às 6 horas? 
Pobre coitado, ficar a noite to 
da trabalhando para ganhar um= 
mísero salário mínimo. 
Ambos viram quando faróis i­ 
luminaram a rua, uma D 20 se a­ 
proximava, em baixa velocidade, 
como se o motorista estivesse - 
procurando alguém pela calçada. 
- Lá está cle, no abrigo do 
ônibus, falou o motorista a seu 
compunhciro. 
- Olha, Rui, deve estar uma 
fera, deixamos ele esporando mg 
is de 20 minutos. 
- Que nada! Luiz é gente boa. 
Luiz, antes de conhecer 
Rui e Rubão, trabalhava de es - 
criturário numa loja de calça - 
dos, foi se envolvendo aos pou­ 
cos COI a dupla, Rubão tinha 
passagem pela Policia de são 
Paulo, por tráfico de drogas e 
assalto a mão armada. O Rui ora 
conhecido por suas ligações com 
o Comando Vermelho, pagara uma 
cana dura no Carandiru, viera - 
para a fronteira fugindo de uma 
condenação e arrcaçc:, de morte, fei 
ta por Carlinhos, do Borel. 
Fizeram amizade com Luiz nu­ 
ma boite, gostaram do menino , 
depois de várias noitadas rega­ 
das a muito wisky, belas mulhe­ 
res, fizeram sua cabeça. 
O antes moço de bons princi­ 
pios, escriturário, namorado de 
Luzia, com casamento marcado , 
hoje era um marginal perigoso, 
disposto a tudo. Tudo pela ambi 
ção. Consumiam drogas e explora 
vamo tráfico na região. 
Vários policiais do Grupo de 
Atuação estavam à procura deles, 
não conseguiam o flagrante, Rui 
e Rubão tinham documentos fal - 
sos, um médico cirurgião plásti 
co fizera milagres, eram caras 
novas, custara muitos milhares 
de dólares, mas valera a pena. 
- Ninguém, em são Paulo, po­ 
deria imaginar que sou o Rui. 
- Pois é, disse Rubão, só se 
alguém dedurar. Mudamos mesmo , 
nem minha mãe me reconheceria. 
Também, 30 mil dólares! 
- E aí, cidadão, tudo bem? 
- Tudo bem nada, estou quase 
congelando ... 
- Vamos suba, temos que che­ 
gar em Quebracho antes das 8. 
O vigia relaxou, estava mes­ 
mo preocupado. Dias atrás ha 
viam roubado dois carros e uma 
camionete do Posto, ninguém viu, 
ninguém sabe. O patrão dera uma 
dura nele, tinha que cuidar me­ 
lhor dos carros. 
Eu que não vou me arris 
car. Finjo que estou dormindo e 
tudo bem, morrer em troco de um 
salário mínimo? Que nada!!! 
Rui, ao volante, pediu um ci 
garro a Luiz e deu a partia> , 
fazendo uma manobra de retorno 
para pegar a reta do Quebracho. 
- Lá vão eles, devem ser. de 
fora, comentou o vigia. 
Ganharam a estrada, ao passa 
rem perto da Cerâmica do Turco, 
já em alta velocidade, não vi - 
ram um grupo de homens, atrás - 
do muro da Cerâmica, encobertos 
pela cerração e dois carros, um 
Gol e um Passat. 
- Vamos pessoal, se sairmos 
agora, cortando pela Fazenda do 
'rimo, lá no Guaviral a gente - 
co encontra, disse um mulato 
alto, chapéu na cabeça, uma Uzi 
na mao e com casaco do couro. 
Luiz, ao lado de Rui, pedia 
a todo instante para ele não cor­ 
rer, afinal o encontro seria às 
10 horas. Lã em Quebracho pega­ 
riam a mercadoria e de lá mes - 
no, de avião, levariam para são 
Paulo. Daria una grana. 
Luiz, muito quieto, começou 
a recordar, pensou na família , 
na sua vida, cm tudo o que ha - 
via feito nos 6ltiJnos dois anos. 
- Vou fazer essa viagem e 
chega. Vou parar. Não quero ma­ 
is saber, não sei como livr r de 
Jes, mas vou me livrar. Não va­ 
le a pena, não nasci para isto. 
- O que é cara? Tá preocupa­ 
do? perguntou Rubão. 
- Não, só estou pensando. A­ 
cho que esta será a última via­ 
em, vou arrumar um canto e vi­ 
ver uma vida tranquila. 
Rui e Rubão deram uma garga­ 
lhada. 
O Gol e o Corcel chegaram an 
tes, ali estava o Guaviral, lo­ 
cal apropriado para uma tocaia. 
o homem com o blusão de cou 
ro, mais conhecido por "Pastor" 
distribuiu sua equipe em pon - 
tos estratégicos. Eram oito. 
- João fica ao lado do pos - 
te; Martins e sua equipe, embai 
~o da ponte; Pedro e Noel, na 
curva, a ordem é não fazer pri­ 
sioneiros. Esses caras já deram 
muito trabalho. Estão ameaçando 
os nossos negócios na fronteira. 
- Foi uma boa "Pastor" , vão 
pensar que é a Polícia. 
Depois de passar pela entra­ 
da da Fazenda do Tião Preto ,Rui 
acelerou um pouco mais. 
- Estamos chegando no Guavi­ 
ral. Vamos dar uma parada, que­ 
ro urinar, disse Luiz. 
- Tudo bem. 
Na curva, logo ao entrar na 
lombada, Guaviral já 'a vista , 
T'ui (diziam que ele pressentia 
o perigo), alertou: 
- Peguem as armas, estou com 
um pressentimento ruim. 
- Que que é isso, cara, dis­ 
se Rubão. Está tendo pesadelos 
acordado? 
- Peguem as armas, falou ri~ 
pido. 
Atrás dos bancos, um arsenal, 
três metralhadoras, duas l2,cai 
vas de munição. 	- 
Antes de chegar na ponte,Rui 
ritou - Cuidado, se protejam, 
Yi novinentos astranhos ... 
Não deu tempo para nada, a 
Pedro Pedreira 
-"' 
fuzilaria começou. com o pr1 
moiros tiros e rajadas, a camio 
nete derrapou, foi parar do ou­ 
tro lado da estrada. 
Rajadas de metralhadoras, ti 
ros de l2, qritos, mais gritos, 
gemidos, foram t ês minu.os, a­ 
penas três minutos. 
- Vamos qne, rápido, vamos 
embora. 
- E os cornos, "Pastor"? 
- Deixem tudo como está, va- 
mos embora, não sobrou ninqué-m. 
- E os nossos? 
- Deixem tudo, vamos embora, 
já falei. 
Dos oito, três morreram, os 
cinco restantes sairam no Gol e 
no Passat a toda velocidade 
voltavam para Vista Bela. Servi 
co Executado. 
Ficou o silêncio da mata. E 
um cheiro de pólvora. 
Foi o Pacãcio, peão da Fazen 
da Alegria, que descobriu os 
corpos. Havia saido cedo da Fa­ 
zenda para visitar o compadre - 
Julio, cuja mulher, Mariana , 
sua comadre, operada por aquele 
Doutor de Caravelas, estava se 
recuperando. 
Pacãcio viu tudo aquilo de - 
horror com os olhos de peão a - 
costumado a ver as barbaridades 
da vida. 
- Que massacre!!! Que doide­ 
ra!! ! 
Luiz, Rubão e o Rui morreram 
no Guaviral. 
Foram machos, levaram três - 
com eles. 
Até hoje a Polícia não desce 
briu os autores, depois de mui= 
tas investigações, ficaram Sa - 
bendo,das identidades dos mor - 
tos, mas os autores, nada, a 
imprensa noticiou, muitos comen 
tários, foi a Polícia, grupo ri 
val, acerto de contas, várias= 
hipóteses, mas a verdade, mes 
mo, não foi descoberta. 
Lá em Quebracho, numa bela - 
mansão, um senhor com traços a­ 
ristocráticos, com um copo de 
wisky nas mãos, conversava com 
um mulato de chapéu, blusão de 
couro e sotaque nordestino. 
- E aí "Pastor"? 
- Serviço feito, patrão. Sem 
testemunhas. 
- Muito bem. 
Pois é, na fronteira é as 
sim, mistérios, muitos misté 
rios, iguais ao do misterioso 
Guaviral, onde, comentam, nas 
noites frias, gemidos se ouvem 
gemidos profundos, de almas in­ 
quietas em busca de paz. PAZ? 
JORNAL TRIBUNft 0ft FRONTEIRft 
Este Exemplar CR$ 30,00 
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JUAN CABALLERO ÃS UAI ORES CIDADES 00 BRASU, ! 
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' 
JORNAL, 'TRIBUNA DA FRONTEIRA IÍPIO REGIONAL, 
PÁGINA- 0, 
Prefeitura Municipal de Bela Vista 
Balancete Financeiro do mês de julho de 1993 
1 	R E C li I T A 	D E S P E S A 
1 T T lJ L O S CRS nnlerlor CRS do 171e CR acumulada T f T U L O S Ci{S anterior CHI do me S rns acomalada 
ORÇAMENTÁRIA 	ORÇAMENTÁRIA 
RECEITA CORRENTE 	01-Leglslatlva -0- 	-0-- 	-0- 
Receita Tribatir ta 3.064.708.675,85 937,098,380,93 4.001.807.056,78 03-Adm. e Planejamento 11.868.779.140,70 7.323.159.395,21 l9,191.9J8.5J5,9l 
Receta Patrimonfal 277.459.405,53 147.072.583,72 424.532.089,25 Ot,-Agrlcultura 300.000.000,00 50.000.000,00 )50.000.000,00 
TransferGnc las Cor. 29.805.890.450,61 11.410.104.381,25 41.217.084.831,36 06-Defesa !r.e Seg. Ph 411.197 ,060,69 -0- 411.197.060,69 
Outras Receitas Cor, 531. 494. 405,55 245.346.4 70, 20 776,642.661,75 08-Educação e Caltura 10.798.762.677,24 7,199.Jl8.SS8,00 17.998.081.235,24 
SOMA 33.680.642.937,54 12.739.623.922,10 46.420.266.859,64 !O-Habitação e Urban. 38.500. 000, 00 -0- 38.500.000,00 
RECEITA DE CAPITAL 	13-Salde e Saneamento 11.132.522.717,74 2.262.584.714,96 13.395.107.432,70 
0peracoes de Crato --0-- --0- -0-- 15-Assistência e Pr:ov. 402.645.510,00 -0- 402.645.510,00 
Alienação de Bens -0- -0-- -o- 16-Transporte 7.417.085.600,2) 4.6[5.659.185,90 12.032.744.786,13 
Transferências de Cap -0-- -0- -0- 	SOMA 12.369.492.706,60 21.450.721.854,07 63.820.214.560,67 
SOMA -0-- -0- 	-0- 
EXTRA-ORÇAMENTÁRIA 
TOTAL J).680.642.937,54 12.739.623.922,10 46.420.266.859,64 
Restos à Pagara.) 92 1.743.579.809,04 -o- 1.743.579.809,04 
EXTRA-ORÇAMEN'l'ÁlllA 
De pesas à (pagamento) 1J.28l.270.043,26 4.584.594.622,72 17.865.864.665,98 
Despesas a Pag.Con.P. 25.414.556.798,22 13.990.731,044,JS 39.405.287.842,60 
I.N.S.S. 	189.527.877,72 73.160.130,49 262.688.008,21 
I.N.S,S. 	48),551.844,16 199.846.679,60 680.398.52),76 
Salário Família 228. 877. 660, 44 108.680.834,00 337.558.498,44 
lRRF 	48.490.475,54 -0-- 48.490.475,54 
Convênio LBA 92.484.900,50 -)- 92.484.900,50 
Convênio LBA 15.075.183,50 -o- 15,075.183,50 
Dep. à class. Cãara Mn 1.657.953.523,46 497.762.700,00 2.155,716.223,46 
Outras Consignações J.234.813.525,53 337.927.580,00 3.572.741.105,53 
Outros Consignações' 2.815.399.111,03 637.927,580,00 3.453.326.691,03 
Convênio Sec.Saúde-SUS 132.660.896,00 232.428.536,00 365.089.432,00 
Convênio Sec .Sade-SUS 131.763.634,80 153.786.923,00 285.550.557,30 
SOMA 29.329.148.722,95 14.757.933.839,98 44.087.082.562,93 
Restituição 	5,702.837,44 -0- 5.702.837,44 
TOTAL 63.009.791.660,49 27.497.557.762,08 90.507.349.422,57 
Devolução Recurse FNDE -o- 3.505.676,08 3.505.676,08 
SALDO DO EXERC. ANT. 
SOMA 13.540.002.349,25 6.059.418.466,29 26.205.977.863,98 
Caixa 
 	2.295.000,00 
TOTAL 44.385.829,550,95 27.510.140.320,)6 90.026.192.424,65 
Banco e/ Movimento 	399.978,69 
SAlDO PARA O ES SEG. 
oanco e/Vinculada 	78.231. 733,74 
Caixa 
TOTAL 	90.588.276.135,00 
Banco e/Movimento 	107.141.133,05 
Banco e/Vinculada 	454.942.577,30 
TOTAL 	90.588.276.l35,00 
Prefeitura Municipal de Bela Vista, 31 de julho de 1993 
Abraão Arrnoa Zacarias - Prefeito Municipal Ninfa de Medeiros Fleitas - Contadora Edvaldo Pereira de Carvalho - Tesoureiro 
/8, 	«e 
PREVIDENCIA SOCIAL INTENSIFICA 4AO PARA AUMENTA 
NUMERO DE CARTOES MA<iNETICOS UNIVERSAIS 
O Ministério da Previdência Social está 
intensificando junto à rede bancária, atra 
vês da Febraban, a emissão de cartões mag­ 
nético5 universais. O objetivo é fazer com 
que todos os aposentados e pensionistas 
passem a receber através desses cartões 
que possibilitam a retirada do pagamento - 
em qualquer agência de um mesmo banco ou 
através do sistema de atendimento 24 ho­ 
ras. 
Em julho estavam implantados 6.114.841- 
cartões magnéticos, representando 65,68 da 
meta para dezembro deste ano. Desses car 
tões, 3.939.497 são universais e 2.175.344 
restritos, podendo ser usada apenas na 
agência bancária determinada para o paga 
mento do benefício previdenciário. 
Entre os bancos privados, destacam-se o 
Bradesco, com 1 milhão e 200 mil car 
toes implantados e o Bamerindus com 851 
mil. Em terceiro vem o Banco Itau com 640. 
061 e em quarto o Unibanco com 346.719. L2 
go depois vem o Banespa com 313.982, o Ba­ 
nestado com 212.521, o Banrisul com 203. 
477 e o Finasa com 145.640. 
Foram detectados também os bancos com 
grande potencial' para melhoria acentuada - 
de emissão de cartões magnéticos até o fi­ 
nal do ano. O Banco do Brasil implantou 1. 
017.670 e pode atingir mais 60 por cento . 
A Caixa Econõmica Federal tem 157.603 de 
vendo chegar ao final do ano com mais 84 
por cento. O Meridional implantou 76.506 e 
vai aumentar em 60 por cento esse percen - 
tual até dezembro. O Banco Econõmico tem 
162.706 cartões e pretende aumentar em 31 
por cento. O Nacional já atende com 192. 
632 cartões, prevendo um aumento de 34 por 
cento. 
O Ministério da Previdência Social, jun 
tamente com a Febraban, detectaram grandes 
instituições financeiras que ainda não im- 
plantaram cartões magnéticos: Nossa Caixa 
Nosso Banco, Bege e o Banco Real. Existem 
outros bancos estaduais que são grandes pa 
gadores de benefícios, mas que não defini­ 
ram metas até o final deste ano, cor são 
os casos do Banerj, Baneb e Band, p 
NÚMERO DE BENEFICIÃRIOS QUE RECEBE} 
CARTÃO MAGNÉTICO 
RESTRITOS UNIVERSAIS 
Bancos Priv. 1.462.698 2.531.901 
Bancos Estaduais 555.043 313.420 
Bancos Federais 157.603 1. 094. 176 
TOTAL 2.175.344 3.939.497 
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. !

JORNAL 'TRIB 'IA DA } ON. IRA 
0o 
----- --~--·-·-··- 
----- -~-------·------· 
Caracol em Sociedade 
!'RASB D/ SErl/'.l/1 
5EIA IU"IENE 
A vaidade é o pior dos defeitos, porque 
engana a n6s mcnmoa. Por mais que neja oá­ 
bio, há sempre alguém mais sábio que você. 
Por maia forte que seja, huvcrã um mais 
forte que voc6. Portanto seja humilde ••• 
SEM CONDIÇÕES 
Pedimos aos proprietários de veícuios 
que evitem transitar nas ruas, onde está - 
sendo asfaltada. Vamos colaborar com o pes 
soal que catá trabalhando duro para termi­ 
nar. Mas infelizmente não estão podendo , 
por causa dos motoristas que não estão 
respei tanáo ... 
ELOGIO 
Nossos elogios, ao time Retiro de Cara­ 
col, em especial ao jovem Ruberval, que de 
sencadeou a vitória do domingo retrasado - 
com 02 gols marcados por ele. 
Valeu, o nosso time está cm alto astral, 
pois até foi classificado para o terceiro 
turno. 
PONTO DE ENCONTRO 
Queremos registrar o bom atendimento e 
bom preço que a mais nova Lanchonete está 
oferecendo. Estou falando do Bambu Lan 
ches. Confiram!! 
II ENCONTRO DE LAÇO 
O Clube do Laço Retiro de Caracol, reu­ 
niu mais de 300 laçadores nos Últimos dias 
20/21/22. Foram três dias de muita descon­ 
tração, s6 que o tempo não ajudou muito 
muita chuva e frio, mesmo assim a festa - 
estava 6tima. 
BAILE 
Um animado baile, realizou-se no sábado 
dia 21, no Clube do Laço. Foi uma noite de 
muita animação, onde os caracolenses e vi 
sitantes se fizeram presentes, e passaram- 
439 
4 
4 
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por 5 anos, sem inflação 
uma noite de mui a animação. 
Destacamos a presença marcante do Depu- 
tado Valdir Neves, entre outros. 
Os responsáveis por essa animação toda, 
ficou a cargo do Conjunto de Campo Grande 
os Originais da Fronteira. 
Coluninha 
Você liga e dã assinatura de presente para 
quem voce gosta 
Você liga e resolye tudo sobre a sua assi- 
natura 
Vale a pena Repetir: Sãb. Muitas 
as Vantagens de quem Assina o 
TF e quem Assina o TF Repete 
'F 
Jornal Tribuna 
da Fronteira 
em 
• 
QUE O POVO SEJA BEM INFORM> 
PARA REFLETIR 
Se algo de errado lhe aconteceu, não diga que foi 
"vontade de Deus"! 
Para ilustrar nossa coluna, a gatinha - 
SUELEN GERALDI DE SOUZA, que no ultimo dia l; 
~l completou mais um ano de vida. Seus pa- 
is MANUEL INCIO E SOLANGE, desejam muitas 
felicidades a SUELEN. Parabéns! 
AGRADECIMENTO 
Venho de público dizer que no ano passa 
do um homem veio atras de mim, tentando me 
esfaquear, até hoje não sei o motivo. Como 
estava perto da casa do Policial Deluqui , 
ate entao eu soo conhecia de nome, pedi aju 
da a ele e prontamente fui atendido inclu 
sive estava de folga e almoçando. 0
1
Poli = 
cial Deluqui de h sarmou o ornem que estava - 
com uma faca, sem dar um soco sequer ele­ 
vou-o preso até a Delegacia. Deluqui, sei 
que voce nao aceitara esta minha manifesta 
ção em público de agradecimento pois to= 
dos sabem que você não gosta de' aoarecer, 
mas cu nao poderia deixar de relatar este 
fatg"ando fiquei sabendo da ocão de con - 
9F@tu..a:oes feita pelos vereadores à você 
oi simplesmente acoisamaiscertaque fize­ 
ram. (Ramão N.dos Santos-Juiz de Paz/CaracoJ). 
CERTEZA DE BONS NEGÕCIOS! 
EFICiflNCIA - AGILIDADE 
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SÉRIO SAPAIO GIROTIO e ''A!'ZA CARDOSO VAREIRO, a !os brssilelrs, so!­ 
teiros, naturais deste Estado, ele,lsvoareiro, residente no Município d " 
la Vsta-MS., f[lho de Apare1do Girotto e Damfana Sampalo Girotto, ela, se] 
cretarta, filha de Alexandre Vareiro e Raona Cardoso Vareiro, residente em} 
JardJ□-~S. 	j 
Se alguém souber de alo impedimento,que se ponha na for Ma Lel. 
1e_y :g__3o/0/93. '.rI1de tosa dos_s ·tos off1aia d!frtirts d. 3'_O{1o. 
Oi! Meu nome é Ana Carolina Pagot Tenh_o 5 anos de idade e toe/os 
me conhecem por Aninha. 
Estou lhe escrevendo para pedir ajuda. Preciso viver. 
Tenho uma doença danada que se chama Leucemip. E urp câncer que 
atinge o sistema sanguíneo e só é curaqa através do implante de uma 
nova medula ossea. 
Infelizmente essa operação é muito cara (80 mil dólçres} e meus pois 
não têm dinh~iro para p_agar. O pouco que você puder c;optribuir será 
muito para mim. E o meu passaporte para a vida. 
Afinal, se somos todos filhos de Deus, qlgum parentesco devemos ter. E 
então? Me ajuda a viver! 
Aninha 
Para maiores nformaces ligue l 414JJ 1 e fde rom meus pais 
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P M RECUPERO OBJETOS ROUBIIDOS 
E PRENDE O IUTOR DE DOIS FURTOS 
A Policia Militar de Bela ViGta, graças 
ao eficiente trabalho de patrulhamento e 
policiamento preventivo, acabou chegnndo - 
no autor de pelo menos dois furtos na últi 
ma sexta feira, dia 27, um cJ les contra a resi 
d@ncia do Presidente da Câmara Municipal , 
Vereador Marcos Elias. A PM conseguiu rocupe 
rar vários objetos roubados com a ajuda da 
policia de Bella ViGta Paraguai, 
CORREU DA POLÍCIA E SE 
EMBRENHOU NO MATAGAL 
Segundo as informações liberadas pelo 
29 Pelotão de Policia Militar, durante ron 
da de rotina realizada pela guarnição de ser­ 
viço,no último domingo por volta das 23:00 
hs os policiais abordaram um elemento sus 
peito no bairro Itaboraí, imediações da Co 
rãmica Já-Te-Vi e de posse dele encontra:: 
ram umaespingarda tipo cartucheira calibre 
36, uma faca, um canivete, o3 munições,uma 
carteira de vereador e pequena quantidade 
de maconha. Ao perceber que seria apreendi 
do pela guarniçao composta pelos soldados­ 
Grance, Oscar, Carvalho, Vaz, Paulo e Soa 
res, o elemento, identificado como sendo 
E.X., 17 anos, vulgo "Pantera", que se en­ 
contrava em companhia de mais uma pessóa, em 
preendeu fuga e saiu em desabalada carrei­ 
ra em direção à um banhado nas imediações­ 
do córrego Candelão, os policiais milita 
ressaíram em perseguição, não consegui- 
VEREADOR RECONHECEU A CARTEIRA 
Na segunda feira o Presidente da Câmara 
Municipal, Vereador Marcos Elias Rios da 
Cruz, em contato com o Comandante do 20 Pelo - 
tão PM, 'Tenente Alírio Villasanti Romeiro, 
comunicou que sua residência havia sido 
furtada na noite de sexta feira e ao tomar 
conhecimento dos objetos apreendidos pelos 
policiais militares com o menor que conse­ 
guiu escapar, acabou reconhecendo sua car­ 
teira de Vereador juntamente com outros ob 
jetos. 	- 
PRESO NO PAP.AGUAI 
Imediatamente foram iniciadas as dili­ 
gências com vistas a elucidar completamen­ 
te o fato, primeiramente os Policiais Mili 
tares se dirigiram à residência de E.X. no 
Conjunto Habitacional Dr. Fly de Araujo 
Barbosa, (COHAB), onde levantaram a informa 
cão que o menor estava no t'araguai, poste= 
riormente os PMs Espíndola, Julio, Ueudon 
e Garcia foram até o Paraguai onde, contan 
do com a colaboração da Polícia da vizinha 
cidade conseguiram fazer a apreensão do me 
nor e recuperar parte dos objetos furtados 
da residência do Presidente da cãmara Muni 
cipal, como uma bicicleta, canivete, máquI 
ü 
rn 
rnm det~-lo mas procederan a aprecnsao de 
todo o matrial que estava de posse do me­ 
nor. 
7 
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de preparar alimentos 
de comer e apôs ir ao 
banheiro. 
na fotográfica e6óculos Ray-B..n. 
MENOR CON(ESSOU OUTRO FURTO 
Vendo-se em maus lençóis, "pantera",conhe 
cido da polícia por diversos outros furtos 
praticados em nossa cidade, acabou confes­ 
sando a autoria de mais um furto pratica - 
do na mesma noite. de sexta feira contra a 
residência do funcionário do DERSUL Luiz 
Carlos Torraca, os Policiais Militares con 
seguiram também recuperar alguns materiais 
retirados pelo "mão ligeira" da referida - 
residência, em diligências realizadas ta_:!! 
bém na vizinha cidade de Bella Vista Para­ 
guai. Segundo o Oficial Comandante do 20 
Pelotão PM, faltam ainda serem recuperados 
outros objetos furtados das duas residên - 
cias, mas as diligências estão em andamen­ 
to juntamente com a Polícia Paraguaia. 
Sabe-se que o menor E.X. já teve o seu 
internamento em estabelecimento penal para 
menores solicitado pela Prarotoria de Justiça da 
Comarca de Bela Vista por ocasião de furtos pra 
ticados anteriormente em nossa cidade, mas 
o pedido foi indeferido pela Justiça. "Pan­ 
tera", como ele é popularmente conhecido , 
tem contra si a acusação de ser o autor de 
dezenas de furtos ocorridos em Bela Vista, 
tanto em residências como em outros tipos 
de estabelecimentos e caso nenhuma provi - 
dência mais eficaz seja tomada muito prova 
velmente em pouco tempo ele estará novame~ 
te em liberdade e pronto para a prática de 
outros delitos dessa natureza. e nessas ho 
rasque se contesta a própria Legislação= 
Penal Brasileira que ampara a delinquência 
praticada por menores. Até quando? 
1)) 
: 
72 
CI 
" 
Cozinhe muito bem 
os alimentos, prin 
cipalente peixes­ 
e frutos do mar. 
Poder PIJBLICO: o maior latifundiário im­ 
produtivo. 
Tendo o Ministro da Agricultura, Bar] 
ros Munhoz, declarado que pretende apli-l ' 
car a Reforma Agraria, a TFP enviou-lhe rí< 
carta, pedindo que "nenhuma nova desaprg] ?r 
priaçao seJa feita sem um amplo e sério la 
debate". Argumenta a TFP: "A_desapropria] /o, 
çao de terras particulares não se justi-l hnd 
ca, onde o Poder Público é o maior lati-l ?in} 
fundiário improdutivo do mundo, com 350 à p, 
milhões de hectares de terras devolutas To, 
disponiveis". 	±z 
A missiva enfatiza "a posição destac~ ;01 
da da agropecuária brasileira no cenário 
mundial, que faz boje do Brasil ora a 
terceira potência exportadora mundial de 
produtos de origem rural" (ABIM). 
O PAÍS QUE LÊ MENOS JORNAIS 
Segundo relatório da Federação Inter­ 
nacional de Editores de Imprensa, as ve 
das de jornais continuaram caindo ao lon 
go de 1992, na maioria dos Países. - 
O estudo mostra também as grandes dis 
paridades na porcentagem de leitores de 
Jornais de cada Pais: Noruega é a primei 
ra da lista,_com 61,98 de leitores, se­ 
guida do Japão(58,4%) e Suécia (52 2%). 
_As Nacães onde se lê menor jornais " 
sao: Tunisia(3,0%), 1ndia(2 4) e em úl 
timo lugar, o Brasil com 1,56 (BíM). 
LATIM E GREGO - INVEJA E IGUALITARISMO - 
Em entrevista ao jornal p • • se 
"Le Fig; :.- 	'ar1sen 
1
3, [aro', a célebre helenista(especi 
15ta na língua e na civilizacão da Gré­ 
c1a antiga), Profa. Jacqueline de Romil 
ly declarou que:a incapacidade de muitos 
Jovens para se.exprimirem corretamente 
provem, em grande parte, do abandono do 
ensino de latime grego nos colégios. E 
acrescentou: o latir e 
O grego "contrib~ 
em pdara fonnar .•·a atenção, a memõria,o rl 
gor o raciocínio". 
Afirmou_ também a Profa de Romilly que 
muitos inimigos do latim e do grego 
~ao pessoa:' que· não conseguiram aprendé­ 
os, e manisfestam uma espécie de invej? 
com laivos de., iggalitarismo." 
(ABIM) 
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