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ELA VIS'TM/MS ANO 21 
e 
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3us 
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O" 
es 
sua 
iu. 
a 
# 
CIARIO REGIONAL 
NO 1393 - 03 DE SEI1MIRO DE 1993 - 6a FEIRA - DIRETOR: IVALDO PEREIRA PREÇO DO EXEMPLAR CR$ 40,00 
VEREADOR THIRSDN FERREIRA LEITE, 
IPRESENTD MOÇiO DE CONGRBTULAÇiO 10 PM DELUQUI 
O Vereador Thir 
son Ferreira Leite 
solicitou que fosse 
enviado ao CMT. do 
20 Pelotão da PM em 
Bela Vista-MS, com 
cópias ao Major PM 
José Gregório de Bar 
ros CMT da 7e CIPM 
de Jardim-MS, "Moção 
fato, foi 
local e 
até o 
tirou a 
tentar salvar a vida 
do inocente. 
PRE 
ESC 
de Congratulação ao 
PM Vitório Donizete 
Deluqui, por ter ten 
tado salvar a vida 
de um recém-nascido­ 
que foi jogado pela 
própria mãe na priva 
da do banheiro, quan 
do o policial Delu 
qui ficou sabendo do 
criança, mesmo 
estando com fezes 
por todo o corpo, o 
Policial fez respira 
ção boca-a-boca, não 
tendo por um só 
momento nojo, o 
mais inportante foi 
* Veja enta e 
outras matérias da 
câmara Municipal de 
Caracol, na página 
06 desta edição. 
:. 
e 11,, •; \~--~I •• W • , 
l- 
Vereador Caracolense Thirson F. Leite 
45 Caracorte 
DIA - 08/09/93 - 4a FEIRA 
LOCAL, - TATERSAL, DO SINDICATO RURAL 
REALIZAÇÃO - SINDICATO RURAL/ PORTEIRA 
LEILOES RARAIS 
AS 20:00 horas - CARACOL, - MS 
O Presidente da 
Liga Esportiva Bela­ 
vistense, José Glau­ 
cy Flores, partici 
pou da sessão ordinã 
ria da Câmara Munici 
pal de Bela Vista 
nesta quarta-feira , 
dia 10, atendendo a 
solicitação da mesa 
daquela Casa para 
prestar esclarecimen 
tos a respeito da 
entidade que dirige. 
O desportista 
respondeu a várias 
perguntas aos verea­ 
dores e dissertou so 
Oll llGI PRESTI 
OS ND CâM RI 
bre diversos assun 
tos relacionados a 
área esportiva, como 
o campeonato belavis 
tense de futebol, 1e 
gislação desportiva= 
e atendimento aos 
clubes filiados a en 
tidade. - 
Veja na edição 
de sábado da Tribuna 
Esportiva a reporta­ 
gem completa sobre a 
presença do Presiden 
te da Liga Esportiva 
Belavistense, na 
Cãmara Municipal. 
_ 
No decorrer da 
semana divulgamos no 
ticias sobre a desa= 
tivacão das barrei 
ras policiais de nos 
sa região, assunto a 
tê o momento sem ne 
nhuma explicação por 
parte das autorida 
des maiores do Gove; 
no do Estado e da Se 
cretaria de Seguran­ 
ça Pública. 
Nesta quinta­ 
feira obtivemos in 
formações de que a 
barreira sobre o cór 
rego Estrelinha, na 
rodovia Bela Vista/ 
Antonio João, está 
com apenas um solda­ 
do da Policia Mili 
tar guardando os ma 
teriais lã existen 
h tes mas provávelmen­ 
te dentro de poucos 
dias ela estará to 
talmente abandonada. 
Entidades, clu 
bes de serviço e as 
autoridades politi - 
cas já estão se movi 
!!lentando no sentido= 
de reivindicar, mais 
Uma vez, a reativa 
l:ao das barreiras de 
Fossa região, é ina­ 
dimissivel que essa 
Situação vergonhosa 
Perdure por mais tem 
Po, por isso sera 
0 
mesmo que liberar 
.as nossas rodovias 
Para o tráfego de 
entorpecentes, para 
0 
contrabando e para 
a ação dos arrastado 
es de veiculos. 
O que não se en 
tende é porque o Gb 
verno do Estado rele 
ga a segundo e a ter 
ceiro planos um setor 
tão importante como 
a segurança da popu­ 
lação fronteiriça , 
deixando de lado até 
mesmo os ditames da 
nossa constituição 
que prevê como obri­ 
gação do Poder Pübli 
co dar segurança ã 
O Projeto "Pra­ 
ça do Povo", desen­ 
volvido pela adminis 
tração Pedrossian no 
sentido de aproximar 
as ações de Governo­ 
das comunidades do 
interior do Estado , 
visitou no dia 30/08 
o município de Anto­ 
nio João. Com ativi­ 
dades de lazer e di 
vulgacão das realiza 
ções nas áreas de 
saúde e trânsito, o 
evento envolveu cer 
ca de 2 mil pessoas. 
A gincana arre­ 
cadou 300 pares de 
sapatos, 240 quilos 
de alimentos, além 
de 1500 roupas. Todo 
esse material será 
entregue à Pronav Mg 
sua comunidade. 
da mais uma vez os 
apelos do povo • do 
corredor sofrido, o 
sudoeste do Estado, 
para que as autori­ 
dades de gabinete 
lá da capital do Es 
tado encontrem,logo 
uma solução definiti 
va para a permanên 
eia dos policiais nas 
barreiras de nossas 
Fi 
nicipal, que fará a 
distribuição entre 
a população caren 
te. 
Projeto da Se­ 
cretaria de Estado 
de Comunicação (Se 
com) em parceria e/ 
a Secretaria de Saú 
de, Fundação de De 
porto e Lazer (Fun­ 
desporte) e Departa 
mento Estadual d 
Trânsito (Detran) ,a 
"Praça do Povo" di 
funde como deve ser 
desenvolvidas tare 
fas de integração e 
participação junto 
às comunidades. ' A 
través de jogbs es= 
portivos e gincanas 
a equipe organizado 
ra distribuiu folhetos 
estradas que, diga­ 
se de passagem até 
mesmo alimentação es 
tavam recebendo de 
pessoas e entidades­ 
de nossa comunidade, 
não se justificando, 
portanto, a alegação 
de que as barreiras­ 
custam muito caro aos 
cofres do Estado. E 
a segurança do povo, 
não vale nada? 
Presidente da Liga José Glaucy Flôres 
sobre higiene bucal 
e divulgou a necessi 
dade de vacinar as 
crianças. O setinha, 
(símbolo da Educação 
para o Trânsito) o 
rienta sobre os prg 
cedimentos corretos 
no convívio com o 
tráfego de veículos. 
Toda a programa 
cão contou com a par 
ticipação da Prefei­ 
tura Municipal e en 
tidades civis e co 
mércio local, que 
contribuíram com a 
doação dos brindes o 
ferecidos durante ·a 
gincana. Na semana 
que antecedeu a rea­ 
lização da "Praça do 
Povo", a equipe or 
ganizadcra filmou a 
12· Santa Rita da Porteira 
DIA - 09/09/93 - 5a FEIRA 
LOCAL - BAIRRO ÁGUA DOCE 
REALIZAÇÃO - PORTE.IRA, LEILÕES RURAIS 
HORAS - 20:00 
* BELA VISTA - MS 
'PRIÇI 00 PO 
IILIMENTOS PDRI CIIRE IES DE IINTONIO João 
9 
caoa ROUPAS E 
cidade e entrevistou 
varies moradores, re 
gistrando suas prin­ 
cipais reivindicá 
côes, que foram mos 
tradas aos . Secreta 
rios de Estado. - 
As respostas fo 
ram levadas ao ar em 
um telão montado em 
Praça Pública, após 
as atividades de la 
zer. 
Da gincana par­ 
ticiparam a Escola 
Estadual de pré, I e 
II Graus Pantaleão - 
Coelho Xavier (a ven 
cedora) e a Escola 
Estadual de I e II 
Graus Aral Moreira. 
Foram disputadas 
ito provas, cada u 
ma valendo 20 pontos 
Na opinião da 
Prefeita Municipal , 
Nilce Alves de Oli 
veira, a grande con­ 
tribuicão da " Praça 
do Povo", foi a u­ 
nião de toda a popu 
lação em pról da 
própria comunidade. 
"A participação 
de todos permitiu q/ 
os moradores valori­ 
zassem o município", 
ressaltou. 
Segundo Nilce O 
liveira, através do 
evento, o Governo do 
Estado leva alegria 
e educação, além de 
ajudar as familias - 
carentes. 
SECOM/MS

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Edital de Proclamas 
O Sr. João Adio Vieira, oficial 
do cartório de Paz e p_gi3tro Civil de 
Caracol-MS, Faz Saber que pretendem se 
casar e apresentaram os documentos exigi 
dos pelo Artigo 180 do Código Civil Bra­ 
sileiro: 
JOSEMAR ARGUELHO FIGUEIREDO e MI­ 
RIAM DE FÁTIMA LEITE, ele brasileiro,sol 
teiro, maior, filho de Justo Figueiredo­ 
e de dona Adelaide Arquelho Fiqueir·do , 
residentes e domiciliados nesta cidade - 
de Caracol-MS, ela brasileira, solteira, 
maior filha de Nadir Leite e de dona Eu 
lália'llortega Leite, residentes e domici 
liados nesta cidade de Caracol-MS, 
João Amádio Vieira, o Oficial. 
Caracol-MS, 30 de Agosto de 1993. 
CARTA À REDAÇÃO 
Edital 
Nos termos d legislaçi em vigor, fi 
cam convocados por este edital, todos " 
filiados ao PARTIDO PROGRESSISTA- Pi, des 
te município para a CONVENÇO MUNICIPAL g/ 
se re,lizará no dia 12/09/93 com 1ntc1o as 
09:00 horas e encerramento às 17:00 horas, 
na Rua Conde de Porto Algre, no 97, nesta 
cidade, com a seguinte 
ORDEM DO DIA 
a) Aprovação do Estatuto e programa do P,,r 
Lido; 
b) Eleição, por voo direto e secreo, do 
Diretório Municipal, que r;era const1tu1clo­ 
por 33 membros e de 10 suplentes; 
c) Eleição por voto direto e secreto, de 
Delegado e respectivos suplentes pelo Dire 
tório Municipal eleito. 
d) Eleiçao, por voto direto e secreto, da 
Comissão Executiva e seus suplentes pelo 
Diretório Municipal eleito. 
Bela Vista, 31 de agosto de 1993. 
Marco Antonio Rondon de Oliveira 
Pres. Comissão Diretora Municipal Pro 
visória - PARTIDO PROGRESSISTA. 
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Servimo-nos do presente para infor­ 
mar à V.Sa. a implantação do Núcleo Ed~ 
cacional n 46, Bela Vista/MS. 
Informamos ainda que o NE está ins­ 
talado nas dependências da EEPEPG Profes 
sera "Vera Guimarães Loureiro", estando­ 
aberto para atendimento das 07:00 às 
11:00 hs e das 13:00 às 17:00 hs. 
Neste momento em que estamos ass~ 
mindo o compromisso para administrar a 
Educação em nosso municipio, colocamo 
nos a disposição e contamos com o apoio­ 
de V.Sa. para juntos caminharmos e ven 
cermos mais esse desafio, pois acredita­ 
mos que a implantação deste núcleo veio 
proporcionar e concretizar o desejo de 
todos os municípios em administrar a Edu 
cação mais de perto, vivenciando a reali 
dade de cada Escola. 
Sem mais, nossos agradecimentos. 
Atenciosamente, 
+ Professora Eloina R. L. Vareiro - 
Resp. p/ Pedagógico do Núcleo 
* Professora Nizete L.S. Barbosa - 
Téc. do Núcleo Educacional no 46 
* Professora Cleide Ma Rocha Rodri­ 
gues - Chefe do N. Educacional no 46. 
* EDUCAÇÃO, UH DIREITO DE TODOS ! 
O Primeiro jogo do próximo domingo, 
vai reunir as equipes do Palmeiras e Ch~ 
veiro, numa briga gigantesca para se li 
vrar da incómoda "lanterninha" do campe~ 
nato. 
Celestino Jara, Diretor do Palmei 
ras já fez declaracões à imprensa dizen­ 
doque vai entregar com honras o "aparato" 
ao Abdias, dono do Chaveiro, por sua vez 
declara que vai se juntar ao 21 de Abril 
do Vareiro que está rondando ali por per 
to e vai déixar o Celestino no alicerce= 
do pau de sebo. 
A expectativa geral, motivada por 
toda essa brincadeira esportiva vai 
transformar o jogo numa batalha sensacio 
nal que vai motivar bastante a presença= 
do público ao Otávio Fontoura. 
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Diretor-Redator-Chefe: Ivaldo Pereira 
Diretora Administrativa: Maria Estela Ve 
- - 	lasquez Pereira 
Secretário de Redação: Ubaldino Rodrigues 
Reportagens: João Carlos Velasquez, A 
dré Ávalo, Luiz Henrique (Lile), Firmino 
de Barros. 
Redação, Departamento Comercial e Parque 
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CCC- MF 15.513.203/0001-90 
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* JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA: 
• QUE O POVO SEJA BEM INFORMADO "

j 
J0PNAL TRIUNA DA FRONTEIRA - DIÁRIO REGIONAL 
---- ------------------- 
ELA VISA, OJ DE SETEMBRO DE 1993 	o 
Câmara Noticia e Informação 
Recuperação de Redes de Energia 
Na sessão ordiná-· 
ria da Câmara de De 
a Vista, realizada 
nesta quarta feira , 
dia 10, o vereador 
do PMDB Israel Cha­ 
morro da Rocha apre­ 
sentou uma importan 
tante indicação ende 
reçada ao Prefeito - 
Municipal Abraão Za­ 
carias, com cópia pa 
ra o Chefe Regional 
da ENERSUL, Paulo 
Djalma Modesto, soli 
citando a completa recure 
"l'ração das rudes de ener 
gia em várias ruas dos 
.S 
te 
, 
e 
bairros de nossa ci­ 
dade, conforme dis 
criminamos abaixo : 
Ruas Ricardo, Ze­ 
nóbia Ocampos, Caapu 
pê, Coronel Poncc e 
José Soares Pires , 
localizadas no bair­ 
ro Primavera I; Rua 
Senhorinha Lopes, no 
bairro Antonio João 
e Ruas Nossa Senho­ 
ra Aparecida e Este 
la Mari,no bairro Eg­ 
pír:l.to Santo, regiões 
da cidade onde o fome 
cimento de energia 6 in 
suficiente e muito frac:Õ. 
O Vereador Marco Rondon, do 
PP, apresentou Requerimento à 
Mesa da câmara Municipal para 
que a Presidência da Casa enca 
minhe representação ao Presi 
dente do Tribunal Regional E 
leitoral, Des. Marco Antonio 
Cândia, encaminhando documenta 
ção anexa e solicitando pare 
cer daquele Egrégio Tribunal - 
com relação a elevação para on 
ze vagas no Legislativo bela= 
vistense. 
Na justificativa de seu Re 
Vereador Israel 
Chamorro da Rocha 
Vereador quer parecer do IRE sobre 
elevação de vagas no Legislativo 
querimento o vereador Marco Ron 
don afirmou que "a nossa Lei m]! 
xima prega que as Câmaras Muni­ 
cipais terão o número de verea 
dores proporcional a população 
do Município, portanto é oportu 
no que se faça uma atualização 
a respeito" e finalizou Ron 
don, "na ocasião em que estamos 
estudando e revisando o nosso 
Regimento Interno é imprescin­ 
dível uma revisão no número 
de vagas da Câmara Munici - 
pal". 
DOO EM FRENTE O BAMERINDUS 
O Presidente da - 
Câmara Municipal de 
Bela Vista, vereador 
'Marcos Elias Rios da 
Cruz, do PMDB,foi au 
tor de indicação en= 
dereçada ao Eng Se 
bastião Eugênio Jus­ 
tino Ribeiro, Geren­ 
te de Distribuição 
da TELEMS em Ponta 
Porã, solicitando à 
ele que determine a 
instalação de um te­ 
lefone público DDD 
em frente a agência 
do Banco Bamerindus 
em nossa cidade. 
1 1 
Em sua indicação 
Marcos Elias ressal­ 
ta que a instalação 
desse aparelho tra 
rã grandes beneficI 
os aos usuários , 
pois ficará local' 
zado em área de 
grande movimento e 
também próximo a 
nossa rodoviária, de 
orde chegam e saem 
centenas de pessoas 
todos os dias. 
Reforçàndo reivindicações a!)_ 
teriores do vereador Roney Mo 
taes Simões, o vereador do PSDB 
Geraldo Pinheiro Murano, em in­ 
dicação ao Prefeito Municipal 
~braão Zacarias, solicitou que 
seja colocada condução todas as 
Através de indicação ao Se 
cretário Municipal de Obras, Né 
lto Diário, o vereador Marco 
ondon solicitou a retirada ur­ 
Sente do entulho que vêm sendo 
depositado na Ia Mário Van Den 
Bosch, próximo a rua Guia Lo­ 
Pes, no centro da cidade. 
~ construção de quebra-molas 
~~_rua Silas Aristimunho, no 
rro Primavera I, foi objeto 
~ mais uma indicação do verea- 
Vereador Marcos E 
lias Rios da Cruz 
(Foto) 
Castalhamento das Kas do Erva-M.ale 
CONDUÇÃO PARA AS CAIERAS 
sextas feiras para transportar­ 
os moradores da região das 
Caieiras. Geraldo Murano ressal 
tou as dificuldades que os mo 
radores daquela localidade sen­ 
tem para se locomoverem até a 
cidade devido a falta de condução. 
Retiradas urgente de entulhos 
"o entulho originário da resi 
dência em reforma, vêm sendo "de 
positado na calçada há vários= 
dias, hoje já está ocupando par 
te da rua. Solicitamos providên 
cias uma vez que o problema re­ 
almente vêm provocando sérios 
transtornos'; disse Marco Rondon 
em sua justificativa. 
Murano quer gastos com abertura de roas 
revertidos para a Saúde e a Educação, 
Geraldo Pinheiro­ 
Murano, médico e vg 
reador do PsDB, aprg 
sentou indicação no 
Legislativo Dclavis­ 
tcnse, endereçada ao 
Prefeito Municipal 
Abraão Zacarias, so­ 
licitando à ele que 
faça uma revisão com 
responsabilidade com 
relação as aberturas 
de ruas em todos os 
bairros de nossa ci­ 
dade. 
Geraldo· Murano 
destaca cm sua indi­ 
cação que "os gastos 
oara a Prefeitura e 
moradores são de al­ 
to custo e não há n 
cessidade de abertu­ 
ra de várias ruas 
que estão sendo rei­ 
vindicadas pelos - 
nobres colegas, CE 
tas despesas pode­ 
riam ser reverti - 
das nas área de saú 
de e educação" en­ 
fatizou Murano. 
f 
Ver. Geral.o Murano 
Trabalho intensivo de 
limpeza pública 
Construção _de quebra-molas 
dor peemedebista Israel Chamor­ 
ro da Rocha endereçada ao Pre 
feito Municipal,com cópia ao'se 
cretário Municipal de Obras, Né= 
lio Diário. 
Em indicação ao 
Prefeito Municipal - 
Abraão Zacarias, com 
cópia para o Secretá 
rio Municipal de 
Obras, Nélio Diório, 
o vereador Marco Ron 
don solicitou a exe 
cucão de um traba­ 
lho intensivo de 
limpeza pública em 
nossa cidade. 
O vereador afirma 
em sua indicação 
"as nossas ruas es­ 
tão com grande acúmu 
lo de terra e lixo, 
principalmente a rua 
Barão do Ladãrio, sa 
bemos que a PRONAV - 
não mais executa o 
programa "Pé no 
chão", onde garotos 
exerciam o' traba­ 
lho de limpeza públl 
ca e recebiam inifor 
me, alimentação, ma= 
terial escolar,assis 
tência médico-odonto 
lógica e remunera= 
cão pelo seu servi 
ço. A desativação 
desse programa criou 
como vemos, dois pro 
blemas, no entanto , 
solicitamos a solu 
ção de um deles: a 
limpeza da cidade" , 
O Cascalhamento de todas as 
ruas do Conjunto habitacional - 
Erva-Mate foi solicitado na ses 
são ordinária da Câmara Munici­ 
pal de quarta feira pelo verea­ 
dor do PMDB Israel Chamorro da 
7 
, ' 
> 
J1/,J 
f.l 
t : 1 - 
j+ 
' 
,! 
rer. Marcos Rondonr 
foram as considera 
ções do edil Marco 
Rondon. 
Rocha, através de indicação en­ 
dereçada ao Chefe do Executivo 
belavistense, Prefeito Abraão - 
Zacarias e ao Secretário Mu­ 
nicipal de Obras, Nélio Dió 
rio. 
Cânara vota o iretor tdn $'IE 
O Engo Luiz Carlos Tebichra­ 
ne, Diretor Administrativo do 
SAAE em nossa cidade, foi convo 
cado pela Mesa da Câmara MunicT 
pal de Vereadores para compare= 
cer naquela Casa na próxima ses 
são ordinária a realizar- se 
INDICA(OES VERBAIS 
IVD"..ÃO. DE CINR.ltJI.AÇÕ!;S E ArnADECIJ'lENID, 
O Vereador Roney_ ora 
S- Solicitoo na Triba­ 
na da Câmara Municipal ·o. 
envio de uma Moção de 
Congratulação e também - 
de agradecimento, ao Sr. 
Aldo, Inspetor Chefe da 
Receita Federal em Bela 
Vista, pelo grande traba 
lho realizado em nosso= 
Munic:lpio. "O Sr. Aldo , 
infelizmente está deixan 
do a nossa cidade, mas 
ele merece as nossas ~ 
tencões porque foi um 
Chefe que soube atender- 
a nossa população, soube 
compreender o comércio - 
formiga e soube atender­ 
à todos os importadores­ 
eexportadores de nosso 
Município" dest.acou Ro 
ney. 
no dia 08 do corrente mês,a fim 
de prestar esclarecimentos so 
bre a administração do órgão e 
também sobre a expansão de re 
des de água e sobre os valo 
res das tarifas cobrados dos 
consumidores. 
ESCOLA SEI PROFESSOR E ZEIADOR 
AO Prefeito Municipal, sem professor e sem zela ,......----· 
con cópia ao Secretãio dor,peço ao Secretário • 
Municipal de Educação, o Municipal de Educação , 
vereador Roney Moraes Si Professor Paulo Melo,que 
mães reivindico, a sol- solucione com urgência - 
ção do problema da Esco- esse problema enviado pa 
la Manoel Rodrigues de ra a Escola Manoel Rodri 
Miranda,na Região das gaes de Miranda um prÕ 
Caieira.s que,segundo o fessor e um zelador" des 
vereador,hã mais de um tacou Roney Moraes S 
mês está sem professor e mões em sua indicação 
• sem zelador. "Temos lá verbal. 
mais ou menos vinte e 
uma crianças que estudam Vereador Roney 
naquela escola que está Moraes Simões ( foto)

J0FNAL 'TRIBIJNA DA FRONTEIPA - DIÁRIO REGIONAL, 
Bonito City 
No final da emana 
f of realizado no "Clube 
de l.r.ço Nnbllt><Jue" o 'li.' 
Encontro de Cluben de 1.'.!_ 
ç0, que proporcionou qu 
tro dias de festas com su 
per animaço. As depen 
d@nc[as do clube ficaram 
lotadas o tempo todo o 
tInha diversão para to 
dos os gostos. O brllhan 
tlomo [oi nbsuluto e a 
polícia foi acionndn ao-• 
mente uma vez para coi­ 
bir o abuso de doin en 
graçadfnhos que faz1am - 
"cavalo de pau" com um 
"Snveiro" e efetunv.1m o 
êsmo disparos com ar1na - 
de fogo em praça p,';bli - 
ca, colocando em risco o 
vida dos transeuntes. 
Após alguns momentos­ 
de perseguição, foram a 
garrodos. 
-Levados paro a Dele 
goela pelo Sargento Clo: 
dooldo, soldado Lopes e 
Cxuz, foram indiciados - 
em inquérito'e tiveram 
um revólver "Rossi", ca­ 
libre "38" apreendido. 
Quanto ao mais,foi tu 
do festa e alegria, com 
um sol maravilhoso que 
também arrastou multidão 
ao "Balneário Municipal­ 
ldo Formoso". 
a1ERAM! OS PEIXES 
00 DALNEÃRIO 
fosse apanhado em 
los,ar, 
No balneário havia 
grandes cardumes de pira 
patangas, dourados e c­ 
rimbas, que afloravam na 
água e faziam ruídos com 
sas rabanadas, para apa 
nharem a comida jogada - 
pelos visitantes, consti 
tuindo em mais uma atri­ 
cão turístic& , que era 
constantemente fotografa 
da e filmada. Todavia,co 
mo tudo o que é bom dara 
pouco, pasmem os senho­ 
res que "comeram os pei 
xes do balneário" e age: 
ra são vistos somente al 
guns espécimes. 
Como pudemos consta - 
tar pessoalmente, no lo 
cal existe uma severa - 
fiscalização por parte - 
da Guarda Municipal, mas 
a poucos metros dos limi 
tes daquele logradouro= 
pblico, estão realizan­ 
do pesca predatória, com 
linhadas e redes, cujos 
pescadores terminam ven­ 
dendo o produto nas lan 
chonetes do próprio bar­ 
neário.como se o pescado 
Outro 
IONII E.NSE S DHNUNIADOS 
. Um rapo de turistas­ 
denunciou ao Sr, Ari Ver 
bfsq, Preldente da Asso 
c ln cão Comcrc ia l e lndui 
trlnl de Bonito, que os 
predadores são pessoas - 
do próprfo Munfc[pio,que 
além da pesca ilegal ai_!! 
da cortam folhas de baca 
r! daquela área pública­ 
pnra improvisarem camas 
no chão. 
O fato é deveras desa 
gradável e seria oportu: 
no, que periodicamente o 
Sargento Paiva, Comandan 
te da Polícia Florestal, 
principalmente à noite , 
descesse o Rio Formoso - 
de bote, pois é certeza 
que apreenderia muitos 
apetrechos pesca, bem C.!?_ 
mo pilharia em flagrante 
os infratores, 
SUCESSO DA 
lJJLTI VAC IN/Ç.AD 
"TAICA" VAI "PR IODO 
NO CENTER CLUBE! " 
a0 poucos o povo foi ee 
afastando e por falta de 
freguesia acabou endo 
der;atlvado, 
Agora, entretanto, o 
"Ccnter Clube" eHt,j sob 
a direção do nosso amigo 
0sterno Prado, popular - 
"Talca", um "expert" 1n! 
gualável no ramo de dis­ 
coteca, lnnchonete, piz­ 
zar1a e promoções de al 
to nível; e certeza que 
"vai por fógo" naquele - 
estabelecimento e arras­ 
tar o povão. O0 seu caris 
ma para com a juventude 
e família é s lmplcsmente 
invejável. Trabalha sem­ 
pre ombro-a-ombro com 
sua esposa Dna. Naydes, 
Ela toma conta das finan 
ças e "Taica" prepara • 
pessoa.lirente as mais del! 
ciosas pizzas, lanches e 
coquetéis. Todos os con­ 
dimentos e bacon são pro 
duzidos em sua própria - 
fazenda, que por sinal é 
uma das mais lindas atra 
coes toristícas do Muni­ 
dpio. 
Há pouco tempo venceu 
a "Padaria, lanchonete e 
pizzaria Karina", porque 
precisava descansar, con 
siderando que trabalhou 
anos e fio das oito da 
matina até altas horas - 
da madrugada. O descanso 
durou pouco e o "Casal - 
Maravilha" de Bonito es 
tá de volta para balan­ 
çar o coreto e proporcio 
nar moita alegria ao po 
vo. 
Nossos parabéns ao 
"maitre" categoria inter 
nacional. 	- 
Apesar do mau tempo , 
a maltivacinação redun - 
dou nun sucesso absoluto 
e o povão compareceu em 
massa ao Centro de Sa,'; - 
de. Foram aplicadas - 
l.057 vacinas anti- tetâ 
nicas; ll3'contra saram= 
po; 294 vacinas tríplice 
157 BCG e 2.137 crianças 
foram vacinadas contra - 
paralisia infantil. 
O movimento foi nor 
mal,porque hã dias uma e 
quipe vÕlante de vacina: 
dores atendeu em todos 
os redutos populacionais 
da zona rural e assim 
quem mora distante, não 
foi necessário se locomo 
ver ate ao centro da et­ 
dade p/ receber a vacina 
Dr. Alexandre Frizzo, 
Secretário Municipal de 
Sa,';de, avisa que a vaci­ 
nação continuará normal­ 
mente no Centro de Sa,'; 
de. Portanto,aqueles que 
não foram vacinados, com 
pareçam aquela unidade: 
sanitária durante o cxpe 
diente. 	- 
O "Center Clube",loca 
lizado próximo ao Conjun 
to Habitacional do BNH-; 
trata-se de um local to­ 
talmente fechado, amplo, 
com piscina e dependen - 
cias para a realização - 
de bailes Ou qualquer e 
vento social. Porém, teve 
seus dias de glória, mas 
DETER11NAdD FOLfTICA 
Quando Abraão Lincoln 
era candidato à Presidê~ 
eia da Rep,';blica dos Es­ 
tados Unidos, foi entre­ 
vistado por um repórter 
que perguntou o que pen­ 
sava de suas chances de 
ser eleito. Lincoln res 
pendeu com seu modo todq 
peculiar: 
- "Não tenho medo de 
nenhum dos adversários. 
Mas há um homem que temo 
muito. 
Seu nome é- Abraão Lin 
coln. Se eu perder ã 
culpa sera dele!" (Alf 
Lohna) 
FIRMINO 
DE BARROS 
Oi/ Meu nome é Ana Carolina Pagot. Tenho ,5 anos de idade o locfos 
me conhecem por Aninha. 
Estou lhe escrevendo para pedir ajuda. Preciso viver. 
Tenho uma doença danada que se chama leucemia. E um câncer que 
atinge 
O sistema sanguíneo e só é çurocfo o troves do implante de uma 
nova medula ossea. 	. 
Infelizmente essa operação é muito cora (80 mil dólares) e meus pais 
não témn dinheiro pira paga. O pouco que você puder contribuir será 
muito para mim. E o meu passaporte pora a vida. 
Afinal, se somos todos filhos de DeuJ, qlgurry parentesco devemos ter. E 
então? Me ajuda a viver! 
Aninho 
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Novo Salário Mínimo 
Uma faca de dois gumes. 
Temos visto muitos trela- 
1 h. dores eufóricos com o novo 
salário mínimo para o mes de se 
tembro, que é de quase dez mil 
cruzeiros reais, por outro lado 
muitos empresários estão preocu 
pados com o aumento na folha de 
pagamento e estudando saídas pa 
ra amenizar o impacto na horã 
de pagar os seus funcionários. 
/ partir de agora, quem ga 
nha até seis salários minimos , 
de acordo com a nova lei sala 
rial aprovada pelo Congresso Nu 
cional no último dia 18, Vµi 
ter reajustes mensais de acordo 
com o índice da inflação menos 
dez por cento e a complemen­ 
t.ação das sobras no final de 
quatro meses. 
Na verdade, trata-se de um 
avanço significativo, mas e 
também uma verdadeira faca de 
dois gumes a nova política sala 
rial brasileira, senão vejamos: 
Sempre que são anunciadas­ 
mudanças na política salarial , 
cria-se também uma verdadeira 
ciranda financeira que, básica­ 
mente podem ser assim definidas: 
primeiro, o trabalhador assala­ 
riado recebe a reposição da in 
flação do mes com quarenta dias 
ou mais, de atraso; dois, a em 
presa empregadora tem trinta 
dias para efetuar o pagamento - 
da inflação; tres, a empresa 
também paga, só gue em encargos 
sociais, uma vez e meia o valor 
que recebe o funcionário; qua 
tro, os reajustes dos salários= 
são repassados antecipadamente­ 
aos preços das mercadorias e 
produtos de toda espécie; cin 
co, a espectativa de um aumento 
do poder aquisitivo do traba 
lhador pode ir de encontro a 
prateleiras vazias. 
---------------================ 
Pelo menos du s destas 
questões são cruciais n que 
diz respeito ao aumento da ofer 
ta de empregos, a carga de en 
cargos sociais, que pesam sobre 
os salários são, em grande par 
te, responsáveis pelo esgot .men 
to do mercado de trab lho. 
Estes ncargos são um dos 
grandes incentivos para que as 
empresas empregadoras não conee 
dam reajustes salariais sem pas 
sar por um extenso corredor de 
negociações. A uogundo qucGLão 
está relacionada coe o d 
bastecimento do mercado. 
Não é exatamente um probl(• 
ma hoje, nem o reajuste meneai 
com base em parte de inflação - 
pode provocar uma crise de abas 
tecimento do mercado consumidor 
mas trãz a tona um problema vis 
to com o primeiro plano cruzado 
editado pelo Governo Federal se 
te anos atrás. 
O cruzado, sem entrar na 
questão dos ganhos políticos q/ 
teve o Governo Sarney, mostrou­ 
que o Brasil tem graves proble­ 
mas de abastecimento. O cruzado 
foi responsável pelo res7ate sig 
nificativo do poder de compra 
pela classe assalariada, e esti 
cado • de forma como foi conge­ 
lamento de preços, estabelece 
se uma espécie ac mercado ne 
gro para a venda de alguns pro 
dutos, como a carne e o óleo de 
soja que encabeçaram a lista 
dos produtos vendidos neste mer 
cado paralelo. Em resumo, as re 
lações trabalhistas e os efei 
tos sobre a conjuntura econômi= 
ca necessitam de um estudo mais 
sério e aprofundado, exatamente 
porque o trabalho é a base de 
qualquer economia que ainda não 
tem uma equação ideal em nenhum 
ponto do planeta. (UR) 
', 
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Avenida 11 de Dezembro, 273 - Jardim - HS 
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CALCÁRIO ITAMARATI S/A, torne público que requereu à SEMA 
Secretaria de Estado de Meio Ambiente em 07 de maio de 1992 a 
LICENÇA DE OPERAÇÃO para a atividade de extração e beneficia - 
mente de ~alcário, localizado na Fazenda Oro-Ytê , Município 
de Bela Vista - MS. 
Abandono de Emprego 
Comunicamos que RAHÃO MOURA DE OLIVEIRA PEREIRA não com­ 
pareceu mais ao seu trabalho, ficando caracterizado abandono - 
de emprego - Art. 482 - "I" da CLT. 
Bela vista, 02 de setembro de 1993 
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JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA 
D IJJllO JF.GIOl{IL 
( <'JIUCOI,) CâMIIRI E 
Jla :;cnsiio do dia 25 de nqosto, com as 
preonças dos Vereadores José Carlos Barco 
los, Presidente da Camara, Doralina Leite, 
Hvnldo dr Moura, Milton Dcndcr, foi reali­ 
zada a sens5.o ordinúria onde foram debati­ 
dos vãrioo nnsuntos de interesses, 
VEREADOR/ DOJULINA I,EI'rE 
"' .. '  ' ,--·-·-·~- 
e..-_.f;. 
• . ! 
vereadora Doralina Leite 
Solicitou ao plenário que seja enviada 
uma moção de apoio à Faculdade de Bela Vis 
ta extensivo ao Dr. Fernando Elias de Frei 
tas pela sua luta na implantação da Facul= 
dade de Bela Vista e que todos os Vereado­ 
ros de Caracol entrem nesta uta, porque - 
esta Faculdade irá trazer muitos bcncfi 
cios à Caracol. 
VEREADOR EVALDO DE MOURA 
I 
Vereador 
NOTíCIII 
, 
J 
IM 1+.A 
Solicitou que seja ouvido ao Plenário que en 
vie Oficio ao Senhor Prefeit-.o, para que estude a pos 
sibilidade do fechamento do Posto de Serv1 
ços da TELEMS, pois na cidade existe 02 o= 
relhÕes que funcionam e que em outras 'oca 
!idades isso já está ocorrendo, porque es­ 
ses funcionários desejam descansar aos do­ 
mingos e feriados, passando com seus fami­ 
liares. 
9.1410 
1410 
410 
410 
410 
410 
410 
• 
você liga e recebe o seu JORNAL TRIU DA 
FRONTEIRA em casa 
Você liga e se informa sobre o vencimento 
de sua assinatura 
você liga e renova automaticamente sua as­ 
sinatura 
Você liga e no outro di.a recebe o TF 
seu novo endereço. 
Você liga e contrata uma assinatura VIP 
por 5 anos, sem inflação 
em 
Você liga e dá• assinatura de presente para 
quem voce gosta 
Você liga e resolve tudo sobre a sua assi- 
natura 
• 
Vale a pena Repetir: Sã6 Muitas 
as Vantagens de quem Assina .o· 
TF e quem Assina o TFRepete 
'F 
Jornal Tribuna 
da Fronteira 
UE O POVO SF.JA BEM ItlFORM.i' 
MOÇÃO OE CONGRATULAÇÃO 
r::xcolcnt.issir.:o senhor PrC'oidrnt 
Apresento à Mesa ouvido o Douto Plená 
rio o dispensada as formalidades regimen 
tais, que seja enviado ao CMT do 2 Pelo - 
tão da PM em Bela Vista-MS, com copias ao 
Major PM José Gregório d_arros CMT da 
7a CIPM de Jardim-MS. Moção de Conqratula­ 
cão ao PM Vitório Donizete da Costa Delu 
qui, por ter tentado salvar a vida de um 
recém-nascido que foi Jogado pela propr1a 
mãe na privada (banheiro), quando o Poli - 
cial Deluqui ficou sabendo do fato, foi a­ 
té 
O local e tirou a criança, mesmo estan­ 
do com fezes por todo o corpo! o Policial 
fez respiração boca a boca, nao tendo um - 
só momento nojo, o mais importante foi tgn 
tar salvar a vida do inocente. Fato tambem 
que merece ser relatado é que Deluqui sem­ 
prc que procurado, até nos momentos de fol 
qa para fazer qualquer tipo de ajuda, ele 
az com a maior boa vontade seja a hora 
que f.or, chovendo ou fazendo frio,está se~ 
pro pronto a ajudar. Atitudes como estas - 
só engrandecem nossa cidade por ter um Poli 
cial tão zeloso pelo nosso povo. 
J U S T I F I C A T I V A 
Justifico que tal pedido se baseia no - 
fato do Policial ter se portado de maneira 
heróica tentando salvar a vida de um ino - 
cente, sendo assim nada mais justo que o 
Policial por ato de bravura receber o RecE 
nhecimento merecido dos seus Superiores , 
destacando que tal ato engrandece a Poli - 
eia bem como a sua Corporação. 
Contando com o apoio das autoridades Sg 
periores, espero ser atendido uma vez que 
o referido Policial merece essa horira. 
Sala das Sessões, 24 de Agosto de 1.993 
OFICIO S/NO 
CARACOL, 12 de Agosto de 1.993 
Origem: sa Série do Ginásio Municipal 
Destino: Câmara de Vereadores do Município 
de Caracol-MS 
Assunto: Conscientização e solicitação 
(FAZ) 
Senhores Vereadores 
Os alunos da 5a Série do Ginásio Munici 
pal, juntamente com o Professor de Ciênci­ 
as, ao estudarem a contaminação do solo Pe 
lo lixo também executaram uma atividade - 
prática em relação ao assunto acima mencio 
nado. 
Nós alunos e Professores, fizemos uma 
caminhada ao longo da canalização do cen - 
tro da cidade, cujo objetivo maior é dar 
vazão às enxurradas provocadas pelas chu 
vas; no entanto, verificamos que essa canê 
lização esta sendo usada como depósito de 
lixo perigoso, tais corno embalagens de in 
seticidas e detergentes, altamente ofens1 
vos a natureza. 
Como essa canalização acaba desembocan­ 
do no Córrego Porteira, alertamos os senhE 
res Vereadores para que tomem providências 
urgentes junto ao Departamento de Obras e 
Saneamento da Prefeitura uma vez que, • ª 
f!ora, a fauna e o próprio Porteirinha es­ 
tao sendo gradativamente danificados c0 
os poluentes já mencionados. A população 
ribeirinha, situada abaixo de onde desagua 
a canalização, com certeza e~tá correndo - 
sérios riscos, pois eles utilizam essa roei 
ma agua em suas necessidades. 
Era o que tínhamos para denunciar e a - 
lertar nossas autoridades oois acredita 
mos que nossa participação de fundamen "7 
tal importância no desenvolvimento do Munl 
cp1o. Marcely Godoy - Líder de Classe 
• Thiago Braga Lima Vice-Líder 
?l~ J.!lIORES INFOIU-11CÕES: CERTIFIQUE-SE NA: 
FFTCIENCI - AGILIDADE - HONESTIDADE1 ' 
Rua Almirante Barroso, n• 18g 
Bela YiSta - Mato. Grosso do ,.Sul 
Q 
lJ 
de 
CJt 
,- 
s 
<o1a 
..~ ( 
so 
no 
s;

,]OfHM, 'lRJfHJ~l/ DA IJd)'.YfEIRf, - DIAHIO PCGfOW'IL 
( .. 
- ' 
PREFEITURA MUHICIP AL DE BELA VISTA 
L.LI M' 92 DE. O DE ILI!O D0E 1991 
Dfspõe sobre a Diretrizes 
199 dá outras providencia, 
) Pretelto Munlclpal de tela VIta, faço aler que a Clara 
Munfefpal aprova e eu sanciono a suite LI: 
Ili Sl'OS IÇÃO PIU.I.IIIPIAR 
Art,I!- Esta Lei, em currinento no disposto no Jnclso li 
do § 7'J do Art.'11! <h< l.<'l Oranfca do Municíplo, fLxa as dlre· 
Lrl;,rs orçnr.entllrlnH do r!unlclvtu dt• H<•ln Vl;;u pnra o,exerc[· 
cJo f!nnnc..l'J ro de l'J')4, tompn·<•n<lc-ndo: 
1 • tlct.1., <· prlorid,,d,•i; da Admt11tutr,1çiio l'Úbltca Hunldpnl; 
11 - Orientaçoes para os orçamentos anuais do Huulcíplo, ne­ 
les fncluidos os correspondentes créditos adicionais; 
111 .. t.lmt tes para a elaboração das propostas orçamentárias 
doa Poderes LeRlslatlvo e Executivo, 
CAPITUI.O 1 DAS l)ll(r.TRI ZJ:S l'AIIA O ORCAtlr.NTO DO rnmcf PIO 
51.çÃO J Das lllrctrlreG C<,r,11• 
,,j, Aorttzscão da !»!!da - r«euros de«rtnsdos i orttzaslo- 
da d{vida Interne tera dI f r, f'llí, de t,fu. 
7.3, Outras Depesas de Cap! a! atnd!r nto das d al de.pe ta 
de capital nio especiffcadas nos rupos r!atonados nus [ena­ 
nntr•rJorf's. 
12- Ás despesas e as ree! as dor Ora no« Fica! e da 
Seur Idade Social, bem como do conjunto dos dois orçam ntos, • 
rio apresentadas de forma Intétfca e areada, vuldenc[ado o 
déffelt ou seu uperávi corrente e o total de cada tum dos ors,d 
""",, , tet orçaentarta Incluirá dentre outros, os seu!ntes 
dt-nonstrat l·oa: 
I - das receitas do Orçamento fiscal e do Orçamento da Seu 
rid:1d(."I Sot la 1, ht.·m e:m:,o do con Junto dos <lol & or(,' 1'1'1""nto.,;, que• 
obedecerá no prc-vlsto no art!o 22, $ 19, da Lei n 4,320, de 
17 de março de 1964; 	- - 
II - da natureza da despesa, para cada orpao, obedecendo clas 
If1cação estabelecida no Inciso II, do "caput" deste artigo; 
III - dos rt!cUrfioR d0;;r lnndua à r.:.:tnUt(•nç.tlo t' no cll'senvolvtn-
1.:n­ 
to do ensino, de forma a caracterfzar o cun:;prl::tt'nto do dtspo:;to 
no art,21? da Constitutao Federal. 
§ 39 Alén do dlsposto no 
11
cnput
11 
d<'st<' artigo, o rc .. suno r..!_ 
ral das despesas dos Orçnmento-. fiscal e. da S<Jt;llrld .. tde Socl.11 , 
bem corno do conjunto dos doi:.: orç:1ncnto.;, r.ern ;;iprrsent~1do obt.•­ 
deccndo Conlé.1 semelhante à prt:visto no ane>xo 'J, d,1 Lcl 119 4,)20 
de 17 de março de 1964. 
6 42 Os orçamentos de que tr.lta o "caput" deste art o serio 
idC'ntiflcados por proJ<•tos ou atividades, os quais serão inte 
rados por titulo e descrição dos objí!tlvos ctmt<•ndo a5 resp<-c­ 
ttva,; mc-tnR ou n uç:io públlcn l'SpPrnda. 
SEÇÃO III Das Diretrizes Específicas para o 
Poderes Le:.:.islnttvo 
Art.17 • Poro efelto do dlsposto no nrtli;o 17 d,1 Lei Oq;;inl· 
cn do Munldplo fica estipulado o limite de 10'1.(dez por cento) 
da rccC'ita corrNltc do Munlc!plo, par..1 clabor.:1ção d.1 Proposta .. 
do Poder Leglolntlvo Municipal. 	. . 
Pnr,Ígrafo Ontco - No transcurso do rxccuçno Orçament.irin do 
cxcrc{cio de 1994, o percentu:il de que trata o "caput' deste ª!. 
tlgo, scrái repass.-ido com base n,1 .. Recctta Corrente efetivamente 
arrecadada, tendo como base de calculo a receita do mes ante- 
rior. 
•S 
-- 
1  
Art,2! - Ficam estabelecidas, nos tern.w:rn denta Lei, iW din• 
td1.ct1 gcrnis, po1r,1 11 elaboraçõo d,a 1.A..•l Orçoment,lrin nnunl dÕ 
l--hmlc[plo, relntlva ao excrcicJo de 1994, contrndo os Orçncc..!! 
tos Piscnl e dn St•guridnde Socl:il, cvld!nc1ondo o prograrm de 
tr,1bnlbn do Execut lvo. 
Art. JU • Os Orçnrocntos Fl c:cn 1 e da Se1:uridndc Soctn 1, com• 
preenderão além dos Poderes, seus Fundos, Órgãos e as Instftut 
çocs i,,,ntldas pelo Poder Publico, 
§ 19 .. f: vedodn n vinculnção da rrccitn de impostos à ór­ 
r;ios, fundo ou dt•spcsn, nos termos do incluo 49 do nrt.167 da 
Constltulçiio Federal. 
§ 2Q • A l.ci Orçne.entlÍrin pnrn 1'194 destlnarú para 11pllcn • 
çào na nnnutem;ão e dc•Genvolvlncnto e qunlidodc do ensino, 25'1 
(vlntl' e cinco por cl"nto) dn ff"cclto. resultante ~e impostos ... 
nas fomas prcvlstns no a.r'tiKo 212 d:t Constituiçno l"cd{'ral, re 
scrvodoa os pe.rccntunia destinados ii cducaçiio pré-escolar e nÕ 
ensino fund,1mentnl vol t.ndo aos portadores de nL•ccssldndes edu .. 
c,1tiv11s especlnts, c:1tnbekcldos na Resolução ng 01, de 06 de 
fevereiro de 1991 do Conselho Oellbcrlltivo do fundo Nacional - 
de Ocsenvolvlmento da Educação. 
Art .1.2 - A receita l.' a despesa serão orçndas a preços de Ju 
lho de 1993 e proJct.idns com bnsc no comportnml"nto dn receita, 
considr.r,,ndo-sc, ainda, a tendência do cxcrclcio, 
Art .SQ .. A Lei Cfrçnocntiirin conterá dispositivo nutorizondo 
o "Executivo n efetuar n correção dos valores contidos no Orça 
oento do Hunldplo, para 1994, mediante npllcação do Indlcc de 
reajuste arresp:ró.'rlte n vnrlaçno do lGP!i ou outro {ndlcc que vg 
nha a ser ndotndo pelo Governo Federal, apurado no (inn.l de ca 
da trimestre objctlvnndo preservar o:t progrnmas de trabalho. - 
dos efeitos corrosivos da Inflação que ocorrer nesses períodos 
S 19 • A Lei Orçamentaria contera, toobem, outorlzaçno no 
Exccuttvo p.nra: 
t .. abertura de crédl.tos suplemcntorcs até determinado lir.:i.!_ 
te que ser.ó nela l.'Xpllcitndo; 
11 - rcallzor op<>roçõcs de crédito por nnteclpaçilo d.1 recei­ 
ta, conforme pt•rmlssão contida no § 8Q do artigo 165, obedeci­ 
do o timlte cstnlJckcido no inciso lll do art.167, todos da 
Constituição Federal. 
Art.6Q - Não poderão ser incluld.is de-spl'sns cor.i a9uisição .. 
de lmÕvets, ln{cio de obrns de coru;truç:io ou ,1rt.pllnçao, novas 
locn,;Õcs ou arrend,1mentos de imóveis, inclusive residenciais , 
p ara a ndnlnistr.,,;Do pública Hunlcipal, ressalvadas ns rela­ 
cionndas coo ns prioridades cstabclccid,1s nos anexos desta Lei. 
Art.7'1 - Niio poderão ser incluid,1s qu:,lsquer dotações dcst,.! 
n.1d.1s à ac1uislção de mobill.lrio e equipamento, ressalvadas ns 
relativas à reposição de bens slnlstr,1dos com perda total, ns 
.1utorlzndas nas Leis que instltuiram os fundos e tas relaciona­ 
das com as prioridades cstnbclccidas nos anexos desta Lcl. 
Art.8Q - Niio poderão ser destinados recursos para atender - 
despes.as co:n pn~iamento, a qualquer título, n r;crvldor d..1 Adml­ 
nlstrnção Olrct:i ou Indireta por serviços de consultoria ou as 
sist~ncln tCcnlcn µelo Õrgôo ou Enthladc a que pertence o ser­ 
vidor ou aquele cm que estiver cventu,1lmcntc lotndo. 
Art .9Q - As despesas de custeio não poderão ter .Ou:Jento su­ 
perior à variação do Í.ndice oftcinl d(.~ inflação cm relação .à 
despes., estlrn ada para 1993, salvo no caso dr cooprovada insuU 
ciência decorrente de expansão patrimonial, incremento f{seco 
dc serviços prestados à corcunldadc ou de nov,,s atribuições rc­ 
cebicL"'ls no cxerclcio de 1993 ou no decorrer de 199-4. 
Art.10 - ~ vedada a tnclusão na Lcl Orç.1c-.cntiirin, bem coo 
cr.1 sU.Js alterações, de dotoção orçnr.::cntá.ria para Entidades e 
Assoclaçõcs, de qualquer ~ênrro, exceção fel!a às creches, cs­ 
colas para atendimento pre-escolar, Associaçoes e Entidades - 
sem fins lucr.,tlvos de car.i.tl~r assistencial, fil:mtrópi~o e de 
desporto amador, obscrvand~-se, ainda, as disposições contidas 
no artigo 19 da C.Onstituiç.10 Fcdcr.-:il. 
Art .11 - As dcspesns à conta de lnvesttmcntos cm Rcgicc de 
Execu,;ão Especial, poderão ser re:11izada.s somente cci CllrlÍtcr 
excepcional, quondo não se dispuser de referenciais para c(et! 
vação do dcsdobr0r.tento dn despesa cm seus respectlvos eler:icn - 
tos. ou no atendimento ao disposto no § )Q do artigo 70 (f.:i Lei 
OrgÕnlca Municipal. 
.. Art.12- A proposta orçamentária do Hunic[plo para 1994, ~ 
rn encMinh.ad.1 n Cmnara Muni.ci~l, pelo Poder Executivo, ate 
30 de setembro de 1993. 
SEÇÃO II 0..1s Diretrizes dos Or-çnt:!cntos Fiscal e da 
Seguridade Social 
Art.13 - O Orçnmcnto Fiscal Hxnrâ as despesas dos Podcres- 
1...c~islntivo e Executivo, e cstim..1rã as receit.is e[ctivns e po­ 
tenciais. 
§ lQ - Os recursos ordinários do Hunlciplo socentc poderão 
ser programados par., atender despesas de c.1plt.:al, apôs .ltendi­ 
das despesas com pessoal e encargos sociais, serviço d:a d[vida 
e outras despesas de custeio admlnlstrn.tivo e oper.1cioflõll, pr~ 
c:itórios Judiciais, bem como a contrapartida de conveniõ e de 
pro~rn.m.'.l flnancla.dos e aprovados p0r Lel especifica. 
~ 2Q - Na. ClXllção da progr.1onç.10 da despesa. deverão ser ob­ 
&crva.das as priortdndcs constnntcs do Anexo I, desta lcL 
Art.14 - O Orçamento d.1 Scguridnde Social obedecerá ao de!l 
nldo nos artigos 79, 80 l' 82 da Lct Orgânica Municipal e e:on~ 
ta, dentre outros, com recursos provem lentes: 
l .. das ContrlbulçÕcs Sociols a que se refere o § 42, do ar 
tlgo 59, da U-l Ori;ân!ca Municipal; 	- 
11 - das Receitas Próprias dos ôrgâos, Entidades .e FJ.ndos - 
que intcgralll o orça.cento de que trn.ta este artigo; 
111 - de transferências de recursos do Mu.nic[plo, sob forma - 
de contribuições: 
lV -- de convênio ou trans fcrênc ias de recursos do 
e/ou cfa União. 
Art.lS .. A proposta orçan:cnt.iria. da Scgurld.'.ldc Social, ser:i 
elaborada pelas Unidades Orç,"'1!:lentirlns, respcit.llndo as prlori­ 
dades definidas no anexo II desta Lei, às quais competirá tam­ 
bê acompanhar e avaliar a respectiva execução orçamentária e 
CXcc-uç~o fis--lc.:i dos projetos. 
Art.16 - Na Lei Orçaccntii.rta anU.:11, que .aprcscnt;1rá conJun-­ 
aente a progrocução dos Orçaoc.ntos Fisc;1l e d,1 Seguridade So 
ela.!, a. discrirnin.nçâo da dc5pes.l far-se-ã par arria de progra­ 
r:..i~ao {projcto/nttvldilde}, idê.ntiflcando .. sc, pelo :i:enos, para. 
ada una, no seu renor nível: ' 
t - o Orçar.:ento a· que pertence; 
.. ll - a nnturcza d.1 despesa, obedecendo .ã seguinte classi!lC:!!_ 
tno: 
Estado 
l.1. pe4soa1 e Encargos Sociais-destinadas ao_atendimento de 
"Pesas co pessoal civil eIitar,_obrigaçes patrona!s 
3
t.ivos, penstonlst..1.s e: nnliírio-Can lla. 
1
-2. Juro:. e Encargos da o[vid..'l .. cobertura de dc.:rpe.s.as coe J;;! 
toa e cncnrgos d,1 d[v lda lntcrn..;i e cxtcrr..a.. 
l.J. Outr,1~ Ocr.2csas Cor-rentes - ,1tcndir.-.cnto dos dcn-.ai~ despe .. 
~~:. corrc.nt.c.:i: nno c!.pCci!ic.lcbs nos grupo:; rcl.:icionndos nos 
eng anteriores, 
l , . !. DESPESAS DE CAPITAL 	. 
• •• taa 1..iocntos - dcspc!i.'.l dc.c.t.lnnda. .1. obr,"'lS C' 1nst-'llaçoc.:. , 
quIpaentos e nater!al peranente, Investientos en regire de 
1. DESPESAS CORRENIES 
SEÇÃO JV n.,s Dlretrlzes do Orçarento de Jnvestlr.:entos 
Art.18 - Na prograoação d(' invl"stlmentos serão observadas as 
prioridndcs constontcs dos Anexos, d<•stn L~L. .. _ 
§ lQ Os invetttlocntos em (.1se de execuçao terao prl"fcrcncl:ts 
sobre novos projetos. 
§ 2Q Não poderão ser progr.:1rnados novos projetos: 
I- ;, custo de anulação de projetos de investimentos con .1nda 
raento, desde que tenhar.i sido executados lO"l., (cfez por cento) dÕ 
projeto; 
II - sem prévin comprovac;no de sun viabilidade técnico, eco .. 
nômlcn e Cinancelra. 
§ lQ Os investinentos a que se refere o nrtlgo anterior, se­ 
rão detnlhados por c,1tcgoria dl' prograr,,açiio, .1tendendo o dispo! 
to no $ 4g fo n.rtlgo 16 dcst:a LcL 
SEÇÃO V Das DlsposlçÕes final• 
Art.19 - As propostas dC' oodl[ic.lçÔcs no projeto de Lei Orço 
~cnt.iria, n que se refere o nrtigo 69 dn Lei Orgânica do Munic! 
pio, serão .1prescntnd,1s, no que couber, com a_fora, o n[vcl de 
detnlhnrnento, os demonstrativos e .1s infornaçocs estabelecid.ls­ 
para o orçrucento, nestn l.ci. 
Art.20 - Par.1 efeito dn infonnação do Poder Legislativo, de­ 
verá ainda const!!r do proeos~n orçamentária, a nivel de cntego­ 
rln de progra.onçao e por or~ao, n ori~cr.i dos recursos. 
Art.21 - O projeto de Lei Orçanc-nlnria ser.~ apresentc1do co:n 
n formn e com o detalhnoento descrlto nesta Lei, aplicando - se 
no que couber, as dcr...1is di5poslçÕes lcg,1ls. 
Art.22 - Se o projeto de Lcl Orçar.ientiiria não Cor aP._rovado - 
até Jl de dezembro de 1993, a sua progra.r-..a.ção poderá ser exccu­ 
t.-id.i até o ll.citc de 1/12 (um doze avos) do total de cad:1 dotn­ 
ção eo cada mês, atunliz.1da na forn., previsto no ort.SQ. desta 
Lei, .oté a sua aprovação peln C..ioara Municipal, ved,1do o Infeto 
de qualquer projeto novo. 
§ 19 O acréscimo decorrente do correçô:o dos valores de que: - 
trntn o artigo 52 desta Lei, serão alocados na Quota de Regula­ 
rlz.1ç.ão Orçaocntãrin-QRO, ficando condicionada n sua. libcr.1ç3o 
à efetiva coprovação de ingresso na receita. 
§ 2~ As nlter.içoes decorrentes da nbcrtur.1 e rcabertur:t 
créditos ndicion.'.lis intcc:rorão os gu.,dros de Dct.olhar.:cnto 
Despesa e os T,1belas de Distrlbuiçao por Quotas, quando for 
caso. 
§ 32 As alterações nos Qu..1dros de Detalhmnento da Despesa - 
QDD, e- Cotos rrfmestrais, que se impuserem necessárias, serão - 
autorizad,"'ls pelo Pre!etto. 
Art.23 - Estn Let entrará e vigor na data de su..a publicação 
revogad.1s as dlsposiçÔCs ec contrário. 
ADI1sIAçO 
* Construir, reform.1r e ncpli.ar prédios adm'intstratlvos; 
* lmplont.1r g-radativa.centl! .a reforca organizacional do 
Executivo; 
Desenvolver e lr.:iplontar o slstt:mLI de rccursoa huoanos 
nlstraçao Dlretr1; 
=trnIS:rnAÇÃO fAZENDÃRIA 
Levantar a !tas,lo r at da tu«ais no 'p!e, v'santo - 
t, tr r a de nda real de ri iça, em fdad e· •l,v, ,, •. • r,• 
analfabetos,e {dices de evazão e t peta! e a sI união da 
rete {sta e do patrLênto dI afv l; 
Mp!!ar as oportunidade duale ai • ver o fane! 
ento da re! Munfcl,al de nino, atrtves reformas,tostru 
çs e reparos de un!dade solares, coe aqi tis de ma 
ter{al permanente para reposição e para eolns neva. ; 
' Ado.ar uma po'!tlca etu fenal que nsele a participas 'e 
!vuali t rla d« alui , pref l .• or• e t tu e unfds .. ,• < ... ,> l l ; 
+ Procver a valorização da msgls:r!o; 
Ir@estIr na aqullçao de material d1tático-pedais Ico e d 
apolo, necessários ao x{to da aio educacional; , 
Expandir o atendimento a Educado fperial, ao pré-escolar 
,'lo t1J e 20 rrou. 
Elaborar programa de apolo à distribulçio de trenas e ·ola 
res, de livres didáticos e de material de apolo pedagogfco 
priorizando as regiões aIs carentes, 
cor_vtcA,Ao+ CLTRA 
t Deenvolver atividades ·spec[ficas na área de comunicação +o 
ctal que vJ:;e.n d{vulp..,r junto à_Imprensa as atividades da Mdl 
t'straçao, Inclusfve a elaboração de mensaene Instituonais 
e campanhas de utilidade pública; - 
·.t Coord<'nar a pol!tica cult1:rnl voltnd.u a litn•ntncle tk crJ•1ç&JC 
art[srica, de produção e consumo de bens e serviços cultural, 
bem coo ao t•st{a;ulo d.J manlfc:;tnçiio d<" pf-US:lrwnto '1·• c.rJoç.,o, 
da expressão da cultura regional, sob qualquer forma, procr B'-o 
ou veículo; 	. .. 	_ 
k Fazer a avaliação peranente da opfn1ão publica em relaçao 
aos atos praticados pela Administração em tuas diversas arenas; 
Executar o planejamento e 'a coordenação de eventos,carpanha 
e procoções de carâtC'r público ou interno, no u:-liitonunlclp1
1
• 
s EGl'RAXÇA rrnL l CA 
* PruporcJonnr rr:e:Jos par,1 o dest'nvolvlme:ito do.i i:;rrvlço~ 
prevl'nção e Extinç...io di! incêndfor., de busca<• &alvn."'ento; 
Cooperar, oIentar e fiscalizar o sistema de trinsftoprbana 
HABITAÇÃO 
* Construir unidades residenciais em conjuntos habitacionafs 
implantar tnfra .. cstrutura e S"'rvlçoi. pÚ?>lico,i. ~~i;cnclnts~ 
* Priorizar a construção de habltaçõ s que vvnh.1r.1 .1tender a ~ 
pulnç.io de cenor renda, 2 a 5 satJ.rlor. n{nirr-os; .. 
* Icple.:entar progra::ia de est!ru)o para auto-construç,10, 
fornecic.ento de caterinl ou tcrrl'no; 
t: Real!zar levantamentos e t-studos tipolÓgfco:.1 que determine::­ 
º padrão de moradias, visando detectar a demanda por h::ibitaçao 
do Hunlclpto. 
MEIO ABIENTE 
promover o ordenamento, o controle efetivo C' si!He::uic ko da,;;; 
.1tivldndes ttodificadoras do rr:eio, bem como, dos recursos natu­ 
rais eossfveis de serem afetados, cem vi.stns a tncmutPnçao do 
equi llbrio ambiental; 	.. 
* Cen1l conhecioento sobre os recursos agua-fnuna-Clor.1.-solo , 
vls.1ndo assegurar a conscrv.1ção ou recupcrnçÃo do tteio ornbicn .. 
te, n. m,-inutenç:io do equtl{brio n::ibit•nr.11 e un,1 e.:,;pJornção 11ut,2 
sustcntad.1 dos recursos; 
* Subsidiar diferentes srg.":ento~ d,, c~unidad~, por rr:eio de i_:! 
fon:iação r:...,c iça sobre questões afetas à prob1 c-o.Í.tica aI!':bit"n­ 
tal, visando oudanç.as corportarentais para forra renos agress 
vas no trato cora os recursos naturais. 
* Desenvolver ,"'lÇÓ<!s que visem a orientação, o controle, n con­ 
scrvaç.:io e o aprove 1.tamento rac ioana 1 dos .recursos ruitura.i~, 1~ 
cluindo o gerenclaoento dos recursos h{drJcos e controle da P.2. 
l u lçâo. 
PLANEJAMENTO 
1· Elaborar e ac001p.1nhar a execução orçar..entária; 
r Elrtborar e acompanhar projetos p.1r.:a captação de rccuros fi­ 
nancelros; 
Promover cooperação .. técnic.1 co:il outras Entidades e prorrover- 
o reordenamento d.J açao administrativa, tais coo elaboraçao 
de leis trlbutárlns, estrutura org.nnlzaclonal, re-gic:ento inte!: 
no, quadro de pessoal, entre outras i. 
* Elaborar estudos e pesqulc.1s ccono~oco-soci.i1s e dos recur­ 
sos natur.nis; 
* Prorno,·'!r o ,1companha-:ent.o das açoes govem.J-:,entais. 
do 
da * Construir prédios p.1ra diversas áreas de ntu.aç.áo ounicip 
0 
ccno de educaç.ão, saúde infra-estrutura, entre outras; 
* Icplantar obrns de drenagem e canalluição de vias urbnn~t 
* Elaborar projetos técnicos. 
Abrailo Am.oa Zac.arlas - Prefeito nuniciJ>,31 
ANEXO I 
PR!ORJDADES A SF.REH OBSERVADAS ~A ELABORAÇÃO DO ORÇA.'ltl!TO 
CAL PARA O EXERC{C!O FINA.~CEIRO DE 1994 
PODER LEGISLATIVO 
* Operacionnliznr o processo L('gislativo, coo objetivo de apri­ 
rorar a Legislação sobre o.1térlas de cor.ipetCncia do Município; 
• :-mntcr as atividades de au..'C.Ílio ao controle externo; 
t Reorgzmiznr, codern~ar e l.t:.plci:::ent.ar o slstel!'.a de informati­ 
z;u;.io e processn.-:!nto de d:1dos; 
Reforar, reaparelhar e proi::over o recquipaz:cnto de rn.ateri.nts 
pcrmnnentcs, bec coco conservar cs:;cs bens. 
PODER EXECTTTIVO 
Poder 
da Adn! 
* H,.1nter os sisteoas de [iscatiZaç.iio dos contribuinte::. dos tri­ 
butos nunicipais oodernlzando os slte::i.:ic de cadastro e desenvo! 
vendo siste.mn de controle que di flculte n soncga;no; 
* M,Jnter as atividndes de nrrcc..id.,ç.âo tribut.iri.a, reforoulnndo- 
• o siste:na de controle face .às alteroçÕC~ legais; 
* Atu:1llz.1r, dln..a.ctz:.r, tlinto qu.1nto po::s(vel ar. normas leg,;i!.s 
e regulacent.ires dos tributos de compctcncia do Municlpio; 
* Atuar e participar em prograas, con outra un!dades da Fe-de­ 
-rnçcio, i.ntcrcnmbi:mdo lnfoE=1..1çõcs de incere:-;~c flscnl e ;:idcinl_E 
trativo e desenvolvendo a,;ocs conJunt..1s; 
• Dc.scnvolvcr .:icõcs que propicie:=,, i:clhor c.ntros.-iocnto coe os 
contribuintes, técnicos e. eroHssional:. libcr.:ils, ;itr;i.vés de e!!_ 
contras, palc.srr,-is e scolnarlos; 	_ 
* ?-L1ntcr processos de. controle e d!! consolid.1ç.10 d.:Js inforn.1 
çôes ncccsG,Írins D. cl:abornçâo dos balancetes periódicos e dos­ 
B.al.nnços Ccr.:tls do Hunlc!ploi 
* }bntcr sistco:o de cont.role d.1 Divldn Ativa do }:Unlc[pio . 
• Ex.erc:er outtas atividades, buscando :.ir:pllflc.c1r as relações - 
co"ntrlbuinte-Cisco e: mclhor:ar o dc.se::penho das funções nd.:inls­ 
trnt 1.vo .. tribuc..;rins. 
OBRAS P0BL1CAS 
de 
cor 
1 . 
TRANSPORTE 
* Expandir o siste.::ia de .1tendicent.o âs rodovias viclnals,pro~ 
vendo sua conservaçao e restauração para r:elhor csco,1r--..ento d.1 
produção; 
Implantar un prograra de Obras de Artes Esp<"Cic1.is,tal.s coco: 
construçno de pontes de concreto, r.i.:ideira e viadutos; 
SA.'EA.'1El'ITO 
Colaborar para manutenção do sisteoa de sa.neoc:ent.o b.isico no 
l-tunl.cÍplo,com o propÓsito de estimulD.r os hábitos de saúde e 
hlglene. 
TRIO, IDSTRIA E COMÉRCIO 
-t: Oferecer incentivos ias ntividadcs secundárias de transforra­ 
ç.âo, coo a geração de produtos ac..abados :! eventos de tecnolo - 
gi.a.!; modernas; 
* Rct~mar as .irens cedidas em corosso de compra e venda 
que não cuprira os cronogramas de !:a1anta;ão industrial; 
* Estloul.ar .1 icpI:int.açao .. de pequcr..1!. !~~Ú.stric1s coo área. de 
réd!o e grande taranho,próximo dos cor.'unto; habitacionais; 
Desenvolver açoes capazes de opcr.:ciona..l i~.1r um,1. política de 
turisc:o_ voltada para o desenvo!vit:e:ito elo }lu.."lic!pio. 
ANt::O I! 
PRIORlDADES A SERE:1 OIISERVADAS SA 'cL:lO?.AÇÃO DO ORÇA.>tEITT'O 
SEGURIDADE SOCIAL PARA O EXERC1CIO ~T:e::no DE 1994 
DA 
* ?ropicill.r altcrnat.iv.ls parn :tlnúnizo.r ns licitações aprcsen­ 
tadas por pessoas portadoras de,necessidades especiais; 
•• _Prestar tttc.ndir-cnto ecergencl...:il a populaç..:io ec c.nsos de C:::!_ 
tastrofc.s, sinistros, enchentes e epldemL1s; 
Proporcionar tr..1t.m:c.nto cspecializ.ndo n. pacientes carentes - 
fora do Município; 
* Pro::iovcr oportunld.1de para o desenvolvi.ocnto de ativ[d."ldes - 
ocup.1ci~ais produtivas e/ou de prestação de serviços p-.1.ra :,. 
populoçao carente, inorando a que.st.no_de desemprego, erando 
.1~ento da renda, at.r.'.l.vc.s da lr:.plnnt.iç.oo de centros de produ 
ç.ao e: ca:e:-cialiu:ação de all.cent.os, bens e pre-sea;.ão de servi= 
ço:.; 
+ Criar condições para a integr.iç.âo à socte.dt-ide de c-ria.nçn e 
do adolescente de. nua; 
* lmplcrtentar o otendi.::lento de crianças na fa!xa etãrla de o o 
6 anos e lleses em creches; 
"Equlpnr_e ap..1,rclhar as of.lc.ln.u alterno.tivas de 1nic1.aç5o e 
cnpaclt.n;...lo profission.1.l; 
-t: C.-.paclt.ar pe.s::Ml para. gerencla:cento dos ce.ntro.s de produciio 
de alientos_e de bens e sc,rviç.os; 
Assegurar a população do Munic{pio o acesso n ::edica::ie.ntos e 
a 1r.for-1çoes de seu uso r.:icion.11· 
AGRICU!.TIJRA E PECllÃRlA 	* Dar suporte ài vigilância sanitária e epld=lo1Õg1ca. alé:i de 
* Apoinr e c.ontrtbulr para oo ·serviços de pesquisa, assistência- outros programas_de Lnterege da saúde pública; 
técnica, e.xtensiio ruial'.! ri!cursos scnêt!cos, voltados para o Prestar assistência aos programas especiais de soÚdc· 
.nte.ndiccnto dos interesses socia!s e ccor.Ô.J.lco:t dn co::un'idadc -- * Desenvolver .:içoes de vie,ilancia t:anit..ô.ria ruis áreas de tu.a 
rural; 	re.ãpOns.lbtlldadc; 	. 
* Atuar efetivamente no ranjo e conservação de solo água; '_Atuar Junto is organizações populares, visando a partlefp 
-1.· Er.tf?r:ulnr e npol.1r o associatlvisi:o (' o cooperativismo coo - ao efetiva do usu.nrio .nos serviço.,; de snÜdc; 
instrw::cntos vitais ao desenvolvimento rural do Município,inveg " Atuar nos probleas de saúde bucal,para consequente melhor 
tindo peranentmnte n a:,;:tl.-.a;:D rural; 	- nos nlvcis de snudc scr:il; 
Promover os serviços da Inspeção a defesa agropecuir1a,de foz 	Abraão Aroa Zacarfa4 
as - Prefeito Mun!c!pa1

IOPNAL. TRIHUNA DA FRONTEIRA 
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Será neste 
Dia 4, sábado, a 
ccrim6nia do enlace 
matrimonial de Lilia 
ny, filha de Genil e 
Enoly Assis, e Laér­ 
cio, filho de Lino e 
e ferina Loureiro. 
AS 20:30 HORJS 
A Igreja Catedral 
Metropolitana São Jo 
sé, em Campo Grande, 
certamente ficará re 
pleta de amigos e Pi 
rentes que testemu - 
nharão a união dos - 
noivos, pois Liliany 
é de tradicional fa­ 
mília belavistense - 
por parte da mãe (Log 
reiro) e por parte - 
do pai, família de - 
Belo Horizonte (As - 
sis) e Laércio de tra 
dicional família de 
Corumbá (Assis) 
APÔS A CERIMÔNIJ 
Os noivos recep - 
cionarão seus convi­ 
dados no Lions Club 
Sul. 
DAQUI ENVIAMOS 
Ao casal Laércio 
e Liliany, nossos de 
sejos de felicidades 
na vida que ora ini­ 
ciam! 
NO DIA 28 PP 
Aniversariou o ga 
rotão Marcos Rondon 
de Oliveira Filho.Se 
us pais: Marcão e Ji 
ne, organizaram um 
gostoso jantar em 
sua residência para 
receberem amigos que 
foram abraçar o ani­ 
versariante. 
Parabéns! 
JÁ NO DIA 
30 pp., comemorou 
mais um ano de vida 
o piloto Ederney Sil 
va. Um churrasquinhÕ 
marcou a data. 
Felicidades!! 
D{RIO REGIONA! 	ELA VISTA, 0) 
, a.aa.,= 
Máquina Azeitada 
OS MANDAMENTOS FUNDAMENTAIS 
PARA O CORPO HUMANO 
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O Casal 
51 anos de 
familiares 
No dia 01/09/93 
Tibyricá Loureiro 
casados. Parabéns 
e amigos! 
de Almeida e Olympia comemorou 
pelo exemplo que legam a seus 
Podemos conservar os entes ;rnr Aa a vi~-Deve::ios acabar com a i - 
déia errada de que perderemos necessarlamente os nossos dentes. 
A perda dos dentes se deve aos maus tratos a que as submetemos duran. 
te a vida. A higiene deficiente, aliada a uma alimentação muito rica de 
açúcares poder enfraquecer e causar a cárie. 	- 
A dieta alimentar é de importância considerável para a prevençao da 
cirie. O aç~car determina que a placa dental se corre mais icida ocasio­ 
nando a descalsificação do dente. 
Estudos com dieta alimentar demonstram que o açúcar está diretamente 
relacionada com a produção da cárie e está relacionada com a hora do dia 
em que os alimentos são consumidos e a frP.quência dz ingestão. 
A alimentação da mãe durante a gravidez e, mais tarde, da criança, a­ 
feta a estrutura dos dentes durante a formação. É fundamental uma alimen 
tacão equilibrada, rica em vitaminas, proteínas, sals minerais e fibras: 
que provocam menores danos aos dentes. 
Balas, alimentos ricos em ac~car refinado e pegajosos ou refrigeran - 
tes, ingeridos frequentemente entre as refeições ou antes de dormir de­ 
vem ser evitados. 
Outros cuidados tambêm são fundamentais (com crianças): 
- Limpeza da boca com uma fraJda ou pano umedecido (recém-nascido) 
- Nunca colocar no bico substâncias como: ac~car, mel, etc ••• • 
- O tipo de bico utilizado deve ser o ortodÕntico 
- Os primeiros dentes normalmente aparecem entre 6 a 7 meses e devem ser 
limpos com um pano ou fralda umedecidas 
- A amamentação materna é o melhor alimento pra o seu filho e deve ser 
mantida até pelo menos o 6Q mês 
- Quando começar a dar mamadeira, papinhas, não colocar ac~car 
- Evitar dar doce,s pirulitos, chocolates, refrigerantes para a criança 
- Até pelo menos o 6Q ano de idade ajudar a completar a escovaçao dentá- 
ria de seu filho 
- Não deixar a criança ter dor de dente para levá-la ao dentista, proca­ 
rar levá-lo cedo, para uma limpeza e aplicação de flor. 
Umadietaequili.brada, higiene correta, o fl~ore uma visita periódica ao 
dentista são requisitos fundamentais para dentes saudiiveis. 
(Equipe Técnica da Emater de Ij{/RS - Jornal da Harhã) 
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EqaII[brfo - Combata o stress e a tensao,qo 
desencadeiam a liberação de sbstinci is prejus­ 
dic ais ao eqatl[brlo ·elo.lar 
# AILrentação - Varie com carne, ovo, leite ou 
derivados, frotas, legumes, verduras, I00s 
evite malto carboidrato (açucare., far!naceos 
e amido) e alimentos com conservantes 
Exercícios - Indispensáveis para manter as 
articulações e estimular a circulaçao; o Ideal 
é uma caminhada dfárfa de 30 m!natos 
# Peso - Procure estabilizar o peso proporcio­ 
nalmente i altura 
* Sol - Evite exposições exageradas, especial­ 
mente se a pele for clara; use protetor Bolar, 
óculos escuros e chapéu 
* Água - Mantenha o equilíbrio hidro-eletrolf­ 
tico (água e sais minerais) com mínimo de agua 
ao dia 
# Pamo e Álcool - Evite cigarro e só tomar ál­ 
cool em doses mínimas, como aperitivo oa daran 
te as refeições 
* Revisão - Após os 40 anos, mantenha sob con­ 
trole e avaliação a taxa de colesterol, a pres 
são arterial e o nível de glicemia (açcar) no 
sangue 
* Alerta Mental - Estimule as sinapses neuro - 
nais mantendo a mente ativa com Íeituras e ou­ 
tras atividades que agucem o raciocínio. 
Fonte: Endocrinologista Cyro GuiJllarães Jr. e 
reumatologista SuelY Roizenblatt 
Princí 10 de Pane 
O CRPO HMNO COMEÇA A FALHAR A PARTIR DOS 40 ANOS 
+ Cérebro - Declínio das fançoes que podem ir­ 
do esquecimento i perda de memória e demência 
Visão - Progressiva alteração do campo visual 
* Olfato e Paladar - Queda nos dois sentidos - 
com decréscimo dos sensores 
Coraçao e Vasos - Há queda na resistência - 
cardíaca para enfrentar agressões como stress, 
febres, etc ... 
# Boca - Diminuição da saliva e perda de dentes 
* Esôfago - Queda progressiva da secreção ãci­ 
da, com diminuição de glândulas levando à atr~ 
fia da mucosa, gástrica, ou seja, à digestão - 
mais lenta 
* Intestino - Flacidez da musculatura abdoi - 
nal,que levai dificuldade na eliminação das fezes 
* Pulmões - Diminuição da capacidade total pulrn~ 
nar e aumento dos resíduos não expirados 
* Pele - Morte celular associada à ma circula­ 
cão determina o enrrugamento 
* Tecido Adiposo - Aumento do teor de gordura 
por perda da massa muscular e queda no metabo­ 
lismo geral do organismo 
# Massa Óssea - Perde-se 1 cm por década na a} 
tura a partir dos 40 anos, especialmente em S! 
dentários. 
Fonte: Geriatria Norton Sayeg 
(O Estado de São Paulo} 
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