M DIARIO REGIONAL ELA VISTA/MS 08 DE SETEMBRO DE 1993 - 40 FEIRA - ANO 21 - NO 1395 - DIRETOR : IVALDO PEREIRA Comemorações do 07 de Setembro em Bela Vista ' A Prefeitura Mu sil, que foi marcado to Antonio João, es- i nicipal de Bela vis- pela participação das te ano nao houve a ta e o 10o Regimento agremiações esporti- participação das E.c de Cavalaria Mecani- vas de nossa cidade colas Municipais e 1· zado, promoveram nes filiadas a Liga Es Estaduais. ,,. ta terça-feira o Des portiva Delavistensc ' file Cívico-Militar= e pela presença sem t Cobertura com cm comemoração ao 07 pre marcante doo pe- plcta do Denfilc de l de Setembro, data da latões, veículos e 07 de Setembro, na ! Independência do Bra blindados do Regimen página - 03 1 PREÇO DO EXEMPLAR CR$ 40,00 ..... ' 3 • a ) e a • 1'±. 'v t~ , l; O 7 de Setembro este ano teve a participação dos clubes dos a liga e do lOQ RC Mec - Regimento Antonio Joao. filia Concurso para Soldado da Policia. Militar O Comando do 20 Pelotão de Polícia - Militar de Bela Vis ta informou segunda= feira que as provas do concurso para sol dado da Polícia Mili tar, para os candida tos que fizeram a inscrição em nossa região, serão reali­ zadas no próximo dia 12 de setembro, com início às Oi:JO ho ras, na Escola Esta dual de 1 e 2Graus Coronel Felício, cm Jardim-MS. Para a realiza­ ção das provas o can didata deve apresen­ tara carteira de identidade original, documento de inseri- cão, caneta, lápis , e borracha, para maiores informações­ os interessados po dem ligar para o te= lefone 439-1481, fa lar com o Sargento= Santos, que está res pendendo intcrinamcn te pelo Comando do 29 Pelotão da Poli eia Militar. - a MILITAR TEM Durante reunião mantida com o presi­ dente da Associação dos Cabos e Soldados da Polícia Militar , regional de Jardim, Cabo Hildebrando Pro cópia Filho, o Depu- E 1 1 tado Waldemir Moka a promoções voltadas para a construção de uma Policlínica. O objetivo maior da PM, através de sua regional de Jar dim é viabilizar a Policlínica. Pâg/04 Policiais fazem festa de despedida para o Delegado José Raimundo nunciou o apoio à 2 brade conclusão da Sede Social da Insti tuicão, local onde serão realizados en contras de confrater nização da classe e Del. José Raimundo O Delegado de Polícia José Raimundo Pinto Filho, após tres anos de bons serviços prestados à Bela Vista, está sendo trans­ ferido para a cidade de Aqui dauana, por necessidade de ser= viço e em cumprimento às normas administrativas da Diretoria Ge ral de Policia Civil do Estado. Para marcar a despedida do Delegado José Raimundo Pinto Fi lho, os policiais de Bela· Vista Militares e Civis, organizaram­ uma festinha na chácara Prince sa do Apa, no Bairro Água Doce, de propriedade de Adair Sena. O PM Nogueira, contando c/ total apoio do escrivão Paulo Cesar Larangeira e dos demais policiais militares e civis de nossa cidade, foi o responsável pela organização da festa, com churrasco regado a cerveja e re frigerantes. • Cobertura na Página / 05 ESPAÇO LIVRE Deputado Moka reune-se com Presidente da Associação dos Em face à Campa nha Contra a Fome, a Miséria e pela Vida, nascida de um dos Programas do Governo Paralelo do PT, enca beçada pelo sociólo= go Hebert Souza, o Be tinho, nome que 6 u­ nanimidade nacional, pelo Bispo de Caxias Dom Mauro Morelli e 9 e Soldados da Policia Militar - Regional de Jardim 1 -1 Cab:>s EM FACE A FOME E A MISÉRIA, ZECA REQUISITA DADOS DE ARMAZENAMENTO * SEBRAE APOIA CRIANÇA E ADOLESCENTE * CIDADANIA * MENOR CUSTO PARCERIA FNDE - QUALIDADE E EFICIENCIA PARA ENSINO FUNDAMENTAL Estes e outros assuntos, na página - 08 desta edição o hoje encampada por Requerimento, solici toda a sociedade bra tando informações ao si1eira e tomando por superintendente Re outro lado, o farto- gional da CONAB - Com material de denün- ' panhia Nacional de cias na imprensa na Abastecimento,Flávio cional sobre o apo da Costa Brito Neto drecimento do que @ sobre a estocagem de ra Ja em abril, 35 alimentos nos arma mil toneladas de zéns do Governo Fede grãos, o deputado Zg ral, ou sob a guarda ca do PT entrou com de particulares. Página - 06 PMDB SE REESTRUJURI EM CAMPO GRANDE * Veja matéria completa na página --06 JORNAL 'TRIDUNA DA FRONTEIPA - DIÁRIO REGIONAL -=========================== :;--- - - - - - - - - - - - - -- --- DE!A VISTA,O8 DE SETEMBRO DE 1993 Fábrica de Malhas Diana Mantém em estoque malhas para todos os tamanhos, para, Colé qios de Bonito e acei­ ta encomendan de ou trans praças. PÁGINA - 02 Confecciona bém: táin .. 1 .• * Agaoalhos e Unifor, mes para: Jogadorcn 'e ·, evcntoo. os melhores pre cos da cidade 1 +· ' . ' . ,!,' PREFEITURA · MUNICIPAL DE BELA VISTA I>!XRE'IO !',{Jllffi 732 DE 01 CT. SJm:',BOO DE lO!J3. "Dinp6e sobre a Unidade Fiscal de De­ la Vista (UrIc)". o Pre(cito Municipal de Bela Vista, Es­ tado de Mato Grosso do Sul, no UGO das 'a tribuiç6en e tendo cm vista o disposto no /rt.29 da Lei Municipal no 884, de 18 de dezembro de 1989. D E C R E T A: Art.1o - A Unidade Fiscal de Bela Vista (UPIC), para o mes de sctembro/93, será fi índice inflacionário abai- Art.20 - Ente Decreto entro cm vigor na data de sua publicação, revogadas an .. s1 font± - . ssoa a ser possível,fa A convivência hamana pa • «ocia] r. s de organizaçao • vorecendo varlados graus de determInadas nor a partir do estabelecimento d" .o conceitos • f r >luc1cnJ.H t!i e .. mas, de certa ora e 1 certo e erra b bom e ma objetivos de om e mao, { 4 tals concei do. No entanto, embora subjetivo? aloria tos à medida em que era aceitos pe a " ' valiam como referencias balizadoras do compor­ tamento e do relacionamento social. Gradualmente, os agrupamentos humanos passa - ram a ter regras de aceitação geral que se consg f d ºse mes ou foram organiza - lidaram na orma e c u • d "di ·inda se defjnlrom atraves - as em co .4gos o0, d ' l, ·d de crenças que o Indivíduo absorvia peta educa - - f - A anta!dade regis çao, conv[vencia e oraçao. 'b>' + - trou variados povos que, apesar de muitas dlfe - renças possíveis em relação aos costumes, tlvc­ ran fund::ur.entos de conduta comuns. O direito a propriedade, por exemplo, está embutido nos. Dez Mandamentos, do Alcorão, nos L:is de Hamurabi e em praticamente toda organizaçao social menos primitiva. O "Não Matarás" tem seu correspondente em outras sociedades não cristãs de modo geral. E assim por diante. _ Dessa maneira, as estruturas sociais vem in­ corporando e se construindo sobre diretrizes ca-. pazes de definir para o cidadão comum o entendi-, mento do que é certo ou errado,bem ou mal,compo!! do códigos gerais e uma ética de convivência.Pr! miando e estimulando o "bom" e evitando ou puni!!_ do o "mau". Com civilização, as relações se tornaram mais sofisticadas e por isso mesmo mais complexas,exi gindo que as normas de conduta - os Códigos de Etica - fossem organizadas com maior especificida de, visando determinadas atividades no contexo sÓcial. No campo da Medicina, por exemplo, o ju­ ramento de Hipócrates condensou de modo válido até hoje, uma vigência de 25 séculos, os objeti­ vos e limites da conduta profissional dos médi cos; as alterações que ocorreram no Código de Etica de Medica vieram se somar à base hipocráti ca por necessidades advindas do próprio desenvol vlmento da Medicina, não alterando sua substân - eia. No campo da administração, no que se refere à ciencia de administrar, uma atividade igualmente muito antiga e inerente ã própria "praxis" da es trutura social, certas normas foram se cristal!= zando, ganhando força de fundamento e se formou um conjunto de conceitos e diretrizes que vieram se constituir uma e:ica da administração. O artigo 2Q do Codigo de Ética d Adrintst rad estabelece que ele "tem ma b i - Í or para com a ciê i d du o r gaçao cone nua - nc a a a ministração em todas as suas areas, devendo pro - P adrões da f - pugnar pela elevaçao dos pro issao • para isso d - sempre, novos modelo evera procurar, mi d s, descobrir verdade e disse nar suas escobertas e cri - - ainda, bem informado do de açoes, mantendo-se, da administração" 0 senvolvimento no campo • • • teor deste arti i so, ja define os objeti go, por s , a necessidade incont ~os gerais da atividade e ornavel do f feiçoar-se na área d pro ssional aper e trabalho - No capítulo dos deveres d • item do artigo JQ do CÕdi O administrador,o 12 mina "Exercer a prof, ·O, concisamente deter- ssao com z 1. - honestidade - config d e.o, diligencia e urano com b 1 referenciais quem na • i aso uta clareza- prat ca d trador a caminhos prod i » contazem o adrinis - ut vos le Í 1m Í - tos, nao justificando ' g t os e 1 1 - os meios 1 econtrando, no exercíci, d pe os fins, mas "modus operandi" p o igno da profissão o - ara a obre - , que sao do interesse do d ncao dos resultados clientes e representad a ministrador, dos seus ral. os e da sociedade em ge- Bertrand Russei d d t • • um os maio es e seculo, lembra que ', "Ies pensadores lucrar com o roubo d d cada indivíduo poderia ladrão; mas todos {"sde que ele fosse o "nico d b ucram com - e roubar'. Donde, Lel e ç stenção de otros coes pelas quais se pro, ?Verno são institui­ rg1 ao indivíduo; o " impor o interesse_&e Publica sob fora de 1, acontece como opinião quencia " oavor e e que, onde as pol{ ensra. A conse a _grande maioria da pop 1 ~ias são eficientes, ter-se do crime. 4açao acha vantajoso ab Tais considerações sã - nentes no Brasil de A,,"" Particularmente perti- tradores p"bli - e, em q e 1 o .cos são d, a a.guns adminis- e certas instituicÕes _enunciados por falcatruas tercssc geral" (a ho que deveriam "L Ln em transaçô nestidade) 1por o -- es nebulosas - • estao envolvidas • senao criminosas. o rcubo, ladrão; "Cada • Indivíduo Poderia 1 desde qu« ucrar com e ele fo mas todo, sse o único - s lucra» çao de outros de -u com absten- . roubar" Bertrand , Russel. ~----- ,Jíll I Aí. TIU A DA FPON'TEIA DIÁRIO REGIONA, r.o r.r: 1.9'.IJ POLICIIIS FIZEM FESTI DE DESPEDIDI PIRI ·o DELEGDDO JOSÉ RIIMUNDO O Delegado de Policia José Raimundo Pinto Pilho, após tr6s anos de bons serviços prestados à Bela Vista, está sendo trans­ ferido para a cidade de Aquidau ana, por necessidade de serviço e cm cumprimento às normas admi nistrativas da Diretoria Geral de Policia Civil do Estado. Para marcar a despedida do Delegado José Raimundo Pinto Pi lho, os Policiais de Dela Vis= ta, Militares e Civis, organiza ram uma animada festinha na Chã cara Princesa do Apa, no Bairro Ãgua Doce, de propriedade de Adair Sena. O PM Nogueira, con- tando com total apoio do Escri- vão Paulo Casar Larangeira e dos demais policiais militares e civis de nossa cidade, foi o responsável pela organização da festa, com churrasco regado a cerveja e refrigerantes. Paren­ tes,amigos e familiares dos Po­ liciais de nossa cidade marca - ram presença na despedida ofere cida ao Delegado José Raimundo­ Pinto Filho, demonstrando oca­ rinho e a amizade que ao longo de três anos ele conquistou cm Bela Vista e no seio da catego­ ria graças ao perfeito entrosa­ mento que soube promover entre as Policias Civil e Militar de nossa cidade. Diversas pessoas, entre em presários, comerciantes e ami - gos dos Policiais colaboraram - para a realização da festa na Chácara Princesa do Apa, a exem plo da novilha para o churras co, que foi doada pelo Presidcn te da Câmara Municipal, Verea - dor Marcos Elias Rios da Cruz. FUTEBOL SUI0O Mesmo com o forte sol, antes do almoço, equipes de futebol - Suíço da AABB, Polícias Civil e Militar, DERSUL e uma equipe do Bairro Agua Doce, organizada - pelo proprietário da chácara , disputaram um quadrangular bas­ tante movimentado, ao final dos jogos o Titulo de Campeão ficou com a forte equipe da AABB, que aliás, vêm ganhando a maioria - dos torneios que disputa nessa categoria. "Pichain" e Zacarias foram os encarregados do chur - rasco e, como não podia deixar de ser, serviram uma carne de primeira e "no ponto". HOMENAGEM DA PM AO DELEGADO O PM Nogueira, representando o Comandante do 20 Pelotão PM, Tenente Villasanti, que não po­ de comparecer por motivos de força maior, procedeu a entrega de uma placa ao Delegado José - Raimundo Pinto Filho, outorgan­ do-lhe o titulo de "Amigo da Po licia Militar de Bela Vista". - O Delegado,emocionado, agra­ deceu a homenagem e destacou o relacionamento de alto nível que sempre manteve com a Poli - eia Militar de nossa cidade "trabalhando em conjunto e se ajudando mutuamente, o que mui­ tas vezes.possibilitou a resolu cão até mesmo dos casos mais di ficeis" disse ele, agradecendo­ ª colaboração de todos os Poli­ ciais de nossa cidade. Também o Delegado Regional - de Polícia Civil, Dr. Edmundo -­ Pereira Calado, de Jardim, que está respondendo pelas Delega - cias de Bela Vista e Caracol participou da despedida do Dr. José Raimundo Pinto Filho e fez uso da palavra na ocasião , explicou que administrativamen- te o Dr. José Raimundo é consi­ derado um Delegado exemplar pe­ la Delegacia Regional,sua trans ferência deve-se apenas e tão somente às normas da Polícia Ci vil que prevê o remanejamento - periódico entre scus Delegados, "temos certeza que cm Aqujdaua-~ nao Dr. Raimundo continuará a desenvolver um bom trabalho, co mo fez ao longo desses mais de três anos como Delegado de Poli cia de Bela Vista" destacou o Dr. Edmundo Pereira Calado que também eloqiou a calorosa despe dida oferecida ao seu colega. -1 ' 1 l • Oi! Meu nome é Ana Carolina Pagot. Tenho 5 anos de idade e toe/os me conhecem por Aninha. Estou lhe escrevendo para pedir ajuda. Preciso viver. Tenho uma doença danado que se chama leucemia. E um câncer que atinge o sistema sanguíneo e só é urada através do implante de uma nova medula osseo. Infelizmente, essa operação é muito caro (80 mil dólçres} e meus pois não têm dinheiro pira pagar. O pouco que você puder contribuir será muito para mim. E o meu passaporte para a vida. Afinal, se somos todos filhos de Deus, q/gum parentesco devemos ter. E então? Me ajuda a viver! Aninha AJUDE A SALVAR A VIDA DE ANINHA. VOCÊ PODEI DEPOSITE NOS BANCOS: . BAMERINDUS • AGENCIA 1687 - CONTA 03260-70 . BRADESCO • AGÊNCIA 1902-P - CONTA 12882-1 . BANCO DO BRASIL • AGÊNCIA 0048-5 - CONTA 86666-0 Rara maiores inforces lgue 74]473] e fle cm meus pai Antonio Anade to Pogot ou Laurenice Rodigues hgot PREFEITURA INICIPAL DE BELA VISTA ESTRATO IO EDITAI. DE TODA DE PRIOS N? 003/93 OBJETO: Compra de combustíveis para a Prefeitura Municipal, sendo:a) lo te 1: 100.000 Litros de óleo Diesel; b) lote 2: 50.000 Litron de Ca,;ollna; e c) lote 3: 15.000 Litros de álcool, observadas as especificações cont1 - das no Edital. A Prefeitura Municipal de Bela Vista-MS, torna pblico qoe se encontra aberta a licitação supra referida, nos termos da Legislação pertinente. Os interessados, inscritos no Cadastro Geral de Fornecedores da Prefei­ tura Municipal de Bela Vista-MS e aqueles que atenderem a todas as condt çÕes exigidas para cadastramento até o terceiro dia anterior a data do re­ cebimento das propostas, poderão obter cópia completa do edital, contendo todas as bases para a licitação, bem como as infonnações complementares na Secretnria Municipal de Administração, sito a Rua Santo Afonso n? 660 , em Bela Vista-MS, sem qualquer despesa, local onde se encontra af fxado - o Edital. A documentação e proposta, deverão ser entregues até o dia 20 de Setem­ bro de 1.993 is 03:00 horas, na sala de reuniões da Prefeitura Municipal no endereço supra, ocasião em que se dará o julgamento pela Comissão Pennanente de Licitações. BELA VISTA -MS, 01 DE SETEMBRO DE 1.993 ABRAÃO AR!OA ZACARIAS PREFEITO MUNICIPAL * O SINDICATO RURAL DE CARACOL PROMOVE: 45 Leilão Caracorte DIA - 08/09/93 - QUARTA-FEIRA LOCAL - TATERSAL DO SINDICATO RURAL DE CARACOL REALIZAÇÃO - SINDICATO RURAL DE CARACOL E PORTEIRA LEILOES RU- RAIS. VÃ E FAÇA BONS NEGÓCIOS! CARACOL ESPERA POR VOCÊ! Rancho S Veterinária $M9., Vacinas - Vermifugos - Sal Mineral Tortuga - Produtos Ve terinários em Geral FONE - (067) 251-1763 + O MELHOR PARA O SEO REBANHO FAX - (067) 251-1056 Avenida 11 de Dezembro, 273 - Jardim - MS CLÍNICA DE OLHOS Dr. TOS MARIA DF CALAZANS RAMOS MIOPIA, ASTIGMAISMO, HIPERMETPOPIA, CATARATA, GLAU - COMA. * CIRURGIAS E LENTES DE CONTATO. + ATENDIMNO A ADULTOS E CRIANÇAS. RIA TENENTE BERNARDES, 608 FONE (067) RES. 251-2884 Clin. 251-1694 Jardim-MS JORNAL, TRIHUNA DA FRONTEIRA ·• DT ÁRIO !U:<;JO'.:/L 1 0 PMOB SE REESTRUTURA EM CAMPO GRANDE "Fortalecer o par tido a partir de um trabalho junto asco munidados o preparar o Encontro de Bases na Capital". Esta 6 a principal meta do Diretório Municipal­ do PMDB de Carpo Gran do, presidido pelo= Deputacb Estadual Wal domir Moka, que tem ainda, como Vice-Pro sidentc Wilson For nandes, como Tosou= reiro Ernesto Elias Ourives, Secretário­ Geral Roberto Villal ba e Líder da banca­ du do rartído na cõ mar a o vereador Elias Dib. A rcativação do diretório ficou dcc i dida em reunião rea­ lizada no dia 25 de agosto, sendo que a Executiva Municipal, começa a preparar uma ação mais efeti­ va junto as bases do partido, A realiza­ ção do Encontro de Campo Grande, com da ta ainda a ser marcã da, é uma mostra da nova filosofia da Executiva uma vez que trata-se da vol­ ta do PMDB para as suas bases que sem pro representaram a principal força da legenda. O Presidente Muni cipal do partido, De putado Waldemir Moka afirmou que ao con trário do que possa­ parecer, o PMDB em Campo Grande nunca - esteve parado, pois esta nova Executiva­ procurou em primeiro , EM FACE A FOME E A MISERIA, ZECA REQUISITA DADOS DE ARMAZENAMENTO Em face à Campa - nha Contra a Fome, a Misiria e pela Vida, nascida de um dos Programas do Governo Paralelo do PT, enca beçada pelo Sociólo­ go Herbert de Souza, o Betinho, nome que é unanimidade Nacional, pelo Bispo de Caxias Dom Mauro Morelli e hoje encampada por - toda a sociedade bra sileira e tomando por outro lado,o far to material de denün cias na Imprensa Na= cional sobre o apo drecirnento do que er já em abril, 35 mil toneladas de grãos, o Deputado Ze ca do PT entrou com requerimento, solici tando informações ao super intendente Re gional da CONAB-Corn= panhia Nacional de Abastecimento,Flávio da Costa Brito Neto, pobre a estxx;ag:m de ali lugar rs ruturcr, e quipar e organizar - administrativamente a agremiação. "Nós - estamos com uma se de, localizada à rua 14 de julho, 164, to talmente equipada e em condições àe rccc ber os membros do PMDB, bem como a po­ pulação de um modo geral", afirmou Moka. MOVIMENTO JUNTO A CO HUNIDADE - Após esta rcestru turacão Waldemir Mo= ka disse que setores como os Dopartaren - tos da Mulher, Traba lhistas, Jovem e Co muni ário estão fan­ cionando de forma rg gular. Agora a Execu tiva pretende imple­ mcntar ainda nais cs tes segmentos que li gam o PMDB aos movi­ mentos mais organiza dos da sociedade de Campo Grande e, com isso, possibilitam a obtenção de respos - tas para os princi pais problemas da co munidad da Capital. O partido orqani­ zou-se, também, to sentido do que Lodo primeira quarta fei ra do nfis o ;rol.;d.:i e atendi mento de primo:rissima (crviços du­ rante a viagem: café, refr:gerantes, suco: e lanches). Saída diarinrente para c Paulo ãz 16:00 hora do Tcrrinal Rodoviá rio de Pedro uar Caba!lero. Também ônibus direto todos oc di- a: cm dois horários, para Campo Gr:. de 2,;:, 17·:00 e às ll·CO l:o:: 1 s. FOI"ES: 436-2736 / A36-7445 / 436-3247 . ' ma m b a y Viaje Tranqúilo! Viaje CO!ETA DEL AMAMBAY - LIGANDO PEnno JUAN CMALLERO Dei Amambay! AS MAIORES CIDADES DO BRASIL.! JORNAL 'TRIBUNA DA FRONTEIRA - DIÁRIO REGIONAL PC1 A OI o PE D R I S Q U E R O L I M PRISIONEIRA DE UMA PROMESSA - CAPITULO 111 PEDRO PEDREIRA O assunto nas principais ro­ das da cidade, fosse no Posto - do Eder, na barbearia do Miguel, no salio da cabelcreira Luzia , no mercado, na porta .do nanco - do Braoil, no Bar do zé ou na casa da rezadeira Sinhá, era a norte do Irineu. Uma barbaridade! Foi depois que o Balde, preo cupado com a demora do primo , procurara o Delegado da cidade, Dr. Matias, que descobriram o corpo. O Delegado enviara uma -­ viatura com dois investigadores até Jardinópolis. Eles constata ram, antes mesmo de chegar na cidade, que Irineu não passara pelo Posto, a barreira da Poli­ cia Militar. Os dois Soldados - que estavam de serviço infor­ raram que o único carro que ha - via passado naquela noite fora um Monza, dirigido por uma mu - lher. Qual era a cor do carro? O número da chapa? Não sabiam. A iluminação no Posto era deficiente. Lembravam se de que a mulher parara por alguns instantes, um dos Solda­ dos fizera comentários a respei to da baixa remuneração dos po­ liciais Militares, ela responde ra que também os Professores ga nhavam mal, fora a Arroio dar - um curso para levantar uns tro­ cados. Era loira. Pediram - lhe que dirigisse com cuidado. E boa viagem Professora. Na volta para Arroio do Meio os investigadores notaram vá rias pessoas reunidas perto da ponte do Rio Pirajú, eram mora­ dores nas imediações, pararam a viatura e avisaram aos Policiais de que havia um cadáver e um carro incendiado há uns 100 me­ tros da estrada.. O cadáver era de Irineu, re­ cebera quatro tiros, dois na ca beça, um no peito e outro na perna. O carro era o gol-amare­ lo. Não, ninguém havia visto na­ da. Nem os tiros? Os tiros ouviram, mas como é costume caçadores andarem pelas redondezas, ninguém se preocupa ra. O que era esperado. Depois do enterro, a mulher consolada por parentes e ami gos, os filhos levados para a casa da avó, o povo se disper - sou. Nem mesmo o funcionário da Farmácia pode dar uma informa - ão objetiva. Lembrava-se do ca Sal que perguntara onde era a casa do Irineu, taxista, mas nao seu lugar, tudo dará certo. Não se lembrava nem mesmo das fisio- podemos é chamar a atenção. nomias. - Você vai ficar com fama de Tio, preocupado com a sua cu- chifrudo na cidade. ravana de turistas, tranquiliza- - Não estou preocupado com - va a todos, crime desta forma em isto, mas tomei providências, o Arroio só acontecera uma vez na Gera vai dizer nas rodas dos fo história. foqueiros que antes de morrer= Não, era muito difícil mortes Irineu dissera-lhe que era tudo na região. E procurava mudar de mentira. Não fora eruza e Mar­ assunto. Mas um dos turistas, um quinhos que vira,mas sim a emprega homem alto, sempre usando um cha da da Ora Maria das Graças com péu, daqueles tipo suiço, Sr. A o Secretário do Prefeito. Já an ragones, este é o que mais fazia da espalhando por aí. Sua ima - perguntas. Era o mais interessa- qem continuará a mesma, uma mu­ do na história. lher de respeito, bonita, séria, Tão estava radiante, eram 8 casada com o agiota, o Gordo , pessoas, algumas já tinham ido um cara prá lá de asqueroso. Fa embora, mas estas oito ficariam lou e riu ahahahahahahah... em Arroio do Meio um mês, isto - Um riso profundo, demoníaco, mesmo, 30 dias. Estava garantida como se viesse das profundezas a prestação do financiamento pa- do inferno. ra a reforma do Hotel. Gordo nascera e se criara em Ninguém sabe, até hoje, por - Arroio do Meio. Ficara rico , quê a Lenira, estudante do Colé- muito rico, no auge do contra - gio Guimarães Rosa resolvera es- bando de gado do Paraguai para crever um diário, desnP a chegada o Brasil. Depois ampliara suas dos turistas. atividades, comprara mais ter - No seu diário, escrevera: Che ras, era dono de muitos imóveis, garam a Arroio do Meio varias -emprestava dinheiro a juros e a pessoas, são turistas, vão movi- cada dia ficava mais rico. Era mentar um pouco mais a cidade. O um dos homens mais ricos, não taxista Irineu morreu assassina- só de Arroio, mas de toda are­ do na estrada para Jardinópolis gião. Ambicioso ao extremo, que (lo dia). ria mais, sempre mais. Não ti - Jeruza estava em sua casa, à nha escrúpulos. Quando se trata beira da piscina, seu marido, Ju va de ganhar dinheiro. Tinha 52 lio, deitado numa esteira, um anos. Pesava ll6 kilos. Montara sol de fritar ovos no asfalto.Se uma equipe de confiança, homens a turma visse a mulher, todos te e mulheres dispostos a tudo. riam um infarto. Com um biquini Conhecera Aragones no Rio de minúsculo, sem a parte de cima , Janeiro, numa de suas viagens - seios empinados para o céu, per- de férias, com Jeruza. Colombia nas de enlouquecer. Sensual. Nem no, radicado no Brasil há mui= parecia a Jeruza discreta e come tos anos, Aragones era um dos dida que todos conheciam. chefes do tráfico no Brasil. - Julio, foi preciso fazer a- Mas as autoridades federais quilo? estavam à sua procura, por is- - Foi. to a mudança para Arroio, "por - Mas o pobre coitado nem viu uns tempos", como dizia. Apro- direito, não tinha certeza de veitara sua estada na cidade - que era eu, estava muito longe... para ajudar o amigo a montar - Como poderia ver o Aragones? uma Central na região. Trouxe- - Saiu conversando, parou no ra homens preparados, gente da Posto do Eder, disse que era vo- pesada mesmo. Depois que tudo cê, Marquinhos e um sujeito de estivesse pronto, ele viajaria chapéu. Ele poderia, amanhã ou para uma Ilha no Caribe. depois, reconhecer o Aragones. O povo de Arroio do Meio e - E o Marquinhos? tava completamente alheio ao - Já voltou para o Rio de Ja- que se passava ao redor. A neiro, falamos para ele dar um tranquila e pequena cidade on­ tempo, ficar fora uns meses. Não de todos se conheciam estava - aparecer na cidade. Afinal de prestes a se transformar numa contas a base dele é lá. meca do narcotráfico. - Julio, você não acha que é Jeruza, a bela jovem de 23 muito cedo para montar aqui a anos, era prisioneira do passa Central? do, prisioneira de uma promes- - Jeruza, você não conhece e sa feita no leito de um mori - não sabe nada sobre o poder da bundo. organização, fica quietinha no Gordo emprestara dinheiro a seu pai, um chacareiro do Ben­ tevi, não pudera paqar a con - ta, que se transformara em muitos milhões de cruzeiros. Uma fortuna. Foi nesta opor tunidade que o Gordo começou a se interessar por aquela meni­ na de coxas grossas, muito bo­ nita, um tanto moleca, com um trato se transformaria num mo­ numento. E foi o que aconteceu. Quando o velho Jeremias caiu doente, à beira da morte, chamou a mulher, muito ambicio sa, pedindo-lhe que fizesse casamento de Jeruza com o Dr. Julio, ele gostava muito dela, e a familia ficaria amparada. - Promete? - Prometo, meu velho. Jeruza, no ardor da juventu de, chorou muito ao saber da história, mas se submeteu aos caprichos da mãe e a promessa do pai. A dívida estava paga. Além de reformar a casa na chácara, Julio comprara vários animais (todos de raça), uma - casa na cidade e todos os me - ses dava uma mesada para ave­ lha. Quando Jeruza reclamava, a mãe dizia, - filha, poderíamos perder tudo a chácara, até os móveis, ficaríamos na miséria, você acabaria, com esta bele - za, servindo de pasto para os homens no baixadão. O Dr. Ju - lio te adora. É um homem muito rico. Você será feliz. Resumindo, Gordo comprou Je ruza. Já não existia a menina, mo leca que corria solta pelas vielas do Bentevi, mas uma mu­ lher com uma beleza estontean­ te, mas em luta consigo mesma. Casada com um crápula. SÓ quando se encontrava com Jotagê, reporter da Rádio "Voz de Arroio do Meio", amigo da infância, também jovem, 25 a - nos, se transformava, voltava a ser a menina humilde e inge­ nua do Bentevi. Após dez dias da morte de Irineu, outra morte chocaria a cidade, levaria até o padre Ro mão a procurar as autoridades. No mesmo dia, outro hóspede chegava ao Hotel do Tão. NO PRÔXIMO CAP!TOLO - O CACADOR DE ALMAS" l JOJ!AL 'TRIUNA DA FRONTEIRA - DIÁRIO REGIONAL ESPAÇO LIVRE SEDRAE Apoia Criaa e Adolescente Em cada Micro-Empresa um menor caren­ te trabalhando, aprendendo, produzindo. Entá ó a proposta do Presidente do SE BRAE Nacional, José Nugusto Assumpção Bri- to. Urna campanha nacional está'sendo rea­ lizada pelo SEBHAE para motivar empresários de todo o País e dar emprego à menores,nos termos do Estatuto da Criança e do adoles cente. - Ao mesmo tempo, o SEBRAE vai divulgar as formas legais de dar emprego a menores­ de idade. Cidadania Empenhada na defesa da criança, a De­ putada Rita Camata do Espírito Santo, este ve na sede do SEBRAE, em Brasília, debaton do os problemas e as ações propostas pelo SEBRAE. A parlamentar garantiu que "existem - cerca de 15 milhões de crianças no mercado de trabalho". Entretanto, assegurou Rita Camata,que é jornalista, "sabemos que muitas destas crianças tem o seu trabalho aviltado e é por isso que o gesto do SEBRAE ê concreto­ e dá oportunidade de retomada da cidadania para a criança". Menor Custo O SEBRAE está realizando, junto aos empresários uma pesquisa destinada a levan taras condições básicas para um relaciona mento das Micro Empresas com a crianca. A instituição aderiu ao Pacto pela ln fância, programa coordenado pelo Fundo das Naces Unidas para a Infância - o UNICEF - porque, conforme José Augusto Assumpção Bri to, "o investimento para gerar um único em prego numa grande empresa 6 3,5 vezes maior do que o necessário para criar esta mesma vaga numa pequena empresa". Parceria FNDE • Qualidade e Eficiência para o Ensino Fundamental Muita gente perguntando ao "Espaço Li vre" o que é o FNDE - Fundo Nacional d; Desenvolvimento da Educação. Para uma resposta completa, fomos ao Anexo II do Ministério da Educação, conver sar com Carlos Henrique Leão Porto, Sccre= tário Executivo do FNDE. Uma Conversa extremamente proveitosa, com um executivo competente, informado e motivado com o seu trabalho. Carlos Henrique, filho de professor , que viveu parte de sua vida no interior do Paraná, do Espírito Santo e de Minas Ge rais, conhece profundamente o drama do mu nicipio e o trabalho dificil do prefeito= da pequena comunidade. 1- O QUE É O FNDE t,como o nome diz, um Fundo, gerido por um Conselho, sob a presidência do Mi­ nistro da Educação que administra o salá rio-educação pago pelas empresas e recolhi do ao INSS Ou diretamente ao FNDE, depen dendo de um convênio. - Os recursos são destinados à melhoria e ao aperfeiçoamento da educação fundamen­ tal. 2- DIVISÃO DOS RECURSOS Por outro lado, ainda no seu empenho de dar mais oportunidades à criança o SE BRAE está editando o livro MEDIDAS VITAIS, um desafio da comunicação, originalmente - publicado pelo UNICEF e destinado à moti vara sociedade para os problemas e as ne­ cessidades da criança. Em parceria com a Associação Brasilei ra da Indústria_Gráfica, o SEBRAE quer dis tribuir um milhão de exemplares, permitin­ do que os micros e pequenos empresários in formem e motivem e seus empregados e as cÕ munidades mais distantes para assegurar= melhores condições de saúde ã criança e aos jovens. Do total arrecadado, o FNDE distribui 2/3 para os Estados, que repassam estes re cursos para os municipios. - --------------=--==-==================-==- Sob a forma de convênio, 1/3 das ver­ bas é redistribuído aos municipios, aten­ dendo à projetos específicos. 3- UTILIZAÇÃO DO DINHEIRO Construção de escolas (hoje já uma prioridade menor, porque há muita escola - construida) treinamento e capacitação de professores, reforma de escolas, aquisição de equipamentos e, de um modo geral, proje tos que melhorem a qualidade do ensino. 4- COMO PROCEDER O Prefeito Municipal encaminha um pe dido de recursos diretamente à DEMEC - De­ legacia Estadual do Ministério da Educação no seu Estado, apresentando as propostas, o que ele pretende fazer para melhorar o ensino na sua comunidade. A DEMEC envia para a Secretaria cor­ respondente - onde se avalia técnicamente­ º plano ou projeto e, aprovado, vai ao FNDE para financiamento. 5- DIRETAMENTE, MESMO Não há necessidade de intermediação, de interveniência de pessoas ou empresas, nem de políticos, com certeza - para que o FNDE possa financiar um projeto. O enca­ minhamento é direto mesmo, sem ter que pas sar por ninguem, apenas pela Delegacia do MEC. VEREADOR MARCO RONDON INCENTIVA ATLETA BELA VISTENSE Sabemos que em todas as atividades da vida, o estímulo é fundamental, fazendo com que o indivíduo crie forças para superar as barreiras e muitas vezes ultrapassar seus pró prios "limites". - Para o atleta da modalida de ciclismo, Oraldino Ferreira o apoio que vem recebendo do vereador Marco Rondon, propor­ ciona-lhe, acima de tudo, me lhores condições de treinamen­ to e preparação física, além - de adquirir confiança cm sua potencialidade, garantindo com isso um certo espaço dentro do esporte belavistense. Oraldino, um jovem de 17 anos, vem somando experiências em sua categoria esportiva e vem conquistando posições de destaque em_suas participações o que lhe da, para á próxima - disputa uma certa tranquilida de, sendo inclusive apontado= como um dos favoritos da Pro va. ---------------======---=--- Esporte é vida, é saúde Ver.Marco Rondon * JORNAL TRIBUNA, DA FRONTEIRA- DIÁRIO REGIONAL - O JORNAL DE MAIOR CIRCULAÇÃO NA REGIÃO _ PREÇO DESTE EXEMPLAR CR$ 40,00 Restaurant Casino Paragua-y + SOB A DIREÇÃO DO EMPRESARIO RODOLFO PEREIRA • O Ponto de Encontro da Sociedade Fronteirica * BEBIDAS NACIONAIS E IMPORTADAS - AMBIENTE REFINADO Saboreie o Melhor Fi let à Parmegiana e à Cubana * ATENDIMENTO ** ** * SERVIÇO A LA CARTE + JOGOS - LAZER - MOSICA - O LOCAL MAIS APROPRIADO DA FRONTEIRA * PARA VOCE JANTAR COM SUA FAMILIA E AMIGOS 1: tu ra ci: l t i Vis tis Vos Com da i do , cor; co do, la, te, 7 !ge a te te 3i, a, c± e» e, Bella Vista Norte Paraguai