1 
~ 
C IARIO REGIONAL 
a 
ELA VISTA/MS ANO 21 NO 1399 I6 DE SETEMBRO DE 1993 - 5a FEIRA - DIRETOR: IVALDO PEREIRA 	40,00 
lgradecimento à un1 Político 
Bernade th Pinheiro 
Rondao- Pres. IIosp. 
Nos dias atuais 
é mui to difícil admi 
niatrar uma instiLuI 
cão, onde a própria­ 
organização de um 
modo geral, é deses­ 
truturada e perdida. 
/ssim, todas as 
entidades assistên - 
ciais ligadas a saú 
de cm nosso País, e 
tão funcionando gra 
ças a criatividade e 
a coloborações rece 
bidas, para que os 
pacientes tenham um 
atendimento completo 
e eficaz. 
o Hospital são 
Vicente de Paula,pas 
sa por dificuldades. 
Graças a Deus , 
há pessoas que sensi 
bilizadas com nossã 
luta, tem colaborado 
conosco, dando-nos - 
condições de ofere 
cer uma assistência­ 
a contento aos ca­ 
rentes que dioturna 
mente dão entrada no 
hospital. 
Nos Últimos dias 
tivemos· a felicidade 
de receber do Deputa 
do Estadual Dr. AI- 
berto Rondon, du s 
cotas de m dicamen 
tos dos mais varia­ 
dos tipos entre ou 
mais utilizados; vin 
do na urgência d 
nossas necessidades 
de encontro com o que 
mais precisávamos. 
Foram dois veí­ 
culos, tipo Kombi , 
cheios de remédios 
que sem duvida alqu­ 
ma, chegaram pura sal 
var vidas de muitos 
pais, mãos e ti1hi 
nhos que internados- 
mn nossos leitos do 
pendiam destes para 
suas curas. 
Obrigado Dr. A 
berto. 
Bernadeth P. Ron 
dão- Pres. do Hospi­ 
tal São V. de Paula. 
COMUNICADO aos INTERESSADOS EM 
ftSSISTIR ft 3· ETAPA DE YOLEI DE ftRElft EM CORUMBn 
Tribuna. 
Esportiva 
veja os princi 
pais acontecimen = 
tos esportivos da 
sua cidade. 
• Página - 08 
O Empresário Ri 
cardo de Souza Rosa, 
proprietário do Ho 
tel Pousada da Fron­ 
teira, comunica aos 
interessados que es­ 
tá organizando uma 
caravana para assis­ 
tirem os jogos da 3a 
Etapa do IIIO Circui 
to estadual de voleI 
bol de Areia que se= 
rã realizado na cida 
de de Corumbá no pró 
ximo final de semana 
dias 18 e 19. 
Os interessados 
procurar o "GíO" no 
Hotel Pousada da 
Fronteira até sexta­ 
feira ao meio dia, o 
ônibus deverá sair 
de Bela Vista na sex 
ta-feira a meia noi­ 
te e a volta está 
prevista para logo 
Comentário 
pjiião 
Jotaqê Flôres 
t chocante e simplesmente -  
revoltante assistirmos as mano 
bras do PMDB Nacional. A cada ! 
acontecimento dessa natureza , • 
a cada manobra, onde os inte - 
resses pessoais são colocados 
desavergonhadamente ao nosso -­ 
conhecimento através da mídia 
noticiosa, ficamos ainda mais, 
indignados. 
Página 03 • 
RECAMBIADO PARA JARDIM O 
POLICIAL QUE ATIROU 
CONTRA DÉBIL MENTAL 
O Policial Mili - 
tar Adão Espindola - 
Brites, que assumiu 
, a autoria dos dispa­ 
ros contra a débil - 
mental Conceição Gon 
calves, ocorrido no 
Ültimo dia 06 em nos 
sa cidade, foi remo= 
vide nesta quarta-fei 
ra para a sede da 7ã 
CIPM em Jardim, por 
ordem do Comandante 
da Companhia, Major 
Gregório, onde deve­ 
rá permanecer adis­ 
posição da Justiça 
comum, além de res - 
ponder também ao In­ 
quérito Policial Mi­ 
litar já instaurado 
pela Polícia Militar 
e que também vai apu 
rar as responsabili­ 
dades do Soldado nó 
caso. 
Página - 04 
após a decisão da Ja 
Etapa, no domingo, o 
preço para a viagem­ 
é de 2.000,00 ( dois 
mil cruzeiros Reais) 
por pessoa para ida 
e volta. 
Vale a pena fa 
zer esta viagem para 
a bonita cidade de 
Corumbá que também - 
estará fazendo ani 
versãrio no próximo 
EM SÃQ PAULO, SECRETÁRIOS 
DE SAUDE DISCUTEM PRAZO 
DE PACiAMENTO 0 SUS 
final de semana, ~ 
lém dos passeios que 
podem ser feitos p/ 
o lado boliviano e 
pela região pantanei 
ra de Corumbá, seja 
de carro, de barco , 
e de ônibus turismo­ 
e ainda, é claro,tor 
cer bastante pela 
dupla belavistense I 
valdo Pereira Junior 
e Adson Zerial que 
ocupam hoje a segun­ 
da colocação no ran 
king do IIIO Circui­ 
to Estadual de Velei 
bol de Areia e que 
já possuem classifi­ 
cação garantida para 
a fase principal em 
Corumbá, estando en 
tre os oito finalis­ 
tas da 39 Etapa. 
vá e torça por 
Bela Vista. 
O financiamento t­ 
do pagamento das in- 1 
ternaçôes hospitala- i 
res e procedimentos ' 
ambulatoriais a nil 
vel nacional atravG 
do Sistema único do i 
Saúde (SUS), foi uma ' 
das questões debati­ 
das em São Paulo, du 
1 
rante a reunião do 
Conselho Nacional de 
Secretários de Saúde 	Veja matéria da 
(Conass).'o encontro 	Reunião Sobre Saúde, 
contou com a partici Sec: Vera Lucia 	na Página - 06 
pacão da Secretária 
Vera Lúcia Kodjaogla 
nian. Todos os inte­ 
grantes do Conselho 
reivindicaram o paga 
mente da rede presta 
dora de serviços d 
Saúde no prazo mãxi­ 
mo de 30 dias após a 
realização dos servi 
ç09. 
Grêmio Pedro Rufino 
INFORMA: 
Grandioso Baile da PRIMAVERA à realizar-sé no dia 25 de Se 
tembro/93, às 23:00 horas com animação do Cojunto 
LOS MASTER. 
MESAS DE PISTA 
Sócios - CR$ 1.500,00 	Não Sócios - CR$ 2.400,00 
.. 
MESAS NÃO PISTA 
Sócios - CR$ 1.200,00 	Não Sócios - CR$ 2.000,00 
Ingressos - 
CR$ 600,00 
Sócios em dia com a mensalidade não pagam 
1 PEDRAS QUE ROLAM ... 
REZE ANTES DE MORRER 	Página - 07 
Bela Vista é Motivo 
de Orgulho 
Quando publica­ 
mos o artigo "Radio­ 
grafia de uma Comuni 
dade, no inicio ao 
ano, falando a res 
peito dos problemas= 
de Bela Vista, de 
nossa economia, pare 
ce-nos que SACUDIMOS 
as estruturas. Era 
essa nossa intenção. 
Várias empresas 
dinamizaram suas ati 
vidades, aberturas= 
de novas lojas, re 
formas de prédios 
produtores rurais 
diversificando suas 
atividades, novas 
contruçôes, até a 
APAVEL, concessioná­ 
ria da GM em nossa 
cidade, recebeu san 
gue novo. Mais de 20 
carros foram vendi 
dos em menos de 6o 
dias. Geração de no 
vos empregos. 
Os bancos estão 
satisfeitos com a 
captação de recursos 
. e aumento dos depósi 
• tos. Milagre ? Não 
é apenas uma"sacudi­ 
da". 
Página/ 03 
46· Leilão Caracorte 
Dia 22/09/93 - Local Tatersal do Sindicato Rural de Caracol 
Horas - 20:00 - Realização - Porteira Leilões Rurais 
Caracol MS Vá e realize bons negócios 1 
13· Santa Rita da Porteira 
Dia 23/09/93 - Local Bairro Ãgua Doce - Bela Vista/MS 
Horas - 20:00 - Realizacão Porteira Leilões Rurais

---------------- 
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BEHEÁCIOS DE VÍTIMAS DA TALIDOMIDA 
SÃO FIHALMENTE CORRICilDOS EM SETE.MBRO 
O !infstérfo da Prev!drc1a g 
cfal Informa qae, através da an­ 
,io pelo Presidente Itamar Franco 
tln 1.e1 n'! 8.686 de 28 dr• julho C" 
1993, foram revisadas todas 4 
pensões especffs dos portadores 
d "{ndroe da Tal!dotda", qa 
p.JSJlam ;1 valer de .. :n ri oJto sal,i­ 
rloa mínimos. Para o Mlnir.tro An­ 
tôn to llr ltto, n tedfda além de 
corrigir ama injustiça, vaí asse­ 
r,urar melhores condições de sub 
sistêncln e dignidade cn teroos 
devido. Com a revis~o, neste nés 
de setembro, o IN55 estará llbe 
rando os valores atualizados das 
pensões e os atrasado,, calculados 
de moio a agosto deste ano. 
A pensão especial dns v!tl:nus 
da Talidomlda foi revista median­ 
te a multiplicação do número to 
tal de pontos indicadores da nat 
reza e do grau de dependência re: 
sultante da deformidade física 
apontada no processo de conces­ 
são, pelo valor de CR$ J.]20,00. 
A nova Lei estabeleceu que a 
partir de maio deste ano, a Pen 
são não poderá ser inferior ao 
salário mínimo vigente. Ficou de­ 
terminado também, que a pensão se 
rã reajustada pela nova pol!tica­ 
salarial. As 229 pensões espe­ 
ciais da Talidomida, custavam ao 
INSS em agosto, competência julho 
CR$ 388,608,10. Este mês, com a 
crêscimo de mais uma pensão, to­ 
talizando 230, o custo é de CR$ 
15,291.191,67, incluída a diferen 
ça dos atrasados. 	- 
Essas pensões estavam com seus 
valores defasados,porque não eram 
corrigidas pelos mesmos critérios 
fixados para os aposentados e pen 
sionistas do INSS. Existiam pe~ 
soas recebendo cerca de 200 cru­ 
zeiros reais por mês. Em face do 
problema, o Ministro Antônio Brit 
to promoveu todos esforços visa 
do a atualização monetária cios 
benefícios. 
Neste sentido, com o apoio de 
lideranças partidárias do Congres 
~o Nacional foi aprovado em regi= 
me de urgência urgentíssima e Pr~ 
Gemila Palace Hotel 
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ero de Le, di ndo 
},tanto das penso 
dade de Interferenci 
no ne.te santo, deve-e ao fato 
das pensões da v!t!ns da Tal!do 
d terem 1do It!tfdos por 
Le1 especial, qoe establecla rea 
jastes diferenciados. Para r.dar 
a fora de ata!!aço do bene![ 
cios, foi necessária s aprovaçao 
de uma nova Lel. 
A pensiio e6pecLil p,1rn o•; por­ 
tadores da "Síndrome da Talidon!­ 
da", foi determinada pi la Lef n! 
7.070, de 20 de dezebro de 1982, 
UP 
AL 
A>I 
!IA 
ct 
MS 
r.s 
CO 
HA 
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G 
PA 
PR 
PR 
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R.J 
R 
RS 
se 
SP 
SE 
BF;-.'EF!CJa; I}S V!TDl..S O TALIIXJIJII} 
CDIPB'.r0-cIA 07. 93 V,L(l1 Cill'U'J'.ífNCIA O • 93 VALOl 
QIDE 	QIDA 
BRASIL 
e'rr r tá 
' 1 r. ! 
do re - 
definirdo 4e a e.cs 
teto ds Nenef cios f!e 
a aro do antigo Institto 
ral de PrevfdrIa seis l - l 
co na para a 'nfi. 
Hoje, sob a responsab!Idade - 
do INSS, a pensão pode ser req,­ 
rld., no Posto de pene!{lo,aed{­ 
ante a apresentaçio da Certfd?a 
de Nas!mento o, Cartelra de 1de 
t!dade; testado da anta rdie 
do Inst!tato, comprovando a enfer 
idade; e prova de resfdnet, d 
beneffco concedido e! caráter v!­ 
ta1feio, ' Intransferível. 
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01 	CRS 2,49.900,00 	OI 
04 	CRS 7,708. 11)0,00 o:. 
02 	CJlS 744.+00,00 
02 
Ol 	Cil5 6.392.000 ,OIJ OJ 
05 	CKS :.. . 1•16. iOO ,oo 	05 
O<, CRS 10.404.900,00 	O<, 
0l CRS 1.871.200,00 	Ol 
01 
40 ChS 666, m- .,.oon,co 	40 
OI CkS 957.700,00 	02 
01 	C:P.S 47.100,00 c1 
14 CRS 27.311.400,00 	14 
05 	CRS i,HBJ,J00,00 	05 
05 CRS 6.720,900,00 os 
?4 	ri<S )6,q:.9,600,00 24 
04 CRS 2,117 ,900,00 	04 
45 	C'!S 89.600.)00,00 	45 
06 	CRS 10,ll0.600,00 	06 
59 CRS 099,663900,00 	58 
OI 	CRS 1.)62,600,00 	OI 
zzg CRS 388,608.JOO,OO 2)0 
CS )É,I 
c$ ,s0, 
CRS 154.111,0! 
CKS 705.971,41 
CRS 229,90,° 
CRS 11,,f•.,'• 
CRS $04.43,3% 
CRS 1875,7 
CHS ).111,1.' 
cRs 2,083,279,. 
CI$ 8-',, 72,t 
CR.S R.9,QJ!o,' 1 
CRS 998.151,0 
CRS 7,ºCl,, 
CRS 326,707,09 
CRS 1.490.735,0 
CRS 1!,000,15 
CRS 2.62.465,-4 
CRS 569.448,%1 
CRS ~.211,,1,09,81 
CRS 87.807,();. 
CRS 15.291.191,67 
OBS: Em 07.93 o valor médio dos beneficias foi de CRS 
1.696.978,60. 
Em 08.93 o valor médio dos beneficias foi de CR$ 66. 
438,43, correspondente ao valor mensal acrescido da dife­ 
rença de 05 a 07.93. 
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Tribuna da 
Diário 
Fronteira 
Regional 
* FUNDADO EM 20/02/1972) 
Diretor-Redator-Chefe: Ivaldo Pereira 
Diretora Administrativa: Maria Estela V! 
- . 	lasquez Pereira 
Secretário de Redação: Ubaldino Rodrigues 
Reportagens: João Carlos velasquez, A 
dre Ãvalo, Luiz Henrique (Lile), Firmino 
de Barros. 
Re~à~ão, Departamento Comercial e Paxque 
Grafico - Avenida Tribuna da Fronteira 
564 - Caixa Postal - 23 - 
Fone (067) - 439-1410 - Bela vista - .!-IS 
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+ FILIADO A ADJORIHS) E ABRAJORI 
* O Jorn.:al ruo se responsabiliza pelos artigos assin' 
cosa.a de: origem definida. 	• 
• E%: g 
• assinatura Mensal .............oo,o" 
* Assinatura Trimestral 1 800,oo 
: Ass~natura Semestral .::::::::3:600,oo 
Assinatura Anua.l 	7.200,0° 
* JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA: 
"QUE O POVO SEJA BEM INFORMADO " 
ne:

l. 
TRIBUNA ESPORTIYI 
Liga Esportiva Atende Pedida da Liga 
de Delta Vista Paraguai 
r 
1 
O Conselho Arbitral da 
Liqa Esportiva Relavistense, 
reunido na última terça-fei 
ra, atendeu o pedido encare 
cido dos cornponcntc:; da Li= 
ga Esportiva de Bel)a Vista/ 
Par.aguai, que tem o compro­ 
missso inadiável de partici 
par do Campeonato interli = 
gas do Paraguai, sol, pena 
de ser dcsliaado da Federa­ 
ação Paraguaia, casn não 
compareça. 
Acatando o podido dos 
membros diriaontes do fute­ 
bol de Rella Vista/Paraguai, 
o Conselho Arbitral dos Clu 
bes brasileiros proporciona 
ram um comnrortamento excm - 
plar em busca de um perfei­ 
to entrosamento desportivo 
com os nossos vizinhos. 
Mesmo cm prejuízo do per 
feito cumprimeno da tabela 
dos jogos: os membros do 
Conselho Arbitral foran un-ª_ 
nimos em ajudar o futebol - 
da vizinha cidade Guarani . 
que seria altamente pr yudi 
cad caso não tivesse condi 
ções de articipar do inter 
ligas. 
Sim dividas, foi uma mo­ 
dida cooronte e que demons­ 
tra soberanamente a vontade 
dos diricentes belavisten - 
ses em ajudar o desporto p! 
raguaio. 
ALTERADA A RODADA DESTE D·0MINCiO 
Em razão da decião do 
Conselho Arbitral, e rodada 
de domingo, cujos jogos se­ 
rão realizados na porte da 
manhã, ficou assim nstabclc 
cida: 	- 
10 jogo 21 de Jbril x Flumi 
Torneio lnternacio·nal em Novembro 
l,f 	Aproveitando a presença 
dos dirigentes pararuaios - 
na sede da Liga Esportiva - 
Belavistense, o Prer.idente 
da Entidade sugeriu a reali 
zação de um Torneio Interna 
cional, envolvendo os 3 pri 
melros colocados do Campeo­ 
nato Belavistense e duas ou 
A BRICiA PELA CLASSIFICAÇÃO 
Está renhida a briga pe­ 
la classificação, muna luta 
que envolve as equipes do 
Sessenta, Fluminense, Náuti 
coe Racing, que vão depen­ 
der unicamente das suas for 
ças para chegar às finais= 
do certame. 
Todos têm que garhar os 
Na rodada que acnnteceu 
no Domingo passado no Está­ 
dio Municipal o Prinavera - 
passou fácil pelo 21.de A - 
bril pela contagem de 5 ten 
tos a 1, num jogo er que o 
favoritismo do time Primave 
nense. 
20 jogo Flamengo x Racing. 
O Racing precisa ganhar 
do Flamengo para conseguir 
a sua classificação. Uma vi 
tória rubro negra tira do 
Racing a possibilidade de 
três equipes paraguaias num 
certame cujos jogos serão - 
realizados tanto no Estádio 
Octávio Fontoura como tam - 
bém no Estádio de Bella Vis 
ta/Paraguai. 	- 
A Liga Esportiva Belavis 
tense já está iniciando as 
providências, encaminhando 
seus próximos compromissos 
e qualquer resultado adver­ 
so poderá prejudicar em mui 
to os seus objetivos, sendo 
possível até, acabar fican­ 
do fora o time de Caracol , 
dependendo dos resultados - 
de domingo e também da últi 
ma rodada. Caracol não tem 
ril não foi ameaçado. 
O Placar do jogo espc 
lhou o que foi a partida e 
mais uma vez os comandados 
de Izidoro Vareiro demons - 
traram muita Juta e determi 
nação mas não conseguiram - 
classificação e define os 
demais classificados para a 
fase final do Campconato,po 
is por ser o último compro­ 
misso do Clube do Espírito 
Santo este fica com 8 pon - 
tos e não tem mais oportuni 
dadc de se reabilitar. -- 
Oficio ao Conselho Regional 
de Desportos e à Federação 
de Futebol, pedindo autori­ 
zação para a promoção inter 
nacional, de conformidade= 
com o que dispõe a legisla­ 
cão em vigor. 
mais jogos e os demais par­ 
ticipantes podem atingir 11 
pontos ou mais, eventualida 
de matemática, que poderá= 
roubar do time Caracolense 
a sua classificação. 
Náutico e Racing entre - 
tanto são os que correm 
maiores riscos de ficar de for. 
Primavera Vence Fácil o 21 de Abril 
angariar um resultado me 
lhor. 
Foi um bom jogo 
bol, arbitrad~ ,por 
is e auxiliado por 
guelra e Floriano 
di. 
de Fute­ 
Jorge Re 
Adão No- 
Risal - 
FLUMINENSE PASSA PELO CHAVEIRO 
DEPOIS DE SOFRER BASTANTE 
a 
% 
e 
: 
t, 
3r° 
Na parte da tard0 o primeiro jogo ficou 
por conta da equipe do Fluminense que ven­ 
ceu o Chaveiro por 4 tentos a 7, depois de 
haver sofrido bastante no primeiro tempo, 
quando o time do Abdias vencia por 1 a O , 
numa surpresa espetacular. 
O segundo jogo da tarde estava por con­ 
ta de Palmeiras e Sessenta Esporte Clube , 
mas o time do Palmeiras, numa atitude an - 
ti-esportiva dos seus atletas não compare­ 
ceu em campo dando ao Sessenta o ganho por 
"WO" e prejudicando ao time sessentino que 
poderia aumentar o "eu saldo de gols no 
Campeonato. 
,, 
Agora a classificação dos Clubes é 
seguinte: 
H1 - Flamengo 
2 - Primavera 
3 - Caracol 
e Fluminense 
50 - Náutico 
e Sessenta 
70 - Racing 
80 - 21 de Abril - 
90 - Chaveiro 
10? - Palmeiras - 
a 
14 pontos 
12 pontos 
10 pontos 
10 pontos 
09 pontos 
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QUE ITIROU CONTRI DEBIL MENTIIL 
O Policial Mlli 
tar Adão E±píndola 
Brites, que assumiu 
,1 autor ia dos dispa­ 
ros contra a débil 
mental Conceição Gon 
calvca, ocorrido no 
último dia 06 em nos 
sa cidade, foi remo­ 
vido nesta quarta­ 
feira para a sede da 
70 CIPM cm Jardim 
por ordem do Coman­ 
dante da Companhia , 
Major Creg6rio, onde 
devorá permanecer a 
disposição da Justi­ 
ça comum, além de 
responder também ao 
Inquérito Policial 
Militar já instaura­ 
do pela Polícia Mili 
tare que também vai 
apurar as responsabi 
!idades do soldado 
no caso. 
Em contato com o 
Sarqonlo Ganlon, que 
está respondendo pe­ 
lo Comando do 29 Pe 
lotão PM de Bela Vis 
ta, recebemos a in 
formação de que o po 
licial autor dos dis 
parca contra Concei­ 
ção Gonçalves vai fi 
car preso administra 
tivnmcntc na sede da 
70 CIPM cm Jardim cn 
quanto correm os ln-: 
quéritos Civil e Mi 
litar contra ele. O 
Comandante do 20 Pe 
letão PM ressaltou - 
que é de interesse 
da Policia Militar a 
purar todas as rei 
ponsabilidadcs,o sol 
dado PM já foi ouvi­ 
do pelo Delegado de 
Polícia de Bela Vis­ 
ta no inquérito Ci 
Encontro Marca Resgate da 
História de uma Civilização 
1 
1 
1 
1 
1 
Ao promover o 10 Seminário - 
Sulmatogrossense de Estudos In 
dígenas em 1981, evento que rcu 
niu lideranças indígenas e estu 
diosos das questões do índio de 
todo o País, o Governador Pedro 
Pedrossian demonstrava a sua 
preocupação com o resgate • da 
história de formação étnica de 
Mato Grosso do Sul e o futuro - 
do seu povo. O evento, realiza 
do na Universidade Federal do 
Estado, obra construida na ges­ 
tão anterior de Pedrossian para 
a formação de uma nova geração 
de profissionais, deu novo im 
pulso ao movimento indígena 
pois a partir dalc Marca! de u 
za se projetou como a grande li 
derança não só da Nação Guarani~ 
mas de todos os índios brasilei 
ros. 
Durante o encontro, Marcal 
proferiu discurso contundente - 
em defesa dos povos indígenas. 
Crítico contumaz do massacre ve 
lado a que os Índios estavam­ 
sendo submetidos pela invasão 
vil instaurado e vai 
r0spondcr nn Juntíça 
comum pela tentativa 
de homicídio contra 
a débil mental. 
Atendendo a soli­ 
citação da Promotora 
de Justiça da Comar­ 
ca de Bela Vista à 
Auditoria Militar do 
Estado, foi instaura 
do um Inquérito Poli 
cial Militar para a 
purar a morte do p~ 
rigoso latrocida co­ 
nhecido por "Negão", 
na região das Calei­ 
ras, ano passado, cm 
troca de tiros • com 
Agentes do GOE e Po 
liciais Militares de 
nossa cidade. O Ma 
jor Teotõnio, da D! 
visão de Atividades 
Especiais da Secreta 
ria de Segurança PÚ-: 
de suas terras e falta de assis 
tência, Marçal passou a denun 
ciar isso. "Hã cinco anos que 
nós suportamos a lei do cacete­ 
te e do cano", dizia ele duran 
te o Seminário. A grande capaci 
dade de oratória demonstrada 
neste evento, valeu-lhe o apeli 
do de • índio dos lábios de me1 ". 
A projeção Nacional conquis­ 
tada por Marçal de Souza neste 
evento contribuiu para que o mo 
vimento indígena ganhasse novo 
corpo, com os índios passando a 
se organizar melhor em torno de 
seus ideais e na busca de solu­ 
ções para os seus problemas.Tan 
to que, pouco tempo depois da 
realização do Seminário, Marçal 
de Souza ajudou a fundar a UNI 
(União das Nações Indígenas) , 
sendo o seu primeiro vice-Presi 
dente. • - 
Nosso Índio 
' 
um Cidadão 
hlica do Estado, re 
ponsável pelo Inqué­ 
rito sobre morte 
do latrocida, veio à 
Rela Vista para ou 
vir testemunhas do 
ca:;o e atendendo a 
pedido do Comandanl • 
da 78 CIP de Jar­ 
dim, fez n rc1:1oção 
do Soldado PM Espin­ 
dola para aquela Uni 
dado Militar nesta 
quarta-feira. 
Importante ressal 
tar que o soldado PM 
Adão Espíndola Bri­ 
tes se apresentou ao 
Comandante do 29 Pe­ 
lotão PM dois dias 
após a tentativa de 
homicídio contra Con 
ccição Gonçalvcs,elc 
tava d folqa no 
'ia em que baleou a 
débil mental, mesmo at 
sim teve a sua pri­ 
são adminis rativa - 
determinada pelo Co 
mando do 20 Pelotão 
PM e foi afastado do 
Serviço, caso fosse 
um cidadão comum ele 
simplesmente estaria 
solto e respondendo 
ao inquérito polici­ 
al cm libcrdade,poís 
assim prevê a Legis­ 
lação penal Brasilei 
ra. 
Isso demonstra - 
que a Policia Mili­ 
tar não tem intercs 
se cm proteger o so} 
dado ou incobertar o 
seu ato, como alguns 
O Programa "Nosso !ndio, Um 
Cidadão", lançado pelo Governa­ 
dor Pedro Pedrossian, é articu­ 
lado com as Secretarias e ôr 
gãos do Governo Estadual, defi­ 
niu mecanismos que não engan­ 
cham no mero assistencialismo - 
~ão ações objetivas que • resga 
tam a cidadania dos povos indí-: 
0enas, habilitando-os à produ 
cão alimentar, cultural e cconÕ 
rica.-AO contrário do que o cor 
reem outras regiões, em Mato 
Grosso do Sul registra Índices 
de aldeamento positivo, que con 
tratam com o êxodo que castiga­ 
e diminui as populações de ou 
tros Estados brasileiros. 
O desempenho do "Nosso in­ 
dio ... " está retratado nos núme 
ros contabilizados pelo progra 
ma e revelados pelo seu coorde­ 
nador Denas Lugo. Na área Educa 
cional, 7.500 crianças são aten 
<lidas em 81 escolas espalhadas­ 
por 44 aldeias. Foram destina 
dos 235.240 unidades de materi 
al escolar, com 18 itens que in 
cluem lápis, borracha, canetas, 
cartolina, giz, livros, bolas , 
comentários insinu­ 
am pela cidade, mui 
o pelo con rário, 
tudo está sondo fei 
to para que os fá 
tos sejam apurados 
com rigor dentro 
d..s formas da Poli 
eia Militar do Esta 
do de Ma.o Grosso - 
do Sul, bas a di 
zer que o policial 
praticou um crim 
comum, fora do sur 
viço policial o vai 
ser julgado pela 
Justiça comum co:no 1 
qualquer outra pes­ 
soa que tenha co 
metido um crime 
dessa natureza. 
PREÇO DO EXEMPLAR: 
CR$ - 40,00 
> 	- 
NOSSO IDIO, UM CIDADAO 
A IDADAMI, RESGATADA 
pincel atômico e literatura in­ 
fantil com temas indígenas. 
O Governo financiou a ímpres 
são de mil exemplares de uma 
obra de vários autores indíge - 
nas! escrita em guarani.A publi 
caçao das Diretrizes para a Edu 
cação Indígena, os 15 cur·sos de 
aperfeiçoamento e reciclagem de 
professores espelham a preocupa 
çao governamental com a afirma­ 
cão da cultura original dos ín 
dios. 	- 
_ No setor de saúde,até agora• 
Ja foram distribuídos 91.650 me 
dicamentos de 21 tipos. Os reé 
dios são entregues diretamente 
as enfermarias das aldeias sela 
dos,sem intermediários. Através 
da Promosul,um convênio com o 
Hospital e Maternidade Porta da 
Esperança,da Missão Caiuá, em 
Dourados,assegura o atendimento 
aos portadores de tuberculose. 
As familias dos doentes- cue em 
tratamento ficam impedido; de 
trabalhar recebem mensalmente - 
uma cesta básica de alimentos 
com produtos de primeira neces­ 
sidade (arroz, feijão Óleo açú 
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BRASII,!

CAMPANHA ESTIMA IMUNIZAR 
CERCA DE 148 MIL CÃES 
CONTRA A RAIVA 
A Campanha Estadual do 
vacinação anti-rábica, que a e 
cretaria de Saúde vai realizar- 
110 prox l mo d ia 25 de setembro 
todo Estado, estima imunizar 
cerca d, 148 mil cães. 
A Fundação Nacional de Saí 
de (FNS) repa5ou CR$ 3,5 mi 
1hões, empregados na aquisição­ 
do seringas e aqulhas, além da 
confecção do material do divul­ 
gação. 
A administração Pedrossían 
instalou mais do mil postos, a 
branqendo todos municípios sul 
mato-gronncnsc. Serão disLribuI 
das 261.200 doses de vacinas. - 
Segundo o coordenador do 
Núcleo de 7.oonoses du Secreta 
ia Estadual de Saúde, vetor!­ 
nário Paulo de Souza Taveira, a 
vacinação será realizada em con 
junto com o Iagro (Departamento 
de Defesa e Inspeção Agropecuá­ 
ria de Ma to Grosso do Sul) . 
"O 6rgâo conta com midicos 
veterinários espalhados pelos 
escrit6rios do interior do Es 
- 
tado, o que pode facilitar o 
desenvolvimento da campanha" , 
explicou. No total, serio empre 
gadas mais de 2.500 pessoas. - 
Paulo Taveira informou que 
em 93 já foram registrados qua 
tro casos de raiva animal no 
Mato Grosso do Sul, sendo 3 em 
Tres Lagoas e um em Cassilândia 
onde a doença foi diagnosticada 
em um gato. 
NÃO ESQUEÇA 
VACINE SEU CÃO 1 
DIA 25/09 
- l 
Nos es municípios a vaci 
nação já está em andamento, no 
sentido de qarantir a imuniza - 
cão na zona rural", destac. o 
coordenador . 
O objetivo, de acordo cora 
Paulo Taveira, ó manter a doen­ 
ça sob conlrolc no Estado, já 
que a raiva pode atingir os D<' 
res humanos e , quando não tra­ 
tada, levar a morta. 
O último caso de contágio~ 
no homem, aconteceu em 1990,tam 
bém cm Casoilãndia. - 
Para garantir a ausência - 
de novos casos de raiva canina, 
até o início da campanha, Paulo 
Taveira recomenda à população , 
vacinar os cães cm qualquer pos 
to ou centro de Saúde, quando - 
no interior. Na Capital, o aten 
dimento .é feito pelo Centro de 
Controle de Zoonoscs, ligado à 
Secretaria Municipal de Saúde e 
Higiene Pública. 
"As doses da vacina 
fornecidas gratuitamente", res­ 
saltou. 
Paulo Taveira lembrou ain­ 
da, que os animais podem serva 
cinados em qualquer época do a 
no, independentemente das campa 
nhas de vacinação. 
De acordo com ele, a popu­ 
lação canina estimada no Estado 
é de 184.020 animais, o que re 
presenta 10% da população huma­ 
na. Taveira destacou que nas 
campanhas desenvolvidas anteri­ 
ormente, o índice de cobertura­ 
superou os 80%, considera sufi 
ciente para o controle da raiva 
canina. 
SECOM/MS 
são 
ipoio à Prol;ão loira irea de 
Plantio na Próxima Safra 
O sucesso do programa 
"Nosso !ndio, um Cidadão" no in 
centivo à subsistencia e à eco­ 
nomia das Comunidades indígenas 
já faz prever o aumento em 10~% 
da área de plantio para a pro­ 
xima safra. 
Na colheita 92/93 o plan­ 
tio atingiu pouco mais de 1.900 
hectares. Para safra 93/94, es­ 
tima-se que os índios plantarao 
pelo menos 4 mil hectares. 
Em 92, o programa govern~­ 
mental levou as aldeias 27 mil 
kg de sementes de arroz, 16 
lllil kg de sementes de milho , 
?l,4 mil kg de sementes de fei­ 
Jao e 24 mil litros de oleo 
diesel. No desempenho da safra 
desse ano agrícola, os índios - 
mostraram sua eficiência, produ 
zindo 919 toneladas de milho e 
350 toneladas de arroz. 
Atualmente, estão sendo 
preparados 585 hectares de ter­ 
ras com gradeação e arado, mais 
o enleiramento e a destaca de 
outros 300 hectares. 
Foram vacinadas aproximada 
mente mil reses contra a ~ftosa 
outro fator de estímulo à ativi 
dade de subsistência das comuni 
dades. 
SECOM / MS 
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Bela Vista é Motivo 
de Orgulho 
Quando publicamos o artigo - 
"Radioaraf ia de uma Comunidade 
no início do ano, falando a re 
peito dos problemas de Bela Vis 
ta, de nossa economia, parece - 
nos que sacudimos as estrutu " 
ras. Era essa nossa intenção.Vá 
rias empresas dinamizaram suas 
atividades, aberturas de novas 
lojas, reformas de prédios, pro 
dutores rurais diversificando 
suas atividades, novas constru­ 
ç0os, até a Apavel, concessiona 
ria da GM om nossa c1aade, recg 
bnu aanguc novo. Mais de 20 car 
ros foram vendidos cm menos de 
60 dias. Geração de novos emprg 
gos. Os bancos estão satisfei - 
toe com a captação de recursos 
e aumento doo depósitos. 
Milagre? Não, apenas uma "sa 
cudida". 
Já não tememos o avanço de 
Jardim, Porto Murtinho e Boni - 
to, não queremos ser a cidade - 
mais progressista do Sudoentc , 
mas, nos perdoem os vizinhos 
somos mesmo a que mais cresce. 
Onde há dinheiro circulando. E 
negócios são feitos a todo ins 
tante. 
t salutar ver também o pro - 
grosso contínuo de pequenas e 
médias empresas. Tudo isto_ é 
fruto de uma conscientizaçao.De 
planejamento. 
Mas Bela Vista não é só is - 
to, é muito mais. E o belavis - 
tenso têm motivos de sobra para 
se orgulhar de sua cidade. 
Nossa Seleção de Futebol Ama 
dor, contra tudo e contra to 
dos, sagrou-se vice campeã· do 
Estado, não vem ao caso dizer - 
que o justo, o coerente, seria 
o 1 lugar, mas, tudo bem, sO - 
mos vice campeões. Nosso volei­ 
bol é um dos melhores do Esta - 
do, jogamos de igual para igual 
com qualquer Clube (ou Selecão), 
nossos meninos que disputam o 
Circuito de Velei de Areia (du­ 
pla) estão entre os primeiros - 
(Ivaldo Júnior e Adson), dispu­ 
tam de igual para igual com as 
feras do Voleibol do MS, nossa 
Miss Bela Vista foi eleita a 
mais bela do Sudoeste; nossa e­ 
quipe de futebol de salão faz 
bonito e leva a galera ao deli­ 
rio. Ganhamos pencas, torneios 
de Lace, temos um dos melhores 
corredores, hoje em são Paulo , 
o Elenilson; peões de rodeio 
que ganham prêmios e troféus 
por este Brasil caboclo. Querem 
mais? 
Aqui nasceu o embrião de to­ 
dos os jornais do Sudoeste, o 
pioneiro, Tribuna da Frontei - 
ra, por sinal o primeiro diário 
da região (prá quem não sabe , 
acima de 3 cdicões semanais, o 
jornal é considerado diário), e­ 
ditamos 4 Tribunas semanalmen - 
te, de quebra, é aqui que se e­ 
dita também o Correio Jardinen­ 
sc e a Tribuna Murtinhense, do­ 
is jornais com tradição em todo 
o interior; temos escritores , 
Bela Vista é pioneira também em 
lançamentos editoriais, prá - 
quem não sabe foi aqui, na Grá­ 
fica e Editora Apa que foi impres 
so o primeiro livro de um autor 
regional. Estamos produzindo mg 
is do que nunca contos, roman - 
cos e biografias. Vem mais li 
vros por aí, Nós temos também 
pintores, artesãos, desenhis 
tas, laçadores e peões de suces 
so, 
Querem mai:;? 
Temos uma das praias mais 
lindas, só está faltando um pou 
co maio de cuidado e criar es - 
trutura para receber centenas - 
de turistas; temos um dos melho 
ros parques de Exposições do in 
tcrior; um Clube do Laço que 
deixa perplexos os que nos visi 
tam· temos o Grêmio Pedro Rufi­ 
no, o maior da roqião; e o Bela 
vistcnsc (quo está precisando 
de uma sacudida). E a nossa que 
rida AABB com salão de festas e 
piscina. 
Temos o maior número de ruas 
asfaltadas entre as cidades da 
região, o Cassino, no Paraguai; 
o menor índice de criminalidade 
e um povo que vive feliz, onde 
os churrascos, as polcas e as 
reuniões com amigos são constan 
tcs. 
Querem mais? 
Temos Agências do Banco 
Brasil, Bradesco, Bamerindus e 
Caixa Económica, até hoje nao 
vi nenhum gerente reclamar dos 
negócios. 	_ 
Temos a Rádio Bela Vista a­ 
tuante, versátil e dirigida por 
belavistenses. Temos o Rotary , 
o Lions e a Maçonaria, todos a­ 
tuantes. 
Bela Vista é uma forja de va 
leres, muitos radialistas, jor­ 
nalistas, gráficos, advogados , 
médicos, professores, políti , 
cos, etc, começaram aqui. Aqui 
deram os primeiros passos. 
Nossas mulheres são lindas, 
elegantes e charmosas. Bela Vis 
ta é também uma Escola de moda. 
Não é mesmo? ~ 
E nossas festas? 2niversá - 
rios, Casamentos e RcÜnioes de 
amigos? 
Nem é preciso falar. Deixam 
mudos os que nos visitam, os 
que são convidados. Quando con­ 
tam, muita gente não acredita. 
Nossas crianças andam pelas 
ruas, soltas, livres,-vigiadas 
por todos, pois todos se conhe­ 
cem. Aqui se vive. 
Respondendo a sua pergunta , 
meu amigo, por tudo isto, por - 
tudo isto e muito mais, amo a 
minha cidade, também sou bela - 
vistense, adotivo, mas sou,aqui 
ficarão minhas cinzas, quando - 
partir desta para a outra vida. 
A}é lá, vou viver do jeito - 
gostoso que o belavistense vi - 
ve, lutando, trabalhando, aman­ 
do a minha cidade. 
Bela Vista do já teve? 
Não, Bela Vista do agora,das 
transformações, do amanhã, com 
esperança, mas sem mudar o jei­ 
to de nossa gente. 
e o que faz a diferença. 
do 
Comentário Opinião 
f, choca,te e simplesmente 
r voltante assistirmo, as mo 
nobras polí icas cm orno d 
apoio ou não ao Governo por 
parte dos líderes do PMDB na 
cional. A cada acont cirent 
dessa natureza, a cada m o­ 
bra, onde os interesses pes­ 
soais são colocados desaver­ 
qonhadamente ao nosso conhe­ 
cimento através da midia no­ 
ticiosa, ficamos ainda mais 
indignados. 	. 
Quando o comando do parti­ 
do determina que Lodos os 
participantes dos órgãos 9o­ 
vernamentais peçam demissao 
de suas funções, caso deci - 
dam pela retirada de apoio ao Governo Federal, mais enraizad 
ainda fica na nossa consciência a certeza do que este Pa1u nao 
é sério! - Atitudes dessa natureza, parecem querer fazer crer 
ao povo que O apoio do partido e muito precioso e que sem ele 
o Governo não vai fazer mais nada. - Ora gente!.• se o apo1o - 
fosse assim tão JMportantc - nós já estaríamos vivendo uma vi­ 
da bem melhor. - Se esses homens que se dizem portadores tao 
importantes do apoio ao Governo resolvessem alguma coisa, a 
situação seria outra e o Brasil inteiro nao estaria passando 
pela penúria que vem atravessanão. 	, . 
A sanha do poder, tão cmhutida na cabeça desses politicos - 
que diga-se de passagem - são os verdadeiros culpado pela si­ 
tuação que vivemos - não tem limites. Comportam-se como se fo2 
sem os donos da verdade e os únicos que tem o segredo da solu­ 
ção dos problemas nas mãos. A própria situação, demonstra que 
"esses salvadores" estão totalmente perdidos. Tudo o que ve 
mos, demonstra apenas que os interesses pessoais, os casuísmos 
políticos é tudo aquilo que eles realmente sabem defender. - E 
isto eles fazem, sem a mínima vergonha na cara! - 
Não se vê nada a não ser troca de favores. Quando estao fo­ 
ra do Governo, são críticos ferozes e sempre têm a solução pa­ 
ra os problemas. Quando dentro, não solucionam coisa nenhuma. 
o General Charles de Guale, disse uma vez - "que este País 
não é sério". Ficamos constrangidos com a declaração daquela - 
autoridade de tamanha expressão mundial. Hoje, felizmente nós 
podemos concluir que o Brasil é sério e que os nossos politi - 
cos é que não tém seriedade nenhuma. 
Acontecem coisas estranhas. Nesta semana foi levantada a 
questão dos Títulos de Capitalização do Silvio Santos - a cha­ 
mada Telesena. t muito engraçado quando a gente lembra que há 
quase dois anos existe aquele negócio, correndo solto e sendo 
amplamente divulgado pela televisão para todo o País e somente 
agora as autoridades "resolveram ver" que o negócio pode ser i 
legal. - "não parece brincadeira ... t urna brincadeira!,. 
Quando foi concedido o direito do Empresário colocar à ven­ 
da os seus Carnets - serã que alguma autoridade fiscal não sa­ 
bia que o negócio poderia não ser legal??? ... Isto tudo deixa 
claro uma tremenda falta de seriedade! 
e estarrecedor. Parece que nem mesmo aqueles, à quem 
te conhecer as Leis, conhecem-na plenamente. e mais urna 
doira, que transforma o povo em perfeitos idiotas! - Se 
cio tinha alguma coisa errada, esse erro já deveria ter 
descoberto há muito tempo. Porque só agora? .. - Ou será 
querem mais propina?... 
Definit!vamente, estã na hora de exigirmos mais respeito. 
Todos nos sabemos que os grandes culpados pela situação que 
atravessamos sao os poderosos banqueiros, empresários que jogam 
seus preces absurdamente para o alto diariaiut:ute e acima de to 
dos esses, os nossos (..nossos?! .. ) políticos que nada fazem - 
para reverter a situaçao, demonstrando urna covardia absoluta e 
uma falta de seriedade total. 
Se o povo, verdadeiramente os mais prejudicados. em tudo 
nao exigir uma mudança de rumos no caráter dos seus represen - 
tantes, ai sim, poderemos concluir aue o velho General estava 
certo_e seremos_obrigados à conviver com a certeza de que "es­ 
te Pais nao e serio!" 
compe­ 
brinca 
o negó 
sido 
que 
(IP) 
Viva bem! 
Respeite as Leis 
INFOR!-lACÕES: CERT!i"IQUE-SE NÀ: 
?A'<A !-11IORES 
EFICIENCIA AGILIDADE - HONESTIDADE! 
Rói li mirante Barroso, n º. 189 
Bela Vista .!9 Mato. Grosso da Suf

t, ' 
~.,._,,, ,.. 
---------------- 
VARIEDADES/CULTURA 
P E· D R I S Q U E R O L 
REZE ANTES DE MORRER - CAPITULO 
J 
- Você stá falando uma coi­ 
±a muito séria Jeruza, todos 
nós sabemos das atividades de 
seu mar ido, não são corretas 
sabemos, mas daí a matar e me - 
xer com tráfico do droqas! É sé 
rio, mult.o aé•rio. Fillc, minha:: 
f i lhn, 
- Pois ó, Padre, desde que 
~ casni com o Julie tenho en - 
trentado situações que me colo­ 
c,1m enlro Deus e o Demônio ... 
- Não fale assim. 
- Mas é verdade, sou obriga- 
da a fazer o que o senhor nem - 
imagina, na rua, para a socied~ 
de, sou um tipo de mulher, em 
casa, ele me transforma num ob­ 
jeto, tenho que satisfazer to - 
das suas vontades. Já o vi· mui­ 
tas vezes cheirando cocaina, me 
obrigou a cheirar uma vez, quan 
do isto aconteceu ele estava - 
com visitas do Rio de Janeiro 
uns homens e mulheres da alta - 
sociedade. O senhor precisa 
ver, houve até troca de casais, 
ele me obrigou a dançar e can - 
tar para as visitas. Só não fui 
prá carna com outro por que nao 
quiz, demonstra ciumes, diz que 
me mata se o trair, mas na ver­ 
dade, quando está dopado, não - 
liga prá nada. Minha vida, Pa - 
dre, é só uma fachada. tum in­ 
ferno. Estou pensando cm ir em­ 
bora, outro dia falei isto para 
ele, ele só· sorriu e disse que 
eu voltaria num caixão. 
- E como é essa história dos 
crimes e do tráfico? • 
- Tem um pessoal no Hotel do 
Tão, dizem que estão descansan­ 
do em Arroio, é mentira, são to 
dos bandidos, traficantes, o 
chefe deles é um amigo do Gor - 
do, eles se conheceram no Rio 
de Janeiro, está aqui escondido 
da Policia, e aproveita para es 
truturar uma rede de tráfico 
ganhará uma comissão de tudo 
que for comercializado. 
- E as mortes? 
- Irineu foi morto porque me 
viu com o Marquinhos e o Arago­ 
nês. 
- Quem é este? 
- Este é o chefe, está fora- 
gido da Policia, um chefão do 
crime. Pois bem, estávamos pro­ 
curando um local no Piri para - 
~ornprar, uma chácara, o Gordo - 
tnandou o Marquinhos junto, eu 
fui porque a propriedade era de 
um parente de minha mãe. Irineu 
Viu e falou pro pessoal que eu 
estava traindo o Gordo com o 
arquinhos. Aragonês não gos 
tou, entendeu que o Irineu pode 
ria reconhecê-lo futuramente e 
despertar suspeitas. Mandou ma­ 
tá-lo. E matou o Marquinhos, no 
Rio de Janeiro, porque ele come 
;ou a falar que estava ganhando 
muito dinh iro. 
Por uma dessas coincidências 
do destino, [ez amizade com uma 
Policial, parece que falou de - 
mais, eles mataram também essa 
Policial. São perigosos com 
muito poder. Tem informantes a­ 
té na Polícia, é assustador, Pa 
dre. 
- Por quê resolveu falar só 
agora? Por quê não procurou a 
Polícia, denunciou tudo isto an 
tes? 
- Eu estava com medo, muito 
medo. Não imaginava que chega - 
ria a esse ponto. 
- Vamos ter que procurar a 
Polícia. 
- Padre, não posso afirmar , 
mas o Delegado é gente do Gordo, 
já esteve em casa muitas vezes. 
No caso do Irineu ele não se 
preocupou em ouvir testemunhas, 
disse que vai encerrar as inves 
tigações, sob a alegação de que 
foram marginais que estavam de 
passagem pela fronteira, mata - 
ram para roubar. 
- Jeruza, se é assim,vou pro 
curar a Polícia da Capital, li:: 
garei para o Bispo, temos que - 
fazer alguma coisa. Enquanto is 
to, minha filha, procure se con 
trolar, não fale com mais nin .. 
guém. 
- Contei também para o Jota­ 
gê, ele disse que desconfiava 
das atividades do Gordo, mas 
também não pode fazer nada, a 
não ser denunciar para a Poli - 
eia da capital. Aqui não dá,mas 
tem um plano. 
- Qual o plano? 
- Vamos falar com ele, deixe 
o vendedor de seguros sair. 
Quando os dois voltaram para 
o Escritôrio, Rudel estava se 
levantando. 
- Padre, depois eu volto,pre 
ciso de algumas indicações de 
clientes, caso feche negócio,eu 
darei uma ajuda para a Igreja. 
- Tudo bem, vou esperar sua 
visita. 
- Bem, até logo, muito pra - 
zer, minha senhora. Até logo ra 
dialista. 	- 
Olhando· fixamente para a mu­ 
lher, notou a ansiedade, a ten­ 
são, o meco naquele rosto. Tam­ 
bém a inquietude, aquele "sem 
jeito", nos homens. Saiu, andan 
do lentamente, quando fechou o 
portão viu, de relance, uma som 
bra que se afastava. Alguém es­ 
tivera por ali. no quin al, ou- 
vindo a coversa do Padr co 
Jeruza, pois a janela da s 1 
que dava para a Fu es ava a - 
borta. Fudel olhou preocupado. 
Muito preocupado. 
- E aí Padre, Jeruza contou 
lhe o qu es á se passando? 
- Sim, Jotagê, a situação - 
está a exigir providências, e 
muito cuidado, estamos lidando 
com criminosos. Não há possi­ 
bilidade dela fugir, o homem - 
mandará sua qent a rãs. E não 
podemos procurar a Policia da­ 
qui. Nem mesmo comentar, seja 
com quem for, o certo é procu­ 
rar ajuda na capital, o mais 
rápido possível. 
- Padre, cu tenho uma idéia, 
um plano. 
- Jeruza me falou. O que é? 
- Tenho um amigo, em Brasi- 
lia, um Deputado, o Marcondes, 
gente séria, urna das reservas 
morais do nosso Estado, vou li 
gar para ele e denunciar tudo, 
ele poderá procurar até o Mi - 
nistro da Justiça. 
- Faça isto, vou tentar fa­ 
lar com o Bispo e também com a 
Polícia da Capital. 
- Cuidado, até na Policia e 
le tem gente infiltrada. 
Se despediram do Padre Ra - 
mão. Jotagê foi para a Rádio e 
Jeruza voltou para casa. 
Nove horas da noite. Padre 
Ramão assistia a novela Renas­ 
cer, estava gostando do enre - 
do, Benedito Rui Barbosa, o au 
tor, a cada dia, criava novas 
emoções. Achava interessante - 
(e atual) o drama de Padre Li­ 
vio, apaixonado por Joaninha.E 
também o conflito de terras , 
o drama da família Inocêncio.A 
luta dos Coronéis. 
Foi quando ouviu um baru 
lho. Como se alguém estivesse 
pisando levemente nos galhos - 
secos esparramados pelo quin - 
VI 1 
tal. Galhos do pé de laran a 
que h via secado, tudo 	p o r 	c a » 
sa do Mirinho, filho do Arlin - 
do, que colocar veneno por en 
aa n o . Pensara q u 	fo s s e ad u b o . 
O bar.lho ficou mais forte. 
E.le olhou pra a por a, a 
maçaneta moveu-se ligeiramente, 
o Padre se assus ou. 
- Quem está aí? Quem está 
aí? 
Silêncio. Muito silêncio. 
Ramào levan ou-se e abriu a 
porta. Não viu ninguém. Olhou 
por algun5 ins anLes para o 
quintal. Nada. 
- É minha imaginação. 
Ao fechar, sentiu uma panca­ 
da na cabeça. E sonbras. Muitas 
sombras. 
- Acorda, Padre safado. 
Ramão sentia uma dor terrí - 
vel na nuca, foi se recuperando 
aos poucos, viu imagens ... son­ 
bras... três ou quatro homens - 
estavam na sala. 
- Está se metendo onde nao 
deve, padreco. Seu negócio é cui 
dar das almas, dos pecadores. A 
gora vai ver Deus de perto. 
Ele ouvia. Estava entenden - 
do. 
- Reze, antes de morrer, Pa­ 
dre. 
E não ouviu mais nada, ape - 
nas a dor, no início sufocante, 
e o objeto que rasgava suas en­ 
tranhas, cortando, cortando, de 
pois a escuridão. - 
- A morte era dor, mas também 
uma agradável sensação de leve­ 
za. 
Sim, Padre Ramão rezou an1 - 
tes de morrer, pois morreu sor­ 
rindo ... 
Proximo Capitulo: 
A MAFIA SE INSTALA EM ARROIO 
!] 
CONCllECIWZ 
CCERCAL MONUMENTO MAT. DOE CONSTR. LIA 
787-1602 
Economia 
e Segurança 
:,, 
- 
alJ 
2. 
o 
c

. qr lf !, 
Nota para a 
Imprensa 
"proteção Física do:, Bens Imóveis 
ob a Jurisdição do Ministério do Exerci 
t n" 
O Comando do L0o Regimento de ava­ 
laria Mecanizado com o objetivo d evi­ 
tar acidentes com civis nos campos de 
instrução do Regimento e evitar depreda­ 
ão de recursos naturais em áreas sob 
sua responsabilidade administrativa, a­ 
lerta que não é permitido, sob pena de 
rcsponnabilldnd• pcs::;onl, a invasão, o 
desmutarnento ou qualquer outro dano aos 
bons imóvels sob a jurisdição do Ministó 
rio do Ex6rcito (Porl Min no 1129 de 3Õ 
d" outubro de 1981). 
Sergio Pacheco Oliveira - Cel Cav 
Cmt do 10o RC Mcc 
Edital de Proclamas 
O Sr. João Amádio Vieira, Oficial 
do Cartório de Paz e Registro Civil de 
Caracol-MS, faz saber que pretendem se 
casar e apresentaram os documentos exigi 
dos pelo artigo 180 do código Civil Bra­ 
sileiro: 
REGE JClSSlT Dl COS'l'A e ANA CRISTINA NU­ 
NES, ele brasileiro, solteiro, lavrador, 
maior, filho de Antonio Paes da Costa e 
de Erotilde Icassat da Costa, residentes 
e domiciliados nesta cidade de Caracol/ 
MS., ela brasileira, solteira, do lar , 
filha de Angelo Mendes Nunes e de Vitori 
na Jara Nunes, residentes e domiciliados 
nesta cidade de caracol-MS. 
João Amádio Vieira - O Oficial 
Caracol-MS, 10 de setembro de 1993 
o financiamento do P 
gamento das internações 
procedimentos ambulatorials 
a nível nacional através do 
Sistema Unico de Saúde SUS, 
foi uma das questões debati 
das em São Paulo, durante­ 
a reunião do Conselho Macio 
nal de Secretários de Saúde 
(Conass). O encontro contou 
com a participação da Secrg 
tária Vera Lúcia Kodjaogln­ 
nian. Todos os integrantes­ 
do Conselho reivindicaram o 
pagamento da red prestado­ 
ra de serviços de saúde no 
prazo máximo de 30 dias a 
pós a realização dos servi= 
ços. 
A reunião contou com a 
presença do ministro de Saú 
de, Henrique Santillo; dÕ 
Presidente da Fundação Na 
cional de Saúde, Aroldo Ro 
drigues Ferreira, e do Di 
retor do Departamento de De 
senvolvimento de Controle 
e Avaliação dos Serviços de 
Saúde do Ministério, Gilson 
de Carvalho. 
vários assuntos foram 
abordados. Com relação ao 
financimento de pagamento 
das interna~ões hospitala - 
res e procedimentos anbula­ 
toriais,foram discutidos 
"CONVERSA COM JESUS" 
Meu Jesus, em vós depositai toda a mlnha 
confiança. Vós sabeis de tudo P~i e Senhor do 
Universo, sois o Rei dos Reis. 
Vós que fizeste o paralitico andar, o mor­ 
to voltar a viver, o leproso a sarar, vós que 
vedes minhas angustias, as minhas lágrimas, bem 
s~bes Divino Amigo como preciso alcançar de 
vos esta grande graça (pedir a graça). A minha­ 
conversa Convosco Mestre, me dá inimo e alegria 
para viver. Só de vós espero com fé e confian­ 
ca (pedir a gracc). Fazei, Did.no Jesus que an 
tes de tenninar esta. conversa que terei convos:: 
co durante nove dias, cu alcance esta graça que 
peço com fé. Como gratidno publicarei esta ora­ 
çao par~ Outros que precisam de vós, e aprendam 
a ter fe e confiança da vossa misericórdia. 
Ilumine meus passos, assim como o sol ilu­ 
mina todos os dias o amanhecer e testemunha a 
nossa conversa. Jesus tenho confiança em võs.Ca 
da vez mais ament a tinha fé. 	- 
(Todos os dias, durvte hovo dias crar, no 'ln mandar pulI 
cr, por rances graças alcançada.). Aradeço a Jesus esta 
3r;is, (C1,A.J.1.s.) 
a 
EM SÃO PAULO, SECRETÂRIOS DE SAÔDE 
DISCUTEM PRAZO DE PACiAMEHTO DO SUS 
principal 
tabela € o 
Lo. 
te, o valor da 
prazo de pagam 
Durante o encontro, fo 
ram abordados assuntos rela 
cion.dos à questão orçamen- 
ária-financeira às r dida 
político-administrativa de 
implementação do Sisem; 0- 
níco de Saúde e, ainda d 
definição das responsabili­ 
dades das Secretarias Es 
duais de Saúde na esfera do 
sus, a ravés do Con.:wn. 
Vera Lúcia informou q/ 
o Mato Grosso do Sul já es­ 
tá em fase bastante adianta 
da na descentralização dos 
serviços de snúcJ0 públicn­ 
prevista na constituição e 
na Lei Orgânica de Saúde e 
na coordenação, orgunização 
e assessoria aos nunicí - 
pios. 
"O Estado já está com 
100% dos serviços repassa - 
dns aos municípios", disse 
Vera Lúcia. 
CARTA DE SÃO PAULO 
No final do encontro , 
os participantes elaboraram 
a Carta de são Paulo: • o 
SUS pode e deve dar certo - 
Conclamação do Conass ao P 
Governo MS, o Futuro Rgora 
dr Fc .e r a! " . 	O d oe 
f e tIer r· e 11 
Brasília, «a 21 e outubro­ 
de 92, que foi de fandaez­ 
tal importância à Dire€ 
Nacional do sUS naquela c 
Jur.turu. 
A e r ta afirma que " 
pós os recentes e importan­ 
tes avanços político-adm ir.• 
t.rativos do SUS, apesar d 
situação rinanceira piorada 
e início da qestão do a ual 
Ministro de Saúde Henrique 
Santillo, o Conass vem ccn­ 
clamar as instâncias compe­ 
entes do Poder Federal pa 
ra assumir medidos ind!{ 
veis e pa rióticas pra R 
superação dos persist ntes­ 
e insustentáveis bloqueios­ 
ao sistema de saúde". 
Outro assunto debatido 
foi com relação il expansão­ 
e interiorizaçüo dao açõ0s 
da Pastoral da Criança, pa 
ra o trabalho de prevenção~ 
da saúde do menor, que 
uma das metas do pacto da 
criança. 
Ficou definido que il 
pastoral e os Eotados vão 
desenvolver um trabalho con 
junto. A análise da situa - 
ção epidemiológica do Paío 
e problemas de medicamentos 
alternativos de produção d~ 
fálagos pelos laboratórios­ 
oficiais do Brasil, tamb~m 
foram abordados no encontro 
do Conass. SECOM/MS 
CONGRESSO ESTADUAL DE ESTUDANTES 
DISCUTE SITUA(ÃO DO ENSINO NO PAÍS 
O Conselho Estadual ã.e 
Entidades Estudantis esteve 
reunido no início domes , 
em Campo Grande , pare. defi 
nir a pauta para o Congres~ 
so Estadual de Estudantes , 
que acontece nos dias 2 e 3 
de outubro, em Aquidáuana. 
Participaram represen­ 
tantes das entidades de Co­ 
rumbá, Ponta Porã, Dourados 
Dois Irmãos do Buriti e A 
nas tácio. 	- • 
O evento foi organiza­ 
do pela União Sul-matooros­ 
sense de Estudantes seéunda 
ristas - USMES. - 
Segundo o Presidente - 
do rnnselho Fiscal da União 
Campograndense de Estudan 
tes Secundaristas, Benoal 
Prado Sobral, durante o Con 
gresso será discutido o plã 
no de ação da USMES, buscan 
do o aperfeiçoamento do Es­ 
tatuto, além de eleger a no 
va diretoria para a próximã 
gestão. "Entre as metas es­ 
tabelecidas, destaca-se o 
corte de CR$ 25,2 milhões - 
no orçamento federal para a 
educação básica no país",re 
velou Sobral. Outro pontÕ 
importante a ser discutido, 
e a regulamentação da meia 
entrada para os estudantes. 
De acordo om Sobral, o 
qrande dest~oue ficará com 
A INTEGRAL 
TA ROSA 
no alimento mais doador de vida e saúde. Não é apenas 
um alimento. 8 um remédio capaz de salvar vidas. 
Tão completo é, que os macrobióticos fazem dele 60% de 
seu regime. 8 o arroz bruto, do qual somente foi retirada 
a dura casca de celulose. Conserva, pois a pardacenta cu-· 
tícula, onde estão todas as suas virtudes. ARROZ INTEGRAL 
~ VIDA e SAODE. Deve fazer parte de 
alimentação. Use e comprove. Vida 
nova, em todos os aspectos. 
MAURO EDUARDO BEJRARI 
RUA TUUJTY, 5 O 
FONE: (067) 251-1291 
Jaràim - MS 
o pedido, pelo Conselho, de 
transformação do decreto q/ 
institui o Colegiado Esco­ 
lar no Estado, en projeto 
de lei, e sua extensão para 
as escolas municipais de to 
do Estado. "A finalidade e 
promover a melhoria da qua­ 
lidade no ensino público" , 
frisou. O encontro vai dis­ 
cutir ainda, a cobrança abu 
siva das mensalidades e ã 
privatização das Universida­ 
des Federais . O Congresso 
Estadual de Estudantes acon 
tece no Ginásio Poliesporti 
vo de Aquidauana, com a Pr 
sença confirmada de todas as 
entidades estudantis do Estado. 
ARROZ 
SANTA ROSA 
Qualidade - a dona de casa J·a- comprovou, ARROZ SANTA 
ROSA, rende mais, o sabor é especial, muito mais alimento. 
Atacado .e Varejo 
Compre hoje, e use 
Sempre, o Melhor 
MAURO EDUARDO BEARARI 
RUA TUIUTY,50 
FONE: (67) 251 - 1291 
Jardim - MS