,. 
OIARIO REGIONAL 
a 
ELA VISTA/M NO 1.A04 - 28 DE {SETEMBRO DE 199) - 3+ FEIRA - DIRETOR: IVALDO PEREIRA - PREÇO 
• 	te 	aa o 	a tee 
POSSftRI HOMENIGEIOO EM ANTONIO JOÃO 
Presidente da Câmara Municipal de Antonio João, Juneir Marques e 
o Empresario e Produtor Rural Osvaldo Possari 
(. 
I • 
Gov. Pedrossian 
Nen Governador, e 
si Mm:ia Eenler.. 
Dr. Pedro Pedrossian, Governador do 
MS, meu, nosso Governador, admiro, sempre 
;admirei, o seu estilo, os discursos,os pro 
inunciamentos, aquele jeito de dizer as coi 
sas, "rasgar matas e cerrados, transformar 
estruturas, dar urna dimensão nova, levar o 
nosso povo a seu destino de grandeza, o ho 
je e o ontem se confundem para surgir das 
brumas o novo MS ... " e por ai vai. 
Sabe? Dá nova motivação aos pessirnis 
tas, o povão acredita mesmo e vence desa 
fios? Página - 03 	- 
Pedras que Rolam 
Na roda do Posto - Página - 08 
77ª Leilão Apa Corte 
DIA 29/09/93 - 4a FEIRA - LOCAL PARQUE DE EXPOSIÇÕES RIO APA 
REALIZAÇÃO - DINDICATO RURAL E LEILOBOI/LEILÕES RURAIS 
HORAS - 19:00 - 	VÃ E FAÇA BONS NEGÓCIOS ! 
O Enprcsário o 
Produtor Rural, º" 
valdo Possari, foi 
homenageado pela C 
mara Municipal de Ai 
tonio João, receben­ 
do o titulo de "Cida 
dão Antoniojuanense" 
iniciativa do verea­ 
dor Juneir Marques , 
com aprovação de to 
do o Legislativo. 
Mas não foi ape 
nas os vereadores q/ 
hipotecaram apoio à 
idéia, a comunidade 
aprovou em ter Pos 
sarí corno filho ado= 
tivo de Antonio Jo 
ao. 
Enumerar os ser 
viços que esse em- 
presário prsta s Ma 
o Grosso do Sul,:os 
seto 
res, não é n ce­ 
sãrio, o pvo conhe­ 
ce o esforço e a cor 
potência que ele dé 
dica, não ó nos 
transportes intermu­ 
nicipais, mas também 
nu assint0ncia •' nas 
colaborações frequen 
tes que atende. 
Seja transpor 
tando estudantes gra 
tuitamente, apoiando 
iniciativas comunitã 
rias, culturais, e 
portivas, Possari 
mais do que un cida 
dão honorário de vã 
rias cidades, é um 
INFORME 
* Comentários na Página - 02 
TF 
exemplo de que a ini 
ciativa privada, as 
empresas, quando di 
rigidas por hoens - 
com consciência so 
cial, patriotismo 
caráter, ajudam a 
transformar estrutu­ 
ras arc icas e vicio 
das, heranças de maus 
govarnos e tributo 
que ainda hoje paga­ 
mos pela má escolha 
de governantes cor­ 
ruptos. Possari não 
quer ingressar na pQ 
lítico, "falta de 
tempo", diz ele, mas 
é um dos melhores e 
xemplos de corno o P2 
vo quer que sejam os 
políticos: honesto , 
capaz, humilde e fa 
zcdor. 
Gente que faz 1 
=======-=====-===·=== 
Moradores do'Erva Mate' 
Agradecem 
Esta semana re­ 
cebemos várias rnani 
festações de agrade= 
cimentos e elogios 
de moradores do Con­ 
junto "Erva Mate" pe 
los comentários vei 
culados dias atrás 
quando, atendendo a 
pedidos daqueles mo­ 
radores cobramos pro 
vidências por parte 
dos diretores do 
CDHU e das autorida­ 
des municipais para 
que verificassem o 
que estava acontecen 
do com as prestações 
dos mutuários daque­ 
le conjunto pelo fa 
to de que os valores 
eram diferenciados , 
sendo mais baixos pa 
ra uns e mais caros 
para outros, dando a 
impressão de que a 
prestação era cobra­ 
da de acordo com a 
cara ào mutuário. 
Moradores do 
conjunto informaram­ 
nos que após a publi 
cação da matéria os 
diretores do CDHU es 
tiveram no Erva Mate 
prestando informa 
cães e fazendo escla 
recimentes a respei­ 
to do assunto. 
A bem da verda­ 
de, o Presidente da 
Câmara Municipal, Ve 
reador Marcos Elias 
Rios da Cruz e os de 
mais vereadores inte 
grantes do LegislatI 
vo belavsitense, fo 
rarn os responsáveis~ 
pela vinda dos dire 
tores do CDHU à nos 
sa cidade para tr 
.. 
-. 
-- 
"e f,-- 	--- 
- w-.. - 
veja os trabalhos devolvidos pela 
Carlos de Abreu cm Porto Murtinho - Páginas 
Administração Luiz 
- 04/05 
tardo assunto, eles 
foram convocados pe 
la Câmara, através - 
de Requerimento apre 
sentado na sessão or 
dinafia do dia 15 
próximo passado, nós 
apenas, corno muitas 
vezes, demos a nossa 
parcela de contribui 
cão publicando a r 
clamação daqueles mo 
radores. - 
SÓ não entende­ 
mos até agora porque 
para uns a rnensalida 
de é mais barata. e 
para outros ela é 
bem mais cara, nem 
os moradores soub~ 
ram explicar direi 
to, mesmo depois das 
explicações dos dire 
tores do CDHU, par~ 
ce-nos, no entanto, 
·- 
---­ 
Vereador Marcos Elias 
que essas mensalida­ 
des são cobradas de 
acordo com as condi­ 
çes financeiras dos 
mutuários e conforme 
a sua atividade, se 
é assalariado, pro 
fissional liberal,a 
tõnomo, etc... - 
A nosso ver, o 
preço dessas mensali 
dades deveria ser 
gual para todos e 
bem mais barato, afi 
nal de contas o Con­ 
junto "Erva Mate"não 
foi construido p/ be 
neficiar as famílias 
de baixa renda que 
não tinham acesso à 
Casa Própria tão so 
nhada por muitos e 
muitos belavistense? 
(UR) 
47 Leilão Caracorte 
DIA 13/10/93 - LOCAL - TATERSAL DO SINDICATO RURAL DE CARACOL 
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PORTEIRA LEILÕES RURAIS 
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ASS!NIAOS A BARRA DO IIA 
t CHEM! IIULOS DE INI IVOS 
Vimos notícia na imprensa regional es a 
3·mana dando conta da entrega do í ulo 
de propriedade definitivos às 46 famílias 
de trabalhadores as:sentadas na Barra do I- 
á e sentimo-nos particularmente felizes. 
Depois de mais de seis anos os asscn ado 
da Barra do Itá finalmente receberam o Do­ 
cumento que lhes dá definitivamente o di - 
rcito sobre as glebas de terras daquele as 
sentamento, sentimo-nos felizes por que - 
nós, juntrun .nLe com o então e até hoje Pre 
sidcntc do Sindicato dos Trabalhadores Ru­ 
rais de Bela Vista, Sr. Nery Ramos Volpa - 
to, modestamente, demos a nossa pare la de 
contribuição para a implantação e agiliza­ 
ção da infra-estrutura necessária e para 
que fosse dada condições mínimas de vida - 
àquelas familias. Guardo, com orgulho, a 
lembrança de ter estado até na capital fe­ 
deral, Brasília, representando o Sindicato 
dos Trabalhadores Rurais de Bela Vista,pou 
cos meses após a criação do Assentamento - 
Barra do Itá e já naquela épocp lutávamos 
para que os sem-terras de nossa cidade re­ 
cebessem a assistência merecida. Lembram - 
se? Nossos arquivos não nos deixam mentir, 
assim corno o Presidente do Sindicato dos 
Trabalhadores Rurais, este sim, injustiça­ 
do por alguns de seus antigos cornpanhei 
ros. Não é verdade? 
SE ARREPENDIMEtITO MATASSE 
carda vz tu as rtranimi oes 
no'isa cidade apresn.avam probl 
cia entendidos de todos os l dos, 
ziam que as aparelhagens estavam velha 
outros a iravam que bastava boa vont d 
para consertar os aparelhos e outros ain 
diziam que os robleas es avar acontecn­ 
do porque no queri gastar cn 
os consertos. Pois bem, ha mais de mês ei­ 
tamos com problemas nas retransmisões da 
t, levisão em noss cidade, alguns so ca 
tam chuviscos e chiadeiras, qum liga ma 
Bandeirantes, por exemplo , com a intenção 
de passar alguns momentos de lazer, só pas 
sa raiva. Entendemos que o povo sofrido d& 
nossa cidade, pois os mais abastados pos - 
suem parabólicas, não pede se ver priv11do 
de mais essa opção de lazer e diver imen - 
to, uma das poucas que ainda lhe resta , 
por isso pedimos encarecidamente õs autori 
dades municipais, sem querer critic~-los: 
ou atacá-los, que dêem um pouco mais de a­ 
tenção para esse problema e solucionem de 
urna vez por todas as precârias condiçõca - 
de retransmissão dos canais de televisão - 
para nossa cidade, antes que nós, aqui da 
TF, sejamos taxados de "puxa-saco" por não 
publicarmos as dezenas de rc-clamações que 
terros recebido nos últí.r.os d.ias,iJ,clusivcassinadas. 
- - 
FALAR E UMA COISA, FAZER E OUTRA 
Gemila Palace Hotel 
DE: NlIM JlSER 
Com apartamentos super 
veis e garagem privativa. 
Atendimento cordial e todos os ma 
teriais com a melhor higiene po:;sível.- 
confortá 
Falando em Presidente do Sindicato dos 
Trabalhadores Rurais de Bela Vista, nos 
próximos dias estaremos mantendo contactos 
com ele e pelas conversas preliminares que 
tivemos, vêm urna verdadeira bomba por aí , 
por enquanto não podemos adiantar nada, só 
podemos afirmar que se arrependimento ma - 
tasse o Presidente do Sindicato estaria 
mortinho da Silva. Aguardem. 
CANCELADOS OS ENCONTROS DO PMDB 
Preços especiais para grupos de ex 
cursão e viajantes. 
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Fone (067) 255-1421 
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O ditado popular é antigo, mas encaixa­ 
se perfeitamente nos dias atuais, quantas 
e quantas vezes vimos pessoas de nossa ci­ 
dade dizendo para quem quizesse ouvir que 
se fosse o fulano faria isso e aquilo,cons 
truiria aqui e ali, enfim, tinha a soluçâÕ 
para tudo na ponta da língua . e, pois é, 
mas, jogar conversa fora é uma coisa, a 
realidade é bem diferente, quando chega a hora 
dessas pessoas mostrarem suas capacidades 
e colocarem em prática tudo o que pregavam 
antes, notamos que elas não sa - 
biaro que o buraco era um pouco mais em bai 
xo e muito pouco, ou quase nada, do que - 
pensavam, podem fazer.~ por isso que sen­ 
pre diao, falar é urna coisa, fazer é outra, 
bem diferente. 
"GARIS" LIMPAM AS RUAS DA CIDADE 
1 l 
Notamos nos últimos dias a presença de 
algumas senhoras fazendo a limpeza das ru­ 
as do centro da cidade, dando à elas W:l 
aspecto mais agradável. Teve gente que até 
comentou, "o Prefeito atendeu o pedido do 
Vereador Roney, mas em parte'. 
QUEM AVISA AMIGO É!! 
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DE: VALDEMAR ZJNUNCIO TRINDADE 
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Bonito - MS 
SÓ podia .nesrno dar nisso, depois do 
clima tenso criado dentro do PMDB devido a 
divisão provocada i;cla cxist-ência de duas candida 
turas postulantes ao Governo do Estado, Wil­ 
son Martins e Schirnidt, o Diretório Regio­ 
nal do partido decidiu cancelar os demais 
encontros de base programados-para as cida 
desde Aquidauana, Dourados e Corumbá. co­ 
meça a ficar claro que a intenção de al 
guns antigos adversários do PMDB, de provo 
car um racha no partido e ficar assistindÕ 
de camarote e dando risadas, está dando ma 
is do que certo. Mais certo ainda é a sai­ 
da do Senador Wilson Barbosa Martins do 
partido caso o ex-conselheiro do TC João 
Leite Schimidt, :ão recue da pretensão do 
ser o candidato do PMDR que, digamos de 
p~ssagern, nao passa mesmo de muita preten­ 
sao para um candidato com muito pouco ca­ 
cife, corno é o seu caso. 
E AS IMAGENS DA TV? 
Lembramo-nos .que muitas pessoas caiam 
ª.:~pau em cima da Administração passada a 
Hotel e Churrascaria 
CANAÃ 
DE: PACÍFICO DA SILVA BATA 
--- ar"	r g	,- rg 
Fontes noticiosas do INFORME TF dão con 
ta de que a Polícj~ de Bela Vista está se 
preparando para desenvolver uma grande blitz 
nos próximos dias, com equipes fixas e vo­ 
lantes em vários pontos da cidade, o obje­ 
tivo é d~tectar e tirar de circulação os 
veículos com documentação irregular, IPVA 
atrasados, menores ao volante, veiculos e 
más condições de uso, condutores sem habi­ 
litacão, porte ilegal de armas, até meS!!'.O 
revistas pessoais e nos veículos deverão - 
serem executadas pelos policiais. 
Apartamentos com ar condicionado 
frigobar, TV em cores e Telefone. 
O único com luxuosas suites. 
Anexo funciona a tradicional CHUR­ 
RASCARIA CANAÃ, que serve no almoço to 
dos os dias o melhor churrasco do Bra 
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fet", quente e frio com uma variedade= 
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Diário 
Fronteira 
Regional 
* FUNDADO EM 20/02/1972) 
Diretor-Redator-Chefe: Ivaldo Pereira 
Diretora Administrativa: Maria Estela V! 
lasquez Pereira 
Secretário de Redação: Ubaldino Rodrigues 
Reportagens: João Carlos Velasquez, AE. 
drê Avalo, Luiz Henrique (Lile), Firmino 
de Barros. 
Redação, Departamento Comercial e Parque 
Gráfico - Avenida Tribuna da Fronteira - 
564 - Caixa Postal - 23 - 
Fone (067) - 439-1410 - Bela Vista - MS 
Sucursais - Jardia, Porto Murtinho, Antonio João, P 
nito, Caracol, Capo Grande e Correspondentes e Brasília 
São Paulo. 
Propriedade da Rede Belavistense de Jornais LTDA 
CC - MF 15.513.203/0001-90 
+ FILIADO A ADIORI(OIS) E ABRAJORI 
0 jornal não se responsabiliza pelos artigos assin­ 
dosa» de oripe definida. 
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* Número Atrasado 	50,00 
* àssinatura Mensal 	600,0~ 
* Assinatura Trimestral 1.soo·,
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* Assin.atura Semestral. 3.600,0 
0 
+ Assinatura Anual 	7.200,0 
* JORNAL TRIDONA DA FRONTEIRA: 
• QUE O POVO SEJA BEM INFORMADO " 
• i)

Me~ Governador, eu 
só Queria Entender ... 
VI A,z8 . 	!' 
Dr, Pedro Pedro,slan, Governador do MS,meu, 
noso Governador, adiro, sempre admire! o seu 
rutilo,on, d!caros, os prononclamento, aquele 
jelto de dizer as coisas, ''ragar matas e cerra­ 
dos, transformar estrataras, dar uma dimensão no 
va, levar o nosso povo a eu destino de grandeza 
o hoje e o ontem se confundem para surlr das 
bramas o novo MS,,,' e por a[ vaf. 
Sabe? Dá nova motfvaço aos pesfmfstas, o 
povo acredita mesmo e vence desafio, 
Sabe, a estrada asfaltada para .Jardim é com 
promisso SEU, Lembra-se de ama reunto na Câmara 
Municipal de Dela VI,ta, o Senhor era candldnto, 
r nu, perr,untu .. o que llc!la VlAta prcr.isavu para 
dt'filanchnr. Eu rtrnpondi: 
- O ASFALTO PARA JARDIM, DR. PEDRO, o 
nhor errou quando asfaltou de Jardim para 
que, duixando lleln Viota na ESPERA. 
Estomos esperando nté hoje. 
Sabe, Dr. Pedro, cu s6 não ~ntendi, até ago 
ro, alguns til! seus JlllAlcionumentos políticos. Te 
nho a impressão de que ninguém lhe diz nada. sã 
bc como é, o poder, multa gente paparicando, P?~ 
cos amigos para falar aquelas verdades que, as 
vezes, preclHnmos ouvir. D6i, mas precisamos Ou 
vlr . 
Qual o seu partido 7 to PTB? Qual PTB, do 
trabalhismo, herança de Get.'.:lio Vargas, ou o PTB 
surgido nos gabinetes golberianos? 
Cá entre nós, o senhor está deixando de la­ 
do amigos, companheiros verdadeiros, para embar­ 
car numa aventura que não está à altura de sua 
tradição. 
Tudo bem com esse tal de "ENTENDIMENTO". 
Vai dar menos despesas, menos choques trao­ 
miticos e imped1rá acidentes de percurso. 
Mas cá entre nós: 
BC 
Nioã 
E O LONDRES MACHADO ? 
FLÁVIO DERZI 7 
MARILU GUIMARÃES 7 
JUVENCIO DA FONSECA ? 
BRÁS MELLO? 
HERÁCLITO FIGUEIREDO ? 
Aur!do_Sento hr± 
Dlr•·tor C.ultur,tl CIG !"ar 
roupilh,J ([j.,!) 
E tantos outros ... 
Cá entre n6s: SCIIIMIDTI O senhor esqueceu? 
Governador, temos grandes nomes no PTB, PFL 
PP e nos outros Pesque rodam pelas estradas da 
vida ou melhor, da Política. 
Deve haver respeito às opiniões das bases , 
sabe onde estão as bases, não é mesmo? Nos mun! 
d pios. 
S6 para citar alguns exemplos, "esse tal de 
entendimento , funcionará em Bela Vista? Jar­ 
dim? Guia Lop~s? Porto Nurtinho? Garacol? Bo 
nito? 
Nesses municípios a barra foi pesada na Gl 
tima campanha, e muita gente a'inda se lembra do 
Governo Marcelo Miranda, do qual o Dr. Sch! 
midt foi "guru". O senhor já se esqueceu 7 
O senhor se lembra quais amigos e companhet 
ros foram à Fazenda Petrop6lis para "reviver" o 
seu gosto pela política (desculpe, pelo poder?). 
Sei, não, não tenho nada contra o Joao Lei 
te Schimidt, mas sempre entendi que ser_ Conse­ 
lheiro do Tribunal de Contas seria um premio a 
ex-deputados, ex-Secretários, que por" relevan­ 
tes serv1ços prestados ao Estado" se aposenta­ 
riam no TC, com salários à altura de seus servi­ 
ços e dedicação ao controle das finanças. Com 
muito respeito. 
Governador, e, só queria entender... 
o povo, Governador, também nao enter.de. 
E não adianta pressão sobre os prefeitos 
nem sobre os vereadores, el~s são os verdadeiros 
líderes das comunidades, não os almofadinhas que 
vivem a seu redor, montando cs esquemas mirab~ 
lantes para continuarem usufruindo do poder e de 
tudo aquilo que dele emana. _ 
Por tudo isto, Dr. Pedro, e que o LULA e! 
tá ali, batendo às portas do Planalto, elas e! 
cão se abrindo, com ele entrarao out:os peti~tas 
deputados, Governadores, Senadores, e, pois e , 
também estou ouvindo as leves ( por enquanto~ch~ 
madas dos barbudinhos e sem barbas) do PT. 
(PP) 
PS: Governador, li o Editorial de 
do de São Paulo, de quinta-feira, 
que o leia também, e!'tá transcrito 
jornal. 
o Esta 
sugiro 
neste 
N U N C I E- 1 Q U 1 
JORNAL TRIBUNA 
DA FRONTEIRA 
Tradicionalida 
A tradlclonalldode 
partindo-se de elementos 
relo, ma!tos deles fo­ 
ram recolhidos do folclo 
re, alans hltorladores 
afirmam que par o eto 
do da cultora riogranden 
se devemos colocar a vi­ 
s:rlLinc!a p•sn.anentc do 
folclore das estâncfas. 
Todas essas citações 
foram feitos paro Indi - 
car que a questão da tra 
dlcion.,lldnclc faz pane­ 
mandIalmente da história 
as clvIlizações, cabendo 
ressaltar apenas que de­ 
ve-se adotar procedimen­ 
tos pertinentcfi e parti 
calares para cada socle­ 
dade oo região, os pro 
censos são distintos. 
No Rio Grande do Sul, 
desde a sua descoberta - 
no início do século XVI 
pelas expedições litorâ­ 
neas espanholas se sen 
tia um estado mais forte 
culturalmente. A econo - 
mia subsidiária vinda do 
centro do País começava 
a ser contestada pelos - 
gaúchos. 
No final do século 
XVII, com a decadência - 
tio aç.'.:car e a descoberta 
das minas começa a mudar 
o contexto colonial bra­ 
sileiro. E o gado do Rio 
Grande assume grande re­ 
levância no País, trazen 
do para o pampa, princi: 
palmente, paulistas ex 
ploradores. 
Nos meados do Seculo 
XIII, teve início o pro 
cesso de distribuição de 
sesmarias, definindo- se 
a posse da terra do ga 
do. Neste período é que­ 
nasceu as nossas famosas 
estâncias. Neste mesmo - 
período da história rio­ 
grandense recebemos um 
grande nmero de imigra 
tes açoreanos, e nomes­ 
mo período foi assinado 
o tratado de Santo Idel- 
n1festa-e com apelo Ir. 
redat[vel ao passado,ten 
do como b111,e utt entatutõ" 
de norma!l que prt>&rrvnen 
sua continuidade, empre­ 
r,nndo-oe ativldntle con 
temporinea com todas as 
&uau propriedades. O ter 
mo tratllcionnlJdodc por,: 
sul um conte.'.:do amplo, 
não se tratando apenas - 
de enfoques específicos 
do tradicionalismo, do 
folclore, da tradição o0 
dos costumes. Estabele - 
se como a totalidade des 
ses elementos, numa pcrs 
pectiva do modo de vida­ 
ou de concepção de mundo 
sem romper com a hegemo­ 
nia da confornação soci­ 
al herdada. A tradiciona 
lidade portanto, se mani 
festa na sociedade em vã 
rios aspectos: nas ciên: 
cias sociais, na cultura 
no lazer, na política, 
etc. 
A tradicionalidade 
não é um fenômeno apenas 
riograndense, apesar de 
sem margem de d.:;vida ser 
uma das manifestações ma 
is fortes da hist6ria - 
das sociedades contempo­ 
râneas. No leste Europeu 
existem as mais bem ela­ 
boradas políticas para 
preservá-las, demonstran 
do um grande desenvolvi: 
mento em todos os seco 
ret:artísticos,folcl6ri= 
cos, envolvendo milhões 
de indivíduos. As esco 
las tradicionalistas e 
xistem em todas associe 
dades, em maior ou menor­ 
proporçao, com preocupa­ 
ções diferentes de País 
para Pais, porém em to 
dos eles tentando condu: 
zir seus povos ao resga­ 
te dos antepassados. 
A potência dessa caq fonso, estabelecendo que 
- a Colônia de Sacramento 
Cura entre a população - 
deve-se em grande parte, 
i invenção de trad'içÕes, 
Mergulho 
O discurso do Senador riograndense-do-Sal Pedro 
Simon na .:;1tima quinta-feira, pedindo ao ex-gover­ 
nador paulista Orestes Qaércia qoe se submeta a um 
· "julgamento" na Comissão E.xecutiva do PMDB se pre­ 
tende ser candidato à Presidência da Rep.'.:blica,tal 
vez tenha lançado grande desafio a todos os parti: 
dos brasileiros. O político peemedebista gacho 
.foi obrigado a aguardar horas para falar. Quarto 
inscrito, o Presidente do Senado s6 lhe deu a pala 
vra depois do décimo 3iscurso. Na sua fala, o Sena 
dor Pedro Simon fez ao partido um desafio: O PMDB 
Suporta um mergulho na ética? 
O teste de idoneidade moral que o Senador pro­ 
põe para cada candidato peemedebista é simples: 
qualquer filiado do partido pode interpelar os ca 
didatos a cargos majoritários quanto a tudo que S! 
mon chamou de "fatos desabonadores em sua vida". O 
Senador não pretende - e deixou isso bem claro 
instalar um clima de delação inconsequente, de in 
quisição barata. 
O método sugerido é simples; depois de interpe­ 
lação, a Executiva do partido fica encarregada,"se 
constatar indícios" que a justifiquem, de submeter 
a den.::ncia a uma "comissão especial". Em outras p~ 
lavras: qualquer pretendente a candidato do maior 
partido Nacional deve ser como a mulher de César , 
aquela que não deveria apenas "ser" honesta; deve­ 
ria "parecer" sê-lo. 
O desafio lançado pelo Senador Simon é tão difí 
cil para o cotidiano da política quanto necessári~ 
para repor _os mores da Rep.:;blica no bom caminho. O 
político Pedro Simon é suficientemente vivido para 
saber de todos os riscos da proliferação de ua 
era de "comitês de ética" "descontrolados e podero­ 
sos. Não é esse o seu pedido. A Óbvia intenção· é 
restabelecer a certeza de que ~ida polÍtica não é 
o lugar dos espertos, mas escolha responsável dos 
bons. Os que conseguiram vestir a niscara do cinis 
mo para disfarçar, com toda a eficiência, o esque: 
cimento da máxima que exige de todos "a Lei i::ornl 
e as Missões ficassem 
sob o domínio espanhol. 
r 
A partir de.t €pi a'o 
r d cc flito « r 
r.a tn Prata, 
Com a vInda da f.{­ 
Ia real ao ira!l, !o­ 
ve ama acomodação da re 
voltas, havia maior dt 
caso dos pro!le as 
rr{os. Neste período o 
café ssome o coando co 
mo maior produtor br{­ 
leIro, diminafndo o Inte 
rese do poder central -­ 
pelo gado dos Pafs do 
Sal. Sare então a goer­ 
ra da CIsplata pela 
posse da Banda Ortental. 
Especificamente no RIO 
Grande do Sal em 1835 e­ 
clodfo a Revolação Far 
roop1lha, qoe darante 10 
anos enfrentou o Governo 
Central,durantr 10 anos, 
o Rio Grande do Sul teve 
sua produção d•sorgnnizn 
da pela guerra, mas abas 
tecia as fronteirn9 Ge­ 
cas com soldados,cavalos 
e alimentos. Já na Barra 
de Rio Grande, o Porto - 
permaneceu fechado para 
os Farrapos, ficando a 
cidade nas mãos dos lega 
listas, a partir de 1843 
os farroupilhas recebe - 
ram "Caxias" que veio em 
nome do império para ne­ 
gociar a paz. Surgiu en 
tão em 28 de fevereiro: 
de 1845 um documento as­ 
sinado por ambas as par 
tes chamado "A paz no 
Ponche Verde". A Revolu­ 
ção Farroupilha criou no 
ga.'.:cho uma raíz cultural 
muito forte, tão forte 
que o diferencia e muito 
de outros Estados da Fe­ 
deração. 
A cultura ga.'.:cha vi 
via todo seu apogeu nos 
campos, nas estâncias e 
nas fazendas, até por 
volta do ano de 1900 
quando historiadores ga 
chos começaram a escre - 
eaf e Ar.t{na, 
0 rad!cfortt o , 
cho nasce, com a cr!aio 
de ama convivenc!a rezg 
nal e acrentcu-se :o 
surgimento dos centros - 
de tradfõe achas. A 
organização do movimento 
trJdlcionulintn ~ quP 
permft!o a discussão dos 
assantos e o ordenamentn 
da estrotara tradicfona- 
11sta. A Iniciativa bro­ 
toa da convivência oi­ 
al sem agasalhar Intere 
ses, sem sar;;ir de cfá 
para baixo, como un,l cor 
rente cultural, de movl­ 
cento regionalista desa­ 
lojado do cunho politlco 
partfdárlo. Poderia ser 
tão forte? CientistaR so 
ciais e historiadores - 
tem u~ grande desafio. 
Com o ordenamento do 
tradicionalisco ubrlram­ 
se caminhos para a ~un 
prática e por.volta de 
1940 começaram a surgir 
as primeiras entidades - 
tradicionalistas ofI - 
cfais. O Departamento de 
Tradições Gaúchas do Gr@ 
mio Estudantil J.'.:lio de 
Castilhos de Porto Ale 
gre, o CTG e 35 POA e G 
CTG Clube Farroupilha de 
IjuÍ são contemporâneos 
e as primeiras entidades 
tradicionalistas regis­ 
tradas no Rio Grande 
do Sul. 
"O Diretor Cultural do 
ver o que se passava na 
prática campeira, expon- Farroupilha relatou os 
do-as nas primeiras fei 50 anos de hist6ria do 
ras de livros nas cida 
des e capitais, até en _c_T_G_'_'. 	_ 
, 
na Etica 
dentro de mim" devem ser desmascarados. Nada mais, 
E essa função de desmascarar o cínico cabe ao par­ 
t1do que acolhe - e empresta sua honra política 
o pretendente a representante da vontade popular. 
O Senador estudou na Itália, deve ter cruzado 
com Bobbio e dele aprendido a distinção veberiana 
entre ética da convicção e ética da responsabilida 
de. e esse o grande antídoto aos adeptos, confes = 
sos ou não, da máxima de que política é a arte em 
que "o fim justifica os meios". Não é. O convicto 
encontra na sua "convici;âo" a desculpa para não 
responder pelas consequências de suas ações. A éti 
cada responsabilidade serve para avaliar as acGes 
que interferem na vida do grupo. É a distinção 
clássica entre Moral e Política. Coe cai.'.:scula. O 
Senador Simon apenas lebroo sea partido da neces­ 
sidade de praticar a ética da responsabilidade. O 
ex-governador Orestes Quér:cia Ou o ex-presidente - 
José Sarney podem apresentar-se a julgamento parti 
dárío fora do critério da ética das convicções? É 
exatamente isso que o discurso pediu. 
Nao se acuse o Senador Simon de recéo--convertí­ 
do à tarefa de Catâo dos cost~mes partidários. Des 
de outubro de 1978, o candidato ao Senado Pedro Si 
mon sugeria que a direção Nacional do PMDB reunis: 
se um dossiê sobre a corrupção de "que tinha conhe 
cimento" e o enviasse ao Tribunal de Contas. Incl 
sive dos seus quadros, se necessário. E fevereir 
de 1992, antes portanto do setembro em que o País 
se vestiu de preto, insistia na tramitac:=io de pro­ 
jetos que punissem não s6 o enriquecicento ilícito 
do corrupto, nas do corruptor ta~bém, cesmo quando 
político por ''convicção". Eo fevereiro deste ano 
tentou um novo projeto na mesa linha. Agora, seu 
discurso pede o exercício da ética da responsabili 
dade a seu partido, para que se "de o estilo de­ 
fazer política". O próprio Senador incumbiu-se de 
perguntar: "Alguém tem algo contra?" A resposta a 
essa pergunta está entre os que deven e tece~. 
O SENADOR PEDRO SIMON QUER TIRAR DA VIDA PARTIDIRIA QUEM XIO PUDER APRESENTAR UNA VIDA PESSOAL LIPA

O Trabalho faz o 
ADMINISTRAÇÃO LUIZ· CARLOS DE ABREU - 
Futuro 
PORTO MURTINHO 
Nona reportagem, esta semana, ouviu di 
vrrnon morodorca do centro da cidade e <lo 
periferia, a respeito da Administração Luiz 
Abreu. 'Todas foram unânimes em afirmar que 
a cidade mudou, e mudou para melhor. 
E.m todos on aspectos, o Prefeito e ua 
equipo de trabalho, etão desenvolvendo a 
sua maneira de encarar os fatos políticos, 
o Prefeito consequiu, aqui sim, o entendi­ 
mento necessário para a paz e tranquilida­ 
de da comunidade, 
Trabalhando ombro a ombro com os Verea­ 
dorco, ouvindo divcroon segmentos, Abreu 
iniciou novoo tempoo também para a politi­ 
ca murtinhense. Aqui não se fala cm parti­ 
dos, mas sim nos interesses da comunidade. 
O 'TRABALHO PAZ O FUTURO 
Nas áreas de Educação, Saúde e Assistên 
eia social, contando com a colaboração e 
participação decisiva da Primeira Dama, E­ 
my Ohara de Abreu, inovou e transformou es 
truturas, criando novos métodos sem apadri 
nhamento, nem assistencialismo, mas, uma 
politica social voltada para os mais caren 
tcs. 
Um dos exemplos que Porto Murtinho deu 
as demais cidades da região foi a criação 
da Guarda Mirin. Dezenas de menores assis­ 
tidos e orientados para uma vida saudável 
na comunidade. 
Luiz Abreu, traçou objetivos definidos 
cm sua Administração, neles constam cons - 
truções de casas populares, pavimentação - 
asfáltica das principais ruas, obra que es 
tá sendo executada com recursos próprios, 
o aumento no número de salas de aulas e am 
pliação do serviço de saúde. 	- 
Tudo está sendo feito, cm Porto Murti - 
nho, com os pés no chão, hoje a população 
sabe que o Prefeito administra com os o 
lhos postos no futuro, mas pisando forte 
o chão da realidade. 
Com as obras de pavimentação asfáltica 
de Porto Murtinho a Jardim e a construção 
do Porto, a fronteira ganhará um novo alen 
to, tudo está começando por Porto Murtinho, 
o portal da Esperança. 
Um dos méritos da Administração.Munici-· 
pal é manter cm dia os salários dos funcio 
nários, fornecedores e cumprindo, rigorosa 
mente, o que determina a Lei no tocante - 
aos repasses para a cãnara Muniéipal. 
Porto Murtinho é uma cidade avançando , 
apesar dos graves problemas que truncam o 
processo de desenvolvimento de muitos Muni 
cípios, com os Prefeitos correndo atrás de 
verbas e demitindo funcionários, Porto Mur 
tinha está vencendo desafios, com determi­ 
nação do Prefeito e sua equipe. Quando fal 
ta recursos, utiliza-se da criatividade 
do talento dos murtinhenses. 
"Para nós é importante ter o apoio e a 
colaboração dos senhores Vereadores, dos 
Empresários, dos Produtores Rurais, da Co- 
r 
", - 
-é -. 
"'---, ·- - •. 
Luiz 1reu amplia o leque de entendimen 
to a todos os setores , tudo pelo bem de - 
Porto Hurtinho 
... _ .. 
•• i • i <·--.'' 
# 
) 
/ 
' 
# 
» --- 
Calçadão, um trabalho de arte, um novo visual para a cidade, 
obra que esta sendo executada com recursos proprios da Prefeitu 
ra Municipal 
Emy Ohara de Abreu, a frente de obras - 
assistenciais, dinamica colaboradora de 
seu marido, Luiz Carlos de Abreu, adminis­ 
trando Porto Murtinho com alento o criati 
vidade 
munidade, somos uma grande família, esta - 
mos trabalhando juntos, edificando uma co­ 
munidade próspera, formando uma juventude 
sadia, construindo a Porto Murtinho dos 
nossos sonhos", disse o Prefeito Luiz Car­ 
los de Abreu. 
Modesto, humilde, com uma maneira pecu­ 
liar de atender as pessoas, Abreu, as ve - 
zes,da a impressão de pressa, "não há tem­ 
p0 a perder, precisamos acelerar, nosso p~ 
vo tem pressa, estamos prestes a ser, a re 
dençao do Corredor Sofrido, com a constru­ 
çao do Porto e do asfalto para Jardim. 
Todo o sudoeste e fronteira ganharão 
com estas obras", finalizou o Prefeito 
Abreu. 
1 
Assinaturas de convênios que beneficiarão 
ª comunidade 
Exército colabora com a Administração de 
Luiz Carlos de Abreu 
Atendimento aos idosos, muito carinho 
e respeito 
Camoanha contra F 
DIGNIDADE, cm Nê,Se e a is_ria, pe 
nas alavras.ri urtinhonãoape 
Banco do Brasil dos funcionarias do

- 
Novo Visual de Porto Mortinho 
Apesar da grande 
crise que assola to­ 
dos os setores do 
País e na escassez - 
de recursos governa­ 
mentais na cidade de 
Porto Murtinho, essa 
crise vem sendo supe 
rada. O Prefeito Mu­ 
nicipal Luiz Carlos 
de Abreu e sua equi­ 
pe, principalmente a 
través da Secretaria 
Municipal de Infra - 
Estrutura está reali 
zando obras para em­ 
belezamento a cada - 
dia da cidade. 
A Prefeitura Muni 
cipal e a Empresa do 
asfalto a terraplana 
gem Recapave, está - 
realizando uma obra 
que visa pavimentar 
as principais ruas - 
da cidade. Com isto 
está se realizando - 
de 
toda a comunidade 
murtinhense de ver a 
cidade mais bonita. 
E assim a Adminis 
tracção Municipal a 
tual, vem demonstran 
do que os recursos= 
do Município vem sen 
do bem administrado. 
Isto porque grande - 
parte desses recur - 
sos vem sendo aplica 
do diretamente na co 
munidade. Recupera= 
cão de estradas vici 
nais, recuperação de 
pontes, encascalha - 
mento das ruas, as - 
falto, esgoto, calca 
mento da Avenida La= 
ranjeira, empresa de 
limpeza urbana e ma­ 
nutenção das Escolas. 
Na primeira etapa 
do asfaltamento as 
primeiras ruas que - 
serão beneficiadas 
são Alfredo Pinto, a 
té 13 de junho; João 
Pessoa até 13 de Ju­ 
nho; Joaquim Murti - 
nho até 13 de Junho; 
AV. Rio Branco até - 
13 de Junho; logo em 
seguida as transver­ 
sais a essas ruas. 
Dessa maneira o 
Prefeito Municipal e 
o Vice, Luiz Abreu e 
Tena e toda sua equi 
pe técnica num esfor 
ço conjunto vêem de­ 
monstrando que as 
promessas de campa - 
nha estão sendo con­ 
cretizadas. Isso é 
motivo de orgulho pa 
ra os murtinhenses , 
pois o crescimento e 
o progresso do Muni­ 
cipio depende dessas 
obras, tudo isso in­ 
centiva novos inves­ 
timentos no Munici - 
pio, principalment0 
o turismo. 
r 
7 
4 ' 
"<: 
....... - 
• 
Executivo e Legislativc- em Porto Martinho a 
ça, com respeito e determinacao vencem desafios 
Em todas as 
datas festivas 
e solenidades 
no vizinho País 
o Paraguai, a 
Ersncado Pre­ 
feito e autori­ 
dades é um ges­ 
to fraterno de 
amizade e con 
gracamento 
, , 
 4 
Criação da 
Guarda Mirin 
juventude murti 
nhense receben­ 
do todo o a­ 
poio da Adninis 
tração Mnnici -

LEI NÚMERO 98 DE JA DE SETEMIO DE 1993 
Dipóe obre o Fundo d Ação ocial - 
do Município de ela Vista o dá ouram» pro 
vidência::. 
O PREFEITO MUNICIPAL DE ELA VISTA 
ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL, no uso do 
nuas atribuições leqais, 
Taço saber que a Câmara Municipal d 
provou e cu sanciono a seguinte Lei: 
CIJ>t•ruLO I 
DAS DISPOSIÇES PRELIMINARES 
/rL.10- Flcu criado o Fundo Municipal d•/ 
çiío social do Municí.pio de Bela Vista, com 
vinculação ao Gabinete do Prefeito, para 
cfnilo de apoio dir to e imediato à sua 
il<lmin l,1 truc:io. 
/rt,20- o Fundo Municipal de /cão Social - 
tom natureza, individualização contábil e ges 
tão autônomas e destina-se a prestação de 
ecrvicoo aooistcncials i população de bni­ 
xa renda, implantação, manutenção e desen­ 
volvimento de creches, assistência aos 
idor:os e de orientação e formação profis 
sional. 
CIP 1 TULO II 
DA ADMINISTRAÇÃO DO FUNDO 
Art.30- A Administração do Fundo Municipal 
de Ação Social será exercida por um Conse­ 
lho Administrativo constituído de 7 (sete) 
membros, a saber: 
I- Pelo Secretário Municipal de Promoção - 
Social; 
II- Pelo Secretário Municipal de Educação, 
Cultura e Desportos; 
III- Pelo Diretor Executivo do Fundo; 
IV- Pelo Secretário Municipal de Fazenda; 
V- Pelo Secretário Municipal de Administra 
cão; 	- 
VI- Pelo Secretário Municipal de Saúde; e 
VII- Por um representante do Poder Legisla 
tivo. 
§ 10 - As funções dos membros do Conselho­ 
Administrativo não serão remunerados a 
qualquer título. 
s 20 - Os servidores Públicos Municipais - 
que forem postos à disposição do Fundo,sem 
prejuízo de seus vencimentos e demais van­ 
tagens, não poderão perceber a qualquer ti 
tulo, por verba deste, vantagens pecunii ~ 
rias de qualquer espécie, exceto as decor­ 
rentes da legislação comum ao funcionalis­ 
mo do Município. 
CAPÍTULO III 
DA COMPET8NCIA DO CONSELilO ADMINISTRA 
TIVO 
Art.40 - Compete ao Conselho Administrati­ 
vo: 
I- Apreciar e aprovar: 
a- A política de Ação Social para o Munici 
pio; 
b- A proposta orçamentária anual do Fundo; 
c- Os planos e programas assistenciais, se 
gundo os objetivos do Fundo; 
d- Os relatórios anuais de atividades do 
Fundo; 
c- A prestação de contas do Fundo. 
II- Proceder o controle das ações sociais­ 
e assistenciais em todos os níveis; • 
-- ------ --- 
Prefeitura Municipal de 
AY ,6o- As recita:s do Fundo Mun.cipal de 
A;ao Social d que rata sa l i e as li 
portáncias a qualquer ítulo arrecadadas, 
erão depositadan m stabelecimento bnn 
círio credenciado pelo Conselho adminig 
Lrnllvo. 
Art7o- Os recuron financeiros do Fundo 
serão movimentados através de contas e 
sub-contas abertas em instituições bancá­ 
rias, com a denominação específica do Fun 
do de Ação Social 
Bela Vista 
III- Encaminhar mensalmente· à Contabilida­ 
de da Prefeitura até o dia 15 domes subse 
quente, com o seu parecer, os balancetes • 
mensais, acompanhados dos respectivos com 
provantes. 
IV- Elaborar seu regimento interno. 
CAPÍTULO IV 
DAS RECEITAS DO FUNDO 
Seção I 
Dh CONSTITUIÇÃO DAS RECEITAS 
CIPf'l'Uf.O V 
DlS UNIDIDf-:S EXECU'l'IVJ.S DO FUNDO 
Seção I 
DA ESTRUTURA ADMINISTRATIVA DE J.POIO 
art.8o- São unidades xccutivas do Fundo, 
com subordinação ao Conselho Administratl 
vo: 
J- Direção Superior: 
a- Diretoria Executiva; 
b- Coordenadoria do Programa Creches; 
c- Coordenadoria do Programa Idosos; e 
d- Coordenadoria do Programa de orienta 
cão e Formação Profissional. 
II- Unidades Subdivisionais de Execução : 
a- Serviço de Contabilidade; 
b- Serviço de Tesouraria. 
PIRÃGRAFO ONICO - A Diretoria Executiva - 
será exercida pela Primeira Dama do Muni­ 
cípio. 
Art.90- A Diretoria Executiva auxiliada - 
pelas suas unidades subdivisionais, incum 
be: 
I- Gerir as atividades do Fundo; 
II- Comparecer as sessões do Conselho Ad­ 
ministrativo 
III- Cumprir e fazer cumprir as decisões­ 
do Conselho Administrativo; 
IV- Apresentar ao Conselho Administrativo: 
a- Até o dia 15 de agosto de cada ano a 
proposta orçamentária do Fundo para o pr2 
ximo exercício; 
b- Até 10 de fevereiro de cada ano o ba 
lanço geral do Fundo, juntamente com ore 
latório anual; 
c- Os balancetes mensais; 
V- Despachar processos e ovros documen 
tos que lhe sejam sub tic
1cs: 
VI- Movimentar as c011:..a.s bancárias do Fun 
do, juntamente com o responsável pelo Sar 
viço de Tesouraria; 
VII- Expedir instruções necessárias ao 
funcionamento do Fundo; 
VIII- Exercer outras funções afins que se 
jam delegadas ou determinadas pelo Conse­ 
lho Administrativo. 
PARÁGRAFO 0NICO - A Diretoria Executiva - 
será assistida jurídicamente pela Assessg 
ria Jurídica da Prefeitura. 
Seção II 
DOS CARGOS E FUNÇÕES 
Art.50 - Constituirão Receita do Fundo Muni 
cipal de Ação Social: 
I- Dot':ção consignada anualmente na Lei Or­ 
~amentaria Municipal; 
;~- Pelas transferências que lhe sejam des 
_inadas pelos Governos Federal e Estadual. 
1II- Pelas doacões, auxilies, constribuiçõ~s 
e legados que lhes venham a sei dc-s tinados; 
IV- Os rendimentos das aplicações realiza - 
elas com recursos do Fundo; 
v- Os materiais que lhes foram doados e que 
a administração do Fundo poderá dar o desti 
no que seja do seu interesse; - 
VI- Quaisquer outras receitas que legalrn0n­ 
tc lhe sejam incorporadas. 
Seção I! 
CAPITULO VI 
DOS BENEFÍCIOS 
• ' 1 1 
Art.I0o- Ficam criados no Gabinete do Pre 
feito, para atender a estrutura adminis 
trativa de Apoio de Fundo, os seguintes - 
Cargos em Comissão e Funções: 
1- Ca:çgos em Comissão: 
a- Coordenador de Programas - DAS 2 (3) 
II- Funções de Confiança: 
a- Chefe de Serviço SAI - 3 (2) 
PARÁGRAFO ONICO - O exerçicio das funções 
de Diretora Executiva não serão remunera­ 
das pelo Fundo a qualquer título. 
Art.110- O Presidente do Conselho Adminis 
trativo, por necessidade de serviço, pode 
ra requisitar servidores municipais em 
expediente dirigido ao Prefeito Municipal 
PARAGRAFO ONICO - Na hipótese deste arti­ 
go os servidores municipais, para todos - 
os efeitos, estarão exercendo atividades­ 
inerentes ao serviço público municipal. 
ArL.12Q- Serão pr~stados com recursos do 
Fundo de Ação Social serviços assistên­ 
ciais ã população de baixa renda, servi 
ços de implantação, manutenção e desenvoZ 
prof's ion l. 
1o- A Prefeitura oferecera, também os 
hor·fícios assis.enciais através de Unida­ 
dos do aúde Municipais que serão suprid 
para .anto, com recursos do Fundo. 
, 20- As modalidades de pres ação de bene­ 
fícios serão estabelecidos em instruçoes - 
baixadas pelo Conselho Administrativo do 
Fundo. 
CAP 1 TlJl,O V IJ 
DA CESTÃO ECONOMICA E FINANCEIRA DO 
PONDO 
Art.139- As receitas arrecadadas pelo Fun­ 
do do Ação Social não poderão, em hipótese 
alguma, ter aplicação diversa da estabele­ 
cida nesta lei, sendo nulos, de pleno, os 
atos violarem este preceito, sujeitando - 
seus autores à sanções disciplinares cabí 
veis. 
Seção I 
DO ORÇN·IEN'rO E SUi EXECUÇÃO 
lrt.140- O Orçamento Anual do Fundo de A 
cão Social observará os preceitos regula 
mentares pertinentes e baser-se-á em dois 
princípios fundamentais: 
I- A previsão do resultado econômico, com­ 
preendendo a receita e a despesa; 
II- A previsão do resultado financeiro,com 
preendendo os recursos e os investimentos; 
lrt.150- Na elaboração e na execucao orca 
mentária do Fundo, serão estimadas dota= 
ções com o prop6sito de atender as despe 
sas com benefícios e as correspondentes 
aos gastos de manutenção. 
PARÁGRAFO ONICO - Não poderá ser efetuada­ 
despesa alguma, nem qualquer inversão de 
reservas, sem d~tação própria e suficiente 
Art.160- As despesas com a Administração - 
do Fundo, compreendendo pessoal, material- 
e serviços gerais não poderão exceder em 
hipótese alguma, o percentual de 15% (~ui~ 
ze por cento) das receitas do Fundo. 
Art.l7- A proposta orcamentária, para o 
exercicio seguinte, do Fundo deverá ser 
submetida pelo Diretor Executivo ao Conse­ 
lho Administrativo até 15 de agosto, cuja 
aprovaçao deve estar ultimada até 30 de ~ 
gosto. 
Seção II 
2A CONTABILIDADE E DA PRESTASAO DE CONTAS 
Art:lSO- A ~ontabilidade do Fundo de 
Social, será executada com respaldo 
normas de direito financeiro público 
te. 
Ação 
nas 
vigem 
Jt.190- A escrituração contábil das 
tas de cada exercício será encerrada a 
de dezembro, compreendendo d 
penhadas até esta data. as espesas 
S l- Com base no disposto neste artigo 
proce9e:-se-a ª apuração do resultado do 
exercicio e ao levantamento do Balanço G_e 
ral do Fundo. 
con 
37 
§ 20- O Balanço Geral d 
com todas as e ° Fundo, instruido- 
norma vigenas_e elementos exigidos na 
tor Executiv',2E apresentado elo pire­ 
do Fundo, até ai,"?"??ho Administrativo - 
seguinte. 	e fevereiro do ano 
o 
§ 30- Ati o dia 15 do • 
balanço do Fundo d .mes de fevereiro, o 
1o cose1no aí;;{Sgmente aprovado e 
viado à contabilidaa'vo, deverá ser em 
incorporação no Bai da Prefeitura para 
cutivo. -anço Geral do Poder Exe 
Art.200- O Fundo de A _ 
nos termos da Lei ,,do soeia1 observará, 
de Março de 19Gl e eral no 4.320, de 17 
trole,prestacã'"?"Peculiares de cor 
forme dispuser em pg de contas, co~ 
egu arnento. 
CAPITULO VIII 
DàS DISPOSIÇÕES GE 
RAIS E TRANSITÕRIAS 
Art.2lo- o regulamento nec -. - 
cão desta lei ser cessario à execu 
ianinisrativ ,,"Pvado pe1o conselho 
nicipal. . ixa 
O 
pelo Prefeito Mu- 
Continua na Pa- • 
g1na - 07

,, 
o 
-- 
Prefeitura Municipal de Bela Vista 
continua,ao da Pqina - 0, 
Art 22- 0 caos omissos na presente - 
. , ; : erão resolvidos pelo Conselho Adminiy 
trativo, observados os preceitos reyulamen 
tares cm vigor. - 
Ar!t.23 - Eta Lei entrara em vigor n 
data de sua publicação, revogadas as dispo 
siços em contrário. 
ela Vista-s, 24 cJ • setembro de 1993. 
111iril:io Tlrmor1 7.c1t:ar.ia!..õ- Pref. Y.unicipal 
DECRETO NOERO 735 PE 27 /09/93. 
"ispõe sobro desapropriação de área 
por utilidade públlca." 
o Pro[cito Municipal de Dela Vinta, Es 
tado de Ma t.o GroGso de. Sul, no uso de su­ 
tlS nt:ribuiçõcu legais, 
D E C R E 'T A: 
Art.lO - Declara de utilidade pública 
para fin s de desapropriação de conformida­ 
de com o dinposto no Decreto-Lei Federal 
no 3365, de 21 de junho de 1941, modifica­ 
do pela Lei Federal no 6602 de 7 de setem 
hro de l978 e tendo vi:+ o i.r 
no inciso XII, do art.Si da ti tun.'c p 
no 6, de 5 do abril de 190, o lot» da 
trreno n? 1, quadra 6, se'or 4, do } ir ro 
Espírito Santo, com l3 me ro d frnt e 
de fundo,por 25n ros d I frntu » furo, a am 
bo os lado, aatrícula no 2.805, livro 2, 
do Cartório de Pai;tro de Imóvel desta Co 
marca, de propr i cdudc de /lex,1 .dr lr . .o Lch,15.Í 
rlC f.:Jt;Obil t'. 
Art,2D - O lróvel de que trata o <1rt1go 
anterior passará a fazer parte da área da 
E::;coln Municipal Professora Clotild de 
Castro Pinto. 
Art,JO - Este Decreto cntrar5 ~m vigor 
na data de sua publicação, revógadas .:is 
disposições cm contrário. 
Abraão Ar.moa Zacarias 
Prefeito Municipal 
LEI NOMERO 959 de 24/09/93. 
"Desafeta bem do uso comum do povo e o 
integra na categoria de bem domina! e dá 
outras providêrycias. 
d2 G ! 
tr:bié 
r.· Ç'O 
!(.;" p 
Art.lo - Fic1 d 
do povo e int arada na ca caoria ie b 
minal a área pública dona 'nada do 1te l, 
da quadra 8, do setor , no Bairro vov 
la Vis a, perfaz do a to al do 2.50 + 
Art.20 - Fica o Excu ivo Municipal au 
torizado a dar em comodato à A sociação d 
Moradores do Bairro Iov. Ela Vista,a ár,oa 
descri a no artigo anterior, por u perio­ 
c:o de 05 (cinco) anos, renovável por perio­ 
do iqual ou menor, desde que o comodatario 
venha cumprindo a [unçao ..i. que r;<..• d<'!:! L u1<,u 
o terreno, pelo contrato, 
Art.30 - Esta Lei entrará em vigor no 
data <le sua publicaçõo, rr.vog,1d,1D "º ài:;p:_: 
siçõcs cm contrário. 
Bela Visla MS, 24 de sct,mbro de 1993. 
Abraão Arrnoa Zuc.:irias 
Prefeito Municipal 
Câmara Municipal de Carac 
VEREADORA REIVINDXCA PATROLAMENTO 
DA ESTRADA DO "ALEGRE-Y" 
! ±e; ê 
·-' - - ..... ' 1' ;,' ,, 
+o--e« Ik E- 
--- 
ll 
A Vereadora Doralina Rodrigues Leite , 
em Requerimento apresentado na Câmara Muni 
cipal, solicitou ao Prefeito Municipal de 
Caracol a viabilização dos serviços de pa­ 
trolamento geral nas estradas das Fazendas 
do "Alegre-y", reforçando reivindicacão an 
terior de autoria do Vereador Pascoal Pu- 
'cheta. Em sua justificativa a Vereadora a­ 
firmou que "com o início do período de chu 
vas intensas vêm se formando grandes oro 
sões na referida estrada, provocando inúme 
ras dificuldades aos fazendeiros da Reaião 
e às pessoas que necessitam transitar por 
aquelas estradas". 
COLOCAÇÃO DE BUEIROS E CONSERTO 
DE "OLHO-DE-BOI" 
Em Requerimento apresentado à Câmara ~!}:! 
nicipal, endereçado ao Prefeito Municipal 
Juvino Godoy, d Vereadora Doralina Rodri 
gues Leite solicitou que seja determinado 
ao Secretário Municipal de Obras a coloca­ 
ção de boeiros nas proximidades da Fazenda 
"Água Turva", bem como o conserto de um 
"olho-dc-boy" existente naquela estrada. A 
Vereadora destaca em seu Requerimento que 
"não existem desvios e a estrada está in 
transitável", informando que no local hi 
enormes erosões e vários veículos já fica­ 
ram atolados no referido "olho-de-boy" ca~ 
sande transtornos e muitas dificuldades 
aos proprietarios rurais daquela Região. 
REFORMA DA PONTE DO "ALEGRE" 
Através de indicação ao Prefeito Munici 
pal, a Vereadora Doralina Rodrigues Leite 
reivindicou também a reforma completa da 
ponte sobre o cõrrego "alegre", que se cn 
contra quebrada, lembrando que c~iste as~ 
ria possibilidade de ocorrerem acidentes 
graves devido as precárias condições der~ 
.forma, pedindo que o Executivo. tome as pro 
vidências o mais rápido possível. 
JOStLIO QUER SOLUÇÃO PARA OS MOSQUITOS 
. O Vereador Josélio dos Santos foi autor 
de expediente endereçado à Diretoria da S~ 
CAM/MS, onde reivindicou o envio de um ve1 
culo com pulverizador para combater a gran 
de quantidade de mosquitos que vem surgin­ 
do na cidade nos últimos dias. Josélio dis 
se em sua reivindicação que "com a existê~ 
eia de muitas fossas abertas e o início do 
período das chuvas, aliada a grande cone~~ 
tração de mosquitos na cidade, a populaçao 
corre o risco de ser contaminada por doen­ 
cas infecto-contagiosas que podem ser 
transmitidas pelos mosquitos", motivo pelo 
qual solicitou a pulverização da cidade 
por parte do õrgão responsável,a SUCN-!/MS. 
7REI ESTE EXEMFL 
CR$ 40,00 
EVALDO QUER VER A FOLHA DE PAGAMENTO 
DOS FUNCIONÁRIOS 
i 
t. 
Indicação de autoria do Vereador Eval­ 
do de Moura Pereira, endereçada ao Pn:fei 
to Municipal Juvino Godoy, solicita o for 
necimento à Câmara Municipal da folha de 
pagamento dos funcionários Públicos Muni­ 
cipais. Evaldo disse que "é de suma impo_;: 
tância para nós estarmos a par de todas - 
as despesas com funcionários que se encon 
tram lotados nos quadros do Município. 
Em outra indicação de sua autoria o Te 
reador Evaldo de M. Pereira solicitou ao 
Prefeito maiores informações sobre os ter 
renos das quadras do Correio, que foram 
doados pela Prefeitura. O Vereador Evaldo 
reforçou o Ofício 018/93,onde foi solici­ 
tada abertura da rua e demarcação dos ter 
renos citados. 	- 
Adquira o seu exemplar do Livro "NAS MATAS DO PERDIDO", do Jornalista Ivaldo Pe - 
reira, na Agência do Banco do Brasil. 
Rua: Guia Lopes Bela Vista 
PERDIDO 
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JRAL TJEJNA »A FRONTE{PA 
PED.RIS QUE· ROLIM 
NA RODA 00 POSTO - CAPÍTULO XI 
• • • 
Lá otavam eles, na porta do Escritório 
do Ponto do Eder, os mesmos de sempre, mas 
os sorrisos e as piadas já não eram cons - 
tantos. O clima era peado. O tererê que ro 
lava de mão e mão tinha o gosto amargo da 
desgraça. Arroio do Meio já não era a cida 
do onde todos dormiam de janelas abertas , 
onde as crianças corriam soltas pelas ru - 
ao, brincavam nas praças o aprontavam ao 
mais diversas artes, próprias de uma infan 
eia traquinas, mau cheia de vida. 
Noites posadas. Sombras. Janelas fecha­ 
das. Muitos cachorros, de dia amarrados 
nos quintais, à noite, feras soltas à caca 
de não sei o quê. 
Não havia explicações, é como se um Es­ 
pirito do Mal pairasse sobre a cidade, na­ 
da se via, mas se sentia, algo que a razao 
não podia explicar. 
Não era apenas a morte do taxista, nem 
do Padre, nem mesmo do Gordo, nem de Mar - 
quinhos, era algo muito mais profundo, co­ 
mo se toda a cidade estivesse à beira de - 
um abismo, pronta para desaparecer na imen 
sidão do nada. E este, nada era assustador. 
Lá estavam eles. O grupo de sempre. Já 
não olhavam para as pernas roliças das mo­ 
cas que passavam, nem comentavam as Últi - 
mas do lugar, esperavam, à espreita, de al 
go que não sabiam o que era, mas sabiam 
que ia acontecer. 
Não havia explicações. SÓ a expectativa. 
- O Demo tomou conta desse lugar, até o 
padre foi assassinado! 
- Cale essa boca, Zinho, faca o sinal 
da cruz e reze à Virgem Maria - respondeu 
Gilson. 
Gilson, Zinho, Gera, Pontes, Roque,João 
Carlos e alguns motoristas ali estavam. 
Já não esperavam a chegada de Jeruza 
nem mesmo criticavam o aumento dos impos - 
tos, a inflação ou a falta de empregos.Fal 
tava assuntos. Olhares se cruzavam. Gargantas 
secas buscavam ávidas o tererê, muitos que 
riam falar, mas a voz não saia. O medo erã 
palpável. Real. 
Depois da chuva, o clima melhorara, uma 
brisa soprava, movimentando as folhas das 
árvores, ninguém saberia dizer se choveria 
novamente, se faria frio ou calor. Até o 
clima enlouquecera . Frio no verão. Calór no 
inverno. 
o povo já não era o mesmo, em poucos me 
ses a cidade se transformara. Incrível. A­ 
té desastres de carros, fato raro, aconte­ 
ciam a todo instante. Gente estranha anda­ 
va pelas ruas, não tinham o costume de cum 
primentar ninguém. Só olhares. - 
A roda do posto logo se dispersou. Cada 
um para sua casa, seu trabalho, não mais a 
alegria moleque, apenas o medo, o receio - 
de falar, de comentar. 
- Pois é, Tão, estamos contentes com a 
chegada do Dr. Aragonês. Ainda bem que ele 
resolveu se estabelecer aqui. Com tanta 
coisa ruim acontecendo na cidade, um empre 
sário investir neste momento é muito impor 
tanto, 
- f mesmo, Fausto, ontem mesmo chegaram 
[uncioniírioo <lcle para dar início aos em - 
preendimentos. Vieram uns vinte. Alguns ey 
tão no Hotel, outros alugaram algumas ca 
5as no Conjunto Por do Sol. 
- Até o posto de gaGolina, aquele da 
saída, ele vai comprar, isso será ruim pa­ 
ra o Eder, concorrência... 
- E não é só o posto não, fábrica de cal, 
transportadora e parece que vai abrir tam­ 
bém uma casa de espetáculos. 
- Tá brincando? 
- Não, é verdade, disse que o turismo a 
qui será uma das atividades principais. Eg 
tavam conversando quando Roque se aproxi­ 
mou. 
E ai gente, tudo hem? 
- As mil maravilhas. 
- Escuta, me falaran que o Gordo morreu 
de ataque cardiaco, e que a mulher o aban­ 
donara na véspera. O que vocês sabem? 
- Isto mesmo. Ninguém sabe para onde - 
foi Jeruza. Sumiu no mundo. 
- Que nada! Está na casa da Ritinha, no 
Bentevi. 
- Falaram que o Gordo matou a mulher ... 
- Conversa, essa cidade está cheia de 
fofoqueiros, mas vai mudar, mudar muito,se 
remos progressistas, Ponta Porá terá inve­ 
ja de nós. 
Pela primeira vez, o hoteleiro Tão, sen 
tiu uma sensação diferente, não soube eX - 
plicar o que era, mas a sentiu quando o 
lhou para dentro do hotel, no hall, e viu 
dois olhos que o olhavam de maneira dife - 
rente, viu naqueles olhos o Mal. Sentiu um 
calafrio. Um frio estranho. Não encarou.Vi 
rou o rosto. 
Os olhos foram se aproximando. 
- Boa tarde. 
- Boa tarde, Dr. Aragonês. Como vai o 
senhor? 
• Todos o tratavam com muito respeito. 
- Tudo bem. Dia bonito, não é mesmo? 
- t. Aqui todos os dias são bonitos. 
- Realmente. Realmente. 
Jotagê não sabia explicar o que havia a 
contecido, lembrava-se que saira de casa , 
no velho fusca da rádio. Depois rodara pe­ 
la cidade, estava à procura de Jeruza. Pre 
cisava falar com ela, os fatos estavam o 
correndo rápidos demais, não entendia o ru 
mo dos acontecimentos, tudo levava a uma 
conclusão que ele não queria aceitar. Foi 
quando o homem deu sinal com a mão. Parou. 
- Por favor, pode me indicar o caminho 
para a estrada de Quebracho? 
- Estou indo para aquele lado. 
- t que o meu carro quebrou. Deixei na 
estrada, não me lembro mais como chegar lá. 
- Entre, vou levá-lo. 
Como sempre, a hospitalidade falou mais 
alto, a vontade de ajudar. ' 
Antes mesmo da subida do Serradinho, o 
carona encostou o revólver na cabeça de Jo 
tagê. 
- Não faça qualquer comentário, vire a 
Estava enganada. Um dos homens de Ara9o 
nês a vira. Como estava enganado Jotage, a 
Máfia de Arroio era muito mais poderosa do 
que pensavam. Antes mesmo de Jeruza procu 
rar entrar em contato com Jotagê ou com as 
autoridades da capital, foi encontrada pe 
los homens de Aragonês. 
Também Jotagê, ao chegar em Arroio, de 
FILOSOFIA EM LUTA . _ CAPITULO XII 	carona, com um caminhoneiro, foi visto por 
marcara.ressare rr.sr 	alto 
-------------------------- ~---------------------------"--7 
PRÓXIMO CAPlTULO: 
Resta uran t Casino 
SOB A DIREÇÃO DO EMPRESARIO RODOLFO PEREIRA 
O Ponto de Encontro da $ociedade Fronteiriça 
BEBIDAS NACIONAIS E IMPORTADAS - AMBIENTE REFINADO 
Saboreie o Melhor Fi let à Parmegiana e à Cubana 
* ATENDIMENTO ***** 
SERVIÇO A LA CARTE 
+ JOGOS - LAZER - MÚSICA - O LOCAL MAIS APROPRIADO DA FRONTEIRA 
PARA VOCE JANTAR COM SUA FAMILIA E AMIGOS 
Bella • Vista Norte Paraguai 
r 
esquerda e pare ao I do daquele berracãs, 
Jotag fz o qu o homm mandou. Pen- 
va, chegou a minha vez, mas uao vou norte, 
sem reagir. Era valente. Mas não deu te po 
pra nada, foi a nocaute com um corcnh d, 
------------ 
- E aí, Riva, fez o serviço no homem? 
- Tudo certo, Pablo. Levei o carro at 
a estrada para Porto Quebracho, estava dee 
mnaiado, mexi nos freios, na direçao, arru­ 
mei tudo, e soltei barranco abaixo. 
- Verificou o resultado? 
- Sim, virou sucata, não sobcou rPda. o 
cara morreu. Esmagado, aquele carrinho pa­ 
recia uma caixa de fósforos. 
- Tudo bem. SÓ falta a mulher. Mande o 
pessoal ir na casa de uma tal Ritinha, dis jl 
seram que ela está lá. No Bentevi. 
Sorte de Jotagê foi a passagem pelo lo­ 
cal de Balbuena, a cavalo, viu quando o 
carro rolava barranco abaixo. Mas não viu 
o homem. Desceu e encontrou o radialista - 
arrebentado, desmaiado, mas não morto. 
Depois de vários dias, sempre pedindo - 
para que não o levassem para a cidade, Jo­ 
tagê estava recuperado. Era arrumar um jel 
to de chegar a Arroio e procurar Jeruza , 
antes tinha que falar com o Promotor e o 
Delegado. Nos dias em que esteve na casa 
de Balbuena, foi montando o quebra cabe - 
ças. Ele tinha uma vantagem, sabia também 
pensar. E estava pensando certo. Precisava 
também falar com o Tão, a chave para o mis 
tério de Arroio estava no Hotel, ou melhor, 
em alguns hóspedes. Precisava descobrir a­ 
li, o chefão. O homem que Jeruza dizia que 
era o poderoso, o que manobrava o Gordo , 
sabia que ele estava ali, mas quem seria 
ele? Além de radialista, ressuscitado, a9 
ra seria também um investigador. Jeruza f 
lara do chefe, mas não lhe dera detalhes. 
Jeruza não ficara na casa de Ritinha. 
Na noite em que fugira do Gordo, só de 
calcinhas e sutiã, pedira ajuda para a la­ 
vadeira dos Pimentel, ela lhe arrumara ur 
par de roupas e não fizera muitas pergun - 
tas. Só um "vai com Deus, minha filha". 
Tinha amigos. Mui tos amigos. Soubera do , i 
acontecido. A morte do marido, aquela sen­ 
sação de liberdade, de escapar na hora ex~ 
ta. Passara na casa de Ritinha, dera-lhe - 
um cheque para trocar, foi só pegar o di­ 
nheiro e embarcar no primeiro ónibus para 
a capital. Tinha um lugar seguro para se 
esconder, acharia um jeito de entrar e 
contato com Jotagê e as autoridades. O ma- 
is importante era fugir. Teve muita sorte, 
ninguém a viu pegar o ônibus, e mais sorte 
ainda, naquele dia os passageiros do Pass~ 
ro Azul eram apenas três, e não eram de 
Arroio. Estava salva. Agora era agir. 
Paragua·y 
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