,. OIARIO REGIONAL a ELA VISTA/M NO 1.A04 - 28 DE {SETEMBRO DE 199) - 3+ FEIRA - DIRETOR: IVALDO PEREIRA - PREÇO • te aa o a tee POSSftRI HOMENIGEIOO EM ANTONIO JOÃO Presidente da Câmara Municipal de Antonio João, Juneir Marques e o Empresario e Produtor Rural Osvaldo Possari (. I • Gov. Pedrossian Nen Governador, e si Mm:ia Eenler.. Dr. Pedro Pedrossian, Governador do MS, meu, nosso Governador, admiro, sempre ;admirei, o seu estilo, os discursos,os pro inunciamentos, aquele jeito de dizer as coi sas, "rasgar matas e cerrados, transformar estruturas, dar urna dimensão nova, levar o nosso povo a seu destino de grandeza, o ho je e o ontem se confundem para surgir das brumas o novo MS ... " e por ai vai. Sabe? Dá nova motivação aos pessirnis tas, o povão acredita mesmo e vence desa fios? Página - 03 - Pedras que Rolam Na roda do Posto - Página - 08 77ª Leilão Apa Corte DIA 29/09/93 - 4a FEIRA - LOCAL PARQUE DE EXPOSIÇÕES RIO APA REALIZAÇÃO - DINDICATO RURAL E LEILOBOI/LEILÕES RURAIS HORAS - 19:00 - VÃ E FAÇA BONS NEGÓCIOS ! O Enprcsário o Produtor Rural, º" valdo Possari, foi homenageado pela C mara Municipal de Ai tonio João, receben­ do o titulo de "Cida dão Antoniojuanense" iniciativa do verea­ dor Juneir Marques , com aprovação de to do o Legislativo. Mas não foi ape nas os vereadores q/ hipotecaram apoio à idéia, a comunidade aprovou em ter Pos sarí corno filho ado= tivo de Antonio Jo ao. Enumerar os ser viços que esse em- presário prsta s Ma o Grosso do Sul,:os seto res, não é n ce­ sãrio, o pvo conhe­ ce o esforço e a cor potência que ele dé dica, não ó nos transportes intermu­ nicipais, mas também nu assint0ncia •' nas colaborações frequen tes que atende. Seja transpor tando estudantes gra tuitamente, apoiando iniciativas comunitã rias, culturais, e portivas, Possari mais do que un cida dão honorário de vã rias cidades, é um INFORME * Comentários na Página - 02 TF exemplo de que a ini ciativa privada, as empresas, quando di rigidas por hoens - com consciência so cial, patriotismo caráter, ajudam a transformar estrutu­ ras arc icas e vicio das, heranças de maus govarnos e tributo que ainda hoje paga­ mos pela má escolha de governantes cor­ ruptos. Possari não quer ingressar na pQ lítico, "falta de tempo", diz ele, mas é um dos melhores e xemplos de corno o P2 vo quer que sejam os políticos: honesto , capaz, humilde e fa zcdor. Gente que faz 1 =======-=====-===·=== Moradores do'Erva Mate' Agradecem Esta semana re­ cebemos várias rnani festações de agrade= cimentos e elogios de moradores do Con­ junto "Erva Mate" pe los comentários vei culados dias atrás quando, atendendo a pedidos daqueles mo­ radores cobramos pro vidências por parte dos diretores do CDHU e das autorida­ des municipais para que verificassem o que estava acontecen do com as prestações dos mutuários daque­ le conjunto pelo fa to de que os valores eram diferenciados , sendo mais baixos pa ra uns e mais caros para outros, dando a impressão de que a prestação era cobra­ da de acordo com a cara ào mutuário. Moradores do conjunto informaram­ nos que após a publi cação da matéria os diretores do CDHU es tiveram no Erva Mate prestando informa cães e fazendo escla recimentes a respei­ to do assunto. A bem da verda­ de, o Presidente da Câmara Municipal, Ve reador Marcos Elias Rios da Cruz e os de mais vereadores inte grantes do LegislatI vo belavsitense, fo rarn os responsáveis~ pela vinda dos dire tores do CDHU à nos sa cidade para tr .. -. -- "e f,-- --- - w-.. - veja os trabalhos devolvidos pela Carlos de Abreu cm Porto Murtinho - Páginas Administração Luiz - 04/05 tardo assunto, eles foram convocados pe la Câmara, através - de Requerimento apre sentado na sessão or dinafia do dia 15 próximo passado, nós apenas, corno muitas vezes, demos a nossa parcela de contribui cão publicando a r clamação daqueles mo radores. - SÓ não entende­ mos até agora porque para uns a rnensalida de é mais barata. e para outros ela é bem mais cara, nem os moradores soub~ ram explicar direi to, mesmo depois das explicações dos dire tores do CDHU, par~ ce-nos, no entanto, ·- ---­ Vereador Marcos Elias que essas mensalida­ des são cobradas de acordo com as condi­ çes financeiras dos mutuários e conforme a sua atividade, se é assalariado, pro fissional liberal,a tõnomo, etc... - A nosso ver, o preço dessas mensali dades deveria ser gual para todos e bem mais barato, afi nal de contas o Con­ junto "Erva Mate"não foi construido p/ be neficiar as famílias de baixa renda que não tinham acesso à Casa Própria tão so nhada por muitos e muitos belavistense? (UR) 47 Leilão Caracorte DIA 13/10/93 - LOCAL - TATERSAL DO SINDICATO RURAL DE CARACOL HORAS - 20:00 - REALIZAÇÃO SINDICATO RURAL DE CARACOL E PORTEIRA LEILÕES RURAIS CARACOL - MS VÃ E FAÇA BONS NEGOCIOS, CARACOL ESPERA POR VOCE l ! [, f. ! 'I ' ' r, .' Fábrica de Malhas Diana . J' INFORME TF Mantin em e,toque malhas para todo o5 tamanhos, para Coló qion de bonito e acei­ ta encomenda; de ou tras praças. Confecciona tam Aqaalhos o Uni for mes para: Joqadores é eventos, os melhores pre ço, da cidade I Faça-non uma vini ta n cor:1pr:ove Fone (067) 255-1634 Rua Pilad Rebuá Bonito - MS Casa de Carne Sadia DE: AN'l'ONIO CASANOVA Carne de suinos, bovinos, frangos, linguiças mistas e de suinos, queijos , banhas, geléia de mocotó, torresmos etc ... O Açougue NO l de Bonito. Atendimento "Nota 10" c os preços • sao convidativos 1 Rua Luiz da Costa Leite Fone (067) - 255-1475 Bonito - MS Cera * Qualidade em produtos e serviços + Tudo para a sua festa Loja l - 24 horas, Rua Pilad Rebuá,1853 Loja 2 - Jardim Andréa (Defronte ao Clube do Laço) Fone (067) 255-1710 Atendimento a domicílio Bonito - M . ASS!NIAOS A BARRA DO IIA t CHEM! IIULOS DE INI IVOS Vimos notícia na imprensa regional es a 3·mana dando conta da entrega do í ulo de propriedade definitivos às 46 famílias de trabalhadores as:sentadas na Barra do I- á e sentimo-nos particularmente felizes. Depois de mais de seis anos os asscn ado da Barra do Itá finalmente receberam o Do­ cumento que lhes dá definitivamente o di - rcito sobre as glebas de terras daquele as sentamento, sentimo-nos felizes por que - nós, juntrun .nLe com o então e até hoje Pre sidcntc do Sindicato dos Trabalhadores Ru­ rais de Bela Vista, Sr. Nery Ramos Volpa - to, modestamente, demos a nossa pare la de contribuição para a implantação e agiliza­ ção da infra-estrutura necessária e para que fosse dada condições mínimas de vida - àquelas familias. Guardo, com orgulho, a lembrança de ter estado até na capital fe­ deral, Brasília, representando o Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Bela Vista,pou cos meses após a criação do Assentamento - Barra do Itá e já naquela épocp lutávamos para que os sem-terras de nossa cidade re­ cebessem a assistência merecida. Lembram - se? Nossos arquivos não nos deixam mentir, assim corno o Presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais, este sim, injustiça­ do por alguns de seus antigos cornpanhei ros. Não é verdade? SE ARREPENDIMEtITO MATASSE carda vz tu as rtranimi oes no'isa cidade apresn.avam probl cia entendidos de todos os l dos, ziam que as aparelhagens estavam velha outros a iravam que bastava boa vont d para consertar os aparelhos e outros ain diziam que os robleas es avar acontecn­ do porque no queri gastar cn os consertos. Pois bem, ha mais de mês ei­ tamos com problemas nas retransmisões da t, levisão em noss cidade, alguns so ca tam chuviscos e chiadeiras, qum liga ma Bandeirantes, por exemplo , com a intenção de passar alguns momentos de lazer, só pas sa raiva. Entendemos que o povo sofrido d& nossa cidade, pois os mais abastados pos - suem parabólicas, não pede se ver priv11do de mais essa opção de lazer e diver imen - to, uma das poucas que ainda lhe resta , por isso pedimos encarecidamente õs autori dades municipais, sem querer critic~-los: ou atacá-los, que dêem um pouco mais de a­ tenção para esse problema e solucionem de urna vez por todas as precârias condiçõca - de retransmissão dos canais de televisão - para nossa cidade, antes que nós, aqui da TF, sejamos taxados de "puxa-saco" por não publicarmos as dezenas de rc-clamações que terros recebido nos últí.r.os d.ias,iJ,clusivcassinadas. - - FALAR E UMA COISA, FAZER E OUTRA Gemila Palace Hotel DE: NlIM JlSER Com apartamentos super veis e garagem privativa. Atendimento cordial e todos os ma teriais com a melhor higiene po:;sível.- confortá Falando em Presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Bela Vista, nos próximos dias estaremos mantendo contactos com ele e pelas conversas preliminares que tivemos, vêm urna verdadeira bomba por aí , por enquanto não podemos adiantar nada, só podemos afirmar que se arrependimento ma - tasse o Presidente do Sindicato estaria mortinho da Silva. Aguardem. CANCELADOS OS ENCONTROS DO PMDB Preços especiais para grupos de ex cursão e viajantes. Rua Luiz da Costa Leite, 2085 Fone (067) 255-1421 Bonito - MS O ditado popular é antigo, mas encaixa­ se perfeitamente nos dias atuais, quantas e quantas vezes vimos pessoas de nossa ci­ dade dizendo para quem quizesse ouvir que se fosse o fulano faria isso e aquilo,cons truiria aqui e ali, enfim, tinha a soluçâÕ para tudo na ponta da língua . e, pois é, mas, jogar conversa fora é uma coisa, a realidade é bem diferente, quando chega a hora dessas pessoas mostrarem suas capacidades e colocarem em prática tudo o que pregavam antes, notamos que elas não sa - biaro que o buraco era um pouco mais em bai xo e muito pouco, ou quase nada, do que - pensavam, podem fazer.~ por isso que sen­ pre diao, falar é urna coisa, fazer é outra, bem diferente. "GARIS" LIMPAM AS RUAS DA CIDADE 1 l Notamos nos últimos dias a presença de algumas senhoras fazendo a limpeza das ru­ as do centro da cidade, dando à elas W:l aspecto mais agradável. Teve gente que até comentou, "o Prefeito atendeu o pedido do Vereador Roney, mas em parte'. QUEM AVISA AMIGO É!! Auto Elétrica Bonito DE: VALDEMAR ZJNUNCIO TRINDADE Venda de peças elétricas, baterias novas e recondicionadas, consertos de motores de partida, dínamos e alternado res. - * Rapidez, perfeição e garantia ab soluta. * Antes de viajar, leve seu caran­ go para ser checado pelos profissionais da AUTO ELÉTRICA BONITO. * SERVIÇO DE ALTA QUALIDADE * O MELHOR PREÇO DA CIDADE Rua 29 de Maio, 922 Fone - (067) 255-1333 Bonito - MS SÓ podia .nesrno dar nisso, depois do clima tenso criado dentro do PMDB devido a divisão provocada i;cla cxist-ência de duas candida turas postulantes ao Governo do Estado, Wil­ son Martins e Schirnidt, o Diretório Regio­ nal do partido decidiu cancelar os demais encontros de base programados-para as cida desde Aquidauana, Dourados e Corumbá. co­ meça a ficar claro que a intenção de al guns antigos adversários do PMDB, de provo car um racha no partido e ficar assistindÕ de camarote e dando risadas, está dando ma is do que certo. Mais certo ainda é a sai­ da do Senador Wilson Barbosa Martins do partido caso o ex-conselheiro do TC João Leite Schimidt, :ão recue da pretensão do ser o candidato do PMDR que, digamos de p~ssagern, nao passa mesmo de muita preten­ sao para um candidato com muito pouco ca­ cife, corno é o seu caso. E AS IMAGENS DA TV? Lembramo-nos .que muitas pessoas caiam ª.:~pau em cima da Administração passada a Hotel e Churrascaria CANAÃ DE: PACÍFICO DA SILVA BATA --- ar" r g ,- rg Fontes noticiosas do INFORME TF dão con ta de que a Polícj~ de Bela Vista está se preparando para desenvolver uma grande blitz nos próximos dias, com equipes fixas e vo­ lantes em vários pontos da cidade, o obje­ tivo é d~tectar e tirar de circulação os veículos com documentação irregular, IPVA atrasados, menores ao volante, veiculos e más condições de uso, condutores sem habi­ litacão, porte ilegal de armas, até meS!!'.O revistas pessoais e nos veículos deverão - serem executadas pelos policiais. Apartamentos com ar condicionado frigobar, TV em cores e Telefone. O único com luxuosas suites. Anexo funciona a tradicional CHUR­ RASCARIA CANAÃ, que serve no almoço to dos os dias o melhor churrasco do Bra sil. Aos domingos também funciona o "Bu fet", quente e frio com uma variedade= de pratos. s * GARAGEM COBERTA E PRIVATIVA * Verifique e comprove que o "HOTEL CA­ NAX" (PADRÃO - 3 ESTRELAS) é o melhor da cidade. Para reservas disque: (067) 255-1282 255-1255 Bonito - MS -Tribuna da Diário Fronteira Regional * FUNDADO EM 20/02/1972) Diretor-Redator-Chefe: Ivaldo Pereira Diretora Administrativa: Maria Estela V! lasquez Pereira Secretário de Redação: Ubaldino Rodrigues Reportagens: João Carlos Velasquez, AE. drê Avalo, Luiz Henrique (Lile), Firmino de Barros. Redação, Departamento Comercial e Parque Gráfico - Avenida Tribuna da Fronteira - 564 - Caixa Postal - 23 - Fone (067) - 439-1410 - Bela Vista - MS Sucursais - Jardia, Porto Murtinho, Antonio João, P nito, Caracol, Capo Grande e Correspondentes e Brasília São Paulo. Propriedade da Rede Belavistense de Jornais LTDA CC - MF 15.513.203/0001-90 + FILIADO A ADIORI(OIS) E ABRAJORI 0 jornal não se responsabiliza pelos artigos assin­ dosa» de oripe definida. * 'Ex.empla.r Jo.OO * Número Atrasado 50,00 * àssinatura Mensal 600,0~ * Assinatura Trimestral 1.soo·, 0 0 * Assin.atura Semestral. 3.600,0 0 + Assinatura Anual 7.200,0 * JORNAL TRIDONA DA FRONTEIRA: • QUE O POVO SEJA BEM INFORMADO " • i) Me~ Governador, eu só Queria Entender ... VI A,z8 . !' Dr, Pedro Pedro,slan, Governador do MS,meu, noso Governador, adiro, sempre admire! o seu rutilo,on, d!caros, os prononclamento, aquele jelto de dizer as coisas, ''ragar matas e cerra­ dos, transformar estrataras, dar uma dimensão no va, levar o nosso povo a eu destino de grandeza o hoje e o ontem se confundem para surlr das bramas o novo MS,,,' e por a[ vaf. Sabe? Dá nova motfvaço aos pesfmfstas, o povo acredita mesmo e vence desafio, Sabe, a estrada asfaltada para .Jardim é com promisso SEU, Lembra-se de ama reunto na Câmara Municipal de Dela VI,ta, o Senhor era candldnto, r nu, perr,untu .. o que llc!la VlAta prcr.isavu para dt'filanchnr. Eu rtrnpondi: - O ASFALTO PARA JARDIM, DR. PEDRO, o nhor errou quando asfaltou de Jardim para que, duixando lleln Viota na ESPERA. Estomos esperando nté hoje. Sabe, Dr. Pedro, cu s6 não ~ntendi, até ago ro, alguns til! seus JlllAlcionumentos políticos. Te nho a impressão de que ninguém lhe diz nada. sã bc como é, o poder, multa gente paparicando, P?~ cos amigos para falar aquelas verdades que, as vezes, preclHnmos ouvir. D6i, mas precisamos Ou vlr . Qual o seu partido 7 to PTB? Qual PTB, do trabalhismo, herança de Get.'.:lio Vargas, ou o PTB surgido nos gabinetes golberianos? Cá entre nós, o senhor está deixando de la­ do amigos, companheiros verdadeiros, para embar­ car numa aventura que não está à altura de sua tradição. Tudo bem com esse tal de "ENTENDIMENTO". Vai dar menos despesas, menos choques trao­ miticos e imped1rá acidentes de percurso. Mas cá entre nós: BC Nioã E O LONDRES MACHADO ? FLÁVIO DERZI 7 MARILU GUIMARÃES 7 JUVENCIO DA FONSECA ? BRÁS MELLO? HERÁCLITO FIGUEIREDO ? Aur!do_Sento hr± Dlr•·tor C.ultur,tl CIG !"ar roupilh,J ([j.,!) E tantos outros ... Cá entre n6s: SCIIIMIDTI O senhor esqueceu? Governador, temos grandes nomes no PTB, PFL PP e nos outros Pesque rodam pelas estradas da vida ou melhor, da Política. Deve haver respeito às opiniões das bases , sabe onde estão as bases, não é mesmo? Nos mun! d pios. S6 para citar alguns exemplos, "esse tal de entendimento , funcionará em Bela Vista? Jar­ dim? Guia Lop~s? Porto Nurtinho? Garacol? Bo nito? Nesses municípios a barra foi pesada na Gl tima campanha, e muita gente a'inda se lembra do Governo Marcelo Miranda, do qual o Dr. Sch! midt foi "guru". O senhor já se esqueceu 7 O senhor se lembra quais amigos e companhet ros foram à Fazenda Petrop6lis para "reviver" o seu gosto pela política (desculpe, pelo poder?). Sei, não, não tenho nada contra o Joao Lei te Schimidt, mas sempre entendi que ser_ Conse­ lheiro do Tribunal de Contas seria um premio a ex-deputados, ex-Secretários, que por" relevan­ tes serv1ços prestados ao Estado" se aposenta­ riam no TC, com salários à altura de seus servi­ ços e dedicação ao controle das finanças. Com muito respeito. Governador, e, só queria entender... o povo, Governador, também nao enter.de. E não adianta pressão sobre os prefeitos nem sobre os vereadores, el~s são os verdadeiros líderes das comunidades, não os almofadinhas que vivem a seu redor, montando cs esquemas mirab~ lantes para continuarem usufruindo do poder e de tudo aquilo que dele emana. _ Por tudo isto, Dr. Pedro, e que o LULA e! tá ali, batendo às portas do Planalto, elas e! cão se abrindo, com ele entrarao out:os peti~tas deputados, Governadores, Senadores, e, pois e , também estou ouvindo as leves ( por enquanto~ch~ madas dos barbudinhos e sem barbas) do PT. (PP) PS: Governador, li o Editorial de do de São Paulo, de quinta-feira, que o leia também, e!'tá transcrito jornal. o Esta sugiro neste N U N C I E- 1 Q U 1 JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA Tradicionalida A tradlclonalldode partindo-se de elementos relo, ma!tos deles fo­ ram recolhidos do folclo re, alans hltorladores afirmam que par o eto do da cultora riogranden se devemos colocar a vi­ s:rlLinc!a p•sn.anentc do folclore das estâncfas. Todas essas citações foram feitos paro Indi - car que a questão da tra dlcion.,lldnclc faz pane­ mandIalmente da história as clvIlizações, cabendo ressaltar apenas que de­ ve-se adotar procedimen­ tos pertinentcfi e parti calares para cada socle­ dade oo região, os pro censos são distintos. No Rio Grande do Sul, desde a sua descoberta - no início do século XVI pelas expedições litorâ­ neas espanholas se sen tia um estado mais forte culturalmente. A econo - mia subsidiária vinda do centro do País começava a ser contestada pelos - gaúchos. No final do século XVII, com a decadência - tio aç.'.:car e a descoberta das minas começa a mudar o contexto colonial bra­ sileiro. E o gado do Rio Grande assume grande re­ levância no País, trazen do para o pampa, princi: palmente, paulistas ex ploradores. Nos meados do Seculo XIII, teve início o pro cesso de distribuição de sesmarias, definindo- se a posse da terra do ga do. Neste período é que­ nasceu as nossas famosas estâncias. Neste mesmo - período da história rio­ grandense recebemos um grande nmero de imigra tes açoreanos, e nomes­ mo período foi assinado o tratado de Santo Idel- n1festa-e com apelo Ir. redat[vel ao passado,ten do como b111,e utt entatutõ" de norma!l que prt>&rrvnen sua continuidade, empre­ r,nndo-oe ativldntle con temporinea com todas as &uau propriedades. O ter mo tratllcionnlJdodc por,: sul um conte.'.:do amplo, não se tratando apenas - de enfoques específicos do tradicionalismo, do folclore, da tradição o0 dos costumes. Estabele - se como a totalidade des ses elementos, numa pcrs pectiva do modo de vida­ ou de concepção de mundo sem romper com a hegemo­ nia da confornação soci­ al herdada. A tradiciona lidade portanto, se mani festa na sociedade em vã rios aspectos: nas ciên: cias sociais, na cultura no lazer, na política, etc. A tradicionalidade não é um fenômeno apenas riograndense, apesar de sem margem de d.:;vida ser uma das manifestações ma is fortes da hist6ria - das sociedades contempo­ râneas. No leste Europeu existem as mais bem ela­ boradas políticas para preservá-las, demonstran do um grande desenvolvi: mento em todos os seco ret:artísticos,folcl6ri= cos, envolvendo milhões de indivíduos. As esco las tradicionalistas e xistem em todas associe dades, em maior ou menor­ proporçao, com preocupa­ ções diferentes de País para Pais, porém em to dos eles tentando condu: zir seus povos ao resga­ te dos antepassados. A potência dessa caq fonso, estabelecendo que - a Colônia de Sacramento Cura entre a população - deve-se em grande parte, i invenção de trad'içÕes, Mergulho O discurso do Senador riograndense-do-Sal Pedro Simon na .:;1tima quinta-feira, pedindo ao ex-gover­ nador paulista Orestes Qaércia qoe se submeta a um · "julgamento" na Comissão E.xecutiva do PMDB se pre­ tende ser candidato à Presidência da Rep.'.:blica,tal vez tenha lançado grande desafio a todos os parti: dos brasileiros. O político peemedebista gacho .foi obrigado a aguardar horas para falar. Quarto inscrito, o Presidente do Senado s6 lhe deu a pala vra depois do décimo 3iscurso. Na sua fala, o Sena dor Pedro Simon fez ao partido um desafio: O PMDB Suporta um mergulho na ética? O teste de idoneidade moral que o Senador pro­ põe para cada candidato peemedebista é simples: qualquer filiado do partido pode interpelar os ca didatos a cargos majoritários quanto a tudo que S! mon chamou de "fatos desabonadores em sua vida". O Senador não pretende - e deixou isso bem claro instalar um clima de delação inconsequente, de in quisição barata. O método sugerido é simples; depois de interpe­ lação, a Executiva do partido fica encarregada,"se constatar indícios" que a justifiquem, de submeter a den.::ncia a uma "comissão especial". Em outras p~ lavras: qualquer pretendente a candidato do maior partido Nacional deve ser como a mulher de César , aquela que não deveria apenas "ser" honesta; deve­ ria "parecer" sê-lo. O desafio lançado pelo Senador Simon é tão difí cil para o cotidiano da política quanto necessári~ para repor _os mores da Rep.:;blica no bom caminho. O político Pedro Simon é suficientemente vivido para saber de todos os riscos da proliferação de ua era de "comitês de ética" "descontrolados e podero­ sos. Não é esse o seu pedido. A Óbvia intenção· é restabelecer a certeza de que ~ida polÍtica não é o lugar dos espertos, mas escolha responsável dos bons. Os que conseguiram vestir a niscara do cinis mo para disfarçar, com toda a eficiência, o esque: cimento da máxima que exige de todos "a Lei i::ornl e as Missões ficassem sob o domínio espanhol. r A partir de.t €pi a'o r d cc flito « r r.a tn Prata, Com a vInda da f.{­ Ia real ao ira!l, !o­ ve ama acomodação da re voltas, havia maior dt caso dos pro!le as rr{os. Neste período o café ssome o coando co mo maior produtor br{­ leIro, diminafndo o Inte rese do poder central -­ pelo gado dos Pafs do Sal. Sare então a goer­ ra da CIsplata pela posse da Banda Ortental. Especificamente no RIO Grande do Sal em 1835 e­ clodfo a Revolação Far roop1lha, qoe darante 10 anos enfrentou o Governo Central,durantr 10 anos, o Rio Grande do Sul teve sua produção d•sorgnnizn da pela guerra, mas abas tecia as fronteirn9 Ge­ cas com soldados,cavalos e alimentos. Já na Barra de Rio Grande, o Porto - permaneceu fechado para os Farrapos, ficando a cidade nas mãos dos lega listas, a partir de 1843 os farroupilhas recebe - ram "Caxias" que veio em nome do império para ne­ gociar a paz. Surgiu en tão em 28 de fevereiro: de 1845 um documento as­ sinado por ambas as par tes chamado "A paz no Ponche Verde". A Revolu­ ção Farroupilha criou no ga.'.:cho uma raíz cultural muito forte, tão forte que o diferencia e muito de outros Estados da Fe­ deração. A cultura ga.'.:cha vi via todo seu apogeu nos campos, nas estâncias e nas fazendas, até por volta do ano de 1900 quando historiadores ga chos começaram a escre - eaf e Ar.t{na, 0 rad!cfortt o , cho nasce, com a cr!aio de ama convivenc!a rezg nal e acrentcu-se :o surgimento dos centros - de tradfõe achas. A organização do movimento trJdlcionulintn ~ quP permft!o a discussão dos assantos e o ordenamentn da estrotara tradicfona- 11sta. A Iniciativa bro­ toa da convivência oi­ al sem agasalhar Intere ses, sem sar;;ir de cfá para baixo, como un,l cor rente cultural, de movl­ cento regionalista desa­ lojado do cunho politlco partfdárlo. Poderia ser tão forte? CientistaR so ciais e historiadores - tem u~ grande desafio. Com o ordenamento do tradicionalisco ubrlram­ se caminhos para a ~un prática e por.volta de 1940 começaram a surgir as primeiras entidades - tradicionalistas ofI - cfais. O Departamento de Tradições Gaúchas do Gr@ mio Estudantil J.'.:lio de Castilhos de Porto Ale gre, o CTG e 35 POA e G CTG Clube Farroupilha de IjuÍ são contemporâneos e as primeiras entidades tradicionalistas regis­ tradas no Rio Grande do Sul. "O Diretor Cultural do ver o que se passava na prática campeira, expon- Farroupilha relatou os do-as nas primeiras fei 50 anos de hist6ria do ras de livros nas cida des e capitais, até en _c_T_G_'_'. _ , na Etica dentro de mim" devem ser desmascarados. Nada mais, E essa função de desmascarar o cínico cabe ao par­ t1do que acolhe - e empresta sua honra política o pretendente a representante da vontade popular. O Senador estudou na Itália, deve ter cruzado com Bobbio e dele aprendido a distinção veberiana entre ética da convicção e ética da responsabilida de. e esse o grande antídoto aos adeptos, confes = sos ou não, da máxima de que política é a arte em que "o fim justifica os meios". Não é. O convicto encontra na sua "convici;âo" a desculpa para não responder pelas consequências de suas ações. A éti cada responsabilidade serve para avaliar as acGes que interferem na vida do grupo. É a distinção clássica entre Moral e Política. Coe cai.'.:scula. O Senador Simon apenas lebroo sea partido da neces­ sidade de praticar a ética da responsabilidade. O ex-governador Orestes Quér:cia Ou o ex-presidente - José Sarney podem apresentar-se a julgamento parti dárío fora do critério da ética das convicções? É exatamente isso que o discurso pediu. Nao se acuse o Senador Simon de recéo--convertí­ do à tarefa de Catâo dos cost~mes partidários. Des de outubro de 1978, o candidato ao Senado Pedro Si mon sugeria que a direção Nacional do PMDB reunis: se um dossiê sobre a corrupção de "que tinha conhe cimento" e o enviasse ao Tribunal de Contas. Incl sive dos seus quadros, se necessário. E fevereir de 1992, antes portanto do setembro em que o País se vestiu de preto, insistia na tramitac:=io de pro­ jetos que punissem não s6 o enriquecicento ilícito do corrupto, nas do corruptor ta~bém, cesmo quando político por ''convicção". Eo fevereiro deste ano tentou um novo projeto na mesa linha. Agora, seu discurso pede o exercício da ética da responsabili dade a seu partido, para que se "de o estilo de­ fazer política". O próprio Senador incumbiu-se de perguntar: "Alguém tem algo contra?" A resposta a essa pergunta está entre os que deven e tece~. O SENADOR PEDRO SIMON QUER TIRAR DA VIDA PARTIDIRIA QUEM XIO PUDER APRESENTAR UNA VIDA PESSOAL LIPA O Trabalho faz o ADMINISTRAÇÃO LUIZ· CARLOS DE ABREU - Futuro PORTO MURTINHO Nona reportagem, esta semana, ouviu di vrrnon morodorca do centro da cidade e t•ruLO I DAS DISPOSIÇES PRELIMINARES /rL.10- Flcu criado o Fundo Municipal d•/ çiío social do Municí.pio de Bela Vista, com vinculação ao Gabinete do Prefeito, para cfnilo de apoio dir to e imediato à sua il