, 
CIARIO REGIONAL 
-- 
LA V I S T A / M S AO 2I 	N O 	1.	4 13 	- 19 DE OUTUBRO DE 1993 - 3a FEIRA - DIRETOR: IVALDO PEREIRA - 
PREFEITO REUNE OS PRINCIPAIS ASSESSORES E 
DETERMINA CORTES DRÁSTICOS NIS DESPESIS 
Prefeito Abraão, em reunião com seus Secretários e Assessores 
determinou o fim da Administracao de clientelismos 
A grnnd• rcccsuão cconõni­ 
ca por que passa todo o Brasil, 
os repasses cada vez menores do 
F'PM e do ICMS, somadas as despe 
sas cada vez maiores da Prefei­ 
tura Municipal, obrigaram o Prr 
ícilo Abraão Zncarlau a tomai 
uma decisão que há Lcmpos vinha 
adiando. Ele reuniu os seus 
principais assessores e deter 
minou um corte profundo nas des 
pesas, o fim do clientelismo e 
dos favores a particulares que 
normalmente eram realizados pc 
la Prefeitura, mas que não é u 
ma obrigação da Administração= 
Municipal. 
O Prefeito reuniu-se nesta 
sexta-feira, dia 15, no Salão 
da Secretaria de Desenvolvimen­ 
to Econômico e Social, com todo 
o seu secretariado, vereadores­ 
da situação e funcionários do 
Corpo Administrativo da Pr feitu 
ra, o Vice-Prefeito Sydney Nunes 
Leite também participou. Abraão 
iniciou suas palavras dizendo 
ser necessário que todos sniban 
das dificuldades enfrentadas pe 
la Prefeitura devido a cscasses= 
e dificuldades de se conseguir 
recursos, "por isso essa forma 
de administrar, de clientelismo­ 
e de favores, tem que acabar ho 
je, nenhum funcionário, nenhum 
secretário, tem autonomia para 
fazer compras em nome da Prefei­ 
tura sem minha autorização pré 
via, sob pena de nós sermos tã 
chados de irresponsáveis e de 
não pagarmos as contas" assina 
lou Abraão Zacarias. 
veja tudo sobre a rcu 
nião do Prefeito com os Assesso= 
res, na página/ 03 desta edição. 
Notas e Informações 
+ veja matéria completa, na página - 05 - desta edição 
ela 'Nista já {Comporta 
11 Vagas na Câmara 
Municipal 
. Segundo A Constituição Federal, os Mu 
nicipios tem autonomia para elaborar suas 
leis_orgânicas, atendendo os principies 
contidos na própria Constituição Federal e 
na Constituição do Estado. 
Pois bem, a Constituição Estadual re 
a que o Município que possue entre 
1
~-000 e 30.000 habitantes, terá em sua 
Camara 11 Vereadores. 
Já em nossa Lei Orgânica Municipal no 
seu artigo 15, parágrafo primeiro, assim 
se pronuncia com relação ao assunto: "o nú 
ero de vereadores será fixado pela Cámã 
?Municipal, para a legislatura subsequer 
: observando o disposto na Constituição - 
ederal e na Constituição do Estado de MS. 
Mu . ~ 1992, o então Presidente da Câmara 
""cipal de Bela Vista, Dr. Jorge de Sou- 
a Rosa, baseado em dado oficial do IBGE - 
~e estipulava a população belavistense em 
,'·l0 habitantes, baixou Decreto Legisla­ 
/Vo, elevando para 11 o número de vagas 
Pàra vereador. . 
t!l . Como não houve acatamento da Justiça­ 
d eitoral, persistiu a representatividade 
e 09 edis para a Legislatura 93/96. 
te Ultimamente o vereador Marco Rondon, 
la", rabaIhado para que seja regularizada a 
ao uar;ao; para tanto solicitou novamente - 
de ~BGE o resultado do Censo Demográfico­ 
"la vista e encaminhou ao Presidente 
4,Tribunal Regional Eleitoral, Desembarga 
e/ Marco Antonio Cindia, solicitando pare 
F quanto ao assunto. 	- 
ci . E:tn resposta, o TRE decide que o Muni­ 
!O_tem que seguir o que preceitua a Lei 
,"??ca, alegando que a competência é dos 
R..cípios e não da Justiça Eleitoral. 
nart·Voltando consequentemente ao ponto de 
• lda. 
e,, io Vereador coube apenas a tarefa de 
""?inhar a documentacão à Promotoria Pi 
,"o_para que esta se pronuncie a respei 
g' fim de que para a próxima legislatura 
aista uma regulamentacão a respeito e 
Let dado de direito o que determine a 
Prefeito de Bonito transformou a 
praça num circo para as crianças 
Pedr-as qu·e Rolam ... 
Acompanhe mais um Capitulo - Pág/06 
A grande festa 
em comemoração ao 
"Dia da Criança",foi 
realizada domingo 
pp., na praça da Li­ 
berdade, tendo o Pre 
feito José Ar thur F 
gueiredo e sua equi­ 
pe colocado à dispo­ 
sicão da petizada 
brinquedos, gulosei­ 
mas e até um palhaço 
foi contratado para 
alegrar o mundo in 
fantil. - 
Naquele logra 
douro público, foi 
instalada uma barra­ 
ca com o divertido 
"Touro Mecânico",que 
desafia os mais ades 
trados peões e as 
crianças se revezam­ 
na sucessão de tom 
bos espetaculares. 
* Matéria na 
Página 04 
'os dias 06 e 
07 pp., o Prefeito A 
braâo Zacarias este 
ve na Capital Fede 
ral, Brasília, man 
tendo contatos com 
os ,parlamentares sul 
matogrossenses, DepÜ 
tados Federais e Se 
nadares e visitou aI 
guns Ministérios, en 
tre eles. os da Ação 
Social e da Agricul­ 
tura, onde viabili 
zou a execução de 
importantes obras ern 
nossa cidade, como a 
construção de mais 
200 casas populares­ 
e de tres poços arte 
sianos. 
_ 
A petizada se divertiu a valer dando cambalhotas na "Bolha de Ar 
O Prefeito Bela 
vistense foi ao MR 
nistério da Acão so 
cial acompanhado do 
Senador Wilson Barbo 
sa Martins e após co 
locar ao Ministro JÜ 
tahy Magalhães gra 
ve problema social 
representado pelo dé 
ficit habitacional e 
xistente em Bela Vis 
ta, principalmente cl 
relação às famílias 
de menor poder aquisi 
tivo, Abraão viabi1i­ 
zou a construção de 
mais 200 casas popula 
res em nossa cidade 
Página - 08 
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o Doutor José Eduardo eder teneghel 
li,Juiz de Direito da Comarca de Bola - 
Vista, Estado de Mato Grosso do Sul, na 
forma da Lei, etc... 
FAZ SABER a todos quantos o presente 
Edital virem ou dele conhecimento tiverem 
e interessar possa, c:pedido nos autos de 
Execução no 316/7 proposta por João Lo. 
reiro Pinheiro contra 1ltair Rodrigues,cm 
trámíte por este Juízo e Cartório Judici­ 
al, que nos dias 04 e 24 de novembro de 
1993, àa 15:30 horar;, respectivamente, no 
local destLnado às hustar; públicas, no 
itrio do Fórum, oito n Rua Barão do Ladá­ 
rio, 1595, será levado à público pregão 
de venda e arrematação em praça pública, 
a quem mais der acima da avaliação menci~ 
nada abaixo, o bem penhorado ao executado 
no referido processo, a seguir descrito : 
103,9248(cento e três hectares, noventa e 
dois ares e quarenta o oito ccntiarcs),dc 
terras pastais e lavradias, parte da anti 
ga Pazenda "Independência", denominada 
atualmente Fazenda "Brasilia" situada no 
Município de Caracol-MS, lugar denominado 
Alto Caracol, dcn tro de uma área maior 
do 253,9248(duzentos e cinquenta e três 
hectares, noventa e dois ares e quarenta 
e oito centiares), devidamente matricula­ 
da no RGI desta Comarca sob o no 4.692. A 
referida área possui as seguintes benfei­ 
torias: Ol(uma) casa de alvenaria com qua 
tro repartições coberta com telhas france 
sas, com varanda, piso cimentado, poço d' 
água, encanamento completo; ·Ol(uma) casa 
de madeira, própria para capataz, coberta 
com eternit com quatro repartições; 01 
(uma) . mangueira;· O 1 ( lli'l) chiqueiro pequeno 
de porco; área completamente formada com 
trés(03) divisões, toda cercada com arame 
liso; 02(dois) açudes de um có ego que 
atravessa a área, conhecido pc , nome de 
"sujo". A referida área com todas as suas 
benfeitorias foi ava}iads 0n 19.10.88 por zs 100. 
00,0 por hectare, no total d cz$ 25. ·2.80,00, 
vir.te e cinco mil!ocs, trezentos e avente dis { 
mil, avatrooentos e oitenta auts), sra arriai, 
b ronetariarente cinco dias antes da primeira] 
praça, O valor de 103, 248(cento e trei 
hcctarcc, r:ov<:ntn e doi!"l ,l:''S (' qu.ir,·,·, 1 
e oito centiares) ó de cz$ 10.392.480,00 
(avaliada em 19.10.88). Na primeira praça 
o imóvel não será alienado por preço infe 
rior ao da ava!ação, sendo que na segun­ 
da praça, que só terá oportunidade se re­ 
sultar nea tiva a primeira, o imóvel será 
vendido a quem mais der e maior lanço ofe 
reccr ainda que por preço abaixo da ava 
liação. Não havendo expedi ·n e em qual 
quer dos dias dcDignados para as praças: 
estas realizar-se-ão no mesmo local dos 
dias imediatamente·seguintes. Caso o deve 
dor não seja encontrado, fica desde jd i~ 
timado por cate Edital com prazo de quin­ 
ze dias, das datas designadas para as pra 
ças. 100 ha. (cem hectares) do referido - 
imóvel encontra-se Hipotecado cm favor de 
Victor Haroldo Lino, conforme ,V-1-4. 692; 
150 ha. (cento e cinquenta hectares) do 
mesmo imóvel encontra-se Hipotecado cm fa 
vor de Epaminondas Rodrigues da Silva,con 
forme R-3-4.692; e, 153.9248 ha. (cento e 
cinquenta e três hectares, noventa e dois 
ares e quarenta e oito centiares) encor.· 
tra-se penhorado em favor de João Eduardo 
Lino, conf. R-5-4.692. Existem débitos pa 
ra com o INCRA referente aos exercícios~ 
de 85,88 e 89.- E para que ninguém possa 
alegar ignorância, foi expedido o Edital, 
que publicado e afixado na forma d Lei. 
Dado e passado nesta cidade e Comarca de 
Bela Vista, Estado de Mato Grosso do Sul, 
aos vinte e sete dias do mês de setembro 
de mil novecentos e noventa e três. (a) Pe 
dro Vergilio da Silva, Escrivão Judicial­ 
por determinação do MM. Juiz. 
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* FUNDADO EM 20/02/1972) . 
Diretor-Redator-Chefe· • . 
Diretora Adminº .• Ivaldo Pereira 
astrativa: Maria Estela Ve 
Secretário de Red - lasquez Pereira 
Reporta ens. - açao: Ubaldino Ibdrigues 
dré Avaf.o _- Joao Carlos Velasquez, Ar 
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Redação, Departam t 
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Bela Vista - .M::, 
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São Paulo. 	- rrespondentes era Brasília e 
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• QUE O POVO S"EJA BS},J 
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INFORMADO " 
J 1

JORNAL 'TRIUNA DA FPONTEIA - DIÍIO REGIONA, 	±LA 'VISTA, I9 DE. OUUB IO DE !9 
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rmnica por que pas­ 
sa todo o Brasil, os 
repasse cada vez me 
nores do FPM e do 
ICMS, omadas as des 
pesas cada vez maio­ 
res da Prefeitura Mu 
nicipal, obrigaram o 
Prefeito Abraão aca 
rias a tomar uma dei= 
cisão que há tempos 
vinha adiando. Ele 
reuniu on ncun prin­ 
cipaln Jnnenoorcn e 
determinou um corte 
profundo nas despe - 
5as , o fim do Clien­ 
telismo e dos favo 
res a particulares 
que nonnalmente eram 
realizados pela Pre­ 
feitura, mas que nao 
é uma obrigação da 
d 
Prefeito Abraão Zacarias expõe as novas medidas ao Corpo Administrativo da Prefeitura. 
O FIM DO CLIENTELISMO 
O 
A HERANÇA 
Administração Munici­ 
pal. 
O Prc(cito rcuniu­ 
oc ncnta ncxta-fcira, 
dia 15,no Salão da Se 
crctaria de Desenvol­ 
vimento Econ6mico e 
Social,com todo o ncu 
oecretariado,vcrcado­ 
rcs da situação e fun 
cionários do Corpo Ad 
minintrativo da Pre 
O Prefeito mostrou aos seus Assessores um d~ 
monstrativo da receita e despesas do mês de setem­ 
bro, segundo o qual a arrecadação bruta da Prefei­ 
tura foi de pouco mais de 16 milhões d~ cruzeiros 
reais, sendo que só a folha de pagamento dos fun­ 
cionários absorve 51.97 da arrecadação do mês, 
"além disso tivemos as seguintes despesas: 2.000. 
000,00 de antecipação de ICMS,1.000.000,00 para a 
Câmara Municipal,482.000,00 de encargos da folha 
de pagamento,87.000,00 de PASEP,99.000,00 do pare~ 
lamento do PASEP,160.000,00 de INSS normal,611.axJ. 
00 referente a 16l! e lH parcelas do INSS,370.CXXJ,a) 
ao INAMPS, 183.000,00 à TELEMS, sobrando um saldo 
de 2.706.000,00 para a Prefeitura saldar dívidas - 
com fornecedores,Postos de Gasolina, fazer a manu­ 
tenção de veículos,mâquinas,equipamentos, entre o~ 
tros encargos e pequenos serviços" informou Abrãao 
e ressaltou: "Não tem jeito de continuarmos assim, 
temos que parar,a Prefeitura vai Administrar a par 
tir de hoje as coisas que lhe carpete e que lhe dt 
zem respeito e com prioridades, como a educaçao, a 
sa~de básica, a conservaçao das vias publicas, es­ 
tradas, a limpeza e coleta de lixo da cidade,enftm 
dar um bom atendimento a comunidade dentro daquilo 
que é obrigação do Poder Pblico" disse o Prefeito, 
que anunciou também novos cortes no funciona!ismo 
para adaptá-lo definitivamente ao Concurso Publico 
Municipal realizado recentemente. 
Abraão destacou tambem saber das dificuldades - 
qe essas decisões vão causar, mas entende goe els 
e faza altamente necessária, muita gente nao va 
compreender porque o nosso povo se acost~mou com a 
Administração de Clientelismo e entende que a Pre 
feitura tem a obrigação de fazer mudanças, trazer 
barro, trazer tijolos, areia, aterrar terrenos, en 
fim, atê fazer casamentos, enterros, nascimentos , 
etc ... ,uma série de coisas que muitos acham que _a 
Prefeitura tem a obrigação de fazer, mas qoe nao 
tem". "Ou nós fazemos uma coisa ou fazemos ou.tra , 
continuou Abraão "eu tenho um compromisso com a 
1 
- d Bel~ Vista que é administrar a cidade 
popu açao e 	. Í 
or quatro anos e trazer benefícios para o Munic - 
~io, vocês, que me ajudaram a chegar ao Jaço Muni- 
l b dis
so e esse clientelismo nao leva a 
cipa , sa em 
luar nenhum" enfatizou Zacarias, que ainda citou 
_ g 1 de pedidos considerados absurdos ,· 
varios exemp os 	. 
desde carros para viagens ate pagamento de contas 
particulares e passagens para visita de parentes 
cm outras cidades. 
otVIDAS E EX!ECUÇÕES 
feitura,o Vice- Pre "por isso esua forma da Prefeitura sem 
feito ydney Nunes de administrar, de minha autorização 
Leite também par ici cli·nelismo e de fa prévia, sob pe-- 
pou. Abraão iniciou vores, tem que aca - na de nos ser - 
suas palavras dizendo bar hoje, nenhum fun mos tachados de 
ser necessário que - cionário, nenhum Se irresponsáveis e 
todos saibam d s di- cretário, tem au de não pagarmos 
ficuldados enfrenta- toaia para fazer - as contas" as inalou 
das pela Prefeitura compras em nonc_ Araão Zacarias. 
dovido a escasses e zer no entanto que a Prefettara vnal deIxar o 
dificuldades de se povo entrezoe a própria sorte, "vamos aten­ 
con::;cguir recursos , der sim os casos em que a Interferência do Poder P 
blIco se fazer necesirfa, como transportar m doen 
te, socorrer a quem estiver realmente precisando 
etc ... fora disso a PrefeItara va! caldar das obr!­ 
ações que lhe competem", para isso o Prefeito de 
termino, até mesmo o fim das listas de pedidos qe 
normalmente eram feitas na Secretar1a Mnfcfpal de 
Obras para serem atendidas por aquela autnrquln. 
L'm exemplo da seriedade adminfstratfva e da con­ 
tenção de despesas exigidas pelo Prefeito Municipal 
na reanfão com seus mais diretos Assessores fico 
claro nas as determinações: "Daqui para frente , 
quando estragar uma máqafna, oo um caminhão, só va­ 
mos comprar as peças quando tivermos o dinheiro d1s 
pon!vel e assim mesmo depois de procur,,r o melhor - 
preço, se for necessário que pare n m5qulnn ou o 
veículo por dois,três dias ou nnJa tempo, nlnguln 
vai morrer por causa disso, caso contrário vamos to 
dos passar por maus pagadores, voeis porque compra: 
ram e eu porque nio vou ter dinheiro para pagar" 
acentuou o Prefeito. 
Peças de Jardim que consertou os carros Volksvagem 
da Prefeitura e não recebeu; oul-a dívida da Prefei 
Cura que está executada é referente a patrola que 
eu comprei em minha Administração anterior e paguei 
vinte e seis meses, sobrara vinte e quatro m1eSe - 
para o Sr. Edson Moraes pagar mas ele não pagou se 
quer uma prestação; mais uma execução é da Betumei: 
que forneceu o piche para o Prefeito anterior fazer 
esse asfalto e ele não pagou também; dessa forma é 
fácil administrar, mas eu não penso dessa forma" en 
fatizou Abraão. 
DÉFICIT DE QUASE 28 MILHÕES 
O APOIO DOS COMPANHIEIPOS 
Ob
le~ financeiro que vêm sendo 
Outro grave pr - 	Ab - . 
1 
Administraçao do Prefeito raao - 
enfrentado_pe a dívidas herdadas da Administração 
Zacarias sao as - ses principais Assessores 
t ior na reuniao com u 
an er • d monstrativo dessas contas que 
ele_fez taben o " os cores Mnte1pais e,co 
estao oneran o em1 mu 	- b 
im dindo a realizaçao de oras. e 
sequentemente, pede executar·em sua Administra - 
s:rviços que preteni 
O 
a contenção de gastos não 
çao exigindo com ss 	i 
. " herdamos uma Prefe Cura com va- 
essenciais • _ os _ e saber e Bela Vista 
i 
oes voces tem qu 	. 
r.as execuç'o d@ncias em juízo nós te 
rectss saer def1,% .' «tices e <i@ 
e 9ma cobranca 1e 	·ir i 
• • " _ il oitocentos mil cruze ros rea s , 
quen a e seis m rasque foram mal vendidas e 
oriundos daquelas ter eão contra a Prefeitura 
J,[. nulo: temos execus 
c 'o..z a1 'o» ertava as mãa'as da Prefeity 
da Empresa que cons_ execução da ClJAL, uma A.to 
ra e ganhou a causas 
De posse da contabilidade da Secretaria de Fazen 
da, o Prefeito Abraão Zacarias esclareceu também 
que só de despesas empenhadas e não pagas a Prefei­ 
tura tem hoje um débito de vinte e sete milhões, oi 
tocentos e dezesseis mil e quatrocentos e sessenta­ 
e sete cruzeiros, "isso só de despesas com fornece­ 
dores e parte dos salários pos servidores que ainda 
não receberam o mês de setembro, isso não é brinca­ 
deira e se nós nio tomarmos uma medida séria a par 
tir de hoje não vamos conseguir trabalhar" afirmou- O Vice-Prefeito Sydney Nunes Leite também apoiou 
ele e pediu à todos os seus companheiros que tomem integralmente as determinacÕes do Prefeito Abraão 
consciência da situação e o ajudem a administrar Be Zacarias, segundo ele "muitos tem o hábito de pe­ 
la Vista colocando em prática providências enêrgi: dir, é um vício que tem o nosso povo, como muitos 
cas mas necessárias pois, caso contrário, como bem Outros que existem porque muitas vezes a própria 
disse o Prefeito, "se continuar dessa forma daqui Prefeitura incentiva, a exemplo do cidadão que 
a quatro anos.vamos fazer um balanço da Administra- corta os galhos da árvores, joga na rua, acha que 
cão Abraão Zacarias e vamos ver que não sobra na- a Prefeitura tem que carregar e a Prefeitura car­ 
da"!! Segundo Abraão, "eu poderia deixar como está, rega, isso ê errado, está na Lei, a obrigação é 
ninguém vai me tirar do Gabinete por isso, mas m, a do proprietário, o mesmo acontece com os entulhos 
promisso com Bela Vista não é esse, eu penso sim aã e outros tipos de sujeira" afirmou Sydney leite e 
ministrar B.ela Vista como prometi na minha campanm-;- destacou a necessidade de se veicular nos órgãos 
com austeridade, com companheirismo, não com clien- de Imprensa todas as dívidas e pendências da Pre­ 
telismo e favores, mas sim oferecendo teto para qum feitura Municipal, "o Povo precisa saber disso.ns 
não tem, atender bem a sade, a educação, fazer dre sabemos mas muitas vezes o povão não sabe e as peo­ 
nagem, asfalto nas ruas que estão aí esburacadas ; soas precisam se ~onscientizar dessa situação,po­ 
que não tem mais conserto, adquirir caminhões para is dessa forma irao compreender melhor as medidas 
coleta e tratamento do lixo, concluir a rede de es- que estão sendo tooadas". 
goto que está iniciada e que já _era para estar com MARCOS: NÃO PODERÁ Eli!rSTIR Exx:EÇÕES 
pelo menos uma parte funcionando" este é o ceu com- ·o Presidente da Câmara Municipal,Marcos Elias Ri 
promisso com Bela Vista" enfatizou. 	os da_ Cruz,foi Outro que usou da palavra durante a 
PREFEITURA VAI CUMPRIR SUAS OBRIGAÇÕES reuniao do Prefeito com seus Assessores o Vereador 
--,,	-,,,disse entender que a partir das deter!nações do Pe 
• fito,deve ser ell.ninadas todos os pedidos existe 
tes na Secretaria Municipal de Obras,por exemplo: 
porque senao nos vamos estar dando esperança às 
pessoas d: conseguirem este Ou aquele servico,qu,n- 
1 
do isso nao vai mais acontecer" ,o Presidente da câ 
mara frisou também que não poderão existir nenhum­ 
tipo de excessão,caso contrário corre-se o risco de 
... 1/ ', contentar uns e desagradar muitos,"até mes·co o
3 
• ~ /:::., próprios companheiros podem sentir-se magoados,po 
- .---, is se for atendido um pedido meu,por exe::iplo,o v; 
., eador Israel até vai qerer e a! srsea os 
problemas" ressaltou Marcos Elias. Também o verea 
li
·- l dor F!n;iando Jorge fez uso da palavra e apoiou ;; 
_ == • d ecisao do Prefeito. .., 
+---·ia l . Ao final da reunião que darou qase d,as 
O Prefeito e o seu Vice, Dr. Sydne,que apoio as_horas,Abraão Zacarias foi ta:<:ativo: "A p.'.lI"Cir de hoje 
medidas. 	d 
nao se aten em mais privilégios para ninguéc = 
para meu irmão, mo se compra nada sen dr.!:ia cie'ce=1 
nação, no se atendem ris pedidos de passagens,mdmzas, 
etc ••• Agora, aqelas obrigações da Prefeitura para caa 
cid.3de, can os pequenos produtores, <XIII as Associacões de 
B.-iirros , can as rossas estrad:is , ruas , escolas ,caa sade,e n 
trc o..c:ras, s5o prioridades da nossa hldnistracão, a.tê i:es::ií 
a saída dos carros da Prefeitra precisa ser controladas, 
s.-ilr sô ~--r.c nos ClSOS de necessidade parque o consua:, de 
cobustível é hoje a das maiores despesas que te::os". 
2 
1 
Antes de finalizar Suas palavras aos memoros dn 
Administraçio Municipal, Abraio deixou a palavra 
a disposição de todos e pediu que se sentissem a 
vontade para emitirem suas opiniões, "a Administra 
cão Pblica não te segredos, estamos aqui com ã 
Imprensa falada e escrita e quero que voeis colo 
quem aquilo que pensam a respeito do que estamos 
conversando" disse. 
O Secretário Nélio DiÓrio foi o primeiro a usar 
a palavra, ele concordou com a decisão do Prefeito, 
citou casos em que muitas vezes as pessoas até di­ 
ficultam o trabalho da Secretaria de Obras devido 
ao grande n~mero de pedidos e pressões querendo 
uma coisa ou outra, "é terra, é boeiro, é casca.l.h:,, 
ê brita,é aterro de terreno, enfim,uma série de pe 
didos que nós não podemos atender e com essas medi 
das do Prefeito com certeza até o próprio trabalh; 
da nossa Secretaria será facilitado" enfatizou o 
Secretário que pediu aos seus próprios companhei - 
ros vereadores que não faça.o :nais pedidos nesse 
sentido para evitar descontentamentos. 
"PEDIR f'. UM V1'.CIO DO POVO" 
Abraão Zacarias afirmou ainda: "Ficarei muito or 
gulhoso se passar por esta Prefeitura e ao final d; 
me_mandato deixar minha marca co:no administrar, e 
voces, que sao a mola mestra dessa ad~inistracão,po 
dem me ajudar nisso, alguém vai sair descontente 
com essas medidas, mas amanhã vão nos dar razão". 0 
Prefeito ressaltou que o fim do clientelis::c, co:::o 
ele chama, e dos favores particulares, não qoer di-

rsirro soro 1iiisroRMgl A 
PRIÇI NUM CIRCO PIRI IS CRIINÇIS 
j 
A qrando festa em 
comemoração ao "Dia 
da criança", foi roa 
lizad domingo passa 
do na Praça da Liber 
dade, tendo o Prefei 
to Joé rthur Pi 
queiredo e sua qui­ 
pe colocado à dispo 
sição da petizada 
brinquedos, gulosei­ 
mas e até um palhaço 
foi contrntado para 
nlcgrnr o Mundo In­ 
fantil. 
Naquele logradou­ 
ro público, foi ins 
talada uma barraca 
com o divertido "tou 
ro mecânico", que de 
afia os mais ades 
trados peões p as 
crianças se reveza 
vam na sucessão do 
tombos espetacula­ 
res. 
Para quem não ti 
nha vocação para gT 
nete, o jeito era 
dar cambalhotas na 
"Bolha de Ar", ambos 
brinquedos trazidos 
pelo Empresário Kle 
bera convite do Che 
fedo Executivo lo 
cal. 	- 
PALHAÇO "PIMPO" 
Enquanto isso o 
engraçadíssimo palhaço 
"Pimpão" levava os 
baixinhos e baixi­ 
nhas ao delírio com 
suas brincadeiras 
que arrancavam garga 
lhadas também dos­ 
adultos que acompa­ 
nhavam os filhos. 
Para que o "Cir 
co" ficasse comple - 
to, José Arthur e a 
1a Dama Dra. Vera Lu 
eia, acharam por "bem 
fazer algo mais pe 
las nossas crianças, 
que são ·carentes de 
um autêntico âia de 
lazer. Através de um 
árduo trabalho que 
desenvolveram com 
sua equipe, nas de 
pendências da "Vaca­ 
Mecãnica", que pro 
duz diariamente mais 
de mil litros de lei 
te soja, prepararam­ 
seis mil sanduíches 
lhot dog), doze mil 
_geladinhos, hum mil 
(FIRMINO DI. 1kk0) 
e quinhentos litros 
de suco e nada menos 
qu • cem kilos do pi­ 
pocas, pois quatro 
pipoqueiros ficaram 
com seus carrinhos à 
disposição das criar 
ças. 
IRINQUEDOS NA PERI­ 
FERIA 
Falando à reporta 
gem, o mandatário Mu 
nicipal disse que G 
comemoração ao "Dia 
da Criança" não es­ 
tava resumida naque 
la atracão pública 
pois juntamente com 
sua esposa adqui­ 
riram grande quanti­ 
dade de brinquedos , 
que serão distribui 
dos de porta-em- por 
ta na periferia, pa 
Ao centenas de 
crianças que compare 
cerarn à Praça da LI­ 
herdade, brincaram, 
beberam e comeram 
até a barriga fazer 
"cuic"I e seus pais 
não tinham palavras 1 
para agradecer José 
lrthur que esteve Prefeito José J.rthur e o Palhaço "Pimpão", 
presente e misturou- no meio das crianças. 
se no meio da guriza 
da que viviam um dia 
inesquecível. 
ra as crianças mais 
carentes, que já fo­ 
ram devidamente ca 
dastradas pela Secr~ 
taria de Promoção So 
cial. 
Na parte da 
de, todavia, o 
tar 
som 
foi desligado e a mú 
sica paralizada, o 
comunicado oficial 
sobre o falecimcn- 
to do grande Ex- 
Prefeito Darci 
Bigaton. 
~==-============== 
Em Tempo de Crise o Melhor 
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Dia 23 de Outubro/ 1993 
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MARIA 100 RC MEC; RECEITA FEDERAL; CENTRO SA0DE DE BELA VISTA; CENTRO SAODE MUNI 
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morrer de dor na Consciência 
·-1 
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B 	o 
• 1-( 
-- -----~- ---- 
NOTAS E INFORMA(CÃES ARR02 INTEGRAL 
1 
9EMA_NA ILL.IANS - O Piloto brasileiro Airon sena, depois de! 
v,irio:; anon de> namoro, fin,,lm(•nlc .,~rnlr.0u <.:O .tr<1 o pdril c0rr ... rj 
ela equipe Willian a temporada 94/95 de fórmula 1. O piloto 
assinou contrato por dois anos com a nova equipe e pretende - 
J níci_a~ o:, tcotcn j.í no próximo rr.êé, de d0zc1bro. Oi;. doin úl ti-1 
mo GPS deste ano, Japão dia 24 deste mês e Austrália dia 07 
de novembro, terão clima de despedida da Mclaren para Sena,ele 
º_!itilr<.1 sendo· v~nlo pela llltirna vez no cilrro vcrnclho preto 1 
que lhe deu tron tltuloa rnundiaio. 
FLAMENGO, SÃO PAULO, GRÉMIO E CRUZEIRO - O Flamengo com uma. 
derrota (OXl) e uma vitória ()Xl), contra o Olímpia-PA, o São 
Pnul~ com duan vitorias contra o Independente-AG (2X0 e lXOJ , 
o Grcmio com uma derrota e uma vit6ria contra o Pcnharol - UR 
(OXl e 2XO) e o Cruzeiro de Belo Horizonte com l vit6ria con 
tra o Colo-Colo do Chile e 1 empate (GXl e 3X3), são os times 
braoiloiros qu~ se classificaram para a segunda fase da super­ 
copa dos campcocs da taça libertadores da América, o Santos é 
o primeiro time brasileiro a ser dcsclassificac'lo da corrpcticão 
(pelo. Nacional do Modelin-CO), empatou cm Santos-SP e perdeu - 
na volta cm Medclin. 
DRIG/DA GAÚCHA CHEGA O "CACETETE" NOS URUGUAIOS - Uma cena la 
mcntavel para o futebol foi mostrada pela televisão para todo ' 
o Brasil nesta quinta-feira no final do jogo entre o Grêmio de 
Porto Alegre e o Pcnharol do Uruguai, no Estádio do Grêmio. Ou 
rante o jogo os jogadores Uruguaios catimbaram o tempo todo e 
desferiram pontapés para todos os lados, quatro jogadores de 
cada time foram expulsos e ao final, após cercarem o árbitro-, 
Colombiano, o tal de Rota Rota Lopes, foi a vez da brigada Gaú 
cha entrar em campo e distribuir cacetadas nos "nervosinhos" = 
jogadores Uruguaios que na correiria erraram até o túnel de 
acesso aos vestiários, além de desclassificados, ainda senti 
ram o gosto da "borracha" brasileira.	- 
CORINGÃO e LIDER DO BRASILEIRO - o Corinthians de Mario Sergio 
e a grande sensaçao do campeonato brasileiro deste ano, a equi 
pe está invicta na competição e mesmo contando com a sorte e 
até com ajuda das arbitragens, como no jogo contra a Bahia 
quando ganhou um pênalti inexistente em Viola. O Coringão faz 
por merecer a liderança do campeonato, tendo no conjunto, na 
garra de seus jogadores e na habilidade de seus atacantes as 
suas maiores armas. O são Paulo aue o diga. 
NETO ESTRÉIA NA COLÔMBIA - O Ex-Corinthiano Neto estreou domin 
go passado no Milionarios da Colômbia em jogo que teve empate­ 
de zero a zero com o Atlético Nacional. Neto foi elogiado pela 
Imprensa Colombiana que gostou da estréia do Brasileiro. 
M.1Rl.DONA PODE SER VETADO NA AUSTRÁLIA- O Jogador Argentino - 
Diego Armando Maradona, que voltou recentemente ao futebol, po 
de ser impedido pelas Autoridades Australianas de participar - 
do jogo entre a Argentina e a Austrália, em Sidney, dia 31, pe 
la repescagem das eliminatórias que vale uma vaga para a Copa 
do Mundo de 94. Acontece que o País não dá visto de entrada pa 
ra pessoas que já tiveram problemas judiciais por consumo dei 
drogas. Pobre Dieguito, depois dos escândalos de Nápolis e Bue 
nos Aires,ainda tem que passar por mais essa,ser impedido de 
ajudar a sua Seleção a conquistar urna vaga para a Copa. 
INFLAÇÃO DIFÍCIL DE COMBATER - Segundo estudos do Fundo Monetá­ 
rio Internacional - FMI - publicado na grande Imprensa Mundial, 
os casos de inflação crônica, como a do Brasil, são mais se­ 
rios e ainda mais difíceis de serem combatidos do que até mes 
mo a hiperinflacão. O estudo destaca ainda q~e atê hoje as in­ 
flações crônicas so foram controladas por meio de reformas fis 
cais e estruturais drásticas. A esperança agora é que a propa­ 
lada e polêmica revisão constituicional oferece essas condi 
ções e esperar a eficiencia do Ministro Fernando Henrique Car­ 
doso, caso contrário, estamos rodados. 
ULYSSES OFICIALMENTE MORTO - Depois de uma ano, a Justiça Bra 
sileira reconheceu oficialmente a morte do Deputado Ulisses­ 
Guimarães, que desapareceu no dia 12 de outubro do ano passado, 
quando 
O 
helicóptero em que viajava com sua mulher Dona Mora , 
o Ex-Senador severo Gomes e sua mulher Dona Henriqueta e o Pi­ 
loto Jorge Comeratto caiu nas águas de Parati, Estado do Rio 
de Janeiro. com o reconhecimento da morte do Dr. o;y7
ses os en 
teados do Deputado poderao requerer o atestado de obito e ini­ 
ciar o processo para o recebimento da herança. 
COLLOR DEPUTADO FEDERAL - Vejam só essa, até mesmo o Presiden­ 
te Nacional do PT, Luis Inácio Lula da Silva, não tem düvidas, 
Fernando Collor de Melo será eleito Deputado Federal se o Su­ 
premo Tribunal Federal não confirmar a suspensao dos seus di­ 
reitos políticos. "Quem foi Presidente tem voto em qualquer lu 
gar do Pais" diz Lula. _ 
PRESIDENTE DA CMARA TROCA DE PARTIDO - A política Pernambuca- 
t Ovoc
ando uma verdadeira reviravolta na Mesa Diretora 
na es a pr 	'd t I - • d. 1° • 
da Câmara dos Deputados, o Presilen:e nocencio le O..iveira de 
verá trocar o PFL pelo_PP, para compor uma chapa com Miguel Ar 
raes do PSB. O Secretário Wilson Campos deixa o PMDB e vai Pa 
ra o PSDB e como resultado os dois maiores partidos na Camara 
(PMDB e PFL), ficam sem representacao na Mesa Diretora, em com 
P
ensa ão Miguel Arraes computará as forcas de Inocêncio de 0li 
. e d segundo Vice-Presidente da Camara Fernando Lyra, em 
veira e o s 	• mb , 
sua caminhada de volta ao Governo Perna ucano. 
DE 100 O F
OSCA DA INSPIRAÇÃO - O Fusca da Ex-Namorada do 
STRU 	f ' d t • d • d te d. - 
Presidente Itamar Franco oi destruado em ac1dent le transito 
<
1
5 o motorista da residência Oficial do Senado bateu 
em Brasi 1a, árvore. Lisle Lucena, filha do Presidente do Sena 
g,carro "cena, está desconsolada com a destruição do fus- 
0
.H~ert . spirou 
O pedido do Presidente para que a Autolati 
quina que ina produção do carrinho. 	- 
na retomasse 
SANTA ROSA 
fo alimento mais doador de vida e saúde. Não e apenas 
' um alimento. f um remédio cpaz do salvar vidas. 
Tão completo é, que o macrobiótico:s fazem dele 60% de 
seu regime. f o arroz bruto, do qual somente foi retirada 
a dura casca de celulose. Conserva, pois a pardacenta cu­ 
ticula, onde estão todas as suas virtude. ARROZ INTEGRAL. 
~ VIDA e SAODE. Deve fazer parte de 
alimentação. Use e cc:aprove. Vida 
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LTDA 
(ANEXO JO POSTO NACIONAL)

J0MM, TRIHUNA IA FRONTEIRA - DIÁRIO REGIONAL 
BELA VISTA, 19 DE OUTUBRO DE 1993 
PGT. - 0 
P E DR IS Q U E- R O LI M 
A CHEGADA DE GENTIL - CAPÍTULO XVIII 
• • • 
Foi o início do Apocalipse. 
No dia sequinte, os morado­ 
re mais antigos, repetiam his 
tór ias do passado, quando os 
pioneiros desbravaram as matas 
da fronteira. Faziam compara­ 
çóes, alquns até lembravam da 
guerra do Praquai, quando os 
valentes querreiros quaranis in 
cursionavam entre as tropas bra 
si1eiras, semeando terror e mor 
tes, 
O Hospital estava lotado.Mui 
tos feridos. 
O Joãd "Papa Defuntos" arria 
e como sorria! vários cadáve 
res, os enterrou de todos eles 
ser iam pagos polo D.Aragonês - "um 
santo homem", 
João contava, quando fatura­ 
ria. Fazia a conta cm dólares. 
Não houve explicações, nem 
mesmo a Polícia conseguiu obter 
dos feridos a informação corre­ 
ta, os dados precisos. Ninguém 
sabia explicar. Nem Aragonês,ou 
Pablo. 
Um grupo havia atacado as ins 
talações da Fronteira Empreendi 
mentas, a fábrica e a usina, no 
Nharão. 
Os vigias, todos eles, foram 
mortos, o pessoal da segurança, 
a maioria estava dormindo nos 
alojamentos, acordaram com oba 
rulho dos tiros e bombas (ou era 
granadas?) explodindo. 
Dos 40 homens que estavam no 
local, dez foram parar no hospi 
tal, dois desapareceram, foram­ 
encontrados dez corpos, sobrevi 
veram ao massacre 18 homens. AS 
instalações, quase todas, foram 
destruídas. 
Os sobreviventes não soube­ 
ram explicar, "lutamos contra 
fantasmas" - dizia um deles. 
- Quando começou a batalha , 
pedi calma para o pessoal, mas 
era tiros de todos os lados, ex 
plosões, nossa gente se apavo - 
rou. Explicava Tibürcio para 
Aragonês. 
- Quantos eram? 
- Não sei chefe, a energia 
elétrica foi cortada, ficou es­ 
curo, a noite foi iluminada pe 
las chamas dos incêndios e cla­ 
rões das balas e foguetes. 
- Foguetes? , 
- Acho que sim. Nem sei. 
Aragonês ficou pensando.Quem 
poderia ter atacado? Quem? A po 
licia não era, será que os Fede 
rais descobriram tudo? Muitas­ 
dúvidas. Teria que tomar provi­ 
dencias, tudo aquilo não fazia 
sentido. Precisava descobrir 
quem eram os homens. Perguntas. 
Enquanto isto, no hotel do Tão 
Rudel, tranquilamente, tomava' 
um tereré com o Paco, vigia do 
hotel. 
Não prestava atenção às 
vras de Paco, lembrava-se 
noite anterior, ou melhor, 
madrugada. 
fora mais fácil do que pensa 
va. Os homens de Aragonê:;, .:>5 
traficantes, eram café pequeno, 
quando enfrentavam homens de 
verdade borravam às calças. 
Deixara o fusca à alguns me 
tros da fábrica, caíra como um 
raio no meio da tempestade, eli 
minando os três vigias com mui= 
ta facilidade, até o do portão 
principal, depois foi só desli­ 
qar a energia elétrica, procu 
rar o achar o depósito de munI 
ções, informação cedida gentil= 
mente por um dos bandidos, de 
pois de cortar-lhe uma das ore= 
lhas e posteriormente mandado-o 
para o inferno. E semear o páni 
co. Algumas granadas, gasolina­ 
esparramada por todos os cantos, 
fogo, tiros certeiros nos que 
tentavam reagir e para coroar o 
trabalho, a prisão de dois bali 
vianos. Estavam muito bem guar­ 
dados, no meio da mata, amarra­ 
dos, depois conversaria coa eles 
a respeito de Aragonês (Radamés). 
Quanto aos feridos no hospi­ 
tal, com certeza seriam manda­ 
dos embora de Arroio. Se esca 
passem. Mas se encarregaria de 
que voltassem de onde vieram 
dentro de caixões. Com certeza. 
- Então, Sr.Alcântara, pre­ 
tende ir embora? 
- Isso mesmo, Paco, dentro 
de três dias quero voltar para 
São Paulo, estou no final de 
meu trabalho. Vendi bastante ggurs 
em Arroio. 
pala 
a3 
da 
Elmo estava abismado. O mas 
sacro dos funcionários da Fron­ 
. teira Empreendimentos deixou - o 
aturdido. 
- Por essa não esperava.Quem 
atacou e porquê? 
O jovem promotor tinha todas 
as fichas na mão, sorte grande, 
pronto para denunciar toda a 
quadrilha, precisava fazer ajo 
gada certa. Conversara com Rosa, 
com muito tato, inteligência , 
descobrira que.o empresãrio,que 
rido na cidade,era um dos che­ 
fes do narcotráfico, RADAMÉS LA 
DEIRA, Rosa contara - lhe tudo, 
apesar de estar meio dopada, fa 
lou tudo e mais um pouco. Disse 
a Elmo que estava com medo, ti­ 
nha certeza de que o chefe e 
amante queria matá-.la, percebe­ 
ra isso, não só ela, mas também 
a Pablo. Os dois estavam marca 
dos para morrer. 
- Quem atacou a fábrica? 
Isso ela não sabia, Aragonês 
pelo primeira vez demonstrara - 
pânico, fora um ataque iner;pcr_Q 
do, não fora a Polícia, nem on 
Federais, nem quadrilhas rivais. 
Que garantia Elr.lo poderia cbr 
a ela? 
- Fique tranquila, depois de 
tudo resolvido vamos estudar o 
seu caso, na verdade você não 
passa de um instrumento.Ele usa 
você. 
Depois do expediente Elmo 
procurou alguns policiais de 
Arroio, soldados da Polícia Mi­ 
litar, falou com um deles,o Sar 
~ento Peres, de confiança, pe­ 
diu-lhe que ficasse nas imedia 
r,ões do hotel e protegesse Rosa~ 
O sargento ficou sabendo de to­ 
da a história, foi difícil fa 
zê-lo acreditar. 	- 
- Mas o Dr. Aragonês? 
- Isso mesmo Sargento. 
~ assim que agem os trafican 
tes cm todas as cidades, sobre= 
tudo os chefes, integrados à co 
munidade, pessoas tidas e havidas 
como respeitáveis, semeando a 
dor, a maldade e o desespero. 
?Tão despertam suspeitas.Até que 
alguém tira-lhes o véu e o que 
Ee vê: o Mal personificado. 
Não há meios termos, o bem é 
o bem, o mal é o mal. O certo é 
o certo, o errado, é o errado. 
Sociedade que procura justifi - 
caro que é errado, o que não é 
certo, desagrega-se. 
Rudel ligou para Tupã. Lá mo 
rava o seu velho amigo Gentil , 
ex-policial da Divisão de Comba 
te ao Narcotráfico, aposentado, 
proprietário de uma lanchonete, 
pescador nas horas vagas e gran 
de contador de.histórias. - 
- Vou espera-lo quinta-fira. 
Temos grandes pescarias pela 
frente. 
Chamara Gentil para ajuda-lo, 
eram da mesma escola, o mesmo 
em+ilo, Gentil também não fazia 
prisioneiros,no aostava de CA 
'eia o tinha nojo de rafican­ 
tes, mais ainda após um des 
es vampiros levar sua neta a 
±oro transformando-a numa vi- 
, - 	r • ,. 
ciada, atê que o sucidio tora o 
melhor caminho. 
Lógico que Gentil estava pa 
to. Mais do que pron o, 
Na quinta feira ele chegou, 
Inspetor da cia de Seguros, pa­ 
ra verificar os ncg6cios f0itoa 
em Arroio. 
- Mas Pablo, quem está aqin­ 
do contra nós em Arroio? o ata 
que não se-justifica. - 
- Chefe, tentei de tudo,falei 
com vários policiais,mandei in 
vestigar em todas as cidades da 
região, não há pistas, parece 
que foram fantasmas que nos ata 
caram. 
- Não existe fantasmas .•. 
- Falei por falar. E têm ris, 
descobri que o Promotor estása 
bendo demais, mais do que o se= 
nhor imagina, parece-me que ele 
descobriu todas as nossas ativi 
dades, tem alguns policiais mi= 
litares agindo na cidade, fazen 
do perguntas. Não é só o Premo= 
tor. 
- Vamos ter de normalizar a 
situação. Um arrastão. Temos de 
agir rápidos, quando chegará a 
nova turma? 
- Amanhã. 
- Corte todas as ligações da 
cidade com o resto do Pais,todrs 
Pablo,todas,e vamos agir a ma 
neira colombiana. 
- Ataque em massa? 
- Sim,começaremos pelo Promo 
tor, alguns policiais, todas as 
pessoas ligadas a ele terão de 
morrer. Todas. Faça um levanta­ 
mento. Completo. Minucioso. 
- Chefe, Rosa ... 
Já sei. Não sou bobo Pa­ 
blo. Prenda Rosa. 
Observação: A Série PEDRAS QUE ROLAM será publicada em livro, 
em Dezembro, os demais capítulos, finais, não serão mais publicados - 
neste.Jornal, reserve com antecendência o seu exemplar. 
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Edital de Proclamas 
r'o - oficial do car:rio do Rqistre­ 
S, faz saber as quantos o pro 
s vir m, + protendr se c sar e apre­ 
exiqidos p lo Art. l0 do Código civil 
1-II-III e IV : 
JOIO ANDRÉ PAREDES SANCHEZ e CELA MARIA CRISTAL.DO GONÇALVES, 
brasileiros, oleiros, residentes e domiciliados nesta cidade , 
ele campeiro, filho de Juan Sanches Arquelho e Dona Elisa Pare­ 
des Lopes. Fla, e udan e, filha de Knqelo Gonçalves e Dona Rosa 
Cristaldo Gaete. Se alguém souber de alqum impedimento que $e 
oponha na forma da lei. Bela Vista-Ms, l4 de outubro de 1993. 
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.. ANTONIO M/HCOS GARCIA ARCE e MARIA CLEIDE AANDA VICTOR, arbos 
brasileiros, solteiros, domiciliados residentes nesta cidade , 
el comerciário, filho do Danázio Arce e Darcy Garcia Arce, ela 
protética, filha de Oliveira Victor Iracema Aranda. se alqucm­ 
soubcr de algum impedimento, que se oponha na forma da Lei. bela 
Vis a, 07 de outubro de 1993. 
+ EM1LIO CORREA MARECO E MARIA ERONILDA RECALDE , ambos brasi­ 
leiros, solteiros, residentes e domlciliadou nesta cidade, ele 
trabalhador rural, filho de Marcondcs Mareco e de dona T~r ·za 
Correa Mareco, ela estudante, filha de Melciadcs Recalde e d do 
na Tomázia Zavala Recalde. Se alguém souber de algum ir.1pedimcnto 
que se oponha na forma da lei. Bela Vísta-MS, 15 de outubro de 
1993. 
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Nos dias 06 e 
07 PP., o Prefeito A 
braio Armoa Zacarias 
esteve na Capital Fe 
deral, Brasília, mar 
tendo contatos com 
os parlamentares Sul 
ma t0grossenses Depu­ 
tados Federais e Se 
nador·s e visitou a] 
qun Ministérios, en 
tre ele os da Ação 
Social e da Aqricul­ 
tura, ond viabili - 
zou a execução de im 
portantes obras em 
nossa cidade, como 
a construção de mais 
200 casas populares­ 
e tres poços artesia 
nos. 
O Prefeito Dela 
vistense foi ao Mi 
nistério da Ação SÕ 
cial acompanhado do 
Senador Wilson Barbo 
sa Martins e após 
colocar ao Ministro­ 
Jutahy Magalhães o 
grave Problema So 
cial representado pe 
lo déficit habitacio 
nal existente em Be 
la Vista, principal= 
mente com relação às 
famílias de menor po 
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a (mendas. ao Orçamento da União 
Garantem liras para Bela Vista 
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der aquiuitivo, A 
braão viabilizou a 
construção de mais - 
200 casas populares­ 
em nossa cidade,para 
isso já foi assinado 
pelo Prefeito o Con­ 
vênio entre a Prcfei 
tura Municipal de B@ 
la Vista e o Ministe 
rio da Ação Socia1 
De acordo com o 
Convênio o Governo 
Federal cede os mate 
riais e a Prefeitura 
em contra partida , 
entra com o terreno 
e a mão-de-obra ne 
cessária, 
A respeito do 
Convênio para a cons 
trução das casas,que 
serão destinadas à 
familias de baixa 
renda e construídas­ 
em regime de mutirão 
o Prefeito Abraão ex 
plicou que o início= 
das obras dependerão 
agora da publicação­ 
do Convênio no Diá 
rio Oficial da UniãÕ 
e da Liberação de 
verbas pelo Ministé­ 
rio da Ação Social , 
"acreditamos que den 
Durante a sua viagem à Bra 
sília na semana passada, o Pre­ 
feito Abraão Zacarias manteve 
contatos com todos os parlamen­ 
tares sul-matogrossenses, entre 
deputados federais e senadores, 
o objetivo do Prefeito era con­ 
seguir junto aos representantes 
do Estado no Congresso Nacional 
a inclusão de emendas ao orça­ 
mento da União para o próximo a 
no com vistas a garantir recur­ 
sos para a execução de importan 
tes obras em vários setores da 
Administração Municipal. 
Mais uma vez, graças ao 
seu prestígio político e perfei 
to entrosamento com os parlamen 
tares sul-matogrossenses, o Pre 
feito belavistense obteve êxitÕ 
tro dos próximos me 
ses poderemos dar i­ 
nício à construção - 
das casas que, soma 
das com outras duzen 
tao unidades residen 
ciais já conveniadas­ 
com o Governo do Es­ 
tado, praticamente 
vão zerar o déficit 
habitacional em Bela 
Vista" destacou o 
Prefeito, mostrando­ 
se satisfeito pois 
essas obras represen 
tam o cumprimento de 
mais um compromisso­ 
de sua campanha no 
que diz respeito ao 
setor habitacional - 
em nossa cidade. 
CONSTRUÇÃO DE 
TRES POÇOS ARTESIA 
NOS 
Junto ao Secre­ 
tário Executivo do 
Ministério da Agri 
cultura o Prefeito= 
Belavistense assinou 
convênio para a cons 
trução de tres poços 
artesianos em nossa 
cidade e que em mui­ 
to irão beneficiar - 
as comunidades do 
em sua investida, junto aos re 
presentantes do Estado no Governo 
Abraão conseguiu que cada um 
incluisse uma emenda ao projeto 
de Lei orçamentária para o ano 
de 1994 do Governo Federal, com 
isso ficam assegurados recursos 
para a execução e conclusão de 
importantes obras para Bela Vis 
ta. 	- 
Abaixo rel°acionarnos as o 
bras pretendidas pelo Prefeito, 
os setores a serem beneficiados 
e as justificativas do Prefeito 
apresentadas à Comissão Mista - 
de Planos, Orçamentos Públicos­ 
e Fiscalização do Congresso Na­ 
cional, que acatou as emendas 
ao orçamento de 94. 
1- IMPLANTAÇÃO DE DRENAGEM DE VIAS URBANAS NO SETOR NORTE - "O setor Norte 
de Bela Vista, que compreende os Bairros Nova Bela Vista, Previsul, Jardim 
Boa Vista e Adjacências, é ma região desprovida de investimentos infra-estru 
turais, sendo que parcela significativa da população ali residente são pes­ 
soas carentes que ganham pouco mais de um salário mínimo por·mes. A população 
desta área vive sem as mínimas condições de bem-estar, pois as ruas encontram 
se com imensas valas onde alojam-se insetos e animais nocivos à Sade, conta­ 
minando principalmente as crianças que brincam nas ruas". 
2- INFRA-ESTRUTURA HÍDRICA NA SEDE URBANA (TUBOS DE CONCRETO/DRENOS) - " O 
crescimento dcmogrâflcd acelerado gerou um enorme déficit por obras pblicas­ 
em Bela Vbca, em especial no que diz respeito a obras de infra-estrutura hí 
drica na área urbana do município, que encontra-se em Estado calamitoso, com 
água servidas (esgotos) a céu aberto e uma infinidade de valas e buracos que 
tomam conta das ruas e avenidas "; 
3- CONSTRUÇÃO DA ESCOLA AGR!COLA DE BELA VISTA - "A preocupação da administra 
,;ão p.:;blica Nunlcip1il com a educação de suas crianças ultrapassa as barreiras 
do ensino regular básico, por isso estamos solicitando a construção da Escola 
Agrícola de 1g Grao com o objetivo de formar têcnicos especializados em desem 
pen7har atividades agropecuárias"; 	- 
4- CONSTRUÇÃO DE UNIDADE KISTA DE SADE - "A falta de um local apropriado pa- 
ra o atendimento médico-hospitalar em Bela Vista causa uma infinidade de 
transtornos a população local que é obrigada a errfrentar a superlotação do 
Hospital e dos Postos de sa.::de existentes nas imediações ou até a remoção p~ 
ra as cidades mais próximas ou para a Capital do Estado, por isso, faz-se ne­ 
cess:iria a construção de uma Unidade Mista de_ sa.::de". 
5- CONSTRUÇÃO DO TERMI.NAL DE PASSAGEIROS (RODOVIÃRIA) - Devido a sua localiza 
~ão na Fronteira com o Paraguai o n.::mero de pessoas que transitam por Bela 
Vista é imenso, no entanto, o Município não dispõe de terminal de passageiros 
hoje este serviço é realizado em uma lojinha sem as mínimas condições de ofe­ 
recer conforto e higiene aos que por ali passam"; 
6- RECUPEfüÇ.ÃO DA RODOVIA BENTO GONÇALVES/KOIIJOLINHO - "A não conservação de 
rodovias causn sérios problemas, pois dificulta o escoamento da produção' lo 
cal bem como a integração Municipal, alêm de causar acidentes, alguns fatais: 
Com ÍntuÍto de amenizar esta situação estamos solicitando a recuperação 
da rodovl:i. !lento Gonçalves/Monjolinho"; 
7- INFRA-ESTRUTURA URBANA NOS BAIRROS COSTA E SILVA E SANTO ANTONIO - .Bela 
Distrito de " Dama­ 
cu& ", Nossa Senhora 
de Fátima e o Hiospi­ 
tal São Vicente de 
Paula, locais esses 
que há tempos so­ 
frem com o problema­ 
da falta dgua de 
boa qualidade e, no 
caso do Hospital,com 
os altos custos e di 
ficuldades de paga 
mento. 
A construção dos 
poços artesianos nos 
Distritos de" Dama­ 
cu@ " e Nossa Senho­ 
ra de Fátima - "Nun 
ca-Te-Vi", é uma an 
tiga reivindicação= 
dessas duas comunida 
des, assim como nÕ 
Hospital são Vicente 
de Paula, alguns Ve­ 
readores, como o Pre 
sidente da Câmara Mu 
nicipal Marcos Elias 
Rios da Cruz e Fer 
nando Jorge de Bar 
ros, por várias ve 
zes reivindicaram es 
sa obra junto aos DR 
retores da Fundação= 
Nacional de Saúde 
mas até o momento e 
la não havia sidÕ 
viabilizada, sonsi 
vel ao problema e r@ 
' conhecendo a grande 
necessidade o Prefei 
to Abraão Zacarias ã 
proveitou sua via 
gem à Brasília para 
pleitear a obra, ob 
tendo um resultado= 
a·ltamente positivo , 
com isso o sonhado 
Poço Artesiano para 
atender as comunida- 
des do "Damacuê",Nun ======( A.I.P.M.)=== 
::::::::::::::::::::::::::::::E::::::::::::::::.5::::::::::::E::::::::::7: 
ca-Te-Vi" s Hospital 
São Vicente de Paula 
será uma realidade - 
dentro da administra 
cão Novos Tempos, cu 
jas obras deverão se 
rem iniciadas tãÕ 
logo seja feita a li 
beração dos recursos 
pelo Ministério da 
Agricultura, segundo 
informou Abraão. 
Vlsta apresentou nos .:;ltimos anos elevado processo demográfico e urbano, &! 
rando uma demanda por equipamentos infra-estruturais, fato este que pode ser 
constatado nos Bairros Costa e Silva e Santo Antonio, onde não existem obras 
de drenagem de águas pluviais e pavimentação de vias urbanas"; 
8- C~IZAÇÃO E URBANIZAÇÃO DO CÓRREGO DOS VOLUNTÁRIOS -" O Córrego dos Vo­ 
luntarion em Bela Vista corta a cidade de ponta a ponta, gerando sérios pro 
blemas, como o transbordamento e inundações de prédios comerciais e residen: 
ciais, no entanto, a sit~ação torna-se calamitosa em épocas de chuva, quan­ 
do aumenta o volume das aguas. Visando solucionar a situação vigente estamos 
solicitando a realizaçao de obras de canalizaçao e regularização deste córre 
go"; 
9: IMPLANTAÇÃO DE RODOVIA DE ACESSO À_ REGIÃO DA MARGARIDA - "As longas dls­ 
tancias percorridas em estradas de chao em Bela Vista são incalculáveis, f! 
to este que acarreta serios problemas, pois nem sempre a produção chega a 
seu lugar de destino na data prevista, sem contar os acidentes provocados pe 
la falta de sinalizaçao e pela poeira, fazendo-se necessária a implantação: 
da Rodovia de acesso a regiao da Marga!ida"; 
10- ELETRIFICAÇÃO R~ NOS DISTRITOS NOSSA SENHORA DE FÁTIMA E ITA- " coo 
forma de evitar a evasao rural fix:ndo o homem no campo, faz-se necessária a 
implantaç~o da rede de eletrificaçao rural nos Distritos Nossa Senhora de Fá 
tima e Ita. Oferecendo com isso melh~res condições de vida aos moradores, fa 
cilitando o beneficiamento da produçao, bem como a impl t • d - i - 
cas agropecuárias"; 	emen açao as tecn - 
11- CONSTRUÇÃO E EQUIPAMENTO DO HEMOCENTRO - " Bela Vi t - { 1 
tuado em área de fronteira com a Rep.:;blica do Parag ais a e um Munic pio s_ 
d d 
u e apresenta uma cres- 
cente emana por equipamentos sociais em especi.E.l d 
d - 	• ' 	e sangue e hemoderiva - 
os, sitaaçao esta que esta provocando grande preoc, - - - ,1 
devido ao risco de contaminação"; 	'opaçao a populaçao loca 
12- INFRA-ESTRUTURA URBANA E SANEAMENTo BÃSICO (DRENAGEM E 
Localizada às margens do Rio Apa, divisa do Estado d Ma PAVIMENTAÇÃO) 
a Rep.:;blica do Paraguai, o Município de Bela Vista e to Grosso do Sul coo 
nos elevado creseteno os1atona1, serado a 4Zjj,os nos 1rt=os 2 
em todos os setores da Administração Municipal por obras publicas 
i f 
_ . • , no entanto o probl q e 
mas a lige a populaçao e a falta de obras de inf ' ema u 
- 	ra-estratara 'b, v 
ria a oferecer melhores condiçoes de vida a comunidade'. urnana, que ·z 
13- CONSTRUÇÃO DE MATADOURO - "A Pecuária em Bela v·i • 
-- ·. d 	.- 	.sta tem papel de s,ea Lc 
portanc a para o esenvolvimento economico do M Le{n, 	uu - 
6a das Principais fontes de renda, no entane """,j?·_destacando-se coco 
i d 
' . , ao spoe de n h 1 cal 
apropr a o para o abate de animais fazendo-se • en um o 
d 
' necessario a - de 
um mato ouro de forma a evitar O abate clandesti .. construçao 
. • 	no e a evasao rural"; 
14- CONSTRUÇÃO DE HABITAÇÃO POPULAR NA ZONA URBANA - " - 
nal ocorrida nos .:;ltimos anos, oriunda em gra d • A expansao populacio 
i b 
n e parte da inir.- d, ra 
gua..os em usca de emprego e melhores rendas 	o~açao e pa; 
ctonal e Bela Vista, visando solctonar ,'Sf"?"" tenso aéftelt hab!tu 
_ - 	e pro ema faz s La a 
construçao de casas populares, sendo imprescindí 
1 
- e necessar 
ve o apoio da União": 
. 15- COKPLElIDITAÇÃO DA REDE DE COLETA E TRATAMENTO DE 	' 
de llela Vista apresenta grande incidência de d ESGOTO - "O Município - 
transmitidas por dejectos devido a falta de s oenças inf:cto-parasitãrias 
• - 	aneal:lento basic f d e 
cessaria a realizaçao de obras de esgotamento i • 
0 
• azen o-se 
1 
- d - 	san tario ma d d 0 
o unico, em epocas de chvas os dej ectos afloram • • u, vez, a o o S 
tuação calamitosa". 	a Superfície causando u!:l3 si 
Estas são as quinze emendas incluídas pelo , 
senses no orçamento da União para o próximo an s parlamentares sul-matogros- 
zacaias, e deostra as rtert4ades da a.ai }Z""""do_do Preret±o Arai 
clusao das emendas no orçamento do Governo Federa ; Tacao Municipal. A 12 
para que o Prefeito, coa o apoio dos Deparados "_Passo mais importante 
• 	- 	ena ores po 1, - 
no pro:rlmo ano a liberaçao de recursós para a ex - ssa p.eitear 
ecuçao dessas ob se 
la Vista. Como disse o prefeito, que considero, bastz ras em - 
- lia. " 	vu :ante proveit, 1a 
gem a Bras. o primeiro passo foi dado, resta agora e asa sua 
vemo Federal libere os recursos que em muito benefty,,__Peraros que o G 
suprindo as enormes carências hoje existentes em q,,arao a nossa conidad° 
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