, CIARIO REGIONAL -- LA V I S T A / M S AO 2I N O 1. 4 13 - 19 DE OUTUBRO DE 1993 - 3a FEIRA - DIRETOR: IVALDO PEREIRA - PREFEITO REUNE OS PRINCIPAIS ASSESSORES E DETERMINA CORTES DRÁSTICOS NIS DESPESIS Prefeito Abraão, em reunião com seus Secretários e Assessores determinou o fim da Administracao de clientelismos A grnnd• rcccsuão cconõni­ ca por que passa todo o Brasil, os repasses cada vez menores do F'PM e do ICMS, somadas as despe sas cada vez maiores da Prefei­ tura Municipal, obrigaram o Prr ícilo Abraão Zncarlau a tomai uma decisão que há Lcmpos vinha adiando. Ele reuniu os seus principais assessores e deter minou um corte profundo nas des pesas, o fim do clientelismo e dos favores a particulares que normalmente eram realizados pc la Prefeitura, mas que não é u ma obrigação da Administração= Municipal. O Prefeito reuniu-se nesta sexta-feira, dia 15, no Salão da Secretaria de Desenvolvimen­ to Econômico e Social, com todo o seu secretariado, vereadores­ da situação e funcionários do Corpo Administrativo da Pr feitu ra, o Vice-Prefeito Sydney Nunes Leite também participou. Abraão iniciou suas palavras dizendo ser necessário que todos sniban das dificuldades enfrentadas pe la Prefeitura devido a cscasses= e dificuldades de se conseguir recursos, "por isso essa forma de administrar, de clientelismo­ e de favores, tem que acabar ho je, nenhum funcionário, nenhum secretário, tem autonomia para fazer compras em nome da Prefei­ tura sem minha autorização pré via, sob pena de nós sermos tã chados de irresponsáveis e de não pagarmos as contas" assina lou Abraão Zacarias. veja tudo sobre a rcu nião do Prefeito com os Assesso= res, na página/ 03 desta edição. Notas e Informações + veja matéria completa, na página - 05 - desta edição ela 'Nista já {Comporta 11 Vagas na Câmara Municipal . Segundo A Constituição Federal, os Mu nicipios tem autonomia para elaborar suas leis_orgânicas, atendendo os principies contidos na própria Constituição Federal e na Constituição do Estado. Pois bem, a Constituição Estadual re a que o Município que possue entre 1 ~-000 e 30.000 habitantes, terá em sua Camara 11 Vereadores. Já em nossa Lei Orgânica Municipal no seu artigo 15, parágrafo primeiro, assim se pronuncia com relação ao assunto: "o nú ero de vereadores será fixado pela Cámã ?Municipal, para a legislatura subsequer : observando o disposto na Constituição - ederal e na Constituição do Estado de MS. Mu . ~ 1992, o então Presidente da Câmara ""cipal de Bela Vista, Dr. Jorge de Sou- a Rosa, baseado em dado oficial do IBGE - ~e estipulava a população belavistense em ,'·l0 habitantes, baixou Decreto Legisla­ /Vo, elevando para 11 o número de vagas Pàra vereador. . t!l . Como não houve acatamento da Justiça­ d eitoral, persistiu a representatividade e 09 edis para a Legislatura 93/96. te Ultimamente o vereador Marco Rondon, la", rabaIhado para que seja regularizada a ao uar;ao; para tanto solicitou novamente - de ~BGE o resultado do Censo Demográfico­ "la vista e encaminhou ao Presidente 4,Tribunal Regional Eleitoral, Desembarga e/ Marco Antonio Cindia, solicitando pare F quanto ao assunto. - ci . E:tn resposta, o TRE decide que o Muni­ !O_tem que seguir o que preceitua a Lei ,"??ca, alegando que a competência é dos R..cípios e não da Justiça Eleitoral. nart·Voltando consequentemente ao ponto de • lda. e,, io Vereador coube apenas a tarefa de ""?inhar a documentacão à Promotoria Pi ,"o_para que esta se pronuncie a respei g' fim de que para a próxima legislatura aista uma regulamentacão a respeito e Let dado de direito o que determine a Prefeito de Bonito transformou a praça num circo para as crianças Pedr-as qu·e Rolam ... Acompanhe mais um Capitulo - Pág/06 A grande festa em comemoração ao "Dia da Criança",foi realizada domingo pp., na praça da Li­ berdade, tendo o Pre feito José Ar thur F gueiredo e sua equi­ pe colocado à dispo­ sicão da petizada brinquedos, gulosei­ mas e até um palhaço foi contratado para alegrar o mundo in fantil. - Naquele logra douro público, foi instalada uma barra­ ca com o divertido "Touro Mecânico",que desafia os mais ades trados peões e as crianças se revezam­ na sucessão de tom bos espetaculares. * Matéria na Página 04 'os dias 06 e 07 pp., o Prefeito A braâo Zacarias este ve na Capital Fede ral, Brasília, man tendo contatos com os ,parlamentares sul matogrossenses, DepÜ tados Federais e Se nadares e visitou aI guns Ministérios, en tre eles. os da Ação Social e da Agricul­ tura, onde viabili zou a execução de importantes obras ern nossa cidade, como a construção de mais 200 casas populares­ e de tres poços arte sianos. _ A petizada se divertiu a valer dando cambalhotas na "Bolha de Ar O Prefeito Bela vistense foi ao MR nistério da Acão so cial acompanhado do Senador Wilson Barbo sa Martins e após co locar ao Ministro JÜ tahy Magalhães gra ve problema social representado pelo dé ficit habitacional e xistente em Bela Vis ta, principalmente cl relação às famílias de menor poder aquisi tivo, Abraão viabi1i­ zou a construção de mais 200 casas popula res em nossa cidade Página - 08 16· Santa Rita da Porteira DIA 21/10/1993 LOCAL Bairro Ãgua Doce HORAS - 20:00 REALIZAÇÃO - Porteira Leilões BELA VISTA - MS 48 Caracorte DIA 27/10/1993 LOCAL HORAS Sindicato Rural 20:00 * Và E FAÇA BONS NEGÕCIOS! + CARACOL ESPERA POR VOCEI J)AL, 'TRIUNA DA FRONTEIPA - D!{RIO TE0MA' - -- . . -~------------------------------ --- --- -- » - - ESTADO DE PATO GROSSO DO SUL - PODER JUDICIÁRIO- COMARCA DE HMLA VISTA Fábrica de Malhas Diana 1' } Mantém em e,toque malas para todo o tamanhos, para Colé qios de Jlon ito e acel-­ ta encomendas de ou tra praças. 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FAZ SABER a todos quantos o presente Edital virem ou dele conhecimento tiverem e interessar possa, c:pedido nos autos de Execução no 316/7 proposta por João Lo. reiro Pinheiro contra 1ltair Rodrigues,cm trámíte por este Juízo e Cartório Judici­ al, que nos dias 04 e 24 de novembro de 1993, àa 15:30 horar;, respectivamente, no local destLnado às hustar; públicas, no itrio do Fórum, oito n Rua Barão do Ladá­ rio, 1595, será levado à público pregão de venda e arrematação em praça pública, a quem mais der acima da avaliação menci~ nada abaixo, o bem penhorado ao executado no referido processo, a seguir descrito : 103,9248(cento e três hectares, noventa e dois ares e quarenta o oito ccntiarcs),dc terras pastais e lavradias, parte da anti ga Pazenda "Independência", denominada atualmente Fazenda "Brasilia" situada no Município de Caracol-MS, lugar denominado Alto Caracol, dcn tro de uma área maior do 253,9248(duzentos e cinquenta e três hectares, noventa e dois ares e quarenta e oito centiares), devidamente matricula­ da no RGI desta Comarca sob o no 4.692. A referida área possui as seguintes benfei­ torias: Ol(uma) casa de alvenaria com qua tro repartições coberta com telhas france sas, com varanda, piso cimentado, poço d' água, encanamento completo; ·Ol(uma) casa de madeira, própria para capataz, coberta com eternit com quatro repartições; 01 (uma) . mangueira;· O 1 ( lli'l) chiqueiro pequeno de porco; área completamente formada com trés(03) divisões, toda cercada com arame liso; 02(dois) açudes de um có ego que atravessa a área, conhecido pc , nome de "sujo". A referida área com todas as suas benfeitorias foi ava}iads 0n 19.10.88 por zs 100. 00,0 por hectare, no total d cz$ 25. ·2.80,00, vir.te e cinco mil!ocs, trezentos e avente dis { mil, avatrooentos e oitenta auts), sra arriai, b ronetariarente cinco dias antes da primeira] praça, O valor de 103, 248(cento e trei hcctarcc, r:ov<:ntn e doi!"l ,l:''S (' qu.ir,·,·, 1 e oito centiares) ó de cz$ 10.392.480,00 (avaliada em 19.10.88). Na primeira praça o imóvel não será alienado por preço infe rior ao da ava!ação, sendo que na segun­ da praça, que só terá oportunidade se re­ sultar nea tiva a primeira, o imóvel será vendido a quem mais der e maior lanço ofe reccr ainda que por preço abaixo da ava liação. Não havendo expedi ·n e em qual quer dos dias dcDignados para as praças: estas realizar-se-ão no mesmo local dos dias imediatamente·seguintes. Caso o deve dor não seja encontrado, fica desde jd i~ timado por cate Edital com prazo de quin­ ze dias, das datas designadas para as pra ças. 100 ha. (cem hectares) do referido - imóvel encontra-se Hipotecado cm favor de Victor Haroldo Lino, conforme ,V-1-4. 692; 150 ha. (cento e cinquenta hectares) do mesmo imóvel encontra-se Hipotecado cm fa vor de Epaminondas Rodrigues da Silva,con forme R-3-4.692; e, 153.9248 ha. (cento e cinquenta e três hectares, noventa e dois ares e quarenta e oito centiares) encor.· tra-se penhorado em favor de João Eduardo Lino, conf. R-5-4.692. Existem débitos pa ra com o INCRA referente aos exercícios~ de 85,88 e 89.- E para que ninguém possa alegar ignorância, foi expedido o Edital, que publicado e afixado na forma d Lei. Dado e passado nesta cidade e Comarca de Bela Vista, Estado de Mato Grosso do Sul, aos vinte e sete dias do mês de setembro de mil novecentos e noventa e três. (a) Pe dro Vergilio da Silva, Escrivão Judicial­ por determinação do MM. Juiz. Cera Qualidade em produtos e serviços * Tudo para a sua festa Loja 1 - 24 horas, Rua Pilad Rebuá,1853 Loja 2 - Jardim Andréa (Defronte ao Clube do Laço) Fone (067) 255-1710 * Atendimento a domicílio Bonito - M Gemila Palace Hotel DE: NAIM JASER Com apartamentos super confortá veis e garagem privativa. Atendimento cordial e todos os ma teriais com a melhor higiene po:;sível.- . Preços especiais para grupos de ex cursâo e viajantes. Rua Luiz da Costa Leite, 2085 Fone (067) 255-1421 Bonito - MS Auto. 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Comercia1 e Parque s64 - caixa 6sa ! da Fronteira - Fone (067) - 439-1410 - . - Bela Vista - .M::, Sucursai.s - Jardia. po n!to. caracol, cao crase .E?_"rtuno, Atonto João, São Paulo. - rrespondentes era Brasília e Propriedade da Rede Belavis cc- F 15.513.203/0oo/'pene de 1orats LrA FILIADO A ADJORIHS) E ABRAIORI 0 jornal não se res mnat, dosa de origea defInla,_"Onab Iiza pelo artios assina : ~emplar •........... 00 Numero Atrasado ············30, * Assinatura Mensai •••• • • • • • • • •••.. 50, ºº Assinatura Trimes,''----.-...600,00 Assinatura semes, • • •• • ••• 1.aoo,00 Assinatura Anua] - ..-..--..3.600,00 ••••••....... 1.200,CO JORNAL TRIBUNA D2 • QUE O POVO S"EJA BS},J FRONTEIRA: INFORMADO " J 1 JORNAL 'TRIUNA DA FPONTEIA - DIÍIO REGIONA, ±LA 'VISTA, I9 DE. OUUB IO DE !9 --------------------- -- ---- PREFEITO 'REUNE OS PRINCIPAIS ASSESSORES E DETERMINA CORTES DRÁSTICOS NDS DESPESIS J grande rcccnnão rmnica por que pas­ sa todo o Brasil, os repasse cada vez me nores do FPM e do ICMS, omadas as des pesas cada vez maio­ res da Prefeitura Mu nicipal, obrigaram o Prefeito Abraão aca rias a tomar uma dei= cisão que há tempos vinha adiando. Ele reuniu on ncun prin­ cipaln Jnnenoorcn e determinou um corte profundo nas despe - 5as , o fim do Clien­ telismo e dos favo res a particulares que nonnalmente eram realizados pela Pre­ feitura, mas que nao é uma obrigação da d Prefeito Abraão Zacarias expõe as novas medidas ao Corpo Administrativo da Prefeitura. O FIM DO CLIENTELISMO O A HERANÇA Administração Munici­ pal. O Prc(cito rcuniu­ oc ncnta ncxta-fcira, dia 15,no Salão da Se crctaria de Desenvol­ vimento Econ6mico e Social,com todo o ncu oecretariado,vcrcado­ rcs da situação e fun cionários do Corpo Ad minintrativo da Pre O Prefeito mostrou aos seus Assessores um d~ monstrativo da receita e despesas do mês de setem­ bro, segundo o qual a arrecadação bruta da Prefei­ tura foi de pouco mais de 16 milhões d~ cruzeiros reais, sendo que só a folha de pagamento dos fun­ cionários absorve 51.97 da arrecadação do mês, "além disso tivemos as seguintes despesas: 2.000. 000,00 de antecipação de ICMS,1.000.000,00 para a Câmara Municipal,482.000,00 de encargos da folha de pagamento,87.000,00 de PASEP,99.000,00 do pare~ lamento do PASEP,160.000,00 de INSS normal,611.axJ. 00 referente a 16l! e lH parcelas do INSS,370.CXXJ,a) ao INAMPS, 183.000,00 à TELEMS, sobrando um saldo de 2.706.000,00 para a Prefeitura saldar dívidas - com fornecedores,Postos de Gasolina, fazer a manu­ tenção de veículos,mâquinas,equipamentos, entre o~ tros encargos e pequenos serviços" informou Abrãao e ressaltou: "Não tem jeito de continuarmos assim, temos que parar,a Prefeitura vai Administrar a par tir de hoje as coisas que lhe carpete e que lhe dt zem respeito e com prioridades, como a educaçao, a sa~de básica, a conservaçao das vias publicas, es­ tradas, a limpeza e coleta de lixo da cidade,enftm dar um bom atendimento a comunidade dentro daquilo que é obrigação do Poder Pblico" disse o Prefeito, que anunciou também novos cortes no funciona!ismo para adaptá-lo definitivamente ao Concurso Publico Municipal realizado recentemente. Abraão destacou tambem saber das dificuldades - qe essas decisões vão causar, mas entende goe els e faza altamente necessária, muita gente nao va compreender porque o nosso povo se acost~mou com a Administração de Clientelismo e entende que a Pre feitura tem a obrigação de fazer mudanças, trazer barro, trazer tijolos, areia, aterrar terrenos, en fim, atê fazer casamentos, enterros, nascimentos , etc ... ,uma série de coisas que muitos acham que _a Prefeitura tem a obrigação de fazer, mas qoe nao tem". "Ou nós fazemos uma coisa ou fazemos ou.tra , continuou Abraão "eu tenho um compromisso com a 1 - d Bel~ Vista que é administrar a cidade popu açao e . Í or quatro anos e trazer benefícios para o Munic - ~io, vocês, que me ajudaram a chegar ao Jaço Muni- l b dis so e esse clientelismo nao leva a cipa , sa em luar nenhum" enfatizou Zacarias, que ainda citou _ g 1 de pedidos considerados absurdos ,· varios exemp os . desde carros para viagens ate pagamento de contas particulares e passagens para visita de parentes cm outras cidades. otVIDAS E EX!ECUÇÕES feitura,o Vice- Pre "por isso esua forma da Prefeitura sem feito ydney Nunes de administrar, de minha autorização Leite também par ici cli·nelismo e de fa prévia, sob pe-- pou. Abraão iniciou vores, tem que aca - na de nos ser - suas palavras dizendo bar hoje, nenhum fun mos tachados de ser necessário que - cionário, nenhum Se irresponsáveis e todos saibam d s di- cretário, tem au de não pagarmos ficuldados enfrenta- toaia para fazer - as contas" as inalou das pela Prefeitura compras em nonc_ Araão Zacarias. dovido a escasses e zer no entanto que a Prefettara vnal deIxar o dificuldades de se povo entrezoe a própria sorte, "vamos aten­ con::;cguir recursos , der sim os casos em que a Interferência do Poder P blIco se fazer necesirfa, como transportar m doen te, socorrer a quem estiver realmente precisando etc ... fora disso a PrefeItara va! caldar das obr!­ ações que lhe competem", para isso o Prefeito de termino, até mesmo o fim das listas de pedidos qe normalmente eram feitas na Secretar1a Mnfcfpal de Obras para serem atendidas por aquela autnrquln. L'm exemplo da seriedade adminfstratfva e da con­ tenção de despesas exigidas pelo Prefeito Municipal na reanfão com seus mais diretos Assessores fico claro nas as determinações: "Daqui para frente , quando estragar uma máqafna, oo um caminhão, só va­ mos comprar as peças quando tivermos o dinheiro d1s pon!vel e assim mesmo depois de procur,,r o melhor - preço, se for necessário que pare n m5qulnn ou o veículo por dois,três dias ou nnJa tempo, nlnguln vai morrer por causa disso, caso contrário vamos to dos passar por maus pagadores, voeis porque compra: ram e eu porque nio vou ter dinheiro para pagar" acentuou o Prefeito. Peças de Jardim que consertou os carros Volksvagem da Prefeitura e não recebeu; oul-a dívida da Prefei Cura que está executada é referente a patrola que eu comprei em minha Administração anterior e paguei vinte e seis meses, sobrara vinte e quatro m1eSe - para o Sr. Edson Moraes pagar mas ele não pagou se quer uma prestação; mais uma execução é da Betumei: que forneceu o piche para o Prefeito anterior fazer esse asfalto e ele não pagou também; dessa forma é fácil administrar, mas eu não penso dessa forma" en fatizou Abraão. DÉFICIT DE QUASE 28 MILHÕES O APOIO DOS COMPANHIEIPOS Ob le~ financeiro que vêm sendo Outro grave pr - Ab - . 1 Administraçao do Prefeito raao - enfrentado_pe a dívidas herdadas da Administração Zacarias sao as - ses principais Assessores t ior na reuniao com u an er • d monstrativo dessas contas que ele_fez taben o " os cores Mnte1pais e,co estao oneran o em1 mu - b im dindo a realizaçao de oras. e sequentemente, pede executar·em sua Administra - s:rviços que preteni O a contenção de gastos não çao exigindo com ss i . " herdamos uma Prefe Cura com va- essenciais • _ os _ e saber e Bela Vista i oes voces tem qu . r.as execuç'o d@ncias em juízo nós te rectss saer def1,% .' «tices e > Frango Assado (Aos domingos). - Bela Vista MS. DISK PIZZ-D 439-2015 B o • 1-( -- -----~- ---- NOTAS E INFORMA(CÃES ARR02 INTEGRAL 1 9EMA_NA ILL.IANS - O Piloto brasileiro Airon sena, depois de! v,irio:; anon de> namoro, fin,,lm(•nlc .,~rnlr.0u <.:O .tr<1 o pdril c0rr ... rj ela equipe Willian a temporada 94/95 de fórmula 1. O piloto assinou contrato por dois anos com a nova equipe e pretende - J níci_a~ o:, tcotcn j.í no próximo rr.êé, de d0zc1bro. Oi;. doin úl ti-1 mo GPS deste ano, Japão dia 24 deste mês e Austrália dia 07 de novembro, terão clima de despedida da Mclaren para Sena,ele º_!itilr<.1 sendo· v~nlo pela llltirna vez no cilrro vcrnclho preto 1 que lhe deu tron tltuloa rnundiaio. FLAMENGO, SÃO PAULO, GRÉMIO E CRUZEIRO - O Flamengo com uma. derrota (OXl) e uma vitória ()Xl), contra o Olímpia-PA, o São Pnul~ com duan vitorias contra o Independente-AG (2X0 e lXOJ , o Grcmio com uma derrota e uma vit6ria contra o Pcnharol - UR (OXl e 2XO) e o Cruzeiro de Belo Horizonte com l vit6ria con tra o Colo-Colo do Chile e 1 empate (GXl e 3X3), são os times braoiloiros qu~ se classificaram para a segunda fase da super­ copa dos campcocs da taça libertadores da América, o Santos é o primeiro time brasileiro a ser dcsclassificac'lo da corrpcticão (pelo. Nacional do Modelin-CO), empatou cm Santos-SP e perdeu - na volta cm Medclin. DRIG/DA GAÚCHA CHEGA O "CACETETE" NOS URUGUAIOS - Uma cena la mcntavel para o futebol foi mostrada pela televisão para todo ' o Brasil nesta quinta-feira no final do jogo entre o Grêmio de Porto Alegre e o Pcnharol do Uruguai, no Estádio do Grêmio. Ou rante o jogo os jogadores Uruguaios catimbaram o tempo todo e desferiram pontapés para todos os lados, quatro jogadores de cada time foram expulsos e ao final, após cercarem o árbitro-, Colombiano, o tal de Rota Rota Lopes, foi a vez da brigada Gaú cha entrar em campo e distribuir cacetadas nos "nervosinhos" = jogadores Uruguaios que na correiria erraram até o túnel de acesso aos vestiários, além de desclassificados, ainda senti ram o gosto da "borracha" brasileira. - CORINGÃO e LIDER DO BRASILEIRO - o Corinthians de Mario Sergio e a grande sensaçao do campeonato brasileiro deste ano, a equi pe está invicta na competição e mesmo contando com a sorte e até com ajuda das arbitragens, como no jogo contra a Bahia quando ganhou um pênalti inexistente em Viola. O Coringão faz por merecer a liderança do campeonato, tendo no conjunto, na garra de seus jogadores e na habilidade de seus atacantes as suas maiores armas. O são Paulo aue o diga. NETO ESTRÉIA NA COLÔMBIA - O Ex-Corinthiano Neto estreou domin go passado no Milionarios da Colômbia em jogo que teve empate­ de zero a zero com o Atlético Nacional. Neto foi elogiado pela Imprensa Colombiana que gostou da estréia do Brasileiro. M.1Rl.DONA PODE SER VETADO NA AUSTRÁLIA- O Jogador Argentino - Diego Armando Maradona, que voltou recentemente ao futebol, po de ser impedido pelas Autoridades Australianas de participar - do jogo entre a Argentina e a Austrália, em Sidney, dia 31, pe la repescagem das eliminatórias que vale uma vaga para a Copa do Mundo de 94. Acontece que o País não dá visto de entrada pa ra pessoas que já tiveram problemas judiciais por consumo dei drogas. Pobre Dieguito, depois dos escândalos de Nápolis e Bue nos Aires,ainda tem que passar por mais essa,ser impedido de ajudar a sua Seleção a conquistar urna vaga para a Copa. INFLAÇÃO DIFÍCIL DE COMBATER - Segundo estudos do Fundo Monetá­ rio Internacional - FMI - publicado na grande Imprensa Mundial, os casos de inflação crônica, como a do Brasil, são mais se­ rios e ainda mais difíceis de serem combatidos do que até mes mo a hiperinflacão. O estudo destaca ainda q~e atê hoje as in­ flações crônicas so foram controladas por meio de reformas fis cais e estruturais drásticas. A esperança agora é que a propa­ lada e polêmica revisão constituicional oferece essas condi ções e esperar a eficiencia do Ministro Fernando Henrique Car­ doso, caso contrário, estamos rodados. ULYSSES OFICIALMENTE MORTO - Depois de uma ano, a Justiça Bra sileira reconheceu oficialmente a morte do Deputado Ulisses­ Guimarães, que desapareceu no dia 12 de outubro do ano passado, quando O helicóptero em que viajava com sua mulher Dona Mora , o Ex-Senador severo Gomes e sua mulher Dona Henriqueta e o Pi­ loto Jorge Comeratto caiu nas águas de Parati, Estado do Rio de Janeiro. com o reconhecimento da morte do Dr. o;y7 ses os en teados do Deputado poderao requerer o atestado de obito e ini­ ciar o processo para o recebimento da herança. COLLOR DEPUTADO FEDERAL - Vejam só essa, até mesmo o Presiden­ te Nacional do PT, Luis Inácio Lula da Silva, não tem düvidas, Fernando Collor de Melo será eleito Deputado Federal se o Su­ premo Tribunal Federal não confirmar a suspensao dos seus di­ reitos políticos. "Quem foi Presidente tem voto em qualquer lu gar do Pais" diz Lula. _ PRESIDENTE DA CMARA TROCA DE PARTIDO - A política Pernambuca- t Ovoc ando uma verdadeira reviravolta na Mesa Diretora na es a pr 'd t I - • d. 1° • da Câmara dos Deputados, o Presilen:e nocencio le O..iveira de verá trocar o PFL pelo_PP, para compor uma chapa com Miguel Ar raes do PSB. O Secretário Wilson Campos deixa o PMDB e vai Pa ra o PSDB e como resultado os dois maiores partidos na Camara (PMDB e PFL), ficam sem representacao na Mesa Diretora, em com P ensa ão Miguel Arraes computará as forcas de Inocêncio de 0li . e d segundo Vice-Presidente da Camara Fernando Lyra, em veira e o s • mb , sua caminhada de volta ao Governo Perna ucano. DE 100 O F OSCA DA INSPIRAÇÃO - O Fusca da Ex-Namorada do STRU f ' d t • d • d te d. - Presidente Itamar Franco oi destruado em ac1dent le transito < 1 5 o motorista da residência Oficial do Senado bateu em Brasi 1a, árvore. Lisle Lucena, filha do Presidente do Sena g,carro "cena, está desconsolada com a destruição do fus- 0 .H~ert . spirou O pedido do Presidente para que a Autolati quina que ina produção do carrinho. - na retomasse SANTA ROSA fo alimento mais doador de vida e saúde. Não e apenas ' um alimento. f um remédio cpaz do salvar vidas. Tão completo é, que o macrobiótico:s fazem dele 60% de seu regime. f o arroz bruto, do qual somente foi retirada a dura casca de celulose. Conserva, pois a pardacenta cu­ ticula, onde estão todas as suas virtude. ARROZ INTEGRAL. ~ VIDA e SAODE. Deve fazer parte de alimentação. Use e cc:aprove. Vida NÃO SE ESQUECA!I . LEIA E ASSINE JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA! PREÇO DESTE EXEMPLAR CR$ 50,00 Mar ruá Je ..., -- - E, '--- -- -- - nova, em todos os aspectos. MlURO EDUARDO nt:ARAHI FONE: ·Jardim RUA TUIUTY,50 (OG7) 251-1291 MS AS ROUPAS MAIS Ma ·-- .l TRANSADAS ,, a Tudo cm Jeans e/ o melhor preço da ci­ dade! Artigos cm Couro biquínis, etc ... 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Faziam compara­ çóes, alquns até lembravam da guerra do Praquai, quando os valentes querreiros quaranis in cursionavam entre as tropas bra si1eiras, semeando terror e mor tes, O Hospital estava lotado.Mui tos feridos. O Joãd "Papa Defuntos" arria e como sorria! vários cadáve res, os enterrou de todos eles ser iam pagos polo D.Aragonês - "um santo homem", João contava, quando fatura­ ria. Fazia a conta cm dólares. Não houve explicações, nem mesmo a Polícia conseguiu obter dos feridos a informação corre­ ta, os dados precisos. Ninguém sabia explicar. Nem Aragonês,ou Pablo. Um grupo havia atacado as ins talações da Fronteira Empreendi mentas, a fábrica e a usina, no Nharão. Os vigias, todos eles, foram mortos, o pessoal da segurança, a maioria estava dormindo nos alojamentos, acordaram com oba rulho dos tiros e bombas (ou era granadas?) explodindo. Dos 40 homens que estavam no local, dez foram parar no hospi tal, dois desapareceram, foram­ encontrados dez corpos, sobrevi veram ao massacre 18 homens. AS instalações, quase todas, foram destruídas. Os sobreviventes não soube­ ram explicar, "lutamos contra fantasmas" - dizia um deles. - Quando começou a batalha , pedi calma para o pessoal, mas era tiros de todos os lados, ex plosões, nossa gente se apavo - rou. Explicava Tibürcio para Aragonês. - Quantos eram? - Não sei chefe, a energia elétrica foi cortada, ficou es­ curo, a noite foi iluminada pe las chamas dos incêndios e cla­ rões das balas e foguetes. - Foguetes? , - Acho que sim. Nem sei. Aragonês ficou pensando.Quem poderia ter atacado? Quem? A po licia não era, será que os Fede rais descobriram tudo? Muitas­ dúvidas. Teria que tomar provi­ dencias, tudo aquilo não fazia sentido. Precisava descobrir quem eram os homens. Perguntas. Enquanto isto, no hotel do Tão Rudel, tranquilamente, tomava' um tereré com o Paco, vigia do hotel. Não prestava atenção às vras de Paco, lembrava-se noite anterior, ou melhor, madrugada. fora mais fácil do que pensa va. Os homens de Aragonê:;, .:>5 traficantes, eram café pequeno, quando enfrentavam homens de verdade borravam às calças. Deixara o fusca à alguns me tros da fábrica, caíra como um raio no meio da tempestade, eli minando os três vigias com mui= ta facilidade, até o do portão principal, depois foi só desli­ qar a energia elétrica, procu rar o achar o depósito de munI ções, informação cedida gentil= mente por um dos bandidos, de pois de cortar-lhe uma das ore= lhas e posteriormente mandado-o para o inferno. E semear o páni co. Algumas granadas, gasolina­ esparramada por todos os cantos, fogo, tiros certeiros nos que tentavam reagir e para coroar o trabalho, a prisão de dois bali vianos. Estavam muito bem guar­ dados, no meio da mata, amarra­ dos, depois conversaria coa eles a respeito de Aragonês (Radamés). Quanto aos feridos no hospi­ tal, com certeza seriam manda­ dos embora de Arroio. Se esca passem. Mas se encarregaria de que voltassem de onde vieram dentro de caixões. Com certeza. - Então, Sr.Alcântara, pre­ tende ir embora? - Isso mesmo, Paco, dentro de três dias quero voltar para São Paulo, estou no final de meu trabalho. Vendi bastante ggurs em Arroio. pala a3 da Elmo estava abismado. O mas sacro dos funcionários da Fron­ . teira Empreendimentos deixou - o aturdido. - Por essa não esperava.Quem atacou e porquê? O jovem promotor tinha todas as fichas na mão, sorte grande, pronto para denunciar toda a quadrilha, precisava fazer ajo gada certa. Conversara com Rosa, com muito tato, inteligência , descobrira que.o empresãrio,que rido na cidade,era um dos che­ fes do narcotráfico, RADAMÉS LA DEIRA, Rosa contara - lhe tudo, apesar de estar meio dopada, fa lou tudo e mais um pouco. Disse a Elmo que estava com medo, ti­ nha certeza de que o chefe e amante queria matá-.la, percebe­ ra isso, não só ela, mas também a Pablo. Os dois estavam marca dos para morrer. - Quem atacou a fábrica? Isso ela não sabia, Aragonês pelo primeira vez demonstrara - pânico, fora um ataque iner;pcr_Q do, não fora a Polícia, nem on Federais, nem quadrilhas rivais. Que garantia Elr.lo poderia cbr a ela? - Fique tranquila, depois de tudo resolvido vamos estudar o seu caso, na verdade você não passa de um instrumento.Ele usa você. Depois do expediente Elmo procurou alguns policiais de Arroio, soldados da Polícia Mi­ litar, falou com um deles,o Sar ~ento Peres, de confiança, pe­ diu-lhe que ficasse nas imedia r,ões do hotel e protegesse Rosa~ O sargento ficou sabendo de to­ da a história, foi difícil fa zê-lo acreditar. - - Mas o Dr. Aragonês? - Isso mesmo Sargento. ~ assim que agem os trafican tes cm todas as cidades, sobre= tudo os chefes, integrados à co munidade, pessoas tidas e havidas como respeitáveis, semeando a dor, a maldade e o desespero. ?Tão despertam suspeitas.Até que alguém tira-lhes o véu e o que Ee vê: o Mal personificado. Não há meios termos, o bem é o bem, o mal é o mal. O certo é o certo, o errado, é o errado. Sociedade que procura justifi - caro que é errado, o que não é certo, desagrega-se. Rudel ligou para Tupã. Lá mo rava o seu velho amigo Gentil , ex-policial da Divisão de Comba te ao Narcotráfico, aposentado, proprietário de uma lanchonete, pescador nas horas vagas e gran de contador de.histórias. - - Vou espera-lo quinta-fira. Temos grandes pescarias pela frente. Chamara Gentil para ajuda-lo, eram da mesma escola, o mesmo em+ilo, Gentil também não fazia prisioneiros,no aostava de CA 'eia o tinha nojo de rafican­ tes, mais ainda após um des es vampiros levar sua neta a ±oro transformando-a numa vi- , - r • ,. ciada, atê que o sucidio tora o melhor caminho. Lógico que Gentil estava pa to. Mais do que pron o, Na quinta feira ele chegou, Inspetor da cia de Seguros, pa­ ra verificar os ncg6cios f0itoa em Arroio. - Mas Pablo, quem está aqin­ do contra nós em Arroio? o ata que não se-justifica. - - Chefe, tentei de tudo,falei com vários policiais,mandei in vestigar em todas as cidades da região, não há pistas, parece que foram fantasmas que nos ata caram. - Não existe fantasmas .•. - Falei por falar. E têm ris, descobri que o Promotor estása bendo demais, mais do que o se= nhor imagina, parece-me que ele descobriu todas as nossas ativi dades, tem alguns policiais mi= litares agindo na cidade, fazen do perguntas. Não é só o Premo= tor. - Vamos ter de normalizar a situação. Um arrastão. Temos de agir rápidos, quando chegará a nova turma? - Amanhã. - Corte todas as ligações da cidade com o resto do Pais,todrs Pablo,todas,e vamos agir a ma neira colombiana. - Ataque em massa? - Sim,começaremos pelo Promo tor, alguns policiais, todas as pessoas ligadas a ele terão de morrer. Todas. Faça um levanta­ mento. Completo. Minucioso. - Chefe, Rosa ... Já sei. Não sou bobo Pa­ blo. Prenda Rosa. Observação: A Série PEDRAS QUE ROLAM será publicada em livro, em Dezembro, os demais capítulos, finais, não serão mais publicados - neste.Jornal, reserve com antecendência o seu exemplar. . . MMIECIE E VALORIZE O JORNDL : DE sua CIDADE' o • A t t)/f I- If 0 t,A J - ,Rancho S Veterinária Vacina - Vermífuqos - Sal Mineral Tortuga - Produtos rinJrlo□cm gcrul. • o melhor para seu rebanho • Avenida 11 de Dezembro Fone -'- (067) 251-1763 7.51-1056 7 Edital de Proclamas r'o - oficial do car:rio do Rqistre­ S, faz saber as quantos o pro s vir m, + protendr se c sar e apre­ exiqidos p lo Art. l0 do Código civil 1-II-III e IV : JOIO ANDRÉ PAREDES SANCHEZ e CELA MARIA CRISTAL.DO GONÇALVES, brasileiros, oleiros, residentes e domiciliados nesta cidade , ele campeiro, filho de Juan Sanches Arquelho e Dona Elisa Pare­ des Lopes. Fla, e udan e, filha de Knqelo Gonçalves e Dona Rosa Cristaldo Gaete. Se alguém souber de alqum impedimento que $e oponha na forma da lei. Bela Vista-Ms, l4 de outubro de 1993. gs San tana Tintas Agora voce nao precisará ir à Campo Grande para adqui - rir sua tinta automotíva ou P ara su_a residência. J / ,· ' i + Não saia de casa, peça pelo Fone (067) 251-2006 e confí ra o.J nossos preços 1 Rua Marechal Rondon/343 (CENTRO) • 1 L. Jardim - Mato Grosso do Sul ARROZ 1 SANTA ~·-• * QUALIDADE - A DONA DE CASA Jà COMPROVOU, ARROZ SANTA ROSA RENDE MAIS, O SABOR ~ ESPECIAL, MUITO MAIS ALIMENTO. A tacado e Varejo Compre hoje, e use Sempre, o Melhor * MAURO EDUARDO BEJRAR.I * RUA TUIUTY, 50 * FONE (067) 251-1291 Jardim - MS ARROZ SANTA ROSA, MUITO MAIS ALIMENTO! .. ANTONIO M/HCOS GARCIA ARCE e MARIA CLEIDE AANDA VICTOR, arbos brasileiros, solteiros, domiciliados residentes nesta cidade , el comerciário, filho do Danázio Arce e Darcy Garcia Arce, ela protética, filha de Oliveira Victor Iracema Aranda. se alqucm­ soubcr de algum impedimento, que se oponha na forma da Lei. bela Vis a, 07 de outubro de 1993. + EM1LIO CORREA MARECO E MARIA ERONILDA RECALDE , ambos brasi­ leiros, solteiros, residentes e domlciliadou nesta cidade, ele trabalhador rural, filho de Marcondcs Mareco e de dona T~r ·za Correa Mareco, ela estudante, filha de Melciadcs Recalde e d do na Tomázia Zavala Recalde. Se alguém souber de algum ir.1pedimcnto que se oponha na forma da lei. Bela Vísta-MS, 15 de outubro de 1993. * Janilde Rosa dos Santos - OFICIALA Novo DE: RAMÃO ARRUDA FARIAS * SECOS E MOLHADOS, LA­ TARIAS EM GERAL, PRODUTOS VETERINÃRIOS, E REPRE SENTANTE DA AGIP-LIQUI­ GÃS. 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IBRIIO I BRISILII : il ,t 1 r l r Nos dias 06 e 07 PP., o Prefeito A braio Armoa Zacarias esteve na Capital Fe deral, Brasília, mar tendo contatos com os parlamentares Sul ma t0grossenses Depu­ tados Federais e Se nador·s e visitou a] qun Ministérios, en tre ele os da Ação Social e da Aqricul­ tura, ond viabili - zou a execução de im portantes obras em nossa cidade, como a construção de mais 200 casas populares­ e tres poços artesia nos. O Prefeito Dela vistense foi ao Mi nistério da Ação SÕ cial acompanhado do Senador Wilson Barbo sa Martins e após colocar ao Ministro­ Jutahy Magalhães o grave Problema So cial representado pe lo déficit habitacio nal existente em Be la Vista, principal= mente com relação às famílias de menor po º' a (mendas. ao Orçamento da União Garantem liras para Bela Vista :a: fa 2r ol 1 Ar pc li ra d' d se q Er R der aquiuitivo, A braão viabilizou a construção de mais - 200 casas populares­ em nossa cidade,para isso já foi assinado pelo Prefeito o Con­ vênio entre a Prcfei tura Municipal de B@ la Vista e o Ministe rio da Ação Socia1 De acordo com o Convênio o Governo Federal cede os mate riais e a Prefeitura em contra partida , entra com o terreno e a mão-de-obra ne cessária, A respeito do Convênio para a cons trução das casas,que serão destinadas à familias de baixa renda e construídas­ em regime de mutirão o Prefeito Abraão ex plicou que o início= das obras dependerão agora da publicação­ do Convênio no Diá rio Oficial da UniãÕ e da Liberação de verbas pelo Ministé­ rio da Ação Social , "acreditamos que den Durante a sua viagem à Bra sília na semana passada, o Pre­ feito Abraão Zacarias manteve contatos com todos os parlamen­ tares sul-matogrossenses, entre deputados federais e senadores, o objetivo do Prefeito era con­ seguir junto aos representantes do Estado no Congresso Nacional a inclusão de emendas ao orça­ mento da União para o próximo a no com vistas a garantir recur­ sos para a execução de importan tes obras em vários setores da Administração Municipal. Mais uma vez, graças ao seu prestígio político e perfei to entrosamento com os parlamen tares sul-matogrossenses, o Pre feito belavistense obteve êxitÕ tro dos próximos me ses poderemos dar i­ nício à construção - das casas que, soma das com outras duzen tao unidades residen ciais já conveniadas­ com o Governo do Es­ tado, praticamente vão zerar o déficit habitacional em Bela Vista" destacou o Prefeito, mostrando­ se satisfeito pois essas obras represen tam o cumprimento de mais um compromisso­ de sua campanha no que diz respeito ao setor habitacional - em nossa cidade. CONSTRUÇÃO DE TRES POÇOS ARTESIA NOS Junto ao Secre­ tário Executivo do Ministério da Agri cultura o Prefeito= Belavistense assinou convênio para a cons trução de tres poços artesianos em nossa cidade e que em mui­ to irão beneficiar - as comunidades do em sua investida, junto aos re presentantes do Estado no Governo Abraão conseguiu que cada um incluisse uma emenda ao projeto de Lei orçamentária para o ano de 1994 do Governo Federal, com isso ficam assegurados recursos para a execução e conclusão de importantes obras para Bela Vis ta. - Abaixo rel°acionarnos as o bras pretendidas pelo Prefeito, os setores a serem beneficiados e as justificativas do Prefeito apresentadas à Comissão Mista - de Planos, Orçamentos Públicos­ e Fiscalização do Congresso Na­ cional, que acatou as emendas ao orçamento de 94. 1- IMPLANTAÇÃO DE DRENAGEM DE VIAS URBANAS NO SETOR NORTE - "O setor Norte de Bela Vista, que compreende os Bairros Nova Bela Vista, Previsul, Jardim Boa Vista e Adjacências, é ma região desprovida de investimentos infra-estru turais, sendo que parcela significativa da população ali residente são pes­ soas carentes que ganham pouco mais de um salário mínimo por·mes. A população desta área vive sem as mínimas condições de bem-estar, pois as ruas encontram se com imensas valas onde alojam-se insetos e animais nocivos à Sade, conta­ minando principalmente as crianças que brincam nas ruas". 2- INFRA-ESTRUTURA HÍDRICA NA SEDE URBANA (TUBOS DE CONCRETO/DRENOS) - " O crescimento dcmogrâflcd acelerado gerou um enorme déficit por obras pblicas­ em Bela Vbca, em especial no que diz respeito a obras de infra-estrutura hí drica na área urbana do município, que encontra-se em Estado calamitoso, com água servidas (esgotos) a céu aberto e uma infinidade de valas e buracos que tomam conta das ruas e avenidas "; 3- CONSTRUÇÃO DA ESCOLA AGR!COLA DE BELA VISTA - "A preocupação da administra ,;ão p.:;blica Nunlcip1il com a educação de suas crianças ultrapassa as barreiras do ensino regular básico, por isso estamos solicitando a construção da Escola Agrícola de 1g Grao com o objetivo de formar têcnicos especializados em desem pen7har atividades agropecuárias"; - 4- CONSTRUÇÃO DE UNIDADE KISTA DE SADE - "A falta de um local apropriado pa- ra o atendimento médico-hospitalar em Bela Vista causa uma infinidade de transtornos a população local que é obrigada a errfrentar a superlotação do Hospital e dos Postos de sa.::de existentes nas imediações ou até a remoção p~ ra as cidades mais próximas ou para a Capital do Estado, por isso, faz-se ne­ cess:iria a construção de uma Unidade Mista de_ sa.::de". 5- CONSTRUÇÃO DO TERMI.NAL DE PASSAGEIROS (RODOVIÃRIA) - Devido a sua localiza ~ão na Fronteira com o Paraguai o n.::mero de pessoas que transitam por Bela Vista é imenso, no entanto, o Município não dispõe de terminal de passageiros hoje este serviço é realizado em uma lojinha sem as mínimas condições de ofe­ recer conforto e higiene aos que por ali passam"; 6- RECUPEfüÇ.ÃO DA RODOVIA BENTO GONÇALVES/KOIIJOLINHO - "A não conservação de rodovias causn sérios problemas, pois dificulta o escoamento da produção' lo cal bem como a integração Municipal, alêm de causar acidentes, alguns fatais: Com ÍntuÍto de amenizar esta situação estamos solicitando a recuperação da rodovl:i. !lento Gonçalves/Monjolinho"; 7- INFRA-ESTRUTURA URBANA NOS BAIRROS COSTA E SILVA E SANTO ANTONIO - .Bela Distrito de " Dama­ cu& ", Nossa Senhora de Fátima e o Hiospi­ tal São Vicente de Paula, locais esses que há tempos so­ frem com o problema­ da falta dgua de boa qualidade e, no caso do Hospital,com os altos custos e di ficuldades de paga mento. A construção dos poços artesianos nos Distritos de" Dama­ cu@ " e Nossa Senho­ ra de Fátima - "Nun ca-Te-Vi", é uma an tiga reivindicação= dessas duas comunida des, assim como nÕ Hospital são Vicente de Paula, alguns Ve­ readores, como o Pre sidente da Câmara Mu nicipal Marcos Elias Rios da Cruz e Fer nando Jorge de Bar ros, por várias ve zes reivindicaram es sa obra junto aos DR retores da Fundação= Nacional de Saúde mas até o momento e la não havia sidÕ viabilizada, sonsi vel ao problema e r@ ' conhecendo a grande necessidade o Prefei to Abraão Zacarias ã proveitou sua via gem à Brasília para pleitear a obra, ob tendo um resultado= a·ltamente positivo , com isso o sonhado Poço Artesiano para atender as comunida- des do "Damacuê",Nun ======( A.I.P.M.)=== ::::::::::::::::::::::::::::::E::::::::::::::::.5::::::::::::E::::::::::7: ca-Te-Vi" s Hospital São Vicente de Paula será uma realidade - dentro da administra cão Novos Tempos, cu jas obras deverão se rem iniciadas tãÕ logo seja feita a li beração dos recursos pelo Ministério da Agricultura, segundo informou Abraão. Vlsta apresentou nos .:;ltimos anos elevado processo demográfico e urbano, &! rando uma demanda por equipamentos infra-estruturais, fato este que pode ser constatado nos Bairros Costa e Silva e Santo Antonio, onde não existem obras de drenagem de águas pluviais e pavimentação de vias urbanas"; 8- C~IZAÇÃO E URBANIZAÇÃO DO CÓRREGO DOS VOLUNTÁRIOS -" O Córrego dos Vo­ luntarion em Bela Vista corta a cidade de ponta a ponta, gerando sérios pro blemas, como o transbordamento e inundações de prédios comerciais e residen: ciais, no entanto, a sit~ação torna-se calamitosa em épocas de chuva, quan­ do aumenta o volume das aguas. Visando solucionar a situação vigente estamos solicitando a realizaçao de obras de canalizaçao e regularização deste córre go"; 9: IMPLANTAÇÃO DE RODOVIA DE ACESSO À_ REGIÃO DA MARGARIDA - "As longas dls­ tancias percorridas em estradas de chao em Bela Vista são incalculáveis, f! to este que acarreta serios problemas, pois nem sempre a produção chega a seu lugar de destino na data prevista, sem contar os acidentes provocados pe la falta de sinalizaçao e pela poeira, fazendo-se necessária a implantação: da Rodovia de acesso a regiao da Marga!ida"; 10- ELETRIFICAÇÃO R~ NOS DISTRITOS NOSSA SENHORA DE FÁTIMA E ITA- " coo forma de evitar a evasao rural fix:ndo o homem no campo, faz-se necessária a implantaç~o da rede de eletrificaçao rural nos Distritos Nossa Senhora de Fá tima e Ita. Oferecendo com isso melh~res condições de vida aos moradores, fa cilitando o beneficiamento da produçao, bem como a impl t • d - i - cas agropecuárias"; emen açao as tecn - 11- CONSTRUÇÃO E EQUIPAMENTO DO HEMOCENTRO - " Bela Vi t - { 1 tuado em área de fronteira com a Rep.:;blica do Parag ais a e um Munic pio s_ d d u e apresenta uma cres- cente emana por equipamentos sociais em especi.E.l d d - • ' e sangue e hemoderiva - os, sitaaçao esta que esta provocando grande preoc, - - - ,1 devido ao risco de contaminação"; 'opaçao a populaçao loca 12- INFRA-ESTRUTURA URBANA E SANEAMENTo BÃSICO (DRENAGEM E Localizada às margens do Rio Apa, divisa do Estado d Ma PAVIMENTAÇÃO) a Rep.:;blica do Paraguai, o Município de Bela Vista e to Grosso do Sul coo nos elevado creseteno os1atona1, serado a 4Zjj,os nos 1rt=os 2 em todos os setores da Administração Municipal por obras publicas i f _ . • , no entanto o probl q e mas a lige a populaçao e a falta de obras de inf ' ema u - ra-estratara 'b, v ria a oferecer melhores condiçoes de vida a comunidade'. urnana, que ·z 13- CONSTRUÇÃO DE MATADOURO - "A Pecuária em Bela v·i • -- ·. d .- .sta tem papel de s,ea Lc portanc a para o esenvolvimento economico do M Le{n, uu - 6a das Principais fontes de renda, no entane """,j?·_destacando-se coco i d ' . , ao spoe de n h 1 cal apropr a o para o abate de animais fazendo-se • en um o d ' necessario a - de um mato ouro de forma a evitar O abate clandesti .. construçao . • no e a evasao rural"; 14- CONSTRUÇÃO DE HABITAÇÃO POPULAR NA ZONA URBANA - " - nal ocorrida nos .:;ltimos anos, oriunda em gra d • A expansao populacio i b n e parte da inir.- d, ra gua..os em usca de emprego e melhores rendas o~açao e pa; ctonal e Bela Vista, visando solctonar ,'Sf"?"" tenso aéftelt hab!tu _ - e pro ema faz s La a construçao de casas populares, sendo imprescindí 1 - e necessar ve o apoio da União": . 15- COKPLElIDITAÇÃO DA REDE DE COLETA E TRATAMENTO DE ' de llela Vista apresenta grande incidência de d ESGOTO - "O Município - transmitidas por dejectos devido a falta de s oenças inf:cto-parasitãrias • - aneal:lento basic f d e cessaria a realizaçao de obras de esgotamento i • 0 • azen o-se 1 - d - san tario ma d d 0 o unico, em epocas de chvas os dej ectos afloram • • u, vez, a o o S tuação calamitosa". a Superfície causando u!:l3 si Estas são as quinze emendas incluídas pelo , senses no orçamento da União para o próximo an s parlamentares sul-matogros- zacaias, e deostra as rtert4ades da a.ai }Z""""do_do Preret±o Arai clusao das emendas no orçamento do Governo Federa ; Tacao Municipal. A 12 para que o Prefeito, coa o apoio dos Deparados "_Passo mais importante • - ena ores po 1, - no pro:rlmo ano a liberaçao de recursós para a ex - ssa p.eitear ecuçao dessas ob se la Vista. Como disse o prefeito, que considero, bastz ras em - - lia. " vu :ante proveit, 1a gem a Bras. o primeiro passo foi dado, resta agora e asa sua vemo Federal libere os recursos que em muito benefty,,__Peraros que o G suprindo as enormes carências hoje existentes em q,,arao a nossa conidad° ersas áreas",