1 
l 
Fundador: 
lvaldo 
Pereira 
20/02/1972 
TRIBUNA DA FRONTEIRA 
DIÁRIO REGIONAL 
Circulacão 
+FA VSTA 
A ACOI. 
F U#II 
1ADI M 
CUIA LOPES 
RCNITO 
NIOAQUE. 
NTON1O 10ÃO 
BEIJ VISTA/MS ANO 21 N 1.421 30 DE OUTUBRO DE 1993 - SÁBADO - DIRETOR: IVALDO PEREIRA EXEMPLAR CR$ 50,00 
Mais de • 600 Quilos de Peixes Apreendidos pela 
Polícia Militar em Bela Vista 
só nos últimos 
dias deste mos a Po­ 
lícia Militar de Be 
la Vista apreendeu - 
mais de 600 quilos 
de peixes pescados ir 
regularmente no Rio 
Apa que estavam em 
poder de pescadores 
de Ponta Porá, Tietê 
.' e Ribeirão Preto/SP, 
além de grande quan­ 
tidade de materiais 
de pesca proibidos - 
de utilização em nos 
sas águas. 
No dia 21 a 
Guarnição de Serviço 
da Polícia Militar , 
comandada pelo solda 
do PM Silva e com­ 
posta pelos Soldados 
Julio, Aguilera e 
Soares, fez a apreen 
são de aproximadamen 
te 100 quilos de pes 
cado com caracterís­ 
ticas de malha, que 
estavam em poder de 
José Geraldo Giaco-­ 
massi e mais quatro 
pessoas, em uma ca 
mionete D-20, todos 
da cidade de Tietê , 
Estado de são Paulo. 
Nessa apreensão 
os Policiais Milita­ 
res não encontraram 
os materiais de pes 
ca utilizados para 
a captura dos peixes 
no Rio Apa, todo o 
pescado foi doado pe 
' lo Comandante do 29 
Pelotão PM, Tenente­ 
Alirio Villasanti Ro 
meiro, para o Comitê 
Contra a Fome, a Mi 
séria e pela Vida 
de nossa cidade. 
MAIS 120 QUILOS SÃO 
APREENDIDOS 
No último dia 
28, quinta feira,ta. 
bém em blitz nas 
ruas centrais de Be 
la Vista, a exemplo 
l 
SÓ em Blitz na cidade, foram mais de 600 quilos de peixes irregu 
lar apreendidos pela Policia Militar de Bela Vista 
da primeira apreen 
são, a RP Comandada­ 
pelo Soldado PM NQ 
queira, mais os sol­ 
dados Grance, Gonçal 
ves e Oscar, suspei­ 
taram de um veículo 
Belina conduzida por 
Patrocínio Braz A 
quino, da cidade de 
Ponta Porã e ao fa 
zer uma revista en 
contraram cerca de 
120 quilos de pesca­ 
do irregular , ~ 
lém de materiais pro 
ibidos de utilização 
em águas do Munici 
pio de Bela Vista 
como anzóis de ga 
lho e uma tarrafa. 
Em companhia de 
Patrocínio Braz Aqui 
no estavam ainda os 
pescadores Gilvan 
Ferreira de Brito e 
José Ferreira Brito, 
também residentes em 
Ponta Porã. Os pei 
xes apreendidos fo 
ram doados para a 
Pronav Municipal. 
Segundo as in 
Nesta sexta fei 
ra, o 20 Pelotão PM 
realizou Blitzs de 
trânsito volantes e 
fixas em vários pon 
tos da cidade, con­ 
tando com todo o seu 
efetivo, uma das e­ 
quipes, comandada pe 
lo Cabo Guimarães 
com apoio dos solda­ 
dos Garcia, Paulo,Al 
cidez, Vaz e Caetano 
deteve uma camionete 
F-100, placas da ci- 
dade de Ribeirão Pre 
to, Estado de so 
Paulo onde encontra­ 
ram mais de 400 qui 
los de peixes visi 
velmente capturados­ 
com malhas, como re 
des e tarrafas. An 
tonio Barbosa e mais 
quatro pescadores fg 
ram encaminhados ao 
20 Pelotão Pm onde 
os policiais apreen­ 
deram ainda em poder 
deles diversos mate­ 
riais de pesca proi 
- .- 
bidos, como anzo1s 
de galho, redes, tar 
rafas e motor de pÕ 
pa sem documentação. 
Tendo em vista 
a grande quantidade­ 
de pescado, urna das 
maiores já feitas em 
nossa cidade, o Co 
mandante do 29 Pelo­ 
tão PM, Tenente Vil­ 
lasanti, solicitou a 
presença da Polícia 
Florestal, do desta­ 
camento de Jardim, i 
mediatamente sedes= 
locaram para • Bela 
Vista o Sargento A­ 
lencar em companhia 
formações dos pró­ 
prios pescadores, to 
dos os peixes foram 
capturados em águas 
do Rio Apa. 
400 Kilos de Peixes, a 
Maior Apreensão 
do Soldado Gilberto, 
que procederam a la 
vratura do competen­ 
te Laudo Policial. 
Todo o pescado 
apreendido, entre e 
les pacú, pintado 
dourado, surubim e 
curimbas, foram doa­ 
dos pelo 20 Pelotão 
PM para a Pronav Mu­ 
nicipal e para o Asi 
lo dos D:sampardos - 
de Bela Vista. Ainda 
na sexta-feira, mais 
um caminhão, da cida 
de de Terra Rica/PR, 
foi detido pela PM 
portando peixes e ma 
teriais de pesca, a 
pós passar por urna 
vistoria no 20 Pelo­ 
tão PM, feita pelos 
policiais da Flores­ 
tal, os pescadores 
foram liberados juta 
mente com a carga 
tendo em vista que 
os peixes estavam 
dentro do peso e me 
didas permitidos pe 
la Legislação. 
Louvável o tra 
balho dos policiais 
militares de Bela 
Vista que, mesmo sem 
as condições necessá 
rias e enfrentando T 
númeras dificuldades 
e atê mesmo, a falta 
de viatura em boas 
condições e combusti 
vel consegue desen 
volver um trabalho e 
ficiente tanto nÕ 
combate a pesca pre 
datória, como em ou 
tras incumbências q/ 
lhe dizem respeito. 
Parabéns. 
Farmácias • de Plantão 
Foi feita alteração: 
Dia 02/11/1993 Farmácia Drogaline 
Dia 15/11/1993 - Farmácia Droganossa 
J urássic 'Bela 
Vista' Park 
Bela Vista, na política, se asseme­ 
lha a um PARQUE DOS DINOSSAUROS, lembran 
do livro de Michael Crichton, com muita 
gente (políticos) pretendendo reviver (ou 
criar através de manipulações genéLicnn), 
dinossauros, velociraptores, tiranossau­ 
ros, etc, etc ... 
Não se pode recriar uma forma de vi 
da extinta. Contraria a lei natural, com 
desdobramentos imprevisíveis. 
A operação "Mãos Limpas"está em plg 
no andamento, os partidos, e os políti - 
cos, vivem momentos de tensão, já nem se 
fala mais em modernidade, fala-se sim,na 
MORALIDADE, no oceano da corrupção go 
tas, aqui e ali, procuram sobreviver no 
maremoto que sacode as instituições. 
Modernidade sim, mas com MORALIDADE 
ouvimos alguns pronunciamentos, na 
última sessão do Legislativo, nos per 
doem alguns vereadores, mas lembr~ 
mos, mesmo, do Parque dos Dinossauros. 
Antes de mais nada, e sem o intuito 
de ser advogado do Prefeito, mas com o 
compromisso de manter sempre viva acha­ 
ma da verdade, é preciso frisar que cm 
momento algum Abraão Zacarias, seja atra 
vés da imprensa, pessoalmente, ou atra 
vês de porta vozes, disse que a sua po1í 
tica de contenção de despesas implica em 
NÃO AJUDAR MAIS OS POBRES. 
Afirmar isto é faltar com a VERDADE. 
Abraão não disse isto. 
Quanto aos cortes de "ajudas",' com 
a Prefeitura servindo de mãe - isso está 
sendo feito em todas as Prefeituras da 
região. Todas. 
Numa época de crise, dinheiro escas 
so, antes de mais nada, os Prefeitos es 
tão preocupados com as folhas de paga 
mentes, atender o funcionalismo - já ba~ 
tante enxugado, depois os fornecedores , 
Câmaras, Serviços de Limpeza, Conserva - 
cão de Ruas, Atendimento nas áreas de 
Saúde, Educação, enfim, atender aos ser­ 
viços básicos. 
O Brasil está mudando, e Bela Vista 
também precisa mudar, na política, nas 
relações dos políticos entre si e com a 
comunidade. 
Estamos assistindo o filme ( ou é 
novela? ) dos João Alves da vida no Con 
gresso, o povo espera que dessa vez os 
culpados sejam punidos (e devolvam o di 
nheiro roubado), sob pena de urna vez por 
todas a classe política ficar definitiva 
mente desacreditada. 
Como diz um amigo, é a hora do vai 
ou racha. 
Todos os Prefeitos, todos, estão 
preocupados com a situação, verbas de 
Brasília se transformaram era passaportes 
da desconfiança. 
Quanto levou o Deputado? O Sena­ 
dor? O Representante? 
O atual Prefeito de Bela Vista tam 
bém cometeu erros na primeira administra 
cão, erros políticos, hoje procura acer­ 
tar, e está acertando, administra Be­ 
la Vista com recursos próprios, pisando 
o chão da realidade. 
Não está sendo simpático. E não se 
importa com isto. Mas continua ajudando 
os pobres, mas os pobres mesmo, não os 
oportunistas e mamadores de plantão, se 
jam do PMDB, PFL, PTB e sem partidos. 
Vamos cobrar do Prefeito, no prôxi­ 
mo ano, obras, pois a situação estará 
normalizada, terá, enfim, recursos para 
aplicar. 
Quanto a política, não devemos es 
quecer que o Governador Pedro Pedrossian 
eleito pelo PTB, PFL, parte do PMDB e 
outros ps, inovou também, ao ponto de 
ter na Secretaria de Educação uma petis- 
ta. 
Pedrossian abriu o seu Governo, po­ 
liticamente, Abraão está tentando o mes 
mo, só não entende isto os dinossauros. 
Está na hora de fechar o Jurássic 
"Bela' Vista" Park. (PP) 
POR NANCY 
PAGINA/ 08

JOF'AL, TRIBUNA DA }PONTEIRA - DIÁRIO REGIONAL 
- 1 
---- 
A SECRETARIA DE 
, SAUDE INFORMA 
Plantão - Farmácia - Novembro/93 
0l- Droqaline - Sr. Carlon 
02- Uroganound - Sr. Jair 
OG/07 - Drogal1nc - Sr. Carlo 
13/1-1 - P.inn,ícia Moderna - sr. Soliman 
15 - Farmácia Pax - Sr. Prado 
20/21 - Droqanossa - Sr. Jair 
27/28 - P<1nn.:icia Pax - Sr. Prado 
ODS: 
ll!l [arm.'ícL:w que não cntivcrcm do 
plantão, deverão permanecer fechadas, e 
an uolicitaçõcn eventuais só poderão ser 
atendidan ao conotar na receita a infor­ 
mação de que a do Plantão não dispÕe da 
medicação citada. 
lltencionamcn te, 
Ivcs de Oliveira Dritto 
Prefeitura Municipal 
de Bela Vista 
Posto Timbiri 
Ltda. 
t 
--~----' ·- • ·-~ 
1 OBRIGATORIEDADE DA NOTD FISCAL 
GOVERNO APERTA CERCO nos SONEGADORES 
DE: VlLDOMIRO (LIMA) 
* SERVIÇO DE POSTO EM GERJL - COM 
BOST!VEL FILTRADO - LUBRIFICANTES 
TROCA DE ÔLEO E BORRACHARIA. 
* ATENDIMENTO PERSONALIZADO 
* MELHORES PREÇOS 
* AVENIDA BRASIL - S/NO 
CARJCOL - MATO GROSSO DO SUL 
O Preaidr>nte : 
tamar Franco dever­ 
non próxirnon diuu 
baixar medida provi­ 
nória determinando - 
um maior controlo na 
obrigatoriedade de 
emissão de Notas Fis 
cais por parte das 
empresas o comércio­ 
cm geral, além de 
estipular pqnalida - 
des tanto para quem 
deve como para quem 
compra sem Notas Fis 
cais, 
A intenção do 
Governo é diminuir - 
em grande parte a 
gigantesca sonegação 
de impostos,· como o 
ICMS dos Estados,que 
deixam de serem ar 
recadados diáriamen­ 
te simplesmente por 
que, por um lado G 
comercianto sonega e 
por outro, o compra­ 
dor brasileiro difi­ 
cilmente tem o hábi­ 
to de exigir Notas 
Fiscais. 
Hoje no Brasil, 
normalmente apenas - 
os que terão de pres 
tar contas à alguém 
tem o hábito de exi 
gira Nota Fiscal de 
venda, a dona de ca­ 
sa, que faz suas com 
pras nos Supermerca­ 
dos, nas loja-s ou em 
qualquer estabeleci­ 
mento comercia 1, em 
99% dos casds, nem 
se lembra de 'pedir - 
nota, não sabe ela 
que desta forma está 
colaborando para que 
os impostos· gerado 
res de recursos para 
o::; do. 
cipios, estejam indo 
direto para o bolso 
do corcianto que, 
na maioria das vezes 
já ganham muito di 
nheiro com lucros e­ 
xorbitantes. 
Mui os leitores 
podem estar se per 
guntando como o Gó 
verno Federal preten 
de combater essa so­ 
negação a olhos vis­ 
tos, que acon ~c • to 
dos os dia:; c-1.1 todÕ 
o nosso Pais, afinal 
de contas a lei que 
obriga a emissão de 
Notas Fiscnis exis­ 
te há tantos anos? 
Pois bem, é justamen 
te aí que a Recita­ 
Federal vai atuar, a 
partir da medida pro 
visõria que ainda es 
ta semana deverá en 
trar em vigor, tanto 
o comerciante que 
vender sem emitir a 
devida Nota Fiscal , 
como o cliente que 
comprar sem nota, se 
rão punidos com muI 
tas que variam de ã 
cardo com o valor 
das mercadorias von­ 
didas e compradas 
sem notas, além de 
reclusão cm casos 
de reincidência, sen 
do que para os comer 
ciantes as multas se 
rãa mais pesadas e mais 
hrandas p/ os consu:nido­ 
res. Dessa forma, é 
bom aqueles que nor­ 
malmente trabalham 
sem Nota Fiscal irem 
providenciando o ta­ 
lonário e se acostu- 
mando a cmi i-las, o 
mesmo alerta vale p! 
ra os ac omo d e do s c o n 
sumi dores brasilei - 
ros que, muitas ve 
zes por falta de es 
clareciento, não Pe 
dem No a Fiscal e 
não sabem nem para 
quc ela serve, ou 
qual a sua finalida­ 
de. Pelas informa­ 
çõcs que recebemos - 
de fontes bem infor 
madas da Capi al Fe­ 
deral, o Governo e o 
Ministério da Fazen­ 
da cotão dispostos a 
se utilizarem de to 
dos os mecanismos 
possíveis para que 
a obrigatoriedade de 
emissão das Notas 
Fiscais se tornem um 
costume do povo bra­ 
sileiro, as autorida 
des da área econõmi= 
ca acreditam que apc 
nas com esse combate 
mais acentuado da 
sonegação, o Governo 
pode arrecadar duas 
vezes mais do que 
arrecadaria com o po 
lêmico "IPMF, conhc= 
cido como imposto do 
bre os cheques" que, 
felizmente, foi der­ 
rubado pelo Supremo­ 
Tribunal Federal. 
Para que a nova 
medida provisória te 
nha a eficiência de= 
sejada, ainda estão 
sendo estudados os 
mecanismos a serem u 
sados pelo Governo= 
para garantir o seu 
cumprimento por par­ 
te de todos os brasi 
leiros e brasileiras 
nos grandes entro 
do País, om todos os 
nunic-ípio!i, co. o o 
nú:. c'ro • de Piscais da 
Recei a Federal e 
das Secretarias de 
Fazenda dos Estados 
é insuficient, 1s 
Polícias civis e Mi 
litarss e outros ór 
qãos de fiscalização 
e con role poderão - 
errem chamados a ! 
tuar nessn firca. 
Pela determina­ 
ção do Presidente I 
tamar Franco n pclii 
necessidade que o Mi 
niotro da Fazenda 
tem cm arrumar dí 
nheiro para colocar: 
a casa cm ordem até 
o final do ano, com 
vistas a começar o a 
no novo, e elcítoral-;­ 
com novas perspecti­ 
vas para o futuro 
do Brasil, podem ter 
certeza de uma coisa 
a sonegação a olhos 
vistos, feitas nas 
maquininhas de so 
mar e no Tikts faju­ 
tos, estão com os 
seus dias contados, 
quem não quiser ter 
muito trabalho tiran 
do Nota a mão pode 
ir providenciando as 
máquinas registrado­ 
ras que emitem auto­ 
maticamente as devi 
das e obrigatórias: 
Notas Fiscais ao 
consumidor, quem avi 
sa amigo é ! ! - 
------============== 
* Exigir Nota Fis 
cal, um direito de 
todos J 
-===--============== 
Tribuna da Fronteira• 
Diário Regional 
* FUNDADO EM 20/02/1972 
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Diretora Administrativa: Maria Estela 
Velasquez Pereira 
S<?cretário de Redação: Ubaldino R:Jdrigues 
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dré Ãvalo, Firmino de Barros. - 
Re~ação, Departamento Comercial e Parque 
Grafico - Avenida Tribuna da Frontei.ra- 
564 - Caixa Postal - 23 - Fone - (067) 
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• ntto, Caracol, Carpo Grande e Corresnpden­ 
tes e Brasília e São Paulo. 
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CC- MF 15.513. 203/0001-90 
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* FILIADO A lBRlJORI E ADJORI (MS) 
Lave muito·bem as fru 
tas e verduras, colo 
cando-as de molho em 
agua com cloro. 
Lave as ma 	_ 
de preparar alimentos 
de comer e após ir ao 
banheiro. 
~ua só tratada (com cloro) 
ou fervida por, pelo menos, 
, 2 J!inutos. 
E 
Se a agua da sua casa t0 
for trada (encanada e cloca 
da), coloque 2 gotas de clo 
ro (hipoclorito de sódio : 
2,57) para cada litro d'~ 
e espere 30 minutos para ut. 
lizâ-la. 
Cozinhe muito be= 
os alimentos, prl~ 
c.ipal.mente peixes­ 
e frutos do rar. 
Apoio: ROTXRY CLUB 
) 
p 
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F 
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Pr 
Ces 
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fina 
de 
ha 
' via 
• 
,

JORNAL 'TRIUMA DA FPONTEIA DIARIO PE10A, 
,. 
A REFORMA CONSTITUCIONAL E NECESSARII 
A Constituição de 
1988 foi fortemente 
influenciada por uma 
série de fatores cir 
cunstanciais que a 
tornaram velha antes 
mesmo do nascer. Es­ 
te fato foi do tal 
forma percebido pe 
los Deputados e Sena 
dores constituintes 
que o único ponto de 
consenso entre eles 
foi o de garantir na 
própria Constituição 
i necessidade indis~· 
pensável da revisão. 
Internamente, ain 
da não havia sido 
consolidada a agenda 
da modernidade que 
empolgaria toda aso 
ciedade brasileira a 
partir da campanha 
presidencial de 1989. 
Neste sentido,a Cons 
tituicão de 88 está 
presa a conceitos ob 
soletos de isolamen­ 
to econômico. Inter­ 
nacionalmente, a que 
da do Muro de Berlim 
e o fim do socialis­ 
mo somente ocorrem a 
partir de 1989.Assim, 
a Constituição de 88 
está presa a um ul 
I O CUSTO DO REI 
A Lei Eleitoral a 
provada no Congresso 
Nacional e a revisão 
constitucional cons­ 
tituem condição ne 
cessária à governabi 
lidade e retomada do 
crescimento mas não 
sao condições sufici 
entes para que isso 
venha a ocorrer A 
questão fundamental 
a ser resolvida, pa­ 
ra que se possa fa 
zera estabilização 
monetária, erradican 
do a inflação e res­ 
tabelecendo o equili 
brio econômico-finan 
ceiro do Estado, é ã 
de s8 distribuir os 
custos do ajustamen­ 
to entre os vários 
segmentos da econo - 
mia. 
Esse custo é re 
presentado pela ne­ 
cessidade, de um la 
do, de equilibrar as 
finanças públicas e, 
de outro, de equacio 
nar o problema da dí 
vida interna, cuja 
trapassado conceito 
da supremacia do Es­ 
tado sobre a econo­ 
mia que produz como 
resultado uma série 
do obrigaçõen públi­ 
cas sem os correspon 
dentes meios de cumi­ 
pri-las. 
Desta forma, como 
expressão de um mo 
mente ultrapassado, 
muitos dos preceitos 
constitucionais pas­ 
saram a bloquear as 
potencialidades do 
desenvolvimento Na­ 
cional e devem ser 
revistos. Entretanto; 
outros itens da Cons 
tituição, como as li 
herdades políticas e 
os direitos indivi - 
duais, estão perfei­ 
tamente enquadrados 
dentro dos modernos 
conceitos de cidada­ 
nia e democracia e 
devem ser preservados. 
Embora não se de­ 
va limitar a priori 
a revisão constitu 
cional, o ideal se 
ria estabelecer uma 
agenda mínima de pon 
tos polêmicos a se 
rem modificados com 
liquidez e alto cus­ 
to representam obstá 
culo à execução da 
política monetária. 
No tocante ao equilí 
brio das finanças - 
nao basta que recei­ 
ta e despesas se 
equivalham em um da 
do exercício mas que 
o ajuste seja efeti­ 
vamente estrutural e 
mais ainda, que seja 
obtido sem o sacrífi 
cio do atendimento 
das obrigações típi­ 
cas de governo. 
Com relação à di 
vida e necessário re 
duzi-la substancial 
mente ou alongar o 
seu perfil e reduzir 
seu custo. 
. Tanto a 
do déficit 
solução 
público· 
como o equacionamen­ 
to da dívida compor­ 
tam diferentes for 
mas de distribuição­ 
de seus custos, tan­ 
to entre o setor .pú 
blico e o setor pri­ 
vado, como dentro 
prioridades tempora­ 
is em função da nua 
agência, de [orna a 
agilizar e ílcxíbill 
zar o processo.Entre 
os itens da Consti 
tuição que deveriam 
estar incluídos em 
uma agenda mínima de 
revisão conviria des 
tacar os relativos ã 
reformulação do Esta 
do, bem como à moder 
nização da economia 
e à maior integração 
brasileria no merca­ 
do internacional. 
No que concerne à 
reformulação do Esta 
do, convem ressaltar 
que o Estado moderno 
deve ser enxuto em 
termos de máquina ad 
ministrativa, inex­ 
pressivo enquanto 
produtor de bens e 
serviços e extrema 
mente forte em regu­ 
lar e disciplinar a 
livre competição dos 
mercados. Neste sen­ 
tido, a gigantesca 
máquina administrati 
va deveria ser redu­ 
zida através da desa 
tivacão de vários 6r 
gãos burocráticos e 
deste. A diferença - 
entre receita e des 
pesa pode ser cober­ 
ta por aumento da 
primeira, redução da 
segunda ou combina 
cão de ambas, enquan 
to o crescimento da­ 
arrecadação pode se 
fazer sobre os que 
já pagam todos os im 
postos,ou distribuin 
do a tributação mais 
uniformemente sobre 
o universo dos con 
tribuintes. 
O alongamento da 
dívida e a redução 
de seu custo podem 
ser obtidos via mer­ 
cado, pelo estabele­ 
cimento da credibili 
dade do devedor, o 
Governo, ou por medi 
da compulsória-, impon 
do perda de liquidez 
temporãria aos deten 
tores de ativos fi 
nanceiros. 
o setor privado, 
empresas e trabalha­ 
dores,jã pagou um al 
to preço pelo dese- 
o fim da es abilida 
de dos novos funcio­ 
nários públicos. Por 
outro lado, setor s 
0.stratégicos ao con 
coito de segurança - 
nacional deveriam 
ser perfeitancnte de 
finidos, de forma a 
que monopólios esta­ 
tais que não se on 
quadrem neste concei 
to possam ser extin­ 
tos. Em contraposi - 
ão, o Estado deve 
ria, além de suas 
funções clássicas de 
segurança e justiça, 
fornecer os servi - 
os de educação e 
saúde básicas, repas 
sande aos Estados e 
Municípios as obriga 
çÕes correspondentes 
aos recursos extras 
concedidos pela Cons 
tituicão de 88 e ao 
setor privado as ati 
vidades de previden­ 
eia e saúde para fai 
Y.as acima de três sa 
lários mínimos. En­ 
fim, o Estado passa 
ria a ter um orçamen 
to reduzido e equilT 
brado, o que implica 
ria no fim do destru 
quilíbrio do setor 
público com a brutal 
recessão que se aba­ 
teu sobre o País en 
tre 1990 e 1992, e 
da qual ainda nao se 
recuperou, e deve es 
tar atento para que 
não seja novamente 
chamado a pagar a 
conta. Se a causa bá 
sica do desequilíbrio 
foi o crescimento ex 
cessivo das ativida­ 
des empresariais do 
Fstado e o inchaço - 
da máquina adminis­ 
trativa, a sua corre 
ão deve ser feita 
com a reversao desse 
quadro. 
Assim, a privati­ 
zação ampla e urgen­ 
te, com aplicacão ds 
recursos obtidos na 
redução da dívida in 
terna, e o enxugamen 
to do quadro de fun­ 
cionários públicos 
eeve ser o caminho - 
escolhido para que o 
ajuste não recaia so 
bre o setor privado. 
A revisão consti­ 
tucional é indispen 
sável para possibi 
litar o ajuste estru 
tural do setor públi 
co pela redução d 
despesas e acelera 
cão do programa de 
privatização. Seria 
a forma de se fazer 
com que o Estado pa­ 
gue os custos do a 
justamente, devolven 
do ã sociedade aqui= 
lo que dela subtraiu 
nos Últimos anos atra 
vés da tributação 
não autorizada que e 
a inflação. 
Embora pareça ela 
roque quem deve pa­ 
gar a conta do ajus­ 
te é o setor público, 
não se deve esquecer 
que a redução de gas 
tos governamentais 
ou a venda de empre 
sas estatais repre­ 
senta redução de Do 
der dos políticos e 
burocratas e uma 
ameaça a grupos cor­ 
porativos que usufru 
s[ 
ivo processo infla 
cionário e passaria 
a fortalecer órgãos 
de regulação e ins­ 
poção da livre con 
corrência. 
A pr •ocupuciio con 
um nior inte­ 
qração da economia 
brasileira no merca 
do in ernacional re 
fere-se à necessida 
de do participar do 
movimento mundial - 
de formação de blo 
cos econômicos e de 
criar mecanismos de 
atração dos capitais 
e das modernas tec­ 
nologias internacío 
nais. Para não iso­ 
lar a economia e 
condená-la ao eter­ 
no atraso, torna-se 
indispensável elimi 
nar as diferenças 
entre as Empresas 
Brasileiras de Capi 
tal(EBCN) e as Em 
presas Brasileiras 
de Capital Estrangei 
ro(EBCE), de manei­ 
ra a acabar com o 
favorecimento das 
EBCN em detrimento 
das EBCE. AO mesmo 
tempo, deve-se modi 
T 
ficar a leqislacão - 
fiscal de remossa de 
lucros e dividendos 
pelas EBCE ao exte 
rior, de forma a tor 
ná-la competitiva em 
relação a outros pai 
ses que oferecem ma­ 
is facilidades para 
atrair o capital in­ 
ternacional. 
Os itens relati 
vos à modernização - 
da economia brasilci 
ra são relativamnto 
mais numerosos e pon 
tuais, mas os mais 
importantes poderiam 
ser resumidamente 
listados conforme os 
itens a seguir: 
- eliminar o dis­ 
positivo que cria 
obstáculos a automa­ 
ão industrial; 
- substituir a a 
posentadoria por tem 
pode serviço por 
idade, como em 
quase todos os pai­ 
ses do mundo; 
==================== 
Vito Romano 
em privilégios injus 
tificados e injusti­ 
ficáveis. Por isso é 
preciso que a socie­ 
dade participe ativa 
mente dos debates e 
pressione o Congres­ 
so para que o custo 
do ajuste nao venha, 
novamente, a recair 
sobre o setor priva­ 
do. (Agência Planal­ 
to) 
de 
Marcel Domingos 
Solimeo é Diret 
técnico do Institto 
Economia da 
Associação Comerci­ 
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Josemir. • 
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A ROZ IN 
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SANTA ROSA 
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J. 
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Jussara e Maneco, 
mento social. 
cm recente aconteci 
8 o alimento mais doador de vida e saúde. Não é apenas. 
alimento. É um remédio capaz dê salvar vidas. 
Tão completo é, que os macrobióticos fazem dele 608% de 
seu regime. 8 o arroz bruto, do qual somente foi retirada 
a dura casca de celulose. Conserva, pois a pardacenta cu­ 
tícula, onde estão todas as suas virtudes. ARROZ INTEGRAL' 
8 VIDA e SAÚDE. Deve fazer parte de 
Rancho S 
Veterinária 
1-t » alimentação. Use e comprove. Vida 
nova, em todos os aspectos. 
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A Iareja Nossa­ 
Senhora do Perpétuo­ 
Socorro, lindamente 
decorada com arran 
jos de flores bran = 
cas. 
A linda melodia 
ao som do órgão,tudo 
com muito bom gosto, 
para receber convida 
dos, padrinhos, da 
mas, noivo e a boni­ 
ta noiva, que foi 
até o altar levada 
por seu pai sob os 
olhares admirados 
dos presentes. 
LEVARAM AS ALIANÇAS 
JARDIM MS 
As daminhas Sue 
len de Souza e Jack­ 
celli Leite Martins. 
APÔS A CERIMONIA RE 
LIGIOSA 
Os noivos recep 
cionaram seus convi­ 
dados no Esporte Clu 
be 10 de Maio. 
TAMB8M LÃ 
No Clube 10 de 
Maio, foi realizada­ 
ª cerimonia do casa­ 
mento civil. 
O SABOROSO 
Churrasco foi 
servido ao meio dia 
acompanhauo de muita 
cerveja, e logo a 
pós um delicioso bo 
lo. 
A PRESENÇA 
Marcante da 
Sra. Nilce de Olivei 
ra, Prefeita de Ante 
nio João. 
A NOIVA 
Muito bonita e 
cleqante em seu lin- 
Também, Haroldo, Horácio, Alziro, Ma 
neco, Joao carlos, Roberto e a Cantora Nil 
za Leao. 
do vestido , 
e Josemir circulavam 
felizes entre os con 
vidados. 
O CONJUNTO 
Som da Frontei­ 
ra (Caracol) animou 
a festa, onde os con 
vidados dançaram ate 
as 04:00 horas da 
tarde. 
A MAQUIAGEM 
Da noiva ficou 
por conta da Prefei­ 
ta Nilce de Oliveira 
de Antonio João. 
AOS ANFITRIÕES 
Os nossos para- 
bens pela arte de 
bem receber e à 
Zaira Marliza e Jo 
semir, desejamos fG 
licidades!! ! 
---------=========-= 
DESPEDIDA DAS IR- 
S: ESPERANÇ/ E PI 
TRICIA 
Foi feita uma 
festinha de despedi­ 
da das irmãs: Espe 
rança e Patricia. - 
Nesta segunda - 
feira, na Feira Li 
vre Esperança. 
Uma bonita fes­ 
tinha organizada pe 
la comunidade. Marca 
ram presenças: Padre 
Angelo, Derge e Eva­ 
nilda, D. Isolda, Sr. 
Nildoca, Diana, Leon 
tina, Ilda, Ramona ~ 
Elvira, Assunção, en 
tre outras .... 
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ANTONIO JOÃO. 
VER DOURES MUDAM ESTITUTO DO 
MI 1ST ~ RIO E BENEFICIA I CLASSE 
---- ---------------------------- ------- 
+O 1. 
Mais do 200 pessoas entre 
pais, estudantes e professore 
lotaram o plenário de Câmara Mu 
nicipal de Antonio João, na ao­ 
qunda-feira próxima passada, pe 
ra acompanharem a votação de 
dois Projetos de Leis de auto - 
ria do Vereador Junoir Marques 
Salvani Simplício, solicitando 
modificaç5cs no Estatuto do Ma­ 
qistório em seus incivos III 
IV do lrtigo 48, que muda a rc-­ 
g6ncia de 181 parn 401, qaran - 
tindo no outro Projeto uma dife 
rença mínima de lJ'I, (treze por 
cento), no salário base, entre 
um nível e outro, neste acrcs - 
centando ao 30 no lrtigo 46. O 
Presidente da casa, Vereador Ju 
ncir 'Marques, abriu os trabalhos 
às 20:00 horas, e logo após a 
leitura dos Projetos todos os 
Vereadores usaram da Tribuna , 
para se manifestarem favoráveis 
aos projetos que beneficiariam 
o grupo do Magistério Munici - 
pal. 
Segundo o Presidente dâ cãma 
ra, Vereador Juneir Marques, hou 
ve um pequeno avanço e foi uma 
conquista importante do Profes­ 
sor, que se organizou e se mobi 
lizou para garantir esta con - 
quis ta, afirmou Juneir. Já a Ve­ 
readora Salvani Simplício, tam­ 
bem autora dos Projetos, disse 
ao usar a tribuna, que pratica- 
mente era impossível o Profes - 
sor sobreviver com um salário - 
mínimo, e não haver uma diferen 
ciação entre os níveis, com 
aprovação dos Projetos houve 
uma democratização entre aclas 
Ver. Salvani Simplicio, PDT 
se, concluiu a Vereadora. 
O Professor de nível I, aque 
leque têm apenas o Magistério, 
com as mudanças no Estatuto do 
Magistério, passa a ganhar um 
salário mínimo no mais uma re - 
gência de 401 chegando a um sa­ 
lário de CR$ 17.648,40, e uma 
diferenciação de 13% de um ni - 
vel para o outro, sendo que o 
salário do Professor de nível V 
fica garantido o valor mínimo - 
de CR$ 28.775,22. 
Requerimento de Juneir Marques 
Também Aprovado 
De autor ia do Vereador Juneir 
!arques-PP, o Requerimento 54/ 
03 foi aprovado por unanimida - 
de. o requerimento endereçado à 
Prefeita Municipal, Sra Nilce - 
Alves de Oliveira, propositando 
~olicitar cm regime de urgência 
o cumprimento do Artigo 44 da 
r.ci Municipal 445/91, "O Estatu 
to do Magistério", no qual o Po 
der Executivo terá que consti = 
tuir uma Comissão de Valoriza - 
ção do Magistério, que scrá cor 
posta de oito membros efetivos, 
todos Professores e Especialis­ 
tas em Educação do quadro perma 
nente do Município, sendo que 1 
~uatro dos membros serão indica 
aos pelo Sindicato dos Trabalhã 
c1.ores em Educação, três indica­ 
dos pela Secretária de Educa 
cão, e um indicado pela Prefei­ 
ta Municipal. A Comissão deva­ 
lorização do Magistério serã 
presidida por um dos seus mem - 
bros, escolhidos pelos seus pa­ 
res e designados por ato da Pre 
feita Municipal. Em sua justifi 
cativa o Vereador Junir Marques 
disse que esta comissão irá co; 
t.ribuir de forma expressiva com 
a classe, a qual passa a ter 
nais uma voz ativa por si, com 
amplos poderes, de examinar a 
progessão funcional, fichas de· 
avaliação, emitir pareceres nos 
casos_de reclamaç5es sobre pro­ 
gressao funcional, classifica - 
cão dos candidatos às ascenção 
~------ 
Vereador Juneir Marques 
1 
-· 
Ipanema Modas 
funcional, apreciar os recursos 
interpostos pelos membros do Ma 
gisterio contra as dccis5es dã 
~4~ipe técnica-pedagógica. "são 
inumeras as atribuiç5es desta 
importantíssima comissão, sendo 
imprescindivel a constituição - 
da mesma o mais rápido possí - 
vel, finalizou JuneJr Marques. 
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a, Os 
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e.

J0'AI. TRILIMA DA FPO'TEIA Dl/ík!f) f'l',/!1'..!L 	l' 
Moradores do Bairro ]tarai pelem fim [ 
ie Lavanderia e Solicitam ação la Ara / 
para Construcao de Centro Comumtario i 
O Prefelto Abraão Zacarias recebeu 
nesta semana em seu Gabinete o Presl-­ 
dente da Anocaço de Moradores do 
Bairro ltuboral, que cm nome dnqucla 
comun1dodc entregou abaixo assinado 
com maia de cem ansinaturas nolic!tan 
do que o Prefeito tome providências 
'no sentido de desativação da lavande­ 
rta pblfca naquele local, ao mesmo 
tempo os alxrl.xos assinados solicitaram 
do Prefeito a doação do terreno e o 
material exiotente no local para que 
a associação possa construir o seu 
Centro Comunitário. "Ao nosso ver a 
lavanderia pblica Instalada no bair­ 
ro na Administração anterior do Pre 
feito Abraão Zacarias, já nos serviu­ 
e muito; porém hoje nós ressentimos a 
necessidade de um Centro Comunitário, 
e esse local seria o icJ.eal" - comen - 
tou Ronaldo Larrea Medina, Presidente 
da Associação, ao entregar o abaixo 
assinado ao Prefeito Municipal, que 
imediatamente determinou para que 
fosse encaminhado à Câmara Municipal 
projeto de Lef para ser anal1zado pe­ 
lou ediR, concretizando a doação da 
área solicitada. 
'A nossa proposta sempre foi gover 
nar com o povo, por isso, comentamos 
no começo da nossa Adminlstração a rc 
estruturação das associações de mora= 
dores e entidades de classe, os an 
seios da comunidade de cada bairro - 
tem que ser mostrado pelos próprios 
moradores, através das associações , 
porque ninguém melhor que o beneficia 
do para determinar a prioridade cxis= 
tente," enfgt!zoo Abraão Zacarias. 
Fundada na Administração anterior 
do Prefeito Abraão Zacarias, a Asso 
ciacão do Itabora{ sempre lutou para­ 
implantação do seu Centro Comunitário 
e agora tem uma grande esperança de 
ver o sonho realizado, 
Bela Vista NOVOS TEMPOS 
Associação dos Moradores do B Itaboraí 
NÕo abaixo assinados solicitamos do Sr. Prefeito Municipal Abraão Ar- 
moa Zacarias, que se possível, tome as providências no sentido de doar terre 
no e o material existente no local onde foi instalado, em sua Administração­ 
passada, a lavanderia deste Bairro. 
A nosso ver a lavanderia já nos serviu em muito, porém hoje nós ressenti 
mos a necessidade de um Centro Comunitário e que esse local seria ideal. - 
Nomes: Bonifacia !banhes, Jenuário Vega, Fabia Dávalos Centurion, Venina Sou 
za, Izabel Zorales, Panta Leão Dávalos, Raimundo Riquelme, Maria Latário 
Boaventura Dáv'alo, Adair Arce, Leonoro.da Cunha Arce, Lair Ribeiro dos San - 
tos, Rozebel Félix de Souza, Dirsel Serafim Esp!ndola, Estel Demelo Espíndu­ 
la, Adelina Paes , Inácio Marim, Iládia Vieira Marim, Maria Aparecida Reme - 
ro, Inácio Gutierres, Maria Madalena Martins Fernandes, Maria Lourdes Louvei 
ra Pissarno, João E. L. Pereira, Maria Joana A. Pereira, Alzia G, Barbosa , 
Mirian E. Gonçalves, Sinésia Lescano Obando, Geraldo Senturião, Rosalia Fran 
co, Salostiana Ifram, Modesta Dures, Azelino Dias, Maria V. Ramires, EduardÕ 
Serrilha, Taciano Cismar, Juliana Senturião, Robelly Dávalos, Jacinto Leite, 
Euzébia Nunes Arguelho, Almerinda T. Alves, Carmos Sizenando Alves, Paulino 
Alves, Eazêblo Duarte, Raimanda R. Duarte, Lourença Quintana, Evantelista Ro 
mero, Verginia Chaves Vieira, Rufino Vieira, Venância !banhas, Atanásio Val= 
dez, Orlinda Valdez, Carla Benites, Brãulfa Ferreira, Apolônia F. Loaveira , 
Carla Maria Gomes, Alexandre Coêne, Antonio Assunção Medina, Ramão Dário Ri­ 
cardi, Genice Leite Pereira, Aildo Pereira. 
ASSOCIAÇÃO DE MORADORES DO BAIRRO ITABORA! 
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A partir do dia 26/10, as Agências do Banco do Brasil em todo o País re 
ceberam os acionistas para exercerem o direito de preferência na compra de 
ações a que fazem jus. Estã~ à disposição dos acionistas_ 14.824.105.098 a­ 
ções onde 11.615.674.552 açoes PN. correspondentes ao aumento de capital - 
de CR$ 45 bilhões. O preço das ações é o seguinte: CR$ l.725,88 por lote - 
de 1.000 ações onde CR$ l.809,98, por lote de 1.000 ações PN. a proporção 
do direito de subscrição de cada acionista foi fixada em 34.387, com base 
na posição acionária de 06/10/93. - 
A integralizaçao da subscriçao podera ser a vista Ou financiada, com en 
trada de 257 mais três parcelas mensais e sucessivas, atualizadas pela TR 
e juros de 1,57 ao mês. O montante a ser financiado está limitado a 757 do 
preço total das ações Rubscritas, Poderão obter financiamento para a aqui­ 
sfção de ações de acionistas do Banco e adquirentes de direitos de subscri 
ção, pessoas físicas e jurÍdi:as nao financeiras que tenham direito de 
subscrever no mínimo 8.000 açoes. 
A garantia para a operação será a_ caução da totalidade das ações adqui­ 
ridas inclusive as correspondentes a parcela· a ser paga, a titulo de en - 
trada. A liberação das ações só poderá ocorrer após a liquidação total da 
dívida. Não sendo permitida a disponibilizaçao parcial dos títulos. 
0 
prazo para os acionistas excercerem o direito de preferência encerra­ 
se em 25 de novembro. Os boletins para o exercítio do direito de subscri - 
cão de ações ON e PN estarão à disposição dos acionistas nas Agências em 
que estiverem cadastrados para o recebimento de dividendos. O Banco infor- 
ma qe não haverá rateio de sobras de acoes entre os atuais acionistas. E­ 
ventuais sobras de direitos de subscriçao serao levadas a Leilao em bolsas 
de valores. 
As ações resultantes da subscrição farão jus ao dividendo integral cor­ 
respondente ao segundo semestre de 1994 e as novas cautelas entregues 60 
dias após a homologaçao do aumento de capital. 
os detentores de cupons relativos a direitos de bonificação e/ou cítu - 
los representativos das extintas açoes preferenciais ao portador, que sol,! 
citarem sua conversão em preferenciais normativas até 25/11/93, terão asse 
arado o direito à subscrição das correspondentes ações PN. 
os recursos captados serão basicamente destinados à investimentos na 
atividade produtiva em se~ores prioritários da economia e, também,em Infor 
m.itica/Telemática. 
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VALOR DA SANTA 
MISSA 
Toda o ltlson dlr.tlnul o teu 
toda a tH:ir.11 nlc.ançn .. te 1JIT1 
Na MIsa recebes a benção 
nhor rntl Clcn no céu. 
És abençoado em teus negócios e Interesses pessoals 
purgatório. 
rau de glória maior no céu, 
do sacerdote, a qual 'osso Se 
Ficn snbcndo, ó cristão, que mais vale ouvir devotamente 
una Missa do que distribuir todas as riquezas nos pobres e 
peregrlnnr todo o terrn, S, lleo,,,rdo 
Nosso Senhor nos concede tudo o que lhe ~dlr..os nn Santa 
Hlssa. O que mais vale é que nos dá nlndn o que nem sequer 
cogitamos l)<'dir e que, entretanto, nos é nccessilr!º· 
S. Jcronlc,o 
Se conhccesscmos o valor do Santo sacrlffclo da Santa 
>tissn, que zelo não ter{amos em assistir a ela! ura D'A.rn 
Rezai U'll..11 Avc-Harln pelas pessoas que contribuírem 
n propngondn deste. 
As obras que Deus crlou 
Pâo deve nos destruir, 
Porque culto caprichou 
Para a gente usu(rulr. 
Jamais c!crrube o arvoredo 
Não suje as aguas dos rios 
Ai i;e l!ncontrn o segredo 
E da natureza os Rlos. 
U dla virão cair 
De joelhos j.5. sob~ .i terra 
No coração conscrv.,ndo 
O remorso que os cncerr,1 
Han:,onla,acor e Justlç.1 
Que se deve praticar 
Deixando un nee a seus filhos 
A paz copleta d'un lar. 
Tco r=.ultO$ que? sobre n terra 
Só vive d'ua arbfção, 
Usando todos os males 
A Q.'.Jls cruenla traição. 
Não se Ierbran ner sequer, 
O que eles te é crprestado, 
Ab,-.ndOilJrru:i esta tc.rr.:i 
Tudo fica, aqui deixado. 
li;zos que re prestara 
\1loroso bcnc ílcio, 
À todos ~u rcconhcco 
Sem encarar sacrIf{elo, 
Deus guiará vossos passos 
Cobcrtn n estrnd:i <lc flores 
Vivendo cercado sepre 
D,Js deliciosos ü1.orc,. 
Bom pessoal, tenham 
boa semana 
E Plrlrl e Pororõ 
Rubrica 
para 
MARAVILHOSO VALOR DA SANTA MISSA 
* No hora do morte, ns Hissns de que houveres particlp.ado 
serão a tua maior consolação. 
* Toda a MIssa advoga o teu perdão junto à justlçn divina. 
* Eti toda o Hissn podes dlminulr n pena temporal devido nos 
teus peco.dos e diminuí-la 081S ou menos consoante o teu fcr 
vor, 	- 
* Participando com devoção da Missa, prestar a maior das - 
honros à Santa Humanidnde de Jesus Cristo. 
* Ele se compadece de cultas dns tuas ncgligênci.os e omis - 
sões. 
* Perdoa-te os pecados venlols não confessados, dos quais 
te arrependeste. 
* Dlmlm1l o lmpérlo de Sntanás sobre ti. 
Sufraga as almas do purgatório da melhor maneira poSsivcl. 
Uma só Hlssn de que houveres participado cm vida, ser-te- 
a rais salutar, que cultas assistidas por outros dcpols da 
tua morte. 
* A Hlssa preserva-te de inultos perigos e desgraças que 
abateri..o.m. 
te 
OFERECIMENTO QUOTIDIANO 
DA SANTA MISSA 
Õ meu Jesus, renovo a intenção de participar dos precio­ 
sos frutos de todas as Santas Missas que hoje (oreI:1 celebr!! 
d,,s no r:iundo lntelro. 
Eu vo-las ofereço, cm u.nião com o vosso Sagrado Coração, 
pedindoMVos que, por intcrr:édlo do Coração Imaculado de Ma­ 
ria, se reserve de cada santo SacrIffeio ua gota do vosso 
precloso Sangue pnra apagar os c:cus pecados e as penas oerc 
cldos. 	- 
SupllcoMVos t.robér.i que, por melo dcst.:is Santns Missas 
as nlt:1.1s do purgatório sejam aliviados, que os pecadores se 
c.onvertnm, o~ ngonlinntes olc.:inccm a vossa mlscricÕrdla, as 
crianças pagas em perlgo de t:orte, rccebar:::t a graça do santo 
Batismo, e os jovens conservem intacto o IIrlo de suo pure­ 
za. 
, Õ ccu Jesus, peço-Vos ainda que concedais ;t voss,, divina 
luz e o conhecimento de vossa santa vontade às almas Juve - 
nls, vacilantes na escolha de su.1 vocnçõo e que, finolr.:cn - 
te, Jor:mls seja praticado o pecado c:.ortnl, dor tão crucl:m­ 
tc paro vosso Sagrado Coração. Asslc seja. 
Colesterol 
MANTENHA O CONTROLE 
VEJA QUAIS ALD!ENTOS CONTRIBUEM PARA 
"ELEVAR OU DIMINUIR A TAXA DE COLESTE:ROL 
AL-::0 TEOR - Carnes gorda~, toucinho, lingui 
ça, frios, mi.:;dos, frutos do mar (exceto peixes), 
gema, gordu~a de coco, frituras em geral. 
Leite mante~ga, queijos, creme de leite, chan 
tily, sorvetes, chocolates, iogurte integral. - 
ISENTOS - Clara de ovo, óleos vegetais (exce­ 
to em fr~turas), leite desnatado, iogurte desna­ 
tado, queijo ricota, verduras, legumes, frutas , 
raízes, cereais. 
BAIXO TEOR - Carnes.magras, aves sem 
peixes, queijo tipo Minas e margarina. 
(O.Estado de São Paulo) 
pelê 
Destaques do Ano 
I?: a promoção que o Jornal da Praça de Ponta Porã esta.rã realizando nes­ 
te dia 30 em comemoração aos 14 anos de Circulação. A Sociedade de Ponta 
Pora e de outros Municipios (políticos ou autoridades) estarão prestigian­ 
do esse grnode acontecimento. 
. A bonita decoração do Tênis Clube ê_de Janio Arakald, Show especial se-' 
r;:i :ga Academia de Danças Espanholas (Sao Paulo), o cafê da manhã é de Pep's 
lluffet e abrilhantando a noite dois grandes conjuntos: Grupo Musical J>-cls­ 
ma (S. Paulo) e Los Tammy's. 
Ao Casal João Natalício e lzolina, Di_retores do Jornal, -,s nossos p:tra _ 
béns! 
aôde/Coração 
1 
1 
Mulheres que correm 
------- 
- 	a 	·hances de todas as peoams , 
Certo fatore de rico podem aumentar as c+ar " "" 
1 
, 
ho o:; e Qulhcrcn, dcl!envolverem doença,; cardÍ.:c,,· • 1 ,trc o•; rlneon 
11 
·1 
· 	fatores poder ner 
cluc1arsc o e1,t1lo de vida e a hiRtociil familiar. Alg .. no 1 
xclafvon de mulheres o, as afetam de fora especial. Entre eles se desta, 
1 c:un or; c;cgulnteR: 
Idn<lc - Quanto mais você envelhece, maiores 
são as suas chances de desenvolver uma doença 
card!aca. 
Sexo - Os homens desenvolvem ma!s doenças car 
d {acan e isso acontec.:, als cedo do que cot1 .'.lf: 
rrulhercs, A diferença começa a dtrtnalr depois - 
da menopausa e a mulheres "alcançam" os homens 
cm torno dos 65 anos de idade. 
Risco 
Hereditariedade - Se os membros de s .. a fa□! •• 
J in t ivera,n doenças cardíacas, você tem chances 
rraiores d~ tê-1.'.ls também, Há também o fator ra - 
clal: o~ afro-americanos correm mafores riscos de doenças cardíacas 
oi; amcrlc.inos brancos, principalmente por terem níveis r.iédlcor, runb 
dos de pressão sanguínea. 
$>0 
O QUB AS lsfULHBRES PODEM FAZER PARA 
REDUZIR SEUS RISCOS DH DOHNCA CAJlDfACA 
Parar de Fumar - Com o fumo, o coração tanto 
dos homens quanto das mulheres sofre efeitos ne­ 
gativos - artérias estreitadas e redução do sa 
pcimento de oxigênio-, mas o hábito de fumar 
também elimina a proteção natoral que as molhe 
res obtêm do hormônio estrogênio. Uma mulher que 
fuma e toma pílulas anticoncepcioriais tem 39 ve­ 
zes mais chances de sofrer um ataque cardíaco do·, 
que uma mulher que não faça nada disso, Mas o 
risco coronário do hábito de fumar diminui rapi­ 
damente alguns anos depois do hábito ser aban<lo~ 
rado, de maneira que vale a pena tentar. 
Dieta - Faça um esforço para comer alimentou 
que tenham baixos teores de gorduras, de gordu - 
ras saruradas e de colesterol. Tente limitar a .._.,-- • 
gordura a 30% das suas calorias. diárias. 	r 
Pressão Sanguínea - Pequenas elevações acima 
do limiar de 140/90 podem aumentar consideravel­ 
rrente os seus riscos de doenças cardiovasculares, - ' 1--------------------------- 
< 
.- Colesterol - Antes da Menopausa, as mulheres 
naturalmente têm níveis mai:, elevados do -HDL, 11- 
po~roteínas de alta densidade, o colesterol - • 
"bom". Depois da menopausa, quando os níveis de~ 
estrogênio diminuem, essa proteção se perde gra- 
dativamente. Estudos com a população masculina - 	~ 
revelam que 1% de aumento no colesterol do san - Ü 
ue corresponde a um aumento de 2% no risco de 	íli 
uma ataque cardíaco. Se o mesmo padrão for váli- 	t:~ 
• - 	ili' 
do para as mulheres, a redução do colesterol po- c'+., 
dera beneficiar as mulheres de todas as 1dades. -c 
Reposição de estrogênio - Apesar de existirem riscos, muitos estudos 
gerem que os benefícios d& saude cardiovascular melhorada e a proteção 
relação à osteoporose componeam os ciscos maiores de câncer uterino e 
cãncer de mama, no caso de mul~eres que não correm riscos especiais 
câncer. 
F.xercícios A obesidade, mesmo,quando o excesso é de apenas 57. a l4~ f 
a~menta o risco de ataque cardíaco. 	•1 
Fonte: The New York Times Magazine (O Estado de são Paulo-17/10 
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