± TRIBUNA DA FRONTEIRA 
Pereira 
2010211912 DIÁRIO REGIONAL 
r areesoerre reestaca 
BELA VIS'TA/MS ANO 21 NO 1435 - 27 DE NOVEMBRO DE 1993 - SÃBADO - DIRE'.i'OR: IVALDO PEREIRA - EXEMPLAR CR$ 100,00 
tu t arta.. 
Circulacão 
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CARACOI 
PORO MURTIN! 
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nosrro 
NIOAQIVE 
ANTONIO 1OÃO 
INIUGURIIDI 1. PONTE DO TORO MORO 
5 
. · . 
x• 
1 ,,,. - __ _1_ ~- - 	" -~ 
l 
Sr. Tadeu Ocampos, Engo Fernando Jorge de Barros, Prefeito Juvi­ 
no Godoy, Deputado Ho~a, Prefeito Abraao Zacarias, Vereador Mar 
• cos Barbosa e Vice-Prefeito de Caracol Wilson F. Leite. 
ME7ESEAIMIIES MO ESIN NO 
MMIL FERI OE WOLF1 $ERi 
CONHECIDOS DOMINGO 
.- 
0 
As duas duplas 
que representarão o 
Mato Grosso do Sul 
na fase de pré-quali 
ficação do Brasil o 
'pen de Voleibol de 
Areia, previsto para 
janeiro no Rio, se 
rão conhecidas neste 
final de semana com 
a realização de 7a 
e Última etapa do 
III Circuito Estadu­ 
al. 
Os empresários­ 
"Gão e Ta ti" , pro­ 
prietários do Hotel 
Pousada da Fronteira 
e organizadores do - 
final do IIIQ Cicui­ 
to em Bela Vista,tra 
balharam muito nos 
Últimos dias para 
que tudo transcorra­ 
da melhor maneira 
possível, a quadra - 
de areia e a área.em 
volta do hotel rece­ 
beram várias melho 
rias e uma estrutura 
completa, tudo para 
bem recepcionar os 
atletas e visitantes 
que estarão em nossa 
cidade neste final 
de semana. 
"NONINHo• 
Ulisses Serra 
Neto, o NONINHO, jo 
vem ainda, está rev@ 
lucionando a cultura 
os esportes no in 
erior. 
A realização da 
final do Circuito de 
Voleibol '(Duplas) de 
reia, em Bela Vista 
e a valorização e o 
reconhecimento do 
Potencial do inte­ 
rior. 
Não é só nos 
esportes que NONINHO 
vem pregando uma re 
nevação, dos métodos 
e estratégias, em 
todos os setores,ele 
com a sua maneira 
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8$A.2.:?- -. - 
Ulisses Serra Neto -"Noninho" 
de ser, humilde, di­ 
nâmico, com visâo 
do futuro, prega o 
despertar, um novo 
Brasil, a nova clas­ 
se política que está 
surgindo das brumas 
das CPI, das corrup­ 
ções, tem em NONINHO 
o 
o seu legítimo repre 
sentante, jovem com 
idéias modernas, afi 
nado com os novos 
tempos, é hoje um li 
der admirado, sobre= 
tudo pelos jovens , 
os que querem RENO 
VAR este País. 
Foi inaugurada 
pelo Prefeito Munici 
pal de Caracol, a 
Ponte sobre o Rio Ca 
racol, na região que 
demanda ao TORO MO 
RO. 
Com as prescn 
ças de várias autori 
dades locais entre 
as quais destacamos­ 
º Prefeito Juvino G~ 
doy e Sr ; Vier Pre­ 
feito Wilson Ferrei­ 
ra Leite, Deputado 
Waldemir Moka; Prc 
feito de Bela Vista= 
Abraão Armoa Zaca 
rias; Engenheiro Re= 
sidcnte do DCRSUL 
Fernando Jorge de 
Barros; os Vereado - 
res José Carlos Bar­ 
cellos - Presidente- 
* Matéria completa na Página - 04 
Curiosidade 
da Natureza 
Conforme já no­ 
ticiamos anteriormen 
te, por determinação 
do Comandante em E 
xercício da 7a Compa 
nhia Independente de 
Polícia Militar, se 
diada em Jardim, ca­ 
pitão Erudilho Silva 
Nabuco de Souza, foi 
instaurado um inqué­ 
rito policial Mili 
tar - IPM - para apu 
rar as responsabili­ 
dades do Soldado Al 
berto Noreni Noguei­ 
ra Vaz que, após efe 
tuar vários disparos 
de arma de fogo em 
via pública, acabou 
ferindo com um tiro 
o menor Humberto Fer 
reira Ramos, de 15 
anos, na Rua Conde - 
de Porto Alegre. 
o inquérito da 
Polícia Militar tem 
40 dias par~ ser con 
cluído e o encarrega 
do é o prõprio Coman 
r 
« 
( 
da Câmara Municipal 
de Caracol; Marcos 
narbon , Pronidcntc­ 
da c5mara MunicipAl 
de Bela Vista, os Ve 
readores de Caracol; 
Thirson F. Leite; Do 
ralina R. Leite; Dar 
ci S. Neto; Paschoal 
Puchcta e Jos0lio 
dos Santos e ainda! 
númeras pessoas de 
destaque na socioda­ 
de caracolcnsc. 
.,, 
Já temos visto 5 "yy 
muitas coisas esqui- «. -· t'y,, » 
sitas acontecendo , = 	éi A 
mas esta foi demais. '- ,- I J'; 
Na chácara ao ••.r,' f,' --.--. ... / 
sr. cassimiro, popu- ,-f+' ± 'y 
larmente conhecido -;,, :•~ . : ~ ·, ,- ·: . { 
como Caxi, nas proxi , ·,/-·" - • •. 
midades do município + '.2 ± 
', » r + 
de Caracol um pe de /,· .. , 
cõco, com 1 cm de al 
tura. veja maiores detalhes na Página/ 10 
dante do 2 Pelotão­ 
PM 10 Tenente Alírio 
Villasanti Romeiro , 
as primeiras testemu 
nhas do fato já fo 
ram ouvidas e nos 
próximos dias serao 
ouvidas também ou 
tras pessoas que pre 
senciaram o ocorrido. 
O Policial Vaz, aa 
tordo disparo que 
feriu o menor, encon 
tra-se preso. adminis 
trativamente em Jar 
dim por ordem do co­ 
mandante do 20 Pelo­ 
tão de Bela Vista. 
Em nota encami­ 
nhada à Tribuna da 
Fronteira, o comando 
do 2Q Pelotão enfati 
zou que lamenta pro 
fundamente o inciden 
te que resultou no 
ferimento do adoles­ 
cente e reafirma o 
propósito de que "a 
apuração se dará sem 
corporativismo e ba 
# 
desta 
Policial que atirou 
contra menor poderá 
ser excluído da PM 
- - __ .J 
edição 
seado nos princípios 
da legalidade, da im 
pessoalidade e da 
imparcialidade e que 
caberá a Justiça jul 
gar o Policial pela 
sua atitude". 
Segundo fontes 
tendo em vista a gra 
vidade do fato, fã' 
apurados nos primei­ 
ros depoimentos co 
lhidos no inquérito, 
o comando da Polícia 
Militar de Bela Vis­ 
ta e de Jardim esti 
veram reunidas na 
última terça feira e 
um dos assuntos tra­ 
tados foi a possível 
exclusão do Policial 
que feriu o adoles 
cente dos quadros da 
PM, a bem da disci 
plina e do serviço - 
Público. 
Informe TF 
Pãaina - 09 
* veja Cobertura completa da Interclube realizada pelo Ro·tary de Bela Vista n«s páginas 
06 e 07

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bl::'1.A •r,.: .!-!':], 27 
IOR!AL, TPI'JNA DA FRONTEIRA - DI RIO REGION. 	» 
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0 
lNCO •••••• - •••••••••• - - •••• - - - •• - - - - • - - - - •• - ••• - - - •• - •••• - - - • - - • - • '• - - - - - ••• •·- • 1 . 
1 
*Falar com Elizeu z. Della. 
5.,--, 
Tribuna da Fronteira [ 
Diário Regional 
* FUNDADO EM 20/02/1972 
1 
Diretor-Redator-Chefe: IvaJ.do Pereira 
Diretora Adni.: Maria E. V. Pereira 
: Secretário de ):ledacão: tlbal.dino Iodrigoes 
Reportagens: João Carlos Velasquez An- 
dré Ãvalo, Firmino de Barros. ' 
Redacão, departamento Comercial e Parque 
Gráfico - Avenida Tribuna da Fronteira - 
564 - Caixa Postal - 23 - Fone - (067) 
439-1410 - Bela Vista - MS 
SUCURSAIS - Jardir.i, Porto ~:urtlnho, Antonio Joiio, Boa! 
to, Caracol, Capo Grande e Correspondeste 
cm Bras[lin e Siio Paulo. 	- • 
Propriedade da Rede Relavistense de Jornais LTDA 
a:c - HF 15.Sl.3'.203/0001-90 
O Jornal não se responsabiliza pelos artigos ass!nados ou 
de orlgco deflolda. 
* Exemplar --···---·······-···-····50,00 
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Assinatura Trimestral ...---...3000,00 
* Assinatura Semestral- _ .. 6000, oo 
Assinatura Anual.....-----....12000,00 
• JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA" 
• FILIADO A ABRAJORI E ADJORI/MS

JORNAL 'TRIBUNA DA FRONTEIRA DIÁRIO REGIONAL, BELA VISTA, 27 DE OVE!'RO DE 1993 
PEDROSSIAM REAFIRMA LUTA PELO MEIO AMBIENTE 
Ao discursar para a platéia presente ao 
Clube dos Servidores, na última segunda­ 
feira, 22 durante a solenidade de assinatu 
ra dons projetos de criação das fundações 
terceiro Mil6nio Pantanal e Terceiro Mil6- 
nio - Natureza Viva, o Governador Pedro Pe 
drosoian reafirmou:sua preocupação com a 
preservação do meio ambiente. "o meu Gover 
no recebe, neste ato, a elite intelectual­ 
e a mais expressiva representação da socie 
dado civil do Estado, para ·a histórica ce= 
lebração de um generoso pacto pelo futu­ 
ro", afirmou o Governador. 
Ao conclamar a sociedade civil a parti 
cipar deste pacto, Pedrossian assinalou • 
que "o futuro só será possível se, todos 
juntos,tivermos a grandeza de preservar o· 
magnífico patrimônio natural que herdamos 
de nossos ancestrais desde os índios,donos 
imemoriais da terra, aos nossos avós e pa­ 
is - que souberam tirar da natureza os fru 
tos da vida e da prosperidade,sem destrui­ 
la ou comprometê-la". 
O Governador Pedro Pedrossian vem tendo 
uma preocupação especial com a questão am­ 
biental desde suas administrações anterio­ 
res, quando o assunto meio ambiente sequer 
fazia parte das discussões dos Governos de 
outros Estados. Na gestão anterior, Pedras 
sian baixou decreto proibindo a instalação 
de destilarias de álcool no Pantanal,criou 
a Reserva Ecológica do Parque dos Poderes. 
"Nos milênios vindouros a civilização - 
que hoje construimos será com certeza,reve 
renciada não pela monumentalidade de suas 
ruínas, mas pela generosidade com que sou­ 
be tratar a natureza, entendê-la na sua es 
sência, e transferi-la, em toda a sua exube 
rância, aos que virão depois de nós", co­ 
mentou o Governador, acrescentando estar 
certo de que os Deputados entenderão a im­ 
portância desses projetos e aprovação a 
criação dessas duas fundações. 
1. 
; 
. 
 
J 
Governador equipa 
Florestal e dobra o seu 
Efetivo 
Íi 
Para garantir uma ação repressiva e educativa 
com total eficiência, o Governo Pedro Pedrossian 
está equipando a Polícia Florestal com veículos, 
lanchas, barcos e modero sitema de comunica - 
çÕes. Até o início do próximo ano, estarão ope 
rando 14 postos avançados ~ue serão instalados 
em pontos estratégicos, dentro do Pantanal, jen 
tando-se aos 10 destacamentos já em operação. O 
comandante da Florestal, Major Ãngelo Rabelo , 
anunciou que o Governador Pedro Pedrossian auto­ 
rizoo, ainda, o aumento do efetivo em mais 200 
homens, passando a um total de 450, em todo o ES; 
tado. 
Estas medidas fazem parte das decisões toma - 
das pelo Governador Pedro Pedrossian na defesa e 
conservação do Pantanal, com a criação da Funda­ 
ção Terceiro Milênio-Pantanal. A Polícia Flo­ 
restal tem papel decisivo no cumprimento das de 
terminações do Governador, que sela o compromis­ 
so do Estado em estabelecer políticâs permanen - 
tese ações coordenadas na defesa da natureza e 
da vida animal. A repressão à pesca predatória e 
a proibição de "camping" nas áreas ribeirinhas 
de rios e lagoas do Pantanal exigirão da Flores­ 
tal a aço imediata e eficiente. Para alcançar 
esses objetivos, o Estado investirá·na moderniz~ 
cão da corporação. 
Através da Fundação Terceiro MIlênio - Panta­ 
nal, o Governo Pedrossian vai equipar a Polícia 
Florestal com mais 15 caminhonetes, 15 lanchas 
marajõ, 65 motores de várias potências, 20 bar­ 
cos de alumínios, rádios VHS, 200 coletes e 400 
fardamentos. Ao instrumentalizar a Florestal,ade 
quando-a às condições geográficas do Pantanal e­ 
à necessidade de aumento de seu efetivQ, o Gover 
nador concretiza o cumprimento de sua percepção­ 
política de que a completa modernização estrato­ 
ral, econômica e social de Mato Grosso do • Sul 
só encontrará plenitude com o estabelecimento de 
estruturas ágeis e legislação moderna e rigoro­ 
sa em defesa dos recursos ecobiológicos e ambie~ 
tais. 
NITUREZI= 
Quem Ama Presera! 
, . 	. 
Integra do Discurso do Governador Pedro Pedross1an 
Senhores e Senhoras 
O meu Governo recebe, nente ato, a elite inte 
lectoal e a mais expresfva representação da so­ 
ciedadc civil do Estado, para a histórica ccle 
braço de um generoso pacto pelo fatoro. Fataro 
que só será possível se, todos juntos, tive1mos 
a grandeza de preservar o magnífico patrimônfo - 
natoral aae herdamos de nossos ancestrafs - des 
de os índios, donos imemoriais da terra, aos nos 
sos avós e pais, que souberam tirar da natorezz 
os frutos da vida e da prosperidade,scn destruí­ 
la ou comprometê-la. 
Tenho tido a coragem de dizer que as elites 
políticas e economicas deste pafs estio literal­ 
mente falidas. Falidas porque se mostram Incapa­ 
zes, por egoísmo, omissão ou interesses excusas, 
de formular um projeto nacional à altura deste 
grande povo, condizente com esta grande nação. E 
a desesperança, a frustração vicejam como erva 
daninha, a cada anúncio de mais um descalabro,de 
mais um escãndala. E eles têm sido tantos nesses 
tempos tempestuosos. 
Mas, se as elites políticas e ecooârrfca se mo!! 
tram, com raras exceções, comprometidas ou vicia 
das, ainda haveremos de ter, como reserva de cai 
petência e de ética, uma sociedade magnífica e 
produtiva. Sociedade cujos anseios, fecundados 
no trabalho, na pesquisa, na busca da prosperid! 
de, não podem se frustrar sob peso da insensatez 
de governantes, 
Por isso, estou certo, as gerações futuras h_! 
verão de se orgulhar deste ato que agora celebra 
mos. Porque aqui, sobreponde-se a todas as incer 
tezas do momento presente, Governo e sociedade 
civil, através de suas mais legítimas expres­ 
sões, fundam os alicerces de uma aliança definit_! 
va em favor do homem, da vida e da natureza. 
Porque esses são os generosos compromissos da 
Fundação Terceiro Milênio, que idealizei e vamos 
concretizar em dois braços benfazejos, como voca 
ção e compromisso desta geração, para assegurar­ 
ao faturo qoe é, sem dvida o maior patrimônio - 
das modernas sociedades. Patrimônio representado 
pela qualidade de vida, dignidade na integração 
salutar do homem como o seu meio, através de 
equipamentos de Cultura, esporte e lazer, e pelo 
respeito profundo ao frágil equilíbrio da natare 
za. 
A Fadação Terceiro Milênio - Natureza Viva,te 
rã, assim, a responsabilidade de gerir, em favor 
do homem e da qualidade de vida, todo o extraor­ 
dinário patrimônio de espaços urbanos e de nata­ 
reza privilegiada, que meu Governo está incorpo­ 
rando à cidade, para que possam ser usufruídos 
na confirmação da cidadania. Patrimônio que,como 
o Parque das Nações Indígenas que estamos cons 
truindo, em continuidade à estação ecológica d~ 
Parque dos Poderes, propicia a Campo Grande o 
privilégio de um dos maiores, se não o maior dos 
espaços ecológicos urbanos do mundo. 
O Parque do Povo, espaço criativo e generoso 
de democratização do lazer, já em fase adianta 
da, o jardim botânico, já criado cm área de re­ 
serva natural assim como outros parques o equipa 
mentas afins, também serão geridos pela FundaçãÕ 
Terceiro!l@nio - Natureza_Viva, núcleo de ex- 
pressão do que a nossa sociedade clvil te de ta 
is sólido e representativo. Na verdade, esta fan 
dação será a congregação de uma el!te qoe, reco­ 
nhec1da pelo Governador como procuradora da come 
nIdade, defenderá seus interesses nobres e pera 
nentes, 
Já a Fandação Tercetro MIInlo Pantanal, con­ 
regará a elite do saber académico de nosso Esta­ 
do, na tarefa extraordinirta de somar competên - 
c1as e vontades, para a formalaço de políticas 
e ações duradouras de proteção eficaz e osafrato 
racional, especialmente atrnvéo do cco-turi,mo , 
desse tão magnífico quanto frágil patrimônio da 
Hamanfdade, que é o nosso Pantanal. 
A Fndco Terceiro MIlnfo - Natureza Viva e 
aFandação Terceiro M1lento Pantanal, nascem, pg 
is, legitimadas pelo pacto salutar entre o Gover 
no e as mais proeminentes elites do Estado, em 
favor dn qual:l.dade, da correta interação do csp.E!_ 
ço urbano com a natoreza em benefício do cida 
dão, e da preservação do patrimônio ecológico 
nosso legado maior ãs gerações futuras. 
E a fascinante perenidade deste pacto pelo fo­ 
taro, que celebramos neste Instante, decorre exa 
tamente da decisiva participação das honoráveis 
instituições da sociedade civil. Serão essas inE 
tituiçÔes que evitarão que este compromisso de 
nossa geração se subordine a mandatos e gover­ 
nos, ou até mesmc se extinga com eles. 
Mas a venturosa pactuação de vontade política 
e de responsabilidade social, aqui celebrada,ex_! 
girá, para a soa perenizaçao, alerta pernente a1 
te os interesses comerciais inescrupulosos que , 
pelo lucro fácil, depredam a natureza e evitam o 
homem. Conter essa sanha devastadora, exposta ou 
dissimulada é a primeira e permanente missão. 
Anima-me, porém, a certeza de que jamais esta 
geração, aqui tão bem representada, abdicará de 
tão sagrada missão. E nos milênios vindouros a 
civilização que hoje construimos será, com certe 
za, reverenciada não pela monumentalidade de su­ 
as ruínas, mas pela generosidade com que soube 
tratar a natareza,entende-la na sua essência, e 
transferí-la, em toda a sua exuberância, aos que 
virão depois de nós. 
Como governantes, mas sobretudo como filho 
desta geração, estou gratificado pela acolhida 
pronta e decidida das elites de meu Estado à co 
vocação que fiz em nome desta venturosa aliança 
pelo futuro, em favor da vida, pelo Pantanal,por 
uma harmoniosa convivência entre a cidade e a na 
toreza. Pelo bem estar do homem e da humanidade~ 
Aliança que, tenho plena certeza, terá o referen 
dum do Poder Legislativo, cujos ilustres membros 
dignificam a representação popular como esteio 
das democracias. 
Por fim, desejo acrescentar: 
Felizes daqueles que, em meio às incertezas - 
econômicas, as tensões e aos descalabros políti­ 
cos que atormentam a Nação, podem pensar o futu­ 
ro e projetar para as gerações vindouras, tendo 
como argamassa a natureza legada pelo supremo 
Criador. Nôs somos felizes. Muito obrigado a 
todos e que Deus nos abençoe. 
REPRESENTINTES DO ESTADO NO 
Brasil Open de Volei· Serão Conhecidos Domingo 
As duas duplas 
que representarão o 
Mato Grosso do Sul 
na fase de pré-quali 
ficacão do Brasil 
Open de Voleibol de 
Areia, previsto para 
janeiro no Rio,serão 
conhecidas neste fi­ 
nal de semana com a 
realização de sétima 
e última etapa do 
III Circuito Estadu­ 
al. Quatro duplas 
brigam pelas duas va 
gas, com maiores 
chances para os cam 
pograndenses Luizi­ 
nho/Tigresa e Celso/ 
Pezão,que lideram o 
ranking estadual com 
37 e 36 pontos res 
pectivamente. 
O Circuito é uma 
promoção do Governo 
Pedro Pedrossian, a 
través da Fundação= 
de Desporto e Lazer 
(Fundesporte), e es­ 
tã sendo uma das ma 
is disputadas dos Gz 
times três anos. Nas 
competições passa­ 
das, o domínio era 
das duplas campogran 
denses. Hoje, entre= 
tanto, apareceram - 
bons valores no inte 
rior, exemplo especi 
fico dos belavisten­ 
ses Ivaldo Junior/ze 
rial que éstão em 
terceiro lugar no 
ranking, com 33 pon­ 
tos, lutando por uma 
vaga. Pepeu e Vladi­ 
mir, da Capital, for 
mama quarta duplã 
com chances (30 pon­ 
tos). 
Em Bela Vista, a 
sétima etapa será 
realizada na quadra 
de areia do Hotel 
Pousada da Frontei­ 
ra, patrocinadora do 
evento que conta com 
apoio da Prefeitura 
Municipal. 
A disputa 
será em duas fases : 
pré-qualificação com 
as duplas inscritas 
antecipadamente, no 
sábado, e a princi­ 
pal, com presenças 
das três classifica­ 
das na fase anteri 
or,as quatro melho 
res do ranking esta­ 
dual(que lutam pelas 
vagas)e uma dupla in 
dicada pelo MunicI 
pio Sede. - 
ESPORTE NÃO ÉOROGl=PRATIQUE

JORin±. Ri,t DA FRONTEIRA • DIÁRIO REGIONAL 
--------- ------------~------------------- 
BELA VISTA-MS, 27 DE NOVEMBRO DE 1993 - PAGINA - 04 
Inaugurada a Ponte dó "Toro Moro" 
( João Carlos Velasquez) 
1 
ii 
• 1 
Foi inaugurada pelo Prefeito de Cara- 
col, a ponte sobre o Rio Caracol, na re 
qião que demanda ao TORO MORO. 
Com as presenças de várias autorida - 
des locais entre as quais destacamos o 
PrcfciLo Juvino Godoy e Sra; Vice-Prefeito 
Wilson Ferreira Leite, Deputado Estadual - 
Waldemir Moka; Prefeito de Dela Vista A 
braão Armoa Zacarias; Engenheiro Residente 
do Dersul Fernando Jorge de Darroa; oa Ve­ 
readores José Carlos Barcelos - Presidente 
da Camara Municipal de Caracol; Marcos Bar 
bosa, Presidente da Câmara Municipal de 
Dela Vista; os Vereadores de Caracol Thir­ 
son Ferreira Leite; Doralina Rodrigues Lei 
te; Darci Souza Neto; Paschoal Pucheta e 
Josélio dos Santos e ainda inúmeras pes 
soas de destaque na sociedade Caracolense. 
O orador da festividade foi Tadeu O 
campos. No uso da palavra disse "estou muT 
to satisfeito, por mais uma meta de gover­ 
no atingida pelo nosso Prefeito Juvino Go 
doy, tenho a plena certeza que este é o i­ 
nício de um novo marco para a história de 
nosso município. 
Tenho a plena convicção que isto aqui 
será apenas o início de uma grande jornada 
onde o nosso Prefeito dessa forma está a 
tendendo uma grande parcela de cidadões ca 
racolenses e também de Belavistenses, pois 
a ponte está sendo inaugurada hoje, faz di 
visa entre os dois municípios. - 
Sabemos que esta ponte vem em contra­ 
partida atender aos anseios de um povo que 
realmente tem a necessidade de locomoção a 
té o nosso município e também para atender 
as necessidades dos fazendeiros da região, 
para o escoamento de seus produtos, nesse 
momento deixo a palavra livre, para quem - 
quiser fazer uso dela," finalizou Tadeu. 
DEPUTADO MOIQJ. 
O Deputado Moka por sua vez disse 
"sei das dificuldades, que o Prefeito Juvi 
no, tem passado para que fosse construida= 
esta ponte, mas como é um homem de lutas , 
alcançou seus objetivos, com a ajuda dos 
fazendeiros desta região e que sem essa 
ajuda seria quase impossível a realização­ 
desta ponte. Temos a frente do Executivo - 
Municipal da Caracol um homem honrado e 
qualificado para a função de chefiar o mu 
nicipio de Caracol, não somente Juvino Go 
doy, mas também o seu vice Wilson Ferreira 
Leite, o popular Loló e toda a equipe de 
Juvino Godoy. 
A este povo que veio aqui nos presti­ 
giar quero agradecer e dizer-lhes, que o 
Governo do Estado, já fez a licitaçâo do 
asfalto sobre a Avenida principal da cida­ 
de, a Avenida Brasil, onde será toda asfal 
tada e ainda este ano se Deus quizer. 
Tenho ainda mais notícias para lhes 
dar, muito em breve estarão sendo construi 
das 100 casas, para que seja sanada o ques 
tão de moradias da cidade de Caracol. Tudo 
isso Eu e Juvino nos empenhamos juntamente 
com o Governador do Estado, Pedro Pedros - 
sian, para que fosse uma realidade para es 
te Município. Dou meus parabéns à Juvino 
Godoy, pelo seu empenho e dedicação ao mu 
nicipio de Caracol e que voces todos estão 
de parabéns por saberem tão bem escolher o 
seu representante no Executivo Municipal", 
ABRÃO ZACARIAS 
"Somos dois municipios que hoje luta- 
mos, para ver a melhorias de nossos conci­ 
dadãos - Disse Abraão Zacarias, Prefeito - 
Municipal de Bela Vista - hoje esta inaugy 
ração, nos une maio ainda, através desta 
ponte sobre o Rio Caracol, sabemos das 
dificuldades que hoje nos cercam, mas aci­ 
ma de tudo posso lhes afirmar, que Juvino 
é um homem capaz de fazer Caracol dar sua 
arrancada para o progresso. Não quero to 
mar-lhes muito tempo, mas venho aqui para 
estreitarmos ainda mais o laço que nos 
une, para afirmar que é dessa maneira que 
caracol irá dar o seu arranque definitivo­ 
para o progresso. 
Deixo aqui meus Parabéns à Juvino Go 
doy, por mais uma etapa vencida e que no 
momento em que precisar de Bela Vista esta 
remos sempre à sua inteira disposição". 
JUVINO GODO 
Já o Prefeito Municipal de Caracol Ju 
vino Godoy em suas palavras disse "agrade­ 
ç0 aqui neste momento a todos aqueles que 
de uma forma ou de outra nos tem ajudado a 
construir esta ponte, em especial ao Depu­ 
tado que atende toda a nossa região, Depu 
tado Moka, ao Dr. Fernando Jorge de Barros 
do DERSUL, que não mediram esforços para 
que pudéssemos realizar esta obra. 
o Governo do Estado, através do DER­ 
SUL, nos deu a mão de obra. Venho aqui em 
especial agradecer ao meu Vice-Prefeito Lo 
ló, pelo seu empenho, pela sua luta, junto 
aos fazendeiros desta região, por ter con­ 
seguido arrecadar fundos, para a· aquisição 
de materiais, isto é, madeiras para a pon­ 
te. 
Quero agradecer também aos fazendei­ 
ros que nos ajudaram que são: Márcio da 
Fazenda 3 Irmãos; Cezar Dieringa, Fazenda­ 
Rincão Serrano; Valdemar Saikonan, Fazenda 
Santa Maria; Fazenda Barra Bonita, que doa 
ram gado, e Irmãos Pezzini e Loreto da 
Silva pela doação de vaca gorda e Dr. Rena 
to Cezar pela cerveja para a festa de inau 
guração da Ponte. Quero ainda agradecer 
aos que doaram madeiras, os Srs. Orestes 
Godoy, Sertley, Edvaldo Salomão, Josélio 
Santos e o Sr. Érick através do Sr. José 
Carlos Miranda (Cacau) . 
Quero ainda, agradecer a presença de 
todos que aqui vieram prestigiar a nossa 
festa e convidar a todos para saborearmos­ 
um delicioso churrasco". 
Após as palavras do Prefeito Munici - 
pal de Caracol, Juvino Godoy, foi descerra 
da a fita, dando assim por inaugurada a 
ponte sobre o Rio Caracol, na região onde 
demanda ao Toro Moro, pelo Prefeito Juvi­ 
no Godoy e pelo Prefeito de Bela vista A 
braão Zacarias. 
---------------------====================- 
EOITIL DE PROCLIMIS 
O Sr. João Amádio Vieira, Oficial do Cartório de Paz e Registro Civil de 
col-MS, Faz Saber que pretendem se casar e apresentaram os documentos exigidos 
artigo 180 do Código Civil Brasileiro: 
MIGUEL HOFFMEISTER e LUZIA SILVINO , ele brasileiro, viúvo, pedreiro, filho 
de Estanislau Hoffemeister e Inãcia Dias Hoffemeister, residente e domiciliado nesta 
cidade de Caracol-MS, ela brasileira, solteira, do lar, filha de Belem Silvino, resi 
dente e domiciliada nesta cidade de Caracol-MS. 
Caracol-MS, 24 de novembro de 1993 
João Amádio Vieira 
O Oficial 
Cara 
pe16 
·." 
TU 
..

JORNAL TRIHUNA DA FRONTEIRA - DIÁRIO REGIONAL, 
,, 
BRASIL: CRISE MORIL, POLITICI 
EECONMIECI E SOCIIL 
+ AGENOR. CASTOLDI 
O Pais vive hoje a maior 
crise de sua história .. Esta cri 
e se manifesta nos aspectos mó 
ral, político, econômico e so-· 
cial. 
Basta ligar o rádio ou a 
televisão ou abrir os jornais - 
para constatar que as" nossas 
elites" estão envoltadas a um 
verdadeiro mar de lama que en 
vergonha toda a Nação. 
Por outro lado, o povo as­ 
siste perplexo aos escândalos - 
tornados públicos, ainda sem 
forças para reagir e apresentar 
soluções de acordo com seus in­ 
teresses. 
O momento conjuntural é 
bastante preocupante. Vivemos 
um momento em que o Pais encon­ 
tra-se em recessão econômica des 
de o início dos anos 80. Situa= 
cão que traz os seguintes refle 
xos: 
a) desemprego estimado em 14% - 
da população economicamente ati 
va - cerca de 9 milhões de tra 
balhadores sem emprego; 
b) inflação no patamar de 35% - 
ao mes que corrói as economias­ 
daqueles que não tem mecanismos 
para se proteger de seus efei­ 
tos; 
c) queda no valor real dos 
rios - o salário mínimo 
hoje 26% do que valia na 
de sua criação, em 1940; 
d) Os salários médios caíram de 
março de 1990 até julho de 1993 
em 558; (2) 
e) 32 milhões de pessoas passam 
fome num país que· tem condições 
de ser o celeiro do mundo; 
f) as dívidas externa e interna 
consomem 63% das verbas do orça 
mento da União. (3) - 
Mar ruá Jean 
salá 
va1e 
data 
(1) 
(4) A partir do Governo Collor 
de Mcllo, vendeu-se as estatais 
dos ramos siderúrgicos, petro - 
químicos e de ferilizantes. Re 
ccbeu US$ 3,3 bilhões mas 9a5 
tou US$ 6,9 bilhões para priva­ 
tizar, ou seja perdeu US$ 3,6 - 
bilhões. (5) 
Demonstrou-se a estrutura­ 
do Estado, por isso está som 
condições de fiscalizar e faci­ 
lita a corrupção e as falca­ 
truas, que, diga-se de passagem 
sempre existiram. 
O atual Governo contínua, 
no essencial, na mesma trilha e 
seu antecessor, seguindo o figu 
rino determinado pelo FMI. 
Neste momento, os sinais - 
que aparecem no horizonte não 
são muito animadores: 
- a produção interna do país ho 
je se nivela aos valores- de 
1989 - cerca de 423 bilhões de 
dólares. Com a população cres 
·cendo 2% ao ano, significa que 
ficamos mais pobres. 
- a inflação tende a chegar aos 
40% ao mes até o final do ano. 
- a tendência é de agravamento­ 
da crise social com o governo 
cortando ainda mais as verbas - 
do orçamento destinadas à educa 
ção, saúde, segurança, ou seja, 
à área social. 
QUE FAZER NUMA CONJUNTURA 
DESTAS? 
Parece-me que a nossa luta 
hoje pela ampliação das nossas­ 
lutas a nível geral, ou seja , 
ao lado da mobilização em torno 
das reivindicações concretas te 
mos de· nos articular com as 
campanhas das demais camadas so 
ciais, engrenar o movimento con 
tra a revisão constitucional , 
contra a corrupção, pela ética­ 
na política, entre outras. Pre­ 
cisamos demonstrar publicamente 
que não estamos satisfeitos com 
esta situação e que queremos so 
luçes. 
Temos que compreender que 
não somos uma ilha isolada. Nos 
sos problemas só serão resolvi­ 
dos em conjunto com a sociedade. 
Como dia Aspásia Camargo - 
"estamos vivendo uma revolução­ 
francesa tupiniquim,( ... ) um 
processo de reexame das rela­ 
ções sociais em que a guilhoti­ 
na é a opinião pública". 
Afirma ela que "é preciso­ 
acelerar o processo de substi 
tuição das elites políticas em 
processos autoritários ou fana­ 
tismos religiosos". (6) 
Estas são algumas das Pe 
ças que formam o grande mosaico 
da crise brasileira. 
A crise brasileira, não é 
de hoje. Na verdade, ela tem i 
nício na década de 70 com a op­ 
ção de alavancar o crescimento­ 
econômico através do endivida 
mento esterno. Como o endivida= 
mento externo, cujo dinheiro 
muitas vezes, nem chegou a en 
trar no Pais, chega o momento - 
em que os credores querem rece­ 
ber e o devedor precisa pagar , 
até porque precisa de mais em­ 
préstimos. Para isto, o País 
precisa gerar superávits comer­ 
ciais cada vez maiores para fa 
zer frente às exigências dos 
credores com o aval do Fundo Mo 
netário Internacional ( o famo­ 
so FMI) que por sua vez, "reco­ 
menda" a aplicação de uma poli­ 
tica conhecida como neoliberal, 
que significa a necessidade de 
diminuir o tamanho do Estado 
vender as empresas estatais e 
abrir a economia aos interesses 
do Capital Financeiro Interna - 
cional. Por fim, adequara a 
Constituição do País (revisão) 
os seus interesses, ou seja, re 
visar naqueles aspectos que ho­ 
je asseguram a cidadania e a SQ 
berania nacional. . 
Assim, o Brasil pagou,como 
serviços da divida(juros e amor 
tizações). OS$ 166.869 (bilhões 
de dólares) entre 1980 e 1991. 
Fontes: 
(1) e (4) - DIEESE, Anuário dos 
Trabalhadores 1993. 
(2) - DIEESE, Boletim Divulga - 
cão Set/93; 
(3) - Contas da União, 
Central do Brasil; 
(5) - CUT - Revista DE FATO nl 
ago/93; 
(6) - Jornal da Manhã-02/11/93 
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clpnrnm da 52 Interclobes promovida pelo Hotnry de 
ncln Vlntn, com n pnrticlpaçüo do Rotnry Ftontelra 
(Pont» Porã/Pedro Juun, ConcciçÜo e Porto Hurti 
nlto), 
.JANTAR E PALESTRAS 
No c;nbodo nconteceu o jnntar festivo e as pales 
t rus, enfocando temas como Pesca Prcdat'Õria, Rot'a­ 
ry e n Fam.{lla, tc?mas livres e multo compnnhclris­ 
mo. 
í'UTF.BOL 
No domingo o time de Bela Vistn jogou contra o 
time de Conceição, no campo do Dr. Rcnnto, com Be­ 
la Vista ganhando de 7 x 2, destaque espccinl para 
o Ivan e Cachito, os nrtilhelros. 
TAMBÉM 
Aconteceu o torneio de truco, com "empate" en - 
tre os participantes, logo após o almoço de confra 
ternização. 
SUCESSO ABSOLUTO 
Com mais de 50 rotarianos inscritos, a Interclu 
bes foi um sucesso, um Conjunto nnimou o Baile a - 
pós o jantar, artistas de Conceição se apresenta 
ram e a rotariana Conceição, de Porto Murtinho 
encantou a platéia com suas m~sicas. 
PRÓXIMA REUNIÃO 
No próximo ano acontecerá uma reunião cm Porto 
}.rtinl-o e Conceição, quando mais uma vez, serao 
fortalecidos os laços rotários. 
Eis os flaGrantcs desta Intcrcl~bes. 
Relação dos Participantes 
01 - Antonio Cnrlos Oi.is nnrrcto 
02 - Concelç.io Apnrccit.la Mont,mhcrl 
03 RC'nnto dC' Souzn Ros.:1 
04 - P,1trlci.1 Loureiro Ociiriz CC' Souzél Rosn 
OS rl~1rco AntonlO Rondon dt· 01 ivelr~ 
06 Jane Mascarenhas de Oliveira 
o-: - José Avelino e SI1va 
0 Iara Celeste da Costa e- S1 lva 
09 - Ccr:ir<lo Boccln 
10 - ~l.1ri.1 Aux.illndor.1 Nunes Boceta 
l l Eduardo Justo Oc,Íriz 
12 - Lclde Slor.,loll de Brito 
1 J - lr<.'nc Ribeiro 
14 - Xisto S..1lv,1dor rntunC'!i 
15 F~llx (Bl<lci) llcrmlnlo Feres 
16 - Ana Maria Loureiro CárIz 
17 - c,,rlos Albl•rto Ocárir. 
1 S - Aza.léa Ar lota d<'' ~l<:áriz 
19- CIádlo da SI1éa M!achado 
:!O - Un!versinda da Rosa Machado 
21 - Luiz r.nrlo!t R..ihal 
22 - 'laruc<.· de Ollvc-lra R.1h,1l 
23 Teodoro Ah•i-..o '1,1rtincs 
2 - In:Í.clo de Martines 
25 - Erlv Ebcrl<.' 
26- Ivaldo Pereira 
27- ''arta Estela Velásquez Pereira 
28 Afonso Dl lon t,uncs U" i te 
:?9 - lcn l r Codov 
30 t.ulz ~ov.,cS 
31- LeIr Codoy 
32 João Saad 
3 3 - tourd1..•s Sa:td 
3!. Jt,ÔO ~at.ll{clo d(' Ollvc-lr.1 
35 lzol ina M11ch,'ldo dl" 01 lvcira 
36 - Ev1lêis1o rluncs de Hlr..-ind.1 
37 - Elpldla ~irnnd.1 
8 - RAae! Torres 
39- artha Torres 
4 O - llC'nr 1 que Uor<lon 
.:.1 - }1,1r t., llc 1cna llordon 
J...2 - lt,mon Gonza.}('S 
43 José CAyo Esttarrtbta Martinez 
L.4 }1irinn Conz..1lcs 
L.5 - Eládio Flcltns 
46- Alfredo M'ena 
7 - Mart!a de Mera 
48 - Huro Mted!nu 
49 - Ccll.1 dr '1l•cHn,, 
50 - Abedio Custódio 
51 Zi lc:1 CustÕdlo 
51 n h:vcn l<.lo S:os.:1 
5) - Stclln de Sos.-i 
5- Lulz Henrique !'ongelos 
55 ... n5rbor.1 de Monbcl~s 
56 - ~.Jrcos AnJr~ M:tdri 
57 - Soliã:..J'"t Tl!hlchran<"' 
58 - Flori ~:ur . .rno 
59 - Rt.:1w '!.1ch=-ido 
60 - Arl('l.:t Cor.ccpcipon 
<,l - rnol• 1...our~lro dt• Assis 
62 - CenÚ A,;sl,; 
63 Ivan Marques 
64 lbrl.;i ó Groçn 'c,rques 
65 - Edernev Miranda 
6(, - Klki.nh~ Vc-1.Í:;que:z Hlrond,1 
67 - Jore TIk) OirLz 
6°- C!ia Ocir1: 
69 - Ro'erva! Bores 
70 Te!lu Dores 
71 - Estevan Paz:ano 
Perto Murtinho) 
(Porto Murtinho) 
(Bela Vista) 
(Bela Vista) 
(!)ela Vista) 
(ll<,n Vlsta) 
(Bela Vlstn) 
(Rela Vista) 
(Beta Vlsta) 
(Bela Vista) 
(ílela Vista) 
(Porto ~lurtinho) 
(Porto 'lurtlnho) 
(Porto "-:urtlnho) 
(Porto ilurtlnho) 
(Bela VlstJ) 
(Bela Vista) 
(Bela Vista) 
(Bela Vlst'3) 
(Re;J '!lst.,) 
(Rcl'3 l'lsta) 
(Bela Vlst.1) 
(Ponta i'or:i) 
(Ponta Porii) 
(Ponta Porã) 
(Belo l'lsta) 
(Bela 'lst;i) 
(Bela Vista) 
(Bela Vista) 
(Ponta Porii) 
(Ponta Por,,) 
(Ponta Porii) 
(Pont.1 Por5) 
(Ponta Por:i) 
(Ponta Porn) 
(Bda Vista) 
(ll<,!a l'lst.1) 
(Concclç,,o) 
(Concelçiio) 
(Concdçiio) 
(Concei çiio) 
(Concclçiio) 
( Concc I ção) 
(Concelçiio) 
(Concelçiio) 
(Concclção) 
(Concelçiio) 
(Conceição) 
(Conceição) 
(Ponta Porii) 
(Ponta Porã) 
(Conceição) 
(Conceição) 
(Conceição) 
(Conceição) 
(llcla Vista) 
(Rela Vlst.1) 
(neta Vist,1) 
(Concel.çâo) 
(Conceição) 
(Bela Vlsta) 
(Bel;, Vist.,l 
(llc!a Vista) 
(Bela Vista) 
(Bela list:a) 
(BeJ.1 Vista) 
(B.c!a Vista) 
(Bela Vsta) 
(Bela Vista) 
(Bela Vista) 
(!leia Vlst.,) 
72 - 
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74 - 
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Convidados 
Marco!'. Alolr.1o 
CtÚudiJ Ocii.rb: Al-riirÕo 
n lm'..C-'1 Gotloy NOV:JC:": 
tlnn., r<"clo·. d~ Sou?:.1 
Ke!dr L S.a:d 
Rlc;i.n!o ,1<. Sou,:J aos., 
M!ar ia de FitL.a cuz 
aro!rs T rre..:. 
S!14 on7ales 
1"1!•h• ~tH.('."",HT!Uf.i. 
(Bela Vista) 
(Bela Vista) 
(Ponta Porã) 
(Pont.1 Por.'i) 
(Ponta Porã) 
(Bela Vira) 
(llc.l.J 'ls.t11) 
(Conceição) 
(Concc! ç,,o) 
(Conceição) 
Bidu recebendo do Presidente do Rotary 
de Bela Vista, Gerardo Boccia, trofeu de 
Par'icipacão 
te 
'"" 	,.,_ 
-:-; f 	• 
, 1/ - '-:· / 
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Salvador, Leide, Irene e Bidu, atentos 
Eª.E._ticipam das palestras 
..'c 
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/ '/_, 	--'-- ..... 
O Presidente do Rotary de Conceiçdo , 
Rafael Torres entrega flarnula de seu Clu-_ 
be ao Toninho, sob os olhares do Presiden 
te do Rotary de Ponta Pora Luiz Novaes 
jj 
êÁ 
Conceição fala a respeito da PESCA PRE 
DATôRIA, durante esta palestra lembrou de 
materias publicadas neste Jornal. e Tribu­ 
na Murtinhense, foi muito aplaudida 
iJinguém é de ferro, o casa 1 dança sob 
o olhar admirado do Bidu. Tambem tivemos 
Baile. E dos bons 
Conceição, com dois companheiros de 
Conceiçao (Paraguai) encanta os presentes 
E._~m músicas regionais 
l=fTf 
i-• 
8idu participando ativ~m~nte da me 
sa do truco com Salvador· e-Rotãriã·-= 
nos Paraguaios 
·1 
1 
! 
Torinho e Conceicão fizeram parte 
da mesa Diretora dos trabalhos ,--==n=a 
foto ele • ouve atentamente a um.a das 
palestras 
"ACREDITE NO QUE FA0, FAOA AQUILO BM QUE ACREDITA"

J om M, THJ Hllf41 D/ r: PONTE! HA - DIÂ/UO Hl.:GI0l1,'L 
, 	~ 
ROTIRY E NOTICII 
INTER CLUBES FOI UM SUCESSO 
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Dt.:.:..A 'JS'iA, n D!:: :iü'!L'1!...i0 CE l.99J 
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Relação dos Participantes 
82 • Rosrll CJHÓdlo 
83 - André Duarte 
8 - Alfredo 
85 • Terc7J !l.,Jac 
+6 - Glefca Rebeca 
87 • C<•raldo C'..on,:l!es 
88 • C3blnl.o Gablno 
9- Jures Ga'Info 
OHSERVACHO: Tsta a realaio dos Inscritos ibado no livro 
de ln.~crlc;l-lC::-:
1 ro dorln o o, .. r· •.t•.· .>1· ;.irtfc.:lp,.1r.1n c!o c:vcnto 
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• 1 
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1OPNAL A DA FRONTEIRA- DIÁRIO REGI?E 
Campanha • d-, Banco do Brasil vai 
Incentivar Aplicações na Caderneta 
de Poupança 
O Banco do Irasil está lan 
cando nas próximas semanas cam­ 
panha destinada a incrementar - 
d□captnç5cs na Poupança-Ouro. 
A Campanha reafirma junto 
ao público as já conhecidas van 
tagens da Poupança diante de 
outros investimentos: liquidez, 
remuneração igual para depósi - 
tos de qualquer valor, isenção 
ele Ir e IOF. 
No caso do Banco do Brasil 
o cliente da Poupança-Ouro ain­ 
da tem seguro gratuito contra a 
cidentes pessoais, alem de po­ 
der movimentar o dinheiro por 
telefone e planejar antecipada­ 
mente as aplicações em sua ca 
clerneta, por meio de débitos au 
tomáticos na conta-corrente. 
A poupança diária - outra 
modalidade administrada pelo 
Banco - também permite ao apli­ 
cador fazer dep6sitos em qual­ 
quer dia, numa mesma conta de 
poupança, sem a camisa de força 
antes apresentada por uma única 
data de aniversário da conta. 
Na poupança diária, a apli 
cação passa a ter rentabilidade 
de acordo com os mesmos índices 
da poupança tradicional - a par 
tir das datas dos inversos ani­ 
versários. 
Os recursos da Caderneta - 
de Poupança, no Banco do Brasil 
são aplicados principalmente no 
crédito agrícola, uma tradicio­ 
nal prioridade da empresa. 
VOLTA POR CIMA 
Há algum tempo atrás, quem 
estivesse planejando fazer uma 
viagem ao exterior não teria dú 
vidas: aplicaria as sobras do 
fim domes comprando dólares ou 
adquirindo Traveller Cheques , 
hoje, no entanto, os índices 
mostram que é melhor guardar o 
dinheiro. 
Até a data da viagem, uti­ 
lizando uma forma de investimen 
to já bastante conhecida dos 
brasileiros: a Caderneta de Po~ 
pança. 
De janeiro a outubro, por 
exemplo, a variação do dólar pa 
ralelo ficou cm 1.138%, abaixo 
da rentabilidade nominal da ca­ 
derneta de poupança, no mesmo 
período, que chegou a 1.353%. 
Mesmo depois de tantos bom 
bardeios, a tradicional caderng 
ta sacudiu a poeira e voltou a 
ser uma opção bastante procura­ 
da por pequenos e médios inves­ 
tidores. 
A captação liquida - dife­ 
rença entre o número de depósi- 
tos e saques - registrou, em 
outubro, índice de 8,548, o 
maior desde fevereiro deste ano 
quando atingiu 9,49%. A previ - 
são para novembro também é oti­ 
mista, já que, nos primeiros 
cinco dias domes, a captação - 
líquida chegou a 10,238. 
Em maio de 93, a edição da 
medida provisória 319 alterou a 
fórmula do cálculo dos rendimen 
tos da poupança. A TR, que an 
tes era fixada para o mes intei 
ro, passou a ser calculada pela 
média móvel das taxas prefixa - 
das dos CDBS, apurada pelo pe­ 
ríodo de tres dias úteis. O in­ 
dice, portanto, ficou centrado­ 
no segundo dia, com a medida, o 
poupador passou a se beneficiar 
de eventuais elevações da taxa 
de juros, ocorridas no transcor 
rer domes. As cadernetas de 
poupança, dessa forma, acompa­ 
nham mais de perto os rendimen­ 
tos dos CDBS. 
a= 
r 
P	r	e	f ei	t	ur	a 	M	un	i	ri	al te B	e	l a 	V	i s	t a 
DECRETO NQ 749/93 DE 07 DE OUTUBRO DE 1993. 
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f, cm remédio capaz de salvar vidas. 
Tão completo, é que os macrobióticos fazem dele 6O de se regime. f 
arroz bruto, do qual somente fof retirado a dora casca de celulose, Con­ 
serva, pos a pardacenta catícala, onde estio todas as soas virtodes. 
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JOP AL, 'TRIBUNA DA FRONTEIRA - DIÁRIO REGIONAL 	O DE 1993 - PÁcL- t 
--------------------------------------------------- 
Ubaldino 
Rodrigues 
TITULAR DO INFORME TP HOMENAGEADO PELA LI VIATURA PARA A PM 
GA 
Recebemos e agradecemos a bonita homo 
nagem prestada pela Liga Esportiva Belavi 
tense no último sábado, dia 20, em reconhc 
cimento a colaboração e apoio que nós,aqui 
da Tribuna da Fronteira, sempre dedicamos­ 
ao futebol e ao esporte belavistcnse de ma 
neira geral. Sentimo-nos lisongeados pelo 
Diploma de Honra do Mérito a nós oferecida 
e com muito mais disposição continuar bata 
lhando pelo engrandecimento do desporto de 
nossa cidade, Por motivos de força maior - 
não nos foi possível comparecer à solenida 
de de entrega do Diploma de Honra ao Méri-= 
to, realizada no Restaurante Pancho Alegre 
onde outras personalidades do desporto be 
lavistcnsc também foram homenageadas pela 
Liga. 
O TITULO DO BELAVISTO É DO FLUMINENSE 
j 
Depois de dois jogos e dois empates , 
em dois a dois no domingo dia 14 e um a um 
neste dia 2l,a vibrante equipe da Baixada­ 
Fluminense acabou conquistando na prorroga· 
ção o título de Campeão Belavistense de Fu 
tebol de 1993, pelo placar de uma zero. - 
O resultado veio como uma ducha de á­ 
gua fria no ânimo da torcida Sessentina q/ 
se fez presente em grande número no Está 
dio Octávio Fontoura, já para a galera do 
Fluminense, a conquista teve um sabor todo 
especial, pois foi conseguida em cima • do 
seu mais tradicional adversário dentro do 
futebol belavistense. Parabéns! 
O TROCO DA TORCIDA 
O lado engraçado de toda a disputa en 
volvendo as equipes da Baixada Fluminense­ 
e do Sessenta foi o fato de que os torcedo 
res sessentinos., confiantes na vitória, fo 
ram ao Estádio Octávio Fontoura vestidos - 
com camisa do time com os seguintes dize 
res: " Estamos Felizes" 	- 
só que, com a derrota do Sessenta, a 
torcida da Baixada Fluminense está prepa 
rando o troco e.segundo informações já en 
comendou centenas de camisetas com a se­ 
quinte frase: "Estamos mais felizes ainda" 
São essas coisas que fazem a alegria 
do futebol, tudo dentro do espirito espor­ 
tivo, é claro!!! 
POSTO DA POLÍCIA FLORESTAL 
De parabéns o Vereador Marco Rondon , 
que através de gestões junto ao Secretário 
de Segurança Pública do Estado e com a In­ 
termediação do Deputado Estadual Alberto - 
Rondon, viabilizaram a instalação de um 
Posto da Polícia Florestal para nossa cida 
de com o objetivo de fiscalizar e coibir a 
Pesca e a Caça Predatória em nossa região, 
além de fazer uma fiscalização mais efi 
ciente com relação a extração e comercial 
zacão de madeira. Segundo as informações, 
o Posto da Florestal terá l4 homens e será 
totalmente equipado, com barcos, motores , 
veículos e outros materiais necessários pa 
ra a realização de um serviço bastante efT 
ciente. Esta é sem dúvida uma grande con 
quista para Bela vista. 
t pois é, parece que agora vêm a via­ 
tura para a Polícia Militar de Bela Vista, 
que está a pé há mais de mes. Desde o come 
ç0 no ano exitem promessas da vinda de una 
viatura para o 29 Pelotão PM só que, segun 
do as informações, tudo·dependia da dispo­ 
nibilidade de veículos, como o Governo do 
Estado possui poucas viaturas a seu servi­ 
ç0 a polícia tem de esperar sobrar alguma 
enquanto isso a segurança da população que 
se danei! Um exemplo disso é o fato· de 
que em Bela Vista, se um malandro qualquer 
resolver aprontar um assalto, roubo, se 
questro, seja lá o que for, ele executa c/ 
toda a tranquilidade e não vai ter ninguém 
para correr atrás, até mesmo as barreiras­ 
policiais que são de fundamental importan­ 
cia na prevenção dos delitos, hoje se en­ 
contram desativadas, Uma vergonha! 
BARREIRAS SERÃO REATIVADAS 
Segundo informações que recebemos, as 
barreiras policiais de nossa região deve­ 
raso serem reativadas nos próximos dias , 
mas como para Bela Vista promessas existem 
aos montes, Preferimos aguardar o desenro­ 
lar dos acontecimentos, ainda mais em se 
tratando de assunto referente a Polícia Mi 
litar, essa sim, vive cheia de promessas 
mas na realidade mesmo, quase nada, né 
Sr. Secretário de Segurança Pública? 
" O AMOR NÃO TEM FRONTEIRAS " 
Continua a todo vapor a campanha de 
solidariedade em pról do Hospital São Vi 
cente de Paula, a Presidente Bernadete Ron 
don, assessorada por algumas abnegadas 
companheiras, promoveu ontem, um jantar 
dançante no Gremio Pedro Rufino para lança 
mento da Campanha. 	- 
Nenhum Caracolense ou Belavistense q/ 
se preze, pode deixar de participar dessa 
campanha de colaborar com o Hospital, por 
menor que seja a sua colaboração, temos de 
ajudar a manter o alto nível do complexo - 
hospitalar que dispomos, pois amanhã ou 
depois seremos nós que poderemos precisar­ 
dele. A conta para doações de dinheiro a 
berta no Banco do Brasil, tem o número 
14.000-7. Participe! 
INTERCLOBES ROTÃRIOS FOI SUCESSO 
De parabéns todos os Rotarianos de Be 
la Vista que no Último final de semana pro 
moveram em Bela Vista um Encontro Interclu 
bes Rotár_ios, oportunidade em que se fize­ 
ram presentes representantes dos Rotarys 
Clubs de Porto Murtinho, Concepción, Ponta 
Porã e Pedro Juan Caballero, além do con­ 
graçamento entre rotarianos o encontro te 
ve a apresentação de importantes palestras 
com temas variados, para nós o Destaque fi 
cou para Porto Murtinho, que, muito oportü 
namente, dissertou, através da Rotariana 
Conceição, sobre o Tema "A pesca Predató 
ria nos rios Paraguai e Apa" oportunidade­ 
em que até mesmo um artigo sobre o assunto 
publicado em a Tribuna da Fronteira em 
1991, foi lido pela rotariana e muito a 
plaudido pelas dezenas de companheiros. 
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JORNAL, TI IA DA FRONTEIRA - DIÁRIO REGIONAL 
- -·- -- ----------------------------------------- 
Governo Oferece Vantagens para Pescadores 
que optarem por outra Atividade Produtiva 
Mato Grosso do 
Sul dá exemplo «o P 
is através de uma 
das medidas da Funda 
cão Terceiro Milênio 
--Pantanal: as vanta­ 
gens e benefícios p@ 
ra os pescadores pro 
fissionais que opta­ 
rem, espontaneamen - 
te,por outra ativida 
de produtiva. Esse 
foi mais um passo do 
Governador Pedrossi­ 
an em atender essa 
categoria uma vez 
que, no período da 
Piracema (quando é 
proibida a pesca de 
qualquer forma), ji 
havia assegurado con 
dicões de atendimen­ 
to a esses profissio 
nais e familiares. 
As vantagens com- 
pensatórias que 
foram bem recebi­ 
das - advirão da 
Fundação que;outras 
medidas, se respon­ 
sabilizará por pro­ 
gramas de apoio e 
incentivo para a 
adaptação do pesca­ 
dor profissional cm 
outra atividade ur­ 
bana ou rural. Os 
que trocarem a li­ 
cença até fevereiro 
de 1994, receberão 
do Governo do Esta­ 
do, gratuitamente, 
urna casa própria no 
seu.Município de 
origem ou em qual­ 
quer outra cidade 
do Estado. Além dis 
so, será assegurada 
ao pescador,com com 
provada vocação oü 
experiência na agri 
cultura,e,que igual 
mente se dispuser a 
deixar aquela ativi­ 
dade até fevereiro 
do 1994, assentamen­ 
to cm lotes rurais 
apropriados e estru­ 
turados para esse 
fim. 
Política de incen 
tivo com apoio técni 
coa todos os sindi­ 
catos de pescadores 
profissionais, para 
substituição da pes­ 
ca extrativista pela 
psicultura (com a 
criação de pólos de 
abastecimento no Es­ 
tadc), com estrutura 
adequada, ambiente - 
propício e de forma 
cooperativa, é outro 
benefício oferecido. 
A Central do Pescado 
do Parque do Produ 
tor, na Capital, se 
encarregará de adqui 
rir a produção de 
pescado oriundo da 
psicultura para o 
abastecimento do mer 
cado e para forneci­ 
mento,a preços subsi 
diados, à população 
carente, responsabi­ 
lizando-se ainda pe 
la exportação de 
eventuais excedentes 
do produto. As Pre­ 
feituras da região 
do Pantanal se com 
prometeram, mediante 
leis autorizativas , 
a absorver os egres 
sos da atividade pes 
queira profissional 
em funções diver­ 
sas 
e COL EM SOCIEDIDE 
POR: KENER E TÂNIA 
CX111MRCXJ 
:i 
:.-. is. 
,, 
l..o v 	• 
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r' 	j 	: 
' · { 
$ 	s 
Ss. 	: ' t, gs? .+s 
Mais um ano de vida, neste último dia 
20 pp, SOLANGE DOS SANTOS. (Proprietiria 
do Supermercado Timbiri), uma pequena 
festa feita por seus amigos,marcou a da­ 
ta. 
Cilcularam por lá: Doroteu e Zely , 
João Vieira e Wilza, Roberto e Suzanir , 
Almir e Angela, Carlos e esposa, Valdir 
e Maria, Alcedir e Riva, entre outros. 
FINAL DE SEHNA 
Super agitado, embora a crise finan­ 
ceira, bastante forte, a Sociedade Ca­ 
racolense, não deixou de prestigiar os 
bailes que aqui acontecem. No dia 20pp. 
O Clube Cawboy, realizou um animado bai 
le, Baile dos Casais, onde marcaram pre­ 
senças: Valdir Godoy e Maria, Pascoal Pu 
cheta e esposa,Roberto e Suzanir,Joaquim 
e Julia, Adão Bley e Rosangela, Pupe e 
Iracema. 
ACXNIECiillÁ 
Neste dia 27, no Clube Cawboy, sensa­ 
cional baile, animado pelo Conjunto Ap~ 
calipses, terá início às 2lh.Não percam. 
NOSSOS ELOGIOS 
Desta semana, vai para a balconista , 
mais simpática do Supermerdo Timbiri,Jal 
ba Ibanhes. 
UEREDS TA I 
Elogiar o Prefeito Municipal, Javino 
Godoy, pelo excelente trabalho, que vem 
demonstrando frente ao Executivo Munici­ 
pal. 
TA'l'BÉM • 
Estará acontecendo no Alto Caracol, nos 
dia 04 e 05 de dezembro, Encontro de La 
ço. O convite vai para todos os laçado - 
res da Região, através do Presidente do· 
Clube, José Carlos Barcelos. 
PARA REFLETIR: 
"Só Deus pode criar. Mas você 
valorizar o que Ele criou. 
ANIVERSARIANTES DO MÉS 
15/11 - Rafaela Ocampos 
17/11 - Sergio Serena 
pode 
27/11 - Viviane Correa, que estará compl~ 
tando seu 10 Aninho, parabéns! 
27/11 - Taisa Gutierres, também completa­ 
rá seu 10 Aniversário. Felicidades!! 
29/11 - Liliane Godoy. 
Aos aniversariantes, nossos votos de 
felicidades! 1 
t##tttttttttktttttttttttttttttttttktttttl 
* 	* 
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_Abrilhantando 
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* A Beleza estonteante de Adriana Ben- * 
* derenfeitando nossa Coluna. 
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********* ******** 
--) 
Benefícios Compensatórios; 
Prevêem até Casa 
1 
Gratuita para Pescadores 
a) Os atuais portadores de liccnc p - 
ra pesca profissional têm o exercício de 
sua atividade assegurado até o dia 30 d 
novembro de 1996. Porém a Fundação Tercei 
ro Milênio - Pantanal se rcsponsabili~ 
por programas de apoio e incentivo para a 
adaptação do pescador profissional em ou­ 
tra atividade produtiva, urbana ou rural. 
b) Ao pescador que até fevereiro de 
1994 trocar a sua licença de pesca profis 
sional pela de amador, o Governo do Esta­ 
do assegurará, gratuitamente, uma casa 
própria, dentro do Programa de Desfavela­ 
mento, no seu Município de origem ou em 
qualquer outra cidade do Estado. 
e) O Governador do Estado assegurard - 
ao pescador profissional com comprovada 
vocação e/ou na agricultura, e que igual­ 
mente se dispuser a deixar aquela ativida 
de até fevereiro de 1994, assentamento em 
lotes rurais apropriados e estruturados - 
para tal fim. 
d) O Governo do Estado, através da Fun 
dação Terceiro Milênio - Pantanal, estabe 
lecera uma política de incentivo e apoio 
técnico a todos os sindicatos de pescado­ 
res profissionais, para substituição da 
pesca extrativista pela psicultura,com es 
trutura adequada, ambiente propício e de 
forma cooperativa. 
e) A Central o Pescado do Parque do 
Produtor, na Capital, se encarregara de 
adquirir a produção de pescado oriunda da 
psicultura para o abastecimento do merca­ 
do e para fornecimento, a preços subsidia 
dos, à população carente, responsabilizan 
do-se ainda pela exportação de eventuais­ 
excedentes do produto. 
f) O Governo do Estado, em consonância 
com as diretrizes estabelecidas pela Fun­ 
dação Terceiro Milênio - Pantanal, estabe 
lecerá mecanismos que estimulem a rede h6. 
teleira, de camping e afins a contratar­ 
para as funções de guias turísticos, acom 
panhantes, e para trabalhos correlatos , 
preferencialmente, pescadores que atual 
mente se dedicam à pesca profissional. A­ 
medida leva em conta que são aaueles esta 
belecimentos os principais beneficiários 
diretos das políticas de efetivo incremen 
to ao turismo e à preservação arnbiental.- 
g) As prefeituras da região do Panta­ 
nal, especialmente as dos Municípios de 
Corumbá, Ladário, Coxim, Aquidauana, Ana~ 
tácio, Miranda e Porto Murtinho, maiores 
interessadas (beneficiadas) na preserva - 
ção ambiental e expansão do urismo, se 
comprometerão, mediante leis autorizati - 
vas, a absorver, medida de suas reais pos 
sibilidades, os egressos da atividade pes 
queira profissional em funções diversas.- 
Curiosidade da Natureza 
l

Câmara Municipal le {Caraol 
ULUPERACÃO DE ESTRADAS E LIMPEZA EM TERRENOS HALD1O 
Solicitação do Vere­ 
dor TLron Ferreira Lei­ 
te, endereçada ao Sr.Pre 
felto MnfcIpal, no sen 
t Ido de vIabIlIzar o pa 
trolamento na rodovia· - 
que H!a Caracol à faze 
da Toro Moro, e ramal sg 
a'ndo até a fazenda do 
Sr, Lauro, Justlflcn- se 
que essas estradas estão 
em péssimo estado de con 
serva;ão dificultando 
tráfego de curro de 
tradas o Vereador Tiroon 
solicitou a m.Íquina eo 
teira que após o térLno 
da ponte sobre o ro Ca­ 
racol r.ejo delllocada. p~ 
ra abrir o poço, fazer 
aterro e colocar boeiros 
na estrada do Sr.Jvino Go 
doy, Lembrou que cosa ca 
trada nesse trecho está 
quase intransitável re­ 
querendo com urgência. 
Em outra solicitação 
P do Vereador Tlrson, tam­ 
bém enviada ao Sr.Prefel 
to a fim de viabilizar ã 
qucno porte, 
e pura concluir ases 
MCO DE AroIO 
O soberano Plenário deste Poder Le 
gislntivo, manifesta apoio ao OfÍcio­ 
NQ 151/93, de autoria do Prefeito Mu­ 
nicipal de Caracol ao excelentíssimo 
Sr, Governador do Estado Pedro Pedras 
sian, no sentido de ser implantado ã 
integração rodoviária dos Municípios 
de Bela Vista, Caracol e Porto Morti­ 
nho com a rodovia Federal BR-267. 
Senhor Governador, entendemos nós 
Vereadores que está integração rodo- 
limpeza nos terrenos em 
frente de asna, na rua 
Llhlndo Ferreira Lete - 
esquina com a lua l5 de 
novembro, Juotificando 
que esta solicitação ba­ 
seln-se oo foto de o terre 
no ser baldio e sojo, 
encontra-se próximo llO 
Clube Mocidade. Por ser 
assim o 
ar pode 
referido la­ 
servlr de abri 
go para as pessoas 
de má índole, 
viária, será um passo importante para 
nosoa Região e, mais urna demonstração 
da vossa excelente administração 
frente ao Estado de Mato Grosso do 
Sul, Diante do·exposto, confiamos que 
vossa excelência, dlspensar5-ao caso 
a atenção merecida e aproveitamos a 
oportunidade para manifestar nosso 
protesto de alta estima e distinta 
consideração. 
ANO NONO, CIDADE LIMPA 
Por aproximar o final de ano o Ve- muitos visitantes e·uma cidade limpa, 
reador Pascoal Pucheta, pedlu·qu~ se ,só vem ressaltar uma administração - 
ja enviado ao Sr, Prefeito Munici-: eficiente e competente, sendo assim 
pal Juvlno Godoy, no sentido de viabi solicito que seja determinada a refe­ 
llzar a roçada geral nas late.rala das rida limpeza, para podermos afirmar 
ruas da cidade, segundo o Vereador. é com màls segurançâ, CONHEÇO E CON­ 
nessa época que nossa cidade 'recebe FIO. 
SAIDE É CASO SÉRIO 
A compra de mcdlcaccn .----­ 
tos para pequenos socor- 
ros no Posto de Sade,de 
nossa cidade foi mais 
urna indicação de autoria 
do Vereador Evaldo de 
Moura Pereira, enviada 
ao Sr. Prefeito Manici - 
pal, no sentido de tomar 
com urgência essas provi 
d@ncias. Justifica - se 
com o início de verão já 
temos visto em nossa ci- 
dade, casos de desldra 
çào em crianças e adol 
tos, e corno é de nosso 
conhecimento que só te- 
rnos atendimento de uma 
só farmácia e, a mesma 
fecha aos sábados, os 
pacientes que proco- 
ram o posto de saúde tem 
encontrado sérias difi­ 
caldades de acesso aos 
remédios e componentes 
?3ra aplicação de so­ 
ros, quando então tornar 
mpossível a inte'rnação 
~ recuperação dos doen­ 
. tes, que na maioria dos 
casos são obrigados a se 
deslocar à Bela Vista, a 
procura de socorro . Fa­ 
zendo que os casos sim 
ples, que com o con­ 
ceituado quadro de cn 
fermeiros que possai­ 
mos, poderão ser resol 
vidas agui mesmo sem 
I 
. l 
maiores gastos dos co 
fres público e tam - 
bém do paciente. Res 
saltou o Vereador 
Evaldo . 
Agora voce não precisará 	·,4Tf] 
ir à Campo Grande para adqui-:.: SANTANJ- ·r. . . • 
rir sua tinta automotiva ou:~, < • 
para sua 'residência. 
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LITERATURA -- ATES - CINEMA - TELEVISÃO - MÚSICA Publicada imaltaneaente nos Jornals: 
MIIENSE 
APOIO: 
Ulysses Serra Neto (Noninho) 
TRIBUNA DA FRONTEIRA, CORREIO JARDINE!SE e TRINU A M!- 
ENQUETE 
Por: Carem Zamora 
Todo mundo unhe que no llra.oil exiotcm no mínimo 130 milhões de economia 
tas e técnlcon de futebol - cada brnoileiro tem opiniões próprias nobre e!! 
e santos tão Importantes do dia-a-da. Mas quando se fala de mudar a 
Constituição, o bom ueno fala mais alto. Educação, Saúde, Cultora e o fim 
da corrupção so s bandeiras levantadas pelos artistas ouvidos nesta En 
quete, F.m um momento de crise moral e confusiio total, não dá para discar 
dar dele. 
GLÓRIA PEREZ - Autora de Novelas 
"No Brasil 1.1s coisas vão tão mal que a gente nem está pedindo.outras 
Lels, só queremos que sejam compridas as que Já existem, Porque parece que 
existe uma Lei não-escrita dizendo que só os pobres pagam por seus crimes, 
como se os ricos estivessem isC'lltos de cumprir a Lei. Isso é absurdo. Te - 
mos que prender os corruptos e p~nir os criminosos com Leis coerentes, sem 
essa história de puniçaó por faixa de renda. Deixar de prender uma pessoa 
porque ela é ré primária, por exemplo, acaba facilitando a vida de muitos 
criminosos que estão soltos por aí". 
PEPITA RODRIGUES Atriz e Escritora 
"A estrutura educacional deste País tem que mudar. No dia que os políti­ 
cos resolverem realmente investir nisso, muita coisa vai melhorar. Como é 
que a Lei permite que os Professores ganhem mal, sejam maltratados cbm sa­ 
lários ridículos? E tem mais: cultura e educacão é a mesma coisa. Essa é 
nossa maior fome, a fome de educação e de cultura. Não se pode achar· que 
cultura é uma coisa secundária. Como não acredito em políticos, tento fazer 
o que posso por mim mesma ·e pelas pessoas q.:;e estão em meu redor". • 
LUIZA PARENTE Ginasta 
"Educação e SaGde são prioritários para se melhorar qualquer coisa. A 
gente ouve que a Educação é direito do cidadão e obrigação do Estado, mas 
e o n.;mero de analfabetos? Por que existem tantos? Porque não se garante - 
que essas pessoas tenham acesso também à sa.;de? Estou falando nisso também 
porque esporte está embutido em educação, não é uma coisa separada. Impor­ 
tante também é que a esperança está voltando no Brasil. As coisas estavam 
tão ruins que até isso as pessoas estavam perdendo". 
HUGO GROSS - Ator 
"Tem tanto escândalo que hoje em dia ninguém mais fàla no Collor, que 
já devia estar preso há muito tempo. Em vez disso, ficam de olho no PC Fa­ 
rias, que~ um cara muito inteligente e só fez o que fez porque Collor per 
ritia. Então a gente precisa de Leis severas punindo quem ludibriar o povo. 
Tambem seria bom melhorar os salários dos Policiais, para que a corrupcão 
pare de crescer". 
LOUISE CARDOSO - Atriz 
"Sou uma pessoa otimista e costumo ver a cul­ 
tura como prioridade total. Tudo bem, sei que co 
mida e saúde são mito importantes, mas acho que 
se a gente mudar culturalmente é um grande pas - 
so. Porque só acredito em mudanças de mentalida- 1 
de, e nisso a cultura é fundamental. Falta de e- [ 
dacacão e de caltora são problemas gravíssimos , 
que a gente ve a toda hora. Também é bom sentir ~ 
que estamos deLxando de ser o País da impunida - 
de, porque está havendo um esforço grande para 
acabar com a corrupção". 
ANTONIO QUINTELA - 
.·I j. 
Vocalista do Grupo Religare 
"Em primeiro lugar, é preciso cumprir as leis t · · 
que estão aí e ninguém leva a sério, A gente no- 
ta que nos países em que as Leis são respeita - 
das, há desenvolvimento e tudo funciona melhor. 
qual os Governantes nao dao ao povo o acesso .-- 
d cultura e as boas Escolas, boa Bdocação, por - 
que tem interesse em manter o povo imaturo. O 
País só vai crescer quando se fizer política com honestidade, seguindo as 
Leis de amor ao próximo, que Deus nos deu, e seguindo também a Lei do ho - 
mem. Caráter e solidariedade são as soluções para acabar com a ganância 
que tornou o Brasil esta vergonha", 
Atriz Louise Cardoso 
ALMIR CHEDIAK Produtor Mus!cal 
"Existe Lei para todo: para Caltura, Educação, Arte... o problema é qe 
nao sao cumprid~s. Nao podemos generalizar, porque também há políticos ho­ 
nestos, mas esta parecendo que honestidade virou excecão e não regra'. se 
os políticos que se metem e:n corrupção se conscientizarem, o País já melho­ 
raria muito". 
Vera .f ischer .e Cláudia Raia: 
1007. de Beleza com novo Tratamento 
"Ninguém está satis - 
feito com o que tem". Es 
se é mais um daqueles d i 
tados populares con 
qual todo mundo concor - 
d, ou melhor encaixa-se 
perfeitamente nele, Prin 
cipalmente se o motivo:: 
do descontentamento é o 
próprio corpo. Pode ser 
um nariz grande, uma bar 
riga protuberante, espi­ 
nhas demais no rosto 
• 
bolsas nos olhos Ou celu 
lite, E, na maioria das 
vezes, mais de um desses 
defeitos simultâneos. 
Mas se o sonho era po 
der entrar em uma máqal­ 
na, dizer a ela todas as 
incorreções que você gos 
.taria de ver sanadas ; 
sair dele novo em folha, 
seu desejo virou quase - 
real{dade. Não se trata 
de uma máquina milagro - 
sa, mas, sim de uma nova 
forma de tratamento na. 
Medicina Estética, chama 
da de Interação Molt1ds 
ciplinar; O dermatologis 
ta e PhD em Medicina Es:: 
tética, Walter Guerra 
• Peixe - um dos precarso­ 
res do tratamento e, se­ 
gando ele mesmo, o nico 
no País com reação - fala 
sobre o assunto. 
Jornal - Em primeiro 
lugar, o que é Medicina 
Estética? 
Entrevistado - Mediei 
na Estética é ama disc­ 
plina médica que tem co­ 
mo objetivo principal 
cuidar da saúde e da be­ 
leza em conjunto. O que 
antes a Medicina e a Es­ 
tética faziam separada - 
mente. 
Jornal - E o que sig­ 
nifica Interacão Multi - 
disciplinar neste contex 
to? 
Entrevistado - A Inte 
ração Multidisciplinar 
um ramo novo da Medicina 
Estética que abrange vá­ 
rias especialidades. Prin 
cipalmente a Dermatolo:: 
gia, a Ortopedia, a Endo 
crinologia, a Ginecolo 
gia, Nutricão, a Gastro­ 
enterologia, a Angiolo - 
g1a, a Cirorgia Plãst! - 
ca, a Reabilitacão Oral 
e a Medicina do Exerci - 
cio. Daí, há um intercãm 
b1o entre os profissto 
nais destaS' áreas, que 
tratam ao mesmo tempo 
das várias queixas do 
paciente. 
Jornal Dê um exem - 
Cu 
a 
osidades 
t O Sr. King Gillete passou oito anos desanimadores para inventar a lã 
mina de barbear. Qoase desisti no sétio. Não teria nem pensado em pa - 
rar se soubesse o fatoro do seu invento. 
* Os Índios norte-americanos entregavam s i i i d 
eus pr s one ros e guerra as 
Índias, para que elas os torturassem. 
O famoso chefe apache Jerônimo entregou.se em 186, Passou algum te 
po preso na Florida e no Alabama. Depois tornou-se fazendeiro e membro - 
da Igreja Holandesa Protestante. Acabou sendo expulso da Igreja porque - 
gostva de jogar. 
Ao nível do mar, cada 930 
cent metros quadrados do nosso corpo 'supor 
ta ama prevsio atmosférica equivalente a 900 quilos. 
Fgiro antigo, a prata valia mais que o ouro, por ser mais rara. 
plo.' 
Entrevistado - Se um 
paciente chega querendo 
um tratamento de emagre­ 
cimento,-rejuvenescimen­ 
to e acne; por exemplo, 
através da Interacão 
cuidamos, ao mesmo tem 
Po, dos males que origi­ 
naram essas queixas COl!I 
especialistas de cada - 
rea. E se for o caso de 
plástica, a cirurgia cos 
tua vir por Gltimo. - 
Jornal. - E como fan - 
c:1.ona este intercâmbio 
entre os médicos? Todos. 
eles ficam reunidos em 
..ma só Clínica? 
Entrevistado - No meu 
caso sim. Quero dizer , 
na minha Clínica sim.Mas 
isso não quer dizer qoe 
• todo medico especialista 
Atriz CLiudia r..aL:i 
em Medicina Estética te 
nha um plantel de médlco 
à disposicão do paciente. 
Na minha Clínica, eu te - 
nho esses profissionais e 
nós atendemos ao paciente 
juntos. Há uma mesa redon 
da com a presença do pa 
ciente, cada um ouve as 
queixas, separa o que é 1 
nerente ao seu caso e, cn 
tão traçamos um tratamen:: 
to conjunto. 
Jornal - Simplifid;.'Doo, 
significa'-entrar na ClínJ. 
ca como se é e sair como 
se deseja? 
Entrevistado - Simpli­ 
ficando sim., mas não é de 
um dia para o outro. De - 
pende de cada caso. Pode 
ser um tratamento de qua­ 
tro meses oa de um ano 
em que procuramos receber 
o paciente mensal=te. Po 
de ser necessário mais a: 
menos tempo que esse. A - 
lém do que, mesmo com o 
fim do tratamento, tenta­ 
mos manter consultas pelo 
menos de dois em dois me- 
ses para ver como estã 
cliente. 
Jornal - Quais 
flexos desse tipo 
t:amento? 
Entrevistado 
o 
os re - 
de tra- 
Dessa - 
maneira obtemos resulta - 
dos melhores do que quan­ 
do cada especialista fica 
em seu Consultório, tra - 
tando de sua especialida­ 
de. Juntos, um médico a - 
companha a evolução do ou 
tro. Isso porque nós esta 
mos no dia a dia confabu:: 
laodo constantemente sO - 
bre a situação de cada pa 
ciente. Para o paciente 
também é importante por - 
que ele se sente extrema­ 
mente bem amparado e aí 
ele nos retribui, fazenda 
as coisas que nós pediiros. 
Além disso, fica muito ma 
is acessível para a pes 
soa com mltiplas queixas 
tratam-se em uma nica clí 
nica do que procurar espe 
ç1alistas diferentes par 
cada necessidade sua. 
Jornal - O que aconte­ 
ce a primeira vez que o 
paciente chega à clínica 
para se tratar? 
Entrevistado - O pri - 
melro contato do paciente 
é com um psicolÕgico que 
traça o seu perfil. Depois 
um especialista em Mediei 
na Estética recebe o pa 
ciente, ouve suas queixas 
e seleciona os profissio­ 
nais que cabem em cada 
tratamento. A partir de 
então acontece uma mesa 
com o cliente e o trata - 
mento se inicia. 
Jornal - De agora em 
diante qualquer pessoa po 
de através desse tratamen 
Atriz Vera Fischer 
to transformar-se no que 
quiser? Qualquer Dulher 
pode virar uma Sharon - 
Stone, por exemplo? 
Entrevistado - Não. O 
que a gente propõe é tra 
zer aquela pessoa para 
ela mesma, melhor em apa 
renc1a. Até porque ex1s­ 
te uma coisa muito impor 
tante. Quando você trans 
forma uma mulher assim :: 
radicalmente, pode acar­ 
retar num desvio de per­ 
sonalidade. O que deseja 
mos é oferecer uma quali 
dade de ,vida melhor parã 
aquele paciente. 
Jornal - Quanto casta 
em média um tratamento - 
desses? 
Entrevistado - Depen­ 
de mo!to do que cada 
cliente pretende fazer. 
Mas posso dizer que é uc 
tratamento acessível ã 
Classe A. (Descobrimos - 
que cada consulta cobra­ 
da pela Clínica custa 
CR$ 11 mil até o final - 
de outubro, sem estarem 
incluídas as cirurgias - 
plásticas). 
Jornal - Quantos cli­ 
entes o Senhor atende 
por dia? 
Entrevistado - Em mé­ 
dia 30 por dia. E a gran 
de base desses clientes­ 
são artistas. 
Jornal - Cite o noze 
de alguns deles. 
Entrevistado - No pos 
so te dizer. Essas pes - 
soas teriam que me dar - 
licença para divulgar no 
mes. Eu te diria quedes 
sas três novelas da Rede 
Globo que estão passando, 
707 dos artistas se tra­ 
tam conosco. (Doutor Wal 
ter acaba confessando - 
que nomes coo o de Vera 
Fischer e Cláudia Raia - 
frequentam a lista de 
pacientes da Sua Clíni - 
ca). 
A Clínica do Dotor - 
alter Gerra Peixe fica 
na Rua Barão de Lucena, 
4B, sala 9, Rio de Ja 
neiro. 
O Telefone é (021) 
246 - 6561. 
EM QUALQUER DEGRAU DA 
EVOLUÇÃO, PODES INSTALA 
TE NO LUGAR PRÕPICIO Ã 
CRIAÇÃO DE TUAS PRÕPRIAS 
Al.F.GRIAs. (FCx)