Fundador: 
lvaldo 
Pereira 
20/02/1972 
TRIBUNA DA FRONTEIRA 
nlU,J VJ 5'1'1/HS 
, 
DIAR IO REGIONAL 
Circulacão 
FIA VISTA 
CASACO 
O !7 O 
JAKDI 
'IA L0P 3 
11()NTfO 
JNO 21 N0 1A438 - 04 DE DEZEMBPO DE 1993 -. 51ADO DIRETOR: IVALDO PEREIRA EXEMPLAR CS 100,00 
DPOSENTIDOS PODEM TER 15l DE 
DESCONTO NDS FIRMÍCIIS 
2 
11 
Vereador Marcos Elias Rios da Cruz 
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Fronteira. 
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O garimpo de 
ouro de Bonito já 
está parecendo uma 
novela, pois a cada 
instante surge um 
capítulo emocionante. 
A estória já 
vem se arrastando p/ 
um bom tempo, mas 
Investimentos da FNS 
no SAAE de Bela Vista 
Em Requerimento 
de autoria do verea­ 
dor Fernando de Frei 
tas Elias e assinado 
por todos os seus pa 
res, foi encaminhado 
Requerimento ao 
Diretor da Fundação 
Nacional de Saúde , 
Antonio Urp Filho,sg 
licitando medidas ur 
gentes com relação= 
a investimentos em 
Bela Vista, através 
do SAAE - Serviço Au 
tonômo de Agua e Es­ 
gotos, tendo em vis 
ta as várias reclama 
çôes dos usuários 
conforme matéria Pu 
blicada em Jornal de 
nossa região. 
Página/ 03 
Uma importante 
indicação de autoria 
do Vereador Marcos 
Elias Rios da Cruz, 
Presidente da Camara 
Municipal, foi apre­ 
sentada na sessão ar 
dinária de terça foi 
ra, dia ·30, cndcrcçi 
da à todos os farma­ 
cêuticos e proprietá 
rios de farmácias de 
nossa cidade. 
No expediente o 
Vereador Marcos E 
lias conclama os far 
macêuticos belavis - 
tenses a estudarem a 
possibilidade de con 
cederem um desconto= 
de 158 (quinze por 
Vereador Fernando de Freitas 
---7 
cento) nas receitas 
médicas de todcs os 
,•posentados de 1.ossa 
cidade, citando como 
exemplo as farmá 
cias aa Capital do 
r.stado que há tempos 
praticam esse tipo 
de desconto e com 
isso atraindo até 
mesmo um maior nume­ 
ro de clientes. 
Segundo o au 
torda indicação,"tc 
mos visto esta inR 
ciativa cm outras cT 
dades e inclusive na 
Capital do Estado on 
de ela é bastante IR 
plementada, merecon­ 
do até mesmo uma 
como o precioso me­ 
tal sô era encontra­ 
do cm pequenas quan 
tidades, os aventu 
reiras desanimavam e 
chegaram a abandonar 
seus equipamentos. 
Garimpeiro é o 
pesquisador autênti- 
publicidade ostensi­ 
va, com faixas, car­ 
tazes, etc". 
O vereador pe­ 
emedebista disse tam 
bém acreditar que 
essa medida não tra- 
rá muitos sacri- 
fícios aos amigos 
farmacêuticos e, por 
pouco que seja esse 
desconto, em muito - 
irá ser benéfico pa­ 
ra aqueles aposenta 
dos que muitas vezes 
nao possuem recursos 
para a compra dos 
remédios que nccessi 
tam, as vezes ate 
fora de hora e nos 
finais de semana". 
Marcos Elias 
disse ainda esperar­ 
que todos os fJ., t 
cêuticos, após rece­ 
berem esta indicarão 
encaminhada através 
desta Casa de Leis , 
compreendam a incia­ 
tiva e passem a dtcn 
der os nossos aposn 
tados concedendo es 
se desconto, " pois 
eles muito necessi 
tar" assinalou o 
vereador. 
Comentando 
PÁGINA - 12 
(O) (ID 
ECENOO CEL. 
co, que, com sua 
garra, "faro" e de 
terminação, acaba en 
centrando" o que 
não perdeu". 
Foi exatamente­ 
º que aconteceu nes 
te município. D fi 
lão de "bambura_r" es 
tá nos morros exis­ 
tentes nas fazendas 
Sofia e Estrela. O 
que encontram nas 
gratas que estão sen 
do exploradas. nao 
passam de fagulhos - 
de"ouro ecorrido". 
Página - 08 
Suplemento 
Cultural 
MÁRIO FONTES: LIVRO QUE TEM 
SEMELHANÇA COM O CRIME NA PA 
RA1BA 
Um caso de vingança patri­ 
arcal, como o do governador da 
Paraíba, Ronaldo Cunha Lima,con 
tra o ex-governador Tarcísio B~ 
rity (guardando as devidas sem~ 
lhanças). 
* Veja este e outros arti­ 
gos na Página -10 
Comunicado 
'I 
Nossa Terra,Nossa Gente 
( PERFIS BIOGRÃFICOS DE ~lDERES REGIONAIS) 
mos o livro NOSSA TERRA, NOSSA 
GENTE, com esses perfis, as P 
blicaçôes que faremos nesta 
TRIBUNA são deco==entes de soli 
citações de vários de nossos en 
trevistados. Lembramos que não 
se trata de BIOGRAFIAS comple 
tas, mas de PERFIS BIOGRAFICOS, 
onde ficaremos conhecendo um 
pouco a respeito de nossos líd~ 
res, nos mais diversos segrnen 
tos das comunidades. - 
(PP) 
A partir da próxima semana 
publicaremos nas edições dia 
rias deste jornal, perfis_bio 
gráficos de lideres regiona1s. 
Serão enfocados politicos, 
vereadores, prefeitos, empresa­ 
rios, comerciantes, produtores­ 
rurais, profissionais liberais, 
enfim, perfis de homens_e mulh~ 
res que trabalham em prol das 
comunidades do Sudoeste e Fron­ 
teira. 
Em janeiro de 1994 -editar~ 
A Prefeitura Mu 
nicipal de Caracol 
comunica a população 
que o sinal da TV 
Ponta Porá, não está 
sendo recebida devi 
do ao furto do esta­ 
bilizador pela 2a 
vez e pede a quem pu 
der dar alguma info 
mação ê só ligar pã 
ra o Telefone (067) 
495-1107 e o número 
do estabilizador é 
BK Modelo l BK NO 08 
F.4 série 30338201 , 
conforme a Cogetel - 
só existe esse mode 
lo de estabilizador= 
não podendo outro 
estabilizador ter o 
mesmo número. 
Prefeitura Muni 
cipal de caracol- S 
80 Leilão Apa 
Corte Especial 
10 DE DEZEMBRO ( SEXTA-FEIRA) 
19:00 HORAS - PONTUALMENTE 
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* Realização Sindicato Rural de 
Vista 
* Organização - Leiloboi Leilões Rurais 
Bela 
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- 05 éguas mestiças paridas 
- 01 Potro puro 
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Tribuna 
Diário 
da Fronteira 
Regional 
* FUNDADO EM 20/02/1972 
Diretor-Redator-Chefe: Ivaldo Pereira 
Diretora Adm.: Maria E. V. Pereira 
Secretário de Rcdação:Ubaldino Podrigues 
Reportagens: João Carlos Velasquez,André 
Ãvalo, Firmino de Barros 
Redação, Departamento Comercial e Parque 
Gráfico - Avenida Tribuna da Fronteira- 
564 - Caixa Postal - 23 - Fone - (067) 
439-1410 - Bela Vista-MS 
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Caracol, Carpo Grande e correspondente e 
Eras{1la e S1o Paulo. 
Propriedade da Rede Belavistense de Jorrais LTDA 
IC- MF 15.513.203/0001-90 
1t- O Jornal não se responsabl llza pelos artigos assinados ou 
de origem defIn!da. 
* Exemplar - - •• - • - •• - - ••... - ----...100.00 
Número Atrasado ...-.-.-----....200,00 
* Assinatura Mensal·--····-···•-l.000,00 
Assinatura Trimestral.........3.000,00 
Assinatura Semestral. - .. ··- _ ... 6. 000, 00 
* Assinatura Anual __ .17._000,00 
Edital de Proclamas 
Janilde Rosa dos Santos, Oficial.:,. do Carcó-'­ 
rio de Registro Civil desta cidade de Bela Vis­ 
ta-S., FAZ SABER à todos quantos o presente E 
dital de Proclamas virem, que apresentaram os 
Documentos exigidos pelo Artigo 180 do Código - 
Civil Brasileiro, Incisos, I, II e IV e preten­ 
dem se casar: 
PAULO PEDRO LARROSA_e TINIA MAURA FRANCO CÁ­ 
ERES. ambos Brasileiros,,natrais de l is 
ta; ele, estudante, filho de Policarpo Larrosa 
e Andresa RIvarola; ela, secretária, f1lha de 
OdiI Ciceres e Aderecllda Franco Ceres. se al 
·e souber de algum impedimento, que se o0nh2 
na forma da Lei. 	· 
Bela Visa-MS., 24 de Novebro de 1993 
Janilde Rosa dos Santos 
Of!c1a!n 
t

IO AL. 'TRIUNA DA FRONTEIRA - DIÁRIO REGIONAL 
CâMIRI É NOTÍCII E INFORMICãO 
FREQUÊNCIA OBRIGATÓRIA PRA_OS ROEISI	O mercadorias aos Funcionários" actuou. 
.!'lf.l[!i DA slOnP. 
Fernando de Freitas Elias, vereador e 
módico, apresentou indicação na Câmara Mu­ 
nicipal pedindo o endereçamento de expedi­ 
ente ao Secretário Municipal de Saúde, Dr. 
Carlos Eduardo Nunes, solicitando à ele 
que seja estabelecida a frequência obriga­ 
tória aos profissionais responsáveis pelo 
atendimento ao público, em todos os progra 
mas da Secretaria Municipal de Saúde. 
Fernando de Freitas Elias ressaltou - 
que essa medida faz-se necessária para que 
os pacientes, ao se dirigirem para con 
sultas ou exames tenham a garantia do que 
oorão atendidos, considerando também o 
, grondc nGmero de reclamações dos usuários 
"que as vezes ficam horas sem serem atendi 
dos, ou que não são atPndidos devido a 
falta deste ou daquele material" assinalou 
o vereador peemcdcbista, 
INVESTIMENTOS DA FNS NO SME DE BELA VISTA 
Em requerimenro de autoria do vcrea 
dor Fernando de Freitas Elias e assinado - 
por todos os seus pares, foi encaminhado - 
Requerimento do Diretor da Fundação Nacio­ 
nal de Saúde, Antonio Urp Filho, solicitan 
do medidas urgentes com relação a investi­ 
mentos em Bela Vista, através do SAAE - 
Serviço Autonômo de Agua e Esgotos, tendo 
em vista as várias reclamações dos usuã­ 
rios, conforme matéria publicada em jor 
nal de nossa região. 
Na justificativa do Requerimento o 
Vereador Fernando de Freitas Elias destaca 
que a "atual administração do SAAE em Bela 
Vista, com seus funcionários dão mostra 
de que bem orientados a autarquia tem con­ 
dicões de prestar melhor atendimento, fal 
ta apenas a sensibilidade dos senhores di 
retores da FNS para melhorar os serviços , 
investindo não só na captação d'água, mas 
também na construção de reservatórios e 
implantação de redes". 
Em anexo ao Requerimento, foi enviado 
também um relatório de investimentos mini­ 
mos e necessários para a melhoria e moder­ 
nizacão do sistema de abastecimento de 
água de Bela Vista. 
INFORMAÇES__SOBRE AS 'TERRAS 
PELA PREFEITURA 
READQUIRI1AS 
Em outro requerimnto de sua autoria 
o vereador Roney Moraes Sim&cs solicitou o 
envio de expediente ao Prefeito Municipal­ 
no sentido de que ele informe à Ca a Muni 
cipal a situação dus terras rcadquiridún - 
pela Prefeitura Municipal e como está sen­ 
do procPdido o pagamento da mesma ao ex- 
proprietário. 	. _ 
No requerimento Roney Moraes Simoes - 
considerou ainda que existe una promessa - 
do Vice-PrPfPito de se construir uma Esco­ 
la Agrícola, "gostaríamos de saber a res­ 
posta do sr. Prefeito com relaçao a esse 
assunto" destacou o vereador. 
C1MORRO SOLICITA SERVICOS DA 
DE OBRAS 
SECRETARIA 
VEREADOR PEDE ESCLARECIMENTOS AO DIRETOR 
GERAL DO PREVISUL 
urt'' 
+, 
r .s 
O Vereador Israel Chamorro da Rocha 
do PMDB, em indicações ao Serretário ~uni 
cioal de Obras, reivindicou a realizacao - 
dos seguintes serviços: 
l- Recuperação de bueiros e construção das 
cabeças de bueiros, entre a Chácara da Sra 
Guida Ferreira e Walmir Correa da Rosa no 
Distrito Nossa Senhora de Fátima, o "Nunca 
Te Vi"; 
2- Patrolamento e cascalhamente da rua que 
passa entre as chácaras do Sr. Bernardo Be 
nites Escobar, até a Chácara do Sr. 
Anataleo Dávalo, no Distrito Nossa Senho­ 
ra de Fátima; 
3- Cascalhamento da rua Rosário Echeverria 
no Bairro Itaboray. 
ONIBUS PARA AS CAIEIRAS 
o encaminhamento de expediente ao 
Diretor Geral do PREVISUL, Antonio Carlos­ 
Vasques, no sentido de que ele faca escla­ 
recimentos à câmara Municipal de Bela Vis­ 
ta com relação aos atrasos nos pagamentos 
dos prestadores de serviços. nos meses de 
setembro e outubro, foi solicitado atraves 
do requerimento de autoria do vereador do 
PMDB'Fernando de Freitas Elias. 
No documento o vereador solicita ain­ 
da que seja determinado um maior respeito­ 
por parte dos funcionários do orgao, quan 
do receberem chamadas telefonicas do inte­ 
rior. 
Na justificativa do seu Requerimento, 
o vereador Fernando de Freitas Elias consi 
derou que "os constantes atrasos fazem com. 
que os prestadores de serviços se sintam - 
desestimulados e desinteressados em manter 
este convênio, no qual os direitos e obri- 
gações só estão sendo cobradas por uma 
das partes, ficando aos prestadores de 
serviços a tristeza de nao recPberem os 
seus direitos e, quando tentam buscar in 
formações no PREVISUL em Campo Grande fi­ 
cam sendo jogados de um lado para outro 
de "fulano" para "fulano" ressaltou Fernan 
do de Freitas. • 
INFORMAÇÕES SOBRE O MERCADO DA ASPUB 
De autoria do Vereador Roney Moraes - 
Simões, do PSDB, foi apresentado na Camara 
Municipal um Requerimento endereçado a Pre 
sidente da ASPUB - Associação dos Servido­ 
res Públicos Municipais - solicitando in­ 
formações sobre os seguintes itens: 
a) Qual 
O 
sistema adotado para a compra de 
mercadorias para o Mercado da ASPUB? 
b) se 
O 
mercado tem· feito o recolhimento - 
do ICMS ? 
e) Por que as diferenças de preços com re­ 
lação aos mercados da nossa cidade ? 
Na justificativa de se requerimenro- 
0 
vereador Roney Moraes_Simoes considerou: 
"segundo nos informaram o mercado da ASPUB 
tem vendido mercadorias aos_funcionarios - 
bem acima dos precos do comércio local e 
tambefi segundo as informacoes, o mesmo nao 
to ft o recolhimento do ICMS, desta 
!{ i a ser barateado e susto das 
o Vereador do PSDB Geraldo Pinheiro 
Murano, através de indicação ao Prefeito­ 
Municipal, reiterou a indicação n? 304/93, 
de 31/07/93, No sentido de que seja deter­ 
minado o deslocamento de ônibus até a re­ 
gião das caieiras, possibilitando àquelas 
pessoas virem até a cidade, tendo em vis­ 
ta a proximidade das fPstas de final de 
ano quando muitas nec
0ssitam se deslocar - 
até a cidade para fazerem suas compras e 
outras necessidades. 
(.' 
PATROLAMENTO E CASCALHAMENTO 
Luiz Alexandre Loureiro Palmiéri, ve­ 
reador do PTB, em expediente endereçado ao 
Prefeito Municipal, solicitou seja determi 
nado o patrolamento e cascalhamento com co 
locação de bueiros na rua Antonio Joao , 
abaixo da rua Sebastião Crispim do Rego , 
segundo Xande, "a referida rua encontra-se 
totalmente esburacada, impPdindo até mes­ 
mo os moradores da citada rua de chegarem 
em suas residências". 
O ervio de expedente ao Prefei o Mu 
nicipal que seja de.erminaudo o Patrola­ 
mnto da rua que dá acesso ao bairro 
clarão da Lua, foi objeto de indicação de 
autoria do ver ador Marco Rondon, do PP. 
Sequndo o vereador, "o referido tre­ 
cho está instransitável, não dando condi­ 
coes do tráfego nem para bicicleta, muito 
menos veiculo. 
Os moradores tem que fazer o rans­ 
porte de mudanças, mercadorias e outros - 
materiais, nas costas, quando n cesitmn, 
dovido ao péssimo estado do local. 
ESTRUTURA PARA O SETOR DE LIMPEZA PCBLICA 
CENTRO ODONTOLÓGICO COM ATENDIMENTO INTE­ 
GRAL 
Em indicação endereçada ao Prefeito 
Municipal c/c ao Secretário Municipal de 
Saúde, o Vereador Fernando de Freitas E­ 
lias solicitou estudos no sentido de ser 
implantado um Centro Odontológico com a­ 
tendimento integral, nos tres períodos,pa­ 
ra atendimento aos cidadãos mais carentes 
de nossa cidade. 
LIMPEZA GERAL NOS BAIRROS 
A realização de uma limpeza geral nos 
bairros Ãgua Doce, Clarão da Lua e Espíri­ 
to Santo, foi reivindicada pelo Vereador - 
Geraldo Pinheiro Murano, através de indica 
cão ao PrPfeito Municipal, com cópia ao 
Secretário Municipal de Obras. Segundo o 
vereador, "esses bairros encontram-se em 
total abandono, com ruas esburacadas, mata 
gais, etc ... 
Em indicação de sua autoria apr sen 
tada à Mesa da Câmara Municipal, o Vera­ 
dor Marco Antonio Rondon de oliveira rei­ 
vindicou ao Prefeito Municipal que etru­ 
ture o setor de limp€Zd pública du Secre­ 
taria Municipal de Obras. 
conforme as justificativas da indica 
ção do vereador Marco Rondon, "atualmente 
não há condições de realizar um trabalho 
satisfatório, pois o estado de conserva - 
cão dos 02 veículos utilizados na coleta 
do lixo, é péssimo. 
Esses veículos colocam cm risco d 
vida de funcionários e da população, um.i 
vez que um deles trafega, inclusive sem 
freios, pela cidade. 
Esse setor necessita de invcstimcn - 
tos urgentes, tanto no que diz respeito 
à veicules, quanto a equipamentos de 
proteção e uniformes nos lixeiros e var­ 
redores de rua", destacou Marco Rondon. 
PATROLAMENTO DA FERNANDO DE NORONHA 
COLOCAÇÃO DE VIDRO NA ESCOLA CLOTILDE DE 
CASTRO PINTO 
outra reivindicação de autoria do 
vereador Garaldo Pinheiro Murano, feita 
através de indicação ao Secretário Munici­ 
pal de Educação. Paulo Melo, foi a coloca­ 
cão de vidros na Escola Clotilde de Castro 
Pinto, localizada no Bairro Espírito San­ 
to bem como a colocação de portas no 
l:>a~heiro da Escola Pedro Ajala. o vereador 
afirmou que a posta lá existente encontra 
se deteriorando e como a Escola não pos­ 
sui auardas, podem ser furtados os mate­ 
riais dos banheiros". 
--------=====-----· ----------------::::1------ 
O patrolamento da rua Fernando de 
Noronha. que liga o Bairro Costa~ Silva 
ao Bairro Primavera, passando atras do 
coléqio municipal e de muita utilidade - 
para os moradores da rPgião, foi solicita 
do através de indicação do Vereador Mar­ 
co Rondon ao Prefeito Municipal. 
No mesmo expediente, Marco Rondon re 
forcou ainda o podido de abertura da rua 
Fernando de Noronha, trecho entre as 
ruas Geraldo de souza Rosa e Ricardo Lou­ 
rPiro, "o quP. sem dúvida trará grandes be 
nefícios ao~ moradores dos dois bairros". 
enfatizou o vereador pepista. 
MOÇÕES DE CONGRATULAÇÕES 
o Vereador e Presidente da Cârrara Mu 
nicipal, Marcos Elias Rios da Cruz, ar r~­ 
sentou expediente endereçada ao Sr. ·l­ 
fino Rodrigues, Diretor da Escola .Muni ·i­ 
pal Jarbas Passarinho, com cópia ao Sr. 
Adão Florentino, Presidente da APM da 
referida Escola, apresentando-lhes Moço 
dP Congratulações pelns gestos carinhosos 
com que promoveram no Último final de 
semana, um almoço de cnnfratPrnizacão pa­ 
ra os professores e funcionários da 
Escola, "gesto esse de muita compreensão­ 
e carinho para aqueles que se dedicam à 
educação de nossos filhos" enfatizou Mar­ 
cos Elias. 
Outra Moção de Congratulação apresen 
tada na Câmara Municipal pelo Vereador 
Marcos Elias Rios da Cruz, foi endereçada 
aos proprietários do Hotel Pousada da 
FrontPira, Ricardo de Souza Rosa e Tati , 
extensiva à todos os atletas participan - 
tes, parabenizando-os pelo brilhantismo - 
alcançado na realização da 7a Etapa do 
IIIO Circuito Estadual de Voleibol de 
Areia em duplas, "evento este que revolu­ 
cionou Bela Vista nos dias 27 e 28 pp" 
destacou o Presidente do Legislativo Bela 
vistense. 
LIMPEZA DA BARÃO DO MELGAÇO 
Em indicação v~rbal na Tribuna da 
Câmara Municipal a Vereadora Orlanda Fri 
tas doe Santos solicitou ao Secretário Mu 
nicipal de Obras, Nélio Diório, que deter 
mine a limpeza da rua Barão do Melgaço e 
a retirada dos entulhos existentes na 
mesma. 
Mantenha Sempre Limpa 
a Cidade que Você Vive 
::::_==--=====~=========-·==·=-·=- • --====·=-=--==

O J' « 6 ! TRIJ'A D A 	F R O N T E I R A 
Comentário Opinião 
t, CORDEIROS INDEFESOS NAS 
GARRAS DE LOBOS VORAZES" 
Jotagf Plõres 1 
São muito poucas as excessões entre os 
políticos para separarmos aqueles que tem 
um pouco d dignidade e credibilidade pa­ 
ra justificar a sua presença no Congresso 
Nacional e nas Assembléias Legislativas - 
como lídmos representantes do povo e exi 
qir as providências e as medidas que o p 
vo está a reclamar. 
o trabalho da CPI do Orçamento, onde 
.:iindil. reot.im alguns políticos que parecem 
querer fazer e praticar justiça de verda-, 
de, ~omcça a ser prejudicado pelo teor. 
das leis, que concedem direitos de impunidade pra muita gente 
1 
que, acuada por acusaçÕC!' , dever iam ter a sua vida passada_a limpo 
inteiramente, para que se possa concluir por sua inocencia ou 

por sua culpa. A melhor prova de inocência é a averiguação 
correta dos casos. 
• Essa história de não se permitir e dificultar a presença 
de governadores e ministros à frente da CPI é uma verdadeira 
afronta ao povo. Voltam os políticos à prãtica do "corporati­ 
vismo" que sempre foi o motivo da existincia dos corruptos e 
dos ladrões, disfarçados de "nossos representantes". 
Toda essa palhaçada, leva cada vez mais o nosso povo a Pen 
sar ardentemente em acabar de uma vez por todas com os nossos 
"comprometidos representantes", que ao se omitir perante um 
inquérito mais apurado e justo, estão ao mesmo tempo salva­ 
guardando a sua pele de um provãvel e bem possível futuro en­ 
volvimento. 
- Quem não deve, não temei ... Se aqueles à quem compete,l_!_ 
berar os governadores, ministros e outros envolvidos em denún 
cias, para que se apresentem perante a ÇPI, não o fizerem, e 
porque também tiro o "rabo preso" e não são dignos da confian­ 
ça do povo. 
O povo - "os cordeiros indefesos" de sempre, começam a se 
sentir ameaçados. Ameaçados sim ... de mais um vez ver frustra 
das a sua vontade de ver os ladrões e corruptos punidos devT 
damente, protegidos por seus benevolentes companheiros, que 
mais uma vez estarão com a sua ação, traindo a vontade popu­ 
lar. 
De nada adianta dizer que o poder emana do povo, ·se este 
povo não tem respeitada a sua vontade. No instante em que o 
seu representante não é digno de crédito, é justo que seja da 
da a palavra ao povo através da melhor forma de se manifestar 
-- O voto, seja plebiscitãrio ou qualquer outra forma democrá­ 
tica de pesquisa. 
É preciso acabar com essa maldita história de imunidade. O 
politico, pela sua própria condição, deve estar mais sujeito 
às penalidades da lei do que qualquer cidadão comum. Essa coi 
sa de imunidade, que gera como consequência a impunidade e 
urna vergonha. 
Na hora em que "a coisa" apertar um pouco mais,não.vai.ser 
estranho se testemunharmos Governadores, Ministros e Deputa 
dos, dando tiro a "torto e a mocho" nos seus inimigos e adver 
sários, pois essa "autoridade" é protegida pela lei da impunT 
dade - leia-se imunidade! 	- 
Um exemplo bem recente Ja foi mostrado e o "pistoleiro" 
por ser governador está solto e tranquilo perante a lei! 
A lei deveria estabelecer para o político uma determinação 
mais simples, que se resumiria assim: 
- Foi acusado ... se defendeu ... não convenceu ... 
- Afastado! 
Só que, para que isso fosse possível, os homens da lei de­ 
veriam ser mais decentes e acima de tudo deveriam ter o fir­ 
me propósito de acabar com a safadeza de forma definitiva. 
AHU CIE E V ALO IZ~ (O) J RNAL 
DE SUA IDADE 
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PrE. 3,6.0 
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4«! Sérfe do 1? Grau 
TOTAi. 
~--·-------- .... - 
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I 
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CÔDlCO 	CAHCOS 	QUALlFI CAÇÃO 	PAfm,lo 
RrlD<L'iCI lS hALAF !AI". 
'MI1ADE 1Ufí'T AI 	;3! 
PE 1, 7.0l Auxtllnr d e Serv Cera1s 	T 1 	18 52 
Pt:8 3,7.02 Auxilar de Serv, Soe !Ais 	1 l 	1 	0 
l'NC 3. 7.03 Copdra 	I l 1 ll5 
PtlP. 3. 7 ,04 Carl 	ALFABETIZADO 	l l 	18 	16 
PNE 3,1.05 tlêrcntleirn 	T l 1 	05 
P!E 3,71,06 l'rabnlho Drnçol 	1 l 	18 11 
PNC 3. 7.07 Vlgln 	I 1 1 
10 
T6 
CA 't E (X lR I A YIJ N C IO ,U. t, 7 e CAruXJ	S D R ATIVIDADES PROFISSIONAIS D E NIVEL ELEMENTAR- P N E 	- 	T abe l a 10 
CARGOS DE PROVIMENTO EFETIVO Tabela 4 
Classe 	A 	EM r.R$ 1 00 
REE. 	01 02 03 04 	05 06 
I 	10.085,81 10.483,24 10.908,81 11.345,17 11.298,97 12.279,93 
I 	10.549,53 10.971,51 11.410,32 11.866,79 12.341,46 12.835,12 
III 	11.508,58 11.968,92 12.447,68 12.945,59 13.463,41 14.001,95 
IV 	12.467,63 12.966,33 13.484,99 14.024,39 14.585,36 15.168,78 
V 	13.476,68 13.963,74 14.522,29 15.101,19 15.707,31 16.335,61 
Classe 	B 	EM CR$ 1 00 
REF. 	07 08 09 10 11 12 
I 	12.261,77 13.272,24 13.803,13 14.355,26 14.929,47 15.526,64 
II 	13.348,52 13.882,46 14.432,76 15.015,27 15.615,88 16.240,52 
III 14.562,03 15.144,51 15.750,29 16.380,30 17,035,51 17.716,93 
IV 	15.775,53 16.406,55 17.062,81 17.745,32' 18.455,14 19.193,34 
V 	16.989,03 17.668,59 18.375,34 19.110,35 19.874,76 20.669,75 
Classe 	c 	EM CRS 1 00 
REF. 	13 14 15 16 17 18 
I 16.147,71 16.791,62 17.465,36 18.163,98 18.890,54 19.646,16 
II 16.890,14 17.565,75 10.260,38 18.999,11 19.759,08 20.549,44 
III 18.425,61 19.162,63 19.929,14 20.726,30 21.555,36 22.417,57 
IV 19.961,08 20.759,52 21.589,90 22.453,50 23.351,64 24.285,70 
V 	21.496,54 22.356,40 23.250,66 24.180,69 25.147,91 26.153,83 
ATOS DO PODER EXECUTIVO NO 011/93 GABIENTE DO PREFEITO 
RESOLVE: 	1993. (Port. no 384/93 de 12/11/93). 
NOMEAR 
Pedro Barbosa, para exercer na Secreta­ 
ria de Administração, o Cargo em Comissão 
de Diretor do Departamento, Símbolo DAS-3, 
com validade a contar de 10 de Outubro de 
1993. (Port. no 380/93 de 05/11/93). 
Robinson Echeverria Pinheiro, Assisten 
te de Administraçao, para exercer a Função 
Gratificada de Secretário da Escola Munici 
pal de 1 Grau Jarbas Passarinho, símbolo­ 
DAI-3, a partir de 10 de Outubro de 1993 - 
(Port. no 382/93 de 12/11/93). 
Oscar Leite Ribeiro, para o Cargo Efeti 
vo de Agente Administrativo do Quadro Per­ 
manente a partir de 12 de_Novembro de 1993, 
em decorrência de aprovaçao no Concurso P~ 
blico de Provas e Títulos realizado em 27 
de Junho de 1.993. (POrt. no 383/93 de 
12/11/93). 
Marta Gonçalves, Professora, para exer­ 
cer a Funçao Gratificada de Secretária das 
Escolas: Barra do Itá, João Cerápio Nunes, 
santo Antonio do Piripucú, Bento Gonçalves, 
Irmã Hildegarde, João Pessoa Braga, Santo 
Antonio, Princesa Izabel, Mário Mendes Gon 
calves, Panorama, João Manoel Rodrigues , 
~ímbolo DAI-3 a partir de 10 de Outubro de 
Lucinete Leite Lino, Assistente de Ad­ 
ministraçao, para exercer a Função Grati­ 
ficada de Secretária das Escolas: Profes­ 
sora Enoly Loureiro Assis, são Patrício e 
Clóvis Marcelino de Oliveira, Símbolo DAS 
3, A partir de 10 de Outubro de 1.993. - 
(Port. no 385/93 de 12/11/93). 
Ana Lúcia Pistori Lino, Assistente de 
Administraçao, para exercer a Função Gra­ 
tificada de Secretária da Escola Munici - 
pal de 10 Grau e Pré Escolar Nossa Senho­ 
ra do Perpétuo Socorro, Símbolo DAI-3, a 
partir de 10 de Outubro de 1.993. (Port. 
no 3 8 6 / 9 3 de 1 2 / 11 / 9 3) . 
Diomedes Rodrigues, Professor, para e­ 
xercer a Funçao Gratificada de Secretário 
das Escolas: são Clemente, Erasmo Medei - 
ros, José Maria Palmieri, Marechal Rondon 
e Marcondes Nunes de Miranda, símbolo DAI- 
- 3, a partir de 10 de Outubro de 1.993. 
(Port. no 387/93 de 12/11/93). 
. EXONERAÇÃO Ã PEDIDO 
A Funcionária, leda Maria Loureiro, do 
Cargo em Comissão de Assessora, Simbolo - 
DAs-2, a contar de 10 de Novembro de 1993. 
(Port. no 377/93 de 04/11/93). 
·rvulo Pereira Bambil, Auxiliar de Ser 
·io Divro , Lotado na Secretaria de A 
m! istração, referente +o período de 92/93, 
a par ir de 04/11/93 à 03/12/ 3. (Port. ne 
379/93 de 04/11/93). 
Sim1ão Martinez, Trabalhador Brava!, Lo 
do na Secretaria de Viação e Obras, refG 
rente ao período de 92/93, a par ir de 
08/11/93 à O7/12/93. (Port. 381/ 3 de 
08/11/93). 
LICENÇA PREMIO POR ASSIDUIDADE DE 6 MESES 
A servidora Emiliana Coronel Paredes,Rg 
lativo à 02 (dois) quinquenios Auxiliar do 
Serviços Diversos, lotada na Secretaria de 
Educação, Referente no período aquisitivo 
de 06/09/81 à 05/09/91. (Port. no 388/93 - 
de 22/11/93). 
LICY.NÇJ GES'I'JNTE 
ROSALVA Brites, Auxiliar de Serviços Di 
vcrsoe, Lotada na Secretaria de Educação , 
a partir de 02/11/93 à 02/03/94 (Port. no 
389/93 de 30/11/93) . 
Maria do Carmo Silva de Oliveira, Pro - 
fessora, Lotada na Secretaria de Educação, 
a partir de 24/11/93 à 24/03/94. (Port, no 
390/93 de 30/11/93). 
Cumpra-se 
Gabinete do Prefeito aos, 30 dc/11/1993 
Abraão Armoa Zacarias 
Prefeito Municipal 
Edital de Proclamas 
Janilde Rosa dos Santos, Oflciala do Cartó - 
rio desta cidade de Bela Vista-MS., FAZ SABF.R 
à todos quantos o presente Edital de Proclamas, 
virem que apresentaram os Documentos ~xigidos 
pelo Artigo 180 do Código Civil Brasileiro, In­ 
cisos 1, Il,III e IV e pretendem se casar: Ara­ 
cildo Carvalho Vieira e Rosely Harin, ele divor 
ciado, brasileiro, funcionário PCblico F.staduaT, 
residente e dociciliõdo nesta cidade, filho de 
Alcldes Vieira Aranda e Eva Ramonõ Carvalho Vfai 
ra. Ela brasileira, filha de David M;;.rin e San: 
ta Arce Mar1n. 
Se alguém souber de algum impedimento, que 
se oponha na forma da Lei. 
Bela Vista-MS., 30 de Novembro de 1.993 
JanIlde Rosa dos Santos - Of1c1ala e Tabelfoa , 
Edital de Proclamas 
Janilde Rosa dos Santos, Oficiala do Cartó 
rio de Registro Civil desta cidõde de Bela Vis­ 
ta-MS., FAZ SABER a todos quantos o presente E­ 
dital de Proclamas virem, que apresentar= os 
Documentos exigidos pelo Artigo 180 do Código - 
Civil Brasileiro, Incisos I, II, Ili e IV e pre 
tendem se casar: Jorge Augusto Cunha TebichraIÍe 
e Elaine Queiroz Paiva, ele brasileiro, soltei­ 
ro, comerciário, residente e domÍ.ciliado nesta 
cidade filho de Geraldo Tebichrane e Florinda - 
Cunha Tebichrane, el..s. brasileira, solteira, re­ 
sidente e domiciliada nestõ cidõde, filha de Be 
nedito da Silva Paiva e Lucia Mari;; Queiroz de 
Paiva. 
Se algé souber de algum impedimento que se 
oponha na forma da Lei. 
Bela Vista-MS., 30 de Novembro de 1.993 
Janilde Rosa dos Santos - Ofic1ala e Tabelioa 
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LEI N9 962, II. 9 DE NOVEMBRO DE 1993 
DI+põe obre o 1tema de Claufffcacão de Car­ 
p,o e alárlon do Poder Execat Ivo do MonfcIpfo de 
Nela VIta e d! o,trens provldGncIts 
O Prefelto Mnlclpal de Bela Vista, Estado 
Mato Grosso do Sal, no uso de nuas atribuições 
valo, Faço Saber qoe a Câmara Municipal aprova 
o sanciono a 	s e u	l n t e Lei. 
de 
le­ 
e 
Ci'P('l'ULO I 
DO SISTEMA DE CLASSIFICAÇÃO DE CARGOS 
Scçiio I 
Dan Dis)'ou1çÕeu PrcHminarea 
Art.IQ) - 0 S1tema de Classificação de Caros 
do Poder Executivo Municipal de Bela Vista e cons­ 
t I tu!do, c111 conjunto, por um subsiutcma de classi­ 
[ Lcnçi:o, denominado Plano de Cargos, por um subai!!_ 
tema de avaliação, Intitulado Plano de Avaltação - 
de Cargos e por um subsistema retributivo que con­ 
siste no Plano de Retribuição. 
Parágrafo Onico - O Sistema de que trata este 
artigo, será Gnico para os servidores da Adminis - 
tração direta, das autarquias e das fundações p~ - 
blicas instituidas pelo Poder Executivo Municipal.· 
Art.2Q) - O Sistorna de Classificação de Cargos 
abrangerá os cargoR isolados de provimento cm co.­ 
missão, as funções de confiança e os cargos de 
provimento efetivo, constituindo o Quadro Permane 
te do Poder Executivo Municipal, 
Secão II 
Do Qt,ladro Permanente 
Art.32) - O Quadro Pennanente do Poder Executi­ 
vo Municipal, ficará assim constituído: 
I - GRUPO l - CARGOS DE PROVIMENTO EM COMISSÃO: 
a - CATEGORIA FUNCIONAL 1: DIREÇÃO E ASSESSORAMEN- 
TO SUPERIORES - DAS; 
b - CATEGORIA FUNCIONAL 2: CARGOS DE ASSIST~NCIA - 
DIRETA E IMEDIATA - CAI; 
II - GRUPO 2 - FUNÇÕES DE PROVIMENTO EM CONFIANÇA: 
a - CATEGORIA FUNCIONAL 1: DIREÇÃO E ASSESSORAMEN- 
TO INTERMEDIÁRIO - DAI; 
III - GRUPO 3 - CARGOS DE PROVIMENTO EFETIVO: 
a - CATEGORIA FUNCIONAL 1: CARGOS DE ATIVIDADES 
PROFISSIONAIS DA SACDE - APS; 
b - CATEGORIA FUNCIONAL 2: CARGOS DE ATIVIDADES 
PROFISSIONAIS DE NIVEL SUPERIOR - PNS; 
c - CATEGORIA FUNCIONAL 3: CARGOS DE ATIVIDADES 
PROFISSIONAIS DE APOIO TECNICO - PAT; 
d - CATEGORIA FUNCIONAL 4: CARGOS DE ATIVIDADES 
PROFISSIONAIS DE NATUREZA FISCAL - PNF; 
e - CATEGORIA FUNCIONAL 5: CARGOS DE ATIVIDADES - 
PROFISSIONAIS DE APOIO ADMINISTRATIVO - PAA; 
f - CATEGORIA FUNCIONAL 6: CARGOS DE ATIVIDADES - 
PROFISSIONAIS DE NtVEL ELEMENIAR ESPECIALIZADO - 
PEE; 
g - CATEGORIA FUNCIONAL 7: CARGOS DE PROFISSIO - 
NAIS DE N[VEL ELEMENTAR - PNE; 
h - CATEGORIA FUNCIONAL 8: CARGOS DE ATIVIDADES .­ 
DO GRUPO MAGISTÉRIO. 
Art.7Q) - Os Cargos Isolados de Provimento em 
Comissão constantes do Grupo I, são de livre nomea 
çao e exoneração do Prefeito Municipal e destinam- 
se: 
I - CATEGORIA FUNCIONAL l - DIREÇÃO E ASSESSORAMEN 
TO SUPERIORES - DAS: ao atendimento de atividades­ 
típicas e características de comando, coordenaçio 
e controle, ou de aconselhamento técnico e adminis 
trativo, sob a forma de pesquisa, previsio, plane~ 
jamento e organização, inerentes ás ações da Admi­ 
nistracão Pública Municipal; 
II - CATEGORIA FUNCIONAL 2 - ASSISTENCIA DIRETA E 
IMEDIATA - CAI: à execução de atribuições e tare - 
fas de apoio técnico e administra~ivo aos dirigen­ 
tes dos órgãos integrantes da estrutura do Poder E 
- xecutivo Municipal, prestando-lhes assistência di­ 
reta e imediata: 
§ lQ - Os Cargos de Provimento em Comissão que 
só poderão ser criados por Lei, são privativos de 
pessoal de nível superior ou de experiência e capa 
cidade p~blicas notórias e são classificados con ~ 
forme consta das tabelas l e 2 do anexo I. 
Art.82) - O servidor Municipal, de entidade ou 
fundação ou Órgão integrantes da Administração do 
Poder Executivo Municipal, nomeado para Cargo em 
Comissão, poderá optar pelo vencimento e vantagens 
'do seu cargo efetivo, fazendo jus, neste caso, à 
percepçio.de 20% (vinte por cento) do valor base 
fixado para o Cargo em Comissão, mais as gratifica 
cões complementares. 	- 
Parágrafo Onico - O anexo I desta. Lei contém a 
relação dos cargos que compõem cada categoria fon 
cional, com a cortlespondente codificação, nível 
de escolaridade, padrão de vencimento, classes 
funcionais e respectivas referê~cias salariais. 
Seção III 
Da Conl::.leituação 
Art.42) - Para efeitos desta Lei considera-se: 
1 - CARGO PÜBLICO, o conjunto de atribuições e 
responsabilidades cometidas ao funcionário admit! 
do para tal fim; 
II - FUNCIONÁRIO, a pessoa legalmente investida - 
em cargos de Administração Direta, das Autarq~ias 
e das Fundações Pblicas; 
III - CARGO EM COMISSÃO, o conjunto de atribui - 
çÕes, deveres, responsabilidades e àtividades co­ 
metidas, cm caráter temporário, as pessoas nomea­ 
das para tal fim; 
IV - FUNÇÃO DE CONFIANÇA, o conjunto de deveres , 
responsabilidades e atribuições cometidas, em ca­ 
ráter temporário, a funcionários designados para 
tal fim; 
V - QUADRO PERMANENTE, o conjunto de cargos de 
carreira, de cargos isolados e funções do Poder E 
xecativo Municipal; ' 	- 
VI - CATEGORIA FUNCIONAL, o grupamento de cargos 
da mesma natureza, segundo o nível de complexida­ 
de de suas atribuições; 
VII - GRUPO OCUPACIONAL, referencial básico 
DO PLANO DE CI.A!:>51PlCAÇÃO 
E DA FINALIDADE DOS CARGOS 
Secão I 
Das Dposf;ões Gerfs 
do 
grupamento de categorias funcionais numa linha - 
hierárquica definida; 
VIII - REFERENCIAS SALARIAIS, os indicadores refe 
renciais de retribuição pecuniária, segundo os 
drÕes pré-definidos; 
IX - PADRÃO, o referencial da importância hierár­ 
qui.ca dos cargos, numa linha definida de carreira;' 
X - CLASSE, graduação dos éargos com faixas pro - 
gressivas de referências sálariais; 
XI - E~QUADRA,'fil.'ITO, o ajustamento do pessoal, i· - 
dcntif lcados as sua.s atribuições básicas e nível 
de qualificação, nos cargos que compõem as categg 
ri:i.s funcionais do sistema classificatório; 
XII- TRANSPOSIÇÃO, a forma de enquadramento 
que o ocupante de determinado cargo passa para um 
outro cargo, idêntico ou de ~csma natureza, no no 
vo sistema classificatório; 
XIII - TRANSFORMAÇÃO, a alteração da titulacão e 
.tr!balcões do cargo com seu ocupante 
CAPlTULO II 
em 
e ferentes s atr!bates releicn da a r 
técnica, administrativa, eco@fca e financeira_ 
desenvolvidas a nível de se oramento, de as 
estruturantes, de ações fnstr,mentais e d a. 
execat!vas que integram os diversos sistemas da Ad 
ministra ão Mntc!pal. 	- 
Parágrafo Cnlco - Os caros que coupõem a Cate­ 
gorta Fanc!onal de qae trata este Art!o io clas- 
1ficados confore dispõe a tabela 5 do anexo I. 
Sub t<,;Üo IIT 
Dos Caros de AtIVIdade 
Profistionats d Apolo Tcnlco 
Art.52) - 0 PLnno de Clasolflcação de Cargos e 
estruturado em grupos e entes em Categorias Funclo 
nafs, conforme consta do Art ,3Q dei;ta Lei: 
$ I2 - As Categorias funciona1s são deodobradas 
em classes e estas em car,ot. 
$ 22 - As categorias funciona1s l e 2 do Crupo 
1 e 2 do Grupo l, na for= do que dispõe as al! 
ncau "a" e "b" do Inciso I do Art. 3g desta Lei 
são constituídas de cargos de provimento em com1s- Art,A2) - Os Cargos de Atividades Profissionais 
sao. 	de Apolo Técnico - PAI, Integrantes da Categoria - 
$ 39 - A categoria funcional 1 do Grupo 2, na Funcional J, do Grupo 3, são de provimento efetivo 
forma expressa no Inciso II do Art,32 desta Lei, é e relaciona-se com at!vIdades técnico-proffssfo - 
constituída de funções gratl ficadas para provicien- nais a n[vel de 29 grao o corsos prof1sstonaItzan 
to em confiança. 	tes nesta graduação escolar, cc::ipr2cndidoF: no 
$ 4g - As categorias funcionais de la 8, do campo da Engenharia, da mcc5nica, de eletrotécnica 
Grupo 3, constante do Inciso III do Art. 3Q desta e outros para cujo desccipcnho é exigido ccrt1flc:a- 
Lci, compõem o conjunto de &tividadcs profissio - do de conclusão em curqo específico, _ 
nais de todos os níveis, identificadas, segundo a Parágrafo Onico - Os cargos que compocci a Cate­ 
natureza e o grau de conhecimento exigido para o goria Funcional de que trata este Artigo são elas- 
respectivo desempenho. 	sificados conforme consta da tabela do anexo I. 
Art.6Q) - Os conjuntos de cargos que compõem c~ 
da categoria funcional, com os respectivos níveis 
de qualificação, são os constantes das tabelas que 
integram o anexo I desta Lei. 
Seção II 
Dos Caros em Comissão 
Seção Ill 
Das Funções Gratificadas 
Art.9Q) - ·As funções gratificadas de preenchi 
mento em confiança, que constituem o GRUEO 2, na 
Categoria Funcional l - Direção e Assessoramento - 
Intermediario - DAI, são criados para atender os 
desdobramentos estruturais das unidades operacio - 
nais do Poder Executivo Municipal, envolvendo ati­ 
vidades de estudo, orientaçio, comando, cotlrdena - 
cão e controle, relativos à execução de programas, 
aplicação de normas e adição de critérios estabele 
cidos em atos da Administração P~blica &nicipal.- 
$ 1g - As funções gratificadas são originalmen­ 
te criadas por Lei ou resultarão de transfonnacões, 
por Decreto do Executivo, de funções gratificadas 
anteriormente criadas, desde que não resulte em au 
mcnto de despesa. 
$ 29 - As funções gratificadas na Categoria Fun 
cional de Direção e Assessoramento Intermediários~ 
DAI, são classificados conforme consta da Tabela 3 
do Anexo I. 
§ 3Q - São de livre designaçio e dispensa as 
indicações para as Funções GratUicadas, sendo es­ 
tas privativas dos Servidores Titulares de Cargos 
do Poder Executivo Municipal. 
Seca. IV 
Dtis Ca-rg'ps li'e Provitdento Efetivo 
Subseção I 
Dos Cartos de Atividades Prof1sis1onais de SaGde 
ArE.1O) - A Categoria retona1 1, que integra 
o Grupo 3 -Cargos de Atividédes Profissionais de 
Sade, é consequente do processo de municipaliza - 
çào dos Ser:viços de Sa~de para implantação do Ser­ 
viço Cnico de Sade, e está constituída de cargos 
de provimento efetivo com atribuicões específicas 
em atividades médicas, odontológicas, de saneamen­ 
to e de vigilância sanitária•e âtividades auXilia­ 
res na área de salde. 
Parágrafo Onico - Os cargos de Atividades Pro - 
fissionais de Sa~de - APS, são classificados con - 
forme consta de tabela 4 do anexo I. 
Sobsb;ão II 
Dos Catt4os dtl-. Âd.vidades 
Pi:bfissionais de H!vel. Supel:ti.ot1 
Art.Il) - Os Cargos de Atividades Profissionais 
de Nível Superior - PNS, que integram a Categoria 
Funcional 2 do Grupo 3, s.Õ.o de provimento efetivo 
Subseção IV 
Dos Cargos de Atividades 
Prof1ssfona1 de Natureza Fiscal 
Art.13) - Os Cargos de Atividades Profissionais 
de Natureza Fiscal - PNF, integram a Categoria Fun 
cional 4 do Grupo 3 e são de provimento efetivo Pi 
ra desenvolvimento de atribuições relacionadas com 
a Administração tributária, obras, meio ambiente e 
Posturas Municipais, no que respeita à fiscaliza - 
ção do cumprimento de legislação e normas específt 
cas pelos contribuintes e munícipes. 
Parágrafo Onico - Os cargos integrantes desta 
Categoria Funcional são classificados conforme dis 
põe a tabela 7 do anexo I. 
Subseção V 
Dos Cargos d~ Atividades 
Profissionais d~ Apoio Administrativo 
Art.14) - Os Cargos de Atividades Profissionais 
de Apoio Administrativó - PAA, qoe integram a Cate 
goria Funcional 5, do Grupo 3, são de provimento! 
fetivo, aos quais são inerentes as atribuições e 
encargos relacionados tom a Administração geral 
com a contabilidade e execução orçamentária, auxi­ 
liar da secretaria, datilografia, recepção, comuni 
cacio, registro, controle e trâmite de Documentos: 
auxiliar de escrituração contábil, de atividades - 
financeiras, de controle material e patrimonial. 
Parágrafo Cnico - Os cargos de que tratam esta 
Cat..egoria Funcional, sio classificados conforme 
dispõe a tabela 8 do anexo I. 
Subseção VI 
Dos Cargos de Atividades Profissionais 
d~ Nível Elementar Especializado 
Art.15)- Os Cargos de Atividades Profissionais 
de Nível Elementar Especializado - PEE, que inte - 
grama Categoria Funcional 6, do Grupo 3, são de 
provimento efetivo, aos quais são inerentes as ati 
vidades e encargos profissionais de nível elemen • 
tar qualificado, relativamente a obras e serviço de 
recuperação e conservação de máquinas, equipacen - 
tos, bens e instalações e o transporte de veca 
los, máquinas e equipamentos. 
Parágrafo Onico - Os Cargos que compõem a Cate­ 
g~ria Funcional de que trata este Artigo, são elas 
s ificados conforme consta da tabela 9 do anexo I. 
Subsecàb' VIT 
Dos Cargos de Atividades Profissionais 
De Nível Elementar 
Art.16 - Os Cargos de Atividades Profissionais 
de Nível Elementar - PNE, integrantes da Categoria 
Funcional 7, do ~rupo 3, são de provimento efet - 
vo, aos quais sao inerentes as atribuições auxi - 
liares de manutenção, conservação e recuperação de 
bens e instalações, recepção e transporte de car _ 
gas, limpeza em geral, vigilância, elaboração e 
distribuiçao de merenda escolar, atendimento acre 
ches, bem como tarefas relativas a trabalhos semi­ 
qualificados. 
Paragrafo Cnico - Os cargos de que trata este 
Artigo, sao classificados, conforme consta da tabe 
la 10 do anexo I. 
Subseção VIII 
Dos Ca.rgos de Atividades do C...rso Magistério 
A:t,17) ~ Os Cargos·de Atividades do Grupo Ma - 
gisterio, integrantes da Categoria Funcional 8, do 
Grupo 3, são de provimento efetivo, aos .- 
i er t ."· 	» d qua s sao 
n en es as atribuiçoes relacionadas com o i 
de primeiro e segund . 	ens no 
• - . o graus, a adultos e cri=nças 
a execucao de atividades técnico pedagógicas, se 
coo as tarefas relativas à Ad!ri - ·> 
sao e ~nspeção Escolar. - n straçao, soperv! 
Paragrafo Onico - Os c·rgos a' 
Artigo são classificados ;e e que tratam este 
Estatuto do Ma_gistério e gu
nd
º os postulados do 
tinentes. - normas complementares per 
CAPITULO III 
DO PLANO DE REl'JUBUIÇÃO 
Seco·I 
Dos Venc1.mentos 
CONTINu!! Ni! l'ÃGINA 
» • 
9 
l 
o

IN.«AI. TRIESMVA DA FRONL.IRA 
llIÃfll') !<LCIO',AL 
Prefeitura Municipal de 
Art,IB) - A estrotor geral de retrfbalção sala 
rtal do penol do Poder Eecot!vo Manfcfpal € a, 
fInfda neste Capftalo, constituindo-se no PLANO DE 
lU llIIIU[ÇiO, nbrangundo o Cargos de Provimento em 
Comissão, as Funções Gratificadas e o Cargos de 
Provlmcnto Efetivo. 
Art,I9) - 0s vencimentos e vantagens dos Cargos 
de Provl.mcnto em Com!no, so os constantes das 
Tabelas ln 2 do anexo II dcAta Lei. 
Art,20) - 0s valore dan Funções Gratificadas , 
preenchidas em caráter de confiança, ão os fixa - 
dor; na tabela 3 do ancxo II denta l.ci. 
Pnrá1,1rnfo On!co - O valor da função gratificada 
é vantagem acesnórfa que se acresce ao vencimento - 
do aervidor dcHinnndo para exercer qualquer dna 
funções que compõe a Categoria Funcional l, do Gr 
po 2 - Direção e Assessoramento Intermediárfo-DAI, 
Art,21) - Os vencimentos dos Cargos de Provimcn 
to E(etivo, que compõe o Grupo J deste sistema - 
siio os fixados na Tabela 4 do anexo II desta Lei. 
§ Jg - Não se incluem na tabela de que trata es 
te Artigo os vencimentos dos cargos do Grupo Magia 
tério que tem tabela própria consubstanciada nÕ 
Estatuto do Hagistdrio. 
§ 2~ - O servidor admitido cm caráter temporã - 
rio, na forma regulamentar, perceberá o vencimento 
fixado para a referência inicial da classe, também 
inicial, do cargo para o qual foi contratado, 
1 
1 
-à 
do sfstem de carreira, serio compatad: 
da.lente en dlas, confderzndo-se Lterr 
no pegafntes casos; 
I - licença com perda de verclento; 
11 - nu&pcna:o d1scipllnat; 
III - vfag para o exterior, sem ôna. para a re - 
partição cuniclpal; 
IV - disponfbfltdade para outros órgãos sem 
para or1em; 
- nos demais afastamentos em qoe o tempo de ser­ 
viço seja considerado un1carente para aposentado - 
CAPlTULO IV 
DO ENQUADRAMENTO DO PESSOAL 
Art.22) - Os Servidores P~blicos Municipais 
constituem clientela destinarária ao presente sis­ 
tema classificatório e serão enquadrados, prelimi- • 
narmente, por transposição, nos cargos de mesma na 
tureza, padrões e referências salariais, segundo - 
dispõe os anexos I e II desta Lei. 
$ 1g - SÓ poderão concorrer ao enquadramento 
por transformação, cm sendo do interesse da Admi - 
nistração Municipal, o funcionário efetivo no car­ 
go atualmente oeupado e, que tendo a necessária qu~ 
lificação, esteja desenvolvendo tarefas típicas - 
do cargo pretendido. 
§ 2Q - Quando o salário atual do funcionário - 
for maior que o valor atribuido à referência sala­ 
rial em que deva ser enquadrado, a diferença ser~ 
lhe-à como vantagem pessoal a ser absorvida grada­ 
tivamente, na proporção dos futuros reajustes sal! 
riais. 
§ )Q - Aos servidores não estáveis, e admitidos 
cm caráter provisório aplicar-se-á a referência S.'.!. 
larial e classe iniciais dos cargos cm que forem 
contratados. 
$ 4g - Todo ingresso de novos funcionários por 
decorrência de concorso pblico de provas ou pro - 
vas e títulos, se fará sempre, na referência sala­ 
rial e classe iniciais dos respectivos cargos. 
Art.2)) - A Administração Municipal, conjugado 
o seu interesse com as disponibilidades financei - 
ras do órgão, procederá posteriormente, a reclass 
ficação dos funcionários efetivos, devendo conside 
rar, para tanto: . 
I - o desempenho do f,ncionario; 
II - o seu tempo de serviço público e; 
111 - a sua qualificação escolar. 
CAPlTULO VI 
00 SISTEMA DE CARR.EIRA 
Art.24) - O Sistema de· Carreira do Funcionalis­ 
mo Municipal se dará por avanços horizontais e ver 
ticais, sob a forma de Progressao, Promoçao e As - 
censao Funcionais. 
Seção I 
Da Progressão FuncionaW 
Art.25) -· A Progressão Funcional consiste na 
passagem de ama referência salarial em que se en - 
contra 
O 
funcionário, para outra imediatamente su­ 
perior, dentro da respectiva classe, conforme con~ 
ta do Estatuto dos Servidores Municipais. 
Parágrafo Onico - Para os efeito deste benefí­ 
cio observar-se-á um interstício mínimo de 2 (do- 
is) anos. 
Seção IV 
Dos Procedimentos Complementares 
0 
Art.28) - Fica o Poder Executivo Municipal auto 
rIzado a baixar normas regulamentando o sistema de 
carreira, devendo considerar no ato formal; 
I - a metodologia e crit&ric de avnliação de desem 
penho para apuração do i::erccimento; 	- 
II - o critério de desempate nos caoos em que haja 
disputa de vaga; 
III - outros vroccdimcntos que sejam necessários à 
implementacão do Sistema de Carreira, 
Art.29) - Serão benc ficbdos, respcc tivamente 
com a Progressão e Promoção Funcionais, quando de 
direito, os funcionários que vierem a se aposentar 
ou vierem a fnlaecer sem que tenham sido contempl! 
dos, no prazo regulamentar, com esses benefícios. 
Secão II 
Da Ascensão Funcional 
Art.26) _ A Ascensão Funcional consiste na ele­ 
vação do funcionário à classe imediatamente s~pe - 
rior àquela em que se encontra, dentro do mesmo - 
cargo. 	f - 
§ lQ _ Para os efeitos deste Artigo, are eren- 
cia salarial será a inicial aa. classe para_a qual 
0 
funcionário for contemplado com a_promoçao. 
§ 2º _ Será de 2 (dois) anos na ultima referen­ 
eia da classe superior anterior o interstício mínt 
f 
ncionário concorrer a Ascensao Funcio- 
mo para o u 	- d d 
1 bedecido 
O critério de avaliaçao e esempe- 
,á,,''{atracai rotsstoa1, canfore se d1se 
nba em regulamento, observadas as disposiçoes con­ 
tidas no Estatuto dos Servidores M..n!cipais. 
$ 39 - O processaento da Ascensao Funcional, 
está condicionado à existencia de vagas nas respe 
tivas classes, observados os seguintes parametros: 
1 
_ na classe "A", 50I (cinquenta por cento) do e- 
fetivo definido para o car.go; do efe­ 
II _ na classe "B", 30% (trinta por cento) 
tivo def:lnido para o cargo; 
III - na classa "c", 207 (vinte por cento) do efe- 
tivo definido para O cargo. 
secão III 
Da Interrupção de I.aterst!cio 
Art.27) 
Os interstícios definidos nos avanços 
CAPlTIJLO VI 
DA ADMINISTRAÇÃO DO PLANO 
Art,)O) - Para cumprimento deste instrumento, o 
órgão incumbido da Administracão de recursos huma­ 
nos observará as regras de ~valiação de cargos e o 
catálogo de ocupações que compõem os apêndices l e 
II desta Lei. 
Art.Jl) - O enquadramento do pessoal se dará em 
Bela Vista Mato Grosso do 
Abraão Armoa Zacarias 
Be-la Vista 
e tr!ra ervnt, ao d!s 
d te !e!, !nls!v q. to 
r o G.adro " tinente dos Ó± 
:il.cl;, 1. 
rt.32) - 0prov! to dos Cargos Isolados 
Provimento em Cofio e as dvs!nades para 
Fanções de Confiança, são da cooetênef do refef 
to Manfcipal e observará as disponiçôes contidas - 
em Instttotos e !astromento editados pelo Mnl{- 
pIo q.e versar sobre a istérfa, 
Art.33) - 0s Servidors de repart!çe Mun!ef - 
paí, quando desf,nados para Caroa e Cor.dsáo 
em sendo mais vantajoso, poderio opt·r pelos vencI 
mentos de seus cargos sendo-lhes asegorado, t s 
caso, como vantagem ace órfa, 20, (vinte por cen­ 
to) do venc bento base do Cargo ea Comissão, ma!s 
as gratificações complementares. 
Art.34) - Os reajustes salarfas concedidos, n 
fora regulamentar, fnc!d!rão sobre s tabelas qa 
constam do nexo II desta Le1, 
CAPlTULO VII 
DAS DISPOSIÇÕES YINAIS 
Art,)5} - O presente Plano de Classificação 
Avaltação de Cargos e Salários é um instruriento 
compleu:entar e 6ubsidiriío do Estatuto dos Funcion..:_ 
rios Públicos Municipais. 
Art.36) - Os proventos dos funcionários aposen­ 
tados e as pensões pagas pelos cofres das reparti­ 
ções municipal serão revistos segundo a estrutura 
deste Plano, a partir de sua vigência. 
Art.37) - As despesas consequentes da aplicaci~ 
deste Plano correrão à conta de Dotações próprias, 
podendo o Poder Executivo suplementá-las, se neces 
sário. 
Art.38) - Esta Lei entrará em vigor na data de 
sua publicação, revogadas as disposições em contr~ 
rio, produzindo seus efeito9 a lQ de outubro/199). 
Sul, 29 de Novecbro de 1.993 
- Prefeito Municipal 
e 
PLANO DE CLASSIFICAÇÃO DE CARGOS 
GRUPO 1 - CARGOS ISOLADOS DE PROVIMENTO EM COMISSÃO 
CAilXXlRJA FUNCIONAL 1- DIREÇÃO E ASSESSORANENro SUPERIORES - DAS Tabela I 
CÕDIGO S!HBOLO 	CARGOS EM (l)!i!SSÃO 	OUAl>TIDADE OUALIF1CAÇÃO 
1.1.01 DAS - l Chefe de C.,blnete do Prefeito 	01 
1.1.02 DAS - l Secretário nunic lp.11 	06 Superior Cotcplcto ou Capacl 
1.1.0J DAS - l Assessor Jur{d1co 	01 dade PÚbl1ca notória - 
1.1.04 DAS - l Assessor de Planeja.cento 	01 
l.l.05 DAS - 2 Assessor 	07 
l.l.06 DAS - l Diretor de Departaento 	12 
IIJTAL 7a 
CÔDIGO StHBOLO 	CARGOS EM COMISSÃO 	QUANTIDADE' QUALIFICAÇÃO 
l.2.01 CAI - 1 Assistente 	OJ 22 Crau copleto ou Capa!- 
l.2.02 CAI - l Sccrctá:rla l 	02 d1Jde PÚblica Notória 
1.2.0J CAI - 2 Secretária II 	08 
TOTAL 	ll 
CATilX>RlA FUNClOMAL 2 - CAROS DE ASSisrt!ICIA DIREIA E DIEDIAIA - CAI Tabela 2 
CRIJl'O 2 - FUNCOES DE PROVDIENID EH CD?fFIANÇA 
CATECORIA ruNClOMAL 1 - DIREMO E ASSESSORAMEHTO INTERMEDIÁRIOS- DAI - Tabela J 
CÕD!CO SIMBOLO 	CARDOS !:'I WIISSÃO 	QUANTIDADE QUALIFICAÇÃO 
2.l.01 DAI - 1 Chefe de Divisão 	15 
2.1.02 DAI - 2 Chefe de Setor 	JO 29 Grau CÓ::plcto ou Capa!- 
2.1.0J !'AI - 3 Enc:nrregndo do Altt0xnri fado Cernl 	01 dode PÚblica t:un1dp.,l 
2.1.04 DAI - L Encarregado de Serviço 	15 
TOTAL 6T 
CRIJFO 3 - CAROS DE PROVIME!l1D EFETIVO 
CATECORIA FUNCIOMAL 1 - CARCOS DE ATIVIDADES PROFISSIONAIS DA SACDE - APS 
CÕDICO 	CARGOS 	QUALIFICAÇÃO 	PADRÃO 
Kt.r. 
Ql:A.'<TIDAOE rtrrAI T 
APS- J.l.01 Enfercclro 	N{vel Superior Co::,pleto 	V l 18 1 
APS- 3.1.02 Médico 4 h 	Nlvel Superior Cc.:lpleto 	V l 1B 4 
APS- 2.1.03 Médico Veterinário 4 h N{vel Supcr1or c/ CUrso Es;;u:!.fim V l 1B l 
APS- 3. 1.04 Odontólogo 4h 	12 Grau Completo 	V l 18 4 
APS- J. l.Q.5 Snnltarist.a 	22 Crou Co::pleto 	V l 1B .1 
APS- J.l.06 Agente de Saúde 	III l 18 5 
APS- J.l.07 FLscal de Vigilância Sanitário 19 Grau Completo 	IV 1 18 5 
APS- J.l.OS Auxiliar de Engerage 	III 1 1B 5 
CÕDlCO 	CARCOS 	OUALIFlCACÃO 	PADRÃO' Y;trG r"a QUAXTIDAOE 
PS - 3. 2.01 Adrdnistrador 	V l 1B 11 
PNS - J.2.02 Advogado 	V l 1B 1 
PNS - J.2.03 Ass{strr'ltE Social 	V l 18 2 
PNS - J.2.04 Contador 	Curso Superior Cotlplcto V l 1B l 
PS - 3.2.05 Econo:alst.a 	V 1 1.8 1 
PS - J.2.06 Engenheiro 	V l 1B 2 
PNS - J.2.07 'Psicólogo 	V l 1.8 l 
TOTAL 	6o 
CATEGORIA FUNCIONAL. 2 - CARGOS DR AIIVUlADES PROFISSlOPIAlS DR lltVEL SUPERIOR - PNS - Tabela .5 
CAilXXlRIA FUNClOJIAL 3- CAROS DE ArIVIDADES Pl«>FlSSlO!I.US DR APOIO TÉCNICO - PAT 
CÔDlCO 	CARCOS 	QUALIFICACIO 	PADRÃO % . ' 
1 QUA."TIDADE . ,. 
ll 
PAT - 3.3.01 Auxtl lar Iécnico 	22 Grau 	IV l 18 l 
PAT - 3.3.02 Desenhlst..1. Projestlst.'.l 22 Grau Profissionalizante ou 
PAT - J.J.OJ Elettotécnlc:o 	Cap. Pub. NotÕria 	IV l -· 1.8 1 
PAI - J.J.OJ Laboratorista 	22 Grau Prof!sstonalizante IV l 18 l 
PAT - 3.3.04 Mecânico especializado 	IV l 18 2 
PAT - 3.3.05 TopÕgrafo 	IV l 18. 2 
PAI - J.J.06 	IV l 1.8 2 
3- 
CAIECDRIA FUNCIONAL 4 - CARCOS DE AnVIDAD!!S l'ROFISSlO!U.15 DE llllllRKZA FISCAL. - PNP 	- 	Ta be la 	7 
CÕOICO 	CARGOS 	QUA!.!TICACÃO 	PADRÃO 
" 
±}ar 1 QUA:mDAD?: J 
PF - 3.4.01 Agente F1sc.nl de Obras e Posturas 22 Cru Ccpleto 	IV l 18 
1 
5 
1 
PIIF - J.4.02 Agc.ntc Fiscal de Tributos 2? Cru Ccapelo 	IV 1 18 s 
Iõ 
CAIECDRIA FIINCIO!W. 5 - CAROS DE ATIVIDADES PROFISSIONAIS DE Al'OlD AININISTRATIVO - PA 
CÕDlCO 	CARGOS 	QUALIFICACÃO 	PADRÃO /R5E,$4]3115,,, Qtl.A.ffl!lADE 
PPA- 3.5.01 Assistente de AdrIntstração 22 G'T'J.u ec::-picto 	IV l 18 2.5 
PAA- 3.5.02 Técnico de Contabilidade 2Grau Profissionalizante IV l 1.8 10 
PAA - J.5.03 AC. Acklinistt.'.lt.lv.:> 
%%.. 
UI l 18 19 
PAA - 3.5.04 Rcccpcionl&t.l 	n l 18 05 
PA- 3.5.05 Tclcfonlstn 	! Sêrle d8 1? Grau II 1 18 OJ 
PM - 3.5.06 Cont {nuo 	3 5Crie d3 12 Grau 	I 1 18. 03 
s5- 
Tabela 0a

J0AI, "T+HUNA DA FRONTEIPA DIÁRIO EGIONAL .. -- . __._ _ 
IRA DE BELA VISTA '1 
Edital para Conhecimento de l erc_eiras 
O Doutor José Ed,ardo eder Menehelll, Jfz de pIreIto da Comarca de 
ela VIta, Estado de Nato Cror;:.;o do Sul, na (orra d1 Jct, etc ... 
FAZ. SABER aos que o presente d[tal virem o, dele conhecimento t!ve­ 
rem, expedido no autos n2 130/92, de Interdição proposta por Eduardo Ri­ 
cardi contra Te6f lo Ricardi, que se proccnrrntn perante este Jazo e Cartó 
rio .Judicial, que atendendo as provas constantes dos aatos, por sentença 
prof'erid:i pelo MM, Juiz de Direito em 21l de netl'mbro ,lc 199), em seguida 
Lrnn!,crit:i, declarou n intcrdic;iio de 'cóf.!lo Rlcardl, brnllilelro, soltei­ 
ro, nnncido uoK 05.01,50, filho de Deloanto RfcardI e Cândida Martines , 
rer, t,lcnl<' nesta c Idade, por ser Julgado incapaz de reger a sua pessoa e 
ele ndmlnlutrar Hcun hcns, pelo que scriio nuloH, de nenhum efeito todos os 
contratos ou negócios realizados com o referido Interdito, nem • asáistên 
cl11 ele: !ll!u curador e prévia autorização deste Juízo, "Sentença" - Vistos-; 
etc, Eduardo Hicardl. qunllficodo nos autos, aforou o presente pedido de 
lntorcltção conlrn TcÓ[llo Hlcordi ao argumento de que o lntcrditando.pos­ 
nui d1nturbion mcntnln e que sempre morou e conviveu com o requerente. R~ 
quer interdição do réu, Anexa documentos. Citou-se o interditando sendo o 
mesmo inqulrldo, Realizou-se n pericia, que concluiu não ter o interditan 
do condiç~es lntclcctunis de gerir bens ou sustentar-se por melas pró= 
pros, As partca tiveram viata dos termos da pcrÍéia. Instrui-se o feito 
colhendo-se o depoimento do requerente e de duas testemunhas. Em alega 
ç~cs o requerente pede a procedência e o M,P. opina favoravelmente, ~ ~ 
relatório, Trata-se de pedido de interdição formulado por Eduardo Rlcar 
di. A per,ícin realizada confinna que o lnterdltando deve ser posto· sob c-: 
ratela. No mesmo sentido as demais provas trazidas aos autos. Cm face a~ 
exposto, pelo que mais que dos autos consta, considerando o parecer favo­ 
rável do M,P. julgo procedente o pedido para o fim de decretar a interdi­ 
cão de Teófilo Ricnrdi. Considerando que não há nos autos nada que desabo 
nc o r~querente, nomeio-o Curador do interditando, cabendo-lhe dirigir i 
educaçao, defender o interditando, prestar-lhe alimentos conforme seus ha 
veres e condições, observando as proibições da lei, não podendo praticar­ 
qualquer ato envolvendo alienação de eventuais bens do interdito,· nem in-• 
serir nos bens que eventualmente pertençam ou venham a pertencer ao inter­ 
dito qualquer tipo de gravarne, salvo prévia autorização judicial, ofician 
do-se oportunamente ao R. I. a respeito. Proceda-se à especialização em hi 
pateca legal. Caso tal não seja feita no prazo previsto em lei, dê-se vii 
tg ao M.P. para os fins do par~grpfo .'.;nico do art .1188, do CPC. Enquanto­ 
nao for julgada n especiolizacao incumbirâ ao M.P. reger a pessoa do inca 
paz e administrar-lhe bens que possua ou venha a possuir. Preste-se com: 
prornisso no prazo legal. Às providências do art.1184 do CPC. Oportunamen­ 
te arquive-se estes autos. Sem custas. Bela Vista MS, 28.09.93 (a) José 
Eduardo Neder Meneghelli - Juiz de Direito. Para que a referida Sentença 
produza seus devidos efeitos legais, e chegue ao conhecimento dos interes 
sados e ninguém possa alegar Ignorância, mandou o}~!. Juiz expedir o pre­ 
sente Edital que será afixado na sede deste Juízo, no lugar de costume e, 
publicado no Diârio da Justiça e imprensa local, na forma da lei. Dado e 
passado nesta cidade e Comarca de Bela Vista, Estado de Mato Grosso do 
Sul, aos dezoito dias do mês de outubro de mil novecentos e noventa e 
três. Eu, Edgard Ibanhes,_Escrivão Substituto, o datilografei. (a) Pedro 
Vergilio da Silva, Escrivao J,,-licial por determinação do MM. Juiz. 
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Janeiro, com os últimos lançamentos! 
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Mais Prisões no Garimpo 
de Ouro de Bonito, iá está 
Parec,end Novela 
O ar fmpo de oaro de 
Bonito Já está parecendo 
ama novela, poi, a cada 
Instante are uns capít. 
lo cw.oc1onantc. 
A estória J(, vc::i 
arrastando por 0on 
tempo, mas como o precig 
so metal só 1•ra cntontra 
do cm pcq-.aia., quantida :: 
dcs, os nvent~rciros de 
sanimavam e chftg•ram a 
abandonar seus eqolpamet 
tos. 
Garimpeiro é o pcs4u_!. 
sador autêntico, que com 
su,. garra, "faro" e de­ 
tenninaç~o, acaba 'encon- 
'trando "o que não per 
deo." 
Foi exatamente o que 
aconteceu neste ~unicí­ 
pio. O filão de "bambur­ 
rar" está nos morros 
existentes nas fazendas 
Sofia e Estrela. ·o que 
encontram nas gratas que 
estão sendo exploradas , 
não passam de fagulhas 
de "ouro escorridos". 
DI SPUfA ACIRRAD 
* Os melhores preços da cidade! 
* Faca-nos uma visita e comprove! 
* A moda jovem! 
Bela Vista - MS 
"O sol nasceu para to 
dos", diz um velho dita:: 
do. Porém, a sombra fi 
cou somente para alguns­ 
privilcgiados. Prova dis 
so é o garimpo de oar 
de Bonito. O Sr.Lidio Lu 
bas, proprietário dar~:: 
zenda Estrela, onde aja 
zida se estende pela ca­ 
tiada de cascalho abaixo 
da terra, apesar de ser 
constantemente i~comoda­ 
do pelos garimpeiros,nun 
ca viu a cor do dlnhei 
ro. Quando sua proprieda 
de não é invadida ilegal 
mente é "apo~sada .!.ndcvi 
damente" por pessoas que 
se dizem "autorizadas" - 
pelo Governo para "pes­ 
guisar mineral" naqocla 
area. 
Muitos quilos do "ama 
relinho" já foram extrai 
dos e, além da agressao 
ao r·fo a bfent, 
de[a par promover o de 
envolvi nto de Bon!to. 
Da nane!ra qoe as co! 
sas vem acontecendo, evI 
d@ncta que ama força s0 
bria está por trás disso 
tudo. 
PEHSEGO! ÇÀO 1 iPIJCÁ VCL 
Mais de dozentos ho­ 
mens já estiveram revi 
rundo o ch:io n.ls referi: 
das fazendas para garan- 
tir o sustento da famf 
lia, considerando que 
trabalho razoavelmente - 
bem remunerado se torna 
cada vez oais escasso e 
o gari□po é ona forra ár 
dua de ganhar o pão de 
cada dia. 
Para quem não sabe, o 
ouro está cm "ma camada 
de cascalho abaixo da 
terra e a altura aumenta 
a medida em que a frente 
de serviço vai em dire­ 
ção ao morro. Como no lo· 
cal também não tem &gua: 
esse cascalho é carrega­ 
do nas costas por vários 
qui!Õrnctros, para ser~ 
vado cm um rio Ou e□
qualquer lugar que tenha 
água, 
Os garimpeiros sempre 
foram perscguiéos impla­ 
cavelmente e muitos de 
lcs reclamaram que nunca 
tiveram notícia do ouro 
apreendido no local e se 
foi utilizado para algu­ 
ma "finalidade social..'.' 
MAIS PRISES 
Depois do prende, sol 
ta e espanca, semana re­ 
trasada os soldados da 
Polícia Florestal, Ivan, 
Irineo, Gilberto e Viei­ 
ra, sob o comando dos ca 
bos Galeano e Calvito(de 
Bonito e Jardim), fize­ 
ram uma nova devassa nos 
garimpos das fazendas So 
fia e Estrela, onde pre:i! 
deram os seguintes gari~ 
peiro: 'anoel Batist. 1 - 
d s Santo, F!leeno Co 
es, o "FIG", Ia[as P 
tira de Andréa, Anton!o 
de Fritas, !'Iael Men-­ 
des Ferreira, Valdemar - 
Alves de Ale!da, Manoel 
Valentino de Souza,Pedro 
Alves da Silva, Francis­ 
co JOs da SIlva, José 
Anchfeta Cir!os da SIlva 
Adem!lson dos Santos e 
Valdlr J.c..ltc Fir,,o. To­ 
dos forma encarInhados à 
Delegacia de Polfcta de 
Bonito e indiciados e~ 
inq .. érito por "explorar 
minério se aatorfzação'' 
Na oportunid:ide, tam­ 
bém apreenderam uma car­ 
tucheira "32", três ba 
tilas, duas cuias, cinco 
picDretas e quatro pás. 
Rccordü-6C que hÍ. pou 
cos dias, no mesmo 1o­ 
cal, todo o equipamento 
de "g,1rimpo mecanizado", 
conposto de motores die­ 
sel e bombas. foi apree~ 
dido. 
CPI NO GARIPO 
J está sendo neces­ 
s.Írir,. uma CP! no garimpo 
de ouro de Donito, nem 
que seja realizada por 
urna comissão de vereado­ 
res, Dcompanbados de 
perto pelas autoridades 
do meio ambiente e judi­ 
ciária, porque apeso~ 
das prisões e aprecn - 
sões, o garimpo nunca 
deixou de funcionar e es 
tá prevalecendo a "lei­ 
do mais esperto". 
Enquanto não se torna 
uma medida drástica e de 
finitiva, Bonito conti:: 
nuari sendo despojado de 
uma imensurável riqueza, 
que poderia ser reverti­ 
da em obras assisten - 
ciais e Indústrias que 
gerariam empregos. 
(FIRMINO DE BARROS) 
<;:,ração a querida mãe N. S. Aparecida 
Querida Mãe Nossa Senhora Aparecida voz que nos ama e 
nos guia todcs os dias, vós que sois a mais bela de todas as 
mães e que eu amo com todo o meu coração eu vos peco mais uma 
vez que me ajude alcançar esta graça por mais difícil que 
ela seja, sei que vos rr,e aJudaras e me acompanhará sempre 
até a hora de minha morte amém. 
Rezar: 1 Ave Maria, 1 Pai Nosso 3 dias seguidos. 
Publicar assim que receber a graça. Por muitas graças al 
cancadas. L.' 
lU 
•,.

Concluídos os primeiras 56 k111 da 
Rodovia Sidrolândia/Maracaiu 
O Dersul (Departa­ 
mento Estadual de E 
tradas de Rodagem) já 
concluiu 56 quilõmc­ 
tros da rodovia que 
liga Sidrolãndia a 
Maracaju(Ms-162), A 
prcvio5o é do que o5 
86 quilõmetroo denta 
rodovia estejam pavi 
montados até o sequn 
do semestre do próxI 
mo ano. A empreitei­ 
ra que venceu a con­ 
corrência para cxecu 
tara obra vem man­ 
tendo cerca de 190 
operários nas várias 
frentes de trabalho 
distribuidas ao lon­ 
go da estrada. 
A pavimentação da 
MS-162 é considerada 
pelos produtores da 
região como relevan­ 
te para o desenvolvi 
mento da agricultura. 
Os dois Municípios a 
serem beneficiados 
por esta obra estão 
entre os cinco maio­ 
res produtores de mi 
lho do Estado.Na pro 
ducão de soja, sidro 
lãndia está entre os 
10 primeiros, enquan 
to Maracaju desponta 
como um dos cinco 
maiores produtores - 
desta oleaginosa. As 
culturas de inverno 
preferidas dos produ 
tores desses dois Mu 
nicípios são o trl 
go, o milho safrinha 
e a aveia. 
"Com a pavimenta­ 
ção dessa rodovia Ma 
racaju vai se trans­ 
formar num eixo rodo 
viário importantíssl 
mo", afirma Antonio 
Aparecido Volpe, ge­ 
rente da Unidade da 
Cooagri(Cooperativa 
Agropecuria e Indus­ 
trial) em Maracaju. 
Ele acredita que a 
MS-162 passará are- 
ccber um fluxo qran­ 
de de caminhões trans 
portando grãos e Ln­ 
sumos quando estiver 
asfaltado. 
Na avaliação do 
gerente da Cooagri - 
em Maracaju, essa 
obra rodoviária nerá 
importante para a 
economia da região e 
principalmente para 
evitar que os agri­ 
cultores tenham pre 
juízos. "Com o asfal 
tamente dessa rodo= 
via os produtores 
não vão mais ficar 
com a produção reti­ 
da por causa das chu 
vas", comenta Volpe. 
Segundo ele, a previ 
são é de que a unida 
de da Cooagri em Ma= 
racaju receba na pró 
xima safra de verão- 
60 mil toneladas de 
soja e 30 mil tonela 
das de milho. - 
"O escoamento da 
safra será facilita­ 
do e haverá redução 
nos custos do frete 
com o asfaltamento 
dessa rodovia", assi 
nala o produtor Gené 
sio Nazzochin, que 
deixou Paraná em 
.1984 para se dedicar 
à produção de soja , 
milho e arroz em· sua 
propriedade, em Mara 
caju. Nazzochin lem­ 
bra que em épocas de 
chuva, os produtores 
enfrentam sérias di­ 
ficuldades para trans 
portar a safra. 
Com a pavimentação 
de rodovias, o Gover 
no Pedro Pedrossian 
cria condições tar 
bém para que o inte­ 
rior do Estado rece­ 
ba indústrias,trazen 
do novas perspecti - 
vas económicas para 
os Municípios. Em Si 
drolãndia, esse pro- 
censo já está em an­ 
damento. A Agroelia­ 
nc inaugurou ncn o 
semestre frigorífico 
d• franyon, onde cn 
tão sendo produzidos 
corte especiais de 
tinadoG ao morcadÕ 
externo. 
An ações moderni­ 
zadoras do Governo 
Pedro Pedrossian na 
quela porção de ter= 
ras do Estado não se 
resumem a pavimenta­ 
ão da MS-162. Atra­ 
vés do Programa de 
Desenvolvimento do 
Sudoeste, inserido 
no "Fronteiras do Fu 
turo", estão sendo 
restauradas e pavi­ 
mentadas 480 quilõme 
tros de estradas e 
implantados 310 qui­ 
lómetros de linhas de 
transmissão de ener­ 
gia elétrica. 
O Município de Ma 
racaju faz parte da 
área de influência - 
dessas obras, e tam 
bém do porto rodo= 
fluvial que o Governo 
do Estado vai cons 
truir em Porto MurtT 
nho. Antonio Apareci 
do Volpe comenta que, 
mesmo sem se conhe­ 
cer os detalhes téc 
nicos do projeto por 
tuário, é possível 
prever os benefícios 
que virão com a sua 
execução. "Haverá uma 
redução considerável 
no custo do frete, 
pois a hidrovia é o 
meio de transporte - 
mais barato", comen­ 
ta ele, acrescentan­ 
do que no retorno as 
barcaças poderão tra 
zer insumos agrico - 
las de outros Esta 
dos, como o Rio Gran 
de do Sul. - 
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DIÁRIO REGIOAA, 
3 
------------~--- 
Suplemento Cultural 
APOIO: 
ULYSSES; SERRA 
I . (NONIN!O) 
TRIBUNA DA FRONTEIRA, COI EIO JARDIM SE " TE'MA MRTIENSE ' 
LITERATURA-- MATES - CIMA -- TELEVISO- MSICA - Pbl!cada tm,ltaneamente_noz_."omh" - 
MÁRIO PONTES: LIVRO QUE TEM 
SEMELHANÇA COM O CRIME NA PARAIBA 
(Par: Patrlcia Lopes) 
Um caso do vingança pa­ 
triarcal, como o do Governa 
dor da Paraba, Ronaldo Cu­ 
nha Lima, contra o ex-Gover 
nador Tarcisio Durity(guar­ 
dando as devidas semelhan 
€as). FoI o ponto de parti­ 
da escolhido pelo nordesti­ 
no Maria POntcs para sou 
próximo livro. O escritor 
cearense conviveu com histó 
rias de violência a bala 
desde a infância, o é a par 
tir de um fato real, pareci 
do com este, que inicia sua 
obra. 
Mário começou a traba­ 
lhar neste livro no final 
de 91 quando passou um mês 
de repouso em casa depois 
de sair do hospital, vitima 
de infarto. Jornalista há 
45 anos, 24 deles passados 
no Caderno idéias do Jornal 
do Brasil - importante jor­ 
nal carioca-, o autor acos 
tumou-se a escrever sobre 
fatos do cotidiano literá 
rio. Dai seus livros traze­ 
rem sempre um acontecimento 
verdadeiro entrelaçado aos 
de ficção. 
Dois anos depois, Mário 
Pontes retira da gaveta. a 
papelada e volta escrever o 
livro. Segundo ele,são três 
longas histórias: a primei­ 
ra passada nos anos 20, a 
segunda nos anos 60 e a ter 
ceira nos anos 80. E um per 
sonagem principal que vive­ 
nestas três épocas(a princi 
O DE LUCIDNO TRIGO 
pio jovem, depois com cerca 
de 50 anos e mais tarde aos 
80 anos), unificando-as em 
um só conto. 
A história tem início 
quando esse personagem, ho­ 
mem simples que trabalhava 
beneficiando algodão, se en 
volve em uma briga de vin 
gança(o fato real em que se 
baseou o autor). Dessas que 
acontecem aos milhares pelo 
interior do nordeste entre 
os manda-chuvas das peque­ 
nas cidades. Na segunda fa­ 
se o personagem se arrepen 
de e quer virar santo, mos­ 
trando o alto grau de misti 
cidade que também se mantém 
por toda parte. nesta re­ 
gião. Na última fase da vi 
da deste homem,o guarda pa­ 
ra ele um fim trágico, qua­ 
se como um conto policial. 
Mário mostra que, mesmo sem 
crescer, a cidade é atingi­ 
da por outro tipo de violên 
eia: a droga e a queima de 
arquivo, por exemplo. 
O escritor explica que 
"a violência sempre exis­ 
tiu, mas as mudanças na so 
ciedade fizeram com que an­ 
tes atuássemos como agentes 
a ti vos em relação a ela, e 
hoje, nos tornássemos agen­ 
tes passivos. Ou seja avio 
lência vem até você. Ela te 
surpreende" . (Mas parece 
que o Governador da Paraíba 
continua agindo como se o 
tempo não tivesse passado , 
Por:Antonio Puga 
Aos 29 anos, o 
Jornalista Luciano 
Trigo está lançando 
seu segundo livro e 
o primeiro de roman­ 
ce. VAMPIRO (Editora 
Iluminuras) não é co 
mo o título supõe 
urna história de ter­ 
ror, muito menos uma 
auto-biografia, É o 
retrato bem humorado 
de um jornalista que 
após fazer uma noite 
de amor com a mulher 
de seus sonhos come­ 
ça a sentir estra­ 
nhos sintomas devam 
pirizacão. 
Nesta narrativa , 
Luciano Trigo deixa 
a marca de sua gera­ 
cão, de pessoas que 
atingem a casa dos 
30 anos e quer mos­ 
trar o talento e qua 
lidade profissional. 
Na verdade o livro é 
a vivência de um pro 
fissional de um gran 
de jornal que obser­ 
va o dia-a-dia de to 
dos onde de alguma 
forma as-pessoas são 
vampiras de si mes­ 
mas. 
"Tudo na vida dos 
seres humanos é urna 
troca, um processo - 
de vampirização rnes 
mo", diz o autor."Se 
ja nas relações amo­ 
rosas, ou no traba 
lho sugamos alguma 
coisa de alguém".Mas 
este .trabalho de Tri 
go não é somente a 
veia do escritor. Pa 
ra ele, sua geração 
precisava deixar mar 
cada a presença na 
vida cultural do Pa­ 
is. 
Consciente das di 
ficuldades por que 
passa o Brasil, prin 
cipalrnente no campo 
editorial, Luciano 
Trigo acredita que 
mesmo com toda a cri 
se financeira e in­ 
flacão é preciso que 
se escreva, onde no 
vos nomes ganhem pro 
jecão no mercado. E 
e lava sua honra com 
gue). 
-- A obra já está sendo lida 
por um editor, no entanto, só 
estará pronta para o próximo 
ano. Mário faz mistério quan 
to a editora que publicará Õ 
livro e, ainda, sobre o títu 
lo. "Digo apenas que é um tI 
tulo irônico musical", reve­ 
la. O autor garante que se 
encaixa perfeitamente a 
obra. O interessante é que 
o tema parece também se en­ 
caixar, sem querer, ao momen 
to de reflexão sobre a vio­ 
lência humana (e suas conse­ 
quências) que tomou conta 
do Pais depois do crime 
paraibano. 
seu talento foi reco 
nhecido por nomes im 
portantes como Rubeni_ 
Fonseca e Fernando - 
Sabino que considera 
ram VAMPIRO um ótimo 
trabalho. 
só no dia do lan­ 
çamento foram vendi 
dos 100 exemplares , 
o que mostra a boa 
aceitação que a obra 
teve. "O livro tem 
como personagem um 
jornalista, mas se 
gundo o autor foi­ 
uma consequência do 
trabalho mas não que 
tenha sido uma esco­ 
lha. pessoal. Talvez 
Trigo tenha optado 
por um personagem 
que por causa de sua 
profissão mantém con 
tato dia.riamente com 
todo tipo de pes­ 
soas, com as mais di 
ferentes vivências e 
experiências. 
Fugindo ao padrão 
do jornalista arroja 
do, Luciano é bastan 
te timido, mas aten- 
san-- 
=================----------= 
to ao seu redor. VAM 
PIRO não é um livro 
independente corno 
muita gente vem fa­ 
zendo. Segundo Lucia 
no mesmo com todas 
as restrições na 
área editorial não é 
ÍJ!lpossivel que os no 
vos escritores consi 
gam publicar seus li 
vros por grandes edi 
toras. 
"Procurei opi- 
niões sobre o livro 
para saber se tinha 
seguido pelo caminho 
certo, onde poderia 
consertar. Mas todas 
as críticas que rece 
bi foram favoráveis. 
E os editores gosta­ 
ram também do mate - 
rial que entreguei". 
Terminado VAMPIRO,Lu 
ciano está preparar­ 
do outro.livro, não 
dá pista sobre o te­ 
ma mas pelo que 
tem pesquisado, diz, 
supera este roman - 
ce. 
FALANDO COM ; 
MANOEL DE BARROS 
Clande Medeiros 
Nas minhas horas de lazer, costumo 
ler um pouco. 
Leituras há cm quantid d• qualidade 
(boas leituras). 
Peguei do livro de Manoel de Barros - 
Livro de Pré-coisas. ( roteiro para una 
excursão no Pantanal - 1984). 
Se quiser conhecer uma pessoa, leia o 
que escreve ou o que lê, Jorge Luis Bor­ 
ges já dizia -" Há os que se orgulham do 
que escrevem. Orgulho-me das obras que 
li". 
conhecer Manoel de Barros no que es­ 
creve, é e não é fácil é um privilégio. 
Ele é um potencial de sabedoria, de 
cultura. 
tum encantamento! 
Fala Manoel de Barros: 
"Porque a maneira de reduzir o isola­ 
do que somos dentro de nós mesmos, rodea 
dos de distâncias e lembranças, é botan­ 
do enchimento nas palavras, é botando 
apelidos, contando lorotas. E, enfim, 
através das vadias palavras, ir alargan 
do os nossos limites." 
Do texto - Lides de Campear - as suas 
descrições são únicas: Falando de Corum­ 
bá, Capital do Pantanal: "Arremeda uma 
gema de ovo o nosso por do sol ao lado 
da Bolívia . 
A gema vai descendo até se desmanchar 
atrás do morro(se é tempo de chover,des­ 
ce um barrado escuro por toda a extensão 
dos Andes e tapa a gema.)" 
Qual um Guimarães Rosa, usa neologis­ 
mos. No viajando de lancha: "Deixamos CE 
rumbá tardeando empeixado e cor de chum­ 
bo. 
O rio Paraguai flui entre árvores com 
sono..." 
No vespral de chuva, escreve:" Caem - 
os primeiros pingos. Perfume de terra IDE 
lhada invade a fazenda. 
O jardim está pensando ..• Em flore~, 
cer". 	/ 
Em nossa garça: "penso que têm nostal ![ 
gia de mar estas garças pantaneiras - li 
são viúvas dos Xaraiés? 
- Alguma coisa em azul e profundidade 
lhes foi arrancada. 
Há uma sombra de dor em seus vôos. Ar. 
sim quando vão de regresso aos seus ni­ 
nhos enchem de entardecer os campos e os 
homens. 
O que faz a beleza desses pássaros 
são as cores e movimentos. 
Prooõem esculturas no ar." 
Manoel de Barros, Poeta de muitas cai 
sas que, existem fora e dentro de nós. 
Vê com espírito, alma e coração. Poe­ 
ta por inteiro - Poesia, sonho e realida 
de. 	- 
. Traz d.entro dele o imenso, o infinito 
- céu, água, tudo na imensidão da Nature 
za. Mergulha no Universo o seu coracão 
de Poeta! 
Gosto, quando ele diz: "Cada poema 
meu é uma colagem, urna reunião de frag­ 
mentos. Sou um Poeta da visãc, do olho 
mas me impus um desafio - uma paisager 
pobre, invariável, - a água e o céu: me 
surpreende ter vislumbrado tanta coisa 
nesse cenário limitado ... " 
. Ser poeta é ser ninguém. ser tudo e 
nada, nesse Universo tão perto e tão lc~ 
ge ao mesmo tempo. 
Abraço o Universo com 
maior em cores e flores! 
esse Poeta 
Posto Timbiri 
DE: VALDOIRO (LIMA) 
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~ TNXNIID-a.u1m 00 I.A(D "RIO lP.HDE" nro VEDE DE MT. MS 11 À 14 / ll / n3. 
IOmJAc'h> "OFICIAL" IA FEDERACO. 
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T,1çr1 FC>::Jlnha,oe ......... CL. "LIerato Matffonf", 	«;7. ç, 	FOTOS 
TorcIda mal animada,,,,,,,,CL, Rto erde,···o+.. 5ao Gabriel,,,,,....+.o..o,,, 005 
Capeão Mt1rim,,.,,,, Ihfago,.... cr.. Rto Ve,à,'''··.... Caspui...······++··········+.. 005 
te çapeão andetra..,+... 'reto,..c1, "wiç,',';; 'o /nde....................... OlO 
Ca'll1ioo Ar,n,01111 lllrl• UI • erde Rio Verde........... !,OS 
vtee çapeia Aaona ,,'''''' """"";'····..... CL, Ar!ban tandetrates............ 01ó 
Capei Aaion iáiá, "·····',,"".,""?1......Ct.. Rto Verde,............+........... 005 
VJco Çm•1 <'ÍÍ Ar,:-izn • • • •. • • • ••• nu oud 11 Cl, Rlo Verde Canapua,++·«,, • • • •. 010 
chi fá ,,, "vHt····;;'·;;Partets.,,.......1.. Ré ver&é....... is rde.. o5 
Capeio Pat PI+,''';e·· ?r._Zeca FlueIredo......CL, "RIo Verde",,+..····+.... 005 
• • • • • • • • • ..nuro{Jono Clcyton Cl "Rio Verd 
II RV 010 
vte çanpeião Pat/riiho.......J0ão/atison k ...';;"! Rto véka.·······;'':· 
Cnmpcno Avo e 'leto n / A 
1 1 
• • .. • ........ • .... • OOS 
Vlcc Cnmpeílo Avo ••;:•t·••• coo n e "!••••••••CL. Portcirj1 de e. Cr;1ndc................. 010 
Cnr1pe·o do n 1 cd e º•••••••••••Jose Rcoendc/llruno ••••••••. AL ••.••• ACO)l •••.• r.. Crnndc 005 
a agua/eada,,,+.+,Anaury/Jalr. CL, Pé de Cedro S1d; , 
Vice Cnopeiío llngunlendn ···+..G11son/atá,''''·····'.. G Iro ...... " .. ".. 020 
Cnrnpeiio Cneltiio Equl e L ....... CL. DoIs Irmãos Burfty,,,»»+··+·+·«,, 010 
VIce Campei ca ~«'','',''··«+.4audinet,,,+..···+....CL, Ltberato,,.....·····.... 020 
_ m no op tao qu pc,. ••• •• •• Lnuro ttorchesan Cl.. Rlo Verde RV •·•••••·•. 010 
Cnmpcno de Duplo • .. llclder Nei/Nnllson Doma CL. Rio Verde Rv...... 020 
O Patrão I.AURO MARCl!ESAN comunicou dia 17•11·93 que houve ERRO por parte do Sr. PAULO AlLRAL 
na con togcm doo pontos de 1 
Vlce Campeão de Dupla Rodrlgo/Tarclso • Llberato estão empatados com BECO/PARAFUSO • P 
QUEBRAIJO. Anslm, no imposslbllldode de dcoempata.r, os pontos foram divididos, 
V1ce Canpeão de Dupla Rodrlgo/Tarclso CL L!berato.......... •• oos 
Beco/Parafuso CL. P. Quebrndo.,................. OOS 
~peão Pr~sllho 	Nallson Domo CL. "Rio Verde" Rio Verde.................... 020 
Ice Çrunpcao Presilha Ademir CL. Rio Verde ,. Camapuii.. 010 
Campeao Duplo de Irnmão, Rapa CL. Acribnn Bnndelrantc .' 010 
• 	. Alclr CL. Llberoto são Cobrlel 	: 010 
Vice 9ompcoo Duplo de lmoos .. :, Laudinel/Serglo CL "Llberoto".. 010 
Campcao ln~lviduol 	Nallson CI.. Rlo Verde Rio Verde...... 020 
Vice <;=peno. Individual. Jnlr CL. Pé de Cedro Sldrol......... 010 
Compeao Pa~rao : Alclndo •••.... CL Acrlban Bandeirantes...... 020 
Vice 9ompeoo Patroo 	Rodrigo CL. 2 Irnáos Dolo I. Burlty.. 010 
Cw,peao To,a de Bronze CL, Rio Verde de Rlo Verde.................... 040 
Vice Çampeoo !aço de Bronze CL Porteira de Campo Grande......................... 020 
Cn,:i'.eao da roço de Prata CL Rio Verde de Rio Verde............... 060 
Equ pe Cameeii da Taço Prata, Antonio MaTIOOra; João Borracheiro; 1/olter;Levl Hlrandn;Joiio Dorna 
Vice Campeoo da Taço de Prata CI. .. "Rio Verde" de Camnpuã........................ 030 
Cqulpc Vice Campeã do Taça de Prata: Portela; Airea Junlor;Hario Medlna;Céllo Rodrigues, Ademir 
V1ce Compeiio Taço_de ouro CL Liberato Haffissoni......................... 040 
Equip~ Vice Campea do Taça de Ouro: Lnudlnei; Ivoney; Zezlnho; Tnrclso; Rodrigo 
C,,mpeao da Taça de Ouro CL Rlo Verde Rio Verde................ 080 
Equlpc Compea do roço de OURO: Lauro Horchczon; Etarcl; Bn!.xlnho; llelder Nel; Nallson Dorna 
Campeão Toço Transitória Federação •••••••• CL Rio Verde Rio vérde......... 020 
TOTAL 	615 
Jardim, 2S de Novembro de 1993. 
José Ataná.s1o Leoos Neto • Presidente 
KNIUA('.ÃO "OFICIAL" DA FEDERACO, FR CLUBE. 
PONTOS 
1- C.L. A.C.Q.M 	Campo Grande.:................................ 005 
2- c.L. Cidade Branco 	Corumbii.. .. .. .. .. .. . . . .. .. .. . .. . .. .. .. .. 010 
3· C.L. Portão Quebrado 	Nova Alvorado 	.'.............. 015 
4· C.L. Dois Imoõs 	Dois Inniios do Burlty.......................... 020 
5· C.L. Pé de Cedro 	Sldrolãndlo.................................... 030 
6· C.L. Porteiro de Campo Grande Campo Grande 	,............... 030 
7- C.L. Acrlban .................•..•.•... Bandeirantes................................... O.!.O 
8· C.1 .. Rio Verde de Camapuii Camapuã............. .. .. . .. . . .. . . . . . .. .. . 055 
9- C.L. Liberato M.:ifflssonl Siio Gabrlel do Oeste........................... 090 
10· C.L. Rio Verde 	Rio Verde de MI................................ J20 
1'01:AL.................................................................................... ill 
Jardim, 18 de Novmbro de 1993 
Federação de Clubes de Laço do MS. José Atanãlo Leos teto - Presidente 
KNIUACÃO 'OFICIAL" DA FEDERAÇÃO. P/CLUHE._ MÉS A MS. ATÉ l'OVEIBIO 
l· C.L. Rancho A.C.Q.M 	.. 
2- C.L. 
3- C.L. 
4- C.L. 
5- C.L. 
Estância Pan1aso 	. 
Portão de <>uro .......••...••...• 
Ov{dio Le::ics Correa . 
Agro Rlo 	. 
Costn Rlca 	. 
Tcrenos ••.••••••••••••..••••..••••..•..•..•.••.• 
Anhandui. 	.. 
Rlbos do Rio Pardo 	. 
&- c.L. rant,0neiro ....•.............•..• Aquidauann ...•...........••••....••.•.•••.••••.• 
7· C.L. KM. 21 	Anastácio 	.. 
8· C.L. Porte ln de Crunpo Grande Cacpo Grande 	• .. 
<J- c.L. Dois Iro.oõs ....•..••••.......•• Dois Irm5os Burity 	. 
10- C.L. Nabllequc 	••• ..• Bonito 	•·· ••••• 
11· C.L. Pé de Cedro 	SidroJ3ndia 	. 
12- CL Cidade Branca»··»«+»..,, Coruba,,,,»»++«···+········+++·····++··+····· 
13- c.L. Acriban ••.••.•••. •••••••• •••• Bandeirantes ••••••••••• •••••••.•• ••••••••••••••••• 
15· c.L. Rio Verde de Cru!>4puã • •· c.,..,.puã .. • • • • .. •· • :. • • • • • •· •· • .. • .. • • • • •· . 
PONTOS 
Campo Grande.................................... 025 
005 
030 
030 
OJO 
050 
085 
010 
095 
115 
010 
m 
100 
025 
125 
l.10 
OJO 
140 
170 
060 
020 
75U 
270 
130 
i;õõ 
490 
010 
OJO 
530 
490 
050 
010 
550 
64S 
070 
Q!.O 
755 
14· c.L. Portão Quebrado .... : ........ Nova Alvorndd... ... • • • • • • .. • .. • • .. • • .. • • • • • • • • • • • ••• ~~~ 
015 
770 
660 
060 
055 
775 
16· C.L. Rio Verde .• • .•. ••• Rio Verde do KI.................. ~~~ 
320 
950 
17- CL. Lfberato Mafftssoni..····· são Gabriel do Oeste 	~~~ 
090 
1.145 
Pontu11ç.io do 29 Er.conc-ro CL. Rio Verde de Rio Verde •• ••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 61.S 
sã.i : E:E:E . .. 
Jard1 25 de toverro te 
José Atnna.:lo L,c::oa Neto ... Pttsidcnt.c: 
42 IIIIIO CIH. DE IA "IOTO IA FTIT IA" CL. S FAIA - 
18_A21 de NXT'RIO DE 1991. FOTO 'OrIc1L" D _'O 
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Carpe '!r!r,,,o.... etc Cart!ra1,...o.·s...,Ala Hsta,,........,Mel4 ! t,,,+o.. 
V!e Capeão Mtr!n.., ter ., C(. a l .. , ·.·....rrto da Fronte!ta , . 
C	pe ã o Barde!ra,..... sr t Al !, . . . . · . ' . . . . r l : !o...... A r 	(10 
Vce Capeão Bante!ra....o·+..., Ale andre ar!! l....·.· a ·++·+,,'In ,,,o,.ll,,o»os O , 
Capei trarona 'Ir!n,,,···.··..,..trg .rs.....··..1,,, "Mt",,.à, Por,,,oss. 1a 
Vice Carpeã Aazona MirLm,...+.+., Ana Paula....,,T..,,O r, da S» Msde-n....····+o.··., 6M 
Campeã A«zona Adulta...··+.., C!da ara,,,,,,Cl.,,»....Partia da Fr.retro,,,+..., 1o 
VIce Campeã Aazona A!u!ta........ JcIlee amargo..+.«T,,»....."ML"..«...,0P.... 00 
Capeão Peão Letrado,,,·++....Dr. Serg!o Mascarentss-......±e!a tara.......±...···+·. 10 
Vice Campeão Peão Letrado,,Dr,,,,0l!rio Crd1al- CL...+·.,,,Bela tta.,,+···+., 005 
Capeio Pal/FIIha..,·+,,SI1V{no/ger!o Chaves....,,CI,~... Querirta ut,..o...o..., 0Ao 
VIce Carpeio Pa!/FIo,,+.,,,Secun!!no Ara}......CD....,"A!or" ta, t ...o.·o,,,, t ,S 
G!ar Armsu!o.....+..d.....,"~!o" Cri +l,...·.·.+o... 07,5 
Capeio Mvo/Neto,,,·····«...0lIrp!o/e.o art!na1 .,C1...., "Bela !era....il....o.., 10 
Vfce Campeio Avo/Neto,,,»,,,Raul/Andersen Pychs,«...Cl.....·...,"!1o±to,,...++o.+., 0" 
Crur.pe.io 8a.~un.le..tda •.•••• , .•••• CMa/luís R trens...+..+ CL, ·,,'ela lfrta,,o·»+·+·· , ..... 0':0 
Vice peão Bagualeada,,,,,Dai/Arnalfo Antunes.......,,,C....,"A",,,+...hn,,,+.., 010 
Campeão Capitão de Equipe.......S!1v!no Chaves...a..CRG,,, Quererefa Sal......+····..·. 020 
V!ce Campeão Captrão Equ!pe..++.. 1ãcto Rocha ,a. CL.,,...."A!meré",,.....Lar± +,,,,,, 00 
Ca!':pcâo de Dupla ••••••••••••• Harot.do J.(r--1/Sr-cu.nHro ••••••• CL ·.,''{mar" tau 4,+.·o+o. fD 
Vice Ca:-pe:io de Dupla NIJ•c~ Voli,ato/'r.c.~ CL P.lcc,,L'fl ll!O 
Cpeão Preslha.,,,+····+.,,Adaberto Aras)a«..C1......'LIno Car@!na!".···++»... 00 
Vi.ce ca.-,pe«o Presilha .. , ••.••••• nor.cy Az.,_-b.uJ.1 ••..... cr... ··«o,,'AS",,«··«o»..P,Tora,,,+++. 
#±#4±..22.21.0#...9.±.±.%.: 2 
#.13138%5...2./5:±.:.:.2...: 
Campe7io Patrão ••••••••• ~avnldo Cnl!tilhn CL ••• "Pvrt.Do da I'ronteir a",»w»»s»»+«·+·» 0?O 
Vice Campeão Patrão.......Ru! França,,..····· CTG ·•q.;o,rncln do Sul".............. O!O 
Vice C.1.:::ipe.ão raça de Bronze c.L. 
11
B.cln Viat.a" , Bel,1 V1st11.... g__:~ 
Capeão Taça de Bronze......CL......,"Portão da Fronte!ra" ,.....CTL. Sapucata...+.·....+ 
Vice Cil:lpeao Taça de P:-at., •.••• CL "Portão fnw.tt·!ra'' C. Snpucaia....... .••• <.JO 
Campcjjo Taça de Prata CL 'Jnfio kabaerse ···+»,,Anarbal,,·····+·+os 0O 
Equipe ~1PEÃ IAÇA DE PRATA: Oa:1iel !scobor; C.Jrlc;; Rojn.s; A<1e-:r.nr de ?l.:t.t.os; tvandro l.scob:~1t;Adl 
bes de Souza. 
Vice QL-:;peão Taça de Ouro ••••••• CL "Ainoré de O, LLna" Laguna,,·····». •• • • • • • • •• C!.0 
Equipe VICE CA!PEI DE TAÇA DE OURO: Inác!o Rocha, Har0Ido L!a; Secund1no ArauJo; Miguel L!na; 
Luiz Brand.io. 
Cawpeiio !AÇA_DE OURO CL ·......."São Geraldo" Bela V!ata...···············..... 0O 
Equipe Cat:.yla da TACA OE OL"RO: Vitor RoJas; rrancisc.o Terra; Gregório Cantza; Vitor Junior; Po 
p[llo ·rurtado. 	. 	. 
Campetio Taça "T'r,1nsitorin" Fcderaçno CL Sao Cer.ildo BV ••••••• -º-2.2 
TOTAL 	615 
Jordir., 25 de Noverbro de 1993 
Federação de Clubes de Laço do MS 
JoGê Atanasio Lecos Neto .. Presidente 
1- crc. QuerCnc~ d.a S,1ud.1de ...••••..•.••• Ponta. Porá 	. 
2- e. L. Florêncio José Percir.i, Antonio João 	. 
3· C.L. Rancho do Laço 	Dourados 	. 
4- C.L. Lino do A.::i.,ral Cardinal ?onta Porá 	.. 
5- c.t. ºA.S.L. 3 Irnâos 	Ponta Porá 	.. 
6· C.L. Querêncta do Sul 	Dourados 	.. 
7· C.L. União Aruraba!cns• 	k:.1c:bal. 	.. 
8· C.L. Bela Vista 	Bela Vista 	. 
9- C.L. Alr:.oré de Oliveira Lfna,,,·o..Laguna Caarapa,,·····+·········+··········· 
10· C.L. são Geraldo 	Bela Vista 	.. 
11- C.L. Portá.o da Fronteira...·······...Cel. Sapucaia,· : 	.. 
TCYJ:AL 	. 
Jardim, 25 de !overbro de 199:3 - Fedcrnç.âo de Clubes de Laço do !1S 
José At,:masio Ler:ios Net.o - Presidente 
1- C.L. Cl.lSSU 	••• Dour.1dos ••• ••• • ••• •••••• ••• . 
2- C.L. Adão Alves Corrca 	M..JracaJu 	. 
J- C.L. Olinto tardlnnl de Jesus ......••.• Aral Hordra 	. 
4- C.T.C. Quertncia da S.:iud.1de Ponta Porá 	. 
5- c.L. Rancho do l.nço 	Dourados 	.. 
6· C.L. Rancho Alegre 	J~rdl!:i 	.. 
7- C.L. Por~o d.1 Fronteir.a ..••.•.•••••••• Cel. Sapu.c.a.ta 	••••• .. 
8· C.T.g. QuerencLa do Sul. Dourados 	;., 	.. 
9· C.L. Sentinela do A::,ar.,bnl A=l:bnl. 	•• •.•... • .. 
10- e. L. Retiro Cn.r.1col .•...•.•.........•. Caracol 	. 
U- C.L. Gula Lopes 	.CULa Lopes Lagc.~..1 	. 
12- C.L. São Cernido 	Bela Vista 	. 
U- C.L. Aicorê de Oliveir.J Ll..!:la L.lguna Cõ.ao?.3 	~···• •• 
14- c.t. Florêncio José Pereira Antonio João 	. 
15- C.L. UnLlo A=::b.>Jense 	A::i=bal 	. 
16- C.L. A.S.S. J lr:lÕos 	?ont'.l Porõ 	·•••••·•• ••. 
17· C.L. Lino A. Cardlnol ••••••••••••••••• Pont'.l Por:i ·- •••• ••.• ····-- ••••.•••..•. 
005.0 
015.0 
070,0 
037. 5 
050,0 
Ofl-0.0 
00.0 
075.0 
077 .5 
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J90.0 
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16- C.L. Sela Vis:t..:1 	Bela Vista 	l.005.0 
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Pontc.1ç.,,o 42 E:':'?co:itro C.t. Portao da F'r"ontcir~.... •• •• • • • •• • 615.0 
Pontu.:!:ç;io . .r"Jtc.r1or 	6.l.SO.O 
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J2rd1, 2 de Novebro de 1993 
José Atanas!o Leos Neto - Presidente 
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À todos desejamos mtl 
fel!Idades!! 
O Presidente da Cara McnlcIpl de Bela VIuta - 
Vereador Marcos Barbos, fez aniversário no dia JO 
pp e reunfa m roa refdéncfa para ostoso jantar a 
tamllÍu, Vereadores e Fnclonarlos 
-----~----- 
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Moda 
Nclo 
sem 
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dcllni.c 
o corpo, 
com 
duas 
pcç:;s 
bicolo­ 
res, 
cõs 
alto 
l'cqucno: 
a meia­ 
taça 
destaca, 
as 
cavas 
altas 
valorl­ 
znm 
n 
Magra 
pouco 
busto: 
bojos 
<lrapca­ 
dos, 
alc;;:,.s 
finas 
.  
Vereador Marcos, su:. ma<' 
I 
cunhada Glsle 
Engenheiro Cão e Prefeito Abraão ladeados pelo ca,;Jl l'auln e 
Diretores da Fundcsportc 
1 
El~ :: M..os:,n/ 
Gordinha, 
curvil{ - 
ena: 
as cav.'.ls 
podem 
ser 
altas, 
o decote 
e 
cl:issico 
ho (12 luar Rank Estadual) Celso 
J!! lugar no Ran(j Es tadua 1) 
Quadris 
cstrci 
tos: 
cor 
lisa 
e 
escura, 
cortes 
anatô­ 
micos 
Quadris 
largos: 
st 
coa 
estrutu­ 
ra, 
( 
par­ 
realçar 
! o busto, 
1 
CúVC..S 
rct.s 
li REALCE SUA BELEZA: 
r- ilOCUllA}ffiO O 
1 
1 
A Caravana da Cultura 
D.:SEN1l0 C1:."RTO 
P/1:A O SEU CO:li'O 
Ua projeto da FO!S que viaja pelo interior do 
Estado co~ aprcscntücÕes teatrüis e de dança - es­ 
tar:i este mês cm Bela Vista (a 356 quilômetros de 
Campo GrandQ), no dia 10. 
O tema para a cidade é "Polca Paraguaia" e J 
cst.i confirmada a presenca do Grupo Sombra no Muni 
cfpio. 
Doze cidades do Mato Grosso do Sul j:Í foram vi­ 
s!tadas pelo projeto. 
m.:.c Sr .. Av,• lia:.