,l - do fundador: Ivaldo Pereira 20/02/1972 TRIBUNA DA FRONTEIRA DIÁRIO REGIONAL s t o +ELA VISTA/HS ANO 21 25 DE DEZEMIRO DE 1993 EfllÇÃO DI'. NATAi. Circulacão llfl A VISTA CAR.lOO!. POO MU"TINO JARDIM CITTA WPFS ROSITO ' lllOAQUE : e @oO »IRETOR: IVALDO TE EIRA [XCKl'l.AR cR$ 500,00 José Destefani- Empresário de Sucesso, Político Honrado e Cidadão Preocupado com a Comunidade e J e Empresário José Destefani O ano de 1992 foi r.-· arcado pelo renascimen to da êtica no Brasil. O ano de 1993 está findando, marcado por sua continuidade, a êti so ca agora se soma à lidartedade. No início do ano o Betinho lançou as ba ses de um Movimento que nos motivou a todos. A ação da Cidada nia contra a Fome, a Mi sêria e pela Vida ê sinal de esperança. Motiva todas um as classes sociais, ideolo ias e religiões. São trabalhadores e empresários, meios de comunica cão, Igrejas, Sindicatos, Partidos , Políticos: Donas de Casa, Juventude, todos dando as mãos em favor de um Brasil ~elhor, sem miséria e cheio de solidariedade. Hoje são mais de 3.000 comitês da cidadania espalhados pelo Brasil, funcionãrios do BafiCO do Brasil, Prefeituras, que se unem aos cidadãos li gados ou não a instituições. São Brasileiros que mostram que nosso País­ ê viãvel, que não se pode mais aguentar a corrup cão, não se pode mais admitir que uns levem van tagens sobre todos. O Betinho nos motivou também no Congresso Nacional. Formamos a Frente Parlamentar da Cida­ dania, da qual me orgulho de ser um de seus fun­ dadores. Agora o Betinho nos chama a organizar o Na tal sem Fome. Recolhendo e distribuindo alimen - tos, brinquedos, roupas e solidariedade, muita solidariedade. A Fraternidade do Natal, que deve estar pre sente em nossas vidas em todos os dias, pode ser mais repleta do amor divino se formos capazes de dar um pouco de nós em favor dos mais necessita­ dos. Convido todos os sul-matogrossenses a en grassarem as fileiras da fraternidade, da solid! redade. Vamos mudar este País. Vamos construir um Brasil melhor, do qual pão tenhamos, em momento- algum, vergonha de nele viver. - Um Brasil sem corruptos, uma Naçao de pe~ soas felizes, que se alimentam, trabalham, estu­ dam, vivam em paz. Estes são os votos que levo a todos voces tieus am.igos e amigas. Felicidades e muita fraternidade em 1994. Wilson B. Martins O Empresário e Pro­ dutor rural José Destefa ni, Diretor Presidente do Grupo Supermercados - SÕo José, é um homem prco cupado com a comunidade, atuando em diversos eto res gera empregos, parti c!pa ativamente de vá rios movimentos e enttda des que têm como objeti: voo desenvolvimento de Jardim. Nestes tempos onde todos almejam um novo Brasil, passar o Brasil a limpo, Destefani é um político que honra e dtg nifica a classe, respei­ tado e admirado por to Foi inaugurada pelo Prefeito de Caracol, a ponte sobre o Rio Cara col, na região que deman da ao TORO MORO. dos não só pelo caráter, nas também pela coerên cJa e linha de conduta. Foi vereador, prefeito e hoje é o oidcntc do Diretório nicipal do PP, entende ã política como a arte de servir o povo, nunca ra-­ dicalfzou posições, mu to pelo contrnrio, ê um homem de diálogo e as­ sume posições de acordo com os interesses do mu­ nicípio. Falando a do atual quadro Destcfani disse preciso ouvir a ruas, é vice Pre G respeito político que " é voz das preciso IAGI.A A POIIE M IORO MOR * Veja matéria so bre a Inauguração da Pon te do TORO MORO, na Pági na - 12 do 49 Caderno desta Edição de Natal Jardim Volta a Crescer com o Povo mais Feliz-Pires e o Povo Comemoram o Natal ~ ouvir o cla_or popular , captar e entender a =en­ sngco do povo , as deci­ sões políticos deve□se□ pre partir das bases, de baixo poro cir-a, assim., político, o administra dor, trabalhará afinodo: cor- a vontade popular". Através deste Jor nal, José Destefoni en viou a seguinte rensagem ao povo de Jardim: " sou f1lho de uma fan{lia hu mllde, desde crlanca a prendi que o trabalho missão, junto com meu fi lho, Zé Luiz, minha fi lha Sandra, minha esposi L!dio, estru~os trabnlh,rn do, ncaramos desaffos , ncrcdltAmoa que Jnrdlo possa se transformar nu ma das cidades mais pró peras do MS, nós só que recoso melhor para Jar dm. - Aos Jardinenses, de coração, enviamos um f - liz Natal e que 1994 seja o início, enfim, da alnejada caminhada para ele vida o, progresso e com melhor qualidade de para nossa gente". Supermercado são José Fone (067) 251-1161 Jardim - l1S ! } E f' a )_ ~ ·, __ , * Veja Matéria sobre o Natal do povo Jardinense na Administração Pires - Na Página -!O deste Caderno Prefeito Municipal de Bela Vista Abraão Zacaria& Deputado Mola e Prefeito de Caracol Juvino Godoy * Veja Matéria em Retrospectiva da Administração Luiz Carlos de Abreu, Na Pág/ 6 do 42 Caderno Wilson Barbosa Martins. Prefeito Ajuda no Fome e L'uiz Abreu Combate a à Miséria Prefeito Luiz Carlos de Abreu Suplemento Clural * Veja matéria de Cultura, Artes, Horóscopo e outros assuntos no 22 Caderno desta edição. t "o Bela Vista * Fundo de Assistência So cerno cal entrega I40 culos a idosos carentes. Página - 05 * El.eito Funcionário Pa drão da Prefeitura Muni­ cipal - Sérvulo Pereira 'I Bab11 fo1 o grande Ven- cedor do Concurso. Página - 06. 07· * Pronav faz a do Natal. Página - 11 Festa ---------- Neste Caderno TI;AO DE 'VNTA, --------·--· ----------------------------- 8 RIS I L Comunidade 25/Df-Z/l 99J NCO Atuação DO Decisiva na o nnnco do Bra sil, agencia de pelá Vista, não é apenas o suoLcntóculo da economia belavisten­ se, através de finan ciamentos aos empro­ sários, produtores rurais, comerciantes enfim, dos que traba Iham e produzem, e também orientador e incentivador, contan do para isto com fui cionários especiali­ zados e que possuem, sempre as respostas­ para as pcrguntas,as sugestões, o guia se guro para o início e estabilização de no­ vos empreendimentos, afinal cote é o Ban­ co da produção. Mas a agência do Banco do Brasil - em Bela Vista supe rou também todas as espectativas no to cante a participação comunitária. Tendo a frente­ o gerente Antonio de Castro Vieira, com a colaboração dos ge­ rentes adjuntos Jose valdo e Helbert Bas­ so, dos funcionários Getúlio, Fátima e demais integrantes - deste quadro afinado arregaçaram as man Jas e implantaram em nossa cidade a campa nha contra a fome e a miséria. E partici pum decisivamente de todas as campanhas , seja para o Hospital Asilo, promoções de eventos, enfim, quan do se inicia um pro­ grama, um evento, cm Bela Vista, lá está o BB e sua tropa de choque pronta para vencer desafios. Por tudo isso, os funcionários do Banco do Brasil em Bela Vista são pes soas admiradas e que ridas pela comunida­ de. "FELIZ NATAL! " Banco do Brasil Investe US$ 24,2 Milhões em Programa de Apoio a Micro e Pequenas Empresas Nomes de Dezem bro, o Banco do Bra­ sil vai destinar US$ 24,2 Milhões ao Pro­ grama de Apoio às M! croempresas e empre sas de pequeno porte - MIPEM - com o obje tivo de financiar o-= perações de capital­ de giro e investimen to. - Do total de re cursos, a parcela de US$ 7,2 milhões des tina-se prioritária­ mente, a financiamen tos de projetos d modernização tecnoló gica e implementação de sistemas de ges tão empresarial, no âmbito do MIPEM - In vestimenta, programa no qual o Banco do Brasil atua em parce ria com o SEBRAE. AS agências do Banco do Brasil e Es critórios represen - tantes do CEBRAE (no caso do MIPEM-Inves­ tirnento) de todo o Pais já estão rece bendo propostas de financiamento de pro jetos. Além do MIPE a empresa interessa­ da ainda tem outras opções para financia mento de capital de giro, nas modalida - des de crédito fixo com prazos de 40 dias e tres meses e crédito em conta cor rente, com prazo ini cial de um mes e prorrogações de até tres meses, os encar gos variam de acordo com as diferentes op ções. O Banco do Bra­ sil ainda oferece o Cheque-Ouro empresa rial, por meio de abertura de crédito­ em conta corrente, e o Arrendamento Mer cantil, que financia até 100% do valor de bens móveis e imó­ veis como veículos , máquinas e equipanen tos (nacionais e im­ portados), com prazo de quitação de 24 à 36 meses. Técnicos da á rea negocial da Supe rintendência Esta dual do Banco em car po Grande, acreditam numa estimativa de demanda para o Esta­ do de Mato Grosso em torno de CR$ 300 mi­ lhões a ser atendida neste mes de dezen bro. Superintendên eia Estadual do .BB no MS. - Antonio de Castro Vi eira - Badu . ·- Sub-Gerente Joseval­ do Helbert Basso - Beti nho E z §# # .,, 88 já está Operando Linha de Crédito para Pagamento do 13· Salário das Empresas O Banco do Brasil já está acolhendo propostas relativas à linha de crédito especial para suprimento de Capital de giro destinado ao pagamento de 139 salário das empresas. Os beneficiários da linha­ de crédito são empresas Brasi leiras de capital nacional, in­ clusive firmas individuais, pri orizando-se a Assistência às Mi croernpresas e empresas de peque no e médio portes, com ramo de atividade industrial, comercial ou de prestação de serviços. As empresas de grande por­ te também poderão ser assisti das. - * CONDIÇÕES O teto para contratação do financiamento será de CR$ 32 mi 1hões por empresa ou o valor da folha de pagamento relativo ao 13 Salário dos empregados da beneficiária (inclusive encar gos sociais), considerando-se Ô menor valor. A linha de crédito terá prazo mínimo de 3 e máximo de 6 meses, sem carência. Os encar gos financeiros serão a TR ã mais juros de 1,172% A.M. para as Microempresas e Empresas de Pequeno e Médio Portes, e TR mais 2,00% para as Empresas de grande porte. O prazo limite pà ra contratação dessas operações será o dia 31 de janeiro de 1994. Com a reedição dessa linha de crédito, o Banco do Brasil - reafirma sua vocação história - de fomentador do desenvolvimen­ to, viabilizando , com exclusl vidade, assistência com encar gos inferiores aos praticados - pelo mercado. O Banco Amigos do Brasil e Clientes Deseja aos um Feliz seus 1994! MOÇÃO ND PREFEITURD DE JIRDIM Para encerrar o ano o Prefei :o de Jardim Engenheiro José ,~---.--e t __ fi r-~ ~. : -~[;- Vicente de Sanctis Pires, promoveu um concurso do Funcionário- ~ Municipal Padrão de 1993. i lsfgs- ±= +- ;===}l Cada Secretário indicou um funcionário de sua pasta e no sorteio foram agraciados: Sr. Pedro Gomes da Silva que recebeu como prêmio uma bici cleta e o Funcionário Simeão Martins Barbosa, a quantia de cRs 20.000,00, ambos ainda receberam urna placa com os dizeres: Funcionário Padrão/93 ~ Ao Funcionário ..... pelos relevantes serviços prestados-:~ à Municipalidade, com os agradecimentos e gratidão do r ti :_;;,. e Engenheiro José Vicente de Sanctis Pires Prefeito Municipal Na hora os dois funcionários foram, merecidamente, hornen~. geados a emoção tornou conta de toda a Prefeitura, pois, humil­ des, os homenageados foram às lágrimas contagiando todos os presentes. O ato do Exmo. Prefeito de Jardim foi justo e tornou-se g rnocionante. * ADMINISTRACÃO PIRES: O CIDADÃO EM PRIMEIRO LUGAR* . EIJMA PIRES, IIRIM VOLT à CRESCER EDIÇÃO DE NTAL, INFORME TF UflAI.DINO HOIHUCUE:, PMA CO'TI!'A A PÉ EM ELA VISTA Desde o inicio do nno n I t d ex 's ·m promessas e uma v!uturn nova para a Polfcla MI Litar de ilela Vista, ma o ano está se acabando e a PM continua n pc, no mato e nem cachorro, como diz o ditado - popular, Usando a frase dita por um amigo esta e mana: 'Esta viatura deve estar vindo de "pangaré" para Bela Vista, quem sabe até o final do nno ela chega" 11 MARGINAIS GOSTAM DE BELA VISTA o Só pnrn lembrar às Autoridades responsáveis pe la Segurança Pública, até parece que 011 mnrgina­ in gootum de nossa cidade, vira e volta aparecem por aqui olementoa de alta pcriculosidadc, n exern plo de pelo menos dois casos rcgiRtrudos csti nno, o do "Negão" morto em tiroteio com Agentes - do GOE e n PH no Região das Caleiras e o tiroteio no Receito Federal entre a PM e a turma do "Vaca Preta" que foi baleado e preso, TRAllALllO PREJUDICADO Semana passada mesmo u Polícia Militar recebeu informações altamente confiáveis de que um elcmen to procurado pela Polícia e foragido dn Capital do Estado estava cm Bela Vista, mas como o velho "Camburão" estava encostado, em cima dos tocos , sem pneus, com a instalação queimada, câmbio pifa do, sem freios etc,, o jeito foi a Polícia ficar­ torcendo para o sujeito não aprontar nada e se mandar logo da cidade. Uma vergonha!! E A REATIVAÇÃO DAS BARREIRAS? Só paro finalizar o assunto Segurança PÜblica, apesar de prometida pelas Autoridades do Governo do Estudo, atê agora as barreiras policiais de nossa Região não foram reativadas, por enquanto está tudo como o diabo gosta, sem nenhuma fisculi zação e com a malandragem deitando e rolando, de dia e de noite. Depois vêm o Pedro pedir votos p~ ra o Schimidt ! "O AMOR NÃO TEM FRONTEIRAS" Tomamos conhecimento esta semana do resultado da campanha de Solidariedade cm prol da Benefi­ cincia Hospitalar são Vicente de Paula, apurado até o dia 13 de dezembro. O total líquido atingiu até agora cerca de l.900.000,00, mas os depósitos em conta corrente, na conta 14.000-7, aberta no Banco do Brasil, a nosso ver estão deixando a de­ sejar, foram depositados apenas 39.000,00.Parece­ nos que muita gente que pode está deixando de dar a sua parcela de colaboração ao nosso Hospital São Vicente de Paula, será que não? REVEILLON NO GREMIO Este ano, fugindo um pouco da tradição e tam­ bém dando mais urna vez a sua parcela de colabora­ cão, o Grimio Pedro Rufino estará realizando o Baile de Reveillon em conjunto com lleneficincia - ·Hospitalar são Vicente de Paula, a animação será do Musical Master, traje Esporte Fino e as reser­ vas de mesa já estão sendo feitas na Secretaria do Clube. Vale a pena participar deste baile que está prometendo ser o maior sucesso do ano, além do que a causa é nobre. CÂMARA TEM NOVO PRESIDENTE O Y.édico e Vereador Fernando de Freitas 'Elias é o novo Presidente da .arar Municipal de Eela Vista, ele foi ele!to por c!no votos a quatro na sessão ordinirta desta terça fefra, dia l4, após a renúncfa do Presidente Marcos Ilias, cu· prindo un acordo de cavalheiros que tInha com a sua bancada naquela Casa, Ao novo Presidente da .Gnara deefa nos felicidades e sucesso no seu mandato, Ao ex­ Presidcntc ou purabéno pelo cocr~ncla no renunciar e pelo trabalho sérlo e responsável que desenvol - vcu em seu mandato. AS PRÉVIAS O PMDB De nada adiantou as manobras e as tentativas do grupo llderodo pelo ex-Conselheiro João Leite Sch! ntdt, de impedirem a realização das eleições pré­ vins para a escolho do candidato do partido oo Go­ verno do Estado no próximo ano. Como Já hav!m::os previsto nnterionnente, no hora da decisão pesou o cncifc do Senndor Wilson Barbosa Martins e o Dire­ tório Regional aprovou, por 43 a 28 votos, a con­ sulto popular nos filiados para saber quem eles querem como candidato a Governador. Dá para advi­ nhar? PREFEITO ABRAÃO VOTOU PELAS PRÉVIAS De parabéns o Prefeito Abraão Zacarias que,aten dendo no anseio da maioria dos filiados ao PMDB e nossa cidade, votou pela realização das el~içÕes - prévias para a escolha do candidato a Governadur do partido, Também o Prefeito de Caracol, Juvir.o Godoy, deu o seu voto favorável n consulto popu­ lar. Democracia e respeito a vontade do povo é is ~o Srs. PrefeitLs, é hora mesmo de se acabar com os tentativas de enfiar candidatos "goelo abaixo" do povo!! APOIO À SCIIIMIDT, SÕ ENROLAÇÃO! ! Logo que surgiram os dois candidatos dentro do PMDB, escrevemos aqui nessa coluna que muitos dos apoios declarados à candidatura do ex-Conselheiro João Leite Schimidt era pura enrolnção, "a idéia de muitos prefeitos é ir tapeando o Pedro para não perder as obras e dinheiro do Governo do Estado mas na hora da onça beber água muitos vão bandear para o lado do "velhinho", dizíamos na época. Mais uma vez parece que estamos acertando em cheio, a começar pelo Prefeito da capital Juvêncio Cé&ar da Fonseca que de "Schimitistn" declarado, votou pe­ las prévias e já está praticamente rompido com Pe drossian. Como ele, muitos outros que defendiam a candidatura Schimidt, inclusive o Deputado oka , votaram a favor das prévias, defendida por Wilson e pela maioria dos peemedebistas do Estado, Para­ béns, até o próximo ano e não me queiram mal. FESTA NA BARRA DO IT Recebemos e Agradecemos o Convite do Presidente da Associação de Pequenos Produtores o Assentamen to Barra do Itá, para participarmos da proroçào que -:­ foi realizada ro último domino no Assentamento que teve jogos, bingos, churrasco e muitas outras aLividades. Aproveitamos para desejar pleno ê.~!to inova Diretoria da Associação. DEPUTADO PUCCINELLI CONSE(g[]~~ PARA BONITO UM MODERNO POSTO TELEFÔNICO Câmara Municipal de Bela Vista 1 co. ao r ±I6OS 1 o,.b,!x,),,sln•: c-L ,'AO ELAS R'OS DA cCRZ, Presidente da c r, 1 ~ ur.tc.:_p,,1 t.1~· t'lu V1~tL11 ~ t.1~.) cL~ 'teo ! (Ctf ,..._, do Sul, bras'!e!ro, casado, portador da c&do! de Identidade R m? 03!!31 SSP-MS e CC + i 146.77.061-87, residente e demte!ltado nessa j cidade de Eel, Vista, s!to à Rua u!ah n? 728 e de utro J,1 'o a Fira .RÁFIA E FDIIORA APA , com sede nesta cidade slto à Rua da Repibltca - S/, b Irro Centro, inscrita no CCC-F osb o ± 03.201.266/0001-90 e Inscrtção Estadu, 1 n? 28. 059.232-9, ne te ato denominado CO7A!AIO, te Justo e acertado o presente contrato part!cu - lar, que reger-se-ão pelas cláusulas e cond! çôes seguinte; LÃt'STA PRIMEIRA: Pelo preerte Instruerto e na melhor forma de direito, contratada a Fira GRFICA E EDITORA APA, para Impressão de 100 (ce) livros do Rezlrento 'nterno desta Casa Le gialntivn: fLAt:Sl'T.J SEGUNDA; O preço tora! da pr<>~tnciio de serviços do que trata a cláusula acima, será de CRS 250.000,00(Duzcntoa e cinquenta nfl cruzei­ ros reais), com as seguintes condições de paga­ ento, 50I (cinquenta por cento) do pagamento no ato da entrega dos serviços e o restante em 30 (trinta) dias; CLÁL:SL'LA TERCEIRA: O prazo para entrega dos ser viços, será de 30(trinta) d!as, a contar da da­ ta da assinatura do presente contrato; CLÁUSULA QUARTA: Da Doteçiio, us Despesar; decor- rentes da execução dos serviços, hora 1 contratado, correrá à conta do programa do elemento de despesa 31.3.0. - SERVIÇOS ílE TER­ CEIROS E ENCARGOS, Sub-elemento 3.1.3.2. - OU­ TROS SERVIÇOS E ENCARGOS, constante do Orçamen- to da Ciimara; CLÁUSULA Qt.:INTA: A Cã::iara se reserva o direito de rescindir, unil&teralrnente o presente contra to de prestação de serviços, independente de in terpelação judicial ou extrajudicial, sen !nde: 1 nlzar, a qualquer título a CONTRATANTE, ressal- vado o direito de haveres pelos trabalhos Já executados; CLÁUSULA SEXTA: D.:,s Penalidad.os, u CO'.':TRATADA su­ jeitar-se-á a Lulta de valor igual a parcela mensal, aplicá•:el ã critério da CÃ.'IARA, se os trabalhos executados conflitarem com as normas , legais e regulamentares em vigor e que disso rc sulte em prejuízo para o órgão; - i CLÃVSULA SÉTI!!A: Fica eleito o FORO cesta Co=r 1 ca de Bela Vista, para nele serem dirimidas,qua [ isquer duvidas or~undas do presente contrato; 1 E por estarem assim Justos e contratados, as/ sinam o presente contrato, em J (tris) vias di igual teor, os representantes legais de abas-' as partes, na presença das testemunhas abaixo. ; Bela Vista-MS., 19 de Outubro de 1993 1 MARCOS ELIAS RIOS DA CRUZ - Presidente; IVA•Do PEREIRA - Pela Contratada. TESTEMUXHAS: ORLANDA FREITAS DOS SANTOS - l2 Secretária; E! NANDO JORGE DE BARROS - Vereador; ISRAEL CHAOR RODA ROCHA - Vereador; LUIZ ALEXANDRE LOUREIRO , PALMIERI - ·:ereador André Puccinelli, De­ putado Estadual Peerede­ bista, muito tem contri buido com a Administra - cão de José Arthur Fi gueiredo, participando com frequência dos pri~ cipais acontecimentos no Município, apresentando ao mandatário do Estado as reivindicações mais urgentes. Atendendo o pedido do Prefeito, Puccinelli fez uma indicação através da Assembléia Legislati­ va ao Presidente da TE­ LEMS, para que a Empresa construa um novo Posto Ttlefônico com insta~ çôes modernas e eficien­ tes, fazendo jus acida­ de turística de Bonito • pois o atual Posto Tele­ f6nico, instalado nas de pendências da Prefeitura Jã está superado para a época. A resposta veio - de imediato e técnicos do TELEMS aqui estiveram e apresentaram a José Ar thur Figueiredo o proje­ to do novo Posto Telefô­ nico, que será edificado ao 1ado do Salão Paro­ quial, e contará com GY! tro cabines, sendo uma exclusiva para pessoas paraplégicas. O parlamentar também está batalhando junto a TELEMS pela instalação de um orelhão do Balneá-· rio Municipal Rio Formo­ so e um Posto Telefônico na vila da Ponte do Rio Miranda(saída para Anas­ tácio), devido o grande fluxo de turistas, prtn­ cipalmente na temporada de pesca. O atuante Deputado consegiu da CEME ( Cen - trol de Medicamentos) grande quantidade de re médios para a Farmácia - do Centro de Saúde, além de marcar presnça nos principais eventos real! zados no Município, - As visitas constantes de André Puccinelli ao Prefeito, Vereadores e u entidades de classe evidencia sua preocupa cão com o bem estar do povo bonitense e por is­ so merece votos de gran­ de estica, sendo um dos mais dinâmicos represen­ tantes da Região na As semblêia Legislativa. - (Firmino de Barros) Prefeitura Municipal l de Bela Vista Oração a querida mãe N. S. Aparecida Querida Mãe Nossa Senhora Aparecida voz que nos ama e nos guia todos os di a, vos que sois a mais bela de todas as 1 m~es e que eu amo com todo o meu cora - çao eu vos peço mais uma vez que me aju de alcançar esta graça por mais difícil que ela seja, sei que vós me ajudarás e. me acompanhará sempre atê a hora de mi- nha morte amém. • Rezàr: 1 Ave Maria, 1 Pai Nosso 3 di as seguidos. Publicar assim que receber a graça-. Por muitas graças alcançadas. L.R. DECRCTO ~"C:-SR0 770 DE 20 DE DEZD!.BR0 Dó 1993 ''Dispõe. sobre desapropr!o'lção de â.rc.1". O PREFEITO Ml'XICI?Al. DE 5EU VIS-ui, ES'!AIJO DE MAIO CROS­ SO DO SUL, no uso de suas atributções lega!s, e Ccnsidera:id.o o disposto no 1r.c1so X!I, do art.51, da. Lei ~!u:licipal n~ 666 de 05 de abrl de 1990 DECRE I A: ' Art.1 - Fca desapropriado o lote de terreno cuburbano - deter:!nado sob o n? 313, 12 circunscr!ão zcburbar, ed!n­ do 2501250 etros da frente aos fundos e acs cs lados,per 7""?_, ire+ tsst e a.soo =, e reris - , .r ..-' PM Promove lmno de Canratriza? A Polícia Militar de Bela Vista promoveu no ~ltimo domingo, dia 19 , na bonita sede social do 60 Esporte Clube, um al­ oç0 de confraternização· entre os Policiais M1li- tares de Bela Vista e Ca racol, locados no 2g Pe­ letão PH, e seus fa:nilia res, além de Policiais= Civis de nossa cidade. Estiveram presentes - ca:nbém o Delegado de Po­ lícia de Bela Vista, Dr. Renato Cesar Pereira, o , Defensor Plico Dr. Wal , :nir Ta borda, o Sub-Coma; ,, dante do IOg RC MEC - jor Bayard, Vereador No= r diel, de Guia Lopes da Laguna, entre outros. Antes do almoce foi - realizada uma partida de futebol entre uma equipe _ da Polícia Milit.;r e uni misto de atletas do Ses- Apó os rnunciameros chegou o momen­ to aguardado com expectativa pelo funciona lismo público municipal, o sorteio de mai: de 100 pr6mlos ofcrcciao::i pelo Prefeito A­ braão Zacarias e, segundo a sua asso ria, adquiridos com custo zero para os co - fros públicos municipais qracas a criativi dado do Chefe do Excu ivo. Geladeiras, te levisores à cores, jogos de cadeiras, me - as, colchões, ventiladores, liquidificado res, ferros elétricos, jogos de panelas , camas, conjuntos de sofá, bicicletas femi­ ninas e masculinas, enfim, foram no total 101 prêmios sorteados entre os funcioná rios que participaram da eleição do funcig nário padrão, pois no momento cr.1 que idm votando eles recebiam um cupom para ser de positado na urna do sorteio. - Importante ressaltar que todos os prc - mios oferecidos pela Prefeitura Municipal aos funcionários públicos municipais foram adquiridos na loja do "Ponto Certo" àe no_§ sa cidade tendo em vista que a loja foi a que melhores preços oferece para a aquisição dos prios pela Prefeitura. Como forma de re­ conhecimento pela preferência dispensada - ao Ponto Certo e gerente local da Loja , Joel, fez a oferta de um ventilador arno , três velocidades, para ser sorteado também entre os servidores públicos municipais premiando com isso mais um funcionário, 8aie Encerra a festa Depois de elegerem o funcion,.1rio pddr.:io do sorteio e participarem do sorteio de prêmios, os servidores públicos municipai" puderam desfrutar ainda de um grande baile animado pelo excelente conjunto musical "Colibri", de nossd cidade. Foi realmente uma noite inesquecível para a classe do funcionalismo pGblico municipal, pela pri­ meira vez na história da admíni:.tração pú­ blica de nossa cidade foi promovido o con­ curso para a escolha do funcionário padrão e também inédito o grande sorteio de prê - mios entre os funcionários do Executivo abrangendo todas as Secretarias e autar guias. De parabéns o Prefeito Abraão Zaca­ rias e toda a sua equipe pelo carinho e re conhecimento ao trabalho e a dedicação dos nossos funcionários.públicos municipais , eles realmente merecem toda essa atenç3~ - dispensada. (Fotos e Reportagens Ubaldino Rodrigues) "Peço inicialmente que todos acolham um lbraço fraterno e o reconhecimento à toda :iedicação, apreço e afinco depositados 110 cotidiano no exercício da função que lhes 'foi confiada. Quero fazer desta noite uma exaltação - • ~o trabalho, porque é pelo trabalho que '•,1J· transita a solução para a crise ••• t pelo trabalho que o homem se torna nobre e dig­ no e, sõmen te por ele, se faz história. s Credencio-me para fazer ste depoimento • porque sou um cidadão de origem humilde 1 um filho trabalhador desta terra e do ve.- 1 lho Sebastião Zacarias, que, timbrado pelo •:l,!1 j suor do trabalho nos campos e atrás do bal , cão de um açougue conquistou a maior gló - 1 ria de um cidadão: Governar por duas vezes 1 o seu Município. Posso hoje, com a consciência de ter sempre lançado ao solo sementes, da hones­ tidade e do trabalho, colher e dividir com esta comunidade os frutos do progresso, da realiza~ão pessoal. Este é, meus amigos, o maior tesouro de um homem: um passado de lutas, sério, digno. Na reflexão que intercala esta festa , revejo tantos momentos de dificuldades vivi dos ... Uma. história que certamente se repe te a alguns de vocês que hoje também ini - ciam a sua carreira ... Sei que para se com preender a vida devemos sempre mencionar e. 1--------------------------_J . ,, _,; Policiais do 20 Pelotão PM durante o almoço de confraterniza­ cão na sede do Sessenta Esporte Clube senta, veteranos e fan - pelo placar de 4 x 2, o cionârios da Prefeitura éestaq ... e da partida foi Municipal, apesar da ida e cen troavance "Pancho" de de alguns de seus a= que .ossinalou dois gols, tletas e da forme. física sendo um de cabeça. não muito em dia, alguns Segundo declarações - até com a barriguinha - os próprios atletas da be avantajada, o nisto P, 'a decepção da parti­ do Sessenta, Veteranos e da foi o goleiro Del funcionârios da Prefeitu que. que serve no desta­ ra derroto, o time da pj cacento de Caracol e q.c chcgoo com aa "panca" de :neter medo no Tafarel e pose digna dos galâs de TV, oas na hora do vamos ver, das cinco bolas cha­ tadas para o seo gol, una batea na trave e quatro - foi parar no fundo dá rede. Ainda bem que tudo era festa. O Coandante do 22 p 1orão P, Tenente vi112 santi Roeiro, agradece a Diretoria do Sessenta Espprte Clube por terce dido a sede e à todos - que colaborara para a realização do almoço de confraternização da ?ol! cin Militar. - T • T 1 li / _ f1,-,_f:_/_ V r //l'J _/_ M:; _ ,rgmm 'l'JI íHIIIH_ll/ J,'JION __ I· •. ~- _ :- _ _ , _ $q ,-_·t:f -~ ' .. ,, Novo Mercado DE: RAMÃO ARRUDA FARIAS Secos e Molhados, lata­ rias em geral, produtos Vg terinários, e representan­ te da Agip - Liquigãs . ·35.-- ·-;..J :-.--~- ,""";,.- __, . ..,- - . ><' ~ • ' l'.G,J r·:C/.!'J • . . ~ ~ . ' ' .. j.- - .. .. _:...:...( ...: s" IR r • Atendimento personalizado * Os celhores preços da cidade AVENIDA BRASIL -- 565 Caracol MS Posto Timbiri Ltda. DE: VALDOMIRO (LIMA) *Serviço de Posto em geral, Combustível filtrado, Lubrificantes, troca de óleo e borracharia l AVENIDA BRASIL,S/NO Caracol MS ,, lU -- . Qo, e A $ t ' ( t ' a a o i • ' .e.♦- : _·I01NA, 'TRIBUNA DA FRONTEIPA / BELA VIGIA / Toda passagem de ano é tempo de renovar as esperanças no futuro. Principalmente quando este futuro já tem suas sementes plantadas no presente. E, assim, nos faz cultivar a esperança de que melhores dias, 365 dias, virão. FELIZ 1994 Rancho S Veterinária * Vacinas - Vermífugos gg Sal Mineral Tortuga- i 2. -} Produtos veterinários ---ih. t. .o ·----- em geral t·- AVENIDA 11 DE pEzEMo =gás FONES: (067) 251 - 1763 - Jardim MS (067) 251 - 1656 ARROZ Santa Rosa QUALIDADE - A DONA DE CASA Jà COMPROVOU, ARROZ SANTA ROSA RENDE MAIS, O SABOR É ESPECIAL, MUITO MAIS ALIMENTO! Atacado e Varejo Compre hoje, e use • Sempre, o Melhor Mauro Eduardo Bearari * Rua Tuiuty, 50 Fone (067) 251-1291 Jardim - MS Ipanema Modas * Confecções e Bijouterias Adulto e Infantil, diretamente do Rio de Janeiro, com os últimos lançamentos! * Rua Conde de Porto Alegre, 368 * Fone (067) 439-1846 Arroz, um alimento saudável 1. 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Não importa, pareciam milhões, olhos bri - Lhante de felicidade, corações emociona - do, pessoas simples, gente do povo, povo de ires, povo feliz. Ai está a diferença, Pires e Lourdes ão felizes distribuindo felicidade. O Ginásio abriu suas portas, todo deco­ raio com motivos natalinos, para acolher o povo que caminha, o povo que acredita, o povo de Jardim. O Prefeito falou, do jeito que o povo gosta, [alou com o coração, sua maneira de ser, falou dos objetivos de sua Administra ção, do que foi feito, do que é preciso fa zer, com seriedade. Jardim cresce, acida­ de que mais cresce no Sudoeste e Frontei - ra, os desafios são imensos, mas a vontade de realizar, de fazer, superam os obstácu­ los. Pires gosta de vencer desafios, até mes mo a descrença dos intolerantes, dos - que teimam cm permanecer na escuridão da criti ca ferina, mas ele perdoa, sabe que a mar­ cha da história é inexorável, Jardim ca­ minha para o seu destino de grandeza. O p~ vo, O povo de Pires, não aceita o pensar - pequeno, Jardim não quer os seus filhos pensando pequeno. O Prefeito lembrou das crianças, do que está sendo feito para atender aqueles que herdarão os frutos do trabalho de hoje, e trabalharão amanhã para que os seus filhos e os filhos de seus filhos também herdem - frutos do trabalho, uma comunidade próspe­ ra, justa e evolutiva. Cuidar com carinho as crianças de hoje é forjar na usina ó1a vida o adulto respon­ s5.vel de amanhã. O Brasil não aceita mais aventuras, im­ provisaçes o Brasil quer de seus políticos e acllninistra:!orcs honestidade, competência e patriotismo, por isto Pires foi aplaudido entusiasticamente no Ginásio, o povo sabe, conhece e vota nos homens honrados, por isto foi eleito, por isto trabalha e rece­ be a gratidão do povo. Falando de seus objetivos, lembrou da E ducação, Saúde, de mais moradias pera os sem teto, "vamos entregar 250 casas, di namizar o setor de saúde e transformar a nossa cidade num modelo de Administração", disse ele. "Isto estamos fazendo. E vamos conti nuar a luta. Com Deus e com o povo tudo venceremos", enfatizou. Além de sacolões com os mais variados gêneros alimentícios, mais 1.500 cestas , foram distribuídas bolas ·de voley, bicicle tas, brinquedos, sem falar nos sanduíches e refrigerantes às crianças. O povo feliz, o povo com Pires, com Jar dim, comn o pensamento voltado para a ação, para a convivência fraterna, esta é a Jar­ dim do povo, com trabalho, ação, determi - nismo e muita garra. A dupla de cantores Elizeria e Elienar emocionou e encantou a platéia, talvez aí esteja a palavra que possa transmitir tudo aquilo que aconteceu no Ginásio Ticão: EN­ CANTAMENTO. Comc resente pela formatura e visando a complementação cur­ ricular os alunos da EMPG Pre - ~eito Estácio Cunha Martins, do Distrito de Boqueirão recebe ram, do Prefeito Pires, uma via ge à Campo Grande, mais preci­ sa:ente "um dia na Embrapa". O Prefeito Pires, Dona Lourdcz, toda a equipe da Administração Municipal propor - clonaram ao povo uma festa mágica. Não se­ rá esquecida. Receba Prefeito, de todos os Jardinen - ses que querem o melhor para a nossa cida­ de, o muito obrigado, Deus lhe pague. E, fique ciente, o povo sabe que o se - nhor não está e nunca esteve à cata devo­ tos, e nem de elogios, ou tapinhas nas cos l f · ., / i: ._: (2 tas; o povo sabe, Prefeito, que a festa , suas realizações, seu trabalho é fruto de um ideal e de um coração imenso, o povo, e Deus, Prefeito, sabe, como é bom ser bom, que alegria ver a alegria nos olhos dopo­ V<:_>: da gente humilde, que o Rabi da Gali - lia, o_Senhor da Luz, proteja o senhor e sua familia, irradiando na sua vida um pouco mais da Vida Dele. o senhor mere- ce. (PP). no PRESENTEIA ALUNOS DO BOOUEIRAO 07/12/93 Terça Feira Os 19 estudantes foram coman dados pelo Engenheiro Agrõnomo­ Reginaldo e orientados pelos Professores Antonio Carlos e A­ lexandre Cher, e tiveram um dia interessantíssimo, segundo des­ creve o relatóio que transcreve mos abaixo: - 08:00 - 0G:30 horas - Recepção'e boas vindas Chefia do CNPGC e SDT 08:30 - 09:00 horas - EMBRAPA E CNPGC Pedro Paulo Pires 09:00 - 09:!0 horas - Intervalo 09:10 Controle de Ectp e Endoparasitos Ivo Bianchin 10:10 - 11:00 horas - Coleção de Forrageiras Silvano Calixto 10:00 horas 13: 30 .. 13:50 horas - Area de Informação Maria Antonia Uchoa 13:50 -<3 horas - Degradação e Recuperação de Pastagens Armindo Neivo Kichel 14:30 - 14:40 horas - Intervalo 14:40 15:20 horas 15:20 - 15:50 horas - Laboratório de Parasitologia Jacqueline Cavalcanti Barros 16:00 horas - Encerramento Degradação e Recuperação de Pastagens (coE tinuacão) 11:00 - 1l:30 horas - Curral para Bovinos - Módulo 500 Saladino Gonçalves Nunes Tanto os Mestres como os alunos acharam a experiência de sur.:a importância para o desenvolvimento de suas atividades e agrade cem ao Prefeito Pires pela.oportunidade gue lhes foi oferecida. Jardim Volta a Crescer - - ---------------- PRONIV FIZ 1 . FESTA DO NITIL - A PRONAV, realizou neste dia 20 pp., d festa do Natal das crianças das Creches. A Primeira Dama Olga B. Zacarias e o Prefeito Abraão Zacarias realizaram na Creche do Projeto Acalanto a festinha das crianças, com distribuição de presentes de Natal, onde não faltou a chegada tão espe­ rada pelas crianças, do Papai Noel onde tam­ bém foi distribuido sorvetes. Olga B. Zacarias cm entrevista sobre os projetos futuros disse: "As metas feitas neste ano, como todo mundo sabe foi difícil, para a Administra­ ção de Abraão, pois encontrou a Prefeitura com muitas dívidas e inclusive cu na parte da área social, com relação dos tonvênios que temos com a LBA, que estavam todos blo queados por falta de pagamentos e a falta de prestação de contas da Administração a~ terior e isso nos causou grandes transtor­ nos pois ficamos mais de 6 meses sem rece­ ber esses repasses. Tudo isso dificultoso, inclusive para reabrirmos as Creches e darmos atendimento aos idosos, ma~ graças ã algumas promoções e ao atendimento da comunidade belavisten­ sc que nos auxiliou tivemos bastante êxi - tos e pudemos tocar as coisas para frente. Nossa maior preocupação era com as Cre ches e com os idosos, isso com a ajuda da comunidade e do Prefeito Abraão colocamos em funcionamento. Acredito que fizemos tu­ do dentro do possível, com poucos recursos e com dificuldades. Acredito que cumprimos uma das metas praetidas na campanha, se houve falhas com atendimentos as Creches e aos idosos, procuraremos suprir no ano de 94 que acredito será bem melhor que este ano. Tinhamos cm mente a implantação de vá - rios programas, mas não foi possível devi­ do à situação financeira e a falta de espa ço físico. O ano de 93 foi difícil, mas fi zcmos tudo dentro do possível, o que esta­ va dentro de nossas possibilidades foi fei­ to, quero ressaltar mais uma vez, com a a­ juda da comunidade e do Prefeito Abraão. Acredito que o ano de 94 será um ano me lhor para nós todos. Abraão já ostá procu­ rando recursos, para fazermos uma Creche onde poder.'.i. abrigar 250 ou 300 criança::; d-~ O ã 16 anos no terreno "Roane Collor" no Bairro Costa e Silva onde abrangerá também ao adolescente cursos nrofissionalizdntcs, onde poderemos prepará-los para o merca­ do de trabalho". Isso não está concretizado ainda, são projetos que temos para 94 e que estaremos torcendo para que dê certo, pois o Prefei­ to está em busca de recursos para que con­ cretize nossos objetivos. Espero que a nossa comunidade tenha fé e esperança para que nossas realizações sg jam concretizadas. Temos que ser otimistas e rezarmos para que tudo dê certo. Para finalizar gostaria de deixar aqui aos belavistenses, não só cu, mas o nosso Prefeito Abraão, nossos abraços fraternos e que o ano de 1994 seja o ano de realiza­ ções para todos, que oremos juntos para que nossas realizações sejam concretiza das. Aos bclavistenscs que tenham um Feliz Natal e um Próspero Ano Novo e que Deus i­ lumine os lares de todos". 1 de e ... ,.. 1 " # 1 i 1 ·.' ,,,. Cumprindo o que - havia prometido no último dia 16 duran­ te a realização da eleição do Funcioná­ rio Padrão da Prefei tura Municipal, o Prefeito Abraão zaca rias pagou neste ül­ timo dia 21 o 130 sa lário de todo o fun­ cionalismo público - municipal, encerran­ do o ano de 1993 com os compromissos com os servidores total­ mente cm dia. Aproveitando que grande parte dos fun cionários públicos - municipais estavam - reunidos na sede do Paço Municipal, onde foi feito o pagamento do 13 Salário, o Prefeito Abraão fez um pedido à todos P ra que, dentro de suas possibilidades colaborassem com a campanha de Solida - riedade que está sen do realizada em prol do Hospital São Vi - cente de Paula, deno minada "O Amor não tel:1 Fronteiras". o Prefeito, em suas palavras aos funcionários, lem brou que o Hospital São Vicente de Paula enfzenta sérias difi culdades devido aos parcos recursos re­ passados pelo INAPS, na maioria das vezes com grande atraso. A i 1 1 Pi.efeito Abraâo ocdc o apoio dos funcionários para a Campanha em prol do Hospital_ Sdo Vicente de Paula Abraão ressaltou que "hoje o nosso Hospital é uma casa onde todos nós temos direito ã saúde gra­ tuita e com isso a arrecadação do Hospi tal é muito pouca, o que o coloca à beira da falência". Abraão Zacarias - disse ainda, "a Dona Bernadete, Presiden­ te do Hospital são Viéente de Paula, é uma pessoa de muita competência e credi­ bilidade e vêm desen volvendo essa campa= nra onde todos os be lavister.ses que des@ jarem, de uma forma ou de outra, colabo­ rar com o Hospital , são muito bem rec,1,.i dos". O Prefeito pediu a colaboração de seus funcionários e afirmou: "pode ser qualquer quantia pes soal, não precisam= ter vergonha de cola borarem com um pou quinho", segundo ele, "por menor que sejam as colaborações, em muito elas vão aju - dar aqolos que mais necessitam" assina - lou o Prefeito, des­ tacando que "o momen to é de todos nós a­ judarmos para que possamos sair das dificuldades que en­ frentamos". Para receber as .doacões dos funcioná rios da Prefeitura= Municipal, foi instala da uma mesa recepto­ ra ao lado da caixa onde estavam sendo e fetuados os pagamen­ tos do 130 salário, até o fechamento des ta Edicão ainda n tínhamos o resultado oficial das colabora cães dos funcioná - =ios da Prefeitura, o que será divulgado na próxima edição da Tribuna da Fronteira. Refeito Distriii l is as Professores Municipais Por ocasião do pagamento do 139 sal­ rio aos Funcionários Públicos Municipais, o Prefeito Abraão Zacarias presenteou os Professores da Rede Municipal de Ensino com exemplares do livro "Pedras Que Ro 1am" e "Nas Matas do Perdido", de auto - ria do Jornalista Ivaldo Pereira. No total foram distribuídos 200 exem­ plares das duas edições, o gesto do Pre­ feito marca o início de um programa de incentivo a cultura a ser desenvolvido em conjunto com a Editora Bela Vista (Edibel), a partir do mês de fevereiro , para editar no sistema de parceria (Pre­ feitura, Editora e Empresários, Livros e Revistas de Autores Belavistenses). Vale lembrar que neste setor, cultu ralo Prefeito de Bela Vista também tem planos para desenvolver na comunidade ou tras iniciativas, as quais serão divulga das logo nas primeiras Edições da Tribu­ na da Fronteira, em 1994. - A iniciativa do Prefeito em distri buir os livros para os Professores da Re de Municipal de Ensino foi muito bem a • ceita por todas e, diga-se de passagem no outro dia o Editor jã recebeu inúmeros - telefonemas de pessoas que desejam adqui rtr novos exemplares, o que só será pos­ sivel apôs a impressão de uma segunda e­ dicao, Ja que a primeira está totalmente esgotada, tanto do "Pedras Que Rolam" co mo do "Nas Matas do Perdido". Prosperidades! Dt:Z/1 '.J'.J 3 - l nloque Social NOITE DOS ASTROS E ESTRELAS O, melhores do ano de 93; dará início a preparação para festa máxima que irá reu­ nir as personalidade que mais se destaca­ ram no ano de 1993: Pessoas de nomes mar cantes serão relembradas e homenageadas n noite das personalidades. Será uma festa inesquecível... SUCESSO Com o sucesso do cu trabalho realizado cm divcr!.õO!J Municiplo!. do Interior do MS o Produtor e Modelo Edir •ravares retorna d cidade pólo da Região Sudoeste Jardim para encerrar o ano, como j.:i é tradicional a realização de um desfile show, com diver - coo modelos da Região MS. O CLUBE DOS CAIÇARAS Que está sob a direção da Sr4 lbrão, está na expectativa de que nal do ano poderá ser inaugurada. Parabéns à Direção do Clube. CONFECÇÕES MARA ~ a nova loja que tem em Porto Murtinho fica ao lado da Tribuna Murtinhense, com muitas novidades para você, com ótima qua­ lidade. PIRABENIZAMOS O jovem Fábio da Silva dos santos, fi lho da Sra Elena e o Sr. Ozório Miranda dos Santos que foi magistrado em direito no dia 10 de Dezembro cm Campo Grande. Mui to sucesso! 1 PORTO MURTHll!O k ,. >I ] Fátima até o f! BAILE DO BAILÃO BAHIA Arrasou neste final de semana, a festa do Havai, estava super animada. A socieda de murtinhensc se fez presente e a festa­ foi até as 5:00 hs da manhã com ritmo de Carnaval. O Clube Bailão Bahia no momento é o mais apropriado para passar um final de semana com muita descontração e anima­ ão. Valeu ... Abri I hantando BAILE DE FORMATURA Estava tudo muito bonito na Festa de Formaturc:1 do 30 Técnico, dia 18 de dezem­ bro de 93, na Missa cm Ação de Graças rea lizada na Igreja Sagrado Coração de Jesus· às 8:00_hs da manhã à seguir, às 19:30 hs a coluçao de grau na qual os formandos do 30 Técnico estiveram todos deslumbrante. O.baile foi realizado no Clube Carandazal o paraninfo foi o Ex-Prefeito de Porto Murtinho Dr. Heitor Miranda dos Santos o Patrono Deputado Moka, e o Padrinho o Pre sidente da Câmara João da Cruz Pacheco e a Madrinha Miriam dos Santos. Também estavam presentes os casais que anotei: Sr. Nelson Feres e esposa, Sr Heitor e esposa, Sr.Baptista e esposa, cm tre outros. Os formandos: Ana Paula Simo­ ne Martins, Caetano Filho, Edson Farias, Francisco Alves, Idalina Medina, Joceli - Ribas, Lina Villalba, Marcio Acostu,Maria Fátima Farias, Merlin Ibarra, Miriam Fe res, Nelson Júnior, Odilon Valencoela, R sa Sanches, Victor yala. - Agradecemos as presenças especiais de: Aparecido(Defensor), Eliete Ayub, Sidney Abrdo Filho, Karla dos Santos, Graciela - Gonzales e a Senhorita Sonia Brites. Rosetas de atalas INGREDIENTES: - 1 kg de batatas em rode - las; 1/2 xícara(chá) de água fervente; 50 g de manteiga; 3 colheres (sopa) de auei­ jo parmesão ralado; 3/4 de xícara(chá) de creme de leite fresco; 3/4 de xícara(çhá) de leite, sal a gosto MODO DE FAZER: - Ponha as batatas descas­ cadas e cortadas em rodelas numa tigela com água fervente. Tampe e leve ao forno cm temperatura alta, por 13 a 15 minutos ou até que as batatas estejam macias. Me­ :a duas vezes durante esse tempo. Retire do forno, escorra bem, junte a manteiga e '1Dil J -- j 1 l l l F r·,ando ·::::·.·: {1/21. 1 : -: : . ,. .'. ·•. ·.:.. . .... . . . .. . . . · .. : . : .. . . . . ....... . . ·. . . . . . . . :-·: . . . AUTO POSTO PDNTINE RUA DR. CORREA, 700 FONE/ FAX - (067) 287-1238 PORTO MURTINHO MS • (õJ SERVIÇO DE POSTO EM GERAL - COMBUSTÍVEL FILTRADO, LUBRIFICANTES E TROCA DE ÔLEO - LAVAGENS E BORRACHARIA. ATENDIMENTO PERSONALIZADO E EDIÇÃO DE NNTAL DEZ./1993 BOAS FESTAS QUANDO O NATAL SE APROXIMA, NOS LEMBRAMOS DAS DIFICULDADES QUE ENFRENTAMOS DUHJN'l'E '1'000 INO. MAS A MAGIA DESTA DATA NOS DÁ A CERTEZA DE UM AMANHà MELHOR E, ClDl VEZ MAIS, ACREDITAMOS QUE O lNO NOVO SERà MlIS FELIZ, CHEIO DE ESPERINÇl, REPLETO DE PNZ. FELIZ NlTlL E PRÓSPERO ANO NOVO! SÃO OS VOTOS DO: SUPERMERClDO TIMBIRI - AILTON F. DOS SANTOS - CARACOL - MATO GROSSO DO SUL .•:.: I NO MOMENTO EM QUE O PENS/MENTO SE ELEV/1 /Ti:_: AQUELE QUE, COM SEU SORRISO E SUA PROMESSA i:_: O CENTRO DO NATAL, DIZEMOS A TODOS QUE ESTIVERAM CONOSCO EM PENSAMENTO, PALAVRA E TRABALHO O NOSSO MAIS SINCERO RECONHECIMENTO. FELIZ NATAL E PROSPERO ANO NOVO. SÃO OS VOTOS DE: MARCIONILIO RODRIGUES DOS SANTOS E MATILDE CARACOL - MS 1 1 1 i 1 1 f FELIZ NATAL, PROSPERO ANO NOVO BG / ATRAVÉS DO TRABALHO ESTIVEMOS LIGADOS NO ANO QUE SE ENCERRA, QUE EM 1994 CONTINUEMOS TRABALHANDO , CRESCENDO E PROGREDINDO JUNTOS. - E O QUE LHES DESEJA O: BANCO BAMERINDUS DO BRASIL S/A - AGENCIA CARACOL - MS Bom Fim de Ano NATAL, RENASCE A ESPERANÇA ENTRE OS HOMENS ... RENASCE A BUSCA DA PAZ E DO AMOR ... QUE EM 1994, POSSAMOS VIVER COM MAIS ESPERANÇA, NUM CLIMA DE MUITA PAZ E AMOR. BOAS FESTAS. ~ O QUE LHES DESEJA O DE : RAMÃO PEREIRA CLUBE SANTA ROSA Feliz Natal CARACOL - MS QUE OS MAIS ALEGRES ACORDES DO NATAL SOEM POR TODO ANO NOVO, ESPALHANDO SUA MOSICA DE PAZ E ALEGRIA ... A TODOS QUE CONOSCO COMPARTILHARAM A ALEGRIA DO ANO QUE SE PASSOU, DESEJAMOS MUITA PROSPERIDADES, SAODE ... SÃO OS VOTOS: VEREADOR PASCHOAL PUCHETA E FAMILIA EDIÇÃ0 DE NNTA, UE:Z/193 29 CNERNO Felicidades A 'TOD0S AQUELES QUE LUTAM E TíllBAT,IIAM POR UM AMANHà MELHOR, DESEJAMOS UM NA'rAJ. DE ALEGRIAS E ESPERANÇAS, QUE LEVARÃO A UM ANO NOVO DE FELICIDADE E PROGRESSO, AMOR E PAZ. FELIZ NATAL SÃO OS VOTOS DE: JESUS DELBAR FERREIRA LEITE E F1M1LIA CARACOL - MS L . - ···- • J 1 • -~ •• • • • /J i 1 i r O TRABALHO NOS MANTEVE LIGADOS TODO ESTE AGORA, O NATAL NOS LEVA A REFLETIR SOBRE TODO O QUE PASSOU, PARA JUNTOS SEGUIRMOS EM FRENTE, PROGREDINDO E CRESCENDO NO ANO NOVO. BOAS FESTAS SÃO OS VOTOS DA BORRACHARIA DE CLOnOALDO CENTURIÃO EM 1993 TRABALHAMOS, DISCUTIMOS, CRIAMOS, CONQUISTAMOS ... QUE EM 1994, TENHAMOS MAIS TRABALHO, PARA DISCUTIR MELHOR, A FIM DE CRIARMOS MAIORES RECURSOS E CONQUISTARMOS NOVOS HORIZONTES. BOAS FESTAS CARACOL-MS SÃO OS VOTOS * POSTO PORTEIRA MANECO DOS SANTOS Que tudo se realize QUE A PAZ E A ALEGRIA DO NATAL ESTEJAM PRESENTES EM TODO ANO NOVO. A ESPERANÇA DO AMANHA É FRUTO DO TRABALHO DE HOJE. QUE O NATAL FORTALEÇA A ESPERANÇA, ILUMINANDO DE AMOR, PAZ E ALEGRIA O ANO QUE SE INICIA BOAS FESTAS 1 HORÁCIO GODOY E FAMILIA - CARACOL - MS Boas Festas O NATAL É UM ÓTIMO MOMENTO PARA REPENSAR O PRESENTE E TRAÇAR NOVOS PLANOS PARA UM FUTURO OE ESPERANÇA E REALIZAÇÕES. BOM NATAL E PRÔSPERO ANO NOVO SÃOS OS VOTOS OE: SÃO OS VOTOS DE: LIQUINHO CENTURIO E FAMILIA ' CARACOL - MS 1 l Bom Natal • -- .~ - - - :.º. :-"'' • --""-, ---~~~-..:..-. -.- . A FELICIDADE DEPENDE UNICAMENTE DE N0S. NESTE NATAL, VAMOS PROCURA-LA DENTRO DE CADA UM. PARA NO ANO NOVO, APROVEIT-LA A CADA INSTANTE. FELIZ NATAL E PRÓSPERO ANO NOVO. * COMERCIAL LIMA - VALDOMIRO LIMA 'E FAMILIA c A R A e o L -- . -------- B O 4 S FEST.&S 25/D,1/1993 -------- -- . OUE NESTE NNTNL, POSSAMOS REFLETIR NO EXEMPLO SIMPLES E HUMILDE DE JESUS, PARA CONSTRUIR NO ANO NOVO, A VEJIDlDP.InA FP.LICID/DEI AOS NOSSOS AMIGOS, ERGUEMOS UM BRINDE DESEJANDO O MlIS FELIZ Nl'l'lL E UM /NO NOVO W}:,GRANDES REALIZAÇOES. { • SÃO OS VO'l'OS DA: LANCHONETE PAQUERA - JARDIM - MS - 1EM%. ... , ... .. . O NATAL FAZ RENASCER EM CADA PESSOA A ESPERANÇA DE UM MUNDO MELHOR! FELICIDADE, PAZ E HARMONIA, SÃO OS VOTOS QUE ARDENTEMENTE FAZEMOS NO TRANSCORRER DE 0M ALEGRE NATAL E NO LIMIAR DE UM ANO NOVO REPLETO DE ESPERANÇAS. SÃO OS VOTOS DA: T IPECAHIA HORIZONTE DE: VALTER ACOSTA JARDIM -MS EDIÇAO DE NATAL . DEZ/1993 20 CADERNO Câmara Municipal de Caracol .--' VEREADOR JOS8 CARLOS BARCELOS ESTE É O MELHOR MOMENTO PARA REFLETIRMOS EM TUDO O QUE SE PASSOU NESTE /NO. QUE EM 1994 POSSAMOS ES'l'JR NOVAMENTE JUN'I'OS, APROVEITANDO AS EXPERIENCIAS POSITIVAS QUE TIVEMOS PARTINDO PARA NOVAS E FELIZES REALIZAÇÕES FELIZ NATAL E PROSPERO ANO NOVO 1 VEREADOR JOS8 CARLOS BARCELOS - PRESIDENTE MIL'I'ON BENDER THIRSON FERREIRA LEITE ESTJNISLJU NUNES PASCHOAL PUCHETA EVALDO DE MOURA PEREIRA DORALINA RODRIGUES LEITE JOSÉLIO DOS SANTOS DARCY SOUZA NETO CiMIRI MUNICIPIL DE INTONIO JOIO QUANDO O NATAL SE APROXIMA, NOS LEMBRAMOS DAS DIFICULDADES QUE ENFRENTAMOS DURANTE TODO O ANO. MAS A MAGIA. DESTA DATA NOS DA A CERTEZA DE UM AMANHà MELHOR E, CADA VEZ MAIS: ACREDITAMOS QUE O ANO NOVO SERA MAIS FELIZ, CHEIO DE ESPERANÇA, REPLETO DE PAZ. FELIZ NATAL, PRÕSPERO ANO NOVO 1 JUNEIR MARQUES - PRESIDENTE BOAS FESTAS EDIÇÃO DE NATAL 2 DE DEZEMBRO/1993 NATAL NÃO E SO FESTA, ESPERANÇA, N A T A L E ACIMA DE TUDO, UM DIA ESPECIAL PARA PENSAR NA VINDA DE CRISTO. FELIZ NATAL E PROSPERO ANO NOVO 1 SÃO OS VOTOS DO DEPUTADO ESTADUAL ALBERTO RONDON Feliz at a 1 • • • UM BOM NITIL! COM ELE A CERTEZA DE QUE ONDE CHEGAR SUA PALAVRA, CHEGARÁ A VERDADE, A ESPERANÇA E O AMOR. FELIZ NATAL 1 SÃO OS VOTOS DE: ANTONIO CARLOS ARROIO - ASSESSOR ESPECIAL DO GOVERNADOR PEDRO PEDROSSIAN Bom Natal QUE AS LUZES DESTE NATAL PENETREM NOS CORAÇÕES E ILUMINEM TODOS OS DIAS DO ANO NOVO. QUE CADA MOMENTO SEJA DESFRUTADO COM IMENSA ALEGRIA E SEJA FORMADO UM ELO DE PAZ, AMIZADE E AMOR! FELIZ NATAL E PROSPERO ANO NOVO! OS VENTOS BONS DO NATAL TRAZEM-NOS SEMPRE PEDAÇOS DE ALEGRIA, DE LUZ, ANSEIOS DE PAZ, E AQUELA ENORME EXPECTATIVA DE UM MUNDO MELHOR, MAIS JUSTO, MAIS HUMANO, MAIS FRATERNAL SÃO OS VOTOS DE: ULISSES SERRA NETO (NONINHO) - PRESIDENTE DA FUNDAÇÃO OE CULTURA - MS Prosperidades "FELIZ NATAL 1 FELIZ 19931 É O QUE LHES DESEJA: Feliz Natal DEPUTADO ESTADUAL - WALDEMIR MOKA - DEZ/93 20 CADERNO Feliz Ano Novo A ESTRELA DO PASTOR NOS GUIOU POR 'TODO ESTE ANO, E NOS CAMINHOS CORRIDOS ENCONTRAMOS S7ODE E BOAS AMIZADES, ESPERAMOS QUE OS REFLEXOS DE SUA LUZ CONTINUEM ILUMINANDO A 'TODOS NOS, EM MAIS UM FELIZ ANO NOVO BOAS FESTAS SÃO OS VOTOS DA: PREFEITURA MUNICIPAL DE JARDIM - MS + ENGENHEIRO JOSÉ VICENTE DE SANCTIS PIRES - PREFEITO .. . . . . . . . . . ,·.· · .. I FELIZ 1994 !!! Feliz Natal! O TRABALHO FOI NOSSO PONTO COMUM ATRAVÉS DELE CRESCEMOS, APRENDEMOS E CONSTRUIMOS. QUE EM 1994 POSSAMOS CONTINUAR JUNTOS, ESTREITANDO LAÇOS DE AMIZADE E TRABALHANDO MAIS, SEMPRE COM BASE NA HARMONIA E COOPEAAÇÃO. BOAS FESTAS, FELIZ ANO NOVO! t O QUE LHES DESEJA O: F l E 9 L 9 I 4 z SE JESUS TIVESSE VIVIDO HOJE, NÓS LHE PEDIRIAMOS: SENHOR, EXPLICA-NOS A PNRABOLA DO TIPÓGRAFO ... ". E ELE NOS EXPLICARIA: "EU SOU A VERDADEIRA MATRIZ. TUDO O QUE VEIO ANTES DE MIM FORAM APENAS PROVAS, FIGURAS DA REALIDADE QUE SOU EU. E TODOS OS QUE VIERAM DEPOIS DE MIM DEVERÃO REPRODUZIR, EM SUAS VIDAS, O MEU MISTt::RIO". QUE O MISTÉRIO DO NATAL SE REVELE A TODOS EM FELICIDADE, PAZ E SAODE. PREFEITO MUNICIPAL DE PORTO MURTINHO LUIZ CARLOS DE ABREU BOM NATAL E PRÓSPERO ANO NOVO t Feliz Natal QUE 1994 SEJA REPLETO DE ALEGRIA! SÃO OS VOTOS DE JOELSON MARTINEZ PEIXOTO E FAMILIA JARDIM - MS NIITIL! ONDE Hà UMA VONTADE, Hà UM CAMINHO. ONDE HÁ BOA 'VONTADE, Hà MUITOS CAMINHOS. A TODOS AQUELES QUE NOS AJUDARAM A ABRIR CAMINHOS NO ANO QUE PASSOU -- -- - E QUE FORJARAM CONOSCO, NA TEMPERA DA LIDE, UMA CORRENTE SÓLIDA DE BOA VONTADE, O NOSSO MUITO OBRIGADO E MELHORES VOTOS DE HARMONIA E CRESCENTE PROSPERIDADE. BOAS FESTAS! E O QUE DESEJA A: MINERAÇÃO PROPRIETARIO : ANTONIO ARANHA JARDIM - MS EDIÇÃO DE NNTAL, - 25 DE DEZEMBRO DE 1993 20 CAD)E;oo feliz Natal! r 1 :. .J, . Osvaldo Possari VIVER O ADVENTO E O NATAL, EM PROPUNDIDADE, 2 ABRIR JANELAS E PORTAS DA ALMA, COM ALEGRIA E GENEROSIDADE. JESUS QUER NASCER E RENASCER EM NOSSOS CORAÇÕES! E TEMPO DE LEMBRAR QUE A PAZ t POSS!VEL. NATAL ... E PARTILHAR AS CONQUISTAS QUE JUNTOS SEMEAMOS ... São os Votos da: Viação Cruzeiro Osvaldo Cesar Possari o ui .. Faca como Papai Noel VIAJE TRANQÜILO, VIAJE VIAÇÃO CRUZEIRO DO. SUL 1e"0e 2 meteres2 e ,gçgg] Um Feliz Natal ... Nata 1 ... • 11 NO CORAÇÃO, ._ DNÇI RENOVADA - NII VIDD ·f. ETIDA - CRIANÇA : 1 ! i a s ·, Vereador João da Cruz Pacheco - Presidente do Legislativo Murtinhcnse i j t l * OS VEREADORES - * ILKJ BICHA OSÓRIO MIRANDA DOS SANTOS * IILTON SANCHES * FEí..!lANDO DE MATOS * SANDRO MJLDONADO * OSVALDO NITAL1CIO .OVELAR * ILCIRO LOPES * ILCIDES 1NCÃNTIRI * JOÃO DA CRUZ PACHECO DESEJAM A TODOS UM FELIZ NITIL E PRÓSPERO ANO NOVO! S10 OS VOTOS OI: CÂMIIRB MUNICIPIL DE PORTO • MORTINHO r EDIÇÃO DE NNTAI, 20 CALE+NO Df.Z/ 19'.n Feliz Natal! UH NATAL, CHEIO DE AMOR E DE PAI, TRAZENDO UM ANO NOVO DE ESPERANCA E PROGRESSO PARA TODOS FELIZ NATAL l'RÕSPERO ANO NOVO SÃO OS VOTOS DO PREFEITO MUNICIPAL DE BONITO - MS * JOSt;: ARTHUR FIGUEIREDO Feliz Ano Novo FELIZ AO COMEMORARMOS O NASCIMENTO DAQUELE QUE e A LUZ, A ESPERANÇA E A VIDA LEMBREMO-NOS DE QUEM MERECE OS MAIS SINCEROS VOTOS DE PAZ, FELICIDADE E PROGRESSO! BOAS PESTAS SÃO OS VOTOS DA: PREFEITURA MUNICIPAL DE ANTCNI 10MO - MS NILCE ALVES DE OLIVEIRA - PREFEITA MUNICIPAL 1994 A CADA NATAL NOVAS ESPERANÇAS ... QUE EM 1994 AS ESPERANÇAS SE CONCRETIZEM TRAZENDO PARA TODOS MUITA PAZ E FELICIDADE BOAS FESTAS FELIZ NATAL SÃO OS VOTOS DO: PREFEITO MUNICIPAL DE GUIA LOPES DA LAGUNA JORGE ANDRt CAETANO l FESTAS Nata A SER NATAL E O ANO NOVO A REALIZAÇÃO DOS NOSSOS SONHOS! FELIZ NATAL ! 1 1 Rà UMA INTENSA TROCA DE MENSAGEM DAS MAIS VARIADAS FORMAS; NÃO IMPORTA QUE A MANEIRA POSSA PARECER LIGEIRA, O QUE IMPORTA t QUE AS PALAVRAS CARREGUEM A FORÇA DOS NOSSOS SENTIMENTOS, O QUE IMPORTA t;: QUE SE FAÇA E FALE ALGUMA COISA. PARA QUE O NATAL CONTINUE O s À 1 1 PREFEITO MUNICIPAL DE CARACOI ADMINISTRAÇÃO JUVINO GODOY - CONHEÇO E CONFIO EDI,AO DE MA'TAL, DEZ/1993 20 CAEP O t, 1 1 t l ' 1 l : t, • : 1 1 1 ' j esus Nasceu A ALEGRIA DO NATAL NOS AUMENTA A ESPERJNÇÁ DE UM ANO DE MUITAS REALIZAÇÕES. DOAS FESTAS. SÃO OS VOTOS DE: Paz e Alegria Que tudo se realize NATAL ... RENASCE A ESPERJNÇA ENTRE OS HOMENS ••• RENASCE A BUSCA DA PAZ E DO AMOR .•. QUE EM 1994 POSSAMOS VIVER COM MAIS ESPERANÇA NUM Y CLIMA DE MUITA PAZ E AMOR. FELIZ NATAL SÃO OS VOTOS DA: IRINEU NETO DA SILVEIRA E FAMILIA CARACOL - MS MADEIREIRA F. PAGLIOSA + NECO PAGLIOSA E FAMILIA * CARACOL - MS Boas Festas O NATAL!:: UM BOM MOMENTO PARA BRINDARMOS AOS SUCESSOS ALCANÇADOS; BRINDEMOS TAMB!::M, AO ANO QUE CHEGA SEJA AINDA MELHOR COM MAIS ALEGRIAS E REALIZAÇÕES. FELIZ NATAL E PRÓSPERO ANO NOVO SÃO OS VOTOS DA: BAMBU LANCHES DE SERGIO SERENA E CELSO SERENA E FLIA c A R A c o L MS - j _ "A FRATERNIDADE!:: A CHAMA QUE ILUMINA O CAMINHO DA PAZ. DO AMOR. " QUE 1994 SEJA REPLETO DE REALIZAÇÕES! FELIZ NATAL! F 1 SÃO OS VOTOS DO E 9 L 9 MERCADO CARACOL I 4 z DE: JARY SOUZA NETO E FAMILIA 1 l 1 1 1 l 1 ! ---------------------------------------------------------------- ---------------------------------------------------------------- ----------------------------------------------=-=====---------- TIL MAIS DO QUE SIMPLES MENSAGEM, ESTAMOS EVIANDO NOSSOS SINCEROS DESEJOS DE UM NATAL DE PAZ E AMOR, E UM ANO NOVO DE REALIZAÇÕES E FELICIDADE. FELIZ NATAL ( SÃO OS VOTOS DE: AVELINO GODOY·E FAM!LIA - MS e Feliz Natal , . DEVEMOS SEGUIR SEMPRE EM FRENTE, MANTENDO A ESPERANÇA E CONQUISTANDO EXPERIENCIAS PARA CONSTRUIR UM FUTURO FELIZ, ONDE A PAZ E A HARMONIA ESTEJAM PRESENTES. FELIZ NATAL E PROSPERO ANO NOVO - SÃO OS VOTOS DA: TORNEARIA SANJODIESEL - JOÃO B. DO NASCIMENTO E FLIA c A R A e o L M s II l 1 -fdição de Natal 3 1 CIDERNO 25 DE DEZEMBRO DE 1993 - J9 CADERNO - s emento Cultural LITERATURA- ATES - CINEMA - MÚSICA APOIO: ULYSSES NETO (NONINO) • Publicado simultaneamente nos jornais. T. da Fronteira / C. Jardinense e T. Murtinhense O Espírito de Natal O Espírito de Natal é algo que veio gradativamente­ se integrando ao nos so dia-a-dia. Ele chega aos poucos, através de um cartão de Boas Festas que muito an tes da data esperada é enviado por amigo distante. As amizades se multiplicam ou se renovam pelos abra ços, os encontros , mas sobretudo pelo pinheiro enfcílado­ quc aparece na praça no supermercado. As estrelas luminosas que são colocadas no alto de cdifícios,ou mesmo naqueles sim ples pinheirinho,que é apanhado no alto do armário, junto e/ bolinhas coloridas. Com essa chega­ da, as preocupações pela ceia da" Noite Feliz "e o desejo - de presentear, tão explorado pelo comér cio... - O consumismo de uma sociedade tão a pegada à ditadura do que lhe é exposto - pelos meios de comu­ nicação, entretanto, não chega a totalmen te mudar o "espírito natalino". Mas dar presentes não é um fenômeno dos nossos tempos, há uma tradi cão porém nesse cos­ ume. Antes mesmo do nascimento de Cristo os romanos celebra vam as Saturnálias festas que homenagca vam Saturno e a fer­ Lilidade do solo. Assim, do dia 17 ao dia 23 de de zembro, o trabalho @ ra suspenso e as ca sas enfeitadas, cea­ va-se e se presentea va os amigos e paren tes. A tradição se manteve e foi assimi lada pelos católicos Estes festejos da época romana cul­ minavam com uma gran de festividade no dia 25, dedicada ao , Deus Sol, denominada "Natalis Solis Invic ti" ou "Natalícia do Imbatível Sol". Em 354 D.C.cons ciente de que era impossível mudar a realização da festa resolveu a igreja cristianizá-la. " 25 de dezembro tornou - se então, o dia ofi­ cial do aniversário de Cristo. O bom velhinho que se tornou comum cm todos os natais , como o bom Noel, ou carinhosamente conhe cido como Papai Noel ", teve sua ori gem num bispo, que vjveu no século 40, conhecido por sua generosidade em dis­ tribuir doces e gulg seimas entre as crianças. Esse bispo mais tarde, ficou co nhecido no mundo co­ mo são Nicolau (cujo dia de nascimento - foi 6 de dezembro) Até a data 1848, São Nicolau foi caracte- rizado como o tradicional Noel. nosso Papai Outra lenda que explica a origem do pinheiro enfeitado - vem de Martinho Lute ro, fundador do Pro testantismo. Passea­ va ele numa noite fria mas extremamen­ te bonita por seu ar diferente e com o céu estrelado e repa rou num cipreste mo lhado, gotas de água iluminadas pelas fo guelras, pareciam en feites coloridos.... Teve então a idéia - de colocar uma peque na árvore, enfeitá - la e colocar velas a cesas em seus ramos, estava iniciada uma tradição que ainda hoje caracteriza a chegada do Natal .... O presépio, que foi iniciativa de São Francisco de As sis, que fez o pri­ meiro, é exibido em quase todos os lares e igrejas da Europa. Os espanhóis porém apresentam uma Parti cularidade. O Menino Jesus é colocado no seu leito da manje doura à meia-noite= do dia 24 para 25. Antes a manje doura fica vazia.· A cada ano, é comprada uma nova peça como um Pastor, um bicho, ou outra figura típi ca. Com o passar dos anos, o presepio ten de a crescer... Na Itália, os. calabreses comem o "strufulli", um doce cem nozes e mel. Na França é comum um ti po de doce com a for ma de tronco de árvo re, feito com choco= late, chantilly, mar zipã, conhecido como "Buche Noel". Os povos têm ca da qual sua tradição Os húngaros se dão presentes e as crianças fazem prcsé pios para dar aos a­ migos. Os armênios g fcrecem carneiros e perus assados aos vi zinhos. Os holande - ses festejam a chega da do Sinterklaas - (Papai Noel) e tro cam presentes no dia 5. Os soviéticos tro cam comidas típicas= e servem uma ceia composta de ganso , pernil, maçãs e canu dos de doces confei­ tados. Os alemães fa zem árvores e as en feitam com bolachi nhas cobertas de gla cê colorido e saem as ruas em grupos cantando canções na talinas. Enfim, o que é importante não é a forma de comemoração mas sim, sentir todo o espirito cm q se é envolvido po. essa noite mágica... Livros e Autores Página -10 É Natal, Reúna a Família em Volta da Mesa / KO3$N4 NOME.AGEM $2?h, • --- - à. .} . Ulisses Serra Neto " Noninho " . Homenageamos nesta Edição de Natal o Jovem Ulisses Serra Neto "Noninho",atual Presidente da Fundacãode Cultura de Mato Grosso do Sul, um dos principais incentiva dores da Cultura e do Esporte sul matogroi sense. * v,ja como preparar deliciosos pratos para enriquecer o seu Natal er:i Fami lia, receitas aprovadas e comprovadas. * Todos os itens para voce seguir, nas Páginas 06 / 07 deste 3 Caderno • O Natal em Diversos Países * Veja como é comemorado o Natal/Pág/12 A+i MI O LT! L r1A Como· Fazer Enfeites de Natal Móbil e dos Anjos Esta é una das melhores d e c o r a ç õ e s do NATAL - O M Ó B I L .E DOS ANJOS. Para executá-lo basta olhar as Indicações do texto e a medidas que estão ao la do, MATERIAL NECESSÁRIO: 5 compensados de vi rola de 20X13 centímetros e 5mm de epesura, l arame rosco de 4O cm, que será o arame central, 2 arames late­ raio (ll) de 20 cm d e tamanho, } lixas 120, um fio de nailon de Jm. Para cor tar a madeira, serra tico-tico, Para decalcar os anjos l caneta esferográfi­ c a preta COMO PAZER: Copie o anjo grande cm papel fino ou vegetal, ponha um carbono e· dcalqoe na padeira os cInco anjos, Cor a erra tico-tico, comece a cortar as cinco peças usando uma lâmina bem fina, Lixe depois cnda anjo com uma li­ xa l20, Lembre-se que as duas faces (ou lados) tem de ser marcados, Pinte os anjos com tintn eamaltc, uG11ndo cada cor para cada anjo a seu critério. Pr,2 cure variar bem as cores, Execute os furos nas cabeças dos anjos por onde vai passar o fio de nai­ lon (ou linha colorida). Em cada arame, d@ uma curvatura como se fosse a letra "E" com um alicate de ponta fina. No centro de cada arame é preciso que fique esticado e as ex tre:nidades, formando um pequeno gancho, que servirá para prender os fios d; naylon e na outra extremidade do arane, pelo orifício feito,prenda os anjos. E pronto. Agora prenda num locnl central e aguarde os elogios de seus convidados na ceia de NATAL, MATERIAL: 5 anjos nas dimensÕe!l de 20XIJ cm de compensado com 5mm de espes ar 1 - arame central de 40 cm grosso. 2- arame laterais de 20 cr.1 grosso 3 lixas de grana 120 1 - fio de nylon FERRAflENTAS: Serra tico-tico, canetas esferográficas pretas, tinta a Óleo de cores diversas. COMO FAZER: Tome o gabarito do anjo maior. Copie o desenho em papel vegetal ou manteiga decalcando sohre o compensado as cinco figuras com papel-carbo - • no. Corte depois com a serra tico-tco os cincos anjos. Lixe cada peça. Mar­ que com caneta esferográfica todos os detalhes do anjos. Decalcando de um la do como de outro. Pinte as figuras com tinta esmalte, tendo bastante cuidad;. com os contornos e de cores vivas. Fure a cabeça dos anjos por onde vi passar o fio de nylon observando as medidas do modelo. Dê uma leve curvatura nos arames para ter mais leveza. No centro de cada ara:ne, faça um reforço como se fizesse a letra "E" com um alicate de bico. Retorne as extremidades dos arames dobrando as pontas para formar pequenos ganchos. Na letra "E",os ganchos servem para ficar os fios - de nylon, seguindo exatamente as medids que mostram o modelo. Depois de pronto receba os elogios de todos. l 1 1 1 1 1 1 1 l 1 1 ! 1 1 TIL .- > ±%2,, 4a I LO TRmt#DO MATERIAL: Uma placa de isopor, bolas pequenas de isopor, palitos de Palitos de churrasco, CO!O FAZER: Recorte a base do trabalho em isopor no tamanho de 25Xl5co e pi_!! te-o co:n tinta plãstica. Pegue as bolas de isopor e vá prendendo os pzlitos de modo a formar "es trelas" os palitos maiores servem pa,:s prender as estrelas na base do ico-= por. Pinte as estrelas de cores diversas, e veja que bonito efeito!! dente. 74mAN/0 Da ANo Centro de Mesa :l Este centro é fâcil de fazer e veja como: 1 - Corte uma placa de isopor 30X20 cm. Cole depois a placa apliczndo sobre ela palha laninada por toda a placa. Toe uca vela e cole galão laminado dando voltas de modo a enfeita-la. Em espiral decor rida ih O - e o resto com bolas col~ se P nas. oesmo galao pode ser colado em volta da placa. 2 - Coloqe no centro de mesa onde vai ser servida to. a ceia e veja o belo efc! BO&S FESTAS l EDIÇÃO DE NATAL 30 CADERNO DEZ/9) CONTO ) EIS REGIME, VIVI O INO O Naquolo último dia do ano, o calor empurrava todoa para a praia. llnlena trocou de roupa, apanhando­ º biquinl azul de bolinhas de que Gil­ berto mais parecia gostar. Tratou logo de telefonar para o na­ morado. O telefone tocou o suficiente - para cansá-la e ela, desanimada, o colo cou no gancho enquan to reparava o céu muito azul, sem nu vens. Enquanto aguar dava uma nova oportü nidade de ligar, ob servou pelo grande - espelho da sala, com olhos bem críticos , suas formas um tanto roliças, razão maior para aquelas cansati vas aulas na acado mia ... O problema é q/ tinha pouca altura e adorava comer. Deu u ma volta pela saleta e tornou a ver suas formas e apesar de estar tudo no lugar­ e firme, se achou al go gordinha, para os padrões do namorado. Gilberto era al to e elegante, um atleta militar, mol­ dado numa disciplina rígida que o fazia admirado. Essas difg ronças talvez os tivessem atraido tan to, naqueles quase tres anos de namoro, mas não o suficiente para que sofresse piadas de amigas in­ vejosas... A campanhia to cou. Helena reparou um pouco no seu ros­ to de olhos brejei ros e nariz arrebita do que talvez tivas­ se impressionado mais Gilberto, pensou SOE ridente, surpresa c/ a beleza marota do ror.Lo ... Abriu a porta , pensando ser o namo­ rado. Roberto, primo, ali estava com um Q migo, Fernando, um garotão loiro que surfava sempre na Barra. Ambos foram en trando dispostos a levá-la à praia. Foram tão con vincantes, os olha res tão penetrantes, que a moça se rendeu ao convite. De um salto, os tres partiram no pe­ queno carro do primo e logo foram contor­ nando as praias re plotas de gente. Pro curaram então algum lugar mais tranqui­ lo da Barra, onde poderiam estar mais à vontade e longe de arrastões... O mar estava brilhante à luz de um sol ofuscante, os tres riam em meio a brincadeiras e as on das do mar. Helena reparou que nem sen tia a falta do namo­ rado. Roberto se a­ fastou e logo depois chegou com um imenso sorvête. Helena, con trariada por não p6 der, descartou no regime que fazia, o prazer de prová-lo. Os rapazes se revoltaram com ocas tigo que ela se autõ impunha. Afinal,para eles, ela era jovem, bonita e sobretudo - de formas perfeitas! O assunto ga­ nhou cores e discus­ são. Para os dois ra pazes, ela não devia se sacrificar tanto para atender a um namorado ausente. Fa laram de iguarias q/ haviam comido no Na tal e no que estava sendo preparado para o Último dia do ano. Helena quase chorou lembrando a dieta que fizera. Tudo sempre p/ agradar o Gilberto e ele nem telefonara. Onde andaria? Pensou por ins­ tantes... Não demorou em ter a resposta. Na praia agreste, ela divisou à certa altu ra uma barraca boh conhecida. Se aproxi mou lentamente, en quanto os rapazes i preciavam o seu modo de andar. Pelas costas reconheceu o rapaz de cabelo cortado. Surpresa, Hele­ na viu Gilberto abra çado a uma esguia loira ... Tornou a olhar para ter certeza, e voltou cm direção aos rapazes. Quase num grito pediu ao primo o sorvete que ele an tes lhe havia ofere­ cido. O devorou num misto de raiva e sen tiu que os rapazes ã olhavam com certa gu lodice também... - A última noite do ano chegou. Entre velas e comidas de todo o tipo, Helena se refestelava dos longos dias de jejum cercada pelo primo e parentes. O relógio­ bateu as badaladas do ano que acabava , um foguetório, ilumi nou a noite e os Õ lhos brilhantes de Helena, enquanto de cada lado do seu ros to redondo, RobertÕ e Fernando a beija vam carinhosamente, desejando um ano fe­ liz... Foi o adeus aos regimes e a promessa de iniciar um novo e muito bem nutrido­ ano! ... Para Refletir Ninguém possui uma serenidade que nao construiu. Daí, o im­ positivo da vigilância em nós próprios. Não se trata de prevenção contra ninguém e sim de verno. Para semelhante realização, ser-nos-à justo enfileirar cor tas obrigações primordiais que se nos mostram por alicerces da consciência tranquila. (Calma Emmanuel - Chico Xavier) ********************************************************************************************************************************** *************************************************************************************************************~******************** D CARPO FEMIMIDO IPÁS S /ME / AS mulheres maduras, aque­ las que foram cantadas em prosa e verso por Balzac, exercem um interesse crescente sobre os homens, isso porque a vivência­ cm qualquer tipo de relaciona mente, é mais duradoura na que possui experiência. A mulher - de trinta anos tem atributos fí sicos e interiores que uma ado­ lescente, com toda a sua beleza desabrochando, nem sempre pode alcançar. Mas se a mulher depois dos trinta é mais charmosa, sabedo­ ra dos "temperos" do amor, seu fisico apresenta em muitos ca sos os sinais de envelhecimen­ to.'o busto já não é tão rigido hã um aumento de volume, asco­ Xas e quadris, nádegas e cintura dão mostras de flacidez e a tao indesejável celulite tem um à Vvanço maior com a idade. t preciso então se preca­ Ver e iniciar uma guerra diária contra o envelhecimento precoce e dar ao corpo mais tonicidade. A água é o melhor hidratan te do corpo. Adote tomar pelo menos um litro diário desse li­ ruido, como desintoxicador natu tal e preservador da umidade na tural da pele. Mas e o resto do corpo ? t hora de frequentar pelo menos duas vezes por semana uma .Scssão de musculação feminina , ..._ ..,_ __.1. orientada para o enrijecimento­ muscular. A intensidade e a frequên­ cia dos exercicios vão depender de seu estado fisico. Para uma avaliação mais completa, é acon selhável fazer alguns exames de saúde e os seguintes testes, an­ tes de iniciar a carga de exer­ cicios. l- Teste ergométrico - realiza­ do numa bicicleta para se ter e avaliar o batimento do cora çâo e a pressão arterial. A car ga a que se é submetida irá di zer como serão seus exercícios. 2- Avaliação da postura - nesse teste é observada a estrutura - dos ossos dos joelhos, coluna . tornozelos para detectar lesões ou alterações do corpo. 3- Teste de Carga e Intensidade mínima e máxima - Consiste na avaliação dos músculos quando - submetidos a exercícios, a quan tidade e a repetição diante das condições atuais do corpo. 4- Seção de alongamento - atra­ vés de testes se poderá ter uma visão do comportamento dos mús­ culos, antes do uso de aparg lhos de musculação. Esses testes irão determi­ nar a carga a ser aplicada, a quantidade de vezes que um exer cicio deverá ser realizado. G importante é que os resultados a presentados, ainda que de forma lenta, ou gradual, sejam assimi lados pelo corpo, aumentando a tonicidade, a rigidez muscular­ e a manutenção das formas. Para. enrijecer lugares flácidos, é necessário um acúmulo maior de cargas para exigir maior resis­ tência dos músculos. A manutenção das formas , nuitas vezes, só será consegui- auto-g0 do com exercicios específicos - localizados e capazes de " Dis­ solver" as adiposidades. A li poaspiração pode ser um auxI liar importante nesses casos - pois não se pode a curto prazo resolver problemas adquiridos a través de anos. Uma alimentação indicada, pode também ajudar a manutenGc da tonicidade e pre servação das formas desejadas. A doutora americana Lyn Hardwell, especialista em dio­ tas e manutenção do corpo feni­ nino, adverte em recente entre­ vista: "a mulher que possui ca rátores genéticos largos, difi­ cilmente os pode perder. Os os sos da bacia principalmente, a companham uma relação idêntica= entre as mulheres e seus descen dentes. Os exercícios condicio= nades visando diminuir certas - partes do corpo precisam de um estreito acompanhamento técnico e médico. Os ossos e a estrutu­ ra muscular de uma mulher acima dos trinta não podem ser iguais aos de uma jovem adolescente. A musculação, o alongamen­ to, os exercícios localizados . melhoram considerãvelrnente a parte motora, mas não muda a es truture do corpo". eretas B!tl!ora!i«: cs!±rt!ss ur zhe ±gsn ho!y- Ln !Ardee!! - 19s9 - As nad!fica- • ",$"7;3r 4+ ss: - eiiro il UPL!ME'TO CILTUPAL, EDIÇÃO DE NATAL, 39 CADERNO ::7/93 CLAUOIO MIRZO ENTRA EM CENA COMO COVEIRO O Público tuvs q/ sperar bastan­ to para ver Cláudio Marzo novamen­ te na tolinha. Afastado da televi ão desde PNTANA,, novela quo pro t.agonizou na Rede Manchete, o ator retorna em FERA FERIDA fazendo um dos personagens mais fantásticos - da história escrita por Nguinaldo Silva, Ana Maria Morotzsohn e Ri cardo Linharem. - O trio de autores acertou cm cheio no clima anti-naturalista da noveln, que j5 foi experimentado­ em outras obras como SARAMANDAIA , e PEDRA SOBRE PEDRA. Em Tubiacanga tudo pode acontecer, e o persona gcm de Cláudio Marzo, o coveiro O restes, é um elo de ligação entre dois mundos, com seu poder de con versar com os mortos. Antes do ser chamado pelo di reter Marcos Paulo para integrar Õ elenco de PERA PERIDl, Cláudio Mar zo foi a primeira opção de protago nista para a minissérie AGOSTO. o Ator gostou muito da possi­ bilidade de fazer o Comissário Mattos, mas tc:vo que recusar o papel por estar debilitado fisica- (t BROCADA' E DIAS GOMES: MINI5SÉRIE A VISTA l ' 1 1 ' ! 1 ' 1 ! i 4 1 ' 1 1 i 1 1 1 l 1 ' 1 i 1 Consagrado com peças e telono velas, Dias Gomes lança seu primeI ro Romoncc. DERROCADA (Editora Record)mos tra um outro lado do escritor ate então desconhecido do grande públi co. Em uma narrativa direta, usan do sempre a primeira pessoa, conta a histório de Rodrigo Pena, mili tanto comunista que com o fim do socialismo vê todos os seus ideais de vida se acabarem. Sem ser outobiográfico, DERRO CADA reconstitui a trajetória exis tencial do militante comunista,sua entrega total ao partido, as pri sões, exílios e a abdicação da fa mília. Na verdade, a personagem re presenta uma série de ex-militan - tos do partido comunista, não um especificamente, diz Dias Gomes , mas algumas pessoas que ele conhe­ ce. DERROCADA não é meu primeiro romance. Quando tinha 17 anos já escrevia romances, pecas, contos , poesias, tudo de forma compulsiva, como se a minha vida fosse aca­ bar em pouco tempo. O tempo mos trou que deveria dirigir meu traba lho para 0 teatro, eu era um drama turgo nato e não poderia fazer ou tra coisa. A idéia de escrever o livro - comccou este ano. Segundo Dias Go­ mes era como se fosse um filho que rendo nascer, sentia uma vontade= de por cm prática. O segredo, divi dido somente com a mulher, era pa­ ra não criar uma expectativa em torno do trabalho. "Se alguém soubesse que esta­ va preparando um livro a cobrança seria inevitável. Até porque nao sabia se iria continuar escrevcn do, poderia ter parado no meio.' O personagem Rodrigo Pena era um agrupamento de tantas outras pessoas envolvidas com o partido , afirma o autor, tem é claro - mes­ mo inconscientemente - minha vivên cia de anos e as pessoas que gsti veram sempre ligadas ao PC. Embora confesse nunca ter conseguido con­ viver com as normas e exigências - que o partido fazia, Dias Gomes e laborou a personagem a partir do que ela estaria sentindo em sabêr­ que todos os ideais do mundo socia lista desabavam. - "A reação das pessoas ao meu livro tem sido muito boa. Tenho re cebido diversas ligações emociona= das, que contam terem sentido exa­ tamente o mesmo que a personagem". A repercussão de DERROCADA su perou tudo que Dias Gomes previa • Segundo o autor um amigo provou q/ o livro tem tudo para se transfor­ mar em uma ninissérie: "Quando es crevi o romance pensei em fazer aT go que o leitor não conseguiss0 Ator Cláudio Harzo mente por conta de uma Hepa­ tite e de uma cirurgia. o Escritor Dias Gomes largar. Queria um livro rapi do, mas que motivasse as pes soas". - Proposta para transfor­ mar o livro em minissérie , Dias Gomes ainda não recebeu mas que está para isto, ele mesmo não nega. Mas uma moti vação anda tomando conta de= le, é preparar outro livro,e o tema ronda sua imaginação, embora não tenha tomado for­ ma definitiva. Mesmo confes­ sadamente sendo um indisci plinado em toda as coisas q/ faz, enquanto escrevia DERRO CADA, ele encontrou tempo pa ra preparar uma nova miniss rie para a Rede Globo. - Como tema, a decadência de uma família de classe al ta, comecando na morte do ex presidente Tancredo Neves.AG gravações têm inicio em bre­ ve. A obra de Dias Gomes é marcada pela presença politi caem tudo o que faz, seja no "PAGADOR DE PROMESSAS, "O SANTO INQUÉRITO", ou nas te- 1enovelas como "ESPIGÃO, "RO QUE SANTEIRO". Mesmo sendo um otimista e escrevendo ou levando o otimismo às pes­ soas, é claro que a popula ao precisa receber uma inje cão de ânimo, de otimismo. - Niguérn acredita mais em eleições , políticos 1 ou no combate a inflação. Ela faz parte da cultura nacional.As pessoas precisam entender q/ o Brasil é uma potência, mui to maior e mais rica do qu; a Argentina, Chile ou qual­ quer outro lugar. Ternos um solo de altíssima potenciali dade, repleto de minerais. Não é possível que o Brasileiro se deixe abater ou perder a esperança". "O :dicos acharam melhor cu não enfrentar a maratona das gravações da série e, além dis­ o, cu estava muito acima do peso para fazer o papel. Tive que comer muito doce quando estava com hapatite e en gordei uns l0 quilos, mas já es Lou voltando ao antigo ritmo dé trabalho, aos poucos, e es ou fazendo urna diet.J.", explicu­ r.liiudio M.:irzo. Bem mais ~agro, Cl.'.iudio Marzo fez uma reentrada triun fal em FERA FERIDA. No primeiro capítulo que seu personagem foi ao ar, os autores capricharam - nos efeitos especiais, e Cáu dio participou de cenas belíssI Mas, com dircitcs a raios, tro voadas e orco-ír1s. Feliz cm voltar à cena, ele fala de seu personagem: "O Orestes tem uma sensibilidade muito aguçada, é um paranormal que aprendeu a gostar mais dos mortos do que dos vivos, porque no mundo dos mortos não existe mentiras, e les não precisam de artifícios= para viver", cont o tor. O visual "grunge" e o jei­ to rebelde de Tina, personagem­ de Patrícia Perronc na novela OLHO NO OLHO, chamam a atenção do público para essa jovem a triz que marca a sua presença= cm sua segunda atuação na teli nha. Antes de encarnar a Tina, Patrícia estreou nas novelas fa zcndo a Paulinha, de DESPEDIDA= DE SOLTEIRO, que também era chegada a rebeldia. Essas duas personagens com características semelhantes fi zeram Patrícia Perrone ficar c7 aquele medo da rotulação: "não quero ser chamada para fazer a­ penas papéis de adolescentes re beldes ou problemáticas. Espero que eu não fique màrcada com esse tipo de personagem, mas a­ dorei .fazer a Paulinha e agora estou curtindo muito a minha no va personagem", diz Patrícia que também aponta diferenças en tre as duas: "A Paula era con testadora, mas tinha um bom suporte familiar, ela era meio rebelde sem causa, suas preocu­ pações eram menos sérias do que as da Tina. A Tina·tem preocupações so ciais, é consciente e se revol­ ta com as injustiças que aconte cem à sua volta, enquanto sua família é completamente deses truturada", compara a atriz. Filha mais nova de Popô za pata (Sérgio Mamberti), Tina e completamente diferente das ir mas Pink (Rita Guedes) e Lanã (Lyra Collares). Vive fugindo - de casa, se envolve com pessoas estranhas e veste roupas esqui­ si tas. "Na verdade ela tem es sas atitudes para chamar ate? çao e compensar a sua carência. Ela sente falta de carinho por parte do pai e da irmã seus sentimentos oscilam entre o a mor e o ódio", analisa Patrícii Perrone. satisfeita com os ru mos que sua personagem vai se guir a partir do seu envolvimen to com Borrão (Henrique Farias) que a apresentou a uma realida­ de bem diferente daquela a que -----·--------·--=·===-·======--- O coveiro Or.tos vai r emido por todos os hbitant do Tubiacanqa que têm alqu segredo a esconder, pois nas suas convers s com os fanili­ rer mortos vai ficar sal .do do muitas falcatruas. Além disso, com suas qarr finhas de água da fonte milagrô sa, já apelidada por seus fi lhos do "xixi de defunto", el vai abalar os alicrcs da cida de. Ilka Tibiriçí (cissia Kiss) será aprimeira a tomar a água , e vai simplesmente sair corren­ do atrás do Prefeito Domós cnes Macaranduba (José Wilker) vesti da apenas de calcinha c uti. Até o Prefeito vai ser vitima das garrafinhas quarda das pelo Coveiro que fazem as pessoas liberarem seus desejos ocultos. ECABE PRESS Patrícia Perrone: Rebelde com Causa Atriz Patrícia Pcrronc estava acostumada. Na vida real a atriz Patri Perrone também teve seus momen­ tos de rebeldia. Em 1987, quan­ do tinha l4 anos e havia decidi do seguir a carreira de atriz é la teve que enfrentar a oposi çao de seus pais. A tradicional família de classe média não ~ ceitava muito bem a idéia, mas Patrícia foi estudar nos Est dos Unidos e lã começou a cor eretizar seu sonho, passando nos testes para atuar em uma peça na sua "High Scoo1". Agora, aos vinte anos, ela conquistou o apoio e a adira cao dos pais e além de ter e~ meçado uma carreira de sucesso­ na televisão, é co-autora e i~ tegrante do elenco da peca. CON FISSOES DE ADOLESCENTES, ao 12 do de Maria Mariana. Morando em São Paulo a ~ triz grava lá as externas'de g LHO NO OLHO e viaja semanal:en. te ao Rio p/ fazer a cenas de estudio. * ECABE PRESS COMECE 94 BEM INFORM D FAÇA ASSINATURA DOS JORNAIS - CORREIO JARDINENSE - JARDIM/MS TRIBUNA DA FRONTEIRA - BELA VISTA/MS TRIBUNA MURTINHENSE - PORTO MURTINHO/MS * S SÕ LIGAR PARA SEMANÁRIO DIÃRH> SEMANÁRIO r 1 (067) 439 - 1410 C' L1 l'l' ,r 1 J j j .4 t i te .J --~ - . ___ , J t, ~ D Ingredientes: 1/2 kg de bacalhau,l xicara (de chá) de leite, 5 colheres sopa) de farinha de trigo, 1 colher sopa) d~ oleo, 3 ovos, sal, Pimenta reino, oleo para fritura. • Preparo: De véspera, ponha o bacalhau de molho em agua fria, trocando-a Pelo me 1os uma vez, se possivel. Tire a pele { as espinhas, com cuidado para que fiquem pedaços relativamente grandes. Afervente o bacalhau e escorra-o. Leve-o novamente ao fogo, com outra água, deixando até co­ zinhar. Bata as 1 caras em neve, acrescen- te as gomas, l colher (de sopa) de óleo sal, leite e farinha de trigo, até obter massa como a de panquecas. Deixe descan - sar.1 hora. Passe os pedaços de bachalhau cozi O nessa massa e frite-os em óleo bem quente. e Natal, tempo de paz, amor esperança 1/2 (de (de do 1 1 1 . r. ' f l ~n l' :'. i 2 :;_~~~~ nA_1. E_·u_r_ç_f.._o_o_c_t_1_A_T_A_L ;_·_;_-:_r,I1_r:_?_._:o '_;:..._z_,_ ... n, 0 ; 'J ~ E Natal, Reúna a Família em Volta da Mesa Pernil com Chutney de Mangas Inqredientes: l pernil de 3 kg, sal e pimenta do reino preta moída a gosto, nuco de 2 limõeu, 5 dentes de alho amansados, 1 xícara de chá de vinagre do vinho branco, 3 colheres de sopa de óleo, 200 gr de ba - com cm fatias, l5 azeitonas sem caroços 150 qr. de linguiça calabresa em fatias. Ingredientes: Chutney de mangas - 1 xi­ cara de chá do limão descascado e picado,4 dentes de alho amassados, 6 xícaras de chá. de mangas picadan, 2 1/2 xícara de chá de acúcnr, 1 1/2 xícara de chá de passas sem sementes, 1 xícara de chã de cebola pica - da, 1/2 colher de chá de sal, 1/4 de co lher de chá de pimenta do reino preta mol­ da a gosto, 2 xícaras de chá de vinagre, 1 colher de chá de gengibre em pó. Modo de Fazer o Pernil: Comece a prepa­ rar um dia antes, ou com bastante antece - dência. Desosse o pernil, utilizando uma - faca longa e afiada. Separe o osso da car­ ne até retirá-lo, uma operação delicada. t preferível pedir que o açougueiro o faça. Tempere o pernil desossado com o sal, a P1 menta, o limão, o alho, o vinagre e o ó lco. Passe vigorosamente, inclusive no bu­ raco do osso, esses temperos na carne. Pi­ que em tirinhas finas 1/3 do bacom e colo­ que no buraco do osso junto com a linguiça e as azeitonas. Deixe o pernil temperado - descansar por 12 horas na geladeira. No dia seguinte, coloque o pernil numa assa - doira e espalhe sobre ele os temperos. Cu­ bra com o restante do bacom e leve ao for­ no. ~sse cm fogo baixo (150C) durante cer ca de 4 horas. Regue o pernil com o suco - do assado. Se secar, acrescente um pouco - de água. Antes de servir, verifique se ele está realmente assado, principalmente nas partes mais grossas. Modo de fazer - Chutney de manga - Rcá­ na todos os ingredientes numa panela e lo­ ve ao fogo baixo durantr 30 minutos. Deve ficar como uma compota. Deixe esfriar e sirve acompanhando o pernil. ROQUEMBOUCHE maisena, 1 colher de de baunilha. Ingredientes - Massa (Patê à chou)- l colher de chd de açúcar, 1 1/2 copo ameri­ cano de água, 2/3 de copo americano de man teiga ou margarina (100 gr) 1/2 colher d café de sal, 2 copos americanos de farinha de trigo (200 gr) 4 a 5 ovos. Modo dD fazer: Ferva o açúcar com a á - gua, a manteiga c o sal. Jogue a farinha - de uma só vez e mexa até descolar completa mente da panela. Deixe esfriar e junte os ovos, um a um, batendo muito bem entre a adição de cada ovo. Sobre uma assadeira le vemente untada faça pequenas bolas, com o auxílio Fs do Munic!pio,nos casos de: 1 J D1RIO REGIONAL E' VI / 2 Dr 199 Á.IA 0 --·----·-·-·---~---- ------ ---- --------- --- --- -------- Prefeitura Municipal de Bela Vista - MS tCilia Triintirio Municipal - Lei l 966 de 20 de Dezembro de 1993 a - Mao comparecimento r,p..rt! " • + 3, 1, t { g, • , - a t M f e[, ·, •• Pal Soo propria do q0ando qo lqot ln ro do rcor, dor ! ivi s ± r r: !eo - ia ao trator L l 'fana(cip:o, pa r a solleltar a Inscrição no Cadastro aados no trrl.ir!o do 'nfcf, to, quota parte c.. nome est o { d to Artt,o, a HIcl de Prestadores de Serviço, o, anotação das fo valor seja maior do qoe o valor da quota parte a rio 'os pel SF, alteraçoes ocorridas; que lhe C devida da total!dade dos bens, n!d!n- b- Inscrlo oo soa alteraço, comunlcação de do obr diferença; venda o, transferêncfa de estabelecimento e encer- XIV - A aqalsiçio de terras devolutas; ratento ou transferêncta de ramo de atlvIdade, a- XV - Qafsquer oatros atos ou contratos transla po o prazo de trinta dias contados da data d o- tfvos da propriedade de Imóvel e de direitos a e- correncLa do evento. les relativos, situados no territór lo do !'.vn Ic [ II - Multa equivalente a 10Z elo imposto devido, p1o, safe!tos a transcrição, na fora da Le!. que sera aparada pela fiscalização, en decorrência Parágrafo Cfco - Ser devido novo Imposto: de arbitramento do preço, observada as disposições I - Quando o vendedor exercer o direito de pre- do Artigo 39, Incisos e parágrafos desta Lei, nos lação; casou de: II - No pacto de rclhor ccprador; a - Falta de livros fiscais; III - Na retrocessão; b - Falta de escrituração do imposto devido; IV - t-:a retrovcnd,1. c - dados Incorretos na escrita fiscal ou docu- mentos [iocais; d- Falta do número de Inscrição no Cadastro de Prestadores de Serviço cm documentos [iscais• III - Multa 2quivalentc a l UPF nos casos de: " Fnlta de declaração de dadoa; b - Erro, omissão ou falsidade na declaração / dos dados. IV - Multa equivalente a 2 UPFs nos casos de: a - Falta de emissão de nota fiscal ou outro do cumcnto emitido pela Administração Municipal; - b - Falta ou recusa de exibição de livros, no - tas ou documentos [iscais; c - Retirada do estabelecimento ou domicílio do prestador, de livros ou documentos fiscais, exceto nos casos previstos em regulamento; d - Sonegação de documentos para a apuração do preço dos serviços; e - Embaraço ou impcdiraento ã fiscalização. Parágrafo Onico - A falta de pagamento do impos to no prazo fixado no Artigo 52 e seu Parágrafo 22 ou, quando for o caso, no prazo fixado no Are. 53, sujeitará o contribuinte: I - A atualização monetária do valor cios crêdi tos tributários; II - A multa de 107 sobre o valor do débito atua lizado ele acordo com o índice oficial de inflaçãÕ até trinta dias do vencimento; III - A multá de 207. sobre o vtlor do débito a­ tualizado monetariamente, a partir do 312 dia do vcnc i:nc n to; IV - A cobrança de juros moratórias de 17. sobre o valor atualizado monetariamente. JORNAL, 'TRIIJNA DA PINTE.ARÁ CAPITULO III UIPOSTO SOBRE A TRANSMISSAO DE BENS IMÕ'EIS E DE DIREITOS A ELES RELATIVOS SEÇÃO I - FATO GERADOR E CONTRIBUINTE Are. 59 - O contribuinte do Imposto é: I - 0 adquirente oa cessionário dos bens ou d1- rcilos transmitidos ou cedidos; II - Na permuta, cada um dos permutantes, Parágrafo Cnfco - !as transntssoe oa cesses / que se efetuarem sen o recolhIento do posto de­ vido, ficam solidar tarente responsáveis por estepa ganento o transmitente e o cedetce, conforme o ca­ so, SEÇÃO II - NÃO lNCIDtNCIA Art. 60 - O imposto nao incide sobre a transmis são de bens móveis e de direitos a eles relativos~ quando: I - Efetuada para a sua incorporação ao patrlm~ nio de pessoa jurídica cm realização de capital; II - Decorrente de fusão, incorporação ou excin cão de pessoa jurídica. - $ 1g - O disposto nos incisos 1 e II deste Arti go não se aplica quando a pessoa jurídica adquircÕ te tenha como atividade preponderante a compra e venda desses bens ou direitos, locação de bens inó veis ou arrendamento mercantil. § 22 - Considera-se caracterizada a atividade/ preponm Art, 76 - 0 não pagamento do imposto, nos pra - zos (ixndoa ncst.:i Lei, sujeita o infrator ã multa correspondente a 1007 sobre o valor do imposto de­ vido. Purágrnfo Onico - da nos scrvcntuários no Artigo 72. Igual penalidade será aplica­ que descumprirem o. previsto Art. 77 - A omissão ou inexatidão fraudulenta/ de declaracão relativa a elementos que possam in - fluir no cálculo do imposto, sujeitará o contribu- 1nte à malta de 2007 sobre o valor do imposto sone gado. Parágrafo Onico - Igual multa será aplicada a qualquer pessoa, inclusive serventuários, que In - tcrvcnha no ncg6cio jurídico ou na declaração e se ja conivente Ou auxiliar na inexatidão Ou omissao praticada. Art. 78 - O contribuinte que deixar de meneio - nar os frutos pendentes e outros bens trans::iitidos juntamente com a propriedade, fica sujeito ã mulra de 1007. do imposto sonegado. SEÇÃO X . li ! l NORMAS GERAIS res revendedores-retalhistas, pelas venda efeta das aos peqoenos consumidores e inclusive pela q0a tidade de combustível por eles consumfda. $ 12- Para os efeitos deste triboto, são const derados contrIbafntes substitutos, responsáveis pe lo recolhbc:ito do i::lposto devido, o produtor, o indu!Jtrinl, o distribuidor e o con:erciantc ataca - dista de produtos combustíveis, quanto ao imposto devido pelo vendedor varejista; § 2Q - são considerados contribuintes autônonos cad.i cstabclecincnto comercial, industrial edis - tribuidor permanente ou temporário, inclusive ove! culo utilizado no comércio ambulante. • Art. 84 - Considera-se local de operação, para os efeitos desta Lei, o estabelecimento do contrt buinte, ou aquele onde se encontrar os produtos / tributáveis no momento da ocorrência do fato gera­ dor, exceto quando na venda de combustíveis gaso - sos, efetuada através de gasodutos, hipótese e::i que o local de operação será o do estabelecimento do conounidor. § lQ - Considera-se estabelecimento o local , construído ou não, onde o contribuinte exerça sua atividade, cm caráter permanente ou temporário, de comercialização e varejo dos combustíveis sujeitos ao imposto, inclusive os autônomos, com Ou sem uti lizacão de veículos. $ 29 - Caso o responsável ou o contribuinte do imposto estejam situados em municípios diversos, o Poder Executivo Municipal poderá celebrar convênio entre as unidades interessadas, ou co::i o 6rgão Fe­ deral competente, visando a adoção de normas e pro cedirnentos que se destinem à cobrança e fiscaliza­ ção do imposto, bem como disciplinar a substitui cao tributária, se for o caso, e no que couber. Art. 79 - Na aquisição de terreno Ou fração id!_ al de terreno, bem como na cessão dos respectivos/ direitos, cumulada com contrato de construção, por empreitada de mão-de-obra e materiais, deverá ser comprovada a pré existência do referido contrato , sob pena de ser exigido o imposto sobre o imóvel , incluída a construção e/ou benfeitoria no estado cm que se encontrar por ocasião do ato translativo da propriedade. Art. 80 - O promissário-comprador de lote de ter reno que construir no imóvel antes de receber a es critara definitiva, ficará sujeito ao pagamento do imposto sobre o valor da construção e/ou benfeito­ ria, salvo se comprovar que as obras referidas fo­ ram feitas após o contrato de co:npra e venda, med! ante a exibição de um dos seguintes documentos: I - alvará de licença para construção; II - Contrato de empreitada de mão-de-obra; III - Notas fiscais do material adquirido para a construção; IV - Certidão de regularidade da situação da o­ bra, perante o Instituto Nacional de Seguridade So cial - INSS. Art. 81 - Enquanto não for definitivamente orga nizado o Cadastro Imobiliário do Município, o im = posto será recolhido de acordo com o preço do va - lor constante da escritura ou do instrumento part! calar, conforme o caso. Parágrafo Cnico - Provado, em qualquer caso,que o preço ou valor constante do,instrumento de erans missão foi inferio~ ao realemnte contratado, sera 'aplicada, a ambos os contratantes, multa equivalen te a três vezes a diferença do imposto não recolhi do, sem prejuízo do imposto devido. - CAPITULO IV IMPOSTO SOBRE VENDAS A VAREJO DE CO}OlUSTÍVEIS LÍQUIDOS E GASOSOS SEÇÀO I - FATO GERADOR E CONTRIBUINTE Art. 82 - O imposto sobre combustíveis Líquidos e Gasosos - IVV - exceto Óleo diesel, tem como fa­ tor gerador a venda a varejo efetuada no territ6 - rio do Município, dos seguintes produtos: I - gasolina; II - Querosene; III - Õleo combustível; IV - Álcoól hidrat<,do; V - Gás liquefeito de petróleo. Parágrafo Onico - Consideram-se a varejo as ven das realizadas em qualquer quantidade a consumidor final, pessoa fíoica ou jurídica, independentemen­ te da for:aa de fornecimento e acondicionamento. Art. 83 - O contribuinte do imposto é qualquer pessoa física ou jurídica que realizar a venda a varejo de combustíveis líquidos ou gasosos a ·consu :iidor find neste Município, incluindo-se: - I - As cooperativas e sociedades c.ivis, com fins lucrativos oo não, que explorem estabelecimentos/ onde se efetue venda a varejo de combustíveis lí - qu.idos ou g.:1sosos; Il - Os órgãos da adinistraço pblica, da Uni o, dos stados e dos Municípios, inclusive suas autarquias, enpres.s públicas,-sociedades de econo ala nista e fundações concessionarias o. per!s sion.rias de serviços pblicos, ainda que a venda s e r e s t r i n j a a deterinsd c a t e g o r i a f u n c i o n a l o o pro íissi,,ral; III - As distribuidoras, pelas vendas efetadas ..os r.andes consr!dores especiais; ;- Os postos revendedores ou os transportado- SEÇÃO II RESPONSÁVEIS Art. 85 - São responsáveis solidariamente, pelo pagamento do imposto devido: I - O transportador; A - em relação aos produtos que transportar de­ sacompanhados de documentação comprobat6ria de sua procedência ou quando entregá-los a destinatário/ diverso do indicado na documentação fiscal; e b - Em relação aos produtos transportados que forem vendidos a varcj o em ter ri tório do Município; II - Os armazéns gerais e os depositários, a qualquer título, que mantenham sob sua guarda, em nome de terceiros, os produtos de que trata este ca pítalo, destinados a venda direta a consumidor fI­ nal. SEÇÃO III BASE DE CÀLCULO E AL!QUOTA Are. 86 - A base de cálculo do imposto é 0 va - lor de venda do combustível líquido ou gasoso no va rejo, incluídas as despesas adicionais e os 1rpos . . tos pagos. Parágrafo Onico - Na falta do preço referido no "caput" deste artigo, a base de cálculo será o pre ç0 do produto para a venda ao consumidor final. - Art. 87 - A autoridade fiscal poderá arbitrar a base de cálculo, sempre que: I - Não forem exibidos ao fisco os elementos ne cessários à comprovação do valor das vendas, incl sive nos casos de ~das extravio ou atraso na es­ crituração de livros ou docur:icntos fiscais; II - houver fundada suspeita de que os documen­ tos fiscais não refletem o valor real das operaçõ­ es de venda; e III - Comprovar a ocorrência de venda:amb~lante a varejo, de produtos -sujeitos ao imposto e desa­ companhados de documentos fiscais pertinentes. Are. 88 - A alíquota do imposto é de 3,07 do va lor da operação da venda a varejo dos produtos que se refere este capítulo. SEÇÃO IV LANCAMENTO Art. 89 - O lançamento do imposto será feito-nos documentos e,livros fiscais, com a descricão•das o perações realizadas, na fora prevista em regala - menta. Art. 90 - O lançamento a que se refere o artigo anterior é de exclusiva responsabilidade do contri buinte e está sujeito a posterior homologação pelã autoridade fiscal competente. • Parágrafo,,tlnico .- A homologação a que se refere o caput deste artigo será efetuada mediante a expe dição de Termo de Verificação Fiscal e, quando for o caso, conterá lançamento complementar que será /. notificado ao contribuinte, através de Auto de ln fração oa Tero de Intiacão. " SEÇÃO V - PAGAMENTO a Art. 9I - O valor do 1posto a recoJ.bcr será a­ purado e pago quinzenalmente, através de guia pre­ enchida pelo contribuinte cm modelo aprovado pela Fazenda Municpal, na forma e prazos previstos cm re, galanento. - Parágrafo Onico - O regulamento deverá discipli nar os casos de recolhimentos efetuados por contri= buintes ou responsável não inscrito. SECÃO VI POCUMENTACÃO FISCAL E OBRIGAÇÕES ACESSÕRIAS Art. 2- 0 contribuinte do imposto é.obrigado, alê de outras exigências estabelecidas ea lei, à regula.cento. Art, 95 - Considera-se documentação fiscal in! dÕnea aquela que: I - Tenha sido confeccionada se a respectiva autorização de irpressão de docentos fiscais; II - cobora revestida de formalidades legais , tenha sido utilizada para fraude co~1provada; III - Consigne transmitente fictício; IV - Indique co::io destinatário estabelecimento/ diverso daquele que registrou, ainda que pertençam ambos ao mesmo titular; V - Tenha sido emitida após o cancelamento da inscrição no cadastro; e VI - Tenha sido emitida em flagrante inobser - vãncia das deais noras de controle das obrigaçÕ es acess6rias previstas na legislação tributária/ e nó interesse da arrecadação ou da .fiscalização do imposto. SEÇÃO VII PENALIDADES Art. 96 - O descumprimento das obrigações pri~ cipal e acess6rias sujeitará o infrator, sempre­ juízo da exigência do imposto, ãs seguintes pena­ lidades: I - Falta de recolhimento do imposto devidamcn te lançado e apurado, verificado em procedimento/ fiscal - multa de 50% do valor do imposto atuali­ zado monetariamente; II - Falta de recolhimento do imposto por não terem sido resgistradas, nos livros fi9cais ou coo tábcis, operações que determinariam débitos fis = cais - multa de 1007 do valor do imposto atualiza do monetariamente; - III - Emitir documento consignando inportância diversa do valor da operação ou com valores dife­ rentes nas respectivas vias, com o objetivo de reduzir o imposto a pagar - :nulta de 200% do va­ lor do imposto atuali2ado monetariamente; IV - Transportar, receber ou ::ianter eo estoque ou depósito produtos sujeitos ao imposto sem doeu mentação fiscal ou acompanhados de documento fis= cal inidõnco - multa de 150% do valor do imposto atualizado monetariamente_; V -Recolhimento do imposto fora do prazo, an - tes de qualquer procedimento fiscal - multa de 307 do valor do imposto atualizado monetariamente· VI - Falta de inscrição do contribuinte na 1 re­ partição competente - malta de 107 da Unidade Pa­ drão do Município; VII - Rasurar ou emendar lançamentos em livros e documentos fisca1s - alta de 57 da Unidade Pa­ drão Fiscal do Município.. SEÇÃO VIII - NORMAS GERAIS Art. 97- Para os efeitos desta Lei, as deno! nacoes relativas aos produtos, distribuidores, re vendedores e consuidores obedece às normas estã" belecidas pelo Departamento Nacional de Petróleo­ ou outro órgão federal qe vier a substituí-1o. Paragrafo tlnico - Fica o Poder Executivo auto­ rizado a firmar convênio com o Departamento Nacio nal de Petróleo ou seu sucessor legal, o Estado o Municípios, objetivando a fiscalização da distri­ buição, comercialização consumo dos produtos refe ridos nesta Lei. - T!TULO III TAXAS CAP!TULO I TAXAS DE LICENÇA SEÇÂO I - FATO GERADOR E CONTRIBUINTE Art. 98 -As taxas de licença tea coo fato ge radar o efetivo exercício regular do poder de po- 11cia_administrativa do Mnfc{pio, editante a rea lizacao de diligencias, exames, inspeções, vist◊◊ rias e outros atos administrativos .. . Art. 99 - Considerá-se exercício do poder de po l!cia a atividade da administração p.:blica que., li irando ou disciplinando direito, interesse o 1i herdade, regula_a pratica _de ato ou a abstenção 7 de fato, ec razao de inte_resse p~blico concernen­ te a seg~ranca, higiene, ordem, costumes, ttanqui lidade publica ou ao respeito à propriedade e ao~ di.reitos individuais 0u coletivos. S I? - Considera-se regalar o exercício dopo­ der de polícia quando desempenhado pelo órgão com P!tente nos limites da ;Lei aplicável, coe a obse vancia do processo legal e, tratando-se· de ativi= dade que a lei tenha coco discricionãria, sec. ab~ so Ou desvio de poder. - 5 29 - 0 poder_de polícia administrativa será exercido em relaçao ~ quaisquer atividades ou a­ tos, lucr~tivos ou_ nao, exercidos em caráter per- ') 1 1 1 , A ,. " ·- ------·-- - Prefeitura Municipal de Bela Vista - MS Código Tributário Municipal - lei N· 966 de 20 de Dezembro de 1993 1 ; - munente oo tporrfo nos lLalts da competn La do Mnlf»to, dependentes, nos ter:os deste Có d!go, de prvia. licença da refeftara. Art, 100 - As taxa de licença rio devidas pi (':,: l.r>c.l] lZ,H;ito; II - Flscallzaco de funcionamento em horário norr.1.d e l".flLCl..il; III - Exercfefo da atividade do comércfo aba - l.nte; IV-- Aprovação e execução de obras, Instalações e urbanizações de áreas particulares; V - l'uhllcld .• Je; VI-- Execaçio de lote,mento, desmembramento, re­ munbr,imcnto ou. Ucscas devidas. Parágrafo llnico - Para as demais infrações ao disposto neste Capítulo, aplicar-se-ão no que cou­ ber, as altas previstas no artigo 128 deste Códi­ go. TfTl!LO IV - CONTRIBUIÇÃO DE MELHORIA CAPITULO CNICO SECAO I FATO GERADÕRECÕNTR!BU1NTE Prefeitura Municipal de Bela Vista - MS Código l ributário Municipal - Lei N· 966 de 20 de Deze1br1 de 1993 Art. I)4 - A utr!alço de :olhorfa tem coo feto erdor a execoio de obra pública pelo Man!- e[pfo, da q. l decorra elhorLa para os fóvels a- bran1dos pele meta, Parrato nfo - A obra pública referida no c pat deste artfgo poderá ser aque a reullzada pela d:Intstraço !frete oa Indireta municipal, fnclu­ sIve quando resultante de convênio com a Inflo e Estado o, comi cnt Idade pblica federal oo estadual, Art. I)5 - 0 sole!to passivo da contrtbalçio de melhor1a é o proprtetirfo, o tItolar do dofnto G­ tll Ou o porrnul. ·.;· AI . l !' Prefeitura Municipal de Bela Vista - MS Código l ributário Municipal - Lei N· 966 de 20 de Dezembro de 1993 ) s Infra@e da lelslaço relativa a deter­ n!nado trfbuto; b) is Infrações punidas cor penalidades pecunlã rfas té determinado montante, conjuradas ou não con penalidade de outra natureza; c) a determinada refio do territórfo do Munfef po, em função de condições a ela peculiares; c) ob condição do pagamento do tributo no pra­ zo fixndo peln lei que a conceder, ou cujn [ixnçiio seja atribuída pela mesma lel à autoridade adminis trativn. - Art.213 - A anistia, quando nuo concedido cm C! ritcr geral, ~ efetivado, cm cada coso, por despa­ cho da autoridade administrativa, em requerimento como qual o Interessado faça prova do preenchimen­ to dns condições e do cumprimento dos requisitos previsto em lei pura suu concessão. Parigrafo Onico - O despacho referido neste ar­ tigo não gera direito udquirido, nplicando-se,qunn do cub!vel, o disposto no art.183, - CAPITULO V IMUNIDADES Art,214 - Siio imunes aos impostos Municipais por força de dispositivos constitucionais: l - o patrimônio ou os serviços da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Hunic!pios, e respectivas autarquias e fundações, quando vincula doa às suas finalidades essenciais ou às dela de: correntes; II - os templos de qualquer culto; III - o patrimônio ou os serviços dos partidos po líticos, inclusive suas fundações, das entidades sindicais dos trabalhadores, das instituições de educação e de assistência social, sem fins lucrat! vos, atendidos os requisitos da lei, IV - os livros, jornais, periódicos e o destinado à sua impressão. § 1~ O dispobto no inciso I deste artigo nao se aplica: l - aos serviços públicos'concedidos, nem exon! ra o promitente-comprador da obrigaco de pagar im posto que incidir sobre imóveis objeto de promessa de compra e venda; II - ao patrimônio e aos serviços, relacionados com exploração de atividades econômicas regidas pe las normas aplicáveis a empreendimentos privados , ou em que haja contraprestação ou pagamento de pre ços ou tarifas pelo usuário. § 2Q O disposto no inciso II deste artigo apli­ ca-se a todo e qualquer imóvel cm que se pratique, permanentemente, qualquer atividade que, por suas características, possa ser qualificada como culto, independentemente da fé professado; a imunidade todavia, se restringe ao local do culto, não se es tendendo a outros imóveis de propriedade, uso posse de entidade religiosa que não satisfaçam as condições estabelecidas neste parágrafo. § )Q O disposto nos incisos II e III deste artt go compreende somente o patrimônio e os serviços relacionados com as finalidades essenciais das en­ tidades neles mencionadas. $ 4g 0 disposto neste artigo não exclui a atri­ buição, por lei, às entidades nele referidas, da condição de responsáveis pelos t=ibutos que lhes caiba reter na fonte, e não dispensa da prática de atos previstos em lei, assecuratórios do cumprimer to de obrigacões por terceiros. Art.215 - A imunidade não abrange as taxas e a contribuição de melhoria e não dispensa o cumpri­ mento das obrigações acessórias. Art.216 - O disposto no inciso Ili, do art. 205 subordina-se à observância dos seguintes requisi - tos pelas entidades nele referidas: I - não distribuirem qualquer parcela de seu pa trimÕnio ou de suas rendas, a título de lucro participação no seu resultado; II - aplicarem integralmente, recursos na manutenção dos seus clonais; III - manterem escrituracão de suas receitas e despesas em livros revestidos de formalidades ca­ pazes de assegurar sua exatidno. Parágrafo Onico - Na falta de cumprimento do disposto no "caput" e incisos deste artigo! a auto ridade tributária pode suspender a aplicacao dobe nefício, papel ou no País, os seus objetivos institu- - o TITULO VII CAPITULO CNICO SEÇÃO l ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA PROCEDIMETNO AD!-!INISTRATIVb FISCALIZAÇÃO Parrato ntco - O, !!sros obrtgtr!os d crituração con retal ffocal e os c provante dos lançamentos nele efetuador erlo conservados até que ocorra a presrlço dos créditos r!buti rios decorrentes das operações a que ne refiram, Art.22O - !edlante !rt!aço escrita, são o!r!- gado a prestar autor!dade admuIn!strat!vs todas as Informações de que disponham com relação aos bens, negócios ou atividades de terceiros: I - os tabelfies escrivães e dera!s serventui rio8 d<; or!cios; 11 - os bancos, caixas tconÕalcnR tuiçÕes financeiras; III - as empresas de administração de bens; IV - os corretores, leiloeiro• e de&pJchanteq oficiai,;; V - os inventariantes; VI - os síndicos, comissnrlo9 e liquidncários; VII - quaisquer outras entidades ou pessoas que a lei designe, cm razão de seu carr,o, of!clo, fun­ .cão, minist~rio, atividade ou profissão, Parágrafo Cnico - A obrigação prevista neste ar tigo não abrange a prestaç;o de inform,•çÕes quanto a fatos sobre os quais o informante esteja legal­ mente obrigado a observar segredo cm razõo de car­ go, ofício, função, ministério, atfvidade ou pro fissão, Art.221 - Sem prejuízo do disposto na legisla - ção criminal, é vedada a divllgação, para qualquer fim, por parte da Fazendo Municipal ou de seus fun cionários de qualquer informação obtida em razão do ofício, sobre a situação econômica ou financei­ ra dos sujeitos passivos ou de terceiros e sobre a natureza e o estado dos seus negócios ou ativida dcs. Parágrafo Cnico - Excetlam-se do disposto neste artigo, unicamente, os casos previstos no artigo - seguinte e os de requisição regular da autoridade judiciária no interesse da justiça. Art.222 - A Fazenda Pública Municipal poderá prestar e receber assistência das Fazendas Públi­ cas da União, dos Estados, do Distrito Federal e de outros Municípios para a fiscalização dos tri­ butos respectivos e permuta de informações, na forma estabelecida, em caráter geral ou específi­ co, por lei ou convênio_ Art.223 - A autoridade administrativa Munici pal poderá solicitar o auxílio da polícia mili­ tar estadual quando vítima de embaraço ou desaca to no exercício de suas funções, ou quando neces sário à efetivação de medida prevista na legisl; ção tributária, ainda que não se configure o fa: to definido em lei como crime ou contravenção. ou Art.217 - Compete à unidade administrativa da Fazenda Municipal, a fiscalização do cumprimento da legislação tributária. Art.218 - A legislação tributária Municipal ~ plica-se às pessoas na:ura~s ou jur{dicas, contri­ buintes ou não, inclusive as que gozem de imunida­ de ou isenção ou que sejam beneficiadas por quais­ quer outras formas de exclusao ou suspensao do cre dito tributá.rio, _ _ Art.219 - Para os efeitos da l!gislaçao tribut~ ria do Município, não têm aplicaçao quaisquer dis­ posições legais excludentes ou limitativas do d! rei to de examinar mercadorias, livros, arquivos documentos papeis e efeitos comerciais ou fis­ cais, dos ~omerciantes, industriais ou produtores, ou da obrigação desses exibi-los. SEÇÃO II e st art! o o Ln - do o É udtt ! da cf ao pro Art.Z! - A prova d as!as de deter!nado tr!bato era feita per cert!d ne,,at!va, expedida vista de requerimemo do tntereado, que conte­ nha todas as Inforaçóes nece «arfas à Identifica- ão de sua pessoa, dote!llo ffscal e ramo d neó e dera!s {nsti cfo cu a !vldade, Indique c per[odo a que e re- fere o pedido. Pará:rafe Cnico - A certtdio regatfva erã se- - pre expedida nos termos em que tenha sido requeri­ da e será fornecida dentro d dez dias da data da entrada do requer!monto ne repartição, Art.229 - A exped!çio de certidão neat!va não excluf o direto doe Município ex!lr, a qualquer tempo, os créditos tributários que venham a ser apurados posteriormente Art.230 - Terá os mesos efeitos de cert!dão ne gativa aquela que ressalvar a ex!st@nc!a de crédl tos tributários no vencidos, em curso de cobrança executiva, e que tenha s!do efetivada a penhora ou cuja ex!gfbil!dade esteja suspensa. Art.23l - O crédito apurado após a essão da certldo negativa, deverá ser Informado ao devedor através de offclo, pela Fazenda Municpal, em um prazo máximo de I0 dfas, devendo o suje!to passivo efetuar o pagamento do seu débito no prazo de 30 dias np6s il ciincia. D!VIDA ATIVA Art.224 - Constitui dívida ativa do Município a proveniente de impostos, taxas, contribuição - de melhoria e multas de qualquer natureza, dccor rentes de quaisquer infrações à legislação trib; cária, regularmente inscrita na repartição admi= nistrativa competente, depois de esgotado o pra­ zo fixado para pagamento, pela legislação tribu­ tária ou por decisão final proferida em processo regular. Art.225 - A dívida ativa regularmente inscri­ ta, goza de presunção de certeza e liquidez. Parágrafo Onico - A presunção a que se refere este artigo é relativa e pode ser ilidida por prova inequívoca, a cargo do sujeito passivo ou de terceiros a que aproveite. A=t.226 - O termo de inscrição da dívida ativa deverá conter: 1 - o nome do devedor, e, sendo o caso, o dos co-responsáveis, bem como, sempre que possível o domicilio ou residência de um ou de outros; II - o valor originário da dívida, bem como termo inicial e a forma de calcular os juros mora e demais encargos previstos em lei ou con­ trato; III - a origem, a natureza e o fundamento legal ou contratual da divida; IV - a indicação, se for o caso, de estar a dí­ vida sujeita à atualização monetária, bem como o respectivo fundamento legal e o termo inicial pa­ ra o cálculo; V - a data e o número da inscrição no Registro de Dívida Ativa; VI - o número do processo administrativo ou do auto de infração, se neles estiver apurado o va­ lor da dívida. S I A certidão de D{vida Ativa conterá os es mos elementos do Termo de Inscrição previsto nos incisos deste artigo e será autenticada pela auto ridade competente, $ 29 0 Termo de Inscrição e a Certidão da D{vi da Ativa poderão ser preparados e numerados a cri tério do Fisco, por processo manual, mecânico ou eletrônico. 5 39 Até a decisão de primeira instância, a certidão de Dívida Ativa poder.:i ser e::iendada ou substituída, assegurada ao executado a devolução do prazo para embargos.. Art.227 - A cobrança da dívida ativa do ~!unic.f pio será procedida: I - por via amigável, pelo Fisco; 11 - por via judicial. Parágrafo r'nico - /1!::, duas vias a c;ue se refere o de TITULO VI1; CAP!TL"LO I pdn­ o!rena PROC:CDIMENTO TRIBUTÁRIO :,OR.'!AS GERAIS Art.232 - Este t!tulo regula as disposições ge­ rais do procedimento tributário, as medidas preli­ minares, os atos lniclnls da exi~incia do crédito tributário do Município decorrentes de impostos,ta xas, contribuição de melhoria, penalidades e de­ mais acréscimos, a consulta, o processo administra tivo tributário e a responsabilidade doo agentes fiscais. SEÇÃO SEÇÃO lI SEÇiO 111 PRAZOS PROCESSUAIS Art.233 - O prazos serão contínuos, excluindo­ se na sua contagem o dia do início e incluJndo- se o do vencimento. Parágrafo Cnlco - Os prazos s6 se inic~am ou vencem em dia de expediente noral no Órgão cm que tramite o processo ou deva ser p.aticado o ato. Art.234 - A autoridade julgadora, atendendo a circunstâncias especiais, poderá, em despacho fun­ damentado, prorrogar por 10 dias o prazo para rea­ lizaçio de verificações. CIENCIA DOS ATOS E DECISÕES Art.235 - A intimação dos atos e decisões far- se-à: l - pessoalmente sempr~ que possível, ou a re presentante, mandatário ou preposto, mediante reci bo datado e assinado, ou com menção das circunstãn cias em que houve impossibilidade ou recusa de a­ sinatura, presentes duas testem~nhas; II - por via postal, através de carta registrada com aviso de recebiento (AR), datado e firmado pe lo destinatário ou alguê do seu doicíl!o; III - por edital integral ou resumido, quando im­ profícuos os meios previstos nos incisos anterio res. § lQ Quando o edital for de for-ma resumida deve rã conter todos os dados necessários à plena ciên= eia do intirado. $ 22 Quando, en um teso processo, for interes­ sado mais de um sujeito passivo, e relação a cada um deles serão atendidos os requisitos fixados nes ta seção para as intimações. - Art.?.36 - Considerar-se-á feita a intimação: I - quando pessoal, na data da ciê,,.cia pelo au­ tuado, ou da declaração de quem fizer a intimacão; II - quando, por via postal, na data do recibo de volta, e, se for essa omitida, quinze dias ap6s a entrega da carta no Correio; III - quando por edital, trinta dias ap6s a data da publicação e afixação do mesmo. Arc.237 - Os despachos interlocutórios que nao afetam a defesa do sujeito passivo independem de intimação.· NOTIFICAÇÃO DE LANÇAMENTO Art.238 - A notificação do lançm:iento será fei­ ta por via postal, pelo 6rgâo que ad::únistra o tri buto e conterá, obrteatoriru:iencc: - I - a qualificação do notificado e as caracte­ rísticas do notificcdo e as do imóv~l. quando for o caso; 11 - o valor do crédito tributário lançado, sua natureza e o prazo para recolhirento e ipugnação; III - a disposicâo legal infrigida, se for o ca­ so, e o valor da penalidade; IV - a assinatura do chefe do órgão expedidor,ou do servidor autorizado, e a indicação do seu cargo ou função. Pnr:igrnfo ti!cacão de nográfico ou Cr..ico - Prescinde de nssin::itura a no­ lançamento emitida por processo recu !lctrÕnico. J0MM, TRIMINA DA +UNTEI'A DIÃRlO IU.GIONAL ME.LA VISTA/MS, 25 DE DZENBRO DE 1993 PC I MA Prefeitura Municipal de Bela Vista-MS [Cilin Iritário Mui.ial - Lei 966 de 20 de Dez•bra de 1993 Art.239 - A not'teço do !lançamento será fel­ ta na forma do disposto nos artigos 2)5 e 236, C/P11ULO TI PROCEDIMENT0 FISCAL. Art.240 - O procedimento fiscal tem início com: l - n Jnvraturn de termo de lntlmacio fi&cnl; [l - a lavratura de termo de apreensão de merca­ dortas, livros ou documentos; li! - o notiflcuciio prellnlnar; TV - n lrwruturn de nuto de infrnç,10 ~ imposição de multa; V - qualquer nato da Administração que caracter! ze o inicio de apuração do crédito tributário. Pnrigru[o Onico - O inicio do procedimento ex­ clul a espontaneidade do sujeito passivo em rela­ çio a atos anteriores e, independentemente de inti macio, a dos demais envolvidos nas Infrações ver!­ ficadao, Art.24l - A exlgnc!a do crédito tributário se­ rá formalizado em outo de infração ou notificação, diotinto6 pnrn cnde tributo, Parágrafo Onlco - Quando mais de uma infração i legiGlação decorrer do mesmo fato a comprovação dos ilícitos depender dos mesmos elementos de con­ vicção, a exigência será formalizada em um só • ins trumento e alcançará todas as infrações e infrato­ res. Art.242 - O processo Rerá organizado em forma de auto forense em ordem cronológica e terá suas folhas e documentos rubricados e numerados. CAPITULO III SEÇÃO 1 - M:ODIDAS PRELIMINARES TERMO DE FISCALIZAÇÃO da Int!macio, re,ular!ze a situação, I? Esgotado o prazo de que trata este artio, sem que o Infrator tenha regularizado a sttuaçio perante a repartição competente, a notificação F!g cal será automaticamente convertida em Auto de In­ fração, § 22 Lavrar-se-i, imediatamente, auto de infra­ cão e imposição de multa quando o sujeito passivo se recusar a tomar conhecimento da notificação ffs cal. Art.249 - Não coberi notificação fiscal, deven­ do o sujeito passivo oer imediatamente autuado: I - quando for encontrado no exercício do otivi dode tributável sem prévia inscrição; - 11 - quando houver provas de tentativa para exi­ mir-se ou furtar-se ao pagamento do tributo; III - quando for manifesto o ânimo de sonegar; IV - quando incidir em reincidência. SEÇÃO II AUTO DE INFRAÇÃO E IMPOSIÇÃO DE MULTA Art.250 - Verificando-se violação do legislação tributiria, por ação ou omissão, ainda que não ir­ porte em evasão fiscal, lavrar-se-i o auto de in fração e imposição de multa correspondente, em du= as ou mais vins, sendo a primeira entregue ao in­ frator. Art.251 - O auto de infração será lavrado por autoridade fiscal competente, com precisão e clare za, sem entrelinhas, emendas ou rasuras, e deverá: I - mencionar o local, o dia e hora da lavratu­ ra; II conter o nome do autuado e endereço e, qunn do existir, o numero de inscrição no cadastro da Prefeitura; III - referir-se no nome e endereço das Art.243 - A autoridol1c!d,1de: 4.1. painel, cartaz ou arúc(o, Incly .sive }ttrrtro:; t St"-~lh.1n::es, lw:iro - scs ou não. colocados em uros, radei­ r.1.r.':ento, il:!.-i!s c~pec1a1s, cerc.ados , tapures, tabuletas ou e qualquer ou­ tro local per{tido, por i por seres­ tre. 4.2. oo9tru:írios, inclusive letreiros e scr.:clh,1nte9, lu:::inosos ou não, colo­ ados fora dos estabelecIrentos, ainda ue e...-: µlerias, estaç.Ões, a!Jrigos,vc! ulos ou ena qualquer outro local per­ .itiCo, por r:-.: por se:-iestre. ·.3. publicidade, fe!ta co a utiliza­ .ia de veículos, r,ssoas, mús1c.n5, anl ~is (circos, etc , alto-falantes ou ualquer outro aparelho someero ou de roJcção fotog,ráfic.1, por dia. 5. Licença para ocupação de áreas en vias e logradouros: públicos: a. e caráter Inter!tente por dia: 51, barracas e se...-..elhantes de !ei­ ras livres 5.2, veículos onde se vende mercado rias 5.J. circos, parques de diversões , feiras, e.xposições, s~ prejuízo do paaento do ir:posto devido 1 54, outras foras de ocupação no e.2_• quadradas nos Itens anteriores 5.5. bancas de Jornal _ 5.6 bares, lanchonetes, restauran tes e se:-elhnntes, por r: 2 ; 5. 7, outras !ora.as de ocupação não e.nquadradas nos !tens anteriores, por o.=. 6. Llcença para o comércio eventua.1 • ou nr.bulontes: 6.l. comerciantes residentes no Mun! dp!o (t:ês/ano): . coe vl.!{culo ::otorizai:!o . outros co:ierciantes 6.2. co:::crciantes não residen:.es !'?O 1:Un!dp!o: co::,. veiculo ::,.otoriz.'.lc!O gêneros al!ent!c1os outros produtos out.ros ccr.:~rc1.antes gêneros alir.ent!cios outros prodct.os 7 .o. Expe:!!entc . .itcsta.do ou certidão . atestado ou ce:-tidão por ano ou fração de busca . . requer!zento ou papel entrada na re!eitun1 • overba;:Ão de escritura por i.::!Óvel . trar.s fcrê.ncia de contrat'b - b4i.xóls divers.:is . registro de ferro de ado . cert1d5o nesat1vn por 1.I:.Õve.l .. scgu.,dJ.s vins, inclusive de docu­ ventos de arrecadação 8 .o. Serviço:. Diversos • apreensão de ,:mi.:=.al por cabeça • vo1cinacâo de ciic.s por u.-úd.adc . depósito de .an.1.cal, por unidade e por dia . ex t ! n ç o d e for!gue!ro por unidg de . npree:i.?.âo de bens ou t::::erc.adorias per u:Ud.Jdc ou por quilo . d.epõ;;tto:. de ::crcador.ln.s e. objc. - tos per lote até 100kg Abate de An!a!s. a. por cabeça de pado bovino b por cabeça de antal de outras ecg pé!es c, por cabeça de ave Ce::i.1 térlo: Inação Ee Sc::.:::ultur.:a r..1:;a: Adulto, por ctnco ano.; Infante, por 3 anos pr r r ' por 't ' t± tte :.,I') +6,0 8,0 i1o,G 6,0 ,0 10,0 12,0 ·,0 6,0 il,0 10.0 O,Ol 3,0 0,02 0,5 0,02 3,0 3,0 0,00) 0,00) 1,0 V,5 l,C0 1,00 0,J0 0,30 0,J0 0,50 0,20 0,60 0,20 0,20 1.,00 - 6,00 0,15 o,so 3,00 1,00, 4,00, 6,00 1,00, 1..,00, 6,00 o,so, 1,00, .c.,oo 0,60, 1,so, 5,00 1,00 0,80 1,00 1,00 o,so 1.,00 l,S0 o,so 1,00 1,00 0,20 0,20 0,30 º·ºª 0,20 0,05 O,OJ 0,002 l,0 0,50 ,101"1/J, 'l'H I IIIJtln li, F PONTEIA HELA VJ:.,TA/MS, 2'.i D!': DEZEMBRO DE 1993 PÃGINA - ' Prefeitura Municipal de Bela Vista' - MS Código Tributário Munici1Jal - Lei N· 966 de 20 de Dezembro de 1993 Adulto, por clnco ,rnor; . Infante, por três, anos . Mausoléu, por cinco anos Prorrogação de_Prazo; . Sepultura rasa, por 5 anos . Carneira por 5 anos f_crpo tuidade: Sopulluru rasu, por mª Carneira, por m Jazigo (cdrncird dupla, gcmindda) por m? ExumaçZto: Antes de vencido o prazo regulamentar de decomposição Depois de vencido o prazo regulamentar de decomposiç::io piveros: Abcrturd de scpulturd, carneira, jazi­ go ou mausoléu para nova inumacâo . Entrada ou retirada de ossada . Permissão para qualquer construção no cemitério (embelezamento, colocacâo de inscrições, etc) AL!QUOTA LM "UPF" T A B E LA III TAXAS DC SERVIÇOS URDA~OS -------------------- ...., Em Carneir..: -~ . --~ 1,50 1,00 ),0 1,50 2,00 1,00 2,0 3, o 2,50 1,50 1,50 1,50 1,50 PERCENTUAIS A SER.F'M APLICADOS SODRL: A UNIDADB fISClL DO r 1 DISCRIMINAÇÃO AL1Q'OTA EM "UPr" 1. Coleta domicilidr de lixo: 1.1. - Imóveis edificados, por clas­ se de a.roa construldu (ml): 1.1.1. - Exclusivumente residenciais até 60 de 61 a 120 de 121 d 250 acima de 250 1.1.2 - não residenciais até 60 de 61 a 120 de 121 a 250 acima de 250 2, Limpeza de vias públicas, por metro linear de testada. 3, Limpeza e roçada de imóveis não edi­ ficados, até 400 m 2 3.1 - cada 100 m excedente 4. Retirada de entulhos cm geral Nivelamento de lote até 360 m 2 . por m? excedente Transporte de máquinas em caminhâo pranchas/km rodado - ida e volta 0,50 1,50 2,50 3,00 1,00 2,00 3,00 3,50 0,05 3,00 0,30 1,00 0,005 0,15 EÍC QUE PORÁ 01) 1MONA, PI E$/4 gl I A/IJUIYCIE! 067( 439_1410 251_1669 287-1239 BELh VIS'l'A JARDIM P. MURTINHO ELBA/ 86 Vende-se, motor novo, amortece~ores novos pneus novos. A toda prova. Apenas CR$ 700.000,00 ou US$ 4.500,00. 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I ~°"!ti ~~ a 3; +z 2 3- f; a a ['< e Edição de Natal l 4 AD E R NO -------- ----------- -- S a u d a cão do Preleil "P ICÃO D E NATA. - 25/Df:7./1993 4<> CJOEHNO o Prefeito :ar de dar aszis- ____ {_, ~-- r • ---- Ar thur Hein o C.ris:ina es:á sendo de vi.al importância nias do Município. Assim é a Adminis tração Abreu. . - Apesar da reces - são que assola o País, Abreu não se in:imidou e mos=ra ~er um administrador c-orajoso e de habili àades políticas. - E está provando - ser fiel e muito preo cupado com o bem-es~ :ar de seu povo. Pre1eitura Municipal Distribui Materiais- Escolares dade, e elas sem es ~udos, não poderão ser algo na vida dessa vez chegou a oportunidade delas Es=udarern algo de hom para o seu fu:u ro". - par:a o bom andamento dos -:rabalhos. Com Cris:ina e Ar thur Hein, o Profei~ :o es :á tranquilo, o Secre:ário de Admi - nis:ração é aquele - homem conscionte,fir me de idéias, compe~ tente, e que, acima de :udo, quer o me - lhor para o novo mur tinhense. Arthur Hein e Crisina de Abreu dois profissionais compezenzes, respon­ sáveis, e ineressa­ dos em fazer o me lhor para a cidade. (Edição no 308 de 19 de Janeiro de 1993) '·' Prefeito assina Convênio com a FNDS Por ocasião da visita do Presidente Na­ cional da Fundação de Saúde, Dr. Haroldo - Ferreira, foram assinados convênios prio­ rizando a solução·dos problemas de ~anea - mento básico, término das obras do dique a agilização de varies programas na área da Saúde. Luiz_Abreu reivindicou, também, a im plantaçao de Kits sanitários e materiais de divulgação para distribuir na periferia entre a população ribeirinha, sobre o Cole ra e outras doenças. - O Prefeito de Porto Murtínho disse que a visita do Dr. Baroldo Ferreira foi gra­ ças a iniciativa do Deputado Federal Val - dir Guerra, "um grande amigo dos murtinhen ses". - Para Abreu, "nossa Administração come - ou a caminhar, temos trânsito livre em Campo Grande e Brasília, a privilegiada po s1çao geografica de Porto Murtinho a oor~ ta do Mercosul, trará grandes benefíciÕs - ao nosso povo". (Edição no 310 - 08/03/93) SAÚDE - DIREITO DE TODOS - s, r, Co m.o na ne, d a g SJ t :ência aos nossos es :udan:es, :ernos sim: que incenivá-los a irem às Escolas,pois eles são o fu:uro do nosso Municípic. Es:ou procurando de :odas as formas - modernizar as nossas Escolas, não somcn -.<' (Edição NO 312 - de 26/03/93) CRIINÇIS HOJE, FUTURO DO IMIINHI: RETROSPECTIVA DA Pronav AMINISTRAÇÃO LUIZ CM1OS .. 01 • MURTIY HO - P r oieto Conviver Iar o " . e° 09 » ~ 1' 1 1 l 1 1 ! t ., A Coordenadora da PRO!AV Municipal de Porto Mur tInho, Juntamente com a Chefe de D!vfuo Social C lanra Loubet Netto e o Assessor Especial Paulo A: hllio, atendem toda emana, cerca de 230 fdosos,on de toda a atenção é dispensada aos queridos velhl­ nhos de nossa cidade, para que os mesmos voltem o sorrir e se reintegrarem ao seio da noclcdadc e passam a ter atitudes positivas frente à sua velht ce, No Projeto CONVJVER, cm convênio com a Lili e contundo com o npoio do Executivo Hunicipnl, nten­ dcm 130 idouoH com Jdndc acima de 60 anos, onde re cebem todo atendimento médico hospitalar, odontolá glco e oftalmológico, além de uma cesto de comple­ mentnçio alimentur, contendo arroz, feJão, óleo , trigo, acúcnr e macarrão, A Coordenndora do PRONAV Municipal Ey Ohara de Abreu, pelo projeto Conviver, vem recebendo mensal mente uma verba enviada pela Prefeitura Municipal­ de Porto Murtinho, que montêm 100 ido.os carentes, dando o mesmo atendimento relativo aÔs 130 idosos mantidos pela LBA e Prefeitura Hunicipal, Sempre procurando atender bem aos seus "queri­ dos e estimados velhinhos", como os trata a Chefe de Divisão Social Celanira Loubet Netto, mensalmen te faz visitas aos idosos e famílias carentes, ã fim de estar a par de suas necessidades e de poder ajudar no que estiver ao alcance do projeto. O Projeto Conviver, é considerado um trabalho - árduo e ao mesmo tempo gratificante e humano, tem alcançado todos seus propósitos. CURSOS A PRONAV, com o apoio do Executivo Municipal e da população local, que com muita alegria corres pondem às promoções realizadas, iniciou os cursos seml-profissionalizantes de Tricô, Pedicure, Cabe­ leiro, Crochi e Pintura em Tecido um total de 132 pessoas que, através desse aprendizado, muito con tribuirão ao orçamento doméstico, PATRULHA MIRIM A Primeira Dama, Emy Ohara de Abreu Juntamente com o Prefeito Municipal Luiz Abreu, preocupados - com as crianças e adolescentes,entre I0 e 16 anos, iniciaram a Corporação dos Patrulheiros Mlrins,co~ posta de fanfarra e Banda de Música, onde os estu­ dantes reccberaüo instruções preliminares de disci plina militar, planos de trabalhos, sociabilidade­ entre outros. MEDICAflENTOS Procurando uma forma de melhor atender a popula ção carente, no que se refere à medicamentos, foi­ feito um contato entre a Secretaria Municipao de Saúde na pessoa do seu Secretário, Raimundo Morei­ ra Marim, Prefeito Municipal Luiz Abreu e esta Co­ ordenadoria ficando dctenninada a distribuição gra tuita dos medicamentos que serão feitos através do PRONAV Municipal com a ajuda de funcionários comp~ tentes daquela Secretaria. GINÁSIO DE ESPORTES • Também está sob a inteira responsabilidade da Coordenadora do PRONAV Municipal, Emy de Alireu, a Administração do Ginásio de Esportes "Mário David Andreazza", onde jâ foram realizadas inúmeras pro­ moções esportivas e toda renda arrecadada é desti­ nada exclusivamente ao atendimento aos carentes e necessitados do Município. CRECHE LAURA VICUA A Coordenadora .Sônia Ferreira e sua Assistente Sirley Gaúna, tem atendido diariamente 80 crian­ ças, entre O a 2 anos e de 4 a 6 anos de idade, dando carinho, atenção e tranquilidade às mães que depositaram total confiança a esta Coordenadoria. Sendo mantida com recursos próprios, exceto ·o dinheiro recebido da LBA no mis de Janeiro. As cri anças ali matriculadas tem recebido alimentação,h! giene, saúde e atendimento médico. Com crianças de 2a 4 anos, a Pressora Júlia Shem desenvolve varias atividades, com massas, can tos, etc. A Professora SUely Espíndola Clemente desenvol­ ve com crianças de 5 a 6 anos, várias atividades - como habilidades necessárias à aptidão para a lei­ tura, a escrita e a matemática. Nesse período da vida da criança são relevantes todos os aspectos de sua formação, dando os passos definitivos para uma futura escolarização adequada como membro do grupo social a que pertence. FUTUROS PROJETOS CASA DO ARTESÃO Futuramente, a Primeira Dama do NunicÍpio, atr~ vês de prooçes e auxílio das Classes ais privi­ legiadas da nossa sociedade,_fari a construção da sede própria d casa do Artesão e mais salas de au las no prédio da Casa do menor, alem da Construçao do Muro da Creche Laura de Vicunã e o término da Casa dos Idosos. .. ' !r;_Olgr de Areu Coordenadora d PRO!A' e sr -- f Crianças de 2 a 5 anos da Creche L. 'IGa i t i vi l a t e s esewo/vilas n o Pr i m e i r o Trimestre,/93 Acôes Desenvolvidas Medicamentos • Central de :-tedicamentos (PRONAV) Consultas - Oftalmologista Encaminhamento - Médico Intervenção - Cirúrgica Raio X Ultrassonografia Ajuda p/pedcia néd. e Aposentados Passagens Pedido de Registro Civil Identidades - SSP S Datilografia Reforço - Escolar Casas Populares para os Murtinhenses ire e [ena [Cumprem Promessa e Campala O Prefeito Luiz Car­ los de Abreu conseguiu junto ao Governo do Esta do a construção de 150 cnsas para os murtinhen­ ses. É um fato histórico . É uma promessa de campa­ nha do Prefeito Luiz e do vice Prefeito Tena. Através de um sistema de parceria, idéia sem­ pre pregada por todos os Jornais da Rede, hoje adotada pelo Governo Pe­ dro Pcdrossian, a Prefei cura entrará com a mãÕ de obra e o Governo com os materiais, Serão casas à altura das demais obras do Pre­ feito, contando com a participação de toda co­ munidade, num entendimen to perfeito Executivo Legis1at.ivo e comunida - de, idéia implantada por Luiz Abreu e sua equipe. Com mais de 30 metros quadrados de área cons truida, as casas popu!a- i' ,,,. -a J. ' N2 de Pessoas Atendidas 081 068 012 003 003 001 001 009 004 056 003 064 128 Com esta obra, mais de um de seu projeto de Governo, a Administração Luiz Carlos de Abreu/Te­ na, com a colaboração do Governo do Estado, cum premais um objetivo. O Prefeito agradece , através de a TRIBUNA MUR TINHENSE, o Governador: Pedro Pedrossian, o ai­ go da Fronteira, Asses sor Especial Antonio Car Assessor Paulo AbIlfo, Segunda Dama Celanlr e Cr!stino Ferreira do Projeto CONVIVER EDIÇÃO 334 - DATA 05/I' res de nossa cidade se rão das melhores, no pa- drão, em todo o Estado. Em edições anteriores havíamos falado da intcn ção do Prefeito e cons­ truir casas para os rur tinhenses, antecipando= se ao prazo previsto, as obras terão início no fi nal do ano. Fquipe PROA' de Porto !urtinho Incentivo ao Esporte Cesta Básica - Projeto Conviver Ajuda à Profissional Telhas Botijão de Gãz Atendimento à Creche Laura Vicunã Cursos Semi-Profissionalizantes a - Trico b - Crochi c - Cabeleireiro d - Pintura em Tecido e - Manicure/Pedicure Corporação dos Patrulheiros MIrins Banda Musical e Fanfarra TOTAL EDIÇÃO 315 - DATA 17/04 ( . ... los Arroio e o produtor ru:-al, Firnino Cortadn. Porto Murtinho,os ser teto,tabmnagrade. A 002 360 001 001 00[ 080 32 11 27 52 10 281 1291 po'{rica social da Ad:!­ nistração Luiz Abreu e Tcnn, é de valorizar o cidadão! PORTO MURIIHHO·, OS SEM TETOS TAMBEM ACiRADECEM 42 r •• 'l Na MdmInl±tração do Prefelto Municipal Luiz Carlos de Abreu há que tve ressaltar o excelente atendimento que a4 populçáo mur­ t Inhense vem recebendo do llospi­ tal César Jordallo, tem como DI rctor o Dr. Jonny heung, o Ho,­ p!tal posu! um total de )0 lel tos para atender a populaçio nu­ ma méd 1a de 1200 consultas mensa , . . , Unspital César Bordallo Presta· Excelente atendimento em Porto Mortinho s e conto com o::; ,H.:gulntcn ncr­ vlçon: l.nbor.1t<>·c lo, lll