fundador: 
lvaldo 
Pereira 
20/02/1972 
, 
D/AR/O REGIONAL 
IA VI'TA/M', A!O 2I Mo 14,2 - 25 DE JANE.IPO DE' l994 -- Ji -- 	• EXEMP!AR Ch$ 200,00 
/1UIZ ECONSIUERI INECNSIITUECINML AI COBRANÇA 
• DA 1111 DE ILUMINAÇÃO PUBLICA 
Segundo noti 
cia publicada pelo 
Jornal Correio do 
Etado de exta-f i­ 
ra, dia 2l, o Juíz 
Jorge rrios, da lD 
Vara Cível da Capi 
tal, considerou In 
constitucional a Co 
brança da Taxa de I 
luminnção Pública cm 
Campo Grande. Entre­ 
tanto, como é uma 
ecisão de primeira 
'•;tância, a cobrun­ 
," continua até que 
o recurso da Prefei­ 
Lura acja julgado po 
lo Tribunal de JuotT 
ça. 
Segundo infor 
mou o jornal, esta e 
a terceira vez que a 
Justiça dá umna sen 
tença considerando a 
taxa ilegal, a sen­ 
tença do Juiz Jorge 
Frias foi motivada - 
por urna Ação Civil 
Pública Movida pelo 
Promotor de Defesa 
dos Direitos da Cida 
dania, Abel Costa de 
Oliveira. Em são Pau 
lo, onde a taxa ta 
bém foi instituída , 
o Tribunal de Justi 
ca já firmou juri 
prudência da sua ile 
galidadc. 
Na sentença, o 
Juiz Jorge Frias aco 
lhcu a tese do Promo 
tor, segundo a qual 
o consumidor já paga 
pela taxa de ilumina 
cão pública embutida 
no valor do Imposto 
Pesquisa Confirma 
Liderança e 
Popularidade de 
Pedrossian 
Para 57 dos campogranden­ 
ses, o desempenho do Governador 
Pedro Pedrossian é ótimo/bom. 
Este é um dos resultados - 
da pesquisa Ibrape/Correio do 
Estado realizada em Campo Gran­ 
de nos dias 15 e 16 deste mes. 
A mostragem apontou indi 
ces de aprovação popular que 
confirmam outras pesquisas e in 
clicam o acerto das decisões de 
Governo . 
O Instituto aferiu, por e 
xernplo, a preferência dos elei­ 
tores da Capital em• situações 
distintas considerando a hipóte 
se de Pedrossian como candidato 
à reeleição. Pàgina / 03 
J 
O Presidente do impossiveis , o Sena 
PPR, Senador Espiri- dor do PPR revelou 
dião Amin, iniciou que vai apresentar - 
um movimento para im pareceres mostrando 
Pedir o adiamento da que o texto da Cons­ 
instalação da CPI da tituição e dos Regi­ 
CUT por 6O dias. mentos da cãmara e 
Afirmando que a do Senado não podem 
CPI da CüT gerou a ser subordinados ao 
cordas aparentemente acordo feito entre 
=----=========~=========================== 
o PMDB, PT, PSDB e 
PFL. Para a bancada 
do PT na Câmara e no 
Senado, o PT resiste 
à instalação da CPI 
da CUT porque sabe o 
risco que correrá se 
a contabilidade da 
CUT vir a público. 
Transparência .. 
só para os outros. 
Predial e Territo 
rial Urbano, que a 
grega também a taxa 
de limpeza pública. 
Cada contribuin 
te paga um valor,co 
respondente a área 
do seu imóvel e, exa 
tamente pelo tana 
nho da propriedade e 
que se estabelece o 
quanto cada um vai 
pagar. O Juiz cm sua 
liminar, entende ain 
da que o custo dai­ 
luminação pública não 
O elemento Eugê 
nio Louveira, acusa= 
do de participar do 
assassinato de Ernes 
to Ramires, ocorrido 
no dia l de janeiro 
no Distrito Nossa Se 
nhora de Fátima, nas 
imediações da Igreja 
de São Clemente, tam 
bérn já foi localiza= 
do e preso pela polí 
eia Civil de nossa 
cidade, ele está re 
colhido na Cadeia Pu 
blica a disposição= 
da Justiça. 
Segundo as in 
formações do Delega= 
u0de rra eado en 
tr+ os contrituint s 
porque é prestado in 
distintamente à toda 
população, inclusive 
aos que não residem­ 
no município e aqui 
venham a passeio , 
"de modo que não há 
como ser repartido 
entre todos estes be 
neficiários" diz a 
sentença. 
A sentença ante 
rior foi emitida em 
Outro acusado do .. 
homicídio no Nunca-Te-Vi 
já está na cadeia 
. 
nio Louveira, dizen­ 
do que ele ape 
nas estava no lo 
cal mas não partici­ 
pou do crime contra 
Ernesto Ramires. Lou 
veira também confir­ 
mou a história, ele 
nega a participação­ 
no assassinato que 
chocou todo o Distri 
to Nossa Senhora de 
Fátima, o" Nunca-Te 
Vi", mas essas ver= 
sões serão apuradas 
no decorrer do inqué 
rito policial,enquan 
to isso os dois acu­ 
sados devem permane­ 
cer na "tranca" da 
pensão do Pedross ian. 
do de Polícia Dr. Re 
nato Cesar Pereira 
Engênio Louveira te 
ve a sua prião pre­ 
ventiva decretada pe 
lo Juíz de Direito 
da Comarca, Dr. João 
Berlange Andrade e 
no último dia 17, se 
gunda feira, ele foÍ 
localizado e preso. 
O outro acusado 
do crime, Eduardo Be 
nites, já se encon 
trava recolhido na 
Delegacia de Policia 
de Bela Vista, ele 
confessou o crime 
mas inocentou Eugê 
Maluf Multa Empreiteira 
O Prefeito de São Paulo, Paulo Maluf, 
não brinca em serviço. 
Maluf pretendia entregar à população 
paulista dia 25, aniversário da cidade , 
tres pontes sobre o Córrego Ipiranga que, 
além de agilizar o trânsito, vão evitar en 
chentes na região. 
Mas numa visita surpresa às obras, o 
Prefeito paulista constatou um atraso de 
35 dias. 
Maluf não gostou do que viu e decidiu 
multar a Empreiteira Mendes Júnior, respon 
sâvel pela obra, em 10 mil dólares por diã 
de atraso. 
Ivinhema, o Juíz l 
cal no só entendeu­ 
que a cobrança ra i 
leg l como determi 
nou a Prefeitura que 
d·volvesse, com ju 
ros e correção mono-. 
t'ria, a ax cobra­ 
da dos consumidor s. 
J Prefeitura re 
correu da decisão 
junto ao Tribunnl de 
Justiça. 
Para o Prefeito 
de Porto Murtinho , 
Luiz Carlos de Abreu 
a Popularidade do, 
Governador Pedro Pe­ 
drossian é um argu 
ento suficiente a 
Justificar o apoio 
da sociedade à tese 
da reeleição: E.: o oo 
Vo que coloca, e g 
O povo deve decidir 
quando tirar ", assi 
nalou. Segundo Luiz 
Carlos Abreu, os ín­ 
dices alcançados por 
Pedrossian demons­ 
tram a correção na 
proposta de entendi­ 
mento e na definição 
.das obras sociais e 
de infraestrutura. 
"Pedrossian, se 
fosse candidato à re 
eleição, seria imba= 
tível". Página - 03 
Isenções 
de f PMF 
Ronda Policial 
• DOIS ESFAQUEADOS EM BRIGA DE BAR 
• 'l'IO 0500 MACHETE PARA MATAR O SOBIUNRO 
-. Veja estas ocorrências policiais, 
0
corridas em nossa região, na página- 
Os desta edição. 
• 
2s _a o	-oa..--- 
Prefeito de Porto Murtinho - Luiz Carlos de Abreu 
Orna portaria 
da Receita Federal 
diz que estão imu­ 
nes ao pagamento 
do Imposto Provisó 
rio sobre Movimen­ 
tacões Financeiras 
os Estados, os rnu 
nicipios, a União, 
o Distrito Federal 
e os partidos Polí 
ticos. - 
A portaria 
também libera do 
recolhimento de 
IPMF as, empresas 
jornalísticas e as 
editoras quando 
copraren papel. 
54· LeJlão 
Caracorte 
DIA - 26/01/1994 
Quarta-Feira " 
HORAS - 20:00 
REALIZAÇÃO - Sindi 
cato Rural de Cara 
cole Porteira Lei 
lões Rurais. 
* Participe! 
Caracol Espera 
Por VOCE 
--------=-=-- 
J

! 
Comentário Opinião 
1 
.JTN,É, I1O1E!S 
1 
J.• l Í f ljJ 
do por 
' enha pro 
o ua, orça" i .. 
pela Syurança Pública. 
pat empr foi e continua sendo 
o assunto preferido do candidato 
quando em camanha em busca do voto, 
Com qe±t.o "ensaiado" e um dis 
curso onde promete-,o "transformar num 
baluarte em defesa da educação o da 
equrança", coneque convencer até mos 
mao o membros da categoria que nunca 
perdem a esp'rança. O professor bate palmas e o policial se en 
ch de esperanças e fica a imaginar melhores condições para o 
despenho da sua periqosa mi são. 
o cnndidnlo ''promcnuciro" 6 eleito, assume a sua cadeira- 
esquece como que por um desgraçado encanto, as promessas, O 
professor e o policial, deixando-o relegados à sua miserável 
sorte. 
Existe um reclamação qonoralizada de que o ensino no Bra 
sil é muito fraco com relação à outros poises da América do 
Sul e que os nosso professores são despreparados e que nii.o se 
interessam pelo bm aprendizado dos seus alunos. 
Concordando que talo ncertivas sejam verdadeiras, somos 
abrigados a reconhece que não é possível a ninguêm e especial 
mente aos educadora e, con:rnrvur o interesse, recebendo o mise-= 
ro alário que o Estado lhes paga. Ninguém, cm sã consciência. 
pode conceber que um profissional mal pago, encontra algum con 
tentamento no desumpenho d<' suas funções. 
As r.ircunscãncias nrovenientes dos baixos salários não 
permitem ao prof0ssor concentre-se em busca de novos conheci - 
mantos literários fundam0.1tais, pois os recursos financeiros - 
advindos do seu trabalho, não lhe permitem nem mesmo alimentar 
se condignamente. Todo mundo sabe que banco de faculdade não 
dá condição do formando sair por ai dando aula a torto e a m~ 0 
cho. O que dá e completa a formação do professor ia vivincia­ 
com a profissão e a consequente especialização na prática,pois 
essa ia verdadeira escola. 
- Não fosse assim, não existiriam tantos "leigos", 
diploma à tiracolo. Também tantos leigos com indiscutíveis con 
dições didáticas. 
Nossos governantes e também os nossos legisladores, de- 
monstram claramente que rão pensam r.m forjar neste pais, para 
o futuro, uma população culta e independente, pois tim ciencia 
absoluta de que é muito mais fácil "manejar" um povo sem conhe 
cimento e sem cultura. Brigar e conseguir para o professor - 
um salário digno do valor da sua função social é dar a ele me 
lhores condições de transmitir cultura! O político profissio - 
nal detesta gente culta. Pois estes são mais difíceis de serem 
"manejados". 
A Educação e a Segurança Pública, são escadas retóricas - 
dos candidatos a cargos eletivos. No caso do Policial Militar 
a situação i bem mais ridicula. 
Composta por homens que diáriamente convivem com a violin 
eia, com a corrupção e com o risco de vida a Segurança Públicã 
tem nos seus policiais uma eterna ameaça. Homens honestos e de 
ccndcntes de familias humildes, porque rico não entra na Poli:= 
eia, o policial é tentado a corromper, influenciado por toda 
uma corrente de fatores, que vão desde a impunidade e as faci­ 
lidades que o meio proporciona, até à necessidade pessoal, es 
timulada pelos baixos salários que o Estado lhes dá em trocã 
da sua perigosa profissão. 
Jamais teremos bons professores e policiais efj~ien~es,se 
não solucionarmos os seus problemas básicos. - O filho que fi­ 
cou sem o leite e a mesa do meio dia que ainda não está defini 
da no expediente da manhã. 
Resta-nos reconhecer que com todos Posses oercalços a Edu­ 
car,ão e a Segurança, revelam ainda os Heróis Mendigos, 
sentados por aqueles que mesmo relegados ao esquecimento 
nossos governantes, cumprem - ainda assim - com relativo 
lho a sua função junto à socieãade. 
Com ideal, com honra e di nidadc! 
14±, qu t 
litoral , 
com 
repre 
pelos 
bri 
Supermercado 
São José 
Aonde Vender Barato 
se Tornou Tradição 
NO SUPERMERCADO SAO JOSÉ EU COMPRO 
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" ORAÇÃO A NOSSA QUERIDA MIE NOSSA SENHORA APARECIDA " 
Querida Mãe Nossa Senhora Aparecida vós que nos ama e nos 
guia todos os dias, vós que sois d mais bela de todas as mãls­ 
e que eu amo com todo o meu coração eu vos peço mais uma vez 
que me ajude alcançar e:.ta graça por mais difícil que ela seja 
sei que vês me ajudarás e me acompanhará sempre até a hora da 
minha mort~, amem. Rez ,r: l Ave Maria, l Pai Nosso 3 dias z~ 
guidos. Publicar assim que receber a graça. 
Por muitas graças alcançadas. E.A. 
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Tribuna da fronteira 
[irio Reioal 
FUNDADO EM 20/02/1972 
Dtretor-Redator-Chefe: Ivaldo Pereira 
Diretora Adm: Maria E. V. Pereira 
Secretário de Redação: Ubaldino 
gues 
Reportagens: João Carlos Velasquez, An 
dré Ãvalo, Firmino de Barros. 
Redação, Departamento Comercial e Parque 
Gráfico - Avenida Tribuna da Fronteira - 
564 - Caixa Postal - 23 - Fone - (067)- 
439-1410 - Bela Vista - MS. 
Rodri- 
SUCURSAIS - Jardia, Perto Hurtinho, Antonio Jo:io, !lo· 
nito, Caracol, Capo Grande e Con-espon - 
dente e Brailia e Sao Paulo. • 
Propriedade da Rede Belavistense de Jornal.n L'IDA 
C - F 15.513.203/0001-90 
# 0 Joral nio se responsabiliza pelos artigos assinados ou 
de oriccc de.flntd.a. 
* Exemplar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 200, 00 
* Número atrasado............. 300,00 
* Assinatura Trimestral 6.000,00 
* Assinatura Semestral 10.000,00 
* Assinatura Anual ~ 20.000,00 
+ FILIADO A 1DJORI E ABRAJORI 
RUA LUIZ DA COSTA LEITE 
r;::, 
FONE: (067) 255 - 1475 
- MS 
-- 
~~m,,anheiro 
/ do ,E. 
através de consulta previa a todos os seus filiados, nosso paitído 
estará escolhendo o seu candidato para o governo do Estado. 
J Q_uero 3er esse candidato parque entendo que a gravida­ 
i de da silUaçao nacional não me permite omissáo. /nslsten~s 
manifestações de companheiros, lideranças políticas, e de seto­ 
res organizadas da sociedade, alacas às pesquisas de opin!ão 
j publica ~a/1zadas nos ultimos meses, convenceram-me de que 
1 a rr.alona dos su/.fnâtogrossenses tem preferéncia pelo rr.eu 
j nome para a condução do governo do Estado nos pró)ámos 
i quatro anos. 
} Tenho expeiénca e coragem sufidentes para. com o 
apoio da população, fazer um governo transparen:e, hanesto. 
partiCipativO e re.almente voltado para os interesses prtoritálios 
donossopovo. 	• 
• Para isso é imponante que todos cs meus a!adas dentro 
do parido não fiquem apenas torcendo, mas ccmpareçam às 
' umas nod:a 3D, contribuindo concretamente com o seu voto para 
tomar a nossa vitória ainda inais expressiva. 
M... 7A> 
• 1

Pesquisa/Reperc s 
...., 
ao 
Para o dirrtor do Ibrafe,Pau 
lo Catanante, os índices de a= 
provação do Governo Pedro Pc 
drossian transmitem a compreen­ 
são de parcela majoritária da 
sociedade com a consistência do 
programa governamental. "As o­ 
bras, por exemplo, estão visí - 
veis, cm locais estratégicos , 
todo mundo vê máquinas e homens 
trabalhando. Daí, por exemplo , 
68 acreditarem na conclusâo 
das obras", observou Catanant:e. 
O quo an tcs poder ia se resumir 
a promessas, hoje é uma roalida 
de à vista de todos". 
Assim o Diretor do Ibrapc 
justificou os percenuais atri­ 
buídos aos diferentes quesitos 
da pesquisa: 
ÔTIMO E BOM: 571 
"Uma avaliação que o campo - 
J9randense faz diante de varias 
fatores, alguns fundamentais. O 
Índice de desemprego na constru 
çào civil caiu significativamcn 
te, sobretudo nas regiões crítI 
cas, como nos Bairros atendidos 
com programa a exemplo do Desfa 
Vclamento". 	- 
JUVENTUDE: 568 
. "Os jovens vivem reclamando 
areas de lazer, diversão. E nu- 
A revisão da Constituição Fe 
dcral deve discutir amplamente­ 
d reeleição de Governadores, ho 
)e vedada, para que políticos - 
com a. competência, a seriedade 
e o zelo com a coisa pública , 
CCtro o Governador Pedro Pedras - 
ian, possam ser mantidos no 
'argo pela vontade popular. A 2 
Ünião é do Presidente da Asso­ 
dacão comercial de Campo Gran­ 
~, Empresário Nelson Nachif , 
comentar a pesquisa que apon 
to Governador de Mato Grosso 
d, Sul com todas as credenciais 
Pa candidatar-se à reeleição, 
na eleições majoritárias de ou 
turo próximo. 
•o resultado da pesquisa re­ 
lte com fidelidade o comport~ 
:et.o atual da sociedade sul-ma 
"llfossense. A modernidade admi 
llürativa, as grandes obras de 
lida-estrutura social e cconô­ 
Ric e, sobretudo, o respeito - 
ªº idadão e ao patrimõnio pú - 
bli, transformaram o Estado - 
r.u:n•.uqar bo:n de se viver e 
Pro,crar", acrescentou Nachif. 
l'<iJ:lelc, a upi:,.i;:io pública de- 
Prefeito de Porto Murtlnho - Luis Carlos de Abreu 
Instituto Credita Resultado à 
Consistência Programática 
ma época de férias, como essa , 
o jovem vê o Governador execu - 
tando e lançando obras como es­ 
ses parques das Nações Indígc - 
nas, Acâcias, mais o carnaval - 
de rua. Tudo isso contribui pa­ 
ra identificar mais o Governo e 
a faixa etária entre 16 e 25 a­ 
nos". 
CARNAVAL: 711!. 
"Campo Grande, atê agora, só 
se conformava em assistir pela 
tcvê os carnavais de rua cm 
quase todas as capitais do País 
e atê cm cidades menores. Com a 
decisão de promvoer o carnaval 
de rua na capital, o Governo 
preencheu uma lacuna cultural e 
de lazer mui to importante". 
REELEIÇÃO: 548 e 50% 
O eleitor imagina que, mais 
do que a continuidade, poderá - 
ter o dobro das obras que tem 
agora". 
APROVAÇÃO CRESCE: 44% 
"Aumentando a taxa de con 
fiança - 68% acreditam na conclu 
são das obras-, aumenta a aprÕ 
vação, também porque o volume= 
de obras indica desempenho qua­ 
litativo e quantitativo para a 
opinião pública". 
HACHIF É FAVORÁVEL À 
REELEICÃO DE PEDROSSIAN 
·' 
ve ser respeitada, principalmen 
te quando a vontade do povo e 
manter um Governador que o agra 
da plenamente. "Num momento de 
conturbação da vida nacional , 
com crlses e escândalos, a apre 
vaçáo dada a Pedrossian merece­ 
uma reflexão daqueles que deci­ 
dirão pelas mudanças constitu - 
cionais", pondera. 
Nach~f lembra que o Governa­ 
dor Pedro Pedrossian não vem de 
monstrando apenas competência= 
administrativa, recuperando um 
Estado falido. 
"A habilidade política do Go 
vernador merece a consideração­ 
de toda a sociedade, ao apelar 
para o entendimento das forcas 
vivas da nossa política, funda­ 
mental para viabilizar obras , 
investimentos e retomar o cres­ 
cimento econômico". O dirigente 
ê favorável, desde que a legis­ 
lação não permita a reeleição, 
a escolha de um nome para a su­ 
cessão estadual que tenha o mes 
mo perfil político e técnico de 
Pedro Pedrossian. 
do Porto M re r' '.'.) 
Ia.z C.rlo d A 
hru, 
Pdrossia, 
nen o uflci 
justificar o 
da socidade a 
da reeleição. "f 
povo que coloca, e 
±só o povo deve deci­ 
dir quando irar" , 
assinalou. Segundo - 
Luiz Corlo!J de Al:r- u, 
os índices alcança - 
doa por Pedrossian - 
dcmons ram d corrr - 
ão na proposta do 
entendimon o e n de 
finicão das obras se 
ciais e d infraos • 
trutura. "pedrossian, 
se fosse candidato à 
reeleição, eria im­ 
hatívcl". 
o Vice-Prefeito - 
de Três Lagoas, Dar­ 
cy da Costa Filho 
Jcmbra que Pedras 
sian passou os dois 
primeiros anos de Go 
·erno "arrumando d 
casa" e agora exibe 
!rcy Cota Filho 
diz airda que I 
cure c» o do Covr 
nador, como o paga - 
rnto em dia do ali 
rio do rvidor e K 
antecipação do 139 , 
for,, ouficicnt1c 0<1 
ra "calar os adverG 
rio::;, a1.:c duvidav,1::1- 
da execução deses - 
compromisos". 
Os Prcfcito5 de 
Dcurados, Humberto - 
Teixeira, e Corumbá, 
Ric<1rdo C.índi.1, con­ 
sideram um reconheci 
mento justo a aprova 
cão popular ao Gover 
no. "Nada mais natu­ 
rdl que o cidudáo,bc 
neficiado com tanta. 
obrds, queir~ rccle- 
pular nesse 
f(' is numa tpoca d 
'f.,OJ,"" 
con idrr foli . 
pelo rs c da vida , 
"O nosso governador 
um dos mais populg 
re do Faí porque - 
sabe Interpretar os 
Ct·!'"lti::-r,nLco de GPU 
J;()VO". 
"se o P dros!an 
fcse c ndid'o 
rrclciçJo, r-r lvra­ 
se reeleição, eu não 
tenho dúvid 51 cl 
seria reolof o, com 
fac!lidado", analia 
o Prcsid ntc do Sin­ 
dicato dos Trabalha­ 
dores da Construção 
Civil o do Mobiliá - 
rio, Valniro Nunes - 
de Oliveira, filiddO 
dO PMDB, partido do 
Scnddor Wilaon Barbo 
sa Martins. 
Pesquisa C fir a liderança e 
Popularidade de Pedrossian 
Para 57~ dos cam­ 
pograndcnses, o de - 
~empenho do Governa­ 
dor Pedro Pedrossictn 
P ótimo/bom. Este é 
um dos resultados da 
resquisa Ibrapc/Cor­ 
rcio do Estado redli 
7ada cm Campo Grande 
ros dias 15 e 16 des 
te mês. A amostragem 
;,po•1tou índices de 
apovacção popular 
que confirmam outras 
r•esquisas e indicam 
o acerto <las dcci 
!:Ões de ('cverno. 
O Instituto afo - 
riu, por ~;:pmplo, a 
preferência dos clei 
1ores da cãpital em 
~ituaçõcs distintds, 
considerando a hipó­ 
tese de Pcdrossian 
como candidato d roe 
leicJo. Na prineird­ 
situaçâo, cm confron 
to direto com Wilson 
Murtins, do PMDB, Pe 
drossian teria 541 
dos votos campogran­ 
dcnses contra 30% do 
concorrte. 
Na segunda situa­ 
ção, com a inclusão 
de um terceiro candi 
dato, o oetista Jose 
Orcírio," a vantagem 
pró-Pcdrossian seria 
mantida: 50%, contra 
25~ de Martins e 10% 
de Or-rio. Na ri - 
rncird hipótese, o!' 
nulos/brancon/nenhun 
dos candidatos tive­ 
ram 10. Na segunda 
situdçdo, esse per - 
ccntual cai para 9%, 
CRESCIMENTO 
O Ibrapc consta 
touque nos últimos 
18 meses a aprovação 
à Administração Pe - 
<lrossian crescer 44% 
na capital, com os 
57% àe ótirr.o e bom. 
Acompanha esse 
crescimento o índice 
dos que acreditam 
(68iJ na conclusão - 
das obras realizadas 
na cidade. 
MS será Beneficial com o no 
Cálculo de financiamento do SUS 
O Mato Grosso do Sul serã un 
dos quatro Estados a se benefi­ 
ciar com a nova forma de finan­ 
ciamento da saúde pública por 
parte do Governo Federal. A pro 
posta do Ministério da Saúde - 
que depende ainda de aprovação 
do Ministerio da Fazenda acaba 
com a prestação de serviços ba­ 
seada numa tabela de valores fi 
Y.Os, definida pelo extinto 
JNAMPS, e passa a fazer o cálcu 
lo para liberação dos recursos­ 
tomando por_parâmetro US$ 45,00 
per capita por ano. Os paga - 
mentas seriam feitos atê o dia 
10 do mês subsequente, com a co 
tacão do dia do dólar. - 
"As refornulacôes são funda­ 
mentais para a consolidação do 
programa de descentralização e 
municipalização dos serviços de 
assistência à saúde", comentou 
a Secretiria Estadual de saúde 
'era Lúcia Kodj aoglanian. A se-' 
cretária representou o Governo 
Pedro Pedrossian na reunião com 
o Ministro da Saúde, Henrique - 
Sa..-itillo, em Brasília, quar.do - 
se discutiu a nova orooosta. Ma 
to Grosso do Sul foi incluído - 
nessa reformulação ãe repasse - 
de verbas, que o Ministro àa - 
Saúde definiu como cota lcbal, 
por cumprir tocas as etapas de 
execução e i::-,plantacão de Sistc 
~a Onico de Saúde (SOS), ao li 
c'.o dos Estados do Paraná, Cear 
0 do Distrito Federal. 
q0 
Segundo Vera Lúcia, a cota - 
global garantirá a liberação 
dos financia..-nentos sem atraso e 
co valores atualizados, ao cn 
tr~rio do que ocorre até agora: 
Alem disso, os Municípios habi­ 
litados para assumir a municipa 
lizacão da saúde pública terãõ 
repasses diretos e a responsabi 
lidade de contratarem os prestã 
dores de serviços. "Dessa fomã 
explica a Se=etária, estare=, 
efetivamente, descentralizando 
o Sistema de_ Saúde, e,stabelecen 
do~ avanço sjgnificativo no ã 
tendimento abulaorial à cp:. 
lação carente". Em Mato Gross 
dg sul, 32 dos 77 Municípios es 
tso habilita dos a assuir ges 
tao plena, correspondendo a 81% 
da população. 
REPASSES DE NOVEMBRO 
O Ministério da Saúde repas­ 
sou ao Estado, CR$ 785.984.628, 
54, referente ao pagamento dos 
serviços prestados ~o setor an­ 
bulatorial no mês de novenbro / 
93. Cerca de CR$ 289 milhões ~ 
correspondem a ültira cota ( de 
20i) do pagamento das interna - 
coes ambulatoriais, feitas no 
mesmo mês. Destes valores, a Se 
cretaria Estadual de Saúde tra"!S 
feriu ao Hospital Universitário, 
de Campo Grande, a quantia d>CRs 
Si milho. A Prefeitura da Ca­ 
pital foi beneficiada co CRS 
56 milhões, e a S.:tnt<1 Casa, ~n 
CRS 38,7 ~ilhôes.

Vampiros e Canibai 
TEMPOS 
Lucas Prch, filho do imi­ 
qrante alemão o de ume paulista 
111!,ciclr, 	·m G<1r.Ç,1 
reqIão cafeeira; a 
me era equidora fiel o conts 
t. ,ntc <lu !líbl i·, crente; o pnl 
de Hamburqo,criado nos escom­ 
bros de uma querra que marcou 
para sempre o povo alemão. Mora 
va sozinho, nur dos bairros ma­ 
ln trnnquilon de São Paulo, o 
'piranqa, na rua Bom Pastor, nu 
mn ;11!11 de Vila, clondo que o 
pai o a mãe resolveram voltar 
para o interior. 
li l ·,m de ncr o !leda tor do Jor 
na1 "voz dos Metarlógicos," cola 
bornva com divorono publicacõea 
nindicnio e à noite trabnlhava 
num::. Editora, na rcvioão. Um ho 
mcm muito preparado. 
Conhecia a região da Agrope­ 
cu.:iria Recanto do Sol, mas quan 
do ali estivera só havia lugare 
jos e um povo abandonado. Não gos­ 
tava de lembrar aqueles tampos 
de ira, era jovem, cheio de es­ 
perança, pegara em armas e fora 
para a luta, com muitos compa 
nheiros da faculdade • Contrad.!_ 
ções da juventude, ideal feito 
de palha, incenr' ~.ado pelo prQ 
prio sistema internacional, o 
mundo comunista ruíra na onda 
democrática com a derrocada do 
"Paraíso vermelho". 
Sonhos da juventude, ,ficara 
uma grande lição, vale a pena 
lutar, mas a luta pode ser paci 
fica, no campo das idéias, a 1~ 
ta armada não leva a nada a não 
ser o aniquilammto dn horrcm. Não, a 
revolução'armada, não é apartei 
ra cta história, são as idéias e 
a união dos trabalhadores, com 
esta união' surge a conscientiza 
cão, o espírito de classe. 
Nos tempos de ira Lucas co 
nheceu homens e mulheres, na 
maioria jovens, lutando por tu­ 
do aquilo que acreditavam. Co 
nheceu a tortura, os limites do 
sofrimento, a decepção, e teve 
períodos de intensa felicidade. 
Foi guerrilheiro sim senhor. 
Exilado voltou ao Brasil com 
a anistia. 
Páginas escritas no passado 
que não gostava de reler. Não 
se arrependia de nada, houve er 
ros e acertos. 
Ficaram no espírito e no COE 
po, lembranças amargas dos po­ 
roês onde gritos horripilantes 
eram ouvidos de madrugada, jo­ 
vens de 20, 2 anos, morrendo 
nas mãos de fera, que se apro­ 
veitaram de um momento para ex 
travasarem suas taras; no cor= 
po a tortura lhe decepara dois 
dedos. Por isto o apelido { que 
não gostava) "Três Dedos". 
DE 
di<JGC Luc-,c. 
- Estive naquela região por 
mais de doin anos, além de o­ 
eira, mais duas cidades in' 
qrm o "Vale da Esperança #­ 
alto e Barbosa, a mais proxra 
da Reconto do Sol é Roacira.Nos 
idos de 72 o 74, várioo emprcs! 
rion pouliotao, nlnciroa, ga~­ 
chos e paranaenses adquiriram 
:nilharcG de hectares de terras, 
os nativos da região, pequenoo 
proprietários e posseiros, na 
maioria migrnntes, foram expul­ 
non. Formaram_oc grandes pro­ 
priedades. Algumas produtivas , 
outras so para cspeculaçao. Ali 
é como um condomínio fechado , 
muitos têm até exército particu 
lar, aviõca sobrevoam aG matas 
diariamente, fala_se que o con­ 
trabando dc curo, cassiterita e 
até urânio é livre. tum Bras~l 
diferente, onde impera a osc=a­ 
vidão. Mais de 5 mil pessoas vl 
vem no Vale, as que conseguem 
denunciar às autoridades o que 
se passa por lá, não merecem 
crédito. A Igreja procurou agir 
dentro do possível, mas temos 
limites, eu e mais quatro pa­ 
dres fomos "convidados" a mudar 
de paróquia ... 
- Não vamos entrar em deta 
lhes, iremos verificar pessoal= 
mente as-condições existentes , 
você tem um relatório? 
- Tenl:a paciência, Tonho,pre 
ciso lhes dar uma visão realis­ 
ta dos fatos, pois ninguém acre 
dita que no Brasil das CPis,das 
cassações, possa existir o tal 
"Vale da Esperança". 
- Desculpe. 
- Formou-se um cartel, hoje 
são mais de 1 milhão de hecta - 
res, de propriedade de meia dQ 
zia de empresários, é preciso 
dizer que alguns deles transfor 
maram matas, terras improduti­ 
vas, em verdadeiros celeiros,on 
de se produz de tudo, acontece 
que administram como se fossem 
senzalas, não possuem trabalha-. 
dores, mas escravos. Para o Go 
verno merecem diplomas e trofé= 
us, são homenageados, estão de~ 
bravando a Amazônia. Para o po­ 
vo, para os que lá trabalham 
são feitores. 
- E o proprietário da Recan­ 
to do Sol? - Perguntou Carlos. 
- Um milionário paulista,com 
fama de simples e dedicado a fa 
milia, aos amigos, empresário 
admirado e querido, um homem de 
Ó!;?la ;_,ersonalidade. Nas suas 
fendas se transforma, um car­ 
rasc .. •. ::, o::.c,: de todos, contra 
ta os regados na Estação do 
Norte e o ±ral, atraves de 
gatos, leva ~-, .:a o Recanto com 
promessas e adeus à liberdade. 
Leiam com atenção este relató 
rio feito pelo padre Miguel,ele 
trabalhava na Paróquia de Rosei 
ra. 
- Onde está esse padre·Miguel? 
IR A 
Capítulo IV 
Todos os quatro se acomoda­ 
ram onde funcionava a sala de 
leitura da Biblioteca do sindi- • 
cato dos Rodoviários. Ali pode 
riam•conversar tranquilamente. 
- Vamos aos fatos, padre 
- Segundo informações 
transferido pra ur Paró;ui 
intrior d 5o Paulo, uu cid 
dezinha. 
-- Leia e voz alt , 
nho a Car!os. 
- Pô cara, ão : is de vinte 
pginas! 	.- 
- 	'T + m o s 	t e m p o 	e pacienci 
1 lu, repetiu Tcnlo. . 
E Carlos iniciou a leitura. 
"!'.cu r.or.e é Miguel, :ui oa­ 
drc na Paróqui. de Roseira, eg 
te relatório é o relato fi.l d0 
pe 
ue iram 
cuár nto do Sol, 
prie empresar.o Dr. 
nio rtune.. .. 
O prir iro d por nto fe, 
chocante, triste, pare4a o 
um jud sobrevivente de um cae 
po d concentras o nazista,o 
i5ncio ±a ala era de coite­ 
rio, o vento soprando nas jan 
l. dava a impressão de al 
aaoniadas em busc. d liberdade, 
liberdade que faltava na R«canto 
ào Sol. 
r: . r 
e TU-BON 
FÃBRICA DE TUBOS LTDA 
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Brilha na Constelação do Mato Grosso do Suf 
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J 
BONITO ESTÁ RECEBENDO 
<iRAHDES OBRAS E O TURISMO 
VEM AQUECENDO O COMÉRCIO 
--- -------- 
r_ 
E., e será um ano 
de grandes realiza - 
es da administra 
5o 1os Arthur PI­ 
queiredo, pois obras 
de grande vulto e 
tão sendo implanta 
das, destacando uni 
hospital com trinta 
e els leitos, cento 
e cinquenta CilllilfJ po 
pulares, prédio dos­ 
tinado 'a Cil<ETMN, du 
as pontes de concro­ 
to sobr.c os rloo For 
moso o Formozinho a 
l poucos metros do 
"Balnenrio Munici­ 
pal", pavimentação 
asfáltica ligando eu 
te Município a Guia - 
Lopes da Laguna e am 
pliacão de seis esco 
las Municipais. - 
NOVOS EMPRESÃRIOS 
O grande fluxo de 
turistas, que já es­ 
ti ocorrendo quase o 
ano inteiro, provo - 
cou o aquecimento do 
comércio e atraiu no 
vos emoresários até­ 
de outros Estados.No 
tamos que a cada mês 
um novo estabeleci - 
menta inicia as ati 
vidades, sendo alguns 
de grande porte como 
hotéis, padaria, ví­ 
deo locadora com "vi 
deo gc:me", barzinho-­ 
anexo e lanchonetes. 
Com essas novas 
opções os comercian­ 
tes mais antigos os 
tão reagindo, melho::­ 
rando o atendimento 
e até derrubando 
1; AIA V!BL;CA 
------- --~---,-- 
A egurarça Públi 
c vem merecendo uma 
ata·o especial por 
parte do Chefe do 
T'xecutivo local.Após 
uma tremenda batalha 
unto as Autoridades 
da Capitol, un Polí­ 
cla::; Civil o Militar 
estão devidamente 
equipadas, cada uma 
delas com um "Gol" o 
as quotas de combus­ 
tíveis r;ão normal!;. 
Com o policiamen­ 
to preventivo, quo 
ainda conta com a 
poio da Guarda Muni= 
cipal, apesar do 
grande movimento do 
visitantes, nenhuma 
ocorrência envolven­ 
do turistas foi re 
gistrado nos últimos 
dias. 
ATAÇÃO PrcgPAi 
A deslunbrante 
"Gruta do Lago Azul" 
e outras cavernas 
são alvos de visita­ 
ção, mas a atração 
principal é o "Bal 
neário Municipal Rio 
Formoso", que a Pre­ 
feitura está explo 
rando de forma racio 
nal, mantendo no 10::­ 
cal um rigoroso poli 
ciamente, vários se­ 
gurancas Civis e Sal 
va-Vidas. Criancasde 
sacompanhadas dos pa 
is ou responsáveis - 
são proibidas de en 
trarem na água. 
Atendendo reivindi 
os cação do Prefeito, e 
Preços de algumas " indicação do Verea­ 
rcadorias para en dor Luiz Falcão 
O De 
frcntarem a concor putado André PucineT 
ência. Um hotel ad::- li está pleiteando 
quiriu um ônibus e junto a TELEMS a ins 
o:erece aos seus via talacão àe um ore­ 
gem ao Paraguay. lhão naquele logra 
douro público. 
cr,r••.AVAI, 
Pura o tríduo mo­ 
meco que se aproxi­ 
ma, está sendo aguar 
dado un públjco ccn 
precedentes, de pes- 
soas que já vem fu 
gintlo dos carnavais 
dou grandes centron, 
proferindo a doacon­ 
tração m contato 
corn a naturcz1., li 
vre dos "Trombadi 
nhas" e "Trcr.1badõcs'; 
porque Bonito ofere­ 
ce tranquilidade ab 
soluta. 
José Arthur o a 
equipe designada es­ 
tão ultimando os pre 
parativos para rece­ 
berem os visitantes, 
limitando o número 
de barracas no bal 
neário a fim de cvi= 
tar super aglomera­ 
cão. 
OUTROS LOCA.JS 
Isso não é motivo 
de frustração para 
os veranistas, que 
acampam em outros 
trechos beira-rio 
considerando que as 
águas do Formoso são 
absolutamente límpi­ 
dasem toda a sua ex 
tensão, em torno de 
sessenta kilômetros 
até desaguar no Mi 
randa. 
Outras opções são 
a "Ilha Santa Cruz"e 
"cachoeiras do TaÍ 
ca", sendo que está­ 
Última conta com gru 
tas misteriosas, for 
mando Bonito a segun 
da cidade turística­ 
mais visitada em to- 
1o o Estado, perden­ 
do somente para Co 
rumbá. 	- 
ISA·BELLE 
CENTER 
Uma 
à seu 
Loja de Brasi:leiros 
Dispor no Paraguai 
1CM,O 
AVALIAÇÃO FGIOPA! "U 'CA 
TRATA' +TO A 'A i 
+ O U 'T I Q U " 
NAS DO CASO) 
O 
Fml~: llf:S. 09-1060 
LOJA: 018 - 221 - 270 
ISAR!IA - LUCIFE E CECÍLIA 
Bella Vista Paraguai 
ARRO 
$A'T 
INTEGRAL 
DSA 
E o alimento mais doador de vidas e saúde. Não é aptas um 
alimento. E um remédio capaz de salvur vidas. 
Tão completo, é que os macrobióticos fazem dele 60i de sou 
regime- P, arroz bruto, do qual somente foi retirado a dura 
casca de celulose. Conserva, pois d parõaccnta cutícula, onde 
estão todas as suas virtudes. 
*ARROZ INTEGRAL~ VIDA E SAÚDE! 
DEVE FAZER PARTE DE SUJ ALIMENTA 
ÇliO 
USE E C0!-1PROVE 
VIDA NOVA: ~M TODOS OS ASPECTOS! 
MAURO EDUARDO BE1RARI 
RUA TUIT', 50 - FOVE 251-1291 
Farinha de Mandioca· 
O Livro "PEDRAS 
QUE ROLAM", do 
Jornalista Ivaldo 
Pereira já está 
circulando, rese~ 
ve O seu exemplar 
na redação d?. TRl 
BONA D/ FRONTEIRA 
ou envie cheque 
nominal para: 
JORNAT, TRIBUNA Dl 
FRONTEIRA 
~ AVENIDA TRIBUNA 
DA FRONTEIRA, 564 
CEP: 79.260-000 
BELA VISTA - M.S 
GRUPO 
FARINHA SECA 
SUB-GRUPO 
FINA BENEFICIADA 
CLASSE 
AMARELA 
FARINHA SÃO JOS~ LTDA 
RUA SENADOR JUSCELINO KUBITSCHEK S/N - FONE (067) 251-2619 
REGISTRO NO MINIST~RIO DA AGRICULTURA NO 04000979 
J A R D I M M S 
I

1 REYELIÇâO POLI ICI 
,udo 1 va a crer 
que a lei,óen do 
próximo ano erão de 
clivs para o futu­ 
ro do Brasil. Humi­ 
Ihada o revoltada 
com a gener. lizada 
corrupção,que se iny 
talou na mais altas 
instâncias adminis - 
trativan do Paín, a 
aociodndo pnrcco din 
posta a usar do uai 
cncolhn:: ele ltor;.iiu 
não penas no senti­ 
do do castigar os 
porrnívnin culpudou, 
moo no oontido de es 
colher para as fun 
çõe executivas e 
(Jlnlat:1.vaa outrou cI 
dadãos, cuja honcotI 
dado, compot6nçia i 
amor ao bem comum es 
':.ojnm longê de qual-: 
quer suspeita. 
Nas democracias , 
as elciç6cs livres o 
secretas são a inven 
cível arma de um po­ 
vo. o povo brasilei­ 
ro, que já não acre 
ditava muito em seus 
político,parece diy 
posta a encolher com 
mal ricdade eu 
representantes. 
O perfil do polf­ 
tico nofrerfi 1rondou 
ultcrncõcu nn~ próxi 
m;rn clo1ç6co. ProJ11c:1 
as e juras de honeis 
tidade o de amor ao 
pr6ximo e à pátria 
Já não serão ufici­ 
cntc!J. /lo provan da 
própria honcutidadc 
deverão ir além do 
discurso. O hiotóri­ 
co, a compet6ncia, a 
declaracão de bens , 
ou contas bancárias 
e a pr6prio vida mo­ 
ral individual e fa 
miliar terão impor 
tãncia decisiva. lia= 
verá ainda aqueles 
eleitores que, na hg 
ra do voto, guiar-se 
-ão pela última emo­ 
cão, e aqueles ou 
tros que trocarão o 
voto pelo último san 
duiche. Diminuirá po 
rém significativamen 
te a quantidade de 
to.iti 
r:.: ,, ... ..: 
rJ l. 
equr.da· ri d 
Ímunid de parlar.n - 
tar coro hoje er 
tendida. Ela deve 
ser limitada à ativ! 
d de parlarentar, 3_ 
rantindo apenas o d± 
reito às próprias 
conv icç6cr; politican. 
No demis casos, co 
mo corrupçJo e cri-: 
nes comuns, os Sena­ 
dores e Deputados de 
verão sujeitar-se ao 
Código Penal, sem au 
torizacão do Congres 
so. 
Terceira: Reforma 
cleitoral,comcçun<lo 
pela introdução do 
voto distrital e al­ 
teração do número de 
representantes esta­ 
duais em obediência 
aos colégios eleito­ 
rais, cabendo peso 
igual a cada voto.De 
vem ser instituidos 
rigorosos controle 
das atividades parti 
~ QUE SE ESPERA DO VOTO 01S1 IIDL 
Antonio Paim 
O voto distrital destina-se a aproximar de a contribuição relevante. 
rc,presentantes e representados, determinan O maior benefício que o parlamentar de­ 
de o desaparecimento da circunstãncia atu= ve retirar da introdução do sistema distri 
a} cm que o encontro entre eleitores e De tal consiste na.estabilidade do próprio - 
putados só se verifica na caropanha eleito= mandato. o voto distrital deve reduzir sen 
ral. No sistema vigente, depois de eleito, sivelmente os índices de renovação do Par­ 
o Deputado perde os vínculos com a sua ba- lamento. Além disto, frequentando sistema­ 
se eleitoral e passa a viver na dependên - ticamente o eleitorado, o parlamentar está 
eia do bloco parlamentar a que se integra. dispensado de campanhas custosas e inte~ 
l aproximação entre representantes e re pestivas. Mesmo porque as dimens6es terri­ 
presentados, para ser frequente e habitu toriais dos distritos não justificam a efe 
al, levará inevitavelmente à estruturação- tivacão de campanhas custosas. O contato - 
ds comitês partidários a nível Municipal pessoal e frequente será mais importante - 
e distrital. Será este o primeiro passo pa _que a disputa por um lugar nos meios de co 
ra a efetiva estruturação de nossos parti- municação. Menos despesas significa também 
dos políticos. 	mais independência em relação aos financia 
Na situação atual,urn problema tão impor dores das campanhas. Assim, esse passo po­ 
tante como a tributação chega ao conheci - de se transformar na mola propulsara da mo 
mento dos eleitores pelos jornais. Os con- ralizacão tanto das campanhas como do pró= 
tribuintes não têm como obstar alterações t'~io exercício· dos mandatos. • 
ou desrespeitos aos seus direitos. Na ver o defeito apontado no sistema distrital 
dade, quando daroos o voto a um Deputado consiste no fato de que, ao mesmo tempo em 
nao estamos automaticaroente transformando- que cria maiorias estáveis e evita as cri 
o em nosso representante porquanto não es ses políticas, dificulta a representação 
tá institucionalizado nenhum canal de comu das minorias. 
nicação entre as duas partes. Os Deputados A importância das minorias está associa 
limitam-se aos entendimentos com aquela - da à crença de sue sempre trazem novidades 
parcela do eleitorado que mais ou menos e, por esse mio, a possibilidade de reno­ 
trabalha para ele,em troca de favores.Essa vação. Esta é provavelmente uma verdade 
espécie de elientelismo também deverá de comprovada. ~cs para alcançar tal renova 
saparecer com a prática e a consolidação - cão as minorias não precisam obrigatoria 
do distrito eleitoral. O partido político mente começar pela representaço parlamen­ 
certarnente terá que dispor de funcionários tar. A experiência de no~sos dias sugere 
mas isto já será urna outra questffeo e não o precisamente o contrário. A a~~r~ura da so 
ponto aqui focalizado. 	ciedade e o acesso aoE reios de comunica 
Numa palavra, o voto distrital signifi- cão são fatores muito ais importantes na 
cara uma contribuição importante para o renovação que o camino do Parlarner.to.Está 
resgate da cidadania, tão aviltada em nos- aí o exemplo dos ecologistas. Jl_ atenção e. 
so Pais. 	sua mensagem, em todo o mundo,não foi per- 
Deve-se esperar que·dessa sintonia com turbada de nenhum modo pelo fato de que 
a opinião, o Parlamento alcance a posição sua representação parlamentar é pequena e 
que de direito lhe cabe no conjunto dos po muito menos pela má qualidade que tem reve 
deres. O soerguimento do prestígio do Con= lados nos Parlamentos em que se tem feito­ 
gresso é urna questão-chave para os desti- representar. (Agência Planalto) 
nos da democracia brasileira. E se o voto 
distrital não é tudo, pelo menos correspon 
Ado!pho 
vo o de cabresto 
votos fncon cientes, 
de protesto ou em 
brano. 
A provável reação 
da sociedade dev ria 
ser antecedida por 
érias mudanças na 
legislação. Recente-­ 
m:ente o jornal O Es­ 
tado de SÜo Paulo ou 
viu cxprcnoivao lid~ 
rança políticas, ju 
rdicas, empresa - 
riaio e sindicais a 
respeito das altcra­ 
ções que devem ser 
feitas na revisão 
constitucional. Na 
edição do dia 14 de 
novembro passado, fo 
ram resumidas as 
principais sugest6cs: 
Primeira: Proibi­ 
cão de emendas ao Or 
çamento da União por 
parto dos parlarnenta 
res e extinção das 
chamadas subvenç6es 
sociais. A execução 
do Orçamento deverá 
ser acompanhada por 
uma Comissão do mais 
Antonio Paim é professor e escritor. 
==============-========================~- 
Informativo Casa Paroq·uial 
Paróquia Santo Afonso 
dri , d.s doações 
1.'unhas - 
l' •  ' 
elei'orai e,por fim 
d fidelidade prti­ 
dr'a. 
cunrta:refor:-n da 
poder judiciário,com 
introdução de algum 
controle externo e 
simpli.icação dos mg 
cnismos rocessuais 
para evitar der.ora - 
dos e,às vezen,infir 
dáveis processos,com 
irrcporávcio dano~ n 
moral e à jus t.icn e 
injustificdos bne­ 
fícios aos culpados. 
Pode n5o sr o nu 
ficicntc para morali 
zar a vida política. 
Mas scrú uJ:i import.a!! 
te co:ne.,;o. A suprcr~ 
eia da ética permane 
ecrã na dependência 
de reformas estrutu­ 
rais da vida e das 
atividades políticas. 
~o mínimo que se po 
de esperar e exigir 
dos nossos represen­ 
tantes no Congresso. 
t indispensável, 
Em seu Último nu­ 
mero(l3.12.93), qua 
tro espaços da conhe 
cida revista norte 
americana foram dedi 
cados ao Brasil. Un 
deles, motivo de con 
tentamento para to 
dos nós,quando regi 
tra a recuperação do 
Teatro Artur de Aze­ 
vedo, em são Luiz(Ma 
ranhão), informando­ 
aos seus leitores de 
língua inglesa que a 
reforma foi fiel aos 
traços arquitetôni - 
cos de princípios do 
século XIX(o Teatro 
foi construído em 
1817) ,e que esta rea 
bertura traz ao povo 
maranhense a encena­ 
cão da ópera Tosca, 
de Puccini, espetãcu 
lo que irá até o dia 
30 do corrente mês. 
O segundo espaço 
é dedicado à "gigan­ 
tesca corrupção" que 
a todos nós envergo­ 
nha perante o mundo, 
embora estejamos 
sob este ângulo - ao 
lado de Países como 
o Japão, a Itália e 
certamente alguns ou 
tros. Em número ante 
rior, uma página foT 
dedicada aos "anões" 
da Câmara do Deputa­ 
dos, inclusive com a 
foto de João Alves. 
A de agora registra 
o-papel de José Ca~­ 
los Santos, o assas 
s1nato de sua espc­ 
sa, a sua tentativa 
de suicídio, etc. um 
pro .eito, bem ao 
porem, 
to ao 
to 
irtes. r sno t 
de:crítica de p 
vo virá nas próx!­ 
.a e! ice s. 
!lgénci11 Plll?'llÜtClJ., 
Adolpho Cripya, Dou­ 
tor e filo ofia 
professor univur it 
rio, diretor da re­ 
vista Convivium. 
NA DEMOCRACIAS 
A!:l Z:LBIOÔES IAVRES 
B &KORBTAB 
BÀO A 
INVEHC1VHL 
ARMA DR UM POVO 
Nós e a 
Revista Time 
• 
Cumprimentos de Ano Novo 
- Propostas de Pastoral 
* Ne
st
es SP.is primeiros meses continuará todos os 
trabaD:os cano estão. 
Horarios: Missas feriais (semanais) e·Domini - 
cais (domingo). 
1 
É sobretudo um tepo de conhecimento e nmadure 
c:lnento_de ideias para 
O futuro. 
* Reunioes com ns diversas pastorais já estão sen 
·do realizadas nos seus devidos dias e horários. - 
- Casa Paroquial 
* Haverá algu:::as mudanças para Ulll mclhor funciona 
11
Ê tempo de Esperança" 
me:nt o da resma. 
* A casa será dividida em dois (2) bloco□: 
a) Residência do Pndre; b) Salão, salas, etc, (pas­ 
torais). 
0bs: Todos nós precisamos um pouco de privacida­ 
de e aconchego. 
* A casa paroquial,.no completo 
uma fase de reforma que inclui: 
tura e demais coisas do gênero. 
* Horãrio de atendimento o mesno:(8:00 às 11:30 
14:00 às 17:00 hs). 
está passando por 
parte elétrica, pi~ 
e 
gosto de deterninado 
público internacio - 
nal, Principalmente 
se refere ao Brasil. 
o terceiro espaco 
é urna reprodução,.en 
cinco linhas, da oPi 
nião de O Estado S. 
Paulo, sobre os pro­ 
blemas do Oriente. 
o quarto espace 
transcreve, na colu­ 
na de cartas,uma COE 
respondência de sal­ 
vador, BA, cujo mis 
sivista, esquecendo 
(propositalmente?)os 
capítulos de nossa 
História, foga nos 
ombros dos .militares 
brasileiros "a dis­ 
toiç dor princípi­ 
os morais do Pai". 
Ora, conve::har.ios, só 
pessoas de má fé, i~ 
norantes de nosso 
passado, principal - 
mente ·aos pós-revol~ 
cão de 1930, conti­ 
nuam a afinnar toli­ 
ces como a reproduzi 
da pela Time,que nao 
tem a obrigação de 
nos conhecer nais 
profundamente, espe­ 
cialmente o capítulo 
referente às mazelas 
de nossas elites,que 
hoje dominam - tran­ 
sitoriamente, esper~ 
mos - o cenário ?Ta­ 
ciona.!.. Somente 5, 
sim ooderá deixar de 
publicar determina - 
das cartas que lhe 
são enviadas do Br 
sil. 
z z z- 
(Agência Planaltr>l • 
zzzzr

Prefeitura Municipal 
de Caracol 
PRIME.IRO 'TIMO ADITIVO AO CONTRATO DE 
STAÇMO DE INVI,O 'TÉCNICO l!'.,l·LCI/1,TZ/ 
r. /1 i'i<J.l('.J'ltfll/ l~!llllCJi'Af, Ili: CT1l!/ 
L/MS, E A FIPMA 'INN CONSULTORIA /C 
0M. 
P ll l! li. M li li L O 
,do 
,. 
.- DOS COMTNATE E PEPRESENTANTES: Pri .. 
eiro 'Termo Adi ivo ao Cont ato do 04 de 
gneir do 1993, que entre si celebram a 
{REE! RA MUNICIPAL, DE CARACOL com sede_a 
,,. Li ndo Prreira Le te n? 2'l, Munici­ 
,j de Caracol, inscrita no CGC ob o no 
[i3.217,924/0001-)2, doravante denominada - 
,!~·pll '.líl<'O~<' T'JU;I LT'J'lJH/, Tl<'!, t ato l prr• 
sentado pelo Prefeito Municipal Sr. JUVINO 
DOY, brasileiro, caado, CPr n9 023.10l. 
391-49 e a empresa STA CONSUL'rOHI/ S/C 
LTDfl, com sedo na ru,1 l 'i clP novC!mbro, 1642 
c,,r.-po Grande, neste Estado, inscrita no 
CGC/MF 0b O n026.857.383/0001-02, doravan 
te ôcnominn(ln !dmplCGr.1<'!LIJ CONSUL'l'OIU/, r~ 
prcncnlndn ncntc ato pelo seu Diretor WIL 
SON COU'l'INllO, bru::;lleiro, cauado, CPF no 
003.)48.477-53 e HG no 000.170 - SSP/MS , 
~rn cm m~ uo acordo, acliLnr ao referido - 
contrato as ::;cguintc~ Clóuuulas e condi­ 
cõcs: 
1 
CL/1.USUL/ l'HlMEIH/ 
1- DO ODJETO: Fica prorrogado, por um pe­ 
ríodo de 12 (doze) meses, o prazo estipula 
do na Cláusula Terceira do Contrato Cele 
brado em 04 de Janeiro de 1993. - 
2- DO AMPARO LEG/L: O presente Termo /dil:i_ 
vo tem respaldo nas disposições contidas - 
no inciso II do art. 57 da Lei Federal no 
8666 de 21 de Junho de 1993.' 
CL/1.USUL/ TERCEIRA 
3- DAS DISPOSIÇÕES FINAIS: Pennanecem inal 
teradas as demais Cláusulas constantes dÕ 
Contrato que ora se adita. 
E, por estarem justos e acordados, as 
sinam o presente Termo /ditivo, cm J(tres) 
vias de igual teor, os representantes le 
gais das partes. 
Caracol-MS, 04de Janeiro de 1994 
JUVINO GODOY - PREF. MUNICIP/L 
WILSON COUTINHO - DIRETOR 
TESTEMUNHAS: Maria Aparecida Silva 
' ~ 	Gisele Bianchi de Barros 
s 
I 
s 
s 
·l 
o 
de 
'$ 
Esporte Clube 
Maio Informa 
de 
* PREÇOS DE MESAS PARA O CARNAVAL 
Mesas para as 5 noites 
Mesas por noite 
Ingressos 
- 10.000,00 
3.000,00 
1.000,00 
* Com início as 21:00 horas, nos dias 11 
12, 13,14 e 15 .. 
* OBS: Não haverá reservas de mesas, uma 
entrada, o restante em cheque para o dia 
17 de Fevereiro de 1994. 
o 
@. @aterei@i 
7.@6e@eeoc 
@./lelcitei7 e 
@.É@ej@ti@te@r- 
@@jus@te 
1@. [lesei@eir e 
/L----------------~. -- 
Jornais: 
Tribuna da Fronteira 
Correio Jardinense 
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QUE. O POVO SEJA 
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âmara Municipal 
e Caracal • MS 
CARACOL EM SOCIEDADE 
e a t trs ·or! arfa do d1a 2# de Deze bro-- 
de I991, qu utorlz o Poder E«cutIvo a abr!r 
tred1to iuple ntar ao vfente or, ento ptora- 
na e d outras providente1a. 
t; 'ri {e!to Multpl de Caracol, Estado de Ma 
to Grn· .. O do '5ul, no uo de uan utrfbufoes 
Faz 'Saber que a u ara Muntfpal aprova e ele - 
ancfon a egufnte Le!: 
Art. t•:J - l lc 1 o Pod~r ExccuL1'·o outorizado 11 
abrlr Crédito Adi1onal Suplementar ao vigente - 
orçamento programa, no valor de CR$ 20,636,)11,l 
(vf·nt<' r,lll.Õ,, oitocc-nlun e trintn e rwiu mil - 
trezentos e onze cruzeiros reafs e oitenta e um 
e, 11u,vo), , on fulcro nu que í'ot;1bclccr o Arti~o  
3$ 12 da Lel Federa1 4,320/64. 
rt,2?) - A bertura do Crédito Adiciona; Su­ 
plentar, autor Lzado no rt!o anterior, sera fci• 
ta por Decreto Executivo, conforme pcrccitua o 
Artigo 42 da Let Federal 4.320/64 
Art,39) - Enta Lei cntrnní cm vigor nesta da­ 
ta, retroagindo seu efeitos a I2 de novembro de 
1993, revogado□afl dinpooiçÕcs cm contrario, 
Cit.Clll.0 l)I'.HONb"'fll/TlVO DA TAXA DE INCREMENTO PA 
HA Al'llOVAÇÃO DO l'IIOVÍVEL I:V/CESSO DE ARRECADAÇÃO 
1 - arrccadnção de 12 per!odo 
(Jnnclro, Novcmbro/93) CR$ 66.110.353,57 
2 - arrecadação do 19 período 
(Jnnciro, Novcmbro/92) CR$ 2.934,855,26 
3 - arrecadação do 29 período 
(Novembro, Dezcmbro/92) CR$ 908.970,38 
Cálculo da Taxa de Incr=cnto (TI) 
ti - IQ período de 1993 x 100 
12 período de 1992 
66.110.353,57 X 100 
2.934.855,26 
ti - 2.252,591. - 1007 - 2.152,50% 
Aplicação da tnxn·de incrccento sobre o 2g pe 
ríodo de 1.992. 
arrecadação do 2Q período 1992 x ti 
908.970,38 X 2.152,59% 
20.475.375,88 
Dcn:onatrncão do Excesso de Arrecadação 
A - Previsão da receita 1993 CR$ 20.000.000,00 
B - Arrecadação de Jan/Nov/93 CR$ 66.110.353,57 
e - Arrec. de Nov. a Dez/92 + aplicação da taxa 
'e incremento CR$ 20.475,375,88 86.585.729,45 
D - provável excesso de arrecadação 66.585.729,45. 
E - créd. adie. aberto no período 45.749.417,64 
F - provâvcl exc. de arrec:,lÍquido 20.836,311,81 
Caracol-MS., 28 de Dezembro de 1.993 
Nossos voto do um feliz ar.ivccé><lrio Pd~ 
ra o gutinho llwnbcrto Paglio!:la, filho 
casal Neco e nuda,. pc1rabéns ! ! 
Também no dia 09pp., os g<lrotinhos M,lik 
e Dolglair Vilalba, comemoraram mais um ano 
de vida. Parabéns! 1 
Já no dia l0pp., o pequeno Thedy Heport 
Leite, comemorou seu primeiro c1nivc:sJr1.0. 
Ao Thedy, nossos parabéns, c que você_cres 
ça essa criança maravilhosa que vocc P, •• 
Felicidades 11 
CURTAS RÁPIDAS 
FICAMOS s@bendo que a Empresa "Espel En 
genharia Ltda", esta rc·spon:avcl. pelo pro­ 
jeto de asfalto de Caracol a Bela Vista, e 
que a partir de maio ectará em Caracol uma 
Empresa de Campo_Grandc, para começar~~~ 
zcr o asfalto ate Bela Vista. Esta noticia 
v6m cm muito alegrar vr longo sonho dopo- 
vo caracolense. 	. _ 
to que comentam ... Quem viver vera ... 
SEGUNDO comentários da própria torcida 
do Santa Rosa, o time não teria perdido o 
jogo se estivesse o go1eiro Deluqui, como 
ele estava de serviço, não pode jogar. Mas 
em todo caso-foi muita cerveja e muita ale 
gria na Fazenda do Sr. Antonio Peres da 
Costa, que demonstrou se: um excelente jo­ 
gador e um ótimo anfitriao. Parabensl! 
AGRADECIHENTO 
A equipe organizadora do Esporte de Ca­ 
racol (EPC) ,tem a grancle satisfação em a­ 
gradecer ao Sr. Antonio Peres da Costa 
por ter cedido sua fazPnda para o Jogo que 
foi realizado domingo dia 09 último, e tar 
bém agradecem pelo chui·rasco que estava 
tr 
ou 
1 
'I 
! 
l 
l----·~- 
"Viva todo! 
mo me f0e O 
o momento d u, vid 
último d ua v,da..." 
NESTE FINAL, 
D ano, os proprietários da Madeireira 
aqliosa, Sr. Neco e Duda, fizer m una u 
pr promoção de prémios para eus funcíon@ 
rion. Dando um cupom pera cada um concor - 
rer, entre os prêmios tinha: duas .elevi - 
sões, uma cesta básica, e um cheque no vg 
lorde cinco mil cruz
0lroc rcuiG. Ac!l pro­ 
prietrios da Madeireira Paqlioa, nosso 
parubéns, pela !lupcr p1·or:oçc:o, 
ANIVERSARIANTES 
J • ,· i ~:. '.. r . 
. .a ± sts. ses 
± .irho, 0z. co, Vredor 
ri, Deluqui, wa h!nton. 
P.Sl-OHTY. 
Prin iro Torneio de Voleibol de Arela 
cor un público de una falx etária varia - 
da, o voleibol dos dia 23 e 24 pP., f 
um sucesso de público e patrocinado:e 
ove:to. O que possibilitou a copra 
iluminação própria para a quadra para 
realização de ou.ros eventos. 
Dupla Campeã: Alain odoy M+rc!o. 'vi- 
e -Cu;...,,..:;: C,lrloa Júnior Gcdoy Ivo S !lc: 
nha. A 30 Colocada: ilkr Num - arder- 
lci i .. uilh . 
Um dos principais colaboradores é o De­ 
pu ado Moka, que doou o material spor'i - 
vo. O som ficou a cargo do Shak cm. Nos - 
so agradecimentos também a uma pessoa que 
nunca mediu esforços sequer para colaborar 
com o esporte Cdracolcn::;e é o V rcador E - 
vuldo Pereira. 
E POR 
Falar cm esporte, queremos parabenizr 
o Gerente geral da 28 Mad ireira Paqliosa; 
Devair (Meio-Quilo), por estar domons ran­ 
do ser um grande incentivador do esporte - 
em nossa cidade. 
SERVIÇO 
De primeira qualidade é feito nu Elctr§ 
nicu do Sargento Joaquim. Tudo que vai pa­ 
ra ele consertar, rl~ arrum~, e fica nevo 
novamente. Nosroc o!cio pelo excelente - 
trabalho por parto ?» 1tr6nica. 
RECAIH!!<P.0S 
De: Thurma 
Tudo que você dosei "z • sva vida 
mais cedo, ou mais tarde. .o nil. 
De: Rosenilde 
Pa.ra. Ccluqui 
Par+: Rito 
Você é igual as mãos e "eu:. 2:oro que 
esteja sempre perto de mi... 
FRASE DA SEMANA 
As tarefas mais fãceis, são aquelas re± 
lizadas com amor. 
Até a próxima 1 ! 
p CI4L 
ni 
li 
Y!O USOU UM MACHETE PARA MATAR O SOBRINHO 
s 
de 
CI 
m 
p 
a 
q 
d 
g 
n 
d 
Durante uma rodada de cacha­ 
ça em terras da Fazenda Estân - 
eia Miranda, onde trabalhavam•­ 
como empreiteiros, o elarento de 
nome Severino Fernandes, 45 a - 
nos, assassinou o seu sobrinho 
vanderlei Fernandes, de 20 a 
nos, no último dia 1 7 deste nês. 
Os dois trabalhavam juntos - 
fazendo aramado na Fazenda loca 
lizada a cerca de 40 quilôme - 
tros da sede do Município de Ca 
racol, no dia 17, após ingeri - 
rem cachaça, acabaram se desen­ 
tendendo por motivos fúteis e· 
Severino, armado com um machete, 
enfiou a lãmina no peito doso­ 
brinho Vanderlci Fernandes. o 
crime foi presenciado por um me 
nor; M.F., de apenas 10 anos de 
idade. 
Vanderlei, após ser ferido , 
ainda correu por cerca de 200 
metros, vindo a cair no mato, o 
Dois Esfaqueados 
em briga de bar 
Nesta quinta-!ei­ 
ra, dia 20, por vol­ 
ta das 04:00 horas - 
da Madrugada, deu en 
trada no Hospital 
São Vicente de Paula 
os elementos Luiz 
C~rlos Villalba e o 
Soldado do 10 RC 
t1EC André Colman, vi 
timas de esfaqueameni 
to. 	. . 
. Segundo as primei 
ras informaçoes le - 
·vantadas peÍa Poli - 
eia Militar de nossa 
cidade, os dois ele­ 
mentos foram esfa 
queados durante bri­ 
ga que ocorreu em ur 
bar localizado ne 
Rua Voluntários da 
Pátria, no Bairro An 
tonio ~oão, que come 
çou por motivos G • 
teis, os autores do 
csfacnteamento teriam 
sido Ingrãcio Beni - 
tcs e seu filho co - 
nhecido por Mingo , 
que se apresentaram 
espontaneamente na 
Delegacia de Polícia 
nesta sexta-feira 
dia 21. 
O Delegado-Renato 
Cesar Pereira já ins 
taurou o competente­ 
inquérito que vai a­ 
purar todos os fato 
que envolvem essa o­ 
corrência. 
Viva Bem Respeite as Leis 
homicida, Severino Fernandes 
evadiu-se logo em seguida to 
mando rumo ignorado. 
Estiveram no local, no dia 
c".o crime, o Agente da Polícia 
Civil de Caracol Hamilton, o 
Soldado PM Deluqui e o Cabo 
Ferreira, mas apesar de todas 
as buscas realizadas, tanto o 
autor do crime· como o corpo da 
vítima não foram encontrados 
segundo do que foi apurado,· o 
tio e o sobrinho assassinado são 
de famílias de Bela Vista. 
O Delegado de Polícia de Bela 
Vista, Dr. Renato Cesar Pereira, 
que também responde pela Delega­ 
cia de Polícia de Caracol, ins - 
taurou Inquérito e está investi­ 
gando o caso na tentativa de chg 
gar ao autor de mais esse honic. 
dio, do jeito que o homem "are­ 
ja" criminoso ,dentro de pc:;u=s dias 
ele pccerá estar atrás das grades. 
D CRISE DO PT 
Estando ou não im 
plicado na morte do 
f.indicalista Oswaldo 
da Cruz Júnior, o PT 
anda vivendo uma cri 
se séria dentro e fo 
ra do Partido. - 
Internamente, a 
falta de união entre 
as diversas facções 
do PT é o pior inimi 
go de Lula na sua e 
caladà para a.Presi­ 
dência. 
Do lado de fora , 
a CPI da CUT ameaça 
jogar lama nas inten 
çôes do candidato do 
PT, que durante mui­ 
to tempo ficou livre 
de qualquer escânda­ 
lo. 
Resta saber, se 
depoi~ àe lnVftStiga­ 
das as denúncias c0 
tra o PT e a UT, 
la vai continuar li­ 
derando as pesquisas 
de opinião. 
Em Tempo de Crise o Melhor 
Negócio é Fazer Publicidade