TRIBUNA ·DA 
, 
D/AR/O REGIONAL 
,.. 
ELA VISTA/MAS ANO 21 N0 1456 02 DE FEVEREIRO DE 1.994 	rnm.·ron: lVAr,00 l?LJIBlHA 
10• RC MEC TEM NOVO COMINDINTE 
/ 
I 
I 
/ 
O Cel. Sérgio Pacheco Oliveira (esquerda) passou o Comando do 
B_egimento 1tonio João ao Ten. Cel. Edson Souza Rodrigues (clireftã) 
• 
, A exemplo do que 
·aconteceu nas demais 
cidades do Estado, o 
Diretório Municipal 
do PMDB realizou no 
último dia 30, domin 
9o, das 09:00 hs às 
17:00 hs, a eleição 
Prévia do partido pa 
ra a escolha do PMDB 
ao Governo do Estado 
nas próximas elei­ 
ções de 03 de outu 
bro deste ano. 
A eleição foi rea 
lizada nas dependen­ 
cias da Câmara Muni­ 
cipal, o Presidente 
do Diretório Munici­ 
Pal do PMDB, Evila 
Sio Nunes de Miranda 
Presidiu os traba 
lhos, secretariado 
Por Geraldo de Almei 
da e auxiliados por­ 
Pedro Barbosa e Luiz 
Carlos Escobar,o Pre 
Q:eito Municipal ,'raãõ 
rroa Zacarias abriu 
a votação às 09: 00 
s, no encerramento,. 
as 17:00 hs, foram 
Computados no total 
l02 votantes, o Sena 
dor Wilson Barbosa 
=·!artins recebeu 1 O 1 
Votos, não teve ne­ 
Thum contra,sendo re 
Cistrado apenas um 
Voto nulo. A Vereado 
~a de Aquidauana,Zil 
ete Rodrigues de 
Carvalho, que se ins 
reveu para disputar 
!s Prévias contra o 
-enador Wilson Mar 
ir.s, não teve ne­ 
hum voto dos peeme 
0
ebistas belavisten:: 
ses. 
1 Na avaliação do 
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Senador JUson M.1.rtins 
1 
1O0 dos votos e Bela Esta. 
Presidente do Diretó. 
rio Municipal, ex-ve 
reador Evilasio Nu 
nes de Miranda,a par 
ticipação dos filia­ 
dos do partido supe 
rou as próprias ex­ 
pectativas, pois não 
foram colocadas con 
dições ·a disposição 
dos filiados e todos 
compareceram espona 
neamente à Câmara Mu 
nicipal para votarem 
e escolherem o.candi 
dato do PMDB ao Go:: 
verno do Estado nas 
próximas eleições. 
O Secretário Muni 
cipal de Obras Nélio 
Diório e o Presiden­ 
te do Diretório Muni 
cipal fizeram a escr@ 
··'---- ~-- .... - ~ 
E+Listo M!anda, res. do 
prFI LITIil ão7E. 
tinação dos votos, 
que teve a fiscaliza 
ção do Vereador Is• 
rael Chamorro da R2. 
cha, todos membros 
do Diretório Munici­ 
pal do PMDB, o resul 
tado não surpreendeu 
ninguém, todos tinham 
como certa a prefe 
rência da esmagadora 
maioria dos filiados 
do PMDB pela candida 
tura do Senador Wil­ 
son Barbosa Martins 
para ser o candidato 
ao Governo, a exem 
plo do que aconteceu 
em praticamente tg 
das as cidades do 
Mato Grosso do Sul 
onde o partido possui 
o seu diretório. (UR) 
Em bonita solenidade Militar 
realizada no páteo de formatu 
rs do 109 RC Mec na tarde/no!­ 
to do último dia 29, o Tenente 
Coronel do Cavalaria Edson R~ 
drigues assumiu o Comando do R@ 
gimcnto Antonio Joõo, em subi 
ui;ão ao Coronel de Cavalari 
Serio P checo Olivrlr , quo 
foi transferido para o CMO- Cm 
po Grande, por necessidade de 
serviço e obedecendo o reveza 
nento de Comando estabelecido 
pelo Exército Brasileiro. Páy. 04/05 
te.reenegregegregneenteara.eeettra	.asnas raatroa 
Polícia Militar dá Início 
a Operação Carnaval 
1 
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L_ 	-~-~--- ~~---·----- 
Blitsz de Trânsito e barreiras volantes serão uma constante 
/ 
VAMPIROS E CANIBAIS 
RELATO DE UM SOBREVIVEN'lE - OPttOI.O V 
Página - 03 
periodo de Carnaval. 
0 2 Pelotão de 
Polícia Militar de 
Bela Vista deu ini 
cio nesta segunda 
feira, dia 31, à cha 
no 
mada Operação Carna­ 
val que visa o patru 
lhamento e policia 
mento preventivo na 
cidade e nas vias de 
Pascoal Mitidieri 
Comunicamos ao público em geral que o 
Senhor Pascoal Mitidieri da DUENDES ART 
PROMOÇÕES não tem vínculo empregatício - 
com este Jornal, não é funcionário da Em 
presa. Através da DUENDE ele compra o es 
paço (1 página) que é de sua inteira res 
ponsabilidade, publica seu informativo , 
vende anúncios (para este informativo) , 
publica notícia, promoções de eventos,t~ 
do sob a sua responsabilidade. 
Repetimos: PASCOAL MITIDIERI não é 
funcionário de a TRIBUNA DA' FRONTEIRA. 
Informamos, outrossim, que o responsá 
vel pela Sucursal de Caracol é KENNER - 
·(DUDA) LEITE e o reoorter destacado para 
cobrir a cidade ê JOÃO CARLOS VELASQUEZ. 
A DIREÇÃO 
acesso com vistas a 
coibir crimes e deli 
tos nesse período qu,e 
antecede os festejes car 
navalesc9. Página - 02 
Polícia 
Recupera 
1 nstrumentos 
de 
Comunidade 
Evangélica 
1 
* Veja a oatéria 
em RONDA POLICIAL 
sobre o furto 
instrumentos 
Igreja. 
PÃGINA - 02 
de 
da 
SINDICATO RURAL DE CARACOL INFORMA: 
55 Leilão Caracorte 
DIA: 09/02/9-4 Quarta-Feira HORAS: 20:00 HORAS 
Reall
·zar.a-o S~dicat':' ~ural de_Caraco.l e PO.!:l 
" "' teira Leiloes Rurais 
• PARTICIPEI caracol espera por você!/ 
VÁ E FAÇA BONS NEGÕCIOS!!

RONDA POLICIAL 
Polícia Militar da Início a Operação Carnav,al 
0 29 Pelotão d 
rol fdd i11 liL-lr (ln 
pela Vista dou iní • 
e lo nPnt .. '.ll'C)ur,d-J 
feira, dia )1, a cha 
mada Operação Carna 
val que visa o patru 
lhamento e policia - 
mnto preventivo na 
cidade c nas vias de 
acosso com vistas a 
coibir critnra 0 dcl_!. 
ton n !Jt:n pPriodo 
que ant cccl o:; fcG·· 
tojos carnavalescos, 
Srgundo in[orm,l - 
cÕc!i elo Coin,rnd,mtc - 
do 2P Pclotjo, Tcnen 
te Vlllas..inti, a opr 
r..icc'.io vui extendcr-ic 
t o final do Carna 
val, então programa­ 
da revitas no oni 
bus que saem e che • 
qam « cidade, harr i 
ra volantes nas - 
dovi,1:, de dC DGO dO 
r1uni.clpio, butid,10 - 
polici.ÜG .rn hurf'G , 
lunchonot e e simila 
rcn, blilzo diurnao- 
0. not:urn..ic, choc.t 
genn de vcículon e 
de pcono<ln deoconhc­ 
cidas com reviotas - 
pconoaio e noo auto­ 
móvcio. Tamb~m a bar 
reira □obre o córre= 
go Entrelinha, ná R~ 
devia Dela Vista/An- 
tonio João terá dia­ 
riamente policiai - 
faz ndo a fiscaliza­ 
ção, todo o efetivo 
do 29 Pelotão, cerca 
de 20 hcm,•nn, srr,Í') 
mobilizodoa duran c 
a operação Carnaval. 
Segundo o Of lclal, 
também a 7 CIPM de 
Jardim já deu início 
aos trabalhos de po­ 
liciamento prcv nti­ 
vo pardo período de 
Carnaval com a reali 
zacdo de blitz, bar= 
reiran e rcvictaa 
tanto na cidade corno 
nas vias de cJcesso à 
aquela cidade, o po- 
!ic!+! ! r'ou 4 - 
± qu - : o 1" • 1i 
olt ou v ..:. e '_.s .a. e r 
com Docur ntaçlo ir­ 
regular, a1m de por 
te ilegal de arma de 
fogo recerão aten­ 
do especial dos Po­ 
Jiciais, qum for 
fl gr«do dcn ro de 
qualquer uma dss 
irrcqulJrldtJ<lca, a - 
l"m de outrds previa 
tas em Lei, serão i­ 
m <li..it..irncntc dctldoa 
e cncaminhddos tl De­ 
Jegacid de Polícid - 
Civil para as dc­ 
vi<lao providên 
cias. 
E ital ~e Pr1cla 
Polícia Recupera Instrumentos 
• de Comunidade Evangélica 
Na madrugada do 
dia 23, sábado para 
domingo, a Comunida­ 
de Evangélica do Be­ 
la Vista, situada na 
Rua Duque de Caxias, 
no 1315, foi vítlma 
de furto mediante ar 
rombaroento, utilizan 
do uma picareta para 
arrombar uma das ja­ 
nelas da igreja, o 
"amigo do alheio" le 
vou um contrabaixo, 
uma guitarra e um te 
clado, instrumentos­ 
musicais usados nos 
cultos o louvores à 
Deus. 
A Polícia Civil - 
de nosso cidade do 
senvolvcu várias in­ 
vestigacõcs na tonta 
tiva de chegar aõ 
dutor (ou autorcs)do 
furto, numa dessas - 
diligências obteve - 
informações de que 
um rapaz, residente 
no Bairro das Prima­ 
veras, havia tentado 
vender alguns instru 
montas com caracte 
rísticas parecidas. 
Sob o comando do De­ 
legado Renato Cesar 
Pereira, os Pollcials 
passaram a checar as 
informacões e logra­ 
ram êxito na última 
sexta-feira, dia 28, 
chegando ao autor do 
furto. 
Segundo as infor­ 
macõcs do Dr. Renato 
Cesar Pereira, os 
instrumentos musicais 
foram subtraídos da 
Comunidade Evangéli­ 
ca pelo adolescente 
A.B., 17 anos, resi­ 
dente na Rua Barão - 
do Triunfo, s/no, no 
Bairro Primavera II. 
O adolescente já ti­ 
nha frequentado por 
um determinado perío 
do os cultos realiza 
dos pela Comunidade­ 
Evangélica, por isso 
tinha conhecimento - 
da existência dos 
instrumentos musi 
cais e do local onde 
se encontravam. 
Os instrumentos - 
foram recuperados pe 
la Polícia e devolvi 
àos à Comunidade E= 
vang6lica, o Delega­ 
ão de Polícia instau 
rou Sindicância que 
deverá ser concluída 
nos próximos dias e 
encaminhada à Promo­ 
toria de Justiça da 
Comarca de Bela Vis­ 
ta para o oferecimen 
t.o de denúncia con = 
t.ra o "mão ligeira". 
--============= 
NESTE CARNA V Al, BRINQUE, 
PULE ALECiRE-SE, MAS NÃO 
BRIN·QUE COM A AIDS 
54:r, 
c rtórlo 
1 e .. r :,..:. vi 
'C1 O P=-· • 
ir, que apr .tar m o dr 
}gidos elo ar itgo l do C6d' 
[sile!ro, incisos I-II e IV e 
[se casar : 
ROSAL.VO MIRANDA DOS SANTOS 
SANTANDNL, brasileiros capaz s, sol! 
oiros, rosi!ente e d ciliados nes, 
cidad e ; ,~ 1 e, , e, • rciarte, fi1h do 
qul dos Santos Filho e Elz Mirande dos 
Sartun, la, scretária, filha de Patr -I 
cio Ramos Santando! Margarida Ibanhoz [ 
atando1. 
Se alguém soulr de algum impedimento,I 
qu sc oponh,1 na forma da Li. 	l 
Bela Vista-1S., 28 d Janeiro de 1994. 1 
1 
1 
---------------------- 
Junild Rosa dos Su.ntos 
Oficial.a 
Jribuna da fronteira 
.-Diário Regional 
* FUNDADO EM 20/02/1972 
Diretor-Redator-Chefe: Ivaldo Pereira 
Diretora Adm: Maria E. V. Pereira 
Secretário de Redação: Ubaldino 
gues 
Reportagens: João carlos Velasquez, An 
dré Ãvalo, Firmino de Barros. 
Redação, Departamento Comercial e Parque 
Gráfico - Avenida Tribuna da Fronteira - 
564 - caixa Postal - 23 - Fone - (067)- 
439-1410 - Bela Vista - MS. 
SUCURSAIS - J'1rdt..c,, Porto Hurtlnho, Antonio Jruo, 11o­ 
nlto, C,,racol C.Wpo Crandc e Correpon - 
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• O .Jornal não se r".:!sponG..lbiliz.a pelos .artigos a!iSlnados ou 
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* FILIADO A ADJORI E ABRAJORI 
Rodri- 
Farinha de Mandioca 
GRUPO 
FART.Nl:ll SECA 
5IB-GRUPO 
FINA BENEFICIADA 
CLASSE 
AMAMLA 
FARINHA S1'0 Josg LTDA 
ROA SENADOR JOSCELINO KUBITSCHEK S/N - FONE (067) 251-2619 
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5 ,. .. '-' ..-...n,. A.LI~ ! 	, 
,

YIMPIROS E C 
Relato de um Sobrevivente 
Capitulo V 
- Meu nomo G ponlzete, narci 
na cIdade_de Capela Ata, na 
Bahia, ai de 1á junto com a m 
nha família, mulhr e cinco fy 
lhos, num pau de arara, fugindo 
da neca, dan, péiman condições 
de vida, qualquer coisa era moe­ 
lhor do que ficar lá, vendo o 
.(ilhoo, b,1rrigudoi:; de docnç,1 , 
morrendo diil.-a-dia. ~ d mulher, 
magra, olhos sem esperança, fa­ 
zendo milagres na cosinha para 
Dlirnentdr oo filho□, pelo mcnon 
uma vez por dia, De vez cm quan 
do ourgia um bico nas frentes 
de trabalho, onde oe ganhava 2 
mil cruzeiroo por semana, dava 
para comprar farinha, carne de 
ool, um pouco de arroz e ia se 
vivendo. Melhor, oobrevivendo. 
Foi quando o compadre João , 
maio Virgulino, todoo de Cape - 
la, me convidaram para ir para 
o Sul, tinham proposta para tra 
balharem numa fazenda, ganhar::­ 
bem, comer três vezeo ao dia 
escola para as crianças, viver 
com dignidade. Fiquei entusias­ 
mado. Arrumei as trouxas e em - 
barcamos no caminhão de Murilo, 
atê São Paulo. Mais de cinco 
dias de viagem. 
Foi um sofrimento. O cami 
nhão estava lotado. Olha, até 
fome passamos, mas estávamos 
contentes, e fome não era novi­ 
dade. 
Nem chegamos a conhecet São 
Paulo, só de passagem, até as - 
sustava, aqueles prédios, um 
mundão de meu Deus, de gente e 
casas. Fomos transferidos para 
outro caminhão, viajamos mais 
uma semana, só que a viagem me­ 
lhorou, tínhamos comida à vonta 
de, muitos até cantavam. 
Numa cidade chamada Campo 
Grande, embarcamos num ônibus , 
aí sim, a mcninada se divertiu, 
olhavam as paisagens como olhos 
arregalados, surpresas e mais - 
surpresas. Quanta água! E ma 
tas! Quanta fartura! 
Mais duas semanas. 
• Ning•1ém fazia perguntas, nin 
guém reclamava, obedecíamos a 
um homem que se apresentou como 
Reis, "o contratador". Em Sao 
Paulo ele deu a informação, sem 
muitos comentários: 
- Vocês foram contratados pa 
ra trabalharem na Agropecuária 
"Recanto do Sol", vamos fazer a 
seleção. 
Poucos ficaram para trás. Só 
dois velhos, mais de 70 anos 
mas fortes ainda, foram deixa 
dos num albergue. 
.Em Cuiabá deixamos ônibus, e 
perdemos uma das meninas de Ca­ 
pela, durante a viagem se enfei 
tiçou por um dos auxiliares do 
"contratador", ficou la mesmo, 
não aidantou o choro da mãe. O 
rapaz disse que casaria; montaria 
casa num tal d» Várzea Grand . 
Viagem sem mortes, e acredi- 
t em	, em doença. D e u s 	e 	P a d r e 
Cícero estavam proegendo a gen 
te. Até a chegada no "Rocnto - 
do Col". 
Sair do Serto de Capela 
ver o que vimoo durante d via - 
g m, parcc.ia um onho, mas a 
ourpreoa maior foi d chegada no 
"Recanto do Sol". Quanta linde - 
zal 
Era o Paraíso na terra. Ali 
era o céu. 
Ficamoo cm filao, o Dr. llon 
o e apresentou, era o Geren - 
te, todoo obedeceriam rigorooa­ 
mcnte ouas inntruçôeo o dotcrmi 
nuçÕc!J. 	- 
De longe aviotávamoo a sede, 
parecia coioa de cinema, e ou - 
víamos, divcrsao vezcn - puni - 
ção para quem se aproximar. 
Fomos alojadoo na Colônia 
por uns dias em barracões, de - 
pois tomamoo posse de nossas ca 
sas. Imaginai De material, ate 
banheiro com vaso! 
Ninguém cabia em si de feli­ 
cidade. Era muita sorte. 
Na verdade as casas eram pe­ 
quenas, cosinha e sala, o banhei 
ro ficava no quintal, pequeno - 
também. Mas tudo de material. 
Prá quem vivia em palhoça de 
chãó batido, sentia-se num pala 
cete. 	- 
Nos primeiros meses tudo foi 
muito bom, trabalhava-se muito, 
das 06:00 da manhã às 07:00 ho­ 
ras da noite, meia hora pro al­ 
moço. Não havíamos falado desa 
lário e o rancho era comprado~ 
na própria fazenda. Com 3 meses 
no Recanto eu já devia mais de 
20 mil cruzeiros. Cobraram até 
as despesas da viagem. 
Tentei fazer um puxado, que 
serviria de cosinha, não, não - 
podia, era proibido mexer nas 
casas. O quintal era pequeno 
mas dava para criar galinhas 
plantar alguma coisa. Não, era 
proibido. Como cuidar, se todos 
na casa tinham que trabalhar? As 
crianças menores eram deixadas 
na "creche", um barracão, onde 
se amontoavam iguais a animais. 
Uma velha ê quem cuidava das 
crianças a base do porrete. Uma 
desgraceira. 
Sair da Fazenda era proibido, 
nem mesmo para passear em Rosei 
ra, a cidade mais próxima, nãÕ 
tínhamo: direito a nada, rece - 
bia-se metade do salário mínimo 
da região, descontava-se o alu­ 
guel da casa, luz, água e taxa 
de reserva - diziam que era uma 
espêci~ de Fundo de Garantia.Só 
não p,ssávamos fome, aprendemos 
a se virar, muitos.caçavam, es­ 
condidos, pois tambêm era proi­ 
bidr. eramas prisioneiros. 
fazenda tinha uma equipe 
de qur tç 
controlsva t+ao e a tod , 
'e tre r uni± 	r 
certa. E s ç 
dinheiro - mult { 
rão do regulamento. 
Todo eram cbrqado a si­ 
nar uma csrécie de ccrtrato do 
trabalho, sem duração, com 
cláusula do quo seria obrigado 
a pagar os débitos ant s d 1 ... - 
dir demissão. Não inha coro pe 
(1.ir. 
Um grupo de sergipanos ten - 
teu fugir, numa noite d tempeg 
tade, sairam pro a o. Nunca 
mais se ouviu falar deles. To - 
das as estradas de acesso à Fa 
zenda tinham guardas armado. 
Os que conseguiam ir até Ro­ 
eira e lá dar parte na Poli 
cia, ficaram por lá mesmo, es - 
tão presos até hoje. Acusados - 
aos maio divcr::;os crimes. 
E todoo os dias levas e le - 
vas de migrantes chegavam, era~ 
distribuídos nas Fazendas do 
"Vale da Esperança". 
Na Casa Grande, como chanáva 
mos a sede, aconteciam coisas 
que nem o Demônio é capaz. Mi - 
nha menina mais velha foi arrom 
hada por um dos capangas, quan­ 
ao tentei reclamar, levei uma 
surra e multa. Depois ela se 
transformou cm mulher dama. A 
uns 10 km da fazenda funcionava 
o cabaré de Mimi, gente do Dr. 
Alonso, os lucros eram rachados, 
meio a meio, entre Mimi e Dr. 
Alonso. Ali se via meninas, mui 
tas filhas de trabalhadores, a­ 
té esposas abandonadas. Eram 
também prisioneiras. 
Consegui fugir, lá deixei mi 
nha mulher e os filhos, com a 
promessa de voltar. Ainda não 
consegui. Mas tenho fé. Vou bus 
car minha família, se Deus aju­ 
dar. 
FABRICA DE TUBOS LTDA 
TUBOS DE CONCRETO, CIBROCOS, LlJOTÃO, PALANQUES, MUROS 
E ARI'EF'ATOS DE CIMENTOS EM GERAL 
* ATENDE PEDIDOS DE PREFEITURAS* 
, . 
;' _3É:jí755165 
.:45+'4%4· 
( 
LI 
PUA GAL. RONDON, 215 
BONITO 
e quo o 
or. l,· 
- pcnizeto te muita cora 
gem, hoje é protegido da Iqre 
3a, está Cuiabá, busca de 
toda as for as senslblizar as 
autoridades, na :!nqud lhe dá 
atenção, Apear da derüncias , 
ninguém faz nada, foi em alqun 
Jornais, não passou da porta. Os 
donos do Valo ão poderosos. 
- Mas como fqiu - repe iu - 
Luca. 
- Roubou u:r.<.1 ,!lnc!w-:t.r:'J:" 22, 
num domingo de folga, saiu pela 
mata. Passou o diabo, mas conse 
guiu chegar em Cufabá. Uma aven 
tura, Não é para qualquer um. 
Carlos continuou d 1 r, Ou - 
tros relatos, todos seelhant a, 
alguns terrificantes, pessoas - 
puras, ingénuan, trabalh dores, 
iludidos por promessas de empre 
goo, trabalho decente, foram pa 
rar num verdadeiro ca~po de con 
centração. 	- 
- só não entendo com1o as au­ 
toridades não tomam providên 
cias? perguntou Tonho. 
- A Igreja tem feito denún 
cias, acontece que os Padres ga 
nharam d fama de agitadores,nG~ 
mesmo a imprensa acredita nas - 
histórias que contamos, respon­ 
deu Padre Edinho. 
- Mas o quê podemos fazer? 
- Ora, Carlos, ir lá, formar 
mos um grupo, pessoal da pesa - 
da, entrarmos como migrantes e 
lá mesmo, prepararmoo o pessoal 
para uma grande revolta. 
Assim o Brasil inteiro fica­ 
rá sabendo, falou Lucas. 
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• 
MEC TEM NOVO COMI D TE 
E» 	b o n i t a solenidade m !	l i t a r 	r e a l i z a d a 
no pteo d form turan do 100 PC MEC na 
tard/noite do ãlti o d1a 29, o Ter nte Co 
ronl de Cavalaria Edson Souza Rodr iqu s - 
assumiu o Comando do Peqimento Antonio 
Joao, cm substituição ao Coronel de Cavala 
ria órqio Pacheco oliveira, qu foi tran@ 
ferido para o CMO - Campo Grande, por no - 
c ·idade d serviço obedecndo o reveza 
r,1 r to de Comando estabelecido pelo Exérci­ 
t.o nr,irilJ ,J ro. 
O novo Cc±andante, Ten. Cel. Rodrigues, 
é oriundo do COTER-Draíl'a (Comando ele: o­ 
porações 'Terrestres) e por duas vezes ser­ 
v lu uo 100 RC MEC m Bela Vista, a primei­ 
ra I 74/75 como Aspirante a Oficial, vl 
tando em 1983 como Capitão e agora para c 
1,1,11id,1r o hi !J tór lc:o Rcqim0nto. 
JU'l'ORJDl.DES PRESENTES 
Participaram da solenidade de passagem 
de Comando da Unidade Militar de nossa ci­ 
dodc o General de Divisão Francisco Ar 
nulpho Pumplona de Paula Pessoa - Comandan 
te Militar do Oeste; General de Brigc1da - 
Jorge Cardoso Nogueira, Comandante da 9a 
RM - "Região Melo e Cáceres"; Gene>ral de 
nrlqada Sérgio Pedro Coelho Lima, Comandan 
te da 4a Brigada de cavalaria Mecanizada - 
Goncral de Driguda Sérgio Ernesto Alves 
Conforto, Ch EM CMO/90 DE, além de autori­ 
dades civis e militares de> Bela Vista e 
Bella Vista-Paraguc1i, entre elas destaca - 
mos: Prefeito Municipal Abraão Ar.moa Zaca­ 
rias e esposa Olga, Vice-Prefeito Dr. Syd­ 
ney Nunes Leite, Prnsidonte da Cãmara Muni 
cipal Fernando do Freitas Elias; Comandan­ 
te do 20 Pelotão PM, Tenente Villasanti , 
General Médico da Reserva Rubens de Castro 
Pinto e Sra Clotilde, Cônsul do Paraguai - 
no Brasil, Luciano Cunhcte, Comandante do 
Destacamento de Exército cm Bella Vista Pa 
raguai, Presidente da Seccional Colorada= 
de Bcllc1 VIsta, Rosalina Gonzalcs de Rome­ 
ro, Secretários Municipais, Vereadores, en 
tre outros. 
Pl.SSAGEM DE COMANDO 
Após a leitura da Portaria de exonera - 
ÇtlO do Cel. Puchcco, do Comando do 100 RC 
NEC e da nomeação do Ten. Cel. Rodrigues , 
o General Sérgio Pedro Coelho Lima, Coman­ 
dante da 4a Brigada de Cavalaria Mecaniza­ 
da presidiu a cerimônia de passagem de Co­ 
mando do Regimento Antonio João, cm segui­ 
da os comandantes substituído e substituto 
se aprcsentc1ram c10 Comandante da 4a Briga­ 
da e rcceberc1m dele os desejos de felicida 
dos e sucessos cm suas novas missões na se 
quência da solenidade o General Lima foz 
a aposição do Distintivo de Comando ao Ccl. 
Pacheco, símbolo que identifica a passagem 
do oficial pelo Comando de uma Unidade Mi­ 
litar. 
PRONUNCIAMENTO DO CEL. PACHECO 
_Ao se despedir do Regimento Antonio 
Joao, o Comandante substituído, Cel. Sér 
gio Pacheco Oliveira fez o seguinte pronun 
ciamente, o qual transcrevemos na íntegra: 
"Regimento Antonio João, foram aois a - 
~os inesquecíveis, onde a responsabilidade 
incessante e a luta por ver prosperar a 
virtude e a justiça foram uma constante e 
eterna motivação profissional,lembramo-nos 
muito bem do caminho percorrido, apesar da 
multicidade de tarefas e metas a atingi1 , 
ousamos dizer, a missão que nos foi legada 
pelo Exmo. Sr. Ministro do Exército foi 
cumprida, estamos certos que também- será 
pelo digno substituto, Ten. Cel. Rodrigues, 
cuja nomeução consideramos das mais feli - 
zes pelo conhecimento que possui do nosso 
Regimento. 
A missão foi fácil, pois contámos sem - 
pre com a atenção do Comando Militar c!o 
Oeste, na pessoa do Exmo. Sr. General de 
Divisão Francisco Arnulpho Pamplona de Pau 
la Pessoa e, em memória, do Exmo. Sr. Gene 
ral de Divisão, Lebarbechon. Também conta= 
mos com o apoio irrestrito do Comando da 
9il Região Militar, na pessoa do Exmo. ·Sr. 
General de Brigada Jorge Cardoso Nogueira 
e seu antecessor, além da orientação crite 
riosa e franca do nosso Comandante de Bri­ 
gada, General Sérgio Pedro Coelho Lina. ES 
sas condições alt~~ente favoráveis que nos 
foram proporcionadas, aliada a_atenção dos 
belavistenses e ao apreço tambem dos nos - 
sos irmãos paraguaios, como também ao apoio 
da·parte de nossas famílias, fizeram com 
que, juntos, pudessemas dar continuidade à 
obra daqueles que nos antecederam: . 
Meu Regimento, o bom Deus permitiu intg 
arar-me a sua família e hoje sinto-me orgu 
Íhoso e agradecido por ter tido o privilé­ 
gio de estar a frente àe homens tâo cheios 
de amor profíarfonal, a qu deixo o ru - 
profundo agradecimento repeito. Ao qran 
de arquiteto do univerno, a minh epoa - 
Suely c aos meus filhon, o mu agradeci:or 
to todo especial, pela atenção e presença 
sempre marcante nos maus e bons momentos - 
do meu comando. Assim, ntrego a lança ao 
Ten. Cel. Rodrigues, corto que el os.ará 
em boa mão". 
Comandantes Substltu{do e Substituto aprcncntao 
se no Cmt. da 4g Brigada, Cen. Sêrgio Pedro Coelho 
Lilllll, no momento da passagem de Comando 
-<. . 
... 17 
l 
General Lima faz a entrega do Distintivo de Co­ 
mando ao ex-Comandante do 109 RC HEC 
,t ! 
1!- 
Cel. Pacheco em seu pronunciat:lento, tea!o aO lado 
os Oficiais Generais que participaram da cêrimõOia 
e o Ten. Cel. Rodrigues 
ELOGIO AO CEL. PACHECO 
Durante a cerirrõnia de passagem de Ccrnando do 
10<1:R: MD:, um oficial do Canando da 4ij~Briga'da 
de cavalaria Mecanizada fez a leitura do elogio 
consignado pelo General sérgio Pedro Coelho 
Lima ao Cel. Sérgio Pacheco de Oliveira 
transcrito abaixo, na íntegra: 
"Cel. da arma de ca,·alaria QEMA Sérgio 
Pacheco Oliveira, afas1:a-se do Comando do 
10 RC MEC após dois anos dedicados ao tra 
balho e ao cumprimento das diversas mis -= 
soes que lhe foram impc,stas. Neste perío - 
do, vencendo enormes dificuldades peculia­ 
res a situação conjuntural, conseguiu apre 
sentar sua unidade sempre em muito boas = 
condições, seja nas visitas às instalações 
como nas inspeções de instrução. O excelen 
te estado dos Destacamentos do 100 RC MEc 
demonstram o cuidado e a apresentação de 
seus efetivos. Sua uninade, como já tem si 
do tradição, prestou mais urna vez, impres­ 
cindível e eficiente apoio, em 1992 e· em 
19 9 3 ao Exercício Coroarento do Coroo de 
Forças Especiais da Brigada Paraquêdista. 
Destacou-se ainda o Regimento Antonio - 
João, na montaqem e execução do Estágio de 
do n 
;C.:o, l 
prn , . - ~ • • 
Unida!o blxvisr rs , 
citada. Scube mar.ter u 
no io da ccid4do local, c quem 
volveu um relac..on rento cordial e 
,·,niao. 
Ao dvuspdir-m do cel. Pacheco, desejo- 
lhe nl no êxito ·m suas novas funções e vo 
tos de mui .a .o'icidades à sua ui diarG 
família". 
Quartel cm Dourados, 29/Ci./1994 
General de briqada érqio Pedro Colho L i 
ma mt. 4a ida C Mcc. 
Oficial da 4ª Brigada faz a leitura do elogio 
consignado ao Cel. Pacheco pelo Comandante da 4~ 
Brigada C Mec 
DESFILE EM CONTINENCIA AO 
NOVO COMANDANTE 
Ao final da solenidado militar 
O novo­ 
Comandante do 100 RC MEC Tcn. Ccl: Rodri _ 
gues, acompanhado do Col Pach 
ram em revist • • eco, passa - 
d 
ªªtropa, o encerramento foi 
marca o pelo o~sfilc d R • - · 
J _ . ::, o egimento Antonio 
oao em continen~ia ao novo Comandante , 
passaram na sequencia, e Grupamento Mecani 
zado e o Grupamento Hipomóvel. A solenida­ 
de de passagem de Comando f • b 
plaudida por tod . ' oi dStante a- 
os os prosontes , uma 
vez a ora e a e1za iás,'j; 
racteristicas murcantrs. 	ca - 
• + .5{--- 
ee,,15.ai" 
211! Ir- 
d " -- 
Tenente Cel. Rodrigues 
em revista a trooa e° Cel. Pacheco passa!:!_ 
5

TE 
TIi / UCURAÇÃO DO RETRATO DO 
.X-COMADÃNT 
lr,Óo o encerramento da solenidade, o no 
vo co:n.:indc1ntc do 100 nc MEC convidou o:; 
resentes para a inauguração do Retrato do 
do cx-Corn,1nclantc, _rn ocu Gubinotc, apõe fp_ 
lar sobre a importanca da galeria de fo - 
tos de ex-Comandantes, principalmente para 
0
~ homcnugc,Hlos, o 'I'en, Cel. Rodriguco pe­ 
dlu ao General Pamplona, mais alta autori­ 
dadl) rnlli t<1r prcncntc, que fizcnac o deccr 
r,uncnto da foto do Ccl. Pacheco. 
O General, por nua vez, obedecendo uma 
~ntiqa_ trudiçtlo do Exército, pannou a hon­ 
rnri~ a cnponu do cx-Comand~ntc, Sra. suc­ 
ly, quri d .nccrrou a fita inaugural sob os 
aplausos de todos. Em Pcguida todos forillTI 
convidadon a narticipa1.P1:, cJo um coquetel o 
fcrccido pc]:J Regimento intonio João. 
t 
í J 
L.. ~ · .. 
/esposado Ccl. Pacheco, Sra. Suely 
decorreu a fita inaugural do retrato dÔ 
!!X-Comandante 
74 e 75 e coro Coito no ano de 1982. 
Foi condecorado com a Meda]h Milit.r 
Prata; e Mdalha do Pacificador. 
Corr.o Oficial Superior exerceu as fun 
çÕc!.l de: 
- Adjunto da Seção de i'l .:inr-j,1:-nn o d, 
são de Ensino da AMA; 
- Adjunto do E:icuLio Logio ico e Chcf-:- 
20 Seção da )O RM; 
- Adjunto da 20 Seção e da Divisão de 
truçõcn Militar e Doutrin<l do Conando 
Operações Terrc5trcn, 
(Foton e Rcport.i9ec - Ubaldino nodriguc:J) 
Prefeito Abraão Zacarias e esposa Olga, 
entre as autoridades que preStlgiaram ª so 
knidade de troca de comando do 100 IC MEC 
QUESTÃO DE JUSTIÇA 
Por uma questão de JµStiça, ficam aquí 
• e 1 Pacheco por todo 
os agradec:unentos ao e • 
1 
0 trabalho desenvolvido em pro! ~a popu a­ 
ção belavistense durante o per1ouo em que 
comandou o nosso histórico 100 RC MEC. 
1 
d inúmeros serviços de cunho 
exemp o e 	• io d 
casei@rio realiza4os e ,ç;; ~.Ç? 
sa id d Ao novo coman an e, • • 
comun a e. filhos sejam bem 
(Rodrigues esposa Yeda e , 
Vindos e felicidades em Bela Vista, 
CURRICULUM DO Novo coMANDARTE 
e 
v QEMA - Edson Souza Ro- 
o Ten. Cel. ª • d de operações 
d.ria de do coman o 
., .ues proce • . DF Nasceu em Jagua- 
·grrestres - Brasil1d,, 08 de Marco de 
tao - Rio Grande do su A of de cavalaria 
l95o, sendo declarado )?F ,romovido a Ten 
1!.111 15 de Janeiro de 
197 e P . 
Cel em 31 de Agosto de 1991. 
Possui os cursos: 	, 
de la 'ia - Academia Militar das Agu- 
e- Cava ar1, 
}has Negras -_1°
7
;;a ae Eaucacão Fisiea 
e Instrutor - s 	• 
do Exército -1976; . 	Ofº ..,_,_ 
da - Escola de Aperfeiçoamento de 1C1as- 
1
9e 	• 
d 2: 	do e Estado-Maior, do 
?_- Escola de coma" curso de Operações 
?:ltercito - 1988/
89
, eRAGC CAROLINA DO NOR 
Psicoisicas - For., e;via neste Regi­ 
'te, USA - 1993_, ten Oficial nos anos de 
!:lento como Aspirante a 
Flagrantes do Jantar no Coraj 
CÕnsuÍdoParaguainoBras - • - nhete,éi.i-- 
berto, Federal e o 	te - Cmt 
esposa 
., 
j 
' 
--. 
1. Cel. Pacheco, Suely, Sr. Yeda e Cel. Rodrigues 
Presentes as Sras: Elda Simões, Jurema Viana e 
Sandra Pereira 
Jatson Viana e Dr. Fernando 
J , 
ff ' I 
-----·•·-- / sJ I_ 1 
Geei, Dr. Fernando, Hepher e Sra. Dalva 
t 
I 
--·-' 
Cel. Pacheco 
esposa 
randa, Olga Zacari.as. e AleFsandra Leice

.1 
É o ,llimento mais doador de vidas e saúde. Nãc é dpenas um 
alimento. E um,rei:iédio capaz de salvàr vidas. 
Tão completo, é que os macrobióticos fazem dele 60i de seu 
regime.?. arroz bruto, do qual somente foi retirado a àura 
casca de celulose. Conserva, pois a pardacenta cutícula, onde 
estão todas as suas virtudes. 
*ARROZ INTEGRAL?. VIDA E SAÔUEI 
DEVE-FAZER PARTE DE SUA ALIMENTA 
ÇÃO 
USE E COMPROVE 
VIDA NOVA: EM TODOS OS ASPECTOS! 
MAURO EDUARDO BEARARI 
RUA TUITM, 50 - FONE 251-1291 
As em téia e, ça a eci r 
Mensaens d Governo n {ri 
r dágio e Autoriza Eiprésti 
' 
1SA· BELLE 
CffifTER 
a A C A D E M I A 
MUSCULAÇÃO 
AVALIAÇÃO FISIOTERAPEUT!CA 
TRATAMENTO A LASER 
* B O U T I ~ U E 
2 
L A N C R O N E T E PRODUTOS NATURAIS 
Uma 
à seu 
Loja de 
Dispor 
Brasileiros 
no Paraguai 
(A~~ DO CASSI"!O) 
FONE: RES. 439-1060 
LOJA: 038 - 221 - 270 
ISABEL? - LUCIFE E CECÍLIA 
Balia Vista Paraguai 
/• q1lf<'::7'.0 i':1'~ 
gen e:v'adas à 
embléia Legislativa 
pelo Coverrador Pg 
dro Pedrossian, pra 
votação em regime ex 
rordinário, começa 
ram a ser apreciadas 
pelos Depu ados. 
Uma mensagm ins­ 
titui a cobrança de 
pedágio nas ro'ovias 
Estaduais e outra au 
toriza o Estado a 
contratar empréstimo 
até o limite de US$ 
90 milh6cn, dinheiro 
a ser aplicado na 
construção de ponte 
e porto fluvial e pa 
vimcntação de trêG 
estradas nas regiões 
Sul e Sudoeste de Ma 
to Grosso do Sul. OÜ o Coverno submete 
tras duas matérias - à apreciação dos De­ 
encaminhadas à AL putados ao mensagens 
são homologatórias: 051/93 ,que homologa 
ratifica os termos - acordo sobre o con 
do acordo sobre a· trole acionário das­ 
participação acioná-· Minas de Urucum;OOS/ 
ria do Estado na Mi- 94,solicitando auto­ 
neracão Urucum e re rização para emprés­ 
gulamenta a autoriz~ timo junto ao Fonpla 
cão já concedida pe- ta,até o limiete de 
lo Legislativo para 90 milhões de dóla 
pagamento, em condi- res;006/94, que dis 
ções excepcionais p6e sobre o pagamen­ 
(sem multa e corre- to de débitos peran 
cão monetária reduzi te a Fazenda PÜblica 
da) ,de débitos pera~ Estadual;e 007/94 
te a Fazenda Estadu- que institui a co- 
al. 	brar.ça de pedágio 
O líder do Gover nas rodovias Esta­ 
no,Deputado Waldomi duais. 
ro Gonçalves, previu Nas exposições de 
uma votação tranqui- motivos que justifi­ 
la,sem muita contra- camas mensagens, o 
vérsia, baseado na Governador Pedro Pe­ 
"revelãncia" das ma drossian salienta as 
·térias, "todas de in dificuldades finan 
teresse do Estado". ceiras do Estado pa­ 
Para o Presidente da ra desenvolver proje 
Casa, Deputado Cíce- tos de infra-estrutü 
rode Souza,as mensa ra portuária e via 
gens serão votadas= ria. A instituição= 
por acordo de lide da cobrança de pedá­ 
ranças,condição nor- gio nas rodovias,por 
mal em períodos de exemplo,é uma medida 
convoczção extraordi que o Governo preten 
nária,dentro do pra= de adotar para levan 
zo solicitado pelo tar dinheiro à manu­ 
Governo,ou seja, até tenção da malha viã 
o dia 4 de fevereiro. ria: "o pedágio e 
A votação antes de 4 uma das mais justas 
de fevereiro é uma formas de pagamento 
hipótese pouco prová a serviço público,po 
vel, já que regimen- is seu contribuinte 
dos têm o prazo d 
vistas. 
o rito de aprecia 
cão da men agens 
umoriu o pri ... iro 
passo:leitura e dis­ 
±ribu.ção de avulso 
para vistas dos par­ 
Írm.cr.tarca. cU.,cu,:'.!_ 
são do mérito e anca 
minharento de vota 
ç5o só deve ocorrer 
na segunda semana de 
convoc.ação,sc o rito 
normal foi seguido.A 
votação ainda cota 
semana vai depender 
de acordo de lideran 
ças e velocidade na 
discussão. 
é u s. o dirto d 
rodovia, ponte ou 
obre e are integra 
n à malha vi ria" , 
oh:s rva o Go rnador 
na exposição do roti 
vos que acompanha o 
projétodu-lei. se a 
ratéria for aprova 
d ,através de medida 
i:JC'"t°l'rior o Gov0rno 
definirá os trechos 
onde a cobrança será 
efetunad. Quan o no 
cmpré!1!:.i1r.o junto no 
rundo rinnncciro pn­ 
ra Desenvolvimento 
da Bacia do Prata 
(Fonpluta) ,o Governo 
rcsaa:tt_a as facilida 
des de obencão dos 
recursos cxterr.os,co 
no prazo de carência 
de dois anos e amor­ 
tização em cinco_ynos. 
com US$ 90 milhocc, 
acqunclo o Govcrno,Mn 
to Grosso do Sul po­ 
derá desenvolver pc 
lo menos cinco pro= 
jatos.Entre eles deg 
tacam-·se os de cons­ 
trução de uma ponte 
sobre o rio Para­ 
guai, cm Porto Murti 
nho,e das rodovias 
MS-14l(Ivinhema-Navi 
raí,de 107 qui1me - 
tros) ;MS-178,dc Bod~ 
quena a Bonito, num 
trecho de 70 quilÕm~ 
tros;MS-384/474, li­ 
gando Antonio João, 
Bela Vista a Caracol 
e Porto Murtinho,com 
16 2 quilõme_tros. 
Nas mensagens ho­ 
mologatórias, o Exe­ 
cutivo pede aval da 
Assembléia para rati 
ficação do acordo 
com Mato Grosso acer 
ca do controle acio­ 
nário das minas de 
Urucum,em Corumbá.Ma 
to Grosso do Sul de 
ve ficar com 40% das 
ações.Na outra mensa 
gem,o Governo pede­ 
nova ap~eciacão da 
anistia parcial dos 
débitos com a Fazen­ 
da,em virtude de cor 
. reção técnica para 
manter a modalidade .­ 
de parcelamento. 
d 
fllSTORIA CONCISA 00 BRASIL 
f RftNCISCO M. P. TEIXEIR4 
A História do Bra 
sil sob um ponto de 
vista diferente .. ~ 
desse modo que Fran­ 
cisco Maria Pires 
Teixeira quer que 
seu livro "História 
Concisa do Brasil" - 
(Editora Global) se­ 
ja encarado. Deoois 
de quase vinte anos 
ensinando e escreven 
do livros didáticos­ 
de História oara alu 
nos de 1? e 2o graus 
o autor coneçou a 
pensar em escrever - 
um livro oara o lei­ 
tor comum, dotado de 
alguma instrução e 
uma certa curiosida- 
de. 
"História Concisa 
do Brasil" é un =~a­ 
balho que o autor 
usa sua experiência 
didática para esc=e- 
(Wagner Carneiro) 
ver sem o compromis­ 
so do didatismo esco 
lar, produzindo. u 
texto_compacto, de 
bom nível de informa 
cao, de leitura agr 
davel e estimulante­ 
como os grandes bes 
sellers. Mas ao re 
digir as primeiras - 
paginas ele viu 
quanto era difici1 k 
empreitada. "Desco - 
bri que unir o saber. 
e o sabor, o rigor - 
da análise e o pra - 
zer do texto é um de 
safio e tanto", rev 
la rrancisco Tei:t:ei:: 
ra. 
Esse desafio tal­ 
vez não tenha sido 
vencido plenamente 
segundo ele. ' 
Mas a tentativa 
~ resultado, com to: 
casas suas deficiên 
cias e qualidade, es 
tão aí. "Nâo é um 
livro para especia - 
listas - acadêmicos i 
ou escolareE. t um 
livro para os cida - 
dãos brasileiros, so 
bre a história de - 
seu País, r.o qual a 
7
nforrnação pretende 
induzir à reflexão e 
ao debate. sobretu 
do um livro sobre - 
nosso passado que 
num momento ~uito de 
licado do nosso ore= 
sente", conta. 
"Eistória Concisa 
do Brasil" já está 
nas livrarias. Fran­ 
cisco Teixeira, co~ 
esse trabalho, está 
inovando a literatu­ 
ra, mas acrescenta que 'à 
histiiria racional não 
precisa ser arada. Preci 
sa ser conhecida". -

Prefeitura 
I • 
1 
E,CE'TO NO TI/9J-CAINETE LO PREFEITO EM 
J4 DE DEZEMBRO D 1.993. 
ABPAO AMOA ZACAPINAS, PREFEITO MJNICI­ 
L. DE BELA VISTA ESTADO E MATO GROSSO DO 
»ML, unando das atribuições que lhe ao 
conferidas e d acordo com o disposto do 
Artigo 68 S 80 da Lei no 886/90 de 05 do 
abril d. 1990 Artigo 43 da Lei Fed ral 
r,CJ 4. 320/G-1. 
DECRETA: 
Art,IQ - Nos termos das Lei Municipais 
rog 936/92 do J0.1?.92, 943/!3 de 01.03.93 
e de acordo com a nova r daçao dada pela 
r,d no 957/93 de 22.09.93, fica aberto um 
crédito Adicional Suplementar no valor de 
CR$ 29,827.000,00 (Vinte e novo milhooo e 
oitoc:ento~; o vlnta e octo mil cruzciro!'1 
realo) a oerem designt1dos nao oeguinteo Do 
tações Orçamentárias. 
02.00 - EXECUTIVO 
02. 04 - SECRETARIA DE ADMINISTR/ÇÃO 
03,07.021.2.06 - Secretaria de Administra­ 
cão Geral 
J.1.3.2-0utroo Servicoo e Encargos . 
150.000,00 
02.05-SECRETARIA DE FAZE~ 
03. 08. O 32. 2. 10-/morti zacao da DÍ vida /tiva 
4.3.5.1-Amortização da Dívida Ativa . 
350.000,00 	, 
02.06-SECRETARIA DE SAÚDE PROMOÇÃO SOCIAL 
13.75.428.2.11-Servlços de /drninlstracao - 
Geral 
J.1.2.0-Material de Consumo .... 125.000,00 
J.1.3.1-Remuneracão dos Serviços Pessoais. 
150.000,00 
3.1.3.2-0utros Serviços e Encargos . 
1.010.000,00 
4,1.2.0-Equipamentos e Mat.Permanentes .... 
20.000,00 
02.07-SECRETARIA DE EDUCAÇÃO CULTURA E DES 
PORTO 	, 
08.42.187.2.15-Man.Desenv.Ensino do 1 Grau 
3.1.1.1-Pessoal Civil 2.405.000,00 
3.1.2.0- Material de Consumo 4.900.CXXl,OO 
3.1.3.2-0utros Serviços e Encarg:,s790.CXXl,OO 
3.2.5.4-Apoio Financeiro ao Estudante..... 
267.000,00 
02.08-SECRETARIA DE VIAÇÃO OBRAS SERVIÇOS 
POBLICOS 
10.57.316.1.13-Construção da Casas Popula­ 
res. 
4.1.1.0-0bras e Instalacões .. 8.000.000,00 
13.77.451.1.17-0bras de Gal., Aguas Plu­ 
viais, Rec.Pav.Asfáltica 
4.1.1.0-0bras e Instalações ...4.840.000,00 
16.88.534.2.22-Manutencão dos Serviços da 
Secretaria 
3.1.2.0-Material de Consumo ...5.300.000,00 
3.1.3.1-Remuneração dos Scrv.Pessoais ..... 
1.300.000,00 
3.1.3.2-0utros Serviços e Encargos ..... •·· 
200.000,00 
02.09-SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO. ECO - 
NôMICO 
~ 111.2.23- Coordenação das Atividades 
3.1.3.2-0utros Services e Encargos . 
20.000,00 	. 
Art 20 - Para cobertura do Credito Su­ 
plementar fo cancelada a importância de 
CR$ 29.827.000,00(vinte e nove milhoes oi- 
tocentos e vinte e sete mil cruzeiros 
reais) das seguintes Dotações Orçanentárias. 
01.00- PODER LEGISLATIVO 
01.01- CÂMARA MUNieIPAL 
01.01.001.2.01 - Unidade Legislativa 
3.2.1.1-Transferências Operacionais . 
14.745.600,00 
01.01.001.1.01- Aquisição de Móveis e Equi 
pamentos 
4.3.1.1-Auxilio para despesas de Capital .. 
l.638.400,00 
02.00- EXECUTIVO 
02.01 - GABINETE DO PREFEITO 
03.07.020.2.02-Assessoramento Superior 
3.1.1.1-Pessoal Civil ·...... 1.500.000,00 
3.1.3.1-Remuneração dos Serv. Pessoais .... 
148.000,00 
3.2.3.1- subvencões Sociais 42.768,0_0 
4.1.2.0-Equipamentos e Mat. Permanentes... 
46.307,82 	. . 
06.28.166.2.03-Serviços de Alistamento Mi- 
litar 	• 
3.1.2.0-Material de Consumo .. _ .•. 21.384,00 
3.1.3.1-Remuneração dos Serv. Pessoais •••• 
42.768,00 
3.1.3. 2-outros Serviços e Encargo_s • • • • • • • • 
104.229,58 
02.02 - SECRETARIA DE PLANEJAMENTO 
03.07.021.2.04-Manutençao da Secretaria 
3.1.1.1- Pessoal Civil ...• 120.000,00 
3.1.2.0- Material de Consumo ..42.768,00 
3.1.3.1-Rernuneração dos Serv. Pessoais •••• 
35.244,56 
02.03- ASSESSORAMENTO JUR!DICO. 
03.07.020.2.05- Servicos Juridicos 
3.1.1.1- Pessoal Civil 73.091,23 
3.1.2.0-Material de Consumo 21:034,00 
3.1.3.l-Remuneração dos Ser. Pessoais ....• 
24.073,84 
3.1.3. 2-0utros Serviços e Encargos 200. 000 ,00 
Municipal de 
1. J . ',. 
02.04-7 C1 
03.07.02.2.6-: 
c ral 
3 . 1. 1. 1 - cal Civil....·....235.000,00 
3.1.3.1-r.. roc o do rv.Po i..... 
170.000,00 
).2.5.l- Inativos..............499.000,00 
3.2,5.2- Pnsionis ..........220.000,00 
3.2.5.3- Salário Família....... 64.132,00 
03.07,021.1.03- Aquisição de Müvis rqui 
pamento 
4.1.2.0-Equipamentos e Mat. Permanentes... 
32.785,35 
15.02.494.2.07- Contribui;o ao Pasep 
3.2.8.0- Contribuição ao Pasep............ 
2.600.000,00 
02.05- SECRETARIA DA FlZE '!)/ 
03.08.021.2.o6- anutencão da Secrtari 
3.1.1.1- Pessoal Civil 450.000,00 
3.1.2.0-Material de Consumo...200.000,00 
03.08.021.1.04- Aquisicão de Material Per­ 
manente 
4.1.2.0- Equipamentos e Mat.Permanents... 
13.840,00 
03.08.032.2.10- Amortização da Dívida Con­ 
tratada 
3.2.6.l- Juroo da Dívida Contratad<1 . 
21.384,00 	_ _ 
J.2.6.7-Correção Monet. s/operuçoeo de cr 
ditos por Antec. da Rece ..... 42.768,00 
02.06- SECRETARIA DE S/ÔDE PROMOÇÃO SOCIAL 
13.75.428.2.ll- Servicos de ãdninfsracao 
Geral 
3.1.1.1- Pessoal Civil 330.000,00 
3.2.5.9-0utras Transferênciao a ~essoas ... 
20.000,00 	/ 
13.75.428.1.05-Aquisicão de Ambulância P 
oetor 
4.1.2.0- Equipamentos e Mat. Permanentes .. 
41.520,00 
13.75.428.2.11- Construção de Postos de 
Saúde 
4.1.1.0- Obras e Instalações .... 132.160,00 
15.81.483.2.12- Assistência ao Menor 
3.1.3.2- Outros Serviços e Encargos . 
85.536,00 
15.81.485.2.14- Auxílio ao Idoso 
3.1.3.2- Outros Serviços e Encargos . 
13.840,00 
02.07 - SECRETARIA DE r.DUCAÇÃO CULTURA E 
DESPORTO 
08.42.187.2.15- Manutenção do Desenvolvi 
mente do Ensino 1o Grau 
3.1.3.l- Remuneração dos Serv. Pessoais ... 
1.500.000,00 
08.42.187.1.07-Aquisição de Equipamento p/ 
o Setor 
4.1.2.0-Aquisicão de Met. Permanente . 
19.975,00 
08.42.187.1.08-Construcão e Instalações de 
Escolas 
4.2.1.0-1quisição de Inóveis 	. 
27.680,00 
08.42.187.1.09-Ampliação e Reformas 
Unid. Escolares 
3.1.2.0-Material de Consumo ..... 65.470,47 
3.1.3.1-Remuncração dos Serv.Pessoais ..... 
138.000,00 
3.1.3.2-0utros Serviços e Encargos . 
61.580,00 
4.1.1.0- Obras e Instalações 	. 
192.000,00 
08.46.228.1.10- Construção de Quadras 
.... • - • ,, t 
• I -. , 
das 
Es 
portivas 
4.1.1.0-0bras e Instalacões ..... 53.600,00 
08.48.247.1.11- Ampliação do Acervo da Bi 
blioteca Mun. 
4.1.2.0-Aquisicão d~ Mat.Permanente . 
19.682,44 
08.48.247.2.16- Manutenção da Casa do Arte 
são 
3 . 1. 2. O-Ma teria! de Consumo 	· . 
85.536,00 ' 
08.41.185.1.12- Construção de Creêhes 
4.1.1.0-0bras de Instalacões ... 50.ooo;oo 
8.42.188.2.18 - Ensino Regular 
3.1.2.0- Material de Consumo .... 150.000,00 
3.1.3.2-0utros Services e Encargos . 
640.000,00 
02.08-SECRETARIA VIAÇÃO OBRAS SERVIÇOS PO- 
BLICOS . 	. 
03.07.025.2.19-Reforma do Paco Municipal 
3.1.2.0- Material de Consumo.....5.360,00 
3.1.3.1- Remuneracao dos-Serv. Pessoais ... 
27.680,00 
3.1.3.2- outros Serviços e Enc~gos . 
1.533.000,00 	_ 
10.57.316.1.13 - Construçao de Casas Popu- 
5.o-as±siso ae m6veis.....27-680,00 
10.58.025.1.14- Irnplantaçao e Renovaçao de 
Calçadas e passeios 
4.1.l.O- Obras e Instalacões .... 19.432,00 
10.58.328.1.15- Const. de Ãreas e Lazer e 
Arborização Urbana 
4.1.l.O- Obras e Instalacões ... :··26.800,00 
10.60.325.1.16-Aquisição de Equip. p/cole­ 
ta de Lixo 
4 .1. 2. o- Aquisição de Material Permanente.. 
128.800,00 
Bela Vista 
10. +.326.2.2:-° 
3.1..0-Matrii! ' 
31..2- Carro 
12.4,00 
13.77.42l. 7-0rase l. 1w+ 
viai e Recap. Pav. A filtiea 
4...9.2-Despesa d Ercíeio A triore 
)3.0I.C,00 
1 (. . H . "i .l4 . 1.18- Aqui!ç o d l.,1 ,d 1 , " ntos 
Rodoviários 
4.1..0- Aquisição d t. Per aente.,..· 
126.7)0,00 	. 
02.09- SECRETARA DE DESENQLVIN;OS ECO­ 
NO1CO 
õê.TI11.2.23- Coordenação das A!vid4d 
3.1.1.1-Pessoal civil....·...351.175,0 
lr .30 - Este Decre o cn rarã om vigor, 
na data de sua publicação, revoqad as 
disposições cm contrário. 
Rola Vista/Ms, 14/12/93 
Abraão Armoa Zacarias 
Prefeito Municipal 
DECRETO NO 777 /94 - GJIHNETE DO PitHPCl'fO - 
EM 11 DE JANEIRO D8 1994 
ABRAÃO ARMO/ ZACARIAS, PREPF.ITO 1✓.UNICI­ 
PAL DE BELA VISTA, ESTADO DE MATO GROSSO 
DO SUL uoando das atribuiçõco que lhe"ªº 
conferidas e de ucordo com o dispooto do 
Artigo 68, parágrafo 8 da Li 86/90 de 
05 ãe abril de 1990 e Artigo 43 da Lei Fo­ 
deral no 4320/64. 
DECRETA: 
Art.10 - Nos termos da Lei Munícipul no 
961 de 10 de novembro de 1993, fica aberto 
um crédito Adicional Suplementar no valor 
de CRS 6.000.000,00 (seis milhÕAs a~ cru­ 
zeiros reais), ao Orçamento Programa do Mu 
nicípio para 1994, à saber: 
02.00 - Executivo 	- 
06.01 - Secretaria Municipal de Promoçdo - 
Social. 
15070212.012 - Manutenção das Atividades 
da Secretaria 
3.1.3.1 - Remuneração de Serviços Pessoais 
2.000.000,00 
15814832.014 - Programa de Assistência dO 
Menor Carente 
3.1.3.1 - Remuneração de Serviços Pessoais 
2.000.000,00 	_ 
07.01 - Secretaria Municipal de Educaçao - 
Cultura e Desporto 
08421882.019 - Manutenção do Ensino Iegul.a.r. 
3.1.3.1 - Remuneração de Serviços Pessoais 
2.000.000,00 
Art.29 - Os recurros para cobertura do 
Crédito Suplementar 'e que se trata este 
Decreto, correrão à conta da seguinte dot 
cão Orçamentária: 
02.00 - Executivo 
08.01 - Secretaria Municipal, Viação Obras 
e Serviços Públicos 
16885311.020 - Aquisição de Equipamento R~ 
doviário. 
4.1.2.0 - Equipamento e Material Permanen­ 
te 6.000.000,00 
Art.39 - Este Decreto entra em vigor a 
partir de 11 de janeiro de 1994, data de 
sua afixação no quadro de avisos desta Prg 
feitura. 
Bela Vista/MS, 11 de janeiro de 1994. 
Abraão Ar.noa Zacarias 
Prefeito Municipal 
• ·Edital de __ Proclamas. 
1( 
e 
JANILDE ROSA DOS SANTOS, Oficiala do 
Cartório de Registro Civil desta cidade 
de Bela Vista-MS., PAZ SABER a todos qar. 
to o presente Edital de Proclamas virem, 
que apresentaram os documentos exigidos 
pelo artigo 180 do Código civil rasilei 
roe incisos I-II-III e IV, e pretende.n 
se casar: 
ALTEMAR GUTl:RRRES DE OLIVEIRA E ELISE 
TE MARQUES CLARO, brasileiros, solteiros, 
domiciliados e residentes nesta cidade , 
ele, comerciário, filho de João Meireles 
de Oliveira e Daicyra Gutierres de Oli,_ 
veira, ela, estudante, filha de Silvio 
Claro e de Ercu Marques Claro. 
Se alguém souber de algu~ inpedi::-:ento 
que se oponha na forma da Lei. 
Bela Vista-Ms., 31 de janeiro de 1994. 
Janilde Rosa dos Sa:1tos 
Oficiala

OMOSUL 
DE REF 
, ' 	, 
VII PRODU O I EDITO 
ESTIME TO li BONITO 
Um proj to poi1-- 
i J i r, l J co do r , . f J r , n 	· . - 
tamnto e recomporei 
;ao vegetal inédito 
no Hra;il e±,tá sondo 
rl0: 1Jnvolvl.do C'r1 Honi 
to(01s), a 249 qu11o­ 
metros do Campo Gran 
de, pela Fundação do 
Promoção ocial de 
M,t o C:rn!;r,o <.ln Sul - 
(l'rürno::ul). Dozr mr 
noros carentes, intG 
qrantes do Nücloo d 
Plantas Nativas do 
ór<J,io, DC' revc'z,1m 
dor;cle nov-.::rnbro do 
ano passado no plan­ 
tio de árvores orna 
mentui:::;, frutífer<ls­ 
c medicinais às mar­ 
gens dos sete mil me 
troe de rodoviu que­ 
ligam a cidade ao 
Rio Formoso. 
Em janeiro do ano 
pussado foram intcr­ 
ditudas pelo lhama , 
por danos ao meio am 
1 
1 ' 
J.....-l 
Ciro-leste Bise Prioritlaes 
ara Assistência iérira e a 
ião {'iltoral 
a 
Para discutir as 
principal~ dçÕes que 
srrão desenvolvidas 
junto a produtores e 
comunidades rurais , 
cstfio reunidos, na 
EMPAER, 16 represen­ 
t~ntcs dos Estados 
do Centro Oeste (Dis 
trito Foderal,Goiás, 
Mato Grosso e •Mato 
Grosso do Sul). São 
pessoas ligadas às 
áreas de operação , 
planejamento e finan 
ceira, que atuarãÕ 
em conjunto para tra 
çar o plano de traba 
lho do ar.o de 94. - 
Procurar fontes 
de recursos para fi­ 
nanciar ações de as 
sistênci<l técnica e 
extensão rural foi o 
tema principal da 
reunião. o Banco Mun 
dial e o Ministério­ 
da Agricultura são 
os órgãos que devem 
liberar a maior par­ 
te da verba para os 
Estados do Centro 
Oeste. Segundo o Di 
retor de operações - 
da EMPAER de Mato 
Grosso do Sul, Ivo 
Busato, dS diretri - 
bint, as obra da 
·mpresa Construmat 
Cjl1,•l Lro r.ol,r,, o 
Hlo r• Jnh11r1-1::. Como 
puniç3o a firma fica 
ria responsável por 
opor no local os 
prrjuizo!:; ~ n..iLurcza 
causados pela obru. 
A partir de ·ntão,em 
p,trc riu, o Núcl00 - 
de Plantas Mativas 
da Fundação de Promo 
ç::io Social foi con­ 
trutado para idc..ili­ 
zar e executar um 
projeto paisagístico 
de reflorestamento 
na região. 
De acordo com in­ 
formações do coorde­ 
nador dos trabalhos 
cm Bonito, Fernando 
Dorges, as atividades 
nos rios Formoso e 
Anhumds fazem parte 
da terceira etapa do 
Projeto Paisagistís­ 
co de Reflorestdmen- 
zes dos Governos Fe­ 
deral e Estadual dis 
cutidas nessa reu­ 
niâo, serão levadas 
ãs comunidades para 
serem adaptadas jun­ 
to aos produtores , 
dependendo das neces 
sidades de cada um. 
Em Mato Grosso do 
Sul as grandes li­ 
npas de atuação se 
rão: capacitação de 
produtores rurais 
nas áreas de tecnolo 
gia de produção; di:: 
versificação da pro 
dução e, manutenção­ 
dos recursos natura­ 
is existentes. Essas 
orientações já esta­ 
vam sendo desenvolvi 
das durante o anÕ 
passado e o trabalho 
será de continuidade 
em 94. "Estamos nego 
ciando com as Prefei 
turas Municipais uma 
participação no pla­ 
nejamento e nos cus 
tos de assisttncia:: 
técnica e extensão 
rural. O retorno des 
se trabalho é perce-= 
bido através do au 
mento da produtivida 
de cm ativid.-.des que 
to, Dedo novembro , 
!Ili primeiro ostãgio 
do projeto, os mono­ 
rt e ão se dedican 
do a reflorestar ac 
margens da rodovia 
qur dá acesso a cida 
dn com 6 mil e soij 
muda:. - das 4 Mil e 
500 j::í foram planta­ 
das - de bocaiúvas , 
caraguütcÍn, mbaÚb:.1!J, 
c0dros, jenipapos , 
ingás e outras dezc­ 
nas de espécies. 
As margens da ro 
dovia foram dividi:: 
das cm onze paradas 
e nove canteiros que 
contam uinda com ade 
reços de pedras retT 
radas do próprio lo:: 
cal. Num jardim de 
cerca 50 metros qua 
drados que também es 
tcÍ sendo cultivado 
será usada proteção 
de arame farpado pa 
ra que seja garanti- 
ainda não eram descn 
volvidas em larga es 
cala como a sericul:: 
tura, suinocultura , 
avicultura e apicul­ 
tura", afirma Ivo Bu 
sato. 	- 
O consultor da Co 
ordenação Nacional 
de Extensão Rural 
junto ao Ministério 
da Agricultura,Nival 
do Estrela, veio de 
Brasília para estabe 
lecer novas normas 
da relação dos Govei 
nos Federal e Esta 
dual na área de as 
sistência técnica e 
extensão rural. "O 
objetivo é nortear 
os projetos prioritá 
rios para o CcntrÕ 
Oeste e definir as 
estratégias. O im 
portante é estabc:: 
leccr uma parceria 
dos Governos Fede 
ral e Estadual" , 
enfatizou Nivaldo 
Estrela. 
GOVERNO MS 
O futuro agora 
do o croci n, o dai 
ruda• A rodovi 
t ar!m chamada d ro 
<'ceie 1istíca devido 
s divió para ci­ 
clistas que coçaram 
e ser construidas - 
inda contará com um 
canteiro com ãrvor s 
'e porte maior onde 
serão instalados bar 
c•o!J mc:ioc. 
Segundo Borges, é 
intenso o lrab..tlho 
c'.os menores no local. 
J:lcs cstâo dlojados 
no acampamento da em 
presa e trabalham pi 
la manhâ e à tarde , 
com intervalo pura 
<llmoço tamb~m ofere­ 
cido pelu Construmat 
Cilveletro."São me 
nores que jcÍ integr:i 
vamo Núcleo cm Cam:: 
po Grande e que têm 
rostado da experiên­ 
cia cm Eonito por 
ser um trabalho dife 
rente, e pels opor+u 
n idle (!._ conhcrt 
novo lugares", ava­ 
lia Borys. 
O:; ,~ :-:or•·'.1 r,,IJ - 
Iham cm Pb:.ito em 
istora de rodízio 
se revzardo a cada 
quatro quinzenalmen­ 
t.r. 7écnico:; ,;r r.f--'OÍO 
do Pror. osu l e .. C,.:".'.;)O 
Grande também ormam 
a quipc do Projc·o 
cm Bonito. A previ 
r;Jo é de que at6 ài<l 
30 clc janeiro, <lS 
nargens da rc<loviu o 
plüntio esteja con 
cluído, e segundo 
Fernando "cm doi!; 
anos as mudas já se­ 
rão árvores de gran 
de porte". 
FORMOSO E PRAÇA 
A Praça Bocaiúva, 
localizada no cen 
tro de BÓnito, tam- 
e +; 
P roe+ ? • .... 1 1 
do Pr 1 l' 
.. , d 
p' ri.. 
da orar«ntaia 
local, Ara c- 
cluir o proj••to, 
,.i ,;,i Íl'V< rc-iro 
mn0 s CONOçP 
reflorntar o 
metros de mata 
lruíd, :1 !J proxi"': 
dades do Rios c 
moso e Anhum s, o­ 
de serão planta4G 
500 mudas em apro 
xiradamente 15 ,IT 
u s. 
Preserve 
a 
Natureza! 
S u p erm e r e _a d .O 
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